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    Parte V: Homens de Preto

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    Parte V: Homens de Preto - Página 3 Empty Re: Parte V: Homens de Preto

    Mensagem por Cephei em Qua 15 Maio - 13:28



    Cruel Fairy Tale


    Com as explicações de Zettler concluí que Cain estava muito empenhado em dissolver o tal Sindicato, empenhado ao ponto de usar seu dinheiro para isso e também de se aproximar de pessoas como Axelle. Ele se preocupava apenas com os pobres mundanos injustiçados por conta dos burgueses? Provável que não… Devia haver muito mais coisa escondida, coisas que Arctus e Vanessa não saberiam. Para descobrir eu teria que perguntar diretamente para ele.

    Levantei-me, colocando o cartão com o endereço em um dos bolsos do sobretudo, checando meus itens em outros bolsos. Levei as mãos aos cabelos, prendendo-os em um rabo de cavalo. Os dois além de mim naquela sala me olhavam, aguardando por minha atitude, enquanto isso eu só pensava, relembrando cada palavra dita dentro daquele lugar. Lá no fundo ainda me sentia decepcionada com meu tutor por ele ter outras prioridades além daquelas que me envolviam, mas no fim percebi que não estava chateada apenas por mim, na verdade eu estava preocupada. Todos no meu grupo desejavam desesperadamente retornar à Astéria, reunir-se novamente aos seus, eu mesma tinha esse imenso desejo. Depositei toda minha confiança em Cain e por isso achava que seria capaz de concluir minha vingança e retornar ao meu lar em um curto espaço de tempo… Eu já não saberia responder como andava meu sentimento de vingança, estava preocupada demais, eu só sabia que iria atrás daquela mulher.

    Muito obrigada pelos esclarecimentos, Vanessa! Acho que agora só essa tal de Axelle pode me ajudar com relação à Cain… Agora… Você poderia me ajudar a chegar até ela? Eu não quero voltar a andar de ônibus e ainda não estou muito disposta a usar isso. — Joguei um cartão de crédito sobre a mesa. Ali meu tutor tinha depositado mais dinheiro e ele até tinha me ensinado a usar, mas a máquina que tinha que inserir aquele pedaço de plástico era tecnológica demais. No dia anterior eu havia passado um bom tempo de frente a ela, tentando usá-la, mas o esforço maior que tive que fazer foi para não destruí-la quando perdi a paciência. Se fosse pra usar dinheiro, que fosse em notas ou moedas e eu já tinha gastado tudo o que levara. Sei não… Mas acho que o motorista tinha que ter me dado o troco quando eu dei para ele uma nota de 100… Evitei confusão quando perguntara a ele e ele dissera que não tinha… Juro que fiquei com medo de perder a cabeça na frente de tantas pessoas que havia naquele ônibus. Por isso decidi não insistir muito… Pelo menos a minha família ainda tinha um pouco do que o vampiro nos dera.

    Sem falar nada sobre isso, aguardei a resposta de Vanessa, mas já pensando em alguma maneira de chegar ao endereço se não pudesse contar com ajuda. Em Astéria podíamos ir a qualquer lugar e de qualquer maneira, fosse por teleporte ou voando/montando em uma de suas criaturas místicas. Na selva de pedras isso era bem mais difícil...

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    Claude Speedy
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    Parte V: Homens de Preto - Página 3 Empty Re: Parte V: Homens de Preto

    Mensagem por Claude Speedy em Sex 17 Maio - 9:51

    Lana:

    Lana escreveu:— Muito obrigada pelos esclarecimentos, Vanessa! Acho que agora só essa tal de Axelle pode me ajudar com relação à Cain… Agora… Você poderia me ajudar a chegar até ela? Eu não quero voltar a andar de ônibus e ainda não estou muito disposta a usar isso.

    A maga joga um cartão de crédito na mesa... Ela pega uma máquina e passam o pedaço de plástico, em seguida Vanessa faz um sinal para o rapaz atrás dela.

    —Gláucio, pode levar Lana até seu destino?

    Ele apenas faz sim com a cabeça e passa pelas duas enquanto Vanessa devolve o cartão. Assim que Lana pega de volta, o rapaz pega Lana pela mão e vai levando.

    Tchau

    Ela diz... Uma palavra estranha para lingua inglesa .

    Passando pelo bar, Gláucio solta a mão de Lana e caminha até lá fora, onde há algumas motos estacionadas. Ele vai à frente, depois joga para ela um capacete.

    Parte V: Homens de Preto - Página 3 1452659573020
    -Sobe

    Ela ouve a voz dele pela segunda vez nessa noite, pela primeira vez diregindo à ela algumas poucas palavras.
    O rapaz aguarda ela subir na garupa daquele cavalo de metal tecnológico.
    Abigail,  Erik, Ford, Júlio:
    Conforme "Thor" fala, Abigail observa irritada. Tentando entender o que estava acontecendo exatamente e se o sujeito que conheceu há sabe-se lá quantas noites atrás não é na verdade trabalha para essa organização governamental com quem o Sabá parece estar brincando. Ela conhecia o Sabá por conta de uma amiga desaparecida que agia junto de Alex...Mas e Eric? Qual era seu papel nisso tudo?

