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    Forjando o Destino (Ka)

    Leomar
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    Mensagem por Leomar em Ter Jan 15, 2019 9:49 pm

    Off: para não nos perder muito na cronologia: a conversa com Jussara foi no segundo dia, com Ĥarin no terceiro. Este terceiro dia correrá levemente tranquilo, pelo menos com Lester e Nester, eles conseguem deixar mais duas porções prontas sem problemas, agora tem o bastante para 40% do total, 1 porções mais ou menos e três boas. Ricardo ainda está mantendo o bom-humor, o que é meio raro, e ele consegue derreter e refazer a primeira liga com os três metais a segunda vez, fazendo uma segunda melhoria.

    Infelizmente, por uma série de fatores químicos, como a liga estava sendo refeita, ela continua sem dar homogenia perfeita e vocês dão aquela porção como material perdido. Este segundo melhoramento mostra que é possível conseguir uma liga tão resistente como a Cr-Mo e ainda mais leve, MAS ainda não pegaram o ponto, e terão de descobrir. Ele portanto ainda não pode fazer uma placa com ela, mas fica claro que, se acharem um bom ponto, ela teria peso menor e resistência parecida com as que já tem.

    Opções: 1) abandonar provisoriamente: pode tentar retomar depois se aparecer algo novo, como falar com algum outro ferreiro em outro lugar, um alquimista ou encontrar alguma matéria prima diferente num mercado negro, ou mudar o design do projeto, ou conseguir algo para economizar tempo ou qualquer outra "coisa" diferente. Neste caso será bom dar alguma outra coisa para Ricardo fazer, ele pode começar ficar de mau-humor.

    2) deixar ele insistir sozinho. Ĥarin deu 8 porções de metal e ficou de arrumar mais 2 até o fim da semana, até o momento usaram 4 e perderam 1, tem mais 3 para experimentarem nos próximos dois dias. Rola 1D12, se der menos de 9 rola novamente com -1.

    3) tentar conseguir um bom ponto de liga com ele, com isto o alvo de vocês fica 14 rolando 2D10, mas se der mais de 14, vocês perdem duas porções de metal.

    No dia, depois de falar com Ĥarin, vai preferir falar com quem primeiro: o dono da forja ou o Yasfen?

    on:

    Ka mostra os desenhos para Ĥarin, ele achou bem feito, faz algumas perguntas, mas nada grave:

    - Tem certeza que com placas assim, ela não ficará pesada?

    - Para um cavalo não, ficaria se fosse uma armadura de aço, mas a liga de cromo-molibdênio consegue ser mais leve, por ser mais resistente.

    - Estas contas no desenho, já são finais?

    - As medidas creio que sim, com as medidas padrões que tenho de cavalos. Mas se quiser posso refazer com algum de seus garanhões? Já as de peso são QUASE finais, pois as peças podem dar algumas diferenças aqui e ali...

    - Pode procurar nossos tratadores quando quiser, o estábulo fica na rua de trás do templo, falarei para darem acesso a vocês. E doze mais sete não dá vinte. - Diz reparando um dos erros de Lester no desenho.

    Quando Ka fala que dependerá também do coureiro, principalmente no que diz a tempo, Ĥarin não fica muito satisfeito.

    - Não seria mais prático apenas uma capa de couro para que o animal não se machucasse?

    - Não se quisermos proteger de flechas, seria quase uma segunda armadura, uma em baixo da outra. E o conforto também seria indescritivelmente maior com acolchoamento.

    Ele coça a barbixa.

    - É, está certo. Faça com acolchoamento então. Tem certeza que este coureiro é bom?
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    Forjando o Destino (Ka) - Página 3 Empty Re: Forjando o Destino (Ka)

    Mensagem por Christiano Keller em Qua Jan 16, 2019 1:15 am

    Ka,

           A conversa com Ĥarin foi proveitosa, o erro de Lester foi um detalhe chato, mas na velocidade que estamos eu compreendo no entanto, creio que o chefe não ficou contente. Essa pressão de trabalhar com a corte está terrível. Agora preciso passar na rua de trás para pegar as medidas de alguns dos cavalos para adequar ao desenho. Imagino que pode ser algo simples e fácil pois faz parte da profissão.
           Uma vez com as medidas atualizadas, confiro os valores para ver se não há nenhum outro erro grosseiro como o que Ĥarin identificou ou linha sem medir. O desafio agora será conversar com Yasfen por mensageiro. Enviarei uma cópia do desenho para ele assim que passar os valores na cópia que está na forja. Quando retornar à forja compartilharei as medidas dos animais com os ferreiros e farei cópias. Pelo menos 1 para Yasfen, 1 pra segurança e 1 para uso.
           
           Ao chegar até a forja penso: será que o dono da forja está aqui hoje? Preciso evitar comentários sobre este projeto. Observo se há alguma movimentação como se o dono estivesse lá. Busco por Ricardo para trabalhar com ele no metal. Faço as cópias e chamo por um mensageiro para levar uma mensagem para Yasfen.
           Enquanto trabalhamos, comento baixinho só pra ele ouvir:
           --Estive pensando em um nome, que tal RLN? Ou armadura RLN? Assim o nome do melhor ferreiro fica na frente.
           Espero que o ego dele fique tão cheio quanto o fole que usamos para soprar o fogo. Então adiciono baixinho também só pra ele ouvir:
           --Parece que o dono da forja virá até aqui hoje, seria melhor manter segredo deste projeto para poder usar seu nome nele, concorda? Assim quem ninguém pega o trabalho de ninguém. Se ele passar aqui vou distraí-lo com um papo sobre água quente.
           Até penso no que vou falar para o dono da Forja: Presado senhor, tenho a mais alta estima por tudo o que tem feito por nós e por isso gostaria de propor uma ideia baseada em algo que temos de sobra e jogamos parte fora. É justamente com esta parte que jogamos fora que acho que podemos ganhar dinheiro quase sem custo adicional. Como sabe muito bem temos uma grande fonte de calor aqui, que após derreter o metal é expelido na forma de fumaça ou simplesmente dissipando o calor no ambiente. Aqui vem a minha ideia, podemos usar esse calor que jogamos fora para aquecer a água, teríamos água quente o ano todo usando o calor que jogamos fora. Essa água quente poderia ser usada de muitas formas, como lá nos "Licores de Luas" ou até para esquentar outros locais como casas das pessoas perto da Forja. Já pensou quantas pessoas não iriam querer morar aqui perto para ter calor em suas casas durante o frio? Já pensou em quanto pode faturar com algo que estamos jogando fora todos os dias? Que tal?        


           O trabalho no metal é importante mas manter o segredo do projeto parece mais. Agora pensando em segredos, escrevo uma mensagem para Yasfen conforme as instruções que ele passou, sem o desenho do símbolo da armadura e sem referências à Corte. Pago 3ki-kons, ou 50%(ou o valor adequado) a mais, para o mensageiro fazer a entrega destes documentos importantes. no texto da mensagem escrevo:
           Yasfen, seguem as medidas, espero que sejam do seu agrado. O K
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    Mensagem por Leomar em Sab Jan 19, 2019 12:13 am

    off:
    off: terminei o tópico com uma pergunta: "Tem certeza que este coureiro é bom?" devo deduzir que apenas evita falar muito sobre o coureiro? Sem problemas se for, só que dependendo da resposta eu ia colocar mais coisa. Até o momento seu orçamento ficou em 1000 kons (60% de 600) dos quais tem que aumentar a mão de obra e diminuir o metal que foi dado, ele por enquanto pagou 300 kons e vai pagar mais 200 quando tiver com metade do projeto pronto, Yasfen também vai querer um adiantamento dele. Pondo as contas aqui só para não ter que ficar garimpando elas mais tarde.

