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    CAPÍTULO TRÊS - A profecia das Treze Cartas

    Raijecki
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    Mensagem por Raijecki em Qui Mar 28, 2019 10:57 am

    Clément e Alanna também lançavam seus feitiços de ataque contra o falso primeiranista, mas infelizmente apenas os ataques dos meninos funcionava. Ewgol demonstrava habilidades muito superiores as deles, o que levava a conclusão de Daemon de que ele com certeza não era quem aparentava ser.

    O macabro vilão debochava dos ataques certeiros, como se aquilo nem lhe tivesse feito cócegas, mesmo as chamas lançadas por Daemon tivessem queimado parte de suas roupas e as rochas de Clément acertado sua perna.

    - Quem é você afinal seu maldito?! – Perguntava Daemon, em um misto de raiva e indignação com a situação. Então se tudo já não estava ruim o bastante, uivos sinistros eram ouvidos perto de onde estavam, parecendo vir de centenas de coiotes ou lobisomens. Em qualquer uma das duas opções, eles estariam muito ferrados.

    - Alanna! Fique junto de mim, não vou deixar que te machuquem! –  Falava e puxava a menina para perto de si. Os reflexos dos laços familiares tomavam conta do jovem Griffiths naquele momento. Seria muito difícil saírem dessa situação e não poderia sequer imaginar que sua amada prima, tão doce e inocente, pudesse passar por situações horrendas como aquela em que Ewgol tentava os causar.

    O maléfico então os falava que as treze crianças pagariam pelos erros de seus antepassados e logo após isso as cartas sobrevoavam suas cabeças e consumidas por um fogo negro, revelavam seu conteúdo bem como o símbolo que haviam visto meses antes no torneio, o símbolo Ouroboros, que surgia aos pés de Ewgol.

    - Seis anos atrás?! Ancestrais?! Mas que droga você quer dizer com isso?! – Gritava Daemon para o falso primeiranista. Então uma memória vinha a tona para o garoto. Estava com não mais de cinco anos de idade, brincando ao chão de seu quarto com a porta aberta, quando sua mãe aparecia aflita conversando com seu pai. O assunto era sobre um horrendo crime que acontecera com uma família de nome Liamtroop. Como não pudera se lembrar disso antes? Mesmo tendo memória fotográfica, esses relances não aconteciam como ele desejava, apesar de conseguir mente-la sobre controle, e também sua “habilidade” era mais visual que auditiva.

    - Eu me lembro deste acontecimento, mas o que isso tem a ver conosco? E ainda mais com você?! Você não é o Ewgol não é!? – Perguntara mais uma vez. Se fosse morrer ali, pelo menos deveria saber o porque.

    Ewgol chamava então seus capangas para terminarem o serviço que tinha começado, e os mesmos cercavam os jovens enquanto um circulo de chamas negras e sinistras os encurralavam no mesmo lugar, sem chances aparentes para fuga.

    O nervosismo e ansiedade eram tão fortes que Deamon sequer pensou em atacar os inimigos. Não achava que teriam forças para tal, mesmo lutando até a morte, e o choque de realidade vinha a tona pelos milissegundos que sucediam a aparição dos servos de Ewgol. Tinham de usar uma tática totalmente diferente e arriscada para saírem vivos dali.

    Daemon imediatamente puxou novamente sua prima pelo braço e a trouxe para perto de Clément. Com os três muito próximos, puxou do bolso do francês seu vira-tempo, colocando a corrente em volta dos pescoços dos três e girando apenas uma única vez o núcleo do objeto mágico.

    Se obtivessem sucesso, pelos cálculos nada precisos de Daemon, estariam de volta a casa abandonada, pouco tempo antes de encontrarem Ewgol, quando os seus “eu” de verdade no passado ainda adentravam a passagem para o vilarejo de Hogsmead. Então Daemon devolveria o objeto para o seu dono e os diria:

    - Vamos! Precisamos sair daqui antes que agente chegue, precisamos atrair os lobisomens para lá, assim eles lidariam com os servos daquele maldito falso e talvez consigamos fugir de lá!
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    Mensagem por Bravos em Ter Abr 02, 2019 3:42 pm


    [justify]As coisas aconteceram rápido e logo Daemon estava puxando o vira tempo do seu bolso e colocando-o no pescoço dele, de Alanna e do francês. O tempo distorceu-se e agora eles estavam há alguns metros de encontrarem Ewgol e de seus outros ''eus'' se aproximarem.  - Daemon! Eu acho que os uivos eram dos próximos comparsas do Ewgol. - Disse, sem certeza e sem uma resposta melhor. - Mas agora precisamos fazer alguma coisa. Não podemos ficar parados. Temos que passar escondidos para podermos conseguir mudar as coisas.

    Como sua varinha já estava na mão, perguntou para onde iriam. - Vou fazer uma cortina de névoa para que possamos passar desapercebidos. Por onde iremos? - Quando Daemon ou Alanna apontasse o caminho, Clément lançaria sua magia, protegendo-os dos olhares, sobretudo o de Ewgol.
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    Mensagem por Raijecki em Ter Abr 02, 2019 4:03 pm

    Ao voltarem no tempo, Clément compartilhava suas dúvidas quanto ao plano do Grifano, e Daemon se prontificou a responde-lo:

    - Não faria sentindo eles terem lobisomens a seu favor mas nos atacar diretamente, não acha? Enfim, não podemos nos dar ao luxo de pensar nisso agora. Vamos direto para a floresta e atrairemos os lobisomens ou qualquer outra coisa até os capangas daquele maldito! - Concluía antes de Clément dar a ideia de lançar seu caligo para poderem passar despercebidos. - Não! não podemos chamar atenção agora, temos de partir imediatamente! - O respondeu cochichando com uma expressão de indignação. Após isso, iria direto para tentar atrair os monstros até os inimigos.

    - Alanna! Você vem comigo! - Chamava sua prima para partirem. Clément e Alanna teriam de tomar sua decisão. Ou iriam, ou ficavam.

    "Que Mérlin me proteja!" - Pensou, sentindo que seu coração iria saltar pela boca de tanto nervosismo.
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    Mensagem por Raijecki em Ter Abr 02, 2019 7:40 pm

    Raijecki efetuou um lançamento de dado d100:

    CAPÍTULO TRÊS - A profecia das Treze Cartas - Página 6 Dadoi_10

    Raijecki tirou 100.
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    Mensagem por Bravos em Sex Abr 05, 2019 5:35 pm


    [justify]Ainda não estava convencido que aquela era a melhor solução, mas aparentemente era a única. - Não sei se isso vai dar certo, Daemon, mas com certeza assim que você sair pelo beco o Ewgol vai te ver e nada vai ter adiantado. - Puxou o braço do amigo, evitando que ele saísse. - O Caligo vai nos ajudar, vou lançar daqui onde estamos e ele vai sair beco à fora como se fosse uma névoa normal. Está frio e isso acontece. Aí vamos aproveitar e sair sem sermos vistos.

