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    Prólogo: Caminhando Entre Monstros

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    Freak(out)
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    Re: Prólogo: Caminhando Entre Monstros

    Mensagem por Freak(out) em Qua Set 05, 2018 5:18 pm

    Kraven (Mitzrael), Camilo de Castilla (Claude Speedy) & Beaumont (Beaumont)

    Os soldados ouviam Beaumont e Camilo. Agora suas palavras pareciam muito sensatas e nenhum dos guardas ousava discordar deles. Aqueles que não estavam balançando a cabeça de forma afirmativa, concordando com tudo que ambos diziam, estavam olhando para todos os lados, atentos e buscando por alguma ameaça oculta -- principalmente depois que Beaumont mencionou que o suposto assassino do monge ainda estava por aí, livre.

    -- Certamente! -- dizia novamente aquele que parecia ser o capitão da guarda. -- Três de nós iremos escoltá-los. Você e você! -- dizia a ele agora olhando para dois dos guardas mais próximos, que empunhavam espadas -- Vocês vão comigo realizar a escolta. O resto de vocês, patrulhando!

    Subitamente todos se dispersaram, mas ainda assim permaneceram próximos uns dos outros por algum tempo, ainda que a maioria dos guardas fossem se separar para patrulhar e o trio escoltaria Beaumont e Camilo até a catedral. A forma impetuosa que a maioria se virou e começou a patrulhar pegou Kraven desprevenido e, por mais que ele procurasse se esgueirar de forma silenciosa, não teve tempo de tomar uma cobertura apropriada pelas ruas. Parece que o seu equipamento pesado e barulhento não havia lhe ajudado em nada, também.

    Beaumont foi o primeiro a notá-lo. Camilo foi o segundo. Um ou outro daquele grupo misto de militares não havia notado, mas isso não importava. Os poucos que foram tapados o suficiente para não notar a enorme figura armada na penumbra logo a perceberam também, quando os berros e xingamentos dos demais que apontavam para Kraven tornaram-se altos o bastante para alarmar todo o reino.

    -- Alto!-- gritou o capitão, no meio de muitos "ali!", "desgraçado!" e "parado, se não te arranco a cabeça!"

    Cabeças saiam pelas janelas com velas ou tochas nas mãos, perguntando de várias formas o que se passava, assustadas e, ao mesmo tempo, curiosas. Crianças apontavam, mulheres gritavam e homens praguejavam. O burburinho era tanto que logo toda a península saberia de Kraven, caso esse escândalo continuasse.

    -- Vá! Busque reforços!
    -- disse o capitão para um dos arqueiros, que já se preparava para sumir pelas ruas em uma arrancada.

    Resumo da Grande Merda:
    A situação é a seguinte: Kraven está cercado por sete homens, sendo dois destes arqueiros. Beaumont e Camilo estão um pouco atrás e muitas pessoas olham tudo pelas janelas, sendo que muitas estão assustadas. Dependendo do que vocês fizerem, um combate vai se iniciar no próximo turno. Levem em consideração também que o -- um deles -- arqueiro deu no pé e logo voltará com mais homens.

    Resumo de Camilo:
    Reserva de Sangue: 09
    Força de Vontade: 04/04
    Vitalidade: Ok.

    Resumo de Beaumont:
    Reserva de Sangue: 09
    Força de Vontade: 05/07
    Vitalidade: Ok.

    Resumo de Kraven:
    Reserva de Sangue: 19
    Força de Vontade: 08/08
    Vitalidade: Ok.
    Freak(out)
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    Re: Prólogo: Caminhando Entre Monstros

    Mensagem por Freak(out) em Qua Set 05, 2018 5:34 pm

    Machiavelli (Raphael)

    -- Certamente, meu bom senhor! Eu estava de saída para entregar um pacote, mas isso pode esperar! Entre, por favor.

    Tratava-se de um estabelecimento um pouco apertado e mal cheiroso, com um ar estagnado e quente, abafado com a mistura de muitas plantas diferentes que, juntas, criavam um cheiro nauseabundo que lembrava vegetais em decomposição. Atrás de um balcão simples, pintado de vermelho, era possível ver várias estantes -- também pintadas de vermelho -- com prateleiras curtas, contendo inúmeros frascos de tamanhos variados. Alguns possuíam líquidos, outros objetos sólidos -- em ambos os casos, de coloração suspeita.

    -- Me desculpe pela bagunça, sim? -- dizia Emerico, enquanto ele andava pelo chão barulhento de madeira, que rangia a cada passo que ele dava. Ele pegou um banquinho de mogno que estava atrás do balcão e o colocou no canto mais espaçoso que tinha -- o único -- para que Machiavelli pudesse se sentar.

    -- Então, meu elegante cavalheiro, em que lhe posso ser útil?

    Machiavelli podia ouvir vários sons vindos de uma porta semiaberta atrás do balcão. Entre os sons que ele identificou, um foi o de um líquido que borbulhava e o outro o sibilar de uma serpente.

    Resumo de Machiavelli:
    Reserva de Sangue: 8
    Força de Vontade: 03/03
    Vitalidade: Ok.
    Beaumont
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    Re: Prólogo: Caminhando Entre Monstros

    Mensagem por Beaumont em Dom Set 09, 2018 10:50 am


    Talvez tivesse sido o caos nos pregando peças outras vez, mas eu poderia jurar que minhas palavras estivessem tomando forma de maneira tão incrível. Quem era aquele individuo ? No alto das instalações, era robusto, parecia um guerreiro. Não parecia um soldado e muito menos um larápio qualquer. Meu cérebro explodiu de empolgação. as coisas fariam muito mais sentido agora. 

