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    Capítulo 1: O Motim...

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    John Milton
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    Re: Capítulo 1: O Motim...

    Mensagem por John Milton em Qui Mar 14, 2019 1:02 am

    A cena que se descortinava diante de si parecia cada vez mais saída dos Círculos Infernais que ouvira alguns teóricos italianos processarem, ainda mais agora que Beaumont havia regressado.

    Machivelli não foge, mas se distancia do Malkaviano, sem lhe tirar os olhos.

    A um sinal seu a horda havia saido das sombras se apresentando aos pares, como legionários treinados que eram.

    A decisão de convocar os servidores que havia trazido consigo parecia mais que providencial enquanto Machiavelli se aproximava da área da cabana, ele pensava.

    Ele aguarda os milicianos se agruparem ao seu redor, protegendo o de Beaumont, e se vira para Luna

    - Milady, detesto afirmar o óbvio, mas esse sítio não e seguro.

    Ele aponta para seus homens e continua

    - Meus servidores podem nos levar para distante daqui em pouco tempo. Permita-me oferecer auxílio. Creio que devemos permanecer juntos e distantes daqui já que o astro rei não tarda a chegar.

    Ele faz sinal para o líder da milícia se aproxime.

    - Meu bom homem agradeço a coragem instilada nos corações de sua companhia. Necessitamos seguir viagem o quanto antes. Existe espaço, além de mim para minha companheira, caso ela deseje seguir. Aumentarei o soldo que havíamos ajustado.



    Black Thief
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    Re: Capítulo 1: O Motim...

    Mensagem por Black Thief em Sex Mar 15, 2019 8:13 am

    Lord Machiavelli chamava a guarda Milicia, ela logo se afastou alguns passos de Machiavelli, uma ação involuntária de guarda se fez na Vampira, primeiramente ficou desconfiada se aquilo era uma armadilha para pegá-la, mas foi um sentimento de paranoia que se fez com os guardas mostrando uma postura não hostil. Após isso, Luna relaxou um pouco, mas não o suficiente para baixar sua atenção e sua guarda e então perguntou:

    - Milorde, é seguro deixar estes homens verem o que somos?

    Após a resposta de Machiavelli vampira caminhava sempre com seu capuz sobre a cabeça, olhando os arredores com suas garras em posição de guarda para eventuais perigos, com seus sentidos aguçados bem a postos mesmo diante da tempestade que caía ao mundo plano. É então que com sua audição aguçada, a vampira escutava um uivo, ela erguia sua atenção quase como um cão farejador, olhava na direção do uivo e com seu olhar aguçado, junto com a adaptação dos seus novos olhos ao escuro, ela tentava ver sinais do que seria aquele uivo. Ela então se lembrava das historias de grandes monstros amaldiçoados por bruxas, esposas do Diabo, que viraravam monstros servos do mal, meio homens, meio lobos, nunca havia topado com um desses monstros, nem como viva nem como morta e queria continuar não topando.

    - Rápido Milorde, devem ser os homens lobo, temos que nos apressar a encontrar um lugar seguro e que não seja santo, ou não poderá se refugiar também!

    Ela tentava apertar o passo apressando a Nichollo e quando se aproximavam a rota da Cabana, Luna parou Machiavelli e começou a farejar no ar.

    - Sente isso, Milorde? É sangue...

    Luna sentia-se atiçada, havia sangue de vivo e sangue de sua espécie maldita no ar, o que aquilo queria dizer? Ouviram um uivo de lobo, será que...

    - Acho que não é seguro ir para aquela cabana Milorde, o cheiro de sangue é de vivos e de nossa espécie, ouvimos o uivo de lobos estranhos. Acho melhor revermos sua situação, Milorde, para que aurora não o pegue. Se o senhor permitir, posso enterrá-lo fundo o suficiente para que o sol não o veja.

    Luna sabia que Machiavelli poderia achar aquela ideia absurda, mas o estava alertando com base em sua experiência na região, não iria impedi-lo de seguir para o perigo caso ele desejasse, mas ela certamente não o seguiria até lá, por mais que o cheiro do sangue fizesse Luna querer chegar na cabana, pois é cheiro de comida quando se está faminto, seu instinto de sobrevivencia dizia que era arriscar demais e como os animais, deveria se afastar ao sinal de um perigo desconhecido. Logo então, Luna erguia sua atenção mais uma vez, algo estava se aproximando, podia ouvir, farejar, sentir, ela imediatamente dizia:

    - Milorde, tem algo-

    Sua fala foi interrompida quando algo chegara por trás, ela imediatamente olhava e arregalava os olhos vermelhos e bestiais em um sinal de espanto ao ver o outro de sua espécie possuído pelas entidades do inferno, Luna se virava recuando dois passos, até notar que ele não parecia hostil.

