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    Prólogo: Caminhando Entre Monstros

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    Freak(out)
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    Re: Prólogo: Caminhando Entre Monstros

    Mensagem por Freak(out) em Qua Set 05, 2018 5:18 pm

    Kraven (Mitzrael), Camilo de Castilla (Claude Speedy) & Beaumont (Beaumont)

    Os soldados ouviam Beaumont e Camilo. Agora suas palavras pareciam muito sensatas e nenhum dos guardas ousava discordar deles. Aqueles que não estavam balançando a cabeça de forma afirmativa, concordando com tudo que ambos diziam, estavam olhando para todos os lados, atentos e buscando por alguma ameaça oculta -- principalmente depois que Beaumont mencionou que o suposto assassino do monge ainda estava por aí, livre.

    -- Certamente! -- dizia novamente aquele que parecia ser o capitão da guarda. -- Três de nós iremos escoltá-los. Você e você! -- dizia a ele agora olhando para dois dos guardas mais próximos, que empunhavam espadas -- Vocês vão comigo realizar a escolta. O resto de vocês, patrulhando!

    Subitamente todos se dispersaram, mas ainda assim permaneceram próximos uns dos outros por algum tempo, ainda que a maioria dos guardas fossem se separar para patrulhar e o trio escoltaria Beaumont e Camilo até a catedral. A forma impetuosa que a maioria se virou e começou a patrulhar pegou Kraven desprevenido e, por mais que ele procurasse se esgueirar de forma silenciosa, não teve tempo de tomar uma cobertura apropriada pelas ruas. Parece que o seu equipamento pesado e barulhento não havia lhe ajudado em nada, também.

    Beaumont foi o primeiro a notá-lo. Camilo foi o segundo. Um ou outro daquele grupo misto de militares não havia notado, mas isso não importava. Os poucos que foram tapados o suficiente para não notar a enorme figura armada na penumbra logo a perceberam também, quando os berros e xingamentos dos demais que apontavam para Kraven tornaram-se altos o bastante para alarmar todo o reino.

    -- Alto!-- gritou o capitão, no meio de muitos "ali!", "desgraçado!" e "parado, se não te arranco a cabeça!"

    Cabeças saiam pelas janelas com velas ou tochas nas mãos, perguntando de várias formas o que se passava, assustadas e, ao mesmo tempo, curiosas. Crianças apontavam, mulheres gritavam e homens praguejavam. O burburinho era tanto que logo toda a península saberia de Kraven, caso esse escândalo continuasse.

    -- Vá! Busque reforços!
    -- disse o capitão para um dos arqueiros, que já se preparava para sumir pelas ruas em uma arrancada.

    Resumo da Grande Merda:
    A situação é a seguinte: Kraven está cercado por sete homens, sendo dois destes arqueiros. Beaumont e Camilo estão um pouco atrás e muitas pessoas olham tudo pelas janelas, sendo que muitas estão assustadas. Dependendo do que vocês fizerem, um combate vai se iniciar no próximo turno. Levem em consideração também que o -- um deles -- arqueiro deu no pé e logo voltará com mais homens.

    Resumo de Camilo:
    Reserva de Sangue: 09
    Força de Vontade: 04/04
    Vitalidade: Ok.

    Resumo de Beaumont:
    Reserva de Sangue: 09
    Força de Vontade: 05/07
    Vitalidade: Ok.

    Resumo de Kraven:
    Reserva de Sangue: 19
    Força de Vontade: 08/08
    Vitalidade: Ok.
    Freak(out)
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    Re: Prólogo: Caminhando Entre Monstros

    Mensagem por Freak(out) em Qua Set 05, 2018 5:34 pm

    Machiavelli (Raphael)

    -- Certamente, meu bom senhor! Eu estava de saída para entregar um pacote, mas isso pode esperar! Entre, por favor.

