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    Contos erotikos

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    Hellkite
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    Contos erotikos

    Mensagem por Hellkite em Ter Out 23, 2018 5:42 pm

    Postem aqui seus contos!
    Ivana Krutinsky
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    Re: Contos erotikos

    Mensagem por Ivana Krutinsky em Ter Out 23, 2018 6:10 pm

    Eu estava esperando por ele.
    Eu sabia que ele viria, eles me disseram.
    O sol acabou de de por pelo meio das árvores por onde ele aparece.
    Eu não sabia quais seriam os termos, mas o fogo ilumina a pele e os músculos de seu peito.
    Mais dois passos e percebo que ele está sem armas.
    Me levanto olhando em seus olhos brilhantes, ele me observa sem se mover.
    O cabelo ruivo desgrenhado emoldura seu rosto chegando até aos ombros, alguns brincos se espalham, e por cima do olho direito uma cicatriz que alcança a bochecha.
    Largo meus machados no chão, e lentamente começo a tirar minha armadura, ficando apenas com minha camisa semi aberta e uma calça.
    Seus olhos percorrem meu corpo, o corpo que ele deve machucar.
    Mas eu estou preparada, já faz um tempo que eu estava me preparando. Enquanto isso ele espera pacientemente.
    Então a dança começa, sinto que os espíritos nos observam, eles também gostam de provações, eles gostam de nos assistir.
    Eu faço o primeiro movimento, dou as honras do início da batalha e provo que estou ali seriamente.
    Um soco na região da barriga em que ele pula ligeiramente para trás, porém agarra meu cabelo no processo, expondo minha garganta.
    Olho em seus olhos e um sorriso surge em meus lábios, ele tenta me segurar com a outra mão, mas meu joelho acerta sua coxa.
    Sua boca torce de lado, nós dois sentimos a adrenalina subir, sabemos que será uma boa luta. E eu pretendo ser a primeira a tirar sangue.
    Ele me da uma rasteira na perna que eu estava apoiando, eu não caio inteiramente no chão, mas levo uma joelhada na barriga no processo, dói, hora de revidar.
    Pulo apoiando os dois pés no chão e acerto uma cotovelada em seu peito.
    E então sua mão acerta minha boca.
    Meu dente corta o meu lábio e acerto uma outra cotovelada em seu queixo.
    Sim, o fervor do gosto e cheiro de sangue sai de nós dois ao mesmo tempo.
    - Vadia.
    Ele murmura entre dentes.
    Eu lambo o sangue que escorre da minha boca e gargalho.
    E chuto ele empurrando-o para trás.
    Ele se recupera e se joga em minha direção, vamos pra trás e sinto o golpe da árvore às minhas costas.
    Ele me golpeia, mas nem tento esquivar, aproveito momento para lhe dar dois socos seguidos. E um acerta.
    Levo mais uma joelhada e sei que preciso sair da árvore para não ficar em desvantagem.
    Me esquivo para o lado e saio da posição, ele me acompanha.
    Conforme vamos lutando pelas árvores, a luz da fogueira vai se afastando, até que noto que estamos perto do riacho, apenas com a luz da lua e estrelas.
    Ele consegue me derrubar no chão, eu rolo antes que ele acerte um chute, e me molho toda na água que corre.
    Puxo seu pé e ele cai ao meu lado nas pedras. A água lava nosso sangue e suor.
    Sem perder tempo, num movimento subo nele e seguro sua cabeça na água.
    Ele me golpeia forte no queixo e perco a força do aperto.
    Com força traz meu cabelo para baixo e sai debaixo de mim me prendendo no chão com suas pernas.
    Só então ele percebe, noto seus olhos percorrendo meu torso nu, as tatuagens todas à mostra, e logicamente, meus seios.
    Sinto na minha coxa que ele fica duro, e me deleito com a sensação. Então cuspo em sua cara.
    Ele devolve um tapa na minha boca com as costas da mão. Sinto o ocre de sangue na boca.
    Nesse momento minha excitação é mais que aparente, o bico dos meus seios apontam pra cima, duros e pulsantes.
    A mesma mão que tirou meu sangue se aperta sobre o seio esquerdo.
    Meu corpo arqueia para trás, ele grunhe.
    - Eu te assusto pirata? Termine o que começou, pegue o que veio buscar.
    - Vadia presunçosa.
    Seus dentes cravam no seio que ele estava apertando e o ar escapa da minha garganta.
    Sua mão solta e puxa minha calça com brutalidade, rasgando a costura.
    E numa única investida ele entra em mim por completo.
    A água gelada do riacho corre pelas minhas costas, refrescando o corpo quente e cheio de adrenalina. E eu não me dou por vencida.
    Agarro seu pescoço, seus olhos claros queimando nos meus, e num movimento eu nos viro, me deixando por cima dele.
    Sem parar de cavalgar, eu afundo então minhas unhas e aperto, quero mais sangue.
    Agora suas duas mãos apertam minha coxa, seus músculos esforçando mais que eu o monte cada vez mais rápido e mais forte.
    Tiro minha mão de seu pescoço e vejo o sangue escorrer pelo meu dedo, levo ele até a boca e lambo seu sangue.
    - Bruxa. - Diz e sinto ele se liberar dentro de mim, mas eu me recuso a ir com ele.
    Me levanto e saio andando em direção à fogueira, mas não consigo chegar.
    Ele tromba em mim com força, me jogando de frente para uma árvore.
    Seus dedos me abrem e ele os afunda em mim.
    - Você não vai sair assim sua puta.
    Sim, esse também era um jogo, e nós dois sabemos quem está ganhando. Tento me soltar, mas ele me prende com mais força.
    A casca da árvore arranha meu corpo, mas só consigo sentir ele todo me pressionando.
    Seus dentes passam por meu ombro e cravam embaixo da orelha, enquanto ele me massageia.
    Eu sinto que não vou aguentar. Tento me soltar novamente e quase consigo, mas ele me prensa ainda com mais força, conseguindo me subjugar.
    Então eu me deixo levar e é tão intenso que não consigo reprimir um último grito.
    Ele me solta e eu me volto para ele, dou um leve sorriso num último esforço, que leva o resto de minhas forças, meu corpo amolece e ele me segura em suas mãos.


    Acordo com o sol alto no céu, debaixo de uma sombra fresca e em cima das minhas peles e saco de dormir, estou coberta com um lençol.
    A fogueira já se apagou faz tempo, e meu corpo inteiro dói.
    Ao lado um odre de água e uma maçã.
    Faço um movimento tentado pegar a água e gemo de dor, afasto o lençol e vejo o estrago.
    Forço mais uma vez a água e então me deito novamente.
    Sei que ele não está ali.
    Mas sei que nos encontraremos de novo.




    bahamut
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    Re: Contos erotikos

    Mensagem por bahamut em Ter Out 23, 2018 9:12 pm

    Hmmmm, conto interessante... Agressivo!
    Hellkite
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    Re: Contos erotikos

    Mensagem por Hellkite em Ter Out 23, 2018 9:47 pm

    Verdade. Como não conheço os personagens, só posso fazer algumas suposições sobre aquilo que foi escrito. Me parece um tipo de duelo... Do tipo em que dois lideres lutam ao inves dos comandados. Tanto um como o outro admira a habilidade do oponente, mas existe o dever de lutar, o fato de que estao em lados opostos.