    Beaumont (Frade) : - Não permitam que escape ! Tragam vivo ! Precisamos interroga-lo e saber a quem ele serve !! 


    Apontei o dedo para o alto onde estava o individuo. Não sabia quem era, mas ele parecia ser o álibi perfeito. Poderíamos por a culpa e usa-lo ao nosso favor se preciso, quanto mais eu obtiver a confiança do clero e de Camillo mais envolvido poderia estar em segurança para minha própria sobrevivência. Por esse motivo dei a ordem esperando que todos tentassem detê-lo. 
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    Re: Prólogo: Caminhando Entre Monstros

    Mensagem por Claude Speedy em Dom Set 09, 2018 3:30 pm

    Certamente é notório que meu aliado Malkaviano quer jogar sobre o viajante sua culpa, mas de fato o grande sujeito me parece um pagão... Mas eu não condenaria um inocente jamais...

    Claro, ele pode ser mais que um álibi.

    Se ele for um pagão é de fato um inimigo de Deus e servo do diabo...

    Sim. Certamente esse sujeito esta tentando contra o potencial de um servo que esta para renascer.

    -Frade, segure o corpo de nosso irmão, eu irei ajudar os soldados.

    E dizendo isso entrego o corpo à Beumount, enquanto saco minha espada caminhando atrás das tropas para ajudar na captura.
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    Re: Prólogo: Caminhando Entre Monstros

    Mensagem por mitzrael em Dom Set 09, 2018 10:46 pm



    Kraven via que acabou sendo descoberto , e ainda seus irmaos o usava como testa de ferro .

    Pensnado : que covardes , me desapotaram , mas tudo bem que venham meus gados , venha pra boca do lobo . = pensando em Teutônico

    _ Hhrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr!!

    Um grando urro era imitido por Kraven , uma urro de terror imitido todo odio da grande criatura que arquiava sua asas grandes
    feitas de ossos e couro .

    Malditos humanos , a noite tem um novo siguinificado , pra vcs temerem = falando em espanhol

    Kraven falava com uma voz parecendo uma criatura nada parecido com humano e assim pula pegando inpulso e pairando no ar .

    Eu me alimentei desse que voz carregam e agradeço por trazer mas para meu deleite mas eu so quero mas um adoro caçar ovelhas ligeiras .

    Kraden usava toda sua força pra impucionar seu voo ate o arqueiro que corria pra chamar reforços e com as garras de seus pes fincava nas costas do arqueiro e o levantava levando pra longe dali seu grito podia ser ouvido rasgando a cidade .

    Quando chega se a um local mas auto da cidade Kraden o segurava pelo pescoço e se alimentaria dele e depois usaria seu uniforme se passando por soldado da cidade .

    Pensando : depois eu vou atras daqueles dois covardes , vao ter de me dar algo muito bom por ter salvado suas vidas .

    Gasto 1 ponto de sangue pra ativar a garra e força de vontade pra ter acerto em pegar o arqueiro .

    Twisted Evil Twisted Evil

    John Milton
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    Re: Prólogo: Caminhando Entre Monstros

    Mensagem por John Milton em Seg Set 10, 2018 4:16 pm

    Apesar de ser um Sangue Azul, estava acostumado à quebrar alguns ovos pessoalmente quando o assunto era do seu interesse, de forma que Machiavelli adentrou ao recinto da forma mais adequada a não causar ao seu anfitrião qualquer desconforto.

    Apesar do cuidado, a decoração toda em carmim o havia causado espécie. Ele vasculhava nos recôncavos da sua memória qualquer outro lugar em que tivesse estado que houve tal disposição e escolha de cores, enquanto desviava das pilhas de frascos.

    Enfim, ele se sentara. A educação do Boticário lhe era aprazível apesar do ofídio, noutra sala, trazer ao Ventrue memórias de traição e veneno.

    Ele veste-se com seu mais dissimulado sorriso e, após ouvir o Humano, começa:

    - Milorde Dellogrado, eu que peço vênia por buscá-lo em hora tão diversa. Vejo que atrapalho seu oficio – Machiavelli sinaliza para o pacote que o Boticário carregava e continua – no entanto, espero não delongar tanto o seu tempo.

    Ele cruza as pernas deixando as mãos por sobre os joelhos, numa mescla de atenção e conforto.

    - Creio que Vossa Senhoria tem ciência dos negócios que gerencio nesta Cidade. E que, através dos mesmos, tenho acesso a informações um tanto quanto singulares.

    Ele junta as mãos em forma de concha e contina

    - De sorte que, além de questões internas, veio a mim a informação de que Vossa Senhoria estaria interessado na chegada de cargas peculiares em nosso Porto. Algo antigo e com certo poder. Estou correto?

    Ao terminar de falar Machiavelli acompanha cada movimento do Boticário, para tentar perceber se o mesmo dissimulava.

    OFF:
    Narrador rola teste para perceber as emoções do Emerico? Se ele dissimula na resposta ou apresente um interesse maior do que o normal?
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    Re: Prólogo: Caminhando Entre Monstros

    Mensagem por Claude Speedy em Ter Set 11, 2018 1:07 pm

    Há coisas que não se vê todos os dias...

    _ Hhrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr!!

