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    Capítulo 1: O Motim...

    Claude Speedy
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    Capítulo 1: O Motim... - Página 8 Empty Re: Capítulo 1: O Motim...

    Mensagem por Claude Speedy em Sex Jun 14, 2019 2:12 am

    Ao ouvir o estrondo o monge continua sua prece, crendo na proteção divina do sangue e evoca o poder de sua Tenebrosidade para transformar seu corpo e posses em escuridão intensa.

    -E Cristo esteve dentro do Abismo... Por três dias e três noites... distante da fúria de Lúcifer, o Senhor da Manhã, o Sol castigador... Enquanto esteve morto, do Abismo pregou aos mortos e deu-nos o segredo da escuridão quando voltou... Entrando onde os discípulos estavam, sem ser pela porta.

    Conforme o Lassombra se transforma gradualmente em um bloco de escudirão intensa, ele caminha na direção das grades, para em seguida tornar-se um nuvem e atravessa em um imenso aspecto de escuridão... Quase alheio ao que pudesse acontecer em seguida.
    Capítulo 1: O Motim... - Página 8 1-47


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    Capítulo 1: O Motim... - Página 8 Empty Re: Capítulo 1: O Motim...

    Mensagem por Beaumont em Dom Jun 16, 2019 3:29 pm

    Meu fascínio estava completamente envolto daquele rebanho de sangue. Meu desejo por vitae pedia por elas, mas como obra do astuto vampiro Yorak algo ele pos como forma de proteção a sua ração. 

    O lord ventrue analisou a situação e eu espereio seu veredito. Enquanto isso Camillo ainda imerso em sua crença enfadonha repetia que aquelas criaturas precisavam ser salvas. É claro que elas seriam salvas, mas unicamente para se tornarem as nossas vassalas desangue e carne. 

    Subtamente houve um estrondo. A vampira plebeia arregalou os olhos. Ela era muito assustada com tudo. Eu esperava Camillo terminar aquele teatro que tanto eu vi nas igrejas de florença para só então pensar em qual corda puxar.

    Beaumont: - Qual corda devo puxar ? Como poderei tirar nossas vassalas deste cárcere, a fome me consome por dentro, preciso de vós meu rebanho de sangue e carne.

    Murmurava em voz baixa como se estivesse falando sozinho. Enquanto acariciava a criatura centipede que guardava em meu colo.
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    Capítulo 1: O Motim... - Página 8 Empty Re: Capítulo 1: O Motim...

    Mensagem por mitzrael em Qui Jun 20, 2019 3:30 pm

    Capítulo 1: O Motim... - Página 8 E93a3066fe386702556a3fb9f5f69f98

    Kraven entrava no estranho portal de poder .

    Pensando: Por kroll que tipo de feitiçaria é essa ?

    Kraven segurava sua estranha criatura em seu grandes braços e entrava , por um piscar de olhos ele e a estranha mulher
    estava em uma caverna , um local que fazia kraven se sentir de certa forma em casa .

    As palavras da mulher fazia Kraven ir olhar a estranha agua , e via imagens tao nitidas como se estive vendo de perto .

    Pensando: Como isso é possivem ? que poder é esse ?

    – Contudo, antes de partirmos, gostaria de mostrar a ti um ato de boa fé, para mostrar que fez a escolha correta, guerreiro. Todos os seus desejos e perguntas serão agora satisfeitos, para ver que eu , diferente daqueles da tua espécie, não minto. Diga-me exatamente o que deseja, guerreiro. Diga-me as posses que cobiça, as informações que precisa e tudo mais o que você ambiciona. Eu posso te dar QUALQUER COISA.


    -QUALQUER COISA? vc diz !! so tem duas coisas que eu desejo ficar mas forte tao forte quanto Kroll , e matar todos que entram em meu caminho
    me torne mas forte , mas indestrutivo , uma maquina de destruição , pra que todos tremam ao ouvir meu nome , que kraven seja algo pra reis mijarem so de
    ouvirem .

    Aumente minha força , me deixe idestrutivel , meu Desejo é Me torna KROLLLLL.

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    Capítulo 1: O Motim... - Página 8 Empty Re: Capítulo 1: O Motim...

    Mensagem por John Milton em Sex Jun 21, 2019 1:11 pm

    Enquanto observava o clérigo se transformando em pura massa de sombras e escuridão, apos se sentir incomodado com aquela pífia demonstração de fé, Machiavelli percebe em Luna um transtorno quase que irracional.