    Ka não entendia tanto de cavalos, mas mesmo um leigo percebia que os animais eram muito bem tratados. Haviam seis animais no estábulo.

    Quando ele chega, o tratador pergunta quem é, o que quer, etc. Ele chama outro para confirmar que você trabalha para Ĥarin.

    - É sim, pode deixar ele ficar de boa, Clau. O Ĥarin deu permissão para vir quantas vezes quiser.

    - Ok, então fica'vontade! Us bicho são manso, enquantu estão aqui. Os três cavalu de Ĥarin são estes, e... bom 'stes dois tamém pode'sê. Só não toque na Herdeira de Vedra. Ela não é dele.

    A Herdeira era uma égua negra do tipo que até um idiota perceberia como era especial. Era maior que os outros cinco. Seu pelo era tão negro, que uma ameixa-preta, do lado dela parecia uma ameixa-mulata. A musculatura e a crina da égua eram simplesmente perfeitas e era a única que não estava numa baia, mas ficava mais solta no estábulo. Ka percebe que ela nunca foi ferrada.

    - Nunca houve um ferreiro macho o bastante para propor à dona dela por-lhe ferraduras. - Comenta um dos tratadores com um tom misterioso. - Precisamos de permissão até para escová-la.

    Os outros animais eram: uma égua loira um tanto mais baixa que os demais, que parecia menos imponente, mas tinha boas patas. Um garanhão negro com uma macha branca no ventre que era o contrário, alto e pescoçudo, mas com patas finas. O terceiro animal de Ĥarin era um baio, que apesar de bonito, não parecia tão bom quanto os outros dois. Dos outros dois um também era baio e bem mais musculoso que os demais (só perdia pra Herdeira) e depois uma égua branca, magra mas que parecia uma corredora aerodinâmica.

    Ele confere as medidas, e elas não diferenciavam muito da média que já tinha feito, mas percebe que entre eles haviam umas diferenças de dois ou três centímetros, isto só seria problema se as medidas chegassem a 5cm, esta diferença aparecia entre a égua loira e o garanhão negro, mas regulando para o meio dos dois a armadura provavelmente serviria nos cinco sem problemas. Ele ajeita uma ou outra anotação com as novas medidas e se dá por satisfeito.

    Ka e Ricardo finalmente fazem uma barra descente de Cr-Mo-Al, ela fica mais leve que as outras, mas ainda tinha que passar no teste de resistência. E apesar de parecer melhor, os dois ainda não conseguem deixá-la "macia". Daria para ser moldada, mas aparentemente ainda não estava perfeita para as marteladas finais.

    Ricardo ainda não se dá por totalmente satisfeito:

    - Talvez com algo diferente, como ferro-fantasma ou lionio, cheguemos no ponto perfeito. Podemos pedir um adiantamento a mais para Ĥarin e arriscar no mercado negro. Ou quem sabe a própria Cour des Miracles arruma isto para nós! Talvez eu deva falar com eles.

    Ricardo gosta da ideia de batizar a armadura de RLN, apesar disto parece menos inchado do que Ka esperava. Ele vinha se comportando de forma anormal ultimamente, o que não era exatamente ruim, já que até então não causara problemas, e suas insistências acabaram se mostrando acertadas, embora se tivessem feito totalmente como ele queria, poderiam ter perdido mais material. Se continuasse assim por mais dois dias seria um feito e tanto.

    Tiberys, o dono da forja, ultimamente passava pouco por lá e não ficava muito tempo, desde que tudo estivesse correndo bem, e felizmente estava, graças às taxas de proteção pagas à Cour des Miracles, e normalmente era Ricardo quem negociava estas taxas (depois de pegar a parte de cada um de vocês, claro).

    Hoje era um dos dias de ver se Ricardo tinha tomado as providências, Os dois conversam, Tiberys dá uma fiscalizada da forja, vê as barras de Cr-Mo mas não parece achar nada muito diferente do normal (até porque só de olhar não eram tão diferentes de ligas mais ordinárias.

    Ka aproveita para passar suas ideias sobre transformar parte da forja em caldeiras para calefação ou quem sabe um tipo de sauna. O velho miserável a princípio não parece gostar da ideia, principalmente porque teria de gastar dinheiro antes de ganhá-lo de volta, coloca um punhado de obstáculos "Já não esquentamos água para a própria forja?", "Mas será que isto não faria ela perder mais calor do que o que está sobrando?", "Será que as pessoas pagariam muito para isto?", "Teríamos de comprar a casa do vizinho para ter espaço..."

    Apesar disto Ka busca convencê-lo pelo orgulho. O velho fica pensativo quando fala sobre o "Licores de Luas".

    - Acho que já ouvi falar. - obviamente só falar, devia ser um lugar bom demais para alguém do nível dele, ou de Ka. - Você foi lá?!?! Só ouviu falar? Mm, mas acha que saberia fazer um sistema parecido? Bom, TALVEZ possamos fazer uma pequena ampliação, experimental. Se não for tão promissora, ainda podemos usar a água em benefício próprio, afinal água fervida é água limpa, e isto pode vender...

    Ele sai sem demonstrar assim tanto ânimo, provavelmente só daria uma resposta daqui um mês. Ele provavelmente não esqueceria, pois gostava muito de ganhar dinheiro, mas também não apressaria, pois não gostava de gastar dinheiro.

    Ka manda uma mensagem para Yasfen, e ela manda uma resposta poucas horas depois. Os desenhos dele eram bem menos artísticos que de Lester, e a letra dele era uma desgraça, ele diz que havia três expectativas de peso do metal nas anotações e que ele poderia fazer moldes primários para cada uma delas, mas se VOCÊ garantisse o menor peso (ele parecia cético, mas se estivesse usando aço normal qualquer artesão ficaria) ELE também poderia garantir menor peso da parte dele.

    Ka percebe que não tinha pensado neste paradoxo. Ele pensava que, se fosse um coreiro, faria sua parte mais fina para compensar a parte mais grossa de um ferreiro, ou faria mais grossa se achasse que a parte do ferreiro não fosse barrar bem as flechas.

    Mas pensando bem, Yasfen tinha alguma lógica: menos peso no metal era menos desconforto para o cavalo, menos partes duras para serem amaciadas e portanto poderia usar uma sub-armadura de couro também mais leve. Mas teria de fazer de tudo para atingir a meta do peso. Teria de dar o braço a torcer para Ricardo e talvez repensar em uma ou duas ideias loucas de Lester.

    Yasfen faz mais algumas observações sobre a proteção das pernas, comenta que você esqueceu de colocar o suporte para sela de outros apetrechos (na verdade não foi esquecimento, caso a sela seja opcional no caso de um centauro) e outras coisinhas. Ele também pergunta se seu cliente aceita trabalho feito com couro de peixe-demônio.

    O peixe-demônio, apesar do nome, não era uma besta demoníaca, e seu couro era conhecido por ser duro, EXTREMAMENTE duro. Um cinto de peixe-demônio poderia passar de avô para pai e para neto e ainda estar resistente. Mas esteticamente era horrível, e também desconfortável, por isto era uso em cintos, braçadeiras ou até reforço de escudos, mas quase nunca em botas e luvas.

