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    Forjando o Destino (Ka)

    Christiano Keller
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    Forjando o Destino (Ka) - Página 6 Empty Re: Forjando o Destino (Ka)

    Mensagem por Christiano Keller em Qua Mar 20, 2019 11:10 pm

    Ka,

           Um novo molde para o elmo seria interessante, talvez mais leve e mais resistente? Não sei se poderia conseguir algo assim. A sobra de molibdênio pode até ser uma boa, mas talvez deva comprar alguns pergaminhos na torre dos alquimistas antes. Avançar na profissão não significará que posso fazer apenas um trabalho de melhor qualidade, mas também combinar metais adequados para cada situação.

           Muito do culto em duas, não uma, mas duas línguas desconhecidas. Isso precisaria ser remediado de alguma forma, mas não sei como. A pergunta do sacerdote sobre o pós-morte me deixou pensando, nunca pensei nisso, sempre quiz ser imortal. Definitivamente não estava preparado para a morte e queria viver muito, viver plenamente e não apenas sobreviver como agora. Ao menos quando ele fala do equilíbrio e as ações, bem, acho que estava fazendo algumas boas ações até agora, não que meu lugar estivesse garantido, porém estava fazendo algo possivelmente certo.

           Imagino que Êlane talvez tivesse encontrado a família da criança ou se ela estava melhor. Vejo que está com outros sacerdotes da ICB e chego dando espaço para terminarem a conversa, mas também entro no campo de visão de Êlane. Talvez possa conversar com ele por alguns instantes, ver como ficou a situação da criança e quem sabe conseguir uma dica de como abençoar meu martelo. Vou deixar que ele fale primeiro pois assim não atrapalho a conversar com os outros sacerdotes. Seria Êlane um sacerdote também, bem seu cartão dizia outra coisa?
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    Mensagem por Leomar em Dom Mar 24, 2019 8:06 pm

    Êlane terminava de conversar com os sacerdotes, mas interrompe assim que percebe a aproximação lenta de Ka.

    - ...desagradável! Mas se forem só brechas, ainda fico satisfeito. Nosso problema maior é se portais maiores estiverem causando menores. Anesmá, Zans Ka!

    Anesmá era uma saudação comum no sul de Fajr-Regno, norte de Ajros e entre muitos marinheiros ou comerciantes em Akvlando, porém Ka não sabia o que significava "zans".

    - Anesmá, senhor Êlane.

    - Ora, não precisas usardes de tão severa formalidade, amigo.

    Êlane estava ao lado de dois sacerdotes, um deles é o mesmo que o recebeu semana passada. Ka se esforça um pouco para lembrar seu nome, acredita que era Daniaal, ou algo assim.

    - Anesmá, senhor Daniaal!

    - Anesmá, irmão.

    Pelo jeito eles tinham mesmo o hábito de chamar os outros de "irmão". Êlane comenta que a criança foi tratada, e estava fora de perigo. Ele a levou para um lugar que a criança diz que morava e ficou com algumas pessoas que dizia conhecer. Êlane comenta ainda que acreditava que não eram bem os pais da criança, mas se ela se sentia segura com eles, não podia fazer nada mais.

    Ele pergunta como Ka estava, e pede para tirar as manoplas, para analisar.

    - Parece que não terás complicações de maior vulto. Não mostras sinais de infecção... ou coisa pior... Como eu dissera: Se sua arma fosse benta, terias se saído muito bem contra aquelas bestas.

    Vocês comentam banalidades por um tempo. Nestas banalidades, Êlane comenta que as bestas que atacaram eram bestas infernais, e que eram mais inteligentes que as bestas do plano material, mas não muito, continuavam sendo bestas. Os demônios das névoas eram uma raça de demônios vampiros que podiam ter muitas formas, as que atacaram ontem eram das mais fracas.

    - Não causam elas muito dano físico, mas são capazes de sugar a energia das vítimas, afetando até seus espíritos, caso as vítimas sejam fracas.
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    Forjando o Destino (Ka) - Página 6 Empty Re: Forjando o Destino (Ka)

