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Ato I: Uma Nova Comitiva

Elminster Aumar
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Mensagem por Elminster Aumar em Qua Abr 03, 2019 12:33 am


Ato I: Uma Nova Comitiva

Os preparativos para a grande celebração começaram desde as primeiras horas matinais em frente ao Palácio Real do Rei Bard. O exuberante jardim foi decorado e organizado para receber muitos povos das Terras Ermas e além, que vinham de longe para celebrar a retomada de Erebor das garras de Smaug. Já faziam cinco anos desde que Bard acertou a flechada derradeira no dragão, mas as histórias desse grande feito continuavam a ser recontadas com empolgação.

Muita coisa mudou de lá para cá. Valle, com a ajuda dos habilidosos anões, começou a ser reconstruída com o propósito de atingir seu antigo esplendor. Muralhas e campanários foram restaurados, e com o florescimento do comércio e mais dinheiro circulando, obras de grande magnitude são iniciadas todos os meses.  

Embora as celebrações ocorressem por toda a cidade, o grande foco estava nas dependências do Rei Bard, cujos os convidados mais ilustres foram reunidos ao redor da grande fonte que comemorava a Queda de Smaug.  Entre eles estavam Daín, o Quinto Rei sob a Montanha, alguns antigos membros da comitiva de Thorin Escudo de Carvalho e elfos representantes do Rei Thranduil. A presença de Bilbo Bolseiro foi bastante sentida; Bilbo, alegando problemas pessoais, deixou que Robert - um hobbit que vivia próximo da sua casa - fosse para o evento em seu lugar.

Se aquilo fosse um jogo de sorte, Robert Sapateiro teria tirado a grande mão da sua vida. Apaixonado pelas histórias que Bilbo contava, uma coragem que ele nunca imaginaria ter se acendeu sobre si. Largando tudo para trás, Robert viajou por milhas de distância, do humilde Condado até as longínquas Terras Ermas, e como recompensa, ele agora se via ao lado de anões, elfos e de Bard, o Matador de Dragão.

Também presente na celebração, Badur veio acompanhado de seu pai, Bombur, ninguém mais ninguém menos que um dos membros que acompanharam Thorin em sua famosa jornada. Muito requisitado em comparecer a esses grandes eventos, Bombur dificilmente negava um convite, principalmente quando havia a promessa de ter muita comida para saborear. Bafur, que havia passado uma temporada longe de casa, buscando se aperfeiçoar junto com o beornings, resolveu deixar um pouco de lado os seus problemas no passado que o fizeram sair de casa e resolveu comparecer à celebração, mas não sem antes de chamar alguns amigos, como por exemplo Lofarr Barbalonga, grande entusiasta da comitiva de Thorin. Aquela poderia ser sem sombra de dúvida uma oportunidade única deles fazerem o seu próprio nome.

Lofarr, amigo de Badur, havia ajudado na reconstrução de Valle. Ele, inclusive, se recorda com orgulho que ajudou a construir muitas das colunas de mármore que havia no Palácio Real e que agora estavam diante de si refletindo o brilho do sol. O próprio Rei Bard havia o cumprimentado, citando o seu “imensurável e valoroso” trabalho.

Os homens e os anões eram a maioria de longe, mas alguns elfos também vieram para a festa. Na ausência de Thranduil, o Rei Élfico enviou alguns representantes, entre eles, Guilin, um jovem de sua raça. A atitude do Rei Élfico não foi bem vista por Bard e Daín - embora eles evitassem de traduzir os seus sentimentos em palavras, era notório pelas suas expressões. Thranduil não estava, afinal, prestigiando aquele grande marco nas Terras Ermas. Guilin, que não tinha nada a ver com aquilo, poderia aproveitar a visita à Valle de várias formas, seja apenas para se divertir ou buscar algum propósito maior em sua vida.  

Com todos reunidos ao redor da bela fonte, Rei Bard discursava:    

- Hoje fazem exatos cinco invernos em que o Mal foi expurgado. Os nossos reinos, aos poucos, voltam a prosperar como outrora. Valle, de uma cidade arruinada, ergue-se novamente de pé. E eu devo isso muito ao Rei Daín e à todos os anões que colocaram o seu conhecimento e habilidade no manuseio com pedras à serviço da cidade.

Era final do dia, e o sol estava se pondo no horizonte.

