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    Capítulo 1: O Motim...

    John Milton
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    Capítulo 1: O Motim... - Página 3 Empty Re: Capítulo 1: O Motim...

    Mensagem por John Milton em Qui Mar 14, 2019 1:02 am

    A cena que se descortinava diante de si parecia cada vez mais saída dos Círculos Infernais que ouvira alguns teóricos italianos processarem, ainda mais agora que Beaumont havia regressado.

    Machivelli não foge, mas se distancia do Malkaviano, sem lhe tirar os olhos.

    A um sinal seu a horda havia saido das sombras se apresentando aos pares, como legionários treinados que eram.

    A decisão de convocar os servidores que havia trazido consigo parecia mais que providencial enquanto Machiavelli se aproximava da área da cabana, ele pensava.

    Ele aguarda os milicianos se agruparem ao seu redor, protegendo o de Beaumont, e se vira para Luna

    - Milady, detesto afirmar o óbvio, mas esse sítio não e seguro.

    Ele aponta para seus homens e continua

    - Meus servidores podem nos levar para distante daqui em pouco tempo. Permita-me oferecer auxílio. Creio que devemos permanecer juntos e distantes daqui já que o astro rei não tarda a chegar.

    Ele faz sinal para o líder da milícia se aproxime.

    - Meu bom homem agradeço a coragem instilada nos corações de sua companhia. Necessitamos seguir viagem o quanto antes. Existe espaço, além de mim para minha companheira, caso ela deseje seguir. Aumentarei o soldo que havíamos ajustado.



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    Capítulo 1: O Motim... - Página 3 Empty Re: Capítulo 1: O Motim...

    Mensagem por Black Thief em Sex Mar 15, 2019 8:13 am

    Lord Machiavelli chamava a guarda Milicia, ela logo se afastou alguns passos de Machiavelli, uma ação involuntária de guarda se fez na Vampira, primeiramente ficou desconfiada se aquilo era uma armadilha para pegá-la, mas foi um sentimento de paranoia que se fez com os guardas mostrando uma postura não hostil. Após isso, Luna relaxou um pouco, mas não o suficiente para baixar sua atenção e sua guarda e então perguntou:

    - Milorde, é seguro deixar estes homens verem o que somos?

    Após a resposta de Machiavelli vampira caminhava sempre com seu capuz sobre a cabeça, olhando os arredores com suas garras em posição de guarda para eventuais perigos, com seus sentidos aguçados bem a postos mesmo diante da tempestade que caía ao mundo plano. É então que com sua audição aguçada, a vampira escutava um uivo, ela erguia sua atenção quase como um cão farejador, olhava na direção do uivo e com seu olhar aguçado, junto com a adaptação dos seus novos olhos ao escuro, ela tentava ver sinais do que seria aquele uivo. Ela então se lembrava das historias de grandes monstros amaldiçoados por bruxas, esposas do Diabo, que viraravam monstros servos do mal, meio homens, meio lobos, nunca havia topado com um desses monstros, nem como viva nem como morta e queria continuar não topando.

    - Rápido Milorde, devem ser os homens lobo, temos que nos apressar a encontrar um lugar seguro e que não seja santo, ou não poderá se refugiar também!

    Ela tentava apertar o passo apressando a Nichollo e quando se aproximavam a rota da Cabana, Luna parou Machiavelli e começou a farejar no ar.

    - Sente isso, Milorde? É sangue...

    Luna sentia-se atiçada, havia sangue de vivo e sangue de sua espécie maldita no ar, o que aquilo queria dizer? Ouviram um uivo de lobo, será que...

    - Acho que não é seguro ir para aquela cabana Milorde, o cheiro de sangue é de vivos e de nossa espécie, ouvimos o uivo de lobos estranhos. Acho melhor revermos sua situação, Milorde, para que aurora não o pegue. Se o senhor permitir, posso enterrá-lo fundo o suficiente para que o sol não o veja.

    Luna sabia que Machiavelli poderia achar aquela ideia absurda, mas o estava alertando com base em sua experiência na região, não iria impedi-lo de seguir para o perigo caso ele desejasse, mas ela certamente não o seguiria até lá, por mais que o cheiro do sangue fizesse Luna querer chegar na cabana, pois é cheiro de comida quando se está faminto, seu instinto de sobrevivencia dizia que era arriscar demais e como os animais, deveria se afastar ao sinal de um perigo desconhecido. Logo então, Luna erguia sua atenção mais uma vez, algo estava se aproximando, podia ouvir, farejar, sentir, ela imediatamente dizia:

    - Milorde, tem algo-

    Sua fala foi interrompida quando algo chegara por trás, ela imediatamente olhava e arregalava os olhos vermelhos e bestiais em um sinal de espanto ao ver o outro de sua espécie possuído pelas entidades do inferno, Luna se virava recuando dois passos, até notar que ele não parecia hostil.

    - Ainda está resistindo?

    Ela perguntava mais a si mesma do que para um dos dois, aquele vampiro estava resistindo ao Diabo dominar seu corpo por completo, embora ainda fosse claro que eles ainda estavam com ele, mas até quando ele resistiria? Felizmente estavam em maior número, apesar de que não sabia se homens comuns podiam lutar contra as forças do mal sem a ajuda de um Santo, mas se tivessem um Santo ali, eles a atacariam também.

    Machiavelli escreveu: - Milady, detesto afirmar o óbvio, mas esse sítio não e seguro.

    - Sim, Milorde, por isso acredito que... Devemos rever nossa opção.

    Dizia ela relutante, na frente do vampiro possuído pelo diabo.

    Machiavelli escreveu:- Meus servidores podem nos levar para distante daqui em pouco tempo. Permita-me oferecer auxílio. Creio que devemos permanecer juntos e distantes daqui já que o astro rei não tarda a chegar. Meu bom homem agradeço a coragem instilada nos corações de sua companhia. Necessitamos seguir viagem o quanto antes. Existe espaço, além de mim para minha companheira, caso ela deseje seguir. Aumentarei o soldo que havíamos ajustado.

    Luna respondia, ainda relutante com a criatura à sua frente, ela não desprendia os olhos de fera dele.

