Um fórum de RPG online no formato de PBF (Play by Forum).


    Fichas

    Compartilhe
    Askalians
    Cavaleiro Jedi
    Askalians
    Cavaleiro Jedi

    Mensagens : 196
    Reputação : 35
    Conquistas :
    • https://i.servimg.com/u/f11/17/02/65/26/410.png

    Fichas

    Mensagem por Askalians em Sab Dez 22, 2018 9:57 am

    Esse é o modelo de ficha a ser usado para VAMPIRO.
    Pontos de bônus: 21

    MODELO DE FICHA:


    1. Dados
    Nome:
    Personagem:
    Clã:
    Natureza:
    Comportamento:
    Geração:
    Refúgio:
    Conceito:

    Saldo de XP: 0/0

    2. Atributos (7/5/3)
    Físicos
    - Força:
    - Destreza:
    - Vigor:

    Sociais
    - Carisma:
    - Manipulação:
    - Aparência:

    Mentais
    - Percepção:
    - Inteligência:
    - Raciocínio:


    3. Habilidades (13/9/5)
    Talentos
    - Prontidão:
    - Esportes:
    - Briga:
    - Esquiva:
    - Empatia:
    - Expressão:
    - Intimidação:
    - Liderança:
    - Manha:
    - Lábia:

    Perícias
    - Empatia c/ Animais:
    - Ofícios:
    - Condução:
    - Etiqueta:
    - Armas de Fogo:
    - Armas Brancas:
    - Performance:
    - Segurança:
    - Furtividade:
    - Sobrevivência:

    Conhecimentos
    - Acadêmicos:
    - Computador:
    - Finanças:
    - Investigação:
    - Direito:
    - Linguística: (o idioma natal não conta na distribuição dos pontos)
    - Medicina:
    - Ocultismo:
    - Política:
    - Ciências:


    4. Vantagens

    Antecedentes (5 pontos)


    Disciplinas



    5. Virtudes
    - Consciência:
    - Autocontrole:
    - Coragem:

    Humanidade:

    Força de Vontade:


    Qualidades e Defeitos


    Observações
    -
    -
    -


    6. Prelúdio

    7. Banco de Dados


    Caso o seu personagem seja HUMANO, a ficha terá algumas alterações:

    1. Atributos: (6/4/3)
    2. Habilidades: (13/9/5)
    3. Pontos de bônus: 21
    Dicas para Ficha Humana:

    Passo 1: Conceito do Personagem
    Escolha o Conceito, a Natureza e o Comportamento.

    Passo 2: Escolha Atributos
    Priorize as três categorias: Físicos, Sociais e Mentais (6/4/3). Seu personagem tem automaticamente um ponto em cada Atributo.

    Escolha os Atributos Físicos: Força, Destreza e Vigor.
    Escolha os Atributos Sociais: Carisma, Manipulação e Aparência.
    Escolha os Atributos Mentais: Percepção, Inteligência e Raciocínio.

    Passo 3: Escolha Habilidades
    Priorize as três categorias: Talentos, Perícias e Conhecimentos (13/9/5).
    Escolha seus Talentos, Perícias e Conhecimentos. Neste estágio, nenhuma Habilidade pode ter nível maior do que 3.

    Passo 4: Escolha Vantagens
    Escolha Antecedentes (5) e classifique as Virtudes (7). Seu personagem tem automaticamente um ponto em cada Virtude.

    Passo 5: Toques Finais
    Anote a Humanidade (igual a Consciência Autocontrole) e a Força de Vontade (igual a Coragem).
    Gaste os pontos de bônus (21). Caso seu personagem seja um usuário de Numina, cada nível custa 7 PB.
    Caso seu personagem seja um carniçal ou ex-carniçal, você pode comprar com PB, Potência ou qualquer outra disciplina do clã de seu Senhor de nível 1 (se seu Senhor for de até 8ª Geração) ou 2 (se seu Senhor for de 7ª Geração), não podendo ultrapassar o limite estipulado pela Geração de seu Senhor.


    Caso queira fazer uma ficha de LOBISOMEM ou BRUXO, por favor, me mande MP antes de tudo, pois é da conta e risco do jogador usar os livros base desses personagens para criar suas próprias fichas.

    Notas Importantes:
    1- Colocar na ficha de vampiro se é da Camarilla ou Independente, pois na cidade não tem registros de Sabá.
    2- Procurem justificar suas escolhas de pontos na história, principalmente se tiver de 3 pontos para mais.
    Padre
    Cavaleiro Jedi
    Padre
    Cavaleiro Jedi

    Mensagens : 174
    Reputação : 29

    Re: Fichas

    Mensagem por Padre em Qua Dez 26, 2018 11:32 pm

    FICHA APROVADA (27/12/2018) BY @Askalians






    1. Dados

    Nome: Padre
    Personagem: Alastair Blac
    Clã: Humano
    Natureza: Galante
    Comportamento: Bon Vivant
    Geração: -
    Refúgio: Apartamento classe média, situado num bairro nobre da cidade.
    Conceito: Ator

    Saldo de XP: 0/0

    2. Atributos (6/4/3)

    Físicos (Terciário 3)
    - Força: 1
    - Destreza: 1 + 1
    - Vigor: 1 + 2

    Sociais (Primário 6)
    - Carisma: 1
    - Manipulação: 1 + 3
    - Aparência: 1 + 3

    Mentais (Secundário 4)
    - Percepção: 1 + 1
    - Inteligência: 1 + 2
    - Raciocínio: 1 + 1


    3. Habilidades (13/9/5)

    Talentos (Primário 13)
    - Prontidão: 0
    - Esportes:0
    - Briga: 0
    - Esquiva: 0
    - Empatia: 0
    - Expressão: 3
    - Intimidação: 1
    - Liderança: 2
    - Manha: 3
    - Lábia: 4

    Perícias (Terciário 5)
    - Empatia c/ Animais: 0
    - Ofícios: 0
    - Condução: 1
    - Etiqueta: 2
    - Armas de Fogo: 0
    - Armas Brancas: 0
    - Performance: 2
    - Segurança: 0
    - Furtividade: 0
    - Sobrevivência: 0

    Conhecimentos (Secundário 9)
    - Acadêmicos: 0
    - Computador: 0
    - Finanças: 0
    - Investigação: 0
    - Direito: 0
    - Linguística: 3 (Latim, Inglês, Francês e Alemão)
    - Medicina: 0
    - Ocultismo: 4
    - Política: 2
    - Ciências: 0


    4. Vantagens

    Antecedentes


    • Fama: 4
    • Influência: 4
    • Recursos: 4
    • Contatos: 2




    5. Virtudes
    - Consciência: 1 + 3
    - Autocontrole: 1+ 2
    - Coragem: 1 + 2

    Humanidade: 7

    Força de Vontade: 3


    Qualidades e Defeitos


    - Voz Encantadora (2 pontos)
    - Fisionomia Amigável (1 ponto)
    - Linguista Nato (2 pontos)
    - Líder Nato (1 ponto)
    - Reputação (3 ponto)
    - Amigo do Xerife (2 pontos)
    -


    Observações
    -
    -
    -


    6. Prelúdio
    A história de Alastair começa cedo, representante oficial da facção humana de New Orleans (filho do prefeito da cidade), cresceu em um ambiente banhado pela riqueza e boa vida. Desde cedo recebeu instruções dos melhores tutores das mais variadas áreas para que no futuro, Alastair se tornasse o sucessor de seu pai. Cercado de um ambiente rígido e rigoroso, também foi obrigado a estudar sobre etiqueta, políticas, ocultismo e os mais variados idiomas, por que só assim finalmente estaria no nível do seu "velho" ou pelo menos era o que ele pensava. Como veio de um lar abonado, guardava certa quantia consigo desde cedo, quantia generosa, mesmo para um adolescente, então, ao completar seus dezesseis anos, fugiu de casa e mudou de cidade, decidiu que viver ali e seguir os passos do pai não era o que queria. Durante sua trajetória fora, acabou indo parar em New York, onde ingressou em uma companhia de teatro, não demorou para que crescesse dentro do lugar e o reconhecessem por suas habilidades e pela sua aparência, rapidamente ganhou notoriedade pelo mundo fazendo filmes que foram sucessos de bilheteria, o que lhe rendeu um aumento mais considerável ainda em sua fortuna. Oito anos após deixar sua casa, em busca de viver uma vida mais calma e pacata (por calma e pacata, entenda curtição e libertinagem, só que longe dos holofotes das câmeras) e também nutrir uma voz ativa nos negócios de seu pai, um Alastair mais egocêntrico e manipulador retorna para New Orleans. Por ser filho de quem é, mesmo após fugir de seu pai, ainda nutre alguns contatos espalhados pela cidade em diversas áreas de trabalho.
    Desde os bons tempos de paz e a relação pacífica que havia entre humanos e vampiros, Alastair conheceu o xerife da cidade e a medida que foi crescendo, o xerife acabou se tornando um conhecido próximo à ele, de forma com que, em meio a farra e noitadas que gostava de fazer no meio dos humanos, apresentava ao pequeno aos prazeres da vida, afinal o rapaz não tinha nada com o que se preocupar e dinheiro não era algo que lhe faltava e que poderia impedi-lo de tais curtições.
    Após a morte da regente e já de volta à cidade, viu as coisas mudarem sob os seus olhos, pois Jace já não tinha mais tanto tempo assim disponível e o atual regente (que não aprovava a grande amizade dos dois desde sempre) viu um problema a menos para ser resolvido em meio àquele chaos.


    7. Banco de Dados
    Okley
    Cavaleiro Jedi
    Okley
    Cavaleiro Jedi

    Mensagens : 277
    Reputação : 3
    Conquistas :
    • https://i.servimg.com/u/f11/17/02/65/26/410.png

    Re: Fichas

    Mensagem por Okley em Dom Dez 30, 2018 8:29 pm

    FICHA APROVADA (31/12/2018) BY @Askalians



    1. Dados

    Nome: Okley
    Personagem:Corin Heartsong
    Clã: Malkaviano
    Natureza:Diretor
    Comportamento: Pedagogo
    Geração: 11°
    Refúgio: Cortiço
    Conceito: Cuidador

    Saldo de XP: 0/0

    2. Atributos (7/5/3)

    Físicos
    - Força: 1 +1
    - Destreza: 1 + 2
    - Vigor: 1 +2

    Sociais
    - Carisma: 1
    - Manipulação: 1 +1
    - Aparência: 1 +2

    Mentais
    - Percepção: 1 + 3
    - Inteligência: 1 +2
    - Raciocínio: 1 +2


    3. Habilidades (13/9/5)

    Talentos
    - Prontidão: 3
    - Esportes: 2
    - Briga: 1
    - Esquiva: 1
    - Empatia: 2
    - Expressão:
    - Intimidação: 2
    - Liderança: 2
    - Manha:
    - Lábia:

    Perícias
    - Empatia c/ Animais:
    - Ofícios:
    - Condução: 2
    - Etiqueta:
    - Armas de Fogo:
    - Armas Brancas: 1
    - Performance:
    - Segurança:
    - Furtividade: 2
    - Sobrevivência:

    Conhecimentos
    - Acadêmicos: 1
    - Computador: 2*
    - Finanças:
    - Investigação: 3
    - Direito:
    - Linguística:
    - Medicina: 1
    - Ocultismo: 3
    - Política: 1
    - Ciências:


    4. Vantagens

    Antecedentes
    recursos 1
    influência 2
    geração 2
    mentor 3 *
    status 3*


    Disciplinas
    1 Auspícios
    2 Demência


    5. Virtudes

    - Consciência: 1 + 3
    - Autocontrole: 1 +2
    - Coragem: 1 +2

    Humanidade: 7

    Força de Vontade: 3


    Qualidades e Defeitos
    Sentido Aguçado (1 ponto)*
    Toque de Cura (1 ponto)*
    Visão Noturna (2 pontos)*
    Habilidade Oracular (3 pontos)*
    Amigo da Primigênie (4 pontos)*


    Observações
    - Portador de Sindrome de Tourette
    - Conselheiro oracular da Camarilla

