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    Fichas

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    Askalians
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    Samurai Urbano

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    Fichas

    Mensagem por Askalians em Sab Dez 22, 2018 9:57 am

    Esse é o modelo de ficha a ser usado para VAMPIRO.
    Pontos de bônus: 21

    MODELO DE FICHA:


    1. Dados
    Nome:
    Personagem:
    Clã:
    Natureza:
    Comportamento:
    Geração:
    Refúgio:
    Conceito:

    Saldo de XP: 0/0

    2. Atributos (7/5/3)
    Físicos
    - Força:
    - Destreza:
    - Vigor:

    Sociais
    - Carisma:
    - Manipulação:
    - Aparência:

    Mentais
    - Percepção:
    - Inteligência:
    - Raciocínio:


    3. Habilidades (13/9/5)
    Talentos
    - Prontidão:
    - Esportes:
    - Briga:
    - Esquiva:
    - Empatia:
    - Expressão:
    - Intimidação:
    - Liderança:
    - Manha:
    - Lábia:

    Perícias
    - Empatia c/ Animais:
    - Ofícios:
    - Condução:
    - Etiqueta:
    - Armas de Fogo:
    - Armas Brancas:
    - Performance:
    - Segurança:
    - Furtividade:
    - Sobrevivência:

    Conhecimentos
    - Acadêmicos:
    - Computador:
    - Finanças:
    - Investigação:
    - Direito:
    - Linguística: (o idioma natal não conta na distribuição dos pontos)
    - Medicina:
    - Ocultismo:
    - Política:
    - Ciências:


    4. Vantagens

    Antecedentes (5 pontos)


    Disciplinas



    5. Virtudes
    - Consciência:
    - Autocontrole:
    - Coragem:

    Humanidade:

    Força de Vontade:


    Qualidades e Defeitos


    Observações
    -
    -
    -


    6. Prelúdio

    7. Banco de Dados


    Caso o seu personagem seja HUMANO, a ficha terá algumas alterações:

    1. Atributos: (6/4/3)
    2. Habilidades: (13/9/5)
    3. Pontos de bônus: 21
    Dicas para Ficha Humana:

    Passo 1: Conceito do Personagem
    Escolha o Conceito, a Natureza e o Comportamento.

    Passo 2: Escolha Atributos
    Priorize as três categorias: Físicos, Sociais e Mentais (6/4/3). Seu personagem tem automaticamente um ponto em cada Atributo.

    Escolha os Atributos Físicos: Força, Destreza e Vigor.
    Escolha os Atributos Sociais: Carisma, Manipulação e Aparência.
    Escolha os Atributos Mentais: Percepção, Inteligência e Raciocínio.

    Passo 3: Escolha Habilidades
    Priorize as três categorias: Talentos, Perícias e Conhecimentos (13/9/5).
    Escolha seus Talentos, Perícias e Conhecimentos. Neste estágio, nenhuma Habilidade pode ter nível maior do que 3.

    Passo 4: Escolha Vantagens
    Escolha Antecedentes (5) e classifique as Virtudes (7). Seu personagem tem automaticamente um ponto em cada Virtude.

    Passo 5: Toques Finais
    Anote a Humanidade (igual a Consciência Autocontrole) e a Força de Vontade (igual a Coragem).
    Gaste os pontos de bônus (21). Caso seu personagem seja um usuário de Numina, cada nível custa 7 PB.
    Caso seu personagem seja um carniçal ou ex-carniçal, você pode comprar com PB, Potência ou qualquer outra disciplina do clã de seu Senhor de nível 1 (se seu Senhor for de até 8ª Geração) ou 2 (se seu Senhor for de 7ª Geração), não podendo ultrapassar o limite estipulado pela Geração de seu Senhor.


    Caso queira fazer uma ficha de LOBISOMEM ou BRUXO, por favor, me mande MP antes de tudo, pois é da conta e risco do jogador usar os livros base desses personagens para criar suas próprias fichas.

    Notas Importantes:
    1- Colocar na ficha de vampiro se é da Camarilla ou Independente, pois na cidade não tem registros de Sabá.
    2- Procurem justificar suas escolhas de pontos na história, principalmente se tiver de 3 pontos para mais.
    Padre
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    Re: Fichas

    Mensagem por Padre em Qua Dez 26, 2018 11:32 pm

    FICHA APROVADA (27/12/2018) BY @Askalians






    1. Dados

    Nome: Padre
    Personagem: Alastair Blac
    Clã: Humano
    Natureza: Galante
    Comportamento: Bon Vivant
    Geração: -
    Refúgio: Apartamento classe média, situado num bairro nobre da cidade.
    Conceito: Ator

    Saldo de XP: 0/0

    2. Atributos (6/4/3)

    Físicos (Terciário 3)
    - Força: 1
    - Destreza: 1 + 1
    - Vigor: 1 + 2

    Sociais (Primário 6)
    - Carisma: 1
    - Manipulação: 1 + 3
    - Aparência: 1 + 3

    Mentais (Secundário 4)
    - Percepção: 1 + 1
    - Inteligência: 1 + 2
    - Raciocínio: 1 + 1


    3. Habilidades (13/9/5)

    Talentos (Primário 13)
    - Prontidão: 0
    - Esportes:0
    - Briga: 0
    - Esquiva: 0
    - Empatia: 0
    - Expressão: 3
    - Intimidação: 1
    - Liderança: 2
    - Manha: 3
    - Lábia: 4

    Perícias (Terciário 5)
    - Empatia c/ Animais: 0
    - Ofícios: 0
    - Condução: 1
    - Etiqueta: 2
    - Armas de Fogo: 0
    - Armas Brancas: 0
    - Performance: 2
    - Segurança: 0
    - Furtividade: 0
    - Sobrevivência: 0

    Conhecimentos (Secundário 9)
    - Acadêmicos: 0
    - Computador: 0
    - Finanças: 0
    - Investigação: 0
    - Direito: 0
    - Linguística: 3 (Latim, Inglês, Francês e Alemão)
    - Medicina: 0
    - Ocultismo: 4
    - Política: 2
    - Ciências: 0


    4. Vantagens

    Antecedentes


    • Fama: 4
    • Influência: 4
    • Recursos: 4
    • Contatos: 2




    5. Virtudes
    - Consciência: 1 + 3
    - Autocontrole: 1+ 2
    - Coragem: 1 + 2

    Humanidade: 7

    Força de Vontade: 3


    Qualidades e Defeitos


    - Voz Encantadora (2 pontos)
    - Fisionomia Amigável (1 ponto)
    - Linguista Nato (2 pontos)
    - Líder Nato (1 ponto)
    - Reputação (3 ponto)
    - Amigo do Xerife (2 pontos)
    -


