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    Capítulo 1: O Motim...

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    Capítulo 1: O Motim... - Página 4 Empty Re: Capítulo 1: O Motim...

    Mensagem por Freak(out) em Dom Mar 31, 2019 10:05 pm

    Naquele momento de pânico e indecisão, em que Beaumont falava consigo mesmo, buscando uma orientação sobre o que poderia – ou deveria – fazer, a única resposta das vozes foi a seguinte:

    – Pode brincar, se quiser – disse uma voz de criança muito doce, em um tom de sussurro. – Mas a brincadeira é perigosa, arriscada… Se quiser passar essa noite em plena segurança, o porão é o local mais adequados… Hi, hi, hi, hi…

    Tomado como fraco pela reação ao primeiro golpe, Machiavelli desperta a fúria do monstro que, aparentemente, desejava um oponente mais digno para a noite. O monstro coloca-se sobre quatro patas e, após um urro furioso, investe contra o Ventrue. O golpe é violento, acabando por arremessar Machiavelli para dentro do poço. A combinação da mordida no ombro esquerdo com a queda por pouco não o leva para o torpor. A grande maioria dos ossos do seu corpo está partida e ele apenas pode se limitar a rastejar lentamente como um verme, sentindo a cada ínfimo movimento uma dor escruciante. Apesar de tudo, o poço parece que deu certa segurança a ele, já que, de alguma forma, a criatura desistiu de descer até lá, para finalizá-lo e voltou-se para os que ainda combatiam.

    Machiavelli notou que era um poço estranho. Estava seco, não tinha água. Abaixo dele haviam muitos ossos velhos, de tom amarelado, e um corredor estreito estava adiante, coberto por uma penumbra quase que absoluta. Haviam outros detalhes interessantes, mas Machiavelli não conseguira reparar neles, nas condições que se encontrava.

    Camilo, mesmo em suas condições, conseguiu desviar da próxima investida, instintivamente atirando-se para dentro da casa. Tanto ele quanto Beaumont notaram algo estranho: o lupino recusou-se a entrar na casa, como se uma barreira invisível o bloqueasse. Ele furiosamente investiu duas ou três vezes contra a porta, recuando em todas e terminando por voltar-se ao último combatente: Kraven.

    Mesmo tonto, Kraven ainda consegue esquivar-se assim que sente o golpe. Ele instintivamente levanta voo, ouvindo a garra do monstro arranhando no aço de seu peitoral. O monstro chega a voar um pouco com ele, mas logo cai, colocando-se de prontidão e observando o cainita nas alturas. Visto que todos os inimigos se refugiaram de alguma forma, os lupinos se retiram para os ermos calmamente. Isso enfurece Kraven, pois algo lhe diz que os lupinos o tomaram por covarde com esse movimento. Lá de cima, ele pode ver um Machiavelli estirado no fundo do poço arrebentado. Os outros não estão em seu campo de visão, mas ele pode deduzir muito bem que estão refugiados dentro da cabana ou próximos dela.

    RESUMO DE BEAUMONT:
    Reserva de Sangue: 05
    Força de Vontade: 03/07
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    Força +4
    Destreza +4
    Vigor +4

    RESUMO DE LUNA:
    Reserva de Sangue: 06
    Força de Vontade: 06/07
    Vitalidade: Ok.
    Garras da Besta Ativada (Metarmofose 2)
    Testemunha das Trevas (Metarmofose 1) Ativada.

    RESUMO DE MACHIAVELLI:
    Reserva de Sangue: 04
    Força de Vontade: 03/03
    Vitalidade: Aleijado (Agravado) -5

    RESUMO DE CAMILO:
    Reserva de Sangue: 07
    Força de Vontade: 03/04
    Vitalidade: Ferido Gravemente (Agravado): -2.

    RESUMO DE KRAVEN:
    Reserva de Sangue: 17
    Força de Vontade: 07/08
    Vitalidade: Machucado (Agravado): -1
    Testemunha das Trevas (Metarmofose 1) Ativada.
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    Capítulo 1: O Motim... - Página 4 Empty Re: Capítulo 1: O Motim...

    Mensagem por Black Thief em Ter Abr 02, 2019 12:16 am

    Capítulo 1: O Motim... - Página 4 Images10

    Trilha Sonora:

    Luna ouviu cada detalhe, embora com alguma dificuldade, do que ocorria do lado perigoso de fora do esterqueiro. A Gangrel não se sentia humilhada por estar nessa situação, nunca esteve em situação muito melhor. Ela e seu pai sempre foram reles plebeus, não muito diferentes dos animais que defecavam onde ela se encontrava agora, mas via que para os nobres, isso era demais, preferiam perder a própria vida a se rebaixar a fazer o que fosse preciso para sobreviver. Sempre via os nobres como figuras de grande admiração, mas esta noite fez com que Luna visse apenas uma fraqueza que os impedia de sobreviverem.

    Ouviu grandes estrondos, barulhos de coisas grandes se impactando e rachando a parede. Luna, apavorada, manteve-se imóvel dentro do lago de nojeira com a mão tocando o chão para caso seus sentidos captassem que as bestas-fera entrariam no esterco para procurá-la, ela imediatamente se fundiria. Não era o que acontecia...

    @Beaumont escreveu:- A cabana, precisamos nos esconder !!

    Ela escutava do lado de lá... Era incrível como sua audição conseguia captar amplos sinais, o rapto de sua alma pelo menos trouxe compensações que a ajudavam e muito a não perder seu corpo. Ela conseguia ouvir o lorde possuído falar, provavelmente com lorde Machiavelli, ou com um dos demônios o possuindo. Logo depois, mais barulhos.

    Voz Grave escreveu:- O que ta acontecendo padreco ? porque fico tao pesado ?


    Luna não sabia o que pensar, havia um padre ali? Mesmo? Estava a salvo ou mais em perigo??? A voz seguinte era estranha, não conhecia, mas era uma voz grave, masculina e ameaçadora, não era leve e mansa como a de Lorde Machiavelli, nem mesmo distorcida e monstruosa como o do lorde possuído.

    @Padre escreveu:-O peso de meus pecados, pagão. Ao que parece as forças dos falsos deuses que vocês seguem me querem tentar por estar ao seu lado. Apesar dessas minhas fraquezas, você pelo menos deu um passo em direção da liberdade de sua alma nessa noite...

    Luna ainda estava apavorada e não sabia como aqueles podiam ficar falando no meio de uma caçada de um monstro como aquele que estava vindo , e a conversa parecia ser aleatória demais para ser entendida por um terceiro.

    Voz grave escreveu:- quem ousa fazer kraven de mosca ? Vou estripa lo .

    Era de fato violento, pela voz parecia forte, poderia lidar com as bestas-fera? Quem era Kraven?

    Voz Grave escreveu:- O que ouve com ele ta tentando fugir que nem um gatinho medroso ?

    Não entendia ao que aquele homem estava se referindo, mas não queria espiar para descobrir, a qualquer momento os monstros chegariam, eles deviam estar se escondendo, e onde Lorde Machiavelli estaria?

    Machiavelli escreveu:- Rápido Kraven, forte guerreiro! Somente você pode fazer frente a Besta que se aproxima. Um troféu como esses honrará sua história!

    Luna teria dado um sorriso se não estivesse apavorada. Reconheceu a voz de Lorde Machiavelli imediatamente, ela era totalmente distinguível e destacável em qualquer ambiente, e então ela pensou: Kraven? Era dele a quem se referia quando falava de moscas? Agora fazia sentido, Lorde Machiavelli se referia a Kraven como forte guerreiro, e o homem de voz grave tinha uma voz de forte guerreiro.

    @Padre escreveu:- Do que esta falando?

    E então, ela ouviu um baque grande, como se coisas pesadas tivessem caído novamente, mas o som era diferente dessa vez, e ouviu o som dos monstros. Luna se encolheu no esterqueiro, Lorde Machiavelli devia ter se escondido, eles todos deviam ter se escondido e não ficado para os perigos da mata e Luna não podia ajudá-los, se fosse, apenas iria correr o risco de morrer como eles poderiam. Luna estava acovardada demais para tentar ajudá-los, ela não conseguia se mover de onde estava, mantinha forças para manter sua cabeça no lugar e pensar na sua sobrevivência e que ficar aonde estava era a melhor opção.

    @Padre escreveu:-Que besta é essa?

    "Fuja! Agora!"

    Não sabia se o padre podia com tamanhas forças infernais, talvez sim, mas o medo era tão grande que parecia que nada além de um próprio milagre de Deus poderia fazer algo.

    Kraven escreveu:- Voce quer que eu suge minhas maos com esses , cachorros ? depois de ver um verdadeiro , trofeu pra Kroll ? como ousam se esconder dessas cadelas enfurecidas ? Vou arrancar a cabeças de vcs malditas cadelas e mostrar o que e ser um lobo de verdade .