    -


    6. Prelúdio

    Sua infância foi marcada pelo abandono de sua mãe, que fugiu da casa, pois o pai dele a agredia muito, ela tinha aproveitado que o pai dele tinha ido trabalhar em um barco de pesca, nessa fuga Corin ficou abandonado em sua casa por dois meses,. Após isso seu pai decidiu levá-lo para a avó, no interior cuidar dele, pois ele não teria condições. A avó já era muito velha, aproveitou disso para colocá-lo como empregado, deixava ele em condições precárias e com alguns machucados, Corin se isolou assim do mundo e se escondia atrás de livros empoeirados da casa.
    Já adolescente, seu pai desapareceu no mar e sua avó ficou muito doente por anos, com a morte dela, ele ficou sem casa e sozinho, foi para a cidade de seus pais tentar achar sua mãe. Assim que descobriu onde ela morava, não pode ficar lá pois o padrasto não queria ele ali, nessa época foi que ele percebeu seus tiques nervosos.
    Passou alguns anos na ruas como ladrão e se envolvendo em muitas brigas, em uma dessas foi para o hospital e uma velha freira se ajudou. Ela com dó da situação dele lhe ofereceu trabalho em um asilo, se mudando para o asilo, ele ajudava em tudo que era preciso inclusive a cuidados com os idosos.
    Em uma noite ouviu um barulho dentro do asilo, quando foi armando ver o invasor, então nesse momento foi abraçado. Os tiques só pioram e xingamentos, se mostrando Síndrome de Tourette. Logo após seu mentor chamou para cuidar dele e auxiliá-lo em vários aspectos o tornando em alguém influente na pequena cidade de Nova Orleans. Com o tempo por seu mentor se tornou influente na sociedade da cidade.
    Conforme os dois observavam a cidade crescer com o passar dos anos, o mentor de Corin o ensinou a aumentar os sentidos para descobrir os segredos da cidade e no mais escuro. Ele decidiu a voltar a cuidar novamente dos idosos ali, morando em um cortiço da periferia da cidade, se sentia confortável ali, cuidando deles com um simples toque. Com tempo ele percebeu que conseguia ver a rede que muitas vezes via em jornais, desenhos ou propaganda, de forma oracular, com o tempo se mostrava eficiente.
    Com o tempo começou a mandar mensagens para Primigênie, algumas livrando alguns deles de perigos, foi levantado muita suspeita em relação a atitude dele. Por mais que seja um ancião, não foi convidado para a Primigênie, mas se tornou alguém muito importante para sociedade pelo seu auxílio demonstrado por mais que  em alguns momentos vem acompanhado por palavrões.


    7. Banco de Dados

    12 pontos de sangue, pode gastar l ponto de sangue por turno
    (* pontos dos 21 pontos gastos)
    bahamut
    Cavaleiro Jedi
    bahamut
    Cavaleiro Jedi

    Mensagens : 183
    Reputação : 32

    Re: Fichas

    Mensagem por bahamut em Sex Jan 04, 2019 9:54 pm

    FICHA APROVADA (05/01/2019) BY @Askalians



    1. Dados
    Nome: Bahamut
    Personagem: Rugall Saavik
    Clã: Tzimisce
    Natureza: Sobrevivente
    Comportamento: Malandro
    Geração:7
    Refúgio: Galpão abandonado
    Conceito: Nobre-Socialite

    Saldo de XP: 0/0

    2. Atributos (7/5/3)
    Físicos
    - Força: 2
    - Destreza: 2
    - Vigor: 2

    Sociais
    - Carisma: 3
    - Manipulação:4 (persuasão)
    - Aparência: 1 (6) (estonteante)

    Mentais
    - Percepção: 4 (atenção)
    - Inteligência: 3
    - Raciocínio: 3


    3. Habilidades (13/9/5)
    Talentos
    - Prontidão: 2
    - Esportes:1
    - Briga: 1
    - Esquiva: 1
    - Empatia: 1
    - Expressão:2
    - Intimidação: 2
    - Liderança: 2
    - Manha: 1
    - Lábia: 1 (2pb)

    Perícias
    - Empatia c/ Animais:
    - Ofícios: 2
    - Condução: 2
    - Etiqueta: 2
    - Armas de Fogo:
    - Armas Brancas: 2
    - Performance:
    - Segurança:
    - Furtividade: 2 (2pb)
    - Sobrevivência:
    - Moldar o corpo: 5 (embelezar) (10pb)

    Conhecimentos
    - Acadêmicos:
    - Computador:
    - Finanças:
    - Investigação:
    - Direito:
    - Linguística: 2 (Galês, Bretão)
    - Medicina:
    - Ocultismo: 2
    - Política:
    - Ciências:
    - Instrução: 1 (latim)


    4. Vantagens

    Antecedentes (5 pontos)
    - Geração: 5 (3pb)
    - Lacaios: 1
    - Rebanho 1
    - Recursos 1

    Disciplinas
    - Auspícios: 1
    - Vicissitude: 4 (5pb)
    - Animalismo:

    - Dominação: 1


    5. Virtudes
    - Consciência: 3
    - Autocontrole: 3
    - Coragem: 4

    Humanidade: 6

    Força de Vontade: 7 (3pb)


    Qualidades e Defeitos

    Qualidades
    Mentor Espiritual: (3pb) (Vriika)

    Defeitos
    Amnésia: (+2pb)
    Ódio: (+3pb) (tremere)
    Objetivo Condutor: (+2pb)

    Observações

    -
    May:




    Físicos
    - Força: 2
    - Destreza: 2
    - Vigor: 2

    Sociais
    - Carisma: 3 (5pb)
    - Manipulação: 4 (bom argumentador)
    - Aparência: 3

    Mentais
    - Percepção: 2
    - Inteligência: 3
    - Raciocínio: 3 (5pb)


    3. Habilidades

    Talentos
    - Prontidão:2
    - Esportes: 2
    - Briga: 2
    - Esquiva: 2
    - Empatia:
    - Expressão: 2 (4pb)
    - Intimidação:
    - Liderança:
    - Manha: 3
    - Lábia: 3 (2pb)

    Perícias
    - Empatia c/ Animais:
    - Ofícios:
    - Condução:2 (2pb)
    - Etiqueta:
    - Armas de Fogo:
    - Armas Brancas:2
    - Performance:2
    - Segurança:3 (2pb)
    - Furtividade: 2
    - Sobrevivência:

    Conhecimentos
    - Acadêmicos:
    - Computador: 2
    - Finanças: 3
    - Investigação:
    - Direito:
    - Linguística:
    - Medicina:
    - Ocultismo:
    - Política:
    - Ciências:


    4. Vantagens

    Antecedentes
    - Contatos: 4 (traficante local, ex namorado dj, ex patrão dono de bar, irmão policial)
    - Recursos 1


    5. Virtudes

    Virtudes
    - Consciência: 4
    - Autocontrole:3
    - Coragem: 3

    Humanidade: 7

    Força de Vontade: 4 (1pb)
    -
    -


    6. Prelúdio
    Prólogo – primeira parte
    Um Dragão dentre os Dragões

    Romênia, uma fria e chuvosa noite de outubro no Voivode Saavik. Por algum motivo não me lembro absolutamente de nada anterior a essa noite...
    Me chamo Rugall Saavik, decentente do clã dos Dragões, servo de minha senhoria, a Condessa Vriika Saavik, uma das mais puras de sua linhagem.
    Pode parecer loucura, embora não me lembre de meu passado, isso tudo pareceu muito estranho para mim no começo, nada parecia certo, e ia ficando pior a cada momento. Nada que eu fizesse ou pensasse sanava esse sentimento, mas tudo isso porque no fim de tudo, não havia sentimento, ou não deveria haver! Tudo se encaixou quando realmente senti de onde vim, para onde estava indo, quem eu era! Eu era um Dragão, destinado a reinar sobre todos os outros, um líder, um lorde, um Deus, um Tzimisce!
    Ainda assim, não era o único. Mais dois antes de mim já se encontravam sob a tutela de minha graciosa Voivode, Morlak Bratovich e Turil Krakoslav. Estes, cujos quais posteriormente me foi permitido saber, não seguiam a linhagem dos Deuses entre os Deuses, embora Tzimisces, não eram verdadeiros Tzimisces, como minha Dama da Escuridão me ensinou.
    Morlak Bratovich, cria de uma nobre família de carniçais que foi agraciada com o Don, ou devo diver Benção divina, cuja qual os permitiu se tornar puros como nós! Ou melhor dizendo, não totalmente puros. Possuíam uma brutalidade em particular, uma certa bestialidade, uma ligação maior com sua besta interior, ou devo dizer fraqueza? Sua linhagem dentro de nosso clã já nasceu contaminada pela moléstia da carne, que eles chamam de vissiscitude. Um poder formidável para comandar o corpo por completo, porém, isso parece afetar suas mentes de alguma forma que minha Deusa negra ainda não soube me explicar. Hoje, Morlak serve a minha imperatriz sombria, uma vez que já em noites passadas, ele foi oferecido para ela como um presente para selar a aliança entre dois voivodes e claro, futuramente fiquei sabendo que também foi para agradecer vários favores de minha voivode para com o mestre de Morlak e com o objetivo de selar um pacto de passividade entre os voivodes, assim como auxílio bélico, em caso de necessidades. Assim sendo, sua colocação dentro do Voivode é, como posso dizer, mais voltada para a área bélica da fortaleza, sendo considerado como um capitão, ou comandante, das hordas do terror. Sua condição também lhe traz como linhagem, uma força sobrenatural que não é comum de nosso clã, assim como ele não conseguiria perceber nuanças sutis, ou melhor, ele não conseguiria escutar uma briga no quarto ao lado, o que também é estranho pela visão de nossa linhagem.
    Turil Krakoslav por sua vez é mais antigo que Morlak, embora tenha vindo para os braços de minha sacerdotisa das trevas em condições muito semelhantes. Uma verdadeira divindade, uma linhagem pura dentro de uma raça pura, sabe como fazer as situações virarem para o seu lado. Assim, no meio de um desentendimento grave entre dois voivodes, ela conseguiu apaziguar a situação, fato extremamente raro eu posso afirmar, e ainda virou o jogo para o lado que a agradava sem que o lado prejudicado se sentisse ofendido ou até mesmo em desvantagem. Assim sendo, dentro de tal situação, Turil foi oferecido como um gesto de apreciação pelo ato nobre que ela havia feito. Traduzindo, a dívida havia sido paga.
    Este também não era puro, mas sim, de linhagens muito mais próximas da perfeição do que qualquer Bratovich e muito mais antigas que a aparição da Vissiscitude, de forma que posso considerar como um irmão de linhagem. Extremamente poderosos e reclusos, os assim chamados de Kolduns, são os feiticeiros dentre os Cainitas. Poderes surpreendentes ligados aos elementos desta bela e abençoada terra, assim como com os espíritos da mesma.
    É claro que tudo isso havia uma razão, minha dominatrix possuía um intelecto e uma perspicácia tão apurados que era muitas vezes difícil de compreender, embora ela tenha me revelado sua estratégia. As linhagens existem e sempre existiram, mas há uma linhagem superior. Porém esta linhagem não possui todos os segredos das linhagens mais baixas e é aí que mora a estratégia. Como uma das mais respeitadas dentre os de sua linhagem, ela tinha como planos absorver estes conhecimentos, torná-los palpáveis dentre os nossos, trazer os segredos Koldúnicos e a arte da Vissiscitude para dentro de nosso Voivode! E assim ela o tem feito. Utilizando os votos do sangue e dons manipulativos inerentes de vossa majestade, com uma doçura selvagem suas crias se entregavam de corpo e alma aos seus desejos, cujos quais ela recompensa generosamente.
    Minha arconte do destino possui características que eu ainda desconheço, assim como aos meus “irmãos”, por isso não consigo interpretar totalmente o seu relacionamento. Obviamente ela o faz consciente para que eu não decifre e mantém minha mente entretida com ensinamentos sobre os poderes do sangue que ela sorvia de suas “crias”.
    Devo contar sobre a relação dos lordes com a plebe? Ah, acho que seria um desperdício não relatar fato tão importante como esse. Uma vez seu protegido, sua linhagem, seu amor maior, eu era instruído de todos os detalhes do voivode, todo o seu funcionamento, todos os empasses, inclusive a cobrança de tributos.
    Tudo acontecia muito rápido, em períodos de sete a quinze dias, Morlak descia a colina com a horda trôpega e disforme de seus soldados lacaios, que costumamos chamar de “carniçais da guerra”. Humanos que foram alimentados com o sangue do poder proveniente de nossas veias, compelidos a nos servir pelo vínculo criado por tal elo, brutalmente deturpados e retorcidos pelo próprio Morlak em seres oriundos de um próprio pesadelo e armados com membros transformados em armas letais. Adentravam pela aldeia cobrando seu tributo de ouro e sangue, cuidadosamente cuidando daqueles que vez ou outra se rebelavam. No mais, a turba geralmente se acovarda de pavor enquanto a horda sobe de volta ao Voivode com alguns aldeões para servirem de alimento aos mestres, que não são “devorados” até que um pouco de diversão seja realizado, afinal de contas, até Deuses precisam de entretenimento. Fora isso, todos nós temos a nossa cota de noites em que visitamos a vila, afinal de contas, a emoção da caça deixa o vitae muito mais saboroso.
    O Koldun também possuía um papel importante durante os dias que se passam até a coleta dos tributos. Comandando os elementos a sua volta ele conseguia incitar pavor nos aldeões à distância, imbuindo o próprio vento com murmúrios e sussurros para manter os aldeões sempre reclusos e amedrontados.
    Assim, as noites se passam e em um verdadeiro Dragão eu vou sendo lapidado. Minha Kzarina draconiana havia me dito que gostaria de me enviar para algumas negociações e relações diplomáticas, o que me fez trabalhar minhas habilidades recentemente adquiridas com relação à minha boa apresentação, o que devo dizer sem muita modéstia, eu realmente sou muito bom no que faço...
    Porém, a história se provou como sempre, sarcástica e pronta para provar a bravura dos fortes, assim como devorava os fracos. Notícias sobre os usurpadores se tornavam cada vez mais comuns enquanto os voivodes, um por um se tornavam mais irritados e voláteis. Estes auto-intitulados magos do sangue haviam transgredido não apenas nossos limites, como também se agraciaram com a benção do sangue por meio de rituais arcanos, nos quais o líder de um clã foi destruído e vários dos nossos foram sacrificados. Isso é claro, não poderia ficar sem retaliação. Logo os lordes Dragões Começaram a contra atacar este abuso de tão baixos usurpadores, que com tempo, conseguiram se defender de nossos ataques. Mão demorou muito para que eles nos atacassem e vejam só, nosso território estava como um dos primeiros a receber tal retaliação.
    Traídos, superestimados ou meramente esquecidos. Não sei dizer qual das circunstancias seria mais correta, apenas sei que nos vimos sozinhos quando o exército inimigo chegou em nossas bordas. Neste ponto, os usurpadores já detinham o poder de criar monstruosas Gárgulas como defensores e as usavam deliberadamente. Nós por outro lado, tínhamos um vasto exército dos temíveis carniçais de guerra, um Bratovich furioso em forma demoníaca, um poderoso feiticeiro koldun e a criatura mais pavorosa e destruidora que já entrei em contato, o gigante Vohzd.
    Os exércitos se chocavam como uma tempestade na floresta, mas por sorte nosso Vohzd era ótimo em arrancar árvores. Com o caos no campo de batalha, a poeira sobe e os rugidos de fúria e dor ecoam pela planície. Morlak estava insandecido, levando inúmeros magos do sangue para a sua morte final, enquanto Turil dava uma lição nos mesmos, afinal, a manipulação dos elementos parece brincadeira de criança contra aquele que os domina por completo. Enquanto isso, eu e minha matriarca assistíamos a nossa massacrante vitória.
    Algumas noites de batalha adiante foram suficiente para nos lembrar da posição vulnerável que nosso Voivode se encontrava contra ondas de ordas inimigas, sem nhnhum aliado se prontificar para nosso auxílio. Todos os nossos carniçais foram aniquilados, nosso Vohzd foi subjugado, Morlak havia sido derrotado e Turil completamente destruído. Assim sendo, as forças Tremere subiram rápido a colina enquanto minha Deusa dos amaldiçoados os bloqueou. Seu poder era tamanho que causou perdas avassaladoras no inimigo, mas não seria o bastante e com o tempo ela também cairia. Muito feria, correu para o calabouço, aonde havia me mandado esconder, murmurando sobre a nossa linhagem e que eu deveria sobreviver a qualquer custo, abrindo sua jugular e me ordenando que a tomasse pelos braços do amaranto.
    “Não tema meu adorado, pois eu estarei sempre contigo e serei tua guia por toda a eternidade”.
    A sensação de ver o antes perfeito corpo de minha eterna, maculado e se esvaindo à medida que eu absorvia toda a sua essência, me enchia de uma tristeza enorme. Ao término,
    Podia senti-la dentro de mim, toda a sua força e seu conhecimento, assim como seus poderes tomavam residência em meu corpo. Não havia mais tristeza, havia desapego, havia serenidade.
    Não tardou para a fortaleza ser tomada e enquanto eu fugia pelas masmorras, o castelo que já sentia em suas vigas a dor de tantas avarias causadas por consequentes ataques, não resistira e desabava sua carcaça de pedra sobre si e sobre toda a horda invasora, enterrando tudo e todos em seu vasto interior. Foi tudo muito rápido e por reflexo, fiz a única coisa que consegui pensar, me enfiei dentro de um caixão de pedra enquanto houvia e sentia o mundo cair a minha volta, até entrar em um sono profundo.


