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[!ON!] Ato II: A Sociedade dos Exploradores

Elminster Aumar
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Mensagem por Elminster Aumar em Dom Abr 07, 2019 10:32 pm


Ato II: A Sociedade dos Exploradores


Era madrugada quando o grupo conseguiu fugir das prisões de Belmont e respirar novamente o ar puro da maresia. Eles tiveram que ir a nado para alcançar o navio. Por um instante o Capitão Zabuza pensou que aquela fosse a sua embarcação - a escuridão da noite e as velas abaixadas poderiam confundir qualquer um -, porém ele logo se deu conta que não era. O navio para o qual estavam se dirigindo era menor, e homens de rostos não conhecidos estavam de pé na proa, aguardando a chegada do grupo.  

A mulher misteriosa foi a primeira a subir, sendo saudada pelos seus companheiros. Ela própria ajudou os demais a subirem a bordo. - Vocês estão bem? - perguntou, para em seguida dizer aos seus companheiros: - Alguém traga comida e água para eles.

Enquanto um homem saía para buscar os mantimentos, outro trouxe um tricorne e o depositou na cabeça da mulher. Agora, com mais calma, todos podiam notar alguns detalhes a mais sobre a mulher. Ela tinha uma estatura um pouco menor do que a média, pele morena e cabelos trançados. Vestia um manto que devia ter usado para se camuflar nas masmorras e passar desapercebida pelos guardas. Ao contrário do que eles pensaram anteriormente, ela não era de Vodacce, e sim de Inismore.

Capitã Veesha, a mulher misteriosa
[!ON!] Ato II: A Sociedade dos Exploradores Veesha10


- Eu devo algumas explicações a vocês. Eu me chamo Veesha, sou a capitã deste navio e membro ativo da Sociedade dos Exploradores. Nasci em Inismore, mas faz muito tempo que saí de lá para viver a minha vida. - Inismore fazia parte dos Três Reinos e tinha uma certa rixa com Avalon, embora as duas nações estejam atualmente em paz. Valentina poderia ficar aliviada de saber que Veesha não morava lá há algum tempo, o que tornaria mais fácil a convivência entre as duas. - Eu os resgatei porque sei que vocês são inocentes nessa história. Aquele que chamam de “mosqueteiro” na verdade é um impostor. Eu pesquisei a fundo e não existem mosqueteiros oficiais cuja origem não seja de Montaigne. Lorenzo, nada mais é do que um vigarista, que se aproveita da confiança que as pessoas dão só de ouvirem falar em seu suposto título. Eu tenho certeza que ele é o verdadeiro ladrão da relíquia.

Neste momento um jarro de água e algumas sacas de comida chegam para que o grupo pudesse satisfazer a sua fome e sede. Veesha parou para observá-los comendo, dando um pouco de tempo para que eles descansassem e pudessem absorver todas as informações. Passado alguns minutos, ela prosseguiu:

- A Adaga Estelar é um artefato que temos estudado há muito tempo. Para quem não conhece, nós, da Sociedade dos Exploradores, temos como propósito recolher todos os artefatos que a raça Syrne nos deixou, estudá-los e preservá-los da melhor maneira possível. Sabemos que governos corruptos usam essas relíquias com objetivos escusos, e não queremos deixar que isso aconteça. A Igreja também é um inimigo nosso, talvez o maior deles. Eles acham que o que fazemos é uma heresia. Estou falando abertamente sobre tudo isso pois caso algum de vocês tenha algo contra, é melhor já se manifestar. A Adaga Estelar, como eu ia dizendo, é um objeto de estudo nosso, que nos foi tirado quando Pierre descobriu que Belmont era um sítio arqueológico que poderia abrigar tais relíquias do passado. E agora eu quero recuperar este artefato, e por isso peço a ajuda de todos vocês.

Ela parou para olhar no olho de cada um deles, desde a franzina Tarja até o grandalhão vestenês Hardrada. Pelo seu olhar, todos eles poderiam ser úteis.

- Não se enganem - continuou Veesha -, eu posso ter os libertado da prisão, porém os nomes de vocês ainda estão sujos na cidade. Apenas desmascarando Lorenzo e trazendo a verdade à tona é que vocês terão alguma chance de suas vidas voltarem ao normal. Irão se juntar a nós para tal missão?      