    Ford escreveu:- Essa teoria da realidade estática não entra em conflito com algumas teorias mais consolidadas? Se pudesse gostaria que depois deixasse checar seus documentos e dados. Também não estou familiarizado com esse Construto, precisava de novos equipamentos, os meus foram perdidos na ultima incursão, também gostaria de uma sala reservada para discutir os detalhes da missão com Thor e interrogar a ...- Olha para a Licantropa e aponta com a cabeça.- Se não for pedir muito.


    Valkíria: —Certamente, agente. Só gostaria responder sobre as minhas teorias no instituto de paranormalidade e em que divirjo de meus colegas. A teoria mais presente, e eu não diria consolidada, pela União é que há uma realidade consolidada... Vampiros, Lobisomens, Fantasmas e Fadas... Sim, fadas! Temos relatos de fadas! São classificados como "Transgressores da Realidade¹". Ora, mas se são transgressores...São ilusões...Não são reais. Se não são reais, são meras alucinações... Mas é bem visível que a senhorita Black na minha frente não é nenhuma alucinação. E em sua forma humana ela poderia estar parada bem aí ao seu lado como esta o agente Thor e você mal saber a diferença entre um morto-vivo sanguessuga igual ela e um humano não infectado... Se todos eles existem e estão lá, a designação "Transgressor da Realidade" sugere que eles conseguem alterar o que é real. Se o que é real pode REALMENTE ser alterado...Nada é uma transgressão, mas uma condição da própria existência. Entende...?

    Valkíria faz uma pausa para alguns digerirem a informação, de todos o pequeno Júlio é o mais confuso.

    Valkíria: —O que considero é o seguinte... é bem mais simples. Pessoas do alto escalão estão empenhadas em esconder a verdade não só do público comum, como também dos agentes para fingir que alguém como ela não existe... Na sala ao lado há equipamentos de análise química e um computador onde esta um relatório detalhado sobre o que estou dizendo. O espaço, agente, pode ser usado por vocês... Eu preciso ir cuidar de verificar como anda a recuperação dos agentes que ela retalhou pelo caminho até aqui ...

    Ela se levanta e deixa a sala dando passagem para vocês.
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    Mensagem por Cephei em Sab 18 Maio - 17:00



    Cruel Fairy Tale

    A facilidade com a qual eles usavam aquelas coisas tecnológicas era impressionante, mas eu não invejava nem um pouco. Desviei meu rosto para evitar que a loira percebesse minha expressão insatisfeita. A ação foi rápida da parte dela e eu descobri o nome do rapaz mudo que permanecia conosco na sala até o momento. Ela pediu para que ele me levasse até o endereço de Axelle e por alguns segundos eu pensei que seria algo positivo. Ele era calado, não teríamos que conversar. Era algo muito bom para alguém dominada por pensamentos inquietantes.

    Vanessa me entregou o cartão e eu nem tive tempo para guardá-lo de volta ao bolso. “Gláucio”, esse era o nome do homem, pegou minha mão. Minha reação foi imediata, bati com a mão me livrando de seu toque. Quando nossos olhares se cruzaram, fui incisiva ao dizer:

    Sem toques e sem me tratar como criança, por favor. —Minha expressão não era das mais amigáveis, e o “ sem me tratar como criança” foi porque eu sempre agia dessa maneira com Cassidy para não vê-la sair correndo em meio às árvores do bosque ou pelos corredores do castelo de Rutila. Logo eu pensei que Gláucio estava agindo assim pensando que eu fosse uma garotinha hiperativa, ou até coisas piores. Ele até insistiu em uma nova tentativa, mas coloquei minhas mãos nos bolsos, tomando a dianteira enquanto ouvia Zettler falar mais uma palavra incompreensível.

    Seguimos pelo bar até chegar ao lado de fora e eu dessa vez não tive uma boa surpresa. Deparei-me com vários veículos de duas rodas. Eram estranhos e eu recordava que muito barulhentos. O som daqueles corpos de metal sem vida era irritante, além daqueles veículos parecerem muito desconfortáveis e desconfiáveis.

    Cadê os cavalos? — Perguntei, sendo até estúpida por ainda acreditar que algo que eu considerava “normal” pudesse acontecer. Pensava que naquele bar, um lugar que transbordava quintessência, as bugigangas amaldiçoadas da tecnocracia não teria tanto espaço. Antes de receber qualquer resposta tive que aparar uma “coisa” que Gláucio me jogou. Quando dirigi minha atenção a ela, percebi que parecia um elmo, mas sem toda sua graciosidade por ser mundano. Provavelmente eu teria que usá-lo na cabeça, mas apenas se minha intenção fosse seguir com ele montada naquele veículo estranho...