- Porém - o Rei Bard fez uma breve pausa, assumindo uma expressão carregada que atraiu a atenção de todos. - Devo alertá-los que nem tudo são flores. Há muitos outros perigos nesse mundo, o Mal, assim como foi embora, pode ressurgir a qualquer momento. Nunca é tarde recordar que vivíamos a nossa época de ouro, livre de quaisquer preocupações, quando Smaug apareceu e acabou com tudo que havíamos construído. - Ele fez uma nova pausa, mirando cada um dos presentes no olhar. - Boatos começaram a correr entre os homens da floresta que a Floresta das Trevas está abrigando uma criatura peculiar, sorrateira, que age durante a noite. Estamos falando de um fantasma. - (Há! Bobagem, fantasmas não existem” - gritou um anão, que possivelmente já estava alcoolizado.) - Ninguém acreditava na existência de dragões até as asas de Smaug encobrirem o céu - retrucou Bard, carrancudo. - Todo cuidado nunca é demais. Eu gostaria de aproveitar a presença de todos para que possamos discutir sobre a junção de uma nova comitiva, que será encarregada de averiguar a veracidade dessas histórias e a combater seja lá o que for que esteja aterrorizando os homens da floresta.

Um debate de muitas vozes começou após as palavras do Rei Bard. Bafur, de pé ao lado de Lofarr, recebeu uma cotovelada de seu pai. Bombur estava ainda com resquícios de carne na boca ao comentar que Bafur poderia assumir aquela expedição. Entre os elfos, nenhum parecia muito interessado em se manifestar favorável a se juntar nessa comitiva, mas especialmente Guilin sabia que se nenhum elfo fosse, aquilo poderia se voltar contra eles futuramente. E Robert, o único hobbit presente, assistia a tudo maravilhado, sem acreditar que estava no meio de uma reunião com pessoas tão formidáveis e dispostas a se arriscar para um bem maior.      




OFF-GAME:
Este é o início do nosso joguinho. Aproveitem o post inicial para trabalharem os seus personagens, entrar em sua pele e ver o mundo sob a sua perspectiva. Aproveitei o post inicial para ambientá-los à Terra Média, por mais que todos vocês a conheçam bem, é bom dar uma relembrada de como está o cenário no ano atual. Fiquem a vontade para narrar as ações dos seus personagens no decorrer das comemorações até o momento atual, com o questionamento do Rei Bard sobre a formação de uma nova comitiva.
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Mensagem por Gelatto em Sex Abr 05, 2019 11:44 pm



Lofar Barbalonga
Ato I: Uma Nova Comitiva 7f3e65224cafb39a3fdc58278fb4e851

Cinco anos atrás...

Quando as notícias da queda de Smaug chegaram aos anões das Colinas de Ferro, a esperança de retorno ao lar se ascendeu nos anões refugiados de Erebor e seus descendentes. Há 172 anos atrás Smaug tomou Erebor e os anões sobreviventes se espalharam pela Terra-Média, indo viver com seus primos distantes ou fundando outras comunidades. Mas hoje, com a queda do dragão, um lar foi recuperado. Mas não seria fácil reivindicá-lo.

Dáin Pé-de-Ferro organizou um exército de anões das Colinas de Ferro e anões de Erebor refugiados que desejavam lutar pelo seu antigo lar. E Lofarr Barbalonga era um destes soldados. Os acontecimentos da Guerra dos Cinco Exércitos foi uma grande batalha pela posse de Erebor entre anões, elfos, humanos contra goblins e wargs. Aliados inusitados e grandes sacrifícios marcaram esta guerra que finalmente permitiu que os anões da Montanha Solitária, antes espalhados, pudessem retornar para seu lar.

Hoje...

Cinco anos após o retorno ao lar, Erebor dos anões e as cidades de Vale e do Lago dos humanos são reconstruídos de forma esplendorosa, reanimando o comércio e a segurança da região. Erebor se tornou novamente um bastião nas Terras Ermas para o Povo Livre.

Lofarr trabalhou nestes cinco anos na reconstrução de Vale. Visitou poucas vezes Erebor, e menos ainda seu interior, e a cada visita ficava maravilhado com sua beleza que só ouvia em histórias, afinal, o jovem anão nasceu em uma época muito após a queda de Erebor. Junto com vários anões se estabeleceu nos pés da montanha, fazendo parte dos construtores locais. Apesar de um bom construtor e animado para o trabalho, Lofarr almejava seguir os passos do pai e se tornar um explorador conhecido e, quem sabe, conseguir um lugar dentro de Erebor. E esta chance chegaria hoje.

