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    Capítulo 1: O Motim...

    Beaumont
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    Capítulo 1: O Motim... - Página 9 Empty Re: Capítulo 1: O Motim...

    Mensagem por Beaumont em Dom Ago 25, 2019 2:00 am

    Ao subir as escadas e me deparar com os homens da fé eu não poderia deixar de notar o medo em minha própria face, eles tinham fogo, o instrumento purificador capaz de definhar nossa existência para sempre. Meu raciocínio começou a estremecer. Olhei para os lados e tudo o que vi foi fogo grego. Aquela peste era capaz de alastrar as chamas purificadoras de uma forma que eu jamais poderia conceber em minha concepção.

     Por uma benção da minha amada Lady eu percebi que meu dom ainda se fazia presente. Consegui ser discreto como um felino de rua, O ventrue e a Gangrel me ajudaram para tal. Aproveitei o momento para tentar subir o máximo que poderia ainda mantendo a furtividade, vagarosamente enquanto a conversa entre o Ventrue e os homens se fazia. [+2deetreza] alimentei com o poder do sangue minhas habilidades para que eu pudesse estrategicamente me manter oculto enquanto me movimento. O som alarmante parecia um sinal divino ao meu favor, o foco passou a ser a origem do som e eu aproveitaria para subir os degraus restante e ainda sob o manto da ofuscação buscar um abrigo longe do fogo e das chamas. Quando o homem falou sobre ajudar a prisioneira eu tive certeza de que a gangrel estava em apuros. Antes ela do que eu e eu mesmo aprendi com os anciãos que as vezes, sacrificar os neófitos acaba sendo o suficiente para fazer os homens da fé se sentirem com o ego inflado. 

    Como dois saíram nós ainda tínhamos de lidar com 11 homens...Um confronto seria algo suicida, então talvez fosse mais fácil sacrificar a gangrel para suprir o orgulho desses omens
    Claude Speedy
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    Capítulo 1: O Motim... - Página 9 Empty Re: Capítulo 1: O Motim...

    Mensagem por Claude Speedy em Qui Set 12, 2019 12:13 pm

    A Igreja e os vampiros são o pilar da fé da pós-vida de Camilo, ele não pretendia deixar a Gangrel, uma escolhida de Cristo perecer nas mãos do Rebanho da igreja desse mesmo Salvador.

    A tentativa de trabalhar em grupo, estava falhando...

    Monge escreveu:– Nossa missão é purificar este lugar dos seres profanos, inimigos do nosso senhor Jesus Cristo. Em nome do nosso senhor, eu ordeno que…

    Vendo o horror pelos urros, notando a ausência do Malkaviano. O monge guerreiro tentava auxiliar o Machiavelli em sua caminhada. O colocando atrás de si, para que os questionamentos do Rebanho não se dirigissem ao burguês sem necessidade, assim como queria que Beaumount o ajudasse com seus títulos.

    Servos do Senhor... Não temam, eu sou Camilo de Toledo e Castilla, servo do Todo Poderoso e guerreiro das cruzadas e monge da Ordem de São Domingues. Vim aqui justamente para enfrentar um grande mal e certamente "vosoutros" já devem estar cientes...

    Em sua mente iniciava um jogo com os homens à sua frente, apesar do seu respeito pela Igreja o Rebanho jamais deveria acuar seus pastores e era fundamental manter os títulos e honrarias que há tanto tempo tanto ele quanto os demais sabiam terem sido dados por Deus.

    Aproveitando-se do medo da gritaria, assim como das preces dos homens pela proteção divina, ele sabia que cabia a ele ser essa proteção. Infelizmente, caberia à ele novamente fazer o que era necessário para proteger todos ali...

    Um empasse que ele não acreditou que veria tão cedo, mas que dentro de sua visão, era obviamente a oportunidade que ele acreditou que teria junto de Kraven quando esse apareceu pela primeira vez.

    Agora, ele deveria salvar novamente todos os irmãos vampiros e os servos de Cristo do que quer que viesse lá de fora...

    Unam-se à mim em oração... E enfrentemos o mal unidos.

    E rezava enquanto em uma mão portava o crucifixo e na outra a espada longa... Clamando por sua verdadeira fé.
    Se por algum momento os monges contrariassem as ordens da Santa Igreja e os títulos sagrados e nobres que ele citou, ele rapidamente cobriria o lugar com escuridão que inclusive apagaria o fogo grego.

