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    Bakumatsu no Monogatari [18+]

    Christiano Keller
    Mestre Jedi
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    Bakumatsu no Monogatari [18+] - Página 2 Empty Re: Bakumatsu no Monogatari [18+]

    Mensagem por Christiano Keller em Sab Maio 11, 2019 4:21 pm

    Por favor veja se está de acordo com o esperado. Posso fazer alterações se forem necessárias.

    Nome do Personagem: Akira Kaiu
    Idade: 30 anos
    Origem (local de nascimento): Tokyo, porém a família vinha de Satsuma.
    Arquétipo: O Ishin Ishi - Hitokiri

    Avatar (nome do personagem/origem): Imagem meramente ilustrativa
    Bakumatsu no Monogatari [18+] - Página 2 Bf5b9cd58d6636d32cade6cc3598fd37ddecb97a_hq

    Conceito:
    Akira é um apoiador do Imperador Meiji e luta contra o Xogunato. O poder deve retornar às mãos do Imperador e expulsar dos estrangeiros que trazem a mácula ao Império Meiji. Passado o ponto em que Akira aceita negociar, agora ele é um retalhador de homens, removendo as barreiras que impedem o Imperador de assumir seu devido lugar. Ciente dos riscos de sua profissão ele leva uma vida quase dupla em que tem que cuidar das propriedades da família e em outros momentos luta contra as forças estrangeiras que tentam controlar o país. Ele entende que a única forma de ser reconhecido como Samurai é restaurar o poder ao Imperador e então receber o título.

    Background:
    A família Kaiu, da região de Satsume, sempre apoiou o Imperador e lutou contra o Xogunato. A honra da família é muito importante e os samurais são servos do Imperador. Aprendi da maneira mais difícil o que é ter honra e o que devemos fazer. Porém em algumas situações homens sem honra podem vencer os honrados. Essa mácula não pode atingir o Imperador, mas um homem como eu está disposto a carregar essa mácula pelos fatos de minha vida. Quando tinha 15 anos vi meu tio ser atacado por um estrangeiro sem honra que o atacou enquanto ele fazia um cumprimento antes da batalha. Meu pai foi mais rápido e desviou do golpe, mas o estrangeiro jogou areia em seus olhos e o matou. Ele também matou minha mãe sem ser uma guerreira, porém eu já sabia usar a minha espada e o cortei em um só golpe que havia aprendido com mestre Kawakami Gensai. Naquele dia sabia que deveria inscrever-me no exército do Imperador e lutar contra essas pessoas terríveis.
    Aprendi que há mais de uma forma de lutar, além de usar a espada devemos usar a mente. Como eu já estava maculado por ter vencido o estrangeiro sem fazer o cumprimento adequado também aceitei fazer o serviço sujo para preservar a imagem do Império.
    Este tipo de serviço é muito diferente pois em alguns casos é gratuito e em outros é bem pago. Em outros, optei por pegar o que encontrava já que isso levava aos investigadores a buscarem por assaltantes ou até parceiros nos negócios.
    No entanto também existia uma guerra por dinheiro que muitos não observaram e eu tinha uma queda por ela. Remover as pessoas certas poderia ser muito lucrativo para os negócios e portanto para o Império. Parte da arma nesta guerra é a língua, que deve estar tão afiada quanto uma katana. A palavra certa indica quem pode ser convencido a apoiar o Imperador ou está sendo coagido pelo Xogunato, ela também determina quem está ligado ao Xogunato e precisa ser removido.
    Aprendi então a lidar com as propriedades da família e usar estes recursos para a prosperidade do Império. O serviço ao Império paga bem e tenho algumas posses mais que modestas, desejo que não me entendam mal, tudo o que faço, o faço para que o Império seja próspero.
    Até o momento já removi 20 apoiadores do Xogunato, foram 10 invasões com mortes em suas casas ou pousadas, 5 envenenamentos, 4 combates e 1 por sorte. Até a sorte parece estar ao meu lado pois o homem morreu quando meu viu sair das sombras. Em 2 momentos após sair dos locais encontrei homens procurando por alguém, os quais conseguir convencer de que eu não era quem eles procuravam e parti sem derramar mais nenhuma gota de sangue ou suor.
    As pessoas que me apoiaram após a morte de minha família me ajudam com algumas destas tarefas, são outros samurais de Satsume e me indicam que passos tomar ou quem precisa ser removido.

    Aspirações (o que você deseja para o futuro do seu personagem):
    Desejo ser reconhecido como um apoiador do Imperador Meiji, um Samurai de verdade.
    As riquezas e o poder que um Samurai tem para poder servir o povo.
    Construir uma família a salvo das influências estrangeiras.

    Temores (inseguranças e fobias do personagem):
    O medo de não ser reconhecido como um apoiador e ser considerado um mero criminoso contra o governo Imperial.
    Temo que as pessoas me vejam como um assassino inconsequente e não como alguém que remove aproveitadores que vendem o país para os estrangeiros.
    Se enganar com mulheres da vida.
    Desonrar o Império e ser pego fazendo isso, pois mesmo que alguém precise fazer o serviço sujo, este não precisa aparecer como sendo sujo.

    Vícios:
    Mulheres e mais levemente, o jogo.

    Habilidades (em que o seu personagem é bom?):
    Tenho a prática de:
    + atividades comuns para soldados,  
    + o manuseio da katana,
    + a preparação de venenos,
    + a escalada,
    + a abertura de portas,
    + o caminhar silencioso,
    + a administração,
    + a lei do Xogunato (sim, pois eles estão no controle agora),
    + a lábia, que já me livrou de encrencas no passado,
    + o hábito do jogo.


    Pontos fracos:
    Ainda tenho sonhos sobre o que houve com meu pai e sempre fico abalado com a sensação de que o perdi muito cedo.
    Tenho um hábito de pegar lembranças dos serviços que fiz, algo como uma coleção de memórias.
    A cobiça em meu coração mostra necessidade por mais dinheiro.
    Minha tentação ainda são as mulheres.
    Tellurian
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    Mensagem por Tellurian em Ter Maio 14, 2019 11:39 am

    @Christiano Keller escreveu:Por favor veja se está de acordo com o esperado. Posso fazer alterações se forem necessárias.

    Nome do Personagem: Akira Kaiu
    Idade: 30 anos
    Origem (local de nascimento): Tokyo, porém a família vinha de Satsuma.
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    Conceito:
    Akira é um apoiador do Imperador Meiji e luta contra o Xogunato. O poder deve retornar às mãos do Imperador e expulsar dos estrangeiros que trazem a mácula ao Império Meiji. Passado o ponto em que Akira aceita negociar, agora ele é um retalhador de homens, removendo as barreiras que impedem o Imperador de assumir seu devido lugar. Ciente dos riscos de sua profissão ele leva uma vida quase dupla em que tem que cuidar das propriedades da família e em outros momentos luta contra as forças estrangeiras que tentam controlar o país. Ele entende que a única forma de ser reconhecido como Samurai é restaurar o poder ao Imperador e então receber o título.

