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    CAPÍTULO TRÊS - A profecia das Treze Cartas

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    Hylian
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    CAPÍTULO TRÊS - A profecia das Treze Cartas

    Mensagem por Hylian em Ter Set 25, 2018 6:12 pm







    O mês de outubro passara com um piscar de olhos e a cada dia que se aproximava do Halloween, Dinnah Eyture, a docente que lecionava adivinhações adoecia cada vez mais, tendo que tirar licença para ser interna no Hospital Saint Mungus, o grandioso hospital dos bruxos da Grã-Bretanha, não havia um bruxo na terra que não o conhecesse ou pelo menos tivesse ouvido falar nele.

    O castelo estava enfeitado em cada um dos quatro cantos e sete andares para a chegada do dia das bruxas, uma das datas mais importantes para a comunidade que, diferente do que aqueles vinham de famílias trouxas imaginavam, segundo a cultura própria dos bruxos, aquele dia não era cultivado e homenageado como faziam os desprovidos de magia era muito diferente. Crianças bruxas não saiam nas ruas fantasiadas  de seres místicos criadas pelas mentes insanas dos trouxas atrás de sustos e doces, não, crianças mágicas tinham orgulho daquele dia, pois o Halloween ficara conhecida como o dia da magia e, se os discentes haviam estudado algo nas aulas de História da Magia, o dia 31 de outubro fora marcado na idade média por uma grande caça às bruxas que houve na época e levou muitos membros da comunidade mágica a fogueira e até mesmo abortos e trouxas confundidos com bruxos reais, após a revolta e o massacre que houve no dia 31 de outubro, a data ficara conhecida e passou a ser comemorada com orgulho e em homenagem aos antepassados.

    Os salões comunais eram todos enfeitados igualmente com abóboras que detalhadamente cortadas para que se parecessem com monstros e enfeitiçadas para que pregassem peças e assustassem os mais desavisados. Caveiras de mentira e outros apetrechos também eram pendurados para todos os lados.

    A grande celebração serviria também para o esquecimento do que houve há pouco e par acalmar os ânimos de todos, já que desde que o ano letivo se iniciara tantas coisas estranhas e negativas haviam acontecido e, curiosamente envolvendo o grupo protagonistas.

    Era manhã que antecedia o Halloween e a celebração seria feita exatamente quando o relógio estranho mágico marcasse o equivalente as 00:00 e, ainda faltavam um bocado de horas para que aquilo acontecesse, muito embora os discentes, funcionários e até mesmo docentes estivessem todos muito ansiosos para que chegasse a hora. Todos SEM EXCEÇÃO, quase como uma obrigação se é que tivessem orgulho do sangue que carregavam nas veias, seja ele de que tipo fosse, deveriam se reunir para o ritual bruxo (satânico, brinquis) diante da imensidão do lago sendo vigiados de longe pela majestosa lua e todo seu esplendor.

    O dia trinta de outubro e véspera do tão sagrado dia era sempre livre, pelo menos para aqueles que estudavam e, ou não se metiam em detenções por ai. Madame Backenbauer, juntamente com o Prof. Dwerlf conseguiram votos dos professores e funcionários para despachar os insuportáveis alunos (segundo eles) para Hogsmeade, já eu eles seriam um estorvo em seu horário livre atrapalhando aqueles que estariam ali preparando a instituição para um momento tão importante e sagrado para a comunidade. Aqueles que não recebessem permissão dos pais para fazer a “pequena” excursão infelizmente não poderiam ir e a bondosa chefe da Grifinória tratou de dar a eles o que fazer. Mandou-os para a biblioteca fazer um trabalho a mão onde deveriam escrever sobre o dia das bruxas, o texto deveria ter no mínimo dois metros, fora o título, fontes de quais livros pesquisou, autores e etc e ela deixara claro que o trabalho deveria estar sobre sua mesa antes mesmo do anoitecer.
    “ – O corujal fica na área leste do lado externo do castelo, podem reclamar pros papais, se quiserem e depois arquem com as consequências, ou então, mudem para bubahtoms... Eles adoram formar florzinhas!” Dito ela se retirou sem dar chance que qualquer outro discente a enche-se a paciência, como se algum aluno se atrevesse...



    Rolagem da Permissão: Hylian efetuou 1 lançamento(s) de dados (d6.) :
    3
    (Ímpar = Permissão Concedida / Par = Permissão Negada)



    Quem recebeu permissão:



    Os alunos das quatro casas formaram uma fila próximo aos jardins de Hogwarts, onde antes Whix, o chefe da Lufa-lufa havia feito seu canto bizarro algumas semanas antes. Os alunos mais velhos tinham a permissão de irem em grupos sem a necessidade de acompanhar os novatos, mas os primeiranistas deveriam ser levados por sua guia e única, Brittânia, a Guardiã das Chaves e Terras de Hogwarts. Brittânia era uma mulher de peso elevado longos cabelos ondulados e ruivos, um olhar feroz e assustador, muito embora não parecesse realmente ser brava. A guardiã das terras do castelo era uma bruxa pouco vista pelos discentes, isso porquê, ela pouco acessa os interiores do castelo já que era mais vista nas florestas, nos arredores do lago, estufas e outros cantos ainda mais longínquos. Os três protagonistas e seus amigos, assim como os demais primeiranistas notaram que a bruxa possuía um sinal em sua face que formava um triângulo, aparentava ser uma maquiagem, ou talvez um cicatriz – talvez fosse algum tipo de religião de sua crença ou não. Brittânia era sempre vista carregando um cajado de madeira torto, ninguém sabia se era apenas uma madeira comum qualquer que encontrara na floresta ou realmente um cajado mágico. Ninguém se quer sabia se realmente ela era uma bruxa ou de onde ela vinha, já que nem mesmo seu sobrenome era conhecido.

     Animados, crianças? – Perguntou ela com seu tom grave e harmônico de voz. – Então acho melhor irmos, porquê é uma boa caminhada até lá! – Disse ela dando uma piscadela para os jovens e com a ajuda de seu cajado que lhe servia como uma muleta ela, mancando saíra na frente guiando-os em direção a orla da floresta contornando-a até avistar um enorme portão de ferro enferrujado.

    OFF - Informações escreveu:


    Rolagem da Permissão Lillo: Hylian efetuou 1 lançamento(s) de dados (d6.) :
    6

    Rolagem da Permissão Matthew: Hylian efetuou 1 lançamento(s) de dados (d6.) :
    2

    Rolagem da Permissão May: Hylian efetuou 1 lançamento(s) de dados (d6.) :
    1

    Rolagem da Permissão Annabelle: Hylian efetuou 1 lançamento(s) de dados (d6.) :
    4

    Bravos
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    Re: CAPÍTULO TRÊS - A profecia das Treze Cartas

    Mensagem por Bravos em Sex Set 28, 2018 11:46 am


    [justify]Ficar na detenção não havia sido nada agradável. Por mais que tivesse tentando explicar, os professores pareciam não dar ouvidos aos alunos. Aliás, pelo que estava observando, os do primeiro ano eram tratados como pouco mais que lixo. Clément estava chateado com tudo isso, mas ainda mais com Ewgol. Afinal de contas ele havia se mostrado um traiçoeiro. Talvez ele começasse a entender as atitudes de Lillo. Com aquela confusão toda e com os acontecimentos após o campeonato de duelos, ele não havia tido tempo de ir falar com Whix como havia se programado. Mas aquilo não tardaria a acontecer.