    O guerreiro de traços bárbaros passa de um suspeito para um culpado dos usos de forças infernais, quando com um grando urro projeta um par de asas grandes feitas de ossos e couro. Ele é um dos demônios da Transilvânia...?

    Malditos humanos , a noite tem um novo siguinificado , pra vcs temerem

    Certamente ele não é humano e perde um certo tempo tentando evitar qualquer sutileza que o disfarce disso. Curioso, ele é um caçador que se deixa ser visto pelas presas...

    Por alguma razão, ele faz questão de se mostrar e gerar medo... Será que ele na verdade nos quer dizer algo?

    Conforme ele fala ameaçando os soldados, minha ação é simples... Se nosso artista quer mesmo as luzes do palco, eu irei dar-lhe... Mas nas trevas do Sepulcro de Cristo.

    Uma casa dividida cairá... Mateus 12:26

    ...evoco ao redor dele uma revoada de sombras, acompanhando seu movimento de decolagem como um furacão de morcegos e trevas vivas tornando a movimentação dele... Tentando usar essas mesmas sombras que parecem vir do demônio como aparentes extensões de seu próprio poder maligno, mas na verdade essas ilusões vivas são minha forma de proteger o meu Rebanho em Castilha de agressores...

    Eu me alimentei desse que voz carregam e agradeço por trazer mas para meu deleite mas eu so quero mas um adoro caçar ovelhas ligeiras .

    Nessas palavras vejo que ele é um Predador... Um lobo atrás das minhas ovelhas.
    Como bom pastor é meu dever protege-las.

    Gasto 1 ponto de sangue pra ativar o poder de Tenebrosidade Jogos Noturnos e um de Força de Vontade pra ter um sucesso ao menos.

    O teste é Raciocínio+Ocultismo. Com esse poder que evoco Camilo pode cobrir a cena com sombras esvoaçantes e rodopiantes. Todos em meio à confusão que não possuírem Tenebrosidade alimentam as dificuldades de iniciativa em três e sofrem penalidades de um dado para todas as Paradas de Dados. Como sucessos adicionais permitem que o vampiro direcione as Sombras Noturnas com mais precisão, podendo poupar aliados ou deixar certas áreas descobertas a minha ideia é colocar a penalidade que o poder gera de +3 de dificuldade na iniciativa e a penalidade de um dado focadas muito mais sobre o Gangrel do que sobre os soldados. Se eu tiver sucessos o suficiente, quero controlar as sombras poupar os soldados de qualquer penalidade, mas quero manter a aparência de que o Gangrel de asas demoníacas é que parece ter controle sobre as sombras.

    Freak(out)
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    Re: Prólogo: Caminhando Entre Monstros

    Mensagem por Freak(out) em Qui Set 13, 2018 1:44 pm

    Kraven (Mitzrael), Camilo de Castilla (Claude Speedy) & Beaumont (Beaumont)

    Kraven saltou como algo que realmente não parecia ser humano aos olhos de todos os que viam aquele espetáculo caótico acontecendo nas ruas. Ele de fato teria acertado o alvo, se Camilo não tivesse feito uso do seu dom, pensando rápido. Com dificuldade (1 sucesso), conseguiu criar apenas uma sombra, mas foi o suficiente. Quando o arqueiro virou a esquina, Camilo estendeu ela com uma forma estranha, parecendo a Kraven que ele tinha parado ali e desistido de correr. Seus pés em forma de animal, com várias garras, vieram do ar, descendo como um meteoro, apenas para descobrir que não haviam acertado nada.

    Todos os espectadores gritaram e tudo estava prestes a se tornar um verdadeiro inferno quando, de forma inesperada, uma escuridão increvelmente densa tomou toda a área. Camilo sabia que não havia sido ele que fizera isso, tampouco sabia quem tinha feito, mas era evidente que havia ali mais alguém do seu clã -- ou talvez muitos outros -- que ninguém até então havia percebido.

    Os mortais corriam, cegos e desorientados, totalmente em pânico. Os que estavam nas janelas se recolheram, trancando todas as aberturas. "Diablo! Diablo!", muitos começaram a berrar, pois tinham consciência de que aquilo definitivamente não era natural. Mesmo Kraven não conseguia enxergar quase nada dentro daquela treva. Beaumont corria para lá e para cá com o cadáver do frade que ele mesmo matara, sem saber o que fazer e mesmo Camilo se sentiu um pouco intimidado com aquela situação -- não com a penumbra, mas com quem poderia tê-la criado.

    De repente eles sentiram algo puxando-os para dentro da penumbra, mas fora algo tão rápido que sequer puderam fazer algo. Em um segundo estavam naquela treva fria e quase tangível, e no segundo seguinte estavam em um luxuoso hall de um castelo. De repente sentiam um líquido negro e gelado penetrando-lhes a carne morta, e então sentiram o oposto: um calor aconchegante de muitas velas e tochas acesas em suportes.

    Camilo se sentiu desconfortável e um pouco zonzo, mas foi o único que permaneceu bem. Ele sabia que aquilo era um poder muito avançado do seu clã. Kraven sequer percebeu onde estava. Correu e se agachou em um canto, tremendo e rosnando como um cachorro acuado que não tinha coragem de encarar nada que não fosse o chão de pedra sob um elegante tapete vermelho de veludo com detalhes dourados. Beaumont entrou em pânico total: primeiro arremessou o cadáver para cima e saiu correndo pelo hall, com gritos de pânico que pareciam mais grunhidos de um porco sendo torturado. O cadáver caiu exposto, desenrolado e Beaumont então de repente parou e ficou catatônico.