    Você não acha que vou subir nesse “troço” e ir sei lá pra onde, né? Desculpa, mas sem cavalos, sem trato! —Disse, cruzando os braços. Estava de volta à realidade mundana, recuperando toda minha maneira hostil e antipática de encarar a tecnologia. Aquela coisa ia fazer barulho, soltar fumaça, aquela coisa não tinha nenhuma ligação espiritual com nada. Era apenas um monte de metal, couro e borracha. E tinha um monte daquele tipo rondando a cidade… Eu não queria me envolver ainda mais com aquele mundo, usar seus artigos, caminhar como os mundanos, agir como eles, pensar como eles. Aquela realidade repleta de coisas superficiais não era minha e eu não me curvaria a ela. Definitivamente não!

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    Mensagem por Black Thief em Dom 19 Maio - 11:56

    [center]Parte V: Homens de Preto - Página 3 14390110

    Valkyria escreveu:-As duas raças que deram origem à sua condição tem dois nomes cristãos para essa batalha: Gehenna e Apocalipse.
    Os primeiros eventos aconteceram à noite em 1999. Eu estava ainda como uma jovem estagiária do setor de pesquisa do Paranomal da universidade de Psicologia de Nova York. Já era parte da Tecnocracia, sem saber, naquele ano, pesadelos perturbam os sonos de muitas pessoas, mas eles não podiam lembrar o que eles sonharam. Eu conversei com pessoas que se dizem videntes, elas pareciam estar tendo um episódio espontâneo de Visão do futuro. Foi naquela semana que três vampiros orientais atacaram um poderoso vampiro cigano em Bangladesh , foi quando eu fui objetivamente convocada para compreender a loucura e caos que esse conflito estava gerando nas mentes de várias pessoas. Muitas pessoas que trabalhavam como videntes e que eu ajudei nas consultas começaram a delirar de forma descontrolada com mais pesadelos. Toda União Tecnocrática foi convocada, foi quando eu soube quem realmente pagava minha bolsa de estudos. Quatro vampiros... Quase arrasaram a Índia. A desculpa que demos para dete-los foi que o governo índiano estava testando bombas atômicas. Ainda que nessa dimensão terrena a batalha durou uma semana, em outras dimensões paralelas à nossa ela se extendeu até meados do ano 2000. Foi esse o período em que a Tecnocracia percebeu que não deveria subestimar a doença do vampirismo. E o quanto ela pode ser letal para humanidade, pelo que li do relatário de alguns engenheiros que estudam Ciência Dimensional é que em 2000 algo dessa batalha fugiu ficou escondido aqui em Nova York. Esses engenheiros desapareceram da Tecnocracia. Alguns anos depois conheci o agente Smith, que também tinha suas suspeitas de que alguns do alto escalão estavam usando os espólios dessa guerra velada para lucrar. Nossas investigações para descobrir quem ficou com o que sobrou do conflito em 2000 levaram até a tal Divisão de Projetos Especiais.

    Abigail conhecia os dois mitos, ambas versões diferentes do fim do mundo, com seus próprios titãs malignos a se preocuparem. Abigail viu essa matéria, sabia que algo de errado tinha acontecido naquela época e que tinha mais que o governo realmente falava. Ela então vê Erik, um rosto familiar desde aquele ataque, o que a fazia lembrar que aquele homem havia os atacado... Se queriam o apoio de Abigail começaram do modo mais errado possível à levando ali à força, mas a Crinos não ia fazer nada agora, ela estava guardando esse ressentimento pro momento mais oportuno.

    Valkyria escreveu:-Entendeu corretamente, Agente Smith que você destroçou à pouco e eu há alguns anos acreditamos que uma organização corrupta esta infiltrada na facção do Sindicato... Creio que você pode estar assustada, Abigail. Nós somos a União Tecnocrática, também chamada de Tecnocracia, somos geralmente retratada como os antagonistas de chapéus pretos e óculos escuros. Okay – este pode ser um clássico e cheio de estilo, eu uso essas roupas. Mas nós vamos muito além disso... Como pode ver nesses três agentes que chegaram.

    A União foi fundada sob o nome de Ordem da Razão em 1325, com a ideia de ser um grupo dedicado à proteção da humanidade das depredações dos chamados seres "sobrenaturais", especialmente magos. Eu particularmente não vejo esse termo como algo científico. Sou da divisão de estudos paranormais...Meus superiores veem isso como flertar com o que chamam de "Transgressores da Realidade", outro termo que eu metadologicamente desaprovo. Ao meu ver a realidade é por si só Estática por excelência, a ciência apenas avalia a realidade... O que tenho questionado aos meus superiores é essa visão pouco científica e empírica quando lidam com criaturas como a que você se tornou...

    Nós trabalhamos para um mundo seguro. Para tal, trabalhamos duro, para limpar a realidade de influência do tipo de força que usaram em você para sua transformação. Dessa forma quando Smith e eu descobrimos sobre a Operação de Projetos Especiais e o que fizeram à você... Vimos o absurdo de pessoas que meus superiores chamam de "Transgressores da Realidade" usarem justamente uma organização como a União Tecnocrática para propagar o tipo de influência que estamos querendo eliminar! Nossas investigações foram ainda mais aterradoras quando descobrimos que não um, mas dois grupos estavam lutando por influenciar os Projetos Especiais. Ele se ajudam, mas competem entre si pela presidência da compania Pentex... Licantropos e vampiros. Trabalhando juntos, como nos filmes antigos de Terror, só que ao invés de caçarem virginzinhas em cabanas abandonadas, resolveram se tornar chefes executivos de multinacionais. Acredito que tentando gerar um estrago maior...

