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    Rugall Saavick

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    Rugall Saavick

    Mensagem por Askalians em Sab Jan 05, 2019 10:05 am




    Day 1

    A
    noite era de lua cheia, bem alta e clara em pleno verão. Eram 19:00 e ainda havia uma imensa quantidade de pessoas andando pelas ruas, como se aquela cidade jamais parasse. Luminosos piscavam, música ecoava no ar, instrumentos rugindo e o falatório sem fim de pessoas era o que diariamente ecoava pelas ruas da cidade. Lojas, armazéns, bares, clubes, padarias... tudo quanto era comércio ainda estava aberto naquele horário e não precisava nem ser alta estação ou período de férias para tal. Sempre cheia de visitantes e moradores locais, as ruas estreitas não tinham descanso nunca. Os bares e casas noturnas trabalhavam já a toda velocidade naquela hora da noite na Bourbon St.

    Ainda nem era Mardi Gras e a cidade já estava ceia de pessoas e tudo funciova a pleno vapor.
    A cidade também possuía outros tipos de atrações apreciados por muitas pessoas: a comida creoule, procurada por muitos. A fama do famoso Gumbo, Po Boy's, Jambalaya e Beignets havia cruzado o país e agora muitas pessoas desbravavam a noite da cidade procurando por algum desses práticos típicos e um bom drink para beber em meio à toda aquela agitação, música e show de luzes.

    A medida que as pessoas andavam pela cidade, os diferentes cheiros iam atraindo pessoas para as diversas diversões que poderiam imaginar, desde a comida, desde os drinks exóticos, desde as belas mulheres até o cheiro de produtos e frutos do mar frescos que vinham do grande mercado da cidade.
    Boatos do ocorrido cruzaram o país para todos os povos, desde humanos, vampiros, lobisomens e bruxos, o que acabou trazendo alguns curiosos à cidade e também alguns que estavam dormindo acabaram por acordar em meio àquela agitação daqueles novos tempos.

    Esse era o caso de Rugall, um vampiro Tzimisce de 7a geração, que depois de muitos anos havia acordado em seu galpão, perto do Missipi. Era um galpão antigo, abandonado e empoeirado há mais de 100 anos onde antes costumava-se ser usado para carga e descarga de mercadoria para enviar para o resto do país. Naquele galpão, em uma das salas nos fundos em um canto bem ermo e escondido, havia um alçapão subterrâneo e era lá onde Rugall dormia.

    Era muito difícil de alguém passar por aquela região. Geralmente eram apenas jovens adolescentes inconsequentes que procuravam por um canto para ás vezes um namoro mais íntimo ou um turista curioso perdido. Fora isso, Rugall teria toda a paz do mundo em seu refúgio.







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    Re: Rugall Saavick

    Mensagem por bahamut em Dom Jan 06, 2019 1:20 am

    A antiga criatura da noite acorda em seu refúgio. Em sua mente ainda vem imagens do castelo de sua senhoria mas basta alguns instantes para que ele se realoque mentalmente. O cheiro de terra invade suas narinas e sua visão se ajusta à escuridão do alçapão. Este era o seu voivode, pelo menos por enquanto. Sem pressa Rugall procura o que vestir, peças de roupa que sua carniçal havia lhe fornecido, e galga o caminho até sair do alçapão. Sua calça era negra como a noite e a jaqueta de couro não era diferente. Não havia camiseta cobrindo o seu torso e os seus longos cabelos dançavam com todo o movimento de 1,95 metros de altura do cainita. O galpão estava vazio, já haviam algumas noites desde o evento que May organizou e faltavam poucas noites para o próximo. Ela iria vê-lo essa noite mas Rugall não estava a fim de ficar no galpão esperando. Ao sair, o cheiro da noite inundou seus sentidos e ele fechou os olhos enquanto a brisa fresca oriunda do mar acariciava seu rosto e cabelos. Seu galpão ficava em um canto remoto no porto da cidade e Rugall queria ver mais, sentir mais, provar mais. Mas o local não havia vida e para chegar em qualquer lugar ele teria que gastar um tempo precioso pois não havia cavalos ou carruagem... Então ele seria obrigado a esperar por May, mas não o faria em frente ao seu galpão. Não muito longe dali havia um tablado que dava uma bela visão do mar e do resto do porto. Lá Rugall esperou.