    Diante dessa cena lamentável, Camilo foi o único que conseguiu analisar calmamente o local e as pessoas ali presente. Em um trono esculpido em mogno, o Príncipe se encontrava sentado diante dele, com um brilho de cólera sufocada nos olhos. Ao lado dele os anciões do clã Lasombra, Brujah e Toreador olhavam para Camilo com expressões variadas, mas nenhuma indicando boa coisa.

    Observação em Off::
    Beaumont está sofrendo de sua perturbação e Kraven está sob efeito do rötschreck. Camilo é o único que está em condições de agir -- e se explicar.

    ----------------------------------------------------------------------------------------------

    Resumo de Beaumont:
    Reserva de Sangue: 09
    Força de Vontade: 05/07
    Vitalidade: Ok.

    Resumo de Camilo:
    Reserva de Sangue: 08
    Força de Vontade: 03/04
    Vitalidade: Ok.

    Últimas Atualizações:

    -1 PdS
    -1 FdV

    Resumo de Kraven:
    Reserva de Sangue: 18
    Força de Vontade: 07/08
    Vitalidade: Ok.

    Últimas Atualizações:

    -1 PdS
    -1 FdV
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    Re: Prólogo: Caminhando Entre Monstros

    Mensagem por Freak(out) em Qui Set 13, 2018 2:02 pm

    Machiavelli (Raphael)

    Emerico permaneceu com um sorriso gentil e calado enquanto Machiavelli falava de forma culta e educada com ele. Foi só quando o Ventrue se calou que ele então voltou a falar naquela voz esganiçada e já meio idosa:

    -- Sim, de fato, meu bom senhor! -- Machiavelli não reparou nenhuma ação dissimulada ou de desagrado no velho. Na verdade ele parecia contente de Machiavelli ter mostrado interesse na mercadoria. -- A verdade é que tenho grande interesse em... Bem, não sei se o senhor acredita nessas coisas, mas gostaria de analisar a tal relíquia. Dizem que é perigosa, e se for esse o caso é melhor que seja mantida em segredo.

    Nesse momento Emerico mudou sua expressão, como se fosse dizer algo desagradável ou estivesse pensando em algo do tipo.

    -- Contudo eu não passo de um boticário de idade e não há muito que eu possa fazer quanto a isso. A verdade é que preciso de alguém que use de quaisquer meios possíveis para obter a relíquia e trazê-la a mim. Sim, estou dizendo que mesmo que seja por malícia ou roubo, a verdade é que preciso da relíquia, porém seria por uma boa causa. Quanto a recompensa, posso recompensar muito bem aquele me fizer esse favor. Não importa se for dinheiro ou outro tipo de bem ou recompensa. Isso sim eu posso fazer.

    Ele então suspirou, como que cansado.

    -- Eu já mandei muitos pretendentes a esse trabalho embora, pois não me passaram confiança. Contudo eu vejo no senhor alguém que poderia fazer tal coisa, estou certo? Quem sabe o senhor não possa me fazer esse favor?


    Ele então sorriu lentamente para Machiavelli, exibindo muitos dentes mal cuidados.

    Resumo de Machiavelli:
    Reserva de Sangue: 8
    Força de Vontade: 03/03
    Vitalidade: Ok.
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    Re: Prólogo: Caminhando Entre Monstros

    Mensagem por Claude Speedy em Qui Set 13, 2018 3:04 pm





    As trevas sobre o corpo de Cristo.

    O maior mistério da fé e da ressurreição de Jesus...

    É necessário muito conhecimento sobre como manipular o Abismo para fazer o que foi feito aqui e rapidamente o Malkaviano que me acompanha e o lobo que se aproximou do rebanho da cidade são rapidamente tomados  pela insanidade. Por mais que a "elite" vampírica Brujah e Lassombra queiram me recriminar em meus atos, eles colaboraram em muito com meu plano de colocar o demônio no centro do mistério do assassinato do frade.

    Me fazendo de indiferente diante do ocorrido e dos olhares acusadores, pensando muito mais na vítima de Beumont eu caminho serenamente até o corpo jogado aos pelo lunático. E em sinal de respeito me ajoelho diante dele caído....

    Fechando seus olhos e ajeitando o cadáver de uma forma mais digna em sinal de consideração ritualisticamente cristã ao sacerdote.

    -É compreensível vossa preocupação... Eu também gostaria de saber quem esse demônio voador e a extensão de suas ações, sinceramente nunca vi um Tzimisce tão longe de casa também. Eu agradeço a ajuda de vocês, mas a situação já estava sobre controle. Eu já ia salvar os guardas e eles até iriam ficar felizes por eu conter o "demônio de sombras"...

    Comento de forma a demonstrar certa irrelevância com o estado de Beumount, muito mais dedicado a velar pelo homem morto do que pelos mortos-vivos que estão comigo e em olhar de forma acusatória para o vampiro de asas que eu achava ser um Tzimisce e agora se comportava literalmente como um lobo.

    De fato, os demais Lassombras aqui desconhecem o quanto eu comando da Tenebrosidade apesar que certamente saberem que eu não fui muito bem em controla-lar a escuridão naquele momento, eles tem uma ligeira noção do que sou capaz de fazer. Nada melhor do que não confirmar o quanto estão certos de minhas capacidades para cima especialmente tendo em vista que não fui muito bem em minha tentativa essa noite.