    - Peço perdões, mas eu não irei com o senhor, estarei mais segura na mata, mas se o senhor já se encontra em segurança, o deixarei aqui com sua guarda.

    Dizia Luna se afastando relutante, tomando conta de todas as suas direções, agora que o deixara, iria apenas procurar qualquer lugar para que pudesse entrar e sair do solo sem que alguém visse o processo. A criatura ainda não dizia nada e Machiavelli falava com o Miliciano apenas vetando o caminho da criatura.
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    Capítulo 1: O Motim... - Página 3 Empty Re: Capítulo 1: O Motim...

    Mensagem por Claude Speedy em Sex Mar 15, 2019 10:59 am

    Em meio à tanta escuridão e forças malignas, eu ainda via esperança:

    - Ainda não entendeu seu papel nesse mundo, feiticeira? Tentas destruir os escolhidos do Deus Vivo com toda sorte de pactos com os amaldiçoados, mas por sua tolice ignora a vontade de Cristo em nos protejer. Gaba-se de prever que Kraven iria negar ser seu marionete, mas é tola de ainda tentar usar as forças das trevas contra a verdade do céu.


    Com isso começo a rezar uma Ave Maria, erguendo minha cruz acima da cabeça. Enquanto caminho ficando ao lado do bárbaro...
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    Capítulo 1: O Motim... - Página 3 Empty Re: Capítulo 1: O Motim...

    Mensagem por Freak(out) em Dom Mar 17, 2019 5:48 pm



    Aqueles seres repugnantes avançaram contra a dupla. Eram muitos, mas o problema não era apenas a desvantagem numérica, e isso foi notado quando Kraven, o Bárbaro,instintivamente passou sua lâmina no ar, como uma reação natural, a fim de cortar o primeiro que havia se aproximado demais dele. Foi como se ele tivesse cortado o ar. Sua lâmina passou pelo morto que caminhava, mas nada fez, como se estivesse cortando uma miragem. A criatura, por sua vez, agarrou o pulso de Kraven. Seus dedos passaram a armadura, como se não estivesse lá, e o guerreiro sentiu o toque daquela coisa em sua carne. Queimou… Queimou tanto quanto o sol, mas como um sol feito de gelo. Inevitavelmente ele gritou e recuou. Ao olhar o pulso, notou que uma mancha negra havia se formado onde o ser o tocara. Tinha o tamanho de um punho fechado e era praticamente uma necrose. A pele estava seca e fissurada, cascuda como lenha parcialmente queimada. Entre os cortes, era possível ver ossos e tendões. A dor era tão forte que ele sequer teve força no punho para continuar segurando sua lâmina. Esta caiu e, conforme ele recuou, ela foi “engolida” pela massa de mortos que avançavam. Contudo não foi somente Kraven que teve problemas.

    Camilo rezava, focado em repelir as criaturas. De fato elas estavam tendo grande dificuldade em alcançá-lo. Todas que se aproximavam acabam por explodir silenciosamente em uma espécie de borrão preto disforme, que desaparecia. Contudo o número daqueles monstros era avassalador e o esforço da oração exigiu demais do Lasombra. Foi quando finalmente, em um segundo de vacilo, uma delas o tocou no rosto. Ele gritou de forma terrível. Sua testa e parte de sua face esquerda adquiriram uma mancha negra terrível, com as mesmas características da mancha que se formara no pulso de Kraven. A dor lancinante impediu que a concentração na reza fosse retomada e agora, enquanto ambos gritavam de dor e ódio, um semicírculo daquelas coisas se formava ao redor deles, prontos para encurralar a dupla totalmente.

    OFF: No próximo turno o círculo se fechará totalmente e vocês estarão completamente cercados se não fizerem nada.

    * * *

    Machiavelli havia finalmente revelado o seu trunfo. Oito guerreiros, oito mercenários a cavalo. Contudo nem eles foram capazes de dar paz ao espírito inquieto da inexperiente Luna. Haviam muitos perigos no ar… Uivos, cheiro de sangue e… Beaumont! O malkaviano retorna como de um transe e, embora com feições alteradas, parecia ser ele mesmo novamente, o que deixava Luna em dúvida por um momento, enquanto o analisava.

    – Refúgio… – dizia Beaumont, para Machiavelli e Luna, agora cercado pelos guardas. – Há um refúgio aqui! Ele disse que devemos descansar. Ele disse que precisamos tomar a relíquia antes que outros a tomem, para então sermos mais fortes que nosso inimigo! Mas agora… descansar, comer… Descansar, comer…

    Beaumont se vira e, apertando o passo, toma o rumo da cabana, onde o cheiro de sangue é mais forte. Machiavelli não sabe dizer se algo errado acontece, ou se aquilo é só mais uma noite comum para aquele clã, tão peculiar. De qualquer forma, Luna tomou sua decisão. Tendo em vista que Machiavelli agora estava com seus guardas – o que poderia não ser bom para ela, já que ela ainda não sabe se pode ou não confiar nele –, ela decide que não o acompanhará, tampouco acha sensato ir até a cabana, preferindo procurar refúgio por conta própria.

    Naquele momento um arrepio violento percorreu a espinha de Luna. Ela conhecia essa sensação. Era a sensação de aviso. De alguma forma ou de outra, fosse pela simpatia dos espíritos ou por um bom senso aprimorado, ela sabia que a encrenca estava prestes a acontecer. Algo estava muito perto agora. Algo muito perigoso…

    Antes que ela pudesse dizer algo, uma árvore não muito longe caiu violentamente no meio de outras, como se algo muito forte a derrubasse ou a arrancasse com um único golpe. Isso perturbou demais os cavalos e a maioria empinou, correu e saiu dando coices. Estavam alucinados derrubando seus donos no chão e levando outros para longe de forma descontrolada. Tanto Luna quando Machiavelli sabiam que uma simples árvore caindo não é o bastante para causar tamanho pânico em cavalos – ainda mais cavalos treinados para combate.

    * * *

    Beaumont havia chegado na região da cabana. Era mais desmatado e tinha sinais de trilha atrás e à direita. Também à direita havia um poço e um estábulo e à esquerda um esterqueiro. O telhado de madeira criava uma pequena proteção na soleira da porta. A curva nas bordas não era o bastante para cobrir alguém da chuva totalmente, mas evitava que a água escorresse pela madeira da porta, o que possibilitou ao malkaviano ver um símbolo pintado – com sangue seco – nela.

