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    Capítulo 1: O Motim...

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    Capítulo 1: O Motim... - Página 6 Empty Re: Capítulo 1: O Motim...

    Mensagem por Freak(out) em Qui Maio 02, 2019 8:12 pm

    Camilo

    Fervorosamente ele recitou suas passagens em latim ao ler o painel na parede, como um convite para o dono daquele refúgio se expor, talvez usando como gatilho seu conhecimento em latim para mostrar que eles tinham não somente gostos em comum, mas também conhecimentos em comum – isso sempre funciona para causar uma boa primeira impressão em uma apresentação. Contudo, aparentemente nada aconteceu e Camilo permaneceu ali, sozinho, durante alguns minutos sem nada nem ninguém aparecer para recebê-lo. Frustrado, ele volta a examinar o quadro.

    Examinando o painel mais próximo, Camilo percebe que os símbolos se encontram em pedras menores e salientes abaixo do painel com os versos. Ele então percebe que não eram apenas símbolos, e sim botões, dispositivos que acionavam algo. Ele também nota que os versos fazem analogia a temas ocultos, como alquimia, elementos da natureza e a própria condição astral. Qual botão ou botões ele deveria apertar? E o que os botões fariam? Ele sabe que a resposta para a sequência está oculta naqueles versos, em forma de pistas. Muito provavelmente não será apenas um botão. Pode ser que ele tenha que apertar os mesmos botões em uma sequência exata. A pergunta é: o que acontecerá se ele errar?

    RESUMO DE CAMILO:
    Reserva de Sangue: 06
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    Capítulo 1: O Motim... - Página 6 Empty Re: Capítulo 1: O Motim...

    Mensagem por Claude Speedy em Qui Maio 02, 2019 11:35 pm

    Capítulo 1: O Motim... - Página 6 123-Son-of-the-Dragon-big

    Os versos desse dragão demônio são parte de uma sequência para abrir a porta...Mas são três... e são quatro estrofes...
    Humm... Um enigma...
    Talvez eu tenha de repetir algum símbolo. Mas qual?


    ?
    “Ao retornar das trevas da morte,
    e vencer o subjugar do ceifador,
    pelo ar se fluirá. Que sorte!
    O retornar à carne é garantia de dor;"


    Lua Nova
    "Em ira forte e flamejante a alma brada,
    rejeitada pela treva do abismo desolado.
    Jazendo inerte sobre a terra maculada,
    assombrada pelo céu negro, desconsolado!"

    Simbolo do ínfinito.

    Pois acima e abaixo a morte espreita,
    e a sede exige agora água rubra.
    A eternidade é um dom que se deleita,
    a custo de aliança eterna com a penumbra!


    Pentagrama....
    Faz-se então da vida teu patrimônio,
    e cobiça o sangue do semelhante;
    pois é assim que se faz um demônio,
    e não seja ingênuo! A sede é constante!”1


    Talvez... Seja o Pentagrama inicialmente...

    E com isso Camilo aperta: Pentagrama, Lua Nova, Símbolo do Infinito e Pentagrama.
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    Capítulo 1: O Motim... - Página 6 Empty Re: Capítulo 1: O Motim...

    Mensagem por Freak(out) em Sex Maio 03, 2019 1:40 am

    Camilo

    Camilo analisou os versos, tentando decifrar a sequência oculta naquela poesia macabra. Ele não sabia o que esperar se errasse, mas não tinha muita escolha a não ser tentar ou pedir auxílio a seus companheiros. Foi então que, após uma análise, chegou a conclusão de que a sequência se iniciaria com o pentagrama…

    “Téc!”

    Infelizmente ele errou…

    Assim que o ruído ecoou depois que o botão foi pressionado, o chão onde Camilo pisava se desfez completamente e ele caiu, como se por baixo da terra não houvesse mais terra, e sim outra coisa que sustentasse aquela camada de terra que servia para camuflar o verdadeiro alicerce – e de fato era exatamente isso.

    O Lasombra não teve sequer tempo de reagir. Quando percebeu, estava enrolado em uma enorme língua gigante que o deixava pendurado. Estava a muitos metros do chão, assim como estava a muitos metros de onde caíra – agora um buraco. Se não fosse pela língua, a queda teria sido muito grande – e muito, muito dolorosa.

    Ainda pendurado e se debatendo, Camilo pôde contemplar o local que se encontrava. Todo aquele abismo era uma grande caverna pulsante feita de carne. Haviam muitas pilastras, fosse no centro ou na periferia, e nelas haviam muitos olhos amarelos de fendas negras que agora encaravam diretamente Camilo – cada olho tinha o tamanho da cabeça de um adulto. As pilastras também possuíam muitas tochas, que iluminavam todo o lugar, e muitos espinhos ósseos em suas laterais, fazendo com que elas parecessem enormes serras de carpinteiros que foram colocadas de pé e ficaram estáticas, sem cair. O chão tinha enormes tumores pustulentos que pulsavam como corações, e não demorou muito para que eles estourassem espalhando uma gosma amarelada e de odor doentio por todos os lados, revelando centenas de seres como esse:

    Capítulo 1: O Motim... - Página 6 Enemym10

    Eles mediam vinte centímetros de altura cada um. Alguns portavam pequenas facas ou pequenas clavas ou maças improvisadas e rudimentares. Havia uma verdadeira legião deles, como uma praga de gafanhotos sobre uma plantação negligenciada. Eles gritavam e riam e balbuciavam todos ao mesmo tempo com uma voz extremamente aguda, rasgada e irritante. Eles saltavam bem alto, mas não alto o bastante para chegar em Camilo – que era o que eles estavam tentando fazer. Contudo a diversão deles não durou muito, pois logo se iniciou uma sucessão de tremores que agitavam todo aquele lugar, e aquelas pequenas aberrações corcundas se dispersaram por todos os lados, em pânico. Estavam com medo de algo ou alguma coisa, e logo essa coisa se revelou para Camilo, parando bem abaixo dele com uma ira infernal.

    Capítulo 1: O Motim... - Página 6 1ac79ce181de0a228b46779fd65c5c43

    A coisa era abominável e urrava furiosa. Cada passada dela causava um tremor violento em toda aquela caverna pulsante de carne. Camilo nunca tinha visto nada como aquilo. Ele já tinha ouvido falar das “artes Tzimisce voltadas para a guerra”, mas nada que ele pudesse imaginar sequer podia chegar próximo daquele pesadelo vivo que pisoteava o chão na intenção de derrubar Camilo com os tremores, mas a língua era tão forte que não cedia sequer um centímetro.

    – Pois bem…
    – disse uma voz calma e até mesmo com certa beleza acima dele. – Tudo o que preciso fazer é cortar alguns pedaços e você cairá e terá uma morte final muito dolorosa, meu caro invasor. Contudo, sua presença aqui me intriga, assim como a presença dos seus amigos que tomaram a antiga cabana Tremere da qual a muito eu me apropriei. Diga-me… Podes tocar meu coração morto e inumano para atiçar minha piedade? Claro que não. Pergunta retórica. Mas talvez você possa me convencer que seu ato de intrusão tenha uma boa justificativa. Se assim for, eu posso ouvi-lo e quem sabe até mesmo soltá-lo…

    Quando Camilo olhou para cima, ele viu perfeitamente a imagem debruçada de um homem que segurava a tocha da parede em mãos. Era um homem aparentemente comum, que usava uma túnica negra e levava também um cajado na outra mão.

    Capítulo 1: O Motim... - Página 6 Yorak10

    ___________________________________________________________________________

    Enquanto isso, na cabana, as vozes novamente voltaram a falar com Beaumont. O malkaviano ouviu uma voz em tom sério dizendo “O Lorde Dragão agora debate com teu aliado. Se o Lasombra agora for imprudente, todos vocês sofrerão pela falta de sensatez dele.”

    RESUMO DE CAMILO:
    Reserva de Sangue: 06
    Força de Vontade: 03/04
    Vitalidade: Ferido Gravemente (Agravado): -2.

    RESUMO DE BEAUMONT:
    Reserva de Sangue: 10
    Força de Vontade: 03/07
    Vitalidade: Ok.

    Força +4
    Destreza +4
    Vigor +4
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    Capítulo 1: O Motim... - Página 6 Empty Re: Capítulo 1: O Motim...

    Mensagem por Claude Speedy em Sex Maio 03, 2019 12:59 pm

    No momento em que Camilo se vê aprisionado, ele não teme... Não reage, apenas observa. Ao ouvir que se ele cortar os pedaços de carne irá cair, o Lassombra pensa que teria de ser astuto para não irritar o demônio. Aliás, era essa a única razão dele ter vindo procurá-lo.

    -Na verdade vim justamente tentar pedir desculpas em nome de todos nós sobre nossa intromissão, Milord... Eu não queria que meus colegas deixassem má impressão sobre o sangue que consumiram em seu poço ou da intromissão que fizemos. Foi por respeito às tradições dos Tzimisce que vim para não sofremos retaliação após nossa partida e checar como poderiamos compensar por sua hospitalidade nessa cabana que agora te pertence. Também fiquei curioso como poderia auxiliar um vampiro vindo de Valáquia do clã pelo qual tenho muita estima.

    Nenhuma daquelas palavras eram mentiras, apesar disso o sacerdote sabia que nem todo Tzimisce partilhava do credo que ele tinha de qual era o papel posto por Deus do Vampiro no mundo. Mas isso era irelevante, o que lhe era notório é que enquanto um hábil escultor de carne que poderia ser capaz de expulsar de vez os Assamitas e seus sarracenos da Espanha rastejava no subsolo com tanto poder, um Príncipe prepotente se sentava no trono achando ser Deus.

    -Me perdoe se interpretei erradamente o seu enigma na porta de entrada...
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    Capítulo 1: O Motim... - Página 6 Empty Re: Capítulo 1: O Motim...

    Mensagem por Freak(out) em Sex Maio 03, 2019 7:02 pm

    Camilo

    Camilo escreveu:– Na verdade vim justamente tentar pedir desculpas em nome de todos nós sobre nossa intromissão, Milord... Eu não queria que meus colegas deixassem má impressão sobre o sangue que consumiram em seu poço ou da intromissão que fizemos. Foi por respeito às tradições dos Tzimisce que vim para não sofremos retaliação após nossa partida e checar como poderíamos compensar por sua hospitalidade nessa cabana que agora te pertence. Também fiquei curioso como poderia auxiliar um vampiro vindo de Valáquia do clã pelo qual tenho muita estima.

    O Tzimisce permaneceu calado, olhando calmamente Camilo preso naquela abominação, como se o analisasse.

    Camilo escreveu:– Me perdoe se interpretei erradamente o seu enigma na porta de entrada…

    Após mais alguns instante de silêncio, o Tzimisce grita algo em outra língua. Não era um grito de raiva, mas apenas uma palavra dita de forma propositalmente mais alta. Camilo não sabia se era uma palavra dita no idioma natal daquele cainita ou uma língua mais antiga e obscura, mas ele percebeu que ele falava com a língua gigante e consciente que o prendia – lhe dava uma ordem.

