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    Capítulo 1: O Motim...

    Beaumont
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    Capítulo 1: O Motim... - Página 7 Empty Re: Capítulo 1: O Motim...

    Mensagem por Beaumont em Sex Maio 17, 2019 12:49 pm

    O poder de inteligencia daquela criatura era notável. O vampiro poderia parecer que vivia ali sozinho e desolado feito um nosferatu desgraçado, mas sua decisão de viver sozinho ali era parte de um plano de discrição. Yorak detinha um conhecimento incrível para um simples vampiro, demonstrou conhecimento político e sobrenatural. Aproveitei aquele momento para absorver suas palavras e elaborar um plano de destruição do próprio Príncipe de Toledo, meus olhos correram para o destemido Gangrel e Camilo, ambos foram praticamente massacrados pelo poder arrogante do Principe que por mais que tenha feito aquilo para provar a sua soberania, na verdade galgou os seus primeiros passos para a sua auto destruição final. My Lady havia pedido a mim que conseguisse aliados em Toledo para que pudêssemos contar no futuro, expandir nossa influencia além das cidades estados de Florença e encontrar Yorak, o Gangrel e consequentemente Camilo me trouxeram ao meu objetivo pessoal de maneira gloriosa. Se no futuro eu conseguir falar com o Bispo Monçada e fazer do La sombra o novo senhor das Terras de Toledo, posso ter a influencia e a aliança da igreja também em Toledo e no norte. Tudo o que preciso e manter o barco em seu curso e destronar o príncipe de seu trono de arrogância e garantir que o poder da igreja sob o domínio dos vampiros se erga em Toledo também...

    Por enquanto o meu desejo ficaria apenas para mim, preciso conversar com Kraven e Machiavelli em particular para que possamos nos organizar melhor...

    Dessa maneira eu o esperei terminar o seu discurso, não demorou muito para que o vampiro tivesse um caminho traçado e permitir que pudêssemos ter uma rota segura para chegar ao norte. Minha face demonstrou a gratidão sincera, isso sim era um presente. Com o barco estranhamente consciente como ele havia dito, poderíamos zarpar em direção ao norte a tempo de interceptar a carga e o artefato também. Além de falar da nova rota que poderia ser útil, ele nos trouxe "presentes" bastante intrigantes, eu recolhi uma das pequenas criaturas como seu fosse um pequeno bicho de estimação, estudei seus gestos enquanto o vampiro Yorak continuava a falar sobre nossos equipamentos. 

    Beaumont : - Meu senhor, agradeço imensamente por toda o auxilio e espero em uma noite futura poder servi-lo ao seu proposito de maneira favorável. Cuidarei de seu presente "vivo" pois nunca recebi algo tão peculiar. A rota que criara também é um presente impressionante e nós com certeza os lembraremos de toda a ajuda. Se não for exigir demais do senhor dos demônios, eu gostaria de ter roupas novas, não me sinto eu mesmo para dialogar entre os senhores da realeza vestido com o que restou de nossa guerra anterior, além do mais, perdi minhas estacas, meu punhal e minha leve armadura de couro que mantenho por entre minhas vestes. Obrigado mais uma vez pelo "presente". 

    De fato aquela pequena entidade agora era minha nova companheira, poderia ser meu filho com Lady... Ela ficará encantada ao vê-lo. Assim que ele permitiu que eu pudesse deixar o local, me dirigi a cabana outra vez. Mas dessa vez avisei aos demais. 

    Beaumont : - Estou indo me encontrar com prostitutas, preciso de sangue, já que elas foram ofertadas a mim, tomarei uma para meu deleite, fiquem a vontade para me acompanhar. Acho que o Lord de Sangue Azul gostaria de vir comigo para que pudêssemos curar suas enfermidades usando de nossos "filhotes" ? Kraven... Não é esse o seu nome ? Preciso falar vós em um futuro próximo, se quiser me acompanhar também podemos cuidar de suas feridas superficiais...

    Depois de convidar os dois do meu interesse eu sigo para dentro da casa, com o objetivo de dar um punhado do meu sangue ao meu filhote (1PDS) e de "salvar" uma daquelas mulheres presas para o meu deleite. Desceria aquelas escadas e vagarosamente me aproximava da gaiola observando qual mereceria a minha salvação.

    Beaumont : -  Nós estamos aqui para salva-las, da perdição...
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    Capítulo 1: O Motim... - Página 7 Empty Re: Capítulo 1: O Motim...

    Mensagem por Black Thief em Dom Maio 19, 2019 11:14 am

    Capítulo 1: O Motim... - Página 7 Images10

    Trilha sonora:

    O jeito que ele olhava Luna a incomodava, sentia-se como se tivesse feito de papel de uma grande tola.

    Yorak escreveu:– Nós cainitas, isto é, todos que se encontram neste aposento, e isso incluí você, pertencemos a uma casa, também chamada de clã. Cada clã está ligada a um fundador, e pelo sangue deste fundador os vampiros que são deste clã herdam seus poderes e demais características. Estas belas garras suas logo me revelam que tu és do clã Gangrel; o clã dos caçadores, dos solitários e dos que, entre nós, tem mais afinidade com a vida natural do mundo. Este é o seu campo, não é, senhorita? Você é una com as matas e tende a se harmonizar com a natureza e toda vida que a cerca. Infelizmente somos de clãs diferentes, logo eu pouco poderia instruí-la nos seus modos… Talvez o guerreiro Kraven possa lhe ajudar, afinal vocês partilham do mesmo sangue e, portanto, são da mesma casa.

    Luna olhou para suas garras e pensando em como ela as tinha e os outros não, isso é, se eles não tivessem revelado ainda e depois ela olhava para o pagão e disfarça o receio e a discordância em ser ensinada por alguém tão tolo que renegava a existência do único e verdadeiro Deus, mas pelo menos agora compreendia o que queriam dizer, ao menos Luna agora se sentia parte de algo, por mais que nunca tivesse sido inserida nisso e que tivesse sido feito à força.

    Yorak escreveu:– Isso lhe será conveniente saber um pouco depois. Tanto tu quanto o guerreiro Lasombra.

    Luna olhou para Camilo também, ele era um guerreiro de sombra? Como assim? Ele não devia ser um guerreiro de luz? (obs: Lasombra é uma palavra espanhol que a tradução seria "a sombra" e por isso como estamos na espanha ela sacou como se tivessem dito A Sombra.)

    Yorak escreveu:– Monçada, diz você? Esse nome me interessa, pois eu o observei, em certas ocasiões. Este Lasombra não destoa de minha filosofia e de minhas linhas de raciocínio. Talvez possamos nos aliar a ele. Se foi dito a vocês para irem até ele, vão. Não criem mais problemas para vocês. Eu estarei de longe, observando este Monçada e, se por ventura ele vier a cobiçar o amuleto para uso próprio, então eu intervirei. Em ocasião contrária, deixe-o agir. Será conveniente a nós não mencionarmos nossa aliança a ele; ao menos de início, quando suas intenções se mostrarem incertas.

    Assim Luna entendeu que A Sombra era mais um clã, uma familia talvez e ironicamente era um membro do Clero assim como era a fé de Camilo. Aquilo a intrigou, As Sombras estão em volta da igreja e da fé? E também... Não falar a verdade a um membro do clero? Seria isto também o certo?

    Yorak escreveu:– Não há mal ou ousadia em querer conhecimento, minha nova amiga. Contudo, é melhor que me pergunte na próxima noite, pois nesta eu lhes irei auxiliar de outra forma. Vejam, este local era de um antigo inimigo, do clã Tremere. Meu refúgio real foi, posteriormente, construído sob o poço. Eu aprendi e absorvi tudo o que podia desta cabana. Ela me é inútil, agora; contudo, ela ainda pode ser útil para vocês. Gostaria, como ato de boa fé em nome de nossa nova amizade, dar a vocês este refúgio, com tudo que há dentro dele. Vocês também podem aprender muitas coisas aqui, ao invés de terem apenas sangue estocado. O único conselho que dou é que, dentre os instruídos entre vocês, leiam os livros antes de mexer nos artefatos e frascos. Um uso insipiente desses objetos pode ser perigoso.

    Luna ficara... Surpresa por ser chamada de nova amiga, principalmente por alguém que parecia ser tão poderoso. Então Luna também entendeu que Tremere era um dos clãs, uma das familias. Ela então olhou à volta quando Yorak havia dito que tudo o que tinham dentro da cabana e ela própria, eram agora deles. Luna abriu um sorriso, porém não sabia se queria aquelas bizarrices no lugar onde passaram a noite, as monstruosidades, não... E pensar que Yorak havia feito aquilo a fazia torcer para que tivesse tomado a decisão certa, embora... Era isso ou a morte, aquilo ficou bem entendido para ela no momento e como não tinha mais alma, não sabia o que lhe aconteceria se morresse de verdade. Talvez ela desse um sumiço naquelas monstruosidades, mas primeiro... Já que tudo aquilo era dela também, pois Yorak deixou bem claro que tudo pertencia a todos eles, ela queria era se alimentar. Não podia soltar aquelas pessoas presas pois elas fugiriam e contariam à guarda de toledo sobre este lugar e os vivos viriam para matar a todos durante o dia. Luna daria à elas uma morte rápida e indolor, talvez até sugando seus sangues por completo, eles teriam um morte em prazer, como sabia que acontecia com os vivos quando ela se alimentava. Luna ficava ansiosa para ir imediatamente àquele lugar mesmo sendo horrendo, a sede falava mais alto que a repulsa agora. Da mesma forma, pensando no que Yorak disse anteriormente, ela respondeu:

    - Eu... Gostaria de aprender a ler, e entender o que nós temos de ferramentas à nossa disposição aqui. Pode ser util pra caçar e sobreviver.

    Camilo escreveu:-Eu não acreditei nesse tal artefato da Gehena¹... Moloch para mim sempre pareceu só um credo tolo... Talvez nisso se baseie a arrogância de Lorencio. Mas se de fato ele existe e seus poderes são reais eu jamais permitirei nunca que um artefato desses seja usado...