Um festival foi preparado em Vale em comemoração aos cinco anos da queda de Smaug e reconstrução do reino de Vale e de Erebor. Entre os covidados estavam alguns membros da Companhia de Thorin, responsáveis por este feito. Apesar de ter conhecido alguns deles nestes anos, Lofarr sempre demonstrava sua admiração a estes bravos anões, chegando a fazer amizade com Bafur, o filho de Bombur, ao qual não escondeu sua felicidade ao ser convidado pelo amigo para participar da celebração junto à mesa de seu pai. Conhecer Bombur era uma coisa, mas jantar com ele seria magnífico!

Durante o festival Lofarr se deixava levar pela empolgação se gabando de ter erguido algumas das colunas do castelo do rei Bard. Gostava de se gabar principalmente com os elfos, entre eles um de nome Guilin, que sempre que o via, o puxava pelo braço até a sua altura - ou às vezes subia em um banco-, apontava para uma das colunas e dizia: - Veja, elfo! Magnífico, não? Esta você não viu ainda! Olha como reflete a luz de Arien! A mais pura beleza! Hic!

Outro que lhe chamava a atenção era um pequeno homem, tão pequeno que podia jurar que era uma peça pregada pela bebida forte. Mas como já havia visto Bilbo Bolseiro apenas uma única vez após a Guerra dos Cinco Exércitos, podia jurar que era Bilbo, mas descobriu através de Bafur que era Robert Sapateiro, um enviado do herói hobbit. Quando ia se aproximar para ver melhor o pequeno, eis que o rei Bard se levanta, pede silêncio e começa a discursar.

Bard escreveu:[...] E eu devo isso muito ao Rei Daín e à todos os anões que colocaram o seu conhecimento e habilidade no manuseio com pedras à serviço da cidade.[...]

Lofarr e outros anões batiam nas mesas, erguiam copos e ovacionavam em resposta! Estavam animados!

Em silêncio, ouviam o restante do discurso. Uma ameaça pairava sobre a Floresta das Trevas e falavam em fantasmas. Lofarr balançou a cabeça concordando com o grito de outro anão dizendo que espíritos não existem, mas se calou quando o rei Bard retrucou carrancudo ao fazer o paralelo com o dragão Smaug. Lofarr, afetado pela bebida, permaneceu indiferente.

Então, o rei Bard fez uma solicitação de uma comitiva para investigar a veracidade de boatos e histórias que permeiam a Floresta das Trevas. Lofarr percebe Bombur dando uma cotovelada em seu amigo Bafur e, como por instinto, leva uma cotovelado do amigo, erguendo seu caneco e gritando:

- Conte comigo, rei Bard! Anões não temem histórias para crianças dormirem! Você tem minha picareta! - Lofarr não saberia dizer se era a bebida fazendo-o dizer esta bravata ou seu sonho de aventuras finalmente se realizando.
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Mensagem por bcdomingues em Dom Abr 07, 2019 10:11 am



Havia algo diferente.

Poderia se afirmar que Guilin era um elfo inquieto. Sim, apreciava estar reunido com sua raça no belo palácio, fazendo novas canções e falando sobre os tempos esquecidos pela maior parte das raças de Terra Média, mas valorizava o tempo que passava viajando pela floresta. Mirkwood era vista como perigosa por muitos, porém o jovem elfo via beleza nas altas árvores, nas copas coloridas em seus caminhos antigos e nos animais que ali habitavam. Por isso mesmo que passava seus dias em funções de guarda, ou até mesmo perambulando pela floresta por conta própria, tentando entender o clima de tristeza que sentia toda vez que caminhava em silêncio. Uma canção sussurrada sempre saltava aos seus lábios, o que parecia trazer paz para as imediações por onde passava. Ia tocando levemente os troncos de algumas das árvores mais antigas, sempre absorvendo o conhecimento e a tristeza daqueles que estavam nesse mundo milênios antes de si próprio.

