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[!ON!] Ato II: A Sociedade dos Exploradores

Elminster Aumar
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Mensagem por Elminster Aumar em Dom Abr 07, 2019 10:32 pm


Ato II: A Sociedade dos Exploradores


Era madrugada quando o grupo conseguiu fugir das prisões de Belmont e respirar novamente o ar puro da maresia. Eles tiveram que ir a nado para alcançar o navio. Por um instante o Capitão Zabuza pensou que aquela fosse a sua embarcação - a escuridão da noite e as velas abaixadas poderiam confundir qualquer um -, porém ele logo se deu conta que não era. O navio para o qual estavam se dirigindo era menor, e homens de rostos não conhecidos estavam de pé na proa, aguardando a chegada do grupo.  

A mulher misteriosa foi a primeira a subir, sendo saudada pelos seus companheiros. Ela própria ajudou os demais a subirem a bordo. - Vocês estão bem? - perguntou, para em seguida dizer aos seus companheiros: - Alguém traga comida e água para eles.

Enquanto um homem saía para buscar os mantimentos, outro trouxe um tricorne e o depositou na cabeça da mulher. Agora, com mais calma, todos podiam notar alguns detalhes a mais sobre a mulher. Ela tinha uma estatura um pouco menor do que a média, pele morena e cabelos trançados. Vestia um manto que devia ter usado para se camuflar nas masmorras e passar desapercebida pelos guardas. Ao contrário do que eles pensaram anteriormente, ela não era de Vodacce, e sim de Inismore.

Capitã Veesha, a mulher misteriosa
[!ON!] Ato II: A Sociedade dos Exploradores Veesha10


- Eu devo algumas explicações a vocês. Eu me chamo Veesha, sou a capitã deste navio e membro ativo da Sociedade dos Exploradores. Nasci em Inismore, mas faz muito tempo que saí de lá para viver a minha vida. - Inismore fazia parte dos Três Reinos e tinha uma certa rixa com Avalon, embora as duas nações estejam atualmente em paz. Valentina poderia ficar aliviada de saber que Veesha não morava lá há algum tempo, o que tornaria mais fácil a convivência entre as duas. - Eu os resgatei porque sei que vocês são inocentes nessa história. Aquele que chamam de “mosqueteiro” na verdade é um impostor. Eu pesquisei a fundo e não existem mosqueteiros oficiais cuja origem não seja de Montaigne. Lorenzo, nada mais é do que um vigarista, que se aproveita da confiança que as pessoas dão só de ouvirem falar em seu suposto título. Eu tenho certeza que ele é o verdadeiro ladrão da relíquia.

Neste momento um jarro de água e algumas sacas de comida chegam para que o grupo pudesse satisfazer a sua fome e sede. Veesha parou para observá-los comendo, dando um pouco de tempo para que eles descansassem e pudessem absorver todas as informações. Passado alguns minutos, ela prosseguiu:

- A Adaga Estelar é um artefato que temos estudado há muito tempo. Para quem não conhece, nós, da Sociedade dos Exploradores, temos como propósito recolher todos os artefatos que a raça Syrne nos deixou, estudá-los e preservá-los da melhor maneira possível. Sabemos que governos corruptos usam essas relíquias com objetivos escusos, e não queremos deixar que isso aconteça. A Igreja também é um inimigo nosso, talvez o maior deles. Eles acham que o que fazemos é uma heresia. Estou falando abertamente sobre tudo isso pois caso algum de vocês tenha algo contra, é melhor já se manifestar. A Adaga Estelar, como eu ia dizendo, é um objeto de estudo nosso, que nos foi tirado quando Pierre descobriu que Belmont era um sítio arqueológico que poderia abrigar tais relíquias do passado. E agora eu quero recuperar este artefato, e por isso peço a ajuda de todos vocês.

Ela parou para olhar no olho de cada um deles, desde a franzina Tarja até o grandalhão vestenês Hardrada. Pelo seu olhar, todos eles poderiam ser úteis.

