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    Prólogo: Caminhando Entre Monstros

    mitzrael
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    Prólogo: Caminhando Entre Monstros - Página 3 Empty Re: Prólogo: Caminhando Entre Monstros

    Mensagem por mitzrael em Qua 15 Ago 2018 - 1:33




    Prólogo: Caminhando Entre Monstros - Página 3 1a17d23c01a319e7c73f840eee4a5f70

    Kraven se deliciava com os dois corpos , o sangue em escorria em sua boca , preenchendo o vazio que existia em sua alma , se algum dia teve alguma .
    Kraven era um animas não burro , ele continuava atento a tudo em sua volta , quando ele escultava outros passos vindo em sua direção sabia que algo tinha de ser feito
    ou seria pego , e isso não era uma boa opção .

    Pensando : droga nem posso me alimentar direito com esses dois . bem que eu podia matar mais um so por diverção , mas posso ser visto , tenho de me desfazer desses corpos sem chamar atenção . falando em Teutônico .

    Kraven olhava em seu redor e ria de canto de boca .seu olhar brilhava .
    Kraven ativava garras em suas unhas dos pé e pegava os dois corpos , em cada braço e os carregava assim pra cima do teto de uma casa ou sobrado e assim começava a desolçar o corpo quebrando os mebros , osso por osso , rasgando as carnes deixando em frangalhos ,
    Kraven era mosntruoso quando queria , so terminava quando os corpos não passasem de meras pastas de carne e sangue .

    pensando : acho que terminei aqui , logo deve amanhecer . falando em Teutônico

    Kraven olhava para a cidade de cima como fize se um mapa de reconhecimento . e assim procurava um lugar para se esconder quando o sol mostra se sua face .

    gasto 1 pts pra ativar as garras nos pes .
    obs: apague meus outros poste plz
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    Prólogo: Caminhando Entre Monstros - Página 3 Empty Re: Prólogo: Caminhando Entre Monstros

    Mensagem por Freak(out) em Qua 15 Ago 2018 - 13:24

    Kraven(Mitzrael)

    Apesar de carregar dois corpos, Kraven foi hábil tanto em deslocar-se pelas ruas sem ser detectado como em escalar até o telhado de um sobrado, onde começou de forma grotesca e quase aleatória a desmembrar os corpos dos frades. Quando lhes rasgou as roupas e começou a destroçar a carne de suas vítimas já mortas, encontrou alguns documentos selados com cera e sinete dentro de um envelope amarelado.

    -- Que se passa ai? -- uma voz feminina, abaixo dele parece dizer para o nada?

    -- Que houve, senhorita? -- respondeu uma voz masculina, parecendo estar ainda mais abaixo.

    -- Escuto barulhos no telhado, senhor! Barulhos estranhos!

    -- Deve ser apenas algum animal. Talvez um gato ou cachorro, mas irie verificar mesmo assim.


    Resumo de Kraven:
    Reserva de Sangue: 20
    Força de Vontade: 08/08
    Vitalidade: Ok.

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    Prólogo: Caminhando Entre Monstros - Página 3 Empty Re: Prólogo: Caminhando Entre Monstros

    Mensagem por Freak(out) em Qua 15 Ago 2018 - 13:26

    Machiavelli (Raphael)

    Ainda curioso com o pergaminho em sua posse, Machiavelli aproxima mais o documento do rosto, tentando encontrar algum detalhe oculto ou minúsculo que pudesse indicar a datar em que o documento foi escrito. Ele notou que algumas palavras, embora da mesma cor (negras), emitiam um brilho levemente roxo nas bordas, muito sutil e difícil de ver, além de possuir um cheiro levemente adocicado e quase imperceptível, diferente da tinta das outras palavras que eram opacas e não possuíam cheiro. Machiavelli notou que as palavras destacadas não faziam sentido a princípio, mas então ele notou que se tratava de um anagrama criptografado. Havia ali uma mensagem dentro de uma mensagem, e ao organizar as palavras que ele conseguiu destacar pela tinta incomum, uma nova mensagem surge:

    O objeto maldito de origem profana guarda o poder das artes arcanas, apto a interceptar a origem dos mortais.

    Seria coincidência? O que seria a origem dos mortais?

    Ao deixar o quarto e retornar ao salão, ele notou que não havia ainda sinal de nenhum de seus servos. Será que algo sério aconteceu com eles?