    Decifrar toda a mensagem dele cansa ou pouco a vista, Ka pensa em beber algo e ir dormir, mas quando ia fazer isto Tiberys reaparece na forja, com cara de quem comeu e não gostou e cuspindo marimbondo:

    - Arrogantes malditos! Eles vão me pagar por me tratarem assim! - Ka fica perdido sem entender, mas não interrompe. - Quer saber? Que se foda! Pois EU farei mesmo as piscinas de água quente na MINHA forja. Vou por a deles no chinelo. Quero ver o projeto que você pensou, MINHA forja será um sucesso. Ninguém humilha gratuitamente Tiberys Naudio!
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    Mensagem por Christiano Keller em Sab Jan 19, 2019 3:27 am

    Ka,

    OFF:

    Lembro que terminou com a pergunta sobre o coureiro, mas optei por não responder. Deveria ter escrito algo como: apenas balanço a cabeça confirmando.
    Vou dar seguimento na sequencia dos eventos.

           --Sr Naudio, farei os projetos, por favor me dê alguns dias pois preciso encontrar com uma pessoa para fazer as consultas. Não sei quanto custará a informação, mas talvez essa pessoa possa trabalhar para o Sr., mas preciso falar com a pessoa primeiro. Certamente será um sucesso como tudo aquilo que faz meu Sr. Posso aproveitar e pedir um pequeno conselho para terminar este serviço mais rápido e começar a trabalhar nos planos para o Sr.? Preciso fazer uma armadura leve para o cavalo de um arqueiro, usamos Cr-Mo e Al-Mo-Cr? Sugere algo diferente?Assim pode poupar-nos tempo e já posso fazer os desenhos iniciais.
           Não me importa mencionar as ligas agora, ele já quer a obra e assim vai avançar com ela rápido, por qualquer razão posso voltar a falar das piscinas e ele esquecerá um cliente qualquer pois a final ele é mais importante. Creio que ele nem conseguiu ver a porta ser aberta naquele lugar de tão chique. Espero que Jussara possa ser a chave para tal sucesso, se for o caso ela poderia até trabalhar para o Sr. Naudio e ter uma casa aquecida. Como era aquele mantra da ICB sobre ajudar as pessoas?
           Espero que a dica do dono da forja seja válida e consiga tirar um truque da manga com a fabricação da armadura. Ela já está custando muito caro.
           Penso um pouco nas coisas que estudei com a ICB na última semana mas que não tenho estudado por conta destas atividades. Sinto que preciso colocar tais ensinamentos em prática durante meu dia a dia para progredir na igreja e na magia. O desejo de tornar-me um grande mago inunda meus pensamentos antes de dormir.

            No dia seguinte preciso conversar com os rapazes. Passarei a sugestão do Sr. Naudio para eles, assim como a questão das medidas e sobre o orçamento apertado. Preciso ir até a Corte falar com eles sobre o couro pois surgiu um dilema entre resistência e conforto. Precisamos fazer um teste de resistência com a barra de Al-Mo-Cr que Ricardo e eu fizemos para então determinar se faremos mais. Retornarei mais tarde com informações e espero ver os resultados que chegaram para fazemos mais peças.

            Se tudo estiver bem com os rapazes seguirei apressado até o Templo para falar com o Sr. Ĥarin. Lá ao conseguir audiência comento sobre o dilema do couro:
            --Ĥarin meu senhor, preciso de sua orientação com um dilema de preferência pessoal sua. O couro que podemos usar pode ter características diferentes, como ser muito resistente e duro, mas não belo e não tão confortável. Surgiu a oportunidade de usar o couro de peixe que é duro e resistente, aumentando a proteção da armadura de maneira considerável, mas ele é feio e demora para laciar. Podemos usar um couro macio e belo, mas a proteção não seria tão eficaz.
            Aguardo os comentários dele já prevendo que talvez pergunte sobre o peixe demônio, mas confirmarei que o coureiro sabe o que faz muito bem. Também direi que:
            -- O mais importante em uma armadura é que ela faça seu trabalho que é proteger. Não serve pra nada uma armadura de batalha linda que não aguenta uma flecha.

            -- Ĥarin meu senhor, também quero informar sobre os custos atuais para não termos problemas de comunicação sobre isto, posso ou não é relevante? Se ele permitir informarei os valores do orçamento até agora, se não, balanço a cabeça e vou embora.

            Antes de sair tento lembrar do nome da dona da "Herdeira". Ela talvez precise ferrar aquela égua em algum momento, mas não sei se eu seria o mais indicado para tal obra. Poderia talvez indicar para alguém a situação, Ricardo talvez, no melhor dos casos ele ficará contente com a dica e no pior dos casos eu perderia um concorrente. Se algo desse errado poderia dizer que dei a dica, se não conseguia fazer o serviço que não fizesse. Se não lembrar do nome, passaria nos estábulos novamente e peguntaria o nome.

            Ao sair do templo procuro por Jussara. Se estiver em casa menciono:
            -- Olá Jussara, tudo bem com você? Estou cheio de serviço. Creio que consegui algo para ajudar-nos, o dono da Forja gostou da ideia de montar um lugar como "Licores de Luas" e ter casas aquecidas com a água. Será que pode trabalhar para ele neste projeto? Talvez conheça o local e poderia ajudar-nos a montar algo mais chique? Quanto quer para montar o projeto? Quanto seria se trabalhasse pra ele uma vez que comece a operação?
            Aguardo os comentários dela com um desejo de que corra tudo bem, mas sei que poderei ficar frustado se ela comentar que nunca esteve em um lugar assim. No entanto não posso fugir dos ensinamentos da ICB. Se ela concordar ofereço algum dinheiro meu para ela como adiantamento até conseguir a confirmação do Sr. Naudio.

            Ao chegar na forja preparo um recado para Yasfen, creio que será algo simples como: "Optamos por couro de peixe demônio. Ka". Chamarei o mensageiro como da última vez.

            Procuro por Ricardo, Lester e Nester para saber do progresso.
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    Mensagem por Leomar em Sab Jan 19, 2019 5:08 pm

    OFF:

    Lembro que terminou com a pergunta sobre o coureiro, mas optei por não responder. Deveria ter escrito algo como: apenas balanço a cabeça confirmando.
    Vou dar seguimento na sequencia dos eventos.

    Sem problemas, é só porque alguns jogadores numa situação desta iam se coçar para segurar a informação de que Yasfen trabalha para o Yüksek Kan, mas Ka não tem mesmo muito o tipo de que daria uma rata desta, mas eu deixei a sarna perto, para ver se queria coçar.

    Tiberys acha um pouco estranho quando fala sobre ligas de Al-Cr-Mo, armaduras para cavalos, etc. Mas como previsto, estava com o pensamento em fazer o upgrade do lugar e nem deu tanta importância (por enquanto) aos outros projetos de Ka. Ele dá várias dicas sobre ponto de fusão, tempero do metal, mas Ka percebe que eram dicas que se davam para aprendizes, e na verdade ele não fala nada além do que ele já sabe. Os "truques" que Tiberys podia ter eram exatamente os mesmos "truques" que Ricardo já sugeriu, e não precisavam de dois Ricardos ali.

    --Ĥarin meu senhor, preciso de sua orientação com um dilema de preferência pessoal sua. O couro que podemos usar pode ter características diferentes, como ser muito resistente e duro, mas não belo e não tão confortável. Surgiu a oportunidade de usar o couro de peixe que é duro e resistente, aumentando a proteção da armadura de maneira considerável, mas ele é feio e demora para laciar. Podemos usar um couro macio e belo, mas a proteção não seria tão eficaz.


    Ĥarin estava sério:

    - A armadura cumprirá a função?

    - Sim, sim...

    - A parte de metal não ficará por cima da parte de couro?

    - Sim, claro.

    - Então por que está me perguntando sobre o couro ficar bonito ou feio?

    O tom seco deixava claro que não estava mais afim de discutir meros detalhes. Ka entende o recado e mentalmente anota que seria saudável não voltar ali nos próximos dois ou três dias, a menos que tivesse algo muito importante a acrescentar. Ka comenta sobre os custos, Ĥarin pergunta se ele já calculou a mão de obra, como ele ainda estava com cálculos de materiais, também fica claro que era para falar disto só depois que tivesse fechado todas as contas.