- Não se enganem - continuou Veesha -, eu posso ter os libertado da prisão, porém os nomes de vocês ainda estão sujos na cidade. Apenas desmascarando Lorenzo e trazendo a verdade à tona é que vocês terão alguma chance de suas vidas voltarem ao normal. Irão se juntar a nós para tal missão?      



OFF-GAME:
E assim se inicia o nosso segundo ato. A aventura, teoricamente, irá terminar no terceiro ato, então estamos encaminhando para a metade dessa história. Pretendo aumentar o ritmo das postagens e conto com a ajuda de vocês!
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Mensagem por Iyue em Seg Abr 08, 2019 11:50 am


Mesmo conseguindo respirar as brisas que vinham dos mares, a dançarina não conseguiu em momento algum se sentir aliviada. Sentia como se a qualquer momento iriam capturar eles novamente, e arrasta-los de volta a prisão, ou pior, para a morte. Apenas quando segurou na mão de Veesha ao subir na convés do barco que começou a abaixar um pouco a guarda, apenas para voltar a ficar tensa quando observou toda a tripulação, temerosa do que poderia acontecer agora.

Com a respiração ofegante, por não ser fácil nadar com a quantidade de tecidos que seu vestido tinha, Tarja segurou com força as suas vestes pesadas que escorriam com o peso da água. Olhava assutada para cada um dos tripulantes. Antes de olhar simpaticamente para Valentina. Se suas vestes eram difíceis de nadar, não queria nem pensar nas vestes da dama de Avalon. Sua atenção se voltara novamente para a tripulação, agora buscando um rosto familiar. Talvez alguma pessoa poderia ter feito parte da trupe em algum momento no passado?

Tarja saindo do mar
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O olhar cansado da dançarina pousou sobre a mulher, observando ela com atenção pela primeira vez quando esta começou a explicar a situação a eles. - Apesar de todos concordarmos que ele mentia o tempo todo, não sabemos o tamanho da mentira que ele contava - ela disse para a capitã, com a sua voz cansada e rouca. Quando foram oferecidos comida e água, Tajar comeu apenas o necessário, sem se esbaldar, voltando a se encolher quando terminou sua refeição, tentando manter o calor corporal que esvaia com as roupas molhadas.

Capitã Veesha escreveu:- A Adaga Estelar é um artefato que temos estudado há muito tempo. Para quem não conhece, nós, da Sociedade dos Exploradores, temos como propósito recolher todos os artefatos que a raça Syrne nos deixou, estudá-los e preservá-los da melhor maneira possível. Sabemos que governos corruptos usam essas relíquias com objetivos escusos, e não queremos deixar que isso aconteça. A Igreja também é um inimigo nosso, talvez o maior deles. Eles acham que o que fazemos é uma heresia. Estou falando abertamente sobre tudo isso pois caso algum de vocês tenha algo contra, é melhor já se manifestar. A Adaga Estelar, como eu ia dizendo, é um objeto de estudo nosso, que nos foi tirado quando Pierre descobriu que Belmont era um sítio arqueológico que poderia abrigar tais relíquias do passado. E agora eu quero recuperar este artefato, e por isso peço a ajuda de todos vocês.

Tarja levantou o seu olhar, encontrando com o da capitã: - Para que serve esse objeto amaldiçoado? Eu não consigo compreender o que esse objeto tem de tão precioso... - ela comenta abaixando seu olhar novamente. - Me recuso acreditar que seja apenas pelo dinheiro, e se for para conhecer seu passado, por que seria contra a Igreja? Conhecimento sobre quem fomos é importante para saber quem podemos nos tornar.

Capitã Veesha escreveu:- Não se enganem, eu posso ter os libertado da prisão, porém os nomes de vocês ainda estão sujos na cidade. Apenas desmascarando Lorenzo e trazendo a verdade à tona é que vocês terão alguma chance de suas vidas voltarem ao normal. Irão se juntar a nós para tal missão?