    Resumo de Machiavelli:
    Reserva de Sangue: 8
    Força de Vontade: 03/03
    Vitalidade: Ok.
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    Prólogo: Caminhando Entre Monstros - Página 3 Empty Re: Prólogo: Caminhando Entre Monstros

    Mensagem por Freak(out) em Qua 15 Ago 2018 - 13:29

    Camilo de Castilla (Claude Speedy) & Beaumont (Beaumont)

    O Lasombra e o Malkaviano, embora não concordando totalmente entre si com todos os atos e palavras, resolvem então ajudar um ao outro. Camilo havia preparado o frade para que sua ressurreição como uma criança da noite fosse possível, bastando agora esperar.

    Observação em Off:
    Beaumont, informe se você doou sangue ao frade ou não na próxima postagem.

    De uma forma um tanto bizarra, que ambos puderam ver, a porta se destravou e abriu "sozinha", revelando um corredor vazio. Naquele momento não havia viva alma que estivesse ali, mas ambos sabiam que eles não estavam sozinhos no convento. Naquele momento, aquela doce voz ecoou mais uma vez na cabeça de Camilo, e ela dizia:

    -- Eu estou com vocês, contudo, sejam cautelosos.

    Observação em Off 2:
    Tudo bem até aqui, mas como vão sair com um corpo sem que ninguém veja?

    Resumo de Camilo:
    Reserva de Sangue: 10
    Força de Vontade: 04/04
    Vitalidade: Ok.

    Resumo de Beaumont:
    Reserva de Sangue: 10
    Força de Vontade: 06/07
    Vitalidade: Ok.
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    Prólogo: Caminhando Entre Monstros - Página 3 Empty Re: Prólogo: Caminhando Entre Monstros

    Mensagem por mitzrael em Qua 15 Ago 2018 - 16:41

    Prólogo: Caminhando Entre Monstros - Página 3 1a17d23c01a319e7c73f840eee4a5f70

    Kraven se deliciava em cortar os corpos daqueles dois humanos , a carne respingava em seu rosto e ele lambia mas logo
    ele podia ouvir converças em baixo dele .

    Pelo visto ele estava fazendo muito barulho , alem de uma grande bagunça , mas o que chamava sua atenção era
    os papiros lacrados .

    Pensando : o que será isso ? deve ser algo importante , e melhor guarda isso pra vender por um bom preço no futuro , ou quem sabe trocar como informação
    pra saber onde se encontra kayra se eu não a matei em minha busca pelo sangue .


    Mas por hora e melhor eu sair daqui .

    Kraven corre por cima dos telhados vendo toda a cidade por cima , apesar da noite as cidades tinham sua certa beleza , apesar que Kraven se sentia melhor na floresta
    apois tudo que lhe aconteceu , será que tem algum lugar seguro ?

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    Prólogo: Caminhando Entre Monstros - Página 3 Empty Re: Prólogo: Caminhando Entre Monstros

    Mensagem por Claude Speedy em Sex 17 Ago 2018 - 1:05

    Ouvindo a voz me guiando, noto que realmente se faria necessário criar um modo de fugirmos, pelo menos de afastamos os demais.

    -Beumount... Sugiro que agora possa checar se nossa saída até a entrada, indo um pouco à minha frente, para notar se não tem nenhum impedimento para levarmos o frade. Caminhe e vá me guiando até a entrada com a imagem que "vestiu" dele enquanto eu vou carregando um pouco mais atrás...

    Enquanto o Malkaviano sai à frente, eu continuo em oração e falo para a voz que me acompanha.

    -O Senhor me dai graças, para que não haja ninguém até a saída desse local...

    Então sigo, pedindo aos céus para que eu seja hábil para o auxiliar em sua missão.