    Mas por hora, era fundamental que aqueles homens do Rebanho que eram tão fiéis voltassem sua ira contra o verdadeiro inimigo que vinha lá de fora.

    Camilo se perguntava se era a bruxa, com seus lobisomens ou algum servo do Querubim que lhes deixou essa cabana e livros para estudarem.

    Em seu avanço, se expondo claramente e dizendo ser um servo de Deus ainda mais influente por ser tanto nobre quanto monge, Camilo acreditava que era dever do Rebanho como em Castilla o ouvir.

    Em sua mente o monge tinha plena convicção que era dele, o instrumento mais aprimorado de Deus, que viria a resposta para enfrentar o mal que vinha lá de fora.

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    Capítulo 1: O Motim... - Página 9 Empty Re: Capítulo 1: O Motim...

    Mensagem por Freak(out) Ontem à(s) 9:43 pm

    BEAUMONT – CAMILO – MACHIAVELLI

    Havia uma situação de extrema atenção acontecendo ali, naquela cabana prestes a ser incendiada. Machiavelli nada fazia a não ser demonstrar seu receio de estar diante daqueles homens armados, sem ter certeza se eram as espadas ou as cruzes que o incomodavam tanto. Beaumont não estava com o ânimo muito melhor e, mesmo com sua vantagem de ocultação atrás de seus companheiros, ele sabia que um confronto direto com aquele grupo era, no mínimo, uma estupidez suicida. E como se não bastasse, alguma coisa realmente monstruosa espreitava agora nas matas, aparentemente muito maior e mais hostil que a feiticeira, os lupinos e todas as demais coisas que eles viram até então.

    Camilo escreveu:– Servos do Senhor... Não temam, eu sou Camilo de Toledo e Castilla, servo do Todo Poderoso e guerreiro das cruzadas e monge da Ordem de São Domingues. Vim aqui justamente para enfrentar um grande mal e certamente "vos outros" já devem estar cientes...

    Camilo apelava para o bom senso, para os títulos e pela similaridade de pensamento dogmático que ele tinha com aqueles homens, mas nada parecia dobrar aquela expedição. Os homens ali mostravam claramente que haviam sido mobilizados para caçar e destruir o que ou quem estivesse naquela cabana.

    Camilo escreveu:– Unam-se à mim em oração... E enfrentemos o mal unidos.

    – É inútil, criatura – disse o monge calmamente, em resposta a Camilo. – Em vida podes ter sido um servo fiel de nosso senhor, mas agora, nesse estado amaldiçoado, nem realmente morto e nem realmente vivo, és uma criatura profana e nada mais, cuja finalidade é pura e simplesmente propagar o mal, a peste e a morte por onde caminhar.

    Nessa hora o urro se repetiu. Mais forte, mais alto e foi seguido do grito daqueles homens que haviam ficado de fora.

    – Socorro! Nos ajudem!

    Nesse instante seus corpos foram arremessados com tanta violência contra a cabana que parte da parede da frente veio para baixo com o impacto, o que permitiu que todos que estivessem dentro vissem claramente a parte de fora, inclusive o céu.

    Primeiro seus olhos captaram os homens mortos no meio dos escombros. Adiante era possível ver um esqueleto decapitado com uma estaca entre suas costelas. Ele estava amarrado em uma cruz tosca de madeira feita às pressas. A cruz media dois metros e meio por um e meio e em sua base, havia uma pilha considerável de cinzas. Nessa hora o trio cainita não teve dúvidas que se tratava da pobre Luna, que não estava mais entre eles. Contudo, não foi a visão dos restos de Luna a mais assustadora, mas sim o que estava acima, voando nos céus…

    Capítulo 1: O Motim... - Página 9 Dragon-flying-mountain-wood-gloomy-600x350

    A criatura era gigante. Era uma verdadeira besta alada infernal. Para todos que podiam ver aquilo, não havia dúvidas: Aquilo era de fato um dragão. A situação tornou-se ainda mais tensa quando a criatura claramente encheu sua boca com chamas e seus olhos brilhavam em um vermelho intenso.

    [Off: Vicissitude 9: Forma de Dracul]

    O caos foi completo. Todos correram gritando, urrando e grunhindo. O trio cainita se dispersou. Camilo gritava e surtava, abrindo caminho de forma violenta e se dirigindo pelo mato. Beaumont Machiavelli se tornaram verdadeiros animais. Ambos grunhiam desesperados, como feras acuadas. Os homens da igreja corriam no mais absoluto terror, implorando misericórdia a um deus que nada fez por eles, não apareceu e tampouco enviou alguma ajuda. Logo todo o terreno ao redor estava tomando por chamas infernais; verdadeiras paredes de fogo que passavam dos três metros de altura. Logo, todo aquele caos se tornou silêncio.