Com as palavras de Veesha, Tarja se levanta sentindo novamente o medo correr pelo seu corpo, dando alguns passos para ficar de frente com a mulher. - Por favor, eu venho de uma trupe grande, com crianças pequenas, me diga que a trupe Phantasma está bem, que já saíram da cidade - ela disse apavorada das consequências que a trupe poderia sofrer com o seu nome sujo. - Me garanta que minha família está segura, e eu lhe ajudarei no que precisar.

Tarja diante da Capitã Veesha
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Mensagem por kellmsa em Sab Abr 20, 2019 9:44 pm

Valentina tremeu de frio mais uma vez e seus dentes rangeram assim que uma brisa marítima bateu contra seu corpo mais uma vez. Estava com frio, porém, ignorava com sucesso. Ao se ver em segurança no deck do navio, seus ombros relaxaram extravasando a tensão, porém não relaxando totalmente.
 
Capitã Veesha escreveu:- Eu devo algumas explicações a vocês. Eu me chamo Veesha, sou a capitã deste navio e membro ativo da Sociedade dos Exploradores.

Valentina apesar de prestar atenção nas palavras da capitã, olhava ao redor, mas naquele momento ao ouvir tal informação, levantou sua cabeça e olhou finalmente para a capitã.

Capitã Veesha escreveu:- Nasci em Inismore, mas faz muito tempo que saí de lá para viver a minha vida. Eu os resgatei porque sei que vocês são inocentes nessa história. Aquele que chamam de “mosqueteiro” na verdade é um impostor. Eu pesquisei a fundo e não existem mosqueteiros oficiais cuja origem não seja de Montaigne. Lorenzo, nada mais é do que um vigarista, que se aproveita da confiança que as pessoas dão só de ouvirem falar em seu suposto título. Eu tenho certeza que ele é o verdadeiro ladrão da relíquia.

Ela sentiu uma turbilhão de sentimento dentro de si. Sabia que estava certa ao ver que foram postos em uma armação. Raiva. Indignação, alívio e agradecimento àquela mulher queimavam dentro de si. Ela absorveu cada palavra dita por Veesha e por mais que tenha passado por privações nos últimos tempos e que estivesse cansada diante daquilo tudo, sentiu algo se revigorando dentro de si.

Capitã Veesha escreveu:- Não se enganem, eu posso ter os libertado da prisão, porém os nomes de vocês ainda estão sujos na cidade. Apenas desmascarando Lorenzo e trazendo a verdade à tona é que vocês terão alguma chance de suas vidas voltarem ao normal. Irão se juntar a nós para tal missão?

Antes que pudesse dizer algo, Tarja foi a primeira a se pronunciar. Ela admirava a coragem da dançarina, era poucas as mulheres, infelizmente, que teriam aguentado toda aquela situação e felizmente Tarja tinha aguentado.

Tarja escreveu:-Me garanta que minha família está segura, e eu lhe ajudarei no que precisar.
 
Tarja disse por fim. Valentina admirou ainda mais a coragem da moça por colocar o bem estar de quem amava acima do bem estar da própria. Antes que a Capitã Veesha respondesse, Valentina se adiantou e colocou a mão esquerda no ombro de Tarja e olhou a capitã olho a olho.

- Capitã, se for possível, quero me assegurar do bem estar da trupe da Tarja. Tenho alguns agentes infiltrados na cidade e que podem tirar-los da cidade discretamente e em segurança e com certa quantidade ouro para que não se preocupem com nada, basta apenas poucas palavras minhas em um papel.

Ela sorriu para Tarja.

- Vai ficar tudo bem, minha querida.

Valentina delicadamente puxou Tarja para trás e ficou entre ela e a Capitã Veesha.

