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    Uma Noite Fria, Sombria, Traiçoeira. É Noite de Luas Cheias!

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    Matsu
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    Re: Uma Noite Fria, Sombria, Traiçoeira. É Noite de Luas Cheias!

    Mensagem por Matsu em Qui Out 18, 2018 5:10 pm

    Com a presa agora no alcance a fera circunda a elfa e remove a flecha recém infincada em sua perna, um lembrete de que, depois desta haveria uma outra vítima o aguardando. Toma um segundo fôlego, recuperando as energias para que seu próximo ataque seja certeiro.
    Drako
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    Re: Uma Noite Fria, Sombria, Traiçoeira. É Noite de Luas Cheias!

    Mensagem por Drako em Sex Out 19, 2018 9:03 pm


    Artigle preparava mais uma flecha pois o inimigo estava se demonstrando algo muito pior do que ele imaginava e a elfa estava bolando algum plano que ele desconhecia mas deixava sua vida bastante em risco, quando ele tenciona seu arco para mais um disparo ele percebe como de relance no oeste um urso... Um uso já conhecido, era Ted, o animal apresentava sinais de luta e ferimentos isso desconcentra o Patrulheiro e faz com que seu disparo perca a precisão.

    — Ted... Fique aí, não entre nesse combate, esta tudo sobre controle já vamos derrotar esse monstro.

    Mentia o elfo esperando que isso fosse o suficiente para deixar a besta fora do combate.

    — Elfa seja o que você estiver tramando é bom funcionar, o inimigo é mais perigoso que imaginava.

    O arqueiro tinha mais um motivo para terminar logo com o combate, acabará de reencontrar o Panda e não queria o perder novamente.

    1o0oP (Lui)
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    Re: Uma Noite Fria, Sombria, Traiçoeira. É Noite de Luas Cheias!

    Mensagem por 1o0oP (Lui) em Seg Out 22, 2018 3:59 pm






    Mais uma flecha cruza o ar e atinge o ombro da criatura, no mesmo instante em que ela puxa o fôlego, a flechada pega meio que de raspão dessa vez, abrindo um corte no ombro direito Rhoaaar!!! e um pouquinho de sangue espirra no rosto de Alíce.

    De outro lado, Ted está de bruços e há muito sangue ao seu redor, sua respiração é rápida e agitada, mas ele não parece reagir aos gritos da fera, ou ao que acontece ao seu redor, o que leva Artigle a pensar Deve estar desacordado, e pode estar gravemente ferido! ...




    Perdão pela demora. Agora é Alíce.




    Kayo Ribeiro
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    Re: Uma Noite Fria, Sombria, Traiçoeira. É Noite de Luas Cheias!

    Mensagem por Kayo Ribeiro em Seg Out 22, 2018 4:04 pm

    Alice olha a ação da fera e diz com deboche"Hiii!! ele parou para pegar um arzinho" (segue com o Dodge).
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    Re: Uma Noite Fria, Sombria, Traiçoeira. É Noite de Luas Cheias!

    Mensagem por Matsu em Seg Out 22, 2018 8:18 pm

    @Kayo Ribeiro escreveu:"Hiii!! ele parou para pegar um arzinho".


    Palavras corajosas. Seria uma pena se fossem as últimas.


    Quieta! Morra de uma vez!

    Segue com uma mordida, mesmo naquela situação desvantajosa.

    Drako
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    Re: Uma Noite Fria, Sombria, Traiçoeira. É Noite de Luas Cheias!

    Mensagem por Drako em Ter Out 23, 2018 8:17 pm


    Ted permanecia imóvel o que não sabia se era uma alívio pelo Urso não entrar em combate ou se deixava o Elfo ainda mais nervoso. A preocupação faz com que o Patrulheiro se desconcentre e comece a arquear o arco antes mesmo de preparar a mira.

    — Vê se não erra Arqueiro.

    O grito de Alice, enquanto desviava de mais um golpe do Tigrosomem, faz com que Artigle volte a si e mire corretamente antes de disparar.