    Chegava o Halloween e os alunos foram mandados para Hogsmeade enquanto a escola era preparada para o momento solene daquela data. Os primeiranistas não podiam ir sozinhos e coloram Brittania, a guarda-caça, para acompanhá-los. Clément havia recebido a permissão de seus pais para tal passeio, mas nem todos tinham tido essa sorte. O primeiro que viu que havia recebido a permissão era Daemon. De certa forma eles se aproximaram devido à detenção que receberam em conjunto por terem sido atacados no meio do corredor. O garoto francês se aproximou. - Hey, salut! Você viu Alanna e Annabelle? Sabe se elas receberam a autorização dos pais? - Puxou o assunto já que sabia que Lillo não poderia ir e ficaria na escola escrevendo um trabalho de dois metros. Quem havia inventado aquela maneira de medir trabalhos, afinal de contas?

    - Acho que depois dessa excursão vai ter muitas detenções. As pessoas vão encher os bolsos de coisas da Zonko's - Eles começavam a caminhar seguindo Brittania pelo bordo da floresta até um grande portão de ferro.
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    Re: CAPÍTULO TRÊS - A profecia das Treze Cartas

    Mensagem por Raijecki em Sab Set 29, 2018 2:59 pm



    Por mais que teria havido uma enorme injustiça para com Daemon e seus amigos, ninguém realmente parecia se importar em ouvir o lado dos jovens primeiranistas da história. Claro que a gigante bocarra de Daemon não ajudava muito e todos acabaram por cumprir uma odiável detenção com a mais odiável ainda zeladora do castelo.

    Passado algum temo, enfim chegava uma das mais importantes datas para o mundo bruxo, o Halloween. Em sua véspera, os alunos que possuíam autorização de seus pais, poderiam visitar o vilarejo de Hogsmead próximo dali na companhia da guarda-caça de Hogwarts, a enigmática Brittania.

    Infelizmente alguns dos amigos de Daemon não haviam conseguido a tal autorização, e tiveram de se atarefar com um trabalho de duas paginas na biblioteca do castelo. Daemon prometia a seus amigos que tentaria lhes trazer alguns doces se possível. Quem sabe até poderia ganhar alguns bons galeões os revendendo...

    O jovem Griffiths se posicionava junto aos demais no jardim a espera das ordens de Brittania para poderem partir rumo a Hogsmead, e seu amigo Clément vinha em sua direção o cumprimentando em sua língua natal, o francês:

    - Salve Clément! Come stai? - O cumprimentava de volta em italiano. - Minha prima e Annabelle? Não, não sei, já faz um tempo que não falo com Alanna, e com a Annabelle, bem você sabe que não é fácil...

    Clément ainda deixava Daemon apreensivo e nervoso com seu comentário sobre os alunos que trouxessem doces entrariam em detenções. Como assim detenção? Para ele, aquilo não fazia nenhum sentido, mesmo que ultimamente nem a morte de alunos mais fazia naquele lugar...

    - Eu prometi alguns doces pros nossos amigos que ficaram na biblioteca, serei punido por isso? Desse jeito esse lugar vai fechar as portas logo logo.... - Concluía antes de partirem sobre as ordens da guarda-caça em direção ao famoso vilarejo por um enorme portão de ferro enferrujado perto da floresta.


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    Re: CAPÍTULO TRÊS - A profecia das Treze Cartas

    Mensagem por shamps em Dom Set 30, 2018 10:29 pm



    Setembro findava de forma agitada, não muito diferente outubro também, mas por sorte esse mês era sagrado e trazia uma data muito alegre e festiva para a comunidade bruxa. Alanna sempre ficava animada nessa época e essa seria a primeira vez que passaria o Halloween longe dos pais.
    Uma certa agitação tomava conta da escola, com professores passando mal e alunos desesperados querendo o tal dia livre. A jovem ruivinha sabia que precisava de autorização para sair da escola e estava ansiosa, já que nunca soube se sua irmã ia nesses passeios. Ficou feliz ao saber que sim, que assim como Stacy, ela e May tinham permissão para passear. Ficou curiosa sobre Daemon e Clement, porque seus amigos eram muito bagunceiros e nos últimos meses só se ouvia falar deles. Não tardaria a saber, já que todos se reuniriam no jardim.

    Ela buscou com a cabeça, esticando o pescoço, olhando para as filas das várias casas, procurando por Clement e Daemon, acenando de longe para eles assim que os viu.

    - Que legal, May, meu primo também vai. Tomara que ele não se meta em confusão dessa vez. Olha lá, o Clement também vai.

    Estava animada e cumprimentou com firmeza a guarda-caça Brittania, que com seu cajado guiava as crianças.

    - Como será essa cidade, May? Foi já foi lá? Eu saí poucas vezes da Irlanda e não lembro ter vindo até Hogsmade. Meus pais viajam bastante – Alanna era muito pequena para se lembrar de qualquer passeio com família, só as mais recentes estavam em sua mente, e nenhuma delas era Hogmade, então para ela seria uma total novidade.

    Obviamente no meio da agitação, os grupos iam se reunindo e outros se desfazendo e Alanna aproveita o momento para ir até Daemon e Clement.

    - Vamos lá com eles – a menina sempre chamava os irmãos Woodburns que eram legais para acompanha-la, e no momento era May – oi – ela saudou o primo e o amigo francês – estou tão animada e vocês? Daemon, você vai se comportar, não é? – ela até tentou fazer uma expressão séria, mas a doçura da ruivinha não deixava ela parecer brava. Mas ela sorriu em seguida.  
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    Re: CAPÍTULO TRÊS - A profecia das Treze Cartas

    Mensagem por Hylian em Ter Out 02, 2018 11:54 pm




    May chacoalhara a cabeça em negativo respondendo a pergunta de que nunca fora a Hogsmeade antes, mas assim como a maioria já havia visto imagens nos jornais e revistas. Três dos protagonistas seguiram juntos daquela vez ao lado de May e o resto dos novatos que formavam um grupo relativamente grande. Caminhavam conversando e ansiosos com grandes expectativas do que encontrariam lá. Passaram pela orla da floresta proibida e, mesmo de manhã cedo, era possível notar que a floresta era sombria e escura. Longas árvores e largas cujas folhas e galhos eram tão largos que não permitiam a passagem da luz solar e quanto mais se adentraria na floresta, mais escuro parecia ficar, porém o foco não era a floresta naquele momento. Contornaram a mesma e puderam ter uma ampla visão do lago negro que era o habitat natural de centenas ou talvez milhares de criaturas aquáticas, entre elas os famosos sereianos que deram boas vindas aos protagonistas daquela história quando eles chegaram a Hogwarts pela primeira vez.