    (off: Eu teria de perder pelo menos um ponto de sangue, não?)
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    Prólogo: Caminhando Entre Monstros - Página 3 Empty Re: Prólogo: Caminhando Entre Monstros

    Mensagem por Beaumont em Seg 20 Ago 2018 - 10:44

    Spoiler:
    Prólogo: Caminhando Entre Monstros - Página 3 Luther10

    Camillo possuía convicção em suas ações, me dava uma impressão profunda de que não havia sido a primeira vez a esconder um corpo, ele tinha um plano, mas porque me ajudar ? Essa era uma pergunta que teria sua resposta em algum momento do futuro, mas não agora. Eu me ergui, ainda hesitante em minhas ações, eu não tinha aquela convicção toda, medi as consequências de trazer aquele frade de volta a vida. Mas depois me vi indiferente, mordi a ponta do meu dedo indicador e deixei escorrer algumas gotas que pingaram timidamente entre os lábios do mortal. Provei do meu próprio néctar logo depois e como requisitado por Camillo eu avancei para o corredor na pele do fade ao qual perdeu a sua vida naquela noite. Observei o corredor e me fiz cauteloso para poder ouvir se havia alguma alma pelas redondezas, minha nova pele poderia ser um álibi condizente mas em algum momento andar com aquele corpo pelos corredores poderia ser conflitante. Verifiquei as portas adjacentes em busca de uma rota que pudesse nos levar pela cozinha até a saída, pelo jardim quem sabe, eu seguia na frente e depois de verificar as portas voltava para avisar Camillo sobre o caminho, prezava sempre pelo caminho que não houvesse ninguém. No fim, o objetivo era alcançar a estrebaria, levar o corpo em uma carroça seria bem mais útil e seguro.
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    Prólogo: Caminhando Entre Monstros - Página 3 Empty Re: Prólogo: Caminhando Entre Monstros

    Mensagem por John Milton em Seg 20 Ago 2018 - 16:27

    Aquele pergaminho se mostrava cada vez mais enigmático Machiavelli pensava consigo mesmo, enquanto deixava o quarto em que ficara a meretriz, perdida nas areias morféticas.

    Retornara ao Salão Comunal de seu Bordel, para mais uma vez não encontrar seus serviçais. Ou algo muito sério havia ocorrido ou ambos estariam uma cabeça mais baixos antes que a noite terminasse.

    Atento ao horário e o que os clientes mais próximos diziam, enquanto passava despercebido, o Ventrue se mistura aos humanos que ali estavam, se encaminhando a saída do seu estabelecimento.

    Estaria o Príncipe ciente dessa negociação lassombra?
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    Prólogo: Caminhando Entre Monstros - Página 3 Empty Re: Prólogo: Caminhando Entre Monstros

    Mensagem por Freak(out) em Ter 21 Ago 2018 - 16:44

    Machiavelli (Raphael)

    Havia mais raiva do que preocupação no coração de Machiavelli em relação aos seus lacaios. Ele se perguntava o que poderia ter acontecido, ao mesmo tempo que se perguntava se o Príncipe estava ciente do que os Lasombra planejavam, conforme se misturava entre suas empregadas e clientes.

    -- O Velho Emerico está interessado nisso...

    Uma voz feminina foi captada entre o burburinho. Quando Machiavelli se virou, ele não pôde deduzir com exatidão quem havia dito, pois o salão estava em constante movimento, com mulheres e homens indo e vindo, conversando e rindo, em um burburinho incessante, indecente e explícito, com palavras vulgares e desejos degenerados expostos sem o menor pudor. No entanto ele conhecia o nome citado. Emerico é o boticário local, muitas vezes tido como excêntrico na mesma proporção que é habilidoso com ervas e remédios naturais. Ele tem o hábito de ajudar algumas pessoas pagando a elas alguns trocados a mais ou dando-lhes algo de valor em troca de favores variados. Emerico também é um grande fofoqueiro, e se tem alguém que sabe alguma coisa sobre o que está acontecendo, com certeza é ele.

    Observação em Off::
    Mais detalhes sobre Emerico: http://www.novaerarpg.com/t4210-os-mortais

    Resumo de Machiavelli:
    Reserva de Sangue: 8
    Força de Vontade: 03/03
    Vitalidade: Ok.
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    Prólogo: Caminhando Entre Monstros - Página 3 Empty Re: Prólogo: Caminhando Entre Monstros

    Mensagem por Freak(out) em Ter 21 Ago 2018 - 17:10

    Kraven (Mitzrael), Camilo de Castilla (Claude Speedy) & Beaumont (Beaumont)

    Observação em Off:
    Realmente esqueci de descontar o ponto de sangue seu e do Kraven. Valeu!