    Observações
    -
    -
    -


    6. Prelúdio
    A história de Alastair começa cedo, representante oficial da facção humana de New Orleans (filho do prefeito da cidade), cresceu em um ambiente banhado pela riqueza e boa vida. Desde cedo recebeu instruções dos melhores tutores das mais variadas áreas para que no futuro, Alastair se tornasse o sucessor de seu pai. Cercado de um ambiente rígido e rigoroso, também foi obrigado a estudar sobre etiqueta, políticas, ocultismo e os mais variados idiomas, por que só assim finalmente estaria no nível do seu "velho" ou pelo menos era o que ele pensava. Como veio de um lar abonado, guardava certa quantia consigo desde cedo, quantia generosa, mesmo para um adolescente, então, ao completar seus dezesseis anos, fugiu de casa e mudou de cidade, decidiu que viver ali e seguir os passos do pai não era o que queria. Durante sua trajetória fora, acabou indo parar em New York, onde ingressou em uma companhia de teatro, não demorou para que crescesse dentro do lugar e o reconhecessem por suas habilidades e pela sua aparência, rapidamente ganhou notoriedade pelo mundo fazendo filmes que foram sucessos de bilheteria, o que lhe rendeu um aumento mais considerável ainda em sua fortuna. Oito anos após deixar sua casa, em busca de viver uma vida mais calma e pacata (por calma e pacata, entenda curtição e libertinagem, só que longe dos holofotes das câmeras) e também nutrir uma voz ativa nos negócios de seu pai, um Alastair mais egocêntrico e manipulador retorna para New Orleans. Por ser filho de quem é, mesmo após fugir de seu pai, ainda nutre alguns contatos espalhados pela cidade em diversas áreas de trabalho.
    Desde os bons tempos de paz e a relação pacífica que havia entre humanos e vampiros, Alastair conheceu o xerife da cidade e a medida que foi crescendo, o xerife acabou se tornando um conhecido próximo à ele, de forma com que, em meio a farra e noitadas que gostava de fazer no meio dos humanos, apresentava ao pequeno aos prazeres da vida, afinal o rapaz não tinha nada com o que se preocupar e dinheiro não era algo que lhe faltava e que poderia impedi-lo de tais curtições.
    Após a morte da regente e já de volta à cidade, viu as coisas mudarem sob os seus olhos, pois Jace já não tinha mais tanto tempo assim disponível e o atual regente (que não aprovava a grande amizade dos dois desde sempre) viu um problema a menos para ser resolvido em meio àquele chaos.


    7. Banco de Dados
    Okley
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    Re: Fichas

    Mensagem por Okley em Dom Dez 30, 2018 8:29 pm

    FICHA APROVADA (31/12/2018) BY @Askalians



    1. Dados

    Nome: Okley
    Personagem:Corin Heartsong
    Clã: Malkaviano
    Natureza:Diretor
    Comportamento: Pedagogo
    Geração: 11°
    Refúgio: Cortiço
    Conceito: Cuidador

    Saldo de XP: 0/0

    2. Atributos (7/5/3)

    Físicos
    - Força: 1 +1
    - Destreza: 1 + 2
    - Vigor: 1 +2

    Sociais
    - Carisma: 1
    - Manipulação: 1 +1
    - Aparência: 1 +2

    Mentais
    - Percepção: 1 + 3
    - Inteligência: 1 +2
    - Raciocínio: 1 +2


    3. Habilidades (13/9/5)

    Talentos
    - Prontidão: 3
    - Esportes: 2
    - Briga: 1
    - Esquiva: 1
    - Empatia: 2
    - Expressão:
    - Intimidação: 2
    - Liderança: 2
    - Manha:
    - Lábia:

    Perícias
    - Empatia c/ Animais:
    - Ofícios:
    - Condução: 2
    - Etiqueta:
    - Armas de Fogo:
    - Armas Brancas: 1
    - Performance:
    - Segurança:
    - Furtividade: 2
    - Sobrevivência:

    Conhecimentos
    - Acadêmicos: 1
    - Computador: 2*
    - Finanças:
    - Investigação: 3
    - Direito:
    - Linguística:
    - Medicina: 1
    - Ocultismo: 3
    - Política: 1
    - Ciências:


    4. Vantagens

    Antecedentes
    recursos 1
    influência 2
    geração 2
    mentor 3 *
    status 3*


    Disciplinas
    1 Auspícios
    2 Demência


    5. Virtudes

    - Consciência: 1 + 3
    - Autocontrole: 1 +2
    - Coragem: 1 +2

    Humanidade: 7

    Força de Vontade: 3


    Qualidades e Defeitos
    Sentido Aguçado (1 ponto)*
    Toque de Cura (1 ponto)*
    Visão Noturna (2 pontos)*
    Habilidade Oracular (3 pontos)*
    Amigo da Primigênie (4 pontos)*


    Observações
    - Portador de Sindrome de Tourette
    - Conselheiro oracular da Camarilla

    -


    6. Prelúdio

    Sua infância foi marcada pelo abandono de sua mãe, que fugiu da casa, pois o pai dele a agredia muito, ela tinha aproveitado que o pai dele tinha ido trabalhar em um barco de pesca, nessa fuga Corin ficou abandonado em sua casa por dois meses,. Após isso seu pai decidiu levá-lo para a avó, no interior cuidar dele, pois ele não teria condições. A avó já era muito velha, aproveitou disso para colocá-lo como empregado, deixava ele em condições precárias e com alguns machucados, Corin se isolou assim do mundo e se escondia atrás de livros empoeirados da casa.
    Já adolescente, seu pai desapareceu no mar e sua avó ficou muito doente por anos, com a morte dela, ele ficou sem casa e sozinho, foi para a cidade de seus pais tentar achar sua mãe. Assim que descobriu onde ela morava, não pode ficar lá pois o padrasto não queria ele ali, nessa época foi que ele percebeu seus tiques nervosos.
    Passou alguns anos na ruas como ladrão e se envolvendo em muitas brigas, em uma dessas foi para o hospital e uma velha freira se ajudou. Ela com dó da situação dele lhe ofereceu trabalho em um asilo, se mudando para o asilo, ele ajudava em tudo que era preciso inclusive a cuidados com os idosos.
    Em uma noite ouviu um barulho dentro do asilo, quando foi armando ver o invasor, então nesse momento foi abraçado. Os tiques só pioram e xingamentos, se mostrando Síndrome de Tourette. Logo após seu mentor chamou para cuidar dele e auxiliá-lo em vários aspectos o tornando em alguém influente na pequena cidade de Nova Orleans. Com o tempo por seu mentor se tornou influente na sociedade da cidade.
    Conforme os dois observavam a cidade crescer com o passar dos anos, o mentor de Corin o ensinou a aumentar os sentidos para descobrir os segredos da cidade e no mais escuro. Ele decidiu a voltar a cuidar novamente dos idosos ali, morando em um cortiço da periferia da cidade, se sentia confortável ali, cuidando deles com um simples toque. Com tempo ele percebeu que conseguia ver a rede que muitas vezes via em jornais, desenhos ou propaganda, de forma oracular, com o tempo se mostrava eficiente.
    Com o tempo começou a mandar mensagens para Primigênie, algumas livrando alguns deles de perigos, foi levantado muita suspeita em relação a atitude dele. Por mais que seja um ancião, não foi convidado para a Primigênie, mas se tornou alguém muito importante para sociedade pelo seu auxílio demonstrado por mais que  em alguns momentos vem acompanhado por palavrões.