    Depois de um certo tempo, Rugall pôde ouvir um som vindo ao longe, um ronco estridente e poderoso que galgava o caminho com um enorme olho luminoso. Sem demorar muito o ronco se aproxima, revelando May montada em sua moto. May era uma bela mulher de cabelos loiros e personalidade marcante. Sentada na moto ela retira o capacete, ajeitando os cabelos ao balançar a cabeça para trás, então com um movimento sensual com a perna ela desmonta de sua honda shadow e deixa o capacete no guidão. Sem se demorar ela caminha em direção ao seu mestre mechendo deliciosamente os quadris e acelera os passos, dando uma pequena corrida para os braços de seu lorde.

    May: - Boa noite meu senhor! Eu não via a hora de te ver!

    O laço de sangue sempre foi algo muito forte. May estava completamente apaixonada por Rugall e pouco se importava os motivos disso, ou quem era o vampiro e os seus planos. Rugall por sua vez mantinha o seu olhar fixo e sério em sua carniçal, impassível.

    Rugall: - Que bom que chegou May. Quero saber sobre os preparativos para a próxima noite no galpão. Está tudo dentro do esperado?

    Rugall falava inglês mas seu sotaque era bem arcaico. Ele falava o ingles de uma época pouco antes do surgimento da nação inglesa. Mas não era difícil de se fazer entender e May se esforçava para satisfazer o seu lorde.
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    Re: Rugall Saavick

    Mensagem por Askalians em Qua Jan 09, 2019 9:45 am


    ...

    T
    odos os preparativos para o próximo evento do lugar já haviam sido providenciados. Agora era apenas uma questão de venda de convites e de decidir as atrações e a decoração que seria feita no lugar, detalhes esses que Rugall tinha que decidir e mandar a jovem May providenciar.

    Aquela noite estava apenas começando e havia detalhes a serem conversados e resolvidos.

    O cheiro de terra molhada indicava que horas antes havia caído uma leve garoa que juntamente com o cheiro salgado do Mississipi fazia com que a região cheirasse a verão e o que cheira verão, cheira festas e curtição, época ideal para que Rugall pudesse investir em quantas festas o seu dinheiro pudesse pagar.

    Divulgação era a palavra do momento. Como ele planejava fazer isso?

    Sua independência da grande organização de vampiros da cidade poderia lhe causar grandes problemas por conta disso, sem falar de que tudo precisaria se encaixar nos padrões ditados pelo regente da cidade, que nada mais eram do que o que a regente anterior havia estabelecido: humanos, vampiros e lobos vivendo em harmonia e cada um seguindo sua forma de “mascara” e até mesmo “código” para que ambos pudessem se esconder uns dos outros, sem afetar a segurança de ninguém.

    Esse era um ponto a ser bem considerado para a festa: a vinda de outros imortais então, nada de mordidinhas será permitido para a ocasião, então uma passada pelo banco de sangue na cidade seria mais do que necessário, já que precisava comprar algumas bolsas talvez não apenas para a sua festa.



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    Re: Rugall Saavick

    Mensagem por bahamut em Sex Jan 11, 2019 4:03 am

    Rugall escuta o que queria ouvir. Tudo estava em ordem até então. Então ele passa mais algumas ordens para a bela May.

    Rugall: - Bom... gostei de ouvir essas boas notícias. Quanto aos convites, faça da mesma forma que a noite anterior. Vamos manter a clientela seleta e sem interferências. Você sabe muito bem do que estou dizendo não sabe? Já lhe disse que selecionando a clientela diminuímos a chance de outros como eu aparecerem. Assim posso seguir com o meu plano. Angariar uma quantidade razoável de recursos para poder providenciar o necessário, montar o meu rebanho e depois recrutar servos. Talvez as coisas não aconteçam nessa ordem mas irão acontecer. Ah, já ia me esquecendo. Trouxe as tintas e pincéis que requisitei? Enquanto você faz os preparativos finais, eu vou mexer um pouco com a aparência do lugar.

    Rugall não sabia que a cidade possuía regras especificas com relação aos vampiros e outros seres sobrenaturais dali. Porém, mesmo se não soubesse ele não mudaria suas ações pois não possui respeito ou consideração por leis criadas por criaturas menores. Ele era um dragão afinal e dragões reinam supremos acima de todos os outros.