    Prólogo – Segunda parte
    A antiga linhagem renasce

    “Acorde... agora!”
    Em um misto de vozes oriundas de um pesadelo sem fim, cujo qual revivia dores e tormentos incessantemente, uma voz se destaca, destruindo aquele mundo de agonia e me colocando em um estado de vigília.
    “Acorde! O momento de se erguer, de acordar, se faz por agora!”
    Mais uma vez a voz me atinge e como ordenado, meus olhos se abrem. Em instantes eu acordara e me colocara para fora do caixão em que jazia. Me encontrava em uma sala que salvo alguns itens e entulho, era diferente de qualquer uma em que já estivesse e enquanto isso, uma fome avassaladora arrebatava minha consciência e meus instintos.
    “A terra! Guarde-a em algum recipiente, rápido! É dessa terra que vem nossas forças, lembre-se de seus ensinamentos!”
    A voz me trouxera inúmeras lembranças e enquanto juntava punhados daquela terra em sacolas de couro, seu aroma lembrava- me de minha casa.
    “Pare de titubear e perder tempo! Rápido, faça o que lhe digo.”
    Assim, seguindo à risca o que a voz me dizia, me deparei matando e drenando homens que encontrei em meu caminho para sair daquela estranha construção, homens com roupas que não me fazem sentido algum e um sotaque completamente estranho. Tal construção bizarra, que só poderia ser obra de algum Toreador estravagantemente enlouquecido, era adornada de esqueletos de criaturas que só poderiam ser oriundas de um pesadelo ou até mesmo do mais profundo inferno! Pinturas e obras de arte com peculiaridades tanto maravilhosas quanto grotescas, algo que apenas um Malkaviano lunático poderia conceber. Demorei sim para achar a saída e enquanto isso ponderava sobre a voz em minha mente... sim, só poderia ser ela... sim, mina Ama falava comigo... sim. Teria ela premeditado tudo isso?
    Meus pensamentos foram interrompidos quando achei a saída do estranho lugar, tendo a certeza de que havia dormido por tempo demais. A noite era tão iluminada por inúmeras estas tochas sem fogo que eu me confundia se já não era dia! As ruas eram habitadas por criaturas metálicas que se locomoviam com rodas, possuíam olhos que brilhavam como minúsculos sóis e lançavam constantemente ao ar suas excretas vaporizadas, deixando seu fedor por toda a cidade, enquanto dentro de si, homens pareciam guiar tais criaturas. Ah, mas é claro, não eram criaturas, eram carruagens, mas sem cavalos! As pessoas eram muito numerosas e não se importavam em andar a noite sobre passadiços de concreto que terminavam em uma estrada dura, seca e negra como a noite.
    Confesso aqui o terror que passei, quase me entregando ao frenesi-raposa e não fosse a voz novamente, não teria encontrado um refúgio tão rapidamente.
    Era uma construção abandonada que clamei como meu refúgio. Vasculhando o local encontrei em uma de suas câmaras um alçapão para uma sala no subsolo. Fiz de lá meus aposentos particulares. O lugar era perfeito, escuro, de difícil acesso e despejada toda a terra que havia trazido em um dos cantos do aposento, poderia começar o próximo passo.
    Meu sustento se deu de forma bem mais fácil do que imaginara. Os párias desta comunidade visitavam a região aonde meu refúgio era estabelecido e se faziam presas fáceis para mim. Todas as noites de prontidão sobre a construção, observava minha caça e o estilo de vida desse novo mundo que eu tanto desconhecia, até encontrá-la. Uma fêmea, de presença marcante e estranha, que posteriormente descobri ser algo comum de sua tribo. Esperta, ambiciosa, sabia conseguir o que queria e possuía muitos contatos. Ela fazia o mesmo caminho quase todas as noites, então não foi difícil estudar seus passos, suas atitudes... Claro, ela se tornou uma ótima Carniçal. A primeira de meu futuro reinado.
    Meu mais novo bichinho de estimação provou-se apaixonado e muito útil! Tem se prontificado a me ensinar suas maneiras de forma esplendorosa. Em seguida, expliquei que iria precisar de recursos para continuar com meus planos e suas ideias encheram de novidades desta louca humanidade em minha mente antiga. Humanidade esta que vive a noite sem medo e se entrega às suas paixões e desejos por diversão.
    “Vamos transformar este galpão abandonado em um local secreto para shows de música eletrônica e bandas de metal. Ainda conseguiremos lucrar com a venda de bebidas e drogas”.
    Confesso não ter entendido quase nada do que ela havia dito, mas gostava de cada ideia, cada palavra, ordenando-a que colocasse em prática as suas ideias.
    Dessa forma, ela passava os dias atrás de seus contatos e as noites me passava os detalhes enquanto eu cuidava da “aparência” do lugar. Fiz algumas esculturas e pinturas enquanto May me trazia algumas roupas dignas. Pude notar também que o tempo fez com que a plebe se importasse mais com a aparência e minha atual presença não seria deveras agradável. Enquanto May usou o seu tempo para fazer os preparativos para o grande plano dar certo, eu gastei algumas noites para esculpir minhas feições e me tornar mais agradável ante a essa geração que eu me deparava. Devo confessar que os resultados superaram as minhas expectativas, graças ao extenso treinamento que Vriika me imperou. Depois de terminado o meu rosto não pude deixar de sentir a sua falta. Ela me acompanhava de certa forma mas nunca mais seria capaz de sentir a sua pele, vislumbrar sua beleza.
    Enfim como já esperado, o primeiro show se fez. Uma noite espetacular com dezenas de humanos enlouquecidos, movidos por substâncias alucinógenas e uma música hipnotizante. Sem qualquer pudor quanto ao sexo e ao prazer, esse rebanho manteve-se ativo por quase toda a noite, enquanto eu os observava atento, com um singelo sorriso nos lábios. A música me alegrava, juntamente com a facilidade desses homens e mulheres da noite se entregarem ao “beijo”, fora o fato de que o dinheiro de seus bolsos retornava para o seu devido lorde. O Reinado do Dragão do Oriente Europeu tem o seu renascer neste momento.
    “Bem vindo minha criança à gloriosa noite do ano de nosso senhor de 2019 e ela é toda sua!”