Muitas vezes suas excursões, sozinhas ou de guarda, levavam ele para as terras que antes eram dominados pela escuridão - as terras do Rei Bruxo de Angmar. Mesmo o ser das trevas tendo sido erradicado alguns anos antes, aquelas terras demorariam muito tempo para se recuperarem. Criaturas das trevas e árvores podres agora dominavam o local e era trabalho dos elfos deixar isso em cheque e recuperar aquela terra. Missão árdua, mas só pela promessa de uma terra limpa e em paz já valia a pena o trabalho. Foi justamente perto dessas terras que sentiu algo diferente.

Guilin estava sentado em um galho alto de uma antiga árvore, próximo às antigas terras do Rei Bruxo. Cantarolava quase imperceptivelmente, sentindo o vento e o cheiro das folhas ao seu redor. Subitamente um vento estranho e diferente fez o elfo se levantar e estreitar seus olhos, aguaçando seus ouvidos no processo. Ouvia um farfalhar diferente vindo do solo, algo que não deveria estar ali. Já era noite, não que isso fizesse muita diferença para seus olhos élficos. No entanto não conseguia identificar de onde vinha aquele som. Um frio não característico começou a crepitar por entre as árvores, com uma neblina se espalhando pelo solo. O jovem elfo ainda tentava enxergar algo de diferente.. uma sombra entre as árvores? Poderia ser.. mas não conseguia focar sua visão no estranho fenômeno. Foi até o solo rapidamente e o clima parecia mais pesado ali, perigoso. Fez seu caminho de volta para o palácio: nada mais poderia vir de sua vigília e os novos fatos precisavam ser relatados.

- Meu rei. - Disse após se curvar para a presença de Thranduil. Também haviam outros elfos ali perto que variavam de idade e de cargos. De qualquer modo continuou seu relato. - Próximos às terras obscuras eu.. mais senti do que vi uma perturbação.. - Aqui relatou tudo para o rei élfico de Mirkwood. O mesmo levou alguns segundos ponderando sobre o assunto antes de organizar uma expedição para Valle. As comemorações eram um dos motivos de ir até lá, claro, porém o rei tinha motivos para acreditar que os acontecimentos da noite poderiam estar ligados a rumores que outras raças estavam tendo do que rondava Mirkwood. Guilin e outros elfos deveriam se encaminhar para lá com velocidade.




Valle. Como havia mudado. Somente instantes atrás a cidade era uma ruína causada pelo aparecimento do Dragão Smaug, mas em pouco tempo o local já fervilhava com comércio entre raças. Anões e humanos era a maioria, mas identificava diversos outros representantes de Terra Média por ali. Fez questão de explorar, o máximo possível, as ruelas e avenidas do local, seus olhos sempre voltados para Erebor e as belezas que falavam que lá havia. Particularmente não via como uma montanha poderia abrigar tamanho fascínio, mas respeitava a opinião alheia. Talvez precisasse de um guia para explorar, alguém que, realmente, entendesse do assunto. Seus companheiros elfos não seriam esses guias, nem de longe. Deixou o assunto de lado enquanto caminhava passava os dias em Valle, conversando com humanos e, até, com alguns anões. A maioria não carregava os preconceitos pela rivalidade de suas raças ou, ao menos, não falavam isso em voz alta. Particularmente achava os da raça pequena apressados e impulsivos, porém havia uma lealdade e honestidade embutidos ali que fascinava o elfo. Assim como os halflings, com seu jeito simples, e os humanos apressados. Todos buscavam a paz e isso era algo que ele respeitava.

O dia de se reunirem havia chegado. A pequena comitiva élfica estava lá e Guilin mirava o Rei Bard e os mortais com curiosidade. Os anões bebiam a gosto, assim como os humanos. O jovem elfo também ingeria grandes quantidades daquela bebida, mas não parecia surtir efeito algum - ao menos não como parecia para as outras raças. Beliscava um pouco de frutas também, assim como seus silenciosos companheiros. Por fim, curioso, se aproximou dos anões e dos humanos, observando o comportamento claramente alterado de muitos ali. A comitiva do Thorin estava ali, sendo reapresentada pelos seus membros originais, filhos ou pessoas de importância. O tal Lofarr era um tanto irritante, mas divertido. Ao menos ele não lançava olhares feios para ele e Guilin o considerava dotado de uma sabedoria maior.. ou, pelo menos, uma sabedoria diferente.

Barbalonga escreveu:Veja, elfo! Magnífico, não? Esta você não viu ainda! Olha como reflete a luz de Arien! A mais pura beleza! Hic!