    Beaumont tomou a liderança e começou a esquadrinhar nas portas que surgiam no corredor uma saída que levasse Camilo e ele para fora do convento, onde eles pudessem ocultar o corpo do frade cuja fome insana do malkaviano havia lhe tomado a vida.

    Seguindo Beaumont, Camilo carregava de forma levemente desengonçada o corpo enrolado do Frade, cuja cópia esgueirava-se por uma grande porta de madeira que dava na cozinha. Não havia ninguém, mas por azar Camilo esbarrou as pernas do corpo nas panelas que estavam sob uma bancada, derrubando ao menos uma dúzia delas e fazendo barulho para atrair o convento todo. Sem perder tempo, a dupla correu para a porta seguinte, onde daria para um corredor estreito e, então, a rua.

    Enquanto isso Kraven observava do alto de uma casa uma ligeria mudança na patrulha abaixo deles. Os homens estavam mais alertas e mais desconfiados. Foi uma sorte ele não ter sido pego. O mesmo não pode ser dito da dupla infeliz que seus olhos captavam a alguns metros à frente.

    -- Alto! -- gritava um dos guardas.

    Kraven conseguia ver um frade e um homem que, pelas vestes, parecia um guerreiro. Este carregava algo consigo que tudo indicava ser um corpo coberto por um lençol ou tecido de linho; ou seja, um cadáver. Kraven viu quando um semicírculo de quatro homens, que rapidamente aumentou para oito que vinham correndo, cercou a dupla e começou a desembainhar espadas e apontar arcos.

    -- Mas que diabos! -- Gritou um dos guardas que cercava Camilo e Beaumont -- Coloque esse corpo no chão e nos passem as armas!

    Observação em Off 2:
    Dos oito homens, três são arqueiros. O resto empunha espadas longas de gume duplo.

    Resumo de Camilo:
    Reserva de Sangue: 09
    Força de Vontade: 04/04
    Vitalidade: Ok.

    Resumo de Beaumont:
    Reserva de Sangue: 09
    Força de Vontade: 06/07
    Vitalidade: Ok.

    Ultimas atualizações:

    -1 PdS (Frade)

    Resumo de Kraven:
    Reserva de Sangue: 19
    Força de Vontade: 08/08
    Vitalidade: Ok.
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    Prólogo: Caminhando Entre Monstros - Página 3 Empty Re: Prólogo: Caminhando Entre Monstros

    Mensagem por Claude Speedy em Qua 22 Ago 2018 - 17:04

    Soldados? Mas que absurdo eles presumirem o correto.

    -Como ousam hereticamente exigir que um servo consagrado da Igreja se livre de suas armas, insolentes plebeus? Onde estava a guarda quando eu cheguei até o local dessa tragédia!? Não me reconhecem? Eu sou Sir Camilo de Castilla, cavaleiro e cruzado que tenho defendido a cristandade há quase duas décadas! E em nome de Cristo e da Santa Fé ajudem esse sacerdote e eu a levarmos esse homem assassinado até a catedral ou desejam que eu formalmente inquira diante do vosso capitão sobre sua incapacidade em zelar pela segurança dos monges?

    off: Manipulação: 4 (Colocações Sutis) + Intimidação 2
    Claude Speedy efetuou 6 lançamento(s) de dados Prólogo: Caminhando Entre Monstros - Página 3 D10 (d10.) :
    5 , 3 , 2 , 7 , 6 , 8

    Há certa verdade em minhas palavras, mas meu mentor me ensinou que Deus nos deu poder...  Não me orgulho de usar de certa dissimulação para ocultar minha natureza desses homens que meramente fazem seu trabalho... Mas o Senhor deu à mim e à Beumount o pesado fardo do vampirismo, assim como a vida desse pobre monge não pode ser perdida em vão. Eles não precisam compartilhar da minha provação e certamente no caminho entre onde estamos e a abadia de onde viemos. Infelizmente não achamos uma carroça, mas tento ver de forma otimista o nosso problema e torna-lo uma vantagem.

    Antes desse alvoroço, talvez se eu meramente esperasse dentro do monastério e pedisse para os sacerdotes do meu rebanho para ajudar eu não teria de passar pro isso, não teria de expor que um homem jaz morto e que esse homem é diferente do que esta diante de mim. Porém com isso eu iria expor muito mais para o Malkaviano do que eu desejaria... Por hora eu confio apenas que ele será útil para o que o Senhor me tem reservado, mas ainda nem imagino qual plano misterioso seria esse.