    Tratava-se de um estabelecimento um pouco apertado e mal cheiroso, com um ar estagnado e quente, abafado com a mistura de muitas plantas diferentes que, juntas, criavam um cheiro nauseabundo que lembrava vegetais em decomposição. Atrás de um balcão simples, pintado de vermelho, era possível ver várias estantes -- também pintadas de vermelho -- com prateleiras curtas, contendo inúmeros frascos de tamanhos variados. Alguns possuíam líquidos, outros objetos sólidos -- em ambos os casos, de coloração suspeita.

    -- Me desculpe pela bagunça, sim? -- dizia Emerico, enquanto ele andava pelo chão barulhento de madeira, que rangia a cada passo que ele dava. Ele pegou um banquinho de mogno que estava atrás do balcão e o colocou no canto mais espaçoso que tinha -- o único -- para que Machiavelli pudesse se sentar.

    -- Então, meu elegante cavalheiro, em que lhe posso ser útil?

    Machiavelli podia ouvir vários sons vindos de uma porta semiaberta atrás do balcão. Entre os sons que ele identificou, um foi o de um líquido que borbulhava e o outro o sibilar de uma serpente.

    Resumo de Machiavelli:
    Reserva de Sangue: 8
    Força de Vontade: 03/03
    Vitalidade: Ok.
    Beaumont
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    Re: Prólogo: Caminhando Entre Monstros

    Mensagem por Beaumont em Dom Set 09, 2018 10:50 am


    Talvez tivesse sido o caos nos pregando peças outras vez, mas eu poderia jurar que minhas palavras estivessem tomando forma de maneira tão incrível. Quem era aquele individuo ? No alto das instalações, era robusto, parecia um guerreiro. Não parecia um soldado e muito menos um larápio qualquer. Meu cérebro explodiu de empolgação. as coisas fariam muito mais sentido agora. 

    Beaumont (Frade) : - Não permitam que escape ! Tragam vivo ! Precisamos interroga-lo e saber a quem ele serve !! 


    Apontei o dedo para o alto onde estava o individuo. Não sabia quem era, mas ele parecia ser o álibi perfeito. Poderíamos por a culpa e usa-lo ao nosso favor se preciso, quanto mais eu obtiver a confiança do clero e de Camillo mais envolvido poderia estar em segurança para minha própria sobrevivência. Por esse motivo dei a ordem esperando que todos tentassem detê-lo. 
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    Re: Prólogo: Caminhando Entre Monstros

    Mensagem por Claude Speedy em Dom Set 09, 2018 3:30 pm

    Certamente é notório que meu aliado Malkaviano quer jogar sobre o viajante sua culpa, mas de fato o grande sujeito me parece um pagão... Mas eu não condenaria um inocente jamais...

    Claro, ele pode ser mais que um álibi.

    Se ele for um pagão é de fato um inimigo de Deus e servo do diabo...

    Sim. Certamente esse sujeito esta tentando contra o potencial de um servo que esta para renascer.

    -Frade, segure o corpo de nosso irmão, eu irei ajudar os soldados.

    E dizendo isso entrego o corpo à Beumount, enquanto saco minha espada caminhando atrás das tropas para ajudar na captura.
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    Re: Prólogo: Caminhando Entre Monstros

    Mensagem por mitzrael em Dom Set 09, 2018 10:46 pm



    Kraven via que acabou sendo descoberto , e ainda seus irmaos o usava como testa de ferro .

    Pensnado : que covardes , me desapotaram , mas tudo bem que venham meus gados , venha pra boca do lobo . = pensando em Teutônico

    _ Hhrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr!!

    Um grando urro era imitido por Kraven , uma urro de terror imitido todo odio da grande criatura que arquiava sua asas grandes
    feitas de ossos e couro .

    Malditos humanos , a noite tem um novo siguinificado , pra vcs temerem = falando em espanhol

    Kraven falava com uma voz parecendo uma criatura nada parecido com humano e assim pula pegando inpulso e pairando no ar .

    Eu me alimentei desse que voz carregam e agradeço por trazer mas para meu deleite mas eu so quero mas um adoro caçar ovelhas ligeiras .

