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    Rugall Saavick

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    Rugall Saavick - Página 2 Empty Re: Rugall Saavick

    Mensagem por Askalians em Dom Fev 10, 2019 8:23 pm


    ...

    A
    quelas meninas de Rugall gostavam de estar com ele e de fazer tudo por ele. Elas simplesmente querem poder satisfaze-lo de todas as formas e também de satisfazerem elas próprias.

    Elas se sentaram cada uma na perna dele bem obedientes, apoiando inclusive a cabeça em cada ombro dele. Elas queriam muito afeto e carinho do vampiro, se não iriam ter que brincar sozinhas. Será que Rugall iria gostar de ver isso?

    May e Leila contaram que já estavam planejando outra festa para ele, que ficaram sabendo da explosão de um carro no meio do distrito francês. Todos estavam falando sobre isso inclusive. Agora era a vez delas quererem saber dele, sobre aquela mulher que ele estava “cuidando”, quando é que ela viria para se juntar a elas. Estavam bem curiosas e ciumentas, fora a curiosidade geral.

    Enquanto elas contavam essas coisas, ambas deram as mãos e começaram a roçar as pernas uma na outra. Elas queriam brincar entre si e com ele.

    Beijavam o pescoço dele, mordiscavam as orelhas dele de forma sexy e alisavam o peito dele com a ponta das unhas e descendo até o baixo ventre. Queriam fazer sexo com ele, o mais gostoso e sangrento possível.

    As meninas trocaram um selinho entre si e o olhavam lambendo os lábios. Será que Rugall as contentaria ou estaria pensando na sua nova aquisição?


    [...]


    Morgana dormia tranquilamente em seu apartamento. Não tinha acordado quando Rugall cuidou dela, mas agora estava tendo sonhos cada vez mais quentes.

    A garota não estava acostumada com aquilo tudo, ainda mais em acordar toda molhada e excitada na manhã seguinte. Só um banho é que serviu para acalmar a garota e fazer com que ela pudesse ter forças para um bom dia de trabalho.

    Sempre antes de sair de casa, Morgana brinca com o Pituco para que ele não fique triste por ficar só o dia todo. A noite de trabalho ia ser longa, mas se saísse com tempo, iria naquele lugar onde houve a festa. Quem sabe encontraria alguma pista do homem dos seus sonhos?




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    Rugall Saavick - Página 2 Empty Re: Rugall Saavick

    Mensagem por bahamut em Qua Fev 13, 2019 11:28 am

    Rugall permanecia sentado enquanto suas servas falavam com ele e se esfregavam nele. Curiosas sobre sua nova aquisição elas beijavam seu lorde e o acariciavam, sedentas pelo prazer que ele poderia lhes fornecer. Leila precisava de mais uma "dose" de Rugall para reforçar o seu laço e May sempre desejava a atenção de seu senhor. Rugall por sua vez não respondeu às suas servas afinal não lhes devia satisfação alguma mas ficou contente por estarem organizando outro evento. Enquanto isso ele alcançava os quadris delas com suas mãos e procurava os lábios de May com os seus. Seu membro começava a crescer devido ao esforço que fez para aplacar o desejo de suas carniçais e enquanto beijava May, Leila notou o membro rijo e o acariciou lambendo os lábios e depois o levou até sua boca. Para isso Leila teve que descer do colo de seu mestre e se ajoelhar entre as pernas dele, galgando-o com voracidade e tesão. Para Rugall aquilo não era muita coisa, sua natureza vampírica o afastara dos prazeres mundanos, mas a situação lhe era muito útil pois dessa forma era muito mais fácil manter suas servas contentadas. May por sua vez devorava a língua de Rugall durante o beijo, mexendo o seu corpo alucinadamente e acariciando o corpo do seu senhor. Rugall então avançou no beijo, segurando a nuca de May e sugando a língua dela com a mesma força que ela o fez, causando um gemido abafado na bela mulher. Em seguida ele mordeu a língua dela e começou a sugar o vitae naquele beijo rubro, deixando ela ainda mais extasiada e com o corpo trêmulo. Enquanto isso Rugall repetiu o que havia feito da outra vez e rompeu uma veia de seu pênis e abriu caminho para o sangue escorrer pela uretra, dando a Leila o privilégio de provar do seu sangue mais uma vez. As duas gemiam incessantemente mas Rugall não podia demorar. Logo ele parou de tomar do sangue de May e a deixou escorregando até o chão enquanto Leila engolia e chupava forte a intimidade dele. Ela já havia tomado o bastante e então Rugall cortou o fornecimento de sangue para ela, que aumentou a intensidade de suas carícias, com sede de mais. Rugall então agarrou em seus cabelos, puxando a para longe com a boca aberta e a língua tentando alcançar o membro dele. Ele então puxou May pelos cabelos também até ela ficar ao lado de Leila e deixou as duas revezarem as carícias orais enquanto ponderava sobre o próximo evento. Ele precisaria se alimentar dessa vez pois estava usando muito sangue nessas noites. Quem sabe se conseguirá recrutar mais alguém. Rugall começava a sentir o peso em seu corpo aumentar e sabia que a noite não demoraria para terminar, então Rugall resolveu presentear suas servas com seu sêmem, inundando a boca de May que estava com o falo quase em sua garganta. Ela recebeu toda a carga de seu mestre e ao terminar se virou para Leila, que abriu a boca enquanto May despejava todo o leite de Rugall na boca da amiga. Em seguida trocaram um longo beijo enquanto Rugall se levantava e ia em direção ao seu repouso, deixando as duas se beijando e se acariciando. Na noite seguinte Rugall iria visitar Morgana mais uma vez...
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    Mensagem por Askalians em Sex Fev 15, 2019 11:35 pm


    ...

    A
    diversão das duas ia ser muito boa naqula noite. Pena que Rugall só estava pensando em ir para seu esconderijo e ficar por lá, ainda mais porque na noite seguinte ele prometa voltar a visitar Morgana.

    Será que ele não estava começando a pensar demais na garota e no que iria fazer com ela? era uma preocupação que não tinha com suas outras duas meninas mas com aquela ele parecia estar tendo... ou quem sabe não... o que era aquilo então!?

    Aquelas garotas tinham um fogo muito grande para ser apagado, então parecia muito mais fácil cada uma elas apagar o da outra de alguma forma, com beijos, caricias e com uma boa noite de sexo. Apesar de faltar um homem no meio daquelas duas tigresas, elas podiam muito bem arrancar múltiplos orgasmos uma da outra afinal, ninguém sabe mais como dar prazer a uma mulher do que outra mulher.

    Depois de brincarem por horas perto do alçapão onde Rugall se escondia durante o dia elas foram tomar um banho. Precisavam muito conversar ainda sobre o que iriam fazer de diferente na próxima festa que teriam. Coisas tinham q ser melhoradas e drogas agora não era o suficiente. Precisavam de outras coisas bem mais criativas da próxima vez ou a festa ia começar a ficar "manjada e sem graça"....


    [...]


    E mais uma vez Morgana havia acordado com aquele gosto estranho na boca que não sabia de onde vinha. Seu gato dormia preguiçosamente ao seu lado e mais uma vez ela acordava excitada. Nunca havia feito nada do tipo e nem sabia como era, mas havia uma homem em seus sonhos que lhe provocava muitas sensações e vontades de fazer muitas coisas. Chegava a ficar bem preocupada consigo mesma porque chegava a fazer coisas ruins e cruéis nos sonhos, mas por que isso acontecia? Iria conhecer aquele homem algum dia? Não se lembrava se já havia visto ele alguma vez, mas tinha que conhece-lo o quanto antes. Sua vida dependia disso.

    Seu dia no trabalho foi um pouco arrastado, pois não estava conseguindo se concentrar direito e por acidente até acabou esquecendo um pedido. Aquilo não era comum para sí, aquela que era sempre o modelo para todas as outras.