    Onde estava uma máscara de humilde ingenuidade e razão agora pairava uma sombra de terror.

    Talvez fosse a percepção de Machiavelli, talvez fosse o pequeno vínculo já criado entre ambos.

    Ela confidencia em poucas palavras que algo se aproximava, algo fétido e asqueroso, algo morte caminhava ao lado.

    Sem perder tempo, o Florentino anuncia aos demais as palavras de Luna.

    - A noite ainda e longa meus caros e muitos perigos podem, ainda, vir. Luna pressente um perigo imediato! Algo poderoso está bem próximo e deseja nossa destruição. Onde está Kraven?

    Nesse momento Machivavelli percebia que o Gangrel já não estava mais entre eles.

    - Precisamos daquele monte de músculos e asas agora, mais do que nunca

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    Capítulo 1: O Motim... - Página 8 Empty Re: Capítulo 1: O Motim...

    Mensagem por Freak(out) em Dom Jun 23, 2019 6:52 am

    Camilo recitava algumas frases religiosas enquanto transmutava seu corpo em pura sombra, na intenção de atravessar as barras. Aquela metamorfose profana não era agradável de se ver nem para os cainitas que não estavam acostumados com tal poder, o que acabou por resultar em uma gritaria histérica terrível nas cativas, que berravam em desespero, todas simultaneamente. Toda essa situação acabou por desconcentrar Beaumont. Aquele escândalo o irritava, e a visão de Camilo transformando-se em algo tangivelmente negro e viscoso não facilitava. O malkaviano acabou por ignorar as correntes completamente quando notou que Luna sentia-se mais desconfortável do que o habitual com o barulho que viera de cima.

    Machiavelli escreveu:– A noite ainda e longa meus caros e muitos perigos podem, ainda, vir. Luna pressente um perigo imediato! Algo poderoso está bem próximo e deseja nossa destruição. Onde está Kraven?

    Machiavelli percebeu instintivamente que Kraven havia sumido. Aquele barulho não poderia ser ele, pois não faria sentido. Além disso, Luna já havia estado em sua presença e, mesmo com seu ar hostil, ele não causara nela um medo tamanho igual ao que ela sentia agora.

    Machiavelli escreveu:– Precisamos daquele monte de músculos e asas agora, mais do que nunca.

    Ninguém sabia exatamente o que estava acontecendo, mas todos chegaram a pensar que algo de ruim acontecera com o bárbaro – e se algo era capaz de derrotá-lo, então as coisas definitivamente não iam nada bem.

    Aquela gritaria era péssima. Se algum perigo estivesse ali em cima, certamente seria atraído pelo barulho. Um fato importante é que, mesmo com todo aquele alvoroço irritante, Camilo e Luna conseguiram ouvir algumas coisas vindas de cima. Eram vozes – humanas e masculinas. Camilo captou menos do que Luna, mas ambos perceberam que eram palavras em latim. Homens rezavam, e pelas vozes eram pelo menos cinco deles. Luna, pela sua audição aguçada, notou que as vozes ficavam ora mais fortes, ora mais fracas. Era óbvio o que estava acontecendo: eles estavam consagrando a casa, e cedo ou tarde iriam descer lá embaixo, onde um pequeno grupo de vampiros estava com mulheres mortais presas em uma cela grotesca sob o chão.

    * * *

    Kraven escreveu:– QUALQUER COISA? vc diz !! so tem duas coisas que eu desejo ficar mas forte tao forte quanto Kroll , e matar todos que entram em meu caminho
    me torne mas forte , mas indestrutivo , uma maquina de destruição , pra que todos tremam ao ouvir meu nome , que kraven seja algo pra reis mijarem so de
    ouvirem .

    Aumente minha força , me deixe idestrutivel , meu Desejo é Me torna KROLLLLL.

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    A bruxa encarou Kraven como se esperasse algum pedido mais complexo, mas por fim sorriu.

    – Isso pode ser feito, e de forma mais simples do que você imagina – disse ela. Sabe como funciona o amuleto de Moloch? Cada vez que você mata ou destrói um ser usando este amuleto, a alma desse ser acaba por ser assimilada no amuleto, e seu portador acaba por incorporar, se assim desejar, todos os atributos e poderes daquele que for derrotado. Se você matar, por exemplo, um homem lobo, seus poderes ficarão acessíveis a você. Dito isso, acredito que te fazer o portador do amuleto irá concretizar os seus desejos, pois quanto mais você matar, mais forte ficará. O que me diz, Kraven? Você aceita o amuleto como sendo seu? Se estiver satisfeito, partiremos agora sem mais delongas, pois é de extrema importância que nós venhamos a chegar antes dos outros.