    7. Banco de Dados

    12 pontos de sangue, pode gastar l ponto de sangue por turno
    (* pontos dos 21 pontos gastos)
    bahamut
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    Re: Fichas

    Mensagem por bahamut em Sex Jan 04, 2019 9:54 pm

    FICHA APROVADA (05/01/2019) BY @Askalians



    1. Dados
    Nome: Bahamut
    Personagem: Rugall Saavik
    Clã: Tzimisce
    Natureza: Sobrevivente
    Comportamento: Malandro
    Geração:7
    Refúgio: Galpão abandonado
    Conceito: Nobre-Socialite

    Saldo de XP: 0/0

    2. Atributos (7/5/3)
    Físicos
    - Força: 2
    - Destreza: 2
    - Vigor: 2

    Sociais
    - Carisma: 3
    - Manipulação:4 (persuasão)
    - Aparência: 1 (6) (estonteante)

    Mentais
    - Percepção: 4 (atenção)
    - Inteligência: 3
    - Raciocínio: 3


    3. Habilidades (13/9/5)
    Talentos
    - Prontidão: 2
    - Esportes:1
    - Briga: 1
    - Esquiva: 1
    - Empatia: 1
    - Expressão:2
    - Intimidação: 2
    - Liderança: 2
    - Manha: 1
    - Lábia: 1 (2pb)

    Perícias
    - Empatia c/ Animais:
    - Ofícios: 2
    - Condução: 2
    - Etiqueta: 2
    - Armas de Fogo:
    - Armas Brancas: 2
    - Performance:
    - Segurança:
    - Furtividade: 2 (2pb)
    - Sobrevivência:
    - Moldar o corpo: 5 (embelezar) (10pb)

    Conhecimentos
    - Acadêmicos:
    - Computador:
    - Finanças:
    - Investigação:
    - Direito:
    - Linguística: 2 (Galês, Bretão)
    - Medicina:
    - Ocultismo: 2
    - Política:
    - Ciências:
    - Instrução: 1 (latim)


    4. Vantagens

    Antecedentes (5 pontos)
    - Geração: 5 (3pb)
    - Lacaios: 1
    - Rebanho 1
    - Recursos 1

    Disciplinas
    - Auspícios: 1
    - Vicissitude: 4 (5pb)
    - Animalismo:

    - Dominação: 1


    5. Virtudes
    - Consciência: 3
    - Autocontrole: 3
    - Coragem: 4

    Humanidade: 6

    Força de Vontade: 7 (3pb)


    Qualidades e Defeitos

    Qualidades
    Mentor Espiritual: (3pb) (Vriika)

    Defeitos
    Amnésia: (+2pb)
    Ódio: (+3pb) (tremere)
    Objetivo Condutor: (+2pb)

    Observações

    -
    May:




    Físicos
    - Força: 2
    - Destreza: 2
    - Vigor: 2

    Sociais
    - Carisma: 3 (5pb)
    - Manipulação: 4 (bom argumentador)
    - Aparência: 3

    Mentais
    - Percepção: 2
    - Inteligência: 3
    - Raciocínio: 3 (5pb)


    3. Habilidades

    Talentos
    - Prontidão:2
    - Esportes: 2
    - Briga: 2
    - Esquiva: 2
    - Empatia:
    - Expressão: 2 (4pb)
    - Intimidação:
    - Liderança:
    - Manha: 3
    - Lábia: 3 (2pb)

    Perícias
    - Empatia c/ Animais:
    - Ofícios:
    - Condução:2 (2pb)
    - Etiqueta:
    - Armas de Fogo:
    - Armas Brancas:2
    - Performance:2
    - Segurança:3 (2pb)
    - Furtividade: 2
    - Sobrevivência:

    Conhecimentos
    - Acadêmicos:
    - Computador: 2
    - Finanças: 3
    - Investigação:
    - Direito:
    - Linguística:
    - Medicina:
    - Ocultismo:
    - Política:
    - Ciências:


    4. Vantagens

    Antecedentes
    - Contatos: 4 (traficante local, ex namorado dj, ex patrão dono de bar, irmão policial)
    - Recursos 1