    Eles falavam muito de Gehenna, mas o que seria isso afinal de contas? E esse Lorência seria o Príncipe que falavam? O filho do Rei Sancho II? Era mesmo um amaldiçoado vampiro também e poderoso tanto no mundo dos vivos quanto dos mortos?

    Yorak escreveu:– Ah, sim. Ele existe. Embora cainitas e demônios tenham surgidos de uma fonte em comum, isto é, a maldição do criador, demônios nada querem conosco, a não ser nossas almas. Nada de produtivo teremos em aliança com eles e há mais sobre isso que eu gostaria de falar, mas como disse à jovem Gangrel, agora não é hora disso.

    Luna passava a entender por "Cainitas" como vampiros, era um padrão que se encaixava nas frases e fazia sentido, mas o porque eram chamados assim ainda era um mistério para ela, todavia, Luna se desaponta, mas não se surpreende quando Yorak fala que vampiros e demonios vieram de um lugar em comum: A Maldição, mas se espanta quando Yorak diz que eles tem almas a serem roubadas por demônios.

    Luna dá dois passos com os olhos brilhantes perguntando de forma abrupta e eufórica:

    - Esperem, estão dizendo que nós ainda temos alma? Isso é verdade? Isto é certo? Como podemos saber???

    Camilo escreveu:-Certamente o Arcebispo poderá nos ajudar a destruí-lo se for de fato uma ameaça criada em nome de Moloch... Falando em artefatos, o Feiticeiro Tremere deixou algum tipo de conhecimento nessa morada que nos possa ser útil em nossa viagem? Depois dos ataques estamos sem cavalos e sem transporte para durante o dia.

    Luna olhou com algum espanto para Camilo. Feitiçaria? Isto é certo? Se bem que... Com tantas coisas diferentes que vira só esta noite...

    Machiavelli escreveu:- Deveras poderoso e antigo és tu o Dragão. Temo falar somente por mim nesse momento, mas de todos os malefícios e infortúnios que se lançaram por essa comitiva, e a primeira vez que ventilamos a existência de esperança. Não me oponho a ajudá-lo Milorde, peço, tão somente que me reconduza a minha antiga forma sem marcas

    Yorak escreveu:– Nada de bom pode vir de Laurencio, ainda mais você, cujo sangue ele tanto teme. Teu clã tem o hábito de ocupar cargos de poder, isso é fato. Qualquer Ventrue, mesmo um que venha a ser abraçado neste presente momento, é uma potencial ameaça para qualquer governante de sangue oposto.

    Luna parecia estar colecionando nomes de clãs, já conhecia Gangrel, Tremere, As Sombras e agora Ventrue. Será que o Príncipe das Trevas também era Uma Sombra? Fazia sentido se todo clã tinha seus poderes e costumes próprios, será que ele era o dono do clã ou filho do dono por isso era o Príncipe das Trevas?

    Yorak escreveu:– Devo trazer alguns presentes para vocês. Eles serão especialmente úteis para o nobre Machiavelli e a guerreira Luna. Depois disso, irei até Toledo recuperar os bens perdidos de vocês, sem que Lorencio fique sabendo. Por fim, na próxima noite, eu os levarei ao meu refúgio. Lá vocês conhecerão o meu navio personalizado, o “Arauto das Lamentações”. Pela sorte de vocês eu também invadi essas terras pela água e passei um tempo desenvolvendo uma rota fluvial subterrânea. Com o “Arauto”, vocês poderão cruzar as águas até o grande mar, sem se preocuparem com o sol e demais hostilidades, sem mencionar que o “Arauto” é muito mais rápido que qualquer outro navio, já que se trata de uma entidade autoconsciente… Enfim, tudo a seu tempo. Eu não me demoro em regressar.

    "Rota fluvial subterrânea"? "entidade autoconsciente"? O que ele queria dizer com isso? Isso confundiu a mentalidade simples de Luna que não fazia ideia do que poderia lhe vir, mas ainda assim, Luna começava a se sentir mal, Yorak dava muitos presentes e Luna não tinha nada a oferecer à ele, sentia-se no dever de conseguir algo para retribuir Yorak com tudo aquilo, mas o que ela poderia fazer com que Yorak se sentisse presenteado? O que ela poderia arranjar? Ela sabia que ele apreciava conhecimento, será que ela deveria roubar uma biblioteca? Sim, talvez fosse certo.

    Ela então via Yorak descer no poço e ficou com receio de falar com os outros antes que ele voltasse, e se pudesse ouvir as conversas a distancia como ela podia então podia ser algo desagradável. Ele então retornava com um arca e punha a mesma na frente de todos.

    A primeira coisa que eu gostaria de dar a vocês é isso. Sei que parece apenas uma peça comum de prata, mas não é… Vejam, a prata é um metal muito pesado, principalmente para flechas, contudo não é necessário ter prata maciça para causar danos a um lupino. Isto é toda a prata que vocês vão precisar, pois este lingote não é comum.

    Luna pegou a prata das mãos de Yorak, isso se ele as estendesse, ela olhava fascinada, nunca tinha tocado um objeto de prata. Não sabia que a prata não a repelia pois se Yorak o tocara e entregara assim tão tranquilamente é porque está tudo bem. Ela então pensou que flechas se gastam e se perdem, mas... Não podia banhar a faca de caça pra correr o risco de atacá-los corpo a corpo, as flechas se perderiam mas ela ao menos teria tido uma melhor chance de sobreviver.

    - Obrigada Milorde!

    Yorak escreveu:– Jogue isso sobre uma de suas flechas e faça o teste de alcance e peso, jovem Luna. Contudo não demore muito. A prata se solidificará em poucos minutos.

    Luna assentiu para ele, e imediatamente, ali mesmo, já recolhera suas garras para poder manusear direito as flechas e o tubo com a prata liquida. Ela derramava cuidadosamente sobre as flechas que podia.

    Yorak escreveu:– Vocês agora terão menos problemas com os lupinos, como terão menos problema com o sol e com a distância do destino, exatamente como eu disse. Agora isto…

    Então quando Yorak retirava aquela coisa horrível Luna se afastara dois passos. Nem mesmo conseguia ver aquilo como algo humano, ou conseguia até remeter a qualquer coisa humana de tão horrenda que era. Luna, como a mais nova e humana dentre todos, não conseguia disfarçar a face de desagrado, embora tentasse fortemente, ela olhava para Yorak com receio e tentava se convencer de eu aquilo não era o que parecia ser.

    – Eu o chamo de portador. Há um para cada um de vocês na arca. O sangue que ele consome sofre uma transmutação em seus corpos. O sangue fica mais saboroso e poderoso, dando a nós a capacidade de nos curarmos mais facilmente e de forma mais prazerosa. Fique com este, Machiavelli. Apenas saibam que não devem tirar todo o sangue, ou a criatura morrerá. Além disso, ela deve ser alimentada constantemente, pois o organismo dela vai perdendo o sangue, assim como o nosso. Fora isso, basta beber o sangue do ferrão…

    Luna não conseguia disfarçar a cara de repulsa e choque e ficar olhando para aquelas coisas, ficou em silêncio mas pensava que de jeito nenhum beberia daquilo, não importava o quanto fosse vantajoso, não conseguia ver aquilo como algo a ser cuidado, na verdade via aquilo como algo a ser atirado ao fogo e apagado da história. Ela ficou quieta apenas, não dizia nada, apenas tentava fazer um face de quem está agradecida mas sinceramente duvidava que estivesse conseguindo.

    Yorak escreveu:– Agora devo ir a Toledo, como disse. Preciso da lista de posses de todos, para que eu recupere tudo o que for conveniente à vocês. Enquanto isso, passem a noite aqui. Descansem e aprendam o que puderem. Na noite seguinte prosseguiremos com nosso plano.

    - Eu moro nas matas, Milorde... O que mais tenho ficou na cabana de meu pai, nas florestas, que eu pouco passei a ir depois que aprendi a ser terra. Tenho algumas roupas que não são de caça, mas eu posso recuperá-las, não se incomode, por favor.

    Assim que Yorak saía, Luna saía também, queria ficar longe daquelas coisas horríveis e ir até o porão onde poderia finalmente se alimentar de uma das presas de lá. Ela simplesmente abriria o caixão de uma das vítimas, com a faca em mãos, e ameaçaria a pessoa de cortar sua garganta se ela não ficasse quieta e calma, e então se alimentaria dela o suficiente para apenas não matá-la e nem deixá-la muito mal, e assim faria com o próximo e o próximo até sentir-se satisfeita.

    "Cuidado com a falta de sangue; será dominada pela fome. "
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    Capítulo 1: O Motim... - Página 7 Empty Re: Capítulo 1: O Motim...

    Mensagem por John Milton em Dom Maio 19, 2019 12:27 pm

    Por um instante Machivavelli inveja o alcance político sobrenatural do Ancião. Mesmo se preocupando apenas com o vil metal e a influência que advém deste, naquele instante o Ventrue percebe existia mais entre o Céu e a Terra do que julga a vã filosofia humana.

    Ele segura o "utensílio" entregue por Yorak. Não tinha impedimentos morais de beber de bebês, ainda mais se vantagens adviessem disso.

    - Muito obrigado Milorde Yorak. Dada minhas circunstâncias tal, hummm, portador será de grande benesse. Ele está, como dizer, alimentado?

    Ele aguarda a resposta do Tzimisce e continua.

    - Quanto a minha demanda pessoal, tenho parte de tudo meu no meu Estabelecimento. O restantes está no porto, na Companhia Marítima. Tenho 2 carniçais e dinheiro. No entanto o mais importante e o seu retorno para que tire essa mácula por sobre mim. Não vejo a hora de voltar e acertar algumas contas.

    Após a resposta de Yorak, Machiavelli embala o bizarro bebê de forma a drena-lo e em seguida partir para explorar a cabana e as prostitutas

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    Capítulo 1: O Motim... - Página 7 Empty Re: Capítulo 1: O Motim...