    - Ainda está resistindo?

    Ela perguntava mais a si mesma do que para um dos dois, aquele vampiro estava resistindo ao Diabo dominar seu corpo por completo, embora ainda fosse claro que eles ainda estavam com ele, mas até quando ele resistiria? Felizmente estavam em maior número, apesar de que não sabia se homens comuns podiam lutar contra as forças do mal sem a ajuda de um Santo, mas se tivessem um Santo ali, eles a atacariam também.

    Machiavelli escreveu: - Milady, detesto afirmar o óbvio, mas esse sítio não e seguro.

    - Sim, Milorde, por isso acredito que... Devemos rever nossa opção.

    Dizia ela relutante, na frente do vampiro possuído pelo diabo.

    Machiavelli escreveu:- Meus servidores podem nos levar para distante daqui em pouco tempo. Permita-me oferecer auxílio. Creio que devemos permanecer juntos e distantes daqui já que o astro rei não tarda a chegar. Meu bom homem agradeço a coragem instilada nos corações de sua companhia. Necessitamos seguir viagem o quanto antes. Existe espaço, além de mim para minha companheira, caso ela deseje seguir. Aumentarei o soldo que havíamos ajustado.

    Luna respondia, ainda relutante com a criatura à sua frente, ela não desprendia os olhos de fera dele.

    - Peço perdões, mas eu não irei com o senhor, estarei mais segura na mata, mas se o senhor já se encontra em segurança, o deixarei aqui com sua guarda.

    Dizia Luna se afastando relutante, tomando conta de todas as suas direções, agora que o deixara, iria apenas procurar qualquer lugar para que pudesse entrar e sair do solo sem que alguém visse o processo. A criatura ainda não dizia nada e Machiavelli falava com o Miliciano apenas vetando o caminho da criatura.
    Claude Speedy
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    Re: Capítulo 1: O Motim...

    Mensagem por Claude Speedy em Sex Mar 15, 2019 10:59 am

    Em meio à tanta escuridão e forças malignas, eu ainda via esperança:

    - Ainda não entendeu seu papel nesse mundo, feiticeira? Tentas destruir os escolhidos do Deus Vivo com toda sorte de pactos com os amaldiçoados, mas por sua tolice ignora a vontade de Cristo em nos protejer. Gaba-se de prever que Kraven iria negar ser seu marionete, mas é tola de ainda tentar usar as forças das trevas contra a verdade do céu.


    Com isso começo a rezar uma Ave Maria, erguendo minha cruz acima da cabeça. Enquanto caminho ficando ao lado do bárbaro...
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    Re: Capítulo 1: O Motim...

    Mensagem por Freak(out) em Dom Mar 17, 2019 5:48 pm



    Aqueles seres repugnantes avançaram contra a dupla. Eram muitos, mas o problema não era apenas a desvantagem numérica, e isso foi notado quando Kraven, o Bárbaro,instintivamente passou sua lâmina no ar, como uma reação natural, a fim de cortar o primeiro que havia se aproximado demais dele. Foi como se ele tivesse cortado o ar. Sua lâmina passou pelo morto que caminhava, mas nada fez, como se estivesse cortando uma miragem. A criatura, por sua vez, agarrou o pulso de Kraven. Seus dedos passaram a armadura, como se não estivesse lá, e o guerreiro sentiu o toque daquela coisa em sua carne. Queimou… Queimou tanto quanto o sol, mas como um sol feito de gelo. Inevitavelmente ele gritou e recuou. Ao olhar o pulso, notou que uma mancha negra havia se formado onde o ser o tocara. Tinha o tamanho de um punho fechado e era praticamente uma necrose. A pele estava seca e fissurada, cascuda como lenha parcialmente queimada. Entre os cortes, era possível ver ossos e tendões. A dor era tão forte que ele sequer teve força no punho para continuar segurando sua lâmina. Esta caiu e, conforme ele recuou, ela foi “engolida” pela massa de mortos que avançavam. Contudo não foi somente Kraven que teve problemas.