    Camilo despertou e, após alguns instantes de confusão, reparou que estava dentro do poço. Notou que não estava ferido. Não havia sido destruído. Não foi difícil para ele escalar e sair. Lá ele viu Machiavelli e Beaumont caídos, diante de alguém encapuzado.

    Machiavelli acordou e, tomado pela mesma confusão inicial de Camilo, se assustou com a figura de negro que o encarava. Todo o chão ao redor da cabana era uma cratera negra, mas a cabana em si, salvo a parede que caíra com o impacto dos corpos, estava intacta. Beaumont despertou e, assustado com a figura, logo se tranquilizou quando viu que estava bem, que Machiavelli estava ao seu lado e que Camilo se aproximava pelo flanco direito, encarando a figura com curiosidade. Todos se lembravam do que havia acontecido, embora não sabiam como tiveram a sorte de saírem ilesos do que presenciaram.

    – Não se preocupem – disse uma voz feminina genuinamente angelical, que vinha da figura de negro. – Acabaram-se as surpresas e os problemas. Fora a pobre Luna, não creio que demais infelicidades caíram sobre nós.

    A figura baixou o capuz, revelando um rosto feminino sobrenaturalmente lindo, divinamente moldado. De alguma forma, os três cainitas ali presentes sabiam que se tratava de Yorak, assim como o dragão era Yorak.

    Capítulo 1: O Motim... - Página 9 Bbf1d1197d10

    [Off: Aparência 9]
    – Aqueles homens eram homens da igreja. Um deles era um verdadeiro homem santo que, graças a mim, não existe mais. Luna infelizmente não teve a oportunidade de aprender nada, mas agora você entende a realidade, Camilo?

    KRAVEN
    A bruxa concorda com Kraven quando este toma a decisão de invadir pelo fosso.

    – Posso abafar o som por alguns poucos minutos, mas serão o suficiente para que você entre.

    Fazendo um movimento com o seu cajado e murmurando algo ininteligível, Kraven sente uma onda de calor tomar seu corpo, como se pura energia tivesse impregnado em sua carne. A sensação era boa. Era como um calor vivo que a muito tempo ele não sentia – o calor de um coração pulsante acelerado.

    [Off: O feitiço concede 3 dados de furtividade por 5 turnos]

    Não foi difícil para o gangrel se esgueirar e forçar a grade. Ele, com sua grande força, conseguiu deslocá-la a ponto de criar um grande vão, onde ele conseguiu adentrar sem arrancar toda a grade. Caminhando pelo corredor escuro e úmido, com a água até os joelhos, ele logo chegou a uma fonte de luz onde claramente sinalizava uma saída por um poço. Ao olhar para cima, era possível ver clarões de luz amarelo, que provavelmente vinham de tochas próximas.

    Ao subir e se esgueirar com cuidado, Kraven viu um pequeno estábulo, três homens conversando próximos do poço e mais dois caminhando do lado oposto com tochas na mão. Dos lados haviam escadarias de pedra que levavam para cima e para baixo. Até onde ele podia ver, não havia nenhum sino onde ele se encontrava.

    Nota: trata-se de um local de geometria quadrada, com acesso nas laterais.


    RESUMO DE CAMILO:
    Reserva de Sangue: 10
    Reserva de Sangue Alquímico: 10
    Força de Vontade: 03/04
    Vitalidade: Escoriado (Agravado).

    RESUMO DE BEAUMONT:
    Reserva de Sangue: 06
    Força de Vontade: 03/07
    Vitalidade: Ok.

    Força +2 (2/3)
    Destreza +2 (3/3)

    RESUMO DE MACHIAVELLI:
    Reserva de Sangue: 10
    Força de Vontade: 03/03
    Vitalidade: Ferido (Agravado): -1.

    RESUMO DE KRAVEN:
    Reserva de Sangue: 16
    Força de Vontade: 07/08
    Vitalidade: Machucado (Agravado): -1
    Testemunha das Trevas (Metarmofose 1) Ativada.
    Conteúdo patrocinado


    Capítulo 1: O Motim... - Página 9 Empty Re: Capítulo 1: O Motim...

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      Data/hora atual: Qui Set 19, 2019 8:59 pm