    Capítulo 1: O Motim... - Página 3 1877733-PDDNMAJL-6

    Beaumont também notou que o estábulo, apesar de grande, tinha apenas dois cavalos naquele momento, portanto serviria de abrigo de forma alternativa a casa. O poço, se não estivesse cheio, também poderia fornecer abrigo subterrâneo ao malkaviano.

    RESUMO DE BEAUMONT:
    Reserva de Sangue: 05
    Força de Vontade: 04/07
    Vitalidade: Ok.

    Força +4
    Destreza +4
    Vigor +4

    RESUMO DE CAMILO:
    Reserva de Sangue: 07
    Força de Vontade: 03/04
    Vitalidade: Ferido (Agravado): -1

    RESUMO DE KRAVEN:
    Reserva de Sangue: 17
    Força de Vontade: 07/08
    Vitalidade: Machucado (Agravado): -1

    Testemunha das Trevas (Metarmofose 1) Ativada.

    RESUMO DE LUNA:
    Reserva de Sangue: 06
    Força de Vontade: 07/07
    Vitalidade: Ok.
    Garras da Besta Ativada (Metarmofose 2)
    Testemunha das Trevas (Metarmofose 1) Ativada.

    RESUMO DE MACHIAVELLI:
    Reserva de Sangue: 04
    Força de Vontade: 03/03
    Vitalidade: Ok.
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    Beaumont
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    Capítulo 1: O Motim... - Página 3 Empty Re: Capítulo 1: O Motim...

    Mensagem por Beaumont em Qui Mar 21, 2019 10:25 am

    Eu não tinha muito tempo para pensar ou avaliar a situação. O dia logo iria amanhecer, não me importava se eu tivesse que estar sob a coerção de uma entidade mais forte. Eu precisava viver aquela noite para lutar na noite seguinte. Talvez eu nem estivesse pensando como eu mesmo. Em dados momentos minha mente se apagava exatamente como the Lady afirmava que eu fazia. Isso não poderia estar acontecendo agora...Preciso de sangue...Preciso de um lugar para repousar minha pele maldita. 

    Eu avancei pelo caminho formado pela estrela Rubra, avisei Machiavelli que parecia estar com reforços, o vampiro precisava de um refugio para o dia tanto quanto eu. Então ele deveria me seguir, se quisesse. Eu segui em direção até chegar em um terreno menos arborizado. Percebi um poço e um celeiro, ambos seriam duvidosos de se passar o dia e correr o risco de ser alvejado pelo sol ou por algum mortal. Olhei para trás para ver se avistava se Machiavelli e seus possíveis homens estavam me seguindo. Então resolvi averiguar a casa pelas bordas. Fazendo silencio, olhando as janelas. A espreita do poder da Ofuscação. (Ofuscação 2) 
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    Capítulo 1: O Motim... - Página 3 Empty Re: Capítulo 1: O Motim...

    Mensagem por Claude Speedy em Sex Mar 22, 2019 1:47 am

    Não há escolha... Eles são sombras.

    Serão parte das sombras....

    Capítulo 1: O Motim... - Página 3 Dracula_bat_swarm_transform

    Elas se tornem então partes de suas vistas! Estendo uma imensa mortalha que se inicia como uma onda de morcegos de sombra a partir de mim que se fundem e escuridão absoluta.

    Crio uma massa escura e viscosa efetivamente extinguindo todas as fontes de luz que seus olhos profanos possam ver... Fazendo com que uma Mortalha das Trevas enfraqueça nossos inimigos, enfraquecendo sua resistência.
    Enquanto isso falo aos ouvidos de Kraven.

    -Pagão! Nos tire daqui voando, agora!
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    Capítulo 1: O Motim... - Página 3 Empty Re: Capítulo 1: O Motim...

    Mensagem por John Milton em Sex Mar 22, 2019 11:39 am

    Enterrar-se na terra... Aquilo seria um último recurso.

    Machavelli apesar de não confiar no companheiro de viagens, percebia que, se corresse a esmo pela mata cerrada, sem nenhum conhecimento prático e, ainda com homens em sua escolta, se tornaria um alvo por deveras fácil.

    Ele acompanha o Malchaviano se distanciando e se vira para Luna

    – Milady, creio que seja mais seguro se nos refugiássemos na cabana. Tenho certeza que suas habilidades assegurariam sua sobrevivência. Mas creio que, com tal monstro a solta, todos nos podemos ser alvo.

    Ele aponta para a cavalaria que ali estava e continha

    –Permitamo-nos reunir esforços. Colocarei minha guarda pessoal a frente, para que possamos ter mais segurança

    Ele se vira para o líder

    – Senhor guie sua guilda ate a cabana, farei frente a seus custos no momento adequado
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    Capítulo 1: O Motim... - Página 3 Empty Re: Capítulo 1: O Motim...

    Mensagem por Black Thief em Sab Mar 23, 2019 11:55 am

    Capítulo 1: O Motim... - Página 3 Images10

    Trilha Sonora:


    Assustada e em dúvida do que fazer, Luna amaldiçoava-se em silencio por não ter ficado longe dos problemas que sua espécie trouxe à ela, mas agora já era tarde, estava envolvida até o pescoço naquilo e talvez sua melhor chance de sobreviver seja ficando em bando, como os lobos o fazem, eles são mais fortes e melhores caçadores juntos, e sendo os dois lordes mais experientes, deveriam eles ter conhecimento e práticas importantes para sobrevivência. Luna via vantagem em continuar em sua companhia, apesar de um dos lordes estar sendo possuído pelo diabo, mas ele era forte e conseguia ainda ser a si mesmo, talvez, se ele sobrevivesse à possessão poderia até mostrar à ela como fazer.