    — Pode deixar.

    Então mais uma flecha é disparada para cima do monstro com.bastante força mas não tão precisa. A carne da criatura é então mais uma vez perfurada pelos disparos do Arqueiro.

    — Você não quer flanquear esta criatura para poder facilitar o combate e não ter que apenas se esquivar?.

    Artigle estava preocupado, já havia feito vários disparos e a criatura ainda estava combativa.

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    Re: Uma Noite Fria, Sombria, Traiçoeira. É Noite de Luas Cheias!

    Mensagem por 1o0oP (Lui) em Ter Out 23, 2018 11:37 pm






    O vento sacode as folhas, e no meio daquela mata, as luas derramam sua luz, que não deixa o ambiente se apagar por completo. Em meio aquela situação tensa, pequenos animais afastam-se rapidamente do local, assustados com os rugidos da fera, o sangue que escorre sobre seu corpo, das feridas abertas, pingam sobre a grama, misturando-se com o sereno. Em meio à este cenário obscuro, de perigo iminente, a fera avança com suas prezas afim de dilacerar a elfa, contudo, preparada para o momento, Alíce executa um gesto rápido com a mão direita, e instantaneamente, um escudo mágico surge entre ela e aquela boca cheia de dentes, a mordida atinge o escudo, que se molda criando uma força retentora do ataque, impedindo que o mesmo atinga a garota. E novamente, outro zunido, Fuiinn ... faap!! Rhoaaar!!! mais uma flecha que finca dessa vez no traseiro do Tigrosomem. Uma flechada daquelas derrubaria uma preza comum, Artigle tinha certeza, no entanto, aquela criatura pouco se importa com o que acontece ao seu redor, seu sangue esta fervendo, nublando seu raciocínio, anestesiando suas feridas, só o que ela consegue pensar nesse momento é em como irá saciar sua fome de carne e sua sede de sangue!!






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    Re: Uma Noite Fria, Sombria, Traiçoeira. É Noite de Luas Cheias!

    Mensagem por Kayo Ribeiro em Qua Out 24, 2018 12:18 am

    Alice sorri para a fala do amigo arqueiro" acho que você não entendeu arqueiro, se você não matar ele antes dele me arranhar eu vou ter que matá-lo e me matar em seguida, se você for arranhado, eu vou ter que matar você também". Alice prossegue desviando.
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    Re: Uma Noite Fria, Sombria, Traiçoeira. É Noite de Luas Cheias!

    Mensagem por Matsu em Sex Out 26, 2018 4:47 pm

    Por mais que felinos costumem brincar com a refeição, a fera começa a se cansar dos truques da elfa. Parte para cima dela não num bote ou ataque com garras, mas sim num agarrão, para imobilizar a presa.

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    Re: Uma Noite Fria, Sombria, Traiçoeira. É Noite de Luas Cheias!

    Mensagem por Drako em Sex Out 26, 2018 7:31 pm


    Artigle ainda dividia seu olhar preocupado com o Urso, isso não deixa sua concentração plena e faz com que seu disparo seja péssimo.

    — Droga...

    Enquanto espraguejava pelo tiro ruim a flecha se encaminha no ar e trisca os pelos do licantropo.

    — Acho que os céus não querem me ver acertando minhas flechas.

    O Elfo estava realmente muito preocupado com o caminhar da situação, parecia que sua sorte estava o abandonando, essa seria realmente uma pessoa hora pra isso acontecer, ele encara com um olhar a Elfa e já imagina que o caldo pode desandar já já.

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    Re: Uma Noite Fria, Sombria, Traiçoeira. É Noite de Luas Cheias!