    Finalmente o grande e enferrujado portão de Hogwarts que quase nunca era utilizado como meio de entrada sugira diante do grupo que descia pelo caminho de pedras distanciando-se do castelo e das propriedades que o envolviam.

     Vamos, vamos de pressa, crianças.. Hogsmeade ainda está longe! – Chamou Brittânia apressando os alunos, enquanto ela fazia força para andar mais rápido, mas visivelmente sua limitação não a permitia andar como um ser humano normal, ainda que o cajado que carregava lhe servisse muito bem de muleta.

    No alto de uma das gárgulas de pedra que existiam sobre o muro também de pedra onde o grandioso portão fora posto, os alunos puderam notar um belíssimo gato um tanto maior do que o normal, de pelos negros e brilhosos, olhos amarelos vivos. O felino tinha um olhar muito distinto de outros “gatinhos” comuns, a verdade era que Sylpher, não parecia ser apenas um gato qualquer, alguns diziam que ele poderia ser um animago disfarçado, mas outros diziam ser tonteira, pois nenhum mago poderia ser tão “poderoso” o suficiente para viver transformado por tanto tempo, esta dúvida era porquê o gato não tinha atitudes comuns, como naquele momento em que Alanna, Daemon, Clément e May tiveram a nítida impressão de que, por algum motivo aparente, ele parecia olhar apenas para os quatro e ignorar o resto do grupo, talvez os tivesse vigiando?

    O portão se abriu quando Brittânia se aproximou com os primeiranistas do mesmo. Do alto da colina era possível ver não com muita clareza algumas chaminés e até mesmo o telhado das construções mais altas lá embaixo. Eles desceriam um caminho estreito até chegar a uma bifurcação onde uma placa pouco notável mostrava três direções: “Hogwarts”, de onde vinham, “Hogsmeade” à esquerda e “Edimburgo” à direita.

    É bom que saibam, garotos... – Começou Brittânia guiando os meninos para a esquerda ignorando a outra direção – Nunca tentem ir para qualquer outro lugar que não seja Hogsmeade a pé, só Mérlin sabe o que há nessas estradas... Na floresta proibida e na campina que terão que atravessar... Edimburgo fica há mais de mil milhas daqui, se pensarem em fugir, pelo menos usem a estação de trem de Hogsmeade, mas é uma pena que ela só funcione duas vezes por ano... Ah, ola, Sylpher...

    O gato que antes fora visto próximo ao portão, agora estava ao lado de Brittânia acompanhando-a há alguns metros de distância.


    OPCIONAL - Caso queiram saber o que houve com quem não recebeu a permissão:


    O grupo que não recebera a permissão dos pais para se aventurar por Hogsmeade parecia ter recebido um banho de água gelada ao escutar que, além de ficarem de fora da diversão, ainda seriam “punidos” pela odiosa Madame carmesim por culpa de seus pais, e que coitado deles se reclamassem. Exceto o Sr. Kent, um primeiranista da Sonserina que, além de ter que fazer o relatório, teve que se sujeitar a limpar cinco  salas de aula que naquele dia não seriam usados.

    Lillo, Matthew, Melissa assistiram seus amigos e colegas se distanciarem unindo-se ao grupo nos jardins que seguiriam com sua guia até o destino de sua excursão, enquanto que eles e os demais estudantes que não possuíam permissão ficariam no castelo bem atarefados.

     É muito injusto! – Reclamou Matthew emburrado quando subiam as escadarias de mármore – Até o May vai! Papai disse está com medo de que aconteça alguma coisa, ele ficou maluco, só vamos até Hogsmeade!

    É, papai também está com medo... – Murmurou Lillo tristonha.

    Melissa não conversou com eles, seguiu ao lado da prima de nariz empinado sentindo-se revoltada com a situação. O grupo da Sonserina quase nunca se misturava com estudantes de outra casa e eles seguiam distantes dos demais em direção a biblioteca que existia no segundo andar.

    Era sempre difícil saber em qual andar se estava, isso porquê Hogwarts não possuía placas ou quaisquer tipos de sinalizações obvias. Os alunos se guiavam por seu tempo que moravam ali, como por exemplo: Sabiam que a Biblioteca ficava no segundo andar na área oeste e a enfermaria ficava no quarto andar no lado leste. Os banheiros masculinos de todos os andares ficavam sempre ao oeste, enquanto que os femininos eram sempre a leste. Era possível também se guiar pelo grande salão central das dezenas (ou talvez centenas) de escadarias que se moviam sem aviso, pois eram como um enorme elevador que levava a cada um dos sete andares do castelo, exceto as cinco grandes torres.  

    A entrada da biblioteca era, no mínimo estranha, para não dizer bizarra. Chegaram a um corredor do segundo andar onde visivelmente havia um livro gigantesco de capa dura, o mesmo estava fechado e ia do chão ao teto. Era muito bonito e bem trabalhado a mão. O grande símbolo de Hogwarts em relevo cintilava no centro da capa mostrando seu valor. O primeiro aluno novato aproximou-se do mesmo sem ter muita certeza do que fazer, este era Andrew Montbell que arqueou a sobrancelha direita curioso com o grande objeto.

    Abra o livro, menino, se deseja entrar na biblioteca! – Disse a doce e suave voz uma dama, mas não era uma dama qualquer, era uma realeza, sim, era a dama fantasma que representava a casa azul e filha de Rowena Ravenclaw. Com um sorriso simpático a moça fantasmagórica acenou para os novatos e principalmente para aqueles que pertenciam a sua casa.

    Você não sabia disso? – Perguntou Cassandra como se dissesse a coisa mais obvia do mundo, afinal, já estavam ali há quase dois meses, o menino deveria já ter aprendido a se virar sozinho, ou não? A corvina aproximou-se do mesmo e diante dele soletrou em alto e bom som – Venho aqui, em busca de conhecimento, lerei tanto quanto for necessário até que o cérebro se desmanche e a minha ignorância se desfaça em pedaços...

    O livro se abriu automaticamente, porém não havia folhas, mas uma grande abertura em seu interior que revelava a entrada para a biblioteca. Um dos maiores aposentos de todo o castelo. Cassandra guiou os colegas e seguindo ela todos começaram a seguir em fila indiana não muito animados, pois sua tarefa levaria horas para terminar e estariam só começando. A jovem corvina parecia ser a única determinada a deixar a chefe da casa dos leões orgulhosa.