    O calor da batalha faz tambem os hormonios se agitarem, e a proximidade dos corpos faz emergir a sensualidade. A violencia da luta trespassa o limite, indo para a violencia do ato, mas é algo consentido, ainda que brutal.

    Ao final vemos que o oponente é somente um oponente devido as circunstancias, e se as circunstancias fossem outras talvez ele estaria deitado junto a ela. Talvez. O fato dele ser pirata me leva a crer que ela esteja do lado da ordem, talvez uma protetora ou justiceira.
    Ivana Krutinsky
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    Re: Contos erotikos

    Mensagem por Ivana Krutinsky em Ter Out 23, 2018 10:01 pm

    **INADEQUADO PARA MENORES DE 18 ANOS**

    ESPECIAL: ARIA + ASTALOR

    Assim que a moça nos diz que o tal Conde não estava lá hospedado, Astalor se vira para mim:

    - E então?

    Ele está vestido como nobre, o que o deixa muito elegante, o que não se compara comigo que estou usando um vestido de Helena que não cabe direito.

    - Então nós vamos sentar e jantar.

    Ele dá de ombros. A moça nos acompanha até uma mesa para duas pessoas. Eu peço   um vinho, sei que Astalor gosta e vou acompanha-lo hoje, o que rende algumas piadinhas do fato de eu não estar bebendo cerveja. Mas não fico brava, é difícil eu ficar brava com ele, ainda mais quando foi esse seu lado que me chamou atenção. Confesso que ele fica bem chato às vezes, mas nada que eu não consiga ignorar. Olho para ele enquanto come, normalmente até que conversamos bastante, hoje não falamos quase nada. Talvez seja a “coisa esquisita”, ele estava nervoso com algo, e não sei se essa coisa se resolveu ainda.

    A “coisa esquisita” apareceu quando fui atrás de Astalor em sua casa para agradecer sua ajuda alguns dias atrás. O guarda me levou até um quarto, dentro quase não consegui vê-lo de tanta fumaça que havia, ele devia estar fumando por horas, e estava tudo fechado. Astalor estava de pé, bem no meio do quarto, sem camisa e com uma garrafa de bebida na mão, a qual ele disse se chamar conhaque.  Na parede um alvo está com várias flechas, uma em cima da outra, algumas até estouradas. Ele deixou a garrafa na mesa, pegou o arco que estava ao seu lado e acertou em cima das flechas novamente, depois parou e ficou de frente para mim:

    - O que você quer?

    Eu fui até ele e o abracei, dei um passo para trás novamente, dessa vez sorrindo. Ele não sorri, está todo preocupado com algo, todo sério.

    - E o que foi isso?

    - Vim te agradecer por ter nos ajudado.

    Ele então deu um passo à frente, segurou em minha nuca forte e me beijou. Mas dessa vez eu não fiquei sem ação, eu segurei em suas costas e o beijei de volta. Os mesmos lábios macios e sagazes, eu poderia ficar assim por uma eternidade, mas ele me soltou e afastou. Eu sentei na cama e fiquei lá durante o dia todo lhe perguntando o porquê dele estar todo nervoso, ele não quis responder.  E eu achei que a “coisa esquisita” era por causa da sua preocupação, mas não sei se realmente é.

    Assim, toda vez que eu o beijo, sinto uma coisa muito esquisita, fico muito confusa, algo que eu nunca senti antes em nenhum outro beijo. O fiz ir comigo enquanto tinha que ficar com o pessoal, e fiquei ao seu lado o tempo todo. Falei para ele que o beijo estava esquisito, ele falou algo como “desculpe se eu beijo mal”, mas eu falei que não era isso, que ele beija bem. Falei também com Helena e lhe contei a história toda, mas ela apenas se preocupou com a parte que eu nós já havíamos nos beijado um bom tempo atrás e não tinha dito nada.

    Então o beijei de novo, e ele deixou, ou melhor, não falou nada contra isso, assim, o beijei mais algumas vezes, e depois o fizemos fazer essa viagem conosco.

    - Arya?

    Eu saio dos meus devaneios, já terminamos de comer e ele pagou a conta, pergunto quanto foi, mas ele se nega a responder.

    Assim que voltamos para a hospedaria vamos até o quarto que eu estou ficando com Astalor, ficamos apenas nós dois no quarto por um motivo muito simples, eu grito a noite toda e ele não precisa dormir, poderia ficar com a Brianna, mas a Helena não ficaria com Astalor nem com o fim do mundo.

    Logo Helena e os outros se juntam a nós:

    - E então?

    - Nada, ele não estava lá, teremos que ver com os outros contatos mesmo.

    - O que fazemos agora?

    - Vamos esperar o Hamilton, amanhã cedo vá falar com ele.

    - Ok.

    Abro a porta do quarto e os empurro para fora, estou cansada. Assim que tranco e me viro vejo Astalor tirando as botas e o casaco, ficando só de camisa de costas para mim. Eu confesso que gosto de observá-lo, ele é muito gostoso. Tiro meus sapatos e começo a desamarrar o espartilho. Quando se vira para mim ele lança um sorriso sacana.

    - O que foi?

    - Você sofrendo para tirar esse negócio.

    - Eu tenho prática com armaduras, não com esses milhões de lacinhos.

    Ele ri e vem atrás de mim, me ajudando a tirar bem lentamente. Eu tiro meu cabelo das costas e passo para frente, lhe dando mais espaço para trabalhar por assim dizer e ele encosta seus lábios na minha nuca descoberta. O toque dos seus lábios faz meu corpo todo se arrepiar, como se uma corrente elétrica corresse de fora a fora.

    - Pronto. – Sua voz é apenas um sussurro perto de meu ouvido.

    Eu me viro de frente para ele, seus olhos estão em brasa e continua com seu sorrisinho sacana. Mordo meu lábio inferior, estou louca de desejo por ele, por seu corpo. Ele parece sentir, pois respira fundo. Seguro a camisa dele e vou abrindo os botões um a um.

    - Vou perguntar apenas uma vez: você tem certeza? – Sua voz está rouca.

    Eu não respondo, apena lambo meus lábios e os grudo em seu pescoço, sugando forte, enquanto ele termina de tirar meu vestido, que fica no chão. Então me levanta e me joga na cama, vindo e parando em cima de mim, encaixa seu joelho no meio de minhas pernas separando-as. Seus olhos descem pelo meu corpo calmamente e depois volta encontrando os meus. Aproxima-se e me beija, o beijo começa calmo e vai aumentando de intensidade, até que ele morde bem forte e me solta. Eu termino de arrancar sua camisa, acredito ter estourado alguns botões no caminho, mas não importa, desço minhas mãos até sua calça querendo tirar também. Ele segura minhas mãos, colocando-as para cima de minha cabeça.

