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    Parte V: Homens de Preto

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    Parte V: Homens de Preto - Página 3 Empty Re: Parte V: Homens de Preto

    Mensagem por Cephei em Qua Maio 15, 2019 1:28 pm



    Cruel Fairy Tale


    Com as explicações de Zettler concluí que Cain estava muito empenhado em dissolver o tal Sindicato, empenhado ao ponto de usar seu dinheiro para isso e também de se aproximar de pessoas como Axelle. Ele se preocupava apenas com os pobres mundanos injustiçados por conta dos burgueses? Provável que não… Devia haver muito mais coisa escondida, coisas que Arctus e Vanessa não saberiam. Para descobrir eu teria que perguntar diretamente para ele.

    Levantei-me, colocando o cartão com o endereço em um dos bolsos do sobretudo, checando meus itens em outros bolsos. Levei as mãos aos cabelos, prendendo-os em um rabo de cavalo. Os dois além de mim naquela sala me olhavam, aguardando por minha atitude, enquanto isso eu só pensava, relembrando cada palavra dita dentro daquele lugar. Lá no fundo ainda me sentia decepcionada com meu tutor por ele ter outras prioridades além daquelas que me envolviam, mas no fim percebi que não estava chateada apenas por mim, na verdade eu estava preocupada. Todos no meu grupo desejavam desesperadamente retornar à Astéria, reunir-se novamente aos seus, eu mesma tinha esse imenso desejo. Depositei toda minha confiança em Cain e por isso achava que seria capaz de concluir minha vingança e retornar ao meu lar em um curto espaço de tempo… Eu já não saberia responder como andava meu sentimento de vingança, estava preocupada demais, eu só sabia que iria atrás daquela mulher.

    Muito obrigada pelos esclarecimentos, Vanessa! Acho que agora só essa tal de Axelle pode me ajudar com relação à Cain… Agora… Você poderia me ajudar a chegar até ela? Eu não quero voltar a andar de ônibus e ainda não estou muito disposta a usar isso. — Joguei um cartão de crédito sobre a mesa. Ali meu tutor tinha depositado mais dinheiro e ele até tinha me ensinado a usar, mas a máquina que tinha que inserir aquele pedaço de plástico era tecnológica demais. No dia anterior eu havia passado um bom tempo de frente a ela, tentando usá-la, mas o esforço maior que tive que fazer foi para não destruí-la quando perdi a paciência. Se fosse pra usar dinheiro, que fosse em notas ou moedas e eu já tinha gastado tudo o que levara. Sei não… Mas acho que o motorista tinha que ter me dado o troco quando eu dei para ele uma nota de 100… Evitei confusão quando perguntara a ele e ele dissera que não tinha… Juro que fiquei com medo de perder a cabeça na frente de tantas pessoas que havia naquele ônibus. Por isso decidi não insistir muito… Pelo menos a minha família ainda tinha um pouco do que o vampiro nos dera.

    Sem falar nada sobre isso, aguardei a resposta de Vanessa, mas já pensando em alguma maneira de chegar ao endereço se não pudesse contar com ajuda. Em Astéria podíamos ir a qualquer lugar e de qualquer maneira, fosse por teleporte ou voando/montando em uma de suas criaturas místicas. Na selva de pedras isso era bem mais difícil...

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    Claude Speedy
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    Parte V: Homens de Preto - Página 3 Empty Re: Parte V: Homens de Preto

    Mensagem por Claude Speedy em Sex Maio 17, 2019 9:51 am

    Lana:

    Lana escreveu:— Muito obrigada pelos esclarecimentos, Vanessa! Acho que agora só essa tal de Axelle pode me ajudar com relação à Cain… Agora… Você poderia me ajudar a chegar até ela? Eu não quero voltar a andar de ônibus e ainda não estou muito disposta a usar isso.

    A maga joga um cartão de crédito na mesa... Ela pega uma máquina e passam o pedaço de plástico, em seguida Vanessa faz um sinal para o rapaz atrás dela.