    Essa menina deve ter algum probleminha... – Cochichou Matthew para Lillo quando Cassandra se afastou com os demais.

    Lillo forçou para não rir, até porque não tivera muito tempo, nem ela, nem Annabelle nem o próprio autor da piadinha... Sentindo uma mão puxar cada um deles, eles não tiveram tempo de reagirem. O livro se fechou e Belle, de relance, vira Mellisa adentrar a biblioteca junto com os demais sonserinos acreditando estar na presença da prima. Ao virarem finalmente, Belle percebeu ter sido puxada por Damyien, enquanto que Matthew fora puxado por Graham, o monitor da Grifinória e Lillo por Louie, respectivamente o monitor da Lufa-lufa. Logo atrás jaziam Lumna, a garota de cabelos prateados com o mesmo sorriso simpático de sempre e ao seu lado, Scorpius Finnick, com o mesmo olhar manipulador e sorriso irônico de sempre.

    Então... Estão querendo se divertir, ou vão ficar fazendo relatório pra aquela velha? – Perguntou Scoprius impaciente.

    Scorpius! – Ralhou Lumna.

    Eu ainda acho que vamos nos meter em muita encrenca... – Murmurou Graham nervoso.

    Vai ser divertido! – Animou Louie com os olhos azuis brilhando – Não é todo dia que que é o dia dos bruxos, vai, vamos nos divertir e depois, é Hogsmeade!

    Graham, você é um frouxo... – Debochou Scorpius.

    Oi... – Disse Damyien corado sem saber muito o que dizer – Acho melhor irmos logo, aquela abor... velha chata da Orácea pode estar por perto – Disse ele desviando o olhar da Lumna, pois ele sabia que a amiga não admitia aquele comportamento.


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    Re: CAPÍTULO TRÊS - A profecia das Treze Cartas

    Mensagem por Raijecki em Qua Out 03, 2018 7:47 pm



    Antes que de fato seguissem o caminho até Hogsmead, sua prima Alanna vinha o cumprimentar e suplicar para que Daemon se comportasse, junto do garoto chamado May.

    - Ciao Alanna! - A cumprimentava de volta com um largo e animado sorriso, que logo se transformara em um sorriso mais malicioso quando sua prima lhe pedia para se comportar. - Vou me comportar só se você me pagar alguns doces! Hahaha! - Se virava para o amigo de Alanna e o também o cumprimentava:

    - Sou Daemon, primo da Alanna, é May não? Queria te agradecer por ter nos ajudado contra aquele trasgo um tempo atrás...- Esticava sua mão. - Muito obrigado! O que precisar pode pedir! - Não tinha conseguido conversar direito com alunos de outras casas e aquela era a hora perfeita para enfim agradecer aqueles que tinham salvado sua pele naquele fatídico torneio um tempo atrás.

    Seguindo viajem, se deparavam, em cima de uma das gárgulas de pedra que existiam sobre um muro, um belo gato negro que aparentava ser maior dos que os que Daemon conhecia. E para seu maior espanto, o tal felino parecia olhar atentamente para os quatro e ignorava todos os outros. Um pensamento de que o gato talvez estivesse os vigiando passava pela mente do jovem Griffiths, que já ouvira várias historias sobre o mesmo, algumas dizendo que o gato na verdade era um animago e outras já não.

    - Sinto algo de estranho com esse gato, vocês sabem algo sobre ele? - Perguntava a seus amigos.

    Então o grande portão se abria e de longe poderiam observar algumas chaminés e telhados. Estavam chegando, e Daemon ficava cada vez mais ansioso para poder conhecer o lugar. Brittânia ainda os advertia sobre não se perderem por aí pois a próxima localização chamada "Edimburgo" ficava a mais de mil milhas dali, uma distancia inacreditável para Daemon, o que o fazia pensar no que puderia ter por entre aquelas terras. Então o felino se aproximava da guarda-caças que o chamava de "Sylpher", que agora a acompanhava durante a viagem.
    shamps
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    Re: CAPÍTULO TRÊS - A profecia das Treze Cartas

    Mensagem por shamps em Qua Out 03, 2018 9:01 pm



    Sorridente, Alanna andava saltitando alegremente rodeada de seus amigos, a sangue-puro fazia questão de tê-los à sua volta, com o peito estufado, cheia de orgulho de ter um primo tão ducado e amigos tão valentes como May e Clement. Gostava muito deles e saber que estavam indo passear a deixava mais feliz ainda. Só se acalmou quando passaram pela Floresta Proibida, que sabia guardar muitos segredos e feras, então ficou mais sóbria, só respirando aliviada quando saíram dela incólumes.
    Ela não pode deixar de reparar no estranho gato preto que os espreitava e agarrou no braço de Daemon, falando próxima a ele:

    - O Sylpher está encarando a gente - parecia temerosa - ele é estranho! - e seu primo parecia sentir o mesmo sobre o felino -  não sei nada sobre ele, mas posso perguntar.

    E depois disso, o mesmo gato aparecia na saída da escola, junto à senhora Brittania, deixando Alanna mais encafifada ainda.
    Mesmo assim, ela corre até Brittania e a interpela:

    - Senhora Brittania, a senhora conhece o Sylpher? O que sabe sobre ele? Ele é manso? Eu posso me aproximar dele?
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    Re: CAPÍTULO TRÊS - A profecia das Treze Cartas

    Mensagem por Bravos em Qui Out 04, 2018 11:15 pm


    - Tudo bem! - Respondeu com certa animação ao grifino. - Vamos torcer que elas tenha recebido então... - Continuou quando Daemon dizia que não sabia se sua prima e Annabelle haviam recebido a permissão. Quando ele falou dos doces, Clément retrucou: - A Zonko's vende várias travessuras também, acho que elas que vão render umas detenções.

    A questão se seus colegas viriam ou não foi respondida logo em seguida, Alanna vinha junto com May. - Oi, Alanna. May! - Saudou a garota e o garoto e riu-se quando a corvina perguntou se Daemon iria se comportar. Parecia que ele tinha um chamariz para encrencas, no fim das contas. Enquanto davam a volta na Floresta Proibida para chegar até o portão, Clément teve uma má sensação, que logo notou ser devida a presença de um estranho gato sobre o muro. Os comentários de Daemon e de Alanna confirmavam que não foi apenas ele que se incomodara. - Esse gato é sinistro mesmo... - A garota logo se dispôs a perguntar e o francês pensou em questionar se era uma boa idéia, mas ela não demorou nem um instante para ir até Brittania perguntar sobre o enorme gato que a acompanhava um pouco de longe.