    O que havia de errado com Morgana naquela noite? era o que todos se perguntavam. Sem saber muito o porque ela estava assim, seu chefe a mandou para casa bem mais cedo do que deveria ter ido naquela noite. Talvez fosse apenas cansaço ou indisposição dela. Uma boa noite de sono deveria resolver todos os problemas, mas ao invés de ir para casa, Morgana foi atraída para ir para um certo galpão naquela noite....




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    Rugall Saavick - Página 2 Empty Re: Rugall Saavick

    Mensagem por bahamut em Seg Fev 18, 2019 1:36 am

    Rugall acordou novamente. Estava sozinho no início daquela noite e pensou no que iria fazer enquanto seguia para o chuveiro. Iria visitar novamente a jovem Morgana e selaria completamente o laço de sangue entre eles. Logo ela entraria como parte atuante em seu plano de conquista e expansão. Rugall acredita que a partir da noite seguinte ela começará a vir até ele todas as noites e isso o faz sorrir. Com o banho terminado, Rugall vestiu sua calça e a jaqueta de couro e subiu as escadas para sair do alçapão. Uma vez fora de seu refúgio, pôde sentir o vento forte lamber seus cabelos e o cheiro de umidade no ar. Em breve iria chover e as luzes dos relâmpagos iluminavam o local esporadicamente. Por um tempo Rugall se deixou acariciar pelos ventos fortes enquanto analisava o galpão mais uma vez, notando a luz acesa no escritório no alto do galpão. Sem pressa Rugall subiu a escadaria de metal e seguiu a passarela até entrar no escritório, notando May e Laila discutindo questões sobre o próximo evento. Ambas olham para ele quando a porta se abre e abrem um belo sorriso. Rugall pôde notar também o cansaço em seu olhar, o que demonstra a quantidade de sono que tiveram na noite passada. Rugall se aproxima das duas e as abraça. Elas param o que estavam fazendo e abraçam ele com ternura.

    Rugall: - É bom vê-las por aqui, porém não posso deixar de notar o cansaço em seu olhar. Minhas servas precisam realizar suas funções de forma impecável e para isso, precisam estar bem descansadas. Parem o que estão fazendo e continuem amanhã. Vão descansar, isso é uma ordem.

    May e Leila continuaram abraçadas com seu mestre mais um pouco e então se levantaram. As duas estavam contentes por poderem descansar mas pressionavam os lábios de forma infantil por terem que deixar a presença de seu mestre, embora sem nunca pensar em desobedece-lo. Logo as duas já haviam partido e Rugall estava sozinho no escritório. Sem ter o que fazer ali, Rugall desliga a luz do escritório e começa a caminhar pela passarela, despreocupado. Logo antes de alcançar a escada, Rugall nota uma silhueta entrando em seu galpão. Silenciosamente Rugall desce as escadas, sem tirar os olhos da figura que caminha mais e mais lentamente para dentro do galpão. Rugall então a segue, sentindo o cheiro de seus cabelos voando com o vento. Era uma mulher, mas não era qualquer mulher. Era Morgana. Então um relâmpago irrompe e o clarão ilumina atrás dos dois, mostrando a sombra de Rugall perto da moça. Ela em um susto se vira e consegue enxergar apenas um semblante de um homem alto e de longos cabelos encarando-a na escuridão.

    Rugall: - Boa noite criança.
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    Rugall Saavick - Página 2 Empty Re: Rugall Saavick

    Mensagem por Askalians em Qua Fev 20, 2019 12:23 am


    ...

    N
    aquela noite, Rugall havia acordado um pouco mais pensativo do que o costume, tanto que, saindo do seu refúgio subterrâneo ele apreciou por um tempo aquele vento que traria chuva. Já começava a ver raios e trovões ecoando pelo ar, anunciando a chuva que viria em breve.

    Foi em seguida ao seu escritório colocar suas meninas para dormir depois de algumas broncas. Elas haviam se divertido bastante juntas anteriormente e agora estavam planejando arduamente a próxima festa, mas tinham que dormir. Aquelas eram as ordens que não podiam nem pensar em questionar de forma alguma.

    Saindo do escritório ele viu alguém havia alguém Zanzando naquele galpão e por incrível que pareça era justamente quem ele iria atrás, mas ao invés disso, ela veio... Morgana. Ela vestia dessa vez um vestido vermelho vivo na altura dos joelhos com uma borda em renda.

    vestido:
    Rugall Saavick - Página 2 1702256519_g

    Ela estava curiosa e queria muito procurar para ver se por acaso encontrava naquele lugar o rapaz de seus sonhos. Não custava nada procurar, pois poderia ser real ou não. Caso não fosse real, pelo menos ela poderia ficar tranquila de que tinha tentado pelo menos.

    Ela andava pelo local com bastante cuidado, ainda mais porque tudo estava uns pouco muito escuro, então ela pegou seu celular e ativou a lanterna dele para olhar melhor por onde andava. Não era uma lanterna de longo alcance então só podia ser usada para ver algo há poucos metros de distância.
    Andando por lá, ela acabou levando um grande susto cm um clarão e um trovão ao fundo. Aquele clarão lhe assustou pois estava bem distraída andando pelo lugar. Não conseguiu conter um pulinho e um leve gritinho que deu quando viu aquela imensa figura perto de si. Será que era ele o homem dos seus sonhos?

    Ela tenta se aproximar dele para toca-lo, nem que seja em um aperto de mão apenas. Por conta disso ela estendeu a mão para cumprimenta-lo.

    - Boa noite Senhor?

    Por algum motivo não sabia o nome dele ou não conseguia se lembrar daquele nome. Tinha a impressão que o conhecia mas o nome não lhe vinha a cabeça de forma alguma.




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    Rugall Saavick - Página 2 Empty Re: Rugall Saavick

    Mensagem por bahamut em Qui Fev 21, 2019 1:00 am

    Rugall observava Morgana, uma hora assustada e agora estendendo a mão, enquanto com a outra ajeita o cabelo que teima em dançar com o vento. Rugall que estava impassível dá um passo a frente, revelando o seu rosto para a jovem, tomando a mão dela em suas mãos e levando aos lábios. Rugall a examinava e ao que parecia ela não se lembrava dele, talvez como efeito da droga que tomou naquela noite. Ainda assim ela estava lá, trazida provavelmente pelo forte poder do laço de sangue.

    Rugall: - Você veio para mim minha criança. Venha para meus braços e aceite sua nova vida, seu novo destino, ao meu lado.

    Rugall então abre os braços e Morgana o abraça. As emoções que inundam a sua mente agora pouco importam para o vampiro que a abraça. Ela se entregou e ele a tomaria para si de uma vez por todas. Rugall conduziu a jovem até o seu esconderijo subterrâneo, mostrando o segredo por trás de tudo. Ele então olhou mais uma vez para ela e teve um insight. Viu em seu rosto o rosto de Vriika e percebeu o porque ela chamou tanto a sua atenção. Suas emoções do passado vieram a tona e o peito do vampiro se inundou por uma paixão violenta e Rugall a beijou. Suas mãos tomaram o corpo dela enquanto ela se entregava ao beijo. Seu corpo era delicado e macio, sua boca quente e aveludada. Logo o seu vestido já estava ao chão enquanto o vampiro usava suas mãos para estimular o corpo da jovem que exalava o mais doce cheiro de pureza e castidade. O extase em Morgana era grande quando seus lábios se separaram dos de Rugall enquanto sua cabeça pendia para trás, deixando o pescoço livre para Rugall beijar. As mãos de Rugall a seguravam firme pela cintura e acariciavam um dos seios quando ele penetrou o pescoço dela com seus dentes. O sangue dela fluía com o sabor mais doce pela garganta do vampiro e a moça tremia de prazer. Suas pernas perdiam a força, suas cordas vocais trabalhavam desordenadamente e sua intimidade inundava, escorrendo entre as pernas. Logo Rugall terminava de lhe drenar o sangue e delicadamente a carregava em seus braços até a sua cama, aonde beijou a boca dela mais uma vez, repetindo pela terceira vez o ritual de lhe fornecer seu próprio vitae mordendo a própria língua e deixando Morgana sugar-lhe tão avidamente. Tamanho o empenho da jovem fez Rugall sorrir ao perceber que o fogo que inundava o corpo da virgem possuía uma intensidade fascinante. Mas Rugall não deixou que ela tomasse muito sangue, deixando a sua boca aberta e sedenta. Ele então seguiu para a intimidade da moça, que parecia derretida devido às caricias do vampiro, e mordeu seus lábios. Morgana então soltou um alto gemido enquanto curvava as costas, explodindo em um delicioso orgasmo. Enquanto Rugall sorvia-lhe o sangue juntamente com o suco que borbulhava do íntimo da virgem que se entregava aos múltiplos orgasmos que Rugall docemente lhe fornecia. Quando Rugall reminou Morgana estava esgotada. Não pelo sangue sorvido, uma vez que Rugall tomou cuidado para tomar uma quantidade pequena de vitae, mas sim pelos fortes orgasmos que teve. Sua respiração forte inflava o seu peito, fazendo seus seios subirem e descerem lindamente aos olhos de Rugall. Talvez para ele ela nunca esteja tão bonita quanto agora ou talvez ela fique mais radiante a cada dia que passe. O fato é que Rugall estava ajoelhado ao lado dela enquanto ela se recuperava. Rugall sabia que precisaria lhe servir um pouco mais de seu sangue e enquanto esperava ela recobrar suas forças ele pode escutar a doce voz da jovem.