    A língua puxou Camilo para cima de forma vagarosa, e ele se viu cada vez mais alto e cada vez mais distante do monstro que urrava e clamava pelo seu sangue, até que foi “esticado” para fora do poço, colocado gentilmente de pé e solto pela grande língua, que retornava para o abismo de carne calmamente. Camilo estava completamente pegajoso, coberto por uma saliva com cheiro de garganta infeccionada, mas nada além disso. Ele estava fisicamente intacto – embora mentalmente chocado – e agora podia ver mais detalhes do dono daquele lugar, já que estava a menos de um metro dele. Era um homem magro, esguio e meio encurvado, com uma cabeleira branca e cheia penteada para trás. Seus olhos eram de um azul claro e desbotado, com poucas rugas no rosto pela idade que aparentava. Fisicamente falando, não parecia poderoso. Na verdade, parecia até mesmo vulnerável e debilitado, mas Camilo sabia, ou melhor, sentia, que isso era um mero engodo. Aquele homem, aquele vampiro irradiava uma energia inquietante, de pura maldade. Talvez não fosse maldade propriamente dita, mas certamente era densa, horripilante e incômoda para quem não estava acostumado com ela – Camilo não estava, e o desconforto que ele sentia era perceptível até mesmo por suas feições.

    – Este lugar que nos encontramos é deveras penoso de se localizar, tampouco é isento de perigos – começou a falar de forma calma e formalmente. – Tendo em mente esse princípio, o curso de ação mais provável que se pode supor é: ou tu e teus companheiros, de forma muito improvável, foram enviados para cá especificamente para investigar este domínio meu, ou, mais improvável ainda, embora não impossível, acabaram por cruzar suas sortes com a minha.

    O Tzimisce se aproxima de Camilo a ponto de quase encostrar nele. Isso é extremamente inquietante e deixa o Lasombra com uma certa ansiedade difícil de esconder e, embora o demônio certamente percebeu tais impulsos, nada disse, tampouco se importou.

    – Com licença, sim? – O Tzimisce desembainha a espada de Camilo até a metade, e passa algum tempo analisando a lâmina, como um ferreiro avaliando um trabalho em metal.

    – Tua arma – diz ele, soltando a espada, que volta a deslizar para dentro da bainha – assim como tua armadura, embora danificada, me dão pistas sutis de tua origem e da origem de teus companheiros de jornada. Este é deveras um bom aço. Aço de Toledo; uma cidade que pouco adentrei mas que muito dela já aprendi. Isso reforça minha primeira hipótese, meu primeiro curso… Foi teu Príncipe que mandou tu e teus amigos em expedição em meu encalço?

    O Tzimisce olhou na direção de Toledo, e assim ficou algum tempo, como se visse tudo que ali acontecia, como se estivesse dentro da própria cidade. Camilo nesse momento sentiu-se tão ameaçado que cogitou de fugir, mesmo que instintivamente ele soubesse que isso fosse uma ideia estúpida e infrutífera. Contudo, as palavras seguintes o reconfortaram.

    – É tolice supor tal coisa. Teu Príncipe não pode comigo e com aquele que me auxilia. Não faria sentido ele mandar uma guarda de jovens até mim… a menos que ele os tenha enganado e os enviado para a destruição velada…

    Essas palavras fazem Camilo se lembrar da forma como o Príncipe agiu no castelo e o atacou.

    – Hipótese pouco provável também, no fim das contas. Teu soberano Lorencio pode saber que me encontro agora passageiramente nestas terras tão longe das minhas, mas ele não tem o conhecimento e a capacidade de saber o ponto exato. Parece que a fortuna de vocês, meus jovens, está de fato pesada. Eu poderia acabar logo com isso lendo tua mente e acabar por saber tudo o que há para saber sobre tu e aqueles que te seguem, mas não vejo razão para tal grosseria. Todos merecem uma chance de defesa e eu mesmo já lhe disse que concedo a ti tal chance. Agora… Gostaria de me falar o que um grupo de cainitas tão diversificados faz em ermos tão inseguros?

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    Capítulo 1: O Motim... - Página 6 Empty Re: Capítulo 1: O Motim...

    Mensagem por Beaumont em Sex Maio 03, 2019 8:54 pm

    Quando o Ancião da casa das trevas apareceu para nós eu pude ter certeza de que algo de estranho e ardiloso estava para ser presenciado por nós. Tudo o que Velasco disse tinha um fundamento importante, mas e a minha aliança com o Príncipe ? Será que My lady se sentiria mais contente ao saber que temos ajuda da igreja do que da Nobreza de Toledo ? Isso poderia ser bom...Extender o poder da Capital estado de Florença ao clero do Oeste seria muito bom...Mas então é que surgi um terceiro lado nesta história mirabolante. Pudi ver que o Monge foi ao encontro do dono da casa. Desde o início algo me dizia que este ser poderia ser nosso amigo ou inimigo e que isso dependeria de nossas ações. O sangue ainda me falta, me falta a compreensão do que houve com aquelas mulheres. Aproveitei o momento para me reservar. Caminhei até um local escuro e me sentei, se necessário usaria a ofuscação 1 para ficar mais discreto. Eu precisava entender quais eram os planos daquele que percorria o meu corpo. 

    "Olá crianças ? Qual é a trilha que me ofereces no início desta noite ? Ter o anfitrão desta casa seria do seu agrado ? Já que foi você quem me indicou este lugar ?" 

    Permaneci sentado ali, em posição de lotus no escuro, me concentrava nas vozes das crianças, o que elas iriam querer comigo agora ?
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    Capítulo 1: O Motim... - Página 6 Empty Re: Capítulo 1: O Motim...

    Mensagem por mitzrael em Sex Maio 03, 2019 11:24 pm

    Capítulo 1: O Motim... - Página 6 E93a3066fe386702556a3fb9f5f69f98

    Kraven escultava todo o sermão do anvitriao da casa aos poucos Kraven ia se escorando na parede
    de alguma forma as palavras do homem pareciam sensatas , e firmes .

    Mas nem um pouco confiaveis , o que realmente ele escondia atraz de suas palavras ? isso martaleva na mente do Kraven

    Pensando: essa converça melada ta escondendo algo pode ter certesa , o que realmente eles querem com esse artefato
    tudo em volta disso requer muita minha atençao , Crow a de me guiar , estamos em um dilema , trair o principe ou dar a arma
    pra aumentar seu poder , mas o que mas me entriga e poder oculto , o que será que ele faz .


    Esse pomposo pode tar escondendo algo , esse interece não um ato de bondade e sim de sobrevivencia eu posso sentir o cheiro de medo
    de longe , quem será que vai falar com o tao Tzi ? foi observar e estudar cada passo , ja mostrei minha força agora ta na hora de
    estudar os pontos fracos dessa equipe e desses pomposos que acha que nos controla .


    Cool Cool

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    Capítulo 1: O Motim... - Página 6 Empty Re: Capítulo 1: O Motim...

    Mensagem por Freak(out) em Dom Maio 05, 2019 5:13 am

    Luna
    Machiavelli
    Beaumont
    Kraven

    Luna via Camilo se distanciado para fora da cabana, com a intenção de barganhar com o vampiro que refugiava-se abaixo do poço. A jovem Gangrel acompanhou a saída do Lasombra com um sorriso sereno e sincero em um semblante dotado de inspiração. Machiavelli também acompanhava a saída de Camilo com os olhos, mas seu rosto era sério e não apenas por causa da dor. Ele se via cada vez mais atolado em uma trama que se expandia em complexidade e mistério. Ninguém podia dizer com precisão o que o Ventrue pensava, mas ele agora devia um favor para um ancião Lasombra ressentido que ele, conscientemente ou não, ajudou a prejudicar – e todos podiam ver que , obviamente, ele não estava gostando disso.

    Kraven nada dizia, mas muito observava. Ele dava a impressão de refletir muito a cada palavra dita e, de certa forma isso não era bom. Kraven foi praticamente colocado à força nesse grupo como punição depois de ter atacado Toledo abertamente – uma punição leve, para um ato de tamanho barbarismo. Luna não se sentia confortável perto de Kraven, embora não quisesse transparecer que não confiava nele. Mesmo auxiliando o enfermo Machiavelli e fazendo dupla com Camilo nos combates, não tinha como supor quais eram suas intenções – principalmente agora que o ancião falou tão abertamente do poder do artefato que o Príncipe tanto cobiçava.

    Todos viram Beaumont se afastando para um canto mais escuro, obviamente desejando ficar sozinho. Ele também ouviu o ancião sem nada dizer e sua atitude de isolamento acaba por atiçar a curiosidade – e até mesmo a preocupação – dos demais – principalmente de Machiavelli e Kraven, que já matutavam com certa desconfiança todo o desenrolar dos últimos eventos. A situação piorou ainda mais quando o malkaviano deliberadamente usou seu dom para se ocultar dos sentidos dos demais cainitas da cabana; mas Beaumont estava lá, conversando consigo mesmo, falando em pensamento com aqueles que habitavam seu corpo. Em posição de meditação, ele se concentrava:

    @Beaumont escreveu:"Olá crianças ? Qual é a trilha que me ofereces no início desta noite ? Ter o anfitrião desta casa seria do seu agrado ? Já que foi você quem me indicou este lugar ?"

    A resposta veio instantaneamente na mente do malkaviano, sendo obviamente só captada por ele mesmo:

    “O sangue dele! O sangue dele! Tão forte! Tão forte! Ó, não! Ele cobiça o mestre! Ó! Ó, não! Ele virá até nós! O Dragão em Carne! O Dragão materializado em carne! Socoooorrooooo, mestre!”

    Nesse momento Beaumont reapareceu para todos. Ele caiu no chão e violentamente começou a tremer convulsivamente, espumando um líquido preto que saia de sua boca e narinas. O líquido juntou-se em uma poça negra no líquido, que se movia de forma autoconsciente e emitia um som composto de várias vozes que gemiam de forma lamuriante, como que com medo. O líquido deslizou rapidamente pela saída, desaparecendo nos ermos como o ancião havia feito à pouco. Depois do que pareceu ser um breve Torpor, Beaumont voltou a si, um pouco confuso. Não sentia dor, mas sentia-se… vazio e um pouco zonzo.  

    Por mais estranha que a cena com Beaumont fosse, algo ocorreu para tirar a atenção de Kraven e Luna daquele espetáculo bizarro: vozes próximas do poço. Uma das vozes era reconhecida por ambos como sendo a voz de Camilo. Nenhum deles conseguia captar direito o que era dito, mas era evidente que Camilo falava – e falava bastante – com alguém próximo ao poço.

    – O teste de percepção + prontidão não pôde ser feito por Machiavelli e Beaumont. O primeiro por ter zero dados devido a penalidade dos ferimentos e o segundo por ainda estar meio zonzo do breve torpor em que caiu quando as entidades abandonaram seu corpo. –

    RESUMO DE BEAUMONT:
    Reserva de Sangue: 10
    Força de Vontade: 03/07
    Vitalidade: Ok.

    RESUMO DE LUNA:
    Reserva de Sangue: 05
    Força de Vontade: 06/07
    Vitalidade: Ok.
    Garras da Besta Ativada (Metarmofose 2)
    Testemunha das Trevas (Metarmofose 1) Ativada.