    Mensagem por Claude Speedy em Qua Maio 22, 2019 11:37 am

    Ao ouvir sobre vampiros serem uma maldição Camilo considera isso um dos vários equívocos dos vampiros de Constantinopla, para o Lassombra Deus deu à Caim uma benção por seu tão abnegado sacrifício...
    Em toda formação do mundo o Criador sempre aceitou a morte como sua pena coerente aos maus e infiéis e como única forma de evitar que esses cometecem mais erros contra aquilo que ele produziu.

    Nem mesmo a repulsiva figura, que já o incomodava fortemente, era tão grotesco quanto ouvir tamanha heresia da parte dos equívocos daquele sacerdote.
    Afinal, é trágico que uma criança seja posta em sacríficio, mas se Herodes não tivesse temido a salvação que viria por Cristo e matado as crianças e bebês em Belém, Jesus jamais iria para o Egito tomar os segredos dos Setitas.
    De fato, o Mentor de Camilo explicou que o sangue é o poder dado pela Criação. Era essa verdade que ele carregava profundamente.

    Ele teve tanto nojo quanto Luna ao tomar o bebê, mas via ali nos misteriosos caminhos do Criador para salva-los... Assim como os assustadores Querubins de muitas faces presentes tanto na Bíblia quanto na vida... Mas Camilo vendo o poder de seu interlocutor e lembrando-se de como foi parado pelo Príncipe com temor e assombro, guardou para si tal debate. Ele sabia que era esse o erro do clã Tzimisce como um todo, não reconhecer o seu verdadeiro papel como anjos e sim como demônios.

    Mas é certo que até os anjos mentiram para Acabe. É contado que Micaías viu Deus enviar um espírito mentiroso para mentir na boca de todos os profetas do Rei... (1 Rs. 22:17-23.)... Então Camilo deixou o Tzimisce com suas mentiras de maldição, porque sabia que há momentos determinados por Deus para todas as coisas. E haverá o dia em que o clã de Valákia e Constantinopla há de entender seu papel nos desejos do Senhor do Universo.

    Depois de ouvir o burguês sobre o que esse precisva que Yorak fosse proteger, respondeu então ao auto-intitulado Dêmonio:

    -Eu tenho uma prometida, de antes dos tempos das cruzadas. Ela se nutre de meu sangue e cuida de minhas demandas... Seu nome é Daniela de Toledo de Aragão e Catalunia... Avise-a sobre minha partida, ela avisará de alguma forma minha congregação no Monastério de São Dominique de Silos... Que é meu Rebanho... Se puderes proteger essa minha parte também... Teremos um destino promissor. Eu devia ter mantido Beaumont por lá...

    Conforme Beumount caminha em direção da casa falando qeu irá se alimentar de prostitutas, o monge pensa que fazia agora sentido Deus ter permitido a prisão delas... Mas há outras coisas...a questionar. Quando o Malkaviano avança em direção de da cabana dizendo que foi para se alimentar, o monge o segue procurando livros para ler e o questiona em seguida...

    -Estas bem, Beaumont? Luna disse que você estava... fora de si... Como que possuído...

    Comentava conforme folheva o primeiro livro que encontrava.

    (off: pretendo beber três pontos do bebê que usarei para curar o agravado, assim como nutri-lo com meu próprio sangue três pontos... O que vai me deixar com a mesma quantidade de sangue de agora e o bebê também, mas esse ficará igual. Eu irei também me alimentar das prostitutas para preencher todo sangue, já que Beaumont esta dizendo que são pecadoras.)

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    Capítulo 1: O Motim... - Página 7 Empty Re: Capítulo 1: O Motim...

    Mensagem por Beaumont em Qua Maio 22, 2019 12:46 pm

    - Minha mente não es mas minha apenas, partilho das vontades de muitos. Creio que a vampira criança se assustou como o meu modo de agir. Posso ouvir os aliados...Nossos inimigos tambem...as vezes eu não posso controlar. Apenas os ouço conforme a sintonia se conecta.

    Respondi a camilo enquanto entrava na cabana. De fato preciso exercer um controle melhor sobre o dom Auspicioso em minha mente.
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    Capítulo 1: O Motim... - Página 7 Empty Re: Capítulo 1: O Motim...

    Mensagem por mitzrael em Qua Maio 22, 2019 3:30 pm

    Capítulo 1: O Motim... - Página 7 E93a3066fe386702556a3fb9f5f69f98


    Kraden se aproximava de luna .

    E mocinha to vendo que vc tem mas parecid comigo que com o Padreco , ironia não é mesmo?
    Não sei quem é o pior , eu A porra de um Pagao ? ou um Padre que vendeu a propria alma e vinge que é santo KKKKKKKKKKK


    Kraden ria colocando sua grande espada em seus ombros e ia caminhando ate Yorak e fincava sua espada no chao.

    Eu não me ajoelho pra ninguem , e o principe me obrigo a isso , ninguem manda mim , e o Principe o fez , Me trato como um mero
    cao sarnento , me coloco pra trabalhar com esses estão aqui obrigado .

    So tenho uma coisa pra falar ao senhor , eu to com vc ate o fim , aque eu caia , mas pode ter certeza que mil cairam a minha direita , mil cairam
    a minha esquerda .


    kraden fala e olha pro Padreco e pra Luna , e mostra so um de seus caninos .


    A unica coisa que eu quero My Lorde e que deixe eu mijar na cabeça do Principe .


    Kraven retira a espada e a coloca presa em suas costas .

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    Capítulo 1: O Motim... - Página 7 Empty Re: Capítulo 1: O Motim...

    Mensagem por Freak(out) em Qua Maio 22, 2019 6:40 pm

    Considerem que aconteceu o seguinte antes de Yorak partir definitivamente…

    @Luna escreveu:– Eu... Gostaria de aprender a ler, e entender o que nós temos de ferramentas à nossa disposição aqui. Pode ser util pra caçar e sobreviver.

    A isso, Yorak respondeu:

    – Acredito que os senhores Camilo, Beaumont e Machiavelli serão os mais aptos a te instruir a mente, enquanto Kraven pode muito bem lhe instruir o corpo e o sangue.

    @Luna escreveu:– Esperem, estão dizendo que nós ainda temos alma? Isso é verdade? Isto é certo? Como podemos saber???

    A isso, Yorak respondeu:

    – Somos almas presas em corpos mortos, vulgarmente falando. Nossas almas deveriam ter se soltado dessas carapaças sem vida, mas não a fizeram. Esse é o cerne da maldição; pelo menos assim é, de acordo com muitos. Certeza não posso te dar, minha cara, pois vivo ou não eu ainda existo, e não pretendo deixar de existir apenas para sanar uma curiosidade de morbidez tão intensa.

    Machiavelli escreveu:- Muito obrigado Milorde Yorak. Dada minhas circunstâncias tal, hummm, portador será de grande benesse. Ele está, como dizer, alimentado?

    A isso, Yorak respondeu:

    – Sim, eles estão. Mantenham-nos alimentados e eles serão muito úteis.


    Considerem também que ele anotou mentalmente tudo o vocês disseram quanto a seus pertences e posses.

    ------------------------

    As coisas se tornaram um pouco tensas depois que Yorak se foi. Kraven se aproximou de Luna de forma desdenhosa, o que não a agradou. Camilo e Beaumont ainda se “estranhavam”, graças à condição anterior de Beaumont. Machiavelli era o único excluído de qualquer suspeita, limitando-se a alimentar daquele sangue especial e maravilhoso que as criaturas de Yorak produziam.

    Todos, com exceção de Kraven, decidiram se alimentar – cada um a seu modo. Os primeiros a se alimentar foram Camilo e Machiavelli, e ambos os fizeram dos portadores. O sangue era maravilhoso… Era doce, forte. Eles nunca tinham provado de um sangue tão maravilhoso em sabor e força. Seus corpos formigaram e se arrepiaram. Era como um orgasmo muito intenso. Um orgasmo sobrenatural.

    Assim que consumiram parte do sangue alquímico da criatura, ambos concentraram esse sangue especial na cura de seus corpos. Yorak não estava mentindo. Aqueles ferimentos terríveis sumiram na grande parte. Camilo estava apenas com alguns arranhões superficiais e insignificantes. O corpo de Machiavelli ainda doía um pouco, mas era uma dor débil e irrelevante, comparado ao que sentia antes. Ele se movimentava com facilidade e, apenas por causa disso, já se sentia muito melhor. Ambos curaram em um instante ferimentos que, de outra forma, levariam noites inteiras.

    Beaumont, Luna – após se afastar de Kraven – e também Camilo, como complemento para sua fome, dirigiram-se ao subsolo da cabana, onde aquelas infelizes gritavam e imploravam. Contudo, quando o trio retornou, eles haviam se esquecido que não sabiam abrir aquelas grades do chão, que as mantinham presas. Eles tampouco lembraram de perguntar isso a Yorak antes que ele fosse embora.

    Os cainitas puderam notar que, próximo a eles, cinco correntes estavam penduradas no teto – na verdade, saiam de um buraco escuro dele. A base das correntes era de madeira, revestida por tiras de couro, muito semelhante a empunhaduras de espadas. Uma corrente possui tiras de couro negro, outra possui couro marrom, outra um couro avermelhado, outra um couro verde cinzento, como que embolorado e a última, um couro tingindo de tinta azul.

    Enquanto isso, na parte de cima da cabana, Machiavelli decidiu explorar todos os lugares possíveis, na tentativa de encontrar tudo o que fosse útil. Cômodo por cômodo, ele explorou.

    O Cômodo Oeste…

    Era um quarto pequeno e bem bagunçado. Havia uma grande bancada com ferramentas no centro. Nela, haviam martelos, pregos e outros instrumentos menores de trabalho braçal. Havia também pás e picaretas nos cantos das paredes e muita madeira destroçada, junto com tampas de caixões ainda razoavelmente intactas. Havia uma prateleira no canto com mais de dois metros de largura por um e meio de altura, onde cabeças, mãos, braços, pés e pernas estavam embalsamados e expostos em pequenas cúpulas de vidro, como troféus. De frente para a banca, também havia um pequeno guarda-roupas.