    7. Banco de Dados
    Lucas Corey
    Neófito
    Lucas Corey
    Neófito

    Mensagens : 50
    Reputação : 9

    Re: Fichas

    Mensagem por Lucas Corey em Sab Jan 05, 2019 11:54 am

    FICHA APROVADA (05/01/2019) BY @Askalians



    Nome: Lucas Corey
    Personagem: Hunter Hayes
    Idade: 35
    Altura: 1,73
    Conceito: Self-made man
    Natureza: Competidor
    Comportamento: Diretor
    Residência: Cobertura de três quartos, alto padrão, em Nola

    ATRIBUTOS

    Físicos (3º)
    Força: 1 + 1
    Destreza: 1 + 1 + 1 (Bônus)
    Vigor: 1 + 1

    Sociais (1º)
    Carisma: 1 + 2
    Manipulação: 1 + 3
    Aparência: 1 + 1

    Mentais (2º)
    Percepção: 1 + 1
    Inteligência: 1 + 2
    Raciocínio: 1 + 1

    HABILIDADES

    Talentos (3º)
    Prontidão: 0
    Esportes: 2
    Briga: 1
    Esquiva: 0
    Empatia: 1
    Intimidação: 0
    Liderança: 1
    Manha: 0
    Lábia: 0

    Perícias (1º)
    Empatia com Animais: 0
    Ofícios: 0
    Condução: 2
    Etiqueta: 2
    Armas de Fogo: 0
    Armas Brancas: 3 (praticante de kendo)
    Performance: 1
    Segurança: 2
    Furtividade: 1
    Sobrevivência: 2 (pântano)

    Conhecimentos (2º)
    Acadêmicos: 1
    Computador: 1
    Finanças: 3
    Investigação: 0
    Direito: 1
    Linguística: 2 (Língua nativa: dialeto cajun; Outras: inglês e espanhol)
    Medicina: 0
    Ocultismo: 0
    Ciências: 0
    Política: 1

    VANTAGENS

    Antecedentes
    Aliados: 0
    Contatos: 1 (Edward Lamo: hacker do tipo “Gray Hat”)
    Fama: 0
    Influência: 0
    Mentor: 0
    Recursos: 4
    Status: 0

    VIRTUDES

    Consciência: 1 + 2
    Autocontrole: 1 + 2 + 1 (Bônus)
    Coragem: 1 + 3

    *Humanidade: 6 + 1 (Bônus)

    *Força de Vontade: 4
    Fixo: 4 + 4 (Bônus)
    Variável: 8

    VITALIDADE:

    QUALIDADES
    Vigoroso (5)
    Líder Nato (1)

    DEFEITOS
    Impaciente (-1)
    Vingança (-2): descobrir quem destruiu a vida de sua mulher e vingar-se

    PERTENCES

    Carro: Audi TT RS (esportivo)
    Ultrabook
    Sabre japonês (katana) - guardado no apartamento

    ARMAS
    Katana (espada): Ocultabilidade: I; Dano: Força + 2

    Uso de pontos de Bônus
    Qualidades 6; Destreza 5; Autocontrole 2; Humanidade 1; Força de Vontade 4; Defeitos (-3)

    História:

    De uma velha casa de madeira  nos pântanos da Louisiana para uma bela cobertura num condomínio moderno e de alto padrão, a ascensão social de Hunter foi realmente invejável. Desde criança ele desejava intensamente ser mais do que era, e melhor do que os outros. Nunca se sentiu bem com suas origens cajuns, apesar da larga influência cultural cajun no estado da Louisiana e da atração que os turistas têm pela culinária, os costumes, a música e as tradições desse grupo. Ocorre que seus pais têm baixa instrução e sempre foram muito pobres, de sorte que Hunter associa tudo o que se refere à cultura cajun com atraso, pobreza, crendices, ignorância.

    Já na infância, Hunter decidiu que iria estudar para ter uma profissão de prestígio, ótima remuneração e que lhe abrisse as portas para tornar-se um grande empresário. Foi um aluno extremamente aplicado, daqueles que estudam noites inteiras, tirava ótimas notas, e dedicava-se aos esportes pelo prazer de competir. Conseguiu uma bolsa de estudos para a universidade,  formou-se em administração e fez um curso de MBA na prestigiosa Harvard Business School, o que o levou a ocupar ótimos cargos de direção em empresas de informática e de consultoria. Acumulou uma poupança, firmou uma sociedade com dois executivos com quem já tinha trabalhado e fundou a Invictus, empresa de consultoria em finanças e negócios com uma excelente clientela.

    A única coisa que o atrapalhava um pouco no trabalho era seu espírito impaciente, o que o levava a fazer cobranças descabidas aos subordinados, a ser apressado ao lidar com burocracia e também insistente demais no trato com superiores, sócios e clientes. Para lidar melhor com isso, resolveu se dedicar ao kendo, uma arte marcial que valoriza a autodisciplina, a estratégia e a concentração. Outro motivo para escolher esse esporte (mas que ele nunca comenta com ninguém) é o fato de a cultura japonesa não ter absolutamente nada a ver com a cultura cajun.

    Enfim, temos aí um homem prático, determinado, focado em seus objetivos, e até bastante calculista. Em sua trajetória rumo ao sucesso, uma única nota dissonante: seu namoro e casamento com Maria Stern, a quem conheceu ainda nos tempos de faculdade. Ela é de uma família judia de intelectuais de classe média, estudou artes plásticas, e trabalha como fotógrafa, pintora e escultora. Não era o perfil ideal para auxiliá-lo em sua ascensão econômica, mas a união dos dois resultou de amor, não de cálculo.

    E foi um casamento muito feliz, até um ano atrás. Ela desapareceu numa noite, ao voltar do seu ateliê para casa, e só foi encontrada na semana seguinte. Estava nua, inconsciente, jogada num terreno baldio, e com pouco sangue no corpo. O exame de corpo de delito não identificou nenhum indício de violência sexual ou de qualquer outro tipo, mas, seja lá o que tenha acontecido naqueles dias, foi uma experiência devastadora para Maria. Ela acordou sem se lembrar de nada do que aconteceu, mas não voltou a ser a mesma pessoa. Produz pouco, chora pelos cantos sem motivo, quase não sai de casa, e seu olhar às vezes se perde por muito tempo mirando o nada. Terapia e antidepressivos têm tido efeitos bastante limitados.

    Durante vários meses, Hunter alimentou a esperança de que seu amor e atenção iriam tirá-la daquele estado, devolver-lhe o gosto pela vida. Não aconteceu. Quanto mais o tempo passa, mais a frustração de seus esforços o leva a concentrar-se no trabalho para não afundar no mesmo pântano emocional que ela. Os dois estão começando a se distanciar, e as ambições profissionais de Hunter crescem na mesma proporção.

    Quanto às investigações policiais sobre o sequestro de Maria, estas resultaram em nada, e o caso só não foi arquivado ainda devido à insistência de Hunter, que acionou seu advogado para pressionar a polícia e até a Promotoria. Para um homem impaciente como Hunter, isso, de fato, era terrivelmente exasperante!

    Em suma, temos aí um homem que está se aproximando dos quarenta anos, não tem sido feliz no último ano de casamento, se distanciou do grupo familiar e ainda não atingiu seu objetivo, posto que, embora seja um empresário muito bem de vida, ainda não é um milionário. Nunca fez nada de ilegal na vida - nem mesmo colava nas provas, quando era estudante -, mas já está começando a se sentir seriamente tentado a usar recursos questionáveis para ascender com mais velocidade.
    Lady of Carnage
    Neófito
    Lady of Carnage
    Neófito

    Mensagens : 15
    Reputação : 3

    Re: Fichas

    Mensagem por Lady of Carnage em Qua Jan 09, 2019 3:59 pm

    FICHA APROVADA (09/01/2019) BY @Askalians


    1. Dados

    Nome: Lady of Carnage
    Personagem: Milena de Carnage
    Clã: Lasombra
    Natureza: Sobrevivente
    Comportamento: Autocrata
    Geração:
    Refúgio: Suíte presidencial do Bourbon Orleans Hotel, no Bairro Francês
    Conceito: Diletante

    Saldo de XP: 0/0


    2. Atributos

    Físicos
    - Força: 1
    - Destreza: 1 + 2
    - Vigor: 1 + 1

    Sociais
    - Carisma: 1 +3
    - Manipulação: 1 + 2
    - Aparência: 1 + 2

    Mentais
    - Percepção: 1 + 2
    - Inteligência: 1 + 2
    - Raciocínio: 1 + 1


    3. Habilidades

    Talentos
    - Prontidão: 1*
    - Esportes: 0
    - Briga: 0
    - Esquiva: 2
    - Empatia: 2
    - Expressão: 0
    - Intimidação: 4
    - Liderança: 3
    - Manha: 0
    - Lábia: 2

    Perícias

    - Empatia c/ Animais:
    - Ofícios: 0
    - Condução: 0
    - Etiqueta: 2
    - Armas de Fogo: 0
    - Armas Brancas: 2
    - Performance: 2
    - Segurança: 0
    - Furtividade: 2
    - Sobrevivência: 1

    Conhecimentos
    - Acadêmicos: 0
    - Computador: 0
    - Finanças: 0
    - Investigação: 1*
    - Direito: 0
    - Linguística: 3 (nativa: Francês; adicionais: Inglês, Alemão, Russo, Espanhol)
    - Medicina: 0
    - Ocultismo: 2
    - Política: 0
    - Ciências: 0


    4. Vantagens

    Antecedentes
    Geração 5
    Recursos 4*
    Lacaios 1*

    Disciplinas
    Dominação 1*
    Tenebrosidade 3


    5. Virtudes

    - Consciência: 1 + 1
    - Autocontrole: 1 + 4
    - Coragem: 1 + 2

    Humanidade: 7

    Força de Vontade: 3 + 5*


    Qualidades e Defeitos
    -
    -
    Observações

    - O antecedente Lacaios (1), representa a única serva pessoal que restou da convivência com o Conde de Güell - a criada de quarto Ivana Vyrubova, carniçal.


    6. Prelúdio

    Centenas de anos se passaram desde meu nascimento naquele longínquo século dourado. Reinava então Luís XIV, o Rei Sol, e de meu ponto de vista privilegiado, posso dizer que não houve época melhor na história do mundo. Oh, os bailes incessantes, as caçadas, as luzes, o luxo! Belos jovens em calças brancas e polainas, os vestidos froufrous das cortesãs, a liberdade… Não, em verdade, não houve tempo melhor. Minha infância foi gulosa, cercada de servos, preceptores, brincadeiras e madeleines, mas admito que minhas lembranças estão embaçadas. Minha angústia é sentir que, quanto mais tento recuperar os bons tempos, mais a memória esvanece. Sei que tinha quinze anos quando me apresentaram à sociedade e eu deixei o plácio de Carnage para me juntar à cour de Luís XIV. Foi aí que minha vida ficou mais difícil, digo, eu ainda tinha meus luxos e podia me divertir, mas eu era só mais uma entre outras aristocratas, não mais a menina dos olhos do Duque de Carnage.

    Mesmo que minha posição garantisse que muitos nobres rapazes viesse me cortejar, e eu adorasse suas atenções, suas faces escanhoadas e as voluptosas valsas no salão azul, não me interessava de fato pelos jogos de amor, nem me sentia inclinada a ceder minha liberdade e diversão a um homem. Já naquela época eu sentia um desejo por poder que me apartava de minhas iguais, e a consciência de que meu destino era grandioso demais. Quem estaria à altura, afinal, de esposar a filha única do Duque mais violento da corte? A fama intimidadora de minha família serviu para que eu cavasse alianças entre os homens da corte, e logo eu era uma jogadora na política real - sempre por baixo dos panos, sussurrando algo aqui, coletando um segredo ali, chantageando alguém acolá… Aos vinte anos eu gozava de uma posição que poucas mulheres poderiam ter na época, e isso se manteve no tempo regencial, quando ficamos sob a regência do Duque d’Orleães.

    Foi logo depois que Luís XV assumiu o trono, quando eu já estava ficando suspeitosamente velha para ser uma cortesã não casada, que o conheci. Ele chegou em uma noite chuvosa do inverno de 1725 - me lembro como se fosse ontem. Ele não chegou junto com os outros emissários do Sacro Império, mas sim tarde da noite, acompanhado de um séquito pálido e mudo. Era um Habsburgo, do ramo espanhol da família, o Conde de Güell, do blaison de corvo. Eu fiquei fascinada. Não foi que eu me sentisse exatamente atraída, não como as jovenzinhas da corte. Eu sentia um poder absolutamente sedutor emanar daquele ser. Ele era O Poder, eu sentia, e isso tanto me instigava quanto me assustava - eu, que nunca tinha me assustado com nada na vida! Eu decidi que precisava saber quem era, afinal, o Conde de Güell. Essa foi tanto minha sorte quanto minha ruína.