    @Beaumont escreveu:- Refúgio… Há um refúgio aqui! Ele disse que devemos descansar. Ele disse que precisamos tomar a relíquia antes que outros a tomem, para então sermos mais fortes que nosso inimigo! Mas agora… descansar, comer… Descansar, comer…


    Luna não fazia ideia do que o lorde possuído estava falando, mas era claro que o diabo falava com ele, estaria sendo guiado para uma armadilha? Luna não sabia, mas o perigo maior vinha das árvores sendo derrubadas uma a uma, um monstro muito maior e perigoso vinha o encalço, seus instintos de caçadora diziam que aquele sim era o perigo maior e devia ser ele o evitado a todo custo. Agora, porque não ir para debaixo da terra? A terra cobre o cheiro, tanto que uma das táticas que usava com seu pai para caçar animais com faro aguçado e evitar lobos era banhar-se na terra e na lama. Era isso!!! Seria ótimo se pudessem se sujar na terra para evitarem serem rastreador por faro, mas agora não tinham tempo de ficar passando terra no corpo, mas deviam fazer isso tão logo achassem um local escondido, quem sabe se conseguisse ajudar esses lordes, teria mais segurança, mais instrução da sua condição e um bando para que não tenha mais que fugir dos outros de sua espécie.

    O lorde possuído já corria para a direção da cabana, o sangue e os rastros indicavam que se houvessem pessoas na cabana, estariam mortas ou teriam fugido seja lá do que os atacou, talvez o grande lobo amaldiçoado, poderia ajudar se o lobo houvesse caçado por lá, sabia que limpou a área e não teria o porque voltar lá novamente, poderia sim ser seguro, e se o sangue de vítimas ainda estivesse fresco, poderia tomar. As presas de Luna saltaram de sua boca com a ideia de beber sangue, olhou para um dos milicianos, eles estavam mais perto, mas não, tinha de se conter, eles eram uma proteção ótima contra o monstro que vinha com tantas ameaças. Os cavalos estavam inquietos, os animais tem um senso de perigo aprimorado, como Luna também o tinha agora, eles perceberam também que não tinham chance se estivessem aqui.


    Machiavelli escreveu:– Milady, creio que seja mais seguro se nos refugiássemos na cabana. Tenho certeza que suas habilidades assegurariam sua sobrevivência. Mas creio que, com tal monstro a solta, todos nos podemos ser alvo. –Permitamo-nos reunir esforços. Colocarei minha guarda pessoal a frente, para que possamos ter mais segurança. – Senhor guie sua guilda ate a cabana, farei frente a seus custos no momento adequado


    Luna toca no braço de Lorde Machiavelli e o olha profundamente nos olhos, Machievelli poderia ver olhos vermelhos, demoníacos, bestiais o fitando e uma vampira nova gesticulando o sinal de silêncio com uma garra tão cumprida e afiada no indicador que poderia cortar melhor que uma faca. Era muita ousadia fazer tal coisa a um lord, mas todos queriam sobreviver ali e Luna não conseguia mais ver os deveres sociais como uma prioridade. Luna então virava-se e corria para a cabana, queria que os outros o fizesse também. Ela corria em direção à mesma, preparada para recolher suas garras se necessário e ver os vivos por ali, mas ela chegava na região da cabana e o local estava abandonado, ao chegar procurava pelo lorde possuído. Vendo ele ou não, Luna imediatamente olhava para o esterqueiro e abria um largo sorriso, ela imediatamente corria para ele e mergulhava no mesmo para ficar bem abaixo de todo o esterco. Felizmente Luna já estava morta, não contrairia doenças, ou era assim que pensava, não precisava respirar então o cheiro terrível não era um problema, não para ela pelo menos, mas seria para um grande lobo que tivesse o faro tão sensível, assim ela ficaria submersa, não seria vista, não seria farejada e dificilmente alguém iria querer se dar ao trabalho de procurá-la por lá, também ia aproveitar pra sentir se o fundo do esterqueiro era de terra, assim já tinha ainda como unir o útil ao agradável se fundindo com a terra do fundo ao final da noite. Luna tinha visto o simbolo pintado com sangue antes de mergulhar no esterqueiro, o estranhou pois nunca tinha visto aquele simbolo antes, mas deu pouca importância no final, sua sobrevivência era prioridade.

    OFF: Caso o esterqueiro não cubra Luna o suficiente, a Gangrel vai cavar um buraco com suas garras até conseguir ficar submersa o suficiente.
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    Capítulo 1: O Motim... - Página 3 Empty Re: Capítulo 1: O Motim...

    Mensagem por Freak(out) em Dom Mar 24, 2019 4:08 pm

    Beaumont, Luna e Machiavelli

    Em um raro momento de foco absoluto, onde o malkaviano pôde subjugar a atividade física e mental extra que aqueles seres dentro dele causavam, ele invocou o seu dom vampírico de confundir os sentidos. Aproximando-se agora oculto da maioria dos perigos comuns aos homens, ele se esgueirou pelos arredores e bordas das janelas, tomando reconhecimento do lugar antes de avançar de fato para o interior daquela construção. A primeira coisa que reparou foi que, no poço coberto com uma pequena elevação de madeira com telhas de barro, havia sangue nas bordas do poço – sangue que a proteção das telhas não deixava a chuva lavar. Não era necessário usar auspícios. O odor de carniça que vinha de dentro do poço era tão forte que qualquer ordinário podia notar, até mesmo a certa distância.

    Ao se firmar em uma das bordas de uma grande janela na parte de trás da casa – a janela que tinha os vidros menos encardidos de terra –, Beaumont notou um local aconchegante. Havia uma lareira acessa, cadeiras, um tapete marrom de pele de urso e espadas cruzadas, ornamentando as paredes. Havia um alçapão de porta dupla que estava fechado com corrente e cadeado, o que indicava um porão e entradas para outros cômodos à esquerda e à direita da cabana. A parte agradável acabava por aí, pois havia também sangue no chão e um homem caído, com as costas apoiadas na parede à direita e uma mulher que balançava pelo pescoço em uma corda pendurada na viga mais grossa do suporte ao telhado. Parecia haver outros corpos nos demais cômodos, mas ele não podia ter certeza dali de onde estava.

    * * *

    – Vá! Nós o seguraremos! – disse o líder da milícia a Machiavelli, quando o rosnado de algo assustadoramente alto e bestial pôde ser ouvido perto demais deles. Conduzido por Luna, Machiavelli a segue em direção à cabana, seguindo os mesmos passos de Beaumont instantes atrás.