Poderia, claro, estar errado nessa primeira análise.

- De fato, excelente trabalho Mestre Anão. - Disse, inclinando um pouco a sua cabeça em reconhecimento. - Mas não pode tirar conclusões sem antes ver as belezas naturais de Mirkwood. - Concluiu, vendo que a bebida já começava a alterar a maioria ali. De fato, achava que poderia sentir um leve formigamento na ponta de seus dedos. Realmente, já estava começando a ficar igual a todo mundo.  

Rei Bard escreveu:- Hoje fazem exatos cinco invernos em que o Mal foi expurgado. Os nossos reinos, aos poucos, voltam a prosperar como outrora. Valle, de uma cidade arruinada, ergue-se novamente de pé. E eu devo isso muito ao Rei Daín e à todos os anões que colocaram o seu conhecimento e habilidade no manuseio com pedras à serviço da cidade.

Sim, realmente fizeram um excepcional trabalho de reconstrução. O trabalho de anões e humanos era realmente formidável.

Narrador escreveu:- Porém - o Rei Bard fez uma breve pausa, assumindo uma expressão carregada que atraiu a atenção de todos. - Devo alertá-los que nem tudo são flores. Há muitos outros perigos nesse mundo, o Mal, assim como foi embora, pode ressurgir a qualquer momento. Nunca é tarde recordar que vivíamos a nossa época de ouro, livre de quaisquer preocupações, quando Smaug apareceu e acabou com tudo que havíamos construído. - Ele fez uma nova pausa, mirando cada um dos presentes no olhar. - Boatos começaram a correr entre os homens da floresta que a Floresta das Trevas está abrigando uma criatura peculiar, sorrateira, que age durante a noite. Estamos falando de um fantasma. - (Há! Bobagem, fantasmas não existem” - gritou um anão, que possivelmente já estava alcoolizado.) - Ninguém acreditava na existência de dragões até as asas de Smaug encobrirem o céu - retrucou Bard, carrancudo. - Todo cuidado nunca é demais. Eu gostaria de aproveitar a presença de todos para que possamos discutir sobre a junção de uma nova comitiva, que será encarregada de averiguar a veracidade dessas histórias e a combater seja lá o que for que esteja aterrorizando os homens da floresta.


Aquilo realmente lhe interessou. Não havia acabado de fazer um relato desses para o rei Thranduil? Será que estava ali por conta disso? Manteve-se quieto enquanto o debate surgia por todos os lados. Nesse momento olhou para seus companheiros elfos. Certamente um deles estaria interessado nessa Comitiva e Guilin não tardaria a voltar para suas terras para alertar ao rei disso. Para sua surpresa nenhum presente estava inclinado a essa jornada, o que deixou o jovem elfo perplexo. Sabia que isso era sério, mas , por outro lado, nenhum havia sentido a ameaça com a própria pele e nem ouvido seu relato ao rei. Talvez somente o jovem elfo soubesse da importância do ocorrido. Isso era algo que não poderia ignorar. Talvez sua bela Mirkwood dependesse disso e, talvez.. algum outro motivo fazia ele agir impulsivamente.

- Rei Bard. - Fechou os olhos e fez uma leve mesura quando chegou próximo ao comandante da cidade. - Os rumores que dizem podem ser verdadeiros. - Guilin realmente não se importava com o debate ao seu lado e nem com quem poderia estar escutando. Por estarem ali julgava que Bard confiava em todos. - Eu.. acho que poderia ser útil nessa Comitiva. - Olhou um pouco ao redor, tentando ver com quem mais contaria nessa jornada. Os anões ainda berravam ao fundo. Não hesitava mais. Ao contrário, um senso de dever brotava em si. Um senso que não havia ali antes. - De qualquer modo, vocês podem contar com meu arco e conhecimento da floresta. - Finalizou, se voltando aos elfos.

- Herenvar - Disse, ao seu se encaminhar novamente até o grupo de Mirkwood e conversar baixo com um deles. - Por favor relate ao rei o ocorrido aqui. Sinto que essa Comitiva pode ser o princípio da solução do meu relato anterior a ele.