    5. Virtudes

    Virtudes
    - Consciência: 4
    - Autocontrole:3
    - Coragem: 3

    Humanidade: 7

    Força de Vontade: 4 (1pb)
    -
    -


    6. Prelúdio
    Prólogo – primeira parte
    Um Dragão dentre os Dragões

    Romênia, uma fria e chuvosa noite de outubro no Voivode Saavik. Por algum motivo não me lembro absolutamente de nada anterior a essa noite...
    Me chamo Rugall Saavik, decentente do clã dos Dragões, servo de minha senhoria, a Condessa Vriika Saavik, uma das mais puras de sua linhagem.
    Pode parecer loucura, embora não me lembre de meu passado, isso tudo pareceu muito estranho para mim no começo, nada parecia certo, e ia ficando pior a cada momento. Nada que eu fizesse ou pensasse sanava esse sentimento, mas tudo isso porque no fim de tudo, não havia sentimento, ou não deveria haver! Tudo se encaixou quando realmente senti de onde vim, para onde estava indo, quem eu era! Eu era um Dragão, destinado a reinar sobre todos os outros, um líder, um lorde, um Deus, um Tzimisce!
    Ainda assim, não era o único. Mais dois antes de mim já se encontravam sob a tutela de minha graciosa Voivode, Morlak Bratovich e Turil Krakoslav. Estes, cujos quais posteriormente me foi permitido saber, não seguiam a linhagem dos Deuses entre os Deuses, embora Tzimisces, não eram verdadeiros Tzimisces, como minha Dama da Escuridão me ensinou.
    Morlak Bratovich, cria de uma nobre família de carniçais que foi agraciada com o Don, ou devo diver Benção divina, cuja qual os permitiu se tornar puros como nós! Ou melhor dizendo, não totalmente puros. Possuíam uma brutalidade em particular, uma certa bestialidade, uma ligação maior com sua besta interior, ou devo dizer fraqueza? Sua linhagem dentro de nosso clã já nasceu contaminada pela moléstia da carne, que eles chamam de vissiscitude. Um poder formidável para comandar o corpo por completo, porém, isso parece afetar suas mentes de alguma forma que minha Deusa negra ainda não soube me explicar. Hoje, Morlak serve a minha imperatriz sombria, uma vez que já em noites passadas, ele foi oferecido para ela como um presente para selar a aliança entre dois voivodes e claro, futuramente fiquei sabendo que também foi para agradecer vários favores de minha voivode para com o mestre de Morlak e com o objetivo de selar um pacto de passividade entre os voivodes, assim como auxílio bélico, em caso de necessidades. Assim sendo, sua colocação dentro do Voivode é, como posso dizer, mais voltada para a área bélica da fortaleza, sendo considerado como um capitão, ou comandante, das hordas do terror. Sua condição também lhe traz como linhagem, uma força sobrenatural que não é comum de nosso clã, assim como ele não conseguiria perceber nuanças sutis, ou melhor, ele não conseguiria escutar uma briga no quarto ao lado, o que também é estranho pela visão de nossa linhagem.
    Turil Krakoslav por sua vez é mais antigo que Morlak, embora tenha vindo para os braços de minha sacerdotisa das trevas em condições muito semelhantes. Uma verdadeira divindade, uma linhagem pura dentro de uma raça pura, sabe como fazer as situações virarem para o seu lado. Assim, no meio de um desentendimento grave entre dois voivodes, ela conseguiu apaziguar a situação, fato extremamente raro eu posso afirmar, e ainda virou o jogo para o lado que a agradava sem que o lado prejudicado se sentisse ofendido ou até mesmo em desvantagem. Assim sendo, dentro de tal situação, Turil foi oferecido como um gesto de apreciação pelo ato nobre que ela havia feito. Traduzindo, a dívida havia sido paga.
    Este também não era puro, mas sim, de linhagens muito mais próximas da perfeição do que qualquer Bratovich e muito mais antigas que a aparição da Vissiscitude, de forma que posso considerar como um irmão de linhagem. Extremamente poderosos e reclusos, os assim chamados de Kolduns, são os feiticeiros dentre os Cainitas. Poderes surpreendentes ligados aos elementos desta bela e abençoada terra, assim como com os espíritos da mesma.
    É claro que tudo isso havia uma razão, minha dominatrix possuía um intelecto e uma perspicácia tão apurados que era muitas vezes difícil de compreender, embora ela tenha me revelado sua estratégia. As linhagens existem e sempre existiram, mas há uma linhagem superior. Porém esta linhagem não possui todos os segredos das linhagens mais baixas e é aí que mora a estratégia. Como uma das mais respeitadas dentre os de sua linhagem, ela tinha como planos absorver estes conhecimentos, torná-los palpáveis dentre os nossos, trazer os segredos Koldúnicos e a arte da Vissiscitude para dentro de nosso Voivode! E assim ela o tem feito. Utilizando os votos do sangue e dons manipulativos inerentes de vossa majestade, com uma doçura selvagem suas crias se entregavam de corpo e alma aos seus desejos, cujos quais ela recompensa generosamente.
    Minha arconte do destino possui características que eu ainda desconheço, assim como aos meus “irmãos”, por isso não consigo interpretar totalmente o seu relacionamento. Obviamente ela o faz consciente para que eu não decifre e mantém minha mente entretida com ensinamentos sobre os poderes do sangue que ela sorvia de suas “crias”.
    Devo contar sobre a relação dos lordes com a plebe? Ah, acho que seria um desperdício não relatar fato tão importante como esse. Uma vez seu protegido, sua linhagem, seu amor maior, eu era instruído de todos os detalhes do voivode, todo o seu funcionamento, todos os empasses, inclusive a cobrança de tributos.
    Tudo acontecia muito rápido, em períodos de sete a quinze dias, Morlak descia a colina com a horda trôpega e disforme de seus soldados lacaios, que costumamos chamar de “carniçais da guerra”. Humanos que foram alimentados com o sangue do poder proveniente de nossas veias, compelidos a nos servir pelo vínculo criado por tal elo, brutalmente deturpados e retorcidos pelo próprio Morlak em seres oriundos de um próprio pesadelo e armados com membros transformados em armas letais. Adentravam pela aldeia cobrando seu tributo de ouro e sangue, cuidadosamente cuidando daqueles que vez ou outra se rebelavam. No mais, a turba geralmente se acovarda de pavor enquanto a horda sobe de volta ao Voivode com alguns aldeões para servirem de alimento aos mestres, que não são “devorados” até que um pouco de diversão seja realizado, afinal de contas, até Deuses precisam de entretenimento. Fora isso, todos nós temos a nossa cota de noites em que visitamos a vila, afinal de contas, a emoção da caça deixa o vitae muito mais saboroso.
    O Koldun também possuía um papel importante durante os dias que se passam até a coleta dos tributos. Comandando os elementos a sua volta ele conseguia incitar pavor nos aldeões à distância, imbuindo o próprio vento com murmúrios e sussurros para manter os aldeões sempre reclusos e amedrontados.
    Assim, as noites se passam e em um verdadeiro Dragão eu vou sendo lapidado. Minha Kzarina draconiana havia me dito que gostaria de me enviar para algumas negociações e relações diplomáticas, o que me fez trabalhar minhas habilidades recentemente adquiridas com relação à minha boa apresentação, o que devo dizer sem muita modéstia, eu realmente sou muito bom no que faço...
    Porém, a história se provou como sempre, sarcástica e pronta para provar a bravura dos fortes, assim como devorava os fracos. Notícias sobre os usurpadores se tornavam cada vez mais comuns enquanto os voivodes, um por um se tornavam mais irritados e voláteis. Estes auto-intitulados magos do sangue haviam transgredido não apenas nossos limites, como também se agraciaram com a benção do sangue por meio de rituais arcanos, nos quais o líder de um clã foi destruído e vários dos nossos foram sacrificados. Isso é claro, não poderia ficar sem retaliação. Logo os lordes Dragões Começaram a contra atacar este abuso de tão baixos usurpadores, que com tempo, conseguiram se defender de nossos ataques. Mão demorou muito para que eles nos atacassem e vejam só, nosso território estava como um dos primeiros a receber tal retaliação.
    Traídos, superestimados ou meramente esquecidos. Não sei dizer qual das circunstancias seria mais correta, apenas sei que nos vimos sozinhos quando o exército inimigo chegou em nossas bordas. Neste ponto, os usurpadores já detinham o poder de criar monstruosas Gárgulas como defensores e as usavam deliberadamente. Nós por outro lado, tínhamos um vasto exército dos temíveis carniçais de guerra, um Bratovich furioso em forma demoníaca, um poderoso feiticeiro koldun e a criatura mais pavorosa e destruidora que já entrei em contato, o gigante Vohzd.
    Os exércitos se chocavam como uma tempestade na floresta, mas por sorte nosso Vohzd era ótimo em arrancar árvores. Com o caos no campo de batalha, a poeira sobe e os rugidos de fúria e dor ecoam pela planície. Morlak estava insandecido, levando inúmeros magos do sangue para a sua morte final, enquanto Turil dava uma lição nos mesmos, afinal, a manipulação dos elementos parece brincadeira de criança contra aquele que os domina por completo. Enquanto isso, eu e minha matriarca assistíamos a nossa massacrante vitória.
    Algumas noites de batalha adiante foram suficiente para nos lembrar da posição vulnerável que nosso Voivode se encontrava contra ondas de ordas inimigas, sem nhnhum aliado se prontificar para nosso auxílio. Todos os nossos carniçais foram aniquilados, nosso Vohzd foi subjugado, Morlak havia sido derrotado e Turil completamente destruído. Assim sendo, as forças Tremere subiram rápido a colina enquanto minha Deusa dos amaldiçoados os bloqueou. Seu poder era tamanho que causou perdas avassaladoras no inimigo, mas não seria o bastante e com o tempo ela também cairia. Muito feria, correu para o calabouço, aonde havia me mandado esconder, murmurando sobre a nossa linhagem e que eu deveria sobreviver a qualquer custo, abrindo sua jugular e me ordenando que a tomasse pelos braços do amaranto.
    “Não tema meu adorado, pois eu estarei sempre contigo e serei tua guia por toda a eternidade”.
    A sensação de ver o antes perfeito corpo de minha eterna, maculado e se esvaindo à medida que eu absorvia toda a sua essência, me enchia de uma tristeza enorme. Ao término,
    Podia senti-la dentro de mim, toda a sua força e seu conhecimento, assim como seus poderes tomavam residência em meu corpo. Não havia mais tristeza, havia desapego, havia serenidade.
    Não tardou para a fortaleza ser tomada e enquanto eu fugia pelas masmorras, o castelo que já sentia em suas vigas a dor de tantas avarias causadas por consequentes ataques, não resistira e desabava sua carcaça de pedra sobre si e sobre toda a horda invasora, enterrando tudo e todos em seu vasto interior. Foi tudo muito rápido e por reflexo, fiz a única coisa que consegui pensar, me enfiei dentro de um caixão de pedra enquanto houvia e sentia o mundo cair a minha volta, até entrar em um sono profundo.


