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    Milena de Carnage

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    Askalians
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    Milena de Carnage

    Mensagem por Askalians em Qui Jan 10, 2019 2:52 pm


    Day 1




    A
     noite era de lua cheia, bem alta e clara em pleno verão. Eram 19:00 e ainda havia uma imensa quantidade de pessoas andando pelas ruas, como se aquela cidade jamais parasse. Luminosos piscavam, música ecoava no ar, instrumentos rugindo e o falatório sem fim de pessoas era o que diariamente ecoava pelas ruas da cidade. Lojas, armazéns, bares, clubes, padarias... tudo quanto era comércio ainda estava aberto naquele horário e não precisava nem ser alta estação ou período de férias para tal. Sempre cheia de visitantes e moradores locais, as ruas estreitas não tinham descanso nunca. Os bares e casas noturnas trabalhavam já a toda velocidade naquela hora da noite na Bourbon St.

    Ainda nem era Mardi Gras e a cidade já estava ceia de pessoas e tudo funcionava a pleno vapor.

    A cidade também possuía outros tipos de atrações apreciados por muitas pessoas: a comida creoule, procurada por muitos. A fama do famoso Gumbo, Po Boy's, Jambalaya e Beignets havia cruzado o país e agora muitas pessoas desbravavam a noite da cidade procurando por algum desses práticos típicos e um bom drink para beber em meio à toda aquela agitação, música e show de luzes.

    A medida que as pessoas andavam pela cidade, os diferentes cheiros iam atraindo pessoas para as diversas diversões que poderiam imaginar, desde a comida, desde os drinks exóticos, desde as belas mulheres até o cheiro de produtos e frutos do mar frescos que vinham do grande mercado da cidade.

    Boatos do ocorrido cruzaram o país para todos os povos, desde humanos, vampiros, lobisomens e bruxos, o que acabou trazendo alguns curiosos à cidade. Para outros, nada havia mudado significativamente em suas vidas e nisso se encontra a vampira Milena.






    Lady of Carnage
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    Re: Milena de Carnage

    Mensagem por Lady of Carnage em Qui Jan 10, 2019 7:50 pm

    Logo ao cair da noite, quando Milena se encontrava num estado de letargia próximo do despertar, o som de cinco batidas abafadas na porta de madeira ecoou pelo quarto luxuoso do Bourbon Orleans Hotel. Era o sinal combinado entre a vampira e sua carniçal, despertando a imortal para mais uma dentre as inúmeras noites que ainda lhe restavam de existência. Se desenrolando do manto de sombras onde costuma dormir, Milena atravessou rapidamente o quarto às escuras, destrancando a porta e permitindo que sua serva entrasse. Depois acendeu as luzes.

    Tinha que admitir que não estava totalmente satisfeita com o Bourbon Hotel. Sendo que tinha sido parte da corte de dois dos mais aclamados reis da dinastia Bourbon, e inclusive conhecido o último remanescente da nobre família - o Rei Juan Carlos I, do que resta hoje da Espanha, Milena esperava luxo condizente com sua posição e com a realeza evocada pelo nome do estabelecimento. Para seu desgosto, o que os americanos chamam “luxo” é apenas uma série de quadros anônimos nas paredes, emoldurados por madeira pintada de dourado, tapetes de pele falsa e um lustre central com velas de imitação. Pelo menos a gerência tinha atendido seu pedido por grossas cortinas de veludo negro nas janelas; contudo, para aumentar ainda mais sua ira, tinham se esquecido de suprimir os espelhos do quarto - coisa que Ivana logo resolvera com um par de panos pretos que ela arranjou sabe-se lá onde. De fato, os tempos tinham mudado.

    Ivana, sua serviçal, seguia fielmente suas ordens; isso era um alívio. Naquela noite, assim como nas outras, ela mal entrara no quarto e já estava diligentemente trocando as flores da mesa de centro por damas da noite recém-cortadas. Milena se sentou confortavelmente em um camafeu Luís XV aos pés da cama, a única peça legítima naquele quarto de luxo duvidoso, e observou criticamente enquanto sua serva abria as cortinas das amplas janelas de vidro, revelando a noite luminosa de Nova Orleães.

     -  Termine logo com isso e venha cá, disse a vampira, passando as longas mãos geladas pelos cabelos.

    Milena deixou então que a carniçal procedesse com os preparativos de todas as noites: pentear e maquiar a ama, com muito cuidado e esmero, e também separar roupas adequadas ao clima no mundo exterior.

     -  Hoje devo explorar Nova Orleães, falou com seu inglês quase perfeito, ao que a serva acedeu em silêncio, dando os últimos retoques nos cachos escuros de Milena. -  Traga-me a Zibelina. Não estou certa de que essa cidade merece o Vison.