    Background:
    A família Kaiu, da região de Satsume, sempre apoiou o Imperador e lutou contra o Xogunato. A honra da família é muito importante e os samurais são servos do Imperador. Aprendi da maneira mais difícil o que é ter honra e o que devemos fazer. Porém em algumas situações homens sem honra podem vencer os honrados. Essa mácula não pode atingir o Imperador, mas um homem como eu está disposto a carregar essa mácula pelos fatos de minha vida. Quando tinha 15 anos vi meu tio ser atacado por um estrangeiro sem honra que o atacou enquanto ele fazia um cumprimento antes da batalha. Meu pai foi mais rápido e desviou do golpe, mas o estrangeiro jogou areia em seus olhos e o matou. Ele também matou minha mãe sem ser uma guerreira, porém eu já sabia usar a minha espada e o cortei em um só golpe que havia aprendido com mestre Kawakami Gensai. Naquele dia sabia que deveria inscrever-me no exército do Imperador e lutar contra essas pessoas terríveis.
    Aprendi que há mais de uma forma de lutar, além de usar a espada devemos usar a mente. Como eu já estava maculado por ter vencido o estrangeiro sem fazer o cumprimento adequado também aceitei fazer o serviço sujo para preservar a imagem do Império.
    Este tipo de serviço é muito diferente pois em alguns casos é gratuito e em outros é bem pago. Em outros, optei por pegar o que encontrava já que isso levava aos investigadores a buscarem por assaltantes ou até parceiros nos negócios.
    No entanto também existia uma guerra por dinheiro que muitos não observaram e eu tinha uma queda por ela. Remover as pessoas certas poderia ser muito lucrativo para os negócios e portanto para o Império. Parte da arma nesta guerra é a língua, que deve estar tão afiada quanto uma katana. A palavra certa indica quem pode ser convencido a apoiar o Imperador ou está sendo coagido pelo Xogunato, ela também determina quem está ligado ao Xogunato e precisa ser removido.
    Aprendi então a lidar com as propriedades da família e usar estes recursos para a prosperidade do Império. O serviço ao Império paga bem e tenho algumas posses mais que modestas, desejo que não me entendam mal, tudo o que faço, o faço para que o Império seja próspero.
    Até o momento já removi 20 apoiadores do Xogunato, foram 10 invasões com mortes em suas casas ou pousadas, 5 envenenamentos, 4 combates e 1 por sorte. Até a sorte parece estar ao meu lado pois o homem morreu quando meu viu sair das sombras. Em 2 momentos após sair dos locais encontrei homens procurando por alguém, os quais conseguir convencer de que eu não era quem eles procuravam e parti sem derramar mais nenhuma gota de sangue ou suor.
    As pessoas que me apoiaram após a morte de minha família me ajudam com algumas destas tarefas, são outros samurais de Satsume e me indicam que passos tomar ou quem precisa ser removido.

    Aspirações (o que você deseja para o futuro do seu personagem):
    Desejo ser reconhecido como um apoiador do Imperador Meiji, um Samurai de verdade.
    As riquezas e o poder que um Samurai tem para poder servir o povo.
    Construir uma família a salvo das influências estrangeiras.

    Temores (inseguranças e fobias do personagem):
    O medo de não ser reconhecido como um apoiador e ser considerado um mero criminoso contra o governo Imperial.
    Temo que as pessoas me vejam como um assassino inconsequente e não como alguém que remove aproveitadores que vendem o país para os estrangeiros.
    Se enganar com mulheres da vida.
    Desonrar o Império e ser pego fazendo isso, pois mesmo que alguém precise fazer o serviço sujo, este não precisa aparecer como sendo sujo.

    Vícios:
    Mulheres e mais levemente, o jogo.

    Habilidades (em que o seu personagem é bom?):
    Tenho a prática de:
    + atividades comuns para soldados,  
    + o manuseio da katana,
    + a preparação de venenos,
    + a escalada,
    + a abertura de portas,
    + o caminhar silencioso,
    + a administração,
    + a lei do Xogunato (sim, pois eles estão no controle agora),
    + a lábia, que já me livrou de encrencas no passado,
    + o hábito do jogo.


    Pontos fracos:
    Ainda tenho sonhos sobre o que houve com meu pai e sempre fico abalado com a sensação de que o perdi muito cedo.
    Tenho um hábito de pegar lembranças dos serviços que fiz, algo como uma coleção de memórias.
    A cobiça em meu coração mostra necessidade por mais dinheiro.
    Minha tentação ainda são as mulheres.

    Excelente personagem, mas necessita apenas de alguns ajustes pra se adequar melhor ao cenário histórico do jogo. Algumas notas:

    1- Não havia um "exército do imperador" onde se alistar, afinal, oficialmente, este seria o exército do Xogunato. Na teoria, o Xogum era um general que servia ao Imperador, governando em seu nome enquanto o Imperador se ocupava de tarefas mais "divinas", deixando as "mundanas" ao Xogum. Na prática, era uma manobra onde o Imperador não exercia nenhum poder real de governo, estando esse centrado nas mãos do Xogum. Alguns senhores feudais, descontentes com o Xogunato por várias razões, rebelaram-se contra ele, com o intuito de devolver o poder político às mãos do Imperador. Eles não eram um exército unificado e formal, apenas feudos isolados agindo de forma separada, e eram principalmente os feudos de Satsuma de de Choushuu. Um dos pontos de virada do Bakumatsu foi justamente quando esses dois principais feudos deixaram suas diferenças de lado e forjaram uma aliança, unificando a oposição contra o Shogum e resultando na Batalha de Toba e Fushimi, onde o Xogunato foi finalmente derrotado. Pra efeitos de jogo, a aliança entre Satsuma e Choushuu ainda não aconteceu, e os Ishin Shishi ainda são samurais a serviço de senhores feudais rebeldes, porem desorganizados.

    2- Os Ishin Shishi são samurais. O Xogum reconhece a casta samurai e o sistema feudal. Isso continua exatamente como sempre foi, pelo menos até o fim da guerra e o começo da Restauração Meiji, quando o sistema de castas é abolido.

    3- Os Hitokiri não recebem pelos serviços efetuados, pelo menos não "por produção" (se é que podemos chamar assim...). Todos eles são samurais juramentados ao serviço de um senhor feudal (Ou "Daimyo"), e tem um soldo fixo, como qualquer soldado. Os mais bem sucedidos recebem terras, posses e títulos. Mas mesmo os menos bem sucedidos tem uma vida melhor e mais confortável do que a maioria da população japonesa que é composta basicamente por agricultores e artesãos.

    Se tiver alguma dúvida pode me perguntar
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    Mensagem por Christiano Keller em Ter Maio 14, 2019 6:45 pm

    Mensagens anteriores:

    @Tellurian escreveu:
    @Christiano Keller escreveu:Por favor veja se está de acordo com o esperado. Posso fazer alterações se forem necessárias.

    Nome do Personagem: Akira Kaiu
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    Conceito:
    Akira é um apoiador do Imperador Meiji e luta contra o Xogunato. O poder deve retornar às mãos do Imperador e expulsar dos estrangeiros que trazem a mácula ao Império Meiji. Passado o ponto em que Akira aceita negociar, agora ele é um retalhador de homens, removendo as barreiras que impedem o Imperador de assumir seu devido lugar. Ciente dos riscos de sua profissão ele leva uma vida quase dupla em que tem que cuidar das propriedades da família e em outros momentos luta contra as forças estrangeiras que tentam controlar o país. Ele entende que a única forma de ser reconhecido como Samurai é restaurar o poder ao Imperador e então receber o título.

    Background:
    A família Kaiu, da região de Satsume, sempre apoiou o Imperador e lutou contra o Xogunato. A honra da família é muito importante e os samurais são servos do Imperador. Aprendi da maneira mais difícil o que é ter honra e o que devemos fazer. Porém em algumas situações homens sem honra podem vencer os honrados. Essa mácula não pode atingir o Imperador, mas um homem como eu está disposto a carregar essa mácula pelos fatos de minha vida. Quando tinha 15 anos vi meu tio ser atacado por um estrangeiro sem honra que o atacou enquanto ele fazia um cumprimento antes da batalha. Meu pai foi mais rápido e desviou do golpe, mas o estrangeiro jogou areia em seus olhos e o matou. Ele também matou minha mãe sem ser uma guerreira, porém eu já sabia usar a minha espada e o cortei em um só golpe que havia aprendido com mestre Kawakami Gensai. Naquele dia sabia que deveria inscrever-me no exército do Imperador e lutar contra essas pessoas terríveis.
    Aprendi que há mais de uma forma de lutar, além de usar a espada devemos usar a mente. Como eu já estava maculado por ter vencido o estrangeiro sem fazer o cumprimento adequado também aceitei fazer o serviço sujo para preservar a imagem do Império.
    Este tipo de serviço é muito diferente pois em alguns casos é gratuito e em outros é bem pago. Em outros, optei por pegar o que encontrava já que isso levava aos investigadores a buscarem por assaltantes ou até parceiros nos negócios.
    No entanto também existia uma guerra por dinheiro que muitos não observaram e eu tinha uma queda por ela. Remover as pessoas certas poderia ser muito lucrativo para os negócios e portanto para o Império. Parte da arma nesta guerra é a língua, que deve estar tão afiada quanto uma katana. A palavra certa indica quem pode ser convencido a apoiar o Imperador ou está sendo coagido pelo Xogunato, ela também determina quem está ligado ao Xogunato e precisa ser removido.
    Aprendi então a lidar com as propriedades da família e usar estes recursos para a prosperidade do Império. O serviço ao Império paga bem e tenho algumas posses mais que modestas, desejo que não me entendam mal, tudo o que faço, o faço para que o Império seja próspero.
    Até o momento já removi 20 apoiadores do Xogunato, foram 10 invasões com mortes em suas casas ou pousadas, 5 envenenamentos, 4 combates e 1 por sorte. Até a sorte parece estar ao meu lado pois o homem morreu quando meu viu sair das sombras. Em 2 momentos após sair dos locais encontrei homens procurando por alguém, os quais conseguir convencer de que eu não era quem eles procuravam e parti sem derramar mais nenhuma gota de sangue ou suor.
    As pessoas que me apoiaram após a morte de minha família me ajudam com algumas destas tarefas, são outros samurais de Satsume e me indicam que passos tomar ou quem precisa ser removido.