    O Conde arruinou minha vida. Era um homem malicioso e perceptivo, então meus esquemas para desvendá-lo, embora sutis, eram óbvios para ele. Enquanto eu lutava com o enigma que ele representava, ele tecia uma teia de difamações que foi destruindo completamente a posição que eu tanto lutara para conquistar. Inexplicavelmente, as cortesãs começaram a se afastar, os nobres me viravam as costas, meu dinheiro desaparecia e logo o rei me queria fora do castelo. Antes que eu sequer descobrisse algo útil sobre ele, vi toda a minha vida e meu privilégio serem jogados na lama. Quando o conselheiro do rei veio aos meus aposentos e me mandou fazer as malas, perdi completamente as estribeiras e me atraquei com o homem aos berros, arranhando sua cara assustada a ponto de lhe arrancar pedaços de carne, e num acesso de ódio e loucura, sentindo o sangue ferver como nunca antes, esmaguei sua cabeça com um castiçal.

    Foi minha maior vergonha e humilhação. Tentei fugir, tentei lutar, mas os guardas me arrastaram pelas escadas do palácio, aos olhos de toda a corte - e eles apontavam e riam! Eles riam do meu desonroso fim! Só então compreendi que todos me detestavam na corte, presos sob mim pelo medo. Fui jogada no calabouço por longos e longos dias, sem ver vivalma, presa no ambiente mais abjeto que já estive na vida. Uma noite, quando planejava minha vingança contra as forças obscuras que me tinham lançado naquele inferno, o Conde surgiu das sombras, belo e assombroso, e me contou entre risos o que tinha feito. Eu o ataquei, ele riu mais. E me abraçou.

    Na noite seguinte fugimos para seu castelo em terras de Espanha e por muito tempo vivemos juntos. Ele me abriu o caminho para um mundo de poder inimaginável, para o que havia de mais monstruoso dentro de mim, e me ensinou a manipular não apenas os outros mas também a mim mesma. Eu o amava pelo que me ensinou, e sempre fui leal a ele, mas eu também o detestava por roubar de mim a glória de meus dias na corte francesa. Mas ele era um diplomata, um emissário estrangeiro, então mudávamos de país quando necessário e nos inseríamos em outras cortes, isso era divertido. Mas noites viraram anos, que viraram séculos, impérios caíram, a aristocracia desapareceu e a empolgação do poder e da violência foi se esvaindo, dando lugar a um tédio mortal e a um saudosismo dos meus tempos de cortesã… Mas então a França já não era mais o que tinha sido, o mundo todo tinha mudado demais e isso me entristecia. Eu não tinha mais vontade de lutar. Senti que era hora de começar de novo, longe do Conde, longe do Velho Mundo, sozinha.

    Me despedi de meus comparsas e do Conde e, como tantos de minha linhagem antes de mim, me lancei ao mar em direção ao Novo Mundo. O saudosismo me fez decidir buscar algo que me lembrasse de meu passado, então segui para a cidadezinha americana fundada em homenagem ao Duque d’Orleães, o regente do saudoso Luís XV. Estava indo sem amarras, sem conhecidos, disposta a começar do zero. E cá estou agora.

    7. Banco de Dados
    Bastet
    Tecnocrata
    Bastet
    Tecnocrata

    Mensagens : 490
    Reputação : 23
    Conquistas :
    • https://i.servimg.com/u/f11/17/02/65/26/2211.png

    Re: Fichas

    Mensagem por Bastet em Qui Jan 10, 2019 7:34 pm

    FICHA APROVADA (11/01/2019) BY @Askalians






    1. Dados

    Nome: Bastet
    Personagem: Sophie Fisher
    Clã: Humana
    Natureza: Celebrante
    Comportamento: Bon Vivant
    Geração: --
    Refúgio: Casa dos pais, em um condomínio de luxo na cidade
    Conceito: Artista  (dança e canto)

    Saldo de XP: 0/0

    2. Atributos (6/4/3)

    Físicos (Terciário 3)
    - Força: 1
    - Destreza: 1 + 2
    - Vigor: 1 + 1 + 1 (Bônus)

    Sociais (Primário 6)
    - Carisma: 1 + 2
    - Manipulação: 1 + 1
    - Aparência: 1 + 3

    Mentais (Secundário 4)
    - Percepção: 1
    - Inteligência: 1 + 2
    - Raciocínio: 1 + 2


    3. Habilidades (13/9/5)

    Talentos (Primário 13)
    - Prontidão: 1
    - Esportes:2
    - Briga: 0
    - Esquiva: 2
    - Empatia: 2
    - Expressão: 1
    - Intimidação: 1
    - Liderança: 2
    - Manha: 0
    - Lábia: 2

    Perícias (Terciário 5)
    - Empatia c/ Animais: 0
    - Ofícios: 0
    - Condução: 1
    - Etiqueta: 2
    - Armas de Fogo: 0
    - Armas Brancas: 0
    - Performance: 2
    - Segurança: 0
    - Furtividade: 0
    - Sobrevivência: 0

    Conhecimentos (Secundário 9)
    - Acadêmicos: 1
    - Computador: 2
    - Finanças: 0
    - Investigação: 1
    - Direito: 0
    - Linguística: 2 (Inglês [nativa] +  Francês e Italiano)
    - Medicina: 0
    - Ocultismo: 1
    - Política: 1
    - Ciências: 1


    4. Vantagens

    Antecedentes (5)

    -Aliado: 1 - (Pai é o CEO de uma empresa influente de tecnologia)
    -Fama: 1
    -Influência: 1 (Bônus)
    -Recursos: 3 + 1 (Bônus)
    -Contatos: 2 (Bônus) - (Sabe com quem conseguir drogas mais barato; Dono do bar onde ela se apresenta vez ou outra, escondida dos pais)



    5. Virtudes (7)
    - Consciência: 1 + 2 + 1 (Bônus) = 4
    - Autocontrole: 1+ 2 + 1 (Bônus) = 4
    - Coragem: 1 + 3 = 4

    Humanidade: 4 + 4 = 8

    Força de Vontade: 4 + 1 (Bônus) = 6

    Qualidades e Defeitos

    - Linguista Nato (2 pontos)
    - Equilíbrio Perfeito (1 ponto)
    - Voz Encantadora (2 pontos)
    - Fisionomia Amigável (1 ponto)
    - Líder Nato (1 ponto)

    Observações
    -
    -
    -


    6. Prelúdio


    Sophie é uma menina que, desde jovem, se mostrou promissora nos estudos. Sendo obrigada pelos pais a ser a aluna exemplar, sempre esteve às margens dos círculos sociais na escola, só sendo notada quando algum menino queria tirar onda com o aparelho que usava ou com os quilinhos a mais que adquiriu na época em que parara de fazer exercícios, pois havia pegado muitas matérias extracurriculares.

    Quando entrou no ensino médio, as coisas começaram a mudar. Ao conseguir passar na audição das líderes de torcida, se enturmou com o grupinho mais “popular” da escola, aprendendo como se arrumar, como se portar e o que fazer para ser notada e elogiada pelos demais.

    Apesar da mudança na escola, os pais não deixaram de cobrar dela. Por isso, a jovem tinha uma rotina dupla e estressante: a rotina de estudos e a vida social. A pressão de ambas as partes ficou ainda pior com o passar do primeiro ano, no qual ela pegou dependência em uma matéria e os pais ficaram ainda mais duros com ela... E quando começou a rolar o papo, entre as meninas do seu grupo, sobre sexo e de que "como perder a virgindade havia feito delas mais mulheres". Nessa época, todos começaram a namorar e, para não ser a única sozinha no grupo, aceitou o pedido de Billie Madson, o principal jogador do time de futebol da escola.

    A relação com Billie era conturbada... Ele, enquanto ela fazia o que ele queria, era um bom namorado. Gentil, carinhoso, meigo... Mas, quando ela não fazia as vontades dele, uma série de xingamentos era o normal para ele, dizendo o quão “gorda” ela tava e que era uma “vadia santinha” por não querer dormir com ele ainda. O menino ainda se vangloriava, ainda, de não contar o quão puritana ela era, para os amigos, pois era um “bom namorado”. Toda essa pressão fez, ainda, que a menina adquirisse um transtorno alimentar, para ter um corpo bonito... Acreditando nos xingamentos do namorado.

    [...]

    No terceiro ano do colégio, Sophie se tornou uma das três líderes de torcida principais, conseguindo solos de dança nas apresentações. Adorava dançar e, finalmente, descobriu algo que a satisfazia. Nunca contou a ninguém sobre as barbaridades do namorado... Embora soubesse que ele a traía. Sabia que a relação ajudava em sua popularidade e a popularidade ajudava em sua ascensão como líder de torcida. Era uma vida vazia, sem muitos prazeres, mas finalmente ela estava fazendo algo por ela mesma.

    De alguma forma, a menina sabia que influenciava as pessoas. Não entendia como, mas sempre que ela usava um tom de voz mais meigo ou quando cantava uma música... Algo acontecia. Conseguiu um freela em um bar da área central da cidade, após o dono ver ela se apresentando em um jogo de futebol e cantando o hino. Desde então, ela vem aperfeiçoando ainda mais esse "dom", com a sua voz. Sabe que, se falar baixinho, de forma mais sexy, consegue convencer os mais tarados... Se cantar uma música animada, deixa qualquer ambiente animado. é algo incrível que ajudou bastante a jovem se tornar conhecida entre os grupinhos que frequentavam o bar e o colégio.

    Após as primeiras provas, ela acabou tirando notas ruins... E entrou na lista de aulas particulares do colégio. Mais uma coisa... Estudar, dançar, se alimentar (muito raramente), manter a aparência com o namorado, fingir interesse com as “amigas” e, agora, ir em aulas particulares. O seu dia estava muito cheio e a jovem beirava à exaustão e a solidão, apesar de passar boa parte do dia acompanhada.

    E aquele era só o começo do ano. Será que aguentaria até o fim dele?

    7. Banco de Dados
    -

    8. Pontos Bônus (21)

    - 4 pontos em Antecedentes (x1) = 4 pontos bônus
    - 2 pontos em Virtudes (x2) = 4 pontos bônus
    - 1 ponto em Atributos (x5) = 5 pontos bônus
    - 1 ponto em Força de Vontade (x1) = 1 pontos bônus
    - 7 pontos em Qualidades (x1) = 7 pontos bônus

    vontheevil
    Antediluviano
    vontheevil
    Antediluviano

    Mensagens : 3406
    Reputação : 31
    Conquistas :
    • https://i.servimg.com/u/f11/17/02/65/26/311.png
    • https://i.servimg.com/u/f11/17/02/65/26/1411.png
    • https://i.servimg.com/u/f11/17/02/65/26/1112.png
    • https://i.servimg.com/u/f11/17/02/65/26/811.png
    • https://i.servimg.com/u/f11/17/02/65/26/1212.png
    • https://i.servimg.com/u/f11/17/02/65/26/1811.png
    • https://i.servimg.com/u/f11/17/02/65/26/1413.png
    • https://i.servimg.com/u/f11/17/02/65/26/712.png
    • https://i.servimg.com/u/f11/17/02/65/26/612.png
    • https://i.servimg.com/u/f11/17/02/65/26/410.png
    • https://i.servimg.com/u/f11/17/02/65/26/1511.png
    • https://i.servimg.com/u/f11/17/02/65/26/512.png
    • https://i.servimg.com/u/f11/17/02/65/26/2111.png
    Premiações :
    • https://i.servimg.com/u/f89/19/67/13/04/medalh25.png
    • https://i.servimg.com/u/f89/19/67/13/04/medalh30.png
    • https://i.servimg.com/u/f89/19/67/13/04/medalh20.png
    • https://i.servimg.com/u/f89/19/67/13/04/medalh15.png
    • https://i.servimg.com/u/f89/19/67/13/04/medalh35.png

    Re: Fichas

    Mensagem por vontheevil em Sex Jan 25, 2019 12:09 pm

    FICHA APROVADA (25/01/2019) BY @Askalians

    PIERRE LONNO



    1. Dados
    Nome: von
    Personagem: Pierre Lonno
    Clã: Toreador
    Natureza: Penitente
    Comportamento: Ranzinza
    Geração:8
    Refúgio: Maurepas (cidade satélite, bairro pobre e rural após o lago Maurepas, na beira do rio)
    Conceito: Músico falido
    Sire: Magnus Bane