    A serva pareceu hesitante, dando uma olhada para a janela e para a noite clara, mas a Duquesa de Carnage não tinha tempo, ou paciência, ou vontade de esperar. Segurou a mulher pelo queixo, forçando-a a olhar para si.

     -  Faça o que eu disse, sibilou com um tom de voz perigoso.

    Ivana não era tola a ponto de negar-lhe qualquer desejo, e logo pinçava do grande baú de viagem uma glamurosa pele, escura como a noite, além de um belo vestido azul-da-prússia e sapatos de salto combinando. Enquanto isso, Milena se ocupava da caixa de jóias na mesa de cabeceira, apreciando enfiar os dedos entre a prata e o ouro que tinha conseguido “coletar” ao longo dos séculos. Acabou por se decidir por um simples conjunto de prata e opala negra. Depois permitiu que Ivana a despisse e vestisse, tudo num silêncio sepulcral. Quando a serva se afastou para observar sua obra, Milena afetou um sorriso coquete e perguntou, com um tom de voz que não deixava dúvidas sobre qual deveria ser a resposta:

     -  Suis-je belle?

     -  Trés belle, duchesse, respondeu Ivana, baixando os olhos com humildade em seguida.

     -  Boa menina, Milena lhe deu uns tapinhas carinhosos na bochecha, -  Hoje não sairei de carro. Fique aqui protegendo as jóias e espere meu retorno, ao que a mulher assentiu em silêncio.

    Milena pegou sua bolsa e saiu, se enrolando elegantemente na zibelina. Desceu pelas escadas, pois não confiava naquelas modernas caixas de metal - os elevadores - e preferia não usá-los, se pudesse evitar. Passou rápido pelo saguão, que por sorte era todo de vidro e madeira e não tinha espelhos, e logo estava numa avenida movimentada, no centro do Bairro Francês. Haviam algumas centenas de bares, restaurantes abriam suas portas, carros passavam rugindo para lá e para cá, e havia humanos por todos os lados. Os postes eram interligados por pequenas luminárias coloridas e, em resumo, havia barulho e movimento por todo o lugar. Isso era um pouco demais para a mente arcaica de Milena, então ela tentou se afastar de todo aquele caos o mais rápido possível, andando rápida e majestosamente pela calçada, sem rumo.

    Andou até que o único barulho que ela ouvisse fosse o som de seus saltos no concreto e o rumor da área mais badalada da cidade à distância. Parou por um segundo para olhar as horas no relógio de bolso - eram quase oito da noite. E então voltou a andar, dessa vez mais atenta, procurando algum lugar onde pudesse se alimentar ou alguém que parecesse apetitoso - ou seja, algum humano limpo e bem vestido.
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    Re: Milena de Carnage

    Mensagem por Askalians em Sab Jan 12, 2019 2:36 am


    ...

    P
    ara Milena, o luxo da atualidade era algo que não lhe apetecia muito e seu saudosismo cada vez mais falava mais alto. Será que mediante às suas vontades não poderia deixar seus aposentos mais 'a sua cara'? Sua serviçal já havia feito bastante mas, se quisesse mais ela estava alí para isso se não, para quer ter Ivana?

    Ivana a maquiou, vestiu e penteou a deixando preparada para a noite, como uma perfeita dama e então partiu de seu quarto no hotel.

    Por onde passava, Milena atraia bastante atenção, desde o fato de descer as escadas do hotel, com graça e leveza, passar pelos corredores deslizando sob o carpete vermelho do lugar até a porta de entrada. Não havia uma pessoa que não olhava para a bela dama em seus trajes naquele noite.

    Seu alvo era uma das ruas mais agitadas do quarteirão francês, porém o lugar estava agitado e nas ruas havia um grande vai e vêm de pessoas, pois havia acontecido um acidente há pouco tempo e no local ainda haviam bastantes feridos. Ambulâncias iam e viam e havia policiais e até mesmo detetives por todo o lugar. Pessoas eram questionadas, afinal não era tão comum de acontecer no meio da noite a explosão de um carro no local.


    O veículo ainda se encontrava no meio da rua, mas pelo menos não estava mais em chamas. Vidraças de lojas de restaurantes tinham sido destruídas com aquela explosão, mas pelo menos naquele momento, as pessoas começavam a voltar a trabalhar após o ocorrido. Ainda havia certo movimento nas ruas, mas tanto as lojas quanto os restaurantes estavam voltando as atividades, varrendo suas portas e interiores para recolher tudo quanto foi vidro quebrado e vamos seguir a noite, afinal o carnaval não pode parar...