    Mensagem por 1o0oP (Lui) em Seg Out 29, 2018 11:36 pm






    O licantropo tenta agarrar alíce, mas não percebe que apoiou seu pé de impulso num fundo falso, seu pé afunda num buraco inesperado, um projeto de toca de tatu provavelmente ... — Mas o que!? Retruca ele, enquanto perde o equilíbrio, abortando seu agarrão. A flecha de Artigle, que atingiria em cheio na cabeça da criatura, perde seu rumo quando o meio felino desce alguns centímetros devido ao fundo falso. Recuperando-se do desequilíbrio, a fera mais uma vez inicia seu avanço pra cima da elfa, contudo, fica ainda mais furiosa quando percebe que seu pé ficou prezo em ramos daquela toca! Alíce diverte-se ao ver o incidente conveniente.




    Em termos mecânicos, @Matsu, você terá desvantagem em ataques e em "Testes de Destreza" (Saves inclusive) enquanto estiver com o pé enroscado, precisará passar num "Teste de Força" com DC=14 e gastar sua ação de movimento para desenroscar seu pé.
    E @Kayo, se Alíce o atacar enquanto ele estiver com o pé enroscado, terá vantagem no ataque, e pode correr pra longe (sem uso do desengajar) sem tomar ataque de oportunidade se quiser. Os benefícios também valem para o Artigle, caso o licantropo ainda esteja com o pé enroscado.




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    Oportunidade de ouro

    Mensagem por Kayo Ribeiro em Ter Out 30, 2018 5:56 pm

    Alice sorri e em uma pirueta no ar de suas esquivas ainda com a espada na mão ela conjura "Estilo elemental" e raios começar a sair do braço da garota ela então puxa a espada para trás e bate nas costas da criatura com um corte de cima para baixo "Espada Relampado", e raios começam a circular a criatura,(booming Blade) novamente o corpo da garota explode de velocidade e ela sai correndo de perto "Músculos vão alem do limite"(Dash com ação bônus). agora ela espera que a criatura venha novamente.
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    Re: Uma Noite Fria, Sombria, Traiçoeira. É Noite de Luas Cheias!

    Mensagem por Matsu em Ter Nov 06, 2018 3:45 pm

    A fera se vale de sua força sobrenatural para se libertar daquela armadilha. Seria preciso mais do que aquilo para retardar sua fúria. Ela se mantém atenta, porém, às setas que zunem no ar uma após a outra, pronto para esquivar do próximo ataque por vir. Enquanto isso, maquina maneiras cruéis de dar cabo daquele arqueiro covarde e sua colega insolente.
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    Re: Uma Noite Fria, Sombria, Traiçoeira. É Noite de Luas Cheias!

    Mensagem por 1o0oP (Lui) em Ter Nov 06, 2018 11:01 pm






    A fera faz sua tentativa de soltar-se, contudo, subestimou o enrosco, pelo jeito os ramos se entrelaçaram em sua perna e firmaram-se em alguma raiz profunda. A criatura continua preza.




    A condição do licantropo permanece por mais uma rodada, prossigam.




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    Re: Uma Noite Fria, Sombria, Traiçoeira. É Noite de Luas Cheias!

    Mensagem por Drako em Sex Nov 09, 2018 11:04 am


    A fera prende sua pata junto ao solo, ficando assim presa, Alice aproveita a oportunidade e golpeia a criatura se afastando em seguida.

    — Agora é minha vez.

    Artilheiro dispara um flecha com toda sua força, ela percorre rapidamente a distância passando com um forte zunido pela Elfa e trespassando o ombro direto do monstro. Assim que ele cai o arqueiro observa rapidamente se existe algum perigo iminente, não havendo mais nada parte em direção ao urso para o ajudar.

    — Eu vou cuidar do Ted, fique alerta.

    Assim que chega perto do animal já começa a curá-lo.

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    Re: Uma Noite Fria, Sombria, Traiçoeira. É Noite de Luas Cheias!