    Fez um gesto para ele ficar quieto.  - Caligo! - E com muito jeito, enquanto a cortina de névoa saía da ponta de sua varinha, Clément ia direcionando-a para um lado e para o outro, de modo que parecesse uma névoa natural.
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    Mensagem por shamps em Dom Abr 07, 2019 8:41 pm




    Sem ter muito tempo para sentir-se incompetente, a ruiva corre para trás de seu primo, assim como sugerido por ele e se prepara novamente para um ataque. Infelizmente ela não tinha tempo agora para se assustar ou se entristecer pelos outros.
    Ewgol era desprezível com sua risadinha e ela sentiu um arrepio na espinha com uivos próximos e mais ainda quando viu seus seguidores se aproximando. Eram adultos mascarados e com certeza perigosos.  
    Então Daemon resolve usar seu vira tempo e Alanna fica preocupada com os outros que permaneceriam ali.

    - Tá certo, primo... – ela também não estava tão certa, assim como Clement, mas, de qualquer forma seria perigoso algumas crianças enfrentarem bruxos adultos – mas e os outros, Daemon? Não podemos deixa-los – mas já era tarde, já voltavam no tempo. Se tudo desse certo, até os outros não avançariam até Ewgol.

    - Faça, Clement - ela incentivou o amigo a lançar seu Caligo.



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    CAPÍTULO TRÊS - A profecia das Treze Cartas - Página 6 Empty Re: CAPÍTULO TRÊS - A profecia das Treze Cartas

    Mensagem por Hylian em Ter Abr 16, 2019 3:17 pm





    @Bravos @Raijecki @Shamps
    30 de Outubro de 2018
    Estação: Outono, Temperatura: 16ºC, Previsão: Crepúsculo Lunar
    Localização: Hogsmeade - Escócia.


    Daemon Griffiths & Clément Vaganay & Alanna O'Shier





    Brincar e manipular o tempo pode ser uma atitude arriscada até mesmo para um bruxo. Treze minutos atrás os nossos protagonistas estavam de volta a casa abandonada atrás do beco que tanto conheciam. A residência estava tal qual o haviam deixado em sua última visita no mesmo dia.

    O caligo de Clément se expandiu por parte do beco como uma névoa densa ainda melhor do que os que havia conjurado antes, talvez fosse suas habilidades mais experientes se destacando, por fim.

    Alanna, Clément e Daemon juntos aproveitaram o caligo para despistar o suposto inimigo que antes tentara mata-los. Percorreram pelo lado oposto ao que Ewgol estava e em direção a floresta que contornava parte de Hogsmeade. A noite era mais fria naquele lugar do que em Hogwarts. A lua se punha majestosa sobre a cabeça deles iluminando o caminho até a colina que dava inicio a escura e densa floresta. Aquela era parte da floresta proibida que se estendia muito além de Hogsmeade ou Hogwarts.

    Sobre a colina e de costas para a floresta os três protagonistas podiam ver Ewgol diante do corpo agonizante de Melissa e os outros cinco cadáveres atrás dele. Alguma coisa os dissera que deveriam esperar até o momento certo e ele não tardou a chegar.

    O grupo de protagonistas e seus amigos apareciam diante de Ewgol e logo mais seus servos os encurralavam num círculo de fogo criado por seu mestre. E os três assistiam tudo como um filme que já conheciam muito bem. Tão pronto Daemon, Alanna e Clément sumiram com a vantagem que lhes proporcionava o Vira-Tempo, era chegada a hora de agirem.

    Os primeiros uivos de lobos ecoavam atrás deles na densa e escura floresta, mas ainda pareciam estar longe, porém, fora ali que se deram conta de que não se tratavam de lobos comuns, mas uma alcateia de lobisomens que avançavam em alta velocidade cantarolando seus uivos em direção a lua. Não havia muito tempo para decidirem o que fariam naquela situação crítica. Annabelle e os outros que ficaram para trás estavam imobilizados pela magia dos dez servos de Ewgol.


    Quando os treze herdeiros estiverem sobre a mesma sintonia, a história outrora contada se repetira.
    Dos treze, quatro deles tomarão a liderença guiados por uma força jamais vista anteriormente, são eles...
    A Pequena Dama que simboliza a Sabedoria
    A Jovem Senhora que simbolizava a Ambição
    O Pequeno Cavaleiro que simbolizava a Coragem
    E
    O Jovem Justiceiro que simbolizava a Lealdade.


    Ao virarem para o sentido de onde viera a voz que lhes revelou a profecia viram, por fim, o que parecia ser um fantasma cinzento. Ele era exatamente igual ao "espírito maligno" que os atacara anteriormente no Expresso Hogwarts, porém, sua expressão facial não demonstrava perigo e não possuía mais a energia obscura de antes.

    - Vocês finalmente podem me ver, deixe que me apresente, eu sou Arthur, ou melhor conhecido por.... Yam!




    CAPÍTULO TRÊS - A profecia das Treze Cartas - Página 6 Little-boy-ghost



    Taça das Casas ON:

    Gryffindor 225
    Hufflpuff 300
    Ravenclaw 435
    Slytherin 400

    ESTADO ATUAL:




    Daemon Griffiths

    Ano 1
    PVS: 30
    PMS: 18/20
    Bônus: + 2 em Feitiços que alterem o "Estado"; + 2 em AR; Sedução Meio-Veela; x2 em feitiços de Fogo.
    Penalidades:



    Alanna O'Shier

    Ano 1
    PVS: 40
    PMS: 23/25
    Bônus: + 2 em feitiços do tipo "Contra-Azaração"; + 2 em AR; x2 em feitiços de Vento.
    Penalidades:



    Clément Vaganay

    Ano 1
    PVS: 20
    PMS: 28/30
    Bônus:+2 em feitiços do tipo "Transfiguração"; + 2 em AR; x2 em Feitiços de Terra.
    Penalidades:

    Diricawl
    PVS: 10
    PMS: 8
    Bônus: Pode aparatar (teletransportar) dentro de uma pequena área.
    Penalidade:
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    CAPÍTULO TRÊS - A profecia das Treze Cartas - Página 6 Empty Re: CAPÍTULO TRÊS - A profecia das Treze Cartas

    Mensagem por Raijecki em Sex Abr 19, 2019 7:43 pm

    - Nós não vamos deixa-los Alanna... Vamos salva-los! - Respondia a sua prima com "sangue nos olhos". Não iria permitir que as forças do mal e da escuridão triunfassem naquela noite, e se tivesse de utilizar táticas audaciosas e irresponsáveis demais para crianças como eles, faria sem nem pensar duas vezes.

