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    Capítulo 1: O Motim...

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    Capítulo 1: O Motim... - Página 9 Empty Re: Capítulo 1: O Motim...

    Mensagem por Beaumont em Dom Ago 25, 2019 2:00 am

    Ao subir as escadas e me deparar com os homens da fé eu não poderia deixar de notar o medo em minha própria face, eles tinham fogo, o instrumento purificador capaz de definhar nossa existência para sempre. Meu raciocínio começou a estremecer. Olhei para os lados e tudo o que vi foi fogo grego. Aquela peste era capaz de alastrar as chamas purificadoras de uma forma que eu jamais poderia conceber em minha concepção.

     Por uma benção da minha amada Lady eu percebi que meu dom ainda se fazia presente. Consegui ser discreto como um felino de rua, O ventrue e a Gangrel me ajudaram para tal. Aproveitei o momento para tentar subir o máximo que poderia ainda mantendo a furtividade, vagarosamente enquanto a conversa entre o Ventrue e os homens se fazia. [+2deetreza] alimentei com o poder do sangue minhas habilidades para que eu pudesse estrategicamente me manter oculto enquanto me movimento. O som alarmante parecia um sinal divino ao meu favor, o foco passou a ser a origem do som e eu aproveitaria para subir os degraus restante e ainda sob o manto da ofuscação buscar um abrigo longe do fogo e das chamas. Quando o homem falou sobre ajudar a prisioneira eu tive certeza de que a gangrel estava em apuros. Antes ela do que eu e eu mesmo aprendi com os anciãos que as vezes, sacrificar os neófitos acaba sendo o suficiente para fazer os homens da fé se sentirem com o ego inflado. 

    Como dois saíram nós ainda tínhamos de lidar com 11 homens...Um confronto seria algo suicida, então talvez fosse mais fácil sacrificar a gangrel para suprir o orgulho desses omens
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    Capítulo 1: O Motim... - Página 9 Empty Re: Capítulo 1: O Motim...

    Mensagem por Claude Speedy em Qui Set 12, 2019 12:13 pm

    A Igreja e os vampiros são o pilar da fé da pós-vida de Camilo, ele não pretendia deixar a Gangrel, uma escolhida de Cristo perecer nas mãos do Rebanho da igreja desse mesmo Salvador.

    A tentativa de trabalhar em grupo, estava falhando...

    Monge escreveu:– Nossa missão é purificar este lugar dos seres profanos, inimigos do nosso senhor Jesus Cristo. Em nome do nosso senhor, eu ordeno que…

    Vendo o horror pelos urros, notando a ausência do Malkaviano. O monge guerreiro tentava auxiliar o Machiavelli em sua caminhada. O colocando atrás de si, para que os questionamentos do Rebanho não se dirigissem ao burguês sem necessidade, assim como queria que Beaumount o ajudasse com seus títulos.

    Servos do Senhor... Não temam, eu sou Camilo de Toledo e Castilla, servo do Todo Poderoso e guerreiro das cruzadas e monge da Ordem de São Domingues. Vim aqui justamente para enfrentar um grande mal e certamente "vosoutros" já devem estar cientes...

    Em sua mente iniciava um jogo com os homens à sua frente, apesar do seu respeito pela Igreja o Rebanho jamais deveria acuar seus pastores e era fundamental manter os títulos e honrarias que há tanto tempo tanto ele quanto os demais sabiam terem sido dados por Deus.

    Aproveitando-se do medo da gritaria, assim como das preces dos homens pela proteção divina, ele sabia que cabia a ele ser essa proteção. Infelizmente, caberia à ele novamente fazer o que era necessário para proteger todos ali...

    Um empasse que ele não acreditou que veria tão cedo, mas que dentro de sua visão, era obviamente a oportunidade que ele acreditou que teria junto de Kraven quando esse apareceu pela primeira vez.

    Agora, ele deveria salvar novamente todos os irmãos vampiros e os servos de Cristo do que quer que viesse lá de fora...

    Unam-se à mim em oração... E enfrentemos o mal unidos.

