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    Rugall Saavick

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    Mensagem por Askalians em Sab Jan 05, 2019 12:05 pm


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    Day 1

    A
    noite era de lua cheia, bem alta e clara em pleno verão. Eram 19:00 e ainda havia uma imensa quantidade de pessoas andando pelas ruas, como se aquela cidade jamais parasse. Luminosos piscavam, música ecoava no ar, instrumentos rugindo e o falatório sem fim de pessoas era o que diariamente ecoava pelas ruas da cidade. Lojas, armazéns, bares, clubes, padarias... tudo quanto era comércio ainda estava aberto naquele horário e não precisava nem ser alta estação ou período de férias para tal. Sempre cheia de visitantes e moradores locais, as ruas estreitas não tinham descanso nunca. Os bares e casas noturnas trabalhavam já a toda velocidade naquela hora da noite na Bourbon St.

    Ainda nem era Mardi Gras e a cidade já estava ceia de pessoas e tudo funciova a pleno vapor.
    A cidade também possuía outros tipos de atrações apreciados por muitas pessoas: a comida creoule, procurada por muitos. A fama do famoso Gumbo, Po Boy's, Jambalaya e Beignets havia cruzado o país e agora muitas pessoas desbravavam a noite da cidade procurando por algum desses práticos típicos e um bom drink para beber em meio à toda aquela agitação, música e show de luzes.

    A medida que as pessoas andavam pela cidade, os diferentes cheiros iam atraindo pessoas para as diversas diversões que poderiam imaginar, desde a comida, desde os drinks exóticos, desde as belas mulheres até o cheiro de produtos e frutos do mar frescos que vinham do grande mercado da cidade.
    Boatos do ocorrido cruzaram o país para todos os povos, desde humanos, vampiros, lobisomens e bruxos, o que acabou trazendo alguns curiosos à cidade e também alguns que estavam dormindo acabaram por acordar em meio àquela agitação daqueles novos tempos.

    Esse era o caso de Rugall, um vampiro Tzimisce de 7a geração, que depois de muitos anos havia acordado em seu galpão, perto do Missipi. Era um galpão antigo, abandonado e empoeirado há mais de 100 anos onde antes costumava-se ser usado para carga e descarga de mercadoria para enviar para o resto do país. Naquele galpão, em uma das salas nos fundos em um canto bem ermo e escondido, havia um alçapão subterrâneo e era lá onde Rugall dormia.

    Era muito difícil de alguém passar por aquela região. Geralmente eram apenas jovens adolescentes inconsequentes que procuravam por um canto para ás vezes um namoro mais íntimo ou um turista curioso perdido. Fora isso, Rugall teria toda a paz do mundo em seu refúgio.


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    Mensagem por bahamut em Dom Jan 06, 2019 3:20 am

    A antiga criatura da noite acorda em seu refúgio. Em sua mente ainda vem imagens do castelo de sua senhoria mas basta alguns instantes para que ele se realoque mentalmente. O cheiro de terra invade suas narinas e sua visão se ajusta à escuridão do alçapão. Este era o seu voivode, pelo menos por enquanto. Sem pressa Rugall procura o que vestir, peças de roupa que sua carniçal havia lhe fornecido, e galga o caminho até sair do alçapão. Sua calça era negra como a noite e a jaqueta de couro não era diferente. Não havia camiseta cobrindo o seu torso e os seus longos cabelos dançavam com todo o movimento de 1,95 metros de altura do cainita. O galpão estava vazio, já haviam algumas noites desde o evento que May organizou e faltavam poucas noites para o próximo. Ela iria vê-lo essa noite mas Rugall não estava a fim de ficar no galpão esperando. Ao sair, o cheiro da noite inundou seus sentidos e ele fechou os olhos enquanto a brisa fresca oriunda do mar acariciava seu rosto e cabelos. Seu galpão ficava em um canto remoto no porto da cidade e Rugall queria ver mais, sentir mais, provar mais. Mas o local não havia vida e para chegar em qualquer lugar ele teria que gastar um tempo precioso pois não havia cavalos ou carruagem... Então ele seria obrigado a esperar por May, mas não o faria em frente ao seu galpão. Não muito longe dali havia um tablado que dava uma bela visão do mar e do resto do porto. Lá Rugall esperou.

    Depois de um certo tempo, Rugall pôde ouvir um som vindo ao longe, um ronco estridente e poderoso que galgava o caminho com um enorme olho luminoso. Sem demorar muito o ronco se aproxima, revelando May montada em sua moto. May era uma bela mulher de cabelos loiros e personalidade marcante. Sentada na moto ela retira o capacete, ajeitando os cabelos ao balançar a cabeça para trás, então com um movimento sensual com a perna ela desmonta de sua honda shadow e deixa o capacete no guidão. Sem se demorar ela caminha em direção ao seu mestre mechendo deliciosamente os quadris e acelera os passos, dando uma pequena corrida para os braços de seu lorde.

    May: - Boa noite meu senhor! Eu não via a hora de te ver!

    O laço de sangue sempre foi algo muito forte. May estava completamente apaixonada por Rugall e pouco se importava os motivos disso, ou quem era o vampiro e os seus planos. Rugall por sua vez mantinha o seu olhar fixo e sério em sua carniçal, impassível.

    Rugall: - Que bom que chegou May. Quero saber sobre os preparativos para a próxima noite no galpão. Está tudo dentro do esperado?

    Rugall falava inglês mas seu sotaque era bem arcaico. Ele falava o ingles de uma época pouco antes do surgimento da nação inglesa. Mas não era difícil de se fazer entender e May se esforçava para satisfazer o seu lorde.
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    Mensagem por Askalians em Qua Jan 09, 2019 11:45 am


    ...

    T
    odos os preparativos para o próximo evento do lugar já haviam sido providenciados. Agora era apenas uma questão de venda de convites e de decidir as atrações e a decoração que seria feita no lugar, detalhes esses que Rugall tinha que decidir e mandar a jovem May providenciar.

    Aquela noite estava apenas começando e havia detalhes a serem conversados e resolvidos.

    O cheiro de terra molhada indicava que horas antes havia caído uma leve garoa que juntamente com o cheiro salgado do Mississipi fazia com que a região cheirasse a verão e o que cheira verão, cheira festas e curtição, época ideal para que Rugall pudesse investir em quantas festas o seu dinheiro pudesse pagar.

    Divulgação era a palavra do momento. Como ele planejava fazer isso?

    Sua independência da grande organização de vampiros da cidade poderia lhe causar grandes problemas por conta disso, sem falar de que tudo precisaria se encaixar nos padrões ditados pelo regente da cidade, que nada mais eram do que o que a regente anterior havia estabelecido: humanos, vampiros e lobos vivendo em harmonia e cada um seguindo sua forma de “mascara” e até mesmo “código” para que ambos pudessem se esconder uns dos outros, sem afetar a segurança de ninguém.

    Esse era um ponto a ser bem considerado para a festa: a vinda de outros imortais então, nada de mordidinhas será permitido para a ocasião, então uma passada pelo banco de sangue na cidade seria mais do que necessário, já que precisava comprar algumas bolsas talvez não apenas para a sua festa.



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    Mensagem por bahamut em Sex Jan 11, 2019 6:03 am

    Rugall escuta o que queria ouvir. Tudo estava em ordem até então. Então ele passa mais algumas ordens para a bela May.

    Rugall: - Bom... gostei de ouvir essas boas notícias. Quanto aos convites, faça da mesma forma que a noite anterior. Vamos manter a clientela seleta e sem interferências. Você sabe muito bem do que estou dizendo não sabe? Já lhe disse que selecionando a clientela diminuímos a chance de outros como eu aparecerem. Assim posso seguir com o meu plano. Angariar uma quantidade razoável de recursos para poder providenciar o necessário, montar o meu rebanho e depois recrutar servos. Talvez as coisas não aconteçam nessa ordem mas irão acontecer. Ah, já ia me esquecendo. Trouxe as tintas e pincéis que requisitei? Enquanto você faz os preparativos finais, eu vou mexer um pouco com a aparência do lugar.

    Rugall não sabia que a cidade possuía regras especificas com relação aos vampiros e outros seres sobrenaturais dali. Porém, mesmo se não soubesse ele não mudaria suas ações pois não possui respeito ou consideração por leis criadas por criaturas menores. Ele era um dragão afinal e dragões reinam supremos acima de todos os outros.

    May estava ansiosa para obedecer as ordens de seu lorde e partiu para sua moto, mas Rugall a interrompeu segurando o braço. Ela olhou assustada para ele enquanto ele a puxava para si, olhando fixamente com seus olhos profundos e sombrios. Então ele segurou firme o seu rosto com as duas mãos e lambeu a face de May de baixo a cima, começando pelo lado esquerdo do queixo, avançando forte pelos lábios, atravessando por cima das narinas e terminando passando por cima do olho direito.

    Rugall: - Leve isto com você como uma amostra do que a espera ao retornar. Eu fico com o seu sabor na minha boca, esperando para provar mais quando você retornar.