Em seguida procurou se estabelecer entre o Rei Bard e seus selecionados. Naquele momento tudo parecia estar mais calmo. Próximo a todos falou, por fim:

- Estou aqui representando o elfos de Mirkwood. Podem me chamar de Guilin e vocês tem meu arco.
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Mensagem por Felarhix em Dom Abr 07, 2019 9:18 pm

Bafur já estava longe de casa a um bom tempo e reencontrar alguns daqueles anões era uma grande satisfação para ele.  O tempo que passou com os beornings o havia ensinado bastante sobre muitas coisas, e uma delas era conviver com várias raças e aceitá-las. Dentre os Beornings era raro ver algum anão e estar ali, o fez sentir falta de casa ... o cheiro dos grande salões, o som das bigornas, os amigos...

Um deles estava lá, Lofar, realmente um grande artesão construtor. E Bafur achou justa a menção ao seu trabalho.

Era notável sua semelhança com seu pai Bombur, muitos poderiam pensar, que Bafur apenas não estava tão gordo "ainda". De pé ao lado de seu pai, bebia e comia enquanto pensava sobre tudo que havia passado até aquele momento. Ver seu pai partir e de verdade temer por sua morte...

Pensava também sobre as piadas que contavam sobre ele tentando Bafur do sério, o que não era tão difícil assim. Mas vendo tudo aquilo, toda aquela festa, todas as homenagens ele pensou..."afinal, dentre muitos anões espalhados, Thorin escolheu meu pai por alguma razão".

"Fantasma?!"

Bafur não era indiferente a tudo, afinal, Beorn era um troca peles Urso e Homem... O próprio Smaug, mas um fantasma? Um machado poderia acertar um fantasma? O anão realmente não saberia responder essa pergunta...

Com a ideia de criação de uma comitiva e indicação de seu pai, Bafur ergue seu caneco e cutuca com o cotovelo seu amigo Lofar dizendo:

- Então Lofar, podemos realmente testar se um machado pode acertar um fantasma... - Em seguida grita: - Rei Bard, o meu machado estará a seu serviço para o que precisar.
OFF:
Desculpe o post curto, mas aos poucos vou desenvolver mais o meu personagem.
Gelatto
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Mensagem por Gelatto em Sab Abr 13, 2019 10:24 am


Bafur escreveu:- Então Lofar, podemos realmente testar se um machado pode acertar um fantasma...

- Ou uma picareta! - Lofar não era adepto do machado, preferia a picareta anã, útil para quebrar coisas duras, como rocha e crânio de orcs.

O anão olha em volta e percebe que quase ninguém estava aceitando o pedido do Rei Bard. Não saberia dizer se não entenderam as palavras do rei ou se estão tão acomodados com esta vida farta que não tem a mínima vontade ou coragem necessária para se aventurar. Mas não Lofar. Ele gosta desta vida sossegada e pacata, isso não negaria, mas seu espírito estava ávido por aventuras.

Bafur escreveu:- Rei Bard, o meu machado estará a seu serviço para o que precisar.

Lofar ergue o caneco em busca do caneco do amigo para brindar em nome da amizade.

- Meu caro Bafur, também vai fazer parte desta comitiva? Um dos poucos aqui com coragem, devo dizer. Fico feliz com meu amigo me acompanhar nesta aventura antes que fique maior que seu pai e prefira se aventurar na cozinha ao invés da Terra-Média. Gar! Gar! Gar! Com todo o respeito, mestre Bombur! - e fazia uma reverência respeitosa ao mestre Bombur. A bebida falava mais alto e Lofar não media suas palavras naquele momento. Anões podiam ser bem resilientes para o destilado, e isso os fazia exagerar em tempos de festa e paz.
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Mensagem por Tom Sawyer em Sab Abr 13, 2019 10:36 am


Robert estava feliz como nunca!!! Toda a jornada do condado dos Hobbits até a cidade do Valle tinha valido a pena!!! Estar entre anões, elfos, grandes reis e heróis que inspiraram ele a estar ali era um ponto alto de sua vida... 

Quando o Rei Bard começou a falar, Robert começou a prestar muita atenção. Cada uma das palavras dele lhe pareciam muito importantes e, quando ele começou a falar de um novo problema que assolava o mundo, Robert começou a ficar ansioso. Ele pensava: será que meu momento finalmente chegou? É agora que minha aventura começa? Robert começou a ficar cada vez mais ansioso em sua cadeira. Quando o Rei terminou de falar, ele já estava certo de que faria parte dessa nova comitiva... 