    A vontade de Abigail era de perguntar: E o que eu tenho haver com tudo isso? Ela já contara a Abigail o que a interessava, o resto não tinha muito o interesse da Dançarina Lasombra, mas ela ainda assim prestava atenção para entender o modus operandi, aquela mulher parecia estar sendo sincero no final das contas e conhecimento nunca é demais.

    Valkyria escreveu:-Como eu disse, Abigail, Presumiu bem. Quero sim fazer um acordo. Eu vi em você a esperança para poder reverter esse jogo. Como expliquei anteriormente... Nós apuramos que um membro da Facção dos Progenitores Edward Simmons tentou acabar com a disputa entre os Lobisomens e Vampiros dentro da Pentex, superando ambos através de você... Ele já fazia parte de vários dos projetos já criados de manipulação genética, selecionou uma jovem para formação em 2005... Com você ele tentaria tomar o controle absoluto de ambas frações que disputavam a diretoria da Pentex. Seria então o diretor geral... Mas ele não contava que você conseguiria ter certa individualidade e se libertar... Acreditamos que ele pretendia eliminar seu livre arbítrio, mas houve algum imprevisto com alguma outra cobaia dele. De qualquer forma, queremos limpar esse cancer que secretamente tem crescido dentro da Tecnocracia. E creio que você queira vingança contra quem fez isso com você... Talvez até encontrar uma cura para sua condição.

    Abigail arregalou os olhos ferais e abaixou as orelhas quando ela falara de uma cura.

    - É possível??? Pode-se fazer isto??? Eu posso voltar a ser humana denovo sem toda essa merda na minha vida??

    Aquilo era como uma esperança, uma luz no fim do túnel. Agora fazia sentido o Sabá e a Pentex trabalharem juntos, se eles possuem uma frente vampirica e Simons era um Lasombra e deu o sangue dele... Tudo se encaixava.

    Erik escreveu: Abigail... por Odin, vamos conversar... normalmente. Unindo forças!

    Abigail olha de relance para Erik, fingindo que não o conhecia porque não sabia a parte nele em tudo isso, pergunta:

    - E você? Qual é a sua parte nisso tudo?

    Quando o cientista vinha se aproximando como que fascinado pela vampira loba, ela imediatamente rosna para ele antes que ele se aproximasse mais, indicando que se tocasse nela, ele seria atacado. Seja pelo seu próprio bom senso ou pela ameaça, ele recua e isso era o suficiente pra deixar a Abominação satisfeita.

    Ford escreveu:-Essa teoria da realidade estática não entra em conflito com algumas teorias mais consolidadas? Se pudesse gostaria que depois deixasse checar seus documentos e dados. Também não estou familiarizado com esse Construto, precisava de novos equipamentos, os meus foram perdidos na ultima incursão, também gostaria de uma sala reservada para discutir os detalhes da missão com Thor e interrogar a... Se não for pedir muito.

    Abigail rosnou para o cientista que pelo visto estava a tomando por uma "Coisa", e então ela diz:

    - Ninguém vai me interrogar antes de eu fazer o que eu preciso fazer.

    Ela se levantou com a arma ainda em mãos e começou a caminhar em forma Crinos em direção à porta, mas sem deixar sua guarda baixa.

    - Se vamos ser amiguinhos aqui, vocês podem me dar um gesto de boa fé uma vez que fui trazida aqui contra a minha vontade, à força, e agora vocês pedem cooperação. Depois que eu resolver os meus assuntos volto pra que ambos possamos nos interrogar.

    Ela olhou para o cientista, indicando que ela não seria nenhuma submissa ali para ser "interrogada". De qualquer forma, o que a agente falava sobre criaturas sobrenaturais se encaixarem dentro de um senso comum de realidade, é só apontar a visão certa, fazia algum sentido.

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    Mensagem por Claude Speedy em Ter 21 Maio - 10:36

    Abigail, Eric e John:

    Valkiria ouvia atentamente o pedido de Abigail de sair.

    -De acordo... Enquanto isso irei encontrar o irritado agente Smith e conseguir para ele alguns reparos depois do ataque que você lhe fez. Senhores, meu laboratório é de vocês...

    Com isso a agente se levanta e se dirige para uma parede que se abre formando uma porta, que se fecha atrás dela. Erik e Ford ficam por um instante confusos sobre como reagir diante disso.
    Ao que parece Abigail estava indo para um lado, a saída, enquanto Eric e John eram convidados para outro, mais para dentro do complexo.

    Lana:
    —Cadê os cavalos?

    -Do que esta falando, essa é uma das motos mais velozes da categoria.

    —Você não acha que vou subir nesse “troço” e ir sei lá pra onde, né? Desculpa, mas sem cavalos, sem trato!

    -Hunf

    Gláucio sai bufando, se levanta e vai até uma moto bem maior ali no canto, puxa um objeto metálico estranho que não parece ser uma chave e coloca na ignição.