    Morgana: - Mais... eu quero mais.
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    Rugall Saavick - Página 2 Empty Re: Rugall Saavick

    Mensagem por Askalians em Qua Fev 27, 2019 9:27 am


    ...

    O
    vento insistia em bagunçar hora ou outra os cabelos de Morgana. Sua pele se arrepiava com a presença daquele homem. Era uma combinação de estar empolgada, com o coração acelerado, uns arrepios provocados pelo vento gelado e úmido e um leve suor de excitação com o momento. Tudo junto e misturado.

    - Você... É real...

    Ela não conseguia articular muito bem assim palavras. Estava confusa mas quando ele revelou seu rosto Morgana ficou um choque. O brilho no seu olhar ficou diferente, pois a presença masculina que havia invadido seus sonhos há alguns dias era real. Será que ia ser real o que ela andava sonhando também?
    Quando ele lhe beijou as mãos, ela sentiu um grande arrepio percorrer todo o seu corpo, indo de uma ponta a outra da sua coluna. Era um arrepio muito bom, que chegava ao nível de excitação.

    - Eu... Senti que precisava vir aqui...

    E foi então que ele a abraçou e a conduziu para dentro do seu esconderijo. Rugall seguiu explicando e revelando tudo para ela. Morgana ouvia atentamente tudo o que ele dizia. Era muita informação para ela processar naquele momento e inicialmente tudo parecia muito assustador, mas se sentia calma e tranquila internamente. Não entendia como se sentia assim em meio a tantos detalhes que chegavam até a ser horripilantes e ela super calma, como se não fosse nada de diferente.

    Em meio há tetas novas informações, Rugall a beija profundamente e como alguém que recobra a consciência, ela se lembrou de tudo daquela outra noite se sentiu feliz. Finalmente havia voltado aos braços daquele quem tanto queria.

    “Que saudade...”

    O beijo apaixonado ia intensificando ao ponto de que ela nem percebeu que seu vestido não estava mais sobre o seu corpo, mas não se importava mais com aquelas coisas. Tinha se guardado a vida inteira para o amor da sua vida e agora que havia encontrado, queria ser simplesmente dele em todos os sentidos.

    O toque das mãos daquele homem eram precisos e enlouquecedores. Parecia que ele conhecia muito bem o corpo dela, principalmente onde era mais sensível e mais prazeroso, a começar pelos seus seios. Ele beijou e os tomou, como se fossem seus. Tomou também o pescoço dela, provocando ondas de prazer que percorriam o corpo da mulher de cima a baixo.

    As sensações eram novas e Morgana sabia que queria sentir tudo aquilo mais e mais.

    Rugall a levou para a cama, para decerto consumir aquele ato de amor misturado com as volúpias de tudo aquele sangue trocado um com o outro. Rugall era voraz e ensina Morgana sobre as varias sensações de prazer que poderia sentir em seu corpo, uma vez que ele disse tocado da forma adequada.
    E ele então começou com suas partes íntimas, lambendo todo aquele suco que certos, devido ai prazer que sentia em seus braços. Seus seios arfavam com todos aqueles orgasmos que ela estava sentindo. Era viciante, pois nunca havia sentido nada como naquilo antes. Rugall acabou se sentando na cama ao lado dela, enquanto ela se recuperava, mas Morgana não queria se recuperar de nada. Ela queria mais dele, queria sentir mais do corpo dele.

    Seu corpo estava em chamas. O calor que emanava da sua pele e de sua intimidade era muito grande e anda não havia abaixado, mesmo depois do que Rugall havia feito. Ela então se levantou da cama e indo de gatinhas, foi até ele naquela imensa cama king size. Procurou abrir a calça de Rugall e abocanhou o seu membro.

    Ela não sabia exatamente se ele podia sentir prazer e como sentiria, pois ele não havia explicado isso para ela, mas ela tentativa de qualquer forma.

    Ficou ali então fazendo um oral nele da forma mais gentil e carinhosa possível, afinal sua experiência no assunto era nula. Ela lambia o membro como um gato filhote tentando tomar leite. Alguns minutos haviam se passado enquanto ela estava por lá. Não sabia se era algo natural ou se Rugall estava fazendo algo parecer natural quando não era, mas aparentemente ela via que funcionava, via que o membro de seu amado se enrijecia e ficava ereto. Quando sentiu que estava bom, ela parou, se levantou e o olhou. Lhe deu um gostoso selinho e o abraçou, tentando se sentar no colo dele, sobre aquele grande membro endurecido.

    Era dolorido para ela, pois nunca havia feito isso, então ela foi devagar fazendo o membro dele penetrar em si. Por mais que estivesse bem excitada e lubrificada, sentia como se aquilo a estivesse rasgando por dentro e precisava da ajuda de seu amado, dos seus lábios para abafar aquela mistura de dor e prazer que sentia.

    A medida que ela forçava a entrada do membro de Rugall em si, o ar se inundava com um cheiro delicioso de sangue...




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    Rugall Saavick - Página 2 Empty Re: Rugall Saavick

    Mensagem por bahamut em Qua Fev 27, 2019 10:47 pm

    Morgana estava entregue na cama, extasiada com o prazer que o vampiro lhe fornecera. Seu coração pulsava forte e seu corpo queimava de tesão enquanto ela recobrava as forças. Logo, para surpresa de Rugall, ela rolava pela cama e seguia de quatro até o vampiro, abocanhando o membro dele. Rugall gostou de ver aquela cena e queria ver até aonde aquela menina virgem iria. Então ele se concentrou para fazer com que o seu membro endurecesse na boca daquela menina inexperiente, tentando lamber e sugar o membro rijo dele da melhor forma que conseguia. Rugall deixou ela se saciar da forma que ela queria e ela toda delicada, acariciava o membro dele sem pressa e arfava com gemidos baixinhos, parecendo pequenos miados. Depois de um tempo com aquilo, Morgana interrompeu as carícias orais, alcançando a boca de Rugall com um selinho e com muita delicadeza o fez se sentar. Sem tirar o seu corpo de perto dele, ela se ajeitou em seu colo e mirou o membro do vampiro em sua intimidade, sentando lentamente sobre ele. Tudo que vinha dela era demasiado carinhoso e afetuoso. Suas mãos quase não pesavam no corpo de Rugall, acariciando como duas plumas no corpo semimorto do vampiro. O calor de seu corpo parecia uma febrícula mas aqueciam o vampiro de forma aconchegante e agradável. Seus lábios arfavam a mais doce canção que uma virgem apaixonada poderia cantar e carregavam um hálito doce até o rosto e narinas de Rugall. Seus olhos estavam cerrados ao sentir a dor da penetração e ela procurou a boca do vampiro para aliviar aquela sensação com um beijo vigoroso. Rugall alcançou a cintura dela com suas mãos e ajudou-a com os movimentos, subindo e descendo lentamente e com pouca penetração para ela se acostumar com o volume que a invadia por dentro. A bela menina se entregava cada vez mais ao seu amado vampiro, sem se preocupar com as consequências de seus atos, sem saber se essa paixão toda era sua ou do laço que a compelia a ele. Mas para ela o que importava era o momento e a presença dele.