    Apesar disto, Ĥarin mede um pouco de prata pura desta vez, ao invés de moedas, e adianta mais 100 kons para Ka, que com os 300 já pagos ficava agora com 400 e teria de se virar com isto pelos próximos dias. Como última demonstração de boa vontade, Ĥarin também lhe dá mas uma moeda de kon de ouro fajrense (vale 25 kons de prata) para mandar para o coureiro adiantar o processo. Esta moeda extra não entraria no preço final, e não fora algo tão generoso como já tinha sido antes. Seria bastante para alegrar Yasfen? Talvez fosse para sugerir um ajudante extra, pois não era muito dinheiro para um bom mestre artesão, mas para um aprendiz 1ЖЖ dava para jantar por uma semana.

    Spoiler:
    Não entendi bem se você sugeriu que ele ia perguntar a Ĥarin sobre o nome da dona da Herdeira de Vedra, ou se teria comentado antes ou depois no estábulo, mas como Ĥarin não está muito para conversa, vamos supor que, enquanto ainda estava medindo os cavalos, algumas banalidades foram faladas com os tratadores, e na curiosidade você já tinha perguntado o nome da dona.

    O tratador diz que ela se chama Desdêmona, mas não dá muitas informações. Se alguém quisesse encontrá-la, teria que pedir às altas castas da Corte. Embora ele não fale muito, ele dá aquela "risadinha com os olhos" que implicitamente diz que ele duvida que você seja bom o bastante para chegar até Desdêmona.

    Ao passar pela rua de Jussara, Ka se depara com Kandel vindo na outra direção. Quando este vê o ferreiro, olha para trás, em direção a sua casa, deduzindo a intenção do outro. Ele fecha a cara e resmunga algo que provavelmente não é um cumprimento. Embora Jussara não tenha especificamente dito que Kandel era seu filho, isto era 80% certo, e ele não parece gostar de você perto da mãe dele. Mas ele continua andando.

    Jussara estava na porta de casa, arrumando alguns fardos na bolsa de outra mulher, ela dá um "oi", mas estava fazendo contas com os dedos, cinco mãos depois ela diz:

    - Vinte e três então, certo?

    - E os dois pacotes de chocolate de sete ki-kons.

    Jussara levanta as mãos novamente, Ka comenta:

    - Duas vezes 7 são 14 ou 3,5Ж, se a conta anterior estava em prata, são 26,5Ж, se era em bronze são 37K ou 9Ж1K.

    As duas olham para Ka surpresas, então dão uma risadinha:

    - Olha, que homem inteligente! - Diz a cliente. Ela separa um punhado de moedas. - Sete... oito... então fico devendo 1Ж1K, se um ovo custa uma moeda de cobre, quanto dá isto em ovos?

    Ka percebe que foi pra ele a pergunta e responde sem dificuldade: - Cinco ki-kons vezes dois, dez ovos.

    - Como lhe dei uma dúzia, então agora você que me deve dois, ou 1K.

    - Melhor pagar agora, não tenho onde anotar!

    Depois os dois começam a conversar, Jussara fica feliz com a conquista do amigo. Ela propõe um chá especial para comemorarem.

    R.Oc.

    Novamente ela mistura a infusão com os próprios dedos, aquecendo a bebida com sua magia. Ka sente descer pela garganta e esquentar o corpo todo. Não tinha álcool, mas a sensação era como tomar um copo de conhaque sem gelo. Já o gosto era levemente azedo, um pouco forte, a primeira impressão era estranha, mas depois que a língua acostumava, até não era ruim.

    Mesmo sem falar em dinheiro, Jussara diz que esteve no Licores de Luas uma única vez, a muito, muito tempo, e se põe a explicar como era. Ela não sabe escrever, mas tinha uma memória muito boa. Com um pedaço de carvão e uma tábua improvisada, Ka se põe a dar forma ao que ela fala, ele tinha também que deduzir medidas, mas o tempo passa e ele acaba tendo uma ideia muito boa de como era lá dentro.

    Forjando o Destino (Ka) - Página 3 Licores-de-Luas

    Não daria para fazer algo exatamente igual na forja, mas Jussara fora bem detalhista, e Ka percebe que ele demoraria muito tempo para perceber algumas coisas que ela passou em horas. Já com o rascunho que era praticamente um esquema completo em mãos, Ka percebe como estava suando:

    - Acho que estou com febre!

    Jussara põe a mão na testa dele: - Não, é apenas a orquídea de fogo. Ela deixa o corpo quente mesmo, dizem que é ótima para melhorar a mana vermelha do corpo. - Ele leva a mão dele até a testa dela, e Jussara estava igualmente quente, parecendo febril. - Pessoas como eu reagem mais à orquídea de fogo.

    Ka comenta que queria pagar as informações, mas Jussara diz que não precisava pagar só por ter descrito o lugar, comenta só que não recusaria se, depois de pronta, ela pudesse ser a primeira a experimentar as termas.

    Quando volta para "casa", Nester tinha saído para beber algo, como era previsto que faria mais cedo ou mais tarde. E Ricardo estava decidido a ver uns contatos e fazer algumas compras, e por isto pede 4ЖЖ (cada ЖЖ [ouro] vale 25Ж [prata]) do dinheiro de Ĥarin.

    Por "pede" isto significa que ele "pega" a menos que Ka proíba.
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    Mensagem por Christiano Keller em Sab Jan 19, 2019 10:11 pm

    Ka,

    Antes de sair da casa de Jussara pergunto:
    -- Acho que seu filho não gosta de me ver por aqui. Com o que ele trabalha?
    Talvez possa conseguir um emprego regular pra ele do que os bicos no cais.

    Ao chegar e ver que Nester e Ricardo estariam ausentes, passo o dinheiro para Ricardo e anoto o nome de "Desdemona, cavalo sem ferrar" para referências futuras. Verifico se alguém na forja sabe onde está o Sr Naudio, gostaria de conversar com ele, entretanto não comento o tema nem que espero mostrar o desenho dos "Licores de Luas" compartilhado por Jussara. Se encontrar com ele comentarei:
    -- Sr Naudio, consegui um rascunho de como é o lugar que querermos colocar no chinelo. Gostaria de sua opinião sobre o tamanho para poder dimensionar a água pra cada local. Minha ideia é usar o calor da forja que vai para a chaminé, ainda tem muito calor saindo por ali. Portanto se colocarmos algumas câmaras de água com espirais na chaminé, o calor esquentaria a água e teríamos água quente sem aumentar o consumo de material na forja. Já no lugar haveriam outras opções que o Sr. poderia colocar como serviços de chá, massagem, correio e muitos outros. Se achar que será algo muito chato, pode alugar o espaço para algum empreendedor local e ainda ter acesso livre.

    Se não encontrar com Sr Naudio, ou após encontrar com ele, vou até a loja de Yasfen e de uma maneira discreta entregarei a moeda de ouro pra ele enquanto confirmo que poderá usar o couro do peixe. Se houverem outros clientes esperarei minha vez, colocarei a moeda em minha mão e direi como um recado:
    --Olá Sr. Yasfen, trouxe um recado sobre a encomenda de couro. Coloco minhas mãos sobre o balcão. O Sr. pode utilizar o peixe como solicitado. Veja Sr., caiu essa moeda de suas mãos. Tiro minha mão de cima da moeda quando falo que ele a deixou cair.