    Machiavelli resolveu investigar o guarda-roupas. Haviam ali muitas roupas finas (nobres) e caras. Haviam também dois livros: um era menor, encadernado em couro vermelho, tendo o aspecto de um diário. O outro era grande, pesado e de capa negra. Nenhum deles dava qualquer pista na capa sobre o que se tratavam.

    O Cômodo Leste…

    Havia um circulo no chão, traçado com cinzas de ossos triturados. Em cada quadrante um crânio sem maxilar fitava uma das paredes e suas bases tinham velas negras já usadas até a metade, feitas de gordura humana. Nas paredes já citadas, cada uma tinha uma tela pintada a óleo e cada uma tinha um dragão. A tela da parede leste tinha um dragão negro, que estava no chão cuspindo uma rajada de fogo em uma área da floresta, queimando árvores. A tela da parede oeste tinha um dragão dourado, que voava em giros no ar. A tela da parede norte tinha um dragão vermelho, que urrava para a lua e as estrelas em pose ameaçadora do topo de uma colina. Por fim, a tela da parede sul tinha um dragão azul, que dava mergulhava dos céus tocando com a pata dianteira esquerda uma cachoeira cristalina. No centro do círculo uma adaga exótica estava cravada na tábua do assoalho. Ela tinha um grande cristal transparente, semelhante a um grande diamante, no topo de sua empunhadura.

    Em um canto excluído, Machiavelli via um grande espelho de mais de três metros de altura por um e meio de largura cravado na parede. Havia sangue seco nele e uma pequena rachadura minúscula na borda inferior direita. Havia também uma frase que parecia latim, mas Machiavelli não compreendeu.

    De Volta ao Porão

    Entusiasmado, Machiavelli retorna ao porão e não dá atenção ao trio ali, que estava parado diante da prisão das mulheres. Ele se volta para a pequena mesa, onde a probabilidade de encontrar algo rico é maior.

    Machiavelli encontrou três outros livros. Um deles era nitidamente um diário, pois estava aberto e a última entrada era de uma semana atrás. Os outros tinham os seguintes símbolos em suas respectivas capas:

    Capítulo 1: O Motim... - Página 7 0be7039e4e4cce39fb7c5e369cfc5f45

    Capítulo 1: O Motim... - Página 7 00454957

    Assim que fez menção de ler o diário, Camilo, que estava no trio composto também por Luna e Beaumont, gemeu de forma incômoda, como se sentisse muita dor. Ele sentia muita fome, e a situação das barras era frustrante e o deixava ansioso. O cheiro e a visão do sangue caído do caldeirão piorava ainda mais as coisas. Por ora ele resistira, mas sua besta estava atiçada e ameaçava dominá-lo.

    RESUMO DE CAMILO:
    Reserva de Sangue: 03
    Força de Vontade: 03/04
    Vitalidade: Escoriado (Agravado).

    – 3 pontos de sangue alquímico sugados do portador.
    – 3 pontos de sangue alquímico usados para curar dano (agravado).
    – 3 pontos de sangue comum doados para o portador.

    RESUMO DE BEAUMONT:
    Reserva de Sangue: 10
    Força de Vontade: 03/07
    Vitalidade: Ok.

    RESUMO DE LUNA:
    Reserva de Sangue: 05
    Força de Vontade: 06/07
    Vitalidade: Ok.
    Garras da Besta Ativada (Metarmofose 2)

    RESUMO DE MACHIAVELLI:
    Reserva de Sangue: 10
    Força de Vontade: 03/03
    Vitalidade: Ferido (Agravado): -1

    – 3 pontos de sangue alquímico sugados do portador.
    – 3 pontos de sangue alquímico usados para curar dano (agravado).

    RESUMO DE KRAVEN:
    Reserva de Sangue: 16
    Força de Vontade: 07/08
    Vitalidade: Machucado (Agravado): -1
    Testemunha das Trevas (Metarmofose 1) Ativada.
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    Capítulo 1: O Motim... - Página 7 Empty Re: Capítulo 1: O Motim...

    Mensagem por Claude Speedy em Qua Maio 22, 2019 7:16 pm

    Kraven escreveu:-E mocinha to vendo que vc tem mas parecid comigo que com o Padreco , ironia não é mesmo?
    Não sei quem é o pior , eu A porra de um Pagao ? ou um Padre que vendeu a propria alma e vinge que é santo KKKKKKKKKKK

    Enquanto folheia o livro e ouvia Kraven zombar, o monge tenta o ensinar pacientemente se se entregar à ira... A ausência de sangue era imensa e tentava se distrair por um tempo depois de se alimentar do bebê disforme.

    -Não há qualquer fingimento em minhas palavras, pagão. E a razão de nossos corpos serem habitados por almas é justamente porque é essa a Vontade do Senhor! Você mesmo testemunhou que Deus interveio à nosso favor de tal modo que acabou resistindo à Satanás e negando seu reino como Jesus também o fez... O fato que vocês tem origem na mesma linhagem sanguínea não quer nega a origem de todos nós como benção divina! Somos todos criaturas do Senhor do Universo... Suas patéticas tentativas de negar que é um instrumento divino não fazem de você menos vampiro. Somos obviamente almas, recebemos do Criador poderes pelo Sangue... Esse é um dos vários segredos que os Assamitas tentam esconder. Aliás, conseguiram ocultar isso até mesmo dos Tzimisce mais sábios... como Yorak

    Procurou então algum modo de erguer de novo o caldeirão e sorver um pouco do sangue que não havia caído no chão. Sujava sua mão no processo e continuava a falar.

    -Nunca lhe passou pela cabeça porque os Lassombra e Capadócios estão sempre protegendo a Igreja, Bárbaro...? E porque protegi sua alma hoje e tentei incobrir a indiscrição de Beaumount de forma a tentar debater com aquele tolo Brujah? A verdade é que é o sangue de Jesus que tem poder! Esse poder existe para ser compartilhado e extendido sobre a Terra... A vida eterna. Há quem queira trapacear nessa dádiva que recebemos e há aqueles que como você por ignorância não compreendem que Deus fez de você senhor sobre todas as coisas... Porque é escrito que Deus nos deu poder sobre animais e feras do campo... E a luz do sol... Acha que é por acaso que a Sagrada Igreja chama Satanás de Lúcifer? Que significa "Portador da Luz"? Se vendi minha alma, bárbaro, foi à Deus... Que comprou com o sangue de Cristo! E Ele deu seu sangue por você também... Alegre-se...  Não tem de tentar hostilizar contra a cruz que te salvou da bruxa nessa noite... Ou já te esqueceu?  

    Depois de falar enquanto lambia a mão de sangue e parte do pote tudo que podia, voltava-se para ler o diário. Enquanto olhava para as palavras do texto continuava a responder á provocação sem encarar o Gangrel.

    -Seja grato, bárbaro...  E com o tempo verá que na verdade é você que tem mais haver comigo do que a jovem...

    E sorria maliciosamente enquanto virava as páginas do texto acreditando que novamente conseguia responder à uma provocação, ele agora precisava ver que tipo de estudos esses feiticeiro fez e descobrir quais deles são dignos de serem compartilhados aos leigos e quais não. Naquele momento de pesquisa, ele apenas ia desejando em seu íntimo que Beaumont pudesse ser um aliado útil à sua igreja e não um mero Lorde que ele achou dormindo por lá.
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    Capítulo 1: O Motim... - Página 7 Empty Re: Capítulo 1: O Motim...

    Mensagem por John Milton em Sex Maio 24, 2019 11:39 am

    Machiavelli sentira a onda de poder fluir pelo seu corpo no instante em que provara em sua lingua morta a vitae do Portador. Nem mesmo nas prostitutas mais rebuscadas ele se preenchera de tanto vigor e poder.

    Por um instante, por um lapso de momento, Machiavelli entendera a razão da força e potência dos Vampiros mais antigos que ele e gostara daquilo.

    No mesmo instante que ingerira ele forçara o caminho da vitae por suas veias e musculos restabelecendo, quase que por completo, a força que possuía na noite anterior. Era um milagre ver sua carne se refazendo como que por completo, ouvir seus ossos se consolidando.

    No final, apenas um leve ardor nos musculos e roupas maltrapilhas restaram para testemunhar a ruina que o Ventrue se libertara.


    Quando retorna à realidade o Italiano se vê sozinho no comodo. De certo os demais resolveram voltar ao subsolo atras das mulheres. Ele entao decide vasculhar.

    Narrador escreveu: O Cômodo Oeste…

    Era um quarto pequeno e bem bagunçado. Havia uma grande bancada com ferramentas no centro. Nela, haviam martelos, pregos e outros instrumentos menores de trabalho braçal. Havia também pás e picaretas nos cantos das paredes e muita madeira destroçada, junto com tampas de caixões ainda razoavelmente intactas. Havia uma prateleira no canto com mais de dois metros de largura por um e meio de altura, onde cabeças, mãos, braços, pés e pernas estavam embalsamados e expostos em pequenas cúpulas de vidro, como troféus. De frente para a banca, também havia um pequeno guarda-roupas.

    Machiavelli resolveu investigar o guarda-roupas. Haviam ali muitas roupas finas (nobres) e caras. Haviam também dois livros: um era menor, encadernado em couro vermelho, tendo o aspecto de um diário. O outro era grande, pesado e de capa negra. Nenhum deles dava qualquer pista na capa sobre o que se tratavam.

    Sabendo não possuir qualquer vantagem economica imediata nos suvenires deixados para trás, Machiavelli se concentra no guarda roupas. Ele separa as roupas visivelmente mais resistente, para viagens, e que não possuísse nenhum simbolo heráldico e as veste, vasculhando apos ainda mais informações sobre seu antigo dono, pelos simbolos que, por ventura existissem, ou joias presas as roupas.

    Ato continuo ele pega os livros e os folheia rapidamente. Destinaria maior interesse neles a posteriori, mas tentaria descobrir naquele instante o titulo dos mesmos e do que se tratavam.

    Ele então segue.