    E rezava enquanto em uma mão portava o crucifixo e na outra a espada longa... Clamando por sua verdadeira fé.
    Se por algum momento os monges contrariassem as ordens da Santa Igreja e os títulos sagrados e nobres que ele citou, ele rapidamente cobriria o lugar com escuridão que inclusive apagaria o fogo grego.

    Mas por hora, era fundamental que aqueles homens do Rebanho que eram tão fiéis voltassem sua ira contra o verdadeiro inimigo que vinha lá de fora.

    Camilo se perguntava se era a bruxa, com seus lobisomens ou algum servo do Querubim que lhes deixou essa cabana e livros para estudarem.

    Em seu avanço, se expondo claramente e dizendo ser um servo de Deus ainda mais influente por ser tanto nobre quanto monge, Camilo acreditava que era dever do Rebanho como em Castilla o ouvir.

    Em sua mente o monge tinha plena convicção que era dele, o instrumento mais aprimorado de Deus, que viria a resposta para enfrentar o mal que vinha lá de fora.

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    Capítulo 1: O Motim... - Página 9 Empty Re: Capítulo 1: O Motim...

    Mensagem por Freak(out) em Qua Set 18, 2019 9:43 pm

    BEAUMONT – CAMILO – MACHIAVELLI

    Havia uma situação de extrema atenção acontecendo ali, naquela cabana prestes a ser incendiada. Machiavelli nada fazia a não ser demonstrar seu receio de estar diante daqueles homens armados, sem ter certeza se eram as espadas ou as cruzes que o incomodavam tanto. Beaumont não estava com o ânimo muito melhor e, mesmo com sua vantagem de ocultação atrás de seus companheiros, ele sabia que um confronto direto com aquele grupo era, no mínimo, uma estupidez suicida. E como se não bastasse, alguma coisa realmente monstruosa espreitava agora nas matas, aparentemente muito maior e mais hostil que a feiticeira, os lupinos e todas as demais coisas que eles viram até então.

    Camilo escreveu:– Servos do Senhor... Não temam, eu sou Camilo de Toledo e Castilla, servo do Todo Poderoso e guerreiro das cruzadas e monge da Ordem de São Domingues. Vim aqui justamente para enfrentar um grande mal e certamente "vos outros" já devem estar cientes...

    Camilo apelava para o bom senso, para os títulos e pela similaridade de pensamento dogmático que ele tinha com aqueles homens, mas nada parecia dobrar aquela expedição. Os homens ali mostravam claramente que haviam sido mobilizados para caçar e destruir o que ou quem estivesse naquela cabana.

    Camilo escreveu:– Unam-se à mim em oração... E enfrentemos o mal unidos.

    – É inútil, criatura – disse o monge calmamente, em resposta a Camilo. – Em vida podes ter sido um servo fiel de nosso senhor, mas agora, nesse estado amaldiçoado, nem realmente morto e nem realmente vivo, és uma criatura profana e nada mais, cuja finalidade é pura e simplesmente propagar o mal, a peste e a morte por onde caminhar.

    Nessa hora o urro se repetiu. Mais forte, mais alto e foi seguido do grito daqueles homens que haviam ficado de fora.

    – Socorro! Nos ajudem!

    Nesse instante seus corpos foram arremessados com tanta violência contra a cabana que parte da parede da frente veio para baixo com o impacto, o que permitiu que todos que estivessem dentro vissem claramente a parte de fora, inclusive o céu.

    Primeiro seus olhos captaram os homens mortos no meio dos escombros. Adiante era possível ver um esqueleto decapitado com uma estaca entre suas costelas. Ele estava amarrado em uma cruz tosca de madeira feita às pressas. A cruz media dois metros e meio por um e meio e em sua base, havia uma pilha considerável de cinzas. Nessa hora o trio cainita não teve dúvidas que se tratava da pobre Luna, que não estava mais entre eles. Contudo, não foi a visão dos restos de Luna a mais assustadora, mas sim o que estava acima, voando nos céus…

    Capítulo 1: O Motim... - Página 9 Dragon-flying-mountain-wood-gloomy-600x350

    A criatura era gigante. Era uma verdadeira besta alada infernal. Para todos que podiam ver aquilo, não havia dúvidas: Aquilo era de fato um dragão. A situação tornou-se ainda mais tensa quando a criatura claramente encheu sua boca com chamas e seus olhos brilhavam em um vermelho intenso.