    Aspirações (o que você deseja para o futuro do seu personagem):
    Desejo ser reconhecido como um apoiador do Imperador Meiji, um Samurai de verdade.
    As riquezas e o poder que um Samurai tem para poder servir o povo.
    Construir uma família a salvo das influências estrangeiras.

    Temores (inseguranças e fobias do personagem):
    O medo de não ser reconhecido como um apoiador e ser considerado um mero criminoso contra o governo Imperial.
    Temo que as pessoas me vejam como um assassino inconsequente e não como alguém que remove aproveitadores que vendem o país para os estrangeiros.
    Se enganar com mulheres da vida.
    Desonrar o Império e ser pego fazendo isso, pois mesmo que alguém precise fazer o serviço sujo, este não precisa aparecer como sendo sujo.

    Vícios:
    Mulheres e mais levemente, o jogo.

    Habilidades (em que o seu personagem é bom?):
    Tenho a prática de:
    + atividades comuns para soldados,  
    + o manuseio da katana,
    + a preparação de venenos,
    + a escalada,
    + a abertura de portas,
    + o caminhar silencioso,
    + a administração,
    + a lei do Xogunato (sim, pois eles estão no controle agora),
    + a lábia, que já me livrou de encrencas no passado,
    + o hábito do jogo.


    Pontos fracos:
    Ainda tenho sonhos sobre o que houve com meu pai e sempre fico abalado com a sensação de que o perdi muito cedo.
    Tenho um hábito de pegar lembranças dos serviços que fiz, algo como uma coleção de memórias.
    A cobiça em meu coração mostra necessidade por mais dinheiro.
    Minha tentação ainda são as mulheres.
    @Tellurian escreveu:
    Excelente personagem, mas necessita apenas de alguns ajustes pra se adequar melhor ao cenário histórico do jogo. Algumas notas:

    1- Não havia um "exército do imperador" onde se alistar, afinal, oficialmente, este seria o exército do Xogunato. Na teoria, o Xogum era um general que servia ao Imperador, governando em seu nome enquanto o Imperador se ocupava de tarefas mais "divinas", deixando as "mundanas" ao Xogum. Na prática, era uma manobra onde o Imperador não exercia nenhum poder real de governo, estando esse centrado nas mãos do Xogum. Alguns senhores feudais, descontentes com o Xogunato por várias razões, rebelaram-se contra ele, com o intuito de devolver o poder político às mãos do Imperador. Eles não eram um exército unificado e formal, apenas feudos isolados agindo de forma separada, e eram principalmente os feudos de Satsuma de de Choushuu. Um dos pontos de virada do Bakumatsu foi justamente quando esses dois principais feudos deixaram suas diferenças de lado e forjaram uma aliança, unificando a oposição contra o Shogum e resultando na Batalha de Toba e Fushimi, onde o Xogunato foi finalmente derrotado. Pra efeitos de jogo, a aliança entre Satsuma e Choushuu ainda não aconteceu, e os Ishin Shishi ainda são samurais a serviço de senhores feudais rebeldes, porem desorganizados.

    2- Os Ishin Shishi são samurais. O Xogum reconhece a casta samurai e o sistema feudal. Isso continua exatamente como sempre foi, pelo menos até o fim da guerra e o começo da Restauração Meiji, quando o sistema de castas é abolido.

    3- Os Hitokiri não recebem pelos serviços efetuados, pelo menos não "por produção" (se é que podemos chamar assim...). Todos eles são samurais juramentados ao serviço de um senhor feudal (Ou "Daimyo"), e tem um soldo fixo, como qualquer soldado. Os mais bem sucedidos recebem terras, posses e títulos. Mas mesmo os menos bem sucedidos tem uma vida melhor e mais confortável do que a maioria da população japonesa que é composta basicamente por agricultores e artesãos.

    Se tiver alguma dúvida pode me perguntar

    Então vamos aos ajustes:
    no item 1:
    Se enquadrar como um samurai a serviço do feudo de Satsume resolve?

    no item 2:
    Pensei que não era samurai, posso alterar para: fazer o serviço que o senhor do feudo precisar, com enfase em serviços sujos visto que é um Hitokiri?

    no item 3: ok, sem produção, por honra do imperador ou de acordo com o interesse de seu Daimyo "rebelde", tem um fixo mensal. Ele ainda pode roubar ou fazer coisas com os alvos para desviar a atenção do Xogunato como incriminar outros?

    Se isso resolver, faço a atualização do BG e envio pra você rapidinho.
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    Mensagem por Tellurian em Qua Maio 15, 2019 1:12 pm

    @Christiano Keller escreveu:
    Mensagens anteriores:

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    Nome do Personagem: Akira Kaiu
    Idade: 30 anos
    Origem (local de nascimento): Tokyo, porém a família vinha de Satsuma.
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    Avatar (nome do personagem/origem): Imagem meramente ilustrativa
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    Conceito:
    Akira é um apoiador do Imperador Meiji e luta contra o Xogunato. O poder deve retornar às mãos do Imperador e expulsar dos estrangeiros que trazem a mácula ao Império Meiji. Passado o ponto em que Akira aceita negociar, agora ele é um retalhador de homens, removendo as barreiras que impedem o Imperador de assumir seu devido lugar. Ciente dos riscos de sua profissão ele leva uma vida quase dupla em que tem que cuidar das propriedades da família e em outros momentos luta contra as forças estrangeiras que tentam controlar o país. Ele entende que a única forma de ser reconhecido como Samurai é restaurar o poder ao Imperador e então receber o título.

    Background:
    A família Kaiu, da região de Satsume, sempre apoiou o Imperador e lutou contra o Xogunato. A honra da família é muito importante e os samurais são servos do Imperador. Aprendi da maneira mais difícil o que é ter honra e o que devemos fazer. Porém em algumas situações homens sem honra podem vencer os honrados. Essa mácula não pode atingir o Imperador, mas um homem como eu está disposto a carregar essa mácula pelos fatos de minha vida. Quando tinha 15 anos vi meu tio ser atacado por um estrangeiro sem honra que o atacou enquanto ele fazia um cumprimento antes da batalha. Meu pai foi mais rápido e desviou do golpe, mas o estrangeiro jogou areia em seus olhos e o matou. Ele também matou minha mãe sem ser uma guerreira, porém eu já sabia usar a minha espada e o cortei em um só golpe que havia aprendido com mestre Kawakami Gensai. Naquele dia sabia que deveria inscrever-me no exército do Imperador e lutar contra essas pessoas terríveis.
    Aprendi que há mais de uma forma de lutar, além de usar a espada devemos usar a mente. Como eu já estava maculado por ter vencido o estrangeiro sem fazer o cumprimento adequado também aceitei fazer o serviço sujo para preservar a imagem do Império.
    Este tipo de serviço é muito diferente pois em alguns casos é gratuito e em outros é bem pago. Em outros, optei por pegar o que encontrava já que isso levava aos investigadores a buscarem por assaltantes ou até parceiros nos negócios.
    No entanto também existia uma guerra por dinheiro que muitos não observaram e eu tinha uma queda por ela. Remover as pessoas certas poderia ser muito lucrativo para os negócios e portanto para o Império. Parte da arma nesta guerra é a língua, que deve estar tão afiada quanto uma katana. A palavra certa indica quem pode ser convencido a apoiar o Imperador ou está sendo coagido pelo Xogunato, ela também determina quem está ligado ao Xogunato e precisa ser removido.
    Aprendi então a lidar com as propriedades da família e usar estes recursos para a prosperidade do Império. O serviço ao Império paga bem e tenho algumas posses mais que modestas, desejo que não me entendam mal, tudo o que faço, o faço para que o Império seja próspero.
    Até o momento já removi 20 apoiadores do Xogunato, foram 10 invasões com mortes em suas casas ou pousadas, 5 envenenamentos, 4 combates e 1 por sorte. Até a sorte parece estar ao meu lado pois o homem morreu quando meu viu sair das sombras. Em 2 momentos após sair dos locais encontrei homens procurando por alguém, os quais conseguir convencer de que eu não era quem eles procuravam e parti sem derramar mais nenhuma gota de sangue ou suor.
    As pessoas que me apoiaram após a morte de minha família me ajudam com algumas destas tarefas, são outros samurais de Satsume e me indicam que passos tomar ou quem precisa ser removido.