    May respirava fundo inflando sua caixa torácica e movimentando os seus seios para cima e para baixo. Rugall era implacável em tudo o que tinha domínio e ela era seu domínio. Nada faria com que ela falhasse nos pedidos que ele solicitou e ela queria muito agradar o seu mestre para ganhar a recompensa. May seguiu em sua moto para fazer os convites enquanto Rugall pegava as tintas e levava para o galpão. Nas paredes e pilares Rugall utilizaria do conhecimento que recebeu em sua época para inserir imagens de criaturas humanoides em várias formas e ações. As imagens não teriam muitas cores apenas sombreados para criar semblantes dos mais variados tipos. Imagens femininas dançantes e sedutoras, imagens masculinas intimidadoras e viris, todas muito belas fisicamente e algumas com alguns detalhes a mais, como asas, cascos, chifres, caudas. Nos pilares iria fazer dragões galgando o ápice do local enquanto circundavam as pilastras para escalar seu caminho para o topo, visando enxergar toda a vassala abaixo se entregando aos prazeres mundanos, alheios aos olhos vorazes das criaturas poderosas que as observam. Em alguns locais chave como o espaço do DJ e o bar de bebidas, Rugall faria gárgulas e anjos aos pares. Rugall não estava com pressa e faria de tudo para que as imagens ficassem perfeitas.
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    Mensagem por Askalians em Sab Jan 12, 2019 3:31 am


    ...

    E
     ela respondeu que sim toda solícita ao mestre. Sabia exatamente o que fazer e como fazer com os convites. Sabia que tinha que espalhar os convites entre humanos, de preferência sendo alguns com dinheiro, mas não podendo ser pessoas muito famosas ou de postos muitos altos em organizações da cidade, afinal tudo poderia ser pretexto para causar problemas ao seu mestre e era bem isso o que ninguém queria.

    As tintas e pinceis estavam em um canto do galpão, como ele havia pedido ela acabou trazendo tudo mais cedo, antes mesmo que ele acordasse, afinal era bastante coisa que ele teve que dar um jeito de carregar.

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    Depois de conversar com seu mestre, ele a puxa pelo braço antes que ela subisse na moto. Quase teve um aparada cardíaca quando isso aconteceu, mas quando ganhou aquela deliciosa carícia se derreteu toda e trançou a pernas de excitação, respirando fundo inflando sua caixa torácica e movimentando os seus seios para cima e para baixo com a respiração. Tudo isso era levemente o efeito que seu mestre causava em sí, mas com a promessa de mais, ela iria e voltaria o mais rápido que conseguisse.

    May seguiu em sua moto para fazer os convites enquanto Rugall pegava as tintas. Depois de cerca de meia hora, talvez um pouco mais ou um pouco menos, a decoração do galpão estava pronta para a próxima festa.

    Em um dos cantos do galpão haviam 3 grandes freezers cheios de gelo com bebidas, refrigerantes e água para todos aqueles que viessem à festa.

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    Em outro canto do galpão havia a mesa de som que seria usada para entreter todos naquela festa, sem falar de levar todos à loucura, afinal aquelas festas proporcionavam nada mais e nada menos do que isso.

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    Tudo finalmente estava organizado para a festa, só voltava a carniçal May regressar após a distribuição dos convites ao humanos de Nova Orleans.




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    Mensagem por bahamut em Dom Jan 13, 2019 11:31 am

    Rugall estava terminando as pinturas. Tudo estava ficando muito bom e os semblantes sombrios nas paredes iriam parecer como sombras no meio das luzes frenéticas que Rugall havia visto na noite do primeiro show. Era incrível a quantidade de coisas que os humanos conseguiram criar e desenvolver no decorrer do tempo.

    ???: - Eeeeei, que parada maneira!

    Rugall escuta a voz vindo da entrada do galpão e interrompe imediatamente a sua pintura, olhando para trás quase que instantaneamente. A figura estava muito longe e não pôde ouvir o rosnado que saiu da garganta do vampiro. Aquela invasor teria muito a se explicar por invadir assim o espaço de um Tzimisce, caso contrário suas tripas iriam decorar o local. Rugall então desceu da escada e caminhou lentamente até o invasor, que usava um estranho chapéu de aba curta.

    ???: - Eae cara, beleza? Eu sou o ex-namorado da May! Tá lembrado? DJ Silky! Toquei aqui semana passada! Cara, essas pinturas tão muito fodas.

    Rugall Não entende todas as palavras mas percebe que ele estava o cumprimentando de certa forma. Após se apresentar Rugall diminui um pouco a tensão que começava a lhe dominar a mente. O garoto músico havia levado a juventude presente no galpão a um estado de euforia que Rugall raramente chegou a ver. Estado este de euforia que Rugall quer cultivar e fazer com que, pouco a pouco, mais e mais jovens desejem vir ao seu galpão para dançar, se embriagar, se alucinar e perder o controle de si ante ao estado eufórico que invade seus corpos e mentes.

    O vampiro antes vivia em um suntuoso voivode, que dominava um vasto domínio e possuía vários súditos. Estes súditos eram dominados pelo medo e à força pelos vampiros que dominavam de dentro do seu enorme castelo. Agora, Rugall descobriu uma nova forma de conseguir súditos e coletar tributos deles. Estes súditos não precisam trabalhar para ele e nem precisam morar próximos, mas eles desejarão Rugall e o que ele fornece. Assim, todos pagarão tributos de uma forma ou de outra e ficarão felizes com isso. Isso reduz um gasto excessivo de energia e recursos para coloca-los em ordem e diminui os riscos dentro de uma sociedade tão distinta da sociedade em que outrora Rugall vivia.

    Rugall: - Saudações nobre Silky. Seja bem vindo mais uma vez. Em que posso lhe ser útil?

    Silky: -  Então, a May me falou que você ia tá aqui pintando! Poxa você é alto hein! Deve ajudar a pintar. Eu aproveitei que tava por perto pra passar o som que vou tocar! Preciso acertar tudo e ter certeza de que o som vai tá top quando eu for tocar.

    Mais uma vez esse linguajar estranho, mas Rugall entendeu o que Silky quis dizer. Rugall entendia de música também e sabe que para se apresentar, os instrumentos precisam estar bem afinados. Ali no caso os instrumentos eram completamente estranhos para Rugall, tirando talvez aquele estranho instrumento com teclas de piano. Porém o som que Silky consegue extrair sozinho daqueles instrumentos era caótico e complexo. Rugall estudaria futuramente como funciona todo esse instrumento, mas isso seria um plano futuro. De qualquer forma Rugall consente com a cabeça e volta para terminar as pinturas enquanto o DJ testa o som da casa.



    O som começa forte enquanto o DJ Silky começa a testar a força e a acústica novamente. Alguns ajustes são realizados e Rugall sente uma sensação que não havia sentido antes enquanto escuta a música. Os arranjos, a voz, a força. A música realmente tomava o ambiente e Rugall se inspirou ainda mais em suas pinturas.

    Ao terminar, Rugall consegue ver sua carniçal May entrando no espaço e trazendo uma outra mulher junto. O vampiro vai em direção a elas e pôde observar enquanto a outra moça arregalava os olhos ao ver a beleza do cainita.

    ???: - Minha nossa! May você me disse que ele era gato mas eu nunca iria imaginar isso! Que delícia de homem!

    Rugall Saavick Peter-10

    May: - Eu te falei Leila, ele é simplesmente demais.

    May intercepta Rugall antes que ele se aproxime mais de sua amiga. E fica na ponta do pé para sussurrar em seu ouvido.

    May: - Fiz o que me pediu meu senhor e ainda te trouxe um presentinho. Tomara que goste...

    Rugall deu um leve sorriso e então se dirigiu a Leila.

    Rugall: - Saudações bela Leila. Seja bem vinda ao meu humilde espaço.

    Leila sorriu e mordeu os lábios imaginando fazer mil coisas com aquele homem enorme. O som continuava tocando enquanto enquanto os tres iam para um canto mais escuro do galpão, o que não era algo dificil de achar.



    Outra musica começava enquanto as duas fêmeas revezavam os beijos com Rugall. Elas estavam muito fogosas e o vampiro sabia exatamente o que elas queriam. Lábios e línguas se encontravam e se entrelaçavam em um misto insano de movimentos que faziam a cabeça delas girar e seus corpos amolecerem nas mãos do Tzimisce. Rugall então focou os beijos em May enquanto Leila beijava e lambia o seu torax. A volúpia de ambas era imensa e elas procuravam por algo mais de Rugall. Embora May soubesse exatamente o que queria, Leila em breve seria surpreendida pois descobriria que o que Rugall tem a oferecer é bem melhor do que o que ela imagina. No misto de movimentos e carícias, Rugall encara Leila enquanto lambe o braço de May, convidativo e voraz

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    Leila não pensa duas vezes e vai de encontro com a boca de Rugall. May por sua vez se afasta, sabendo o que está para acontecer. Depois de saborear a sua boca, Rugall desce para o pescoço de Leila e desfere o beijo negro na pequena moça. A reação na jovem mulher é avassaladora, sua cabeça pende para trás enquanto um forte calor invade o seu corpo. Em seguida esse calor desce de uma vez para o seu íntimo e o orgasmo vem forte na jovem, deixando os seus membros amolecidos e inertes. Rugall por sua vez cessa o beijo e encara May, soltando Leila para se segurar sozinha, o que não acontece e seu corpo vai ao chão com seus olhos fora de órbita e um líquido transparente escorrendo em suas pernas.

    Rugall Saavick Tenor10

    Rugall se certificou de tomar pouco sangue de Leila, afinal, seu objetivo não é matar sua vítima, mas sim, cultivá-la como gado em seu novo rebanho. Em seguida ele vai até May e segura o seu rosto.

    Rugall: - Saborosa a sua amiga... Assim como você.

    Rugall beija May com voracidade. Voracidade essa que é devidamente correspondida. O vampiro usa a sua língua para buscar a língua da carniçal, puxando a para sua boca e sugando-a com força até penetrar a língua de May com seus dentes e sorver o sangue durante o beijo. May em consequência fica com a respiração ofegante e quase afogante, seus braços se mechem desconexos e suas pernas tremem enquanto o vampiro se delicia do sangue dela, porém, sem se delongar demais, assim como fez com Leila. Humanos são criaturas muito fracas e qualquer desleixo pode provocar sérios danos em seus corpos, então a quantidade de sangue a ser sorvida deve ser ponderada.