    Mesmo com todo o receio da fraca magia de seu colega francês, ficara feliz e aliviado por ele finalmente tela dominado com sucesso e possibilitado a ocultação dos três heróis, fazendo assim possível as suas empreitadas diante da temível e sinistra floresta proibida, para então poderem dar seguimento ao plano maluco de Daemon.

    A lua cheia brilhava majestosamente naquela noite e acabava ajudando os jovens a se guiarem pelo caminho íngreme pelas colinas que davam acesso a floresta. Mas não era somente luz que a bela e imponente lua realizava, pois ela, em sua forma mais deslumbrante e admirável, atraía espécies indesejáveis naquele local. E aí entrava a mente audaciosa - e talvez um tanto quanto imprudente - do jovem Griffiths.

    - Bom, devemos esperar até o momento certo, que é quando seremos encurralados pelos malditos seguidores daquele verme, aí precisamos chamar a atenção dos lobos e lobisomens e o que o mais de perigoso e aterrador estiver nesta floresta, para que eles ataquem tudo pela frente, neste caso espero que possamos aproveitar a distração e fugir de volta a Hogwarts e chamar por ajuda. - Daemon respirava fundo depois de quase ficar sem ar com tanta explicação de uma só vez. Ao recuperar o folego, esticou a palma da mão sinalizando para que seus amigos não o interrompessem antes que ele pudesse prosseguir com sua - talvez insana - lógica. - E não, eu não sei se esses seres da noite estão a mando destes malfeitores, mas é a única saída que eu vejo neste momento. - Seus amigos poderiam perceber com facilidade a feição de preocupação estampada em seu sempre animado rosto. Não era uma situação em que Daemon poderia ter certeza que teriam sucesso, muito pelo contrário, era crítica e qualquer passo em falso poderia ser fatal.

    Então o presente se misturava com passado e voltava ao presente futuro ao olhos dos três jovens bruxos, que avistavam a hora de agir quando seus "eu" do passado caíam na armadilha de Ewgol, o profano. Os uivos dos lobisomens se aproximavam cada vez mais e faziam Daemon resolver agir de uma vez. "Seja o que Mérlin quiser!" - Pensou, antes de tentar gritar uma emulação dos uivos sinistros e melancólicos dos pobres amaldiçoados. Entretanto, nem sempre - para não se dizer quase nunca - os planos corriam como pretendiam, e uma voz chamava a atenção de todos e interrompia - momentaneamente - a tentativa do jovem leão de atrair as temíveis bestas noturnas.

    Era Arthur! Ou pelo menos o fantasma dele, este que o garoto May conhecia previamente como seu "amigo imaginário" Yam. Daemon fora o primeiro a questionar o que o garoto fantasma queria dizer com aquele misterioso e enigmático verso sobre os treze herdeiros, para não se dizer treze amaldiçoados. - O que isso quer dizer Arthur!? Não temos tempo para enigmas! Se sabe de algo nos diga logo, porque temos de chamar os - Era isso! Arthur era um fantasma e não poderia ser ferido pelos seres abomináveis, podendo ser assim, uma isca perfeita para o planos de Daemon. - Você! - apontava seu dedo para o espectro que outrora fora um menino. - Essa é a hora de você nos ajudar de verdade! Você irá atrair os lobisomens até o circulo de magia dos odiosos ali enquanto nós fugimos até o castelo com o auxilio da confusão! Vamos nessa pessoal! - Daemon então segurava a mão de sua prima e a puxava para longe da floresta. - AUUUUUUUUUUUU!!!!!... Sua vez Arthur! - Gritava a todos pulmões e esperava que Arthur conseguisse fazer o mesmo.
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    CAPÍTULO TRÊS - A profecia das Treze Cartas - Página 6 Empty Re: CAPÍTULO TRÊS - A profecia das Treze Cartas

    Mensagem por Bravos em Sex Abr 19, 2019 9:40 pm

    Quando a névoa saiu pelo beco espessa e perfeita, Clément não pode deixar de sorrir triunfante. Alguma coisa havia aprendido naquele primeiro ano de Hogwarts que não fosse luto e dor pela perda de amigos. É incrível como as crianças conseguem ver o lado bom das coisas mais que os adultos. Logo estavam seguindo em direção à Floresta Proibida e vendo desde cima a cena que em poucos minutos eles iriam vivenciar.

    Daemon não tinha nenhuma certeza se os lobisomens estavam ou não com Ewgol, muito menos o jovem francês. Eles estavam apostando as fichas todas em algo. Mas era isso ou... Ou encarar a morte clara e iminente. Chegou então o instante em que eles desapareceram e aquele era o momento. E exatamente naquele segundo, Arthur resolveu aparecer. - Por que só podemos te ver agora? E por que logo agora? Daemon está certo, não podemos perder tempo. Se quer nos ajudar, faça o que puder, conte o que sabe. - Disse sem paciência o jovem lufano. De todos os momentos aquele era o mais inadequado. O impulsivo Griffiths já começava a uivar, chamando a atenção dos lobisomens.

    Resolveu acompanhá-lo, correndo e uivando, para ver se conseguiam que os lobisomens mudassem sua rota e fossem parar bem diante dos asseclas de Ewgol. Depois era torcer que aquela confusão fosse o bastante para as crianças se safarem. - Daemon, Alanna! Nós precisamos pensar no plano de fuga. Não adianta os lobisomens chegarem lá e ficarmos presos no meio da batalha. Temos que garantir que todos consigam voltar pra Hogwarts. - Dizia enquanto corria. - Acho que o único caminho é de volta pela passagem secreta!
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    CAPÍTULO TRÊS - A profecia das Treze Cartas - Página 6 Empty Re: CAPÍTULO TRÊS - A profecia das Treze Cartas

    Mensagem por shamps em Dom Abr 21, 2019 7:27 pm




    Alanna ficou bastante confusa com a passagem estranha do tempo e piscou várias vezes ao ver seu eu do passado – ou seria do futuro porque ela estava no passado? – ela sacudiu a cabeça para espantar aquela dúvida inútil numa hora imprópria. Ela sentiu um arrepio frio ao ouvir os uivos e apertou o braço de Clement.

