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    Capítulo 2: O Legado do Pequeno Canário

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    Capítulo 2: O Legado do Pequeno Canário - Página 4 Empty Re: Capítulo 2: O Legado do Pequeno Canário

    Mensagem por shamps em Dom Abr 21, 2019 1:33 am




    No que a conversa seguia, o humano fala o nome de seu deus em meio aquela discussão, deixando a elfa com as orelhas vermelhas.

    - Oras, é claro que Lord Corellon é contra Bane... era... era para ser uma ironia – a elfa fica envergonhada, ela era péssima com essas coisas.

    As explicações aconteciam, não com tranquilidade como era esperado, já que Davos era irritante, mas acontecia de qualquer forma. Os mestres discutiam com seus aprendizes e alguns já se conheciam de outros lugares e Minhyukllin se perguntava como ela foi parar ali no meio daqueles malucos ou como seu sábio avô poderia conhecer um halflin aventureiro do outro lado do mundo. Que loucura. E o que seus pais diriam sobre aquilo tudo? Melhor não pensar nisso. Lin até tentava ficar plena e indiferente a tudo que acontecia ali, mas ao ouvir o velho falar “orelhas pontiagudas”, ela se sentiu muito ofendida, mesmo que as palavras não fossem para ela.

    - Heeeey... – ela disse com certa indignação na voz – tem elfos nessa sala – isso ela já disse mais baixo, só para ela. E quando um meio-humano com sangue drow poderia estar no mesmo nível de um elfo legítimo? Ainda mais uma elfa do sol de linhagem nobre e pura feito ela. Qual era o problema daquelas pessoas? Ela voltou a cruzar os braços.

    De qualquer forma, tudo que era dito lá tinha gravidade e a elfa entendia a urgência da situação e estava disposta a ajudar, mesmo sem saber como foi parar ali. Os deuses tinham um jeito estranho de resolverem as coisas, ela só podia confiar no Primeiro dos Seldarine.
    Ela sente um pouco de nojo quando o velho cospe no chão, mas sente orgulho de seu pequeno escudeiro. Como era valente. Impulsivo, mas valente.

    - Lembre-se sempre... ponderação. Repita comigo... ponderação – disse com calma, mas por dentro estava radiante, se sentindo uma verdadeira mestre. Ah, como ela queria ser uma mestra legal, mais legal que seu mestre de armas. Mas o velho chato estava lá para atrapalhar os pensamentos dela – por Corellon, deixe ele em paz!

    A cada explicação dos mestres, a elfa ficava mais horrorizada, aquilo parecia o fim do mundo.

    - Então Cyric e Loviatar estão mancomunados para matar Bane e pegar todo o poder dele? E uma parte do Bane está naquele humano? E não há a possibilidade de Bane possui-lo e tomar o lugar de Jack? E o Fzoul quer se tornar um deus?

    Enquanto a elfa processava aquelas informações, a conversa prosseguia com o pequeno Milty revelando que tinha uma pista e o velho sugerindo um plano de ação com os outros mestres. Alguns deles deram coisas que poderiam se uteis para o grupo, e isso incluía o meio-drow, que repentinamente chegava com sua mochila cheia de itens e dinheiro. Os olhos dourados de Lin brilham ao ver as espadas, mas ainda sim fecha a cara ao olhar para Nalkyr.

    - Humff... vou ficar com aquela ali – e aponta para a espada, ainda sem se aproximar – Balto, traga-a para mim... e o dinheiro também... afinal, acho que você vai precisar de uma armadura e uma espada mais adequadas para sua compleição física. E com dignidade e superioridade, ela agradece ao drow - obrigada.

    Depois só restava saber como a manopla funcionava, o que deixava a elfa bem tensa e, no fundo, ela queria que o clérigo e o druida descobrissem o que aquilo fazia e que aquilo não possuísse o corpo de Jack.

    - Tenha fé, Jack... não deixe essa coisa te possuir outra vez – ela disse de longe.

    Antes que os velhotes partissem, Minhyukllin tinha sim uma dúvida e corre até o elfo, falando em seu idioma nativo.

    - Senhor Ful’Jin... o senhor conhece meu avô, Sohil, um dos sábios regentes de Evereska? Aparentemente todos tem um motivo para estarem aqui, conhecidos e aliados ou alguma ligação com os senhores, mas e quanto a mim? Não tenho qualquer tipo de ligação com essas pessoas e nem o meu avô e parece que o senhor Blackalbuk já esperava por mim... isso não faz o menor sentido. Mas também ela estava segurando a sua vontade de perguntar porque ele tinha um drow como discípulo, as pontas vermelhas de suas orelhas denunciavam sua ansiedade.