- Porem, antes de jurar que irei ajuda-la nesse missão Capitã - Valentina falou com um meio sorriso de canto de lábios -, tenho apenas que ter certeza quanto a sua pessoa Capitã - Valentina falava devagar e encarando Veesha. - O que iremos fazer é perigoso e eu quero ter certeza que não iremos ser guiados por alguém fraco. Espero que me desculpe a ousadia. Mas, eu a desafio para um duelo, capitã. Caso eu ganhe, quero que deixe Tarja e quem quiser irem embora sem nenhuma perseguição ou represália. Caso a senhora ganhe, verei que sua convicção é verdadeira e que merece ser apoiada e seguida justamente. O que acha capitã?
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Mensagem por gabrielsulino em Ter Abr 23, 2019 10:57 pm


Zabuza estava atônito com tudo aquilo. Primeiro aquela mulher misteriosa os ajudou a fugir, depois se revelou uma capitã e finalmente revelou que Lorenzo não passava de um farsante e que ela pretendia revelar a verdade e recuperar o artefato. Coçou a cabeça pronto para dizer algo, mas naquele momento a dançarina havia acabado de falar e Valentina se apressou a ficar perto dela. Zabuza olhou para Valentina, apesar de ser um desafeto dela e não entendia por que,  ele gostou da atitude dela. Mas logo em seguida seu coração disparou, um duelo? Aquela mulher estava louca! Um duelo contra a mulher que ajudou a todos a fugir?

- Não acho que seja sensato - ele murmurou dando um passo a frente. - Perdoe as palavras de um simples capitão, madame. Mas, creio que o melhor agora não seria um duelo. Vamos nos revigorar, descansar e ter um pouco de paz. Já tivemos emoções demais hoje - falou tentando ser o mais apaziguador possível.
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Mensagem por Ninja em Qui Abr 25, 2019 10:00 pm


Chegando a praia, logo teve que começar a nadar, freneticamente. A água gelada do mar não o incomodou, na sua terra a água era bem mais gelada. Deixou para ir por ultimo, na retaguarda, caso alguém ficasse para trás. Suas roupas embora pesassem não o impediu de nadar tranquilamente até a embarcação. Chegou a lateral do barco e facilmente subiu no casco, chegando ao convés. Observou a dançarina no canto tremendo de frio, mas manteve sua atenção na costa e também na embarcação.

Se aproximou da dançarina, perguntou se a mesma estava bem, depois voltou a se afastar, pensando no que faria a seguir. Seu objetivo toda hora se afastava mais. Cada momento que ele se afastava, a possibilidade de seu povo estar vivo diminuía.

Aquilo estava ficando cansativo.

Ouvindo as explicações sobre o mosqueteiro, ele da uma pequena risada de escarnio. - Eu meio que já sabia disso. Mas isso não muda muita coisa.

Após isso as coisas ocorrem muito rápido, culminando num desafio de duelo por parte da nobre. O Vestenes apenas balança a cabeça, cruzando os braços se encostando na borda do convés.

- Isso, minha amiga, é uma péssima ideia. Mas eu não irei impedi-la. Se você acha que temos tempo para isso... boa sorte. Mas saiba que eu sou totalmente contra partir ao ataque de quem nos ajudou até aqui.

Deixou a brisa do mar bater em seu rosto. Era bom finalmente estar livre. Um vestenes sem mar é como um céu sem sol.

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Mensagem por Elminster Aumar em Qua Maio 01, 2019 9:28 am


Todos à bordo do navio, a reação a respeito do convite da Capitã Veesha de participar da missão para desmascarar Lorenzo e recuperar o artefato variou de cada um. A jovem Tarja queria saber um pouco mais sobre a Adaga Estelar e o que ela tinha de especial, antes de fazer um pedido à Capitã.

Tarja escreveu:- Para que serve esse objeto amaldiçoado? Eu não consigo compreender o que esse objeto tem de tão precioso... Me recuso acreditar que seja apenas pelo dinheiro, e se for para conhecer seu passado, por que seria contra a Igreja? Conhecimento sobre quem fomos é importante para saber quem podemos nos tornar.