    Saldo de XP: 0/0

    2. Atributos (7/5/3)
    Físicos [3]
    - Força: 1
    - Destreza: 3
    - Vigor: 2

    Sociais [7]
    - Carisma: 5
    - Manipulação:3
    - Aparência: 2

    Mentais [5]
    - Percepção: 2
    - Inteligência: 3
    - Raciocínio: 3


    3. Habilidades (13/9/5)

    Talentos [9] (+4 pontos bonus) 1 em lábia e outro em expressão
    - Prontidão:
    - Esportes:
    - Briga:
    - Esquiva:
    - Empatia: o
    - Expressão:ooO
    - Intimidação:
    - Liderança:
    - Manha: ooo
    - Lábia: oooO

    Perícias [13] (+8 pontos de bonus - 2 em ofícios - especializando em música e 2 em performance especializando em gitarra)
    - Empatia c/ Animais: o
    - Ofícios (musico):oooOO
    - Condução: o
    - Etiqueta: o
    - Armas de Fogo: o
    - Armas Brancas: o
    - Performance: (guitarra) oooOO
    - Segurança:
    - Furtividade: oo
    - Sobrevivência: o

    Conhecimentos [5](+2 bonus 1 em academicos especializando em teoria musical)
    - Acadêmicos (teoria musical):oooO
    - Computador: o
    - Finanças:
    - Investigação:
    - Direito:
    - Linguística: o (francês / cajum)
    - Medicina:
    - Ocultismo:
    - Política:
    - Ciências:


    4. Vantagens

    Antecedentes (5 pontos) +3 bonus (lacaio e rebanho)
    Geração 00000
    Lacaio Jean Pierre (menino do bairro) 0
    Rebanho (alunos de música, meninos pobres do bairro) 00

    Disciplinas (+7 pontos de bônus - 3 nível de aupícios)
    Auspícios 3
    Celeridade 1


    5. Virtudes
    - Consciência: 00000
    - Autocontrole:00
    - Coragem:000

    Humanidade: 0000000

    Força de Vontade: 000


    Qualidades e Defeitos

    Qualidades (3 pontos de bonus)
    Sentidos apurados - ouvido [1]
    Voz encantadora [2]

    Defeitos (-6 pontos)
    Ressentimento de um ancião (Valentine) [-1]
    Vitae infértil [-5]

    Observações

    Perguntas:

    Preciso q explique um pouco melhor sua relação com Valentine, no sentido de pq ressentimento.
    Eu era um lacaio/rebanho dele - fazia os serviços sujos dele, abandonado pela minha paixão por música e por ter sido abraçado depois de algum tempo por outro Elder da Camarilla

    (aqui entra a meu principal dilema ético, o poder corrompedor dos Tremeres e o oculto e os rituais associados a algo errado na mente do Pierre e a força restauradora de tentar fazer o bem, mesmo sendo um monstro, atingir a Golconda)

    Pq vc colocou empatia com animais?
    A ideia era fazer um farm-boy de infância, por isso estudei a geografia da cidade e escolhi aquela região, mas acabei não explicando, ajustei no prólogo

    VC disse q tem lacaios. Onde eles entram na sua historia? Principalmente esse jean pierre.
    Eu imaginei tendo um grande espaço do que hoje é o pântano pouco habitado, e provavelmente muito barato de se comprar. Esses meus lacaios e rebanho seriam os jovens e crianças da região, que ganham favores de mim em troca de serviços honestos como cuidar da minha casa e se manter por perto durante o dia, com a desculpas de estarem cuidando dos porcos ou do terreno

    Tirando isso, comentenum pouco mais sobre sua relação com seu mestre.
    A ideia era passar alguns meses na casa dele, ele apaixonado pela minha maneira de tocar sem classe e sem estudo e ao mesmo tempo me ensinando os clássicos, ele me abraçar e me apresentar a sociedade vampírica e assim o Valentine finalmente descobrir porque eu nunca voltei desse serviço na casa de Magunus

    (aqui outro dilema moral, porém mais leve, eu tendo sido criança ha 150 anos eu tive avós que foram escravos libertos, e que sem ter para onde ir assumiram posse de pequenos terrenos sem valor para sobreviver, fui criado frequentando igreja, metodista, batista ou alguma dessas denominações super conservadoras das quais faziam parte os negros, assim a vida dentro de uma sociedade branca me é estranha de início, ainda mais com um sire além de branco homossexual)

    A ideia do personagem Ranzinza com a população em geral (excetuando-se os lacaios e mais próximos que conhecem minha natureza penitente) é aparentar nunca ter tempo ou dinheiro para nada, é manter-se dentro da sociedade vampírica sempre mais ouvindo do que falando, como um cidadão de segunda categoria.

    Porque larguei ser explorado pelo Valentine para ser adotado por Magnus:
    Embora não entenda em um primeiro momento o o modelo de vida de Magnus Pierre se sentia livre, e o amor pela arte formou uma espécie de vínculo entre as duas criaturas, o negro pobre de periferia e o requintado branco homossexual.


    6. Prelúdio

    -Porque mesmo eu estou te contando isso? Ahhh claro, você acha que o sofrimento é uma exclusividade tua não é? Todos nós sofremos na vida, alguns mais que outros; e, mesmo que agora seja moda ser um negro em New Orleans, ainda mais no mundo do jazz e blues, não era assim quando eu cresci.
    Nasci há pouco mais de 100 anos acredito, que ano é hoje?... Então é mais perto de 150 anos, fui o 6o filho de uma família pobre; a gente criava porcos por aqui, algumas cabras também, um monte de gatos para caçar os ratos que comiam os grãos dos porcos, o chiqueiro era mais ou menos onde a gente está agora e o barracão da família ficava nesse terreno que agora é meu um pouco para trás daquele capão de mato, os ossos de minha família estão por aqui, assim como o de muita gente que morreu aqui e foi consumida pelo pântano. Ou enterrada sem marcação por aqui. Esse já foi um local tranquilo na minha infância, já foi um local barra pesada durante um tempo, e também já foi um pântano abandonado pelos homens, a única coisa que se mantém constante aqui sou eu.
    Aprendi na infância a trabalhar a terra, a lidar com madeira, a fazer pequenos serviços porém aos 14 anos, o mundo da música mudou e eu acabei apaixonado pela boemia. No começo dos anos 1900 tive o prazer de ver monstros tocando seus instrumentos, eu já participava do coral da igreja, aos 13 eu fui classificado como barítono, e achava que música era apenas piano palmas e acompanhamento com os pés, eu era completamente inocente nessa questão... mas divago.
    Eu era adolescente ainda quando ouvi pela primeira vez Charles Bolden, ele era um monstro, assim como seus companheiros, ou depois Jackson, Galloway e um monte de gente que você chama hoje de old frenchmen. Esse ínicio do jazz era misturado com polka, com quadrilhas, com valsas e muito da música das igrejas, e cada um desses monstros trazia sua assinatura para o que hoje se chama jazz de nova orleans. Para comprar um violão e comecei a fazer pequenos serviços por fora, beber o que ganhava e me envolver com o submundo da cidade. Fiz coisas que minha família condenaria, abandonei a igreja e depois minha família, vivia da minha música e de golpes nos brancos. Até que me apaixonei, por uma mulher branca, rica de seus 30 anos de idade (eu tinha uns 17 ou 20 na época). E Fui morar com ela, no meio do French Quarter, onde ela me exibia para sociedade como um empregado que sabia tocar um monte de instrumentos musicais diferentes e, para suas amigas mais íntimas, como amante. E eu comecei a beber, pesadamente.
    Um dia você me perguntou se eu tive filhos e eu te respondi que não. O que é uma verdade parcial. Essa mulher, que eu não vou citar o nome, porque ela ainda tem parentes vivos, engravidou e eu apenas parcialmente consciente devido à bebida bati nela, muito, o que fez com que ela abortasse na minha frente. Foi quando eu fugi, e parti para uma vida de crimes abandonando meus instrumentos por alguns anos.
    Trabalhei por alguns anos em pequenos delitos, furtos principalmente, a cidade era diferente, sem esse mar de turistas e sem a facilidade das drogas; sim, eu consigo sentir as drogas em você, e consigo sentir a culpa ao teu redor, como uma nota dissonante no meio da tua melodia, cuidado para não ser engolido pela sombra. Tua humanidade é preciosa, e não somente para mim. Voltando ao assunto:
    Foi nessa fase de criminalidade que eu conheci Valentine, posso citar o nome para você certo? Tua família vive no meu território e você é fiel a mim correto? “Fecho os olhos imaginando os crimes que cometi, roubos de ítens, invasão de igrejas, pequenos furtos que na época eu achava que eram estranhos e hoje sei que eram objetos para os rituais do clã maldito dele - além da sensação de prazer associado a impotência de ter meu sangue sugado por ele, e as múltiplas vezes que ele me batia porque eu estava com o sangue poluído de álcool, tabaco e depois maconha” Enquanto isso observo Jean Pierre o menino que aprende guitarra comigo antes de continuar falando.
    Ele é um dos realmente poderosos, tenha cuidado com o submundo. Estive com ele da mesma maneira que você está comigo agora, cedendo meu sangue e realizando serviços, só que no meu caso eram serviços perigosos, não apenas pequenas coisas inócuas. Vivi embriagado esse tempo e tentando apagar arrependimentos e bloquear a culpa de estar fazendo o serviço sujo de alguém vil. Vendo o mundo escurecido de remorso.
    Até que um dia estava invadindo uma casa no French Quarter, uma casa vitoriana de 3 andares, impecável, eu quebrei a janela e entrei para um salão de baile gigantesco, iluminado apenas com algumas velas já em seus últimos minutos e sentei-me diante de um gigantesco piano de cauda. E comecei a tocar uma improvisação, no começo alguns ciclos de escalas menores com um tempo largo com notas graves, sombrias e assustadoras e como isso não ajustava-se ao local eu fui lentamente puxando as terças as quintas e o tempo 4/3 depois 4/4 com tons alegres ocupando toda a extensão do teclado escalas maiores e progressões alegres em um alegretto que combinava com o local. Até que vi meu atual superior em um canto, embevecido e furioso. As expressões em seu rosto andrógino me assustaram profundamente “e a paixão dele por mim ou minha música ainda me assusta - penso” e sim, ele que me ajudou a percorrer esse caminho que me aproximou novamente da minha humanidade. Quanto mais próximo da humanidade você se mantiver mais fácil é sua vida. Mas você ainda não tem sabedoria pra entender isso. E quando a sabedoria vier vai ser tarde demais. Mas sim, agora que já estou alimentado, vamos parar de divagar, comece com as pentatônicas maiores agora pra gente aquecer os dedos.
    Guss
    Investigador
    Guss
    Investigador

    Mensagens : 70
    Reputação : 6

    Re: Fichas

    Mensagem por Guss em Sab Fev 16, 2019 8:05 pm

    FICHA APROVADA (18/02/2019) BY @Askalians


    1. Dados
    Nome: Guss
    Personagem: William MacLeod
    Clã: Brujah
    Natureza: Durão
    Comportamento: Solitário
    Geração: 11ª
    Refúgio: Pequeno apartamento
    Conceito: Investigador

    Saldo de XP: 0/0

    2. Atributos (7/5/3)
    Físicos (Primário)
    - Força: 2
    - Destreza: 4
    - Vigor: 4

    Sociais (Terciário)
    - Carisma: 2
    - Manipulação: 2
    - Aparência: 2

    Mentais (Secundário)
    - Percepção: 3
    - Inteligência: 2+1*
    - Raciocínio: 3


    3. Habilidades (13/9/5)
    Talentos (Primário)
    - Prontidão: 2
    - Esportes: 2
    - Briga: 3
    - Esquiva: 3
    - Empatia:
    - Expressão:
    - Intimidação: 1*
    - Liderança:
    - Manha: 2
    - Lábia: 1+1*

    Perícias (Secundário)
    - Empatia c/ Animais:
    - Ofícios:
    - Condução: 2
    - Etiqueta:
    - Armas de Fogo: 3
    - Armas Brancas: 3
    - Performance: 2*
    - Segurança: 1+2*
    - Furtividade:
    - Sobrevivência:

    Conhecimentos (Terciário)
    - Acadêmicos:
    - Computador:
    - Finanças:
    - Investigação: 3
    - Direito: 1
    - Linguística: 1 (o idioma natal não conta na distribuição dos pontos)
    - Medicina:
    - Ocultismo:
    - Política:
    - Ciências:


    4. Vantagens

    Antecedentes (5 pontos)
    Geração 2
    Contatos 1
    Recursos 1+2*
    Rebanho 1+1*

    Disciplinas
    Rapidez 1
    Potência 1
    Presença 1


    5. Virtudes
    - Consciência: 3
    - Autocontrole: 3
    - Coragem: 4

    Humanidade: 6

    Força de Vontade: 4+3*


    Qualidades e Defeitos
    Vingança -2
    Senhor indigno -1
    Ressentimento do senhor -1
    Passado sombrio -1
    Vontade de ferro 3

    Observações
    - Idioma adicional = francês
    -
    -


    6. Prelúdio

    William MacLeod sabia que sua vida mudaria quando desembarcasse nas praias da Normandia. Operação Overlord, o famoso Dia D. Enquanto o transporte anfíbio percorria o caminho entre a Inglaterra e a França, através do Canal da Mancha, ele pensava em sua família em Glasgow, na Escócia.
    A expectativa fazia seu sangue gelar e suas mãos suavam como se ele estivesse no inferno, mas nada poderia tê-lo preparado para aquilo que viu e passou quando o anfíbio se aproximou da praia, nem mesmo aquilo que vivera em outras batalhas pelas quais havia passado. O fogo serrado das metralhadoras matou aqueles que estavam mais próximos às rampas de desembarque antes mesmo que estas fossem abaixadas. Muitos soldados pularam por cima das amuradas para a água e foram puxados para baixo pelo peso do equipamento, morrendo antes mesmo de poderem ter a chance de revidar o fogo inimigo.
    Mac, como os amigos o chamavam, foi um desses soldados que se atiraram à água para escapar do chumbo quente que as metralhadoras cuspiam em direção aos soldados aliados. Consigo, levou apenas seu rifle e munição. A mochila ficou jogada no chão do anfíbio. No primeiro dia, ele já estava a quase 6 km dentro do território inimigo, junto com sua divisão.
    Naquela noite, ele e mais um grupo de 12 soldados britânicos foram capturados e levados por um grupamento nazista para a cidade de Caen e, de lá, foram levados por uma série de transferências até Berlim.
    Foram dias de viagem, sempre se deslocando à noite e parando durante o dia. A comida era parca, assim como a água. Na chegada a Berlim, foram levados a uma prisão onde havia por volta de mais 10 prisioneiros de diversas nacionalidades, nem todos aliados. Foi nessa prisão aonde William e os demais foram submetidos a experiências terríveis e desumanas.
    Conforme os soldados morriam, eram substituídos por outros em menos de dois dias. As experiências eram horrendas e envolviam desde a infecção por doenças letais até a mutilação. William, por algum motivo, era poupado das experiências mais letais, mas era submetido a torturas mentais pelas quais jamais imaginou que um dia passaria. Ele já não distinguia mais a realidade quando o local foi invadido e a maioria dos captores foi morta. Alguns poucos, incluindo aquele que, mais tarde viria a saber era seu mestre, escaparam jurando vingança contra os Membros da Camarilla que dispersaram e executaram aqueles que ali faziam experiências. Em um ato de misericórdia, Mac teve sua não vida poupada
    Ele havia sido transformado em um vampiro como parte de uma experiência para se criar soldados cainitas sem qualquer consciência para quando o tempo do sangue fraco chegasse. Graças à intervenção dos Aliados, a experiência não havia chegado ao fim e William voltou ao seu normal depois de alguns anos de esforços por parte de Remi, um Brujah francês que o tomou como cria. Um resultado inesperado das torturas que sofreu foi que William desenvolveu uma força de vontade praticamente inabalável.
    Por vários anos os dois vampiros viveram como aliados. Nesse tempo, Remi descobriu que Heinz Sauer, aquele que havia transformado o escocês, era mal visto pela Camarilla e havia se associado ao Sabá. O Brujah acreditava que o nazista poderia ter ressentimento de sua cria e que poderia querer destruí-lo como forma de apagar os rastros de seus experimentos com outros cainitas. Nesse período, Mac resolveu voltar para a escócia e se retirar do convívio com os demais membros, mas fazendo questão de manter contato com o francês. Sentiria falta dele e de sua companhia, mas precisava voltar à sua terra natal.
    Voltando à escócia, assumiu papel de descendente de si mesmo, com os papéis que seu amigo havia conseguido, e assumiu as poucas posses que a família havia deixado. Passou a trabalhar como investigador particular, buscando atender a casos que julgasse de valor. Sua paixão em assumir uma causa o tornou um profissional excelente e fez com que desenvolvesse suas capacidades cognitivas através dos diversos trabalhos que concluiu.
    Nesse ramo, aprendeu a se portar nas ruas, se disfarçar, um pouco de direito e, obviamente, o ofício da investigação.
    Depois de algumas décadas sem contato com Remi, esse o procurou. O francês havia se mudado para Nova Orleans, onde viveu um tempo de paz sem precedentes sob o principado de Cláudia, porém esta fora assassinada em uma noite de comemoração. Sabendo das novas atribuições profissionais de seu amigo, Remi decidiu visitá-lo e lhe pedir que investigasse. Como parte do acordo, o francês ofereceu acesso a parte de seu rebanho a William. Mac não pôde dizer não ao amigo e decidiu por se mudar para a cidade e investigar o assassinato de Claudia, deixando tudo para trás e iniciando vida nova na América.


    7. Banco de Dados

    * = pontos de bônus gastos
    Gelatto
    Mestre Jedi
    Gelatto
    Mestre Jedi

    Mensagens : 1305
    Reputação : 20
    Conquistas :
    • https://i.servimg.com/u/f11/17/02/65/26/311.png
    • https://i.servimg.com/u/f11/17/02/65/26/1411.png
    • https://i.servimg.com/u/f11/17/02/65/26/1112.png
    • https://i.servimg.com/u/f11/17/02/65/26/1011.png
    • https://i.servimg.com/u/f11/17/02/65/26/212.png
    • https://i.servimg.com/u/f11/17/02/65/26/1811.png
    • https://i.servimg.com/u/f11/17/02/65/26/1413.png
    • https://i.servimg.com/u/f11/17/02/65/26/1611.png
    • https://i.servimg.com/u/f11/17/02/65/26/712.png
    • https://i.servimg.com/u/f11/17/02/65/26/410.png
    • https://i.servimg.com/u/f11/17/02/65/26/1511.png
    • https://i.servimg.com/u/f11/17/02/65/26/2111.png
    Premiações :
    • https://i.servimg.com/u/f89/19/67/13/04/medalh25.png
    • https://i.servimg.com/u/f89/19/67/13/04/medalh19.png
    • https://i.servimg.com/u/f89/19/67/13/04/medalh38.png
    • https://i.servimg.com/u/f89/19/67/13/04/medalh14.png
    • https://i.servimg.com/u/f89/19/67/13/04/medalh46.png

    Re: Fichas

    Mensagem por Gelatto em Dom Mar 03, 2019 3:44 pm

    FICHA APROVADA (03/03/2019) BY @Askalians



    1. Dados
    Nome: Gelatto
    Personagem: Arthur "tio Artie" Fray
    Clã: Bruxo (Parente Metamorfo)
    Natureza: Tradicionalista
    Comportamento: Pedagogo
    Essência: Padrão
    Tradição: Bruxo (Tradição base: Oradores dos Sonhos)
    Refúgio: loja de antiguidades, French Quarter
    Conceito: Antiquário (negociante de antiguidades)

    Saldo de XP: 0/0

    2. Atributos (7/5/3)
    Físicos (3)
    - Força: 2
    - Destreza: 2
    - Vigor: 2

    Sociais (5)
    - Carisma: 3
    - Manipulação: 3
    - Aparência: 2

    Mentais (7)
    - Percepção: 3
    - Inteligência: 4
    - Raciocínio: 3

    3. Habilidades (13/9/5)
    Talentos (5)
    - Prontidão: 1
    - Esportes:
    - Consciência: 2
    - Briga:
    - Esquiva:
    - Expressão:
    - Intimidação:
    - Liderança:
    - Manha: 1
    - Lábia: 1

    Perícias (9)
    - Ofícios: 1
    - Condução: 1
    - Etiqueta: 2
    - Armas de Fogo:
    - Meditação: 2
    - Armas Brancas:
    - Atuação:
    - Furtividade: 1
    - Sobrevivência: 1
    - Tecnologia:
    - Empatia com Animais: 1

    Conhecimentos (13)
    - Acadêmicos: 3
    - Computador: 1
    - Cosmologia: 1
    - Enigmas: 1
    - Investigação: 1
    - Direito:
    - Linguística: 4 (inglês + francês, alemão, castelhano, grego, latim, egípcio, mandarim, nativo-americano)
    - Medicina: 1
    - Ocultismo: 2
    - Ciências:

    4. Vantagens
    Antecedentes (7 pontos)
    Arcanum 1
    Avatar 3
    Contatos 1 (colecionadores de antiguidades)
    Biblioteca 3 (antiquário)
    Recursos 3

    Esferas (1 inicial +5)
    Espírito 3 (esfera de tradição)
    Matéria 1
    Vida 2

    5. Toques Finais
    Arete: 3
    Força de Vontade: 7
    Quintesência: 3

    Qualidades e Defeitos
    - Parente Metamorfo (qualidade: 4 pontos)
    - Sentidos Aguçados: todos (qualidade: 3 pontos)
    - Vontade de Ferro (qualidade: 3 pontos)
    - Truques de Salão (qualidade: 1 ponto)
    - Código de Honra (defeito: 2 pontos): proteger Clairy Fray e zelar pelo legado de Claudia (manter a paz entre bruxos e outros seres sobrenaturais)
    - Débito (defeito: 3 pontos, vinculado a Parente Metamorfo): nunca negar asilo a um garou
    - Segredo Sombrio (defeito: 1 ponto): negocia com vampiros, lobisomens não gostam disso; tem sangue lupino, vampiros não gotam disso.

    Observações
    -
    -
    -

    6. Prelúdio

    background:

    Antes de New Orlenas ser oficialmente fundada em 1718, já existiam pequenos assentamentos e grandes famílias feudais na região que viviam da agricultura, produção algodoeira e do trabalho escravo africano, escravos estes que faziam uso intenso da magia voodoo através da utilização de pedras, ossos e pequenos sacrifícios de animais; e de alquimia simples através da mistura de ervas e elementos. Naquele começo de civilização, a maioria dos escravos faziam este tipo de coisa, tanto contra seus senhores quanto contra eles também. Essa prática chamou a atenção de uma das famílias da região, a família Fray.

    Com a troca de informações e acordos entre os vários grupos que iam se conhecendo, a família Fray ia aprendendo aos poucos esta prática primitiva, aumentando seus poderes e influência, graças a grande habilidade de alguns de seus membros e principalmente das mulheres da família. Suas práticas eram uma mescla das práticas africanas, indígenas nativos e imigrantes vindos dos balcãs do leste europeu. Com o passar dos anos e aumento destas práticas, a família Fray foi aos poucos sendo mal vista pelas demais famílias tradicionalistas que abominavam esta prática, taxando-os de bruxos e bruxas - o que não deixava de ser verdade. Mas a mercadoria da família era boa e faziam vista grossa em razão do lucro.

    Nas origens de Nova Orleans, haviam muitos curandeiros e benzedeiras para todos os lados, que faziam muitas vezes o papel de médicos, parteiras e até conselheiros de vários assuntos, procurados por todo tipo de gente, inclusive pela família Fray. Entre uns e outros, aprenderam que, se queriam sobreviver e ficarem mais fortes, precisavam se conhecer melhor e se reunir algumas vezes para isso, como se fosse um grande senso: todos tinham que comparecer, caso contrário era dado como morto. Essas reuniões eram mais frequentes no começo, mas com o passar do tempo foi-se resolvido que uma grande reunião anual sempre no solstício de inverno, onde trocavam experiências, conhecimentos e práticas, além da apresentação de novos membros e memória pelos que se foram. Essa "convenção" era chamada de grande coven e várias famílias menores surgiram.