    Narrador escreveu: O Cômodo Leste…

    Havia um circulo no chão, traçado com cinzas de ossos triturados. Em cada quadrante um crânio sem maxilar fitava uma das paredes e suas bases tinham velas negras já usadas até a metade, feitas de gordura humana. Nas paredes já citadas, cada uma tinha uma tela pintada a óleo e cada uma tinha um dragão. A tela da parede leste tinha um dragão negro, que estava no chão cuspindo uma rajada de fogo em uma área da floresta, queimando árvores. A tela da parede oeste tinha um dragão dourado, que voava em giros no ar. A tela da parede norte tinha um dragão vermelho, que urrava para a lua e as estrelas em pose ameaçadora do topo de uma colina. Por fim, a tela da parede sul tinha um dragão azul, que dava mergulhava dos céus tocando com a pata dianteira esquerda uma cachoeira cristalina. No centro do círculo uma adaga exótica estava cravada na tábua do assoalho. Ela tinha um grande cristal transparente, semelhante a um grande diamante, no topo de sua empunhadura.

    Em um canto excluído, Machiavelli via um grande espelho de mais de três metros de altura por um e meio de largura cravado na parede. Havia sangue seco nele e uma pequena rachadura minúscula na borda inferior direita. Havia também uma frase que parecia latim, mas Machiavelli não compreendeu.

    Machiavelli adentra ao recinto tentando absorver todo as informações, buscando algum padrão na disposição das salas tentando lembrar de algo que já tenha visto antes.

    Após o vislumbre em todo o recinto o diamante chama a atenção, ele puxa a arma para si, guardando-a dentro das vestes. Em todo o caminho ele busca alguma sacola ou algo que permita guardar seus novos pertences.

    Narrador escreveu: De Volta ao Porão

    Entusiasmado, Machiavelli retorna ao porão e não dá atenção ao trio ali, que estava parado diante da prisão das mulheres. Ele se volta para a pequena mesa, onde a probabilidade de encontrar algo rico é maior.

    Machiavelli encontrou três outros livros. Um deles era nitidamente um diário, pois estava aberto e a última entrada era de uma semana atrás. Os outros tinham os seguintes símbolos em suas respectivas capas... Assim que fez menção de ler o diário, Camilo, que estava no trio composto também por Luna e Beaumont, gemeu de forma incômoda, como se sentisse muita dor. Ele sentia muita fome, e a situação das barras era frustrante e o deixava ansioso. O cheiro e a visão do sangue caído do caldeirão piorava ainda mais as coisas. Por ora ele resistira, mas sua besta estava atiçada e ameaçava dominá-lo

    Machiavelli coleta todos os itens e livros, sobressaltando-se com o urro de Camilo, se distancia novamente para analisar o diário e demais itens


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    Capítulo 1: O Motim... - Página 7 Empty Re: Capítulo 1: O Motim...

    Mensagem por Freak(out) em Qua Maio 29, 2019 7:28 am


    – Como o Kraven não estava no mesmo lugar que Camilo quando ele estava se alimentando (Kraven ficou na parte de cima, enquanto Camilo desceu onde o caldeirão tombado se encontrava), vou considerar que Camilo primeiro discutiu com Kraven, e então desceu para se alimentar –

    Kraven manteve-se impassível após o sermão exaltado de Camilo. Embora nada tenha dito, era fácil de se notar que o guerreiro Gangrel conservasa o deboche em relação às palavras do Lasombra. Tendo isto ocorrido, Camillo acompanhou Luna e Beaumont para se alimentar, mas como sua fome era intensa e a situação das correntes o atrasara, ele avançou sobre o caldeirão tombado, sorvendo todo o sangue que ainda restava no fundo – e que não havia se espalhado pelo chão.

    Beaumont e Luna ainda olhavam para as correntes, sem saber qual deveriam puxar, já que não sabiam ainda o que cada uma faziam.

    Nesse momento, Camilo, Luna e Beaumont notaram que Machiavelli havia descido. Ele estava muito melhor, e trazia consigo alguns livros que havia encontrado.

    Como medida de segurança, Machiavelli se afasta dos companheiros para analisar os livros. Ele nota que estão famintos, principalmente Luna e Camilo, que acabara por avançar no que restava do sangue no fundo caldeirão tombado.

    – Considerem que Machiavelli encontrou uma grande mochila de couro, onde ele pode guardar os itens que encontrou. –

    O Diário…

    Ao examinar as últimas entradas do diário, Machiavelli percebe que ele está escrito em espanhol, língua local. A forma da escrita é contemporânea, o que o faz supor que o diário provavelmente pertencia ao Tremere, já que a probabilidade de Yorak ter escrito nele é praticamente nula.

    1. Última Entrada (Oito Meses Atrás):

    “De fato o ritual funcionou. O espelho o mostrou como se eu estivesse diante dele! Essa propriedade do sangue é fascinante. Sem dúvidas é uma lapidação taumatúrgica muito além do que o meu senhor imaginava. Contudo o segundo método deve ser ignorado. O espírito quase destruiu esse maldito lugar, e é provável que ele ainda ronde por aqui.”

    2. Sete Dias Antes:

    “Tentei usar o espelho começando pelo seu segundo método. Foi terrível. Eu não tinha visto o dano insignificante em uma de suas bordas, e ao conjurar pelo sangue alguém que já morreu não foi exatamente uma experiência agradável. O espírito não ficou preso, como deveria ficar. Ele escapou e um verdadeiro pandemônio se iniciou no quarto. Maldição! Eu não duvido que haja um portal atrás daquele objeto sinistro.”

    3. Onze Dias Antes:

    “Lucita me trouxe o espelho. Ela apenas disse que Pierre, o senhor de Anatole, o obteve, mas não entrou em detalhes. Pelo o que ela me disse, posso usá-lo de duas maneiras: Eu posso usar o sangue, seja sangue de mortal ou cainita, para espionar o dono do vitae. Ela disse que eu posso usar o sangue ou cinza úmida de um falecido para prendê-lo no espelho e compeli-lo a me responder o que eu ordenar, contudo o espelho não deve ser danificado, ou o espírito pode escapar.”

    4. Dezoito Dias Antes:

    “Eu avistei uma criatura grotesca na estrada próxima de Toledo. Era gigante e difícil de descrever em palavras, de tão abominável que era sua composição. Isso me fez lembrar imediatamente do que a mulher louca que encontrei nos ermos havia dito. Eu lembro que meu senhor a muito me disse sobre essas criaturas, feitas pelos demônios do leste, mas isso não é possível. Uma criatura dessas não adentraria o reino sem ser notada.”

    5. Vinte e Um Dias Atrás:

    “Não muito longe daqui eu encontrei uma mulher de meia idade, completamente dominada pelo pavor. Ela gritava que havia visto um dragão vermelho voando pelos céus. Eu tentei acalmá-la, dizendo que isso era tolice e superstição, mas foi em vão. Por um bem maior, achei melhor levá-la para cá(…).”

    As demais entradas aparentaram ser irrelevantes ou esotéricas demais para Machiavelli.

    O Livro Negro…

    O livro negro trazia em sua primeira página um título de destaque: “Os Caminhos do Sangue e da Alma.”. Era complicado de entender e exigiria um grande estudo. Folheando de forma breve, Machiavelli captava palavras como “Rituais”, “Vitae” e “Rego”. Era claro que se tratava de um livro contendo algum dos segredos dos Tremere.

    – Estudar o livro exige um teste prolongado de Inteligência + Ocultismo (Dif 10 – O Nível de Ocultismo) por capítulo, sendo necessário vinte sucessos acumulados para entender um capítulo. Cada capítulo equivale a um nível da “Rego Vitae” (Taumaturgia). Após aprender o capítulo, é necessário um mês de prática. Após isso, o personagem pode usar experiência para comprar a primeira via de Taumaturgia. O personagem só pode aumentar o nível se ele aprender um novo capítulo. –

    O Diário de Yorak (Primeiro Livro do Porão)…

    1. Última Entrada (Três Semana Atrás):

    “Lorencio, o Tolo, cobiça o poder de Moloch. Criança idiota! Eu não devo permitir que ele tenha o amuleto para si. Ele já causou dores de cabeça demais.”

    2. Seis Dias Antes:

    “A alquimia da lua foi aprimorada. Agora não terei de usar do sangue para lidar com esses cães idiotas. Hora de testá-la.”

    3. Nove Dias Antes:

    “’A Presa’ foi recarregada com sangue fresco. Aquela cabala de magos tolos serão suas próximas vítimas, caso venham a se mostrar mais uma vez.”

    4. Quatorze Dias Antes:

    “’A Presa’ foi um verdadeiro sucesso. Um ‘visitante perdido’ de Toledo chegou perto demais. Bom teste.”

    5. Vinte e Seis Dias Antes:

    “Eu consegui resgatá-la das velhas terras. ‘A Presa’ virá a ser útil para todos que cruzarem meu caminho. Pode ser modesta de aparência, mas é letal quando alimentada. Agora que A Consagração Aos Mestres Dragões foi terminada, basta misturar o sangue cainita com água diluída em carvão e assoprar o hálito quente do despertar, pronunciando as palavras corretas que Kupala me instruiu durante minhas projeções astrais:

    Em Teu Nome, Concedo Estas Vidas.
    Em Teu Nome, Concedo Estas Almas.
    Por Tua Glória, Muitos Deverão Cair.
    Pois Tua Fúria Será Meu Escudo;
    E Tua Majestade Será Manifestada.

    A cada vez a lâmina deve passar por esse processo, ou perderá muito de sua força.”


    – A lâmina causa F+3 de dano agravado. Ela deve ser encantada novamente todo mês. –

    Haviam muito mais entradas que relatavam desde a chegada de Yorak em um navio chamado “O Arauto das Lamentações” até seu encontro com o Tremere. Estas entradas não pareciam relevantes e Machiavelli percebeu que perderia muito tempo lendo todas elas, mas ao folheá-las rapidamente percebeu frases no mínimo interessantes, como “meu exército Vozhd”, “A rota que meus servos fizeram sob a terra” e “Meu modesto refúgio, comparado ao anterior”.