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    Capítulo 2: O Legado do Pequeno Canário - Página 4 Empty Re: Capítulo 2: O Legado do Pequeno Canário

    Mensagem por Norox em Dom Abr 21, 2019 1:59 am

    Após escutar tudo o que precisava sobre o tal Deus Bane, Ta'burz olha para a caneca de cerveja sobre a mesa, dá de ombros e volta a beber.

    "Foda-se, é bem pior do que eu imaginava... Vamos salvar um Deus Maligno para evitar que outros dois piores tomem o lugar dele, que maravilha."

    Voltando a encher sua caneca vazia, ele chama a atenção do grupo.

    - Que seja... Ir atrás de um mago para decifrar o que está escrito nessa porcaria de diário ou ao templo de Tyr para saber mais sobre a manopla enferrujada... De qualquer forma no final vamos todos nos ferrar por estarmos ajudando o tal Deus da Destruição aí... Isso é loucura!

    Crohar não falava com ninguém em específico, apenas desabafava para quem quisesse ouvir. Ele olha para aqueles que estão presentes vendo alguns rostos o encarando por uma fração de segundos, isso incluía a Elfa Guerreira e uma criança de cabelos azuis. Por um segundo achou que estariam o julgando, mas logo deixou essa preocupação de lado, não se importando com o que estariam pensando a seu respeito.

    Em seguida o Meio-Orc observa as coisas que Nalklyr espalha sobre a mesa e levanta uma sobrancelha.

    - Onde arrumou tudo isso? Não sabia que você era um ladrãozinho.

    O Bárbaro dá mais alguns goles em sua cerveja, apenas observando os itens.

    Lin escreveu:- Humff... vou ficar com aquela ali – e aponta para a espada, ainda sem se aproximar – Balto, traga-a para mim... e o dinheiro também... afinal, acho que você vai precisar de uma armadura e uma espada mais adequadas para sua compleição física. E com dignidade e superioridade, ela agradece ao drow - obrigada.

    - Espada? - O Bárbaro dá mais uma golada em sua cerveja. - Dê uma arma de verdade para o moleque! - Quando a criança se aproxima da mesa, Ta'burz pega o Machado e enfia nas mãos do menino antes que ele conseguisse fazer o que Lin tinha lhe pedido, sabendo que a pobre criança mal conseguiria suportar o peso da arma. - Toma garoto, use esta aqui... E não precisa agradecer!! HAhahaha...

    Ele dá um empurrãozinho (com uma força demasiadamente desproporcional para uma criança) para que o garoto voltasse para perto da Guerreira.
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    Capítulo 2: O Legado do Pequeno Canário - Página 4 Empty Re: Capítulo 2: O Legado do Pequeno Canário

    Mensagem por Kether em Dom Abr 21, 2019 11:20 am







     Elric Melniboné
    "Revele a verdade, puna os culpados, corrija os errados e sempre seja verdadeiro e justo em suas ações. Leve a vingança aos culpados em nome daqueles que não podem realizá-la." - fragmento da oração a Tyr.
    Elric Melniboné





    Completamente ignorado pelos homens que deveriam trazer alguma luz para aquele estranho grupo resolvo ficar em silêncio. Caminho até uma das poltronas apoio minha mão direita no encosto, sinto o peso da armadura como seria bom tirar isso por algumas horas e descansar um pouco.

    "Ublyn Blackalbuck no que você estava pensando quando uniu estas pessoas? Não vejo como podemos fazer isso funcionar... e seus aliados! Causaram mais confusão do que auxílio!" - pensava.

    Ainda em silêncio vejo o neto de Ublyn falar algo sobre um diário do avô, todos passam a tratar sobre este item como se fosse o Sagrado Martelo de Tyr. Espero para ver o que aquelas pessoas tinham em mente. Ir para a cidade em busca do homem que havia criado a linguagem que o louco halfling havia codificado. Ver isso me faz respirar fundo e soltar o ar de uma só vez.

    Me levanto.

    - Preciso tirar esta armadura. - falo achando que ninguém ali iria me ouvir ou sentir minha falta, salvo a menina de cabelo azul.

    Ouço o drow falar algo sobre dinheiro e itens me aproximo pego a minha parte do dinheiro que estava ali. Subo as escadas e vou até um dos quartos que lá havia e começo a tirar o peitoral de minha armadura, depois os braços ficando com o torço e membros superiores nus. Me ajoelho na direção do nascer do sol, tiro minha espada da bainha e coloco ela deitada a minha frente, e começo uma prece.