    - Será que Brittania vai responder com sinceridade? Ou melhor, será que ela vai responder? - Cochichou com Daemon. O grifino bem sabia como os professores de Hogwarts às vezes tinham um ótimo ouvido de mercador para qualquer coisa que dissessem. O caminho para Hogsmeade ainda demoraria um tempo e a guarda-caça tentava se apressar da maneira que podia com seu corpanzil.
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    Re: CAPÍTULO TRÊS - A profecia das Treze Cartas

    Mensagem por Hylian em Sex Out 05, 2018 3:10 pm




     Se conheço Sylpher, o gato? Mas é claro que conheço! – Respondera Brittânia como se a pergunta tivesse sido obvia – É um ser que guarda seus segredos mais íntimos como todos nós, não é mesmo?  – Disse a guarda-caça sem olhar para trás – Sylph surgira há mais ou menos... Quinze anos, talvez dezesseis, já é um gato velho, apesar de toda sua virtude. Não é um gato arisco, muito menos violento, mas é cauteloso e sensitivo com aqueles de intenções ruins, o que não é o seu caso, presumo eu... – Explicara a bruxa dando uma piscadela ligeira a Alanna.

    Isso quer dizer que podemos nos aproximar? – Perguntou May curioso olhando o felino que os olhava de volta com curiosidade, como se acompanhasse o diálogo.

    Isso quer dizer que não é a mim que vocês tem que perguntar, Sr. Woodburn... – Respondera a guarda-caça.

    Não tardou muito para que a caminhada terminasse a entrada do vilarejo de Hogsmeade. As primeiras casas de madeira eram enfim vistas e todas pareciam muito uma com as outras. Uma longa e não tão estreita estrada de pedra cortava o povoado de norte a sul, de forma que os visitantes pudessem se localizar. Uma placa mal feita e suja dava as boas vindas ao grupo. Dezenas de estudantes de Hogswarts do segundo ano acima perambulavam livremente por todos os cantos.

    Brittânia virou-se diante do grupo que guiava fixando seu cajado no chão de modo que fazendo sinal para que todos parassem e prestassem devida atenção –
    Sejam muito bem vindos à Hogsmeade, crianças! – Disse ela tentando parecer animada, muito embora parecesse cansada demais para fingir animação – Contudo, preciso frisar algumas regrinhas que muitos alunos fazem questão de ignorá-las e, com certeza irei estar de olho para que elas sejam cumpridas, pois ordens são ordens... É proibida sem exceção qualquer aluno deixar Hogsmeade sem a companhia de um monitor chefe ou veterano do quinto ano ou superior, passível mesmo até mesmo de expulsão! – Ela disse com seriedade como alguém que repetia aquilo todos os anos – O vilarejo inteiro é permitido, exceto o cemitério, a estação de trem, afinal não tem nada lá e o Cabeça de Javali, estão proibidos de irem lá!

    Sylpher rumou para além da estrada que levava até o centro do povoado, onde o grupo já não podia mais enxergar.

    Hogsmeade também estava em clima de Halloween com enfeites e decorações próprias. Dezenas de esqueletos falsos, mas que pareciam muito reais, enfeitiçados caminhavam aleatoriamente para todos os lados com caras feias. Abóboras medonhas espalhadas por todo o canto. Velas apagadas também estavam espalhadas por tudo que era lugar e vários alunos vestiam máscaras compradas da Zonko’s, loja de doces e travessuras mágicas que havia no povoado.






    Mapa de Hogsmeade - Não levem o mapa tão a sério, é só para terem uma noção, pode ser que haja mudanças! O cemitério citado fica próximo do bar "Cabeça de Javali".


    Locais

    Hogsmeade Station - Estação de Hogsmeade
    The Tree Broomsticks - Loja Três Vassouras
    Talia's Gardem - Jardim da Talia
    Post Office - Correios Coruja
    Honeyduckes - Dedosdemel, Loja de doces.
    Zonko's - Loja de Doces, Travessuras e Fantasias.
    Potions Desilva - Loja de Poções
    Madam Puddifoot's - Casa de Chá da Madame Puddifoot's
    Devinsh & Banges - Loja de Itens e Equipamentos Mágicos
    The Hog's Head - A Cabeça de Javali é um bar para bruxos maiores de Idade.
    The Shirieking Shack - A Casa do Grito
    The Hogsmeade Graveyard - O cemitério de Hogsmeade
    The Lost Woods - O Bosque Perdido

    OFF - Info escreveu:

    Vocês podem explorar Hogsmeade como quiserem, tem vários locais que são livres para vocês, com exceção dos citados pela guarda-caça, são eles: O Cemitério, a estação e o bar Cabeça de Javali, o resto é permitido. Vocês ainda podem se atrever a quebrar as regras (Daemon, cof..cof..cof...), mas correm o risco de serem pegos, é claro. Dependendo de qual destino escolherem, seguiremos a nossa aventura.




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    Re: CAPÍTULO TRÊS - A profecia das Treze Cartas

    Mensagem por Bravos em Seg Out 08, 2018 9:05 pm


    As perguntas de Alanna sobre Sylpher foram mais esclarecedoras do que Clément imaginou que seriam. No fim das contas, Brittania dava a entender que o gato era - de alguma maneira misteriosa - quase consciente. O francês não chegava a ter medo de Sylpher, pois ele não era maior do que ele, mas não deixava de ter algum receito pela sua estatura avantajada. Por isso, evitou se aproximar muito do gato por todo o percurso.

    Quando finalmente chegaram a Hogsmeade, Brittania fez o discurso padrão colocando as regras escolares. Alguns lugares eram vetados, possivelmente para que as crianças ficassem longe de problemas. Embora tivesse ido parar na detenção, Clément estava longe de ser desordeiro e acatou aqueles vetos com tranquilidade. Quando terminaram os avisos, virou para os colegas e perguntou: - Que tal começar pela Dedosdemel? Assim poderemos ir comendo os doces enquanto vamos visitando os outros lugares. - Lançou a proposta e ficou aguardando o posicionamento dos que estavam ali.
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    Re: CAPÍTULO TRÊS - A profecia das Treze Cartas

    Mensagem por Raijecki em Ter Out 09, 2018 4:42 pm

    Daemon ouviu atentamente a resposta da guarda-caça sobre Sylpher. Desconfiava que havia algo de estranho e diferente com aquele animal, e a fala de Brittânia só aumentava ainda mais sua duvida, provavelmente ficaria de olho naquele felino se pudesse.

    Brittânia passou a regras - com que Daemon não se dava muito bem - e enfim os liberava para irem aonde queriam, com a exceção dos locais proibidos. Logicamente os que mais chamavam a atenção do jovem Griffiths. Sylpher avançava e desaparecia da visão de Daemon, como se estivesse indo a um compromisso, ou era apenas sua imaginação? Seu amigo Clément dada a sugestão de começarem pela Desdosdemel, uma sugestão que Daemon achava válida.