    Quando Rugall termina o beijo, May está sem forças nas pernas para se manter de pé e apoia o seu peso no corpo de Rugall com as mãos e o tronco, escorregando lentamente até terminar ajoelhada no chão enquanto leva as mãos em seu sexo e abre levemente a boca, curtindo um pouco mais o prolongado orgasmo que está sentindo.



    A terceira e última música que o DJ usa para testar o som começa enquanto Rugall caminha para o centro do galpão. Seu caminhar firme e ritmado marcam o passo da música, enquanto sua cabeça se projeta no futuro. A noite será um sucesso e o seu rebanho multiplicará. Seus recursos retornarão e o seu império começará a ser construído. Não há forças que possam pará-lo, pois ele possui todas as cartas e logo não sobrará brechas para que ele seja desafiado. O dragão ressurgirá e reinará supremo diante dos vermes e das moscas que tremerão ante a sua presença.

    Vriika: - Muito bem meu adorado. Você caminha em direção ao futuro de nossa casa, de nossa linhagem. Eu fiz muito bem em escolher você e não te deixarei nunca mais. Seu caminho é certo e vitorioso meu querido Rugall.

    Mais uma vez Rugall escuta a voz de Vriika. Sim, ele se lembra. Ela o forçou a diablerizá-la e agora seu espírito está dentro de Rugall, ainda vivo e consciente. Rugall então ergue sua mão e olha para ela enquanto cerra o punho.

    Rugall: - Não a desapontarei meu amor. O voivode será reconstruído e eu trarei o terror de volta aos corações dos filhos de Abel e Caim.
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    Mensagem por Askalians em Sab Jan 19, 2019 1:02 am


    ...

    P
    arece que agora Rugall terá mais uma carniçal viciada em todo o prazer que ele poderia oferecer. Seu nome era Leila e era mais uma nova aquisição, logo depois do que ele já tinha com May. Será que não haveriam brigas com elas pelos beijos e carícias do sexy vampiro? Será que ele vai tratar as duas igualmente ou vai existir alguma diferença?

    Em sua mente, ouvia as palavras de sua senhora, Vriika, lhe parabenizando por suas atitudes sempre, em busca do que ele havia prometido há tempos atrás, reconstruir o que tinham antes e Rugall estava fria e calculadamente agindo para isso. Era uma pena que ela não podia estar com ele naquele momento. Nunca mais poderia na verdade. Sua existência estava condenada a ser algo psíquico na mente de seu pupilo. Era triste e solitário só mesmo tempo, mas Rugall não falava e procurava não pensar no assunto pra algum motivo. Será que ele é forte o bastante para que esses sentimentos misturados com saudades e um grande saudosismo não provocavam nada nele? Será que Rugall realmente possuía um coração frio e de pedra que não era passivel de ser abalado com esse tipo de coisa?

    Aquela noite ainda estava apenas começando e depois do passar as músicas e dar uma organizada em seu setor, o DJ Silky já estava indo embora. Ele voltaria na próxima noite para a tão esperada festa. Nem se deu ao trabalho de avisar Rugall porque viu que estava com duas mulheres e então com o cérebro que tinha tirou suas próprias conclusões do que podia ou não estar acontecendo. Será que estava então tudo certo e preparado mesmo? Pinturas feitas, música, bebida, lugar... Será que não tinha mais nada faltando?

    E então, depois de toda aquela agitação, a noite chegava ao fim e era hora de Rugall voltar ao seu sono para se preparar. Assim que ele voltou ao seu esconderijo, os raios de sol brilharam forte pelo local. Não demoraria muito para que as pintura secassem e mais uma noite se iniciasse. Dormindo seguro em seu esconderijo, Rugall sonhava com coisas de muito tempo atrás, coisas que havia afogado em sua mente, mas por alguma razão, voltavam a tona naquele dia.

    Não tinha lembranças do seu passado e até mesmo o seu abraço era algo vago em sua memória. Onde, como, quando e por que eram coisas que não haviam respostas para si, somente o que sentiu naquele momento. Era dolorido mas prazeroso ao mesmo tempo, de fazer com que se arrepiasse da cabeça aos pés e de fazer com que seu belo membro se erguesse enrijecido ao ponto que chegava a lhe provocar muita dor. Cada vez mais que sentia aquelas presas atravessando sua carne, mais ele queria. Queria sentir tudo aquilo muito mais principalmente em chegar ao ápice de todo aquele prazer, junto com aquela mulher.

    Ela o observava de forma curiosa sempre, como se quisesse algo a mais e em seu peito Rugall poderia sentir esse tipo de coisa, como se aquele sonho que estivesse tendo com Vriika fosse muito real, mas dessa vez como se ele próprio estivesse na pele dela, conhecendo a história por um outro lado. Nesse outro lado havia uma mistura de amor e paixão que consome você por dentro e chega a doer na alma. Havia vontades de beijos ardentes, sexo insano e apaixonado, cercado de mordidas e muito sague jorrando. Havia lá no fundo também um sentimento bem incomum de orgulho e um grande senso de pureza e castidade.
    Definitivamente ele estaria vivendo coisas e cenas em sua mente como se estivesse na pele de outra pessoa. Eram flashes com pessoas que não conhecia e nem nunca havia visto na sua frente. Viu sorrisos, lágrimas, dor, muito sangue, raiva...
    Aquela mulher era algo que no começo não entendia muito bem, mas depois os deveres de uma lorde de um voivode Tzimisce foram ficando mais claras para ele, pena que o sentimento que seu coração nutria era cada vez mais estranho e ao mesmo tempo avassalador, mas jamais o revelou, talvez por medo, receio ou qualquer outro motivo, mas durante aquele sonho, esses sentimentos eram reavivados.

    Ele podia se ver em seu sonho, alguém olhava para ele, se preocupava em lhe ensinar cada uma das coisas de sua nova vida, como sobreviver e afins. Havia momentos que um leve toque em suas costas era o que podia ser feito, quando na verdade  o corpo estremecia, as pernas balançavam e seus órgãos chamavam um pelo outro, mas como se fosse um taboo, nada acontecia... nada podia acontecer...

    Aquela pele branca, olhos azuis acinzentados e cabelos bem negros e ondulados como a noite haviam ficados tatuados em sua mente.

    E então mais uma noite se iniciava...




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    Mensagem por bahamut em Sab Jan 19, 2019 4:53 am

    A noite termina com o DJ indo embora e Rugall se aproveitando da fragilidade da amiga de May para trazer ela para si como serva. Isso fazia parte do seu plano e assim ele montava o seu império. Ele esperou até que as duas se recuperassem e partissem para que ele se recolhesse em seu abrigo escondido, fugindo dos raios ardentes do sol.

    O sono para Rugall foi cheio de sonhos estranhos e lembranças que não eram dele. As imagens de sua não vida ainda na época em que Vriika o treinava se misturava, ora através dos seus olhos, ora através dos olhos dela. As emoções que ele sentiu ao vivenciar o passado através do sonho se misturava com as emoções de sua mestra deixando um misto de sensações que se complementavam ao mesmo tempo que não se revelaram na época, ancoradas fortemente no veio da pureza e da contemplação. Rugall que teve suas lembranças mortais arrancadas pelo momento do abraço, conhecia apenas a sua não vida e sua ama inspiradora e eterno amor inalcançável era Vriika. Ela por sua vez escolheu a dedo o seu pupilo levando em conta inúmeros fatores, entre eles, um certo desconforto toda vez que pousava seu olhar nele, ou seus pensamentos. Após o abraço os dois ficaram muito unidos e o que Vriika sentia se provou ser algo mais. Algum tipo de paixão talvez, misturado com a sensação de posse e de tutela e temperado com a total submissão e entrega de seu pupilo. Ela o desejava de inúmeras formas. Formas estas que eram incomuns para os vampiros, ainda mais para um Tzimisce! Então Vriika manteve sua postura impassível e serena. Porém, tamanho era o fardo de resistir ao que sentia que Vriika descarregava toda essa energia em suas vítimas, sugando-as com uma sede avassaladora. Havia vezes que só a sede não era o suficiente para sanar sua angústia e suas vítimas viam o fim tendo seus membros e vísceras grosseiramente arrancados do corpo, antes mesmo que Vriika se sentisse saciada.

    Tão forte e revelador foi o sonho de Rugall que seu corpo, assim como Vriika no passado, reagia de forma completamente impensável, inesperada. De seu corpo inerte surgia uma ereção em seu falo que arremetia suas sentimentos para com Vriika, tão qual as dela para com ele. Agora que toda a psiquê de sua ama tinha morada em seu corpo, ele lembrava as lembranças dela e pensava os seus pensamentos. Pelo menos enquanto dormia, durante os sonos dos sonhos.

    Rugall abriu seus olhos. O cheiro do solo da sua terra inundava suas narinas. Ao se erguer procurou se banhar enquanto ponderava sobre os sonhos que teve. A água caía em sua cabeça, banhando seus cabelos negros que pendiam em sua cabeça como barras de uma cela, prendendo o seu rosto dentro de sua mente. O momento em que Rugall diablerizou sua senhoria foi de doce agonia para ambos e suas consequências trouxeram Rugall para aonde ele está agora. Porém, lentamente mais e mais facetas dessa união se mostravam presentes e Rugall por um instante se lamenta por sua mestra e por não ter feito o que desejava naquela época. Então ele fecha os olhos e quase sente as mãos gélidas e macias de Vriika lhe acariciarem o rosto.