    Mensagem por Christiano Keller em Dom Mar 24, 2019 8:59 pm

    Ka,

           -- Elâne, tive uma ideia, mas perdoe-me se falarei alguma besteira. Direi o óbvio para trazer minha ideia a vista. Balanço as mãos num sinal de palmas pra cima como se estivesse expondo o óbvio mesmo. Como sabe minha arma não é benta, assim como muitas outras armas. Eu não sei como funcionam armas bentas, mas elas podem fazer uma diferença colocando mais gente de bem preparada contra o mal. Eu trabalho em uma forja, a qual prepara centenas de armas todos os meses. Penso eu, e talvez seja uma besteira, mas se eu souber fazer uma arma benta, poderia ajudar meus colegas na forja a produzir armas bentas e aos poucos haveriam várias outras pessoas preparadas para lutar contra, digamos o mal. Faço aquela cara de quem falou merda, sim agora que disse, parece bobagem. Se isso funcionasse haveria um processo de criação de um exército silencioso de pessoas preparadas para combater o mal. Completo: eu gostaria de ajudar e essa é a minha profissão. Porém se alguém tiver uma ideia melhor, eu gostaria de ajudar.

           Após comentar aquilo, sinto um calor no corpo, acho que é a pressão subindo ou a loucura entrando em minha mente. Acabei de me oferecer para lutar contra o exercito do mal, assim de graça. Tudo bem que parece a coisa certa a se fazer. Porém apenas parece a coisa certa a se fazer. Há várias formas de se tomar uma atitude, todas são válidas e também importantes. Desde ao plantar comida que servirá para alimentar o exercito, até limpar os banheiros que os soldados usam. No entanto eu tinha que me jogar assim tão fácil? Pelo menos disse que se soubesse fazer as armas bentas poderia espalhar armas pelo mundo, mas a parte de que "se alguém tiver uma ideia melhor, eu gostaria de ajudar" é de atrapalhar tudo.
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    Mensagem por Leomar em Seg Abr 01, 2019 2:57 am

    - Uma boa forjadura é o primeiro passo para uma arma benta, mas ainda é preciso pensar em quem abençoa a arma e a mão que a empunhará. Só assim teremos uma verdadeira arma contra forçar infernais. - Êlane percebe um leve ar de desânimo em Ka. - Mas a intenção é o primeiro passo para ação, embora, como vimos hoje, apenas a intenção não basta.

    É preciso alguns anos de treinamento para empunhar uma arma benta com perfeição, e para criar uma arma benta é preciso que o ferreiro conheça o sacerdote que a dotará de poder espiritual e vice-versa e infelizmente nesta ilha não temos nem sacerdotes nem ferreiros que conheçam as técnicas.


    (pausa)

    - Demandará tempo, meses até, para que consigamos trazer para cá alguém dotado com conhecimento e disposição para ensinar tais técnicas, mas tua disposição a ajudar não ficará sem eco.

    Verei o máximo de informação que posso arrecadar nesta terra esquecida pelos deuses, e do improvável, separarei o mais confiável possível. Prometo com isto colocar-lhe em contato com quem tiver as melhores técnicas aqui, enquanto não conseguimos alguém com as supremas técnicas de fora.


    Ka agradece a oportunidade, mesmo que perceba a grande limitação da ajuda que pode ter ali. Ainda que sua experiência com armas mágicas seja nula ou quase, talvez tento apenas a oportunidade de ter feito pequenos consertos, alguma teoria Ka sabia: quais metais são mais desejados por alguns magos, a importância de linhas-guia, que distribuem a energia do mago em partes específicas das armas, etc. Ele comenta um pouco sobre isto.

    - Apesar dos conhecimentos de armas mágicas serem positivos, as armas bentas não seguem exatamente as mesmas técnicas... Energia mágica e energia espiritual são energias de planos diferentes, ou pelo menos assim compreendem a maioria dos mestres.

    Reter a energia, como o ouro faz com o ar e o estanho faz com a água, é um ponto forte em armas mágicas e bentas, mas é preciso mais que isto: a leveza é fundamental, e...
    - Êlane faz uma pausa, como a pensar se deveria ou não falar mais, provavelmente um segredo importante. - Uma boa arma benta possui dentro dela um fragmento de uma relíquia, ainda que pequeno. Chamamos de arma Aunc.

    Um bom sacerdote pode até encantar um fragmento de metal, com energia próxima a uma relíquia, chamamos estas de Bezra. Quando feitas por sacerdotes e ferreiros responsáveis, quase não há diferença entre uma Bezra e uma Aunc.


    *Aunc e bezra são duas letras do alfabeto de idiomas como o Sella e o Palla, são como falar alfa e beta para nós. O aunc é usado como vários símbolos, como por exemplo, o símbolo do Yüksek Kan. Ka já sabia que o bronze (liga de cobre e estanho) era um metal importante para magos azuis, mas pega a dica que o estanho provavelmente é o mais importante.