    A bruxa abriu um novo vórtice no centro da caverna, aguardando a resposta do guerreiro.

    RESUMO DE CAMILO:
    Reserva de Sangue: 05
    Força de Vontade: 03/04
    Vitalidade: Escoriado (Agravado).

    -3 PdS (Forma Tenebrosa)

    RESUMO DE BEAUMONT:
    Reserva de Sangue: 10
    Força de Vontade: 03/07
    Vitalidade: Ok.

    RESUMO DE LUNA:
    Reserva de Sangue: 05
    Reserva de Sangue Alquímico: 09
    Força de Vontade: 06/07
    Vitalidade: Ok.

    RESUMO DE MACHIAVELLI:
    Reserva de Sangue: 10
    Força de Vontade: 03/03
    Vitalidade: Ferido (Agravado): -1.

    RESUMO DE KRAVEN:
    Reserva de Sangue: 16
    Força de Vontade: 07/08
    Vitalidade: Machucado (Agravado): -1
    Testemunha das Trevas (Metarmofose 1) Ativada.
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    Capítulo 1: O Motim... - Página 8 Empty Re: Capítulo 1: O Motim...

    Mensagem por Claude Speedy em Seg Jun 24, 2019 7:26 pm

    Machiavelli chamou por Kraven, mas apesar da ausência do Gangrel também preocupar o monge guerreiro, ao ouvir as orações sobre a casa ao contrário dos demais o Lassombra se sentiu confortado e aquilo confirmava o que faria em seguida.

    Servos do Senhor... Louvado seja.
    Pensava enquanto as trevas de seu corpo atravessava as grades.

    Naquele instante Camilo se regozijava, sentindo alegria ainda mais forte nas preces e tendo certeza que era um sinal puro e digno de que ele fazia o que era correto.
    Talvez Kraven estivesse com eles, rezando e convertido agora que resistiu à tentação de ser escravo, com o tempo certamente Kraven entenderia que seu "Deus Desconhecido" Crom
    Se havia dúvidas sobre o Caminho de dar a sua benção às que foram cercadas em pecado ali, as preces em penitência acima de sua cabeça se tornavam a confirmação de que era a vontade de Deus se realizando em seu servo e nada mais lhe importava.

    Enquanto sua massa vazia gotejava como um aspecto de trevas por entre as grades, cobriu o máximo de jovens que podia com seu corpo como Pedro curava com sua sombra (At 5,15). O Lassombra acreditava conhecer o significado real dessas palavras... A sombra de Pedro, a base da Igreja, é a Tenebrosidade.

    Envolvendo uma das jovens, em seguida o Lassombra se transforme já mordendo pelo pescoço uma das garotas que não confessou ser uma prostituta e tomando sua vitae até que essa não consiga mais lutar, mas não a matando.

    – Vinde a mim, Queribim. Eis que elas hoje precisam do teu poder e serem elevadas à servas do Deus Altíssimo. Me enviem vossos "Querubins", irmãos...

    Comentando ao portador que me foi dado, para que esse rasteje até ele por entre as grades e esperava que os demais fizessem o mesmo.

    Semelhante a quando Jesus saiu de seu túmulo e atravessou as paredes das moradas dos discípulos, agora era hora de fazer o mesmo.

    Havia entre as mulheres uma prostituta... Uma pecadora confesa.

    E todas elas estavam plenamente aceitando a Salvação que vem do Senhor.

    O Monge sabia que o burguês só poderia tomar o sangue de prostitutas... Mas as outras, certamente também pecaram por estar ali.

    E por estarem ali também cumpriram uma penitência... Ele sabia que deveria veementemente cuidar das jovens, como Maria Madalena.

    Ouvir as preces acima deixavam ele ainda mais animado, pois sabia que não seria agora que chegariam ali. Mas quando chegassem, iriam o recompensar.

    Depois , ele se aproximaria da próxima...E se alimentaria novamente e depositaria mais sangue no Portador que lhe fosse dado.

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    Capítulo 1: O Motim... - Página 8 Empty Re: Capítulo 1: O Motim...