    "Meu Rugall..."

    A voz dela entra na cabeça de Rugall e ele procura manter aquele momento enquanto a voz de Vriika ecoa o nome Rugall repetidamente... Rugall... Rugall... Rugall...

    May: - Rugall!

    Rugall ergue levemente a cabeça. Sua mão segurava o peso do corpo contra a parede. Então ele leva o seu olhar até sua carniçal, que o admirava com um sorriso no rosto. Junto com ela estava Leila, ofegante,com os olhos arregalados e os lábios entreabertos. Rugall etão se recompõe ficando de frente para as duas. Em passos lentos ele caminha até elas, alcançando a toalha no caminho e se secando lentamente enquanto se aproxima.

    Leila: - Nossa! Ahm... Rugall! Eu não via a hora de te ver de novo! Não consegui tirar você da cabeça! A noite de ontem foi tão...

    Leila estava esbaforida com o que sentiu na noite anterior e durante todo o dia em que ficou longe de Rugall. Sua excitação e ansiedade eram muito evidentes. May por sua vez estava mais centrada, mas seus olhos passeavam pelas linhas do corpo de seu mestre e seus lábios entregavam suas intenções.

    May: - Boa noite Rugall. Em poucas horas os preparativos começarão a ficar prontos e então poderemos começar a noite esperada. Leilinha topou cuidar das bebidas e o traficante logo logo vai se estabelecer. Silky já deve estar chegando e eu achei que gostaria de acompanhar tudo... Se bem que não seria de tão ruim se atrasar um pouquinho né...

    May se arrisca e alcança o braço de Rugall. Ela leva o dorso da mão dele até o seu rosto se acaricia em sua mão com os olhos fechados. Leila assiste atônita enquanto Rugall deixa cair a toalha e estende a mão até ela, convidando-a para se juntar a ele. Sem pensar ela se aproxima do corpo de Rugall abraça a sua cintura, pendendo o seu rosto no abdômem do lorde vampiro enquanto ele pousa seu braço e sua mão em suas costas. Sem fazer nada Rugall podia escutar as respirações fortes de suas carniçais e leves suspiros escaparem de suas vias aéreas.

    "Não se detenha meu querido. Elas são suas ferramentas. Como um bom artista, use-as com maestria para alcançar os objetivos de sua obra e com paixão, para que sua obra tenha vida própria e lhe traga prazer no decorrer da sua confecção."
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    Mensagem por Askalians em Ter Jan 22, 2019 7:08 pm


    ...

    L
    ogo que anoiteceu, Rugall foi logo tomar um banho assim que despertou de seus sonhos molhados com sua querida Vriika. Aquele sonho tinha sido deveras perturbador visto de vários ângulos e lados diferentes, ainda mais pelo fato de Rugall ter visto sua história pelos olhos de sua criadora, como se estivesse em sua pele. Ele podia se ver e saber ou melhor, perceber o que estava acontecendo, já que tudo foi extremamente claro e elucidador.

    Pensou no assunto enquanto tomava seu banho. A água ia descendo pelos seus cabelos e pelo seu corpo escultural enquanto que ele pensava  nas coisas que poderiam ter acontecido naquela época se ele soubesse o que sabe hoje, porém era um pouco tarde, infelizmente ou não, quem sabe...

    Suas duas garotas haviam chegado ao local quando ele estava saindo do banho, enrolado em sua toalha. Elas ficaram por algum tempo olhando e admirando o corpo do vampiro com apenas uma toalha cobrindo sua intimidade, mas logo aquela toalha simplesmente caiu e ele simplesmente aceitou que cada uma das garotos se pendurou em um de seus braços, com claros desejos de algumas horas inesquecíveis com ele.

    Rugall não parecia estar muito empolgado com aquilo, mas provavelmente iria dar um agrado à suas meninas. Em sua mente, a voz de Vriika seguia o chamando pelo nome e lhe dando instruções do que ela esperava que ele fizesse.

    As horas foram se passando até que o início da festa se aproximava. O DJ já havia chegado no local e se preparava para começar. Algumas pessoas também estavam começando a chegar e já iam olhando todo o lugar, a decoração, as bebidas... tudo. O traficante também já havia chegado e rapidamente procurou um lugar com os olhos para se instalar e fazer o seu bom trabalho.




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    Mensagem por bahamut em Sex Jan 25, 2019 6:43 pm



    May e Leila estavam afoitas por seu mestre. O poder que o laço de sangue provocou era muito forte e a intensa beleza do vampiro era um catalisador potente nessa mistura. Rugall por sua vez enxergava aquilo de forma curiosa. Ele não possuía mais o tesão que qualquer humano sentiria mas a vontade de saborear o sangue de suas servas aumentava gradativamente a medida em que ele captava o aumento da volúpia nos corpos e nis ferormônios das fêmeas, imaginando o quanto o vitae delas estaria inundado com os humores da paixão e da luxuria. Rugall então resolveu que primeiro iria dar o que May tanto queria e iria aproveitar para capturar Leila para si também. Com um singelo gesto, Rugall acena para May que se ajoelhe. Ela o faz e leva Leila consigo até o chão. Rugall então faz um esforço para que seu membro pudesse enrijecer para que as meninas pudessem saboreá-lo. Logo elas estavam alternando suas galgadas enérgicas no falo do vampiro. Rugall as observava com atenção e com as mãos livres aproveitou para agarrar-lhes o couro cabeludo e começar a dominar a situação, preparando as para o que viria. Sem demorar muito, Rugall utilizou de seu tao particular poder para partir um vaso sanguíneo em seu pênis e abrir uma fissura na uretra para que o sangue pudesse sair pelo canal e inundar a boca de suas servas com o poderoso vitae. Como um homem em seu clímax, ele puxou primeiro a cabeça de Leila, forçando-a a sentir o falo profundamente em sua boca a despejar o quente líquido em sua língua e garganta. Quando ela percebeu o que iria acontecer, se assustou e ergueu as mãos pronta para afastar seu rosto do quadril de Rugall mas o sabor da essência rubra do vampiro a pegou desprevenida e ao invés de empurrar, ela puxou mais o corpo de Rugall para si, engolindo com fortes goladas o sangue que jorrava no fundo de sua garganta. May olhava aquela cena respirando forte. Sua boca abria instintivamente e sua língua procurava por um falo que se escondia completamente na boca faminta de Leila. Quando Rugall sentiu que a quantidade de sangue sorvida fora suficiente, com força ele puxou pelos cabelos a cabeça de leila para fora de seu pênis e forçou o rosto de May para galgá-lo da mesma forma. Leila respirava forte, sua boca aberta e sua lingua movimentando como se ainda estivesse sugando Rugall e seus olhos quase fora de órbita. Sua cabeça começava a ficar pesada, se mantendo suspensa apenas pelas mãos de Rugall em seus cabelos enquanto sua intimidade escorria. Enquanto isso May repetia os passos de Leila forçando toda a extensão do membro rijo de Rugall em sua boca e dando fortes goladas do vitae que ela sorvia de seu mestre. Rugall então fecha o ferimento antes de retirar a boca de sua serva do seu membro e observa enquanto ela tenta em vão sugá-lo e estimulá-lo a lhe dar mais. Ela sugou, fazia o entrar em sua boca com força, fazendo sua garganta doer com os choques do pênis dele no fundo de sua boca, lambeu toda a extensão do membro, mordeu e acariciou com as mãos e esfregou o no rosto enquanto suplicava.

    May: - Mais... me da mais! Eu quero mais! Nham, é tão bom!

    Rugall então puchou sua cabeça para longe do seu falo enquanto ela forçava a cabeça para frente com a boca aberta e a língua balançando e suas mãos agarradas no membro de Rugall, apontando-o para sua boca.

    Rugall: - Já teve o suficiente. Se a noite for como esperado, vocês terão mais.

    May porém não parecia escutar Rugall e procurava se desvencilhar de suas mãos a fim de continuar o que estava fazendo. Rugall ao ver a desobediência de sua serva, com o dorso de sua mão, estapeia o seu rosto, forçando-a a se afastar e interromper suas tentativas de alimentar mais sua luxúria. Ela continua respirando forte enquanto leva sua mão ao próprio rosto.

    Rugall: - Ajude sua amiga a se recompor e subam. Irei em instantes.

    Rugall se vira e caminha em direção aos seus aposentos enquanto May ajoelhada no chão pensa no que fez e na reação de seu mestre. O tapa havia sido muito dolorido mas seja devido ao tesão ou à devoção que tinha com seu mestre, além da dor o tapa provocou uma reação adversa na carniçal e ela se pegou desejando levar mais tapas como aquele enquanto saboreava do sexo de seu senhor. Ela então olhou para Leila que voltava a si e juntas se reergueram para voltar ao seu trabalho. Sua energia estava mais do que restaurada e sua vontade de fazer seu mestre feliz agora estava revigorada.

    Leila: - M... May! O que foi aquilo? É a primeira vez que eu... Eu nunca havia deixado nenhum homem... Nossa May! Será que é sempre tão bom assim?

    May abraça a sua amiga enquanto caminham.

    May: - Não é não! Aliás, é sim! Mas só com ele é assim. Nunca senti isso com nenhum outro homem.