    Ele sobre em seguida nessa outra moto e a liga...

    Atrás de Lana, ela escuta uma voz de mulher gritando:

    -Ei, essa é minha moto!


    (off: Role Raciocínio+Prontidão)
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    Mensagem por Cephei em Ter 21 Maio - 13:10

    Cephei efetuou 4 lançamento(s) de dados Parte V: Homens de Preto - Página 3 D10 (d10.) :
    5 , 1 , 2 , 10

    (Raciocínio 2 + Prontidão 2)
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    Mensagem por Claude Speedy em Ter 21 Maio - 13:57

    Lana percebe que Gláucio vai com a moto para cima dela, mas fica sem reação com o que ele pretende fazer... Ele de alguma forma que ela não consegue descrever, a agarra pela cintura com um dos braços e a coloca na garupa da moto enquanto ainda esta pilotando... Ela se percebe quase caindo e se vê obrigada a segurar nele para não ser jogada para fora da moto.

    -Essa moto tem bem mais cavalos.

    Ele responde e ela entende só tarde demais que ele compreendeu erradamente o que ela quis dizer com ausência de cavalos.
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    Mensagem por Cephei em Ter 21 Maio - 19:01



    Cruel Fairy Tale

    “Do que esta falando, essa é uma das motos mais velozes da categoria.”

    Foi a resposta do homem e agora era eu quem me questionava sobre o que ele estava falando... Motos velozes? Categoria? Não fazia sentido algum, eu tinha perguntado sobre cavalos. Aquele mundo era tão fútil que nem isso existia? Eu tive que guardar aqueles questionamentos para mim, pelo menos naquele instante.

    O homem não pareceu muito contente com o que eu dissera, e eu observei sua reação sem falar nada. Ele se afastou bufando, seguindo em direção a um outro “troço” ainda maior e com certeza mais barulhento. Por um segundo achei que estava tentando me sacanear, pegando um treco daquele só para que eu reclamasse… Sei lá… As pessoas que vivem por aqui são muito estranhas, passei a esperar tudo delas.

    Cruzei meus braços, aguardando por alguma palavra dele só para rebater. Contudo, o que ouvi foi um berro às minhas costas. Uma mulher gritava e vinha para cima. O que aconteceu nos segundos seguintes foi algo impossível de explicar. Voltei meus olhos novamente para o cara da moto e aquela coisa estranha de metal estava vindo em minha direção. Eu queria reagir, pensava que não deveria ter confiado em ninguém naquele lugar, agora um doido tava querendo passar por cima de mim. Eu deveria fazer alguma coisa, mas ele foi mais rápido…

    Quando percebi já estava sobre aquela coisa. Pelos deuses! Ia rápido! Coisa louca. Os veículos ao nosso redor pareciam verdadeiras tartarugas de tão lentos que andavam. E o som vibrante que preenchia meus tímpanos? O vento que quase cortava minha pele? Estava frio. Estava rápido. Estava barulhento. Eu me irritava profundamente com aquilo. Deveria fazer alguma coisa, mas olhei para os dois lados...

    Sentia-me sobre um pégasus desvairado, só que sem as asas. E nessas horas o melhor a se fazer é segurar firme. Senti uma “coisa” de metal atrás de mim e foi ali que me segurei forte. Não falei nada, mas os dentes já estavam trincados e os olhos estreitos. O meus cabelos ainda rebatiam contra meu rosto, não tinham direção certa e isso só me deixava ainda mais irritada, porém, concentrei-me para não explodir.

    Confesso que a ideia de pular daquela coisa estava martelando na minha cabeça, mas eu não seria doida de fazer isso sem algum tipo de auxílio mágico. Eu queria, queria muito usar um “puft” e desaparecer, mas Cain falou que nesse lugar qualquer ação mais… chamativa tem risco de gerar alguma coisa ruim… Eu costumava abusar da magia em Astéria, mas lá tudo era muito diferente… E perdida nesses pensamentos eu percorria o caminho sobre aquele troço. Só parei para observar uma coisa… Veículos paravam quando algo acontecia e eu queria saber o que os fazia parar.

    Talvez, só talvez, se eu entendesse isso pudesse fazer aquela bugiganga parar. Era algo que também dava passagem para as pessoas… O ônibus em que havia chegado à frente do bar havia parado uma vez, mas por quê? Eu tentava me lembrar… O que eu queria fazer mesmo era explodir um pneu daquela coisa, mas certeza que ela perderia o equilíbrio. Então que eu a fizesse parar de uma maneira mais sutil...

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    Mensagem por Simon Black em Qua 22 Maio - 22:52

    Erik tenta fazer com que Abigail se acalme e volte a sua forma mais "civilizada". Enquanto isso, a Agente Valquiria fala um pouco mais sobre suas teorias. O norueguês mantém-se, agora, calado, observando o desenrolar dos fatos.

    Enquanto isso, a idéia de uma possível cura permanece em seus pensamentos.