    Mensagem por 1o0oP (Lui) em Ter Nov 13, 2018 10:01 am





    Assim que sua última flecha atinge o inimigo, a criatura que até então estava totalmente fora de controle, parece começar a ceder, para de puxar seu pé forçadamente e parece acalmar os nervos por um momento enquanto debruça-se sobre si. Seu corpo se desfalece por um instante, e ambos, Artigle e Alíce, percebem que os ferimentos atingiram um estágio grave, levando a fera ao estado em que está, de semi-conciência. A criatura cai sentada, cheia de feridas, seu sangue escorrendo, sua visão turva, tornando-se nídita e embaçada com o pulsar enfervecente de seu sangue meio humano meio tigre. Sentada, e com a visão embaçando, ela olha para o alto, e encherga as luas brilhando lá em cima, aqueles raios lunares irradiam, penetrando por sua visão e fazendo todo seu corpo vibrar. De longe, os outros dois percebem algo incomum, as formas da criatura estão se alterando novamente. Nesse momento, a garota estudiosa lembra-se de ter lido algo a respeito quando estudou sobre os licantropos, tal fenômeno é uma maldição infecciosa ativada pelos raios lunares, e lembra-se de que a intensidade dos raios tinham algo de muito relevante. E por um instante, a garota se perde em pensamentos.


    — Os raios da lua cheia irradiam-se, e quando entram em contato com o corpo de um amaldiçoado, atravez da visão, despertam a maldição dentro deles, transformando-os em feras violentas e famintas. Mas isso não é tudo! Não, há algo mais ... havia algo sobre a intensidade desses raios!
    Assim, a garota olha para o céu noturno, e o que vê, são duas luas cheias, uma um pouco maior do que a outra, brilhando em amarelo, e a menor, brilhando em branco.
    — Isso! Quanto maior e mais intenso é o luar, mais poderosas essas criaturas ficam! Por isso está tão forte! Conclui a garota, espertamente. Então volta os olhos para a fera, e à vê tranformando-se.


    Sob a luz daquele magnífico duplo luar, a fera começa a se contorcer, soltando rugidos dissonantes, berros de dor e ódio. O que lhe restava de pele humana, agora começa a se revestir por uma pelagem preta e branca, suas mãos e pés tornam-se as patas de um felino, um rabo começa a se pronunciar. O corpo musculoso dá espaço para uma forma quadrúpede, com o dobro do tamanho de um tigre comum, garras e prezas aumentam de tamanho exponencialmente.



    Nesse ponto, Alíce entende o que precisa fazer, e foca-se para não falhar. — Só há uma chance! Se eu falhar aqui, estamos mortos. Então, a garota saca sua black weapon em forma de lâmina e aproxima-se rápido da criatura, sagaz e sutilmente, de forma traiçoeira, como uma serpente. De seu bolso, tira uma pequena bandana, que pretende usar como vendas. Chegando perto, aproveita-se da transformação lenta para tomar a vantagem. Num salto, Alíce amarra a venda na criatura, que começa a remexer-se, atacando pra todos os lados. A garota corajosa agarra-se nos pelos para não cair, e fica alí apenas o tempo suficiente para concluir o nó. Uma vez bem sucedida, ela salta para tráz, aterrissando leve, e prepara um golpe de sua lâmina, num ponto vital, próximo aos trapézios felinos, onde certamente desmaiaria a fera, mas teria que tomar muito cuidado para não causar um ferimento grave. Vaap! O golpe é desferido, bom o suficiente para obter o resultado procurado, ela conclui a tarefa, deixando brotar de sua lâmina um vibrar relampejante, controlando magicamente a região no entorno da criatura, deixando uma leve diferença de potencial que atingiria a criatura com eletricidade, caso a mesma se movesse momentos depois, como era de se prever, habilidade aprendida com a mãe, bladesinger. Então a garota finalmente se afasta, e após um alto gemido de dor, proveniente do golpe, a fera, sem desmaiar de imediato, e agora vendada, solta um rugido feroz e avança por sobre Alíce, na direção certa, embora sem enchergar. Contudo, a corrente elétrica, que percorre seu corpo, no instante em que se move, é o suficiente para derrubá-la imediatamente, deixando-a inconsciente.