    —Gláucio, pode levar Lana até seu destino?

    Ele apenas faz sim com a cabeça e passa pelas duas enquanto Vanessa devolve o cartão. Assim que Lana pega de volta, o rapaz pega Lana pela mão e vai levando.

    Tchau

    Ela diz... Uma palavra estranha para lingua inglesa .

    Passando pelo bar, Gláucio solta a mão de Lana e caminha até lá fora, onde há algumas motos estacionadas. Ele vai à frente, depois joga para ela um capacete.

    Parte V: Homens de Preto - Página 3 1452659573020
    -Sobe

    Ela ouve a voz dele pela segunda vez nessa noite, pela primeira vez diregindo à ela algumas poucas palavras.
    O rapaz aguarda ela subir na garupa daquele cavalo de metal tecnológico.
    Abigail,  Erik, Ford, Júlio:
    Conforme "Thor" fala, Abigail observa irritada. Tentando entender o que estava acontecendo exatamente e se o sujeito que conheceu há sabe-se lá quantas noites atrás não é na verdade trabalha para essa organização governamental com quem o Sabá parece estar brincando. Ela conhecia o Sabá por conta de uma amiga desaparecida que agia junto de Alex...Mas e Eric? Qual era seu papel nisso tudo?

    Ford escreveu:- Essa teoria da realidade estática não entra em conflito com algumas teorias mais consolidadas? Se pudesse gostaria que depois deixasse checar seus documentos e dados. Também não estou familiarizado com esse Construto, precisava de novos equipamentos, os meus foram perdidos na ultima incursão, também gostaria de uma sala reservada para discutir os detalhes da missão com Thor e interrogar a ...- Olha para a Licantropa e aponta com a cabeça.- Se não for pedir muito.


    Valkíria: —Certamente, agente. Só gostaria responder sobre as minhas teorias no instituto de paranormalidade e em que divirjo de meus colegas. A teoria mais presente, e eu não diria consolidada, pela União é que há uma realidade consolidada... Vampiros, Lobisomens, Fantasmas e Fadas... Sim, fadas! Temos relatos de fadas! São classificados como "Transgressores da Realidade¹". Ora, mas se são transgressores...São ilusões...Não são reais. Se não são reais, são meras alucinações... Mas é bem visível que a senhorita Black na minha frente não é nenhuma alucinação. E em sua forma humana ela poderia estar parada bem aí ao seu lado como esta o agente Thor e você mal saber a diferença entre um morto-vivo sanguessuga igual ela e um humano não infectado... Se todos eles existem e estão lá, a designação "Transgressor da Realidade" sugere que eles conseguem alterar o que é real. Se o que é real pode REALMENTE ser alterado...Nada é uma transgressão, mas uma condição da própria existência. Entende...?

    Valkíria faz uma pausa para alguns digerirem a informação, de todos o pequeno Júlio é o mais confuso.

    Valkíria: —O que considero é o seguinte... é bem mais simples. Pessoas do alto escalão estão empenhadas em esconder a verdade não só do público comum, como também dos agentes para fingir que alguém como ela não existe... Na sala ao lado há equipamentos de análise química e um computador onde esta um relatório detalhado sobre o que estou dizendo. O espaço, agente, pode ser usado por vocês... Eu preciso ir cuidar de verificar como anda a recuperação dos agentes que ela retalhou pelo caminho até aqui ...

    Ela se levanta e deixa a sala dando passagem para vocês.
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    Parte V: Homens de Preto - Página 3 Empty Re: Parte V: Homens de Preto

    Mensagem por Cephei Ontem à(s) 5:00 pm



    Cruel Fairy Tale

    A facilidade com a qual eles usavam aquelas coisas tecnológicas era impressionante, mas eu não invejava nem um pouco. Desviei meu rosto para evitar que a loira percebesse minha expressão insatisfeita. A ação foi rápida da parte dela e eu descobri o nome do rapaz mudo que permanecia conosco na sala até o momento. Ela pediu para que ele me levasse até o endereço de Axelle e por alguns segundos eu pensei que seria algo positivo. Ele era calado, não teríamos que conversar. Era algo muito bom para alguém dominada por pensamentos inquietantes.