    Eu faço um beicinho de triste e ele lambe, eu sorrio. Então segura meu seio com a outra mão e começa beijá-lo, um depois o outro. Solta minhas mãos e vai descendo até chegar ao meio de minhas pernas. Seu beijo e sua língua me fazem soltar um gemido e arquear meu corpo, ele para antes de eu gozar.

    - Sabia que isso é maldade?

    Ele ri e se levanta tirando a calça. Eu não fico deitada, logo me ajoelho na cama e fico assistindo a cena, ele é tão gostoso que me faz lamber os lábios novamente. Antes que ele faça qualquer coisa, eu estou de joelhos na frente dele, segurando seu membro. O coloco na minha boca e chupo com vontade, ele segura meu cabelo com força e geme. Astalor então puxa minha cabeça para trás pelo meu cabelo e ajoelha na minha frente.

    - Sua boca é muito gostosa.

    - Você é muito gostoso. - Falo em meio ao beijo.

    Ele me pega pela cintura e me joga na cama, então penetra em mim de uma vez. Eu me contorço para trás, ter ele assim é melhor do que imaginava. Ele aperta meus mamilos até eu me acostumar com ele e depois de mais um beijo começa a se movimentar, cada vez mais forte e mais intenso, até que nossas respirações estão mais que aceleradas. E assim que ele segura forte meu seio eu entro em êxtase. Sinto seu corpo vibrar junto ao meu e ele me molha toda.

    Astalor deita de lado e me puxa para seu peito, realmente estamos nos conhecendo, se me perguntasse eu não diria que ele faria algo simples e carinhoso assim.

    - O que foi? Você está com cara de que vai aprontar alguma coisa.

    Ele me pergunta, fazendo a cara que sempre faz quando diz que está me imitando, sobrancelhas franzidas de desconfiança, mas com um sorrisinho de deboche.

    - Nada de ruim pelo menos. Apenas lembrei de uma coisa.

    - E o que seria? - Eu estou apoiada em seu peito e ele passa a mão pelas minhas costas, me causando leves arrepios.

    - Você não precisa dormir.

    Ele ri:

    - Então quer dizer que você é ainda mais safada do que eu pensei, quem diria.
    Eu o cutuco com força na barriga.

    - Aí!

    Faço de novo por ele ter reclamado. Ele então faz cara de mal e me vira na cama, me deixando embaixo dele novamente. Nos beijamos por um tempo, até eu sentir seu membro pronto para mim de novo. Tento sair de onde eu estou mas ele não deixa, por alguma razão eu vejo isso como um desafio. Brigamos por um momento, ele segura minhas mãos e eu seguro a perna dele, um movimento depois estou livre.

    Livre para ficar por cima dele. Astalor faz um sinal de que se rende com as mãos e as coloca atrás da cabeça, deixando a visão do seu corpo toda para mim. Mordo e beijo todo seu peito e lambo seu membro, logo depois me sento nele, jogando meu cabelo para trás. Dois movimentos meus e ele não agüenta, tira suas mãos e agarra minhas pernas, depois minha cintura e então meu seios.

    Me movimento até que gozamos novamente, dessa vez eu desabo em seu corpo.

    - Uma pena você ter que dormir.

    - Não me lembra, tive péssimas noites esses dias.

    - Dorme, eu não vou sair daqui.

    Minha cabeça está cheia de pensamentos, acredito fortemente que não conseguirei dormir tão cedo, mas logo que eu me encaixo no seu corpo, o sono vem e eu apago.

    Acordo com alguém batendo forte à porta. Levanto e coloco a primeira roupa que vejo na frente. Assim que abro os olhos direito vejo Astalor na banheira, olho a porta e olho para ele de novo, uma tentação louca me diz para ignorar a porta, mas pela batida eu sei quem é, resolvo atender, mas saio para o lado de fora fechando a porta atrás de mim.

    - O que você quer? - Helena já está toda vestida na minha frente, armadura completa.

    - Vou lá falar com Hamilton.

    - Tá.

    Ela olha para mim e pergunta:

    - Cade o Astalor?

    - Lá dentro. - Algo me diz que eu fiquei vermelha, por que ela logo da risada e faz um: "Ahnnnn".

    Eu entro rápido pela porta e tranco atrás de mim, da para ouvir piadinha dela e do Kurt, que deve ter se juntado com ela agora, vindo do outro lado. Astalor ainda está na banheira, agora me olhando com uma cara divertida.

    - Sabia que você está vermelha? - Ele ri.

    - Não estou não! É só impressão sua!

    Vou caminhando até ele tirando a roupa que eu coloquei e logo estou dentro da banheira, beijando e curtindo ele enquanto posso.

    Não queria sair desse quarto tão cedo. Mas quando Helena bate de novo à porta, já bem depois do almoço, não posso mais fingir que não existo. Vou pegar a roupa para colocar de novo e Astalor abre a porta com tudo, totalmente nu. Helena olha a cena e fecha a cara:

    - Astalor! Me poupe! Vá colocar uma roupa.

    - Não vê que você está atrapalhando?

    Nesse momento eu termino de colocar a roupa e passo pela porta, fechando atrás de mim com ele para dentro.

    - E então?

    - Já sabemos o que fazer.

    Isso me deixa feliz e triste ao mesmo tempo, minha diversão acabou, não sei quando vou tê-lo para mim de novo.
    bahamut
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    Re: Contos erotikos

    Mensagem por bahamut em Qua Out 24, 2018 12:31 am

    Legal! No conto anterior eu vejo dois guerreiros, um homem e uma mulher. Ambos de uma cultura mais selvagem e barbara. O combate entre eles faz parte de um processo de sedução e preliminares, aonde a adrenalina do combate e o fervor causado pela troca de golpes eleva o nível de entusiasmo e tesão entre os dois, culminando em um sexo voraz e inconsequente. O segundo já tem um pouco mais de romantismo misturado com um que de ansiedade.
    bahamut
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    Re: Contos erotikos

    Mensagem por bahamut em Qua Out 24, 2018 12:33 am

    Eu tenho um ou outro conto prontos mas não tem teor erótico.
    Hellkite
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    Re: Contos erotikos

    Mensagem por Hellkite em Qua Out 24, 2018 12:38 am

    Muito bom, isto me faz lembrar alguns hentai que vi sobre o que os herois de Final Fanstasy faziam entre uma missão e outra... Bonitinho e meigo, ate contrasta com o seu primeiro conto. Tem muitos personagens, imagino que sao do grupo aventureiro. Depois eu vou procurar nos meus arquivos alguns contos que escrevi para postar tambem.
    Hellkite
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    Re: Contos erotikos

    Mensagem por Hellkite em Qua Out 24, 2018 9:46 am

    Entao, este é um pequeno conto descrevendo a primeira vez de Miledy, uma guerreira humana, jogada por Sailor Paladina. Mas escrevi ja faz um tempo, então nao lembro das circunstancias...