    - Mas Daemon, e se esses lobisomens estiverem com o Ewgol? - e ao ouvir uma voz vinda aparentemente do nada, ela o apertou mais forte ainda. Olhou para o lado e viu algo acinzentado, fantasmagórico tomar forma e se apresentar – Yam! – ela exclamou animada, momentaneamente esquecendo-se do perigo que corria – é um prazer conhece-lo – ainda numa situação como aquelas ela conseguia ser educada – você veio nos ajudar... Essa profecia... o que significa? – e um pequeno estalo veio à mente da jovem -  Somos nós nela? O professor e os quadros lá da escola me chamam de pequena dama... e ... espera... coragem, ambição, sabedoria e lealdade, parecem as qualidades de nossas casas... como isso pode nos ajudar, Yam... Belle... ela também está na profecia? Por Merlin... por que nossos professores nunca nos falaram nada sobre isso?

    Clement e Daemon já tinham seus planos na cabeça e seu primo uivou mais alto que pode, gelando o coração da jovem.

    --  Você enlouqueceu? Vamos sair logo daqui - Clement tinha razão ao dizer que ficariam no meio da batalha – a passagem secreta? Claro!

    Ela buscou por algo útil, mas não tinha nada que pudesse usar, nem mesmo um feitiço, mas ela ajudaria como pudesse.




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    CAPÍTULO TRÊS - A profecia das Treze Cartas - Página 6 Empty Re: CAPÍTULO TRÊS - A profecia das Treze Cartas

    Mensagem por Hylian em Qui Abr 25, 2019 5:20 pm





    @Bravos @Raijecki @Shamps
    31 de Outubro de 2018
    Estação: Outono, Temperatura: 16ºC, Previsão: Crepúsculo Lunar
    Localização: Hogsmeade - Escócia.


    Daemon Griffiths & Clément Vaganay & Alanna O'Shier





    Nos próximos segundos seguintes a criança fantasmagórica continuava planando diante dos três protagonistas que bolavam sua estratégia para sobreviverem e salvarem seus companheiros da morte que parecia tão eminente. A brisa gélida parecia uivar da floresta proibida atrás deles em harmonia com os uivos longos e agudos que os caninos cantarolavam em direção a sua majestade no mais alto esplendor do céu.

    –  Eu não podia aparecer antes... Me.. Perdoem... – Murmurou Arthur desviando o olhar para encarar, de longe, o seu algoz. – A energia obscura, perversa que aquele homem emana é tão poderosa que inibia meus poucos poderes, nem mesmo os quatro grandes chefes de Hogwarts, ou menos eu devo dizer, os cinco grandes captaram quem realmente ele é...

    Arthur olhara bem para Alanna que se lembrava de um ponto importante naquela história, mas ainda precisava de tempo (mesmo com a sabedoria em seu coração) para juntar as pequenas peças que ainda faltavam para entender aquela noite.

    Um vulto rápido cortou os ares a frente deles e um feixe de luz atingira o garoto-fantasma “Petrificus Totalus”, eles puderam ouvir e Arthur ficara inerte na horizontal imóvel, incapaz de mover um músculo se quer.

    –  Vocês iam a algum lugar? –  A voz arrastada de Alfred Axphord. O nariz pontudo, a expressão insana em seu rosto e, claro, as vestes diferenciadas que ele trajava não deixavam dúvidas para Alanna O’Shire.

    –  Mas estão indo tão cedo, a festinha quase nem começou... –  Disse outra voz, dessa vez a de uma garota, Alexia Axphord –  Espere, não está faltando um? Só três? Não me digam que a insuportável HoopI morreu? –  A cara de deboche era precisa, os olhos ameaçadores de Alexia intimidavam a situação.

    –  Que palhaçada, um fantasma? Matamos um fantasma? –  Debochou Alfred.

    Durante a rápida conversa entre os irmãos gêmeos, eles se mantinham postos em locais estratégicos, prontos para revidarem quaisquer tentativas que os primeiranistas pudessem ter para fugirem dali. –  Mas esse não é o Arthur... Warlock? Eu ainda posso me lembrar como morreu... MUAWAHAHAHWHAHWHA! –  A risada escandalosa ecoara mais alto do que se poderia imaginar e talvez Alexia tenha feito de propósito. –  É hora de morrer...

    Em uma fração de segundos, aqueles segundos pareceram durar horas em câmara-alenta. Alanna, Clément e Daemon puderam ver com sua visão periférica, vários lampejos de magia ofensiva atingirem em cheio os seus amigos. Lillo ainda tentou protege-los, mas foi facilmente derrubada pela quantidade de magia negra que os atingiram. Puderam ver os corpos de Lillo, Annabelle, Damyien, Matthew e May caírem no chão duro como sacos de lixo que eram despejados sem importância. Dois Lampejos em seguida tão fortes pareceram cegar os três protagonistas que, abalados com o que viram se sentiram aterrorizados demais para se quer conseguir mover as pernas e fugirem. Sentiram o corpo esquentar e então como se estivessem sendo chacoalhados eles sentiram náuseas, como se tivessem em uma montanha russa. Finalmente a escuridão tomou conta de cada um deles. Não sentiam seus corpos, não podiam mais sentir a brisa gélida, ou os uivos dos caninos, e nem mesmo suas próprias respirações. Estavam... Mortos?

    Finalmente, depois do que pareceram ser horas, a visão deles voltara ainda que turva, mas puderam perceber a presença de uma linda garotinha com cabelos cacheados, um rostinho angelical e ela segurava junto ao peito uma bela bonequinha de porcelana que tinha o mesmo rostinho perfeito tão quanto.

    –  Olá... –  Murmurou Evelyn com um sorriso simpático no rosto –  Finalmente, os quatro estão juntos e diante de meus olhos.

    O lugar onde estavam parecia imaginário demais para ser real, embora parecesse MUITO real. Era como um campo aberto e não era possível enxergar qualquer coisa que estivesse além desse campo florido, talvez estivessem em alguma espécie de transição entre a vida e a morte, como saberiam? A única coisa relevante que podiam enxergar há alguns metros de distância era uma poderosa árvore. Tão majestosa quanto uma rainha, era grandiosa. Seu tronco era grande o suficiente para caber uma casa enorme.

    –  Esta árvore... É o berço do mundo mágico... Vocês já estiveram aqui antes, não somente vocês, mas seus antepassados saíram daqui... E os meus também... Nós somos herdeiros disso tudo... Os treze herdeiros de Riverdale...

    Alanna se lembrara sem dúvidas algumas de que a voz que uma vez ouvira no campeonato entre as casas era parecia, ou talvez igual a voz que saía da boca de Evelyn.