OFF-GAME:
E assim se inicia o nosso segundo ato. A aventura, teoricamente, irá terminar no terceiro ato, então estamos encaminhando para a metade dessa história. Pretendo aumentar o ritmo das postagens e conto com a ajuda de vocês!
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Mensagem por Iyue em Seg Abr 08, 2019 11:50 am


Mesmo conseguindo respirar as brisas que vinham dos mares, a dançarina não conseguiu em momento algum se sentir aliviada. Sentia como se a qualquer momento iriam capturar eles novamente, e arrasta-los de volta a prisão, ou pior, para a morte. Apenas quando segurou na mão de Veesha ao subir na convés do barco que começou a abaixar um pouco a guarda, apenas para voltar a ficar tensa quando observou toda a tripulação, temerosa do que poderia acontecer agora.

Com a respiração ofegante, por não ser fácil nadar com a quantidade de tecidos que seu vestido tinha, Tarja segurou com força as suas vestes pesadas que escorriam com o peso da água. Olhava assutada para cada um dos tripulantes. Antes de olhar simpaticamente para Valentina. Se suas vestes eram difíceis de nadar, não queria nem pensar nas vestes da dama de Avalon. Sua atenção se voltara novamente para a tripulação, agora buscando um rosto familiar. Talvez alguma pessoa poderia ter feito parte da trupe em algum momento no passado?

[!ON!] Ato II: A Sociedade dos Exploradores Whatsa10

O olhar cansado da dançarina pousou sobre a mulher, observando ela com atenção pela primeira vez quando esta começou a explicar a situação a eles. “Apesar de todos concordarmos que ele mentia o tempo todo, não sabemos o tamanho da mentira que ele contava” Ela disse para a capitã, com a sua voz cansada e rouca. Quando foram oferecidos comida e água, Tajar comeu apenas o necessário, sem se esbaldar, voltando a se encolher quando terminou sua refeição, tentando manter o calor corporal que esvaia com as roupas molhadas.

@Elminster Aumar escreveu:
- A Adaga Estelar é um artefato que temos estudado há muito tempo. Para quem não conhece, nós, da Sociedade dos Exploradores, temos como propósito recolher todos os artefatos que a raça Syrne nos deixou, estudá-los e preservá-los da melhor maneira possível. Sabemos que governos corruptos usam essas relíquias com objetivos escusos, e não queremos deixar que isso aconteça. A Igreja também é um inimigo nosso, talvez o maior deles. Eles acham que o que fazemos é uma heresia. Estou falando abertamente sobre tudo isso pois caso algum de vocês tenha algo contra, é melhor já se manifestar. A Adaga Estelar, como eu ia dizendo, é um objeto de estudo nosso, que nos foi tirado quando Pierre descobriu que Belmont era um sítio arqueológico que poderia abrigar tais relíquias do passado. E agora eu quero recuperar este artefato, e por isso peço a ajuda de todos vocês.

Tarja levantou o seu olhar, encontrando com o da capitã “Para que serve esse objeto amaldiçoado? Eu não consigo compreender o que esse objeto tem de tão precioso...” Ela comenta abaixando seu olhar novamente “Me recuso acreditar que seja apenas pelo dinheiro, e se for para conhecer seu passado, por que seria contra a Igreja? Conhecimento sobre quem fomos é importante para saber quem podemos nos tornar”

@Elminster Aumar escreveu:- Não se enganem - continuou Veesha -, eu posso ter os libertado da prisão, porém os nomes de vocês ainda estão sujos na cidade. Apenas desmascarando Lorenzo e trazendo a verdade à tona é que vocês terão alguma chance de suas vidas voltarem ao normal. Irão se juntar a nós para tal missão?      

Com as palavras de Veesha, Tarja se levanta sentindo novamente o medo correr pelo seu corpo, dando alguns passos para ficar de frente com a mulher. “Por favor, eu venho de uma trupe grande, com crianças pequenas, me diga que a trupe Phantasma está bem, que já saíram da cidade” Ela disse apavorada das consequências que a trupe poderia sofrer com o seu nome sujo. “Me garanta que minha família está segura, e eu lhe ajudarei no que precisar”

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