    Vanessa me entregou o cartão e eu nem tive tempo para guardá-lo de volta ao bolso. “Gláucio”, esse era o nome do homem, pegou minha mão. Minha reação foi imediata, bati com a mão me livrando de seu toque. Quando nossos olhares se cruzaram, fui incisiva ao dizer:

    Sem toques e sem me tratar como criança, por favor. —Minha expressão não era das mais amigáveis, e o “ sem me tratar como criança” foi porque eu sempre agia dessa maneira com Cassidy para não vê-la sair correndo em meio às árvores do bosque ou pelos corredores do castelo de Rutila. Logo eu pensei que Gláucio estava agindo assim pensando que eu fosse uma garotinha hiperativa, ou até coisas piores. Ele até insistiu em uma nova tentativa, mas coloquei minhas mãos nos bolsos, tomando a dianteira enquanto ouvia Zettler falar mais uma palavra incompreensível.

    Seguimos pelo bar até chegar ao lado de fora e eu dessa vez não tive uma boa surpresa. Deparei-me com vários veículos de duas rodas. Eram estranhos e eu recordava que muito barulhentos. O som daqueles corpos de metal sem vida era irritante, além daqueles veículos parecerem muito desconfortáveis e desconfiáveis.

    Cadê os cavalos? — Perguntei, sendo até estúpida por ainda acreditar que algo que eu considerava “normal” pudesse acontecer. Pensava que naquele bar, um lugar que transbordava quintessência, as bugigangas amaldiçoadas da tecnocracia não teria tanto espaço. Antes de receber qualquer resposta tive que aparar uma “coisa” que Gláucio me jogou. Quando dirigi minha atenção a ela, percebi que parecia um elmo, mas sem toda sua graciosidade por ser mundano. Provavelmente eu teria que usá-lo na cabeça, mas apenas se minha intenção fosse seguir com ele montada naquele veículo estranho...

    Você não acha que vou subir nesse “troço” e ir sei lá pra onde, né? Desculpa, mas sem cavalos, sem trato! —Disse, cruzando os braços. Estava de volta à realidade mundana, recuperando toda minha maneira hostil e antipática de encarar a tecnologia. Aquela coisa ia fazer barulho, soltar fumaça, aquela coisa não tinha nenhuma ligação espiritual com nada. Era apenas um monte de metal, couro e borracha. E tinha um monte daquele tipo rondando a cidade… Eu não queria me envolver ainda mais com aquele mundo, usar seus artigos, caminhar como os mundanos, agir como eles, pensar como eles. Aquela realidade repleta de coisas superficiais não era minha e eu não me curvaria a ela. Definitivamente não!

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    Mensagem por Black Thief Hoje à(s) 11:56 am