- Quando o cardeal Esteban Verdugo tomou o poder da Igreja, a Inquisição ganhou força como nunca antes visto. Eles são contra a qualquer tipo de estudo ou pesquisa científica. Para Verdugo, o tempo do Quarto Profeta chegou, e não é hora de perdermos tempo pesquisando este mundo, e sim, nos prepararmos para o próximo. - A Capitã Veesha, percebendo que alguns ainda estavam confusos, complementou: - A profecia é que o quarto e último profeta trará o Armagedom, e o mundo cairá numa batalha cósmica pelas almas humanas. Me desculpe se alguém segue os princípios da Igreja, mas eu tenho um dever com a verdade. A Igreja dos Vaticínios está cada vez mais corrupta e sedenta por poder.

Aquelas palavras causavam um sentimento estranho em Tarja e ao Capitão Zabuza, que sempre seguiram os ensinamentos da Igreja. Eles deveriam acreditar em Veesha? Será que todos da Igreja eram pessoas ruins como ela estava dando a entender? A Capitã Veesha prosseguiu, respondendo agora à respeito do artefato.

- Vocês já ouviram falar sobre o Sétimo Mar? - Aqui, ela olhou para o Capitão Zabuza, pois este era um tema bastante recorrente entre todos que navegavam pelos mares de Théah. - Há muitas lendas e teorias a respeito deste mar oculto. Muitos dizem que já navegaram por ele, mas ninguém trouxe alguma prova concreta. Alguns estudiosos acreditam que os syrnes usaram o mar como rota para se chegar a... onde? Ninguém sabe o que tem além deste mar, mas com certeza há um novo mundo de descobertas. Pois bem... nós, da Sociedade dos Exploradores, acreditamos que a Adaga Estelar pode ser a chave para se chegar a este mar. Acreditamos que os syrnes usavam o artefato como uma bússola. Vocês devem ter visto o globo misterioso que há no meio do punhal. Dentro dele, parece haver um milhão de estrelas. Um navegador experiente talvez consiga se guiar através das orientações dessa "bússola". Por isto o artefato é muito importante para nós. Em mãos erradas, o destino de Théah pode estar comprometido.

Tarja escreveu:- Por favor, eu venho de uma trupe grande, com crianças pequenas, me diga que a trupe Phantasma está bem, que já saíram da cidade. Me garanta que minha família está segura, e eu lhe ajudarei no que precisar.

- Eu não sei a respeito da sua trupe, mas... - Valentina a interrompe nesse momento.

Valentina escreveu:- Capitã, se for possível, quero me assegurar do bem estar da trupe da Tarja. Tenho alguns agentes infiltrados na cidade e que podem tirar-los da cidade discretamente e em segurança e com certa quantidade ouro para que não se preocupem com nada, basta apenas poucas palavras minhas em um papel.

Capitã Veesha assente com a cabeça.

- Enviarei alguns dos meus homens para procurar por seus agentes e entregar o seu recado.

Valentina, contudo, parecia ainda ter algumas dúvidas a respeito da força da capitã e de seus propósitos. Quando a nobre avaloniana terminou de falar, ela percebeu uma leve agitação tomar conta da tripulação de Veesha. Eis a proposta proferida de Valentina:

Valentina escreveu:- Porem, antes de jurar que irei ajuda-la nesse missão Capitã, tenho apenas que ter certeza quanto a sua pessoa Capitã. O que iremos fazer é perigoso e eu quero ter certeza que não iremos ser guiados por alguém fraco. Espero que me desculpe a ousadia. Mas, eu a desafio para um duelo, capitã. Caso eu ganhe, quero que deixe Tarja e quem quiser irem embora sem nenhuma perseguição ou represália. Caso a senhora ganhe, verei que sua convicção é verdadeira e que merece ser apoiada e seguida justamente. O que acha capitã?

Hadrada e o Capitão Zabuza imediatamente se mostraram contra esta ideia.