    Rugall então se vestiu sem pressa. Ele conseguia ouvir o som abafado da musica vindo de cima e olhou para a escada do alçapão. Por sorte a localização da abertura do alçapão era bem escondida no galpão e Rugall se lembrou de pintar o chão de forma a esconder ainda mais a entrada. Quando ele subiu conseguiu vislumbrar mais uma vez o ambiente magnetizante e embriagante que mais uma vez havia sido criado. Algumas pessoas já haviam chego e já compravam bebidas para conversar e se soltar na pista de dança. Leila estava no bar e May sr certificava do funcionamento geral de tudo. O escritório ainda não havia sido montado mas a sala já existia ao uma passarela de metal na parte alta do galpão. Através de uma escada giratória Rugall se manteve no alto, observando tudo o que acontecia, atento para as pessoas que chegavam. Ele então esperou um pouco até o local ficar mais cheio para poder descer e ver as pessoas mais de perto. Sentir o seu cheiro e vislumbrar seu estado eufórico. Rugall estava estudando este tipo de cultura underground que não existia dessa forma, sendo algo raro e normalmente ligado a nobreza e suas extravagâncias.



    Uma vez lá embaixo Rugall permuta entre as pessoas. Cada uma imersa em suas emoções e tipos de prazer. Rugall encarava e analisava, enquanto os corpos se esbarravam. A maioria que o notava não deixava de secá-lo e várias pessoas flertavam com ele durante a dança, usando seus corpos como utensílios para seus fins. Rugall explorou seus sentidos no salão, deixando seu corpo ser levado pelo ritmo da música e a lascívia das pessoas que o aliciavam. A facilidade com que as pessoas se entregavam seria uma vantagem muito grande para formar um rebanho. Comum rebanho cheio,fica mais fácil selecionar possíveis carniçais. Com sua família de carniçais completa, Rugall pode começar a pensar em crias. Mas essa noite não era a noite para isso. Essa noite serviria mais como uma noite de reconhecimento. Assim, logo após usar e abusar do que o salão de dança tinha a lhe oferecer, Rugall se retira e vai para um campo mais remoto do galpão, observando os vais e vens das pessoas. Rugall abusa um pouco e aguça os seus sentidos, tomando cuidado para a musica alta não lhe danificar os tímpanos e aproveita o seu dom vampírico para descobrir através do cheiro e da visão, se haviam seres sobrenaturais no local.
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    Mensagem por Askalians em Sex Jan 25, 2019 8:54 pm


    ...

    A
    diversão de Rugall com suas duas meninas foi algo voraz e profundo, pena que ainda acabou deixando May e Leila com vontade de mais, porém aquela festa precisava ser vigiada. Tudo precisava ser acompanhado de perto, para que nenhum detalhe acabasse escapando e talvez gerar algum problema. Rugall então as dispensou para que fossem ao salão cumprir suas funções enquanto ele observaria tudo.

    Uma vez lá embaixo Rugall permuta entre as pessoas. Cada uma imersa em suas emoções e tipos de prazer. Rugall encarava e analisava, enquanto os corpos se esbarravam. A maioria que o notava não deixava de secá-lo e várias pessoas flertavam com ele durante a dança, usando seus corpos como utensílios para seus fins. Rugall explorou seus sentidos no salão, deixando seu corpo ser levado pelo ritmo da música e a lascívia das pessoas que o aliciavam.

    Logo após usar e abusar do que o salão de dança tinha a lhe oferecer, Rugall se retira e vai para um campo mais remoto do galpão, observando os vais e vens das pessoas. Rugall abusa um pouco e aguça os seus sentidos, tomando cuidado para a musica alta não lhe danificar os tímpanos e aproveita o seu dom vampírico para descobrir através do cheiro e da visão, se haviam seres sobrenaturais no local.

    Em meio a tudo aquilo, Rugall sente um cheiro diferente, que há muito não sentia: inocência. O mais puro cheiro de virgindade de todos, porém o cheiro estava se camuflando com aquele de luxúria e lascívia de todo o local.

    Havia acabado de chegar naquela festa uma garota de belos cabelos negros ondulados, belos olhos azuis e pele branca como a neve. Ela havia chegado com uma outra garota morena que cheirava como a maioria das mulheres na noite cheirava e parecia estar bem familiarizada com aquele tipo de ambiente, porem a garota de olhos claros, parecia muito deslocada. Tudo aquilo parecia um mundo novo e diferente para ela, um mundo que não sabia se ia gostar ou não, mas havia sido levada ali por aquela outra pessoa. Seu nome era Morgana Le Fay, uma jovem que parecia ter por volta dos seus 30 anos de idade. Ela tinha cerca de 1,65m e curvas perfeitas. Usava um vestido azul claro até a altura do joelho e tinha manga curtas. Era um vestido simples, como de uma garota que vai domingo à igreja.

    Morgana olhava timidamente para os lados, tentando se enfiar no meio daquela muvuca e chegar ao bar para pelo menos beber uma água enquanto que sua colega já tinha desaparecido nos braços de alguns homens ali.

    Assim que chegou ao bar, parecia que a garota havia corrido uma maratona, pois foi tanto empurra empurra e licensas que pediu, até que finalmente chegou. Ufa... Pediu uma água com gás enquanto ouvia aquela música tocada pelo DJ. Era boa a combinação, mas como não estava acostumada como volume, achou aquilo um pouco alto demais. Talvez ficando muito tempo ali e ouvindo aquela música bem alta ela acabasse saindo e indo embora, já que nunca havia frequentado um lugar como aquele. Iria estar se sentindo bem deslocada e incomodada.

    Se seu cheiro atraisse a atenção de Rugall o bastante, ele se perguntaria se reencarnação existe, pois aquela mulher tinha os mesmos traços e feições de uma mulher forte como Vriika tinha, mas o que será que ele iria fazer?




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    Mensagem por bahamut em Sab Jan 26, 2019 9:59 am

    Rugall continuava olhando o movimento naquela noite tão peculiar até que uma pessoa lhe chamou a atenção. Ela destoava da multidão porque enquanto todos se entregavam às suas sensações, ela esbarrava e lutava para caminhar entre as pessoas até chegar no bar e pedir uma água com gás. Seu rosto denotava desconforto e incômodo. Rugall a observou por uns instantes se perguntando porque aquela fêmea estava ali e como ela chegou, pensando também que talvez não seria útil para ele deixar que ela saísse com vida dali. Então Rugall se aproxima lentamente, estudando mais e mais as ações da moça. Quando ele se aproxima ele consegue perceber que ela possuía algo peculiar em seu cheiro. Pureza... Aquele aroma faz Rugall ter lembranças raras de seu passado no voivode. Uma pureza como essas sempre foi rara de encontrar e a mistura desse cheiro com a lascívia e luxúria que pairava no ar faz com que Rugall feche os olhos enquanto respira fundo esse aroma, soltando um grunhido baixo. Então ele voltou sua atenção para ela, caminhou mais alguns passos e ela se virou para a direção em que ele vinha. Em primeira instancia ela não havia notado ele mas ele a notou. Seus cabelos negros, olhos azuis e pele branca como a neve lhe deram uma sensação de nostalgia, como se já havia visto alguém como ela antes. Ele a fitou por um tempo até que ela o notou. Rugall possuía dois metros de altura, longos cabelos negros e uma beleza que ela nunca viu igual. Ambos se olharam por um tempo e Rugall se aproximou dela. Seus olhos exalavam o desejo e a luxúria que queria com aquela mortal e ele não tinha intenção de deixá-la ir embora. Então sem dizer nenhuma palavra, Rugall estende a mão para ela e com a outra aponta para a escadaria que os levaria até a passarela de metal, no alto do galpão. Então ele aproxima seu rosto ao dela e diz ao pé do ouvido com sua voz grave.

    Rugall: - Aqui faz muito barulho, no alto o som é mais ameno e poderemos conversar, se me permite a sua companhia.
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    Mensagem por Askalians em Sab Jan 26, 2019 5:17 pm


    ...

    E
    m um primeiro momento, Morgana estava preocupada em ganhar um pouco de fôlego bebendo as sua garrafa de água com gás. As batidas daquela música que tocava, fazia com que o seu coração batesse mais rápido, a deixando sentir fôlego, sem falar também de um cheiro de maconha que começava a aparecer no ar. Com o tempo, aquele tipo de cheiro certamente iriam deixar a garota bem zonza, ou até mesmo desmaiar.

    Tomando sua água, ela olhava parabéns lados tentando ver onde a sua colega estava, mas não estava conseguindo ver muita coisa por culpa daquele show de luzes do lugar. As luzes piscavam de forma intermitente e com cores diferentes e isso incomodava aos olhos de quem não estava acostumado, pois limitava bastante a visão, até que não muito longe de si Morgana conseguiu ver alguém, um rapaz bem alto.

    O rapaz possuía cerca de 2 metros de altura e a olhava fixamente. Ele era muito bonito, ao ponto de que sua beleza a deixava sem fôlego. Parecia que estava vendo um artista famoso, uma estrela de Hollywood... Alguém que parecia não pertencer ao mesmo mundo que ela. Ele também tinha belos cabelos negros e a pele bem clara também.

    Olhando para aquele rapaz, parecia que o seu mundo parava. Parecia que não havia mais nada e ninguém ali ao redor e que nem havia música alguma, apenas eles dois, que se olham. Os olhos dele era muito bonitos e sensuais, parecendo de um animal selvagem, que havia avistado um presa e não podia desgrudar os olhos dela. Ela se sentia atraída por aqueles olhos e ao mesmo tempo se sentia compelida a não parar de olhar de parar. Até que ele se aproxima dela, estendendo uma mão para que ela segurasse e outra uma escada, que parecia que levava para um setor superior, acima daquele lugar.