    **

    MILEDY E RICK, PRIMEIRA VEZ

    Rick aproxima-se de Miledy e a abraça novamente, permanecendo vários minutos colados. A guerreira sente através da calça do rapaz o seu grande desejo, pulsante e quente, mas decide deixar tudo sob o controle de Rickert. Este tenta transpassar uma aura de experiência e tranqüilidade, sem muito sucesso.
    -Ehr, Miledy, a primeira vez costuma doer um pouco, mas juro que serei bem gentil com voce..., diz, olhando nos olhos da guerreira. Com a mão tremula ele apalpa os seios generosos dela, sentindo os mamilos endurecidos de tesão.

    Impaciente, Miledy força o corpo dos dois para a direção da cama, e ambos caem desajeitadamente. Rick da uma risada sem graça, e com cuidado começa a despir as roupas da parceira, beijando-a demoradamente no pescoço e nos braços. A garota, cansada de esperar, logo trata de empurra-lo. Tratando-se de uma mulher de ação, ela logo trata de abrir o zíper da calça de Rick, para retirar seu membro para fora. O mesmo era de tamanho razoável, um pouco menor do que o de David, mas o suficiente para satisfazer seus desejos. Com a boca gulosa ela abocanha aquele cacete já melado com um pouco de goza, e suga com voracidade, arrancando gemidos de surpresa e prazer de seu parceiro.
    -Hmm, ah, Miledy?! Mas, o que é isso, arrggghhh... – diz, e segura os cabelos da garota, gozando em sua cara.

    A guerreira suga toda a porra, enquanto um envergonhado Rick lamenta-se.
    -Desculpe, não pude segurar...

    Mas Miledy não estava la para ouvir desculpas, e com grande destreza ela começa a punhetar o membro mole de Rick, ao mesmo tempo que lambe seu saco e cu. Tudo aquilo era muito estranho para o guerreiro, pois nunca uma mulher havia feito aquilo para ele, nem mesmo Fran. Suas duvidas sobre a quantidade de experiência que Miledy havia tido antes dele são esquecidas, quando o seu desejo retorna na boca maravilhosa da garota.

    Miledy, sabendo que o momento havia chegado e com a calcinha toda encharcada de liquido, decide que já estava na hora dela se tornar mulher. Ela abaixa sua peça intima, revelando uma xaninha deliciosa, que com os lábios entreabertos parecia pedir para ser preenchida. Nem mesmo Rick poderia resistir aquilo, e como um louco ele avança, sentindo aquele canal apertado comprimir seu pênis. Com um esforço sobre-humano ele resiste aquele calor úmido delicioso, e afunda cada vez mais por aquela caverna, lutando contra um orc imaginário, para não gozar novamente.

    Avançando centímetro a centímetro, ele sente a resistência do hímen contra a glande do seu cacete. Olhando para Miledy com paixão, ele recebe a permissão, e numa única estocada ele avança por aquele território intocado, sentindo-se como o desbravador de uma selva quente e úmida, que o levaria ao paraíso. Não são precisos muitos movimentos, para que o orgasmo fosse inevitável, gozando abundantemente naquela vagina deliciosa, espalhando seu gozo leitoso pela cama, misturado com um filete de sangue.

    Rick joga-se para trás.
    -Ahrrr, Miledy, mas foi bom demais... Mas muito bom mesmo... Vixe, to acabado... Foi bom pra você?

    A guerreira faz um sinal de mais ou menos.
    -Foi bom... Mas eu ainda não gozei...
    -Ahh... Miledy... Prometo que da próxima vez eu me controlo...
    -Proxima vez? Agora!!!
    -Mas Miledy, eu não agüento mais!
    -AGORA!!!
    -Nnnnnãããããooooooooo...

    Após mais tres gozadas, Rick não sabia dizer se estava no paraíso ou no inferno...
    Ivana Krutinsky
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    Re: Contos erotikos

    Mensagem por Ivana Krutinsky em Qua Out 24, 2018 4:57 pm

    Ha! Jeito bem masculino de escrever, com palavreado bem xulo kkkkk
    Mas massa também! Ela não é muito paciente não kkk mesmo pra primeira vez!
    Hellkite
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    Re: Contos erotikos

    Mensagem por Hellkite em Qua Out 24, 2018 7:30 pm

    KKK, verdade... Como era meio gozação, escrevi assim. Mas também sei deixar meigo.
    bahamut
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    Re: Contos erotikos

    Mensagem por bahamut em Qui Out 25, 2018 12:39 am

    O dia que eu tiver inspirado eu posto um conto aqui.
    vontheevil
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    Re: Contos erotikos

    Mensagem por vontheevil em Qui Nov 08, 2018 2:26 pm

    Acabaram de me indicar essa parte do fórum que eu não conhecia!

    Qualquer um pode postar conto aqui?
    bahamut
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    Re: Contos erotikos

    Mensagem por bahamut em Qui Nov 08, 2018 2:32 pm

    Se for conto erotico... Sim

    Enviado pelo Topic'it
    Lady Katy
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    Re: Contos erotikos

    Mensagem por Lady Katy em Dom Nov 11, 2018 12:19 pm



    Música para ambientação:


    DOMINIANA & JOHANN






    DOMINIANA:

    Estava me sentindo cansada, porém não fisicamente. Debruçava-me sobre o parapeito da janela, tão grande e alta que quase poderia ser confundida com uma entrada de porta qualquer. Sentia-me grata por aquele castelo, por aquela janela em especial permitir que eu pudesse ver em um perfeito ângulo a vista do sol lentamente a desaparecer sob o horizonte. Olhava o céu tingir-se de uma cor entre o laranja e o dourado, porém desviei a atenção disso para olhar a pequena criatura que também permanecia no parapeito. Mas que pretendia voar, mesmo que fosse ainda muito pequeno para que pudesse aprender a levantar vôo.

    Era um pequeno dragão de inverno, que fora trazido por umas das Dominadoras de Dragão. O animal, ainda que frágil, caminhava meio cambaleante até poder tocar a cabeça áspera em meu braço, como se quisesse algum carinho. Não recusei e, de pronto, meus dedos tocavam parte da cabeça e de seu pescoço. Tocava de forma cuidadosa, e assim podia sentir o filhote ronronar como um gato. Sorri comigo mesma, até que o chamei através de gestos para que pudesse ficar em meu ombro. O animal pareceu compreender, enquanto suas garras percorriam pelo meu braço. Eram garras muito frias e afiadas que, mesmo pertencendo à um filhote, poderiam muito bem já machucar. Sem ter ganhado nenhum arranhão, ele permaneceu em meu ombro e comecei a cantarolar uma canção qualquer que fez com que aquele dragão de inverno se comportasse de forma mais calma.