    Mensagem por John Milton em Seg Jul 08, 2019 6:35 pm

    O Florentino acompanhara a transformação do Lassombra com certo assombro vendo-o passar por entre as barras como uma criatura disforme e retomando, a posteriori seu corpo de clerigo.

    Machiavelli tinha duvidas quanto ao poder da fé de Camilo, mas imaginava que aquilo em nada mudaria o fato das mulheres serem messalinas. Aquilo não era um pecado a ser expurgado, mas uma condição assumida pelas mulheres, fosse por necessidade, fosse por lascivia...

    O Ventrue se alimentava de prostitutas do mais variado tipo... Fossem como as profissionais que trabalhavam nas suas Casas de Tolerancia, fossem mulheres da mais alta classe que vendiam seus corpos por outras promessas como poder e joias. A prostituição não era um pecado, mas uma forma de conduta, uma maneira de se portar diante da sociedade, que, de alguma forma, deixava marcas na Vitae.

    Enquanto devaneava, Machiavelli ouve os lamurios clericais vindos do andar de cima. Instintivamente, ele leva sua mão a sua bolsa de dinheiro... Seres como aqueles se declinavam ao vil metal, ele sabia. Mas antes deveria se fortificar....

    O Ventrue se aproxima da jaula, proximo da mulher mais distante que Camilo que, tenha se declarado, prostituta e pedira redenção por seus pecados.

    Aproveitando-se do caos, decerto gerado pelo ataque de Camilo, ele direciona sua vontade a mulher, lançando sua voz melodiosa, chamando-a,

    -Donzela! Tenho meios de tira-la dessa massada. Dê-me sua mão.

    Propositalmente ele está a uma distancia que a mulher deverá colocar todo o braço para fora da jaula.

    Off::
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    Capítulo 1: O Motim... - Página 8 Empty Re: Capítulo 1: O Motim...

    Mensagem por Beaumont em Seg Jul 08, 2019 6:49 pm

    Minha mente se perturbou com os gritos das imundas humanas desesperadas. Revirei os olhos, mas percebi que de fato aquilo foi bom para mim. Nós precisavamos saber o motivo pelo qual a vampira plebeia estava tão áspera e a resposta poderia não ser das melhores. 

    Beaumont: - Senhores, precisamos manter a discricão. Monge, faça as parar de gritar ! Sir Machiavelli e eu precisamos nos manter oculto neste momento. 

    Me aproximei das escadas e fiquei atras da porta sacando uma das estacas que possuía e colocando próximo de meu peito. Eu poderia fazer um ataque por trás, meu sangue ferveu e fortificou meus braços. ( 2pds em força) minhas mãos ficaram firmes a segurar a estaca e a minha presença se esvaiu enquanto eu ocultava a minha presença dos invasores ( ofuscação 2 ) esperando omomento certo para ataca los pelas costas .
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    Capítulo 1: O Motim... - Página 8 Empty Re: Capítulo 1: O Motim...

    Mensagem por Claude Speedy em Ter Jul 09, 2019 6:35 pm

    Depois de sugar a primeira até essa apagar e ver que ninguém deles o auxiliou, ouvia Beaumount pedir silêncio.

    "Como eles conseguir as ouvir gritar, desmaiadas com a Tenebrosidade?"

    Em seguida escutando Machiavelli implorar para que uma se aproxime da grade, ignorando o trabalho em equipe, o monge após a primeira alimentação preenche com trevas de novo o ambiente, as sufocando até apagarem...

    Deixando uma escuridão perpétua. Onde o Lassombra nas trevas alimenta o pequeno Querubim.

    Em meio à essa escuridão sai da sela.

    -Por que insistem em duvidar do que eu faço, vocês não tem fé no que digo? As donzelas agora podem ser facilmente trazidas a vocês... E o pânico...? São filhos do sangue. Aprendamos a usá-lo com todo seu poder a nosso favor... Os céus bem sabem quem dons nos deram. E agora suas damas do pecado da luxúria estão prontas para te alimentar. Me ouça, para podermos sair daqui.
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    Capítulo 1: O Motim... - Página 8 Empty Re: Capítulo 1: O Motim...