    [Off: Vicissitude 9: Forma de Dracul]

    O caos foi completo. Todos correram gritando, urrando e grunhindo. O trio cainita se dispersou. Camilo gritava e surtava, abrindo caminho de forma violenta e se dirigindo pelo mato. Beaumont Machiavelli se tornaram verdadeiros animais. Ambos grunhiam desesperados, como feras acuadas. Os homens da igreja corriam no mais absoluto terror, implorando misericórdia a um deus que nada fez por eles, não apareceu e tampouco enviou alguma ajuda. Logo todo o terreno ao redor estava tomando por chamas infernais; verdadeiras paredes de fogo que passavam dos três metros de altura. Logo, todo aquele caos se tornou silêncio.













    Camilo despertou e, após alguns instantes de confusão, reparou que estava dentro do poço. Notou que não estava ferido. Não havia sido destruído. Não foi difícil para ele escalar e sair. Lá ele viu Machiavelli e Beaumont caídos, diante de alguém encapuzado.

    Machiavelli acordou e, tomado pela mesma confusão inicial de Camilo, se assustou com a figura de negro que o encarava. Todo o chão ao redor da cabana era uma cratera negra, mas a cabana em si, salvo a parede que caíra com o impacto dos corpos, estava intacta. Beaumont despertou e, assustado com a figura, logo se tranquilizou quando viu que estava bem, que Machiavelli estava ao seu lado e que Camilo se aproximava pelo flanco direito, encarando a figura com curiosidade. Todos se lembravam do que havia acontecido, embora não sabiam como tiveram a sorte de saírem ilesos do que presenciaram.

    – Não se preocupem – disse uma voz feminina genuinamente angelical, que vinha da figura de negro. – Acabaram-se as surpresas e os problemas. Fora a pobre Luna, não creio que demais infelicidades caíram sobre nós.

    A figura baixou o capuz, revelando um rosto feminino sobrenaturalmente lindo, divinamente moldado. De alguma forma, os três cainitas ali presentes sabiam que se tratava de Yorak, assim como o dragão era Yorak.

    Capítulo 1: O Motim... - Página 9 Bbf1d1197d10

    [Off: Aparência 9]
    – Aqueles homens eram homens da igreja. Um deles era um verdadeiro homem santo que, graças a mim, não existe mais. Luna infelizmente não teve a oportunidade de aprender nada, mas agora você entende a realidade, Camilo?

    KRAVEN
    A bruxa concorda com Kraven quando este toma a decisão de invadir pelo fosso.

    – Posso abafar o som por alguns poucos minutos, mas serão o suficiente para que você entre.

    Fazendo um movimento com o seu cajado e murmurando algo ininteligível, Kraven sente uma onda de calor tomar seu corpo, como se pura energia tivesse impregnado em sua carne. A sensação era boa. Era como um calor vivo que a muito tempo ele não sentia – o calor de um coração pulsante acelerado.

    [Off: O feitiço concede 3 dados de furtividade por 5 turnos]

    Não foi difícil para o gangrel se esgueirar e forçar a grade. Ele, com sua grande força, conseguiu deslocá-la a ponto de criar um grande vão, onde ele conseguiu adentrar sem arrancar toda a grade. Caminhando pelo corredor escuro e úmido, com a água até os joelhos, ele logo chegou a uma fonte de luz onde claramente sinalizava uma saída por um poço. Ao olhar para cima, era possível ver clarões de luz amarelo, que provavelmente vinham de tochas próximas.

    Ao subir e se esgueirar com cuidado, Kraven viu um pequeno estábulo, três homens conversando próximos do poço e mais dois caminhando do lado oposto com tochas na mão. Dos lados haviam escadarias de pedra que levavam para cima e para baixo. Até onde ele podia ver, não havia nenhum sino onde ele se encontrava.

    Nota: trata-se de um local de geometria quadrada, com acesso nas laterais.