    Correndo pela mata com gritos de morte e terror ecoando distantes atrás deles, eles chegam no local. Era mais desmatado e tinha sinais de trilha atrás e à direita. Também à direita havia um poço coberto e um estábulo e à esquerda um esterqueiro. O telhado de madeira criava uma pequena proteção na soleira da porta. A curva nas bordas não era o bastante para cobrir alguém da chuva totalmente, mas evitava que a água escorresse pela madeira da porta, o que possibilitou a dupla ver um símbolo pintado – com sangue seco – nela. Havia também sangue no poço. Abaixo da pequena elevação de madeira com telhas de barro, havia sangue nas bordas do poço – sangue que a proteção das telhas não deixava a chuva lavar. Tanto Luna quanto Machiavelli sentiram um odor de carniça que vinha de dentro do poço e era tão forte que qualquer ordinário podia notar, até mesmo a certa distância.

    Luna não perdeu tempo. Sem se importar com o odor ou com o que o Lorde fosse pensar dela, mergulhou no esterco. O odor de merda iria camuflá-la e havia tanto dejeto que ela poderia ficar completamente submersa, se assim quisesse. Machiavelli estava tão indeciso sobre o que fazer que não se sabe se ele chegou a ver Luna mergulhar naquele local repugnante. As coisas pioraram ainda mais quando, das matas ao redor, alguém – ou alguma coisa – começou a arremessar violentamente pedaços dos milicianos contratados em direção à cabana. Pernas, braços, troncos, cabeças… Ironicamente foi a cabeça do chefe da guarda que parou exatamente aos pés de Machiavelli com o rosto para cima, encarando da morte seu antigo patrão com uma expressão retorcida de pavor sobre-humano, com olhos vidrados e a boca escancarada em uma fisionomia deformada, digna de um pesadelo memorável.

    * * *

    Enquanto espionava a casa e pensava em suas próximas ações, Beaumont percebeu a aproximação dos companheiros. Ele viu tudo. Viu a moça mergulhar sem preocupação ou pudor nas fezes, viu Machiavelli vacilar e o espetáculo de membros esquartejados “chover” sobre a fachada da cabana. Algo muito grande fez aquilo de propósito para amedrontá-los – algo muito grande que se aproximava, e tanto ele quanto Machiavelli estavam expostos. Por incrível que pareça, foi Machiavelli que conseguiu se manter frio com tudo isso. Beaumont se revelou, surtou e, acompanhado de uma Luna suja de merda dos pés a cabeça que a chuva agora lentamente lavava, se acoaram na porta da frente, emitindo sinais bizarros de animais em estado de pânico profundo, atraindo a atenção de qualquer coisa em um raio de dez metros.

    Off: Luna e Beaumont estão sofrendo de rötschreck. Machiavelli está bem, mas está exposto. Vocês têm um turno até que vocês estejam diante deles.

    RESUMO DE BEAUMONT:
    Reserva de Sangue: 05
    Força de Vontade: 04/07
    Vitalidade: Ok.

    Força +4
    Destreza +4
    Vigor +4

    RESUMO DE LUNA:
    Reserva de Sangue: 06
    Força de Vontade: 07/07
    Vitalidade: Ok.
    Garras da Besta Ativada (Metarmofose 2)
    Testemunha das Trevas (Metarmofose 1) Ativada.

    RESUMO DE MACHIAVELLI:
    Reserva de Sangue: 04
    Força de Vontade: 03/03
    Vitalidade: Ok.
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    Capítulo 1: O Motim... - Página 3 Empty Re: Capítulo 1: O Motim...

    Mensagem por mitzrael em Dom Mar 24, 2019 6:31 pm

    Capítulo 1: O Motim... - Página 3 E93a3066fe386702556a3fb9f5f69f98


    Kraden se mantem atendo ao combate , mas cada vez mas ele tem a certeza que aquele embate não tem futuro , ja que as criaturas
    sao imunes a ataques , fisicos .

    << Malditos como ousam lutar sem honra , usando de artimanhas de corvades para fugirem de cairem perante minha lamina . ? >> flando em sua lingua nativa .


    Kraden entao ver o poder de seu aliado se manisfestando , tomando tudo em sua volta em pura trevas , dificultando assim que seus inimigos os ataquem .

    Boa padreco vc leu minha mente .

    kraden guarda suas armas e retira armadura de seu peito . quando ouve o seu aliando falar .

    -Pagão! Nos tire daqui voando, agora!

    -Claro que sim Padreco segure meu peitoral da minha armadura HAAAAAAA

    kraden segura o Padreco pela cintura e assim abre suas longas asas de couro , e com algumas bater de asas aproveita a escuridão pra sair daquele lugar e ir pr aum mas seguro
    possivem .

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    Capítulo 1: O Motim... - Página 3 Empty Re: Capítulo 1: O Motim...

    Mensagem por Black Thief em Dom Mar 24, 2019 7:11 pm

    Capítulo 1: O Motim... - Página 3 Images10

    Trilha Sonora:


    Luna corria o mais rápido que podia, ouvindo cada passo pesado da enorme criatura, não podiam deixar que ela os alcançassem ou seria o fim deles da pior forma que podia imaginar. Luna sabia que estava morta, mas não sabia como ficaria se fosse rasgada em vários pedaços. Ela escutava e muito bem os gritos de dor e pavor dos milicianos de Lorde Machiavelli, eles morriam em pouco tempo, ouvia as garras do monstro partindo carne e ossos e aquilo só impulsionava a jovem vampira a seguir mais e mais rápido.

    Quando chegaram na cabana, Luna pôde sentir pelo faro que se havia humanos ali, foram todos massacrados por outra coisa, mas ela tinha pouco tempo para analisar a situação e por isso fez o que fez, se atirou para se esconder no local que julgara mais seguro para se esconder, se não no esterqueiro, debaixo do esterqueiro com a terra. Mergulhou no mesmo como qualquer mergulhador mergulharia com vontade em um rio, ela não se importava com o mal cheiro, nem nada demais, sempre foi uma plebeia suja sem nada de bom para que ninguém admirasse e agora isso vinha muito bem a calhar. Ela sentia os dejetos dos animais em sua pele e pouco se importava tamanho era o medo que aquela criatura que se aproximava lhe afligia. Luna começou a entrar em pânico dentro do esterqueiro, ela lembrava de seu pai, tentava focar em sua memória, tentava não tremer pra não fazer nenhuma movimentação mesmo dentro da densidade do lago de estrume, ela nunca tinha sentido tanto pavor em sua vida, derramava lágrimas de sangue dentro do esterqueiro, rezando por hábito para Deus que ele ainda tivesse piedade do que quer que tenha sobrado dela e que o monstro fosse embora, Luna nada podia fazer se não tocar no fundo do esterqueiro se sentisse de alguma forma que aquele monstro estivesse se aproximando demais de lá.