    - Acho uma boa ideia, ainda mais se a Alanna aqui pagar pra nós... - Dava alguns leves tapinhas nos ombros de sua prima a provocando. - Depois podemos ver se achamos aquele gato, talvez podemos descobrir o que ele de fato é, o que acham?
     
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    Re: CAPÍTULO TRÊS - A profecia das Treze Cartas

    Mensagem por shamps em Ter Out 09, 2018 11:58 pm



    Com os olhinhos azuis saltando de Sylpher para Brittania e dela para o gato, a menina ouvia com atenção sua explicação a cerca do bichano.

    - Uau... é um gatinho idoso então... deve ser muito sábio. Gatos são muito espertos - falava como se fosse uma grande conhecedora dos animais, mas o fato era que ela gostava de gatos e até teria um se pudesse - fazer mal? Eu? Não, não... eu gosto de gatos... só achei que ele... parecia... ah, deixa para lá. Depois ela encarou May com espanto após ele perguntar sobre a aproximação do gato - May, será que devemos? - ela encara o gato também - e se ele não gostar da gente? - pareceu receosa e buscou a opinião de seus amigos com o olhar e temendo que seu primo agarrasse o animal e saísse correndo com ele sabe Merlin para onde, ela decide se adiantar e se agacha, ainda distante dele, e estende a mão - Sylpher! Sou Alanna... pssss pssss - usou um chamado sonoro usado para gatos.

    O vilarejo era bem agradável e Alanna sentiu-se a vontade nele, acatando todas as recomendações de Brittania, a ruivinha seguia com seus amigos.

    - Doces? Parece ótimo, Clement. Eu compro os doces, Daemon - sorriu para o primo e disse com animação enquanto olhava em volta e se divertia com a decoração. Os olhinhos da menina também buscavam por pessoas específicas em meio a multidão. Queria ver como as pessoas se comportavam fora da escola e ela achava divertido isso - hey May... você viu a Lunma ou o March por aí? - ela esticou o pescoço para ver outras coisas também - o que é o cabeça de javali? Por que não podemos ir lá? - era só uma curiosidade de momento, nada que a fizesse ir até lá - o cemitério eu até entendo, mas a estação e esse outro lugar não - mas logo sua atenção era mudada para outra coisa mais interessante e ela deixava de lado tal assunto.

    Depois seu primo, novamente, parecia querer aprontar e Alanna só o observa com a boca para o lado, totalmente desconfiada dele.

    - Ir atrás do Sylpher? Você não quer nos meter em confusão, não?  
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    Re: CAPÍTULO TRÊS - A profecia das Treze Cartas

    Mensagem por Raijecki em Qua Out 10, 2018 4:49 pm

    Teste misterioso:

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    6
     
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    Re: CAPÍTULO TRÊS - A profecia das Treze Cartas

    Mensagem por Hylian em Qua Out 10, 2018 4:50 pm

    Rolagem do May Hylian efetuou 1 lançamento(s) de dados (d6.) :
    2
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    Re: CAPÍTULO TRÊS - A profecia das Treze Cartas

    Mensagem por Hylian em Qua Out 10, 2018 11:42 pm




    Sylpher encarara Alanna reprovando  sua attitude tão tola de trata-lo. Ele definitivamente não era um gato qualquer e nem se parecia com um. Brittânia assistira a cena sem dizer uma palavra, mas se divertindo com a situação. Ofendido com a maneira de ser chamado pela jovem corvina o orgulhoso felino levantou sua cauda e numa atitude de demonstrar que não era um gato inútil qualquer desses que ela poderia encontrar por ai, ele a ignorou, talvez tenha mostrado seu lado rude e continuou seu caminho, mas também mostrou seu orgulho ofendido, como ela se atrevera a trata-lo como um mero gatinho qualquer?

     Nossa, ele ficou bravo... – Comentou May preocupado assistindo a cena.

     Não se preocupem, ele é temperamental... Sra. Farore é a única que sabe lidar com ele direito, ah, e também a nossa querida diretora, Warlock, acredito que a Madame carmesim também tem seu jeitinho especial para cuidar desse gato – Comentou Brittânia antes de se afastar e deixar os alunos a vontade.


    ***


    Vamos, então, à Dedosdemel? – Perguntou May animado – Não vi nenhum deles, mas acho que devem estar por aqui. Eles receberam permissão para virem, não é? Afinal, são monitores e a Lumna é monitor chefe! – Respondera o garoto buscando os dois entre os alunos que iam e viam de todas as direções.

    Hogsmeade não era um povoado grande, mas também não era minúsculo. Havia dezenas de casebres e até algumas maiores de todos os tipos, embora muito parecidas umas com as outras. Quase não haviam habitantes fixos na cidade, o que era realmente muito estranho. Residências eram poucas e elas ficavam nas ruas paralelas a avenida central da pequena cidade.

    Uma placa em uma bifurcação avisava a eles “Casa do Grito 1 Milha, Bosque Perdido 2,5 Milhas”. O caminho apontado pela placa era feito de pedras brancas e coberto por uma neblina fria, densa e estranha já que o dia estava claro, provavelmente a neblina era algum feitiço. Abaixo da placa havia um lampião pendurado que balançava conforme o vento circulasse por ali.

    Sylpher, o gato estava bem mais a diante e já o haviam perdido de vista, já que a praça central ficava bem mais a frente da Dedosdemel e, por falar na mesma ela ficava há alguns poucos passos à frente. Uma enorme loja muito bem frequentada de três andares atolada de todos os tipos de doces que se poderia imaginar, inclusive doces trouxas eram vendidos ali. Ao lado da loja havia uma pequena viela, um beco sem saída sem muitos atrativos, um único cachorro pulguento dormia por ali sem preocupações. Ali havia um quadro torto e sem pintura, três latões de lixo que provavelmente eram usados pelos funcionários da Dedosdemel, um grande bueiro circular, uma porta redonda estranha próxima ao cachorro. Acima da porta havia duas janelas uma, em questão tinha suas cortinas fechadas, porém a outra estava semiaberta e todos, com exceção de Daemon tiveram a impressão de terem visto alguém do lado de dentro, porém não era um alguém qualquer, pois os cabelos eram prateados!

    Lumna! – Exclamou May certo do que vira.



    Fachada da Dedosdemel


    O Beco ao lado da Dedosdemel

    OFF - Informações escreveu: Fiz uma montagem meio merda ilustrando o beco... Finjam que está "bom", vai! hahaha... Apesar de na foto só haver uma janela, finjam que há outra e na outra vocês conseguiram ver (com exceção do Daemon) os cabelos prateados e acreditam ser de Lumna. Vocês podem ir investigar o Beco e a porta redonda, ou seguirem para a Dedosdemel ou whatever que quiserem fazer...

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    Re: CAPÍTULO TRÊS - A profecia das Treze Cartas

    Mensagem por Raijecki em Qui Out 11, 2018 3:02 pm

    Daemon respondia animado as indagações de sua prima:

    - Eu nos meter em confusão? Imagina...