    Ele falou com ela. Aquela voz... Forte, firme, sedutora... Aquele rapaz alto a convidou para ficar um pouco mais acima, em sua companhia, curtindo aquela festa. Morgana engolia seco pelo convite repentino, ainda mais porque o rapaz também estava lhe estendendo a mão. Será que ela pegaria? Ou não pegaria?

    Morgana definitivamente era uma bela jovem. Atraia bastante olhares mas era uma garota ingênua, de coração muito bom, gênio forte porém bem ingênua e pura. Ela então pega na mão fria de Rugall e o deixa conduzi-la até o andar de cima, onde segundo ele, eles poderiam conversar e o som alto da música não iria incomoda-los. Tomara que as luzes piscando também não incomodem os dois.

    Assim que Morgana tocasse a mão de Rugall, ele sentiria que eram mais bem delicadas, porem bem quentes e que estavam trêmulas com o toque dele e com a possível situação em que estavam. Era algo muito estranho e novo para ela.




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    Mensagem por bahamut em Ter Jan 29, 2019 4:46 am

    Rugall conduziu a bela moça através das escadas circulares e através da passarela de metal, bem acima no galpão. O som ainda estava alto mas não tão alto quanto estava lá embaixo. Rugall permaneceu com segurando a mão dela por uns instantes, se virando para ela e encarando-a. A mão dela tremia seu coração batia forte e acelerado. Ela estava temerosa e ansiosa por caminhar com alguém desconhecido e ao mesmo tempo tão belo e sedutor.

    Rugall: - Você parecia não estar a vontade lá embaixo. Como anfitrião é o meu dever cuidar para que meus convidados sejam bem atendidos. Por isso a trouxe para cá, para ficar mais a vontade com relação a música e para não ficar sozinha. Espero que minha presença não a incomode.

    Rugall já havia deixado livre a mão dela mas continuava olhando profundamente nos olhos dela.

    Rugall: - Claro que com isso não pude deixar de notar que não é do seu feitio frequentar esse tipo de ambiente. Para quem não está ambientado, esse tipo de lugar pode ser perigoso.

    Rugall a esse momento já sabia que ela não havia sido convidada mas seus olhos delicados exalavam inocência, o que levou Rugall a crer que ela foi induzida a vir para o evento. Enquanto isso ele olhava admirado para ela, indagando a si mesmo sobre os traços dela o lembrarem de alguém... mas quem...



    No momento uma nova música começa e a energia no galpão muda. Rugall sente a mudança e volta o seu olhar rapidamente para baixo para vislumbrar o seu futuro. Depois retorna sua atenção para a bela moça, as batidas em seu peito continuam fortes e o cheiro que emana dela atrai cada vez mais o vampiro.

    Rugall: - Eu gosto muito dessa musica. Ela exprime um desejo profundo de domínio e controle, mas com amor e compaixão. Uma necessidade de um relacionamento entre lorde e vassalo, mas com respeito mútuo e admiração.

    Rugall então alcança ambas as mãos da bela mulher e delicadamente a puxa para perto de si e então acena para baixo.

    Rugall: - Diga-me, o que você vê daqui de cima? O ambiente, a musica, as pessoas. Como você vê tudo isso?
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    Mensagem por Askalians em Ter Jan 29, 2019 11:42 pm


    ...

    A
    cima daquele local, o som ainda era bem alto, mas parecia que incomodava menos do que estar lá em baixo, ainda mais porque existia uma companhia bem agradável por alí.

    O rapaz permanecia a encarando um pouco e ainda segurava sua mão. Morgana estava corada com aquela situação mas não dizia nada. Pelo seu toque Rugall podia sentir que a garota estava tremula ainda com aquele toque. E mais uma vez ele começou a falar, para supresa de Morgana, em cima daquela passarela de metal.

    - Muito Obrigada. - respondeu ela bem tímida.

    Ela  tentava desviar dos olhar de Rugall mas não conseguia muito bem fazer isso e ainda por cima ele insistia em uma conversa, para deixa-la mais confortável com tudo ou talvez não, pelo jeito que ela era.

    -Pois é...não costumo ir a festas assim... na verdade eu vim com uma amiga que gosta bastante de dançar... mas muito obrigada por se preocupar comigo e me fazer companhia e até me trazer aqui. - Respondeu ela com um belo sorriso no rosto. Realmente estava apesar de bem tímida e corada com Rugall, estava feliz por não ficar lá em baixo toda deslocada enquanto tomava água.

    É claro que ele já imaginava tudo aquilo que a garota havia confirmado alí para ele e o melhor, por mais que ele soubesse bastante já, qualquer coisa que ele perguntasse para a garota ela responderia tranquilamente para ele.

    Quando a música muda e Rugall volta um pouco sua atenção para a pista de dança. Instintivamente, Morgana fecha os olhos para poder apreciar aquela música. Não a conhecia mas tinha gostado dela. Não sabia se era pelo ritmo ou pela letra talvez, mas havia começado a curtir a música quando seu acompanhante começou a falar:

    - Interessante... eu estou gostando dessa música...

    Até que ele acaba pegando mais uma vez nas suas mãos e a puxa um pouco para mais perto dele. O coração de Morgana dispara com aquela aproximação repentina e ainda mais com a pergunta que ele faz. Morgana fica um pouco em silêncio, pensa em um pouco e por incrível que pareça, como se algo ou alguém tomasse conta de seu corpo, ela então lhe dá uma resposta surpreendente.

    - Eu vejo como uma tribo... um grande rebanho... todos curtindo a música, as drogas, a bebida e ansiando cada vez por mais... como se não quisessem fazer parte de mais nada... apenas ficar aqui... com essa música... essa sensualidade no ar e esse clima de poder e dominação... o mundo podia parar para todos eles e não iria fazer a menor falta... nenhum deles iria na verdade...

    A garota falava coisas como se estivesse em uma espécie de transe, como se não fosse mais ela falando, mas ao mesmo tempo era ela mesma. Quando ela simplesmente pára de falar e o olha corada.





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    Rugall Saavick Empty Re: Rugall Saavick

    Mensagem por bahamut em Sab Fev 02, 2019 5:02 am

    Morgana: - Eu vejo como uma tribo... um grande rebanho... todos curtindo a música, as drogas, a bebida e ansiando cada vez por mais... como se não quisessem fazer parte de mais nada... apenas ficar aqui... com essa música... essa sensualidade no ar e esse clima de poder e dominação... o mundo podia parar para todos eles e não iria fazer a menor falta... nenhum deles iria na verdade...

    Rugall não pôde deixar de soltar um leve sorriso com o comentário da bela moça. Ele a olha nos olhos mais uma vez.

    Rugall: - É verdade, todos pertencem a uma tribo. Esquecendo de suas vidas em prol de um momento de prazer e libertação.

    Rugall então faz uma leve reverência para Morgana.

    Rugall: - Perdoe-me por ser tão rude, esqueci de me apresentar. Sou Rugall, seu anfitrião e organizador do evento.

    Rugall mantém seus olhos fixos nos olhos da moça. O cheiro de sua pele é inebriante, exalando em seus ferormônios todas as emoções que ela sentia. Ansiedade, vergonha, medo, paixão, temperados com uma beleza peculiar e uma inocência virginal. Rugall não se conteve e se aproximou dela, deixando o som envolve-los e tocando o seu rosto com a mão. Ele havia gostado da menina e a desejou. Iria ter seu sangue naquela noite mas não iria se contentar com isso. Ele a queria ao seu lado. Queria toda aquela inocência e pureza para ele. Para usar, abusar e lambuzar até não sobrar mais nada! Iria se deleitar com a degradação lenta e contínua da alma desta criança e quando terminasse, começaria a transformá-la em um servo astuto e capaz. Com a mão no seu rosto, Rugall aproximou o seu rosto e tomou seus lábios em um beijo. Morgana não teve como resistir ao beijo, ficando sem reação ao belo homem que a beijava. O beijo era maravilhoso mas a moça se afastou repentinamente, assustada. Meio transtornada ela lentamente parecia querer retomar o controle de seu corpo enquanto balançava as mãos e começava a caminhar para longe de Rugall, virando o seu corpo no caminho contrário. Rugall por sua vez tomou rapidamente um dos braços de Morgana em sua mão e a puxou para si. Morgana cambaleou de costas enquanto Rugall firmava o braço dela nas costas da moça e com a outra mão dominava a pelo pescoço, puxando a cabeça para trás. Com sua altura, Rugall olhou para baixo, vendo a bela garota dominada de costas para ele e se inclinou, beijando a boca dela, que embora tentava se soltar, respondeu calorosamente ao segundo beijo. A menina não tinha muito jeito com o seu corpo. Embora soubesse beijar, seu corpo permanecia inerte, salvo por um tremor que tomava suas pernas e o seu quadril que se arqueava levemente para trás. O beijo foi demorado e Morgana lutava para manter o seu fôlego. Quando o beijo terminou, Rugall aliviou a força no pescoço da bela mulher, que pendeu o corpo para frente, apoiando o rosto e as mãos na parede. Rugall se aproximou novamente e a segurando pela cintura com a mão esquerda e pelos cabelos com a direita, mordeu o pescoço dela, sorvendo o doce néctar rubro que pulsava dentro dela. Morgana abria a boca sem conseguir proferir som algum. Seu diafragma se comprimia, soltando suspiros fortes e eliminando todo o ar dos pulmões enquanto suas sobrancelhas se apertavam revelando uma expressão de doce agonia. O sabor era maravilhoso mas Rugall se ateve em sorver apenas alguns goles do sangue de sua vítima. Esta por sua vez perdia a força nas pernas, deslizando contra a parede até o chão e sentindo um calor molhado em sua intimidade. Sua respiração era forte e sua mente não trabalhava com eficiência. Rugall lambia seus lábios enquanto deliciava sua vista com as reações da pequena mulher. Então ele se ajoelhou, pegou-a novamente pelos cabelos, virando o seu rosto para o de Rugall, revelando uma moça de olhos semi cerrados experimentando o primeiro orgasmo de sua vida. Ele então furou a própria língua e deixou o sangue escorrer para dentro da boca semi aberta de Morgana. No início Morgana ficou sem reação mas depois de sentir o sabor do sangue de Rugall, Morgana engolia e lambia o ar, caçando o filete de sangue que escorria da boca do vampiro. Ela retomou o controle de seu corpo e tateava o ar procurando algo para se agarrar, encontrando a jaqueta de Rugall. Então ela se ergueu, lambendo o ar e sorvendo o sangue até encontrar a boca do vampiro, boca esta que ela sugou com força ao tomar a língua dele para si. Rugall deixou que ela o fizesse por um tempo até que ele se desvencilhou dela. Deixando-a tombar o corpo até o chão. Rugall gostava de estar no controle e de ver a fêmea perdendo a si mesmo ante ao prazer e ao poder do vampiro. Depois de fechar o ferimento em sua língua ele procurou com os olhos por May na parte baixa do galpão. Ele a olhou até que o olhar dela se encontrou com o dele. Ela subiu rápido ao encontro do seu senhor e depois de algumas palavras dele, ela retirou um saquinho do bolso com algum tipo de droga. Droga essa que ela deu para Morgana.