    O Guerreiro estava falando dos monstros? Ele era muito corajoso, Luna torcia para que sua coragem fosse o suficiente para enfrentar criaturas do mal infernal, e que a benção do padre o ajudasse a dar um fim nessas coisas. Luna não se sentia que podia sair, havia ameaças demais por lá. Ela ainda mantinha-se quieta em seu canto. Então um monte de sons metálicos, de coisas se quebrando, gritos e rosnados dos monstros eram evocados. Era como se os monstros estivessem acabando com eles. O que faria??? Não!!! Não podia fazer nada, tinha que ficar ali, escondida, todos eles deveriam ter feito o mesmo, subestimaram as criaturas infernais, superestimaram sua força, sua fé e agora estão próximos de morrer. Luna não superestimaria sua esperteza, e por isso tinha um plano B, o único plano que conseguia pensar no momento caso os monstros os matassem e fossem procurar por ela no esterqueiro. É então que tudo ficou silencioso após muitos rugidos e uivos das criaturas malignas.

    Tudo ficou em silêncio por algum tempo, Luna não sabia se era seguro sair, não fazia ideia, então resolveu esperar cerca de algum tempo para ver se captava alguma outra coisa, e depois de captar conversas mais tranquilas, ou dez minutos de silêncio, ela sentia que talvez já fossem sim seguro sair, então lentamente erguia sua cabeça, via um guerreiro de armadura e apenas ele. Não via o lorde possuído, não via lorde machiavelli e não via o que parecia ser um forte guerreiro, pelo menos não algo parecido com a voz do tal Kraven, até que Luna olhava para cima e arregalava seus olhos avermelhados e luminosos espantada com o que via.

    Um cavaleiro com partes de armadura, erguido no alto com grandes asas de morcego-demônio, Luna então resolvia ficar quiieta, mas seriam eles de sua espécie também? O outro guerreiro que em nada parecia ser padre tinha uma palidez característica de sua espécie e Lorde Machiavelli estava com eles, então só precisava saber onde ele estava.

    Luna se levantava, coberta de esterco dos pés à cabeça, eles agora podiam vê-la. Ela se aproximava do cercado a fim de sair do esterqueiro.

    - Milordes? Grandes guerreiros? Onde estão Lorde Machiavelli e o Lorde Possuído? As Bestas-Fera do Inferno já se foram??

    Luna então começava a procurar por Machiavelli e ao olhar no poço, ela se espantava ao ver o que antes era um lorde respeitável agora parecia um pobre miserável prestes a morrer sem a misericórdia de Deus.

    - MILORDE!!!

    Luna então olhava ao redor procurando formas que pudesse descer e subir e então se lembra que suas garras eram uma ótima forma, caso não encontrasse nada que pudesse usar, ela teria que usar as garras para descer escalando e subir escalando.
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    Capítulo 1: O Motim... - Página 4 Empty Re: Capítulo 1: O Motim...

    Mensagem por Claude Speedy em Ter Abr 02, 2019 6:13 pm

    O lobo-demônio é rápido, como uma raio em uma tempestade... Mas sou abençoado de conseguir me afastar do primeiro golpe, o que faz evitar outros ataques devastador sobre mim. Em seguida eu preparo para convocar as sombras da escuridão em nome de Cristo, mas algo impede ele de entrar na cabana.

    Vejo ataques rápidos, intensos parar diante de meus olhos. Eu ia tomar seu ar com a escuridão, mas me contenho. Quando o lobo-demônio fica de costas para mim, se afastando ele ainda é veloz o bastante para atacar Kraven e partir.

    Seguro mais firmemente o crucifixo. Me vejo banhado de água benta e me recordo que todos os servos do demônio foram expulsos por ela e tudo me fica claro... Mais uma vez a intervenção do Todo-Poderoso me salva, mesmo eu não sendo digno. Fico atento aos reflexos escuros do abismo que eu usaria contra a fera.

    Penso em Beumount, afinal a Fera não conseguiu adentrar nessa casa. Talvez seja o simbolo do Senhor que eu mesmo não deveria ter te tirado do monastério. Sinto as dores do toque frio e depois das garras... O demônio nos tentou, nos atacou...mas no pouco, fomos fiéis. O próprio Kraven acabou não aceitando se entregar... Me lembro dele ter dito o nome Crom pouco antes de lutarmos lado à lado contra aqueles homens de robes preto...

    Kraven ainda não desceu de seu voo, antes que eu possa dedicar mais de meus pensamentos sobre ele eu escuto desesperadamente uma voz feminina de uma jovem mulher que nos chama de lordes enquanto passa por nós completamente imunda, vejo enquanto ela não se detém e corre até um poço. Ela babulcia algo sobre um lorde possuído além do nome de Machiavelli.

    -Em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo, os lobos-demônios se foram... Assim como o poder divino também afastou os outros servos da bruxa. Acautele teu coração, mulher! Declare-nos melhor! De que maldita possessão esta falando...?

    Observo rapidamente o lado de fora buscando por Kraven, enquanto vendo ou não o local para onde ele voou caminho enquanto a garota passa depois que estava nos chamando, vou saindo da cabana e a seguindo em direção enquanto guardo a espada na bainha.


    Capítulo 1: O Motim... - Página 4 Tumblr_inline_nhlac0eweB1s6qdon

    -Em nome de Deus quem é você, jovem camponesa? E por que esta suja como o filho pródigo?¹


    1-O filho pródigo na parábola da Bíblia é o filho que gasta tudo o que tem e acaba tendo de viver trabalhando em um chiqueiro.
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    Capítulo 1: O Motim... - Página 4 Empty Re: Capítulo 1: O Motim...

    Mensagem por John Milton em Qui Abr 04, 2019 8:48 am

    Dor... Machiavelli era só dor. Dor e perdição.

    Seu corpo maculado jazia no abismo em que fora jogado, perdido nas areias do esquecimento. Será que desmaiada , o cainita se perguntava.

    O Ventrue era um amontoado morto vivo de ossos e carne gélida. Gelidez q competia somente com o ambiente inóspito em que se encontrava.

    No entanto aquele como tudo que ocorrera até agora naquela noite não era comum. Se achava em um corredor com uma estranha fonte de luz. Ouvia ao fundo uma voz lhe convocando, mas somente se recordava das palavras que lhe foram ditas... De que o sol não tardava a chegar. Havia perdido a noção do tempo, e não ficaria ali para descobrir.

    Ele reúne a pouca força que ainda possuía, a maior parte advinda unicamente da sua fome por segurança, arrasta seu adjeto invólucro carnal pelo túnel.
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    Mensagem por mitzrael em Sex Abr 05, 2019 1:35 pm

    Capítulo 1: O Motim... - Página 4 E93a3066fe386702556a3fb9f5f69f98

    Kraven via os lupinos indo embora era claro que eles schavam que o barbaro tinha fugido .

    Nâoooooooooooooooooooooooo , voltem malditos ...


    Kraven em todo seu odio via que seu companheiro se encontrav dentro do poço e dava um grande mergulho
    e o carregava dela e ia ate a cabana .

    To vendo que nosso inimigo não ta medindo esforços pra nos matar , padreco .
    Fique por perto pra eu te proteger .


    Kraven falava rindo mostrando seus caninos , e com seu olhar predatorio .

    pensando: o que era aquela criatura gigantesca que apareceu ?
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    Capítulo 1: O Motim... - Página 4 Empty Re: Capítulo 1: O Motim...

    Mensagem por Claude Speedy em Sab Abr 06, 2019 7:11 pm

    -Pare de blasfemar, Kraven! Não vê que foi o poder de Deus que te salvou e assustou os monstros? Que derreteu suas lâminas diante de seus olhos? Não seja vaidoso em achar que é sua habilidade somente que o protege, mas também a providência tornou a água benta que eu trazia como um arsenal contra os impuros. Agora ajudemos essa camponesa... ela fala como se um lorde tivesse sido controlado pela bruxa que te tentou escravizar a pouco.

    Ele resistiu à tentação, isso é inegável. Mas quem era a garota e quem era seu lorde? Estaria ele possuído?
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    Capítulo 1: O Motim... - Página 4 Empty Re: Capítulo 1: O Motim...

    Mensagem por Freak(out) em Dom Abr 07, 2019 5:17 pm

    – Amigo, ou inimigo… Abaixo do solo… Amigo ou inimigo! Amigo ou inimigo! – As vozes falavam freneticamente para Beaumont que permanecia ainda oculto dentro da cabana, sem revelar sua presença aos demais. O malkaviano notava que não era uma dúvida, e sim uma afirmação.