    Prólogo – Segunda parte
    A antiga linhagem renasce

    “Acorde... agora!”
    Em um misto de vozes oriundas de um pesadelo sem fim, cujo qual revivia dores e tormentos incessantemente, uma voz se destaca, destruindo aquele mundo de agonia e me colocando em um estado de vigília.
    “Acorde! O momento de se erguer, de acordar, se faz por agora!”
    Mais uma vez a voz me atinge e como ordenado, meus olhos se abrem. Em instantes eu acordara e me colocara para fora do caixão em que jazia. Me encontrava em uma sala que salvo alguns itens e entulho, era diferente de qualquer uma em que já estivesse e enquanto isso, uma fome avassaladora arrebatava minha consciência e meus instintos.
    “A terra! Guarde-a em algum recipiente, rápido! É dessa terra que vem nossas forças, lembre-se de seus ensinamentos!”
    A voz me trouxera inúmeras lembranças e enquanto juntava punhados daquela terra em sacolas de couro, seu aroma lembrava- me de minha casa.
    “Pare de titubear e perder tempo! Rápido, faça o que lhe digo.”
    Assim, seguindo à risca o que a voz me dizia, me deparei matando e drenando homens que encontrei em meu caminho para sair daquela estranha construção, homens com roupas que não me fazem sentido algum e um sotaque completamente estranho. Tal construção bizarra, que só poderia ser obra de algum Toreador estravagantemente enlouquecido, era adornada de esqueletos de criaturas que só poderiam ser oriundas de um pesadelo ou até mesmo do mais profundo inferno! Pinturas e obras de arte com peculiaridades tanto maravilhosas quanto grotescas, algo que apenas um Malkaviano lunático poderia conceber. Demorei sim para achar a saída e enquanto isso ponderava sobre a voz em minha mente... sim, só poderia ser ela... sim, mina Ama falava comigo... sim. Teria ela premeditado tudo isso?
    Meus pensamentos foram interrompidos quando achei a saída do estranho lugar, tendo a certeza de que havia dormido por tempo demais. A noite era tão iluminada por inúmeras estas tochas sem fogo que eu me confundia se já não era dia! As ruas eram habitadas por criaturas metálicas que se locomoviam com rodas, possuíam olhos que brilhavam como minúsculos sóis e lançavam constantemente ao ar suas excretas vaporizadas, deixando seu fedor por toda a cidade, enquanto dentro de si, homens pareciam guiar tais criaturas. Ah, mas é claro, não eram criaturas, eram carruagens, mas sem cavalos! As pessoas eram muito numerosas e não se importavam em andar a noite sobre passadiços de concreto que terminavam em uma estrada dura, seca e negra como a noite.
    Confesso aqui o terror que passei, quase me entregando ao frenesi-raposa e não fosse a voz novamente, não teria encontrado um refúgio tão rapidamente.
    Era uma construção abandonada que clamei como meu refúgio. Vasculhando o local encontrei em uma de suas câmaras um alçapão para uma sala no subsolo. Fiz de lá meus aposentos particulares. O lugar era perfeito, escuro, de difícil acesso e despejada toda a terra que havia trazido em um dos cantos do aposento, poderia começar o próximo passo.
    Meu sustento se deu de forma bem mais fácil do que imaginara. Os párias desta comunidade visitavam a região aonde meu refúgio era estabelecido e se faziam presas fáceis para mim. Todas as noites de prontidão sobre a construção, observava minha caça e o estilo de vida desse novo mundo que eu tanto desconhecia, até encontrá-la. Uma fêmea, de presença marcante e estranha, que posteriormente descobri ser algo comum de sua tribo. Esperta, ambiciosa, sabia conseguir o que queria e possuía muitos contatos. Ela fazia o mesmo caminho quase todas as noites, então não foi difícil estudar seus passos, suas atitudes... Claro, ela se tornou uma ótima Carniçal. A primeira de meu futuro reinado.
    Meu mais novo bichinho de estimação provou-se apaixonado e muito útil! Tem se prontificado a me ensinar suas maneiras de forma esplendorosa. Em seguida, expliquei que iria precisar de recursos para continuar com meus planos e suas ideias encheram de novidades desta louca humanidade em minha mente antiga. Humanidade esta que vive a noite sem medo e se entrega às suas paixões e desejos por diversão.
    “Vamos transformar este galpão abandonado em um local secreto para shows de música eletrônica e bandas de metal. Ainda conseguiremos lucrar com a venda de bebidas e drogas”.
    Confesso não ter entendido quase nada do que ela havia dito, mas gostava de cada ideia, cada palavra, ordenando-a que colocasse em prática as suas ideias.
    Dessa forma, ela passava os dias atrás de seus contatos e as noites me passava os detalhes enquanto eu cuidava da “aparência” do lugar. Fiz algumas esculturas e pinturas enquanto May me trazia algumas roupas dignas. Pude notar também que o tempo fez com que a plebe se importasse mais com a aparência e minha atual presença não seria deveras agradável. Enquanto May usou o seu tempo para fazer os preparativos para o grande plano dar certo, eu gastei algumas noites para esculpir minhas feições e me tornar mais agradável ante a essa geração que eu me deparava. Devo confessar que os resultados superaram as minhas expectativas, graças ao extenso treinamento que Vriika me imperou. Depois de terminado o meu rosto não pude deixar de sentir a sua falta. Ela me acompanhava de certa forma mas nunca mais seria capaz de sentir a sua pele, vislumbrar sua beleza.
    Enfim como já esperado, o primeiro show se fez. Uma noite espetacular com dezenas de humanos enlouquecidos, movidos por substâncias alucinógenas e uma música hipnotizante. Sem qualquer pudor quanto ao sexo e ao prazer, esse rebanho manteve-se ativo por quase toda a noite, enquanto eu os observava atento, com um singelo sorriso nos lábios. A música me alegrava, juntamente com a facilidade desses homens e mulheres da noite se entregarem ao “beijo”, fora o fato de que o dinheiro de seus bolsos retornava para o seu devido lorde. O Reinado do Dragão do Oriente Europeu tem o seu renascer neste momento.
    “Bem vindo minha criança à gloriosa noite do ano de nosso senhor de 2019 e ela é toda sua!”

    7. Banco de Dados
    Lucas Corey
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    Re: Fichas

    Mensagem por Lucas Corey em Sab Jan 05, 2019 11:54 am

    FICHA APROVADA (05/01/2019) BY @Askalians



    Nome: Lucas Corey
    Personagem: Hunter Hayes
    Idade: 35
    Altura: 1,73
    Conceito: Self-made man
    Natureza: Competidor
    Comportamento: Diretor
    Residência: Cobertura de três quartos, alto padrão, em Nola

    ATRIBUTOS

    Físicos (3º)
    Força: 1 + 1
    Destreza: 1 + 1 + 1 (Bônus)
    Vigor: 1 + 1

    Sociais (1º)
    Carisma: 1 + 2
    Manipulação: 1 + 3
    Aparência: 1 + 1

    Mentais (2º)
    Percepção: 1 + 1
    Inteligência: 1 + 2
    Raciocínio: 1 + 1

    HABILIDADES

    Talentos (3º)
    Prontidão: 0
    Esportes: 2
    Briga: 1
    Esquiva: 0
    Empatia: 1
    Intimidação: 0
    Liderança: 1
    Manha: 0
    Lábia: 0