    Êlane comenta que poderia acompanha-lo até sua forja, para talvez comentarem sobre uma ou duas observações. Ele não é artesão, portanto não poderia fazer mais que meras observações, mas sabendo o endereço da forja, caso encontre um artesão confiável, poderia lhe encaminhar. Caso Ka queira trocar uma ideia com um mestre mago ou sacerdote do templo, Êlane o espera, caso contrário podem ir já de imediato. Esperando ou não, isto não gasta muito tempo de ambos, então se quiser, pode colocar o diálogo com quem tiver interesse de falar no templo.

    A expressão de Êlane ao ver a forja não é de entusiasmo.

    - Bem... não é das maiores, mas procuramos fazer o melhor que podemos com o espaço que temos. - Comenta Ka.

    - Sim, sim... de fato já vi oficinas em bem pior estado que esta. Mas o espaço não é problema, e sim a arrumação e limpeza. Os mestres artesões que preparam as armas bentas são quase obsessivos com tais hábitos.

    Ser obsessivo numa forja deveria ser mesmo um trabalho hercúleo, pois o trabalho e o material que usavam era bruto. Lester até que era relativamente organizado, Ricardo também, Nester já nem tanto, e os outros esporádicos não tinham comprometimento em manter o lugar limpo. Rebarbas de materiais eram acumuladas nos cantos, o pó do carvão estava em todo lugar, até nas casas vizinhas, e embora a maioria das ferramentas eram bem guardadas para evitar "sumiços", muitas se espalhavam durante os serviços.

    Independente do quanto de informação que troquem, o encontro com Êlane não deve se estender até a hora do almoço, portanto ainda tem muitas horas do dia para resolver outras coisas, como a entrega da armadura.
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    Mensagem por Christiano Keller em Seg Abr 01, 2019 11:55 am

    Ka,

           -- Êlane, muito obrigado pela oportunidade e pelas informações. Sei que tenho um grande caminho a trilhar. Suspiro. Porém a jornada somos nós que escolhemos. Vou tenar fazer o possível para ajudar os outros e se precisar de ajuda, sabe onde me encontrar. Retornarei ao trabalho. Me despeço de Êlane e vou falar com os ferreiros.

           -- Lester e Nester, tudo bem? Tentei um novo cliente, vai que cola né? Ainda não sou amigo de Êlane, então não posso dizer algo assim. Ele foi um cara legal que ajudou na hora que deu merda e eu estou disposto a ajudá-lo, então uma mão lava a outra. Sendo um pouco orgulhoso demais seria um homem honrado ajudando o outro. Estou cheio de perguntas, mas não é um interrogatório. Dou risada. Como posso ajudar? Ricardo deu notícias? Vamos entregar a armadura? Vamos comer uma carne de costela depois que recebermos? Começo a ajudar com as tarefas que estão aparentes e são óbvias para somente após eles comentarem com posso ajudar, fazer o detalhe. Já quase me esquecendo, anoto as informações sobre benção, estanho e tudo o mais relevante. Preciso organizar uma forma de livro de anotações para o serviço na forja, como a folha do Liônio.

           Será que teria tempo para passar na casa de Jussara e comprar alguns chás? Fico pensando em como atender o destino que está sendo traçado para mim. Preciso me dedicar nas minhas habilidades na forja, passarei a fazer uma prece da ICB para tentar abençoar a água, meu martelo, o material e o fogo. Não sei se vai funcionar, Êlane me desencorajou, mas a fé é que vale e se puder ajudar alguém no processo, por que não tentar?
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    Mensagem por Leomar em Qua Abr 03, 2019 12:09 am

    -- Êlane, muito obrigado pela oportunidade e pelas informações. Sei que tenho um grande caminho a trilhar. Suspiro. Porém a jornada somos nós que escolhemos. Vou tenar fazer o possível para ajudar os outros e se precisar de ajuda, sabe onde me encontrar. Retornarei ao trabalho.

    - Tu também tens meu endereço, caso precise. Até mais, Zans Ka. Entrarei em contato quando contactar mestres artesões. Que a Virgem de acompanhe!

    Ele se vira e rapidamente sai do campo de visão, silenciosamente. Muito rápido e silencioso para padrões humanos.

    -- Lester e Nester, tudo bem? Tentei um novo cliente, vai que cola né?

    - E o que ele gostaria que fizéssemos?

    - Ahm, é, bem... um novo tipo de arma... Digo, um conceito um pouco diferente, talvez mais leves ou com linhas-guia...

    - Armas para magos?