    Mensagem por Freak(out) em Ter Jul 09, 2019 10:18 pm

    Camilo não via como algo ruim o que acontecia lá em cima, embora o pânico de Luna e o desaparecimento de Kraven fosse evidentes. Camilo naquele momento se limitava a drenar sangue das mulheres e, ao mesmo tempo, fornecer sangue ao seu portador, enquanto elas gritavam, se debatiam e se escoravam nos cantos do buraco, temendo a presença de Camilo ali, com elas.

    Machiavelli olhava tudo aquilo com certo interesse e, ao mesmo tempo, assombro. Ele estava crente que poderia evitar a retaliação dos homens lá em cima fazendo uso do suborno, então também não compartilhava do pânico da jovem gangrel. Fazendo uso de seus poderes de dominação, ele tenta persuadir uma das prostitutas a vir até ele, pelas barras da grade.

    Machiavelli escreveu:– Donzela! Tenho meios de tira-la dessa massada. Dê-me sua mão.

    Tomada pelo pânico e pelo vontade de sair de perto de Camilo o mais depressa possível, a mulher demonstra força física e vontade descomunal, naquele momento, agarrando-se às outras, usando-as como pontes, pisando em suas cabeças, rostos e ombros e, por fim, estica o braço para fora das barras, tendo o pulso agarrado por Machiavelli. Nesse momento, Beaumont chama a atenção de todos:

    @Beaumont escreveu:– Senhores, precisamos manter a discrição. Monge, faça-as parar de gritar ! Sir Machiavelli e eu precisamos nos manter oculto neste momento.

    O malkaviano esgueirou-se pelos flancos e, tomando posse de uma de suas estacas, concentrou seus poderes para aumentar sua força de forma sobrenatural e ativar seu dom de confundir os sentidos. De todos, era ele que levava o assombro de Luna mais a sério, uma vez que Camilo parecia se iludir e não dar conta do verdadeiro perigo.

    Nesse momento Camilo faz uso das sombras e sufoca todas as prisioneiras. Aquela que Machiavelli segurava jazia inconsciente, erguida pelo pulso. Após alimentar o seu “Querubim”, Camilo deixa a cela, discordando das atitudes de seus companheiros:

    Camilo escreveu:– Por que insistem em duvidar do que eu faço, vocês não tem fé no que digo? As donzelas agora podem ser facilmente trazidas a vocês... E o pânico...? São filhos do sangue. Aprendamos a usá-lo com todo seu poder a nosso favor... Os céus bem sabem quem dons nos deram. E agora suas damas do pecado da luxúria estão prontas para te alimentar. Me ouça, para podermos sair daqui.

    Ironicamente suas palavras pareceram surtir o efeito oposto, pois nesse momento o medo de Luna se tornou tão grande que ela entrou em um estado sobrenatural de pânico e, em um ímpeto para sair de lá e abandonar o perigo, correu de forma imprudente escadas acima.

    Os gritos de Luna não eram humanos. Eram rosnados carregados de pânico. Beaumont, Camilo e Machiavelli puderam ouvir breves sons de uma pequena escaramuça: pancadas de metal, golpes, vidro quebrando e madeira estalando. O último ruído foi como algo batendo em uma coisa viscosa, e então o silêncio reinou por alguns momentos de tensão indescritível em palavras.

    Primeiro Kraven, agora Luna…

    O trio de cainitas mantinha-se da mesma forma, com a exceção de que agora estavam mais tenso.Camilo encarava agora as escadas, Beaumont ainda mantinham-se em posição para um ataque surpresa e Machiavelli ainda segurava a prostituta desfalecida pelo pulso. O silêncio finalmente foi cortado pelo som de um líquido que escorria e logo apareceu em seus campos de visão pingando e escorrendo pelos últimos degraus da escada – e se alastrando cada vez mais por onde eles estavam. O cheiro do líquido era muito conhecido: óleo. Assim sendo, todos deduziram o que viria a seguir e certamente sabiam que teriam de sair de lá de alguma forma – e rápido. Muito rápido…

    RESUMO DE CAMILO:
    Reserva de Sangue: 10
    Reserva de Sangue Alquímico: 10
    Força de Vontade: 03/04
    Vitalidade: Escoriado (Agravado).

    RESUMO DE BEAUMONT:
    Reserva de Sangue: 08
    Força de Vontade: 03/07
    Vitalidade: Ok.

    Força +2

    RESUMO DE MACHIAVELLI:
    Reserva de Sangue: 10
    Força de Vontade: 03/03
    Vitalidade: Ferido (Agravado): -1.
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    Capítulo 1: O Motim... - Página 8 Empty Re: Capítulo 1: O Motim...