    RESUMO DE CAMILO:
    Reserva de Sangue: 10
    Reserva de Sangue Alquímico: 10
    Força de Vontade: 03/04
    Vitalidade: Escoriado (Agravado).

    RESUMO DE BEAUMONT:
    Reserva de Sangue: 06
    Força de Vontade: 03/07
    Vitalidade: Ok.

    Força +2 (2/3)
    Destreza +2 (3/3)

    RESUMO DE MACHIAVELLI:
    Reserva de Sangue: 10
    Força de Vontade: 03/03
    Vitalidade: Ferido (Agravado): -1.

    RESUMO DE KRAVEN:
    Reserva de Sangue: 16
    Força de Vontade: 07/08
    Vitalidade: Machucado (Agravado): -1
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    Capítulo 1: O Motim... - Página 9 Empty Re: Capítulo 1: O Motim...

    Mensagem por mitzrael em Qui Out 03, 2019 11:44 am

    Capítulo 1: O Motim... - Página 9 E93a3066fe386702556a3fb9f5f69f98

    Kraven via que seu plano estava indo como a bruxa havia planejado ,

    Kraven seguia em furtividade e ia ate as escadas em chamar atenção .

    Kraven se aproximava da bruxa .

    sussurrando :
    temos escadas que nos levam pra cima assim ficaremos no topo dessa torre .
    O que vc tem em mente??


    Cool Cool
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    Capítulo 1: O Motim... - Página 9 Empty Re: Capítulo 1: O Motim...

    Mensagem por Beaumont em Seg Out 07, 2019 1:21 pm

    Eu já deveria saber que em algum momento as palavras bonitas do monge não iriam convencer mentes fechadas e sem sabedoria como a dos soldados da fé. Eles são facilmente manipuláveis, mas é preciso estar no local certo e ser visto neste lugar definitivamente não é. Quando mais eu estiver aqui a espreita, mais inútil eu sou...Sinto que perdemos... Falhei com My Lady... Preciso re organizar meus planos e reverter isso. Estou realmente decepcionado com resultado de nossas ações. 

    Justamente quando terminei de me lamentar algo acontece. O restos mortais de Luna no chão e uma entidade demoniaca nos céus e tudo se apagou.......

    Quando tomei novamente a conaciência eu tinha o gosto amargo de terra na boca, não me lembro do que aconteceu mas tudo estava nebuloso em minha mente, a voz da mulher me trouxe de volta e ela disse que Luna havia encontrado sua morte. Eu me lembro disso. 

    Beaumont : - Eu entendo que se não fosse por vos. Nossa existência não existiria mais... Te devo a minha existência e a minha gratidão ! Mas como a igreja descobriu sobre nós e estava armada de forma preparada para nos conter ? Fomos traídos ? Ou estávamos no lugar errado e na hora errada ? Yorak. Acho que nossa identidade cainita já foi revelada. Essa cidade não pode saber mais que esrou aqui. 

    Dito isto percebo que realizar esta viagem agora é um destino inevitável para nossa segurança.
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    Capítulo 1: O Motim... - Página 9 Empty Re: Capítulo 1: O Motim...

    Mensagem por Claude Speedy em Seg Nov 11, 2019 11:49 pm

    Em um momento rápido, Camilo sequer pode dizer qualquer coisa... Antes que as palavras lhe viessem para responder sobre a insolência do homem e expor sua função como parte do Rebanho diante de um Pastor imortal como era... O retorno do poderoso arcanjo veio salvador sobre ele e seus irmãos vampiros.

    Então, de um imenso Querubim Dragão, o rosto do protetor se fez em um rosto angelical... E Yorak com suas palavras confirmou a fé de Camilo.

    – Aqueles homens eram homens da igreja. Um deles era um verdadeiro homem santo que, graças a mim, não existe mais. Luna infelizmente não teve a oportunidade de aprender nada, mas agora você entende a realidade, Camilo?

    Sim, ele entendia.

    Deus deu poder aos homens sobre todos animais do campo, mas aos vampiros, pelo sangue de Cristo poder sobre todos os santos. Mesmo os Rebanhos que se achegam ao Senhor não são dignos de salvação se não perceberem o chamado ao sangue divino.