    Kraden usava toda sua força pra impucionar seu voo ate o arqueiro que corria pra chamar reforços e com as garras de seus pes fincava nas costas do arqueiro e o levantava levando pra longe dali seu grito podia ser ouvido rasgando a cidade .

    Quando chega se a um local mas auto da cidade Kraden o segurava pelo pescoço e se alimentaria dele e depois usaria seu uniforme se passando por soldado da cidade .

    Pensando : depois eu vou atras daqueles dois covardes , vao ter de me dar algo muito bom por ter salvado suas vidas .

    Gasto 1 ponto de sangue pra ativar a garra e força de vontade pra ter acerto em pegar o arqueiro .

    Twisted Evil Twisted Evil

    John Milton
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    Re: Prólogo: Caminhando Entre Monstros

    Mensagem por John Milton em Seg Set 10, 2018 4:16 pm

    Apesar de ser um Sangue Azul, estava acostumado à quebrar alguns ovos pessoalmente quando o assunto era do seu interesse, de forma que Machiavelli adentrou ao recinto da forma mais adequada a não causar ao seu anfitrião qualquer desconforto.

    Apesar do cuidado, a decoração toda em carmim o havia causado espécie. Ele vasculhava nos recôncavos da sua memória qualquer outro lugar em que tivesse estado que houve tal disposição e escolha de cores, enquanto desviava das pilhas de frascos.

    Enfim, ele se sentara. A educação do Boticário lhe era aprazível apesar do ofídio, noutra sala, trazer ao Ventrue memórias de traição e veneno.

    Ele veste-se com seu mais dissimulado sorriso e, após ouvir o Humano, começa:

    - Milorde Dellogrado, eu que peço vênia por buscá-lo em hora tão diversa. Vejo que atrapalho seu oficio – Machiavelli sinaliza para o pacote que o Boticário carregava e continua – no entanto, espero não delongar tanto o seu tempo.

    Ele cruza as pernas deixando as mãos por sobre os joelhos, numa mescla de atenção e conforto.

    - Creio que Vossa Senhoria tem ciência dos negócios que gerencio nesta Cidade. E que, através dos mesmos, tenho acesso a informações um tanto quanto singulares.

    Ele junta as mãos em forma de concha e contina

    - De sorte que, além de questões internas, veio a mim a informação de que Vossa Senhoria estaria interessado na chegada de cargas peculiares em nosso Porto. Algo antigo e com certo poder. Estou correto?

    Ao terminar de falar Machiavelli acompanha cada movimento do Boticário, para tentar perceber se o mesmo dissimulava.

    OFF:
    Narrador rola teste para perceber as emoções do Emerico? Se ele dissimula na resposta ou apresente um interesse maior do que o normal?
    Claude Speedy
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    Re: Prólogo: Caminhando Entre Monstros

    Mensagem por Claude Speedy em Ter Set 11, 2018 1:07 pm

    Há coisas que não se vê todos os dias...

    _ Hhrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr!!

    O guerreiro de traços bárbaros passa de um suspeito para um culpado dos usos de forças infernais, quando com um grando urro projeta um par de asas grandes feitas de ossos e couro. Ele é um dos demônios da Transilvânia...?

    Malditos humanos , a noite tem um novo siguinificado , pra vcs temerem

    Certamente ele não é humano e perde um certo tempo tentando evitar qualquer sutileza que o disfarce disso. Curioso, ele é um caçador que se deixa ser visto pelas presas...

    Por alguma razão, ele faz questão de se mostrar e gerar medo... Será que ele na verdade nos quer dizer algo?

    Conforme ele fala ameaçando os soldados, minha ação é simples... Se nosso artista quer mesmo as luzes do palco, eu irei dar-lhe... Mas nas trevas do Sepulcro de Cristo.

    Uma casa dividida cairá... Mateus 12:26

    ...evoco ao redor dele uma revoada de sombras, acompanhando seu movimento de decolagem como um furacão de morcegos e trevas vivas tornando a movimentação dele... Tentando usar essas mesmas sombras que parecem vir do demônio como aparentes extensões de seu próprio poder maligno, mas na verdade essas ilusões vivas são minha forma de proteger o meu Rebanho em Castilha de agressores...