    Com todos concordando de irem até a Dedosdemel e com Alanna sendo sua principal financiadora, partiram até a famosa loja de doces. Pelo caminho encontraram uma placa indicando que estavam a uma milha da misteriosa "Casa do grito" e dois e meio do sinistro "bosque perdido", onde logo abaixo havia também um lampião.

    - Casa do grito? Se não me engano este lugar não estava entre os locais proibidos, estava? - Perguntava a seus amigos. Talvez pudessem se divertir sem quebrar as regras no fim das contas.

    Enfim chegando a bela e adorável loja de guloseimas, observavam que ao lado do estabelecimento havia um beco que de nada chamava a atenção de Daemon. - O que estamos fazendo aqui mesmo? - Indagava confuso a seus amigos. Mas antes que pudesse dar meia volta e adentrar a loja para então se deliciar com os mais variados doces, May gritava eufórico o nome da monitora meio veela da casa Corvinal, o que fez Daemon voltar novamente sua atenção ao beco.

    - Lumna, a monitora? Aonde? - Perguntara a May.

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    Re: CAPÍTULO TRÊS - A profecia das Treze Cartas

    Mensagem por shamps em Seg Out 15, 2018 3:35 pm



    O gato indignado afastou-se de Alanna, que permaneceu agachada vendo-o partir. Ela não entendeu a reação do gato e piscou várias vezes com a confusão.

    - Foi um prazer... conhece-lo... - a voz esmoreceu quando o bichano se afastou - o que eu fiz de errado? - falou para May quando ele concluiu que o gato tinha se zangado - ele me odeia, é isso? - concluiu ao fim das palavras de Brittania.

    Ficou um pouco chateada com a história do gato, mas logo mudou o foco para os doces e seus amigos. May também não sabia por onde andavam os monitores da Corvinal, o que deixou Alanna pensativa.

    - Ah, que pena, May... seu irmão é tão legal. Ser monitor deve ser tão legal... -  na simplicidade do pensamento infantil, a ruivinha se divertia fantasiando grandes aventuras que "os legais monitores" deviam vivenciar na escola, fazendo-a ter um sorriso bobo no rosto - vem, vamos para a loja - e puxou May pela mão.

    Junto com o primo e seus amigos, a menina olhou para as placas e se arrepiou com as palavras escritas, os nomes eram pavorosos.

    - Casa do grito... argh! - e olhou imediatamente para Daemon - você está proibido de ir lá - já imaginando que seu primo apaixonado por ação se interessaria pelo lugar - deve ser perigoso lá. E o bosque também... vamos - e começou a empurrar o primo pelas costas, forçando-o avançar para a direção da loja de doce. Estava preocupada com ele, só queria que ele se divertisse e não se machucasse ou levasse broncas.

    Caminharam até a loja e viram o beco com a cachorrinho dormindo e logo Alanna tirou da cabeça a ideia de se aproximar dele, já traumatizada com a situação com Sylpher. Não queria mais um animal odiando-a. Mas ela não pode deixar de notar a porta que havia lá.

    - Oras, Daemon... a gente veio comprar doces na loja e esse beco está ao lado da loja - ela também notou a movimentação na janela logo em seguida.

    Lunma? - ela olhou e também viu alguém com cabelos prata e, assim como May, associou à menina. Lunma era a única pessoa que ela conhecia com cabelos daquela cor - será que ela mora aqui? Podíamos bater na porta e convida-la para comprar doces também.

    Bravos
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    Re: CAPÍTULO TRÊS - A profecia das Treze Cartas

    Mensagem por Bravos em Seg Out 15, 2018 8:42 pm


    Ao ver como o gato reagira à tentativa de amizade de Alanna, Clément teve certeza que fez bem ao manter distância daquele bichano. As placas indicavam lugares mais distantes, o importante, porém, era que a Dedosdemel ficava logo ali. Chegando diante da loja, viram um beco estranho com uma porta redonda. O garoto francês achou estranha e engraçada aquela entrada. Ainda mais num beco tão... particular como era aquele. Havia mais para cima duas janelas, numa delas teve a impressão de ver cabelos prateados, que lembravam o de Lumna. Clément riu quando Alanna dizia para seu primo que o beco ficava do lado da loja e eles estavam na frente da loja.

    - Também achei esse beco muito bizarro, estou mais interessado nos doces. - Alanna sugeriu chamar Lumna para ir comprar doce com eles, mas Clément não achou uma boa idéia. - Lumna é uma monitora do 5º ano, ela deve ser legal, mas não vai querer comprar doces com a gente, deve está ocupada com outras coisas. - O que não deixava de ser verdade, afinal tudo que eles haviam provados nos últimos tempos era que ninguém se importava com alunos do primeiro ano. - Podemos comprar os doces e depois, quando sairmos, vemos se ela ainda está aí. Daí ela poderá nos indicar o outro lugar para ir. - Afinal de contas eles não teriam tempo de visitar tudo num único dia, seria melhor ir nos lugares mais legais primeiro.
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    Re: CAPÍTULO TRÊS - A profecia das Treze Cartas

    Mensagem por Hylian em Ter Out 16, 2018 4:26 pm




    Decidido que a primeira parada seria a Dedosdemel e que o tal beco misterioso ficaria para lá, May resolvera então não comentar que tivera a impressão de que havia mais alguém com Lumna, se é que realmente aquela era a monitora de sua casa, mas quem estava lá com ela? Talvez seus amigos não tinham tanta curiosidade quanto o jovem inglês. Quem sabe ele apenas estivesse ainda muito assustado com os últimos acontecimentos e qualquer coisa fora do normal o deixasse com um pé atrás?

    O entra-e-sai da Dedosdemel era notável e não havia uma só criança que saísse de lá de mãos abanando ou descontente com o que carregava, geralmente levando consigo sacos recheados de doces dos mais diversos. Os quatro primeiranistas resolveram visitar o local. Se a soleira da loja já mostrava uma construção grande, se impressionaram muito quando avançaram e deram de cara com seu interior:




    Um grandioso salão que era impossível ver do outro lado com dezenas e fileiras de estantes cheias dos mais variados doces que nenhum deles se quer imaginava existir. Os protagonistas e May notaram que tudo ali era feito de doces e muito bem colorido. O aroma da loja era a mistura dos diversos doces que lá possuía atraindo cada vez mais e mais clientes. A temperatura da loja era, no mínimo, gelada, para manter os doces e a estrutura fixa e, inclusivo o chão que era feito de placas grossas de chocolate suíço branco e preto e as paredes, os balcões e as prateleiras eram feitas com doce de limão e pistache e, por isso, eram esverdeadas. Até mesmo a enorme escadaria que podiam ver alguns degraus mais a diante era feito de chocolate branco e, embora a estrutura da loja fosse feita inteiramente de doces não era permitida que fosse comida, é claro.