    Quando Morgana acordou, estava em sua casa. O seu telefone tocava incessantemente e ela percebeu que não se lembrava de como havia chego em casa. No telefone aparecia o numero de sua amiga, em sua mente uma sensação que a fazia pensar lentamente e sentir a cabeça pesada e em sua boca um gosto estranho a fez lamber os beiços, tentando se lembrar da noite passada.
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    Rugall Saavick Empty Re: Rugall Saavick

    Mensagem por Askalians em Dom Fev 03, 2019 9:52 pm


    ...

    M
    organa fica um pouco envergonhada e preocupada quando ele diz ser o responsável por aquela festa e que se nome é Rugall. Um nome diferente que até parecia ser se outro país, porém parecia um nome forte para um homem com aquele postura.

    - Prazer. Meu nome é Morgana, Morgana Le Fay... - disse ela tímida e corada.

    Os olhos dele estavam fixos nos da mulher por motivos que ela não entendia, mas quanto mais ele a olhava, mais parecia que ela estava ficando distante da realidade, como que por uma atração ao até mesmo encantamento que a prendia em algo que parecia uma realidade alternativa.

    Ele se aproximou mais, tocou seu rosto e a garota se arrepiou com o toque. Toque macio, porém os dedos de Rugall eram frios perto do calor que emanava da pele dela, até que ele lhe tomou os lábios em um delicioso beijo. O beijo foi muito repentino tanto que apesar do gosto, da maciez dos lábios do homem. ela se assustou e tentou se afastar, por mais que não conseguisse resistir ao beijo.

    Conseguiu se afastar um pouco de Rugall e tentou se virar e se afastar dele, mas suas pernas estavam um pouco sem controle. Aquela sensação do jeito percorria todo o seu corpo ainda, fazendo com que seus braços e pernas  não lhe obedecessem muito e ela cambaleasse, sem conseguir andar muito rápido. Até uma tartaruga iria lhe alcançar assim. Ela segurava com uma das mãos o corrimão do lugar ao se lado esquerdo para tentar ter firmeza na passarela mas não conseguia muita.

    Apesar de estar tentando se afastar dele até o seu cérebro conseguir pensa em alguma explicação para o que estava acontecendo alí agora, Rugall a puxou por um de seus braços para si mais uma vez. Mesmo de costas, ela cambaleou um pouco, mas estava sendo apoiada e segurava pelos fortes braços e mãos de Rugall.

    Com uma mão ele segurou seu pescoço levantado em sua direção. A cabeça de Morgana pendia um pouco para trás com o movimento. Com a outra mão, ele segurava o braço dela. A garota estava completamente imobilizada por ele, até que com um leve movimento da mão no pescoço de Morgana ele a vira e mais uma vez se abaixando e a levantando um pouco do chão ele mergulha mais uma vez em seus lábios.

    Com a altura do rapaz, Morgana estava na ponta dos pés enquanto ele a beijava. Dessa vez, não conseguia e também não queria mais resistir àquilo. Ela então desliza seus braços por entre a mão de Rugall e lhe toca o rosto de forma suave a gentil. Com o outro braço ela faz a mesma coisa. Após alguns segundos, ela colocaria seus braços ao redor do pescoço de Rugall, enquanto ele a envolvia e a seduzia cada vez mais com aquele beijo.
    ­
    A beijava, e beijava e a enlouquecia pouco a pouco. Seu corpo começava a responder de forma diferente, como se ela não tivesse mais controle daquela situação toda e de olhos fechados o beijando, Morgana sentia como se os dois corpos se moldasse um no outro e isso fazia com que ela se derretesse lentamente. Suas pernas perdiam a firmeza e ela lutava com o fôlego que aquele homem tinha durante o beijo.

    O beijo de repente terminou. Por algum motivo havia terminado e, mal deu tempo para Morgana abrir seus olhos e poder olha-lo quando sentiu o toque de sus lábios em seu pescoço. Sentiu que estava voando, não só porque havia levantado ela um pouco mais do chão, mas também porque em seus pescoço ele estava. Não fazia ideia do que estava acontecendo, mas erma sensações que jamais havia sentido em toda sua vida. Sua cabeça pendida para trás, mal conseguia respirar direito com aquilo. Sentia uma mistura de dor e prazer totalmente desconhecida. Ela apertava os próprios olhos fechados e tentava não emitir nenhum tipo de barulho com sua boca, apenas respirar, mais em meio a isso tudo, alguns leves gemidos acabavam escapando sem ela querer enquanto tentava lutar para o ar entrar em seus pulmões.

    Ela não havia percebido que com tudo aquilo estava encostada em uma das paredes daquela passarela, mas acabou percebendo quando ele foi terminando que fazia e a colocando de volta no chão. Sem firmeza alguma em suas pernas, ela simplesmente foi caindo de joelhos no chão e medida com que ele se soltava dos abraço dela. Foi então que sentiu a parede em suas costas, tentando ampara-la.

    Sua cabeça ainda estava levantada e ela ainda estava de olhos fechados quando ele admirou o estrago feito naquela pequena mulher, que em sua pureza jamais havia sentido nada daquelas coisas com homem algum e agora tinha o seu primeiro orgasmo. Conseguindo respirar melhor agora, a respiração vinha forte mediante á todas aquelas sensações.

    Poucos minutos haviam se passado até que ele voltou a puxa-la para maia um beijo. Dessa vez ele se ajoelhou na frente dela e temperou também aquele beijo com o próprio sangue. O gosto era estranho, porém muito bom, fazendo com que ela sentisse como se seu corpo queimasse cheio de prazer querendo tudo daquele homem, tanto que ela se agarrou na jaqueta dele. Normalmente Morgana não faria uma coisa dessas, mas tomada por tantas sensações novas em seu corpo, ela apenas o fez.

    Mais algum tempo se passou durante aquele beijo, com Morgana se segurando na jaqueta de Rugall e ambos se beijando profundamente, especialmente ela, que sugava a língua dele sem parar, por conta daquele gosto diferente que havia sentido. Será que ele se excitaria com ela? Ou se excitaria com o fato se pouco a pouco corromper ela?

    E aquele beijo chegou ao fim também e sem forças para se levantar, ela acabou ficando ali mesmo no chão, meio ajoelhada e meio que sentada. Não estava enxergando muito bem, pois parecia agora que as luzes daquele lugar piscavam sobre eles. Ela não conseguia ver Rugall direito, mas viu que alguém havia chegado e que estava ao lado dela. Parecia uma mulher, mas não a conhecia. Ela se identificou como May e disse que a ajudaria. Entregou na mão dela uma garrafa de água e pediu que a tomasse, pois era só água. O que poderia acontecer afinal? E foi então que depois se grandes goladas, Morgana sentiu um imenso cansaço físico. Não sabia dizer se havia algo na água ou não, mas não estava mais se aguentando com os olhos abertos.



    [...]



    Morgana acordou em seu apartamento. Não sabia dizer como havia chegado ali e nem o que poderia ter acontecido nesse meio tempo. Ela estava com as mesmas roupas da noite anterior e seu gato Pituco estava deitado ao se lado a olhando curioso e miando.

    A garota não se lembrava de muita coisa da noite anterior e tinha medo do que poderia ter acontecido. Percebeu que o seu celular estava tocando feito doido ao seu lado, mas não conseguiu atender a tempo. Viu o nome de May na tela e ficou sem entender. Lembrava daquele nome mas não lembrava o porque e da onde havia saído ou como é que tinha aquele telefone salvo em seu celular. Será que foi sua colega de serviço que a levou para casa? Iria averiguar isso depois.

    Se sentou um pouco na cama e começou a tentar fazer uma retrospectiva do que poderia ter acontecido mas... não deu muito certo. Estava com um gosto estranho na sua boca e quando tentava se lembrar de algo, sentia sua cabeça muito pesada. Aquele gosto estranho em sua boca fazia com que ela lambesse os seus lábios. Parecia que estava com desejo de algo, ou até mesmo fome, mas não saia decerto o que aquilo tudo estava querendo dizer para ela.