    Mas de certa forma sou sincero em minha confiança ao dizer que ia resolver o problema.
    Afinal, que poderia ele fazer se tivesse que lutar contra as sombras do próprio abismo?

    Deixo claro em minhas palavras que eu envolveria o sujeito e o imobilizaria fazendo parecer que ele mesmo é quem convocou as sombras. Claro que haverá reclamações depois deu expor meu plano e eu não espero nenhuma reação diferente.

    Beaumont
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    Re: Prólogo: Caminhando Entre Monstros

    Mensagem por Beaumont em Sab Set 15, 2018 9:13 pm

    Spoiler:

    A fuga da realidade é um mecanismo de defesa a que muitas pessoas recorrem como uma forma de evitar determinados sofrimentos, quando ocorre comigo ? Não posso dizer com clareza, existe algo semelhante ao frenesi, me consome e me deixa em um estado letárgico do qual eu simplesmente não posso explicar. Essa é minha fraqueza, meu ponto de alicerce destruído. Eu não conseguia entender onde eu estava, quem eu era de fato...Luthero...Beaumont...O que cada um significava para mim ? Sob o véu da ofuscação eu poderia ser qualquer pessoa e ninguém ao mesmo tempo. Identidade é apenas uma forma como as outras pessoas te enxergam, a identidade é mutável ao longo do tempo, quem eu sou, o que fazer, onde estou ? Pra mim tudo me parece um borrão desconsertado de rostos e vozes irreconhecíveis. De fato eu estou em algum lugar sim, ouço vozes mas não reconheço nenhuma, parece um sonho quebrado do qual nada faz sentido. Onde eu estava mesmo ? Não consigo me lembrar onde eu estava e o que eu deveria estar fazendo, meu mundo não passa de um emaranhado de pretos e brancos, um mundo torpe e sem cor, que vagarosamente permuta em paralelo com a realidade...Que realidade ?
    mitzrael
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    Re: Prólogo: Caminhando Entre Monstros

    Mensagem por mitzrael em Sex Set 21, 2018 10:48 am



    Kraven avançava com todo seu odio pra cima de sua vitma e assim ele o se aproximava e uma enorme escuridao o seguia mas a sede de destruição fazia com que
    Kraven nao se detive se o seu ataque , mas a escuridao o toma e um medo o com some , imagens envandem sua mente , e ele se encontra em um terrivel pesadelo .

    ele perde totalmente o controle sobre seu corpo , um medo que antes ele nunca tinha sentido , como um ser tao munstruoso pode sentir medo de algo .

    Kraven nao conceguia entender , ele estava preso em sua mente , por mas que ele luta se nada acontecia , ele tava sufocado , um terror peccoria em seu corpo .

    Pensando : Crown o que eu fiz pra te derespeitar ? eu tenho lutado , minhas batalhas com honra senhor , nem mostrei misericordia , nem piedade , e tao pouco fui derrotado
    entao pq esta me punindo me trasendo pra a escuridao , quero ser digno do valhallar , e assim lhe contar o secredo do aço .


    Nao posso ser tragado pelas as asas do corvo senhor , se me der mas uma chance me erguerei contra meus inimigos e matarei todos .

    Mesmo tentanto metalmente acorda daquele pesadelo no mundo real não passava de um cao assustado tremendo e assustado .

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    John Milton
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    Re: Prólogo: Caminhando Entre Monstros

    Mensagem por John Milton em Seg Set 24, 2018 9:30 am

    Machiavelli, mesmo perscutando o velho boticário com seus olhos treinados, não verifica qualquer sinal de que o mesmo estaria simulando.

    Parecia ao Ventrue que o homem estava mesmo falando abertamente de seus interesses, o que lhe era um pouco preocupante. Como alguém abre seu coração para um estranho? Ele se questionava... Decerto não havia aprendido, ainda,a lição de cuidado.

    De toda sorte, como caminhara corretamente, ele continua a conversa

    - Mas é claro meu bom senhor. Pelo preço certo e as informações adequadas, meus associados podem prestar o serviço.

    Ele se aproxima do senhor, transmitindo confiança.

    - Me dê todas as informações sim?
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    Re: Prólogo: Caminhando Entre Monstros

    Mensagem por Freak(out) em Qua Set 26, 2018 6:11 am

    Kraven (Mitzrael), Camilo de Castilla (Claude Speedy) & Beaumont (Beaumont)

    -- É compreensível vossa preocupação... Eu também gostaria de saber quem esse demônio voador e a extensão de suas ações, sinceramente nunca vi um Tzimisce tão longe de casa também. Eu agradeço a ajuda de vocês, mas a situação já estava sobre controle. Eu já ia salvar os guardas e eles até iriam ficar felizes por eu conter o "demônio de sombras"...

    Enquanto Camilo falava e velava pelo corpo, outra pessoa adentrava o hall que se encontrava.



    -- Com licença, majestade. Vim lhe reportar que os meus... meninos, assim como as boas crianças do senhor Velasco já começaram a "desfazer" o caos que esse invasor iniciou. Contudo, as testemunhas são muitas e, apesar de termos membros de praticamente todos os clãs nos ajudando de alguma forma ou de outra na limpeza tanto física quanto mental em remover as evidências, infelizmente não conseguiremos remediar isso tão cedo na totalidade. A atenção atraída foi muita.