    Ao acabar com os serviços de rua, retorno para a forja para trabalhar na armadura. Não procurei Lester para evitar falar sobre Nester, mas se o encontrar focarei na construção da armadura. Durante o trabalho, no ritmo necessário e adequado penso em muitas coisas mas hoje ao ficar do lado de fora faz com que perceba que está ficando cada vez mais frio. Preciso pensar em algo para o inverno, será que poderia melhorar minha armadura com alguma coisa ou até conseguir um agasalho? Nos outros anos quando estava frio ficava dentro da forja onde era quente, mas se precisar sair e andar por ai como tem acontecido, vou precisar de algo adequado. Então uma onda de sentimentos relacionados a responsabilidade e necessidade de sobreviver se passam pela minha mente. Preciso que estes planos avancem para ter uma grana boa do Ĥarin e um dinheiro recorrente do Naudio. Como se o martelo batesse na bigorna e do fundo subisse uma energia nova agora vem uma onda de desejo por sucesso, por alcançar tais objetivos, talvez ganância. Cada martelada parece uma moeda, cade vez mais perto de completar o serviço e de ser pago. Foco no trabalho com este sentimento ganancioso até terminar as atividades do dia e um pouco mais.
    Antes de dormir fico pensando se poderia fazer algo sobre minha armadura, uma roupa adicional ou algo parecido, talvez o chá de Jussara, mas caio no sono pensando nas possibilidades e nela (Jussara).
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    Mensagem por Leomar em Qua Jan 23, 2019 10:06 pm

    Ka escreveu:-- Acho que seu filho não gosta de me ver por aqui. Com o que ele trabalha?

    - Ah! Kandel é um bom rapaz. Mas sabe como são estes garotos da idade de vocês, querendo ser protetores. Ele trabalha no cais, tem amigos em vários barcos, então sempre tem o que fazer por lá.

    Pelo que dá para resumir, ele realmente devia viver de bicos. Com sorte (e até parece que ele tinha) um rapaz podia ganhar o bastante para si no porto, mas era pouco provável que conseguisse mais do que isto. Como outras opções eram mais difíceis, muitos se acostumavam. Quando não se tinha vocação para carreiro de assassino, o "menino de recados" ia virando o "rapaz da carga" até um dia virar um marinheiro e ser levado pelo mar.

    Naudio já tinha ido embora, mas era um homem de hábitos, fácil de achar. Desta vez nem foi preciso muito esforço, ele ainda estava remoendo o orgulho ferido na casa dele.

    Quando ele vê que Ka tem uma planta do Licores de Luas os olhinhos do velho até brilham, ele agora parecia decidido a competir com eles. Mas Tiberys era empolgado demais com algumas coisas e obtuso com outras. Ele queria fazer algo do mesmo tamanho, mas vocês tinham pouco mais de metade do perímetro, e portanto uns 3/5 da área. Ka sugere apenas banhos quentes e mornos, enquanto o velho queria as quatro piscina como na planta. Ka pensa que, talvez com algo menor seja possível por três, mas quatro seria quase impossível. Além disto Tiberys tinha pensamentos pobres, quando Ka falava de serviços de chá, ele pensava em cachaça e conhaque (isto pq vinho e cerveja não ficariam bons vendidos quente), quando Ka fala de massagens, ele pensava em meretrizes, quando falava de correio ele pensava em espiões.

    Ka, tentando trazer a realidade para ele, comenta que é melhor começar com algo menor e, depois que começarem lucrar com o lugar, tentar fazer algo mais tipo Licores de Luas. Tiberys diz que talvez a Corte dos Milagres pode ajudar com um financiamento, e que pediria a Ricardo para falar com eles. Ka sente um leve cheiro de problema no ar.

    Na oficina de Yasfen tinha algum movimento, mas ele o recebe numa sala reservada, os ajudantes poderiam cuidar da oficina enquanto conversavam. Ele pega a moeda com a sugestão de contratar um ajudante a mais para a empreitada.

    - Uma moeda de Fajr-Regno?

    - Tem tanto ouro como as de Gaja e Akvlando, ainda algumas gramas a mais!

    - Eu sei. Bom, vou usá-la para um ajudante, mas minha parte prefiro em prata ou moedas akvlandanas, tem lugares que só aceitam delas e não gosto de ficar trocando. Ou só derreta um pouco as faces delas da próxima vez. Pra você deve ser fácil.

    Ele mostra alguns de seus produtos de montaria mostrando o esquema de como seria o acolchoado final. Ele tinha um conjunto final feito com couro de peixe-demônio que praticamente dispensa uma armadura adicional. Ainda bem que Ĥarin não tinha procurado Yasfen antes. Yasfen demonstra usando um arco contra uma sela já pronta, atirando três flechas. Só uma penetra a peça, e com pouca profundidade. Ele pergunta se Ka quer experimentar, Ka prefere usar o próprio martelo, o acolchoado deforma como esperado, mas o couro não cede e quase nem marca.

    Só o peso que parecia maior do que o esperado. Yasfen mostra outro esquema mais fino e leve.

    - Pretendo entregar assim, tem a metade da absorvição de impacto que o que mostrei antes, ainda assim já terá uma proteção satisfatória sozinha em combates de curto tempo, e como minha armadura só precisará absorver uma flecha se ela passar pela sua primeiro, então creio que lhe atenderá de sobra. Mas tem que me garantir que a sua parte não passará de X quilos. Quanto menos peso conseguir me oferecer, menos eu consigo lhe oferecer.

    Mais uma vez era fundamental conseguir continuar fazendo a liga mais leve. Yasfen já tinha as peças cortadas para as duas situações, era só passar a parte da grana dele que ele começaria costurar.

    Vou ampliar um pouco o cenário já que falou do inverno.

    Akaŝa tem duas estrelas principais: Hélius Flava é amarela e maior, Hélius Blua azul e menor, Dafodil fica na parte norte do planeta, portanto vocês estão entrando na Primavera. No esquema vocês estariam entre 3 e 4, porém mais perto de 4.

    Forjando o Destino (Ka) - Página 3 400?cb=20110917102355&path-prefix=pt-br

    Em Dafodil o tempo é sempre ruim e frio, mesmo estando do lado de um deserto e mesmo no verão. Muitos acreditam que "parte" disto se deve a uma névoa que sempre cobre parte da cidade na maior parte do dia. Apesar disto, as noites mais frias são obviamente no inverno. Vocês acabaram de sair do inverno, então as noites ainda estão bem frias, mas a tendência será melhorar um pouco.

    Vocês ficarão mais perto de Hélius Flava, portanto os dias ficarão mais quentes, mas as noites não terão Hélius Blua para iluminar, portanto ficarão mais escuras e, embora não sejam mais frias que no inverno, a DIFERENÇA de temperatura entre dia e noite será maior.

    Como ferreiro fixo de Tiberys, você obviamente prefere passar a maioria das noites na forja, não apenas pra não gastar com diárias, mas pelo calor. E muitos dos que trabalham lá, mesmo não sendo fixos, costumam fazer o mesmo. Assim nas noites de inverno a forja pode ter dez, treze pessoas se amontoando entre o chão e ferramentas (e também é raríssimo não ter ninguém como aquela primeira vez que entrou antes da encomenda). Muitos preferem um chão desconfortável, mas quente, do que uma cama fria.

    Mas a MINORIA das pessoas que trabalham lá são realmente fixas, alguns como o Ricardo, que tem certa habilidade, mas não tem grana para ter a própria forja, apenas alugam o espaço quando precisam (ou quando tem um projeto como o de vocês).

    Há também um grupo de novatos que está sempre mudando: São jovens que pedem e até imploram para que ferreiros mais velhos os treinem. Muitos não resistem muito tempo, outros juntam algumas moedas e procuram outras aventuras e alguns outros se tornam ferreiros independentes, como Ricardo que podem alugar a forja de Tiberys ou alguma outra.