    May estava ansiosa para obedecer as ordens de seu lorde e partiu para sua moto, mas Rugall a interrompeu segurando o braço. Ela olhou assustada para ele enquanto ele a puxava para si, olhando fixamente com seus olhos profundos e sombrios. Então ele segurou firme o seu rosto com as duas mãos e lambeu a face de May de baixo a cima, começando pelo lado esquerdo do queixo, avançando forte pelos lábios, atravessando por cima das narinas e terminando passando por cima do olho direito.

    Rugall: - Leve isto com você como uma amostra do que a espera ao retornar. Eu fico com o seu sabor na minha boca, esperando para provar mais quando você retornar.

    May respirava fundo inflando sua caixa torácica e movimentando os seus seios para cima e para baixo. Rugall era implacável em tudo o que tinha domínio e ela era seu domínio. Nada faria com que ela falhasse nos pedidos que ele solicitou e ela queria muito agradar o seu mestre para ganhar a recompensa. May seguiu em sua moto para fazer os convites enquanto Rugall pegava as tintas e levava para o galpão. Nas paredes e pilares Rugall utilizaria do conhecimento que recebeu em sua época para inserir imagens de criaturas humanoides em várias formas e ações. As imagens não teriam muitas cores apenas sombreados para criar semblantes dos mais variados tipos. Imagens femininas dançantes e sedutoras, imagens masculinas intimidadoras e viris, todas muito belas fisicamente e algumas com alguns detalhes a mais, como asas, cascos, chifres, caudas. Nos pilares iria fazer dragões galgando o ápice do local enquanto circundavam as pilastras para escalar seu caminho para o topo, visando enxergar toda a vassala abaixo se entregando aos prazeres mundanos, alheios aos olhos vorazes das criaturas poderosas que as observam. Em alguns locais chave como o espaço do DJ e o bar de bebidas, Rugall faria gárgulas e anjos aos pares. Rugall não estava com pressa e faria de tudo para que as imagens ficassem perfeitas.
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    Re: Rugall Saavick

    Mensagem por Askalians em Sab Jan 12, 2019 1:31 am


    ...

    E
     ela respondeu que sim toda solícita ao mestre. Sabia exatamente o que fazer e como fazer com os convites. Sabia que tinha que espalhar os convites entre humanos, de preferência sendo alguns com dinheiro, mas não podendo ser pessoas muito famosas ou de postos muitos altos em organizações da cidade, afinal tudo poderia ser pretexto para causar problemas ao seu mestre e era bem isso o que ninguém queria.

    As tintas e pinceis estavam em um canto do galpão, como ele havia pedido ela acabou trazendo tudo mais cedo, antes mesmo que ele acordasse, afinal era bastante coisa que ele teve que dar um jeito de carregar.


    Depois de conversar com seu mestre, ele a puxa pelo braço antes que ela subisse na moto. Quase teve um aparada cardíaca quando isso aconteceu, mas quando ganhou aquela deliciosa carícia se derreteu toda e trançou a pernas de excitação, respirando fundo inflando sua caixa torácica e movimentando os seus seios para cima e para baixo com a respiração. Tudo isso era levemente o efeito que seu mestre causava em sí, mas com a promessa de mais, ela iria e voltaria o mais rápido que conseguisse.

    May seguiu em sua moto para fazer os convites enquanto Rugall pegava as tintas. Depois de cerca de meia hora, talvez um pouco mais ou um pouco menos, a decoração do galpão estava pronta para a próxima festa.

    Em um dos cantos do galpão haviam 3 grandes freezers cheios de gelo com bebidas, refrigerantes e água para todos aqueles que viessem à festa.


    Em outro canto do galpão havia a mesa de som que seria usada para entreter todos naquela festa, sem falar de levar todos à loucura, afinal aquelas festas proporcionavam nada mais e nada menos do que isso.

    Tudo finalmente estava organizado para a festa, só voltava a carniçal May regressar após a distribuição dos convites ao humanos de Nova Orleans.