    Ka conversa desconversando (off: ou talvez não, ficou meio vago sua intenção, então deixo margem aberta) Lester arqueia as sobrancelhas, mas não faz perguntas adicionais.

    -Estou cheio de perguntas, mas não é um interrogatório. Dou risada. Como posso ajudar? Ricardo deu notícias? Vamos entregar a armadura? Vamos comer uma carne de costela depois que recebermos?

    - Ricardo daqui a pouco estará melhor que nós. Neste momento já deve estar vendo algum de seus contatos com a Cour des Miracles.

    "Vendo algum de seus contatos com a Cour des Miracles" podia significar quase qualquer coisa, desde uma rapidinha com alguma amante demônio, passando por todo tipo de trabalho obscuro, até combinar com algum figurão planos de proteção ou espionagem.

    - Podemos ir fazer a entrega. Vamos então levar até lá? Bom, pelo menos entregamos.

    Vocês embrulham a armadura em panos. Andar com isto na rua não era nenhum crime (ou pelo menos acham que não) mas deve chamar muita atenção. Chegando ao templo, têm que esperar algumas dezenas de minutos. Mesmo tendo feito a armadura leve para um cavalo, o peso extra faz o braço de Ka doer. Por fim Ĥarim chega.

    E observa cada módulo, começando com o de couro, depois as placas de metal e os ligamentos entre elas, além da sistemas de correia. Soca o acolchoado para ver a resistência, analisa tudo sem pressa. Ka como sempre estava meio ansioso, ele mesmo consegue ver uns quatro ou cinco pequenos erros enquanto Ĥarim analisa, mas não tem certeza se ele também percebeu.

    - Parece um bom trabalho... realmente conseguiram tirar bastante peso. Isto prejudicará a resistência? O couro parece bem duro... as costuras não estão exatamente uniformes, as de baixo parecem melhores que as de cima...

    Lester comenta:

    - Poderíamos ter reduzido ainda mais o peso, se tivéssemos mais tempo de testar mais materiais. Já o trabalho em couro foi feito por terceiro, Ka que tem instruções técnicas sobre isto, mas a qualidade é boa, qualquer artesão pode confirmar.

    Ele observa as peças ainda um pouco mais, depois de uns segundos, tenha Ka feito ou não mais alguma observação, ele pergunta:

    - E quanto ficará esta? E caso queira outras depois, quanto a mais de tempo e dinheiro precisarão?

    Ele espera a resposta. Contando tudo que ele adiantou de dinheiro e material, mais uns 300 kons seria um preço relativamente bem barato, 400Ж bem aceitável, 500Ж seria justo e relativamente provável que ele aceite, mas dependendo da capacidade de barganha pode até tentar um preço mais alto. A armadura completa, caso ele não tivesse adiantado nada e caso vocês já fossem ferreiros com fama (o que ainda não são) poderia chegar a 1000Ж-1200Ж.

    off: Você não tem a perícia Comércio, então se quiser jogar, pode rolar com alvo-2 Comércio rola contra Percepção para análise e contra Q.I. para barganha. Análise é mais para quando quiser comprar algo, mas pode jogar análise para ressaltar DETALHES positivos do produto, fazendo o comprador se interessar, e não achar tão caro. Pode até jogar os dois, apenas deixando claro qual rolagem é contra Percepção e qual é contra Q.I. Em caso de erro Ĥarim pode querer barganhar para menos, mas é pouco provável que desista da negociação (a não ser que tire dois 20 como a Lalalady fez, aí ele pode desistir por completo).

    Lembrando que o que cobrar, terá que pagar o coureiro e os outros três ferreiros também, e que ainda não devolveu todo metal restante (um pouco de prata e também de molibdênio), caso não devolva, este metal a mais entra como "extra" para vocês, caso devolva isto pode demonstrar boa fé, embora não garanta que deixará Ĥarim mais mole na barganha.

    Caso a barganha se resolva logo, ele falará para levarem até o estábulo, que ele testaria na mesma hora. Todos os cavalos são de ótima qualidade (e ainda tinha a outra égua negra de outra demônio por lá) mas ele tinha duas opções mais óbvias para testar: uma égua amarela baixa, mas de patas musculosas e um garanhão negro com uma macha no ventre, que parecia mais fraco, mas mais veloz. Faz alguma sugestão?