    Quando deixei o animal nas mãos mãos da sua Dominadora, que era também minha servente, para que ela deixasse o dragão em uma grande gaiola espaçosa o suficiente para vários filhotes de sua espécie, logo me encaminhei para meus aposentos. Me dirigi sem pressa, pois me lembrava de que talvez Johann, meu amado, estivesse ainda ocupado com as corridas com os filhos de Touro. Suspirei quando a imagem de sua face ocupou meus pensamentos. Mesmo que ainda nos víssemos todos os dias e todas as manhãs, ainda sentia a falta dele e de sua pele quente. Nunca soube dizer se isto fazia parte da natureza dele, já que era descendente de Escorpião, mas eu não poderia negar o quanto eu o amava.

    Quando adentrei ao nosso quarto, para minha surpresa, lá estava ele. Johann III. Senti meu coração acelerar outra vez, e logo apressei meus passos para ir ao encontro dos braços dele. Ele sorria para mim e outra vez podia sentir seu cheiro, ainda que houvesse suor nos seus braços definidos. Mas aquilo apenas fazia me sentir ainda mais arrepiada e vulnerável na presença dele. Eu não era mais Imperatriz, eu era apenas Dominiana.

    JOHANN:

    Eu estava disperso com meus estudos em meu laboratório quando ouvi três batidas na porta. A voz do outro lado anunciou que havia uma mulher idosa implorando por ajuda nos portões do castelo. Ela tinha em seus braços uma criança com o fêmur fraturado expostamente por ter caído em uma ribanceira e por não confiar em nenhum outro filho de Escorpião decidira vir até mim, Consorte de Signum. Prontamente abandonei meu material sobre a mesa em que me sentava instantes antes e segui apressadamente com minha maleta que estava sempre pronta com os materiais necessários para socorrer quem de mim precisasse. Sinto-me bem por ter esse dom de ajudar a quem precisa de mim, penso que de alguma forma serei recompensado por isso. Sinto as energias de Eva me guiarem por esse caminho. Eu poderia ser o ser mais sujo da face de Signum, mas escolhi ser o oposto. Os mais velhos dizem que eu vim para marcar positivamente esta geração da minha raça, e me sinto mais orgulhoso por isso do que por ser governante desta terra de solo fértil e águas abençoadas.

    Solicitei que trouxessem a idosa e a criança, que logo soube ser seu neto pela semelhança nítida nos olhos de ambos. Verdes como esmeraldas polidas. Estávamos no cômodo que faço os atendimentos às pessoas, coloquei a criança sobre a maca, peguei um copo com água e rezei de olhos fechados para que a água se transformasse em um anestésico. Em seguida ofereci ao garoto que rapidamente tomou e parou de sentir as dores dilacerantes que me partia o coração por vê-lo sofrer daquela maneira. Acariciei seus cabelos com carinho e perguntei por seu nome. “Bruam”, ele dissera. Pedi calmamente que se tranquilizasse e o prometi que faria a dor passar se ele confiasse em mim. O garoto assentiu, então peguei meu material de sutura, começando assim a costurar a ferida depois de ter colocado o osso no lugar.

    À medida que seguia com os pontos, o machucado ia cicatrizando. Para que isso acontecesse eu tinha que me concentrar exclusivamente no que estava fazendo e me desligar completamente do mundo ao redor. Mais ou menos cinco minutos depois de ter terminado a sutura, movimentei a perna do garoto, pedindo para que ele desse alguns chutes no ar para verificar se estava tudo bem. O ajudei a descer de onde deitava-se e num instante ele já tinha corrido de volta aos braços da avó que insistia em ajoelhar-se aos meus pés em gratidão. Levantei-a pelo braço e disse: – Não fiz mais do que o meu dever, minha senhora. Vão em paz, cuidem-se e esta será a minha maior recompensa. – Assim ela seguiu seu caminho e pude ver pela vidraça central o pôr-do-sol anunciar a hora de me dirigir aos meus aposentos para fazer companhia à minha amada.

    Subi aos nossos aposentos, mas me frustrei por não tê-la encontrado. No entanto me contive em ligar a radiola ficando a ouvir “Contigo En La Distancia” bem baixinho sentado em minha poltrona, imaginando minha amada adentrar o cômodo como um anjo iluminado. Ela é iluminada. Não, não era imaginação, ela havia chegado. – Minha Dominiana. – Desliguei-me completamente da música e de onde estava para fitar aqueles olhos verdes que me remetiam à natureza e tudo o que podia haver de mais belo. Quando a senti em meus braços era como estar no mais belo Templo sob os céus. – Por onde andastes? Saí da corrida e fui estudar, atendi uma criança machucada e subi a te procurar, mas não a encontrei. Por onde andastes, minha vida? – Afaguei-lhe os cabelos e senti a harmonia penetrar em meus poros por estar de volta envolto no equilíbrio do meu lar. O meu lar era Dominiana. O meu amor.  
    DOMINIANA:

    Ainda sorria para ele e me surpreendia o quanto Johann me afetava, o quanto ele me fazia se sentir vulnerável. Era como se tivéssemos nos encontrando pela primeira vez, e lembrava muito bem deste dia em especial. Lembrava de me sentir hipnotizada pelo olhar dele, pelas cores exatas de suas íris, lembrava-me do modo como me tocava. Assim como muito lembrava de nossa primeira noite. Johann despertava minha sede, despertava minha vontade de poder ter ele apenas para mim, por mais que ele fosse. Uma de minhas mãos percorria na nuca dele. – Ah, Johann... - Suspirei de admiração, enquanto olhava para os seus lábios rosados. Adorava dizer o nome do meu homem. – Apenas passei minhas horas a admirar os dragões. São tão belos e poderosos! Será que poderei ter um, meu amado? Não sou uma domadora de dragões... Só que desejo tanto um dragão de gelo. - Silenciei-me enquanto me permitia tocar nos lábios que tanto amava. – Mas não mais do que desejo você.

    Abracei Johann outra vez, podendo ouvir as batidas de seu coração. Adorava poder ouvir o coração dele que também estava acelerado. Era como uma música para mim, a música mais agradável e mais deliciosa que já pude ouvir, mais hipnotizante que um canto de sereia. Talvez um dia, eu possa descrever isso... Talvez pela música. Mas ainda iria preferir o coração de Johann. O coração que me pertencia e que não suportaria perder. Amava tanto Johann que me doía, amava tanto que o desejava todas as horas, todas as noites, todas as manhãs. Lembro-me quando achava que eu não iria encontrar alguém que me amasse da mesma forma como eu o amava e, estando nos braços dele, sentia a tamanha sorte que havia recaído sobre mim. Levantei o olhar outra vez para ele, assim como também pude sentir seus lábios nos meus. Eram lábios quentes, macios que eu desejava explorar sempre.  
    JOHANN:

    Admirava-me como a natureza podia ser sábia por ter gerado uma mulher tão incrível e linda. E como sou sortudo por ter a responsabilidade de cuidar daquele imenso coração de tamanha beleza. Nossa cumplicidade, a magia que exala de nós junto com o amor quando nos encontramos... A cada vez uma nova explosão. Ouvir sua voz era como uma canção. Acredito que as sereias jamais conseguiriam me hipnotizar se quisessem. Eu já estou hipnotizado, já estou dominado e fisgado por Dominiana. Minha Ana. – Não precisas te preocupar, minha amada. Providenciarei um Dragão de Gelo para ti, se este é o seu desejo. Irei amanhã mesmo falar com as domadoras de dragões e lhes pedirei um, já domado e dócil para que possas cuidar sem que se machuque. – Alimentei sua vontade enquanto pegava um de seus braços e deslizava a lateral do meu rosto por toda a extensão daquela pele macia, depositando beijos carinhosos por ela. – A mim você já tem, nunca duvides disso. – Sussurrei próximo aos seus lábios assim que meu rosto parou diante do dela.