    Perícias (1º)
    Empatia com Animais: 0
    Ofícios: 0
    Condução: 2
    Etiqueta: 2
    Armas de Fogo: 0
    Armas Brancas: 3 (praticante de kendo)
    Performance: 1
    Segurança: 2
    Furtividade: 1
    Sobrevivência: 2 (pântano)

    Conhecimentos (2º)
    Acadêmicos: 1
    Computador: 1
    Finanças: 3
    Investigação: 0
    Direito: 1
    Linguística: 2 (Língua nativa: dialeto cajun; Outras: inglês e espanhol)
    Medicina: 0
    Ocultismo: 0
    Ciências: 0
    Política: 1

    VANTAGENS

    Antecedentes
    Aliados: 0
    Contatos: 1 (Edward Lamo: hacker do tipo “Gray Hat”)
    Fama: 0
    Influência: 0
    Mentor: 0
    Recursos: 4
    Status: 0

    VIRTUDES

    Consciência: 1 + 2
    Autocontrole: 1 + 2 + 1 (Bônus)
    Coragem: 1 + 3

    *Humanidade: 6 + 1 (Bônus)

    *Força de Vontade: 4
    Fixo: 4 + 4 (Bônus)
    Variável: 8

    VITALIDADE:

    QUALIDADES
    Vigoroso (5)
    Líder Nato (1)

    DEFEITOS
    Impaciente (-1)
    Vingança (-2): descobrir quem destruiu a vida de sua mulher e vingar-se

    PERTENCES

    Carro: Audi TT RS (esportivo)
    Ultrabook
    Sabre japonês (katana) - guardado no apartamento

    ARMAS
    Katana (espada): Ocultabilidade: I; Dano: Força + 2

    Uso de pontos de Bônus
    Qualidades 6; Destreza 5; Autocontrole 2; Humanidade 1; Força de Vontade 4; Defeitos (-3)

    História:

    De uma velha casa de madeira  nos pântanos da Louisiana para uma bela cobertura num condomínio moderno e de alto padrão, a ascensão social de Hunter foi realmente invejável. Desde criança ele desejava intensamente ser mais do que era, e melhor do que os outros. Nunca se sentiu bem com suas origens cajuns, apesar da larga influência cultural cajun no estado da Louisiana e da atração que os turistas têm pela culinária, os costumes, a música e as tradições desse grupo. Ocorre que seus pais têm baixa instrução e sempre foram muito pobres, de sorte que Hunter associa tudo o que se refere à cultura cajun com atraso, pobreza, crendices, ignorância.

    Já na infância, Hunter decidiu que iria estudar para ter uma profissão de prestígio, ótima remuneração e que lhe abrisse as portas para tornar-se um grande empresário. Foi um aluno extremamente aplicado, daqueles que estudam noites inteiras, tirava ótimas notas, e dedicava-se aos esportes pelo prazer de competir. Conseguiu uma bolsa de estudos para a universidade,  formou-se em administração e fez um curso de MBA na prestigiosa Harvard Business School, o que o levou a ocupar ótimos cargos de direção em empresas de informática e de consultoria. Acumulou uma poupança, firmou uma sociedade com dois executivos com quem já tinha trabalhado e fundou a Invictus, empresa de consultoria em finanças e negócios com uma excelente clientela.

    A única coisa que o atrapalhava um pouco no trabalho era seu espírito impaciente, o que o levava a fazer cobranças descabidas aos subordinados, a ser apressado ao lidar com burocracia e também insistente demais no trato com superiores, sócios e clientes. Para lidar melhor com isso, resolveu se dedicar ao kendo, uma arte marcial que valoriza a autodisciplina, a estratégia e a concentração. Outro motivo para escolher esse esporte (mas que ele nunca comenta com ninguém) é o fato de a cultura japonesa não ter absolutamente nada a ver com a cultura cajun.

    Enfim, temos aí um homem prático, determinado, focado em seus objetivos, e até bastante calculista. Em sua trajetória rumo ao sucesso, uma única nota dissonante: seu namoro e casamento com Maria Stern, a quem conheceu ainda nos tempos de faculdade. Ela é de uma família judia de intelectuais de classe média, estudou artes plásticas, e trabalha como fotógrafa, pintora e escultora. Não era o perfil ideal para auxiliá-lo em sua ascensão econômica, mas a união dos dois resultou de amor, não de cálculo.

    E foi um casamento muito feliz, até um ano atrás. Ela desapareceu numa noite, ao voltar do seu ateliê para casa, e só foi encontrada na semana seguinte. Estava nua, inconsciente, jogada num terreno baldio, e com pouco sangue no corpo. O exame de corpo de delito não identificou nenhum indício de violência sexual ou de qualquer outro tipo, mas, seja lá o que tenha acontecido naqueles dias, foi uma experiência devastadora para Maria. Ela acordou sem se lembrar de nada do que aconteceu, mas não voltou a ser a mesma pessoa. Produz pouco, chora pelos cantos sem motivo, quase não sai de casa, e seu olhar às vezes se perde por muito tempo mirando o nada. Terapia e antidepressivos têm tido efeitos bastante limitados.

    Durante vários meses, Hunter alimentou a esperança de que seu amor e atenção iriam tirá-la daquele estado, devolver-lhe o gosto pela vida. Não aconteceu. Quanto mais o tempo passa, mais a frustração de seus esforços o leva a concentrar-se no trabalho para não afundar no mesmo pântano emocional que ela. Os dois estão começando a se distanciar, e as ambições profissionais de Hunter crescem na mesma proporção.

    Quanto às investigações policiais sobre o sequestro de Maria, estas resultaram em nada, e o caso só não foi arquivado ainda devido à insistência de Hunter, que acionou seu advogado para pressionar a polícia e até a Promotoria. Para um homem impaciente como Hunter, isso, de fato, era terrivelmente exasperante!

    Em suma, temos aí um homem que está se aproximando dos quarenta anos, não tem sido feliz no último ano de casamento, se distanciou do grupo familiar e ainda não atingiu seu objetivo, posto que, embora seja um empresário muito bem de vida, ainda não é um milionário. Nunca fez nada de ilegal na vida - nem mesmo colava nas provas, quando era estudante -, mas já está começando a se sentir seriamente tentado a usar recursos questionáveis para ascender com mais velocidade.
    Lady of Carnage
    Neófito
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    Neófito

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    Reputação : 1

    Re: Fichas

    Mensagem por Lady of Carnage em Qua Jan 09, 2019 3:59 pm

    FICHA APROVADA (09/01/2019) BY @Askalians


    1. Dados

    Nome: Lady of Carnage
    Personagem: Milena de Carnage
    Clã: Lasombra
    Natureza: Sobrevivente
    Comportamento: Autocrata
    Geração:
    Refúgio: Suíte presidencial do Bourbon Orleans Hotel, no Bairro Francês
    Conceito: Diletante

    Saldo de XP: 0/0


    2. Atributos

    Físicos
    - Força: 1
    - Destreza: 1 + 2
    - Vigor: 1 + 1

    Sociais
    - Carisma: 1 +3
    - Manipulação: 1 + 2
    - Aparência: 1 + 2

    Mentais
    - Percepção: 1 + 2
    - Inteligência: 1 + 2
    - Raciocínio: 1 + 1


    3. Habilidades

    Talentos
    - Prontidão: 1*
    - Esportes: 0
    - Briga: 0
    - Esquiva: 2
    - Empatia: 2
    - Expressão: 0
    - Intimidação: 4
    - Liderança: 3
    - Manha: 0
    - Lábia: 2