    Luna estava agora com Camilo, sendo interrogada por ele. Mesmo com a força da chuva tendo diminuído, ela continuava sendo “lavada” pela natureza. Todo aquele esterco aos poucos deixava suas roupas, embora o cheiro dificilmente fosse sair rápido. Ela agora sente-se mais segura com aquele homem, embora não veja nem Beaumont, tampouco Machiavelli. No entanto, ela sabe que o sol está muito próximo de dar as caras, e isso a deixa inquieta.

    Kraven usa suas asas enormes e mergulha para dentro do posto, na intenção de resgatar um destroçado Machiavelli que, no desespero, arrasta-se para a escuridão em linha reta, na intenção de se esconder.  

    O bárbaro toca o solo de forma bruta e barulhenta. Seus olhos de besta permitem que ele veja completamente no escuro. Ele enxerga um Machiavelli rastejante em um corredor estreito à sua frente, algumas palavras entalhadas na pedra da parede à direita, que ele não entende (Instrução 0) e também consegue ver três símbolos destacados – também entalhados – em cada pedra, logo abaixo dessas palavras: O primeiro símbolo é uma estrela (Off: o mesmo tipo de estrela do pentagrama, mas sem o círculo), o símbolo do meio é uma estranha meia-lua (Off: Lua Nova) e o último, da direita, é o número 8, mas está tombado de lado (Off: o símbolo do infinito).

    Kraven também nota que o solo do poço não parece ser comum. É como se houvesse algo mágico – ou traiçoeiro – no chão. Ele sente isso ao caminhar e suspeita que isso esteja relacionado com aqueles símbolos na parede.

    Off: Observação para Kraven: O poço é circular e de dimensões modestas, com um corredor estreito adiante. Assim:

    Dimensões do poço.:
    Capítulo 1: O Motim... - Página 4 Primary-line-circle-end


    Kraven retorna com Machiavelli e se junta a Luna e Camilo. Beaumont, oculto dentro da cabana, percebe que todo o perigo passou e que seus companheiros de viagem – e também aquela moça, que ele viu a pouco – estão reunidos na frente da cabana. Alguns estão feridos, sendo que Machiavelli está nas piores condições.

    Foi uma noite intensa para todos, mas o bárbaro suspeita que os segredos dela ainda não terminaram.

    Off: Vocês ainda tem cinco turnos/postagens cada até o sol nascer. Vocês podem tomar refúgio de imediato, explorar a cabana, interagir/planejar ou fazer qualquer outra coisa apropriada nas proximidades da cabana.

    RESUMO DE BEAUMONT:
    Reserva de Sangue: 05
    Força de Vontade: 03/07
    Vitalidade: Ok.

    Força +4
    Destreza +4
    Vigor +4

    RESUMO DE LUNA:
    Reserva de Sangue: 06
    Força de Vontade: 06/07
    Vitalidade: Ok.
    Garras da Besta Ativada (Metarmofose 2)
    Testemunha das Trevas (Metarmofose 1) Ativada.

    RESUMO DE MACHIAVELLI:
    Reserva de Sangue: 04
    Força de Vontade: 03/03
    Vitalidade: Aleijado (Agravado) -5

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    Força de Vontade: 03/04
    Vitalidade: Ferido Gravemente (Agravado): -2.

    RESUMO DE KRAVEN:
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    Força de Vontade: 07/08
    Vitalidade: Machucado (Agravado): -1
    Testemunha das Trevas (Metarmofose 1) Ativada.
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    Capítulo 1: O Motim... - Página 4 Empty Re: Capítulo 1: O Motim...

    Mensagem por mitzrael em Dom Abr 07, 2019 10:38 pm

    Capítulo 1: O Motim... - Página 4 E93a3066fe386702556a3fb9f5f69f98

    kraven ainda com o seu aliado em seus braços olha enquanto ele fala
    de seu Deus , sua fé parece com a de kraden , Por krull .

    Seu Deus e bom pra vc padreco , já o meu quer que seus filhos sejam guerreiros , e quando chegar minha hora eu saiba o significado
    do Aço , imortal ou não o Aço ainda define minha existencia .


    E sim ainda procuro a minha grande batalha a que vai fazer meu nome entrar pela eternidade .

    Temos de achar um refugio , logo seremos beijados bela grande bola de fogo , e seria melhor entramos nessa casa deixada ao leu

    Kraven olhava para a mulher e deixava seu alido no chao com cuidado . era claro o respeito por ele .
    Kraven ia ate a mulher ficando bem proximo deixando o rosto dela em seu peito .

    - Voce mulher qual seu proposito ? e o que esconde ? espero que seja algo ultio se não irei achar algo melhor pra vc ser ultio .




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    Capítulo 1: O Motim... - Página 4 Empty Re: Capítulo 1: O Motim...

    Mensagem por Claude Speedy em Seg Abr 08, 2019 1:42 am

    -Deus fez a carne, toda carne é que conduz o aço que carregamos, Kraven.  É a carne o papel fundamental do milagre da vida... Por tanto conduzamos as nossas carnes guerreiras para dentro da cabana... Lá talvez possamos evitar o calor do sol. Essa irmã poderá se apresentar quando estivermos lá dentro... Pois falas-te bem que nem mesmo o nosso mais forte aço em Toledo consegue se mover contra a ferocidade dada pelo Criador ao poderoso sol do Arcanjo Rafael... Por hora temos de cuidar para que o anfitrião que cria que você poderia vencer os lobos-demônios nos explique o que queria. Pode nos ajudar a fechar as janelas contra o sol, camponesa?

    Falo enquanto caminho até a cabana, sem esperar uma resposta, como um cavaleiro ou sacerdote que dá ordens à plebe, me munindo da autoridade sacerdotal e militar com a qual fui abençoado ao longo de minha vida e que mantive mesmo depois do fim dela. De costas para todos e quase entrando pela porta e ignorando se há qualquer sucesso na tentativa de Kraven de tirar respostas da mulher onde falhei, eu faço para ele um pedido.

    -Bárbaro, já que já trazes esse burguês contigo do ventre da Terra, coloque-o em algum lugar confortável. Verei o que posso fazer por ele. Teremos de passar o dia nesse local ermo...

    Mais uma vez amaldiçoo ter confiado no Príncipe ou nos velhos Lassombras da cidade, e peço perdão ao Senhor pelo rancor que sinto desde o momento em que eles interviram e nos arrastaram para longe da guarda da cidade.
    Fico meditando enquanto tento vedar algumas janelas, esperando a camponesa de garras em riste e olhos de fogo me acompanhe. Enquanto rezo em silêncio, pedindo perdão por ter pensado em me irar novamente contra os mais velhos cujas veias mortas estão cheias do sagrado sangue divino.

    Me calo e fecho outra janela enquanto o pagão não coloca o burguês em algum lugar confortável.

    Nem sinal de Beumount, cuja minha caridade por seus problemas me colocou nessa provação.

    "Não blasfemes, Camilo... A caridade tudo suporta"

    E tento continuar fechando janelas e torcendo pela cooperação de Kraven e da jovem vampira sem nome.
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    Capítulo 1: O Motim... - Página 4 Empty Re: Capítulo 1: O Motim...

    Mensagem por Black Thief em Seg Abr 08, 2019 10:56 pm

    Capítulo 1: O Motim... - Página 4 Images10

    Antes que Luna pudesse começar a procurar algo para ajudar a tirar Lord Machiavelli de lá, o cavaleiro de armadura destroçada falava com ela:

    Camilo escreveu:-Em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo, os lobos-demônios se foram... Assim como o poder divino também afastou os outros servos da bruxa. Acautele teu coração, mulher! Declare-nos melhor! De que maldita possessão esta falando...?

    Luna imediatamente virou à ele e respondeu:

    - Do lorde que acompanhava o Lord Machiavelli, Sor. Os demônios de trevas entraram no corpo do lorde, eu mesma vi, ele conseguiu resistir por um tempo, mas o diabo é ardiloso e Ele pode vencer um corpo sem alma a qualquer momento. Ele resiste, tentou fugir para a floresta escura mas logo retornou a nós para essa cabana, estávamos ele, eu e Lord Machiavelli, quando os Lobos-Demônios nos caçaram, eu me escondi e não vi para onde os outros dois tinham ido, agora que vejo Lord Machiavelli ferido e precisando de ajuda dentro do poço.

    Camilo escreveu:-Em nome de Deus quem é você, jovem camponesa? E por que esta suja como o filho pródigo?¹

    Luna explicava:

    - Perdão, Sor... Chamo-me Luna, sou filha do caçador Ysgramor. Peço perdão pelo estado, vossa presença merece algo muito mais do que a minha pessoa, principalmente em minhas condições. Estou assim pois me escondi debaixo das fezes animais, os homens-lobo sentem o cheiro das presas, como os lobos animais que vemos nas estradas, eu estava escondendo o meu cheiro em algo repulsivo para que eles não me rastreassem pelo olfato, e sendo o esterqueiro negro com a noite, também não me veriam.