    Mensagem por mitzrael em Qui Jul 11, 2019 3:22 pm

    Capítulo 1: O Motim... - Página 8 E93a3066fe386702556a3fb9f5f69f98

    – Isso pode ser feito, e de forma mais simples do que você imagina – disse ela. Sabe como funciona o amuleto de Moloch? Cada vez que você mata ou destrói um ser usando este amuleto, a alma desse ser acaba por ser assimilada no amuleto, e seu portador acaba por incorporar, se assim desejar, todos os atributos e poderes daquele que for derrotado. Se você matar, por exemplo, um homem lobo, seus poderes ficarão acessíveis a você. Dito isso, acredito que te fazer o portador do amuleto irá concretizar os seus desejos, pois quanto mais você matar, mais forte ficará. O que me diz, Kraven? Você aceita o amuleto como sendo seu? Se estiver satisfeito, partiremos agora sem mais delongas, pois é de extrema importância que nós venhamos a chegar antes dos outros.

    Kraven nem olha pra traz so avança passando pela bruxa .

    -Eu aceito , eu ficarei muito satisfeito sim .

    Kraven fala ficando de costas pra bruxa .

    Pensando: entao esse eo verdadeiro poder do amuleto ! por isso o princepe o quer tanto , pois eu vou ter o poder dele pra mim , e todos que me humilharam
    meu nome sera ecoado pela eternidade e todos me temerao .
    -Espero não encontrar meus amigos de batalha nesse tempo .


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    Capítulo 1: O Motim... - Página 8 Empty Re: Capítulo 1: O Motim...

    Mensagem por Freak(out) em Sex Jul 12, 2019 10:52 pm

    Era uma sensação curiosa atravessar aquele portal. Era como se algo frio e pegajoso cobrisse todo o corpo, mas ao sair Kraven percebia que estava seco e que nada havia em seu corpo a não ser suas roupas, armas e demais equipamentos. Ele notou que estava sobre uma colina, onde de lá ele podia ver, a poucas centenas de metros, o mar, um pequeno porto e uma guarda de tamanho razoável patrulhando o cais e o que seria um pequeno forte dedicado a defender o porto – era possível ver catapultas, enormes balestras e outras armas semelhantes de cerco, que tinham propósitos defensivos tanto de terra quanto de mar.

    – É neste porto que o navio com a valorosa carga irá ancorar – dizia a bruxa ao lado do bárbaro –, contudo será necessário tomar a fortificação primeiro e dominar o porto. Feito isso, abordar o navio e tomar a carga, seja por espada ou engodo, será fácil. O forte é uma escolha estratégica de alta importância não apenas pela questão que falei, mas também porque ele pode lhe fornecer abrigo contra o sol durante as horas diurnas.

    A bruxa então se aproximou mais para a beira da colina verdejante que estavam e, como se pudesse ver muito mais longe do que qualquer um, falou de forma analítica:

    – Há pelo menos duas centenas de homens, contanto as forças do forte, a patrulha do porto e os demais homens, divididos entre marujos e trabalhadores. As armas do forte são poderosas o bastante para destruir com facilidade uma frota de tamanho razoável, logo não preciso dizer que, se elas forem usadas contra nós, teremos muito problemas.

    Ela então fez uma pausa, como se analisasse mais da situação, concluindo por fim:

    – Nossas melhores opções são um ataque furtivo, e se trabalharmos juntos para tomar o forte de forma cautelosa e planejada, nossas chances aumentarão consideravelmente; contudo, como futuro portador do amuleto de Moloch, vou deixar você decidir como prefere agir, guerreiro.

    – A disposição é a seguinte: O porto fica à direita, e o forte é uma construção em forma de torre, quadrado, com sete metros e meio de altura. Todo esse lugar é cercado por colinas, matas, árvores e uma estrada de terra que fica entre o forte e o porto. Kraven e a bruxa estão sobre uma colina, à certa distância, e o cenário está quase que totalmente voltado diante deles, exceto pelo detalhe de que a colina em que estão está um pouco à direita do porto, o que não garante uma visão clara total. –

    RESUMO DE KRAVEN:
    Reserva de Sangue: 16
    Força de Vontade: 07/08
    Vitalidade: Machucado (Agravado): -1
    Testemunha das Trevas (Metarmofose 1) Ativada.
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