    OFF: considere que, se luna pressentir o monstro se aproximando dela no esterqueiro, ela vai tocar no chão e se fundir com a terra do fundo.
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    Capítulo 1: O Motim... - Página 3 Empty Re: Capítulo 1: O Motim...

    Mensagem por Freak(out) em Dom Mar 24, 2019 8:01 pm

    Camilo e Kraven

    Agindo rápido, o Lasombra criou uma penumbra maldita, absoluta e totalmente sobrenatural, que expandiu e tomou toda a área da batalha – e além dela – em uma espécie de casulo de trevas, conjurada diretamente do grande abismo. Ao mesmo tempo, Kraven expande suas asas assim que sente Camilo agarrar-se a ele e, fazendo uso de seus membros adicionais, levanta voo, abandonando o local do combate.

    Nas alturas era possível ter uma noção perfeita da densidade de toda aquela floresta, de toda aquela desolação hostil e selvagem. Quando tudo parecia normal novamente, Kraven sentiu um peso a mais. Algo forte que o puxava para baixo, provocando-lhe solavancos. Ele não conseguia ver o que era, mas Camilo sim...

    O Lasombra sentiu algo agarrar suas pernas e puxá-lo. Seus músculos e ossos distenderam-se quase que automaticamente e, quando ele olhou para baixo, ouvindo seu esqueleto estalar em vários lugares ao mesmo tempo, ele pôde ver que era apenas uma mão que segurava suas pernas por completo. Uma mão gigante de uma criatura ainda maior que voava abaixo deles, encarando-o. Era ele. Era o seu grande inimigo do inferno.

    – Não adianta o que você e seus amigos tentem. De um jeito ou de outro eu terei sua alma, pequeno servo da luz...

    A criatura deu um impulso com o braço e ambos foram arremessados e caíram como um meteoro. Por sorte não estavam altos o bastante para que a queda destruísse seus corpos, então assim que tocaram o chão, ficaram apenas atordoados e com algumas folhas e galhos na roupa e nos cabelos, pois acertaram – várias – árvores conforme caíram até o pouso na grama.

    * * *

    Como se a tensão atual não bastasse, Machiavelli viu, como que por mágica, dois homens que literalmente caíram do céu ali. O Ventrue logo viu que eram Camilo e Kraven, que também o identificou e viram Beaumont urrando e arranhando uma porta de cabana, como um animal ensandecido e acuado.  Camilo e Kraven, mesmo ainda tontos da queda, viram pedaços de homens jogados pelo lugar, um poço coberto e um estábulo à direita da cabana e um esterqueiro à esquerda. Como se tudo isso não bastasse, barulhos de urros e troncos estalando nas matas ao redor pareciam indicar coisas grandes – ao menos uma – se aproximando furiosamente.

    RESUMO DE CAMILO:
    Reserva de Sangue: 07
    Força de Vontade: 03/04
    Vitalidade: Ferido (Agravado): -1

    RESUMO DE KRAVEN:
    Reserva de Sangue: 17
    Força de Vontade: 07/08
    Vitalidade: Machucado (Agravado): -1
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    Capítulo 1: O Motim... - Página 3 Empty Re: Capítulo 1: O Motim...

    Mensagem por Beaumont em Ter Mar 26, 2019 9:24 am

    O local parecia habitado, minha mente se libertou viajando nas possibilidades. Apesar de todas as hipóteses que tive, eu poderia ter certeza que havia um monstro no interior daquela casa. Talvez disfarçado na pele de rebanho, talvez não. Eu estava confuso pelo desejo por sangue e meu próprio raciocínio me pedindo para não ir. Essa luta entre a besta e eu sempre existiu, essa voz infantil na minha mente é só mais uma personagem que eu faço questão de que puxe uma cadeira e faça companhia a nós. Enquanto eu avaliava a casa eis que o perigo se aproximou. Primeiro o uivo e depois os pedaços de gente sendo arremessados como se eu estivesse em um açougue. Seja lá o que for minha mente parou de funcionar corretamente, como reflexo da minha vida humana eu comecei a respirar fundo na tentativa fracassada de levar oxigênio ao cérebro e pensar. Como por mágica eu me teleportei para a frente da casa, não, não era magia, era minha mente tendo aqueles lapsos, eu precisava me acalmar, minhas presas se mostraram da mesma forma como meus olhos se arregalaram para ver o máximo possível, eu não conseguia pensar direito. O medo de possuía e eu pensava. "Preciso de ajuda, o que é isso ? Obra do mestre ? 

    Antes que a resposta viesse a tona eu tentei me controlar, percebi outra criatura ali comigo, seu corpo fedia como o inferno e minha face demonstrou a repulsa significante. eu apenas disse 

    Beaumont : - A cabana, precisamos nos esconder !! (Gasto 1 FDV se possível para controlar minhas ações por um turno) 

    Corro como que por instinto para a janela mais próxima e abro rapidamente, se estiver emperrada ou trancada eu quebro, o desespero fala mais alto. Assim que entrar penso outra vez em me esconder atrás ou de baixo de alguma coisa. Preciso ser rápido, ele...essa coisa não pode me ver... (Uso ofuscação 1 se encontrar um local escuro para me esconder. ) 
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    Capítulo 1: O Motim... - Página 3 Empty Re: Capítulo 1: O Motim...

    Mensagem por mitzrael em Qua Mar 27, 2019 9:53 pm

    Capítulo 1: O Motim... - Página 3 E93a3066fe386702556a3fb9f5f69f98

    O plano de kraven parecia ser muito bom , ele saia com velocidade do local junto de seu aliado
    mas algo não deixava ele vançar .