    O ambiente é bem masculino, só duas mulheres trabalharam na forja de Tiberys, uma morreu há dois anos, outra é Naari, uma aprendiz de Lester, que queria mesmo era ser joalheira, mas o mais perto disto é a forja. Ela porém só dorme na forja quando tem algum outro ferreiro que ela confia e que esteja sóbrio. Costuma fazer trabalhos menores.

    Além de Tiberys, só Lester, Ricardo e mais um ferreiro têm as chaves da forja. Como tem muita gente entrando e saindo, o ambiente é bem vigiado, ainda assim a maioria fica sempre com as ferramentas próprias bem perto de si ou trancadas. Se alguém roubar algo de outra pessoa da forja dentro da própria forja, se sair vivo da briga, além de ter que devolver o produto do roubo, é expulso e ainda ganha fama que pode chegar a outras forjas.

    Mais um dia termina. Você se sente confortável perto da fornalha (tanto para trabalhar durante o dia, como na hora de dormir), alguns dias eram melhores, e hoje parece que foi um destes dias bons, onde o calor não parecia excessivo. No dia seguinte, Nester já estava de volta e felizmente não tinha bebido muito na noite anterior, portanto estava pronto para trabalhar um pouco mais.

    Ricardo aparece com algumas rochas, diz que é uma aquisição feita com o dinheiro que pegou. Seriam minério de lionio.

    O lionio era um minério bem raro, vindo de algum confim de Ajros. Era quase desconhecido, mas haviam muitas lendas sobre ele. Ainda que nem todas fossem verdadeiras, muitos ferreiros que estavam acima da média (e não haviam muitos assim na cidade toda) sonhavam com trabalhar este lionio para ver o que ele podia fazer.

    A primeira coisa que Ka e Nester percebem é que Ricardo pagou muito por pouco minério, aquilo não parecia algo muito prudente já que não sabiam tudo sobre o minério. Se não fosse tão fenomenal, poderia significar 100 kons jogados fora.

    Lester pesa, e a densidade era menor que ferro, TALVEZ menor que o cromo, mas não parecia MUITO menor que este. Era esbranquiçado como prata mas com um pequeno toque de verde bem claro mesmo.

    Ka já tinha ouvido falar que o lionio é difícil de purificar e como era caro, dificilmente seria usado numa barra pura, portanto tinha que fazer liga com outros metais, mas quais?




    Você pode ver quantos de vocês e quem ficará trabalhando este lionio. Nester, por estar mais acostumado a purificar metal, tem vitalidade 12, a sua é 11, de Lester e Ricardo 10. Se forem mexer no minério "na raça", faça um teste com 2d10 para purificá-lo. Se for tentar purificar e já testar liga de uma vez, faça um teste com 2d10 para vitalidade e um com 1d12 para sorte, falando qual ou quais metais quer arriscar junto.

    Se quiser tentar descobrir algo sobre o minério primeiro, tenha em mente que ele é muito raro e poucas pessoas saberiam dar informações precisas. PROVAVELMENTE você vai ter que fazer um teste de Q.I. (2d10) e dizer onde ou com quem procuraria estas informações. Tenha em mente que Dafodil é uma cidade grande e certamente alguém tem qualquer informação que precise, mas como a maioria das pessoas está abaixo da média, esta informação tem que ser garimpada. Você pode designar outros para te ajudar procurar isto.

    Vocês podem começar fazer os moldes de gesso ou barro que servirão para os moldes definitivos. Lester pode fazer isto a mão mesmo, mas ele provavelmente vai falar que seria melhor usar um cavalo real para os primeiros moldes. Como não é algo que incomode muito, perto da forja mesmo pode achar alguém que deixe tirar estes moldes sem qualquer problema, mas podem ir ao estábulo do Ĥarin fazer os moldes com um dos cavalos dele. Qualquer um de vocês quatro pode fazer este serviço, pois é muito fácil. Até a aprendiz do Lester pode ir fazer isto. Só não pode ir se ou quem ficará trabalhando com o lionio ou que estejam em busca de informações.

    Este próximo dia é um dos que você acha melhor não preturbar Ĥarin sem um motivo mais forte que o normal, e bom evitar Tiberys também ou ele pode te envolver nos seus delírios do projeto dele. Sendo assim, a menos que a empreita com o linio gaste muitos esforços, sobrará um tempinho para fazer algo não relacionado à armadura.
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    Mensagem por Christiano Keller em Qui Jan 24, 2019 1:04 am

    Ka,

    Ao acordar os pensamentos do dia anterior ainda estavam rodando pela minha mente. Yasfen pegou uma parte do dinheiro e começou a trabalhar no couro. Jussara chamou-me de menino, talvez seja jovem demais pra ela. Mas quem será Naari, uma assistente de Lester que nunca notei? Será que não a notei pois é muito discreta e está apenas aprendendo?

    Hoje é dia de evitar Tiberys e Ĥarin. Para as atividades do dia a dia precisamos de informações sobre o Lionio que Ricardo trouxe. Portanto vou perguntar primeiro para Ricardo se ele também conseguiu a receita sobre o uso do metal. Se ele não souber, preciso ir até onde ele comprou para consultar com os mineradores/vendedores mais informações sobre o metal. Talvez até buscar por um cliente regular deles que possa informar sobre o tratamento que precisa ser dado ao metal.
    -- Ricardo, que belo material, mas quais são as instruções de uso dele? Será que devemos falar com alguém que está acostumado com pontos críticos e criação de ligas?

    Como penso que vou passar um tempo longe da forja buscando informações com o Ricardo, pergunto se Lester ou Nester podem fazer os moldes com os cavalos de Ĥarin.
    -- Que tal usarem os cavalos de Ĥarin para os moldes? Eu tirei as medidas, mas acho que precisam mais do que isso.


    OFF:

    Vou um pouco mais devagar com este dia. Em blocos de tempo menores.
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    Mensagem por Leomar em Ter Fev 05, 2019 11:37 am

    -- Ricardo, que belo material, mas quais são as instruções de uso dele? Será que devemos falar com alguém que está acostumado com pontos críticos e criação de ligas?

    - Ora, é só fazer nosso trabalho! A gente derrete, testa a dureza, depois mistura.

    - Mas se soubéssemos mais, podíamos ser mais prudentes, afinal a generosidade de Ĥarin não vai durar para sempre, até agora ele não reclamou de nada sobre o progresso, mas não podemos gastar à rodo...

    - Ah, você com esta desculpa de "prudência"! Está com medo de ousar mais! Se dependêssemos de você não teríamos nem conseguido a liga mais leve com alumínio. A Corte tem bastante dinheiro, pelo menos os seus líderes, vamos aproveitar esta galinha de ovos de ouro...

    Estava mesmo demorando para Ricardo ativar seu "modo babaca", e como ele realmente tinha dado sorte na hora de fazer uma liga-leve, ele dificilmente vai se mostrar colaborativo enquanto não tiver uma oportunidade de se mostrar mais. Os dois começam um bate-boca, Ka querendo ser sensato, Ricardo querendo ser o oposto de sensato. Talvez Ka deveria te-lo deixado se virar sozinho como antes, mas seu "sexto sentido" avisava que algo ruim podia sair daquilo. Depois de uma perda de tempo considerável, Ricardo concorda em mostrar onde comprou a minério de liônio, mas diz que seria a última vez que perderia tempo com "pouca coisa", também diz que, caso precisassem negociar ainda mais uma vez com Ĥarin, ele iria fazer as vezes, já que Ka era "mole demais". Talvez, se tivessem uma boa sorte pra frente, outra renegociação nem seria necessário, ou quem sabe Ricardo passasse pelo "modo babaca" rápido. Improvável, mas queiram as deusas!