    Aspirações (o que você deseja para o futuro do seu personagem):
    Desejo ser reconhecido como um apoiador do Imperador Meiji, um Samurai de verdade.
    As riquezas e o poder que um Samurai tem para poder servir o povo.
    Construir uma família a salvo das influências estrangeiras.

    Temores (inseguranças e fobias do personagem):
    O medo de não ser reconhecido como um apoiador e ser considerado um mero criminoso contra o governo Imperial.
    Temo que as pessoas me vejam como um assassino inconsequente e não como alguém que remove aproveitadores que vendem o país para os estrangeiros.
    Se enganar com mulheres da vida.
    Desonrar o Império e ser pego fazendo isso, pois mesmo que alguém precise fazer o serviço sujo, este não precisa aparecer como sendo sujo.

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    Tenho a prática de:
    + atividades comuns para soldados,  
    + o manuseio da katana,
    + a preparação de venenos,
    + a escalada,
    + a abertura de portas,
    + o caminhar silencioso,
    + a administração,
    + a lei do Xogunato (sim, pois eles estão no controle agora),
    + a lábia, que já me livrou de encrencas no passado,
    + o hábito do jogo.


    Pontos fracos:
    Ainda tenho sonhos sobre o que houve com meu pai e sempre fico abalado com a sensação de que o perdi muito cedo.
    Tenho um hábito de pegar lembranças dos serviços que fiz, algo como uma coleção de memórias.
    A cobiça em meu coração mostra necessidade por mais dinheiro.
    Minha tentação ainda são as mulheres.
    @Tellurian escreveu:
    Excelente personagem, mas necessita apenas de alguns ajustes pra se adequar melhor ao cenário histórico do jogo. Algumas notas:

    1- Não havia um "exército do imperador" onde se alistar, afinal, oficialmente, este seria o exército do Xogunato. Na teoria, o Xogum era um general que servia ao Imperador, governando em seu nome enquanto o Imperador se ocupava de tarefas mais "divinas", deixando as "mundanas" ao Xogum. Na prática, era uma manobra onde o Imperador não exercia nenhum poder real de governo, estando esse centrado nas mãos do Xogum. Alguns senhores feudais, descontentes com o Xogunato por várias razões, rebelaram-se contra ele, com o intuito de devolver o poder político às mãos do Imperador. Eles não eram um exército unificado e formal, apenas feudos isolados agindo de forma separada, e eram principalmente os feudos de Satsuma de de Choushuu. Um dos pontos de virada do Bakumatsu foi justamente quando esses dois principais feudos deixaram suas diferenças de lado e forjaram uma aliança, unificando a oposição contra o Shogum e resultando na Batalha de Toba e Fushimi, onde o Xogunato foi finalmente derrotado. Pra efeitos de jogo, a aliança entre Satsuma e Choushuu ainda não aconteceu, e os Ishin Shishi ainda são samurais a serviço de senhores feudais rebeldes, porem desorganizados.

    2- Os Ishin Shishi são samurais. O Xogum reconhece a casta samurai e o sistema feudal. Isso continua exatamente como sempre foi, pelo menos até o fim da guerra e o começo da Restauração Meiji, quando o sistema de castas é abolido.

    3- Os Hitokiri não recebem pelos serviços efetuados, pelo menos não "por produção" (se é que podemos chamar assim...). Todos eles são samurais juramentados ao serviço de um senhor feudal (Ou "Daimyo"), e tem um soldo fixo, como qualquer soldado. Os mais bem sucedidos recebem terras, posses e títulos. Mas mesmo os menos bem sucedidos tem uma vida melhor e mais confortável do que a maioria da população japonesa que é composta basicamente por agricultores e artesãos.

    Se tiver alguma dúvida pode me perguntar

    Então vamos aos ajustes:
    no item 1:
    Se enquadrar como um samurai a serviço do feudo de Satsume resolve?

    no item 2:
    Pensei que não era samurai, posso alterar para: fazer o serviço que o senhor do feudo precisar, com enfase em serviços sujos visto que é um Hitokiri?

    no item 3: ok, sem produção, por honra do imperador ou de acordo com o interesse de seu Daimyo "rebelde", tem um fixo mensal. Ele ainda pode roubar ou fazer coisas com os alvos para desviar a atenção do Xogunato como incriminar outros?

    Se isso resolver, faço a atualização do BG e envio pra você rapidinho.

    #1- Sim, resolve

    #2- sim, pode

    #3- Também pode. Mas sempre com aquela questão da honra, pá. Os Hitokiri eram assassinos, mas eles ainda tinha o código de conduta deles.
    Christiano Keller
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    Bakumatsu no Monogatari [18+] - Página 2 Empty Re: Bakumatsu no Monogatari [18+]

    Mensagem por Christiano Keller em Qua Maio 15, 2019 6:43 pm

    Agora acho que ficará certo e com um tom a mais já que sou samurai:

    Ficha:


    Nome do Personagem: Akira Kaiu
    Idade: 30 anos
    Origem (local de nascimento): Tokyo, porém a família vinha de Satsume.
    Arquétipo: O Ishin Ishi - Hitokiri

    Avatar (nome do personagem/origem): Imagem meramente ilustrativa
    Bakumatsu no Monogatari [18+] - Página 2 Bf5b9cd58d6636d32cade6cc3598fd37ddecb97a_hq

    Conceito:
    Akira é um samurai a serviço do Daimyo de Satsume, apoiador do Imperador Meiji e luta contra o Xogunato. O poder deve retornar às mãos do Imperador e expulsar dos estrangeiros que trazem a mácula ao Império Meiji. Passado o ponto em que Akira aceita negociar, agora ele é um retalhador de homens, removendo as barreiras que impedem o Imperador de assumir seu devido lugar. Ciente dos riscos de sua profissão ele leva uma vida quase dupla em que tem que cuidar das propriedades da família e em outros momentos luta contra as forças estrangeiras que tentam controlar o país. Fazer tudo isso seguindo o código dos samurais é difícil. Ser samurai é:
    + ter uma obrigação com a justiça, o sacrifício em relação ao trabalho, a perseverância e a persistência;
    + construir uma visão de futuro que aliada ao conhecimento levam as decisões mais sábias;
    + a melhoria contínua para ser melhor hoje do que fui ontem e então amanhã ser melhor que hoje;
    + o desprendimento para fazer valer o interesse do grupo e não do indivíduo já que as necessidades de muitos se sobre põe à necessidade de um;
    + cada trabalho engrandece o caráter de todos;
    + a atitude mental para ter autoconhecimento e autoconfiança no momento de tomar decisões em situações de crise, de vida ou morte;
    + a confiança de que as pessoas são boas;
    + as habilidades devem ser escondidas para não nos vangloriarmos delas, surgirão no momento estratégico específico;
    + confiar em sua intuição;
    + a harmonia na vida.