    [center]Parte V: Homens de Preto - Página 3 14390110

    Valkyria escreveu:-As duas raças que deram origem à sua condição tem dois nomes cristãos para essa batalha: Gehenna e Apocalipse.
    Os primeiros eventos aconteceram à noite em 1999. Eu estava ainda como uma jovem estagiária do setor de pesquisa do Paranomal da universidade de Psicologia de Nova York. Já era parte da Tecnocracia, sem saber, naquele ano, pesadelos perturbam os sonos de muitas pessoas, mas eles não podiam lembrar o que eles sonharam. Eu conversei com pessoas que se dizem videntes, elas pareciam estar tendo um episódio espontâneo de Visão do futuro. Foi naquela semana que três vampiros orientais atacaram um poderoso vampiro cigano em Bangladesh , foi quando eu fui objetivamente convocada para compreender a loucura e caos que esse conflito estava gerando nas mentes de várias pessoas. Muitas pessoas que trabalhavam como videntes e que eu ajudei nas consultas começaram a delirar de forma descontrolada com mais pesadelos. Toda União Tecnocrática foi convocada, foi quando eu soube quem realmente pagava minha bolsa de estudos. Quatro vampiros... Quase arrasaram a Índia. A desculpa que demos para dete-los foi que o governo índiano estava testando bombas atômicas. Ainda que nessa dimensão terrena a batalha durou uma semana, em outras dimensões paralelas à nossa ela se extendeu até meados do ano 2000. Foi esse o período em que a Tecnocracia percebeu que não deveria subestimar a doença do vampirismo. E o quanto ela pode ser letal para humanidade, pelo que li do relatário de alguns engenheiros que estudam Ciência Dimensional é que em 2000 algo dessa batalha fugiu ficou escondido aqui em Nova York. Esses engenheiros desapareceram da Tecnocracia. Alguns anos depois conheci o agente Smith, que também tinha suas suspeitas de que alguns do alto escalão estavam usando os espólios dessa guerra velada para lucrar. Nossas investigações para descobrir quem ficou com o que sobrou do conflito em 2000 levaram até a tal Divisão de Projetos Especiais.

    Abigail conhecia os dois mitos, ambas versões diferentes do fim do mundo, com seus próprios titãs malignos a se preocuparem. Abigail viu essa matéria, sabia que algo de errado tinha acontecido naquela época e que tinha mais que o governo realmente falava. Ela então vê Erik, um rosto familiar desde aquele ataque, o que a fazia lembrar que aquele homem havia os atacado... Se queriam o apoio de Abigail começaram do modo mais errado possível à levando ali à força, mas a Crinos não ia fazer nada agora, ela estava guardando esse ressentimento pro momento mais oportuno.

    Valkyria escreveu:-Entendeu corretamente, Agente Smith que você destroçou à pouco e eu há alguns anos acreditamos que uma organização corrupta esta infiltrada na facção do Sindicato... Creio que você pode estar assustada, Abigail. Nós somos a União Tecnocrática, também chamada de Tecnocracia, somos geralmente retratada como os antagonistas de chapéus pretos e óculos escuros. Okay – este pode ser um clássico e cheio de estilo, eu uso essas roupas. Mas nós vamos muito além disso... Como pode ver nesses três agentes que chegaram.

    A União foi fundada sob o nome de Ordem da Razão em 1325, com a ideia de ser um grupo dedicado à proteção da humanidade das depredações dos chamados seres "sobrenaturais", especialmente magos. Eu particularmente não vejo esse termo como algo científico. Sou da divisão de estudos paranormais...Meus superiores veem isso como flertar com o que chamam de "Transgressores da Realidade", outro termo que eu metadologicamente desaprovo. Ao meu ver a realidade é por si só Estática por excelência, a ciência apenas avalia a realidade... O que tenho questionado aos meus superiores é essa visão pouco científica e empírica quando lidam com criaturas como a que você se tornou...

    Nós trabalhamos para um mundo seguro. Para tal, trabalhamos duro, para limpar a realidade de influência do tipo de força que usaram em você para sua transformação. Dessa forma quando Smith e eu descobrimos sobre a Operação de Projetos Especiais e o que fizeram à você... Vimos o absurdo de pessoas que meus superiores chamam de "Transgressores da Realidade" usarem justamente uma organização como a União Tecnocrática para propagar o tipo de influência que estamos querendo eliminar! Nossas investigações foram ainda mais aterradoras quando descobrimos que não um, mas dois grupos estavam lutando por influenciar os Projetos Especiais. Ele se ajudam, mas competem entre si pela presidência da compania Pentex... Licantropos e vampiros. Trabalhando juntos, como nos filmes antigos de Terror, só que ao invés de caçarem virginzinhas em cabanas abandonadas, resolveram se tornar chefes executivos de multinacionais. Acredito que tentando gerar um estrago maior...