    Quanto Jussara, vai sim dar tempo de ir na casa dela, até com sobra, mas vou deixar fechar esta parte primeiro, depois narro com ela.
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    Mensagem por Christiano Keller em Qua Abr 03, 2019 10:09 am

    Ka,

    Ao esperar por Ĥarim fico pensando nas armas bentas. Se pudéssemos espalhar armas bentas pela cidade as pessoas teriam uma chance melhor contra aquelas criaturas. Se pudesse produzir armas para os membros da igreja, teríamos um grupo de clientes interessantes. Eu teria uma arma melhor também, mas acho que isso ficará pra depois.

    -- Senhor Ĥarim utilizamos uma boa liga para manter uma boa resistência, a costura do couro vai resistir apenas a velocidade de uma é diferente da outra e ficamos preocupados com o prazo. Se tivermos mais tempo ou até uma encomenda regular, podemos colocar mais gente em cada parte e fazer melhor. Quanto a esta, mais uns 500Ж me parece justo e o senhor poderia fazer novas encomendas. Sobrou um pouco de material também, então com mais tempo podemos acertar melhor as quantidades. Pequena pausa. Se quiser, podemos fazer experiências com os alquimistas para tentar algo inovador, mas ai precisaríamos investir algum dinheiro a fundo de pesquisa e não seria mais algo conhecido, certo. Bato na armadura para reforçar a resistência. Vamos colocar num cavalo para ver como ficou? O senhor tem um garanhão negro com uma mancha no ventre que parece mais veloz, mas de patas mais finas. Creio que seria um bom exemplo do extremo pois me parece que ele não aguentaria uma armadura comum.

    Pensando nos valores, tinha a impressão que havia dado algum dinheiro para o coureiro, mas não todo. Talvez uns 50 kons dos 200 kons esperados. Ainda assim sobram entre 350 e 300 para dividir entre 4. Porém com novos serviços e talvez algumas dezenas de armaduras poderíamos fazer algum nome. Espero que eles fiquem felizes.
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    Mensagem por Leomar em Sex Abr 05, 2019 9:56 pm

    Ka diz o preço, garantindo que se um cavalo fosse atingido por flechas, ele ia querer estar usando uma armadura daquelas, que eram praticamente duas armaduras em uma, já que tanto o trabalho em couro como o em metal foram feitos com carinho, etc. (se quiser implementar o discurso pode).

    Ĥarin conta 21 moedas, cada 1ЖЖ (ouro) vale 25Ж, talvez um pouquinho a mais se Ka soubesse onde trocar, pois Ĥarin usava moedas de Fajr-Regno, que alguns consideravam de maior valor que de outros continentes. Ele aceitou fácil e Ka fica com a impressão de que se tivesse negociado mais, ele estaria disposto a pagar mais.

    - Da próxima vez vou TENTAR dar mais tempo a vocês. Mas vamos testar.

    O garanhão de Ĥarin chamava-se Tormento, e não foi muito fácil prepará-lo. Ele quase acerta um coice em Lester, ficava se mexendo e sacudindo o lombo enquanto vocês arrumam a armadura em cima dele, demoram quase uma eternidade para arrumar todas as fivelas, até Ĥarin perde a paciência.

    - Quieto Tormento!

    Ele obedece um pouco o dono, embora não fique totalmente quieto. Depois de preparado, relincha várias vezes e sacode a cabeça e o rabo. Ka pensa que, se valasse equino, ele devia estar dizendo que odiou a armadura e falando coisas nada educadas sobre sua mãe.

    - Não ficou nada discreta!

    Um cavalo negro com uma armadura brilhante não tinha mesmo nada de discreto, pelo contrário, parecia bem imponente.

    - Talvez depois tenha que pensar em algo mais escuro para você. Mas pare de reclamar, vamos testar isto.

    Ĥarim dá alguns comandos para Tormento já fora do estábulo, o cavalo então dispara pela rua, virando a esquina; Ĥarin espera um pouco e logo Tormento volta pelo outro lado. Mesmo se só tivesse dada a volta no quarteirão, o que é provável, o animal corria como louco, era mesmo um garanhão impressionante.

    - Ele não gostou de sua armadura, mas tenho outros cavalos. O trabalho foi aceitável, talvez combine mais com meus baios, mas me procurem novamente daqui uns dias.
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    Mensagem por Christiano Keller em Sab Abr 06, 2019 4:52 pm

    Ka,

           -- Mestre Ĥarin, é uma armadura imponente para um homem imponente como o senhor, porém podemos passar tintas de outras cores conforme o local em que pretenda usar a armadura. Preto é bom para ações noturnas, mas terrível para o Sol do deserto ao redor, já a cor da areia é boa para o deserto e o verde para a floresta. Basta expressar sua a vontade que a faremos meu senhor. Faço uma reverência. Muito obrigado pela oportunidade meu senhor Ĥarin.