    –  Eu sei que vocês possuem muitas perguntas, dúvidas e anseiam por suas respostas, meus amigos... Mas não temos muito tempo para conversar, ou mesmo contemplar a beleza de nosso berço. Eu lhes suplico, não tenham raiva de Ewgol, meu irmão, aquele não é realmente Ewgol, ele está morto! –  Explicara Evelyn angustiada com a situação e esperançosa de que os quatro maiores entre os treze pudessem reverter aquela maldição –   Clamem aquela árvore que é o nosso berço mágico, pelo direito de vocês de herdarem o que se esconde nestas terras. As relíquias então serão uma vez mais usadas para trancar aquele que hoje usa o corpo de meu irmão para suas perversidades...

    Emergindo do gramado verde próximo a eles, uma criatura horrenda surgia, embora não demonstrasse violência ou mesmo maldades em sua energia própria. Ela se cobria com longas vestes negras e nem mesmo suas mãos eram abertas aos olhos externos.

    Sua voz era como a morte, um timbre que jamais escutaram antes, ele parecia corroer a beleza do cenário em sua volta, aliás, a própria existência daquela criatura parecia abalar os sentimentos de cada um deles, exceto talvez os de Evelyn que muito provavelmente estava acostumada com a mesma.

    –  Oitenta e oito anos atrás... –  Começou a voz fúnebre –  As minhas relíquias foram encontradas por seus descendentes e eles provaram a honra e o desejo que tinham em usa-las apenas para corrigir as distorções que as trevas criam no mundo real... Eu, então, lhes concedo mais uma vez, as minhas maiores armas para que enfim, vocês possam repetir a história...

    Diante de Alanna, Annabelle, Daemon e Clément quatro artefatos muito especiais surgiram como mágica. A primeira eram uma longa capa escura e grossa que dava a quem possuísse a habilidade de ser invisível, ao lado estava uma singela pedra, a pedra da ressurreição que poderia trazer do véu da morte aquele que mais gostamos. Ao lado jazia um medalhão grosso e pesado, o medalhão da morte que tinha o poder de trancafiar aquele que corrompera sua alma pela ambição e, por último, mas não menos importante, a grandiosa varinha das varinhas jazia inerte planando diante deles. Considerada o artefato mais poderoso que já se teve noticia no mundo mágico, muito embora todas aquelas relíquias não passassem de meras lendas para o grande povo.





    CAPÍTULO TRÊS - A profecia das Treze Cartas - Página 6 Reli%CC%81quias-da-morte



    Taça das Casas ON:

    Gryffindor 225
    Hufflpuff 300
    Ravenclaw 435
    Slytherin 400

    ESTADO ATUAL:




    Daemon Griffiths

    Ano 1
    PVS: 30
    PMS: 18/20
    Bônus: + 2 em Feitiços que alterem o "Estado"; + 2 em AR; Sedução Meio-Veela; x2 em feitiços de Fogo.
    Penalidades:



    Alanna O'Shier

    Ano 1
    PVS: 40
    PMS: 23/25
    Bônus: + 2 em feitiços do tipo "Contra-Azaração"; + 2 em AR; x2 em feitiços de Vento.
    Penalidades:



    Clément Vaganay

    Ano 1
    PVS: 20
    PMS: 28/30
    Bônus:+2 em feitiços do tipo "Transfiguração"; + 2 em AR; x2 em Feitiços de Terra.
    Penalidades:

    Diricawl
    PVS: 10
    PMS: 8
    Bônus: Pode aparatar (teletransportar) dentro de uma pequena área.
    Penalidade:
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    CAPÍTULO TRÊS - A profecia das Treze Cartas - Página 6 Empty Re: CAPÍTULO TRÊS - A profecia das Treze Cartas

    Mensagem por shamps em Dom Abr 28, 2019 12:22 am




    Apesar do susto e do perigo que corriam, a pequena Alanna não conseguiu conter o sorriso ao finalmente conhecer Yam, ou melhor dizendo, Arthur. Ela dá alguns passos na direção dele e o cumprimenta formalmente.

    -Yam, é você! Quero dizer... Arthur, muito prazer. Fiquei feliz em finalmente te conhecer - ele fala da energia negra e sente um arrepio - e... energia negra? Que horror - e leva a mão à boca – que energia é essa?

    Se nem os professores mais poderosos de Hogwarts podiam com aquela energia maligna, como que meras crianças poderiam? Alanna até conjecturou por alguns segundos, mas Yam foi petrificado, assustando assim a ruiva. Virou-se depressa para ver quem fez aquela atrocidade, e mesmo estando escuro, a voz pastosa de um colega a encheu de raiva e medo.

    - Axphord e Alexia – a irmã dele também desfilava por ali e Alanna não conseguia entender como podiam ser tão asquerosos e por que faziam aquilo – o que? Vocês mataram o Arthur? Por favor, me digam que não...

    Os irmãos mostraram-se cruéis e perversos, mas antes que Alanna pudesse contra-ataca-los, raios atingiam seus amigos e ela não sabia dizer se tinha sido atingida também, pois sentia-se com calor e sem ter noção do movimento do seu corpo. Como ela iria saber se estava morta? E seus amigos?

    Ela abre por fim os olhos e se vê em um infinito campo de flores onde apenas uma árvore repousava como senhora do local. Ela coçou os olhos antes de avistar Evelyn, a moça que ela viu várias vezes em sonho... e sua voz também lhe era familiar. Logo em seguida, preocupada, ela procurou pelo primo e por seus amigos.

    - Daemon! Clement! Belle!... vocês estão bem? – assim que vê a menina, a cumprimenta também – ah... olá! Evelyn? – a menina segue com sua história, já para gerar mais dúvidas ainda – nossos ancestrais? Como assim somos descendentes da árvore... quer dizer, herdeiros de Riverdale? Mas o que isso significa? – ela tenta puxar pela memória se já tinha ouvido falar sobre esse lugar dito pela menina.

    Como se não bastasse, ela ainda pede ajuda para seu irmão Ewgol.

    - Quem está usando o corpo de seu irmão e por que ele quer nos atacar? Por que estão atrás desses herdeiros? – ela lembra-se dos irmãos também – e os irmãos Axphord, por que eles iriam querer a nossa morte – ela se levanta e começa a espanar a roupa com leves batidinhas e oferece a mão para que os meninos se levantassem também.

    Ela observou a tal árvore que a garota apontava e ia caminhar até ela, só que nesse instante apareceu uma criatura pavorosa e assustou a pequena dama, mas Alanna não sentiu qualquer ameaça vindo do ser e passou a enxerga-lo de forma mais humilde. Quem seria ele? Tentou perguntar, mas ele contava uma história que parecia com as lendas que ela já tinha ouvido: objetos sagrados.