    Assim, meus braços estreitaram-se em torno de sua cintura e nossos lábios se tocaram numa ternura tamanha que chegava a me inundar como um rio desaguando no mar. Minhas mãos pressionavam firmes em suas costas quase chegando a suas nádegas e o desejo já queimava ardentemente em minhas veias. Eu sabia que o mesmo acontecia com ela.  Céus, como a amo, mais que a mim, mais que a qualquer outra pessoa que algum dia tenha amado. Nossos corações sempre batiam em sincronia e isso me deixava ainda mais admirado. Para mim não há maior sinal de conexão do que dois corações batendo em sincronia.

    Estou a amar-te cada segundo mais. Meus pensamentos são todos seus, minha Ana. – Sussurrei baixinho com os lábios ainda presos aos dela. Dessa forma, comecei a tatear suas costas com a intenção de encontrar o feixe do vestido, então, assim que o encontrei, passei a abri-lo vagarosamente e com cuidado enquanto depositava beijos dos seus lábios aos ombros já despidos. Deixei que o vestido caísse sobre nossos pés enquanto eu fitava seus olhos brilharem exatamente como o orvalho que cai sobre as folhas todas as manhãs. Carreguei-a de lado em meus braços, um braço sustentava suas costas e o outro suas pernas. Carinhosamente deitei-a sobre nosso leito e me desfiz também das minhas roupas. Nada mais tinha importância para mim naquele momento.
    DOMINIANA:

    Os sussurros de Johann me extasiavam e eu sorria outra vez enquanto ele dizia que atenderia ao meu desejo de ter um dragão. Fique feliz por isso, e confesso que adorava quando meu amado me mimava e atendia aos meus pedidos. Mas naquele momento, o que mais desejava era o corpo dele. Ele dentro de mim, e criando todas as formas de prazer que me proporcionava. Sentia-me na necessidade disso. Era como se Johann fosse o meu vício, assim como seus toques, seus sussurros, seus gemidos abafados. Um vício que era saciado todas as noites, um vício inebriante.

    Meu silêncio e quietude permitiam que Johann retirasse o meu vestido mais bem trabalhado. Um vestido vermelho recheado de detalhes em fios de ouro e pequenos rubis espalhados aos milhares por todo o tecido carmesim. Eu poderia ser mais inteligente, talvez até mais esperta do que ele, mas ele sempre seria mais forte. Ele sempre me faria sentir necessitada do toque dele. Assim como eu me sentia quando estava desnuda e fui carregada pelos seus braços firmes, até que Johann me deitasse em nossa cama.

    Minha respiração parecia estar pesando, como se eu estivesse tendo dificuldade para respirar. Suspirava enquanto observava Johann retirar cada peça de roupa, assim podendo ver a pele dele pálida e com gotas de suor. Aquilo me enlouquecia. Levantei-me da cama, estando meio sentada, mas apenas para que eu pudesse me aproximar outra vez dele, o suficiente para que meus braços o envolvesse em um abraço apressado. Um abraço possesso. Sentia as linhas de suas costas, os músculos definidos, a pele em suor. Minhas pernas rapidamente envolviam seu quadril, e assim deitávamos juntos enquanto meus lábios exploravam os dele de forma urgente. Minhas mãos subiam até seus cabelos, e eu bagunçava assim como também acariciava aqueles fios tão negros.

    Desci meus lábios até seu pescoço e ali depositava meus beijos, também mordiscando algumas vezes. Fechava minhas pálpebras, apenas desejando sentir. Sentir sua pele, sentir seu cheiro, sentir os seus cabelos bagunçados. Sentir os lábios dele. Sentir apenas o peso do corpo dele sobre o meu.
    JOHANN:
       
    Como pode caber tanto sol, em uma esfera tão pequena? – Meu corpo despido ainda subia cuidadosamente sobre as curvas desnudas de Dominiana quando as palavras simplesmente escaparam da minha boca. Eu a via iluminar, irradiar, brilhava mais do que a pequena lamparina que clareava parcialmente o cômodo.  Antes de chegar até seu rosto, comecei depositando beijos a partir de sua cintura, cantarolando meio fora do tom, uma música que eu mesmo havia feito na hora – Amo tua voz e tua cor, e teu jeito de fazer amor. Revirando os olhos e o tapete, suspirando em falsete, coisas que eu nem sei contar – já estava com o rosto mergulhado entre os seus seios quando continuei com a minha voz rouca e desentoada – Vou ficar até o fim do dia, decorando tua geo-grafia... – Minhas mãos apertavam as laterais do seu quadril enquanto meu membro íntimo, já rígido, procurava pelo dela. – Tens um não sei que de paraíso, e o corpo mais preciso do que o mais lindo dos mortais – Meus olhos já fitavam os seus com uma sede evidente – Tens uma beleza infinita e a boca mais bonita que a minha já tocou. – As pontas dos meus dedos tocavam seus lábios como se dedilhassem uma harpa.

    Eu queria falar mais alguma coisa, mas o desejo em sua expressão apagou qualquer palavra da minha mente, me fazendo apenas fixar meus olhos nos dela enquanto deixava minha mente vagar nos nossos sexos quase unidos. Ela parecia ter intimidade com meus instintos e cada dia parecia a primeira vez. Meus braços fortes e suados conduziam minhas mãos até suas coxas e as abria ansiosamente, porém com cuidado, ao mesmo tempo que meus lábios correspondiam seus beijos com a mesma urgência que recebia. Dessa maneira deixei que meu corpo completasse o dela, exatamente como côncavo e convexo. Não existia sensação mais maravilhosa no mundo do que aquela que eu sentia quando nossas almas se entregavam em nossos momentos íntimos. Qualquer outra preocupação simplesmente deixava de existir, dando lugar a um amor tão imenso, tão forte e tão verdadeiro que me fazia lacrimejar os olhos. Dominana, quero que você viva para sempre.

    Ou melhor, você viverá para sempre. Em mim.
    DOMINIANA:

    Quente. Era apenas isso que eu sentia. Meu íntimo estava em pura excitação, minhas mãos pareciam ansiosas em querer tocar cada parte de Johann. A pele suada do meu amado parecia em chamas, enquanto seus toques firmes apenas fazia com que meu coração se acelerasse ainda mais, e a necessidade apenas fosse maior. As palavras dele apenas afloravam mais o meu desejo. Mas não havia prazer maior quando eu podia sentir ele dentro de mim. Como se fosse um animal tão sedento por água que, quando encontrasse o primeiro rio, mergulharia por completo até afogar-se em suas águas. Arquejei, enquanto o abraçava ainda mais e minhas pernas o envolviam com mais força. Meu corpo respondia necessitado por mais além de apenas toques firmes ou delicados.