           Uma vez dispensados, mas ainda nas dependências da Torre onde fica Ĥarin, digo aos colegas: Vamos dividir isso? Faço as contas com eles para deixar clara a divisão igual, mas que pagaria o coureiro e sugiro que podem pegar uma moeda a mais para comprarem algo para nossa celebração e metade do dinheiro de Ricardo. Então pego 10 moedas e vocês 11. Sendo 4 moedas do coureiro, 4 minhas e 2 da metade do Ricardo, vocês pegam 4 de cada um, sendo 8 e 2 da metade do Ricardo mais 1 para comprarem algumas coisas para nossa celebração, se sobrar um troco que tal dar para sua ajudante? Que tal assim?
           Se estiverem de acordo, comento também: Vou pagar o coureiro e uma conta, encontro vocês na forja ou em outro lugar? Independente de onde, fica combinado o ponto de encontro com eles. Escondo o dinheiro, o meu dinheiro no corpo do lado interno e o do coureiro dentro da luva esquerda, ou também onde não cai se o lugar ficar ruim.

           A ideia agora é pagar o homem do couro, avisar que talvez conseguisse mais encomendas já que o comprador pediu alguns dias, mas sempre poderia ser lorota. Depois de pagar o coureiro iria comprar chá com Jussara para então ir ao encontro de Nester e Lester, talvez até Ricardo estaria lá.

    OFF:

    Quando quiser juntar as histórias basta lançar o gancho. To achando que é o caso com o Êlane.
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    Mensagem por Leomar em Sab Abr 06, 2019 10:59 pm

    -- Mestre Ĥarin, é uma armadura imponente para um homem imponente...Muito obrigado pela oportunidade meu senhor Ĥarin.

    - Anote as sugestões que tiver para a próxima vez que lhe procurar, quero o melhor para meus cavalos.

    Vamos dividir isso?

    - É... 100 kons por uma semana de trabalho até não é ruim. Mas poderíamos ter conseguido mais, ou pelo menos ter ficado com o metal que sobrou, já que usamos o tal liônio e economizamos no molibdênio. Vamos ver se cobramos mais nas próximas.

    para comprarem algumas coisas para nossa celebração, se sobrar um troco que tal dar para sua ajudante?

    - É, dá para comprar carne e cerveja por dois dias, e ainda se dermos sorte, ainda pegar umas frutas. Alguém conhece um contato quente no porto? - Quando Ka fala da ajudante, Lester faz cara de "quinta série". - Ma'bah! Porque pensou na Naari assim? Interessou nela heim!

    A caminho da oficina de Yasfen, Ka passa por dois corpos nas ruas, uma característica desagradável da cidade. Os artesões trocam algumas ideias, com Ka contando como foi a negociação, Yasfen pergunta se o cliente fez observações específicas sobre o acolchoado, Ka comenta que não e o coureiro diz que Ka não era tão bom comerciante como era ferreiro.

    - Seja como for, se da próxima vez fizer sua parte na mesma qualidade ou mais leve, eu também posso cortar mais um ou dois quilos da minha parte. E vou ter que trocar estas moedas de Fajr-Regno por moedas ocidentais. Mesmo valendo mais, nesta parte da cidade é ruim de trocar, da próxima vez pague em prata ou moedas de Akvlando, você está mais perto do porto que eu.

    Na volta, dois soldados armados estavam a cavalo observando a rua, e resolvem parar Ka. Os dois estavam de armadura, um deles com elmo fechado que não dava nem pra ver sua cara, o outro estava sem elmo, pois tinha uma besta na mão, que parecia até já engatilhada, embora o soldado não tivesse mirando. Tinham uniforme e a flâmula verde-louro, o que em 80% dos casos poderia significar alguém do Yüksek Kan. O uniforme padrão do Kan era verde-vivo e azul, mas tinham também destacamentos que usavam verde e amarelo ou verde e branco, e também um uniforme de guerra verde-musgo, com ou sem padrões de manchas. O de elmo que fala, enquanto o outro fica livre caso resolva mirar a besta:

    - Ei você! Você não faz parte desta parte da cidade. Trabalha para qual clã?