    RESUMO DE MACHIAVELLI:
    Reserva de Sangue: 10
    Força de Vontade: 03/03
    Vitalidade: Aleijado (Agravado) -5

    RESUMO DE KRAVEN:
    Reserva de Sangue: 16
    Força de Vontade: 07/08
    Vitalidade: Machucado (Agravado): -1
    Testemunha das Trevas (Metarmofose 1) Ativada.
    Claude Speedy
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    Capítulo 1: O Motim... - Página 6 Empty Re: Capítulo 1: O Motim...

    Mensagem por Claude Speedy em Dom Maio 05, 2019 2:05 pm

    Capítulo 1: O Motim... - Página 6 Images?q=tbn:ANd9GcSN-jpk1At7tuQEbLWLzYMs4Fb7DkQJ8NOjiCRGz_n-ooFtGDYH

    Camilo sem opções e ainda meio confuso com o limo viscoso que o cobre, se deixa ser examinado em sua arma enquanto sente atônico e confuso diante daquele mal palpável...
    Seria a Ira de Deus que emanava daquele Tzimisce?
    Ele só consegue pensar que estava ontem à noite banhado da água benta...

    Enquanto a língua cheia de musco o soltava ele sentiu o oposto que diante do ser que esta ao seu redor, o examinando friamente.
    Deus em seus pensamentos fez esse ser vir até aqui com qual propósito?

    O Lobisomem foi repelido pelo frasco que ele carregava, assim como as servas da bruxa?

    Água benta santificada por um sacerdote, com o propósito de batismo, benção de pessoas, lugares e objetos, ou como forma de repelir o mal...
    Conforme o Tzimisce examina seus armamentos, o monge lhe dá permissão conforme é pedida.

    Então Camilo o ouve falar sobre o Príncipe que na visão do Lassambra o exilou temporariamente de seu refúgio e terras e deixa claro que ele tem meios de fazer o monge de descobrir mentalmente se o Lassombra diz a verdade, mas que os usaria. No fundo, apesar de todo horror com o qual o Demônio parece hostentar para deixar desconfortável a estadia de qualquer ser vivo ou morto, por uma fração de segundos ele sente um pequeno alívio.

    Quando fala de te-los enviado até aqui pode ter sido uma possível forma de punição para morrerem nas mãos desse vampiro Valáquio, finalmente fica claro o que suspeitou o Lassombra desde o começo.

    -Eu não sei se posso chama-lo mais de meu Príncipe... Meu papel na cidade estará severamente comprometido conforme nas próximas noites a prolongada ausência que me foi imposta por conta do exílio ao qual Lorencio por pueril disputa e retalhação me entregou. Ouvindo as suas palavras agora me é certo que a razão do Brujah é também por tabela minar completamente meus recursos, já que sequer pude voltar ao meu Rebanho naquela noite para me alimentar e passar por essa jornada tem sido difícil... Creio que é possível que ele soubesse que era uma missão arriscada e que morreriamos, mas não imagino que pensou que isso seria por suas mãos por ser um rival dele... Mas saibas que não conseguirá nada além de trazer ainda mais felicidade ao Príncipe tirando nossas vidas. O que aconteceu é que depois de ter com o recentemente se fez claro que Lorencio tem uma visão de governar que discordo, na verdade eu discordei de um só ponto e acreditei que de fato ele era um nobre e poderia me ouvir, nisso fui um tolo... E foi por discordar dele que fui obrigado a proteger o grupo que me acompanha por essas terras. Tentei ajudar o Malkaviano Beaumount por conta de sua indiscrição em se alimentar a não ser punido pelas leis locais de Lorencio, ao mesmo tempo em que quis ocultar a morte de uma figura relevante no clero da cidade o abraçando para não levantar suspeitas. Mas em meio à nossa movimentação fomos abordados no meio da cidade por Kraven, o bárbaro Gangrel que esta conosco... Esse mesmo Gangrel atacou os guardas da cidade por uma razão que sequer pude debater ainda... Os mesmos guardas que faziam minha escolta e a do corpo que o Malkaviano havia se alimentado, eu estava para dar um jeito nisso e encerrar a batalha entre a guarda e ele sem mais alarmes... Mas o Príncipe deu ordens para os anciões da cidade intervirem... O que achei um erro tolo, pois na minha visão o método dele teria deixado o Rebanho da cidade ainda mais alerta do que com os pequenos espetáculos que preparei. Apenas tentei explicar meu ponto de vista, mas no fundo maior tolice foi minha em tentar acoselhar um Brujah que se acha um "rei Filósofo" platônico, mas é um parvo arrogante e desprovido de sabedoria... Mas me vejo ainda mais tolo em ter esperança no Príncipe que eu estupidamente tentei aconselhar sobre isso... E por conta de sinceramente tentar compartilhar minha opinião fui punido. Recebi apenas ordens de que eu tinha de levar o comerciante Ventrue por essas terras e iria protege-lo nessa travessia. Creio que foi um meio que ele achou para matar todos nós sem dizer que era seu objetivo.  

    Por um tempo Camilo ponderava se deveria contar que um dos anciões Lassombra por ordem direta do Príncipe os retirou à força das ruas confessou na cabana que precisa de ajuda para depor Lorencio, mas achou por hora imprudente.  Afinal a única coisa que o Camilo pensa que é não pode dizer ao ancião de seu clã uma só palavra antes que esse resolvesse partir, tantas dúvidas, tantas coisas relevantes que ele queria ser instruído sobre o que dizer para o Arcebispo Monçada e nada além de outra forma de o distanciar lhe foi proposta. Sobre a missão original Camilo já não cria no artefato de Moloch, então também não viu razão para falar sobre o engodo. Rodar nesse lugar cheio de bruxas servidas por lobisomens e depois ir para Aragon? Insanidade! Só de pensar nisso o mongue guerreiro quase chorava! Ir para Aragon e perder tudo pelo que lutou e construiu na cidade? Deixar seu Rebanho sem Pastor... Quanto tempo sua carniçal, uma mulher, poderia cuidar de tudo? Ele só pensa que não conseguiu fazer qualquer pedido para Velasco Ansurius o ajudar, talvez cuidar da Igreja...Mas recorda-se apenas da pressa do ancião Lassombra e que nada pode dizer. Ele agora conversava com um desconhecido de um clã que ele conheceu lutando ao seu lado que apesar da forma decadente que vivia parecia um pouco mais disposto a dialogar do que um Vampiro de seu próprio clã... Apenas temia que perderia certamente não só a Igreja, seu Rebanho com também não fazia ideia se a anciã dos Capadócios teriam mantido vampiro a sua cria e de Beumount por conta da aliança que fez com os Lassombra. Aquela era uma pergunta fundamental para saber se ele não seria derrubado por aí. Tudo que ele pensava é que havia sangue tanto dele quanto de Beamount no monge... Ele até pensa bom que tal homem fosse instruído como Capadócio ao invés de destruído.  Lorencio teme que haja uma superpopulação de vampiros, Camilo acredita que só ampliando os Anjos da Noite poderiam vencer os hereges muçulmanos.

    No fundo, várias questões sobre a sorte desse grupo incomum ter se encontrado ficam vagas para Camilo. Especialmente porque ele pretendia instruir seus anciões sobre devido ao deslize do Malkaviano e tentar pedir conselhos e fazer acordos para favorece-lo. Mas no instante seguinte ele se questiona porque sequer sabia que havia um Malkaviano dentro de seu monastério... Tudo isso ele pretendia discutir com o arrogante Príncipe, não só seus métodos, mas tudo que o sujeito parecia querer era o tal artefato, que para o Lassombra se fazia parecer um engodo gigante... Talvez tal engodo fosse a verdadeira razão de um Tzimisce estar tão longe de casa, para procurar uma lenda de uma arma de um falso deus.

    Tudo isso Camilo poder compreender... Menos o texto em Latim.

    -Meu nome é Camilo de Castilha, meu senhor... E como te disse, recentemente lutei nas terras dos Tzimisce em Valáquia contra os Assamitas. Eu mesmo acreditava que Kraven fosse um do clã de vocês...Talvez a única coisa de prudente que o Príncipe fez foi trazer-lhe um ancião do clã Gangrel para o ensinar... Mas nunca vi um Gangrel como Kraven, capaz de voar com asas como as de um Zulu voador que vi alguns de vocês se tornar em guerra. Se esta de passagem por aqui e tem problemas com o Príncipe assim como eu tenho... Pelo que diz ele sabe de sua existência e que talvez viesse para cá. Poderia me explicar exatamente em que poderiamos ajuda-lo a incomodar o regente de Castilha ainda mais?

    Sair daqui e ir para Aragon, achar o tal Arcebispo Monçada poderia ser um recuo ou o fim de todo espaço que Camilo conquistou na cidade. Além de tudo que lhe foi dada a responsabilidade de cuidar, nem tudo sua amada poderia lidar naquele lugar, ainda mais Lorencio sabendo que o monastério agora estava desprotegido. Apesar de tudo isso, o jovem Lassombra sabia que eram apenas bens materiais passageiros e a glória de Deus lhe bastava...A única coisa que incomodava de fato eram as palavras de Lorencio dizendo "eu sou Deus".   Talvez por isso sua visão se seduziu pelo tal artefato de Moloch, um demônio que se passa por falso deus enquanto em seus porões eu achei frascos de água benta poderossímos pelo toque do Deus Verdadeiro! O regente de Castilha estava totalmente cego por Lucifer, O Sol, a Estrela da Manhã.

    É certo que o Criador escreve certo por linhas tortas... E talvez a passagem daquele Demônio fosse a providência divina levantando sua Ira contra a arrogância de Lorencio se proclamar Deus. E essas palavras Camilo jamais esqueceria e pretendia rezar dia e noite para conseguir punir tamanha heresia por quais meios tortos o Todo Poderso pudesse escrever certo.
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    Capítulo 1: O Motim... - Página 6 Empty Re: Capítulo 1: O Motim...