    Eu me alimentei desse que voz carregam e agradeço por trazer mas para meu deleite mas eu so quero mas um adoro caçar ovelhas ligeiras .

    Nessas palavras vejo que ele é um Predador... Um lobo atrás das minhas ovelhas.
    Como bom pastor é meu dever protege-las.

    Gasto 1 ponto de sangue pra ativar o poder de Tenebrosidade Jogos Noturnos e um de Força de Vontade pra ter um sucesso ao menos.

    O teste é Raciocínio+Ocultismo. Com esse poder que evoco Camilo pode cobrir a cena com sombras esvoaçantes e rodopiantes. Todos em meio à confusão que não possuírem Tenebrosidade alimentam as dificuldades de iniciativa em três e sofrem penalidades de um dado para todas as Paradas de Dados. Como sucessos adicionais permitem que o vampiro direcione as Sombras Noturnas com mais precisão, podendo poupar aliados ou deixar certas áreas descobertas a minha ideia é colocar a penalidade que o poder gera de +3 de dificuldade na iniciativa e a penalidade de um dado focadas muito mais sobre o Gangrel do que sobre os soldados. Se eu tiver sucessos o suficiente, quero controlar as sombras poupar os soldados de qualquer penalidade, mas quero manter a aparência de que o Gangrel de asas demoníacas é que parece ter controle sobre as sombras.

    Freak(out)
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    Re: Prólogo: Caminhando Entre Monstros

    Mensagem por Freak(out) em Qui Set 13, 2018 1:44 pm

    Kraven (Mitzrael), Camilo de Castilla (Claude Speedy) & Beaumont (Beaumont)

    Kraven saltou como algo que realmente não parecia ser humano aos olhos de todos os que viam aquele espetáculo caótico acontecendo nas ruas. Ele de fato teria acertado o alvo, se Camilo não tivesse feito uso do seu dom, pensando rápido. Com dificuldade (1 sucesso), conseguiu criar apenas uma sombra, mas foi o suficiente. Quando o arqueiro virou a esquina, Camilo estendeu ela com uma forma estranha, parecendo a Kraven que ele tinha parado ali e desistido de correr. Seus pés em forma de animal, com várias garras, vieram do ar, descendo como um meteoro, apenas para descobrir que não haviam acertado nada.

    Todos os espectadores gritaram e tudo estava prestes a se tornar um verdadeiro inferno quando, de forma inesperada, uma escuridão increvelmente densa tomou toda a área. Camilo sabia que não havia sido ele que fizera isso, tampouco sabia quem tinha feito, mas era evidente que havia ali mais alguém do seu clã -- ou talvez muitos outros -- que ninguém até então havia percebido.

    Os mortais corriam, cegos e desorientados, totalmente em pânico. Os que estavam nas janelas se recolheram, trancando todas as aberturas. "Diablo! Diablo!", muitos começaram a berrar, pois tinham consciência de que aquilo definitivamente não era natural. Mesmo Kraven não conseguia enxergar quase nada dentro daquela treva. Beaumont corria para lá e para cá com o cadáver do frade que ele mesmo matara, sem saber o que fazer e mesmo Camilo se sentiu um pouco intimidado com aquela situação -- não com a penumbra, mas com quem poderia tê-la criado.

    De repente eles sentiram algo puxando-os para dentro da penumbra, mas fora algo tão rápido que sequer puderam fazer algo. Em um segundo estavam naquela treva fria e quase tangível, e no segundo seguinte estavam em um luxuoso hall de um castelo. De repente sentiam um líquido negro e gelado penetrando-lhes a carne morta, e então sentiram o oposto: um calor aconchegante de muitas velas e tochas acesas em suportes.