    Background:
    A família Kaiu, da região de Satsume, sempre apoiou o Imperador e lutou contra o Xogunato. A honra da família é muito importante e os samurais são servos d justiça do Imperador. Aprendi da maneira mais difícil o que é ter honra e o que devemos fazer. Porém em algumas situações homens sem honra podem vencer os honrados. Essa mácula não pode atingir o Imperador, mas um homem como eu está disposto a carregar essa mácula pelos fatos de minha vida. Quando tinha 15 anos vi meu tio ser atacado por um estrangeiro sem honra que o atacou enquanto ele fazia um cumprimento antes da batalha. Meu pai foi mais rápido e desviou do golpe, mas o estrangeiro jogou areia em seus olhos e o matou. Ele também matou minha mãe sem ser uma guerreira, porém eu já sabia usar a minha espada e o cortei em um só golpe que havia aprendido com mestre Kawakami Gensai. Naquele dia sabia que deveria seguir os passos de meu pai e servir ao Daimyo de Satsume, ao do Imperador para lutar contra essas pessoas terríveis. Já que os interesses de muitos se sobrepõe ao interesse de apenas um, expulsar os estrangeiros seria mais demorado do que desejava e havia necessidade do desprendimento.

    Aprendi que há mais de uma forma de lutar, além de usar a espada devemos usar a mente. Como eu já estava maculado por ter vencido o estrangeiro sem fazer o cumprimento adequado também aceitei fazer o serviço sujo para preservar a imagem do Império. Não poderia deixar outros morrerem nas mãos de homens que não se cumprimentam antes de sacar a espada ou usam de truques sujos para enganar os outros.

    Este tipo de serviço é muito diferente pois é possível ver a realização da nossa visão de futuro sendo executada. Em alguns casos, optei por pegar o que encontrava já que isso levava aos investigadores a buscarem por assaltantes ou até parceiros nos negócios. Assim consigo desviar os homens que buscam o mal para lutarem entre si enquanto luto pelas pessoas que são boas.

    No entanto também existia uma guerra por dinheiro que muitos não observaram e eu tinha uma queda por ela. Remover as pessoas certas poderia ser muito lucrativo para os negócios e portanto para o Império. Parte da arma nesta guerra é a língua, que deve estar tão afiada quanto uma katana. A palavra certa indica quem pode ser convencido a apoiar o Imperador ou está sendo coagido pelo Xogunato, ela também determina quem está ligado ao Xogunato e precisa ser removido. O trabalho engrandece o caráter de todos.

    Aprendi então a lidar com as propriedades da família e usar estes recursos para a prosperidade do Império. O serviço ao Império paga bem, visto que samurais estão em uma casta melhor que o simples trabalhador. Eu tenho algumas posses mais que modestas, desejo que não me entendam mal, tudo o que faço, o faço para que o Império seja próspero. Assim vejo a melhoria contínua medida em crescimento, oportunidades e riqueza.

    Até o momento já removi 20 apoiadores do Xogunato, foram 10 invasões com mortes em suas casas ou pousadas, 5 envenenamentos, 4 combates e 1 por sorte. Até a sorte parece estar ao meu lado pois um homem morreu quando meu viu sair das sombras. Em 2 momentos após sair dos locais encontrei homens procurando por alguém, os quais conseguir convencer de que eu não era quem eles procuravam e parti sem derramar mais nenhuma gota de sangue ou suor. A atitude mental certa ajuda a tomar as decisões certas nos momentos mais difíceis.

    As pessoas que me apoiaram após a morte de minha família me ajudam com algumas destas tarefas, são outros samurais de Satsume e me indicam que passos tomar ou quem precisa ser removido.


    Aspirações (o que você deseja para o futuro do seu personagem):
    Desejo ser reconhecido como um apoiador do Imperador Meiji, não apenas um samurai, algo a mais.
    As riquezas e o poder como um Daimyo.
    Construir uma família a salvo das influências estrangeiras.

    Temores (inseguranças e fobias do personagem):
    O medo de não ser reconhecido como um apoiador e ser considerado um mero criminoso contra o governo Imperial. Assim os interesses de um seriam mais importantes do que do grupo.
    Temo que as pessoas me vejam como um assassino inconsequente e não como alguém que remove aproveitadores que vendem o país para os estrangeiros. Sem visão de futuro ou conhecimento.
    Me enganar com mulheres da vida. Uma intuição fraca.
    Desonrar o Império e ser pego fazendo isso, pois mesmo que alguém precise fazer o serviço sujo, este não precisa aparecer como sendo sujo. A atitude mental certa.
    Receio de que nem todos os estrangeiros sejam maus, pois como no código dos samurais ensina, todas as pessoas são boas.

    Vícios:
    Mulheres e mais levemente, o jogo.

    Habilidades (em que o seu personagem é bom?):
    Tenho a prática de:
    + atividades comuns para soldados,  
    + o manuseio da katana,
    + a preparação de venenos,
    + a escalada,
    + a abertura de portas,
    + o caminhar silencioso,
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    Mensagem por Tellurian em Qui Maio 16, 2019 1:49 pm

    @Christiano Keller escreveu:Agora acho que ficará certo e com um tom a mais já que sou samurai:

    Ficha:


    Nome do Personagem: Akira Kaiu
    Idade: 30 anos
    Origem (local de nascimento): Tokyo, porém a família vinha de Satsume.
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    Conceito:
    Akira é um samurai a serviço do Daimyo de Satsume, apoiador do Imperador Meiji e luta contra o Xogunato. O poder deve retornar às mãos do Imperador e expulsar dos estrangeiros que trazem a mácula ao Império Meiji. Passado o ponto em que Akira aceita negociar, agora ele é um retalhador de homens, removendo as barreiras que impedem o Imperador de assumir seu devido lugar. Ciente dos riscos de sua profissão ele leva uma vida quase dupla em que tem que cuidar das propriedades da família e em outros momentos luta contra as forças estrangeiras que tentam controlar o país. Fazer tudo isso seguindo o código dos samurais é difícil. Ser samurai é:
    + ter uma obrigação com a justiça, o sacrifício em relação ao trabalho, a perseverância e a persistência;
    + construir uma visão de futuro que aliada ao conhecimento levam as decisões mais sábias;
    + a melhoria contínua para ser melhor hoje do que fui ontem e então amanhã ser melhor que hoje;
    + o desprendimento para fazer valer o interesse do grupo e não do indivíduo já que as necessidades de muitos se sobre põe à necessidade de um;
    + cada trabalho engrandece o caráter de todos;
    + a atitude mental para ter autoconhecimento e autoconfiança no momento de tomar decisões em situações de crise, de vida ou morte;
    + a confiança de que as pessoas são boas;
    + as habilidades devem ser escondidas para não nos vangloriarmos delas, surgirão no momento estratégico específico;
    + confiar em sua intuição;
    + a harmonia na vida.

    Background:
    A família Kaiu, da região de Satsume, sempre apoiou o Imperador e lutou contra o Xogunato. A honra da família é muito importante e os samurais são servos d justiça do Imperador. Aprendi da maneira mais difícil o que é ter honra e o que devemos fazer. Porém em algumas situações homens sem honra podem vencer os honrados. Essa mácula não pode atingir o Imperador, mas um homem como eu está disposto a carregar essa mácula pelos fatos de minha vida. Quando tinha 15 anos vi meu tio ser atacado por um estrangeiro sem honra que o atacou enquanto ele fazia um cumprimento antes da batalha. Meu pai foi mais rápido e desviou do golpe, mas o estrangeiro jogou areia em seus olhos e o matou. Ele também matou minha mãe sem ser uma guerreira, porém eu já sabia usar a minha espada e o cortei em um só golpe que havia aprendido com mestre Kawakami Gensai. Naquele dia sabia que deveria seguir os passos de meu pai e servir ao Daimyo de Satsume, ao do Imperador para lutar contra essas pessoas terríveis. Já que os interesses de muitos se sobrepõe ao interesse de apenas um, expulsar os estrangeiros seria mais demorado do que desejava e havia necessidade do desprendimento.

    Aprendi que há mais de uma forma de lutar, além de usar a espada devemos usar a mente. Como eu já estava maculado por ter vencido o estrangeiro sem fazer o cumprimento adequado também aceitei fazer o serviço sujo para preservar a imagem do Império. Não poderia deixar outros morrerem nas mãos de homens que não se cumprimentam antes de sacar a espada ou usam de truques sujos para enganar os outros.

    Este tipo de serviço é muito diferente pois é possível ver a realização da nossa visão de futuro sendo executada. Em alguns casos, optei por pegar o que encontrava já que isso levava aos investigadores a buscarem por assaltantes ou até parceiros nos negócios. Assim consigo desviar os homens que buscam o mal para lutarem entre si enquanto luto pelas pessoas que são boas.