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    Re: Rugall Saavick

    Mensagem por bahamut em Dom Jan 13, 2019 9:31 am

    Rugall estava terminando as pinturas. Tudo estava ficando muito bom e os semblantes sombrios nas paredes iriam parecer como sombras no meio das luzes frenéticas que Rugall havia visto na noite do primeiro show. Era incrível a quantidade de coisas que os humanos conseguiram criar e desenvolver no decorrer do tempo.

    ???: - Eeeeei, que parada maneira!

    Rugall escuta a voz vindo da entrada do galpão e interrompe imediatamente a sua pintura, olhando para trás quase que instantaneamente. A figura estava muito longe e não pôde ouvir o rosnado que saiu da garganta do vampiro. Aquela invasor teria muito a se explicar por invadir assim o espaço de um Tzimisce, caso contrário suas tripas iriam decorar o local. Rugall então desceu da escada e caminhou lentamente até o invasor, que usava um estranho chapéu de aba curta.

    ???: - Eae cara, beleza? Eu sou o ex-namorado da May! Tá lembrado? DJ Silky! Toquei aqui semana passada! Cara, essas pinturas tão muito fodas.

    Rugall Não entende todas as palavras mas percebe que ele estava o cumprimentando de certa forma. Após se apresentar Rugall diminui um pouco a tensão que começava a lhe dominar a mente. O garoto músico havia levado a juventude presente no galpão a um estado de euforia que Rugall raramente chegou a ver. Estado este de euforia que Rugall quer cultivar e fazer com que, pouco a pouco, mais e mais jovens desejem vir ao seu galpão para dançar, se embriagar, se alucinar e perder o controle de si ante ao estado eufórico que invade seus corpos e mentes.

    O vampiro antes vivia em um suntuoso voivode, que dominava um vasto domínio e possuía vários súditos. Estes súditos eram dominados pelo medo e à força pelos vampiros que dominavam de dentro do seu enorme castelo. Agora, Rugall descobriu uma nova forma de conseguir súditos e coletar tributos deles. Estes súditos não precisam trabalhar para ele e nem precisam morar próximos, mas eles desejarão Rugall e o que ele fornece. Assim, todos pagarão tributos de uma forma ou de outra e ficarão felizes com isso. Isso reduz um gasto excessivo de energia e recursos para coloca-los em ordem e diminui os riscos dentro de uma sociedade tão distinta da sociedade em que outrora Rugall vivia.

    Rugall: - Saudações nobre Silky. Seja bem vindo mais uma vez. Em que posso lhe ser útil?

    Silky: -  Então, a May me falou que você ia tá aqui pintando! Poxa você é alto hein! Deve ajudar a pintar. Eu aproveitei que tava por perto pra passar o som que vou tocar! Preciso acertar tudo e ter certeza de que o som vai tá top quando eu for tocar.

    Mais uma vez esse linguajar estranho, mas Rugall entendeu o que Silky quis dizer. Rugall entendia de música também e sabe que para se apresentar, os instrumentos precisam estar bem afinados. Ali no caso os instrumentos eram completamente estranhos para Rugall, tirando talvez aquele estranho instrumento com teclas de piano. Porém o som que Silky consegue extrair sozinho daqueles instrumentos era caótico e complexo. Rugall estudaria futuramente como funciona todo esse instrumento, mas isso seria um plano futuro. De qualquer forma Rugall consente com a cabeça e volta para terminar as pinturas enquanto o DJ testa o som da casa.



    O som começa forte enquanto o DJ Silky começa a testar a força e a acústica novamente. Alguns ajustes são realizados e Rugall sente uma sensação que não havia sentido antes enquanto escuta a música. Os arranjos, a voz, a força. A música realmente tomava o ambiente e Rugall se inspirou ainda mais em suas pinturas.

    Ao terminar, Rugall consegue ver sua carniçal May entrando no espaço e trazendo uma outra mulher junto. O vampiro vai em direção a elas e pôde observar enquanto a outra moça arregalava os olhos ao ver a beleza do cainita.

    ???: - Minha nossa! May você me disse que ele era gato mas eu nunca iria imaginar isso! Que delícia de homem!



    May: - Eu te falei Leila, ele é simplesmente demais.

    May intercepta Rugall antes que ele se aproxime mais de sua amiga. E fica na ponta do pé para sussurrar em seu ouvido.