    Andando pelas ruas, Milena estava com fome e procurava alguém. Não conseguia perder velhos hábitos, mas sabia que se quisesse conseguir comida, deveria ir até o Banco de Sangue da cidade fazer suas compras e ele não se localizava naquela região, mas sim do outro lado daquele bairro. Haviam bastante pessoas na rua, mas também autoridades policiais, onde talvez poderia haver algum outro neófito escondido entre os humanos. Será que Milena arriscaria caçar ou iria ao Banco de Sangue como mandam as regras, que ela conhecia muito bem por morar naquela cidade há algum tempo?





    Lady of Carnage
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    Re: Milena de Carnage

    Mensagem por Lady of Carnage em Sab Jan 12, 2019 2:22 pm

    Virando numa rua lateral mais vazia e tranquila do que a avenida movimentada onde o hotel ficava, Milena parou por alguns minutos para considerar suas possibilidades. Agora que estava no meio do movimento da cidade, a lembrança súbita das regras de alimentação em Nova Orleães lhe ocorria. Isso era algo que nunca poderia entender: como criaturas de majestade e poder, seres de sangue por vezes tão nobre quanto o seu, poderiam se rebaixar a tomar sangue gelado, insosso, que vinha de saquinhos de plástico? Era absurdo, ultrajante, humilhante! O que esperavam que ela fizesse - que lotasse o frigobar do hotel de pacotes de A+ ou O- ou o que fosse, e aquecesse tudo naquelas caixinhas de metal que hoje fazem as vezes de forno? Que se alimentasse de sua carniçal até a exaustão da pobre maldita? Não, não, isso nunca, isso jamais! Não se rebaixaria a tal ponto, como um ralé ou um rato de esgoto, não ela!

    Mas era bem verdade que isso acrescentava um nível de tensão a mais ao processo de se alimentar; ela teria que ser cuidadosa ao caçar. Talvez ainda fosse muito cedo na noite, e talvez fosse arriscado procurar alguém pelas ruas - teria que ser sutil. Embora não se sentisse de maneira alguma obrigada a seguir as regras daquele grupelho de vampiros da Camarilla, sabia que não tinha os números suficientes para fazer uma oposição consistente ao status quo, e também não estava interessada - ainda - em começar uma guerra.

    Tudo isso passou rapidamente pelo cérebro de Milena durante os cinco minutos que a vampira ficou parada na esquina acariciando distraidamente sua zibelina, e lhe deu um estranho senso de propósito. Não podia suportar os entraves à sua vontade, à sua ação livre -  que nada mais era do que o justo frente ao poder que detinha. Respeitar os humanos parecia algo tolo, simplório, limitado; não era assim que ela tinha sobrevivido mais de duzentos anos no velho continente. De que lhe adiantava uma vida eterna de regras e entraves? Em poucos segundos, estava decidida: mais tarde, quando a noite já estivesse avançada e o jovem rebanho estivesse se sentindo seguro nas ruas, encontraria um alvo adequado e se alimentaria. Mas antes…

    Antes, ela sentia, tinha que voltar. Passara rapidamente pela bagunça de barulhos e gentes, ansiosa por se apartar do caos, mas sentia agora que tinha deixado passar algo importante. Tinha acontecido um acidente por ali, ou algo assim, e Milena sentia agora que algo interessante talvez jazesse nas cinzas. Sem pressa, a imortal começa a fazer o caminho de volta para a avenida principal do Bairro Francês, andando elegantemente pelas calçadas, como se fosse a dona absoluta daquelas ruas. Sentia os olhares do rebanho quando passava, e era bom mesmo que olhassem e vissem sua magnificência, mas não se dignava a baixar o olhar a qualquer humano que fosse. Com o canto dos olhos, porém, estava atenta para a aparição de outros da sua espécie. Nunca era demais se prevenir.

    Mais rápido do que ela esperava, estava de volta à cena do acidente. Agora via mais claramente o carro despedaçado, em cinzas, e os restolhos de metal retorcido e carbonizado espalhados num raio de mais de cem metros. Não parecia ter sido um acidente - de fato, parecia mais algo como uma explosão, tinha muitas vezes visto cenas assim durante a Guerra (alguma das guerras, já nem se lembrava mais qual… Ah, os bons e velhos tempos!). O lugar todo emanava um cheiro adocicado de sangue, fogo, cinza e suor. Sentia o fedor do medo e da apreensão do rebanho que ali se reunia - muito embora agora já tivesse muito menos gente na rua. A maioria dos curiosos já tinha tirado fotos com suas detestáveis maquininhas portáteis e partido para a próxima, e ela podia ver que os lojistas varriam as calçadas e colocavam os negócios para funcionar de novo.