    Rugall esperou Morgana ficar confortável com o movimento e começar a mexer com um pouco mais de vigor, rebolando e cavalgando o que conseguia do membro de seu novo mestre enquanto beijava-o com os olhos fechados, sem interromper os doces gemidos que saíam abafados de sua garganta. Rugall então forçou o seu quadril para baixo com força, sentindo todo o quadril dela colar no seu. Tal movimento arrancou um forte gemido de Morgana, que jogou a cabeça para o alto devido a força da penetração que sentiu. Rugall aproveitou e mordeu o pescoço dela, transformando o grito da jovem em um longo e alto gemido. A medida que Rugall tomava-lhe o sangue, Morgana perdia o controle de suas cordas vocais e lábios, gemendo incessantemente e sem ritmo, alternando gemidos longos e curtos, altos e baixos enquanto a saliva escorria de sua boca e língua, que teimava em ficar fora de sua boca. O quadril dela tremia incessantemente, fazendo escorrer o sangue que fluía de sua virgindade pelas pernas do vampiro. As suas mãos seguravam a cabeça de Rugall, apertando-o contra si para que aquele momento não acabasse, mas Rugall precisava parar. Ele não podia tomar tanto sangue dela ou algo de mais sério poderia acontecer com ela. Então ele interrompeu, soltando o corpo dela que tombou na cama. Ela ainda gemia e salivava, com os braços jogados e os cabelos desgrenhados, entregue ao prazer de seu mestre. Sua intimidade estava completamente banhada devido aos diversos orgasmos que teve até ali, facilitando a penetração quando Rugall se pôs de joelhos e a ergueu pelos quadris, estocando a intimidade da jovem com voracidade. Morgana alcançava um novo sentido em sua vida ao ter o seu homem lhe tomando com tanto vigor. Seu corpo era dele para que ele fizesse o que bem entendesse e ela gostava pois desejou isso a vida toda. Não havia um poro de seu corpo que não estivesse inundado de prazer, prazer esse que pulsava em seu corpo a cada estocada, explodindo a partir do quadril e espalhando pelas pernas, torso, braços e atingindo o seu ápice na cabeça, atordoando a bela jovem. Rugall se aproveitou para arrancar todo e qualquer orgasmo que conseguia de seu novo brinquedo, fortalecendo o laço entre eles com a intimidade que a união de seus corpos proporcionava. Não havia outro lugar no mundo que Morgana desejaria estar naquele momento e Rugall certificava-se de que ela teria esse sentimento por toda a eternidade.

    Rugall não sabe por quanto tempo tomou o corpo de Morgana para si, mas percebeu o esgotamento começar a tomar o lugar do prazer. Então ele se retirou de dentro de sua serva e se moveu até próximo a cabeça dela, deixando o seu membro próximo à boca dela. com cuidado ele puxou-lhe pelos cabelos para introduzir novamente o membro em sua boca e repetiu o ritual que costumava fazer com suas outras servas, derramando o próprio vitae pelo canal do pênis, para que sua serva degustasse e se entregasse. Logo ela sorvia com força o rubro líquido que a satisfazia. Rugall gostou de ver como mesmo sem forças o instinto da jovem encontrava energias para ter prazer e resolveu ejacular na boca dela, derramando sangue e sêmen em quantidades razoáveis na boca da jovem, que engolia tudo sem deixar escorrer a ponto de Rugall escutar o movimento de sua glote.

    Quando sentiu que ela estaria bem para recuperar as energias por si, Rugall retirou o membro de sua boca e estancou o sangramento. Admirando a bela jovem estirada em sua cama.
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    Rugall Saavick - Página 2 Empty Re: Rugall Saavick

    Mensagem por Askalians em Qui Fev 28, 2019 7:11 pm


    ...

    A
    quilo ainda não foi o bastante para cansar a garota. Ela ainda queria muito mais do que havia tido, muito mais mesmo.

    - Isso... ahhnnn ahnnnn...

    Os movimentos inicialmente estavam doendo muito mas com a ajuda de Rugall a do foi amenizando, dando lugar apenas ao prazer, principalmente porque os beijos que Morgana dava em Rugall ajudavam bastante. As estocadas eram vigorosas e Morgana se entregava cada vez mais a ele. Quando ele a mordeu no pescoço, gemeu alto de prazer. Era delicioso sentir aquele homem fazendo ela ser dele, por mais que parte da sua vida estivesse escoando pelos lábios de Rugall ela parecia não se importar se por acaso ele tomasse sua vida ali. Ela estava com ele e era parte dele, de qualquer forma.

    Morgana estava se perdendo cada vez mais nos braços daquele homem. Todo aquele volume que entrava dentro de sí e saia freneticamente em firmes estocadas a transformavam em mulher pouco a pouco, a mulher mais feliz do mundo e também se revelava a mais insaciável de todos. Talvez aquilo fosse o efeito do sangue de Rugall em seu corpo, que fazia com que ela quisesse e pedisse sempre por mais.

    Ela rapidamente percebeu que qualquer tipo de barulho que produzia era do agrado dele então por mais que inicialmente estava insegura em gemer, acabou se soltando de vez.

    O quadril dela tremia incessantemente, fazendo escorrer o sangue que fluía de sua virgindade pelas pernas do vampiro. As suas mãos seguravam a cabeça de Rugall, apertando-o contra si para que aquele momento não acabasse, mas Rugall precisava parar. Ele não podia tomar tanto sangue dela ou algo de mais sério poderia acontecer com ela. Então ele interrompeu, soltando o corpo dela que tombou na cama. Ela ainda gemia e salivava, com os braços jogados e os cabelos desgrenhados, entregue ao prazer de seu mestre. Sua intimidade estava completamente banhada devido aos diversos orgasmos que teve até ali, facilitando a penetração quando Rugall se pôs de joelhos e a ergueu pelos quadris, estocando a intimidade da jovem com voracidade.

    - Isso.. vai... mais... mais rápido... ahhnnmmm isso....

    O tempo parecia ter parado alí. Ambos já não tinham muita noção e quanto tempo estavam naquele amor frenético, até que ele resolveu mudar tudo um pouco, pelo menos a posição.

    Então ele se retirou de dentro de sua serva e se moveu até próximo a cabeça dela, deixando o seu membro próximo à boca dela. com cuidado ele puxou-lhe pelos cabelos para introduzir novamente o membro em sua boca e repetiu o ritual que costumava fazer com suas outras servas, derramando o próprio vitae pelo canal do pênis, para que sua serva degustasse e se entregasse. Logo ela sorvia com força o rubro líquido que a satisfazia. Rugall gostou de ver como mesmo sem forças o instinto da jovem encontrava energias para ter prazer e resolveu ejacular na boca dela, derramando sangue e sêmen em quantidades razoáveis na boca da jovem, que engolia tudo sem deixar escorrer a ponto de Rugall escutar o movimento de sua glote.

    - Hnmmm gostoso.. hnnmmm hnmmm...

    Rugall Podia fazer o que quisesse alí na boca da garota, pois afinal, como era ele, Morgana apenas fechou os seus olhos e deixou o vampiro guiar o que ele queria e como ele queria que ela fizesse. Faria tudo do jeito que ele quisesse e também o que ele quisesse. Quando sentiu que ela estaria bem para recuperar as energias por si, Rugall retirou o membro de sua boca e estancou o sangramento. Admirando a bela jovem estirada em sua cama.