    No entanto também existia uma guerra por dinheiro que muitos não observaram e eu tinha uma queda por ela. Remover as pessoas certas poderia ser muito lucrativo para os negócios e portanto para o Império. Parte da arma nesta guerra é a língua, que deve estar tão afiada quanto uma katana. A palavra certa indica quem pode ser convencido a apoiar o Imperador ou está sendo coagido pelo Xogunato, ela também determina quem está ligado ao Xogunato e precisa ser removido. O trabalho engrandece o caráter de todos.

    Aprendi então a lidar com as propriedades da família e usar estes recursos para a prosperidade do Império. O serviço ao Império paga bem, visto que samurais estão em uma casta melhor que o simples trabalhador. Eu tenho algumas posses mais que modestas, desejo que não me entendam mal, tudo o que faço, o faço para que o Império seja próspero. Assim vejo a melhoria contínua medida em crescimento, oportunidades e riqueza.

    Até o momento já removi 20 apoiadores do Xogunato, foram 10 invasões com mortes em suas casas ou pousadas, 5 envenenamentos, 4 combates e 1 por sorte. Até a sorte parece estar ao meu lado pois um homem morreu quando meu viu sair das sombras. Em 2 momentos após sair dos locais encontrei homens procurando por alguém, os quais conseguir convencer de que eu não era quem eles procuravam e parti sem derramar mais nenhuma gota de sangue ou suor. A atitude mental certa ajuda a tomar as decisões certas nos momentos mais difíceis.

    As pessoas que me apoiaram após a morte de minha família me ajudam com algumas destas tarefas, são outros samurais de Satsume e me indicam que passos tomar ou quem precisa ser removido.


    Aspirações (o que você deseja para o futuro do seu personagem):
    Desejo ser reconhecido como um apoiador do Imperador Meiji, não apenas um samurai, algo a mais.
    As riquezas e o poder como um Daimyo.
    Construir uma família a salvo das influências estrangeiras.

    Temores (inseguranças e fobias do personagem):
    O medo de não ser reconhecido como um apoiador e ser considerado um mero criminoso contra o governo Imperial. Assim os interesses de um seriam mais importantes do que do grupo.
    Temo que as pessoas me vejam como um assassino inconsequente e não como alguém que remove aproveitadores que vendem o país para os estrangeiros. Sem visão de futuro ou conhecimento.
    Me enganar com mulheres da vida. Uma intuição fraca.
    Desonrar o Império e ser pego fazendo isso, pois mesmo que alguém precise fazer o serviço sujo, este não precisa aparecer como sendo sujo. A atitude mental certa.
    Receio de que nem todos os estrangeiros sejam maus, pois como no código dos samurais ensina, todas as pessoas são boas.

    Vícios:
    Mulheres e mais levemente, o jogo.

    Habilidades (em que o seu personagem é bom?):
    Tenho a prática de:
    + atividades comuns para soldados,  
    + o manuseio da katana,
    + a preparação de venenos,
    + a escalada,
    + a abertura de portas,
    + o caminhar silencioso,
    + a administração,
    + a lei do Xogunato (sim, pois eles estão no controle agora),
    + a lábia, que já me livrou de encrencas no passado,
    + o hábito do jogo.


    Pontos fracos:
    Ainda tenho sonhos sobre o que houve com meu pai e sempre fico abalado com a sensação de que o perdi muito cedo.
    Tenho um hábito de pegar lembranças dos serviços que fiz, algo como uma coleção de memórias.
    A cobiça em meu coração mostra necessidade por mais dinheiro.
    Minha tentação ainda são as mulheres.

    Quando quiser que poste no ON, avise.

    Será que você poderia considerar uma mudança no nome? "Akira" é o nome do irmão da personagem da Aprill, pode criar alguma confusão. Mas, se vc quiser, a gente pode manter também. Só uma sugestão, a título de organização mesmo.
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    Mensagem por Christiano Keller em Qui Maio 16, 2019 1:52 pm

    Vamos mudar. Não li as histórias dos outros no momento. Pode ser Toshiro Nishida?

    EDITADO: Tava lendo e vi que tem uma Ishida, ai vai dar confusão.
    Pode ser Toshiro Yamamoto?
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    Mensagem por Tellurian em Qui Maio 16, 2019 3:51 pm

    Toshiro Yamamoto, então.
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    Mensagem por Larissa Aprill em Qui Maio 16, 2019 7:20 pm

    Só eu que pressinto que a Akemi e o Toshiro vão ser inimigos? Crying or Very sad
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    Mensagem por Christiano Keller em Qui Maio 16, 2019 11:58 pm

    @Larissa Aprill escreveu:Só eu que pressinto que a Akemi e o Toshiro vão ser inimigos? Crying or Very sad
    Ainda não li os textos de todos, no entanto o Xogunato perecerá e o Imperador Meiji reinará.
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    Mensagem por Christiano Keller em Sex Maio 17, 2019 12:06 am

    Agora com o nome certo. Quer algo a mais? Talvez um toque mais solitário ou maior detalhe no ambiente do background? Talvez alguns nomes de contatos de empregados da família ou outras pessoas a serviço do Daimyo?

    Ficha:


    Nome do Personagem: Toshiro Yamamoto
    Idade: 30 anos
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    Conceito:
    Toshiro é um samurai a serviço do Daimyo de Satsume, apoiador do Imperador Meiji e luta contra o Xogunato. O poder deve retornar às mãos do Imperador e expulsar dos estrangeiros que trazem a mácula ao Império Meiji. Passado o ponto em que Toshiro aceita negociar, agora ele é um retalhador de homens, removendo as barreiras que impedem o Imperador de assumir seu devido lugar. Ciente dos riscos de sua profissão ele leva uma vida quase dupla em que tem que cuidar das propriedades da família e em outros momentos luta contra as forças estrangeiras que tentam controlar o país. Fazer tudo isso seguindo o código dos samurais é difícil. Ser samurai é:
    + ter uma obrigação com a justiça, o sacrifício em relação ao trabalho, a perseverância e a persistência;
    + construir uma visão de futuro que aliada ao conhecimento levam as decisões mais sábias;
    + a melhoria contínua para ser melhor hoje do que fui ontem e então amanhã ser melhor que hoje;
    + o desprendimento para fazer valer o interesse do grupo e não do indivíduo já que as necessidades de muitos se sobre põe à necessidade de um;
    + cada trabalho engrandece o caráter de todos;
    + a atitude mental para ter autoconhecimento e autoconfiança no momento de tomar decisões em situações de crise, de vida ou morte;
    + a confiança de que as pessoas são boas;
    + as habilidades devem ser escondidas para não nos vangloriarmos delas, surgirão no momento estratégico específico;
    + confiar em sua intuição;
    + a harmonia na vida.

    Background:
    A família Yamamoto, da região de Satsume, sempre apoiou o Imperador e lutou contra o Xogunato. A honra da família é muito importante e os samurais são servos d justiça do Imperador. Aprendi da maneira mais difícil o que é ter honra e o que devemos fazer. Porém em algumas situações homens sem honra podem vencer os honrados. Essa mácula não pode atingir o Imperador, mas um homem como eu está disposto a carregar essa mácula pelos fatos de minha vida. Quando tinha 15 anos vi meu tio ser atacado por um estrangeiro sem honra que o atacou enquanto ele fazia um cumprimento antes da batalha. Meu pai foi mais rápido e desviou do golpe, mas o estrangeiro jogou areia em seus olhos e o matou. Ele também matou minha mãe sem ser uma guerreira, porém eu já sabia usar a minha espada e o cortei em um só golpe que havia aprendido com mestre Kawakami Gensai. Naquele dia sabia que deveria seguir os passos de meu pai e servir ao Daimyo de Satsume, ao do Imperador para lutar contra essas pessoas terríveis. Já que os interesses de muitos se sobrepõe ao interesse de apenas um, expulsar os estrangeiros seria mais demorado do que desejava e havia necessidade do desprendimento.