    A vontade de Abigail era de perguntar: E o que eu tenho haver com tudo isso? Ela já contara a Abigail o que a interessava, o resto não tinha muito o interesse da Dançarina Lasombra, mas ela ainda assim prestava atenção para entender o modus operandi, aquela mulher parecia estar sendo sincero no final das contas e conhecimento nunca é demais.

    Valkyria escreveu:-Como eu disse, Abigail, Presumiu bem. Quero sim fazer um acordo. Eu vi em você a esperança para poder reverter esse jogo. Como expliquei anteriormente... Nós apuramos que um membro da Facção dos Progenitores Edward Simmons tentou acabar com a disputa entre os Lobisomens e Vampiros dentro da Pentex, superando ambos através de você... Ele já fazia parte de vários dos projetos já criados de manipulação genética, selecionou uma jovem para formação em 2005... Com você ele tentaria tomar o controle absoluto de ambas frações que disputavam a diretoria da Pentex. Seria então o diretor geral... Mas ele não contava que você conseguiria ter certa individualidade e se libertar... Acreditamos que ele pretendia eliminar seu livre arbítrio, mas houve algum imprevisto com alguma outra cobaia dele. De qualquer forma, queremos limpar esse cancer que secretamente tem crescido dentro da Tecnocracia. E creio que você queira vingança contra quem fez isso com você... Talvez até encontrar uma cura para sua condição.

    Abigail arregalou os olhos ferais e abaixou as orelhas quando ela falara de uma cura.

    - É possível??? Pode-se fazer isto??? Eu posso voltar a ser humana denovo sem toda essa merda na minha vida??

    Aquilo era como uma esperança, uma luz no fim do túnel. Agora fazia sentido o Sabá e a Pentex trabalharem juntos, se eles possuem uma frente vampirica e Simons era um Lasombra e deu o sangue dele... Tudo se encaixava.

    Erik escreveu: Abigail... por Odin, vamos conversar... normalmente. Unindo forças!

    Abigail olha de relance para Erik, fingindo que não o conhecia porque não sabia a parte nele em tudo isso, pergunta:

    - E você? Qual é a sua parte nisso tudo?

    Quando o cientista vinha se aproximando como que fascinado pela vampira loba, ela imediatamente rosna para ele antes que ele se aproximasse mais, indicando que se tocasse nela, ele seria atacado. Seja pelo seu próprio bom senso ou pela ameaça, ele recua e isso era o suficiente pra deixar a Abominação satisfeita.

    Ford escreveu:-Essa teoria da realidade estática não entra em conflito com algumas teorias mais consolidadas? Se pudesse gostaria que depois deixasse checar seus documentos e dados. Também não estou familiarizado com esse Construto, precisava de novos equipamentos, os meus foram perdidos na ultima incursão, também gostaria de uma sala reservada para discutir os detalhes da missão com Thor e interrogar a... Se não for pedir muito.

    Abigail rosnou para o cientista que pelo visto estava a tomando por uma "Coisa", e então ela diz:

    - Ninguém vai me interrogar antes de eu fazer o que eu preciso fazer.

    Ela se levantou com a arma ainda em mãos e começou a caminhar em forma Crinos em direção à porta, mas sem deixar sua guarda baixa.

    - Se vamos ser amiguinhos aqui, vocês podem me dar um gesto de boa fé uma vez que fui trazida aqui contra a minha vontade, à força, e agora vocês pedem cooperação. Depois que eu resolver os meus assuntos volto pra que ambos possamos nos interrogar.

    Ela olhou para o cientista, indicando que ela não seria nenhuma submissa ali para ser "interrogada". De qualquer forma, o que a agente falava sobre criaturas sobrenaturais se encaixarem dentro de um senso comum de realidade, é só apontar a visão certa, fazia algum sentido.

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