    Alíce suspira aliviada, agachada a alguns metros, porém, vê-se que ela segura com a mão direita, seu braço esquerdo, sobre ele, um pequeno corte, causado pela preza da criatura nos momentos em que tentava vendá-la. A garota desce seus olhos para o corte, e segura o braço com força, preocupada, pois sabe o que aquilo poderia significar, começa a amarrar um trapo, cobrindo a ferida, e tentando se acalmar. Do outro lado, Artigle assiste aquela cena incrédulo, surpreendido com a coragem inesperada daquela garota "não sei de onde", com aquelas habilidades únicas. Todavia, ao ver que Alíce conseguiu dar fim ao perigo iminente, ele corre em direção ao urso, caído ali perto, rezando para que chegasse a tempo de salvá-lo. Aproximando-se, vê um cenário preocupante, que não se podia notar de longe, o urso está deitado, cheio de cortes e feridas, agonizando por sobre uma poça de seu próprio sangue, provavelmente, já por alguns minutos. Rapidamente, o patrulheiro concentra-se, ajoelha-se próximo ao urso, fecha seus olhos e comunga com a natureza, rezando em pensamento para que sua única esperança de encontrar o que procura, mesmo que vaga, sobreviva. Então, da forma como aprendeu em sua tribo, concentra-se e conecta-se profundamente com as energias da natureza, que o respondem, enchendo suas mãos com uma aura pulsante, de um brilho esverdeado de intensidade que varia com o pulsar, transmitindo uma sensação intensa de pureza, saúde e vida. Determinadamente, o patrulheiro encosta suas mãos purificantes por sobre a pelagem, e às esfrega por sobre as feridas de Ted, que respira fraco. Ao por-se em contato com a criatura, Artigle sente o pulsar fraco do sangue, e as batidas descompassadas do coração da besta, contudo, pouco a pouco, aquela energia curativa o rodeia, aquecendo-o, revivificando-o, fechando suas feridas, diminuindo o ritmo de sua respiração e reanimando e regularizando as batidas de seu coração. Quando em contato pela primeira vez, Artigle pode sentir que Ted estava deixando este mundo, porém, por meio de seu toque, as energias naturais abraçaram o urso como se estivessem agarrando-o, e trazendo-o de volta, com toda força. De relance, inesperadamente, Artigle pôde sentir o fluir em retorno do espírito daquele urso, e sentiu, de alguma forma, em seu interior, que aquele espírito era puro, místico e bondoso, e tal contato interior com a besta tornou a revigorar sua fé, deixando-o mais animado com sua busca agora que estaria novamente na companhia do urso. Pouco a pouco, Ted vai revigorando-se, voltando a emanar aquele brilho e cor vívidos, cheio de saúde conforme se apresentou na primeira vez, e devagar o urso vai acordando. Quando retoma a consciência, o urso salta animado por sobre Artigle, labendo-o em felicidade. Contudo, em pouco tempo, sai apressado, rosnando, em direção ao palco da luta. Chegando lá, ele avança ferozmente pra cima da fera caída, mas Alíce se põe entre eles, já com o braço enfaixado, e com as faixas escondidas sob as mangas da blusa, e parece ter algo a dizer sobre a criatura aos companheiros.




    Kayo e Vitor, tomei bastante liberdade sobre seus personagens nessa última descrição, as vezes farei isso, para enfeitar as cenas, e fechar arcos e laços da história. Espero que não se importem, e saibam que farei isso apenas com a intenção de deixar mais dramático e emocionante. Considerem como se fosse uma "Cut scene" ou "Cinematics" (Os filminhos de jogos! kkk). É claro que deixarei espaço pra vocês também, e não se detenham em florear suas descrições também, sintam-se livres e deixem a criatividade fluir, é isso que quero.
    Kayo, só quero que faça um teste de constituição pra mim, e mandem ver, podem seguir.
    Matsu, por enquanto, aguarde por favor.




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    Re: Uma Noite Fria, Sombria, Traiçoeira. É Noite de Luas Cheias!

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