    O Segundo Livro do Porão…

    Esse livro possui o título “Venenos, Poções e Outros Segredos – Os Princípios Alquímicos das Antigas Eras”.  Tratava-se de um livro sobre alquimia, onde alguns venenos, poções curativas e outros tipos de elixires poderiam ser aprendidos, incluindo frascos de algo que era chamado de “fogo alquímico”.

    – Estudar o livro exige um teste prolongado de Inteligência + Herborismo (Dif 10 – O Nível de Herborismo) por capítulo, sendo necessário dez sucessos acumulados para entender um capítulo – ao todo são dez. A cada capítulo o personagem aprende algo novo – um veneno, poção ou elixir, que pode ser muito útil em combate. Sempre que o personagem preparar alguma receita do livro usando-o como consulta constante, ele ganha um dado extra em herborismo. –

    O Terceiro Livro do Porão…

    Este livro traz em sua primeira página um título de destaque: “Fúria da Vontade”. Novamente Machiavelli repara que se trata mais um livro de conhecimentos dos Tremere, o que significa que ele terá de estudar um tempo considerável para entendê-lo.

    – As regras para este livro são as mesmas para o livro negro da via do sangue, com a diferença que este ensina a via da tempestade (Rego Tempestas) e ele não pode ser estudado até que o personagem tenha, pelo menos, aprendido 3 níveis da via do sangue. –

    RESUMO DE CAMILO:
    Reserva de Sangue: 08
    Força de Vontade: 03/04
    Vitalidade: Escoriado (Agravado).

    RESUMO DE BEAUMONT:
    Reserva de Sangue: 10
    Força de Vontade: 03/07
    Vitalidade: Ok.

    RESUMO DE LUNA:
    Reserva de Sangue: 05
    Força de Vontade: 06/07
    Vitalidade: Ok.
    Garras da Besta Ativada (Metarmofose 2)

    RESUMO DE MACHIAVELLI:
    Reserva de Sangue: 10
    Força de Vontade: 03/03
    Vitalidade: Ferido (Agravado): -1.

    RESUMO DE KRAVEN:
    Reserva de Sangue: 16
    Força de Vontade: 07/08
    Vitalidade: Machucado (Agravado): -1
    Testemunha das Trevas (Metarmofose 1) Ativada.
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    Capítulo 1: O Motim... - Página 7 Empty Re: Capítulo 1: O Motim...

    Mensagem por Claude Speedy em Qua Maio 29, 2019 10:54 am

    Depois de beber do líquido do caldeirão e acreditar futilmente ter ensinado à Kraven sobre o Deus desconhecido, Camilo se sentia mais nutrido e voltava para a literatura do Ventrue pouco antes de pensar em descer para as celas.

    -Machiavelli... Que encontrou, que nos pode ser útil, burguês?

    Tentando se aproximar agora mais calmo, recordando que o Demônio lhe dissera que havia ciência oculta naquelas páginas. Certamente ele sabia que era arriscado qualquer conteúdo que estava ali dentro não ser lido e examinado previamente por um membro do clero. Ele sabia pouco sobre o que os ditos Feiticeiros fizeram... Camilo havia ouvido por alto sobre Tzmisces, Nosferatos e Gangrel terem seu sangue sagrado roubado por eles tanto quanto os Assamitas... E sabia disso pelo que seu mentor lhe contou.

    Também não sabia o quanto tinha acumulado Machiavelli de recursos... Típico dos comerciantes empilharem ouro e produção como se todos trabalhadores do mundo fossem morrer amanhã...
    Naquele momento era a única coisa que o ex-cruzado pensava. E também, que as jovens abaixo eram pecadoras que ele precisava conhecer seus pecados e dar-lhes absorvição...

    -Perdoe-me se te assustei, mas o sangue estava ralo em minha carne morta...

    Ele aguardava para saber se a ganância seria o pecado que direcionaria Machiavelli.
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    Capítulo 1: O Motim... - Página 7 Empty Re: Capítulo 1: O Motim...

    Mensagem por mitzrael em Qua Maio 29, 2019 4:38 pm

    Capítulo 1: O Motim... - Página 7 E93a3066fe386702556a3fb9f5f69f98

    Kraven se mantinha calado , deixando o padreco discurça sobre seu deus .

    quando mesmo descia junto dos demais Kraven aproveitava pra andar pela estranha cabana .

    Pensando:: tudo isso ta estranho , nos ofereceu alimento , conhecimento , porque tudo isso ??
    oque de fato esse lord quer ?? quem sera que quer nos matar ?? ou tudo isso e so uma amadilha ou desculpa pra
    nos matar ??
    tenho de ficar bem atento , aqui não tem ninguem que eu possa confiar , se Kyra ainda estive se aqui seria de alguma ajuda
    mas por hora so posso contar com minha espada .


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    Capítulo 1: O Motim... - Página 7 Empty Re: Capítulo 1: O Motim...

    Mensagem por Black Thief em Seg Jun 03, 2019 10:43 pm

    Capítulo 1: O Motim... - Página 7 Images10

    Não sabendo como a vampira recém descoberta "Gangrel" podia libertar aquelas presas e lembrando o que Yorak havia dito para não tocar em nada a menos que soubesse como as coisas funcionam dos livros, a vampira decidiu recorrer a sua ultima opção... Tomar sangue daquela... Coisa abominável... Sua sede estava tanta que ela mal conseguia mais sentir nojo se aquilo realmente fazia a vampira saciar sua sede, assim sendo, lembrando-se das instrução de Yorak, a vampira seguia tudo ao pé da letra e tomava o sangue do ferrão da coisa deixando o suficiente para que a pequena peste continuasse viva e nesse momento ela regogizou-se como nunca havia regogizado com um sangue antes... Ela assim, recolheu suas garras, mal via mais utilidade para mantê-las assim, e colocou a pequena criatura no seu ombro esquerdo como um bicho de estimação... Aquela coisa lhe proporcionara tal prazer que ela mal conseguia se importar mais muito com ela ser uma pequena abominação.

    - Chamarei-te de Loki, pequena coisa... Disse meu pai uma vez, que nosso ancestrais idolatravam falsos deuses e Loki era o deus das mentiras, da trapaça e das travessuras, tu não és o que aparenta, um bebê maldito e nojento, é mais que isso e me proporcionou muito, tua trapaça foi minha felicidade e meu sustento. Nunca poderia dar um nome cristão a ti então Loki há de servir, pequeno e vil Loki.

    Assim sendo, sabendo que Loki devia ser alimentado, Luna procurava uma das pessoas acorrentadas ao qual ela poderia deixar Loki em cima em uma posição que ele mesmo pudesse se alimentar tranquilamente, se não houvesse então ela deixaria Loki no seu ombro e diria:

    - Depois procuraremos comida para você, pequeno Loki.

    O sangue que aquela pequena coisa horrenda lhe rendera fizera a vampira cristã vencer qualquer preconceito para com sua forma... Todo o prazer do mundo era dado por Loki e por isso a vampira passava a ver a coisinha como algo a ser verdadeiramente cuidado. Então Machiavelli trazia os livros e mostrava a todos, Luna ficava encantada e isso era bem refletido nos seus olhos, Yorak havia deixado claro que eles podiam ensiná-la a ler e Luna nunca em sua vida pensou que uma dia iria aprender a ler. Ela se aproximava de Machiavelli e dizia tocando em seu braço:

    - Milorde! Milorde! Pode me ensinar a ler este???

    Luna pegava um livro aleatório que tinha uma capa de ervas e um frasco de poção.
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    Capítulo 1: O Motim... - Página 7 Empty Re: Capítulo 1: O Motim...

    Mensagem por John Milton em Qua Jun 05, 2019 2:37 pm

    Machiavelli apreendera tudo que podia no rápido momento que passara os olhos nos livros. Não entendia muita coisa, era certo, mas, tambem, entendia uma coisa: Tirando os diários e o livro de herbologia, aqueles outros tomos eram indicados à prática da Bruxaria. Coisa não tão bem vista naquelas bandas.

    Raciocinara rápido enquanto estava distante dos demais, entretidos em seus afazeres, e guardara os livros de feitiçaria na mochila, deixando a mostra apenas o diário do Tremere e o de poções, felicitando a sim mesmo por ter pego para si a arma do Demonio... Deveria testá-la e ver se era mesmo tudo aquilo que o Tzimisce escrevera.

    Os demais se aproximavam do corredor onde o Ventrue estava

    Camilo escreveu:-Machiavelli... Que encontrou, que nos pode ser útil, burguês?

    Tentando se aproximar agora mais calmo, recordando que o Demônio lhe dissera que havia ciência oculta naquelas páginas. Certamente ele sabia que era arriscado qualquer conteúdo que estava ali dentro não ser lido e examinado previamente por um membro do clero. Ele sabia pouco sobre o que os ditos Feiticeiros fizeram... Camilo havia ouvido por alto sobre Tzmisces, Nosferatos e Gangrel terem seu sangue sagrado roubado por eles tanto quanto os Assamitas... E sabia disso pelo que seu mentor lhe contou.

    Também não sabia o quanto tinha acumulado Machiavelli de recursos... Típico dos comerciantes empilharem ouro e produção como se todos trabalhadores do mundo fossem morrer amanhã...
    Naquele momento era a única coisa que o ex-cruzado pensava. E também, que as jovens abaixo eram pecadoras que ele precisava conhecer seus pecados e dar-lhes absorvição...

    -Perdoe-me se te assustei, mas o sangue estava ralo em minha carne morta...

    -Não há o que ser perdoado Clérigo... Conheço das mazelas de nossa gente. A Fome é implacavel em todos nos...

    A melodiosa voz do Ventrue dança pelo ar. Ele lança o diário Tremere nas mãos do Lassombra

    - Dentre outras coisas coletei material de pesquisa do Tremere que aqui residia antes do Demonio tomar-lhe a não-vida. Ele trás, inclusive, anotações quanto a um espelho que este humilde mercador encontrou. Creio que se interessará pelo mesmo. Peço, somente, que me devolva após ler. Tenho interesse em guardá-lo

    Ele direciona sua atençao a Luna, então, quando esta toma, a força o livro de herbologia

    - Claro minha criança. Poderei lhe ensinar, não só as letras, como um pouco de nossa história. Peço, somente, que deixe de lado certos conceitos pre determinados de certo e errado... Como o proprio Yorak disse, somos mais que os humanos que andam de dia.