    Morgana ficou poucos instantes deitada na cama, o suficiente para recuperar um pouco do fôlego e depois voltar a andar de 4 pela cama até seu amado mais uma vez. Queria fazer mais algumas coisas ainda antes de dormir e agora era a vez de um outro orifício perder a virgindade.

    Suas pernas e seu corpo ainda estavam um pouco sujos de sangue que havia sido derramado com o rompimento da sua virgindade, apesar de Rugall ter tido todo o cuidado de lamber tudo e matar sua vontade do gosto da bela mulher. Agora ela se posicionava de 4 e de costas para ele, mostrando que queria que ele também explorasse um certo outro lugar. Estava cheia de tesão e ainda não havia chegado no seu limite. Talvez chegaria depois daquilo mas por enquanto ainda não. De costas para ele, ela foi tentando se ajeitar no colo dele, mas dessa vez tentando se posicionar em cima do membro dele mas com o orifício anal.

    - Vém... vém comigo... mais uma vez...

    Não sabia como fazer aquilo, mas de alguma forma ela queria ser explorada por ele por todos os ângulos. Difícil de acreditar que uma virgem estaria disposta a fazer tudo aquilo, mas movida pelos efeitos do amor combinados com o sangue de Rugall, ela estava disposta a tudo.




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    Rugall Saavick - Página 2 Empty Re: Rugall Saavick

    Mensagem por bahamut em Sab Mar 02, 2019 2:55 am

    Morgana se recuperou, esbaforida e com a pele em brasa se colocou de quatro novamente indo em direção ao seu lorde, encaixando o seu quadril no dele mais uma vez.

    Morgana: - Vem... Vem comigo... Mais uma vez...

    Morgana esfregava seu quadril no membro viril do vampiro, deixando com que toda a sua intimidade entrasse em contato com a rigidez do seu amo. Seus movimentos eram fortes e ávidos por mais, porém ela evitava que fosse penetrada novamente em seu sexo. A forma como serpenteava seu corpo fazia com que suas nádegas quisessem abocanhar o pênis de Rugall, deslizando-o por toda a extensão do vale mais íntimo de seu corpo. Rugall ficou estático, observando a investida de sua nova escrava ao se libertar sexualmente com seu mestre. A jovem explodia em desejo e luxúria, fazendo Rugall crer que sua castidade era proposital a fim de se entregar totalmente para aquele que ela acreditasse ser o homem de sua vida. Isso o fez sorrir enquanto ela alcançava-o com uma das mãos, firmando o mastro por entre os montes macios de seus quadris e masturbando-o com seu traseiro, esfregando-se forte nele, principalmente o pequeno orifício que teimava em pulsar involuntariamente. Rugall admirou os movimentos ousados de sua nova aquisição, que com a cabeça arqueada para trás arfava com os olhos fechados, vez ou outra lambendo os lábios como se ansiosa para tê-lo em sua boca ao mesmo tempo.

    O vampiro estava confortável com a situação e não interferiu com o prazer que sua escrava sentia. Embora para ele aquilo não fosse tão prazeroso, dada a sua natureza, ele de alguma se sentia agradável com as carícias e teve vontade de possuí-la da forma como ela desejava. Ele então segurou o pulso de Morgana para trás, liberando o seu membro da mão dela e apontou-se para penetrá-la. A pressão exercida por Rugall na pequena entrada da bela jovem a fez suspirar, mas embora tal caminho almejasse ser trilhado, seu estreito trajeto fez com que seu desbravador desviasse de seu destino algumas vezes. Para Rugall isso era apenas um jogo, uma diversão, um engodo para o fim que ambos desejavam. Para Morgana a ansiedade apenas aumentava, assim como o calor que lhe acometia o delicado anel. Rugall manipulou a situação e esperou o movimento certo para forçar a entrada lentamente, porém com força. Morgana gemeu ao sentir que ia ser penetrada e soltou o peso de sua cabeça com a morosa investida de Rugall. Milímetro a milímetro seu delicado orifício anal era invadido pelo falo do vampiro e a sensação de estar sendo fendida fez com que Morgana mordesse com força o lençol da cama. Rugall por sua vez não a penetrara de uma vez, colocando lentamente uma pequena cota de sua virilidade e em seguida recuando com a mesma intensidade. Repetiu esse movimento inúmeras vezes sem pressa, se deliciando com o estreito afago que recebia em seu falo e prosseguindo cada vez mais fundo com o tempo. Morgana estava ensandecida com tanta volúpia, esfregando suas mãos na cama, apertando, mordendo e rosnando ante o prazer proibido que a deflagrava. Depois de um tempo, Rugall a penetrava com certo ritmo, deflorando a fêmea em uma doce agonia de sensações conflitantes. Enquanto seu membro era introduzido até metade de sua extensão, Morgana sentia dor devido ao calibre que lhe invadia ser demasiado, ainda mais considerando sua falta de experiência. Por outro lado ao fazer o movimento contrário, o alívio causado pelo recuo do membro, somado com a sensação de estar evacuando produz um arrepio na base de sua espinha que percorre por toda a extensão até a base do crânio e espalhando para todo corpo uma sensação prazerosa totalmente particular e por consequência provocando o mais doce lamento pelos lábios da jovem. Rugall continuou o movimento até que sentisse que Morgana estivesse a vontade com ele. Então Rugall retirou seu membro, deixando apenas a extremidade de seu pênis dentro da jovem, alcançou-lhe os cabelos com uma de suas mãos e os puxou com muita força para trás ao mesmo tempo que a currou com violência. A penetração fora rápida e profunda, chocando os quadris e deixando o membro totalmente enterrado dentro do pequeno cu que agora estava sendo violado até o seu limite. O grito de Morgana entrou nos ouvidos de Rugall como a mais agradável canção e os gemidos e súplicas que se sucederam com as fortes estocadas do vampiro se provaram como ópera divinamente orquestrada. Os quadris de Rugall investiam aflitos em Morgana que tinha sua vagina ensopada e surrada pelos bagos de Rugall que eram arremessados com a brutalidade do movimento. Morgana por sua vez estava dominada pelos cabelos como uma égua selvagem sendo domada pelas crinas, gritando, gemendo e soluçando enquanto lágrimas lhe escorriam pelo rosto. Sua mente não conseguia raciocinar, sendo invadida pelas sensações avassaladoras provocadas pelo sexo selvagem e aos poucos a sensação de dor começava a sumir, dando lugar ao tesão e o prazer que Morgana tanto ansiava por toda a sua vida.

    Por fim, a outrora garota se transformava em mulher nas mãos do lorde vampiro. Seus olhos sumiam de sua órbita e sua língua novamente fugia de dentro de sua boca, que se mantinha aberta de forma obscena. Os gemidos e lamúrios agora se transformavam em urros de prazer intensos, revelando o forte orgasmo que se formava. A cabeça de Morgana começava a formigar e ficar pesada, sua pele sentia calafrios e sua pelugem se ouriçava com a proximidade do clímax. Rugall ao perceber, montou por cima de Morgana e mordeu-lhe o pescoço. O grito de Morgana foi longo, carregado de toda a energia sexual que teve naquela noite e sua vagina ejaculava uma grande quantidade de seiva enquanto Rugall lhe sorvia os últimos goles que arrancaria de Morgana naquela noite, mantendo seu pênis completamente enterrado no anus dela. Ao terminar, Rugall soltou os cabelos de Morgana, que despencou sem forças no colchão. Em seguida se retirou de dentro dela, vislumbrando o pequeno e redondo quadril de Morgana. Seu sexo inchado minava o doce mel feminino e seu delicado cuzinho jazia prostrado, dilatado, pulsante e com uma pequena quantidade de sangue escorrendo de seu ínterim, devido à brutalidade que havia lhe sido imposta.

    Rugall: - Eu a condeno a uma vida ínfima de escravidão e devassidão. Teus pensamentos, teus anseios e teus desejos serão suprimidos ante a minha vontade e ao poder que lhe compele, graças ao meu sangue.