    Por sorte o corpo esta coberto e os que nos cercam não veem a imagem de dois sacerdotes semelhantes, em minhas palavras tento torna-los distintos. Aguardo para que aquele que Deus me colocou como meu aliado me ajude.
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    Prólogo: Caminhando Entre Monstros - Página 3 Empty Re: Prólogo: Caminhando Entre Monstros

    Mensagem por Beaumont em Sab 25 Ago 2018 - 23:42

    Spoiler:
    Prólogo: Caminhando Entre Monstros - Página 3 Luther10

    O momento em que somos alvejados por palavras de desconfiança me surpreende. Sabia que aquele momento chegaria, meus olhos despreparados corriam para uma saída, eu queria fugir mas em pouco tempo a frieza e a confiança tomavam lugar. O templário começou a falar, suas palavras tinham firmeza. Ele estava convicto, observei a reação dos soldados, meros mortais confusos. As palavras do templário mostravam firmeza, ele era um homem da fé ? Ou um corrupto inveterado ? Ainda posicionado a uma certa distancia, tentei demonstrar minha fragilidade, um Frade não carregaria armas, ergui minhas mãos e dei um passo, meus olhos se focaram no mais sensato dos guardas, o que parecia ter dado a voz de prisão ao tão respeitado templário e voz disse: 

    Beaumont (Frade) : - Não tenho armas, estamos na busca pelo assassino deste pobre homem. Como poderiam achar que Camilo de Castila é o assassino. Um homem da fé. Ele é mais do que digno de sua total confiança ! - Meus olhos lacraram nos dele, parte da minha vontade atravessou a mente dele como uma flecha e se enraizaria na sua alma. [Dominação 1 + 1FDV] Ele precisava confiar em Camilo e eu faria com que seu coração desaparecesse com qualquer dúvida. 
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    Prólogo: Caminhando Entre Monstros - Página 3 Empty Re: Prólogo: Caminhando Entre Monstros

    Mensagem por mitzrael em Dom 26 Ago 2018 - 18:20


    Prólogo: Caminhando Entre Monstros - Página 3 1a17d23c01a319e7c73f840eee4a5f70



    Kraven olhava do teto um pequeno atrito com dois homens e uma pequena guarda , mas o que chamava atenção era o corpo que carregava e os arqueiros
    os arqueiros seriam um grande problema ,se ataca se .

    Kraven olhava bem aquela cena .

    Mas o que é isso ? um combate ? vou dar uma olhada parece que vai ser bom .

    Kraven usa sua audição pra ouvir melhor do que estão falando , e pra ver se os dois ali são irmão de maldição .

    Pensando : faz tempo que não vejo um maldiçoado .

    Kraven ia andando em direção dos arqueiros sem ser notado se posicionando pra ficar atraz deles .

    Twisted Evil Twisted Evil

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    Prólogo: Caminhando Entre Monstros - Página 3 Empty Re: Prólogo: Caminhando Entre Monstros

    Mensagem por John Milton em Seg 27 Ago 2018 - 14:30

    O Ventrue não acreditava em deus ex machina, soluções divinas para problemas terrenos, mas não podia deixar de notar que alguém citar o nome do Boticário no meio daquela balburdia, enquanto o Sangue Azul maquinava os sucessivos acontecimentos daquele inicio de noite era, por deveras, singular.

    Emerico Dellogrado, Machiavelli raciocinava rápido, era, nos dizeres de seus lacaios, um homem gentil, educado, inteligente e que vivia ajudando algumas pobres almas com uns dobrões a mais em troca de favores.

    O Ventrue não acreditava na existência de pessoas assim. Existiam somente dois tipos de seres debaixo desse céu, aqueles que não conseguiam esconder suas intenções e aqueles que conseguiam.... Emérico era, na opinião do Cainita, um ser do segundo tipo.

    Talvez pudesse trocar algumas palavras com o Boticário, já que não encontrava seus lacaios para fazê-lo....