    A pergunta de Abigail faz com que ele a encare nos olhos. Antes que responda, entretanto, ela se afasta e caminha na direção da porta. Quem sai antes dela, entretanto, é a Agente Valquiria, o que faz com que ele erga as sobrancelhas.

    - A resposta é Arctus, Abigail... - finalmente ele responde a lupina, informando qual é a parte dele naquilo tudo.

    Ele então se volta para John.

    - E agora, meu caro? - murmurou, baixo, para Ford.
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    Mensagem por Jim Jones em Qui 23 Maio - 1:38

    Ford ouve o final das explicações de Valkiria e sente por um segundo como se visse a si mesmo anos atrás, quando começava a contestar o consenso tecnocrata na maneira de se postular "o grande esquema", como gostava de chamar a teoria unificada de todas as coisas. Usando métodos semelhantes Ford chegara que o universo não era estático e sim dinâmico, moldado ao bel prazer daqueles que conseguissem, infinitas variáveis, e uma unica constante, o Ether, mas por mais que quisesse discutir horas a fundo a sua teoria com ela, sabia que se fizesse nesse local estaria condenando a si a uma sessão de hipnose e recondicionamento, no minimo. Controlando seu impeto Cientifico Ford só acena um sinal positivo, que confirmaria que iria checar os dados.

    Enquanto por um lado John ganhava a simpatia de seus inimigos por outro parecia ser antagonizado por seus supostos aliados. Um tanto quanto indiferente Ford espera ansioso para fuçar os laboratórios tecnocratas. Assim que a Valkiria sai da sala e Ford ouve que a garota tem contatos com Arctus por Erik ele tenta impedir de sair, usando de palavras.

    Ééé... Abigail, certo? Pelo que entendi de sua condição esse não é um horário muito propicio para você sair, já esta de dia. Se não me engano como um hibrido de duas espécies possui as forças e fraquezas de ambas, estou correto?- Assim que fala isso ele se toca que talvez esse seja o motivo de Erik não poder sair assim como o pequeno que o acompanha. "Arctus, Arctus Colecionando sua própria liga extraordinária de monstros, e não tem umzinho só para me emprestar para as minhas pesquisas."

    - Vá se quiser, mas se me acompanhar elucidarei vocês sobre o grande espectro do mundo que os cerca, enquanto me deleito com as pesquisas de nossa nova conhecida. Estão afim de expandirem os horizontes de vocês?- Ford olha para os três com um olhar de euforia bem perceptível, talvez mais eufórico que quando bebera o sangue. Afinal esse vicio pelo saber essa necessidade intrínseca por explorar o desconhecido e fazer o impossível, era algo que possuía a muito mais tempo que um mero vicio por vitae.

    Ford  segue na direção do Laboratório, com passos tanto quanto apressados, afinal estava entusiasmado em usar um laboratório de ponta de linha novamente. Mas assim que entrar ele  toma um cuidado de tentar perceber que laboratório era esse, se era um laboratório genético dos progenitores, uma cyberforja da Interação, ou qualquer que fosse a origem daquele tipo de equipamento, assim decifraria de onde Valkiria veio.
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    Mensagem por Claude Speedy em Sex 24 Maio - 22:11

    Lana ficava meio perdida conforme Gláucio pilotava para fora da cidade, ela pensava em tentar desmanchar aquela máquina infernal. Mas com tanto receio, por hora segurava no metal atrás...

    Parte V: Homens de Preto - Página 3 Liberdade
    Indecisa ela não sabia o que fazer com as mãos, até tentou se equilibrar com elas no ar. Diante de tanto receio sobre como amaldiçoar o meio de transporte em que estavam ainda em movimento devido aquela velocidade e barulho incomodo, ela acaba seguindo viagem com os nervos à flor da pele... Hora segurando o metal atrás dela, hora se equilibrando no ar, hora segurando o couro da jaqueta de Gláucio como um náufrago se agarra à uma boia.

    Depois de um tempo de medo, Gláucio parava em frente à uma casa.

    Meio zonza, a maga desce da moto.

    -Essa moto tem cavalos de potência suficiente para chegarmos em Jersei em menos de dois minutos.

    Enquanto se recuperava da tontura, ela pensou que cavalos tinham algo haver com carros e motos e que seria mais seletiva quando fosse usar essa palavra para transporte e o rapaz mesmo entendeu errado.
    Parte V: Homens de Preto - Página 3 Main-qimg-061509a3da6992c44fe815b39cbce2ea
    A casa era em uma esquina, com uma imensa árvore sem folhas na porta. Gláucio estacionava a moto e ficava olhando Lana titubear até a calçada.
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    Mensagem por Cephei em Sab 25 Maio - 0:24



    Cruel Fairy Tale

    "Como fazê-la parar? Como?" – Eu só conseguia pensar nisso, tentando desesperadamente encontrar uma maneira. O coração pulsava acelerado, eu estava irritada comigo mesma por não conseguir fazer nada, só permanecer segurando firme a "alça de apoio" que estava atrás de mim.

    Quando árvores e mais árvores começaram a surgir ao redor e a estrada ficou quase deserta, suspeitei que havíamos saído da área infernal para entrar em um lugar mais tranquilo.