    Camilo rezava, focado em repelir as criaturas. De fato elas estavam tendo grande dificuldade em alcançá-lo. Todas que se aproximavam acabam por explodir silenciosamente em uma espécie de borrão preto disforme, que desaparecia. Contudo o número daqueles monstros era avassalador e o esforço da oração exigiu demais do Lasombra. Foi quando finalmente, em um segundo de vacilo, uma delas o tocou no rosto. Ele gritou de forma terrível. Sua testa e parte de sua face esquerda adquiriram uma mancha negra terrível, com as mesmas características da mancha que se formara no pulso de Kraven. A dor lancinante impediu que a concentração na reza fosse retomada e agora, enquanto ambos gritavam de dor e ódio, um semicírculo daquelas coisas se formava ao redor deles, prontos para encurralar a dupla totalmente.

    OFF: No próximo turno o círculo se fechará totalmente e vocês estarão completamente cercados se não fizerem nada.

    * * *

    Machiavelli havia finalmente revelado o seu trunfo. Oito guerreiros, oito mercenários a cavalo. Contudo nem eles foram capazes de dar paz ao espírito inquieto da inexperiente Luna. Haviam muitos perigos no ar… Uivos, cheiro de sangue e… Beaumont! O malkaviano retorna como de um transe e, embora com feições alteradas, parecia ser ele mesmo novamente, o que deixava Luna em dúvida por um momento, enquanto o analisava.

    – Refúgio… – dizia Beaumont, para Machiavelli e Luna, agora cercado pelos guardas. – Há um refúgio aqui! Ele disse que devemos descansar. Ele disse que precisamos tomar a relíquia antes que outros a tomem, para então sermos mais fortes que nosso inimigo! Mas agora… descansar, comer… Descansar, comer…

    Beaumont se vira e, apertando o passo, toma o rumo da cabana, onde o cheiro de sangue é mais forte. Machiavelli não sabe dizer se algo errado acontece, ou se aquilo é só mais uma noite comum para aquele clã, tão peculiar. De qualquer forma, Luna tomou sua decisão. Tendo em vista que Machiavelli agora estava com seus guardas – o que poderia não ser bom para ela, já que ela ainda não sabe se pode ou não confiar nele –, ela decide que não o acompanhará, tampouco acha sensato ir até a cabana, preferindo procurar refúgio por conta própria.

    Naquele momento um arrepio violento percorreu a espinha de Luna. Ela conhecia essa sensação. Era a sensação de aviso. De alguma forma ou de outra, fosse pela simpatia dos espíritos ou por um bom senso aprimorado, ela sabia que a encrenca estava prestes a acontecer. Algo estava muito perto agora. Algo muito perigoso…

    Antes que ela pudesse dizer algo, uma árvore não muito longe caiu violentamente no meio de outras, como se algo muito forte a derrubasse ou a arrancasse com um único golpe. Isso perturbou demais os cavalos e a maioria empinou, correu e saiu dando coices. Estavam alucinados derrubando seus donos no chão e levando outros para longe de forma descontrolada. Tanto Luna quando Machiavelli sabiam que uma simples árvore caindo não é o bastante para causar tamanho pânico em cavalos – ainda mais cavalos treinados para combate.

    * * *

    Beaumont havia chegado na região da cabana. Era mais desmatado e tinha sinais de trilha atrás e à direita. Também à direita havia um poço e um estábulo e à esquerda um esterqueiro. O telhado de madeira criava uma pequena proteção na soleira da porta. A curva nas bordas não era o bastante para cobrir alguém da chuva totalmente, mas evitava que a água escorresse pela madeira da porta, o que possibilitou ao malkaviano ver um símbolo pintado – com sangue seco – nela.


    Beaumont também notou que o estábulo, apesar de grande, tinha apenas dois cavalos naquele momento, portanto serviria de abrigo de forma alternativa a casa. O poço, se não estivesse cheio, também poderia fornecer abrigo subterrâneo ao malkaviano.

    RESUMO DE BEAUMONT:
    Reserva de Sangue: 05
    Força de Vontade: 04/07
    Vitalidade: Ok.

    Força +4
    Destreza +4
    Vigor +4

    RESUMO DE CAMILO:
    Reserva de Sangue: 07
    Força de Vontade: 03/04
    Vitalidade: Ferido (Agravado): -1

    RESUMO DE KRAVEN:
    Reserva de Sangue: 17
    Força de Vontade: 07/08
    Vitalidade: Machucado (Agravado): -1

    Testemunha das Trevas (Metarmofose 1) Ativada.