    Meus lábios ainda exploravam o pescoço dele até que cheguei ao pé de sua orelha. Tentei sussurrar, formar palavras, mas era inevitável suprimir meus arquejos que interrompiam meu sussurro. – Sacie-me... Meu... Jo-hann... - Minhas mãos percorriam suas costas com as unhas. Até que pude tocar em suas nádegas, as apertando. Eu queria mais. Sentia o atrito de nossos corpos a começar, sentia meu íntimo a explodir por não aguentar de tanto desejo. Sentia querer mais, até que meu corpo não aguentasse. Até que eu não mais tivesse forças. Mas ainda era apenas um pequeno começo, era apenas uma pequena gota. Ainda tínhamos o rio a percorrer. O rio a nos inundar.
    JOHANN:

    Suas mãos falavam mais que o seu silêncio e isso fazia com que o animal dentro de mim fosse despertado. O animal estava faminto, mas ao mesmo tempo sentia tanta ternura por sua presa... Que fazer senão deixar que aqueles beijos em meu pescoço arrepiassem completamente meus poros fazendo com que todos os pelos do meu corpo se eriçassem? Quando os mesmos lábios que beijavam com tanta paixão resolveram finalmente quebrar seu silêncio, pedindo que eu a saciasse, era como se tivesse jogado o animal numa jaula com seu alimento já servido. Pode parecer grosseira a comparação, mas carnalmente era inevitável que eu não pensasse em quão desejável e apetitosa é a minha mulher. Apoiei meus braços na cama, sustentando mais meu peso para que ela não recebesse tanto impacto e comecei a movimentar meu quadril intensamente contra o dela. A cada deslizada em seu interior sentia como se precisasse daquilo para viver. Precisava de Dominiana. Somente dela.

    Meu sangue parecia flamejar em minhas veias me fazendo transpirar ainda mais e em cada célula meu amor se fazia presente com mais clareza, me contaminando como uma doença incurável. Aliás, se estar doente significa isso, por favor, quero mais é ficar doente mesmo e morrer nos braços da minha amada. Doença de amor só cura com mais amor e é exatamente disso que preciso. No momento em que senti suas unhas friccionarem minhas costas, um gemido abafado carregado de excitação me escapou dos lábios. E, inevitavelmente, assim que suas mãos apertaram minhas nádegas, trinquei meus dentes, arfei e aumentei ainda mais o ritmo do movimento. Passei a apoiar-me apenas em um braço enquanto o outro passeava por suas curvas até repousarem sobre seus seios, começando a massageá-los e apertá-los com vontade.

    Diminui novamente o ritmo, passando a acariciar seus cabelos. A mulher mais linda que já vi na vida. Nem as sereias podem ser tão belas quanto ela. Rocei meu nariz no dela de leve enquanto minha língua contornava seus lábios como se estivesse desenhando-os novamente. Dessa forma, deixei que meus instintos me guiassem e meus lábios queriam tocar outras partes do seu corpo. Comecei a descer lambendo seu corpo – já não a penetrava mais –, segurei seus seios e os chupei com tanta intensidade que algumas marcas vermelhas apareceram em seguida no local. À medida que eu ia descendo nossos olhares se encontravam e um sorriso lateral, carregado de malícia, aparecera em meu rosto. Assim que cheguei no ponto em que suas pernas se encontram, exatamente como o rio deságua no mar, passei a roçar minha barba por fazer na região abaixo do seu umbigo. Eu sabia que isso a deixaria arrepiada e ainda mais faminta por mais prazer. Era exatamente isso que eu queria.

    Em seguida deixei que meus lábios mergulhassem em sua virilha, beijando-a toda até que não mais aguentassem a tentação e encontrassem a entrada do paraíso. Sim, porque, nossa... Só pode ser o paraíso. Minha língua lambeu o líquido quente que escorria dela, seu lubrificante natural, e sentir o seu gosto era como provar o néctar de uma flor. Passei a chupar a região com ânsia e a apertar fortemente suas coxas, sem parar de fitá-la nem um só segundo.
    DOMINIANA:

    Os lençóis de nosso leito se bagunçavam a cada movimento nosso. E eu podia ouvir um leve ranger da madeira entalhada do leito, enquanto meu corpo e minh'alma se entregavam totalmente. Gostava de ver os braços de Johann tão firmes, gostava do contato de sua pele na minha, do atrito provocante que se acelerava, por nossos corpos pedindo por mais. Mais. Gostava de poder ouvir os sussurros de Johann que mostravam o prazer que sentia estando dentro de mim. Minha voz saía falha, sem palavras. Meu íntimo se aquecia, e toda aquela onda de calor se espalhava a cada parte de meu corpo, por cada poro. Todo meu corpo estava em chamas, mas estranhamente anestesiado pelo sexo.

    Senti meus músculos relaxarem de forma súbita, enquanto instintivamente libertava um gemido alto, que parecia guardado dentro de mim, como um leão liberta seu rugido poderoso. Mas Johann, meu amado, ainda explorava cada parte de meu corpo. Ainda que minhas pernas estivessem relaxadas, meus seios ficavam rígidos ao toque dos lábios abrasadores e da língua úmida e inquieta de Johann. Um arrepio percorria por toda minha coluna quando pude sentir o leve atrito de sua barba abaixo do meu umbigo. Ele sabia provocar ainda mais, sabia exatamente como me dar prazer, porém, sempre despertava a minha sede de forma cada vez mais intensa.

    Observei ele dar um último sorriso antes que mergulhasse por entre minhas pernas e, subitamente, senti cada parte da minha vagina ainda mais sensível. Os beijos eram suaves, mas provocantes. Delicados, mas que despertavam todo aquele torpor de prazer. Até que a ousadia foi maior. Minhas costas arquearam quando pude sentir sua língua dentro de meu íntimo quente e úmido. Sentia toda minha necessidade ser libertada por gemidos que ficavam cada vez mais altos, mas que mal me apercebia disso e pouco me importava. – Ah, Johann... JOHANN... – Eu gritava, meu corpo gritava.