Ouviu seus novos companheiros se anunciarem... Dois anões e um elfo. Logo depois do ultimo anão, Robert se levanta na cadeira, de pés descalços sobre o estofado da cadeira do rei e diz: - Esse é o momento que eu esperei por muito tempo! Posso não ser um hábil combatente, mas sou o que um certo mago chamaria de Ladrão... E toda comitiva precisa de um bom ladrão. Rei Bard, você pode contar com minhas habilidades!
Elminster Aumar
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Mensagem por Elminster Aumar em Ter Abr 16, 2019 11:00 pm


Diante das várias vozes que se levantaram após o chamado do Rei Bard, a voz de um anão se ergueu alto o bastante para ser ouvida.

Lofar escreveu:- Conte comigo, rei Bard! Anões não temem histórias para crianças dormirem! Você tem minha picareta!

Alguns grupos começaram a se perguntar entre si quem era o anão que foi o primeiro a tomar este tipo de iniciativa. Quem não conhecia Lofar, achava que era apenas um anão que estava demasiadamente bêbado e por isso falava asneiras. As pessoas estavam esperando que grandes nomes das Terras Ermas se colocassem a disposição da nova comitiva do Rei Bard, e não alguém "desconhecido" como Lofar. Mas a verdade é que estes grandes nomes, como os anões da comitiva de Thorin, não estavam interessados em participar de uma empreitada que parecia tão simples. Afinal, não havia ainda evidência de que os boatos eram verdadeiros ou que o tal fantasma representasse um perigo real para aquelas terras.  

Bafur escreveu:- Então Lofar, podemos realmente testar se um machado pode acertar um fantasma... Rei Bard, o meu machado estará a seu serviço para o que precisar.

Bafur, sentado ao lado de seu amigo Lofar, foi o próximo a se manifestar. Ele, ao menos, já era um pouco mais conhecido pelo fato de ser filho de Bombur. Tal pai, tal filho, alguns diriam. Com dois anões que já haviam se listado, a atenção começou a voltar aos elfos presentes. Afinal, era interesse de todos os povos que aquela possível ameaça fosse solucionada, e seria injusto se nenhum elfo participasse. Guilin - que já havia sentido algo estranho na floresta - deu alguns passos a frente e se apresentou ao Rei Bard.

Guilin escreveu:- Rei Bard. Os rumores que dizem podem ser verdadeiros. Eu.. acho que poderia ser útil nessa Comitiva. De qualquer modo, vocês podem contar com meu arco e conhecimento da floresta.

- Ambos serão de enorme valia - disse o Rei Bard, parecendo um pouco mais aliviado com a presença de um elfo na comitiva. - Você então se juntará a estes dois mestres anões na tentativa de desvendar este mistério e erradicar o mal destas terras. Bafur, Lofar, espero que aceitem de bom grado a sua ajuda. Como ele disse, ele conhece os caminhos da floresta e vocês estarão mais seguros caminhando ao seu lado.

Rei Bard já tentava conciliar as possíveis desavenças que eles poderiam ter. Anões e elfos dificilmente se davam bem, mas aquilo poderia ser um ponto de partida para que as duas raças passassem a se respeitar mais. Muitas outras vozes falaram e se colocaram a disposição, mas a maioria não parecia tão disposta assim a deixar a segurança do seu lar ou já estava de barriga cheia de aventuras, como era o caso de Bombur. Mas havia ainda espaço para mais um. Robert precisou se levantar em cima da cadeira para que as pessoas prestassem atenção nele.

Robert escreveu:- Esse é o momento que eu esperei por muito tempo! Posso não ser um hábil combatente, mas sou o que um certo mago chamaria de Ladrão... E toda comitiva precisa de um bom ladrão. Rei Bard, você pode contar com minhas habilidades!

Alguns humanos começaram a rir, mas o Rei Bard logo tratou de cortá-los.

- Você é o enviado de Bilbo Bolseiro, estou certo? Tendo sido escolhido pelo Bilbo para representá-lo, tenho certeza de que você está a altura desta expedição. Seja bem-vindo, pequeno amigo.