Hardrada escreveu:- Isso, minha amiga, é uma péssima ideia. Mas eu não irei impedi-la. Se você acha que temos tempo para isso... boa sorte. Mas saiba que eu sou totalmente contra partir ao ataque de quem nos ajudou até aqui.

Zabuza escreveu:- Não acho que seja sensato. Perdoe as palavras de um simples capitão, madame. Mas, creio que o melhor agora não seria um duelo. Vamos nos revigorar, descansar e ter um pouco de paz. Já tivemos emoções demais hoje.

O burburinho que tomou conta da tripulação só parou quando a capitã ergueu um dos braços, para fazê-los parar de falar.

- Em nenhum momento eu disse que impediria de irem embora - disse a Capitã Veesha, encarando Valentina. - Vocês não são meus prisioneiros, portanto, estão livres, mas como disse antes, os nomes que vocês carregam continuarão sujos até que Lorenzo seja desmascarado. É uma troca. Vocês nos ajudam a recuperarmos o artefato, e nós os ajudamos a limpar seus nomes dos crimes em que vocês foram acusados.

Veesha se virou para um membro da sua tripulação, e ordenou:

- Traga a minha espada. - Voltando novamente a encarar Valentina, prosseguiu: - Particularmente, acho que você deveria ouvir os seus amigos. Mas, caso queira prosseguir com isso, eu, Capitã Veesha, não sou conhecida por fugir de desafios.

Um rapaz tratou logo de trazer à arma para a sua capitã, que a ergueu em direção à nobre.

- Pode escolher qualquer arma à vista.



OFF-GAME:
@kellmsa, só relembrando, vocês estão sem as suas armas. A Capitã Veesha deu a opção de você escolher qualquer arma que esteja com a sua tripulação, a maioria são espadas curvadas. Neste jogo, de fato, a arma em si não faz diferença em relação a dano.
Caso queira prosseguir com o duelo, me avise em OFF para eu dar as diretrizes sobre como funcionará isso.
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Mensagem por Iyue em Sex Maio 03, 2019 9:31 am



Capitã Veesha escreveu:- Quando o cardeal Esteban Verdugo tomou o poder da Igreja, a Inquisição ganhou força como nunca antes visto. Eles são contra a qualquer tipo de estudo ou pesquisa científica. Para Verdugo, o tempo do Quarto Profeta chegou, e não é hora de perdermos tempo pesquisando este mundo, e sim, nos prepararmos para o próximo. A profecia é que o quarto e último profeta trará o Armagedom, e o mundo cairá numa batalha cósmica pelas almas humanas. Me desculpe se alguém segue os princípios da Igreja, mas eu tenho um dever com a verdade. A Igreja dos Vaticínios está cada vez mais corrupta e sedenta por poder.

Mesmo com o sentimento estranho ao falarem mal dos ensinamentos que a Igreja passava, a dançarina negou com a cabeça. “Pode ser que existam pessoas ruins dentro da Igreja, capitã, mas o mundo também não é branco no preto, ou vice e versa. Não somos destinados a ser apenas um ou outro, eu acredito que ainda existem pessoas que querem o bem dos outros, foi isso que foi me ensinado” Ela disse com um sorriso “E se a senhora quer o bem também, e acredita que os ensinamentos e pesquisas podem fazer isso, não vejo o porque isso possa ser ruim, mas talvez isso seja apenas o pensamento de uma criança, como diria minhas tias”

Valentina escreveu:- Capitã, se for possível, quero me assegurar do bem estar da trupe da Tarja. Tenho alguns agentes infiltrados na cidade e que podem tirar-los da cidade discretamente e em segurança e com certa quantidade ouro para que não se preocupem com nada, basta apenas poucas palavras minhas em um papel.