    ""Opa! Seria bem mais fácil agora…" – E lá no fundo aquela vontade de ser exatamente como eu era em Astéria se agitou. Olhei para os lados daquele veículo estranho. Explodi-lo seria estupidez, assim como prejudicar seu funcionamento. Então eu poderia fazê-lo voar, literalmente. Ou tentar. A ideia me pareceu divertida ao ponto de me fazer sorrir. A "coisa" poderia empinar e relinchar como um cavalo indomável. Seria no mínimo interessante. Mas esses pensamentos bestas se afastaram quando eu fui obrigada a relembrar o motivo de estar ali. O sorriso se desfez, a preocupação retornou ao seu lugar e eu fiquei praticamente imóvel, cabeça baixa, tentando encontrar algo de positivo naquilo tudo. Se fosse remoer cada acontecimento eu estaria perdida, não haveria nada de bom para me agarrar. Então decidi me concentrar no vento, ainda que ouvindo o barulho irritante que nunca parava.

    O ar naquela área era mais puro e fresco, mais agradável. Pela primeira vez após um longo tempo eu tirei minhas mãos do apoio, mas para colocá-las nos ouvidos e respirar fundo, fechando meus olhos, imaginando que Astéria estava ao meu redor. Foi fácil fazer isso, claro! Fui educada pelo mestre da imaginação e não foi difícil enxergar na minha mente o mundo em que vivia semanas atrás. O mundo em que eu era livre para fazer tudo o que desejava. Naquele momento eu queria voar como os pássaros e por isso abri meus braços. Não havia mais o som que invadia meus tímpanos para fazer meu cérebro chacoalhar. Só havia o som do vento. Fugir dessa realidade mundana era possível, extremamente necessário, mas infelizmente muito breve…

    Sofri com o movimento brusco daquela moto. Um solavanco perigoso que me levou para cima e quase me derrubou no asfalto. Para não cair a única solução foi me agarrar à jaqueta do motoqueiro, agora já decepcionada, quase certa de que meus momentos de "fuga" seriam repentinos, talvez chegasse ao ponto de eu sequer ter esse privilégio. Era triste.

    Até aquele momento eu estava vivendo uma correria, ansiosa para que tudo terminasse logo e eu pudesse voltar para casa. Mas e se eu não conseguisse voltar na velocidade que desejava? E se eu tivesse que viver aprisionada por anos naquele mundo obscuro? Como Cassidy reagiria? Como minha família se adaptaria? A tal da Axelle precisava servir para algo ou eu sucumbiria à essas preocupações.

    De maneira quase involuntária abaixei minha cabeça, recostando o topo da testa contra as costas do homem, mas logo estava levantando-a novamente. Eu não poderia fraquejar, não havia espaço para o fracasso. Tudo daria certo. Eu acreditava. Os deuses  nos abençoaram para sermos grandes e imbatíveis, meu pai me escolhera para reconstruir o que a maldita tecnocracia tentou destruir. Eu precisava me focar nisso e por esse motivo não deveria lamentar por todo aquele inferno que estava vivendo.

    Por ironia no mesmo instante em que pensava sobre isso, a moto parou. Minha mente estava meio enevoada, mas ainda assim desci daquele troço. No fim acabei achando melhor que a moto não fosse tão alta quanto um cavalo. Gláucio falou alguma coisa sobre cavalos, potência, Jérsei, e eu só consegui pensar que aquele homem ligava motos a cavalos e se eu realmente quisesse andar em um cavalo, teria que ser mais específica, do tipo pegar o primeiro que visse pela frente e usá-lo por todo o trajeto. Se eu falasse em cavalos novamente provavelmente Gláucio encontraria uma moto ainda maior e mais barulhenta.

    Por mais alguns segundos permaneci zonza, tanto que só consegui responder o homem com um "Tá!" e um bater de mão. Meus olhos vislumbraram o que me rodeava, até focarem em uma casa de esquina. Não precisou nenhuma palavra, eu sabia que era ali. No mesmo instante meus sentidos se recuperaram e eu caminhei a passos largos e rápidos naquela direção. Passei sob a árvore seca de galhos nus, chegando à porta do imóvel, batendo e chamando pelo nome da mulher. No tempo em que tive que aguardar, concentrei-me para tentar pressentir o que ou quem havia dentro daquela casa. Precisava saber se a tal da Axelle estava lá e sozinha.  

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    Mensagem por Claude Speedy em Sab 25 Maio - 1:12

    Assim que Lana bate à porta uma voz de mulher se faz ouvir atrás dela.


    Parte V: Homens de Preto - Página 3 51966127_801686720205557_2284068631549369760_n.jpg?_nc_ht=scontent-lga3-1.cdninstagram
    -- Em que posso ajuda-la?

    Ela se vira e vê uma mulher parada, saindo da rua lateral vindo até a casa.