    _O que ta acontecendo padreco ? porque fico tao pesado ?


    Quando sente ser arremeçado pra longe , uma força escumunal que ele nunca tinha sentindo antes .

    _ quem ousa fazer kraven de mosca ? Vou estripa lo .

    Kraven fala se elvantando ainda zonzo e vendo que foi jogado pra perto de seus outros aliados
    e Que um estava frenetico arranhando uma porta .

    _O que ouve com ele ta tentando fugir que nem um gatinho medroso ?

    Kraven anda procurando seu peitoral e recolhendo suas grandes asas em seu corpo e colocando seu peitoral novamente .

    Cool Cool
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    Capítulo 1: O Motim... - Página 3 Empty Re: Capítulo 1: O Motim...

    Mensagem por John Milton em Qui Mar 28, 2019 11:04 pm

    Mil demônios, eu não devia sequer ter pensado em sair da Cidade, Machiavelli pensara em um rápido momento.

    Tudo havia sido perdido, inclusive todos os seus recursos, arrastando o Ventrue para o olho de um furacão.

    O Italiano estava ali num turbilhão de sangue, viceras e caos, sozinho, prestes a enfrentar uma fera descomunal.

    Apesar da chuva de corpos, talvez por fibra moral ou unicamente por completo desespero ele aguentara por mais um segundo a ponto de ver o endemoniado entrar em frenesi e seus últimos dois companheiros de viagem surgirem dos céus. Dentre eles aquele amálgama de músculos gangrel.

    Acima de todo o caos a mente rápida do Ventrue trabalhara, e sua voz melodiosa se levantou.

    - Rápido Kraven, forte guerreiro! Somente você pode fazer frente a Besta que se aproxima. Um troféu como esses honrará sua história!

    Torcendo que o ego do Gangrel fizesse seu trabalho, ele busca abrigo atrás da cabana, longe da fera que se assomava.
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    Capítulo 1: O Motim... - Página 3 Empty Re: Capítulo 1: O Motim...

    Mensagem por Freak(out) em Sex Mar 29, 2019 3:37 pm

    Tomado pelos desespero, Luna e Beaumont procuram esconderijos, cada um ao seu modo. Luna, tomada por um pânico terrível que ela ainda conseguiu controlar, fez uso de suas garras e afundou em um buraco no solo, misturando terra e esterco em uma camuflagem perfeita, na esperança de que os agressores não a detectassem no meio do caos que se desenrolava “lá fora”. Beaumont, por sua vez, usou sua super força para entrar pela janela, sem se importar com o que pudesse estar lá dentro. Procurando pelo local, ele repara que o local mais seguro seria o porão e embora estivesse trancado com um cadeado, isso não iria ser problema para sua força adicional. Contudo, em um ato de desespero, o malkaviano se limita por agora a adentrar em um cômodo escuro e usar sua ofuscação na penumbra, na esperança de esconder-se do perigo.

    O trio restante, por outro lado, está em apuros. Machiavelli, em seu desespero, tenta persuadir Kraven a enfrentar os algozes que se aproximam, e este, aparentando não dar ouvidos ao Ventrue, calmamente recolhe suas asas e insere novamente o seu peitoral, como se planejasse fazer isso desde o começo, independente das palavras de Machiavelli. Já Camilo, que ainda maldizia o Príncipe e sua corte de malditos, foi pego de surpreso quando o perigo das matas finalmente se mostrou diante deles.

    Três vultos negros saltaram na parte descampada, surgidos das árvores próximas – o que provocou uma espécie de baque surdo, como quando algo muito pesado cai bruscamente em um chão de terra. Eram negros como a própria noite e muito pouco de suas silhuetas podiam ser vistas com facilidade, no entanto o branco de seus dentes e garras e o amarelo flamejante de seus olhos eram facilmente perceptíveis e, somente por isso, já era possível notar a estatura deles – cada um passava dos três metros. O cheiro da chuva agora misturou-se com o odor fétido e quente de seus hálitos de morte e o som dos raios agora competia com uma sinfonia constante de rosnados bestiais.


    Capítulo 1: O Motim... - Página 3 Thumbn10

    Investindo contra Machiavelli com uma agilidade absurda, o primeiro monstro corta o ar com suas garras monstruosas. Pego de surpresa, Machiavelli está tão petrificado com o choque que mal consegue desviar. Por sorte, o primeiro golpe é mais como uma tapa, como se a criatura brincasse com ele, abrindo-lhe um talho sangrento no rosto.

    O segundo dos lupinos foi muito mais violento. O golpe arremessou Camilo contra a porta da cabana, derrubando-a. Uma dor muito forte percorreu as costelas do Lasombra. Estavam partidas. Além disso, ele sentiu um líquido escorrer. Sabia que não era sangue, pois era fria. Desejou que fosse sangue, pois o que perdia agora era muito mais precioso: o resto de sua água benta. Além disso, seu peitoral agora era um pouco mais que farrapos.

    Off: Beaumont percebe isso, já que de certa forma ele agora também pode estar exposto.

    Tomado também por um impulso, Kraven foi arremessado próximo ao poço por uma investida do último monstro. Graças ao encontrão e sua pesada armadura, ele mal sentiu o impacto, embora com todo o seu peso e a forma como caíra, acabou por ficar em uma posição desfavorável para reagir.

    Off: Turno de vocês. Kraven não vai conseguir agir na próxima rodada. Além disso, esqueci de aplicar algumas penalidades na hora de rolar os dados, mas acabei por aplicá-las posteriormente, de qualquer forma.

    ”ORDEM DE ATAQUE”:
    1 – Lupino 1 (8 Sucessos).
    2 – Lupino 3 (7 Sucessos).
    3 – Lupino 2 (6 Sucessos).
    4 – Kraven (5 Sucessos).
    5 – Machiavelli (4 Sucessos).
    6 – Camilo (0 Sucessos).

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    RESUMO DE LUNA:
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    Força de Vontade: 06/07
    Vitalidade: Ok.
    Garras da Besta Ativada (Metarmofose 2)
    Testemunha das Trevas (Metarmofose 1) Ativada.