    -- Obrigado, Emanuela -- respondeu o Príncipe, com um suspiro de cansaço. -- Não quero abusar de sua boa vontade, mas poderia tirar esse corpo daqui? -- e ele disso isso em tom de desprezo. -- Se lhe for útil de alguma forma para seus propósitos, pode usá-lo. Caso não, queime-o, mas tire isso daqui.

    A mulher de aspecto assustadoramente pálido passou por Camilo. Nesse momento, ele sentiu um arrepio forte, como se ela emanasse um frio excessivo e não-natural, cortante e incômodo até para um corpo morto-vivo. Ela o olhou por um momento, sem nenhuma expressão relevante, e então saiu arrastando o corpo pela perna, como se este não pesasse mais do que cinquenta gramas.

    Nesse momento Kraven e Beaumont começam a voltar ao normal. Kraven percebe que todos olhavam para ele, com exceção de um monge, que parecia perdido e abobado, não vindo a entender exatamente que lugar era aquele e como havia parado ali.

    -- E o que então farei com você?
    -- dizia o homem sentado, em bom castelhano. -- Tomo a atitude óbvia de te destruir da forma mais dolorosa possível, ou...

    -- Se me permite, majestade -- dizia um homem com roupas pretas elegantes (off: ver foto abaixo) -- não vejo razão para manter esse invasor existindo, ainda mais depois de tudo o que causou entre nós. É evidente que não tem respeito por tua autoridade, nem de nenhuma outra.



    -- Sim, essa seria a situação adequada. Contudo, felizmente para ele e infelizmente para nós, temos uma questão pendente e de extrema importância relacionada a relíquia amonita, não se esqueça disso. Por que deveríamos arriscar a nós ou nossas crianças se como punição posso laçar essa besta e usar a selvageria irracional dela a nosso favor?

    Kraven ouviu essas palavras e parece que sua farra lhe rendeu dois destinos: escravidão ou morte final. Nenhum deles lhe soava bem. O príncipe então continuou:

    -- Já chegou aos meus ouvidos que a criança do teu sangue, Velasco -- e ele disse isso olhando para Camilo -- é inocente da cena lamentável de barbárie desnecessária que tivemos essa noite, sendo que na verdade ele nos ajudou a combater esse animal desprezível. O mesmo pode ser dito da criança de Malkav, contudo -- ele agora volta seu olhar para Beaumont -- gostaria de saber por qual razão você veio a tirar a vida daquele homem, de forma tão imprudente e desnecessária?

    -- Que todos possam falar! -- Uma voz bela irrompeu de lugar nenhum, ecoando pelo salão. Subitamente, como que saída do nada, uma mulher bela e com um aspecto um tanto inquietante surgiu subitamente no salão. Era a anciã malkaviana.



    Sua beleza era tão grande quanto a da anciã Toreador, que estavam ali, ao lado do Príncipe, assistindo a tudo sem nada dizer. O Príncipe e os demais anciões presentes a saudaram com uma leve reverência conforme ela se aproximava, ao passo que ela respondeu a cada uma delas da mesma forma.

    -- Agradeço a oportunidade que deste ao meu irmão de sangue de se explicar, mas acredito que até o invasor deve ter esse direito. Veja bem, o senhor é o mais velho e o mais poderoso entre nós, portanto não se rebaixe a mesma barbárie que esse infeliz degenerado causou. Talvez não seja necessário destruí-lo ou escravizá-lo... quem sabe se o senhor lhe der uma oportunidade, ele venha a aceitar a vassalagem de bom grado, e ainda buscar uma oportunidade para se redimir?

    Camilo teve a impressão de que nem o Príncipe e nem o ancião Lasombra gostaram do que a anciã Malkaviana dizia.

    -- Não acredito que haja salvação para uma alma dessas... mas talvez eu deva dar-te uma oportunidade para mostrar que eu estou errado?
    -- disse o Príncipe por fim, voltando a olhar para Kraven.

    ----------------------------------------------------------------------------------------------

    Resumo de Beaumont:
    Reserva de Sangue: 09
    Força de Vontade: 05/07
    Vitalidade: Ok.

    Resumo de Camilo:
    Reserva de Sangue: 08
    Força de Vontade: 03/04
    Vitalidade: Ok.

    Resumo de Kraven:
    Reserva de Sangue: 18
    Força de Vontade: 07/08
    Vitalidade: Ok.
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    Re: Prólogo: Caminhando Entre Monstros

    Mensagem por Freak(out) em Qua Set 26, 2018 6:30 am

    Machiavelli (Raphael)

    Quando Machiavelli terminou de falar, o velho sorriu novamente.

    -- É certo dizer que um certo vampiro de condições nobres cobiça muito uma certa relíquia amonita que chegará em breve no porto. Trata-se de uma relíquia muito poderosa, que muita gente está atrás. Contudo, posso te dizer uma coisa: eu sou o único que tem conhecimento, tanto linguístico quanto... antigo para fazer a relíquia obedecer de forma adequada, então entenda uma coisa: se eu morrer ou for traído, ninguém terá esse poder, e te digo mais! O poder realmente vale a pena, portanto vale a pena estar do meu lado, mesmo que eu fosse o sujeito mais repugnante deste reino, ainda assim sou uma mina de ouro, embora não seja do ouro mundano que agora falo...

    Emerico não era estúpido ou inofensivo, como dava a entender, já que de alguma forma descobriu que vampiros existem e parece ter conhecimento de algo que, segundo ele, é poderoso ao extremo.