    Mensagem por Freak(out) em Dom Maio 05, 2019 11:14 pm

    Camilo

    Camilo escreveu:– Eu não sei se posso chamá-lo mais de meu Príncipe... Meu papel na cidade estará severamente comprometido conforme nas próximas noites a prolongada ausência que me foi imposta por conta do exílio ao qual Lorencio por pueril disputa e retalhação me entregou. Ouvindo as suas palavras agora me é certo que a razão do Brujah é também por tabela minar completamente meus recursos, já que sequer pude voltar ao meu Rebanho naquela noite para me alimentar e passar por essa jornada tem sido difícil... Creio que é possível que ele soubesse que era uma missão arriscada e que morreríamos, mas não imagino que pensou que isso seria por suas mãos por ser um rival dele... Mas saibas que não conseguirá nada além de trazer ainda mais felicidade ao Príncipe tirando nossas vidas. O que aconteceu é que depois de ter com o recentemente se fez claro que Lorencio tem uma visão de governar que discordo, na verdade eu discordei de um só ponto e acreditei que de fato ele era um nobre e poderia me ouvir, nisso fui um tolo... E foi por discordar dele que fui obrigado a proteger o grupo que me acompanha por essas terras. Tentei ajudar o Malkaviano Beaumount por conta de sua indiscrição em se alimentar a não ser punido pelas leis locais de Lorencio, ao mesmo tempo em que quis ocultar a morte de uma figura relevante no clero da cidade o abraçando para não levantar suspeitas. Mas em meio à nossa movimentação fomos abordados no meio da cidade por Kraven, o bárbaro Gangrel que esta conosco... Esse mesmo Gangrel atacou os guardas da cidade por uma razão que sequer pude debater ainda... Os mesmos guardas que faziam minha escolta e a do corpo que o Malkaviano havia se alimentado, eu estava para dar um jeito nisso e encerrar a batalha entre a guarda e ele sem mais alarmes... Mas o Príncipe deu ordens para os anciões da cidade intervirem... O que achei um erro tolo, pois na minha visão o método dele teria deixado o Rebanho da cidade ainda mais alerta do que com os pequenos espetáculos que preparei. Apenas tentei explicar meu ponto de vista, mas no fundo maior tolice foi minha em tentar aconselhar um Brujah que se acha um "rei Filósofo" platônico, mas é um parvo arrogante e desprovido de sabedoria... Mas me vejo ainda mais tolo em ter esperança no Príncipe que eu estupidamente tentei aconselhar sobre isso... E por conta de sinceramente tentar compartilhar minha opinião fui punido. Recebi apenas ordens de que eu tinha de levar o comerciante Ventrue por essas terras e iria protegê-lo nessa travessia. Creio que foi um meio que ele achou para matar todos nós sem dizer que era seu objetivo.

    O Tzimisce escuta calmamente as palavras exibindo um sorriso modesto e concordando com Camilo com acenos de cabeça, como se já tivesse certeza de que o Lasombra falaria contra o Lorencio usando exatamente os mesmos argumentos

    – Lorencio tem de fato manias de grandeza, mas está longe de ser tolo, embora ele intencionalmente oculte a coerência de alguns de seus atos. Isso faz parte da forma como ele joga. Ele gosta de todo esse mistério e imprevisibilidade; faz com ele que se sinta seguro… Mas não tema. Ele terá seu fim e o sangue dele será o prêmio de seu carrasco. Para mim o sangue dele de nada vale, pois é mais ralo que o meu.

    O Tzimisce olhou para a cabana, como se pudesse ver algo lá dentro e estendeu um pouco mais seu sorriso. Camilo não entendeu esse comportamento. Será que o Tzimisce via tudo ali? De qualquer forma, isso não importava agora.

    – Meu nome é Yorak. Pode me chamar assim, e lhe digo algo: Não se encolerize com Lorencio. O momento da vingança contra o falso soberano chegará. Mas não agora. Agora temos coisas mais importantes e graves a tratar. Não se preocupe também com teus pertences em Toledo. O retorno pode ser providenciado essa noite mesmo.

    Camilo tinha muitas dúvidas. O ancião Lasombra era uma delas. Não achou prudente falar sobre ele ainda, tampouco achou sábio deixar que as demais dúvidas envolvendo Beaumont, os Capadócios e o suposto engodo do artefato acabassem por transparecer diante do desconhecido que agora lhe falava.

    Camilo escreveu:– Meu nome é Camilo de Castilha, meu senhor... E como te disse, recentemente lutei nas terras dos Tzimisce em Valáquia contra os Assamitas. Eu mesmo acreditava que Kraven fosse um do clã de vocês...Talvez a única coisa de prudente que o Príncipe fez foi trazer-lhe um ancião do clã Gangrel para o ensinar... Mas nunca vi um Gangrel como Kraven, capaz de voar com asas como as de um Zulu voador que vi alguns de vocês se tornar em guerra. Se esta de passagem por aqui e tem problemas com o Príncipe assim como eu tenho... Pelo que diz ele sabe de sua existência e que talvez viesse para cá. Poderia me explicar exatamente em que poderíamos ajudá-lo a incomodar o regente de Castilha ainda mais?

    – De fato eu tenho muitas coisas a dizer que podem ser úteis, mas seria mais sábio dizer a todos vocês, para evitarmos repetições desnecessárias. Mas saiba disso Camilo, filho da escuridão: minha visita a esta terra refere-se a algo que Laurencio muito cobiça, mas que ele não deve de forma alguma possuir. Agora… Leva-me à teus amigos, sim? Talvez possamos nos ajudar quanto a Lorencio e a razão de toda essa balbúrdia.

    O Tzimisce caminha até a entrada da cabana, com Camilo logo atrás dele (descreva se Camilo irá acompanhá-lo de imediato ou não). Os demais da cabana acabam por se surpreenderem com um homem velho, esguio e um pouco curvado que adentra o esconderijo. Ele veste uma túnica negra e leva consigo um cajado de madeira e uma tocha, que ele usa para acender a lenha da lareira antes de apagar. Agora com a claridade adicional do fogo, pode-se notar detalhes em suas feições. Tinha uma cabeleira cheia e branca, penteada para trás. Seus olhos eram azuis e de certa forma desbotados, como se fossem olhos de um cego. Não tinha barba e tinha poucas rugas para alguém que aparentava tanta idade.

    – Boa noite, caros jovens – diz ele a todos. – O bom Camilo explicou-me de seus problemas e, coincidentemente, parecem ser os mesmos problemas que tenho. Talvez possamos ajudar mutualmente, se isso não for inconveniente para vocês, minhas crianças – e termina por sentar-se em uma cadeira, de forma despreocupada.

    RESUMO DE CAMILO:
    Reserva de Sangue: 06
    Força de Vontade: 03/04
    Vitalidade: Ferido Gravemente (Agravado): -2.

    RESUMO DE BEAUMONT:
    Reserva de Sangue: 10
    Força de Vontade: 03/07
    Vitalidade: Ok.

    RESUMO DE LUNA:
    Reserva de Sangue: 05
    Força de Vontade: 06/07
    Vitalidade: Ok.
    Garras da Besta Ativada (Metarmofose 2)
    Testemunha das Trevas (Metarmofose 1) Ativada.

    RESUMO DE MACHIAVELLI:
    Reserva de Sangue: 10
    Força de Vontade: 03/03
    Vitalidade: Aleijado (Agravado) -5

    RESUMO DE KRAVEN:
    Reserva de Sangue: 16
    Força de Vontade: 07/08
    Vitalidade: Machucado (Agravado): -1
    Testemunha das Trevas (Metarmofose 1) Ativada.
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    Capítulo 1: O Motim... - Página 6 Empty Re: Capítulo 1: O Motim...

    Mensagem por John Milton em Seg Maio 06, 2019 9:11 am

    Próximo a Kraven, que se mostrava mais taciturno que o normal, Machiavelli matutava a razão daquele todo descaminho.

    Não falhara em seus planos e preparativos, mas sua sorte, e daquele bando de neófitos, se desencaminhara no instante em que cruzaram os muros de Toledo.

    Machiavelli estava envolto em caos e precisava retomar o controle daquilo. Precisava voltar a tecer suas teias e precisava se curar. Do contrário, sucumbiria e todo seu trabalho teria sido em vão.

    Enquanto raciocinava, o Ventrue percebia a chegada do ancião ao poço onde Camilo havia mergulhado e, após alguns instantes, o retorno do Cainita à superfície.

    Seria aquele o Tzimisce que tanto receam encontrar, ele se perguntava. No entanto, a lição de prudência havia sido aprendida. Fosse o Tzimisce ou não, não deveria subestimar aquela Criatura q surgira.

    Tal pensamento se concretizara com, enfim, q vinda dela para o meio do "bando". A Aura que a prescedia era de uma malícia palpável.

    Com esforço, Machiavelli se levanta e acompanha a criatura para dentro do esconderijo.

    Yorak, O Cara escreveu:. – Boa noite, caros jovens – diz ele a todos. – O bom Camilo explicou-me de seus problemas e, coincidentemente, parecem ser os mesmos problemas que tenho. Talvez possamos ajudar mutualmente, se isso não for inconveniente para vocês, minhas crianças – e termina por sentar-se em uma cadeira, de forma despreocupada.

    Machiavelli se apoia em alguma mobília próxima.

    - Boa noite, Nobre senhor desta terra.

    Machiavelli podia estar com o corpo quebrado, mas sua voz melodiosa ressoava

    - Folgo e perceber, enfim que nossa Sorte está mudando, haja vista o Deus ex machina que surge diante de nós. Ante nossas condições, visível e nossa necessidade de auxilio. Mas primeiro necessito pedir seu perdao, pois tomei de sua vitae, tamanha era a fome que me acometia



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    Capítulo 1: O Motim... - Página 6 Empty Re: Capítulo 1: O Motim...

    Mensagem por Claude Speedy em Seg Maio 06, 2019 9:44 am

    Caminhando ao lado de Yorak...

    -Sim. Como percebeu, Yorak é o ancião sob o poço, Machiavelli. Esses são Luna, Kraven e Beaumount. Meus irmãos, ele esta disposto a nos ajudar nas questões de nosso exílio... Ele tem interesses também aqui na região e esta de passagem... Kraven, quando o vi na cidade acreditava que você era do mesmo clã que ele.

    Lembrando-se que não sabia as razões dele ter escrito em Latim

    -Aliás, porque escolheu escrever em latim nas paredes...?

    Perguntava com sincera curiosidade que destoa de qualquer assunto que tinham à tratar ali.

    Sob o poço da cabana havia um demônio morto poderoso, sob os pés da morada do Príncipe água benta tão santificada que faria essa busca por Moloch rapidamente fútil.
    Na mente do monge guerreiro parecia que tudo que havia de mais sublime no mundo estava oculto diante dos olhos de todos...

    ...Envolto nas Sombras.

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    Capítulo 1: O Motim... - Página 6 Empty Re: Capítulo 1: O Motim...

    Mensagem por Black Thief em Ter Maio 07, 2019 12:19 am

    Capítulo 1: O Motim... - Página 6 Images10

    Trilha Sonora:

    Luna apesar de demonstrar estar confiante e serena, no fundo tinha um pequeno vestígio de incertezas. Ela só não andava de um lado para o outro anciosa porque seu pai havia a ensinado a ter uma ótima disciplina em momentos de tensão e isso a ajudou a manter a cabeça no lugar, não só nesse momento como em muitos outros que seu bom senso conseguiu sobrepujar as emoções que a levariam a más ações. Por várias vezes, Luna pensou em sair dali para ir caçar alguma coisa para comer, mas ficava preocupada de ser um problema sair, mesmo que não pretendesse perder muito tempo caçando animais em uma floresta com lobos-demônio, mas que ela sabia muito bem como evitar. O caso da noite passada foi diferente pois os eventos bizarros haviam chamado a atenção dos cães de Satanás.

    Luna sempre mantinha suas garras em suas mãos, ainda não sabia se iria precisar para se defender, ela não baixava a guarda. Luna evitava olhar para o pagão pois tinha receio que não conseguiria disfarçar o olhar de desconfiança para alguém que cultua um falso Deus e não reconhece o único e verdadeiro Deus. Ela preferia ficar a uma distância segura dele, lembrando também, que ele havia a ameaçado quando se conheceram na noite passada. Tudo era confuso demais para Luna, ela havia simplesmente pousado naquela bagunça só por estar curiosa demais.