    Haviam dezenas de clãs, tribos, irmandades, guildas e similares em Dafodil. Embora tivessem um número relativo de civis independentes (e por sinal Ka ainda era um), a maioria das pessoas (excluindo mendigos) trabalhavam para pelo menos um deles. A armadura pesada de Ka pode fazer parecer ainda mais improvável ser civil independente, por outro lado, se um militar não fosse estúpido demais, perceberia que ela é pesada demais para um guerreiro; Mas não dá para saber de primeira olhada se eles seriam ou não militares estúpidos.

    off:
    Estou mesmo querendo juntar as histórias em breve, mas acho que vai ser através do Nergal, que já se encontrou com Jussara, mas se ele não cooperar, posso fazer Tirel encontrar Êlane e depois vc entra. Mas talvez eu tenha que te enrolar um pouco até eles chegarem onde quero.
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    Mensagem por Christiano Keller em Dom Abr 07, 2019 12:55 am

    Ka,

           Ao perceber o comentário de Lester sobre Naari, apenas digo a real: Se ela trabalhou, merece ser paga. Todos precisamos comer. Se bem que eu pegaria se ela desse mole. Quando ele pede um contato no porto, lembro do filho da Jussara: Sei de um jovem rapaz que faz alguns serviços esporádicos no porto. Ele é filho de uma conhecida, que por sinal vende ótimos chás. Passo os dados de contato de Jussara e do filho, mas digo que: Ele está mais como a Naari está para um ferreiro do que ele está para algum mercador do porto. Então não é um contato "quente", é apenas uma pessoa.

           Agora quando os guardas perguntam pra qual clã trabalho, ai complica. Nesta parte da cidade seria melhor falar que trabalho para o coureiro e não sei muito bem estes detalhes.
           -- Senhor, sou apenas um executor de serviços manuais, trabalho para o coureiro da aquela rua fazendo peças de metal, por isso a roupa pesada para o calor do fogo. Creio que ele trabalha para o Yüksek Kan, mas sou apenas um servo que não sabe nada. Creio que podem ver um pouco de medo em minha face, dois soldados armados e eu apenas um bobão que mal sabe usar o martelo para defesa pessoal estou ali. Angelina e Jara me protejam pois se quiserem me roubar a treta vai rolar, tenho grandes chances de morrer. Por quase a mesma coisa não dei conta de 1 cara quando estava com Ricardo, agora são 2.
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    Mensagem por Leomar em Dom Abr 14, 2019 7:50 pm

    off: editei a parte do Kan, pois em Dafodil nem o mais ingênuo dos moradores falaria "Yüksek alguma coisa", seria mais fácil falar "um Kan", supondo que possa haver outros grupos com título "kan", embora quando digam "O" Kan todos sabem que estão falando do Yüksek.

    Ka defende Naari de forma clara e objetiva, ainda assim Lester faz uma série de insinuações maliciosas, nada muito adulto. Ao falar do filho da conhecida, Lester diz que não importa se não for um verdadeiro comerciante do porto.

    - Até um macaco treinado, se trabalhar no porto, sabe aproveitar a oportunidade quando há qualquer navio com carga de frutas. Faz tempo que não sinto o sabor de uma boa manga ou abacaxi. Desde que este filho da sua amiga não seja um daqueles canalhas gananciosos, ele deve servir.

    Ka termina de pagar Yasfen, e já tem problema com dois guardas. Sem elmo ele seria alvo fácil para a balestra.

    - Então é um ferreiro? E cadê seus documentos?

    Este era outro problema de Dafodil, soldados dos mais vários tipos podiam pedir documentos de quem desse na telha, mas nem todos tinham. Um homem sem documentos podia ser um escravo, ou estar sobre jugo de outra pessoa documentada (falando da população mais modesta, claro), nem todos tinham dinheiro, contatos ou mesmo saco para arrumar documentos, embora muitos homens livres acabam procurando arrumar para evitar problemas, e alguns mais espertos procuram ter mais de um tipo de documento, pois vai que o clã de quem pede não vai com a cara do clã do documento.

    - Sou um artesão pobre, e ainda não tive condições de fazer documentos próprios, pois ainda trabalho para outrem. - Isto era verdade.

    - E qual é o coureiro para o qual você trabalha?

    (R.Oc.)

    Se fosse sincero, Ka poderia ter indicado Tiberys, pois tecnicamente realmente trabalha para ele, isto porém poderia dar problema pois os documentos dele provavelmente eram da Cour des Miracles. Além disto, o soldado perguntara sobre o coureiro, já que era isto que Ka tinha dito antes, e sem tempo do cérebro pensar, Ka acaba falando "Yasfen". Isto também poderia trazer problemas, para ambos, caso fossem procurar e Yasfen desmentisse. Pela jeito do soldado, ele era um dos muitos que gostava de infernizar a vida de pessoas aleatórias na rua e esta era a função no momento.