    Em silêncio o monge guerreiro apenas confirmou um sim com a cabeça e via que rapidamente sua casa e seus negócios estavam protegidos, pois Yorak já retornava.
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    Capítulo 1: O Motim... - Página 9 Empty Re: Capítulo 1: O Motim...

    Mensagem por Freak(out) em Sab Nov 16, 2019 5:43 am

    BEAUMONT – CAMILO


    O movimento de cabeça de Camilo acompanhado do silêncio pareceu deixar Yorak satisfeito.

    – Não importa o que aconteça ou o que faça. Você será visto sempre como nada além de uma ameaça diabólica. Os humanos são peões a se mover, nada mais. Qualquer empatia ou altruísmo legítimo propagado por eles é tolice. É um sacrifício ingrato.

    Nesse momento Beaumont se pronunciou, chamando a atenção de todos.

    @Beaumont escreveu:– Eu entendo que se não fosse por vos. Nossa existência não existiria mais... Te devo a minha existência e a minha gratidão ! Mas como a igreja descobriu sobre nós e estava armada de forma preparada para nos conter ? Fomos traídos ? Ou estávamos no lugar errado e na hora errada ? Yorak. Acho que nossa identidade cainita já foi revelada. Essa cidade não pode saber mais que esrou aqui. 

    – De fato – respondeu Yorak, calmamente. – A responsável por essa emboscada é a mesma que agora se alia com Kraven. Mas não se preocupe. Os traidores e inmigos terão o que merecem no tempo certo. Agora é importante que vocês peguem de volta o que é de vocês e me sigam, pois quero lhes mostrar uma coisa que acho que vão gostar. As posses de Kraven, incluindo sua escrava, são agora meus, já que ele deixou claro que não é mais nosso aliado. Contudo, Machiavelli, quero que você fique comigo. Você me será mais útil aqui, do que indo com eles. Deixem que Beaumont e Camillo cuidem do amuleto.

    Machiavelli se limitou a concordar com a cabeça. Ele de fato estava farto das situações que estava se metendo, e certamente achou conveniente auxiliar a todos de forma mais indireta, ficando como um hóspede de Yorak.

    [Off: Beaumont e Camilo têm novamente acesso a todas as posses e antecedentes]

    Yorak conduziu todos pelo seu refúgio subterrâneo. O camnho era estreito e iluminado por tochas, lembrando muito uma entrada de catacumba. Eles passaram por uma grande sala escavada, muito semelhante a uma sala de trono de um grande castelo – inclusive, havia um trono muito chique de mogno. Em seguida, eles seguiram por outro túnel estreito, descendo cada vez mais até que deram em um rio subterrâneo, com um túnel tão largo que passaria um galeão. E falando em navio…

    – Contemplem minha criação! O Arauto da Lamentação!

    Era um navio vivo. Não era muito grande, mas impressionava mesmo assim. O acrostólio abaixo do cabo de proa era um homem vivo. Ele estava literalmente vivo, pois chorava e murmurava o tempo todo, com correntes e ganchos cravados em vários locais do seu peito. A estrutura do navio era óssea, com carne viva e nervos pulsando. A vela era feita de couro humano e muitos olhos abriam e fechavam no convés, na amurada e nos cascos, de modo enervante. O timão era feito de costelas, branco como marfim. Nas laterais haviam grandes bolsões de carne, inchados como tumores.

    – Venham. Subam a bordo.

    Yorak os levou para próximo do timão.

    – Esse navio pode ser operado de forma tracional, ou de um jeito especial, para os que não entendem de náutica. Ele é um navio vivo, logo pode se conduzir sozinho, se limitando a ouvir comandos de voz. Contudo, ainda há alguns comandos que devem ser feitos manualmente. Vejam essas correntes.

    Yorak apontou para quatro correntes. Uma ficava à esquerda do timão, e tinha uma argola no fim dela.

    – Esta controla a velocidade do navio. Quanto mais vocês puxarem, mais rápido ele irá. Eu aconselho usar esse recurso. O navio tira a força do sofrimento, vê?