    A chuva lavava Luna, e ela fica satisfeita com isso, embora não esboçasse reação, só era bom deixar a água do céu limpá-la naturalmente, mas ainda assim o cheiro não sairia tão fácil, precisaria tirá-lo depois, talvez roubasse alguns tomates para espremê-los e passasse pelo seu corpo. Extrato do tomate neutralizava o cheiro ruim.

    Kraven escreveu:Nâoooooooooooooooooooooooo , voltem malditos ...

    Luna olhava para o céu e via o grande guerreiro morcego, ele gritava para que os lobos-demonios voltassem? Luna arregalou os olhos, e torceu para que eles o ignorassem, ou não tivessem ouvido, mas antes que pudesse fazer qualquer coisa ele já mergulhava dentro do poço e Luna ia imediatamente ver ele, o que ia fazer com Lorde Machiavelli, e então o viu carregá-lo para fora, e Luna esboçou um sorriso quando este estava entre eles.

    - Lord Machiavelli, estás bem Milorde???

    Kraven escreveu:To vendo que nosso inimigo não ta medindo esforços pra nos matar , padreco . Fique por perto pra eu te proteger .

    Camilo escreveu:-Pare de blasfemar, Kraven! Não vê que foi o poder de Deus que te salvou e assustou os monstros? Que derreteu suas lâminas diante de seus olhos? Não seja vaidoso em achar que é sua habilidade somente que o protege, mas também a providência tornou a água benta que eu trazia como um arsenal contra os impuros. Agora ajudemos essa camponesa... ela fala como se um lorde tivesse sido controlado pela bruxa que te tentou escravizar a pouco.

    Luna imediatamente se desvencilha da atenção de Lord Machiavelli, para o cavaleiro, ela balançava a cabeça negativamente em tom de discordância:

    - Não, não, Sor... Não quero demonstrar ousadia em discordar do Senhor, mas o Pai não olha mais por nós, não nos sorri, apenas ignora e nos expulsa de sua casa, eu mesma vi, eu mesma senti quando entrei na Santa Casa de Nosso Senhor Jesus Cristo para orar por socorro, eu fui repelida, fui expulsa... Não quero presumir as intenções de Deus, mas ele ficaria feliz se os lobos do demônio tivessem nos pegado. Ele não nos quer mais como vossos filhos...

    Aquelas palavras machucavam até a própria Luna que ficou cabisbaixa, uma Cristã em vida que agora era obrigada a acatar que Deus não zelava mais por ela e deixara sua alma se perder.

    Kraven escreveu:- Seu Deus e bom pra vc padreco , já o meu quer que seus filhos sejam guerreiros , e quando chegar minha hora eu saiba o significado
    do Aço , imortal ou não o Aço ainda define minha existencia.


    Luna ficou abismada ao ouvir o que o Grande Guerreiro dizia, ele falava "Seu Deus" e "O meu Deus", ele sugeria que existia outros deuses que não o único e Verdadeiro Deus. Luna deu um passo para trás ao ouvir tamanha blasfêmia, talvez de todos, o grande guerreiro seja o mais fácil à ser tentando pelas possessões demoníacos que assolaram o outro Lorde desaparecido. Ela segurou-se para não chamar o grande guerreiro de tolo, porque ele de fato o era, mas apesar de toda a sua tolice e imprudência, Deus não a protegeria dos mais fortes por defender o seu nome, então não tinha garantias de que defender o bom nome de Deus fosse algo que ela devesse fazer, ou merecesse fazer.

    Kraven escreveu:- Temos de achar um refugio , logo seremos beijados bela grande bola de fogo , e seria melhor entramos nessa casa deixada ao leu

    Relutante, Luna disse:

    - O- O Grande guerreiro está certo, Sor, Milorde, a Aurora se mostrará no horizonte em poucos instantes, temos urgência, devemos falar mais depois.

    Antes que Luna pudesse se virar para começar a procurar um refúgio melhor naquele lugar, para eles, pois ela mesma podia se juntar à terra à qualquer momento, o grande guerreiro se aproximava dela de forma intimidadora

    Kraven escreveu:- Voce mulher qual seu proposito ? e o que esconde ? espero que seja algo ultio se não irei achar algo melhor pra vc ser ultio .

    Luna não permitiu que ele ficasse àquela distância um instante se quer, logo recuou o suficiente para ficar uma distância segura, suas presas saltaram como por instinto de proteção, e sem perceber, ela rosnou como um bicho para Kraven e logo depois disse, meio que "voltando a si"

    - Pe-Perdão, grande Guerreiro... Eu não tive a intenção de desrespeita-lo. Eu não escondo nada, juro pelo bom nome de meu falecido Pai. Eu serei util, tens minha palavra!

    Como uma mulher, era costume ser submissa aos homens, não conhecia outro modo, sempre fora assim com todas as mulheres desde que se conhecia por gente.

    Camilo escreveu:-Deus fez a carne, toda carne é que conduz o aço que carregamos, Kraven. É a carne o papel fundamental do milagre da vida... Por tanto conduzamos as nossas carnes guerreiras para dentro da cabana... Lá talvez possamos evitar o calor do sol. Essa irmã poderá se apresentar quando estivermos lá dentro... Pois falas-te bem que nem mesmo o nosso mais forte aço em Toledo consegue se mover contra a ferocidade dada pelo Criador ao poderoso sol do Arcanjo Rafael... Por hora temos de cuidar para que o anfitrião que cria que você poderia vencer os lobos-demônios nos explique o que queria. Pode nos ajudar a fechar as janelas contra o sol, camponesa?

    Luna respondia:

    - Si-Sim, Sor... Enquanto tento fechar as brechas que encontrar, tentarei achar algum outro lugar que também possa nos abrigar melhor aqui mesmo. Imediatamente.

    Luna imediatamente começou a tentar a fechar brechas da cabana como podia, tentava identificar falhas, se precisasse usaria das suas garras pra criar pedaços improvisados para fechar o que fosse possível, também tentava procurar por outros locais dentro da cabana que os serviriam melhor de refúgio ao invés de perder tempo concertando este.
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    Capítulo 1: O Motim... - Página 4 Empty Re: Capítulo 1: O Motim...

    Mensagem por John Milton em Seg Abr 08, 2019 11:37 pm

    Perdido na obliteração da sua dor e da escuridão de onde se encontrava, Machiavelli por um momento achou que enfim tivesse encontrado o fim da sua não-vida e agora era içado aos céus por um anjo.

    O delírio durou pelo breve momento em que esteve nos Braços de Kraven. Mas a ilusão se desfez no exato momento que as dores retomaram seu corpo quando fora deixado deitado na cabana.

    Tudo voltara a sua mente. A voz de Luna e de seus companheiros de viagem...

    O Ventrue abre os olhos tomando ciência do local em que estavam.... Estende uma das mãos a Luna como se agradecesse a preocupação dispendida.

    Com muito esforço se coloca parcialmente sentado, acompanhando os movimentos.

    -Obrigado minha cara luna e lord Kraven fico em débito para com vocês. Chegará o momento oportuno em que pagarei minha dívida. Noblesse Oblige.

    Ele direciona sua atenção a Camilo

    -Sarcedote, tenho restrições alimentares, infelizmente. Receio que terei dificuldades em me alimentar na noite vindoura.
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    Capítulo 1: O Motim... - Página 4 Empty Re: Capítulo 1: O Motim...

    Mensagem por Claude Speedy em Ter Abr 09, 2019 11:21 am




    Enquanto ajeito as janelas, medito nas palavras da jovem vampira. Por um instamente me preocupo profundamente com o triste fato de um servo do Senhor ter sedido às seduções do demônio. Também a vejo assustada, provavelmente confusa com tudo que esta havendo. Certamente se meu mentor não tivesse me ensinado sobre o poder do sangue de Cristo, eu mesmo não saberia ...

    -Minha cara irmã, Luna. Acontece justamente o contrário. O Senhor não nos repele, Ele por alguma razão misteriosa nos tem encontrado. Nosso sangue é uma benção e é nosso dever usar essa dádiva para que o nome de Jesus seja exaltado... Não percebes o que disseram à Igreja os discípulos? Que nosso Salvador no terceiro dia voltou dos mortos? E que seu SANGUE nos coloca em comunhão com o poder do Pai?  Sua presença na casa de Deus te repeliu não por conta de estas sendo repudiada, mas porque és escolhida pelo Criador. E sendo tu uma boa cristã seu próprio sentimento de humildade, como Nossa Senhora ao saber que seria mãe do Cristo, não se viu digna de tamanha honra. Em seu íntimo, tu sabias que mesmo com essas dádivas divinas, os nossos pecados enquanto andarmos pela Terra ainda existem. Foi sua fé, minha filha, que te fez sair de lá... Se para te aliviar quiseres te confessar... Bem... Depois de um banho... Eu posso lhe ajudar nisso. Mas certamente só podereis te banhar no próximo anoitecer, pois o maligno sol fugiu das graças de Rafael para nos ferir. Saibas que o Senhor envia a chuva e o Sol sobre todos...E não é injusto que sua luz nos fira. Medite nisso enquanto dormires nesse dia... Se estas acertas sobre o que falas do Lorde que acompanhou  há um demônio que teremos de combater...