    Aprendi que há mais de uma forma de lutar, além de usar a espada devemos usar a mente. Como eu já estava maculado por ter vencido o estrangeiro sem fazer o cumprimento adequado também aceitei fazer o serviço sujo para preservar a imagem do Império. Não poderia deixar outros morrerem nas mãos de homens que não se cumprimentam antes de sacar a espada ou usam de truques sujos para enganar os outros.

    Este tipo de serviço é muito diferente pois é possível ver a realização da nossa visão de futuro sendo executada. Em alguns casos, optei por pegar o que encontrava já que isso levava aos investigadores a buscarem por assaltantes ou até parceiros nos negócios. Assim consigo desviar os homens que buscam o mal para lutarem entre si enquanto luto pelas pessoas que são boas.

    No entanto também existia uma guerra por dinheiro que muitos não observaram e eu tinha uma queda por ela. Remover as pessoas certas poderia ser muito lucrativo para os negócios e portanto para o Império. Parte da arma nesta guerra é a língua, que deve estar tão afiada quanto uma katana. A palavra certa indica quem pode ser convencido a apoiar o Imperador ou está sendo coagido pelo Xogunato, ela também determina quem está ligado ao Xogunato e precisa ser removido. O trabalho engrandece o caráter de todos.

    Aprendi então a lidar com as propriedades da família e usar estes recursos para a prosperidade do Império. O serviço ao Império paga bem, visto que samurais estão em uma casta melhor que o simples trabalhador. Eu tenho algumas posses mais que modestas, desejo que não me entendam mal, tudo o que faço, o faço para que o Império seja próspero. Assim vejo a melhoria contínua medida em crescimento, oportunidades e riqueza.

    Até o momento já removi 20 apoiadores do Xogunato, foram 10 invasões com mortes em suas casas ou pousadas, 5 envenenamentos, 4 combates e 1 por sorte. Até a sorte parece estar ao meu lado pois um homem morreu quando meu viu sair das sombras. Em 2 momentos após sair dos locais encontrei homens procurando por alguém, os quais conseguir convencer de que eu não era quem eles procuravam e parti sem derramar mais nenhuma gota de sangue ou suor. A atitude mental certa ajuda a tomar as decisões certas nos momentos mais difíceis.

    As pessoas que me apoiaram após a morte de minha família me ajudam com algumas destas tarefas, são outros samurais de Satsume e me indicam que passos tomar ou quem precisa ser removido.


    Aspirações (o que você deseja para o futuro do seu personagem):
    Desejo ser reconhecido como um apoiador do Imperador Meiji, não apenas um samurai, algo a mais.
    As riquezas e o poder como um Daimyo.
    Construir uma família a salvo das influências estrangeiras.

    Temores (inseguranças e fobias do personagem):
    O medo de não ser reconhecido como um apoiador e ser considerado um mero criminoso contra o governo Imperial. Assim os interesses de um seriam mais importantes do que do grupo.
    Temo que as pessoas me vejam como um assassino inconsequente e não como alguém que remove aproveitadores que vendem o país para os estrangeiros. Sem visão de futuro ou conhecimento.
    Me enganar com mulheres da vida. Uma intuição fraca.
    Desonrar o Império e ser pego fazendo isso, pois mesmo que alguém precise fazer o serviço sujo, este não precisa aparecer como sendo sujo. A atitude mental certa.
    Receio de que nem todos os estrangeiros sejam maus, pois como no código dos samurais ensina, todas as pessoas são boas.

    Vícios:
    Mulheres e mais levemente, o jogo.

    Habilidades (em que o seu personagem é bom?):
    Tenho a prática de:
    + atividades comuns para soldados,  
    + o manuseio da katana,
    + a preparação de venenos,
    + a escalada,
    + a abertura de portas,
    + o caminhar silencioso,
    + a administração,
    + a lei do Xogunato (sim, pois eles estão no controle agora),
    + a lábia, que já me livrou de encrencas no passado,
    + o hábito do jogo.


    Pontos fracos:
    Ainda tenho sonhos sobre o que houve com meu pai e sempre fico abalado com a sensação de que o perdi muito cedo.
    Tenho um hábito de pegar lembranças dos serviços que fiz, algo como uma coleção de memórias.
    A cobiça em meu coração mostra necessidade por mais dinheiro.
    Minha tentação ainda são as mulheres.

    Quando quiser que poste no ON, avise.
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    Mensagem por Larissa Aprill em Sex Maio 17, 2019 9:42 am

    @Christiano Keller escreveu:
    @Larissa Aprill escreveu:Só eu que pressinto que a Akemi e o Toshiro vão ser inimigos? Crying or Very sad
    Ainda não li os textos de todos, no entanto o Xogunato perecerá e o Imperador Meiji reinará.

    Descobri isso depois que entrei no jogo T_T
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    Mensagem por Christiano Keller em Sex Maio 17, 2019 4:09 pm

    @Larissa Aprill escreveu:
    @Christiano Keller escreveu:
    @Larissa Aprill escreveu:Só eu que pressinto que a Akemi e o Toshiro vão ser inimigos? Crying or Very sad
    Ainda não li os textos de todos, no entanto o Xogunato perecerá e o Imperador Meiji reinará.

    Descobri isso depois que entrei no jogo T_T
    Achei interessante o fato de ser uma mulher se fazendo de soldado. Uma nova era poderia ajudar com as transformações e reconhecimentos adequados.
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    Mensagem por Tellurian em Ter Maio 21, 2019 3:25 pm

    Christiano já aliciando a Larissa pro lado monarquista da força... uhauhauhauhauha

    O personagem tá OK, camarada. A gente desenvolve os detalhes em ON, por mim.


    E sim, vocês são inimigos. Monarquistas e Shinsengumi se odiavam.
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    Mensagem por Larissa Aprill em Ter Maio 21, 2019 7:09 pm

    Nunca vou trair o Capitão Harada kkkk

    Mas vai ser legal sermos inimigos Smile
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    Mensagem por Christiano Keller em Ter Maio 21, 2019 10:51 pm

    @Larissa Aprill escreveu:Nunca vou trair o Capitão Harada kkkk

    Mas vai ser legal sermos inimigos Smile

    Serão pontos de vista diferentes os quais abordaremos durante o jogo.
    Porém como é que não percebem que tem uma mulher no meio deles? Devem ser cegos ou bêbados.
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    Mensagem por Larissa Aprill em Qua Maio 22, 2019 9:24 pm

    Falta de atrativos femininos e orientais são miudinhas. Não tem tanto seios e nem bunda que nem as brasileiras
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    Mensagem por Christiano Keller em Qua Maio 22, 2019 10:04 pm

    @Larissa Aprill escreveu:Falta de atrativos femininos e orientais são miudinhas. Não tem tanto seios e nem bunda que nem as brasileiras
    Não mesmo. Dá pra perceber de longe, mesmo com 2 ovos fritos e calça quadrada. Mas boa sorte na história, tá divertida.
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    Mensagem por MatériaIntangível em Qui Maio 23, 2019 1:44 pm

    Olá, ainda quero muito jogar! Posso criar minha ficha?

    Dúvidas: Eu não sei, e tambem não encontrei, o significado de Ishin Ish, logo não sei o que é ou o que são além da fonte incerta que fala sobre Anjos+Humanos.