    Rugall sentenciava criatura exausta à sua frente com firmeza em sua voz, mas sem perceber que dentro de si uma força que se manteve dormente durante algum tempo observa atenta, contente com o que acontecera.
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    Mensagem por Askalians em Dom Mar 03, 2019 10:07 am


    ...

    D
    depois de muito tempo, finalmente Morgana realmente se cansou. Foi tudo muito exaustivo mas ela teve tudo o que quis com aquele que amava e estava entregue. Foi cansativo e ela acabou dormindo logo em seguida.

    Estava exausta, então dormiu profundamente por um dia inteiro. Não se importava de não ter ido trabalhar, só pensava em ir em sua casa, pegar o Pituco e levar ele para lá. Talvez ela não fosse mais morar naquele lugar, pois não queria sair ao lado daquele homem.

    Enquanto dormia, pensava também em seu amado. Pensava no que aquilo tudo tinha sido para ele e o que simbolizava para ele. Morgana agora sabia de muitas coisas mas parecia não ser o bastante o que ela sabia. Sentia que decisão saber mais e que precisava saber muito mais ainda

    Talvez Rugall contasse tudo para ela algum dia ou quem sabe ele a transformasse algum dia. Será que se ela pedisse isso, ele faria?

    Acordou na próxima noite, faminta porém bem descansada. Estava na cama de Rugall com ele ao seu lado. Aparentemente ainda não havia acordado então aproveitou para se aconchegar em seus braços fortes.




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    Mensagem por bahamut em Qua Mar 06, 2019 3:57 am

    Rugall acordou na noite seguinte. O cheiro do cabelo de Morgana inundava suas narinas e ao tomar consciência percebe que ela havia se aninhado em seus braços. Rugall então lembrava-se da noite anterior e da estranha relação que teve com a jovem. Rugall nunca sentiu tal sensações enquanto vampiro e ele achava isso deveras estranho. Estranho mas prazeroso. O corpo dela era quente e macio e Rugall acariciou um pouco a pele branca da moça enquanto se lembrava da noite anterior. Uma noite regada a sangue e fogo. Morgana ao perceber a mão de seu mestre percorrer seu corpo não consegue conter o seu corpo e rebola seu corpo docemente. O movimento da fêmea faz com que o cheiro do sangue que escorreu pelo traseiro ferido de Morgana chegasse às narinas do vampiro, arrancando um doce ronronar. Morgana abraçou o braço de Rugall e beijou sua mão, sedenta por carinho de seu senhor, mas Rugall não podia lhe dar o que ela queria no momento. Rugall então se ergueu, deixando apenas um beijo em seus lábios como despedida. Havia muito o que ser feito naquela noite e Morgana precisava descansar pois havia gasto muita energia e perdido uma quantia moderada de sangue.

    Rugall: - Descanse... Tenho muito o que fazer essa noite e você precisa se recuperar. Vá se alimentar e se cuidar. No final da noite eu a verei novamente.

    Rugall então ligou o chuveiro para lavar seu corpo. Morgana o seguiu até lá e abraçou-o por trás. O laço de sangue a deixou dócil e amável como um bichinho de estimação. A relação que tiveram na noite anterior firmou ainda mais a sensação dela e isso somado à aparência avassaladora de Rugall, deixaram a moça completamente entregue ao vampiro. Juntos eles se banharam trocando carícias junto da água que descia sob seus corpos. Rugall estava gostando de toda essa atenção da jovem e algo dentro dele o fazia ansiar pelo toque dela. Logo o banho acabara demorando mais do que deveria e Morgana desfalece em prazer nos braços de Rugall depois de ter sua intimidade explorada por ele enquanto trocavam beijos e outras carícias.

    No fundo da alma de Rugall, uma segunda personalidade se mantém vigilante enquanto Rugall e Morgana trocam carícias de volúpia juntos. Era Vriika que mantinha-se em silêncio, porém muito atenta. O sentimento que possuía pelo vampiro não havia diminuído através dos séculos e agora ela fazia parte dele para todo o sempre. Mas ao ver Morgana e como ela se assemelhava com o antigo corpo que Rugall conheceu como Vriika, ela usou o que conhece sobre o vampiro e a sua posição privilegiada dentro do vampiro para manipular seus sentidos e sensações a fim de dar experiências únicas para aquele Tzimisce que ela amou em segredo por tanto tempo. "Através de Morgana irei declarar meu amor ao meu Rugall, através de Morgana poderei dar a ele tudo aquilo que nunca poderia ter dado quando estive ao seu lado."

    Rugall carrega Morgana com o corpo molhado até sua cama, coloca uma toalha na mesma e deita a jovem sob a toalha. Então volta para pegar outra toalha para si. Uma vez seco e vestido Rugall sobe as escadas para fora de seu refúgio no galpão. Uma vez no galpão, espera pela chegada de May e Leila para verificar os detalhes do seu novo evento. Seu domínio começava a aumentar. Agora ele possui três servas e tem intenção de conseguir muitos mais para erguer seu império.
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    Mensagem por Askalians em Sex Mar 08, 2019 9:56 pm


    ...

    A
    jovem Morgana era gentil e dedicada. Rugall aprendeu que na noite passada Morgana iria sempre fazer tudo por ele e o colocaria sempre em primeiro lugar. Ela seria sempre a mulher que acordaria ao lado dele todas as noites e estaria disposta a satisfaze-lo a qualquer hora que quisesse, bastava apenas dizer.

    Durante o banho, os beijos e as carícias mostravam o que ela reservava para uma vida com o seu vampiro. Todos os dias seriam daquela forma ao lado dele e essa era a promessa de uma vida, mas agora, após o banho, ela precisava descansar um pouco. Em algumas horas ela iria buscar Pituco e abandonar de vez sua vida antiga e dar lugar a nova vida... Ao lado daquele q nutria tantos sentimentos. Nunca mais voltaria ao restaurante... Sua vida agora era aquele alto homem de cabelos compridos, que gentilmente a colocava na cama, mesmo de toalha, para que pudesse dormir um pouco mais..


    [. . .]


    Rugall procurava suas escravas no galpão e não as encontrava de forma alguma e aquilo era bem incomum, pois Leila e May sempre estavam ali, prontas para atender as necessidades ou ou o que ele desejar fazer com as duas.

    Infelizmente ou não, ele não tinha controle sobre o que suas escravas faziam ou onde elas iam. A situação chegava a soar como algo aflitivo e preocupante porque era um comportamento que fugia da normalidade. O que Rugall faria? Tentaria ir atrás das duas?




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    Mensagem por bahamut em Seg Mar 11, 2019 1:20 am

    Rugall estava no galpão mas mesmo depois de um tempo, nenhum sinal de May ou de Leila e isso não era comum. Em breve ele teria outra noite movimentada e precisava das duas.Ele não possuía meios para se comunicar com Leila, mas sabia aonde encontrar May. Então deixando Morgana no alçapão, Rugall partiu até a avenida, aonde pegou um taxi e partiu indo aos lugares onde May poderia estar. Seu apartamento, o bar que frequenta, a boite aonde seu ex tocaria essa noite e o quarteirão onde normalmente o fornecedor de drogas a encontra para marcarem as porcentagens pela exclusividade de fornecimento no galpão. Rugall não gosta de ter que ir atrás de servos e isso o deixa um pouco irritado. Depois de encontrá-la e repassar todos os dados importantes, ele irá puni-la.
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    Mensagem por Askalians em Qua Mar 13, 2019 8:31 am


    ...

    A
    situação do momento era bem inusitada. Será que algo havia acontecido? Isso nem passava pela cabeça de Rugall, por mais que fosse bem incomum não encontrar nenhuma das duas.