    Comento isso me referindo ao Sermão da Montanha, curiosamente vendo que a chuva parcialmente lavou a jovem e que o se o sol em seguida fizesse o mesmo, esse nos mataria.
    Toco o ombro da jovem quando a vejo meio cabisbaixa notoriamente pro conta das palavras desmedidas do poderoso guerreiro e sorrio falando em tom jocoso.

    -Não dê ouvidos a esse bárbaro pagão, irmã. Assim como os vikings e celtas ele acredita nas interpretações antigas e equivocadas sobre o Criador, mas mesmo eles entenderam depois que seus deuses eram na verdade má interpretações do verdadeiro. Na Bíblia o Apóstolo São Paulo ensionou aos filósofos e epicureus em um templo ao "Deus Desconhecido", que aquele Deus que os atenienses cultuavam sem saber era justamente ao verdadeiro.  Kraven em nome de Deus, ao seu modo, negou a tentação do diabo diante de meus olhos essa noite... E ele mesmo viu o Senhor derreter as lâminas dos nossos inimigos como se fossem feitas de vapor. Meu companheiro Morcego apenas esta mal orientado sobre a natureza da fé, é por isso que a Igreja os chama de "pagãos", afastados da compreenção... Mas entenda, nada esta afastado da presença de Deus.

    Assim que Kraven consegue ajudar Machiavelli e ouço que ele não pode tomar qualquer tipo de sangue, me aproximo em seguida tentando avaliar o estrago dos seus ferimentos.

    -Entendo, meu irmão. A verdade é que precisas de alimentação imediatamente. Se puderes explicar que tipo de sangue necessitas, eu creio que poderemos ajuda-lo de alguma forma. Me diga... onde esta Beumount?

    Se Luna estava acertada sobre o companheiro de Machiavelli, eu temia que agi como samaritano com a pessoa errada...
    Tentei salvar um vampiro de ser punido pela morte de um servo, tive o monge tomado de mim pelo Príncipe que deveria me proteger e o sujeito em seguida seria seduzido pelo demônio.

    Capítulo 1: O Motim... - Página 4 Luke-Evans-for-Dracula-Untold-luke-evans-38346627-1280-720
    Que tipo de responsabilidade Deus me reservaria?

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    Capítulo 1: O Motim... - Página 4 Empty Re: Capítulo 1: O Motim...

    Mensagem por Beaumont em Qua Abr 10, 2019 9:02 am

    Por mais que eu não quisesse admitir, a escuridão era a minha eterna amante silenciosa. Estar ali me deixava um pouco mais em paz, seguro, como estar nos braços da minha progenitora. Enquanto o mundo estava em chamas e aterrorizado com a besta que nos espreitava, nenhum deles percebeu que eu estava aqui no canto absoluto de minha própria existência. Eu queria ficar ali e não ser mais notado por ninguém, mas o dever ficava me chamando, me importunado e seguido do dever vinha a razão que dizia: " Amigo, ou inimigo… Abaixo do solo" ficar ali não seria seguro para mim e nem para o futuro daqueles que me cercam. Por isso eu me desvencilhei da escuridão e revelei a minha natureza de forma abrupta. 

    Beaumont : - Eu estive o tempo todo aqui...Em alma e em carne...morta. Temos muitas perguntas, mas sabemos exatamente o motivo de termos sido atacados, o que procuramos e aqueles que caminham junto a nós são a chave deste enigma. Não, não. Não seriei eu quem ficará responsável por descobrir todas as respontas para nossas perguntas, apenas serei mais um instrumento para que nossa resposta seja dada. Por ora eu acho que o de sangue azul e o de sangue negro podem pensar em quando estarão aptos a nos revelar seus segredos. 

    Procuro um lugar para me sentar, não estou cansado mas quero mostrar que estamos estabelecendo refugio ali. 

    Beaumont : - Saibam que por mais que a grande estrela vermelha logo chegue no começo do dia, estamos em um território pertencente a outro. Nosso anfitrião jaz abaixo de nós. Amigo...Inimigo...saberemos logo. é melhor que estejamos preparados para quando ele acordar ou vocês preferem acorda-lo, desenterrando-o do solo desta cabana imediatamente e acabarmos com o elemento surpresa ?
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    Capítulo 1: O Motim... - Página 4 Empty Re: Capítulo 1: O Motim...

    Mensagem por Freak(out) em Qua Abr 10, 2019 8:36 pm

    Houve um bom tempo de debate filosófico, religioso e de planejamento, agora que todo o grupo estava reunido, com a adição da jovem gangrel. Enquanto Luna e Camilo trocavam palavras de fé com o desdenhoso pagão Kraven, este, por sua vez, preocupava-se em acomodar Machiavelli em um pequeno estofamento de linho e penas de ganso em uma cama simples e improvisada, no canto da parede norte. Beaumont parecia mais calmo e mais sensato como antes. Agora que estavam todos dentro da cabana, que serviria para o refúgio do grupo nas horas de sol, todos puderam ver melhor o ambiente, cada um em níveis de detalhes diferentes, conforme suas capacidades de concentração permitiam.

    Todos viram um corpo caído no canto leste da casa. Um homem com roupas simples de plebeu, caído de bruços. Era mouro, tinha bigode longo e cabelos negros e compridos. Pela expressão no rosto – olhos apertados e boca aberta –, parece ter morrido com muita dor. Havia também uma mulher enforcada em uma das vigas principais, no teto. Pelas roupas, parecia uma cigana. Usava vestido vermelho, uma blusa branca e um lenço vermelho nos cabelos negros, com argolas de ouro nas orelhas. Era jovem e bela. O corpo balançava e a corda grossa produzia um ranger irritante na madeira.

    Todos notaram uma espécie de grande alçapão lateral, fechado com corrente e cadeado, que parecia dar no porão da casa. Além da sala principal com lareira e peles de animais no chão e espadas e machados cruzados, além de escudos enfeitando as paredes, tinha um cômodo menor à direita (onde Beaumont se escondeu)e outro à esquerda.

    Camilo, Kraven e Luna também repararam que haviam muitas tábuas cortadas de forma simétrica, que encaixavam nas janelas e havia justamente uma para cada janela. Haviam alguns bancos e cadeiras, aparentemente um bom trabalho de carpintaria, que estavam sujos de sangue seco (humano) como a maior parte do assoalho.

    Kraven e Luna notaram que, dentro da lareira, havia um símbolo entalhado em pedra – o mesmo símbolo da porta, antes de ela ser despedaçada pelo lupino que arremessara Camilo nela. Isso fez com que o bárbaro se lembrasse dos símbolos que vira dentro do poço, quando ele resgatou o nobre Machiavelli.

    Por fim, houve detalhes que só Luna foi capaz de perceber. Um cheiro sutil de carne humana queimada vinha debaixo do alçapão. Não somente um cheiro de carne, mas também de sangue. Ao chegar perto do alçapão, ela notava que o cadeado estava lambuzado por algo que parecia ser gordura humana, ou algum líquido viscoso igualmente repugnante. Apesar disso, não conseguia ouvir nenhum barulho de movimento vindo de lá de baixo.

    A chuva diminuía ainda mais sua força e o tempo avançava. Logo o astro-rei estaria nos céus e eles ainda tinham o problema da falta de uma porta, dois cômodos e um porão inexplorados, podendo conter algum perigo oculto e, principalmente, a fome. A maioria dos cainitas ali, principalmente Machiavelli, não estavam bem alimentados. Apenas Kraven era o único, entre eles, que não sofria desse mal.

    Off: 4 rodadas até o sol nascer.

    RESUMO DE BEAUMONT:
    Reserva de Sangue: 05
    Força de Vontade: 03/07
    Vitalidade: Ok.

    Força +4
    Destreza +4
    Vigor +4

    RESUMO DE LUNA:
    Reserva de Sangue: 06
    Força de Vontade: 06/07
    Vitalidade: Ok.
    Garras da Besta Ativada (Metarmofose 2)
    Testemunha das Trevas (Metarmofose 1) Ativada.