    Se levantou, foi até a cozinha e pegou um copo de água para tomar. colocou comida para o Pituco em seu potinho  olhou para sua pequena bolsa jogada sob uma cadeira. Dentro dela ainda estava o papel com o endereço do lugar de onde tinha ído na noite passada. Será que se ela retornasse àquele local conseguiria lembrar de algo que tenha acontecido alí? Certamente iria fazer isso na sua próxima folga...



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    Rugall Saavick Empty Re: Rugall Saavick

    Mensagem por bahamut em Seg Fev 04, 2019 9:45 am

    A noite estava terminando. Rugall vislumbrava o sucesso de mais um evento enquanto as últimas pessoas deixavam o recinto e as pessoas responsáveis pelo entretenimento começavam a desfazer suas devidas estruturas. Leila e May estavam de mãos dadas conversando e sua terceira aquisição já havia sido entregue em sua casa. Logo Rugall se viu em seu porão, se preparando para adormecer ao raiar do dia. Leila e May o seguiram perguntando se poderiam se deitar com ele, visto que era final de semana e não precisariam trabalhar, pedido este concedido pelo mestre das duas. Na noite seguinte Rugall se erguia de seu descanso, vitorioso em suas conquistas até agora. May e Leila já não estavam mais deitadas. Ambas se encontravam de pé próximas a escada, conversando afoitas algum assunto qualquer. Quando viram seu mestre acordado foram correndo lhes dar boa noite. Rugall as recebeu cordialmente mas sem delongas, para desgosto das duas. Os planos de Rugall para essa noite seriam bem diferentes. Rugall tomou seu banho sozinho enquanto suas servas o observavam, aproveitando para perguntar para May as direções para alcançar a morada de Morgana. May lhe foi prontamente obediente dando detalhes sobre o endereço sem pestanejar.

    Rugall: - Tirem a noite para vocês. Preciso tratar de alguns assuntos. Mas estejam aqui no final da noite para mim.

    Dizendo isso Rugall se concentrou em se vestir e sair do galpão. Não era comum Rugall fazer isso mas ele estava decidido. Saindo dali, andou pela região portuária até alcançar o seu limiar em uma rua razoavelmente movimentada. Lá ele esperou pelo que chamavam, Táxi, e deu as coordenadas do endereço de Morgana Le Fay. Uma vez lá, estudou a estrutura no qual Morgana morava, identificando a altura e a janela de sua morada, esperando uma movimentação dentro do imóvel. Morgana possuía vida noturna, o que fez com que Rugall se mantivesse imóvel no beco próximo à escada de incêndio. Como uma gárgula, Rugall esperou madrugada afora pela chegada de sua nova aquisição. Quando ela apareceu, Rugall analisou seus movimentos, esperando que ela entrasse na construção, as luzes de dentro do apartamento ligavam e desligavam. Morgana fazia sua rotina noturna de todos os dias até que por fim, todas as luzes se apagaram. Rugall esperou mais um pouco e subiu as escadarias de incêndio. Ao chegar na janela para o apartamento de Morgana, o vampiro se esgueirou para dentro lenta e silenciosamente. Caminhou pelos cômodos escuros da morada de Morgana até entrar no quarto em que Morgana repousava. Rugall a admirou por uns instantes antes de se aproximar, olhando bem próximo ao rosto dela, sentindo a respiração dela acariciar sua pele gélida e sussurrou.

    Rugall: - Olá pequena. Vim para reforçar o laço de amor e servidão entre nós. Espero que tenha bons sonhos com o que tenho a oferecer.

    Rugall então abriu delicadamente a boca de Morgana e repetiu o ritual da noite anterior, mordendo sua língua e despejando o vitae garganta a dentro de sua nova carniçal. Morgana parecia ainda dormir, mas reagiu movimentando a boca e a língua, degustando o vitae que o vampiro a fornecia. Rugall aproximava o seu rosto com o dela lentamente, até ambos terminarem o ritual em um beijo sangrento. Rugall então interrompeu o beijo, deixando uma Morgana respirando forte com os lábios rubros e entreabertos e com os cheiros ferroso do sangue e doce da lubrificação feminina no ar. Rugall sorria enquanto observava a moça em seu leito, sussurrando mais uma vez antes de partir.

    Rugall: - Retornarei amanhã novamente criança. Amanhã nosso laço estará completo.
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    Rugall Saavick Empty Re: Rugall Saavick

    Mensagem por Askalians em Qui Fev 07, 2019 11:17 am


    ...

    N
    o dia seguinte, havia bastante coisas a serem feitas, ainda mais porque estava tranquila sem ter que trabalhar aquela noite. Graças a umas horas extras que fez, conseguiu 2 dias de folga seguidos, para raiva de uns e outros. Iria aproveitar o dia para brincar com o Pituco, cuidar das unhas, ver uns filmes, comer pipoca e etc.

    Morgana morava nos subúrbios da cidade, em um modesto prédio pequeno com apenas 9 andares. Era o típico prédio americano, com escada de incêndio só lado de fora e pelo menos 1 elevador dentro do prédio. Muitas vezes, o fato de ter apenas um elevador causava muitos problemas.

    Naquela noite, Morgana pretendia curtir um tempo pra si mesma e também ir dormir cedo afinal sua próxima folga agora seria apenas daqui uma semana, se tudo der certo.
    Tudo o que havia planejado fazer durante o dia ela fez, sobrando apenas para tomar um relaxante banho a noite e dormir agarrada com o Pituco. Esse era o seu dia perfeito, mas ela não contava que Rugall também tinha planos para aquela noite e ela estava incluída em seus planos.

    Do lado de fora, Rugal aguardou o momento ideal para entrar naquele apartamento sem nenhuma dificuldade, ainda mais pelo fato de que Pituco era um animal dócil, pois mesmo com aquele vampiro dentro do lugar, ele apenas miou e desceu da cama de sua dona.

    Rugall a admirou por uns instantes antes de se aproximar, olhando bem próximo ao rosto dela, sentindo a respiração dela acariciar sua pele gélida e sussurrou.

    Rugall: - Olá pequena. Vim para reforçar o laço de amor e servidão entre nós. Espero que tenha bons sonhos com o que tenho a oferecer.

    Rugall então abriu delicadamente a boca de Morgana e repetiu o ritual da noite anterior, mordendo sua língua e despejando o vitae garganta a dentro de sua nova carniçal. Aquelw líquido provocava reações imediatas no corpo de Morgana, desde grandes arrepior e jma grande onda de excitação.

    Morgana parecia ainda dormir, mas reagiu movimentando a boca e a língua, degustando o vitae que o vampiro a fornecia. Por mais diferente que era aquele gosto, ela sentia como se já o conhecesse e precisasse daquilo...

    Rugall aproximava o seu rosto com o dela lentamente, até ambos terminarem o ritual em um beijo sangrento. Rugall então interrompeu o beijo, deixando uma Morgana respirando forte com os lábios rubros e entreabertos e com os cheiros ferroso do sangue e doce da lubrificação feminina no ar. Depois daquilo tudo Morgana teria sonhos bem quentes e perturbadores com aquele homem, que por mais que não o conhecesse, estava começando a nutrir fortes sentimentos por ele.

    Apesar de tudo o que estava acontecendo Morgana iria se esforçar bastante para resistir á ele. Rugall cismou que queria a garota para ele, mas ela iria dar bem mais trabalho do que qualquer outra.




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    Mensagem por bahamut em Dom Fev 10, 2019 1:33 am

    Rugall Retorna para seu refúgio após abordar a adormecida Morgana. Rugall achou que ela acordaria em dado momento mas ela permaneceu desacordada. Rugall no fim gostou disso e está programando o que fará na noite seguinte. Não demorou muito para que encontrasse outro táxi para retornar para um local próximo a região portuária e em pouco tempo já estava de volta em seu galpão. Rugall entrou pelo alçapão e sentou em uma poltrona velha que se situava próximo ao seu local de sono, voltada para a escada. Apoiado no encosto de braço ele ficou estacionado com a mão no queixo, pensando na semana seguinte. Os eventos estão sendo muito bem sucedidos e em sua mente paira a ideia de que talvez aumentar uma noite por semana seja uma jogada interessante. Rugall precisa angariar fundos para poder montar seu império e transformar o seu galpão em um voivode. Com isso, a noite passou e Rugall pôde escutar o som de vozes de suas carniçais chegando, May e Leila. Logo o alçapão se abria e as duas desciam pela escada conversando e rindo. Rugall manteve sua pose enquanto as observava descendo pelas escadas até cruzarem olhares com ele. As duas fazem uma pausa e esboçam um belo sorriso. Leila um pouco mais tímida, sorri tomando o braço de May em um doce abraço enquanto May meche no cabelo, sorrindo e correndo seus olhos em Rugall. Rugall espera elas se aproximarem, sentado e sério e então levanta a cabeça, encarando-as.

    Rugall: - Saudações minhas belas. Acredito que a noite de vocês tenha sido proveitosa. Venham, sentem aqui e me contem como a noite lhes tratou.

    Rugall encostou suas costas na poltrona e com as mãos sinalizou para que suas servas se sentassem, cada uma em uma das pernas. Ao ver a cena elas se entreolharam e prontamente se sentaram, cada uma em uma perna e de frente uma para a outra. Então repousaram suas cabeças nos ombros de Rugall e sussurraram em seu ouvido tudo que haviam feito até o momento e o que esperavam fazer no fim dessa noite tão agradável.
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      Data/hora atual: Qua Set 18, 2019 10:30 pm