    Ele então resolve deixar Morgana dormindo e partiu atrás de May, pois era a única das duas que sabia como encontrar, apesar de não possuir meios para se comunicar nem com May e nem com Leila. Rugall pegou um taxi e partiu indo aos lugares onde May poderia estar. Seu apartamento, o bar que frequenta, a “boite” aonde seu ex tocaria essa noite e o quarteirão onde normalmente o fornecedor de drogas a encontra para marcarem as porcentagens pela exclusividade de fornecimento no galpão. Procurou mas não a viu em nenhum desses lugares. Onde será que poderia estar? Será que perguntaria para alguém sobre ela, pelo menos ao ex namorado.

    [...]

    O acidente pela manhã havia sido muito grave. Duas mulheres em uma moto colidiram com uma carreta de transporte de mercadorias. A motocicleta foi parar em baixo da carreta. Duas mulheres foram levadas para o hospital mais próximo, mas aparentemente uma não aguentou os ferimentos e faleceu pouco tempo depois que chegou ao hospital e a outra está na uti em estado grave, desacordada ainda.

    Provavelmente seria necessário agora uma grande mudança de planos, já que as duas estão fora de circulação um pouco.



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    Mensagem por bahamut em Sab Mar 16, 2019 3:01 am

    Rugall partiu em sua busca por May pela calada da noite. Ao chegar em seu apartamento notou que este estava vazio ao se aproximar usando seu dom de aguçar os sentidos. O silêncio dentro do apartamento era desconcertante, assim como o cheiro dela já estava um tanto "ralo". Em seguida foi até o bar que ela frequentava. Rugall permaneceu um pouco no lugar, observando o movimento enquanto procurava se manter recluso. Esconder sua aparência não era algo simples e ele recebeu atenção de homens e mulheres. Para ele a sedução era algo muito fácil e ele se aproveitou da situação para se alimentar um pouco. O bar possuía alguns cantos mais escuros e ele pôde se alimentar sem dificuldades enquanto beijava outras mulheres. Ele também se aproveitou da situação para convidar mais pessoas para o futuro evento em seu galpão. Era hora de aumentar a quantidade de rebanho. Em seguida Rugall foi até a boate aonde o ex de May estava tocando. O som era alucinante e o local era muito instigante. Rugall manteve a mesma postura que tomou no bar e esperou um intervalo para conversar com ele. May não estava em nenhum dos lugares e ele não havia visto ela desde a noite do último evento. Rugall aproveitou para firmar a próxima noite no galpão e em seguida foi à caça dentro da boate. Tantas pessoas se entregando aos seus instintos baixos, deixando-se levar pela musica e pela volúpia que banhava seus corpos. Tudo era apenas combustível para os desígnios do vampiro, que repetiu o ritual do beijo negro acompanhado dos convites para o futuro evento no galpão. Por último Rugall foi até o bairro que o traficante frequentava, não demorando muito para encontra-lo. Conversaram por alguns instantes sobre o evento, confirmando valores e datas. Por fim Rugall perguntou-lhe sobre May e este lhe falou algo sobre um acidente de moto que ele viu na TV. Ele não estava certo mas disse ter reconhecido Leila na foto do telejornal anunciando ela como morta e a outra moça estava no hospital em estado grave. Para Rugall aquela notícia não era nada boa e ele precisava ir no hospital para ver se May estava lá, mas como faria isso? Rugall fez o caminho de volta ao seu refúgio, sentando em sua cama ao lado de Morgana e pensou sobre o que havia escutado, procurando uma alternativa para confirmar a presença de May no hospital e qual era o estado dela.
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    Mensagem por Askalians em Seg Mar 18, 2019 11:12 pm


    ...

    N
    aquela noite, Rugall partiu em busca de May. Foi até seu apartamento e nada. Inclusive, o cheiro da garota era pouco, pois fazia tempo que a garota não devia aparecer ali. Em seguida foi até o bar que ela frequentava. Rugall permaneceu um pouco no lugar, observando o movimento enquanto procurava se manter recluso. O bar possuía alguns cantos mais escuros e ele pôde se alimentar sem dificuldades enquanto beijava outras mulheres. Ele também se aproveitou da situação para convidar mais pessoas para o futuro evento em seu galpão. Era hora de aumentar a quantidade de rebanho. Em seguida Rugall foi até a boate aonde o ex de May estava tocando. O som era alucinante e o local era muito instigante. Rugall manteve a mesma postura que tomou no bar e esperou um intervalo para conversar com ele. May não estava em nenhum dos lugares e ele não havia visto ela desde a noite do último evento.

    Onde estaria ela afinal? O que será que aconteceu?

    Rugall aproveitou para firmar a próxima noite no galpão e em seguida foi à caça dentro da boate. Tantas pessoas se entregando aos seus instintos baixos, deixando-se levar pela musica e pela volúpia que banhava seus corpos. Tudo era apenas combustível para os desígnios do vampiro, que repetiu o ritual do beijo negro acompanhado dos convites para o futuro evento no galpão.

    Por último Rugall foi até o bairro que o traficante frequentava, não demorando muito para encontra-lo. Conversaram por alguns instantes sobre o evento, confirmando valores e datas. Por fim Rugall perguntou-lhe sobre May e este lhe falou algo sobre um acidente de moto que ele viu na TV. Ele não estava certo mas disse ter reconhecido Leila na foto do telejornal anunciando ela como morta e a outra moça estava no hospital em estado grave. Para Rugall aquela notícia não era nada boa e ele precisava ir no hospital para ver se May estava lá, mas como faria isso? Rugall fez o caminho de volta ao seu refúgio, sentando em sua cama ao lado de Morgana e pensou sobre o que havia escutado, procurando uma alternativa para confirmar a presença de May no hospital e qual era o estado dela. Para Rugall aquela notícia não era nada boa e ele precisava ir no hospital para ver se May estava lá, mas como faria isso? Rugall fez o caminho de volta ao seu refúgio, sentando em sua cama ao lado de Morgana e pensou sobre o que havia escutado, procurando uma alternativa para confirmar a presença de May no hospital e qual era o estado dela.

    Sentado ao lado de Morgana, ela ainda dormia e descansava. Ela tinha apenas ido em sua casa pegar seu gato e traze-lo em uma espécie de bolsinha para gatos. Como Pituco era grudado com Morgana, pois havia adotado ele, não sairia ao lado de sua dona, então ficaria zanzando dentro do alçapão ou pelo galpão, bem perto  do alçapão.

    Rugall estava pensando em como confirmar como estava May sem acabar se expondo, mas não havia percebido que a solução estava bem ali na sua frente. Morgana poderia ir até o hospital pela manhã ou pela tarde para poder ver e conversar com ela, bastaria que Rugall pedisse, mas será que aquilo era o ideal a fazer? Será que não seria melhor que ele mesmo fosse lá?



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    Mensagem por bahamut em Sex Mar 22, 2019 1:53 am

    Rugall estava sentado em sua cama. May e Leila não iriam entrar pelo alçapão esta noite... Talvez nunca mais. Ele olhou para o alçapão pensando nas duas e então voltou o seu olhar para Morgana. Ela estava vestida e Rugall notou que havia uma outra presença ali. Morgana foi até sua casa buscar suas coisas e seu gato, tomando o refúgio do vampiro como seu novo lar. Isso poderia ser interessante. O seu apartamento poderia ser um ponto de apoio futuro. Sua respiração era calma e seu rosto exibia o sono dos anjos. Ele a admirou por um tempo e então como em um flash, Morgana pareceu estar diferente. A cama exibia os tecidos de outrora e a fina malha que cobria o corpo da bela mulher parecia ter saído de um sonho... Ele já havia presenciado aquela cena... Um deja vi... Sim! No passado quando esteve no quarto de... Vriika. Era como se as duas fossem a mesma pessoa naquele momento. Rugall admirou toda a sua beleza e como o tecido branco e semi transparente lhe acariciava a pele, deixando transparecer as suas curvas e volumes, linda e sensual. O vampiro estava fora de si. Dentro de seu âmago, sua senhoria que agora habitava na psique do vampiro manipulava a situação para que ele se entregasse à ilusão e sentisse essas emoções tão... vivas, impossíveis para um vampiro sentir. Mas ele sentiu.