    Lenta e discretamente como um gato angorá, procurando os lugares mais vazios ao longo da calçada, Milena foi se aproximando da cena. Podia ver uma ambulância, alguns carros de polícia, policiais e bombeiros fardados andando pelo local como um bando de formigas multicoloridas. Sentia que não ia ser tão fácil assim se aproximar do carro. Se encostou à parede de uma loja que ainda não parecia ter reaberto, aproveitando o toldo que jogava mais sombras sobre o local - as ruas de Nova Orleães eram tão claras! Não que isso fosse um problema para ela - sem maiores delongas, manipulou sutilmente as sombras, apenas aumentando um pouco a escuridão ao seu redor e jogando contrastes no seu rosto, para que parecesse mais misteriosa e para que ninguém reparasse no seu olhar atento. E ali esperou.

    Esperou até que algum bombeiro ou policial se separasse do grupo. Por longos minutos, só o que pode fazer foi ficar imóvel, olhando atentamente, esperando que alguém interessante se aproximasse. Sua paciência, contudo, não foi em vão - logo um jovem policial se afastava do grupo para fazer algo em sua maquininha pessoal, aquele era o momento! Milena cobriu em silêncio a distância de meia dúzia de passos que a separava do policial ao celular, puxando de dentro da bolsa uma longa piteira vermelha com uma cigarrilha belga na ponta. O homem não pareceu perceber sua aproximação, então a vampira parou a menos de um passo de distância, a piteira apoiada nos lábios, e afetou procurar algo na bolsa por alguns segundos. Com um suspiro de frustração, ela se voltou para o policial e deu um sorriso tímido.

     -  Com licença, officiel… Você tem fogo? e mostrou a cigarrilha apagada.  -  Que noite quente, não é mesmo?! O que aconteceu por aqui?

    Milena tomou o cuidado de não parecer interessada demais e afetou ao máximo possível uma polida timidez. Isso não costumava falhar, principalmente com homens.
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    Re: Milena de Carnage

    Mensagem por Askalians em Qui Jan 17, 2019 1:09 pm


    ...

    M
    ilena era bastante prudente com suas ações e água com cautela. Ela pensava bastante e arquitetava cada passo em sua mente, de forma a não ter problemas com as suas atitudes, afinal não sabia onde estava pisando, ainda mais se era terreno humano ou imortal como o dela.

    Em meio aquele caos do distrito Francês, quando curiosidade aflorou, de forma que achava que tinha deixado escapar alguma coisa em meio aquela cena do acidente. Todos aqueles cheiros de morte, sangue e cinzas aguçavam o seu paladar. Ela queria analisar melhor aquela cena e do jeito que ela era, com certeza faria um análise melhor que a da maioria dos policiais que estavam por ali, salvo um outro ou outro vampiro que se encontrava no local.

    Com cautela, ela escondeu-se o suficiente nas sombras para conseguir conversar com um policial que estava por ali. Inicialmente iria pedir fogo para acender sua cigarrilha e ai aproveitaria a situação para manter uma boa conversa.
    Rapidamente o policial pegou um isqueiro Zippo meio que sem tirar os olhos de sua caderneta. Não podia deixar de escrever nenhum detalhe e nada do que tinha apurado daquela situação. Planejava que o seu relatório fosse o melhor e mais completo ainda mais no que dizia respeito das informações com a maior quantidade de pessoas daquela região. Possivelmente aquele fato iria lhe garantir bons comentários e recomendações de seu chefe. Mais relatórios daquele e teria uma promoção para detetive em vista.
    Vendo que o policial não pretendia acender a cigarrilha para ela, Milena teve que pegar aquele estranho zippo e fazer aquilo por ela mesma, por mais que não gostasse nada daquilo, o fez.

    - As noites nessa época são quentes mesmo. Não mais quente do que este incêndio criminoso e totalmente premeditado. Algumas pessoas viram um grupo de pessoas encapuzadas trazendo o carro, jogando gasolina nele e depois ateando fogo. Algumas pessoas acham havia alguém trancado no porta-malas do carro, pois quando começou a pegar fogo, ouviram alguém gritando, mas o intervalo entre o fogo e a explosão foi pequeno, então muitas pessoas ficaram tristes por não terem conseguido ajudar em nada.

    Milena tinha se preocupado em não parecer curiosa demais, então afetou com o máximo de uma polida timidez pois isso não falhava com os homens, nem com aquele humano, que tirou seus olhos da caderneta para finalmente olhar para a mulher com quem conversava. Parecia que o que a vampira havia feito tirou o policial foi transe hipnótico de seu trabalho, em busca de querer ser sempre o mais perfeito, o melhor.

    Sem perceber muito que havia dito bastante coisa para aquela mulher desconhecida para ele, o policial foi gentil em cumprimenta-la.

    - Boa noite senhorita. Em que posso ajuda-la?
    Ele não podia ver Milena muito bem, mas o que via era bem agradável as suas vistas.





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      Data/hora atual: Ter Jan 22, 2019 4:10 am