Assim que Valentina se pronunciou, Tarja olhou maravilhada para ela, pela preocupação dela de manter também sua família longe do perigo. A loira não conseguiu se conter, e em um mix de emoções, ela abraçou a nobre, antes de soltar rapidamente com um singelo “Desculpe, não é assim né?” E se curvou de uma maneira desajeitada como tinha visto suas tias fazendo para os outros nobres em outras apresentações. “Muito obrigada mesmo Senhorita Valentina, não sabe o quanto acalma meu coração saber que eles estarão seguros!”

Assim que a nobre estava entre Tarja e a capitã, a dançarina, tomou alguns passos para trás, sem entender completamente, mas também não se viu no direito de argumentar contra a nobre que estava ajudando a manter a trupe segura.

“Apenas, tomem cuidado ambas” Ela disse, antes de se postar do lado do vestenes, observando o mar, tentando se lembrar das histórias que seus tios haviam contato a ela quando era menor. Certamente, com a quantidade de histórias, alguma delas deveria ter relação com o sétimo mar, mas ao mesmo tempo, foram tantas histórias que a dançarina se perdia nas memórias enquanto olhava o movimento das ondas ao horizonte.
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Mensagem por gabrielsulino em Sab Maio 11, 2019 6:35 pm


Zabuza sempre como um homem do mar, resolveu tocar um foda-se e seguir a ideia da capitã. Apesar de ser um dos cabeças da URSAL, queria saber sobre as cosmologias do universo, e matar aquele desgraçado do Lorenzo o faria muito bem. Então disse:
Que se foda. Me de uma espada e umas facas e vamos lá encontrar essa espada e decapitar esse infeliz. Mas como troca, caso vocês forem ao sétimo mar, quero ir junto. Afinal, sou um homem do mar e quero virar um lenda que descobriu isto. Depois seria bom ser conhecido e funda uma sociedade apenas de pessoas livres, que podem fazer o que bem entendem, que se foda os governantes; autogestão é o que quero, é meu ideal. Mas aguardo sua resposta capitã
Em seguida deu um grito e mandou os valores da igreja à merda.. Esperou a resposta da capitã.
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Mensagem por Ninja em Ter Maio 21, 2019 9:41 pm


@Iyue escreveu:“Apenas, tomem cuidado ambas”

O Vestenes suspira. Haviam outras prioridades mas...não podiam fazer nada.
Ele deixa a cabeça cair um pouco para trás, enquanto ainda acenava negativamente. Bom, que seja.
-Bom minha pequena...parece que ainda teremos um pequeno impasse aqui...- diz para a dançarina- -Mas diga...lembro-me de você ter dito que seus tios eram das terras altas e de veste...mas...e você? De onde é?
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Mensagem por Iyue em Sab Jun 08, 2019 2:45 pm


Hadrada escreveu:“Bom minha pequena...parece que ainda teremos um pequeno impasse aqui... Mas diga...lembro-me de você ter dito que seus tios eram das terras altas e de veste...mas...e você? De onde é?”

Quando a dançarina escutou Hadrada falando com ela, Tarja acaba em suas memórias com a trupe contando o como eles haviam encontrado ela. Com um sorriso leve, a dançarina puxar um penacho branco escondido nos cabelos loiros. Acariciando a pluma extremamente branca levemente, ela olha para o vestenês “Mama Odi diz que a trupe me encontrou no meio de uma estrada daqui de Montaigne” Ela disse tirando o penacho para que Hadrada pudesse ver melhor “Ela conta que eu era pequena demais para estar sozinha na estrada, segurando este penacho e cantarolando uma canção de ninar” Ela disse suspirando, voltando a olhar o mar. "Por esse motivo acredito ser de Montaigne, porém Mama Odi fala que somos filhos do mundo" Tarja sorri antes de guardar o penacho por entre seus cabelos.

“Deves me achar estranha né?" A dançarina comenta com uma risada leve “Fui criada por Mama Odi que é de Avalon, junto do capitão Lazaré que é daqui de Montaigne, e meus tios mais próximos são Terras Altas, Vodacce e Castilha. Fora todos os outros membros que já fizeram parte e seguiram caminhos diferentes que vieram de outras nações" Ela diz listando basicamente todos os países conhecidos "Eu nunca consegui entender essa questão de preconceito" Enquanto falava, ela parecia brilhar genuinamente com a dúvida.