    May: - Fiz o que me pediu meu senhor e ainda te trouxe um presentinho. Tomara que goste...

    Rugall deu um leve sorriso e então se dirigiu a Leila.

    Rugall: - Saudações bela Leila. Seja bem vinda ao meu humilde espaço.

    Leila sorriu e mordeu os lábios imaginando fazer mil coisas com aquele homem enorme. O som continuava tocando enquanto enquanto os tres iam para um canto mais escuro do galpão, o que não era algo dificil de achar.



    Outra musica começava enquanto as duas fêmeas revezavam os beijos com Rugall. Elas estavam muito fogosas e o vampiro sabia exatamente o que elas queriam. Lábios e línguas se encontravam e se entrelaçavam em um misto insano de movimentos que faziam a cabeça delas girar e seus corpos amolecerem nas mãos do Tzimisce. Rugall então focou os beijos em May enquanto Leila beijava e lambia o seu torax. A volúpia de ambas era imensa e elas procuravam por algo mais de Rugall. Embora May soubesse exatamente o que queria, Leila em breve seria surpreendida pois descobriria que o que Rugall tem a oferecer é bem melhor do que o que ela imagina. No misto de movimentos e carícias, Rugall encara Leila enquanto lambe o braço de May, convidativo e voraz



    Leila não pensa duas vezes e vai de encontro com a boca de Rugall. May por sua vez se afasta, sabendo o que está para acontecer. Depois de saborear a sua boca, Rugall desce para o pescoço de Leila e desfere o beijo negro na pequena moça. A reação na jovem mulher é avassaladora, sua cabeça pende para trás enquanto um forte calor invade o seu corpo. Em seguida esse calor desce de uma vez para o seu íntimo e o orgasmo vem forte na jovem, deixando os seus membros amolecidos e inertes. Rugall por sua vez cessa o beijo e encara May, soltando Leila para se segurar sozinha, o que não acontece e seu corpo vai ao chão com seus olhos fora de órbita e um líquido transparente escorrendo em suas pernas.



    Rugall se certificou de tomar pouco sangue de Leila, afinal, seu objetivo não é matar sua vítima, mas sim, cultivá-la como gado em seu novo rebanho. Em seguida ele vai até May e segura o seu rosto.

    Rugall: - Saborosa a sua amiga... Assim como você.

    Rugall beija May com voracidade. Voracidade essa que é devidamente correspondida. O vampiro usa a sua língua para buscar a língua da carniçal, puxando a para sua boca e sugando-a com força até penetrar a língua de May com seus dentes e sorver o sangue durante o beijo. May em consequência fica com a respiração ofegante e quase afogante, seus braços se mechem desconexos e suas pernas tremem enquanto o vampiro se delicia do sangue dela, porém, sem se delongar demais, assim como fez com Leila. Humanos são criaturas muito fracas e qualquer desleixo pode provocar sérios danos em seus corpos, então a quantidade de sangue a ser sorvida deve ser ponderada.

    Quando Rugall termina o beijo, May está sem forças nas pernas para se manter de pé e apoia o seu peso no corpo de Rugall com as mãos e o tronco, escorregando lentamente até terminar ajoelhada no chão enquanto leva as mãos em seu sexo e abre levemente a boca, curtindo um pouco mais o prolongado orgasmo que está sentindo.



    A terceira e última música que o DJ usa para testar o som começa enquanto Rugall caminha para o centro do galpão. Seu caminhar firme e ritmado marcam o passo da música, enquanto sua cabeça se projeta no futuro. A noite será um sucesso e o seu rebanho multiplicará. Seus recursos retornarão e o seu império começará a ser construído. Não há forças que possam pará-lo, pois ele possui todas as cartas e logo não sobrará brechas para que ele seja desafiado. O dragão ressurgirá e reinará supremo diante dos vermes e das moscas que tremerão ante a sua presença.

    Vriika: - Muito bem meu adorado. Você caminha em direção ao futuro de nossa casa, de nossa linhagem. Eu fiz muito bem em escolher você e não te deixarei nunca mais. Seu caminho é certo e vitorioso meu querido Rugall.

    Mais uma vez Rugall escuta a voz de Vriika. Sim, ele se lembra. Ela o forçou a diablerizá-la e agora seu espírito está dentro de Rugall, ainda vivo e consciente. Rugall então ergue sua mão e olha para ela enquanto cerra o punho.