Com o grupo basicamente formado, algo ainda preocupava o Rei Bard. Guilin e alguns outros que estavam próximos o bastante, ouviu o Rei Bard comentando que esperava que alguém do seu próprio povo participasse, afinal, ele que estava convocando esta comitiva e nenhum homem do Valle havia se mostrado entusiasmado em participar da expedição. Mas, o Rei Daín, fez questão de afastar essa preocupação da mente do seu amigo e disse que estava tudo bem e que os seus homens ainda tinham uma cidade para reconstruir. Antes que o rei voltasse a se pronunciar, Lofar ainda fez uma brincadeira com Bombur, que apenas sorriu depois de dar um sonoro arroto.

- Muito bem - prosseguiu o Rei Bard -, acredito que a comitiva esteja formada. Bafur, Lofar, Guilin e Robert, por favor, deem um passo a frente. Vocês quatro que vos chamo estão, a partir de agora, incumbidos da tarefa de averiguar os boatos que estão correndo. Vocês deverão partir amanhã no primeiro raiar do sol para as aldeias dos homens que se encontram nos vales a oeste do rio e ao longo das fronteiras da grande floresta. Vocês deverão conseguir o máximo de informações que puderem com eles, e tentar rastrear a criatura e detê-la. Se obtiverem êxito, os seus nomes serão entoados em canções em todas as Terras Ermas. Por hora, vocês podem aproveitar o restante da festa, mas tentem não exagerar - e aqui, ele olhou especialmente aos dois anões -, vocês devem estar preparados para enfrentar uma longa caminhada ao amanhecer.




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Fiquem a vontade para descrever o que vocês fizeram no decorrer do dia e como se preparam pra viagem do dia seguinte.
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Mensagem por Gelatto em Qua Abr 17, 2019 8:05 pm

@Gelatto escreveu:


Lofar Barbalonga
Ato I: Uma Nova Comitiva 7f3e65224cafb39a3fdc58278fb4e851

Rei Bard chama aos voluntários para se aproximarem do seu lugar de honra no banquete onde, com aprovação do rei Dáin, iria formar oficialmente a comitiva. Lofar se posta ao lado do amigo Bafur. Bafur sempre fora um pouco mais alto que Lofar, coisa de uns dez centímetros mais ou menos. Isso o incomodava no passado, queria ser maior, mas não teve essa sorte. Dizia para si mesmo que não se incomodava mais com isso, mas quando o pequeno hobbit se colocou do seu lado esquerdo, sorriu, pois desta vez Lofar não será o menor da comitiva.

-"Mestre Robert! Então os boatos sobre você ser enviado de Bilbo Bolseiro são reais? Vi Bilbo uma ou duas vezes, mas ele foi embora cedo depois da Guerra dos Cinco Exércitos! Se um herói como Bilbo confia em você, então eu também confio, pequeno! Olha para o meu amigo aqui! Bafur é filho do herói Bombur! Sim, aquele ali mesmo! Difícil não notar, né? Ele tem uma... barba única!", e Lofar sorri largamente com a boca fechada, admirado e feliz por estar no meio de duas pessoas tão importantes, de acordo com sua concepção.

Nota o elfo do lado direito de Bafur. Lofar balança a cabeça com um meio-sorriso, faz algumas caretas como se não tivesse gostado muito da presença dele, mas as palavras do rei Bard o fazem querer dar uma chance para o orelhudo. Lofar espera que ele não estrague tudo.

Os quatro voluntários estão enfileirados lado a lado de tal maneira que um artista poderia pintar um quadro deles. Lofar imagina até como seria o salão que o quadro seria exposto, construído por ele, claro! Seus devaneios são interrompidos pela declaração do Rei Bard, que formava a comitiva, seus obejtivos e a promessa de serem temas de canções. Isso fez Lofar ficar mais admirado, voltando aos devaneios com uma estátua sua ao lado dos heróis de Erebor! Esta comitiva era a chance do anão realizar seu maior sonho.

-"Rei Bard! Rei Dáin! Aceito com afinco a ordem! Me empenharei para cumpri-la com afinco! Encontraremos os homens-da-floresta e descobriremos tudo sobre estes boatos sobre este fantasma que assola a Floresta das Trevas! Tem minha palavra!" e cospe na própria mão levando-a na direção do rei Bard a fim de que ele firme este acordo.

Logo depois, se vira para os companheiros de comitiva e diz: -"Ouviram o rei! Temos uma missão a cumprir em nome de Vale! Vamos nos preparar para amanhã, nos encontramos no portão sul quando o sol raiar, tudo bem? Vão descansar! Vou só ali comer mais um pouco de cordeiro e já vou me retirar!"
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