    - Acho que sei qual é. Depois vejo isto. - pausa maquiavélica. - Mas já que é um ferreiro do Kan, quero que dê uma olhada nas ferraduras de meu cavalo. - Aquilo era desnecessário, certamente, mas era um jeito que o soldado arrumou de humilhar o zé-mané, na visão dele.

    Ka tenta argumentar que não estava com as ferramentas no momento, fora o martelo, mas o outro insiste que de uma olhada (o único lado bom, por enquanto é que eles parecem acreditar que é de fato um artesão).

    teste escreveu:Pode rolar 2D10 para perícia "Lidar com Animais", embora não tenha ela ainda, como o cavalo é treinado, a rolagem é fácil, e seu alvo será 15 (percepção+mod2)
    Até 5
    Spoiler:
    Embora o soldado "discretamente" instigue o animal, o cavalo parece ir com sua cara, e só de tocar as patas ele já levanta, sem agressão, e se mostra dócil como se quisesse um carinho. Como era de imaginar, as ferraduras não apresentavam problema algum. O soldado da balestra chega a rir do outro com elmo:
    - Parece que seu cavalo gosta mais do estranho que de você. Quem não sabe cuidar acaba perdendo. Vale pra cavalos e... outras coisas...
    Sem ter mais o que fazer, o outro resmunga apenas. Apesar de não ter conseguido humilhar-te como queria, eles se mostram um pouco menos FDP:
    - Gostei de seu jeito com os animais. Irei recomendar ao meu tenente-capitão.

    6-13
    Spoiler:
    Apesar de treinado o cavalo, o soldado não dá os comandos e não facilita o trabalho de Ka, ainda assim nada que ele não esteja acostumado, e o soldado parece até um pouco desanimado por não ter conseguido humilhar o ferreiro.
    - As ferraduras estão em bom estado e bem colocadas, não precisa preocupar com elas agora.
    - Mm, parece que ele é mesmo um ferreiro razoável, agora vamos que vai começar chover.

    14-16
    Spoiler:
    O soldado "discretamente" instiga o animal, que não para quieto, dificultando o trabalho de Ka, que tem que tomar cuidado para não acabar levando um coice. Os soldados se mostram particularmente satisfeitos em causar este desconforto gratuito.
    - As ferraduras estão em bom estado e bem colocadas, não precisa preocupar com elas agora.
    - Não me parece muito competente, terei que relatar ao superiores e... droga, vai chover. Deu sorte por enquanto ferreiro, mas se descobrir que as ferraduras não estavam mesmo boas...

    17-18
    Spoiler:
    Para aumentar a humilhação, o soldado faz o animal não ajudar, o que deixa o cavalo até irritado. Ka tenta ver as ferraduras, mas o cavalo acerta seus braços com as patas. A armadura protege de dados maiores, mas fica dolorido.
    - Mas que bela porcaria de ferreiro que nem sabe verificar um cavalo!
    Os dois saem rindo.

    19-20
    Spoiler:
    Para aumentar a humilhação, o soldado faz o animal não ajudar, o que deixa o cavalo irritado e ele acaba acertando um coice no peito de Ka. Sua armadura pesada protege de quebrar algo, mas é jogado pra trás, caindo em terra e com forte dor. Os soldados parece satisfeitos em ter humilhado ele, e vão embora rindo.

    Uma chuva fina começa querer cair, e tendo ou não conseguido verificar o cavalo, os dois soldados não parecem dispostos a esperar a chuva para azucrinar mais Ka, e se afastam. Ka pode pensar nos inconvenientes depois. Apesar de chateado, Ka ainda pretendia passar na casa de Jussara, e aperta o passo enquanto a garoa aparece.

    Ela estava com cliente em casa, e Ka se assusta ao ver que o cliente tinha grandes asas negras.

    Forjando o Destino (Ka) - Página 6 Snow_q10

    Numa cidade controlada por demônios, anjos são praticamente lendas. É bem provável que Ka nunca tenha visto outro de perto, pois ou eles não aparecem na cidade por não serem bem-vindos, ou simplesmente não se interessam mesmo pela cidade.

    Off: pode continuar respondendo no mesmo tópico dos outros, "Dia de Treino".
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    Mensagem por Christiano Keller em Dom Abr 14, 2019 10:05 pm

    Ka,

    Por sorte o cavalo não apresentou problemas e os guardas se foram.
    Sigo para o dia de treino.
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