    - Repetir a história? Nós? Combater as trevas? – ela segura na mão do primo e a aperta, engolindo em seco.

    Mesmo espantada, ela não pode deixar de admirar a beleza dos objetos sagrados que estavam diante dela. Imaginar toda a história e a sabedoria daqueles objetos era mágico e animador. A varinha então? Que histórias e sabedoria não guardaria aquele objeto? Ela sorriu por fim, mas ainda assim, sem saber o que aqueles dois queriam deles, meras crianças bruxas.

    - Senhor... isso é muita responsabilidade... como nós poderíamos...



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    CAPÍTULO TRÊS - A profecia das Treze Cartas - Página 6 Empty Re: CAPÍTULO TRÊS - A profecia das Treze Cartas

    Mensagem por Raijecki em Qua Maio 01, 2019 7:20 pm

    Todo o plano arriscado de Daemon e seus amigos era jogado ao lixo com a chegada inesperada dos irmãos Ashford. Os dois logo petrificavam Arthur que mais uma vez não conseguia revelar nada de importante ou que fosse inédito para os três primeiranistas. Não tiveram nem chances de se defenderem, pois mal avistavam seus amigos serem atingidos pelas malignas magias dos seguidores de Ewgol, eram também alvejados por feitiços que os cegavam instantaneamente.

    Daemon despertara com os grito preocupados de sua prima. Estava em um lugar completamente diferente do que se lembrava anteriormente, não fazendo nem ideia do que tinha acontecido. O lugar era um belo e simpático campo de flores, e uma garotinha com um boneca em mãos os cumprimentava como se nada tivesse acontecido. A garota em questão era aquela que inundava e invadia os preciosos sonhos do jovem Griffiths com enigmas e responsabilidades que nunca deveriam ter sido dele, pelo menos era o que pensava até então.

    Alanna era a primeira que a cumprimentava de volta e que começava com a bateria de perguntas frenéticas. Desde o começo de tudo, a maior questão, a maior duvida, era a identidade de Evelyn, a garota loira dos sonhos estranhos e o que ela - e também eles - tinha a ver com todas as maldades que vinham acontecendo pelas mãos de Ewgol. Mas agora Daemon só queria que aquilo tudo acabasse de uma vez.

    - Os quatro? Só vejo três aqui... - Comentava Daemon, um tanto irritado e cansado depois de tudo que havia passado. - Claro, nunca temos tempo pra nada, as coisas são jogadas em nossas costas e devemos carrega-las sem pestanejar, não é? Deve ser muito difícil viver aqui, neste lugar desolado e suplicando ajuda nos sonhos alheios, não é Evelyn?! - Seu tom de voz irônico aumentava assim que conseguia se recompor e levantar do chão. - Não adianta perguntar nada Alanna, nunca vamos ter respostas porque se tivéssemos não estaríamos mais aqui, servindo de idiotas para planos maiores do que nós mesmos!

    Evelyn então os falava para proclamarem mais um vez as famosas e lendárias relíquias da morte para enfim colocarem um fim a tirania do que quer que estivesse sobre o controle do corpo do falecido Ewgol. Daemon já estava pronto para jogar mais verdades para cima da garota, mas uma criatura sinistra surgia do nada - será que aprendera com os Ashford? - e lhes diziam que a cerca de oitenta e oito anos atrás, os seus descendentes tinham usado suas relíquias para pararem as trevas e que os emprestaria mais uma vez para tal.

    - Qual dos meus antepassados afinal? Os Griffiths ou Enzonelli? E porque nós e não nosso pais? São muito mais poderosos e experientes do que a gente que arressem entramos no primeiro ano! - Dizia, ainda mais indignado com tudo aquilo. Pensava que eles tinham sorte por ser ele e não sua mãe que estava sendo "recrutada" pela criatura sinistra, porque ela com certeza já teria tacado fogo em todos e também naquela arvore idiota logo ao fundo.

    Então diante deles, surgiam quatro magníficos artefatos. Uma capa que supostamente daria a quem usa-la a habilidade de ser invisível, uma pedra que teria o poder de reviver os mortos, uma varinha que teria um poder tão grandiosos que tornaria seu mestre o bruxo mais forte de todos e por ultimo a que mais chamava a atenção do jovem Griffiths.

    Era um medalhão que possuía o poder que o garoto mais desejava naquele momento, de aprisionar aquele que corrompera sua alma pela ambição em busca de poder. Daemon respirou fundo e então pegou o medalhão.

    - Vou esfregar isso na fuça daquele maledetto e acabar de uma vez por todas com seu poder, portanto espero que isso aqui funcione! - Dizia, encarando a criatura e a garota dos sonhos. - Outra coisa, se você vier me incomodar em meus sonhos de novo, eu juro que volto aqui e te faço encontrar seu irmão antes do que você pretendia, ouviu?! - Gritava para Evelyn. Queria que tudo acabasse e que tivesse sua "pacata" vida de volta. - E agora? Como a gente volta pra lá? - Perguntara por fim, na esperança de que pudessem voltar antes de serem atingidos pelos Ashfords e de seus amigos serem mortos pelos comensais.
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    CAPÍTULO TRÊS - A profecia das Treze Cartas - Página 6 Empty Re: CAPÍTULO TRÊS - A profecia das Treze Cartas

    Mensagem por Bravos em Sab Maio 04, 2019 10:59 am

    Eles começavam a por em prática seu plano quando os irmãos Axphord apareceram e o encurralaram. Até mesmo Arthur foi petrificado pelos dois. Pelo canto de olho viu seus colegas serem alvejados com as magias negras daqueles desgraçados que eles mal sabiam quem era. De uma forma estranha, eles também foram caindo num torpor, até que estivesse num outro lugar, um lugar além da própria realidade. Retornaram a si com uma voz que não parecia totalmente desconhecida. Era Evelyn.

    - Então aquele Ewgol que conhecemos é outra pessoa? Quem se apossou do corpo dele? - A própria Morte então apareceu e mostrou-lhe as suas relíquias. Daemon estava chateado por ter sido jogado no meio daquilo tudo. Clément não estava satisfeito também. - Você tem razão, Daemon, essas coisas chegaram nas nossas costas sem que soubéssemos porque ou como. Mas os homens e mulheres de valor são forjados nessas situações: quando mesmo sem querer, enfrentam o que a vida lhes coloca. - E depois que Daemon pegou o medalhão que seria capaz de aprisionar as almas dos corrompidos pela ambição, Clément entendeu que só restava uma opção para ele.