    Camilo se sentiu desconfortável e um pouco zonzo, mas foi o único que permaneceu bem. Ele sabia que aquilo era um poder muito avançado do seu clã. Kraven sequer percebeu onde estava. Correu e se agachou em um canto, tremendo e rosnando como um cachorro acuado que não tinha coragem de encarar nada que não fosse o chão de pedra sob um elegante tapete vermelho de veludo com detalhes dourados. Beaumont entrou em pânico total: primeiro arremessou o cadáver para cima e saiu correndo pelo hall, com gritos de pânico que pareciam mais grunhidos de um porco sendo torturado. O cadáver caiu exposto, desenrolado e Beaumont então de repente parou e ficou catatônico.

    Diante dessa cena lamentável, Camilo foi o único que conseguiu analisar calmamente o local e as pessoas ali presente. Em um trono esculpido em mogno, o Príncipe se encontrava sentado diante dele, com um brilho de cólera sufocada nos olhos. Ao lado dele os anciões do clã Lasombra, Brujah e Toreador olhavam para Camilo com expressões variadas, mas nenhuma indicando boa coisa.

    Observação em Off::
    Beaumont está sofrendo de sua perturbação e Kraven está sob efeito do rötschreck. Camilo é o único que está em condições de agir -- e se explicar.

    ----------------------------------------------------------------------------------------------

    Resumo de Beaumont:
    Reserva de Sangue: 09
    Força de Vontade: 05/07
    Vitalidade: Ok.

    Resumo de Camilo:
    Reserva de Sangue: 08
    Força de Vontade: 03/04
    Vitalidade: Ok.

    Últimas Atualizações:

    -1 PdS
    -1 FdV

    Resumo de Kraven:
    Reserva de Sangue: 18
    Força de Vontade: 07/08
    Vitalidade: Ok.

    Últimas Atualizações:

    -1 PdS
    -1 FdV
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    Re: Prólogo: Caminhando Entre Monstros

    Mensagem por Freak(out) em Qui Set 13, 2018 2:02 pm

    Machiavelli (Raphael)

    Emerico permaneceu com um sorriso gentil e calado enquanto Machiavelli falava de forma culta e educada com ele. Foi só quando o Ventrue se calou que ele então voltou a falar naquela voz esganiçada e já meio idosa:

    -- Sim, de fato, meu bom senhor! -- Machiavelli não reparou nenhuma ação dissimulada ou de desagrado no velho. Na verdade ele parecia contente de Machiavelli ter mostrado interesse na mercadoria. -- A verdade é que tenho grande interesse em... Bem, não sei se o senhor acredita nessas coisas, mas gostaria de analisar a tal relíquia. Dizem que é perigosa, e se for esse o caso é melhor que seja mantida em segredo.

    Nesse momento Emerico mudou sua expressão, como se fosse dizer algo desagradável ou estivesse pensando em algo do tipo.

    -- Contudo eu não passo de um boticário de idade e não há muito que eu possa fazer quanto a isso. A verdade é que preciso de alguém que use de quaisquer meios possíveis para obter a relíquia e trazê-la a mim. Sim, estou dizendo que mesmo que seja por malícia ou roubo, a verdade é que preciso da relíquia, porém seria por uma boa causa. Quanto a recompensa, posso recompensar muito bem aquele me fizer esse favor. Não importa se for dinheiro ou outro tipo de bem ou recompensa. Isso sim eu posso fazer.

    Ele então suspirou, como que cansado.

    -- Eu já mandei muitos pretendentes a esse trabalho embora, pois não me passaram confiança. Contudo eu vejo no senhor alguém que poderia fazer tal coisa, estou certo? Quem sabe o senhor não possa me fazer esse favor?


    Ele então sorriu lentamente para Machiavelli, exibindo muitos dentes mal cuidados.

    Resumo de Machiavelli:
    Reserva de Sangue: 8
    Força de Vontade: 03/03
    Vitalidade: Ok.
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    Re: Prólogo: Caminhando Entre Monstros

    Mensagem por Claude Speedy em Qui Set 13, 2018 3:04 pm





    As trevas sobre o corpo de Cristo.