    Entretanto, a única forma de preservar o conhecimento era pela oralidade e prática, passando de geração a geração. Porém, com a tensão política entre Norte e Sul no território norte-americano, algumas previsões feitas pelos Fray apontavam uma guerra iminente - o que aconteceu entre 1861 e 1865, período conhecido como Guerra da Secessão. Para preservarem suas práticas e evitarem que caíssem nas mãos de outros, a família Fray introduziu a escrita e passou a registrar suas práticas em livros e manuscritos em diversos idiomas, códigos secretos, transcrevendo para grimórios lacrados com várias palavras mágicas, selamentos com sangue e outras práticas, para que certos segredos fossem muito bem preservados e escondidos. O que eles não haviam previsto era que as demais famílias que invejavam seu status aproveitaram a guerra para atacarem a família bem como seus simpatizantes e demais famílias de bruxos. A guerra foi uma desculpa para uma grande caça às bruxas. E assim, após o término da guerra, os sobreviventes e simpatizantes da família Fray estavam espalhados e escondidos.

    Alguns destes grimórios ainda estão perdidos, guardados em alguma biblioteca ou porão esquecidos, ou na coleção de algum colecionador ou até mesmo incompreensível sem o código de compreensão correto. Em busca de força e poder para restaurar a glória da família, os bruxos remanescentes aprenderam rituais para canalizar as forças e habilidades de seus ancestrais com o que estava disponível, algo vital para sua preservação - mesmo que seja inferior ao conhecimento perdido-, uma vez que New Orleans acabou atraindo e servindo de lar para outras criaturas sobrenaturais, como lobos e imortais, além dos tolos humanos que já a habitavam.

    Com o tempo, o sangue bruxo não passou a ser mais tão puro assim. Algumas famílias tiveram seu sangue misturado com outras criaturas sobrenaturais, em sua maioria lupinos e fadas, e alguns foram até tocados e mudados pelos imortais vampiros, sobrando bem poucas famílias de linhagem pura. Os Fray hoje vem de uma mistura histórica e pura entre escravos, nativos indígenas e colonizadores daquela época passada que foi mantendo suas habilidades ao longo dos anos, se mantendo bem protegida de qualquer outra facção. Todos tiveram que ser fortes para se manter longe de todas as criaturas sobrenaturais para que não deixassem suas habilidades desaparecerem, aguentando em silêncio constantes ataques, até que finalmente Claudia, a regente vampira da época, entrou em cena, pacificando a rixa entre todos. Os ancestrais das bruxas puderam finalmente ficar em paz ao invés de serem constantemente canalizados como proteção e arma nestes conflitos.

    Gerações se passaram e todos deram continuidade às práticas e à paz, mas o mesmo não era aceito entre poucos bruxos, que clamavam por vingança. Os que apoiavam Claudia juraram lealdade aos Fray. Os que não apoivam tinham voz nas convenções, mas eram poucos e não tinham poder para mudar o curso das ações de Claudia. Gerações se passaram e os bruxos seguiam com sua vida, com os Fray retornando ao seu status como família influente de New Orleans e afastando qualquer boato sobre práticas pagãs - os bruxos adotaram a prática da máscara para se protegerem da sociedade humana ignorante. Porém, nem todos os Fray eram bruxos nesta nova realidade - apenas alguns poucos eram escolhidos para manterem o legado da família, dificultando que sejam descobertos novamente.

    Anos atrás, como resultado da união de dois bruxos puros e poderosos, viria a nascer Clairy Fray. Seria apenas um nascimento normal o bebê não tivesse nascido com uma marca espiritual que representava que a criança estava destinada a grandes feitos. Que feitos seriam estes? Não se sabe. Mas haviam boatos sendo espalhados de que ela seria fruto de uma experiência vampírica ou a reencarnação da primeira Fray bruxa ou aquela que traria a ruína de todos os bruxos, entre outros menos difundidos. Nada foi provado ou descartado, mas uma coisa era certa: Clairy possuía um grande poder. Porém, a pequena nunca chegou a conhecer seus pais, pois um dia depois que ela nasceu, sua mãe, que era defensora ferrenha da sociedade que Claudia firmara no passado, morrera misteriosamente; enquanto que seu pai, que era contra esta sociedade utópica, fora exilado e seu paradeiro até hoje é desconhecido.

    E é neste momento que entra na história Arthur Fray, membro de uma família que jurou lealdade aos Fray no passado e de sangue misturado com lupinos. Filho de Carmem, que havia se apaixonado por Klaus, um membro da facção lupina, Arthur nascera dividido entre os dois mundos, não sendo um ou outro, mas uma parcela de ambos. Ele sempre foi próximo dos Fray e nunca chegou a conhecer seu pai - sua mãe confirmou que ele morrera quando Arthur era pequeno defendendo a Mãe-Terra. Arthur crescera entre os primos e primas e aprendeu sobre bruxaria com os melhores. Anos depois, quando fizera 14 anos, recebeu uma visita inesperada de lupinos. Nunca havia ouvido sobre eles até este momento e, com eles, descobriu sobre a origem de seu pai e sua própria origem. Seu pai tinha um negócio na cidade de New Orleans, um antiquário, que estava fechado desde sua morte. Com este grupo de lupinos ele aprendeu um pouco sobre sua sociedade e herdou a propriedade do pai. Arthur deixou os Fray, decidido a honrar a memória de seu pai e continuar com seu negócio. Arthur nunca mais vira este grupo de lupinos novamente, provavelmente tiveram o mesmo destino de seu pai, ou pior.

    Os anos se passaram e Arthur Fray foi tocando o antiquário, negociando velharias e relíquias com colecionadores e saudosistas. Ele fez contato com vários antiquários dentro e fora dos EUA e conseguiu itens de grande interesse, inclusive alguns manuscritos e grimórios de bruxos tanto dos Fray quanto de outras origens. Entre seus clientes, haviam alguns seres sobrenaturais, principalmente outros bruxos e alguns vampiros, que sempre procuravam por uma relíquia ou conhecimento específico. Então, Clairy nasceu e a sociedade foi abalada pelos fatos.

    A pedido de Melissa Fray, avó de Clairy, Arthur Fray passou a ser o tutor da pequena e ela teve todo o tipo de educação exemplar que um bruxo poderia receber, além da educação humana por se misturar naquela cidade, mas a garota era ligeiramente rebelde e possuía outras inclinações: gostava de arte e pintura e não era muito boa em escolher com que se envolvia, além de gostar de motos e esportes radicais e até mesmo lutas de defesa pessoal - inclinações que Arthur não era nem um pouco adepto ou simpatizante. Devido ao seu sangue puro e sua linhagem, aos 16 anos, Clairy se tornou a líder da família Fray e a principal oradora entre todos os bruxos do grande Coven da cidade de New Orleans. Arthur nunca quis isso para sua pupila, mas nada podia fazer: ela crescera em poder e ultrapassou o professor em alguns anos, coisa que Arthur não conseguiu em mais de 80 anos e que nem se tivesse outros 80 anos ele conseguiria tal poder. Esse era o poder do sangue puro. Hoje, tio Artie, como ela carinhosamente o chama, serve apenas como um conselheiro e guia, mas quando foi aconselhar sobre aquele namoro errado com o xerife vampiro da cidade anos atrás, recebeu um grande "você não é meu pai". Arthur nunca teve filhos e tratava Clairy como uma filha, mas ouvir aquilo o deixou triste e abalado. Mas seu amor por Clairy supera esta dor, e é necessário, pois Arthur sente que algo está por vir e o Coven precisa permanecer unido. Pelo menos hoje ela largou o xerife e está namorando um humano normal, um tal de Hunter. Menos mal.

    Arthur é um mago bem velho que mantém sua saúde através de suas práticas. Apesar de ter 88 anos, aparenta um pouco mais que 60. Não é adepto do conflito físico, bem como das novas mudanças. Ele ainda permanece no estilo antigo, de um século retrasado, se portando como um cavalheiro e se trajando como tal em uma sociedade que está além do seu tempo. Sua práticas o mantiveram vivo este tempo todo, bem como informado sobre os principais acontecimentos. Como comerciante de antiguidades, faz contato com todo tipo de gente de todo tipo de índole. Mas ele sabe discernir este tipo de gente, negociando apenas o essencial e muitas vezes algum item sem qualquer propriedade.

    Mas nem tudo é perfeito. Alguns anos atrás, na mesma época em que a morte da regente Claudia fora anunciada, seu antiquário fora invadido por criaturas inimigas dos lupinos - alguns fomoris liderados por um lupino desgarrado. Eles procuravam alguns "fetiches" e acreditavam que Arthur estava de posse deles. Arthur negava, mas na verdade, os possuía sim, e estavam escondidos. Para sua sorte, foi salvo por alguns lupinos da cidade. Neste momento ficou mais a par da situação que os lupinos enfrentavam na região, e jurou ceder seu antiquário como abrigo para seus semelhantes quando preciso. Assim, Arthur formava uma aliança com os lupinos, seus parentes de sangue, garantindo um pouco mais de proteção para si e para Clairy. Após este episódio, Arthur estudou uma forma de proteger melhor o antiquário com proteções místicas e acabou despertando o espírito do antiquário. Para os indesejados, o antiquário passou a ser visto como uma casa mal assombrada, o que o protegia dos olhos dos indesejados.

    7. Banco de Dados

    o que posso fazer com Espíritos 3:

    1 - Visão Espiritual/Sentido Espiritual: o mago iniciante em Espírito pode sentir a Umbra Rasa ao seu redor. É capaz de ver auras, fantasmas e espíritos, especialmente aqueles que estejam mais harmonizados com sua Ressonância ou que estejam dentro de seu paradigma. A mago também pode “ler” a força da Película local, testá-la em busca de pontos fracos e Baixios, além de distinguir itens como fetiches ou com espírito desperto.

    2 - Tocar Espíritos/Manipular a Película: o mago se torna hábil em tocar brevemente os espíritos e objetos que possa ver do outro lado da Película – a Penumbra. Pode projetar sua voz para o outro lado da Película ou mesmo diminuí-la, tornando mais fácil a passagem para o Outro Lado. Com muito esforço, a visão do mago pode ser estendida para a Umbra Profunda.

    3 - Perfurar a Película/Despertar e Acalmar Espíritos: o mago agora é capaz de fazer um buraco na Película, através do qual consegue entrar na Umbra, ainda que seus pertences sejam mais difíceis de serem levados (o que requer sucessos adicionais). Ainda, o mago se torna capaz de despertar espíritos ou acalmar espíritos despertos, como os que estão em fetiches.

    o que posso fazer com Matéria 1:

    1 - Percepção de Matéria: o mago começa reconhecendo os padrões da matéria, incluindo estruturas fundamentais que dão aos objetos suas formas e propriedades físicas. Com essas percepções, ele pode detectar coisas escondidas dos seus sentidos normais. Pode sentir a composição da matéria e suas propriedades, além de estruturas escondidas dentro de estruturas.

    o que posso fazer com Vida 2:

    1 - Alterar Padrões Simples/Curar a Si Mesmo: este nível permite ao mago manipular os padrões mais simples de vida, de bactérias e vírus a insetos e moluscos, bem como vegetais. O mago pode curar ou matar criaturas simples e realizar pequenas alterações em seus padrões, sem realizar transformações completas, bem como corrigir pequenas fendas (qualquer dano não agravado) no próprio padrão.

    2 - Alterar a Si Mesmo/Curar Vida/Transformar Padrões Simples/Criar Padrões Simples: agora o mago pode alterar seu próprio padrão, fazendo melhoras e mudanças sutis. Padrões simples podem ser virados do avesso, mudados ou mesmo criados totalmente a partir de outros padrões. Formas de vida criadas não terão uma mente superior a que possuíam em sua forma anterior. O mago começa a compreender organismos mais complexos, podendo curar ou ferir outra pessoa.

    8. Pontos de Bônus (21)
    - Lingüistica +1 (2 pts)
    - Vantagens (4 pts)
    - Arete +2 (8 pts)
    - Força de Vontade +2 (2 pts)
    - Qualidades e Defeitos (5 pts)
    Conteúdo patrocinado


    Re: Fichas

    Mensagem por Conteúdo patrocinado


      Data/hora atual: Ter Mar 19, 2019 7:58 pm