     Uow.. – Exclamou May que nunca estivera na Dedosdemel antes...

    Alguns alunos ao se depararem com a entrada do grupo se afastaram, outros olharam de forma estranha como se desejassem dizer algo mas sua boa maneira os impedisse, alguns até deixaram o local.

    May! – Chamou March, o monitor da casa azul – Vocês demoraram pra chegar, Brittânia está ficando cada dia mais lenta... Que imbecis... – Disse ele emburrado ao ver a atitude da maioria – Podem ir, são apenas crianças, não tem culpa de nada!

    O que aconte...

    Vocês aconteceram! – Interrompeu Freiya Finnick que surgiu entre o grupo de Sonserinos que se aglomeravam por ali com cara de nojo – Primeiro o assassinato no expresso hogwarts que... – Ela riu aproximando-se alguns passos, mas mantendo alguns metros de distância como se tivesse certo nojo dos quatro, olhando-os de cima embaixo – ... nunca ficou explicado, um espírito? E uma aluna que nem mesmo selecionada salvou vocês? Depois um trasgo montanhês e aquele símbolo demoníaco... quem são vocês, afinal? E quem você, seu meio veela de sangue podre pensa que é para ter falado com meus pais? – Ela olhou Daemon como se ele fosse um inseto asqueroso.

    Freiya, pare! – Ordenou March impondo sua autoridade, colocando-se em favor e defesa dos quatro.

    O grupo de sonserinos atrás dela deliciavam-se com a situação e, naquele momento, a maioria dos alunos ali deixavam de fazer suas compras para assistir a briga que se iniciava entre verdades, meia-verdades e boatos lançados ao vento por ignorância e maldades de outrem. Bowick Finnick, que mais parecia um valentão se juntou a prima com um sorriso maldoso e seus olhos negros pareciam comer March vivo.

    Não estamos em Hogwarts e autoridade por autoridade, também sou Monitor – Disse ele puxando sua varinha de madeira escura, mostrando sua real intenção, ele queria se divertir e nada melhor do que nocautear alguém.

    FREYIA HEMSTORM - Líder de Torcida:



    FREYIA VICTORIA FINNICK HEMSTORM
    15 anos | Escocesa | Sangue Puro | 1,60 m | 48 kg | Aniversário:


    Qualidades:

    Defeitos:

    Casa de Hogwarts: Sonserina

    Profissão: Líder de Torcida, 5 Ano

    Varinha: Núcleo Crina de Testrálio


    Personalidade: "A Rainha Bruxa" Freiya tem conquistado esse título nos últimos quatro anos em Hogwarts, muito por sua beleza e também pela personalidade forte e, claro, por ser quem é: uma Finnick. Freiya é uma típica garota mimada, disposta a tudo para atingir seus objetivos mais maliciosos. Dita como uma garota preconceituosa e completamente incompreensível, Freiya não se relaciona de forma alguma com mestiços e, pior ainda, "Sangue-imundos" como ela chama os "Nascidos-Trouxas". Se orgulha de pertencer a mais alta classe que a sociedade bruxa britânica pode conhecer e está a todo o momento enchendo os pulmões para lembrar aos demais o seu devido lugar. Tornou-se ainda mais dominante, depois que roubou o posto de "Queen" de Alicia Montherus, uma ex-Grifinória. Freiya não tem nenhum parentesco com Veelas, embora seja muito bonita, tenha olhos marcantes e cabelos negros assim como seus parentes. Quase sempre está séria ou um sorriso sarcástico e malvado lhe estampando o rosto.

    Peculiaridades: Filha de Victorya Finnick e Christopher Hemstorm, é a herdadeira de duas famílias influentes no mundo bruxo europeu; conhecidas por serem tipicamente Sonserinas.

    Histórico do Personagem:

    BOWICK FINNICK- Monitor Chefe:



    BOWICK FINNICK
    15 anos | Escoces | Sangue Puro | 1,65 m | 50 kg | Aniversário:


    Qualidades:

    Defeitos:

    Casa de Hogwarts: Sonserina

    Profissão: Monitor Chefe, 5 Ano

    Varinha: Escama de Basilisco


    Personalidade:

    Peculiaridades:

    Histórico do Personagem:



    Taça das Casas ON:

    Gryffindor 375
    Hufflpuff 350
    Ravenclaw 435
    Slytherin 450

    ESTADO ATUAL:


    DAEMON GRIFFITHS
    Ano 1
    PVS: 30
    PMS: 20
    Bônus: + 2 em Feitiços que alterem o "Estado"; + 2 em AR; Sedução Meio-Veela; x2 em feitiços de Fogo.
    Penalidades:


    ALANNA O’SHIER
    Ano 1
    PVS: 40
    PMS: 25
    Bônus: + 2 em feitiços do tipo "Contra-Azaração"; + 2 em AR; x2 em feitiços de Vento.
    Penalidades:


    CLÉMENT VAGANAY
    Ano 1
    PVS: 20
    PMS: 30
    Bônus:+2 em feitiços do tipo "Transfiguração"; + 2 em AR; x2 em Feitiços de Terra.
    Penalidades:

    Diricawl
    PVS: 10
    PMS: 8
    Bônus: Pode aparatar (teletransportar) dentro de uma pequena área.
    Penalidade:
    Raijecki
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    Re: CAPÍTULO TRÊS - A profecia das Treze Cartas

    Mensagem por Raijecki em Qua Out 17, 2018 4:09 pm

    Nada parecia dar certo para o jovem Griffiths e seus amigos. Mesmo procurando por meros doces da Dedosdemel, acabavam se metendo em encrenca, como se ela os procurasse em total desespero.

    - Não vejo muita vantagem para vocês cobrinhas, se nos vencerem, venceram de meras crianças do primário, já se perderem, perderiam de meras crianças do primário, me pergunto o que o ministério da magia pensaria de bruxos que deveriam dar o exemplo da tal "pureza de seu sangue"... - Avançava na frente de sua prima de maneira a protege-la de qualquer magia dos possíveis agressores com as mãos para trás demonstrando calma e com sua varinha escondida nas costas por debaixo de sua capa grifana. Qualquer ação agressiva dos sonserinos seria revidada sem nem pensar duas vezes. Estava louco para testar seu novo feitiço de fogo que tinha aprendido desde o fim do fatídico torneio.

    - E então, o que vai ser? Com todas essas testemunhas aqui, acredito que nem com sua "vantagem de sangue" você se livraria disso... - Apontava para os atendentes do opulento estabelecimento e depois encarava fixamente a garota da casa esmeraldina com um sorriso malicioso em seu rosto.

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    Re: CAPÍTULO TRÊS - A profecia das Treze Cartas

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      Data/hora atual: Ter Out 23, 2018 6:21 am