    RESUMO DE LUNA:
    Reserva de Sangue: 06
    Força de Vontade: 07/07
    Vitalidade: Ok.
    Garras da Besta Ativada (Metarmofose 2)
    Testemunha das Trevas (Metarmofose 1) Ativada.

    RESUMO DE MACHIAVELLI:
    Reserva de Sangue: 04
    Força de Vontade: 03/03
    Vitalidade: Ok.
    Beaumont
    Mutante
    Beaumont
    Mutante

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    Re: Capítulo 1: O Motim...

    Mensagem por Beaumont em Qui Mar 21, 2019 10:25 am

    Eu não tinha muito tempo para pensar ou avaliar a situação. O dia logo iria amanhecer, não me importava se eu tivesse que estar sob a coerção de uma entidade mais forte. Eu precisava viver aquela noite para lutar na noite seguinte. Talvez eu nem estivesse pensando como eu mesmo. Em dados momentos minha mente se apagava exatamente como the Lady afirmava que eu fazia. Isso não poderia estar acontecendo agora...Preciso de sangue...Preciso de um lugar para repousar minha pele maldita. 

    Eu avancei pelo caminho formado pela estrela Rubra, avisei Machiavelli que parecia estar com reforços, o vampiro precisava de um refugio para o dia tanto quanto eu. Então ele deveria me seguir, se quisesse. Eu segui em direção até chegar em um terreno menos arborizado. Percebi um poço e um celeiro, ambos seriam duvidosos de se passar o dia e correr o risco de ser alvejado pelo sol ou por algum mortal. Olhei para trás para ver se avistava se Machiavelli e seus possíveis homens estavam me seguindo. Então resolvi averiguar a casa pelas bordas. Fazendo silencio, olhando as janelas. A espreita do poder da Ofuscação. (Ofuscação 2) 
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    Re: Capítulo 1: O Motim...

    Mensagem por Claude Speedy Ontem à(s) 1:47 am

    Não há escolha... Eles são sombras.

    Serão parte das sombras....



    Elas se tornem então partes de suas vistas! Estendo uma imensa mortalha que se inicia como uma onda de morcegos de sombra a partir de mim que se fundem e escuridão absoluta.

    Crio uma massa escura e viscosa efetivamente extinguindo todas as fontes de luz que seus olhos profanos possam ver... Fazendo com que uma Mortalha das Trevas enfraqueça nossos inimigos, enfraquecendo sua resistência.
    Enquanto isso falo aos ouvidos de Kraven.

    -Pagão! Nos tire daqui voando, agora!
    John Milton
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    Re: Capítulo 1: O Motim...

    Mensagem por John Milton Ontem à(s) 11:39 am

    Enterrar-se na terra... Aquilo seria um último recurso.

    Machavelli apesar de não confiar no companheiro de viagens, percebia que, se corresse a esmo pela mata cerrada, sem nenhum conhecimento prático e, ainda com homens em sua escolta, se tornaria um alvo por deveras fácil.

    Ele acompanha o Malchaviano se distanciando e se vira para Luna

    – Milady, creio que seja mais seguro se nos refugiássemos na cabana. Tenho certeza que suas habilidades assegurariam sua sobrevivência. Mas creio que, com tal monstro a solta, todos nos podemos ser alvo.

    Ele aponta para a cavalaria que ali estava e continha

    –Permitamo-nos reunir esforços. Colocarei minha guarda pessoal a frente, para que possamos ter mais segurança

    Ele se vira para o líder

    – Senhor guie sua guilda ate a cabana, farei frente a seus custos no momento adequado
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    Re: Capítulo 1: O Motim...

    Mensagem por Black Thief Hoje à(s) 11:55 am



    Trilha Sonora:


    Assustada e em dúvida do que fazer, Luna amaldiçoava-se em silencio por não ter ficado longe dos problemas que sua espécie trouxe à ela, mas agora já era tarde, estava envolvida até o pescoço naquilo e talvez sua melhor chance de sobreviver seja ficando em bando, como os lobos o fazem, eles são mais fortes e melhores caçadores juntos, e sendo os dois lordes mais experientes, deveriam eles ter conhecimento e práticas importantes para sobrevivência. Luna via vantagem em continuar em sua companhia, apesar de um dos lordes estar sendo possuído pelo diabo, mas ele era forte e conseguia ainda ser a si mesmo, talvez, se ele sobrevivesse à possessão poderia até mostrar à ela como fazer.