    Duvida sobre o Monge, eu necessito saber das artes marciais, ou realmente posso ser um monge comum que apenas quer distribuir amor por onde estiver?
    Desde já, agradeço a ti, Mestre!
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    Mensagem por MatériaIntangível em Qui Maio 23, 2019 3:54 pm

    Sou feita do Céu, Mar e Terra

    Nome: Tatsuky Santiago Mio
    Idade: 23 anos
    Localidade do Nascimento: Edo
    Avatar: Baseado nas imagens que seguem:
    Bakumatsu no Monogatari [18+] - Página 2 7bfff86c9bde51a7755b445899b21577
    Arquétipo: O Monge
    Conceito: Joia Não Lapidada
    Backgorund:
    A noite vinha ao fundo de um lado do céu, e no virar de cabeça, podia ver o Sol deitando-se entre macias nuvens. Uma tonalidade laranja, já era diluída em pelo escuro tom da noite. Céu limpo e sem nuvens, abriam espaço para as belas estrelas, algumas sapecas que antes da mãe deitar, já brilharam no céu.
    Dentro da residência de um grande servo feudal, que hoje usa apenas do que adquiriu para aumentar seu ganho, ou seja, um burguês comerciante, ali, na residência, por maior que fosse, em seus corredores pode-se encontrar facilmente servos leais e honrosos dispostos a ajudar no que bem forem ordenados.
    Mio, uma pequena criança de cinco anos, já correu e explorou cada canto da bela ridência dos Tatsuky, e quando não estava na escola, esta mesma tentava fugir sempre das aulas de caligrafias e canto, fazendo que metade da residência a procurasse quase todos os dias.
    Otosa de Mio, Mukia-san, quando não fora da linda Edo, se encontrava em sua sala de treinos. E com todos os sentidos em dia, mesmo para um grisalho ex-samurai, ele conseguia notar a presença de sua pequena, cujo qual não escondia o amor pelo lindo arsenal do pai. Horas se decorriam até que o professor ousa-se adentrar o quarto do senhor, atrás da filha do mesmo, cujo todos sabiam aonde ela estava.
    Ocasa de Mio, uma linda e elegante mulher estrangeira, paciente e mestra das artes. Quando não cantando para seu lago de carpas laranjas e brancas, estava sempre em seu quarto artístico, explorando as cores e os papeis que seu amado lhe presenteava após longas viagens. Mio ali aparecia pouco, pois sentia em sua mãe uma distância. Ela não saiba, mas a mãe quase morreu em seu parto.
    Os irmãos, todos mais velhos, já alguns nem vivam na Grande Edo, muitos querendo seguir o caminho do pai, diziam a Mio que ela jamais usaria um arma, mesmo sendo neta de uma Onna Bugeisha.

    A noite era tensa, os ventos estavam devera fortes, e os céus não continham nenhum brilho. A deusa e o deus do universo, se escondiam atrás de uma grosseira e devastadora chuva. E na residência, além de todos os servos, toda a família se encontrava naquele dia. Até mesmo Gintama, um irmão muito distante pela idade, que já servia ao Shogun, estava se banqueteando junto a família. E por isto tensa, dentro de todo respeito, porém ainda família.
    Mio dormia nos braços da mãe. Esta fazia carinho na filha, que até chegava a babar de profundo o sonho da mesma. A irmã, entre os irmãos, tomou seu lugar para mais próxima a mãe e sua pequena, parecia que ia pedir algo.
    Porém, um estrondo, calou a todos. Dez pessoas, três sendo servos, olharam fixamente para a direção da porta, onde vinha tais estrondos. Tudo foi muito rápido. Parece que todos ficaram presos no tempo, quando as portas tombaram, revelando-se meia dúzia de shinobis.
    Gritos, que não demoraram. Pés que não conseguiram correr o suficiente. Mãos, que não alcançaram suas lâminas. Este foi o motivo de quase toda uma família ter sido destruída, quase.
    Jin Jin Suan, um homem de meia idade, muito magro e baixo. Estrangeiro que procurou no Japão uma vida melhor, e com apoio de Mukia-san, conseguiu se estabelecer seguramente no centro da capital japonesa. Esta pessoa, colocando na balança de vida tudo, por uma criança.
    Na beira de um rio, um cesto de cânhamo descendo o córrego, e apenas um velho esperando sua morte chegar. Os shinobis não são de enrolar, e deram cabo ao homem.

    Dias se passam.

    Um homem, cujo sua vontade de levar a espada para qualquer ser humano, não era mais o desejo com o qual sonhou tanto e brindou tanto após deixar a academia de samurais. Seus olhos, agora secos e sem vida por ter tirado tantas, nem se encantavam mais com as belas curvas das mais carentes geishas.
    Sentado na beira de um rio, com três peixes no cesto, e um Sol ameno sobre o chapéu, pensava em como poderia ficar ali até o por do dia, e voltar para sua residência quando o inicio da manhã seguinte viesse. A caminhada para a pequena aldeia aos pés de um monastério budista, exigiria quase dez horas e muita paciência.
    O rio estava estranho, pois normalmente três peixes se pegava no inicio de uma pescaria, e não depois de tanto tempo. Tumulto nas aguas fisgam a atenção do velho ronin. Um cesto estava sendo atacado por peixes, provavelmente ali havia pães e arroz, e isto atrapalharia uma pescaria. Peixe de bucho cheio não enrosca no anzol!
    A surpresa de Yansu Giogiu é que além de arroz, havia um neném ensanguentado. O homem olhou em volta, alisou as pálpebras e então olhou para o cesto de cânhamo. Ainda havia uma criança ali.
    Na beira do riacho, com o inicio do anoitecer, frente a uma fogueira que exalava peixe assado com carvão, Mio desperta de seu desmaio e começa a chorar. O que um guerreiro pode fazer? Havia fogo, peixe, ele ali para proteger. Mas foi ai que a vida mostrou ao velho, que nunca se é tarde para mudar.
    Usou de toda sua paciência para banhar a criança, e tirou dela o sangue, porém uma coisa chocou o velho assassino, “que maldade para com ela” pensava isto, pois o golpe fatal na Mio, não foi fatal, retalhou seu olho esquerdo apenas. Como um rio, ele deixou o choro dela para trás, e após uma mordida no peixe, um sorriso ingênuo e ainda inocente, foi realmente o que ancorou esta criança no peito de Giougiu.
    Anos se passaram, para Mio, Edo era uma lembrança bloqueada, ela sempre viveu com Yansu, e este é seu nome Yansu Mio. Seu pai era um antigo servo, e agora é um homem livre para sí. Este a ensinou o domínio do Arco e Flecha, para que sua amada filha pudesse lhe auxiliar nas caçadas.
    Quando Mio fez vinte anos, seu mundo entrou em redemoinho. Yansu Giogiu teve um lindo funeral feito por seu irmão Yansu Tyan, mestre do monastério budista. Ele também sabia tudo que fora contado sobre Mio, e por honra a família, resolveu cuidar da mesma.
    A garota só não era monge por falta de bolas, pois seu respeito pelo Buda que habita todos é grande. Ela amava a delicadeza de um lince das neves, e tocava com amor a resistente e corajosa flor da primavera. Ouvia sabiamente as palavras que lhe chegavam aos ouvidos, pois o respeito vem de si com o outro, e reverso, quando se existe harmonia.
    Não se aprofundou em combate, pois alguns monges se tornaram resistentes a uma figura feminina entre eles, que necessitavam da castidade. Porém o mestre do templo, Tyan, alertava que o problema vinha deles, e não do útero de sua sobrinha.
    Duas hora por dia, era o tempo que o mestre dedicava-se fielmente a sua adotada filha, e tirava-a de toda obscuridade das dúvidas que a cercava. Auxiliava nas meditações para sua insônia, e também não deixava de cobrar treinos de Kung Fu e base do Karatê, obviamente ela conhecia sua destreza com o arco, e também lhe cobrava.
    Estas pessoas que passaram na vida de Mio, foram o que auxiliaram ela a conectar-se com seu próprio corpo e entender melhor seus desejos de ir, vir e fazer o que entende de melhor.
    Fushi, uma linda cadela, foi outro ícone para a jovem, um animalzinho que apareceu quando ela completou dez anos, e se foi após Yansu Giogiu, desaparecendo da região aonde vivam. Até hoje, seu inocente coração, quer resgata-la. As vezes a moça se pergunta se isto reflete algo forte, ou apenas um apego.

    Aspirações:
    Iluminar-se
    Encontrar um lugar para viver
    Sentir o amor que todos falam

    Temores:
    Ser abusada ou maltratada
    Perder a visão do outro olho
    Ter todos que conhece, mortos

    Habilidades:
    Muito educada e gentil para com as situações
    Boa maestria no Arco e Flecha
    Habilidade com escrita
    Sabe cozinha dentro de casa e na floresta
    Retirar e separar pele e carne
    Porte físico

    Vícios:
    Uma curandeira apresentou uma planta calmante, ela sua em excesso as vezes
    Ao beber, o álcool lhe faz desejar mais
    Esfolar animais

    Pontos Francos:
    Muito chorona
    Impulsiva
    Odeia pessoas que pisam na outras, das duas formas da palavra
    Odeia sopa
    Sente uma saudade que não tem resposta, logo, vivem em depressão
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