    O maior mistério da fé e da ressurreição de Jesus...

    É necessário muito conhecimento sobre como manipular o Abismo para fazer o que foi feito aqui e rapidamente o Malkaviano que me acompanha e o lobo que se aproximou do rebanho da cidade são rapidamente tomados  pela insanidade. Por mais que a "elite" vampírica Brujah e Lassombra queiram me recriminar em meus atos, eles colaboraram em muito com meu plano de colocar o demônio no centro do mistério do assassinato do frade.

    Me fazendo de indiferente diante do ocorrido e dos olhares acusadores, pensando muito mais na vítima de Beumont eu caminho serenamente até o corpo jogado aos pelo lunático. E em sinal de respeito me ajoelho diante dele caído....

    Fechando seus olhos e ajeitando o cadáver de uma forma mais digna em sinal de consideração ritualisticamente cristã ao sacerdote.

    -É compreensível vossa preocupação... Eu também gostaria de saber quem esse demônio voador e a extensão de suas ações, sinceramente nunca vi um Tzimisce tão longe de casa também. Eu agradeço a ajuda de vocês, mas a situação já estava sobre controle. Eu já ia salvar os guardas e eles até iriam ficar felizes por eu conter o "demônio de sombras"...

    Comento de forma a demonstrar certa irrelevância com o estado de Beumount, muito mais dedicado a velar pelo homem morto do que pelos mortos-vivos que estão comigo e em olhar de forma acusatória para o vampiro de asas que eu achava ser um Tzimisce e agora se comportava literalmente como um lobo.

    De fato, os demais Lassombras aqui desconhecem o quanto eu comando da Tenebrosidade apesar que certamente saberem que eu não fui muito bem em controla-lar a escuridão naquele momento, eles tem uma ligeira noção do que sou capaz de fazer. Nada melhor do que não confirmar o quanto estão certos de minhas capacidades para cima especialmente tendo em vista que não fui muito bem em minha tentativa essa noite.

    Mas de certa forma sou sincero em minha confiança ao dizer que ia resolver o problema.
    Afinal, que poderia ele fazer se tivesse que lutar contra as sombras do próprio abismo?

    Deixo claro em minhas palavras que eu envolveria o sujeito e o imobilizaria fazendo parecer que ele mesmo é quem convocou as sombras. Claro que haverá reclamações depois deu expor meu plano e eu não espero nenhuma reação diferente.

    Beaumont
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    Re: Prólogo: Caminhando Entre Monstros

    Mensagem por Beaumont em Sab Set 15, 2018 9:13 pm

    Spoiler:

    A fuga da realidade é um mecanismo de defesa a que muitas pessoas recorrem como uma forma de evitar determinados sofrimentos, quando ocorre comigo ? Não posso dizer com clareza, existe algo semelhante ao frenesi, me consome e me deixa em um estado letárgico do qual eu simplesmente não posso explicar. Essa é minha fraqueza, meu ponto de alicerce destruído. Eu não conseguia entender onde eu estava, quem eu era de fato...Luthero...Beaumont...O que cada um significava para mim ? Sob o véu da ofuscação eu poderia ser qualquer pessoa e ninguém ao mesmo tempo. Identidade é apenas uma forma como as outras pessoas te enxergam, a identidade é mutável ao longo do tempo, quem eu sou, o que fazer, onde estou ? Pra mim tudo me parece um borrão desconsertado de rostos e vozes irreconhecíveis. De fato eu estou em algum lugar sim, ouço vozes mas não reconheço nenhuma, parece um sonho quebrado do qual nada faz sentido. Onde eu estava mesmo ? Não consigo me lembrar onde eu estava e o que eu deveria estar fazendo, meu mundo não passa de um emaranhado de pretos e brancos, um mundo torpe e sem cor, que vagarosamente permuta em paralelo com a realidade...Que realidade ?
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    Re: Prólogo: Caminhando Entre Monstros

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      Data/hora atual: Sex Set 21, 2018 5:31 am