    RESUMO DE MACHIAVELLI:
    Reserva de Sangue: 04
    Força de Vontade: 03/03
    Vitalidade: Aleijado (Agravado) -5

    RESUMO DE CAMILO:
    Reserva de Sangue: 07
    Força de Vontade: 03/04
    Vitalidade: Ferido Gravemente (Agravado): -2.

    RESUMO DE KRAVEN:
    Reserva de Sangue: 17
    Força de Vontade: 07/08
    Vitalidade: Machucado (Agravado): -1
    Testemunha das Trevas (Metarmofose 1) Ativada.
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    Capítulo 1: O Motim... - Página 4 Empty Re: Capítulo 1: O Motim...

    Mensagem por Black Thief em Qui Abr 11, 2019 10:55 pm

    Capítulo 1: O Motim... - Página 4 Images10

    A vampira estava tao apressada em conseguir logo um abrigo, que sua preocupacao e estresse ofuscaram a voz do Sor, ou Padre... Como dizia o Grade Guerreiro Kraven. O medo de morrer pelo sol a faziam crer que pouco importava no momento que náo conseguir ajuda-los a se esconder, pois ela mesma podia se ocultar do sol a qualquer segundo so adentrando na terra e eh o que faria se nao conseguisse ajuda-los a conseguir um abrigo. Luna nao queria deixa-los morrer assim, ela ainda possuia humanidade consigo, apesar de nao ser mais humana e era so por isso que fazia o que fazia no momento. Porem quando a surpresa do Lord Possuido surgira, Luna arregalou os olhos vermelhos e bestiais e apontou.

    - Eh Ele!!! o Lord possuido, Sor!!! Esteve aqui o tempo todo!

    Ficava euforica, pois nunca tinha visto tal poder, a pouco instantes nao estava aqui e logo depois estava.

    @Beaumont escreveu:- Eu estive o tempo todo aqui...Em alma e em carne...morta. Temos muitas perguntas, mas sabemos exatamente o motivo de termos sido atacados, o que procuramos e aqueles que caminham junto a nós são a chave deste enigma. Não, não. Não seriei eu quem ficará responsável por descobrir todas as respontas para nossas perguntas, apenas serei mais um instrumento para que nossa resposta seja dada. Por ora eu acho que o de sangue azul e o de sangue negro podem pensar em quando estarão aptos a nos revelar seus segredos.

    - O que?? o que ele esta falando??? Nao importa, rapido, precisamos nos apressar!!! A Aurora... Logo a Aurora nos pegara!!!

    Luna continuou arrumando tudo, quando o Lord Possuido continuava:

    @Beaumont escreveu:- Saibam que por mais que a grande estrela vermelha logo chegue no começo do dia, estamos em um território pertencente a outro. Nosso anfitrião jaz abaixo de nós. Amigo...Inimigo...saberemos logo. é melhor que estejamos preparados para quando ele acordar ou vocês preferem acorda-lo, desenterrando-o do solo desta cabana imediatamente e acabarmos com o elemento surpresa ?

    Luna nao pode deixar de ouvir, e nao entender ainda muita coisa, nao sabia se ele profetizava com os dons do demonio, ou se era um profeta que fora amaldicoado e continuou com o dom de Deus. Ela apenas exclama:

    - O que??? Nao!!! Nao temos tempo, nao podemos conversar ou lutar, ou todos vamos perecer para a Luz!

    Enquanto preparava o terreno achara os corpos mortos de sujeitos, adoraria verificar se havia sangue para se alimentar, mas nao tinha tempo a perder, e talvez ate houvesse briga para quem iria se alimentar do cadaver. Ela, com muito esforco, decide ignorar o mesmo e continuar sua tarefa. No entanto, ao ver a cigana, logo lembrou-se daquela com o pequeno e enquanto preparava o refugio improvisado, torcia para nao achar ele e a ela por la. Ele estava preso e talvez pudesse ser um otimo lugar pra se esconder. Se aproveitando ainda de suas garras, Luna cortara o cadeado e dizia:

    - Milordes, aqui! Vejam! Talvez sirva de alguma coisa, irei procurar por mais!

    No entando, Luna nao averigua, apenas deixa aberto para caso alguem queira averiguar, ela mesma achava que podia encontrar mais coisas enquanto ainda tinham algum tempo, e entao olhando melhor, era facil concluir que aquele era realmente o refugio de alguem da especie. As tabuas se encaixavam perfeitamente nas janelas, uma para cada janela, o que significa, que estava tudo pronto, era so colocar e tapar... Luna nao perde tempo e coloca as tabuas encaixando para tapar as janelas, ela sabia que de alguma forma o Lord Possuido estava certo, ele sabia de algo, o como, ela nao sabia, mas ele estava certo. Via os moveis tbm bem feitos com trabalho de carpintaria, manchados com sangue, o membro da especie que vivia aqui poderia ser alguem violento, pois nem mesmo Luna que era jovem desperdicava sangue como os nobres desperdicam a bebida em seus calices derramando por tentarem beber mais do que podiam por em suas bocas, mas ainda assim, nao ha tempo. Ela viu mais simbolos, o mesmo simbolo da porta, aquilo devia ser um brasao da familia do dono da propriedade, se for o do vampiro, ou de humanos antes dele, ela nao sabia, mas continuava sem tempo para especular, precisava continuar agindo.

    Eh continuando arrumando o refugio para tapar o sol que Luna percebeu algo, e olhou para os lados para ver se mais alguem viu, e ninguem parecia ter visto. Ela fareijava o ar e sentia um cheiro estranho, um cheiro de carne humana queimada vinha debaixo daquele alcapao que ela abrira a passagem, e entao aproveitando, caso ninguem tivesse entrado la ainda, ela olharia melhor, via que tinha sangue perto, ela nao tinha reparado de comeco, estava com tanta pressa que deixou isso passar batido, ela olhava pro cadeado novamente, algo que tambem fora estupida por nao ter notado de primeira, ele continha gordura... Parecia ser humana tambem... talvez nao fosse nada humano, mas era bizzaro... Pelo Senhor, o que era aquilo? Ela nao escutava nada, apesar de sua audicao tao acuada. Ela chega ate o Lord possuido, e tenta reunir a todos no local, para ter sua atencao, e entao tenta falar sem alarde, com todos em uma roda.

    - O lord possuido tinha razao, o tempo todo, nao sei como, mas tinha. Acho que o dono dessa cabana, esta la em baixo.

    Ela aponta para o alcapao, e entao continua:

    - Olhem pra esse lugar, as tabuas encaixam certamente nas janelas, existe uma para cada janela, os moveis estao bem conservados. Tem cheiro de carne humana vindo de la daquele alcapao, carne queimada, e o cadeado estava lambuzado com algo, talvez gordura humana, talvez outra coisa, eu nao sei... Acho que ele pode ser violento, eh so ver os cadaveres aqui, e tambem o sangue espalhado por ai...La esta muito silencioso, acreditem, eu consigo escutar como um lobo, e a aurora nao chegou, talvez ele esteja la e ate ja saiba que estamos aqui e esta em silencio torcendo para que nao o achemos, se for isso, podemos pedir refugio de forma amigavel, e assim nao teremos problemas. Apenas lembrem-se nao temos muito tempo, nao podemos ficar debatendo a ideia, milordes, acho que eh apenas um Sim ou Nao. Eu estou positiva de que ele pode estar desconfiado como nos, se estiver la, e podemos oferecer paz, pedir um refugio e partirmos amanha. Eu tambem me oferecei para ajuda-lo a consertar a casa que quebramos.

    Luna estava sedenta, era verdade, nao beber o sangue que poderia haver nos corpos era doloroso, mas ela tinha prioridades e teria que cacar na proxima noite. Ela então, antes que os outros começassem a falar, se lembra:

    - Não sei se isto ajuda, mas me recordo de um simbolo que vi na porta da cabana... O simbolo era... (Ela descreve o simbolo). Acredito que seja o brasão da familia desta cabana, não sei se servirá para ajudar a prever o que podemos esperar do que encontraremos lá em baixo.
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    Capítulo 1: O Motim... - Página 4 Empty Re: Capítulo 1: O Motim...

    Mensagem por Claude Speedy em Sex Abr 12, 2019 12:17 am

    Em um súbito grito de mulher os medos do servo de Deus vieram à tona.

    @Luna escreveu:
    - Eh Ele!!! o Lord possuido, Sor!!! Esteve aqui o tempo todo!

    @Beaumont escreveu:- Eu estive o tempo todo aqui...Em alma e em carne...morta. Temos muitas perguntas, mas sabemos exatamente o motivo de termos sido atacados, o que procuramos e aqueles que caminham junto a nós são a chave deste enigma. Não, não. Não seriei eu quem ficará responsável por descobrir todas as respontas para nossas perguntas, apenas serei mais um instrumento para que nossa resposta seja dada. Por ora eu acho que o de sangue azul e o de sangue negro podem pensar em quando estarão aptos a nos revelar seus segredos.