    -- O vampiro, esse tal Don Lorencio -- tudo indicando que falava de Lorencio Tello, o Príncipe -- está fazendo todo o possível para colocar as mãos na relíquia primeiro. A ideia é simples: vá até ele e oferece tua ajuda nessa busca. Se precisar ganhar a confiança dele, faça isso. Usa dos lacaios e recursos que ele te oferecer e, na hora certa, roube a relíquia e a traga para mim, e então mostrarei a você como ela funciona, e partilharemos juntos do seu poder.  Se for apto a fazer tal coisa, garanto que será bem recompensado. Não acredito que será fácil se infiltrar em sua expedição de busca, mas certamente farei valer a pena.

    Emerico sorriu novamente, mas dessa vez foi um sorriso mais velhaco e mais preocupante.

    -- A relíquia é um colar da época dos amonitas. Ela está vindo de terras saxonicas porque o povo daquelas terras não quer mais mantê-la lá. Acreditam que é maldita e de poder maligno imensurável... Em partes estão certos, mas o caso é que nosso reino e o reino deles acredita que esse transporte está sendo mantido em sigilo. Pobre deles! -- Emerico riu. Sua gargalhada era fina e destoante, desagradável de se ouvir. -- Contudo não falarei mais até que concorde, e sugiro que pense muito bem antes de dar sua resposta. Leve o tempo que quiser, sim? Vou entregar essa encomenda e logo volto para ter com o senhor novamente.

    Emerico saiu despreocupado com o embrulho, deixando Machiavelli sozinho em sua loja, sem se importar com o que ele poderia vir a fazer ou em que pudesse vir a xeretar.

    Resumo de Machiavelli:
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    mitzrael
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    Re: Prólogo: Caminhando Entre Monstros

    Mensagem por mitzrael em Qua Set 26, 2018 10:53 am



    Kraven se mantinha calado ouvindo todos ali o acusando , e decidindo sobre sua nao vida , isso o irritava , pois o tratavam como um escravo ou homem de pouca importancia .

    pensando : malditos engomadinhos , quem pensao que sao pra decidirem por mim o meu destino , eu era pra ter deixando aqueles idiotas se resolverem só , mas fui me meter isso que ganhei e ainda sendo protegido por uma vadia , vontade de estrupala e depois rasgala e espalhar seus membros por toda a cidade , e esse metido em seu trono quando eu tiver chance vou fazer seu cranio minha taça e tomarei todo o sangue dele junto com a sua corja . = pensando em germanico.

    -- Não acredito que haja salvação para uma alma dessas... mas talvez eu deva dar-te uma oportunidade para mostrar que eu estou errado? -- disse o Príncipe por fim, voltando a olhar para Kraven.

    pensando : essa é minha deixa . penando em germaninco

    - desculpe por minha entrada nada peculiar em sua cidade , não estava em meus planos em entrar em seus dominios magestade , mas em minha defesa eu encontrei isso com dois seguidores do Deus unico , e achei que seria importante para essa cidade , entao vim terminar o que eles iriam fazer se não estive sem mortos , foi quando vi o pequeno atrito dos guardas e desses dois .

    Kraven fala se abaixando como um cavaleiro e estendendo o papiro ainda lagrado .

    -Acho que isso possa ser de seu interece magestade .

    Kraven olhava para a malkaviana e voltava sua visao para o principe .

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    Re: Prólogo: Caminhando Entre Monstros

    Mensagem por Claude Speedy em Qua Set 26, 2018 12:56 pm


    Sem comentar muito, escuto as palavras finais enquanto vou caminhando com o corpo que tomei nos meus braços no mesmo sentido que Emanuela e junto dela. Vendo que fui sonoramente ignorado eu meramente mantenho minha postura de compromisso com quem importa, o Deus-Todo Poderoso e o corpo falecido...

    Não vou deixar um cristão ser queimado por conta da tolice de monstro pagão e nem vou respeitar um rei que não escuta um servo ungido da Igreja. E apesar do medo, peço por minha fé para conter o pânico e vou seguindo a mulher ...

    Meu único objetivo é impedir que o corpo seja carregado sem propósito ou com desdém...

    Não uso de nenhuma furtividade, apenas de crença, aproveitando justamente a própria inclinação do Príncipe a acusar Kraven sutilmente plantada por mim.
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    Re: Prólogo: Caminhando Entre Monstros

    Mensagem por John Milton em Qui Set 27, 2018 12:15 pm

    Machiavelli, pela primeira vez, após tantas noites, não havia previsto o que vinha ao seu encontro.

    Não era afeito a ser surpreendido, mas conseguira, ao menos dissimular sua estupefação ao ver aquele tolo homem se transformar em algo maior. Um conhecedor das artes ocultas, abrindo-lhe não só o conhecimento da hierarquia noturna da Cidade, bem como possível conhecedor de algo muito mais grandioso e poderoso. E, assim, sem mais nem menos, deixa o local deixando o Ventrue perdido em seus próprios pensamentos.

    Ele olha o local mais uma vez, agora sozinho, questionando-se a sim mesmo o arroubo de sorte e danação que recaira por sobre ele.
    Não só foi descortinado um interesse especifico do Príncipe, o qual o Clan Lassombra sabe do mesmo e deseja interceptar, bem como foi dada a oportunidade de atuar livremente como uma terceiro agente.