    A garota então via o lorde possuído se afastando e olhou de canto, também desconfiando dele, afinal ele ainda tinha vestígio do demônio no corpo dele, claro que ele parecia lutar bem contra a possessão, mas até quando ele conseguiria manter-se assim? E então, diante dos seus olhos, como se nunca estivesse estado lá, ele sumia.

    - O que?

    Perguntou Luna para si mesma em voz alta, surpresa com o que vira. Ela então vira-se para Lorde Machiavelli.

    - Perdão incomodá-lo Milorde, mas o Lorde possuído, estava aqui agora mesmo! Vis-te, vis-te???

    E antes que Machiavelli pudesse responder, logo ele reaparecera ali, num susto Luna apenas recuou um passo pois fora de maneira muito subta, ele caía no chão e começava a se debater.

    - Oh não... Satanás está o vencendo, finalmente! O que faremos??? Ele irá nos atacar novamente!

    Luna recuava e via o liquido viscoso e negro sair da boca do Lorde, ele não estava sendo possuído, estava expulsando os demônios de seu corpo. Ele havia conseguido expulsar os demônios do próprio corpo sem a ajuda de Deus? ou Fora Deus mesmo quem deu um basta nas entidades infernais??? Luna então se aproximou de Beaumont com cautela e só não o ajudou a se levantar pois primeiro, seria ousadia tocar em um lorde sem seu consentimento, ele podia mandar arrancar a mão dela, segundo que estava com as garras em mãos e não tinha como ajudá-lo com elas, mas podia oferecer o braço pra que ele se apoiasse.

    - Milorde, o senhor está bem? Conseguis-te! Vencera a possessão, nunca pensei que alguém sem o auxilio de um homem santo pudesse sobrepujar o demônio, mas vossa fé é muito poderosa para ter resistido por tanto tempo e no final vencido a praga infernal! És o sinal de um milagre!

    Dizia ela em tom de alegria genuína, logo então, antes que pudesse falar algo mais, Luna conseguia ouvir alguma coisa... Ela atentava-se para os altos e procurava o local daquele som, parecia vir da direção de onde o Sor Monge havia se dirigido para falar com o dono da cabana e implorar clemência para que não os fizesse mal. Ela reconhecia a voz do Sor, estava certa, mas a outra voz não reconhecia, seria a voz do visceral dono daquela cabana? É então que depois de pouco tempo, eles viam o Sor com um homem velho de manta, e nesse momento Luna pensou que não poderia ser ele, mas talvez um criado idoso, pois em nada parecia um homem brutal, demoníaco e amaldiçoado. Luna ficou por trás de todos, com seus sentidos bem alertas. Ele ligava a lenha da fogueira com uma tocha, Luna se afastou um pouco, o fogo passou a ser uma coisa tão horrivelmente medonha que só a visão dele fazia a garota querer ficar muito distante, mas ela permanecia na presença da luz laranja e assim com uma iluminação boa, ela relaxou seus olhos que inconscientemente voltaram a assumir um tom normal e não mais bestial demoníaco, porém, ela não conseguia relaxar o suficiente para recolher suas garras, embora achasse que parecia estar tudo bem, a presença do fogo no mesmo local que ela a deixavam praticamente nada a vontade e sentia-se ameaçada, ela ficava distante da lareira, perto o suficiente para poder ainda "estar" na conversa, mas longe o suficiente para que o fogo não fosse uma margem de ameaça à ela. Ele parecia um velho cego apenas... parecia ser inofensivo, mas se ele era mesmo o dono daquele lugar, inofensivo era a ultima coisa que era.

    Yorak escreveu:– Boa noite, caros jovens – diz ele a todos. – O bom Camilo explicou-me de seus problemas e, coincidentemente, parecem ser os mesmos problemas que tenho. Talvez possamos ajudar mutualmente, se isso não for inconveniente para vocês, minhas crianças – e termina por sentar-se em uma cadeira, de forma despreocupada.


    Luna não sabia o que falar pois não sabia que problemas exatamente aquele grupo estava tendo, embora tivesse tido uma boa ideia com o Príncipe das Trevas que havia surgido mais cedo, e ainda vinha aquela questão, o quanto aquele problema ainda era dela, se Deus havia realmente a posto ali naquele momento para que agora fosse um problema dela também.

    - Boa noite, Nobre senhor desta terra.

    Machiavelli podia estar com o corpo quebrado, mas sua voz melodiosa ressoava

    Machiavelli escreveu:- Folgo e perceber, enfim que nossa Sorte está mudando, haja vista o Deus ex machina que surge diante de nós. Ante nossas condições, visível e nossa necessidade de auxilio. Mas primeiro necessito pedir seu perdao, pois tomei de sua vitae, tamanha era a fome que me acometia

    Luna olhava para Machiavelli e nada do que ele dizia era de entendimento da humilde plebeia que nada entendia de palavras complexas ou jargões da sociedade Cainita, era uma criança perdida no meio de uma conversa de adultos.

    Camilo escreveu:-Sim. Como percebeu, Yorak é o ancião sob o poço, Machiavelli. Esses são Luna, Kraven e Beaumount. Meus irmãos, ele esta disposto a nos ajudar nas questões de nosso exílio... Ele tem interesses também aqui na região e esta de passagem... Kraven, quando o vi na cidade acreditava que você era do mesmo clã que ele.

    -Bo-boa noite, Milorde. Sim peço perdão pela intrusão, foi uma emergência.

    Camilo:
    -Aliás, porque escolheu escrever em latim nas paredes...?

    Luna então olhava para o velho de nome Yorak esperando a resposta, não que textos em latim importassem para Luna, ela de nada entendia disso.
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    Capítulo 1: O Motim... - Página 6 Empty Re: Capítulo 1: O Motim...

    Mensagem por mitzrael em Qua Maio 08, 2019 12:55 pm

    Capítulo 1: O Motim... - Página 6 E93a3066fe386702556a3fb9f5f69f98


    Kraven seguia com os olhos Camillo seguindo pra fora do local , mas esse dia estava bem estranho .

    Pensando: Esse cara ta mais louco que de costume , onde Krow me coloco .

    Kraven segue de uma certa distancia o Camillo , mesmo estranhondo a atitudo de outro companheiro que se afasta falando só.

    Pensando: mas o que Camillo tem em mente ? essa historia toda de que o rei não e confiavel , e o poder dentro do artefato , isso tudo ta me cherando
    a problema , e não sei se posso confiar nesse grupo , so posso confiar em mim , e minha espada .



    Kraven para quando ve que Camillo converça com uma voz que vem de dentro do Poço e isso o deixa intrigado
    Assim fica parado quando esculta Camillo falar de seu nome .


    -Sim. Como percebeu, Yorak é o ancião sob o poço, Machiavelli. Esses são Luna, Kraven e Beaumount. Meus irmãos, ele esta disposto a nos ajudar nas questões de nosso exílio... Ele tem interesses também aqui na região e esta de passagem... Kraven, quando o vi na cidade acreditava que você era do mesmo clã que ele.


    Pensando: Yorak ?? Ancião ? O que eu tenho haver com esse cara ??


    Kraven para e olha para seus aliados .

    Pensando: mas um com promeças de ajuda , será que todos sabem de nosso Exilio ? é quer tirar proveito disso ? to vendo que com força não vou sobreviver ,
    tenho de ficar atento , nada disso ta me parecendo bom .


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    Capítulo 1: O Motim... - Página 6 Empty Re: Capítulo 1: O Motim...

    Mensagem por Beaumont em Qua Maio 08, 2019 3:45 pm

    “O sangue dele! O sangue dele! Tão forte! Tão forte! Ó, não! Ele cobiça o mestre! Ó! Ó, não! Ele virá até nós! O Dragão em Carne! O Dragão materializado em carne! Socoooorrooooo, mestre!”

    Havia medo naquelas palavras, pudi sentir meu corpo atrofiar...A dor... Não consegui manter o segredo da ofuscação, meu corpo parecia girar, espremendo as minhas vísceras, eu gritei. Dor...Quanta dor eu senti. Quando percebi eu estava outra vez no chão. Meus olhos arregalados, com a visão do Bárbaro e a moça a minha frente. Eu queria lhes perguntar o que houve, mas em algum lugar dentro de mim eu já sabia. Foi outro apagão. Me sentei no chão enquanto buscava o centro do meu equilíbrio. Eu não passava de um qualquer. Me sentia mal, queria voltar pra casa. Mas eu tinha um trabalho a fazer, todos ali tinham. 

    Beaumont : - Onde jaz o cavaleiro de Deus ?

    Moça escreveu:- Milorde, o senhor está bem? Conseguis-te! Vencera a possessão, nunca pensei que alguém sem o auxilio de um homem santo pudesse sobrepujar o demônio, mas vossa fé é muito poderosa para ter resistido por tanto tempo e no final vencido a praga infernal! És o sinal de um milagre!


    Eu já havia tentado me levantar sozinho e não tinha tido sucesso, então aceitei o auxilio e usei seu braço para levantar-me e então respondi e perguntei novamente. 

    Beaumont: - O Mal em meu corpo teme o Mal Anfitrião deste lugar...

    Não pude terminar a minha linha de raciocínio pois o mal adentrou a casa para tomar para sí o seu lugar de respeito. Nossos olhos se cruzaram por apenas um segundo, minha face se curvou em respeito. Era muito mais inteligente servi-lo do que confrontar o senhor que lhe deu abrigo do sol e alimento no início da noite. Mas havia algo em seu semblante que me deixava terrivelmente temeroso. Não tive coragem de fala-lhe diretamente, apenas curvei-me enquanto pensava no futuro de nossos planos...
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    Capítulo 1: O Motim... - Página 6 Empty Re: Capítulo 1: O Motim...

    Mensagem por Freak(out) em Qua Maio 08, 2019 6:22 pm

    Machiavelli escreveu:– Folgo e perceber, enfim que nossa Sorte está mudando, haja vista o Deus ex machina que surge diante de nós. Ante nossas condições, visível e nossa necessidade de auxilio. Mas primeiro necessito pedir seu perdao, pois tomei de sua vitae, tamanha era a fome que me acometia.

    Machiavelli fora o primeiro a responder a saudação do estranho que adentrava a cabana. Fora também o primeiro a interagir socialmente com ele, iniciando o primeiro contato com um pedido de perdão pelo vitae, de certa forma, roubado.

    – Não se preocupe com isso – respondeu o demônio. – Vitae é vitae, e presas são presas. Sempre haverá mais de ambos enquanto o mundo existir – é notável para todos o desprezo que ele sente pela humanidade, tão perceptível em poucas palavras –, logo não devemos discutir por algo tão micho quanto a essência de prostitutas, pedintes e cainitas de quinta categoria – essas palavras soam especialmente perturbadoras para Camilo e Luna.

    Posicionando-se ao lado do Tzimisce, Camilo trata de fazer as devidas apresentações.

    Camilo escreveu:– Sim. Como percebeu, Yorak é o ancião sob o poço, Machiavelli. Esses são Luna, Kraven e Beaumount. Meus irmãos, ele esta disposto a nos ajudar nas questões de nosso exílio... Ele tem interesses também aqui na região e esta de passagem… Kraven, quando o vi na cidade acreditava que você era do mesmo clã que ele.