    Perícias

    - Empatia c/ Animais:
    - Ofícios: 0
    - Condução: 0
    - Etiqueta: 2
    - Armas de Fogo: 0
    - Armas Brancas: 2
    - Performance: 2
    - Segurança: 0
    - Furtividade: 2
    - Sobrevivência: 1

    Conhecimentos
    - Acadêmicos: 0
    - Computador: 0
    - Finanças: 0
    - Investigação: 1*
    - Direito: 0
    - Linguística: 3 (nativa: Francês; adicionais: Inglês, Alemão, Russo, Espanhol)
    - Medicina: 0
    - Ocultismo: 2
    - Política: 0
    - Ciências: 0


    4. Vantagens

    Antecedentes
    Geração 5
    Recursos 4*
    Lacaios 1*

    Disciplinas
    Dominação 1*
    Tenebrosidade 3


    5. Virtudes

    - Consciência: 1 + 1
    - Autocontrole: 1 + 4
    - Coragem: 1 + 2

    Humanidade: 7

    Força de Vontade: 3 + 5*


    Qualidades e Defeitos
    -
    -
    Observações

    - O antecedente Lacaios (1), representa a única serva pessoal que restou da convivência com o Conde de Güell - a criada de quarto Ivana Vyrubova, carniçal.


    6. Prelúdio

    Centenas de anos se passaram desde meu nascimento naquele longínquo século dourado. Reinava então Luís XIV, o Rei Sol, e de meu ponto de vista privilegiado, posso dizer que não houve época melhor na história do mundo. Oh, os bailes incessantes, as caçadas, as luzes, o luxo! Belos jovens em calças brancas e polainas, os vestidos froufrous das cortesãs, a liberdade… Não, em verdade, não houve tempo melhor. Minha infância foi gulosa, cercada de servos, preceptores, brincadeiras e madeleines, mas admito que minhas lembranças estão embaçadas. Minha angústia é sentir que, quanto mais tento recuperar os bons tempos, mais a memória esvanece. Sei que tinha quinze anos quando me apresentaram à sociedade e eu deixei o plácio de Carnage para me juntar à cour de Luís XIV. Foi aí que minha vida ficou mais difícil, digo, eu ainda tinha meus luxos e podia me divertir, mas eu era só mais uma entre outras aristocratas, não mais a menina dos olhos do Duque de Carnage.

    Mesmo que minha posição garantisse que muitos nobres rapazes viesse me cortejar, e eu adorasse suas atenções, suas faces escanhoadas e as voluptosas valsas no salão azul, não me interessava de fato pelos jogos de amor, nem me sentia inclinada a ceder minha liberdade e diversão a um homem. Já naquela época eu sentia um desejo por poder que me apartava de minhas iguais, e a consciência de que meu destino era grandioso demais. Quem estaria à altura, afinal, de esposar a filha única do Duque mais violento da corte? A fama intimidadora de minha família serviu para que eu cavasse alianças entre os homens da corte, e logo eu era uma jogadora na política real - sempre por baixo dos panos, sussurrando algo aqui, coletando um segredo ali, chantageando alguém acolá… Aos vinte anos eu gozava de uma posição que poucas mulheres poderiam ter na época, e isso se manteve no tempo regencial, quando ficamos sob a regência do Duque d’Orleães.

    Foi logo depois que Luís XV assumiu o trono, quando eu já estava ficando suspeitosamente velha para ser uma cortesã não casada, que o conheci. Ele chegou em uma noite chuvosa do inverno de 1725 - me lembro como se fosse ontem. Ele não chegou junto com os outros emissários do Sacro Império, mas sim tarde da noite, acompanhado de um séquito pálido e mudo. Era um Habsburgo, do ramo espanhol da família, o Conde de Güell, do blaison de corvo. Eu fiquei fascinada. Não foi que eu me sentisse exatamente atraída, não como as jovenzinhas da corte. Eu sentia um poder absolutamente sedutor emanar daquele ser. Ele era O Poder, eu sentia, e isso tanto me instigava quanto me assustava - eu, que nunca tinha me assustado com nada na vida! Eu decidi que precisava saber quem era, afinal, o Conde de Güell. Essa foi tanto minha sorte quanto minha ruína.

    O Conde arruinou minha vida. Era um homem malicioso e perceptivo, então meus esquemas para desvendá-lo, embora sutis, eram óbvios para ele. Enquanto eu lutava com o enigma que ele representava, ele tecia uma teia de difamações que foi destruindo completamente a posição que eu tanto lutara para conquistar. Inexplicavelmente, as cortesãs começaram a se afastar, os nobres me viravam as costas, meu dinheiro desaparecia e logo o rei me queria fora do castelo. Antes que eu sequer descobrisse algo útil sobre ele, vi toda a minha vida e meu privilégio serem jogados na lama. Quando o conselheiro do rei veio aos meus aposentos e me mandou fazer as malas, perdi completamente as estribeiras e me atraquei com o homem aos berros, arranhando sua cara assustada a ponto de lhe arrancar pedaços de carne, e num acesso de ódio e loucura, sentindo o sangue ferver como nunca antes, esmaguei sua cabeça com um castiçal.

    Foi minha maior vergonha e humilhação. Tentei fugir, tentei lutar, mas os guardas me arrastaram pelas escadas do palácio, aos olhos de toda a corte - e eles apontavam e riam! Eles riam do meu desonroso fim! Só então compreendi que todos me detestavam na corte, presos sob mim pelo medo. Fui jogada no calabouço por longos e longos dias, sem ver vivalma, presa no ambiente mais abjeto que já estive na vida. Uma noite, quando planejava minha vingança contra as forças obscuras que me tinham lançado naquele inferno, o Conde surgiu das sombras, belo e assombroso, e me contou entre risos o que tinha feito. Eu o ataquei, ele riu mais. E me abraçou.

    Na noite seguinte fugimos para seu castelo em terras de Espanha e por muito tempo vivemos juntos. Ele me abriu o caminho para um mundo de poder inimaginável, para o que havia de mais monstruoso dentro de mim, e me ensinou a manipular não apenas os outros mas também a mim mesma. Eu o amava pelo que me ensinou, e sempre fui leal a ele, mas eu também o detestava por roubar de mim a glória de meus dias na corte francesa. Mas ele era um diplomata, um emissário estrangeiro, então mudávamos de país quando necessário e nos inseríamos em outras cortes, isso era divertido. Mas noites viraram anos, que viraram séculos, impérios caíram, a aristocracia desapareceu e a empolgação do poder e da violência foi se esvaindo, dando lugar a um tédio mortal e a um saudosismo dos meus tempos de cortesã… Mas então a França já não era mais o que tinha sido, o mundo todo tinha mudado demais e isso me entristecia. Eu não tinha mais vontade de lutar. Senti que era hora de começar de novo, longe do Conde, longe do Velho Mundo, sozinha.

    Me despedi de meus comparsas e do Conde e, como tantos de minha linhagem antes de mim, me lancei ao mar em direção ao Novo Mundo. O saudosismo me fez decidir buscar algo que me lembrasse de meu passado, então segui para a cidadezinha americana fundada em homenagem ao Duque d’Orleães, o regente do saudoso Luís XV. Estava indo sem amarras, sem conhecidos, disposta a começar do zero. E cá estou agora.