    Pelo corredor ele olha as mulheres nas grades, e continua

    -Creio no entanto, que antes que nos designemos à leitura, devamos nos alimentar devidamente... Me ajude Milady?

    Ele se desvencilha dos demais, esperando que Luna o seguisse, chegando, novamente à sala de pesquisa, olhado todo ao redor, as mulheres pesas e as correntes

    Ele direciona sua vontade para aquelas mulheres, fascinando-as e questiona

    - Quem dentre vos sois meretrizes, e qual corrente era utilizada para abrir essa jaula?




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    Capítulo 1: O Motim... - Página 7 Empty Re: Capítulo 1: O Motim...

    Mensagem por Freak(out) em Qua Jun 05, 2019 3:23 pm

    Luna estava completamente em êxtase. Ela nunca tinha tomado um sangue tão forte, tão doce e tão estimulante. Ela estava tão eufórica que sorria sem motivo. Era verdade que a criação Tzimisce, o seu “Loki”, como ela chamava, era terrível, mas aquela criatura lhe fornecia um sangue tão forte e extasiante que ele mostrava agora a razão de ser um tesouro tão inestimável. Luna, com aquele sangue em seu organismo, sentia-se incrivelmente poderosa.

    Camilo agora em posse do diário, começava a ler assim que Machiavelli terminava de falar e afastava com Luna para perto da cela subterrânea, onde aquelas pobres desgraçadas residiam.

    – Camilo tem acesso às mesmas entradas. Pode considerar também que Camilo percebeu que Machiavelli pegou uma mochila, mas nada disse. –

    Luna estava tão feliz que mal podia começar as aulas de leitura com Machiavelli, que  afirmava que poderia ensiná-la não somente a ler, mas como entender mais de sua natureza; contudo, a necessidade de sangue veio antes de tudo. Machiavelli e Luna voltaram-se para as prisioneiras. Machiavelli queria satisfazer seu exigente gosto por vitae, imposto pelo seu clã, e Luna queria agora alimentar seu Loki.

    Machiavelli escreveu:- Quem dentre vos sois meretrizes, e qual corrente era utilizada para abrir essa jaula?

    Entre elas uma levantou a mão e respondeu:

    – Eu sou uma delas, milorde. Sou apenas uma pobre desgraçada, tenha piedade! Não sabemos qual é a corrente que abre, pois nunca suportamos olhar para cima quando ele estava aí, onde o senhor está agora. Apenas sabemos que uma das correntes dispara uma armadilha mortal…

    Beaumont era o único que ainda estava ali, sem dizer nada, olhando para as correntes, como se tentasse entender como elas funcionavam.

    * * *

    Kraven se encontrava na parte de cima, sozinho. Ainda refletia sobre tudo o que acontecia e em quem deveria confiar. Foi quando ele ouviu em murmúrios, como se o vento da noite tivesse trazido uma voz com ele, a seguinte mensagem:

    – Realmente é isso o que você quer, guerreiro? Acha mesmo que está fazendo a coisa certa ou depositando sua confiança no ser correto? Eu raramente dou uma segunda chance, mas estou dando uma a você agora. Por que você acha que teu semelhante fala contra o amuleto? Porque ele não deseja que vocês despertem cobiça por ele.

    Era a voz da feiticeira. Como que guiado pelo som de suas palavras, Kraven foi até a soleira e viu que ela estava lá fora, encarando-o. E sem mexer a boca, ela continuou a falar e Kraven a ouvir:

    – Não seja estúpido, guerreiro. Ele está te usando. Ele quer o amuleto para ele, mas não quer se arriscar a pegar daqueles que o possuem!

    RESUMO DE CAMILO:
    Reserva de Sangue: 08
    Força de Vontade: 03/04
    Vitalidade: Escoriado (Agravado).

    RESUMO DE BEAUMONT:
    Reserva de Sangue: 10
    Força de Vontade: 03/07
    Vitalidade: Ok.

    RESUMO DE LUNA:
    Reserva de Sangue: 05
    Reserva de Sangue Alquímico: 09
    Força de Vontade: 06/07
    Vitalidade: Ok.
    +9 PdS de Sangue Alquímico.

    RESUMO DE MACHIAVELLI:
    Reserva de Sangue: 10
    Força de Vontade: 03/03
    Vitalidade: Ferido (Agravado): -1.

    RESUMO DE KRAVEN:
    Reserva de Sangue: 16
    Força de Vontade: 07/08
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    Capítulo 1: O Motim... - Página 7 Empty Re: Capítulo 1: O Motim...

    Mensagem por John Milton em Qui Jun 06, 2019 7:11 am

    A voz melodiosa do Florentino conjugada a força de seu sangue sempre rendia frutos entre os vivos, afinal fora assim que conseguira sempre os melhores lucros..

    Uma das mulheres, agora sabido uma meretriz, se destaca do grupo, decerto fascinada pelo magnetismo vampírico de Machiavelli e alerta

    Meretriz escreveu:
    – Eu sou uma delas, milorde. Sou apenas uma pobre desgraçada, tenha piedade! Não sabemos qual é a corrente que abre, pois nunca suportamos olhar para cima quando ele estava aí, onde o senhor está agora. Apenas sabemos que uma das correntes dispara uma armadilha mortal…

    Apesar de reconhecer nela a fraqueza de vontade dos vivos, o Sangue Azul quase de compadece do temor causado àquela mulher. Mas era exatamente isso que o distância dos humanos a desnecessidade de sentimentos como esses.

    - Entendo senhora... Farei o possível para tira-la de tamanho desconforto

    Ele propositalmente não indicara suas reais intenções... Precisava daquela "manada" calma se quisesse raciocinar direito.

    Sem perder de vista a mulher, mantendo assim sua influência, Machiavelli analisa as correntes

    Narrador escreveu:.
    Os cainitas puderam notar que, próximo a eles, cinco correntes estavam penduradas no teto – na verdade, saiam de um buraco escuro dele. A base das correntes era de madeira, revestida por tiras de couro, muito semelhante a empunhaduras de espadas. Uma corrente possui tiras de couro negro, outra possui couro marrom, outra um couro avermelhado, outra um couro verde cinzento, como que embolorado e a última, um couro tingindo de tinta azul.

    Uma a uma eles as analisa em busca da empunhadura que parecesse mais gasta pelo uso, exatamente evitando o couro embolorado. Desconfiava que aquele era o designado a armadilha... Não havia razão para o criador da armadilha usá-lo e, decerto, a falta de manejo causou a podridão do couro, diferentemente dos outros. Madeira e couro não utilizados sempre tinham o mesmo final: o bolor.

    Após analisar as correntes e empunhaduras ele direciona suas atenções a Luna e Beaumont

    - Temo que o couro embolorado e o destinado ao fim dos invasores e, assim, devemos evitar tal corrente. Meus caros alguém dentre vós tem a acuidade de sentidos de nossa Raça? Que possa sentir ou farejar algo que demonstre qual dessas era a mais utilizada?

    Off:
    Narrador, rola um teste de percepção pro Machivavelli para ele apurar o couro mais utilizado? Como mercador ele teria essa vivência
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    Capítulo 1: O Motim... - Página 7 Empty Re: Capítulo 1: O Motim...

    Mensagem por Claude Speedy em Qui Jun 06, 2019 12:58 pm

    Machiavelli escreveu:- Temo que o couro embolorado e o destinado ao fim dos invasores e, assim, devemos evitar tal corrente. Meus caros alguém dentre vós tem a acuidade de sentidos de nossa Raça? Que possa sentir ou farejar algo que demonstre qual dessas era a mais utilizada?

    -Espere, burguês... Antes de tudo... Há questões espirituais fundamentais que devemos primeiramente tratar. Além da prostituição, há outros pecados que alguém entre vós cometeu? É hora de os confessar para que possamos salva-las.

    Camilo via que seus amigos estavam tomados pela fome, por um instante e talvez desde antes quando trouxe Yorak para conversar, o monge guerreiro se vê como Pastor não só dos mortais, mas depois daquela momento também como desse bando... E vê que as responsabilidades de sempre cuidar do Rebanho da humanidade agora se extenderam aos seus. Depois de recolher a confissão de cada umas pessoas irá beber mais

    -Beaumount. Não toque em nada ainda... Essas mulheres precisam confesar seus pecados antes de as salvarmos.

    E com isso ele expunha claramente seu rosário e fazendo uma prece com a cruz se aproxima das grades falando com a prostituta.

    -Quem de voz esta disposta a aceitar Jesus Cristo como seu Salvador?

    E aguarda ouvir uma por uma.

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    Capítulo 1: O Motim... - Página 7 Empty Re: Capítulo 1: O Motim...

    Mensagem por Black Thief em Ter Jun 11, 2019 9:17 am

    Capítulo 1: O Motim... - Página 7 Images10

    O que Machiavelli pedia parecia ser muito para Luna. Deixar seu lado humano, a única coisa que lhe deixava longe de ser possuída pelo demonio, parecia ser demais de modo que ela ficava receosa em responder, mas ele logo pede para ajudá-lo a se alimentar e a vampira decide que era melhor não falar isso por enquanto. Sentia-se perdida, precisava de uma orientação, uma orientação de verdade e não indicações a esmo sem sentido ou razões do que devia fazer e o que não devia "porque sim"... Como fora toda sua vida cristã... Essa parecia ser a melhor e unica justificativa que todos só sabiam dar...

    Quando Machiavelli pergunta quem tinha sentidos aguçados, a vampira diz:

    - eu tenho, Milorde. Mas acha sensato mesmo ? Yorak disse para que não mechamos em nada que não sabemos como funciona. Mesmo que eu fareje algo isso não é certeza de qual faz o que exatamente queremos. Acho que seria melhor procurarmos instruções nos livros de como cada coisa funciona antes. Até lá pode beber se seu portador, deves experimentar, é melhor e mais quente que qualquer outra coisa.