    O mercado negro (um deles, pelo menos) ficava na parte montanhosa fora da cidade. Um lugar de reuniões de guildas e confrarias de péssimas reputações, um lugar evitado por qualquer pessoa de bom senso.

    Uma série de pessoas com lenços xadrez em preto e amarelo no pescoço ou cintura abordam Ricardo, as cores serviam para identificar as gangues, tinha uns com preto e azul, verde e rosa, amarelo e cinza... Ricardo passa uma senha para entrar, sabe-se lá com que contato conseguiu esta senha. Vocês entram em uma caverna, iluminada com lâmpadas a óleo escuro. No fundo havia toda uma estrutura (até bem feita para padrões de Dafodil) com tablados, bancas, lojas...

    Todos em volta usavam armas, provavelmente até os morcegos estariam armados. Um bando de gente mau-encarada, onde se via na cara deles que eram bandidos ou coisa pior. Ricardo chega na banca onde comprou o minério supostamente raro.

    - Problema seu se comprou algo que não sabe usar, perdedores! - O tipinho tinha um cheiro azedo, dentes amarelados, barba de uma semana, pele que não era branca nem negra, cicatriz no rosto, feio de doer. - Se quiser saber algo tem que dar algo em troca, comprar a informação ou comprar alguma outra coisa.

    KA: - Sou pobre e estou precisando da informação para fazer um reparo. Talvez possa ajudar com algum trabalho que precisem: afiar armas ou algum concerto...

    Eles debocham de Ka:

    - Tá pensando que o pessoal aqui não sabe amolar as próprias armas? Além do mais, pobres aqui somos todos. Quem tem de rico em Dafodil? Só as pessoas para quem trabalham. Se eles querem algo bom, então mandem pagar o que vale! Ninguém sai daqui sem deixar um agrado... Esta sua armadura parece bem boa...

    Ricardo tenta negociar: - Olha, estamos trabalhando para La Cour des Miracles, se eles ficarem satisfeitos, pode ser que encomendem muito mais liônio no futuro, podem ganhar um cliente fixo.

    - La Cour des Miracles não manda nada aqui fora. E nossos clientes fixos não são do tipo que compram uma coisa só. Nada garante que teremos mais liônio "no futuro". Ninguém vem aqui e sai sem deixar um "faz-me rir".




    Eles não estão afim de facilitar para vocês e já começam sacar as armas. É bem provável que o combate seja inevitável, e se mais gente juntar ali, estão perdidos.

    Você pode atacar primeiro, neste caso posso dar um mod +1 só pra não morrer muito rápido (rola 2d10)

    Ou pode assumir postura defensiva, pode com isto rezar para conseguir alguma ajuda mágica, rola 2d10 para defesa e mais 3d12, sendo que o primeiro d12 é fogo, segundo terra, terceiro ar, tem que tirar 11 ou 12 em pelo menos um (o primeiro pode ser 10)

    É pouco provável que eles ainda aceitem negociar sem lutar, mas pode tentar comércio, cujo modificador é mais fácil, ou psicologia, que é bem difícil.
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    Mensagem por Christiano Keller em Ter Fev 05, 2019 4:25 pm

    Chris Ka,

           Ao ver o lugar em que Ricardo me leva vou ficando inquieto, são bandidos, não fornecedores. Só falta esse idiota querer um acordo recorrente com eles. Ainda mais vir aqui e sair sem pagar nada vai dar merda. Pior seria se eles não comprarem a ideia de que somos pobres. Esse Ricardo é um filho da puta, sabia que daria merda, mas morrer por ele? Estou queimando de raiva e agora só resta lutar. Assumo uma postura defensiva e rezo.
    Defesa:

    Defesa
    Christiano Keller efetuou 2 lançamento(s) de dados Forjando o Destino (Ka) - Página 3 D10 (d10.) :
    7 , 7
    Mágica 3d12, tem que tirar 11 ou 12 em pelo menos 1, o primeiro pode ser 10.
    Christiano Keller efetuou 3 lançamento(s) de dados Forjando o Destino (Ka) - Página 3 D12 (d12.) :
    3 , 9 , 5
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    Mensagem por Leomar em Sex Fev 08, 2019 9:51 pm

    A partir do momento que os "mercadores" sacam as armas, Ka levanta seu martelo para se proteger, e Ricardo também saca um par de khopesh.

    Forjando o Destino (Ka) - Página 3 Maxresdefault

    Eles ainda esperam uns segundo para ver se os dois iam implorar, mas não tendo resultado partem para o ataque.

    Ka tenta se proteger com o martelo, mas é meio lento, o oponente o acerta no peito, porém não é muito eficaz, e por sorte Ka estava de armadura e não leva muito dano.

    Já ricardo consegue atingir seu oponente, como estava sem armadura e era mais rápido ele se desvia dos outros:

    - Melhor darmos o fora!

    Para ele era fácil, já que não estava com o peso da armadura, de qualquer forma Ka concorda que ficar ali não seria boa ideia.

    Rolagens:
    Pode tentar um ataque, 2d10 -1 para ajudar, ou pode jogar só destreza para ver se consegue correr. Caso queira continuar na defensiva pode jogar como da última vez: 2d10 e 3d12
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    Mensagem por Christiano Keller em Sab Fev 09, 2019 3:39 pm

    Chris Ka,

    -- Vamos embora, eles são muitos e não temos nada.
    Não dá tempo pra pensar direito em um ataque, em quantos são, apenas correr, correr rápido e pra longe daquele lugar. Ainda bem que vivo com aquela armadura e estou acostumado com o peso dela. Sinto que a sorte não está do meu lado.
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    Mensagem por Leomar em Dom Fev 10, 2019 8:37 am

    Ka corre alguns metros, mas acaba derrubado por um adversário. Aquilo iria doer mais tarde, quando o sangue esfriasse.

    A maioria ali só olhava, pareciam até se divertir daquele tipo de briga. Algo como quando dois grupos caçam briga numa taverna e outros ficam torcendo como se fosse um show.

    Ricardo demonstra habilidade com suas espadas (talvez por isto tivesse aquela confiança que o deixava meio babaca), com um golpe consegue desarmar um inimigo e ainda arranca-lhe o polegar que segurava a arma, fazendo-o gritar de dor.

    Porém quando isto ocorre, outros dois brutamontes, que estavam vigiando quem entrava, entram na disputa:

    - Vocês conhecem a regra do mercado negro!

    - Pensei que vocês gostavam de vender, mas parece que me enganei. Poderíamos ter feito bons acordos com la Cour des Miracles, mas como não quiseram, melhor só nos deixar ir.

    - Não vamos o dedinho de meu amigo passar batido.