    Quando Yorak puxou a corrente para demonstrar, o acrostólio vivo do navio começou a gritar desesperadamente, com os ganchos esticando tod a carne de seu peito. Era agoniante ouvi-lô gritar e ve-lô se debater.

    – Já estas três à direita, controlam as defesas.

    Yorak puxou cada uma delas para demonstrar como funcionavam. A primeira abriu os tumores laterais, e de lá dois homens completos até a cintura apareceram com arcos que pareciam prontos para atirar flechas cobertas de uma substância viscosa e inflamável. A segunda simplesmente fez um jato de fogo sair da boca do acrostólio na proa – e ele gritou ainda mais com isso. A terceira soltou da popa quatro pedaços de carne que pulsavam e tinham espetos ósseos neles. Ele não disse o que eles faziam, mas era possível fazer uma boa ideia.

    – Machiavelli e eu iremos nos retirar agora. Lembrem-se que bastam dar uma ordem clara, como “Vá para lugar x”. Sintam-se à vontade para se acostumarem com o navio, mas sugiro que não demorem mais do que o necessário, ou perderemos nossa oportunidade.

    E assim Yorak voltou pelo túnel estreito, com Machiavelli logo atrás dele (dela?).

    RESUMO DE CAMILO:
    Reserva de Sangue: 10
    Reserva de Sangue Alquímico: 10
    Força de Vontade: 03/04
    Vitalidade: Escoriado (Agravado).

    RESUMO DE BEAUMONT:
    Reserva de Sangue: 06
    Força de Vontade: 03/07
    Vitalidade: Ok.

    Força +2 (3/3)

    KRAVEN


    A bruxa analisou por um momento o novo cenário que surgia para Kraven e ela. Não parecia preocupada, apenas analitica. Por fim ela disse:

    – Vou distraí-los. A partir daqui, siga sem mim. Quando os sinos tiverem sido sabotados, te encontro do lado de for a.

    Nesse momento a bruxa fez novamente uso de sua magia. Kraven a viu assumir a forma de um soldado do forte, com uniforme idêntico, portando as mesmas armas e o mesmo capacete que dificultava ter uma vista clara de suas feições. No momento oportuno ela saiu do poço, quando ninguém olhava para o lado em que estava, e então começou a falar com aqueles homens, como se os conhecessem a anos.

    – Ei companheiros, parece que há algo lá for a. Acho que ouvi um choro de mulher jovem nas matas. Alguém pode estar perdido ali.

    – E é problema nosso? – respondeu outro, aparentando mau humor.

    – Se quiser uma recompensa extra, seja por ouro ou vagina, é bom que seja.

    Foi o suficiente para convencer os homens que se afastavam com ela para for a, deixando o caminho do segundo andar livre para Kraven.

    RESUMO DE KRAVEN:
    Reserva de Sangue: 16
    Força de Vontade: 07/08
    Vitalidade: Machucado (Agravado): -1
    Testemunha das Trevas (Metarmofose 1) Ativada.
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    Capítulo 1: O Motim... - Página 9 Empty Re: Capítulo 1: O Motim...

    Mensagem por Claude Speedy em Dom Nov 17, 2019 9:27 am

    Yorak comenta sobre seu sentimento de martírio, como o Rebanho não entenderá nunca a natureza vampírica como divina. Camillo, compreende o fardo tranquilamente.
    Ele sabe que é por isso que a Igreja não revela às ovelhas a natureza real do poder do sangue de Cristo, que literalmente o Sangue de Jesus tem poder.

    Apesar de serem ovelhas fiéis e dignas, Camillo não lamenta suas mortes mais do que as de Luna. Porque enquanto os que pereceram rezavam implorando para terem a vida Eterna, Deus já havia concedido esse dom para a humilde camponesa e não aos "fariseus" que se orgulhavam de se dizerem servos do Criador.

    Essa é a dor que o Dragão Yorak carrega... E o monge ao ouvir suas palavras, encara como sendo sua penitência.

    -Florentino... Antes de irmos, eu gostaria de examinar os escritos dos livros que encontrou durante a viajem... Creio que consigo interpretar os escritos secretos neles contidos e é vital que façamos isso.

    Comentava o monge guerreiro.