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    Mensagem por Cephei em Sab 25 Maio - 8:41



    Cruel Fairy Tale

     
    Quando essa noite passar
    Você vai aparecer e me acordar
    E quando vir em minha direção
    Vai pisar, gota a gota, naquelas lágrimas caídase

    Toda minha concentração foi perdida quando uma voz ecoou atrás de mim. Virei-me em sua direção e me deparei com uma bela mulher que me questionava em que poderia me ajudar. Analisei a mulher por breves segundos, para só então respondê-la.

    Você é Axelle? — Eu poderia apostar que sim, mas acabei por perguntar.

    Eu estou procurando alguém que talvez só você possa saber onde está. — Complementei. Já estava dominada pela ansiedade e esperança de respostas positivas, contudo, tentava "captar" a essência daquela mulher que não parecia ser comum e "mundana". Algo nela fazia meu sexto sentido me alertar.

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    Mensagem por Claude Speedy em Sab 25 Maio - 9:32

    (@Cephei role dois testes: Percepção+Intuição, e o segundo seu nível de Primórdio)
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    Mensagem por Cephei em Sab 25 Maio - 10:36

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    Cephei efetuou 3 lançamento(s) de dados Parte V: Homens de Preto - Página 3 D10 (d10.) :
    6 , 5 , 7

    (Primórdio 3)
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    Mensagem por Claude Speedy em Sab 25 Maio - 11:22

    Os instintos de Lana estavam corretos de desconfiar. Ela sente que há algo além em Axelle, que também olha desconfiada...

    -É... Eu sou Axelle. E que pessoa seria essa que esta procurando, senhorita...?

    Ela faz uma pausa esperando que a garota diga seu nome.
    Nessa hora em que ela direciona seus sentidos místicos sobre Axelle é bem sensível que a energia primordial do sangue vampírico de Cain esta naquela mulher.
    O mesmo padrão de mágika que existe no sangue do vampiro Cain existe nela, mas pelo padrão primordial dela, ela não parece vampira.
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    Mensagem por Cephei em Sab 25 Maio - 13:01



    Cruel Fairy Tale

    Senhorita não, senhora! Senhora Hargreaves! Com isso deve saber quem eu procuro.  — Dei ênfase principalmente ao sobrenome, pondo-me em extremo estado de alerta para captar todas as reações da mulher. Até aquele momento eu pensava que Axelle seria apenas uma mulher comum que Cain usava para obter informações, mas eles estavam ligados de alguma forma.  O sangue vampírico de Cain estava presente nela, que apesar de tudo não parecia ser uma vampira. Fiquei intrigada com essa certeza, relembrando de tudo o que aprendera sobre algumas ligações vampíricas com outras criaturas. E havia um padrão mágiko naquela mulher, algo ainda indecifrável.

    Aguardei atenta à sua reação, refletindo sobre minhas impressões, relembrando do impacto que o "senhora Hargreaves" causava. Aconteceu uma grande surpresa na minha família astérica. Eu era tão jovem quando cheguei para contar a novidade para todos os aprendizes que conhecia. Tinha meus 15 anos e "casamento" não era comum de se ouvir falar. Na verdade meu pai foi o único a tocar no assunto. Contou-me quando e como "uniu" a sua alma com a de minha mãe. O cosmos permitiu esse laço eterno de amor e cumplicidade.

    Consequências fúteis eram apenas isso, consequências fúteis como poder se apresentar com o sobrenome do parceiro. Ninguém era obrigado a fazê-lo, era apenas uma escolha. O que importava era o laço e a bênção do universo. Os votos firmados.

    Se o voto entre todos astéricos de não ferir sua família e seus deuses era a única lei que aceitávamos, os votos de uma união de almas era ainda mais precioso porque era raro demais. Cuidar, respeitar, proteger, amar e confiar era imprescindível. Não trair, não humilhar, não menosprezar seu consorte também. Na selva de pedras havia algo parecido, mas nada tão intenso, eu tinha certeza. Por isso optei pelo meu nome de "casada", sentindo ainda que conseguiria muito mais dessa maneira do que disse " Oi, sou Lana, quero saber o paradeiro de Cain."

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    Mensagem por Claude Speedy em Sab 25 Maio - 13:07

    -Você...

    Lana nota que depois de usar um efeito mágiko para sentir a quintessência de Axelle, ela reagiu como que maravilhada e um pouco assustada.

    -Não conheço Cain, mas conheço você...Nyx, poderosa deusa...
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    Mensagem por Cephei em Sab 25 Maio - 13:27



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    Que deusa, o quê, mulher. Tá maluca? Tá tentando desconversar por quê? Eu não disse Cain Hargreaves, disse apenas Hargreaves. Então você realmente não sabe quem é Cain Hargreaves? Pois agora eu sei que sabe… — Minha resposta foi imediata, impulsiva, movida pelo ímpeto, porém, eu percebia certo medo e maravilha vindos daquela mulher. E ela tocara no nome de Nyx, a deusa suprema. E dissera que me conhecia. Ela estava me confundindo com a primordial, ou talvez tivesse usando isso para me confundir. E eu deveria ter pensado nisso antes de agir por impulso. Mas eu sabia que estava mentindo sobre Cain, contudo, poderia ter entrado no jogo dela… Agora não tinha jeito. Eu só tinha que me controlar para não perder a paciência.

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