    -1 FDV

    RESUMO DE MACHIAVELLI:
    Reserva de Sangue: 04
    Força de Vontade: 03/03
    Vitalidade: Escoriado (Agravado)

    RESUMO DE CAMILO:
    Reserva de Sangue: 07
    Força de Vontade: 03/04
    Vitalidade: Ferido Gravemente (Agravado): -2

    Observação: Armadura Inutilizada; Fé Verdadeira reduzida para 1.

    RESUMO DE KRAVEN:
    Reserva de Sangue: 17
    Força de Vontade: 07/08
    Vitalidade: Machucado (Agravado): -1
    Testemunha das Trevas (Metarmofose 1) Ativada.
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    Capítulo 1: O Motim... - Página 3 Empty Re: Capítulo 1: O Motim...

    Mensagem por Claude Speedy em Sex Mar 29, 2019 8:37 pm

    Kraven escreveu:

    _O que ta acontecendo padreco ? porque fico tao pesado ?


    Ele comenta pouco antes de nossa queda, depois procura por peças de suas vestes em meio ao caos, mas as palavras que babuciava amaldiçoando quem nos fez isso não me chama atenção. Me lembro dele falar deu estar pesado pelo puxão do demônio.

    -O peso de meus pecados, pagão. Ao que parece as forças dos falsos deuses que vocês seguem me querem tentar por estar ao seu lado. Apesar dessas minhas fraquezas, você pelo menos deu um passo em direção da liberdade de sua alma nessa noite...

    Machiavelli escreveu:- Rápido Kraven, forte guerreiro! Somente você pode fazer frente a Besta que se aproxima. Um troféu como esses honrará sua história!

    -Do que esta falando?

    Comento ouvindo aquele chamado curioso para batalha e parando ao lado de Kraven, também portando uma pesada armadura e uma espada de duas mãos que uso para me apoiar como bengala em meio à tontura da queda.

    -Que besta é essa?

    Em minha mente era o demônio o problema, pensava eu naquele instante que os servos do Príncipe e o próprio ao zombarem da palavra de Deus como fizeram diante de mim provavelmente nos enviaram pra uma armadilha. Antes que eu pudesse terminar de entender o que estava acontecendo sou jogado para dentro da cabana...

    Se não tivesse de armadura, certamente a Morte Final seria rápida. Um outro artefato é perdido por uma criatura do demônio, a pior delas... Uma quase tão ruim quanto um sarraceno, um lobisomem.

    Minha única reação, é de evocar novamente o poder sagrado do Abismo.

    "Por três dias, Cristo esteve no ventre da Terra... A escuridão que ele contemplou quando parou de respirar... Me seja o presente de Deus para ti, Lobo-demônio."

    E com isso evoco tentáculos das mais profundas sombras do inferno.

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    Capítulo 1: O Motim... - Página 3 Empty Re: Capítulo 1: O Motim...

    Mensagem por mitzrael em Sab Mar 30, 2019 12:37 pm

    Capítulo 1: O Motim... - Página 3 E93a3066fe386702556a3fb9f5f69f98

    Kraven olha para o homem quando o chama atenção

    Machiavelli escreveu:
    - Rápido Kraven, forte guerreiro! Somente você pode fazer frente a Besta que se aproxima. Um troféu como esses honrará sua história!


    Voce quer que eu suge minhas maos com esses , cachorros ? depois de ver um verdadeiro , trofeu pra Kroll ? como ousam se esconder dessas cadelas enfurecidas ?

    Kraven ergue suas longas asas e saca sua espada de duas maos .

    Vou arrancar a cabeças de vcs malditas cadelas e mostrar o que e ser um lobo de verdade .

    Kraden voa pra mas alto que poder e da um rasante pra cima que estiver mas perto da cabana .

    gasto 1 de fdv pra acerta a cabeça do lobsomem mas proximo da cabana 3 pds pra aumentar força .
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    Capítulo 1: O Motim... - Página 3 Empty Re: Capítulo 1: O Motim...

    Mensagem por John Milton em Dom Mar 31, 2019 11:13 am

    As portas do inferno se abriram por sobre Machiavelli. Sempre ouvira falar das bestas lobo, mas agora q estava cara a cara com uma podia dizer, os relatos mais desesperadores não chegava aos pés de estar frente a frente com uma.

    A calma controlada do Ventrue o colocara em posição de desvantagem uma vez que se tivesse fugido como os demais não teria sua carne maculada.

    Agora ele se via encarando a Besta, o rosto do Ventrue ardia como as fornalhas do Abismo, mas não havia outra forma de lidar com aquela situação do que confronta-la

    Prendendo o olhar da fera no seu, com tamanha concentração Machiavelli invoca seus dons de sangue, sua voz melodiosa se eleva em meio ao caos e ele profere uma única palavra direcionada a fera

    -Fuja!

    Off:
    Narrador, usando dominação 1, gastando 1 de força de vontade pra um sucesso automático.
    Beaumont
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    Capítulo 1: O Motim... - Página 3 Empty Re: Capítulo 1: O Motim...

    Mensagem por Beaumont em Dom Mar 31, 2019 9:06 pm

    Os gritos, o desespero e o caos estão batendo na porta do meu refúgio seguro, quando o homem da fé atravessou a porta rasgando o ventre do meu refugio temporário eu senti como se ele tivesse invadido a minha própria carne e segurança. Meu raciocínio se mostrou abalado outra vez. O medo estava querendo me controlar e eu precisava manter o meu controle. Pensei em me mover, mas o homem era o mais visado. Não...Eu não vou ajuda-lo...Ou eu deveria ? Depois que ele se pôs em perigo pra me ajudar. Foi quando eu mentalmente perguntei para a voz na minha mente. "Eu posso contra essa criatura canina e uivante não posso ? Voces me fizeram uma criatura mais forte não ?" 

    Por hora eu me manteria ali, me preparando para atacar, minhas presas inflaram da minha boca, como seria o sangue de um homem lobo ? Fico na escuridão ainda na tocaia, pagarei a criatura por trás e desprevenida, meus dentes sentirão o sabor do sangue dos homens lobos...Ou não...Quem sabe eu fique aqui onde é seguro..."Eu posso ou não posso ir brincar ?"
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