    O sofrimento do homem abaixo no barco, as dores em geral não preocupavam o guerreiro. Tudo aquilo ele via como uma necessidade, pois Deus colocou os Rebanhos para servirem os Pastores. A pele, a carne, o sangue dos animais vestem o rebanho dos homens... Esses alimentam os Vampiros.

    Ele se preparava para ir com Beumount, alguém com quem finalmente precisaria conversar.

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    Mensagem por Beaumont em Dom Nov 17, 2019 2:19 pm

    – Contemplem minha criação! O Arauto da Lamentação!

    Vislumbrar o navio pessoalmente não era a mesma coisa do que uma descrição ou uma vista de longe. O simples fato de caminhar em um chão de couro vivo era estranho. Havia certas coisas que minha mente ainda precisavam processar mesmo nesses 50 anos de vida, nunca imaginei que o clã Tzmisce fosse capaz de realizar tamanha proeza. Yorak nos ensinava como funcionava cada engrenagem de sua ousada embarcação. Os gritos de dor eram agoniantes até mesmo para mim, que por mais que soubesse que os humanos eram inferiores a nós. Aquela dor que aqueles seres sentiam nunca teria fim ? The lady não havia me preparado para um encontro com um demônio certamente e agora eu precisava tomar uma decisão. Participar disto significava que eu era cúmplice e no fim das contas era um recurso necessário para que eu conseguisse alcançar os meus objetivos. Eu podia me sentir cada vez mais egoísta, cada vez menos humano a cada minuto que eu passava com lord Yorak...

    Depois de explicar o funcionamento do grande navio eu me adiantei para próximo de uma das correntes, a que aceleraria a embarcação. Segurei firme a corrente e hesitei em puxar, olhei nos olhos da bela face de Yorak como pedisse sua aprovação ou até mesmo um "Não faça isso" pois até mesmo eu estava indeciso se aquilo era o correto a se fazer. Caso ele permitisse eu usava o poder da potencia para da um único solavanco, apenas para testar e fazer o homem gritar. Eu estava me tornando menos humano e mais próximo de maldito monstro para conseguir mais poder sobre a igreja, afinal isso era tudo o que importava para mim e my Lady. 

    Não havia percebido de antemão mas o monge retrucou algo sobre a biblioteca de Yorak e sobre os segredos que poderíamos descobrir e então eu indaguei. Muito mais confiante de mim e com um certo olhar mais poderoso. 

    Beaumont : - Nós iremos percorres por algumas noites no caminho das águas noturnas, seremos somente você e eu Monge. Teremos um tempo hábil para nos aprofundarmos na leitura, discutirmos o que entendemos e pormos em prática todo este conhecimento. Nós vamos zarpar o quanto antes e nos dedicar ao aprendizado por todo o caminho. Seremos a nuvem negra a pairar no território do norte e trazer a sua... Salvação ? 
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    Mensagem por mitzrael em Dom Nov 17, 2019 7:36 pm

    Kraven seguia a bruxa sem reclamacoes
    Ate que ela parava .
    – Vou distraí-los. A partir daqui, siga sem mim. Quando os sinos tiverem sido sabotados, te encontro do lado de
    Fora .
    Kraven olhava pra ela sem dizer nada so acenava
    Com a cabeca concordando .

    – Ei companheiros, parece que há algo lá for a. Acho que ouvi um choro de mulher jovem nas matas. Alguém pode estar perdido ali.

    Se mantinha em movel pra nao chamar atencao pra si .

    – E é problema nosso? – respondeu outro, aparentando mau humor.
    Pensando :
    Esses bastardos nao vao cai nessa convercas ele nao tem
    Geito de cavaleiros da virtude .

    – Se quiser uma recompensa extra, seja por ouro ou vagina, é bom que seja.

    Pensando :
    Esperta muito esperta .

    Kraven seguia assim q eles ia com ela
    Kraven olhava a parede de fora e ativava suas garras e comecava
    A escalar por fora se usando das sombras pra se manter furtivo ate chegar ao cino .
    Pensando :
    Vamos ver o que essa bruxa e seu mestre quer de verdade .
    Depois mato os dois .
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