    Rugall: - Não a desapontarei meu amor. O voivode será reconstruído e eu trarei o terror de volta aos corações dos filhos de Abel e Caim.
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    Re: Rugall Saavick

    Mensagem por Askalians em Sex Jan 18, 2019 11:02 pm


    ...

    P
    arece que agora Rugall terá mais uma carniçal viciada em todo o prazer que ele poderia oferecer. Seu nome era Leila e era mais uma nova aquisição, logo depois do que ele já tinha com May. Será que não haveriam brigas com elas pelos beijos e carícias do sexy vampiro? Será que ele vai tratar as duas igualmente ou vai existir alguma diferença?

    Em sua mente, ouvia as palavras de sua senhora, Vriika, lhe parabenizando por suas atitudes sempre, em busca do que ele havia prometido há tempos atrás, reconstruir o que tinham antes e Rugall estava fria e calculadamente agindo para isso. Era uma pena que ela não podia estar com ele naquele momento. Nunca mais poderia na verdade. Sua existência estava condenada a ser algo psíquico na mente de seu pupilo. Era triste e solitário só mesmo tempo, mas Rugall não falava e procurava não pensar no assunto pra algum motivo. Será que ele é forte o bastante para que esses sentimentos misturados com saudades e um grande saudosismo não provocavam nada nele? Será que Rugall realmente possuía um coração frio e de pedra que não era passivel de ser abalado com esse tipo de coisa?

    Aquela noite ainda estava apenas começando e depois do passar as músicas e dar uma organizada em seu setor, o DJ Silky já estava indo embora. Ele voltaria na próxima noite para a tão esperada festa. Nem se deu ao trabalho de avisar Rugall porque viu que estava com duas mulheres e então com o cérebro que tinha tirou suas próprias conclusões do que podia ou não estar acontecendo. Será que estava então tudo certo e preparado mesmo? Pinturas feitas, música, bebida, lugar... Será que não tinha mais nada faltando?

    E então, depois de toda aquela agitação, a noite chegava ao fim e era hora de Rugall voltar ao seu sono para se preparar. Assim que ele voltou ao seu esconderijo, os raios de sol brilharam forte pelo local. Não demoraria muito para que as pintura secassem e mais uma noite se iniciasse. Dormindo seguro em seu esconderijo, Rugall sonhava com coisas de muito tempo atrás, coisas que havia afogado em sua mente, mas por alguma razão, voltavam a tona naquele dia.

    Não tinha lembranças do seu passado e até mesmo o seu abraço era algo vago em sua memória. Onde, como, quando e por que eram coisas que não haviam respostas para si, somente o que sentiu naquele momento. Era dolorido mas prazeroso ao mesmo tempo, de fazer com que se arrepiasse da cabeça aos pés e de fazer com que seu belo membro se erguesse enrijecido ao ponto que chegava a lhe provocar muita dor. Cada vez mais que sentia aquelas presas atravessando sua carne, mais ele queria. Queria sentir tudo aquilo muito mais principalmente em chegar ao ápice de todo aquele prazer, junto com aquela mulher.

    Ela o observava de forma curiosa sempre, como se quisesse algo a mais e em seu peito Rugall poderia sentir esse tipo de coisa, como se aquele sonho que estivesse tendo com Vriika fosse muito real, mas dessa vez como se ele próprio estivesse na pele dela, conhecendo a história por um outro lado. Nesse outro lado havia uma mistura de amor e paixão que consome você por dentro e chega a doer na alma. Havia vontades de beijos ardentes, sexo insano e apaixonado, cercado de mordidas e muito sague jorrando. Havia lá no fundo também um sentimento bem incomum de orgulho e um grande senso de pureza e castidade.
    Definitivamente ele estaria vivendo coisas e cenas em sua mente como se estivesse na pele de outra pessoa. Eram flashes com pessoas que não conhecia e nem nunca havia visto na sua frente. Viu sorrisos, lágrimas, dor, muito sangue, raiva...
    Aquela mulher era algo que no começo não entendia muito bem, mas depois os deveres de uma lorde de um voivode Tzimisce foram ficando mais claras para ele, pena que o sentimento que seu coração nutria era cada vez mais estranho e ao mesmo tempo avassalador, mas jamais o revelou, talvez por medo, receio ou qualquer outro motivo, mas durante aquele sonho, esses sentimentos eram reavivados.