    7. Banco de Dados
    Bastet
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    Re: Fichas

    Mensagem por Bastet em Qui Jan 10, 2019 7:34 pm

    FICHA APROVADA (11/01/2019) BY @Askalians






    1. Dados

    Nome: Bastet
    Personagem: Sophie Fisher
    Clã: Humana
    Natureza: Celebrante
    Comportamento: Bon Vivant
    Geração: --
    Refúgio: Casa dos pais, em um condomínio de luxo na cidade
    Conceito: Artista  (dança e canto)

    Saldo de XP: 0/0

    2. Atributos (6/4/3)

    Físicos (Terciário 3)
    - Força: 1
    - Destreza: 1 + 2
    - Vigor: 1 + 1 + 1 (Bônus)

    Sociais (Primário 6)
    - Carisma: 1 + 2
    - Manipulação: 1 + 1
    - Aparência: 1 + 3

    Mentais (Secundário 4)
    - Percepção: 1
    - Inteligência: 1 + 2
    - Raciocínio: 1 + 2


    3. Habilidades (13/9/5)

    Talentos (Primário 13)
    - Prontidão: 1
    - Esportes:2
    - Briga: 0
    - Esquiva: 2
    - Empatia: 2
    - Expressão: 1
    - Intimidação: 1
    - Liderança: 2
    - Manha: 0
    - Lábia: 2

    Perícias (Terciário 5)
    - Empatia c/ Animais: 0
    - Ofícios: 0
    - Condução: 1
    - Etiqueta: 2
    - Armas de Fogo: 0
    - Armas Brancas: 0
    - Performance: 2
    - Segurança: 0
    - Furtividade: 0
    - Sobrevivência: 0

    Conhecimentos (Secundário 9)
    - Acadêmicos: 1
    - Computador: 2
    - Finanças: 0
    - Investigação: 1
    - Direito: 0
    - Linguística: 2 (Inglês [nativa] +  Francês e Italiano)
    - Medicina: 0
    - Ocultismo: 1
    - Política: 1
    - Ciências: 1


    4. Vantagens

    Antecedentes (5)

    -Aliado: 1 - (Pai é o CEO de uma empresa influente de tecnologia)
    -Fama: 1
    -Influência: 1 (Bônus)
    -Recursos: 3 + 1 (Bônus)
    -Contatos: 2 (Bônus) - (Sabe com quem conseguir drogas mais barato; Dono do bar onde ela se apresenta vez ou outra, escondida dos pais)



    5. Virtudes (7)
    - Consciência: 1 + 2 + 1 (Bônus) = 4
    - Autocontrole: 1+ 2 + 1 (Bônus) = 4
    - Coragem: 1 + 3 = 4

    Humanidade: 4 + 4 = 8

    Força de Vontade: 4 + 1 (Bônus) = 6

    Qualidades e Defeitos

    - Linguista Nato (2 pontos)
    - Equilíbrio Perfeito (1 ponto)
    - Voz Encantadora (2 pontos)
    - Fisionomia Amigável (1 ponto)
    - Líder Nato (1 ponto)

    Observações
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    6. Prelúdio


    Sophie é uma menina que, desde jovem, se mostrou promissora nos estudos. Sendo obrigada pelos pais a ser a aluna exemplar, sempre esteve às margens dos círculos sociais na escola, só sendo notada quando algum menino queria tirar onda com o aparelho que usava ou com os quilinhos a mais que adquiriu na época em que parara de fazer exercícios, pois havia pegado muitas matérias extracurriculares.

    Quando entrou no ensino médio, as coisas começaram a mudar. Ao conseguir passar na audição das líderes de torcida, se enturmou com o grupinho mais “popular” da escola, aprendendo como se arrumar, como se portar e o que fazer para ser notada e elogiada pelos demais.

    Apesar da mudança na escola, os pais não deixaram de cobrar dela. Por isso, a jovem tinha uma rotina dupla e estressante: a rotina de estudos e a vida social. A pressão de ambas as partes ficou ainda pior com o passar do primeiro ano, no qual ela pegou dependência em uma matéria e os pais ficaram ainda mais duros com ela... E quando começou a rolar o papo, entre as meninas do seu grupo, sobre sexo e de que "como perder a virgindade havia feito delas mais mulheres". Nessa época, todos começaram a namorar e, para não ser a única sozinha no grupo, aceitou o pedido de Billie Madson, o principal jogador do time de futebol da escola.

    A relação com Billie era conturbada... Ele, enquanto ela fazia o que ele queria, era um bom namorado. Gentil, carinhoso, meigo... Mas, quando ela não fazia as vontades dele, uma série de xingamentos era o normal para ele, dizendo o quão “gorda” ela tava e que era uma “vadia santinha” por não querer dormir com ele ainda. O menino ainda se vangloriava, ainda, de não contar o quão puritana ela era, para os amigos, pois era um “bom namorado”. Toda essa pressão fez, ainda, que a menina adquirisse um transtorno alimentar, para ter um corpo bonito... Acreditando nos xingamentos do namorado.

    [...]

    No terceiro ano do colégio, Sophie se tornou uma das três líderes de torcida principais, conseguindo solos de dança nas apresentações. Adorava dançar e, finalmente, descobriu algo que a satisfazia. Nunca contou a ninguém sobre as barbaridades do namorado... Embora soubesse que ele a traía. Sabia que a relação ajudava em sua popularidade e a popularidade ajudava em sua ascensão como líder de torcida. Era uma vida vazia, sem muitos prazeres, mas finalmente ela estava fazendo algo por ela mesma.

    De alguma forma, a menina sabia que influenciava as pessoas. Não entendia como, mas sempre que ela usava um tom de voz mais meigo ou quando cantava uma música... Algo acontecia. Conseguiu um freela em um bar da área central da cidade, após o dono ver ela se apresentando em um jogo de futebol e cantando o hino. Desde então, ela vem aperfeiçoando ainda mais esse "dom", com a sua voz. Sabe que, se falar baixinho, de forma mais sexy, consegue convencer os mais tarados... Se cantar uma música animada, deixa qualquer ambiente animado. é algo incrível que ajudou bastante a jovem se tornar conhecida entre os grupinhos que frequentavam o bar e o colégio.

    Após as primeiras provas, ela acabou tirando notas ruins... E entrou na lista de aulas particulares do colégio. Mais uma coisa... Estudar, dançar, se alimentar (muito raramente), manter a aparência com o namorado, fingir interesse com as “amigas” e, agora, ir em aulas particulares. O seu dia estava muito cheio e a jovem beirava à exaustão e a solidão, apesar de passar boa parte do dia acompanhada.

    E aquele era só o começo do ano. Será que aguentaria até o fim dele?

    7. Banco de Dados
    -

    8. Pontos Bônus (21)

    - 4 pontos em Antecedentes (x1) = 4 pontos bônus
    - 2 pontos em Virtudes (x2) = 4 pontos bônus
    - 1 ponto em Atributos (x5) = 5 pontos bônus
    - 1 ponto em Força de Vontade (x1) = 1 pontos bônus
    - 7 pontos em Qualidades (x1) = 7 pontos bônus

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      Data/hora atual: Ter Jan 22, 2019 3:59 am