    Yorak cumprimenta a cada um com um aceno de mão. Ele parecia ser estranhamente sossegado, apesar de sua aura maligna ser tão forte.

    Camilo escreveu:– Aliás, porque escolheu escrever em latim nas paredes...?

    – Camuflagem – disse ele, com o mesmo tom calmo. – Escrever em minha língua natal nesta terra atrairia muito a atenção, ao passo que latim parece ser o novo adorno para o ego de muitos vampiros que se dizem estudados, não é mesmo? O próprio Príncipe adora essas ostentações, mesmo na frente dos mais incultos plebeus.

    Tudo acontecia muito rápido para a jovem Luna. Ela mal tinha acabado de presenciar aquela cena terrível com Beaumont, que ela chamava de Lorde Possuído, quando aquele velho estranho entrou na cabana, acompanhado. Havia algo naquele homem que causava calafrios nela. Ela conseguiu relaxar o bastante para “apagar seus olhos” após Yorak acender a lenha com a tocha, mas não conseguiu relaxar a ponto de retrair suas garras. O fogo a incomodava, Yorak a incomodava… No fim, tudo o que ela conseguiu dizer foi:

    @Luna escreveu:– Bo-boa noite, Milorde. Sim peço perdão pela intrusão, foi uma emergência.

    – Boa noite, vampira – disse Yorak, usando uma palavra tão (ironicamente) incomum entre vampiros. Ele a usou porque sabia que Luna a entenderia. – Boa noite, predadora da noite, guerreira da casa Gangrel, soberana entre os que respiram. Você a muito deixou de ser apenas uma mulher, sabia? É bom que se lembre disso. Em nosso mundo, em nosso lado alternativo da existência, muitos homens, até mesmo lordes, não ousariam levantar a voz para certas mulheres. Deixa disso, criança. Tu não és mais humana. Abandona essa tua subserviência, menina.

    Yorak se levantou e foi para perto do fogo. Um mero movimento deixava a todos desconfortáveis, embora ele não demonstrasse nenhuma atitude hostil.

    – É fato que ela, isenta de culpa, veio a cruzar o destino com vocês, perseguidores do amuleto de Moloch, assim como eu, já que também persigo o mesmo amuleto… Mas é certo que, levando ela com vocês, ela deve ser instruída. É uma imprudência deixar esta criança no escuro.

    Yorak então olhou Kraven, que se mantinha calado e pensativo encarando o Tzimisce que chegara acompanhado de Camilo. Ele simplesmente disse:

    – Não se preocupe, guerreiro. Estes teus amigos são confiáveis. Basta que alguém os guie de forma adequado – falou, como se conversasse mentalmente com Kraven a um bom tempo, o que acabou por surpreender a todos. – De fato, eu posso ajudar cada um de muitas formas, mas alguns entre vocês – ele fala isso, encarando Camilo e Luna – podem não gostar de ouvir certas coisas, mesmo que se tornem mais fortes e livres.

    Por fim ele olhou para Beaumont, que já estava melhor do processo de “rejeição” – e, nesse momento, Beaumont entendeu. Foi a mera aproximação de Yorak que fez com que aqueles invasores fugissem em pavor, abandonando seu corpo. Para Beaumont ele nada disse, apenas sorriu e fez um aceno de cabeça, como se dissesse “Eu entendo”, e então voltou a falar para todos.

    – A razão de eu me encontrar nessas terras é a necessidade de obter o Amuleto de Moloch. Ele é real e de fato tem um poder estrondoso, mas minha meta é destruí-lo. Muitos o querem, mas por razões diferentes. Entre aqueles que desejam usá-lo, estão o Príncipe, a feiticeira que atacou vocês nas matas e o bruxo de Toledo que marcou Machiavelli… Os lupinos, isto é, as feras, lobisomens, nada tiveram com isso. Eles queriam matá-los para que não cumprissem a missão de recuperá-lo.

    Yorak agora estava sério. Sua face assumira um tom soturno e sua voz agora tinha um tom mais lento e rouco.

    – Vocês estão sendo usados. É hora de acabar com isso. A resposta tampouco é usar o amuleto. Apesar do grande poder contido nele, o preço é alto: O amuleto pertence a um demônio, e ele irá inevitavelmente reivindicará a alma do portador no momento oportuno, quando tiver obtido força o bastante através do próprio amuleto.

    Yorak encarava a todos. Seus olhos frios pareciam cortar a carne e a alma como uma grande lâmina.

    – É meu dever adquirir e destruir essa relíquia antes que Lorencio ou outro tolo semelhante a encontre primeiro, mas minha presença aqui não é totalmente desconhecida ou ignorada, logo não é prudente que eu tome partido diretamente nessa questão; contudo eu posso auxiliar. Se vocês se aliarem a mim, posso garantir que ninguém nesta terra poderá ajudá-los melhor do que eu. O conhecimento que ofereço pode aprimorá-los em todas as esferas de suas existências, contudo preciso saber se estão realmente dispostos a uma aliança e a um acordo sincero. Agora que sabem sobre mim e sobre a localização de meu refúgio, não posso correr riscos…

    Essas últimas palavras soaram de forma horripilante para todos, pois todos entenderam o que Yorak queria dizer: Se ele for alvo de recusa ou traição, ele matará a todos imediatamente.

    – Os dois grandes problemas desse lugar são: a falta de refúgio e os lupinos. Pelos meus estudos e arte consegui uma maneira de contornar ambos. Além disso, posso ajudar cada um individualmente: posso curar com mais facilidade e rapidez os ossos de Machiavelli, liberar a mente de Camilo e Luna para a terrível realidade que deve ser encarada e ajudar Kraven e Beaumont em seus objetivos pessoais. Tenho meios para tudo isso em meu refúgio…

    Yorak soltou o cajado e ele caiu no chão aos seus pés. Suas mãos estavam livres e ele havia perdido sua postura curvada. Era um velho, sim, mas agora parecia um velho incrivelmente ameaçador.

    – Eu acabei por me prolongar demais, e nada mais direi enquanto não formalizarmos nossa aliança, então preciso saber, crianças: vocês estão comigo, ou contra mim? Eu sei ser um bom amigo, mas sou um inimigo ainda melhor quando sou vítima da desonra e da traição.

    E então ele encarou a todos, esperando uma resposta definitiva que poderia mudar tudo à partir de agora…

    RESUMO DE CAMILO:
    Reserva de Sangue: 06
    Força de Vontade: 03/04
    Vitalidade: Ferido Gravemente (Agravado): -2.

    RESUMO DE BEAUMONT:
    Reserva de Sangue: 10
    Força de Vontade: 03/07
    Vitalidade: Ok.

    RESUMO DE LUNA:
    Reserva de Sangue: 05
    Força de Vontade: 06/07
    Vitalidade: Ok.
    Garras da Besta Ativada (Metarmofose 2)

    RESUMO DE MACHIAVELLI:
    Reserva de Sangue: 10
    Força de Vontade: 03/03
    Vitalidade: Aleijado (Agravado) -5

    RESUMO DE KRAVEN:
    Reserva de Sangue: 16
    Força de Vontade: 07/08
    Vitalidade: Machucado (Agravado): -1
    Testemunha das Trevas (Metarmofose 1) Ativada.
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    Capítulo 1: O Motim... - Página 6 Empty Re: Capítulo 1: O Motim...

    Mensagem por Black Thief em Sex Maio 10, 2019 11:08 am

    Capítulo 1: O Motim... - Página 6 Images10

    Trilha sonora:


    Yorak escreveu:– Não se preocupe com isso. Vitae é vitae, e presas são presas. Sempre haverá mais de ambos enquanto o mundo existir – é notável para todos o desprezo que ele sente pela humanidade, tão perceptível em poucas palavras –, logo não devemos discutir por algo tão micho quanto a essência de prostitutas, pedintes e cainitas de quinta categoria.

    Algumas coisas que Yorak falava, Luna não compreendia, coisas como vitae, e cainitas. O que aquelas palavras significavam? Por mais que não entendesse, o contexto daquilo parecia ter pesado e Luna sentia-se mal por isso. Era dificil relaxar e contrair as garras com algo assim. Ela ficava calada, mas com duvidas, não iria interromper a conversa de todos para tirar as suas.

    Yorak escreveu:– Camuflagem. Escrever em minha língua natal nesta terra atrairia muito a atenção, ao passo que latim parece ser o novo adorno para o ego de muitos vampiros que se dizem estudados, não é mesmo? O próprio Príncipe adora essas ostentações, mesmo na frente dos mais incultos plebeus.

    Luna desviou o olhar naquele momento final, ela era uma plebéia, sangue ralo, linhagem incerta, sem nome e há aqueles que adoram lembrá-la disso, não conhecia o Príncipe, mas ele era um nobre, não devia ser diferente de nenhum outro que ouvira falar. De qualquer modo, nem mesmo essa chateação podia desviar a atenção e o cuidado que sentia que devia ter com Yorak. O sujeito tinha algo muito de bizarro, talvez até mais do que o pagão, Luna ficava se questionando se ele os deixaria mesmo ir ao final de tudo aquilo.

    Yorak escreveu:– Boa noite, vampira. Boa noite, predadora da noite, guerreira da casa Gangrel, soberana entre os que respiram. Você a muito deixou de ser apenas uma mulher, sabia? É bom que se lembre disso. Em nosso mundo, em nosso lado alternativo da existência, muitos homens, até mesmo lordes, não ousariam levantar a voz para certas mulheres. Deixa disso, criança. Tu não és mais humana. Abandona essa tua subserviência, menina.

    Luna arregalou os olhos e observou quem estava olhando para ela naquele momento que deveria ser o centro das atenção. Yorak dizia algo que sempre foi dito à ela que era um absurdo. Chamá-la de soberana? Guerreira? Gangrel? homens que não se poriam acima de uma mulher? Não sabia se ele era tolo, louco, ou se ela estava sendo a mais tola das tolas por ser dificil entrar na cabeça de que ela não era mais humana, e talvez as leis dos humanos não se aplicassem mais à ela. Ele dizia para que ela abandonasse isso, mas... Como poderia? Era, só... Fazer?

    - Milorde Yorak... Eu... Queria saber... É a segunda vez hoje que me falam que sou afiliada a uma casa, ou clã Gangrel, mas eu nunca participei de nada, nem tenho heranças de titulos na minha familia. Isso é algo dessa... Não-vida?

    Dizia "não-vida" porque não tinha um termo melhor pra se referir a esse modo que passava suas noites.

    Yorak escreveu:– É fato que ela, isenta de culpa, veio a cruzar o destino com vocês, perseguidores do amuleto de Moloch, assim como eu, já que também persigo o mesmo amuleto… Mas é certo que, levando ela com vocês, ela deve ser instruída. É uma imprudência deixar esta criança no escuro.

    Luna ficou calada com relação à isso, sempre fora tratada como uma inferior, tanto por ser mulher e plebeia, quanto agora nesse novo modo, por ser nova demais. Um fio de revolta começava a se formar, isso um dia ia acabar?