    Ele podia se ver em seu sonho, alguém olhava para ele, se preocupava em lhe ensinar cada uma das coisas de sua nova vida, como sobreviver e afins. Havia momentos que um leve toque em suas costas era o que podia ser feito, quando na verdade  o corpo estremecia, as pernas balançavam e seus órgãos chamavam um pelo outro, mas como se fosse um taboo, nada acontecia... nada podia acontecer...

    Aquela pele branca, olhos azuis acinzentados e cabelos bem negros e ondulados como a noite haviam ficados tatuados em sua mente.

    E então mais uma noite se iniciava...




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    Re: Rugall Saavick

    Mensagem por bahamut em Sab Jan 19, 2019 2:53 am

    A noite termina com o DJ indo embora e Rugall se aproveitando da fragilidade da amiga de May para trazer ela para si como serva. Isso fazia parte do seu plano e assim ele montava o seu império. Ele esperou até que as duas se recuperassem e partissem para que ele se recolhesse em seu abrigo escondido, fugindo dos raios ardentes do sol.

    O sono para Rugall foi cheio de sonhos estranhos e lembranças que não eram dele. As imagens de sua não vida ainda na época em que Vriika o treinava se misturava, ora através dos seus olhos, ora através dos olhos dela. As emoções que ele sentiu ao vivenciar o passado através do sonho se misturava com as emoções de sua mestra deixando um misto de sensações que se complementavam ao mesmo tempo que não se revelaram na época, ancoradas fortemente no veio da pureza e da contemplação. Rugall que teve suas lembranças mortais arrancadas pelo momento do abraço, conhecia apenas a sua não vida e sua ama inspiradora e eterno amor inalcançável era Vriika. Ela por sua vez escolheu a dedo o seu pupilo levando em conta inúmeros fatores, entre eles, um certo desconforto toda vez que pousava seu olhar nele, ou seus pensamentos. Após o abraço os dois ficaram muito unidos e o que Vriika sentia se provou ser algo mais. Algum tipo de paixão talvez, misturado com a sensação de posse e de tutela e temperado com a total submissão e entrega de seu pupilo. Ela o desejava de inúmeras formas. Formas estas que eram incomuns para os vampiros, ainda mais para um Tzimisce! Então Vriika manteve sua postura impassível e serena. Porém, tamanho era o fardo de resistir ao que sentia que Vriika descarregava toda essa energia em suas vítimas, sugando-as com uma sede avassaladora. Havia vezes que só a sede não era o suficiente para sanar sua angústia e suas vítimas viam o fim tendo seus membros e vísceras grosseiramente arrancados do corpo, antes mesmo que Vriika se sentisse saciada.

    Tão forte e revelador foi o sonho de Rugall que seu corpo, assim como Vriika no passado, reagia de forma completamente impensável, inesperada. De seu corpo inerte surgia uma ereção em seu falo que arremetia suas sentimentos para com Vriika, tão qual as dela para com ele. Agora que toda a psiquê de sua ama tinha morada em seu corpo, ele lembrava as lembranças dela e pensava os seus pensamentos. Pelo menos enquanto dormia, durante os sonos dos sonhos.

    Rugall abriu seus olhos. O cheiro do solo da sua terra inundava suas narinas. Ao se erguer procurou se banhar enquanto ponderava sobre os sonhos que teve. A água caía em sua cabeça, banhando seus cabelos negros que pendiam em sua cabeça como barras de uma cela, prendendo o seu rosto dentro de sua mente. O momento em que Rugall diablerizou sua senhoria foi de doce agonia para ambos e suas consequências trouxeram Rugall para aonde ele está agora. Porém, lentamente mais e mais facetas dessa união se mostravam presentes e Rugall por um instante se lamenta por sua mestra e por não ter feito o que desejava naquela época. Então ele fecha os olhos e quase sente as mãos gélidas e macias de Vriika lhe acariciarem o rosto.

    "Meu Rugall..."

    A voz dela entra na cabeça de Rugall e ele procura manter aquele momento enquanto a voz de Vriika ecoa o nome Rugall repetidamente... Rugall... Rugall... Rugall...