    Eu sentia cada parte de mim ansiando por mais.
    JOHANN:

    Eu via de dentro dos seus olhos a entrega total e a confiança. Cada vez que Dominiana se deitava comigo eu sabia que seu coração era dado em minhas mãos, assim como o seu corpo tão maravilhoso. Seus gemidos só aguçavam meus instintos e faziam meus lábios terem mais fome do seu sabor. Eu estava inebriado. Minha alma se entrelaçava com a dela como se dependêssemos daquilo para permanecer vivos.
    Parei de mergulhar entre suas pernas, naquele oceano de maravilhas e então, ao mesmo tempo em que eu me levantava e ia sentando na cama, entre suas pernas, a erguia delicadamente, fazendo com que se sentasse também. Não era esforço nenhum, o corpo da minha amada era como uma pluma de tão leve, para mim. A coloquei grudadinha em mim novamente, suas pernas abertas ficavam sobre as minhas que se fechavam em suas costas. Posicionei novamente meu membro em sua vagina e voltei a penetrá-la, olhando em seus olhos sem parar. Eu a sustentava com as mãos em seu quadril, fazendo alguns movimentos de vai e vem inicialmente, mas depois parei. Envolvendo seu corpo com um abraço forte, ainda me mantendo dentro dela. Fitei seu rosto suado e sua expressão embebida de prazer. Sorri. Ternamente.

    Pelos doze signos! Como ela ficava linda...

    Levei uma de minhas mãos até o seu rosto, tirando algumas mechas de cabelo que caiam sobre seus olhos, e em seguida a beijei com fervor, cheio de vontade, porém demonstrando todo o meu amor naquele momento. Depois de alguns minutos nos beijando, parei e fitei o seu rosto mais uma vez. – Você é a mulher mais linda do mundo. – Sussurrei com a voz meio rouca, carregada de sinceridade. Nossos momentos de amor e prazer não eram somente isso. Eu nunca me deitava com ela pensando apenas no sexo, no prazer, e sim em tudo o que envolve a nossa relação. Não posso viver sem Dominiana, disso eu tenho certeza.

    Voltei a movimentar meu quadril contra o dela e deitei minha cabeça em seu ombro, ficando a beijar seu pescoço e acariciar suas costas enquanto nos completávamos. Alguns gemidos abafados me escapavam e eu podia ver sua pele arrepiar-se com isso. Depois de alguns minutos nesta posição, sustentei-a em meus braços, ainda dentro dela e me virei na cama, colocando-a por cima de mim quando me deitei. Tudo sem tirar a nossa conexão. Era a vez dela de me dominar. Aliás, somente Dominiana possui as rédeas do meu coração. Da minha vida.

    Eu te amo. – Sussurrei olhando em seus olhos de rio, ansiando por me afogar para sempre.


    Hellkite
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    Re: Contos erotikos

    Mensagem por Hellkite em Seg Nov 12, 2018 10:53 am

    Terminei de ler seu conto, muito bom, parabens!

    Ja tinha falado com voce, legal a ambientação, ainda preciso ler os docs que me enviou. A ideia de signos é bem interessante.

    Na historia, da para ver que Johann e Domini formam um casal bem apaixonado, tipo goiabada e queijo, kkk! Você é bem detalhista, explorando bem os pensamentos e sentimentos dos personagens, a gente fica debaixo da pele deles praticamente. Interessante ver este lado erotico e amoroso bem entrelaçado, é um ponto de vista que para os homens é diferente, pois somos mais voltados para o lado pratico da coisa. Vou tentar colocar nos meus jogos mais este jeitinho feminino sexual, que é bem legal também. Alias, vou ate roubar suas descrições, kkk!

    Continue escrevendo Katy!
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    Re: Contos erotikos

    Mensagem por Lady Katy em Ter Nov 13, 2018 4:21 pm

    Ah, que feedback maravilhoso! Obrigada, Hellkite! Fico muito feliz em saber que agradei e que consegui trazer um pouco desse olhar feminino pra você com as minhas descrições! Pode ficar tranquilo que vem mais "Katy" por aí hahaha
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    Re: Contos erotikos

    Mensagem por Lady Katy em Ter Nov 13, 2018 4:34 pm





    I WANT TO KNOW WHAT LOVE IS #001



    OBS: A narração que se inicia agora é conjunta entre Katytanium e Claude Speedy, e está ambientada na década de 80. O conteúdo erótico se desenvolverá nas próximas postagens.



    Saphira sempre fora uma moça extremamente inteligente, de uma beleza notável e muito destemida, mas para alguém no gozo dos seus dezoito anos havia tanto ainda por viver, tantas dúvidas (em decorrência da sua inexperiência), tantos desejos reprimidos e hormônios em ebulição que, cada vez mais, se tornava insustentável para ela continuar naquela casa.

    Mas… Pra onde iria?

    Seu pai, Rodolpho, era extremamente controlador, principalmente após o assassinato da mãe da moça quando a jovem tinha apenas doze anos. Desde então, Rodolpho, na tentativa de protegê-la do mundo, por ter medo de também perder sua filha, a isolou do mundo. Por conta disso, Saphira foi criada sendo controlada o tempo inteiro e sempre tinha alguém de confiança de seu pai por perto.

    Por conseguinte, os momentos em que a jovem podia se sentir mais livre (por não ser vigiada) aconteciam enquanto estava no colégio. Foi assim que conseguiu dar seu primeiro beijo aos 16 anos e se apaixonou pela primeira vez por um rapaz chamado Julio. No entanto, seu pai descobriu e a proibiu de se relacionar com o rapaz, mais uma prova do seu perfil extremamente possessivo.

    Naquela noite Saphira estava ansiosa, pois era a primeira vez que seu pai receberia um amigo em casa. Pelo que lhe havia contado, Chris era irmão de um grande amigo de infância e passaria o fim de semana lá à trabalho, aproveitando a oportunidade para então rever Rodolpho. Na verdade a jovem estava surpresa por seu pai receber um homem em casa, já que fazia de tudo para manter todos longe dela.

    Às 19h em ponto a campainha tocou. Saphira estava com os cabelos ainda úmidos, vestindo os mesmos jeans de sempre, uma camiseta branca e uma jaqueta, se mantinha um pouco recuada enquanto seu pai recebia Chris com um caloroso abraço. Quando a rapaz a olhou, imediatamente um frio na barriga lhe percorreu e engoliu a saliva com dificuldade naquele instante. Jesus, que homem… MARAVILHOSO! Pensou. Não sabia ao certo se era pela falta de contato com homens, mas a forma com que Saphira instintivamente se sentiu atraída por aquele homem em específico a faria ir embora dali com ele na hora, se assim ele quisesse.

    De súbito, quando se deu conta, Chris já estava diante de si estendendo a mão para cumprimentá-la.

    - Chris, esta é minha filha Saphira. Ela preparou um jantar maravilhoso para nós essa noite, não foi filha? Conte para o nosso convidado ilustre o que teremos! - afirmou Rodolpho em tom bem humorado.

    Saphira olhou para sua mão que tocava a de Chris e sua expressão era meio abobalhada. Rapidamente tentou disfarçar para que não entregasse sua atração.

    - Errr… Satisfação em conhecê-lo, Sr. Teremos hoje lasanha de peito de frango defumado e de sobremesa um doce de caju em calda que eu mesma fiz. - respondeu com um sorriso meio sem graça, diante da demora para que conseguisse organizar os pensamentos, após fitar o sorriso arrebatador do convidado daquela noite.




    (A continuar…)

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    Re: Contos erotikos

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      Data/hora atual: Qui Nov 15, 2018 1:58 am