    -Segredos, Beumount? Eu tentei te ajudar e por conta disso estamos nessas condições. Não lhe ocultei nada! Esteve o tempo todo no mosteiro tomado pelo demônio ou se rendeu à Bruxa que Kraven resistiu?

    @Luna escreveu:- O que?? o que ele esta falando??? Nao importa, rapido, precisamos nos apressar!!! A Aurora... Logo a Aurora nos pegara!!!

    Por um momento Camilo para de auxiliar Luna para permanecer estático e atento aos movimentos do Malkaviano que na noite anterior quis ajudar, sentindo-o diferente e lembrando das palavras da jovem dele ter sido possuído. Naquele instante ele se sente o grande culpado por tudo que esta acontecendo... Ter confiado em um Príncipe Blasfemador para trazer um jovem aos seus cuidados e ao tentar aconselhar o Susserano de Toledo, esse o tomou por indigno. Para lhe dar uma missão que quase escravizou a alma daquele que ele tentou levar diante da nobreza da cidade para proteger. O tom jocoso e prepotente com que encara um irmão de sangue que lhe cobra por segredos o faz quase desmoronar, a dor é maior do que a da garra do lobo-demônio.

    @Beaumont escreveu:- Saibam que por mais que a grande estrela vermelha logo chegue no começo do dia, estamos em um território pertencente a outro. Nosso anfitrião jaz abaixo de nós. Amigo...Inimigo...saberemos logo. é melhor que estejamos preparados para quando ele acordar ou vocês preferem acorda-lo, desenterrando-o do solo desta cabana imediatamente e acabarmos com o elemento surpresa ?

    O monge cruzado segura o cabo da espada com dificuldade e ódio enquanto encara a forma ironica de Beumount se vangloriar e se sentar como se estivesse em sua própria casa. Os questionamentos sobre quem estava ali abaixo pareciam mais zombarias sobre nós e xacota sobre algum tipo de superioridade em saber quem era nosso anfitrião e nos desafiar a incomoda-lo. Diante de tamanha provocação, Camilo sente que as palavras da jovem vampira foram diretamente para ele.

    @Luna escreveu:- O que??? Nao!!! Nao temos tempo, nao podemos conversar ou lutar, ou todos vamos perecer para a Luz!

    Mesmo que ela falasse em um contexto geral, o pensamento do Lassombra era de que ela tinha razão. Precisavam se proteger. Camilo guardava a espada finalmente e em seguida voltava-se novamente para fechar e vetar todas as janelas tão aptas a isso. Em meio a isso mostrando o símbolo da porta da cabana.



    Sabendo que estava ali se trancando com o próprio demônio, enquanto as chamas do inferno se levantariam com o Sol. Ele nada mais comentou, achava que suas palavras deveriam ser o mínimo para despertar em Beumount um pouco de compaixão para se recordar de que ele tentou ajuda-lo. Além disso, ele precisava pensar como ajudar Machiavelli a se alimentar antes de dormir, porque se não ele poderia não acordar tão cedo devido aos ferimentos que recebeu caso quisesse se recuperar deles.

    Tudo que o sacerdote guerreiro consegue fazer enquanto termina de ajudar a vedar a cabana, especialmente preocupado com a porta, é rezar em silêncio e mentalmente. Reza essa que é cortada junto do cadeado do alçapão pelas palavras ansiosas de Luna

    @Luna escreveu:- Senhores, aqui! Vejam! Talvez sirva de alguma coisa, irei procurar por mais!

    A jovem parecia ansiosa, correndo de um lado a outro, tentando encontrar mais coisas. Aparentemente farejando ela confirma o que Beumount me diz sobre um dono da moradia aqui. Quando pouco depois ela mostra um simbolos, o mesmo simbolo da porta. Quando ela apresenta aquilo pensando ser um brasao da familia do dono da propriedade, Camilo prontamente reconhece o sinal do clã que lutou ao seu lado nas cruzadas na aliança que fez na região da Valáquia.


    -Essa é a morada de algum transilvânio, é um Tzimisce... Eu mesmo cria que Kraven fosse um do clã deles quando o conheci, mas acredito que ele seja de seu clã, jovem Luna. Bem, eu poderia conversar com o morador melhor. Eles são bastante hospitaleiros se tratados com respeito... Ao julgar pelos corpos que achamos aqui fora e os restos de ferimentos alguém certamente o irritou. E provavelmente foi o pérfido muçulmano... Típico deles


    Vendo que ela se prepara para descer, a detenho.

    -Eu irei ter com com você, Luna...

    Camilo se coloca à frente, se contorcendo um pouco de dor.

    Fique atenta... Tente ser gentil ao máximo que puder e tente não estranhar o que quer que ele faça... Eles tem hábitos incomuns com inimigos.

    E com isso aguardo que ela me siga, tomando a dianteira em um tom protetor.
    Beaumont
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    Beaumont
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    Mensagem por Beaumont em Sab Abr 13, 2019 9:52 pm

    Pude perceber claramente que o Monge se sentiu mordiscado com o meu vislumbre a cerca de sua natureza oculta.  

    Beaumont : - O enigma que guarda, pode ser uma surpresa até mesmo para você monge. Só o tempo responderá nossa pergunta oculta. O mal reside em mim da mesma maneira que ele reside em todos nós, somos criaturas do bem e do mal alimentado por nossas escolhas, por hora eu escolho não trazer mal algum a nenhum de vocês. Mas receio que as criaturas bestiais que nos espreitam não terão a minha empatia. 

    Eu então ajudei o Monge a fechar as janelas, mas não sem antes admirar por um segundo a floresta a noite se preparando para receber os raios da primeira estrela da manhã. depois de rever se tudo estava completamente seguro para nossa estadia pela manhã, procurei por algo que pudesse criar uma barragem segura na porta. Um poltrona de madeira ou algo pesado para que fizesse muito barulho caso alguém tentasse entrar. Se houvesse como eu faria o mesmo com as janelas e mais uma vez olhava para o alçapão onde provavelmente uma surpresa nos aguardava.
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    Mensagem por John Milton em Dom Abr 14, 2019 11:27 am

    Machiavelli estava largado num canto como uma trouxa de roupa suja.... Ele acompanha tudo a sua volta meio etéreo... A dor era lacinante...

    Ele reune forças para dar o maior número de informações ao clérigo

    - Meu caro Sacerdote, alimento-me somente de mulheres impuras, meretrizes. Essa e a maldição da minha estirpe. Creio que o vício faça parte da minha natureza.

    Ele continua ouvindo e se dirige a luna

    -Milady, já tive contato com alguns desses Tzimisce... Eles levam seu refúgio muito a sério... Me ajudem a descer... Posso ser de alguma ajuda com ele
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    Mensagem por Freak(out) em Dom Abr 14, 2019 3:07 pm

    Aqueles momentos foram caóticos, rapidamente desesperadores. O sol estava prestes a nascer, e ainda havia discussão, dúvida e discórdia no ar. Ao mesmo tempo que Beaumont, Camilo e Luna discutiam, eles e os demais não podiam parar. E como se isso não bastasse, tinham de fazer tudo isso lutando contra a tentação de tentar drenar algum alimento daqueles dois corpos, pois a fome era lancinante para a grande maioria ali.

    Machiavelli nada podia fazer a não ser repousar, com Kraven ao seu lado, como um grande guarda-costas. Enquanto Luna abria o alçapão e avisava sobre o que sentia próximo dele, Camilo e Beaumont corriam lacrar as janelas, já que todos perceberam que haviam tábuas apropriadamente cortadas para esse propósito – o que indicava um refúgio vampírico… No entanto, a porta que o lupino arrebentou poderia ser um problema. Não havia nada grande o bastante naquela sala para bloquear efetivamente a entrada, então quando Luna se juntou a Camilo e Beaumont para agilizar o bloqueio das janelas, o lunático resolveu buscar algo que pudesse servir como uma porta improvisada nos outros cômodos. Apesar de ele ter usado o aposento direito como esconderijo e, naquele momento, não ter explorado-o devido ao medo e a necessidade de permanecer oculto, ele opta por fazer sua busca no cômodo oeste.

    O Cômodo Oeste…

    Era um quarto pequeno e bem bagunçado. Havia uma grande bancada com ferramentas no centro. Nela, haviam martelos, pregos e outros instrumentos menores de trabalho braçal. Havia também pás e picaretas nos cantos das paredes e muita madeira destroçada, junto com tampas de caixões ainda razoavelmente intactas. Havia uma prateleira no canto com mais de dois metros de largura por um e meio de altura, onde cabeças, mãos, braços, pés e pernas estavam embalsamados e expostos em pequenas cúpulas de vidro, como troféus. De frente para a banca, também havia um pequeno guarda-roupas.