    May: - Rugall!

    Rugall ergue levemente a cabeça. Sua mão segurava o peso do corpo contra a parede. Então ele leva o seu olhar até sua carniçal, que o admirava com um sorriso no rosto. Junto com ela estava Leila, ofegante,com os olhos arregalados e os lábios entreabertos. Rugall etão se recompõe ficando de frente para as duas. Em passos lentos ele caminha até elas, alcançando a toalha no caminho e se secando lentamente enquanto se aproxima.

    Leila: - Nossa! Ahm... Rugall! Eu não via a hora de te ver de novo! Não consegui tirar você da cabeça! A noite de ontem foi tão...

    Leila estava esbaforida com o que sentiu na noite anterior e durante todo o dia em que ficou longe de Rugall. Sua excitação e ansiedade eram muito evidentes. May por sua vez estava mais centrada, mas seus olhos passeavam pelas linhas do corpo de seu mestre e seus lábios entregavam suas intenções.

    May: - Boa noite Rugall. Em poucas horas os preparativos começarão a ficar prontos e então poderemos começar a noite esperada. Leilinha topou cuidar das bebidas e o traficante logo logo vai se estabelecer. Silky já deve estar chegando e eu achei que gostaria de acompanhar tudo... Se bem que não seria de tão ruim se atrasar um pouquinho né...

    May se arrisca e alcança o braço de Rugall. Ela leva o dorso da mão dele até o seu rosto se acaricia em sua mão com os olhos fechados. Leila assiste atônita enquanto Rugall deixa cair a toalha e estende a mão até ela, convidando-a para se juntar a ele. Sem pensar ela se aproxima do corpo de Rugall abraça a sua cintura, pendendo o seu rosto no abdômem do lorde vampiro enquanto ele pousa seu braço e sua mão em suas costas. Sem fazer nada Rugall podia escutar as respirações fortes de suas carniçais e leves suspiros escaparem de suas vias aéreas.

    "Não se detenha meu querido. Elas são suas ferramentas. Como um bom artista, use-as com maestria para alcançar os objetivos de sua obra e com paixão, para que sua obra tenha vida própria e lhe traga prazer no decorrer da sua confecção."
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    Re: Rugall Saavick

    Mensagem por Askalians Ontem à(s) 5:08 pm


    ...

    L
    ogo que anoiteceu, Rugall foi logo tomar um banho assim que despertou de seus sonhos molhados com sua querida Vriika. Aquele sonho tinha sido deveras perturbador visto de vários ângulos e lados diferentes, ainda mais pelo fato de Rugall ter visto sua história pelos olhos de sua criadora, como se estivesse em sua pele. Ele podia se ver e saber ou melhor, perceber o que estava acontecendo, já que tudo foi extremamente claro e elucidador.

    Pensou no assunto enquanto tomava seu banho. A água ia descendo pelos seus cabelos e pelo seu corpo escultural enquanto que ele pensava  nas coisas que poderiam ter acontecido naquela época se ele soubesse o que sabe hoje, porém era um pouco tarde, infelizmente ou não, quem sabe...

    Suas duas garotas haviam chegado ao local quando ele estava saindo do banho, enrolado em sua toalha. Elas ficaram por algum tempo olhando e admirando o corpo do vampiro com apenas uma toalha cobrindo sua intimidade, mas logo aquela toalha simplesmente caiu e ele simplesmente aceitou que cada uma das garotos se pendurou em um de seus braços, com claros desejos de algumas horas inesquecíveis com ele.

    Rugall não parecia estar muito empolgado com aquilo, mas provavelmente iria dar um agrado à suas meninas. Em sua mente, a voz de Vriika seguia o chamando pelo nome e lhe dando instruções do que ela esperava que ele fizesse.

    As horas foram se passando até que o início da festa se aproximava. O DJ já havia chegado no local e se preparava para começar. Algumas pessoas também estavam começando a chegar e já iam olhando todo o lugar, a decoração, as bebidas... tudo. O traficante também já havia chegado e rapidamente procurou um lugar com os olhos para se instalar e fazer o seu bom trabalho.




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    Re: Rugall Saavick

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      Data/hora atual: Qua Jan 23, 2019 10:20 am