    Imaginou que Daemon a pegaria, mas se enganou. Talvez porque ela estivesse destinada a estar nas suas mãos, ele que havia falhado em lançar tantos feitiços ao longo daquele ano. Que só naquela noite conseguiu lançar magias com uma desenvoltura quase perfeita.  - Eu pegarei a Varinha das varinhas. Que ela sirva para acabar com esse mal que atinge não somente a nós, mas a toda Hogwarts. - E lentamente foi esticando a mão em direção àquela relíquia, até que a tivesse segurado. Gastou então longos segundos olhando para ela em sua mão. Virou-se para Alanna. - Qual você vai escolher, Alanna?
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    CAPÍTULO TRÊS - A profecia das Treze Cartas - Página 6 Empty Re: CAPÍTULO TRÊS - A profecia das Treze Cartas

    Mensagem por shamps em Dom Maio 05, 2019 3:46 pm




    Alanna ficou impressionada com a demonstração amargura demonstrada por seu primo e o segurava pelo ombro tentando apaziguá-lo.

    - Calma meu primo. Não se exalte assim – ela tinha uma expressão preocupada com ele, mas também conseguia compreender aquela angustia que ele sentia, pois ela também se via perdida em meio a tantas informações que eram jogadas sobre seus ombros pequenos – por favor – e algumas lágrimas escorriam de seus olhinhos azuis enquanto abraçava Daemon.

    Clement se encantou pela varinha que Alanna também tinha gostado, mas ela sorri e deixa que ele fique com ela. Talvez ele fosse mais digno da varinha das varinhas do que ela mesma. Antes nas mãos dele do que nas de seu primo impulsivo.

    - Ah... eu? Não sei... – ela olhou para o amigo animado e desviou o olhar da varinha – são todos objetos muito importantes. Prefiro ficar com o mais adequado para mim. Talvez ele me escolha como a varinha me escolheu. Acho mais certo assim.




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    CAPÍTULO TRÊS - A profecia das Treze Cartas - Página 6 Empty Re: CAPÍTULO TRÊS - A profecia das Treze Cartas

    Mensagem por Hylian em Ter Maio 07, 2019 6:52 pm





    @Bravos @Raijecki @Shamps
    31 de Outubro de 2018
    Estação: Outono, Temperatura: 16ºC, Previsão: Crepúsculo Lunar
    Localização: Hogsmeade - Escócia.


    Daemon Griffiths & Clément Vaganay & Alanna O'Shier





    Arthur também parecia feliz consigo mesmo naquela fração de minutos em que pode se aproximar daqueles quem ele acreditava serem amigos, mas tão pouco tempo teve para sanar suas duvidas ou mesmo dizer-lhes tudo o que desejava. Queria ter dito a eles quem os ajudara em silêncio até aquele momento, ou mesmo como Lillo e os outros chegaram no momento crucial do último torneio com chances de salvá-los antes que o destino lhes fosse cruel, mas era tarde, o fantasma antes conhecido por Yam, já não podia se mexer e tão pouco falar.

    –  Arthur morreu pela estupidez de sua própria família... – Respondera Alfred a Alanna. – Perguntem a Warlock, a diretora dessa espelunca... Ah, verdade, vocês morrerão antes que possam dizer “A-J-U-D-A”...



    ***


    Annabelle despertara de seu transe tal qual os demais protagonistas o fizeram. Por mais belo que fosse aquele lugar, nenhum deles estava ali para contemplar os floridos jardins envolta de uma árvore solitária. Belle acenou em positivo para Alanna quando esta perguntou-lhe se estava bem.

    –  Eu já ouvi algo a respeito de Riverdale... – Respondera Annabelle pensativa –   Existe um conto que relata o berço da magia, um lugar mágico e perfeito protegido por treze forças mágicas diferentes... Mas não há qualquer indício de que isso seja real ou não, ou mesmo de famílias que detém sua herança neste tal lugar...

    –  Exatamente, Srta. Hooper... –  Confirmou Evelyn com um leve sorriso enigmático no rosto  –  Riverdale fora o primeiro povoado totalmente mágico da história e, fundada por treze grandes bruxos da época, ali se dividiu os seres humanos, os não mágicos que não podiam se quer ver o local e aqueles com magia percorrendo em seus sangues. –  Completou a menina que segurava a boneca junto ao peito – Griffiths, eu posso imaginar as suas frustrações, mas não fora eu quem convoquei vocês. Nasceram com o sangue de um herdeiro e isso não é questionável. Assistir sua própria família ser brutalmente assassinada aos meros seis anos não fora nada fácil, portanto, trocaria de lugar com qualquer um de vocês, se acredita que viver aqui é melhor, ao menos você tem a chance de salvar não somente a si mesmo, mas a todos. Chance essa que eu não tive!

    –  Seus pais, ainda que mais poderosos, não são qualificados para manusear minhas relíquias, mortal... – Murmurou a voz esganiçada e fúnebre da criatura coberta por uma longa veste negra –   Aquele cuja a alma se corrompera por suas próprias ambições, uma criatura tão perversa capaz de atormentar até mesmo a mim. A morte...

    Daemon sentira a mão esquentar ao tocar naquele medalhão e o objeto reagira ao calor do grifinório. Era como se fosse feito de prata, muito embora não fosse. O símbolo estranho parecia pulsar em relevo a espera de uma vítima de coração obscuro para aprisionar.

    Clément sentira uma onda mágica surreal ao agarrar a varinha das varinhas. Ele podia sentir em cada centímetro de sua mão e dedos a força poderosa que emanava daquele artefato de madeira. O núcleo? Era a própria morte.

    Belle se adiantou, puxando para si a pedra da ressurreição ao qual tinha a fé que poderia reverter uma morte injusta.

    Para Alanna, lhe sobrara apenas a capa da invisibilidade.

    Evelyn ignorou as grosserias de Daemon, ele teria que entender por si mesmo, já que ela não tinha todas as respostas que seu coração desejava.
    Uma vez que os quatro protagonistas tomaram posse do que lhes era de direito eles voltaram, em um estalar de dedos, para o exato momento antes de terem voltado no tempo, porém, agora munidos de objetos surreais, talvez tivessem mais chances agora.

    Dez varinhas apontadas na direção dos protagonistas e seus amigos e o círculo de fogo os impedia de fugirem.