    Beaumont teve o impulso de arrastar a prateleira. Ela seria ideal para tampar a entrada e, com sua força adicional, não seria problema. Mas o movimento brusco poderia derrubar e quebrar todas as coisas nela, e isso não seria bom para causar uma boa impressão em quem quer que estivesse lá embaixo, no porão e fosse dono do lugar. Sem muito tempo para explorar tudo, Beaumont pega as tampas dos caixões – meras três folhas de madeira grandes e largas, com razoável largura –, os pregos e martelos e volta para a sala.

    Ao retornar, todos já haviam lacrado as janelas e estavam prestes a descer. Todos haviam concordado em explorar o porão. Machiavelli também havia solicitado descer, pois poderia ser útil em tratar com o anfitrião e solicitar abrigo, assim como Camilo. Contudo, ao verem Beaumont retornando com os materiais, Camilo e Luna ajudaram-no a pregar as portas, enquanto Kraven carregava Machiavelli. O serviço feito por três logo foi terminado. Beaumont com grande facilidade levantava as tampas enquanto Luna e Camilo as pregavam. Camilo estranhou a grande força do lunático, mas nada disse. Em poucos segundos todo  lugar estava lacrado e, por fim, todos decidiram descer ao porão.

    O Porão…


    Uma breve escada de uma dezena de degraus de madeira que rangiam indiscretamente deu lugar a um chão de pedra, que descia lateralmente como uma rampa, cada vez mais fundo, o que mostrava que não se tratava de um porão comum, pela profundidade. Estava mais para uma caverna escavada a muitos metros abaixo da terra.

    Uma escuridão impregnante foi, aos poucos, dando lugar a uma iluminação discreta, ainda um pouco distante de onde se encontravam. Um som discreto também podia ser captado: algo borbulhava. Foi apenas quando finalmente a rampa terminou, que puderam alcançar uma soleira abobadada de pedra e perceberam como o era o lugar abaixo da cabana.

    O chão, o teto e as paredes… Tudo era feito de rocha bruta. Algumas tochas presas em suportes laterais de ferro nas paredes permitia que o local fosse totalmente avaliado por uma iluminação razoável, não chegando a ser irritante para os olhos, nem sendo insuficiente para ocultar algo em cantos penumbrosos.

    Ao lado direito da soleira, a primeira coisa que todos perceberam era um lupino. Sim, um lupino imóvel. Todos chegaram a se espantar instintivamente com a criatura, mas logo viram que ela não se mexia, e estava de quatro, com a boca próxima de uma bacia, onde um pênis decepado em avançado estado de decomposição jazia. A criatura também tinha uma espécie de coleira de aço presa ao redor do grande pescoço peludo, ligado a uma grande e grossa corrente na parede. Era como se a criatura tivesse simplesmente congelado ali.

    Ao lado esquerdo da soleira, havia uma pequena mesa e uma cadeira feita de pele e ossos. Sobre a mesa, um livro encadernado em couro e escrito com sangue, penas e um tinteiro com uma tinta vermelha, que não era exatamente tinta…

    Off: Não. Não é o Necronomicon. Sorry.

    Acima da mesa, em uma pequena prateleira, haviam alguns livros empoeirados. Na parede lateral, próxima da mesinha (a parede norte), havia uma grande bancada de madeira, onde muitas ferramentas, lâminas e instrumentos estranhos se encontravam, além de frascos com variados líquidos. Alguns eram claramente sangue de cainita, pelo cheiro – um cheiro extremamente forte –, outros pareciam agentes químicos variados, e outros pareciam seiva de árvore misturado com alguma coisa. Estes frascos que pareciam brilhar em um tom de âmbar tinham a tampa reforçada por cordas, para evitar qualquer vazamento. Ainda na mesa, havia o cadáver nu de uma criança carbonizada. As feições eram irreconhecíveis, mas pelo tamanho não parecia ter mais do que oito anos. Luna olhou aquele garoto e novamente suas lembranças de começo da noite vieram em sua mente, para atormentá-la.

    No centro havia um caldeirão no suporte, sobre uma grande fogueira, grande o bastante para submergir um adulto, se este se sentasse. Ele estava transbordando sangue, tripas e membros decepados, em um estado violento de ebulição. Na parede leste, haviam treze caixões abertos, encostados de pé nela. Pelo estado da sujeira e da madeira, certamente tais caixões foram furtados de algum cemitério. Contudo, apesar da sujeira e de estarem levemente deteriorados, não havia neles buracos – apenas fediam, com um cheiro que misturava umidade, bolor e carne morta, ainda se decompondo.

    Todos notaram algo: não havia cainita algum ali. Ou se estava ali, estava muito bem escondido.

    Por fim, a poucos metros atrás do caldeirão, antes de chegar na parede sul, havia uma grade circular no chão, feita de grossas barras de aço sobrepostas. O buraco media três por três metros. O pior cheiro vinha de lá: era um misto de mijo, merda, carniça, feridas infeccionadas, muco e sabe-se lá mais o que. Ruídos sutis podiam ser captados do fundo daquele buraco. Eram sons de várias respirações ofegantes, como se muitas pessoas tentassem desesperadamente – mas sem muito sucesso – sufocarem choros agoniados. Quando os cainitas se aproximaram, uma explosão de gritos, choros e súplicas reverberou por toda aquele recinto oculto de pedra. As frases que mais se repetiam naquele caos sonoro de sofrimento eram “Por favor! Nos ajude!”, “Nos tirem daqui! Eu imploro!”, “Nos ajude antes que ele volte! Por favor! Eu faço qualquer coisa!”, “Pelo amor de deus! Ele é um monstro! Ele é um monstro!” e “No poço! No poço! No poço!”.

    A imagem abaixo era bizarra e deplorável. Haviam pelo menos vinte mulheres nuas ali, cobertas de merda, sangue e pedaços de mortos. Muitas tinham características peculiares: umas estavam grudadas nas outras, outras tinham dez olhos na cabeça, outras tinham lâminas nos lugares dos braços, outras pareciam ser híbridos de répteis e humanos e outras bizarrices, cujos detalhes não poderiam ser notados no meio de toda aquela imundice. Os cainitas puderam notar que, próximo a eles, cinco correntes estavam penduradas no teto – na verdade, saiam de um buraco escuro dele. A base das correntes era de madeira, revestida por tiras de couro, muito semelhante a empunhaduras de espadas. Uma corrente possui tiras de couro negro, outra possui couro marrom, outra um couro avermelhado, outra um couro verde cinzento, como que embolorado e a última, um couro tingindo de tinta azul.

    Embora entre alguns deles houvesse uma vontade legítima de ajudar aquelas mulheres, o instinto falou mais alto. Não havia mais tempo e, mesmo abaixo da terra, a mera noção de saber que o sol dava as caras deixava a todos ali inquietos. Todos correram e cada um se enfiou em um caixão. Kraven ajudou Machiavelli e, após fechar a tampa, ele mesmo pegou o maior caixão que tinha ali e se espremeu dentro, lacrando-se nas trevas como seus companheiros.

    Conforme as tampas eram fechadas, todos sentiam que os gritos de súplicas desesperadas do poço ia m ficando distantes até que, pela inconsciência do torpor, os gritos cessaram e a escuridão reinou.
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    Capítulo 1: O Motim... - Página 4 Empty Re: Capítulo 1: O Motim...

    Mensagem por Freak(out) em Dom Abr 14, 2019 3:15 pm


    Fim da Segunda Noite



    – Experiência –



    Luna (Black Thief)

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    Beaumont (Beaumont)

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    Camilo de Castilla (Claude Speedy)

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    Kraven (Mitzrael)

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    Outro: 2/2
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    Total: +12

    Machiavelli (John Milton)

    Automático: 2/2
    Interpretação: 2/2
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    Outro: 2/2
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    Total: +12

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    Pessoal, me reenviem a ficha de vocês com as atualizações desejadas. Como eu disse, eu vou distribuir a experiência por noite, e não por ciclo. A experiência obtida vai ser menor, mas muito mais constante.

    Vale lembrar que vocês não são obrigados a atualizar a ficha de imediato. Podem acumular quantos pontos de experiência desejarem.

    Obs: O campo “Outro” é qualquer forma de aprendizado que eu julgue (seja saudável, na base da observação, sensatez ou simplesmente astúcia, ou sofrido, na base da cacetada, literal ou figurativa). O campo "Feitos Notáveis" é uma experiência adicional que eu acrescento em noites que vocês foram capazes de grandes proezas (no caso dessa noite vocês sobreviveram a um combate com três lupinos poderosos).
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      Data/hora atual: Qui Dez 05, 2019 10:42 pm