    @Luna escreveu:– Não se preocupe, guerreiro. Estes teus amigos são confiáveis. Basta que alguém os guie de forma adequado.

    Luna olhou para Kraven se perguntando o que Yorak estava dizendo. Eles já se conheciam? Tinham conversado antes? Se sim em que momento? De qualquer forma... A desconfiança era recíproca, ele era um pagão.

    Yorak escreveu:-De fato, eu posso ajudar cada um de muitas formas, mas alguns entre vocês podem não gostar de ouvir certas coisas, mesmo que se tornem mais fortes e livres.

    - Desculpe Milorde, como o que por exemplo?

    Perguntou ela, temendo ter sido insolente, mas querendo testar o quanto de ser mulher agora realmente não lhe seria problema.

    Yorak escreveu:– A razão de eu me encontrar nessas terras é a necessidade de obter o Amuleto de Moloch. Ele é real e de fato tem um poder estrondoso, mas minha meta é destruí-lo. Muitos o querem, mas por razões diferentes. Entre aqueles que desejam usá-lo, estão o Príncipe, a feiticeira que atacou vocês nas matas e o bruxo de Toledo que marcou Machiavelli… Os lupinos, isto é, as feras, lobisomens, nada tiveram com isso. Eles queriam matá-los para que não cumprissem a missão de recuperá-lo. Vocês estão sendo usados. É hora de acabar com isso. A resposta tampouco é usar o amuleto. Apesar do grande poder contido nele, o preço é alto: O amuleto pertence a um demônio, e ele irá inevitavelmente reivindicará a alma do portador no momento oportuno, quando tiver obtido força o bastante através do próprio amuleto. É meu dever adquirir e destruir essa relíquia antes que Lorencio ou outro tolo semelhante a encontre primeiro, mas minha presença aqui não é totalmente desconhecida ou ignorada, logo não é prudente que eu tome partido diretamente nessa questão; contudo eu posso auxiliar. Se vocês se aliarem a mim, posso garantir que ninguém nesta terra poderá ajudá-los melhor do que eu. O conhecimento que ofereço pode aprimorá-los em todas as esferas de suas existências, contudo preciso saber se estão realmente dispostos a uma aliança e a um acordo sincero. Agora que sabem sobre mim e sobre a localização de meu refúgio, não posso correr riscos. Os dois grandes problemas desse lugar são: a falta de refúgio e os lupinos. Pelos meus estudos e arte consegui uma maneira de contornar ambos. Além disso, posso ajudar cada um individualmente: posso curar com mais facilidade e rapidez os ossos de Machiavelli, liberar a mente de Camilo e Luna para a terrível realidade que deve ser encarada e ajudar Kraven e Beaumont em seus objetivos pessoais. Tenho meios para tudo isso em meu refúgio… Eu acabei por me prolongar demais, e nada mais direi enquanto não formalizarmos nossa aliança, então preciso saber, crianças: vocês estão comigo, ou contra mim? Eu sei ser um bom amigo, mas sou um inimigo ainda melhor quando sou vítima da desonra e da traição.

    Luna concordava que se haviam artefatos infernais no mundo, deviam ser destruidos por completo, mas como Yorak pudesse saber que todos os infortúnios que aquele grupo e ela tiveram, teve haver, ou não, como esse amuleto do demonio? Luna então soltou:

    - O Príncipe das Trevas tinha nos dito pra depois que acharmos o amuleto, irmos pra Aragon achar o Arcebispo Monçada.

    A garota soltou aos ventos, para ver as reações. Não deu o tom de que estava contrariando Yorak, o intento era mais como dizer "o que faremos com esse conflito de interesses?" Queria também saber o que Yorak sabia dos Príncipe das Trevas e do Arcebispo. Ele tinha algo grande e maligno, era temível, mas ao mesmo tempo se comportava de forma gentil e dócil, e parecia ser sábio, como se todos fossem crianças e não só ela. Luna começava a conhecer uma coisa, chamada "Ambição". Ela começava a desejar se espelhar nele e poder falar assim com os outros. Luna queria se aliar à ele, apesar do temor e da quase certeza que dissesse "não" seria exterminada, queria verdadeiramente estar perto de Yorak para saber como ele sabia das coisas.

    - Eu aceito estar com o senhor e ajuda-los a recuperar o amuleto para vós. Eu só queria perguntar algumas coisas que não me ficaram muito claras, Milorde, se não for ousadia.

    Estava um pouco mais convicta, uma vez que aceitando ficar do lado de Yorak, ela já se erguia com um escudo poderoso, não só contra o próprio Yorak, mas também contra os demais. Não que eles tenham feito algo para que ela se sentisse ameaçada, exceto o pagão, mas era um escudo ainda assim que lhe dava confiança. Era como ser vassala de um nobre poderoso e com apoio e um nome para servir que ninguém deveria se atrever a contrariar.
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    Capítulo 1: O Motim... - Página 6 Empty Re: Capítulo 1: O Motim...

    Mensagem por Claude Speedy em Sex Maio 10, 2019 6:21 pm

    Capítulo 1: O Motim... - Página 6 Latest?cb=20181016030847
    Havia firmado com um pacto com o dêmonio? Eles bem que gostariam de pensar isso. Mas Camilo sabia que os Tzimsce eram na verdade outro tipo de dragões que lhe presenteram com suas armas. E ele sabia que era fundamental que Constantinopla se tamenha de pé. Pelo que o monge guerreiro percebeu, se um dia essa grande cidade cair nada impedirá os sarracenos de saquearem livremente até a Europa.

    O termo vampiro era praticamente o único que Camilo usava, então quando via Yorak usa-lo, ele não estranhava. A influência de tal uso talvez fosse justamente do território Tzimisce com no qual o Lassombra foi abraçado.
    De qualquer modo, para o Lassombra tudo parecisa muito simples. Eles haviam sido exilados pelo Príncipe, um Tzimisce estava aqui lutando para tirar o artefato das mãos do Brujah que os expulsou da cidade.

    -Eu não acreditei nesse tal artefato da Gehena¹... Moloch para mim sempre pareceu só um credo tolo... Talvez nisso se baseie a arrogância de Lorencio. Mas se de fato ele existe e seus poderes são reais eu jamais permitirei nunca que um artefato desses seja usado...

    Infelizmente por ingenuidade Luna acaba falando o que não devia, dando informações para a figura que Camilo não sabia exatamente se deveria avisar. Afinal, se o Ancião Lassombra desejaria uma aliança com o Tzimsce seria muito melhor fazer essa aliança ele mesmo. Porém uma vez que o estrago já estava feito, Camilo tenta meramente ampliar a dúvida sobre os comentários, se colocando como duplo sentido na questão de como se ele mesmo fosse o "Príncipe das Trevas" das palavras da camponesa.

    -Sim, nós iremos ter com Moçada assim que encontrarmos o artefato em Aragon.

    Tentando ocultar qualquer fala sobre um outro Príncipe além de si mesmo dos ouvidos de Yorak.

    -Certamente o Arcebispo poderá nos ajudar a destruí-lo se for de fato uma ameaça criada em nome de Moloch... Falando em artefatos, o Feiticeiro Tremere deixou algum tipo de conhecimento nessa morada que nos possa ser útil em nossa viagem? Depois dos ataques estamos sem cavalos e sem transporte para durante o dia.



    1:
    1- Gehenna é uma adaptação grega da palavra hebraica Ge’hinnom, que quer dizer “Vale de Hinom”. O Vale de Hinom era uma terra no lado sul de Jerusalém que pertenceu a Hinom e depois aos seus descendentes. E local onde foi edificado um altar onde eram celebradas oferendas humanas ao deus  Moloque. Pelo que contam os textos bíblicos os reis Acaz e Manassés ofereceram seus filhos em sacrifício ali (2 Crônicas 28:3; 33:6) e outros também fizeram o mesmo (Jeremias 32:35). Quando Camilo fala "artefato da Gehenna" se refere à esse lugar e não há qualquer referência na fala dele à mítica batalha final no despertar dos Antidiluvianos que o Lassombra sequer sabe que existem...
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    Capítulo 1: O Motim... - Página 6 Empty Re: Capítulo 1: O Motim...

    Mensagem por John Milton em Seg Maio 13, 2019 11:59 pm

    Yorak escreveu:. – A razão de eu me encontrar nessas terras é a necessidade de obter o Amuleto de Moloch. Ele é real e de fato tem um poder estrondoso, mas minha meta é destruí-lo. Muitos o querem, mas por razões diferentes. Entre aqueles que desejam usá-lo, estão o Príncipe, a feiticeira que atacou vocês nas matas e o bruxo de Toledo que marcou Machiavelli… Os lupinos, isto é, as feras, lobisomens, nada tiveram com isso. Eles queriam matá-los para que não cumprissem a missão de recuperá-lo.

    Mesmo que os interlocutores ao redor do Demônio Antigo não se dessem conta do comentário direcionado a Machiavelli, como que por efeito reflexo o Ventrue levou a mão até a marca maldita. Quase sentia um leve formigar. Meio que perdido em pensamentos, o Sangue Azul retoma a atenção quando ouve mais uma vez seu nome

    Yorak escreveu:. – Os dois grandes problemas desse lugar são: a falta de refúgio e os lupinos. Pelos meus estudos e arte consegui uma maneira de contornar ambos. Além disso, posso ajudar cada um individualmente: posso curar com mais facilidade e rapidez os ossos de Machiavelli, liberar a mente de Camilo e Luna para a terrível realidade que deve ser encarada e ajudar Kraven e Beaumont em seus objetivos pessoais. Tenho meios para tudo isso em meu refúgio…

    Ele aguarda o Tzimisce terminar de falar e alguns de seus companheiros. Enfim sua voz melodiosa embebe os ouvidos dos demais

    - Deveras poderoso e antigo és tu o Dragão. Temo falar somente por mim nesse momento, mas de todos os malefícios e infortúnios que se lançaram por essa comitiva, e a primeira vez que ventilamos a existência de esperança

    Ele se ajeita em sua posição, tentando afastar um pouco a dor q tomava seu corpo e continua

    - Não me oponho a ajudá-lo Milorde, peço, tão somente que me reconduza a minha antiga forma sem marcas

    Sutilmente o Ventrue reforça a palavra na esperança que Yorak pudesse reverter a maldição lançada por sobre si
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    Mensagem por Freak(out) em Qua Maio 15, 2019 4:01 pm

    A noite seguiu-se, forjando-se alianças, esclarecendo-se dúvidas e ganhando-se algumas – boas – recompensas…

    @Luna escreveu:– Milorde Yorak... Eu... Queria saber... É a segunda vez hoje que me falam que sou afiliada a uma casa, ou clã Gangrel, mas eu nunca participei de nada, nem tenho heranças de títulos na minha família. Isso é algo dessa... Não-vida?

    Yorak analisou Luna em silêncio por algum tempo antes de lhe responder. Parecia que agora ele percebia ainda mais o nível intenso de ingenuidade que a jovem Gangrel se encontrava.