    Taça das Casas ON:

    Gryffindor 225
    Hufflpuff 300
    Ravenclaw 435
    Slytherin 400

    ESTADO ATUAL:




    Daemon Griffiths

    Ano 1
    PVS: 30
    PMS: 18/20
    Bônus: + 2 em Feitiços que alterem o "Estado"; + 2 em AR; Sedução Meio-Veela; x2 em feitiços de Fogo.
    Penalidades:



    Alanna O'Shier

    Ano 1
    PVS: 40
    PMS: 23/25
    Bônus: + 2 em feitiços do tipo "Contra-Azaração"; + 2 em AR; x2 em feitiços de Vento.
    Penalidades:



    Clément Vaganay

    Ano 1
    PVS: 20
    PMS: 28/30
    Bônus:+2 em feitiços do tipo "Transfiguração"; + 2 em AR; x2 em Feitiços de Terra.
    Penalidades:

    Diricawl
    PVS: 10
    PMS: 8
    Bônus: Pode aparatar (teletransportar) dentro de uma pequena área.
    Penalidade:
    Raijecki
    Troubleshooter
    Raijecki
    Troubleshooter

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    CAPÍTULO TRÊS - A profecia das Treze Cartas - Página 6 Empty Re: CAPÍTULO TRÊS - A profecia das Treze Cartas

    Mensagem por Raijecki em Qui Maio 09, 2019 11:21 pm

    - Tá bom Alanna, mas não precisava apelar pro choro né? - Dizia afagando a cabeça da ruivinha e sorrindo por um breve momento. A situação toda seguia e Clement escolhia a varinha das varinhas, o que Daemon achou totalmente condizente, pois o rapaz era quase uma nulidade se tratando de feitiços, por isso esperava que a relíquia o ajudasse naquilo. Belle e Evelyn trocavam informações sobre o estranho local e Daemon não prestou muita atenção até que a garota que os chamara em seus sonhos dirigia a palavra a ele.    

    - Nossa, quanta tristeza... - Comentava Daemon para a jovem dos cabelos loiros encaracolados. - Pega aqui uns feijãozinhos pra adoçar essa sua triste história... - Entregava em sua mão alguns feijãozinhos que sempre levava consigo em caso de emergências, exatamente como aquela. - Ah sim, uma lógica perfeita essa sua, caro senhor morte, da próxima vez talvez o senhor devesse pensar melhor antes de escolher crianças para limpar a sujeira, mas é só uma dica, você sabe... - Daemon o irônico voltava com tudo.

    Tocando o amuleto, sentia que o objeto reagia a ele, esquentando e dando sinais de que seu simbolo pulsava a espera da alma a aprisionar. "Calma, logo logo você vai se deliciar com a podridão da alma daquele maledetto!" - Pensou, com chamas ardentes em seu olhar.

    Belle escolhia a pedra da ressurreição enquanto Alanna acabava ficando com a capa da invisibilidade. - Alanna... - Disse para sua prima que estava perto de si. - Talvez você possa me levar até onde está Ewgol com a capa e aí eu uso o medalhão nele, o que acha?  - Então se virava para os outros e concluía. - Aí vocês talvez possam distrair os seus capangas... -  Então em um estalar de dedos, todos eles voltavam para o momento em que estavam sendo encurralados pelos seguidores de Ewgol. Aquela era a hora de agirem e de testarem seus novos "brinquedos".
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    Mensagem por Bravos em Qua Maio 15, 2019 6:46 pm

    O toque na varinha o fez sentir a magia fluindo do objeto para ele. Segurar aquela relíquia era incrível. Verdadeiramente incrível. Daemon já combinava com Alanna um meio de sorrateiramente eles se aproximarem do vilão. Clément ia perguntar como eles sairiam do círculo de fogo, mas, de repente, eles já estavam de volta à ele.

    Apertou com força a varinha e travou os dentes. Era hora de ver o que aquela varinha poderia fazer. - Deixa comigo... - Começou apontando-a para o inimigo mais próximo dele e de seus amigos. -Rochus! - Iria derrubá-los um por um.
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    CAPÍTULO TRÊS - A profecia das Treze Cartas - Página 6 Empty Re: CAPÍTULO TRÊS - A profecia das Treze Cartas

    Mensagem por shamps Ontem à(s) 5:16 pm




    A cada malcriação de seu primo, a pequena Alanna só podia lhe dar cutucões e pedir que se comportasse. Como ele era atrevido.

    - Daemon! Não fale assim... Daemon... Céus, Daemon... – era sua reação mais típica.

    Ela estava entristecida com a história de Evelyn, nem dando mais bola para o fato de ser uma herdeira mágica. Ter vivido aquele momento tão triste fez a ruiva engolir pesado, não conseguindo imaginar vivendo sem seus pais, sua irmã e agora seu primo, que voltava ao seu convívio.

    - Senhorita Evelyn, ignore meu primo Daemon, por favor. Ele está apenas nervoso com tudo isso – ela tentava abrandar a situação – a de convir que tudo isso é muito complicado para nós – nisso, a voz esganiçada da criatura tomava forma novamente e Alanna estremeceu, mas manteve-se firme em sua postura – o senhor é a Morte? Incrível – ela jamais imaginara estar diante de uma entidade como aquela e em um lugar místico para os bruxos. Aparentemente, o ser delegava uma missão para as crianças, algo pesado de fato, mas Alanna entendia que era preciso fazê-lo. Por isso, a Morte deixou as dádivas para os herdeiros e à Alanna coube a Capa da Invisibilidade, algo lendário e que ela deveria honrar.

    - Muito obrigada, senhor Morte! Espero fazer jus à sua escolha e ao meu sangue.

    A pequena garotinha ruiva pegou a capa e sentiu a frieza de seu tecido, lembrando um pouco água, sim, ela tinha a sensação de estar colocando sua mão dentro de um balde com água, dada a fluidez e maciez do tecido místico com o qual a capa era feita. Ela conseguiu apenas exclamar um "uau" em tom baixo.
    Com toda aquela agitação, seu primo Daemon já expunha um plano mirabolante que preocupava Alanna: aparecer diante de Ewgol, com a capa, e usar o medalhão? Como isso poderia dar certo? Ela logo descobriria, pois assim que os três pegam os itens mágicos, imediatamente são transportados para o círculo de fogo feito por Ewgol e com seus capangas lhes apontando as varinhas, sedentos por ver seus sangues jovens escorrerem pela terra fria. Só deu tempo de Alanna jogar a capa sobre eles, sem nem conseguir respirar pelo susto, tempo suficiente para sumirem de vista e para Clement lançar um feitiço. Se era para eles sumirem de vista, como eles fariam isso com o garoto atirando para tudo quanto é lado? Os vilões saberiam para onde atirar.
    Alanna preferia ter aberto uma brecha no círculo de fogo e apenas fugir para ataca-los de longe, mas agora era tarde, e a ela só restava lançar feitiços também.

    - Inpulsa.





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