    Sabia que não poderia confiar em Emérico e que, no final, estando de posse do item, se poderoso mesmo for, deveria adquirir seus conhecimentos e destruí-lo.

    Mas um problema por vez.

    Ele aguardaria o retorno do Boticário para se aliar, mesmo que momentaneamente e trataria os termos desse ajuste
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    Re: Prólogo: Caminhando Entre Monstros

    Mensagem por Freak(out) em Seg Out 01, 2018 2:47 pm

    Machiavelli (Raphael)

    -- Fico feliz que tenha tomado essa decisão, meu bom senhor -- disse Emerico ao retornar e ver que Machiavelli estava de acordo em ajudá-lo. -- Eu sabia que o senhor não ia me decepcionar.

    Emerico então, de uma forma amistosa, estende a mão para Machiavelli. Ao tocar a mão de Emerico, o velho diz essas palavras:

    -- Desejo de todo meu coração que nossos caminhos sejam repletos da mais absoluta glória quando obtermos sucesso em conseguir essa relíquia, mas... Caso a venha a adulterar, evitar ou revogar, seja de forma parcial ou completa o que ficou aqui e agora acordado entre nossos corpos e almas, desejo que unicamente a escuridão lhe acompanhe, e que ela o tome por completo. Que seus feitos sejam lembrados unicamente pelos seus fracassos, que a agonia seja a única emoção que teu coração conheça e que lenta e constante seja tua decadência até a hora que tua prematura destruição finalmente te encontre.

    Machiavelli sentiu seu pulso queimar. A dor foi tão forte que ele gritou e caiu de joelhos sem que Emerico lhe soltasse a mão. Foram poucos segundos, mas foram da mais extrema agonia. Quando ele finalmente voltou a abrir os olhos, percebendo que nada mais de ruim sentia, percebeu um formigamento onde antes parecia arder como o fogo do inferno. Ao subir a manga de suas vestes, notou um símbolo estranho na carne, como uma cicatriz.



    -- Me perdoe os modos extremos, senhor, mas tenho que me assegurar -- dizia Emerico. -- Não tenho amor por covardes, menos ainda por traidores. Faça a sua parte do acordo: me traga a relíquia e eu retirarei essa marca com prazer, além de recompensá-lo devidamente. Bem, por agora é só. Tenha uma boa noite e boa sorte na sua empreitada; e por favor, para o bem de nós dois, não se esqueça de minhas palavras.


    Resumo de Machiavelli:
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    Últimas Atualizações:

    Defeito: Amaldiçoado (5) - Consequência grave se trair o acordo com Emerico.
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    Re: Prólogo: Caminhando Entre Monstros

    Mensagem por Freak(out) em Seg Out 01, 2018 3:13 pm

    Kraven (Mitzrael), Camilo de Castilla (Claude Speedy) & Beaumont (Beaumont)

    O Príncipe toma o documento das mãos de Kraven. Ele não parece muito impressinado enquanto o lê, como se já soubesse de alguma forma sobre o que estava acontecendo. Quando termina a leitura, ele queima o papiro na chama de uma das tochas presas à parede mais próxima. Ele então coloca as mãos para trás e continua a olhar o fogo, como se estivesse em transe.

    -- Muito bem. Você terá como abrigo este castelo até a próxima noite. No próximo pôr-do-sol você então irá atrás dessa relíquia para mim. Se for bem sucedido, estará perdoado. Note que isso não é um acordo, é uma ordem e uma oportunidade de redenção. Você não receberá nenhuma recompensa além da minha misericórdia, e também não irá sozinho. Será constante vigiado até que obtenha o seu perdão ou deixe de existir.


    O Príncipe então se virou e o encarou nos olhos, com uma fúria flamejante, apesar de seu tom ser calmo.

    -- Se tentar escapar daqui durante a noite, ou fugir da tarefa de alguma forma, eu pessoalmente vou fazer seu crânio minha taça e tomarei todo o sangue... seu e da corja a que você pertence, para que na próxima vida você aprenda respeito pelas leis e humildade perante os superiores. Deveria também aprender o significado de gratidão, pois esta "vadia", como você a chamou, foi a única que me fez ponderar antes de destruir você no exato momento em que pisou aqui dentro.


    A anciã malkaviana lhe sorriu de forma que lhe pareceu debochada. Kraven agora sabia que nem mesmo seus pensamentos estavam a salvo de serem espionados nos domínios do Príncipe.

    Nesse momento, todos perceberam que Camilo se locomovia sem nada dizer atrás da anciã Capadócio. Esta chegou a parar e encará-lo friamente, porém sem nada dizer.

    -- Com licença, meu jovem -- dizia o Príncipe para Camilo. -- Eu ainda não terminei. -- Isso foi o suficiente para deter o Lasombra. -- Você e seu amigo do clã malkaviano... Vocês também terão abrigo aqui até o próximo anoitecer. Quero que vocês observem e auxiliem o infrator de minhas leis na missão. Quero que o vigiem e, se ele trair minha misericórdia e escapar, vocês tem permissão total para caça-lo e destruí-l0. Contudo, diferente dele que faz o que faz por redenção, vocês serão muito bem recompensados, caso tudo ocorra como desejo.

    Quando Camilo voltou a olhar para o corredor, a anciã já tinha desaparecido com o corpo.

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    Re: Prólogo: Caminhando Entre Monstros

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      Data/hora atual: Sab Nov 17, 2018 11:20 pm