    O Cainita se resigna e decide ir a campo. Dando uma ultima olhada no salão, ele se encaminha à saída do Bordel, para buscar sua carruagem.
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    Prólogo: Caminhando Entre Monstros - Página 3 Empty Re: Prólogo: Caminhando Entre Monstros

    Mensagem por Freak(out) em Qua 29 Ago 2018 - 3:40

    Kraven (Mitzrael), Camilo de Castilla (Claude Speedy) & Beaumont (Beaumont)

    Observação em Off (Camilo)::

    Eu vou desconsiderar o teste de intimidação, pois a situação exige mais lábia do que intimidação, então farei um novo teste para você.

    As palavras de Camilo amenizaram levemente a situação, embora o tom agressivo que usara não tenha sido exatamente apropriado para guardas hostis com humores alterados. Visto então que o que Camilo fizera funcionara em partes, Beaumont de forma astuta se dirigiu da forma mais inofensiva que pôde ao guarda que ele julgava ser o "principal" -- aquele que tinha dado a ordem --, e então fez uso de um dos seus truques.

    -- Sim... Sim, senhor, Senhor de Castilla. Sinto muito pela minha reação. Nos assustamos com a vista do corpo, apenas isso.

    Era possível notar que a tensão nos guardas diminuíra, e os arqueiros já baixavam seus arcos, sem apontar para ninguém, deixando de tensionar as cordas -- embora as flechas ainda estivessem em posição.

    Enquanto isso, Kraven, atraído pela curiosidade da cena, se esgueira para mais perto e, fazendo uso de sua audição aguçada, procura se concentrar nos detalhes da conversa que ocorre entre a dupla cainita e os guardas. Ele ouve:

    -- Mas diga-nos, por favor, senhor de Castilla: o que de fato aconteceu? Quem é a vítima, como morreu e por que está assim coberta, como se estivesse sendo sepultada como um muçulmano?!

    Resumo de Camilo:
    Reserva de Sangue: 09
    Força de Vontade: 04/04
    Vitalidade: Ok.

    Resumo de Beaumont:
    Reserva de Sangue: 09
    Força de Vontade: 05/07
    Vitalidade: Ok.

    Última Atualização:

    -1 FdV (Dominação)

    Resumo de Kraven:
    Reserva de Sangue: 19
    Força de Vontade: 08/08
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    Prólogo: Caminhando Entre Monstros - Página 3 Empty Re: Prólogo: Caminhando Entre Monstros

    Mensagem por Freak(out) em Qua 29 Ago 2018 - 4:05

    Machiavelli (Raphael)

    A noite estava um tanto curiosa, para dizer o mínimo. Estava mais deserta do que de costume, pois uma quantidade menor de soldados era encontrada patrulhando as ruas. Machiavelli logo entendeu por quê, pois ao cruzar um trecho perto do convento, viu que uma quantidade razoável de guardas abordava dois homens que, mesmo da carruagem, ele conseguiu ver bem os rostos. O primeiro homem ele se lembrava de ter visto uma vez ou outra pelas andanças noturnas da cidade. Se ele não estava enganado, tratava-se de Camilo de Castilla. Uma figura razoavelmente importante dentro do clero. O outro ele não se lembrava. Aparentemente era mais um monge dentre vários e ele nunca teve muito tempo para esse tipo de gente -- o tipo não-lucrativo. Notou também que o senhor de Castilla carregava algo... Algo que lembrava muito um corpo e, pelo pouco que ele sabia de costumes muçulmanos, os malditos enterravam seus mortos assim, enrolados em lençóis brancos.

    Não levou muito tempo para a carruagem chegar no destino. Virando ali, em uma das várias ruas estreitas, bem no fim delas havia um estabelecimento modesto de padrão de dois andares. Era uma porta estreita de madeira e teto abobadado, vermelha e com detalhes de ferro cravejado. Acima dela, uma placa modesta e gasta, exibia a figura de uma planta com a palavra "Boticário" escrito embaixo, em uma cor laranja.

    Antes mesmo de deixar a carruagem, a porta se abriu, revelando que, por algum motivo bizarro, o boticário ainda estava aberto, mesmo aquela hora da noite -- coisa que ele era famoso por fazer, vez ou outra. Emerico, que saía com um pacote, de repente parou e então encarou Machiavelli com uma sobrancelha arqueada, como se estivesse em dúvida se ele estava ali para falar com ele ou se simplesmente tinha parado ali por algum outro motivo qualquer. No entanto, curioso como era, não resistiu e, então, Machiavelli ouviu uma voz esganiçada se dirigir a ele, com um sorriso faltando alguns dentes:

    -- Boa noite! Posso ajudar o senhor?