    @Beaumont escreveu:- Refúgio… Há um refúgio aqui! Ele disse que devemos descansar. Ele disse que precisamos tomar a relíquia antes que outros a tomem, para então sermos mais fortes que nosso inimigo! Mas agora… descansar, comer… Descansar, comer…


    Luna não fazia ideia do que o lorde possuído estava falando, mas era claro que o diabo falava com ele, estaria sendo guiado para uma armadilha? Luna não sabia, mas o perigo maior vinha das árvores sendo derrubadas uma a uma, um monstro muito maior e perigoso vinha o encalço, seus instintos de caçadora diziam que aquele sim era o perigo maior e devia ser ele o evitado a todo custo. Agora, porque não ir para debaixo da terra? A terra cobre o cheiro, tanto que uma das táticas que usava com seu pai para caçar animais com faro aguçado e evitar lobos era banhar-se na terra e na lama. Era isso!!! Seria ótimo se pudessem se sujar na terra para evitarem serem rastreador por faro, mas agora não tinham tempo de ficar passando terra no corpo, mas deviam fazer isso tão logo achassem um local escondido, quem sabe se conseguisse ajudar esses lordes, teria mais segurança, mais instrução da sua condição e um bando para que não tenha mais que fugir dos outros de sua espécie.

    O lorde possuído já corria para a direção da cabana, o sangue e os rastros indicavam que se houvessem pessoas na cabana, estariam mortas ou teriam fugido seja lá do que os atacou, talvez o grande lobo amaldiçoado, poderia ajudar se o lobo houvesse caçado por lá, sabia que limpou a área e não teria o porque voltar lá novamente, poderia sim ser seguro, e se o sangue de vítimas ainda estivesse fresco, poderia tomar. As presas de Luna saltaram de sua boca com a ideia de beber sangue, olhou para um dos milicianos, eles estavam mais perto, mas não, tinha de se conter, eles eram uma proteção ótima contra o monstro que vinha com tantas ameaças. Os cavalos estavam inquietos, os animais tem um senso de perigo aprimorado, como Luna também o tinha agora, eles perceberam também que não tinham chance se estivessem aqui.


    Machiavelli escreveu:– Milady, creio que seja mais seguro se nos refugiássemos na cabana. Tenho certeza que suas habilidades assegurariam sua sobrevivência. Mas creio que, com tal monstro a solta, todos nos podemos ser alvo. –Permitamo-nos reunir esforços. Colocarei minha guarda pessoal a frente, para que possamos ter mais segurança. – Senhor guie sua guilda ate a cabana, farei frente a seus custos no momento adequado


    Luna toca no braço de Lorde Machiavelli e o olha profundamente nos olhos, Machievelli poderia ver olhos vermelhos, demoníacos, bestiais o fitando e uma vampira nova gesticulando o sinal de silêncio com uma garra tão cumprida e afiada no indicador que poderia cortar melhor que uma faca. Era muita ousadia fazer tal coisa a um lord, mas todos queriam sobreviver ali e Luna não conseguia mais ver os deveres sociais como uma prioridade. Luna então virava-se e corria para a cabana, queria que os outros o fizesse também. Ela corria em direção à mesma, preparada para recolher suas garras se necessário e ver os vivos por ali, mas ela chegava na região da cabana e o local estava abandonado, ao chegar procurava pelo lorde possuído. Vendo ele ou não, Luna imediatamente olhava para o esterqueiro e abria um largo sorriso, ela imediatamente corria para ele e mergulhava no mesmo para ficar bem abaixo de todo o esterco. Felizmente Luna já estava morta, não contrairia doenças, ou era assim que pensava, não precisava respirar então o cheiro terrível não era um problema, não para ela pelo menos, mas seria para um grande lobo que tivesse o faro tão sensível, assim ela ficaria submersa, não seria vista, não seria farejada e dificilmente alguém iria querer se dar ao trabalho de procurá-la por lá, também ia aproveitar pra sentir se o fundo do esterqueiro era de terra, assim já tinha ainda como unir o útil ao agradável se fundindo com a terra do fundo ao final da noite. Luna tinha visto o simbolo pintado com sangue antes de mergulhar no esterqueiro, o estranhou pois nunca tinha visto aquele simbolo antes, mas deu pouca importância no final, sua sobrevivência era prioridade.

    OFF: Caso o esterqueiro não cubra Luna o suficiente, a Gangrel vai cavar um buraco com suas garras até conseguir ficar submersa o suficiente.
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    Re: Capítulo 1: O Motim...

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      Data/hora atual: Sab Mar 23, 2019 6:11 pm