    - Ele mereceu. Não estou procurando tirar outros pedaços, mas se for preciso...




    off:
    No teste oculto tirou 12, mas nos de magia, nem jogando três dados precisando acertar só um o Ka acerta. Vai ter que continuar a disputa no braço. A boa notícia é que, como Ricardo tirou um crítico, ele ganha vantagem no próximo ataque, provavelmente seja mesmo bom espadachim. Com a conversa deles deu tempo de você levantar do chão. Pode atacar primeiro, sem iniciativa (pois já teria ganho a iniciativa na R.Oc. que eu fiz). Se você ou o Ricardo conseguirem derrubar outro inimigo rápido, talvez eles deixem ir, mas terão feito no mínimo um inimigo pro futuro.
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    Mensagem por Christiano Keller em Dom Fev 10, 2019 5:37 pm

    Ka,

    Preciso sair, então ataco o cara que está nos ameaçando. Ao balançar o martelo imagino que estou na forja fazendo uma peça, um alvo na roupa dele que sei como bater.
    No entanto algo dentro de mim diz que vai dar merda. O sentimento de frustração já estava grande quando Ricardo pegou este metal, aumentou quando viemos pra vá, agora após levar um golpe, ser derrubado e ainda assim... está fervilhando. Talvez deva pensar em alguma oração da ICB para centrar meu ser?
    Lembro do meu pai, "foco, martele... pá, foco, martele... pá, vamos, foco". Por uma fração de segundo a imagem passou em minha mente, parecia que tinha ficado com ele durante todo o tempo que trabalhamos naquela peça quando eu era pequeno. Preciso de foco, sim, preciso de foco.
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    Mensagem por Leomar em Dom Fev 10, 2019 6:17 pm

    Ka tenta um golpe, mas erra. O outro oponente não era muito rápido, e aparentemente não muito esperto. Ao invés de tentar um contra-golpe, ele tenta segurar a cabeça de Ka, porém acaba arrancando seu elmo.

    Ricardo Acerta um inimigo, e ainda consegue arranhar o que investia contra Ka, ganhando meio metro de vantagem para o colega de forja.

    off:
    Você sente o tranco no pescoço, até o momento nenhum de seus danos diminui sua capacidade motora (eles vão doer depois). Como está difícil contar com os dados, se abrir mão do elmo lhe dou um mod (ainda pensando qual) na próxima rolagem, caso contrário segue o combate. Por enquanto Ricardo tá se garantindo, nada mais justo, já que metade da merda é culpa dele.

    obs.: Às vezes combates aqui são cansativos, se quiser podemos combinar terminar no Discord, Face ou Zapzap
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    Mensagem por Christiano Keller em Dom Fev 10, 2019 7:19 pm

    Ka,

    Perdi o elmo, ele me paga! Sem o elmo para tapar a visão e com o medo de receber um ferimento mortal, grito:
    -- Jjjjjaaaarrraaaa! Não sei de onde veio o grito pela deusa.
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    Mensagem por Leomar em Qua Fev 13, 2019 8:35 am

    (R. Bênção: 10, passa)

    O clima estava tenso. Eles continuavam bloqueando a saída, Ricardo se virava bem nas khopesh, já Ka não conseguia acertar ninguém.

    Num momento de desespero ele grita, e leva as mãos até o rosto. Recebe mais um golpe, aparado pela grossa armadura.

    Quando o oponente se prepara para outro golpe, Ka segura a marreta com a mão direita, tentando mantê-la numa altura que proteja o rosto, e tenta pensar na energia fluindo para a esquerda.

    Por quê? Provavelmente nem ele saberia dizer. Num gesto instintivo, ele lembra de Jussara apanhando de outras duas mulheres, como ela, aproxima a mão do rosto do oponente.

    Ka sente seu braço molhado, não apenas suor, mas como se estivesse levado um balde de água. Aquilo escorre para seu punho e em coisa de um segundo, uma pequena bolha de água se forma no rosto do oponente.

    Pego de surpresa ele engasga e se afasta. É a distração perfeita para Ka ganhar alguns metros. O oponente tosse, não iria ficar incapacitado por muito tempo, mas a surpresa foi o maior fator.

    Nem Ricardo, que estava ao lado mas concentrado em seus próprios adversários, viu o que aconteceu ali. Haviam outros bandidos na área, mas eles não demonstravam solidariedade com os atingidos (talvez alguns até esperavam que pudessem se dar mal para surrupiar-lhes). Com isto vocês saem da caverna onde estavam. Ainda estavam na região dos ladrões, faltavam algumas centenas de metros para voltarem para o portão da cidade.

    - Mas que Inferno! Que idiotas cretinos de merda! - Amaldiçoava Ricardo. - Agora vamos perder um nicho para compras raro! Você também, tinha que insistir em voltar aqui pedir instruções como se fôssemos amadores?

    O pessoal que estava dentro da caverna provavelmente não os perseguirão por muito tempo, pois deixarem o posto deles desprotegido seria mais perigoso que deixarem vocês ir, pois podem caça-los depois, mas vocês ainda estão em área perigosa. E o elmo ficou mesmo para trás.
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    Mensagem por Christiano Keller em Qua Fev 13, 2019 9:38 am

    Ka,

    -- Ricardo, podia ter avisado que tinha comprado de bandidos e não de mercadores. Esses caras roubam de pessoas da Corte. Agora sobre as instruções, se soubéssemos usar o material não teríamos que fazer perguntas. O que faremos agora? Olho para trás para ver se estamos sendo seguidos. Consegue manter este ritmo? Precisamos chegar num local seguro para recuperar o fôlego.
    Agora tinha problemas pra resolver: o material que Ricardo comprou, precisava de um capacete novo para trabalhar, a armadura do cavalo ou centauro, a planta das termas, o treinamento e possivelmente inimigos.
    No entanto tudo isso é irrelevante agora, preciso ficar vivo para poder resolver estes problemas. Penso na luta, não acertei ninguém, tenho usado alvos parados o tempo todo e nenhum que fique em movimento... mas o que foi aquilo com a minha mão? Como foi que fiz aquilo? Senti meu braço molhado, encharcado de água e uma pequena bolha se formou no rosto do adversário. Será que conseguiria fazer novamente?
    Os portões, já posso vê-los, estamos quase em melhores condições de segurança.
    -- Ricardo, acha que aqueles homens sabem que trabalhamos naquela forja? Surgiu um receio de retaliação. A sensação de segurança agora se torna uma leve preocupação. Talvez além de um novo elmo precisaria alterar minha armadura para parecer outra pessoa.
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    Mensagem por Leomar em Qua Fev 13, 2019 10:52 am

    Teste para mais perseguição, to com preguiça de ir no outro tópico, vai aqui mesmo, respondo depois em seguida
    Leomar efetuou 1 lançamento(s) de dados Forjando o Destino (Ka) - Página 3 D12 (d12.) :
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    Mensagem por Leomar em Qua Fev 13, 2019 11:11 am

    -- Ricardo, podia ter avisado que tinha comprado de bandidos e não de mercadores. Esses caras roubam de pessoas da Corte. Agora sobre as instruções, se soubéssemos usar o material não teríamos que fazer perguntas. O que faremos agora? Olho para trás para ver se estamos sendo seguidos. Consegue manter este ritmo? Precisamos chegar num local seguro para recuperar o fôlego.

    - Ah, não me venha com sermão, em Dafodil não existem mercadores muito honestos. O mercado negro é apenas mais especializado. E é claro que eu consigo continuar.

    -- Ricardo, acha que aqueles homens sabem que trabalhamos naquela forja? Surgiu um receio de retaliação.

    - Como se fosse difícil para eles descobrir algo assim. Vou ter que falar com meus contatos na Corte. Droga, isto vai sair mais caro do que ter simplesmente pago a informação ou simplesmente termos nos virado como sugeri!

    Assim que chegam aos portões (não foram seguidos, por enquanto) Ricardo vai para outros lados, atrás de seus contatos. Ele não estava com muita vontade de conversar com Ka no momento, e provavelmente a recíproca era verdadeira.

    Ka simplesmente continua andando sozinho até depois do primeiro morro após o portão. Agora um pouco menos tenso, começa sentir as dores das pancadas (-5PVs). Sua armadura foi ótima impedindo danos maiores, mas terá dores musculares. A ida ao mercado negro foi um desastre, definitivamente Ka ainda não estava no "nível" de uma empreitada assim. Depois de encostar numa árvore por dois minutos, a ameaça iminente parecia descartada, e por um tempo talvez possa andar pela cidade sem ter que olhar para trás o tempo todo.
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