    Resumo de Machiavelli:
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    Prólogo: Caminhando Entre Monstros - Página 3 Empty Re: Prólogo: Caminhando Entre Monstros

    Mensagem por Claude Speedy em Qua 29 Ago 2018 - 10:36


    O Malkaviano parece hábil em Dominação, isso é parte do que meu clã também conhece, porém eu ainda não.
    Eles se desculpam, me questionando o fato do alvo estar sendo levado como para um funeral islâmico.

    Em minha presa por esconder a face dele, não me dei conta disso.

    - Deve ser um truque dos sarracenos. Ele é um monge, foi coberto assim e eu o trouxe como estava devido aos ferimentos que eu não queria que o povo visse... Vamos descobrir quem fez isso quando chegamos até a catedral, onde mais sábios bispos e padres podem me ajudar a investigar. Por favor, nos escoltem até lá. E poderemos saber melhor o que esta havendo e saberei se devemos, teologicamente, tirar esse lençol...

    Com isso meramente aguardo.
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    Prólogo: Caminhando Entre Monstros - Página 3 Empty Re: Prólogo: Caminhando Entre Monstros

    Mensagem por Beaumont em Sex 31 Ago 2018 - 22:18

    Spoiler:
    Prólogo: Caminhando Entre Monstros - Página 3 Luther10

    Sem margem de dúvidas estou em dívida com Camilo, ele é um forte aliado para mim e para Lady neste lugar, sua influencia com o clero do reino de Aragão era justamente o que eu precisava para moldar esta terra. Me pergunto quais são suas intenções, ele se arriscou apenas para livrar a mim de um destino mais dificultoso ?

    Me resumi a permanecer sem chamar muito a atenção, meu rosto curvado fitava agora o chão, não queria parecer intimidador, quando você é facilmente esquecível você se tornar como a sombra. Tudo o que eu quero neste momento é ser menos lembrado. Mesmo que Camillo estivesse muito bem em seu discurso, eu completei tentando não chamar a atenção. 

    Beaumont (Frade) : - Nos permitam que continuemos a nossa jornada, vocês deveriam rodear o castelo e o feudo pois quem nã sabe o assassino ainda esteja por aí. 
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    Prólogo: Caminhando Entre Monstros - Página 3 Empty Re: Prólogo: Caminhando Entre Monstros

    Mensagem por mitzrael em Sab 1 Set 2018 - 20:45

    Prólogo: Caminhando Entre Monstros - Página 3 1a17d23c01a319e7c73f840eee4a5f70



    Kraven continua indo pra traz dos inimigos ouvindo a converça .

    pensando - um que estranho vampiros conversando com seu gado , esses irmaos sao fracos , seria muito mas facil cortalhes a cabeça e muito mais divertido

    Kraven verefica a posição dos arqueiros, e se seria furtivo atacalos sem chamar atenção e a distancia deles , ele estudava como um verdadeiro caçador faria
    com uma presa , isso o deixava excitado , seu olhos e ouvidos ativos estudando cada movimento .

    Ouvindo a respiração de suas presas , ele olhava cada movimento deles .

    pensando -Vou pegar um por um no momento certo , isso seus tolos fiquem bem intertidos com meus irmaos la me baixo .

    Twisted Evil Twisted Evil

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    Prólogo: Caminhando Entre Monstros - Página 3 Empty Re: Prólogo: Caminhando Entre Monstros

    Mensagem por John Milton em Seg 3 Set 2018 - 16:18

    Deveras estranha estava aquela noite, pensava consigo mesmo o Ventrue enquanto saltava da carruagem.

    Primeiro o sumiço de seus lacaios, agora Camilo de Castilla carregando um fardo que se parecia um corpo. Deveria se inteirar do assunto mais não agora.

    Pedindo ao cocheiro que lhe aguardasse, Machiavelli segue em direção ao estabelecimento do Boticário, e praticamente esbarra com o mesmo logo na entrada.

    Com um meneio de cabeça, o Vampiro responde a interjeição do homem

    - Muito boa noite Sr. Dellogrado, pergunto-me se Vossa Senhoria poderia me receber para tecermos juntos algumas considerações.

    Enquanto falava, Machiavelli observava a linguagem corporal do Boticário
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