    Entao o monge sor pedia para que as vítimas se confessassem e se livrassem de seus pecados. Luna até dia vida diria para que fizessem, seus corpos estavam condenados mas talvez suas almas ainda tivessem salvacao, ainda assim Luna beirava com dúvida, dúvida de tudo e todos... O que era real e o que não era? O que era moralidade? O que é realmente bom e o que não era? O que a deixava perto de ser possuída pelo demonio e o que não?

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    Capítulo 1: O Motim... - Página 7 Empty Re: Capítulo 1: O Motim...

    Mensagem por mitzrael em Qua Jun 12, 2019 10:48 am

    Capítulo 1: O Motim... - Página 7 E93a3066fe386702556a3fb9f5f69f98


    – Realmente é isso o que você quer, guerreiro? Acha mesmo que está fazendo a coisa certa ou depositando sua confiança no ser correto? Eu raramente dou uma segunda chance, mas estou dando uma a você agora. Por que você acha que teu semelhante fala contra o amuleto? Porque ele não deseja que vocês despertem cobiça por ele.

    Kraven olha pela janela sem acreditar no que ta vendo e ouvindo .

    - Voce diz em acreditar ? eu so confio em minha força e no meu sangue e Kroll , agora você tem rasão acho estranho tantos querem um artefato que nem sabe pra que serve ,
    e uns querem o destruir e outros o seu poder .


    -Eu não quero ele pra mim , so quero algo pra acabar com o principe arrogante e com todos aqueles que acham que podem me controlar
    como vc antes tinha me sugeriu aliança eu tinha aceitado , mas acho que fui bem mascarado aponto de nem vcs entenderem que tinha aceitado sua aliança


    – Não seja estúpido, guerreiro. Ele está te usando. Ele quer o amuleto para ele, mas não quer se arriscar a pegar daqueles que o possuem!

    -Vc tem rasao sou um guerreiro , mas estupido nunca , não sou como esses elequentes que não olham o que se esconde nas trevas , sempre tem sombras ,
    sussurros , manipulando as grandes ideias , e tou vendo que seu senhor e o assopro que ecoa nas rachaduras desse reino .


    -Irei te ajudar , se tbm me ajudares , me de poder , me armas , e os alvos .

    Kraden olhava pra estranha criatura que ganhará , como tributo , e o olhava de cima pra baixo sem baixar a cabeça .

    -Estranha criatura te chamarei de shadonw , somos bem parecidas , animais criados pra um so proposito , matar , corromper , o que será que te alimenta ?
    sangue? alma ?


    -Desculpe amiguinho , mas escolheram o pior dono pra vc , no caminho que eu ando , meus aliados viram lembranças .


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    Capítulo 1: O Motim... - Página 7 Empty Re: Capítulo 1: O Motim...

    Mensagem por Freak(out) em Qui Jun 13, 2019 7:09 pm

    Machiavelli analisava as correntes, na esperança de encontrar alguma pista no couro das empunhaduras das correntes. Qual era a mais utilizada? Qual seria a armadilha? Qual libertaria as prisioneiras? Contudo, ele não nada pôde deduzir. Todas as tiras, independente da cor, eram gastas, velhas e cada uma, ao seu modo, tinha um cheiro peculiar – Muito provavelmente devido ao tipo da tinta que cada uma possuía. Por fim, o Ventrue nada pôde fazer a não ser pedir auxílio.

    Machiavelli escreveu:– Temo que o couro embolorado e o destinado ao fim dos invasores e, assim, devemos evitar tal corrente. Meus caros alguém dentre vós tem a acuidade de sentidos de nossa Raça? Que possa sentir ou farejar algo que demonstre qual dessas era a mais utilizada?

    O primeiro a intervir foi Camilo.

    Camilo escreveu:– Espere, burguês... Antes de tudo... Há questões espirituais fundamentais que devemos primeiramente tratar. Além da prostituição, há outros pecados que alguém entre vós cometeu? É hora de os confessar para que possamos salvá-las.

    Houve um momento de silêncio, mas algumas entre elas falaram logo em seguida. Todas que ousaram falar confessaram o pecado da carne. Eram prostitutas. As outras eram apenas infelizes sem sorte; peregrinas, plebeias e solitárias que foram sequestradas.

    Camilo escreveu:– Beaumount. Não toque em nada ainda... Essas mulheres precisam confessar seus pecados antes de as salvarmos.

    Beaumont nada disse, mas olhou para Camilo como se aquilo fosse uma estupidez. Camilo, por sua vez, tirou um rosário, iniciou uma pequena prece e disse a todas as prisioneiras:

    Camilo escreveu:– Quem de voz esta disposta a aceitar Jesus Cristo como seu Salvador?

    Um alvoroço frenético se iniciou. Todas se atiraram de joelhos naquela sujeira. Todas gritavam “Sim!”, “Por favor, salve-nos!” e outras coisas do tipo. O rebanho se entregava para a salvação – segundo a visão do Lasombra.

    Enquanto toda aquele burburinho religioso prosseguia – e Luna agora era incapaz de ter paz para ficar com seus pensamentos –, ela se aproxima de Machiavelli, respondendo a pergunta original antes de Camilo fazer todo aquele teatro de homem santo:

    @Luna escreveu:– Eu tenho, Milorde. Mas acha sensato mesmo? Yorak disse para que não mechamos em nada que não sabemos como funciona. Mesmo que eu fareje algo isso não é certeza de qual faz o que exatamente queremos. Acho que seria melhor procurarmos instruções nos livros de como cada coisa funciona antes. Até lá pode beber de seu portador, deves experimentar, é melhor e mais quente que qualquer outra coisa.

    Enquanto isso…

    Sem o conhecimento dos demais, Kraven barganhava com a bruxa, que mais uma vez lhe dava uma segunda chance. Kraven sempre teve seus próprios objetivos, suas próprias razões. Aquela situação nunca foi o que ele queria, e assim, ele faz uma aliança com ela.

    Kraven escreveu:– Irei te ajudar , se também me ajudares. Me dê poder , me dê armas e os alvos .

    – Assim será feito, guerreiro. Tua vingança contra o Príncipe e muito mais será providenciada. Saiba que fizeste a escolha correta, e graças a isso, não partilhará da mesma punição que teus antigos aliados; punição esta que eu mesma planejei. Pois é fato que, com o Grande Dragão presente, as coisas teriam sido mais difíceis, mas agora na ausência dele poderemos trabalhar. Venha, vamos tomar o que nos pertence.

    E assim, Narghil, a bruxa, abriu um portal medindo quatro por dois metros, que emitia uma luz verde intensamente brilhante, e Kraven, o Bárbaro, entrou com ela, levando seu portador consigo. Quando o portal se fechou, um barulho como um estouro ecoou alto o bastante para que todos na parte de baixo da cabana ouvissem.

    * * *

    Kraven reapareceu com Narghil em uma caverna. Havia ali, no centro dela, um grande lago, e sua água emitia uma luz azulada que iluminava todo o lugar.

    – É este meu esconderijo, guerreiro. Observe a água e verá algo que irá gostar.

    Quando Kraven olhou para a lagoa, viu que a água borbulhou, como se fervesse subitamente, e então ali ele pôde ver duas visões. A primeira era um navio em mar aberto.

    Capítulo 1: O Motim... - Página 7 141e052c67182cdab738d6bc1d6147e4

    – É esta a nau que transporta a cobiça de todos. Agora que estas comigo, providenciarei a nós meios muito mais rápidos de chegar a ele, o que nos dará uma vantagem em relação a todos os outros.

    A segunda imagem era um porto, onde um pequeno grupo de cavaleiros usando armaduras completas e espadas aguardavam, montados em cavalos brancos.

    – Estes são os receptores dos mortais que devem levar a carga aos seus mestres ordinários. Vou levar-nos a esse porto, e assim que matarmos todos, esperaremos para emboscar o navio. Minhas artes arcanas poderão nos mascarar, de modo que ninguém perceba que algo aconteceu.

    E então a visão se desfez e a água voltou a ser apenas a água cristalina e estranhamente luminosa da caverna.

    – Contudo, antes de partirmos, gostaria de mostrar a ti um ato de boa fé, para mostrar que fez a escolha correta, guerreiro. Todos os seus desejos e perguntas serão agora satisfeitos, para ver que eu , diferente daqueles da tua espécie, não minto. Diga-me exatamente o que deseja, guerreiro. Diga-me as posses que cobiça, as informações que precisa e tudo mais o que você ambiciona. Eu posso te dar QUALQUER COISA.

    * * *

    Após o estouro, todos pararam e olharam para cima, na direção do corredor estreito e íngreme, que era a única forma de voltar para a parte de cima da cabana. Luna sentiu uma sensação extremamente ruim. Na verdade, ela nunca sentiu algo tão ruim até então. Algo estava terrivelmente errado e um perigo muito grande se aproximava.

    – Luna foi muito bem no teste secreto da qualidade Noção do Perigo. Em outras palavras, ela tem certeza absoluta que alguma merda muito ruim vai acontecer. –

    RESUMO DE CAMILO:
    Reserva de Sangue: 08
    Força de Vontade: 03/04
    Vitalidade: Escoriado (Agravado).

    RESUMO DE BEAUMONT:
    Reserva de Sangue: 10
    Força de Vontade: 03/07
    Vitalidade: Ok.

    RESUMO DE LUNA:
    Reserva de Sangue: 05
    Reserva de Sangue Alquímico: 09
    Força de Vontade: 06/07
    Vitalidade: Ok.

    RESUMO DE MACHIAVELLI:
    Reserva de Sangue: 10
    Força de Vontade: 03/03
    Vitalidade: Ferido (Agravado): -1.

    RESUMO DE KRAVEN:
    Reserva de Sangue: 16
    Força de Vontade: 07/08
    Vitalidade: Machucado (Agravado): -1
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