    Rugall a admirou por um tempo soltando um suspiro profundo. Em seguida ele se prostrou sobre o corpo dela e beijou sua boca quente e doce. O aroma da pele dela inundava as narinas do Tzimisce e ele se entregou para o beijo, alcançando a cintura dela com uma das mãos e o rosto com a outra.

    "Morgana... minha doce Vriika".

    A mente de Rugall confundia o que é e o que foi, instigada pela sua mestra que puxava as cordas da situação e deixava o vampiro à mercê de seus sentimentos.
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    Rugall Saavick - Página 2 Empty Re: Rugall Saavick

    Mensagem por Askalians em Qua Mar 27, 2019 8:16 am


    ...

    M
    organa estava cochilando um pouco na cama quando Rugall retornou. Ele se sentou na cama e ficou por algum tempo perdido em seus pensamentos por conta do que havia acontecido com May e Leila. Estava preocupado, tanto que demorou para perceber que havia um gato zanzando pelo local. Era Pituco, o gato que Morgana havia trazido consigo de seu apartamento.

    Deitada naquela cama, Morgana tinha sonhos gostosos e calientes com seu amado Rugall, que parecia que via Vriika nela, como se fosse uma única pessoa. Ele ficava fora de si que até suspirava, pois não era mesmo do seu feitio fazer isso. Dentro de seu âmago, sua senhoria que agora habitava na psique do vampiro manipulava a situação para que ele se entregasse à ilusão e sentisse essas emoções tão... vivas, impossíveis para um vampiro sentir. Mas ele sentiu.

    Em seguida ele se prostrou sobre o corpo dela e beijou sua boca quente e doce. O aroma da pele dela inundava as narinas do Tzimisce e ele se entregou para o beijo, alcançando a cintura dela com uma das mãos e o rosto com a outra.

    Morgana acabou acordando com aquele delicioso beijo que recebera e sorriu quando viu seu amado na cama ali junto com ela.

    "Morgana... minha doce Vriika".- pensava ele.

    A mente de Rugall confundia o que é e o que foi, instigada pela sua mestra que puxava as cordas da situação e deixava o vampiro à mercê de seus sentimentos.

    Vendo seu vampiro amado junto com ela, Morgana se levantou um pouco da cama e pegou sua necessaire na cabeceira da cama. De dentro daquilo, ela retirou algo, antes de devolver a necessaire para a cabeceira. Ela retirou uma lâmina de gilete ali de dentro e mostrou para ele sorridente. Ela então colocou aquela lamina na sua boca e partiu para beijar mais um pouco o seu amado.

    Enquanto aquele momento era embalado com um gostoso romance, um gatinho miava por ali e pulava na cama, se ajeitando sobre uma das travesseiras naquela bela e espaçosa cama.




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    Rugall Saavick - Página 2 Empty Re: Rugall Saavick

    Mensagem por bahamut em Dom Mar 31, 2019 4:57 pm

    O beijo acordou Morgana que recebeu Rugall em seus braços e lábios. Mas o beijo durou pouco quando Morgana se ergueu e buscou algo dentro de sua necessaire. Quando ela voltou sua atenção para o vampiro, ela carregava um lindo sorriso no rosto e uma lamina de gillette nas mãos. Então ela abre a boca de forma sensual, colocando a lingua para fora e pousando a gillette na mesma e pisca para Rugall. Rugall então toma a língua dela com sua boca e trocam um beijo cheio de volúpia e sangue. A dor incomodou Morgana no início mas a sensação de ter seu sangue sugado fez a dor desaparecer e surgir prazer no beijo e em seu sexo. O sangue de Rugall também atingia os lábios e garganta da bela garota intensificando o prazer que ela sentia. Morgana gemia deliciosamente no beijo de Rugall e seus olhos viravam em sua órbita enquanto a gilete abria fendas em sua língua e boca. Rugall gostou daquela sensação e de como Morgana sentia prazer com aquilo, então ele interrompeu o beijo e retirou a gilete de suas bocas. Morgana estava deitada na cama, arfando e com sangue escorrendo dos cortes em sua boca. Rugall usou a Gilete para abrir a roupa dela, mostrando a linda e sedosa pele branca, os belos seios e as suaves curvas que Rugall tanto gostava. Então ele preparou a Gilete e fez um corte na barriga de Morgana. O gemido de dor que saiu de sua boca se transformou em prazer quando Rugall lambeu o sangue que transbordava do ferimento. Rugall repetiu o corte na barriga mais duas vezes e se deliciou com o orgasmo que atingiu sua serva. Sua intimidade inundava com gozo e o bico de seus seios ficava deliciosamente rígido. Rugall continuou cortando Morgana nas pernas e em seguida nos seios, lambendo os ferimentos e arrancando mais um orgasmo doloroso e intenso da humana. Seu corpo e sua boca repletos de cortes minavam sangue mas Morgana estava estasiada, sentindo prazer no lugar da dor. Rugall então virou Morgana, deixando seu rosto apoiado na cama e seu quadril erguido e exposto. Rugall lambeu sua intimidade desde o clitóris até o ânus e depois introduziu o penis já enrijecido em sua vagina. Morgana deu um longo gemido de prazer arqueando as costas e Rugall se aproveitou para agarrar-lhe os cabelos e puxou-a para si enquanto começava a estocá-la com seu membro. O esconderijo de Rugall agora era embalado com o som que emanava de Morgana, gemendo incessantemente com as investidas do vampiro. Esse dominava a situação controlando os movimentos e a posição de sua serva do jeito que queria. Depois que Morgana teve seu terceiro orgasmo, Rugall cortou-lhe as costas com a Gilete e lambeu os ferimentos enquanto fodia sua serva, que delirou com o prazer dolorido que aprendeu a gostar. Rugall continuou cortando-lhe as costas e as nádegas, provocando um quarto orgasmo na jovem. Morgana parecia exausta e Rugall deixou a lamina de lado. Com sua língua ele lambeu todos os ferimentos, incluindo os da boca, para que estes fechassem, curando sua serva que jazia prostrada na cama. Então Rugall usou o seu don do sangue e manipulou seu próprio corpo, criando um segundo pênis, identico ao primeiro e se projetando logo acima do original. Agora Rugall possuía dois penis rijos enquanto olhava para o quadril exposto de Morgana. Então ele se posicionou atrás dela alcançou os cabelos dela mais uma vez e a puxou com força para trás, estocando-a de uma vez com os dois pênis, um na vagina e outro no ânus. Morgana urrou de dor com a penetração abrupta em seu traseiro mas Rugall não se importou e a estocou com força e violência em ambos os buracos. Morgana urrava a cada estocada, sentindo os dois mastros de seu lorde abrirem caminho vorazmente em suas carnes... E isso era muito bom. A dor que sentia arrepiava-lhe toda a bunda, subindo os arrepios pela coluna e atingindo sua cabeça, lhe fazendo sentir algo único em se corpo. Logo toda a dor havia sumido, dando lugar a um prazer intenso em seus dois oríficios. Seus urros se intensificavam e seu quadril mechia incessantemente junto com as estocadas do vampiro, até que o último orgasmo veio. O corpo todo da jovem tremeu, seu ânus e vagina apertavam os falos de Rugall e seus lábios gritavam um longo e voluptuoso gemido orgásmico que terminou por lhe esgotar as energias. Rugall havia gozado também, pois havia aprendido a apreciar essa sensação dentro de uma fêmea. Ao retirar seus membros, pôde vislumbrar os orifícios de Morgana abertos e pulsando enquanto o seu sêmem estéril escorria de dentro de ambos os túneis que Rugall criou.

    Rugall se recompôs e esperou a noite terminar para acordar sua serva novamente. Dessa vez com uma missão. Ela teria que procurar sua carniçal, May, que provavelmente estaria em estado grave no hospital. Morgana teria que saber o estado atual dela e o que havia acontecido. Confirmar a morte de Leila e descobrir quanto tempo demoraria para May se recuperar. Se ela estiver acordada, Rugall precisa dos contatos dela para seguir seus planos.
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