"E você senhor Hadrada, como és sua família?" Ela pergunta, voltando a observá-lo "O senhor parece se preocupar muito com sua família e amigos" Ela sorri gentilmente

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Mensagem por Ninja em Seg Jun 10, 2019 12:23 am




@Iyue escreveu:"E você senhor Hadrada, como és sua família?" Ela pergunta, voltando a observá-lo "O senhor parece se preocupar muito com sua família e amigos" Ela sorri gentilmente

O Vestenes sorri, era agradável conversar com a pequena dançarina. Porém a lembrança de sua vila ainda o trazia dores.
-Família...-ele sente uma pontada no coração ao lembrar dos mesmos. -Eu sou de uma pequena vila, meu clã não era muito grande, mas eramos muito fortes. Eu tinha... -Ele suspira mais um pouco,engolindo o seco e tentando não se deixar levar pelas emoções- Eu tinha uma bela esposa, Tora, e com ela o poderoso Pai de todos nos abençoou com duas pequenas crianças. Dois ao mesmo tempo, um menino e uma menina, ambos fortes e que não fugiam de uma boa luta. - A brisa marítima continuava a alcançar seu rosto, como pequenas carícias, fazendo sua barba se mexer levemente. - Ela era uma boa mulher, acho que ate boa demais para mim. - Um sorriso brota em sua face ao lembrar de seus entes queridos. -Ela tinha o costume de andar de manhã sabe? Com as crianças, na verdade eu nunca entendi porque ela gostava de fazer as tarefas tão cedo...mas isso nunca me perturbou de verdade...é o tipo de coisa que você nunca da muita atenção...nunca parece muito importante...-Ele se vira, de frente para a borda do barco, e olha para onde seria o horizonte. -Eu acordei com os gritos. Estamos numa época de paz, não fazia sentido...mas eu sei que a culpa foi minha por...por ter relaxado tanto... quando eu cheguei la fora, eu ainda...ainda demorei sabe? pra entender o que estava havendo? Ela...ela estava lá...acho que se meus meninos tivessem se deixado levar...mas, eles tinham sangue do pai, e como eu disse, eles não fugiam de uma luta...não importasse o que acontecesse...- Sua mente se pega pensando...quanto tempo ja fazia que ele havia saído de la? que ele sairá em busca de achar os culpados? alguns meses? semanas? Não sabia muito bem. -Como eu disse...ela era linda...acho que por isso, o pai de todos deve ter ficado com inveja e levado-a para com ele...-Um sorriso, desanimado dessa vez, brota em seu rosto-Sim pequena, família é importante...por isso é preciso valorizar muito a sua...mas eu agora pareço um velho...você me fez uma simples pergunta e eu lhe contei uma longuissima historia.-novamente ele muda de expressão - Mas me fale, se não fosse por essa confusão toda...o que pretendia fazer daqui pra frente?


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Mensagem por kellmsa em Seg Jun 10, 2019 6:51 pm


- Por favor, Capitã- Valentina falou em um tom respeitoso enquanto fazia uma mesura - Não quero que leve para o lado pessoal, é apenas uma pequena luta para que eu apenas confirme o tipo de pessoa que você é. Dizem que conhecemos verdadeiramente a essência de uma pessoa em uma luta.

Valentina deu um longo sorriso.

- Confesso que não sou intima de nenhuma arma - falou jocosamente - Mas se deixar a arma cair, usarei meus punhos.


Ela deu uma longa olhada ao redor e pegou a espada curva de um marinheiro próximo. Ela virou a arma em sua mão de forma curiosa, mas tomou cuidado para não se cortar.

- Eu apenas quero descobrir Capitã, se você tem convicção, força e determinação o suficiente para nos levar a vitoria - Disse tomando a posição.
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