    – Nós cainitas, isto é, todos que se encontram neste aposento, e isso incluí você, pertencemos a uma casa, também chamada de clã. Cada clã está ligada a um fundador, e pelo sangue deste fundador os vampiros que são deste clã herdam seus poderes e demais características. Estas belas garras suas logo me revelam que tu és do clã Gangrel; o clã dos caçadores, dos solitários e dos que, entre nós, tem mais afinidade com a vida natural do mundo. Este é o seu campo, não é, senhorita? Você é una com as matas e tende a se harmonizar com a natureza e toda vida que a cerca. Infelizmente somos de clãs diferentes, logo eu pouco poderia instruí-la nos seus modos… Talvez o guerreiro Kraven possa lhe ajudar, afinal vocês partilham do mesmo sangue e, portanto, são da mesma casa.

    @Luna escreveu:– Desculpe Milorde, como o que por exemplo?

    Yorak sorriu.

    – Isso lhe será conveniente saber um pouco depois. Tanto tu quanto o guerreiro Lasombra.

    @Luna escreveu:– O Príncipe das Trevas tinha nos dito pra depois que acharmos o amuleto, irmos pra Aragon achar o Arcebispo Monçada.

    – Monçada, diz você? – Yorak alisa o queixo, mostrando-se intrigado. – Esse nome me interessa, pois eu o observei, em certas ocasiões. Este Lasombra não destoa de minha filosofia e de minhas linhas de raciocínio. Talvez possamos nos aliar a ele. Se foi dito a vocês para irem até ele, vão. Não criem mais problemas para vocês. Eu estarei de longe, observando este Monçada e, se por ventura ele vier a cobiçar o amuleto para uso próprio, então eu intervirei. Em ocasião contrária, deixe-o agir. Será conveniente a nós não mencionarmos nossa aliança a ele; ao menos de início, quando suas intenções se mostrarem incertas.

    @Luna escreveu:– Eu aceito estar com o senhor e ajudá-lo a recuperar o amuleto para vós. Eu só queria perguntar algumas coisas que não me ficaram muito claras, Milorde, se não for ousadia.

    – Não há mal ou ousadia em querer conhecimento, minha nova amiga. Contudo, é melhor que me pergunte na próxima noite, pois nesta eu lhes irei auxiliar de outra forma. Vejam, este local era de um antigo inimigo, do clã Tremere. Meu refúgio real foi, posteriormente, construído sob o poço. Eu aprendi e absorvi tudo o que podia desta cabana. Ela me é inútil, agora; contudo, ela ainda pode ser útil para vocês. Gostaria, como ato de boa fé em nome de nossa nova amizade, dar a vocês este refúgio, com tudo que há dentro dele. Vocês também podem aprender muitas coisas aqui, ao invés de terem apenas sangue estocado. O único conselho que dou é que, dentre os instruídos entre vocês, leiam os livros antes de mexer nos artefatos e frascos. Um uso insipiente desses objetos pode ser perigoso.

    Camilo escreveu:– Eu não acreditei nesse tal artefato da Gehena¹... Moloch para mim sempre pareceu só um credo tolo... Talvez nisso se baseie a arrogância de Lorencio. Mas se de fato ele existe e seus poderes são reais eu jamais permitirei que um artefato desses seja usado...

    – Ah, sim. Ele existe – disse Yorak, afirmando de forma soturna. – Embora cainitas e demônios tenham surgidos de uma fonte em comum, isto é, a maldição do criador, demônios nada querem conosco, a não ser nossas almas. Nada de produtivo teremos em aliança com eles e há mais sobre isso que eu gostaria de falar, mas como disse à jovem Gangrel, agora não é hora disso.

    Camilo escreveu:– Sim, nós iremos ter com Moçada assim que encontrarmos o artefato em Aragon.

    – Faça isso, guerreiro. Talvez nossos clãs possam trabalhar juntos nessa questão em benefício mútuo. Seremos muito mais poderosos em união.

    Camilo escreveu:– Certamente o Arcebispo poderá nos ajudar a destruí-lo se for de fato uma ameaça criada em nome de Moloch... Falando em artefatos, o Feiticeiro Tremere deixou algum tipo de conhecimento nessa morada que nos possa ser útil em nossa viagem? Depois dos ataques estamos sem cavalos e sem transporte para durante o dia.

    Yorak sorriu e chegou a rir de forma abafada.

    – És rápido de raciocínio, guerreiro. Como agora a cabana é de vocês, estão livres para ver isso por conta própria. Mas mais uma vez eu digo: priorizem as anotações e livros antes do uso prático. Certas substâncias e artefatos aqui podem ser perigosos, se você não souber como eles funcionam. Mas não vou falar mais, para não estragar a surpresa.

    Machiavelli escreveu:– Deveras poderoso e antigo és tu o Dragão. Temo falar somente por mim nesse momento, mas de todos os malefícios e infortúnios que se lançaram por essa comitiva, e a primeira vez que ventilamos a existência de esperança.

    Primeiro, Yorak assentiu silenciosamente com a cabeça, logo depois ele disse:

    – Nada de bom pode vir de Laurencio, ainda mais você, cujo sangue ele tanto teme. Teu clã tem o hábito de ocupar cargos de poder, isso é fato. Qualquer Ventrue, mesmo um que venha a ser abraçado neste presente momento, é uma potencial ameaça para qualquer governante de sangue oposto.

    Machiavelli escreveu:– Não me oponho a ajudá-lo Milorde, peço, tão somente que me reconduza a minha antiga forma sem marcas.

    – Isso pode ser feito. Aprendi muita coisa nesses milênios, incluindo um bom domínio da alquimia sanguínea de nossa espécie.

    Yorak pega de volta seu cajado – sem tocar nele. O objeto simplesmente levita em alta velocidade até sua mão.

    – Devo trazer alguns presentes para vocês. Eles serão especialmente úteis para o nobre Machiavelli e a guerreira Luna. Depois disso, irei até Toledo recuperar os bens perdidos de vocês, sem que Lorencio fique sabendo. Por fim, na próxima noite, eu os levarei ao meu refúgio. Lá vocês conhecerão o meu navio personalizado, o “Arauto das Lamentações”. Pela sorte de vocês eu também invadi essas terras pela água e passei um tempo desenvolvendo uma rota fluvial subterrânea. Com o “Arauto”, vocês poderão cruzar as águas até o grande mar, sem se preocuparem com o sol e demais hostilidades, sem mencionar que o “Arauto” é muito mais rápido que qualquer outro navio, já que se trata de uma entidade autoconsciente… Enfim, tudo a seu tempo. Eu não me demoro em regressar.

    Todos viram Yorak descer no poço, e assim ficaram algum tempo aguardando e pensando em tudo que o Tzimisce havia dito para eles. Ele não demorou muito e voltou com uma arca de madeira, de tamanho considerável. A arca fazia barulho, como se coisas viscosas rastejassem dentro dela.

    – A primeira coisa que eu gostaria de dar a vocês é isso
    – Yorak tira um pequeno lingote de prata de suas vestes, do tamanho de um dedo mindinho e com a forma irregular de um retângulo. – Sei que parece apenas uma peça comum de prata, mas não é… Vejam, a prata é um metal muito pesado, principalmente para flechas – e ele diz isso, olhando para Luna –, contudo não é necessário ter prata maciça para causar danos a um lupino. Isto é toda a prata que vocês vão precisar, pois este lingote não é comum.

    Yorak tira um pequeno tubo com alguns centímetros de sangue das vestes e tira a rolha. Ao encostar o lingote no sangue, ele se torna prata líquida.

    – Jogue isso sobre uma de suas flechas e faça o teste de alcance e peso, jovem Luna – diz ele, entregando o tubo de prata líquida para a Gangrel. – Contudo não demore muito. A prata se solidificará em poucos minutos.

    Após entregar o tubo de vidro com prata líquida para Luna, ele prossegue:

    – Vocês agora terão menos problemas com os lupinos, como terão menos problema com o sol e com a distância do destino, exatamente como eu disse. Agora isto…

    Yorak abre a arca e de lá tira uma criatura bizarra e inumana. Tinha a cabeça de um bebê, com cabelo, nariz, boca e tudo mais, mas seus olhos eram totalmente negros e sua face totalmente fria e sem expressão, com gengivas repletas de presas em cima e embaixo. Seu corpo era como o corpo de uma centopeia de cinquenta centímetros e largura de quinze. A sua forma de locomoção eram vaginas que, na posição que se encontravam, lembravam ventosas e permitiam que a criatura rastejasse como uma serpente, de forma fácil e rápida. No final do corpo havia uma espécie de ferrão ósseo, que lembrava o ferrão de um escorpião.

    – Eu o chamo de portador. Há um para cada um de vocês na arca. O sangue que ele consome sofre uma transmutação em seus corpos. O sangue fica mais saboroso e poderoso, dando a nós a capacidade de nos curarmos mais facilmente e de forma mais prazerosa. Fique com este, Machiavelli. Apenas saibam que não devem tirar todo o sangue, ou a criatura morrerá. Além disso, ela deve ser alimentada constantemente, pois o organismo dela vai perdendo o sangue, assim como o nosso. Fora isso, basta beber o sangue do ferrão…

    – Características do “Portador”: Ele dá ao sangue comum um sabor semelhante ao sabor de sangue de ancião e a força do sangue maior que de um lupino, mas sem os efeitos colaterais. Isso permite que o vampiro cure dano agravado como se fosse dano comum. Contudo, a criatura deve ser alimentada constantemente e deve sempre ter ao menos 1 ponto de sangue no organismo, ou morrerá. Lembre-se de que esse sangue é um tipo de sangue diferenciado e deve ser tratado como tal. Portanto, se você tem, por exemplo, quinze pontos de sangue e pode armazenar um máximo de vinte, você só pode armazenar cinco pontos desse sangue especial. Cada “Portador” pode armazenar dez pontos de sangue, mas ele nunca deve ser drenado totalmente, tampouco não se deve deixar de alimentá-lo, já que seu organismo é semelhante a de um cainita. –

    – Agora devo ir a Toledo, como disse. Preciso da lista de posses de todos, para que eu recupere tudo o que for conveniente à vocês. Enquanto isso, passem a noite aqui. Descansem e aprendam o que puderem. Na noite seguinte prosseguiremos com nosso plano.

    – Informem tudo o que querem recuperar. –

    Yorak mais uma vez saiu da cabana, mas desta vez foi em direção à Toledo, nas matas, desaparecendo por completo da vista.

    RESUMO DE CAMILO:
    Reserva de Sangue: 06
    Força de Vontade: 03/04
    Vitalidade: Ferido Gravemente (Agravado): -2.

    RESUMO DE BEAUMONT:
    Reserva de Sangue: 10
    Força de Vontade: 03/07
    Vitalidade: Ok.

    RESUMO DE LUNA:
    Reserva de Sangue: 05
    Força de Vontade: 06/07
    Vitalidade: Ok.
    Garras da Besta Ativada (Metarmofose 2)

    RESUMO DE MACHIAVELLI:
    Reserva de Sangue: 10
    Força de Vontade: 03/03
    Vitalidade: Aleijado (Agravado) -5

    RESUMO DE KRAVEN:
    Reserva de Sangue: 16
    Força de Vontade: 07/08
    Vitalidade: Machucado (Agravado): -1
    Testemunha das Trevas (Metarmofose 1) Ativada.
    Conteúdo patrocinado


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