    - Oh Tyr! Me ajude, rogo por teu conhecimento! Preciso de um sinal, um pequeno sinal que seja que possa me mostrar qual a sua vontade! Por qual motivo Senhor do meu destino me impõe tamanha penitência! Qual crime eu cometi para ser posto neste grupo que deves salvar o seu maior inimigo! Eu lhe imploro Deus da Justiça por Sua ajuda neste momento em que me sinto o pior de seus servos por duvidar de seus planos.

    Fiquei ali sentado e realizo minhas orações e reflexões. Eu tinha muito o que falar para meus líderes, e não teria o suporte de ninguém, também havia dado minha palavra para Jack em que o protegeria. Mas o que esta manopla significava para Bane? Mais do que isso se nós unirmos todas as partes da armadura, o que iremos libertar? Se o próprio Ublyn tinha os endereços e não partiu atrás para ter posse deles porque nós deveríamos fazê-lo?[/color][/b]

    Guardo novamente a minha espada e me levanto ainda sem o peitoral e os braços da armadura, visto meu camisão. Pego as peças de minha armadura e espada. Volto para o salão e vejo o neto do halfling tropeçando as pernas tentando segurar um machado duas vezes o seu tamanho devido o empurrão do bárbaro que se divertia com a situação. Largo minha armadura e espada e me movimento o mais rápido que posso e me jogo para aparar o jovem deixando que o machado me acertasse.

    - Você está bem? - pergunto para o menino halfling - O que está acontecendo aqui? Será que você é tão idiota ou tem o coração tão maligno que não se importa com o bem estar desta criança? Você ainda é metade humano? Ou é apenas uma fera bestial?

    Levo minha mão até o ferimento que o machado me fizera e olho o sangue. Respiro fundo e falo para todos:

    - Sei que todos desejam seguir em busca dos segredos deste diário. Mas alguém já se perguntou o motivo de Ublyn não ter ido de fato atrás deles? Por que ele não reuniu os fragmentos da armadura? Se ele gastou tanto esforço em localizar as outras peças por que não as trouxe para si? Salvar Bane significaria exatamente trazê-lo de volta? Não haverá outra solução para este problema? Tirar os itens do Mar da Lua parece-me ser seguro, entregá-los aos Harpistas ou mesmo para os sábios magos elfos da Corte Élfica? O Mar da Lua é o local mais sombrio de toda Faêrun e em algum momento os asseclas dos outros Deuses negros irão encontrá-los e nenhuma força opositora a eles poderá contesta-los.

    Eu olho para os membros que estão ainda naquele salão

    - Somente mais uns poucos questionamento para aqueles que já sabem o que a manopla pode fazer: Poderia um mortal com todas as partes da armadura de Bane, exigir o seu poder? Ou pior se reunirmos todas as partes quando Bane retornar o que será de Jack? Será que só eu me preocupo com a vida dele?





    Elric Melniboné @Melvaunt, Mar da Lua Capítulo 2: O Legado do Pequeno Canário - Página 4 Sword-transparent-lightning-4
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    Capítulo 2: O Legado do Pequeno Canário - Página 4 Empty Re: Capítulo 2: O Legado do Pequeno Canário

    Mensagem por raviollius em Dom Abr 21, 2019 12:22 pm

    Davos escreveu:Destruir? Me diga, então, meu genial aprendiz... como você pretende destruir algo que um Deus maior criou? Não p ode ser feito... é impossível.
    Mas... você disse... Argh. Lidar com ele era frustrante às vezes, mas havia aprendido há muito que a melhor opção costumava ser era ignorar as peripécias do velho e deixar as coisas fluírem naturalmente. Entre seu olhar crítico para detalhes e a tendência de Davos de seguir por tangentes, ficariam ali uma semana inteira.

    Davos escreveu:Nossa suspeita é que Fzoul e os Zhentarim estão atrás da Manopla e das outras partes da Armadura de Bane, para convocá-lo, aqui, neste plano (...) para destruir Bane e assumir seu posto divino!
    Os olhos de Galadon se arregalaram com a revelação. Isso era algo grande, muito diferente do ataque ocasional de monstros ou de uma expedição malfadada à uma cripta. Algo Importante, com I maiúsculo. Excitação e receio competiam em sue âmago, e o mago não pôde deixar de olhar novamente de relance para os presentes - seus pensamentos retornando às duas covas que deixara para trás da última vez que assumira uma missão com um grupo de aventureiros. Quantos morreriam dessa vez?

    A situação é grave, não tenho espaço para erros.

    Galadon agarrou a oportunidade de contactar o mago de Melvaunt, pegando o diário para si praticamente no momento em que este tocara a superfície da mesa. As informações ali escritas não faziam o mínimo sentido, mas isso ele já esperava - se Davos não conseguia decifrá-las com um olhar, sua chance de fazê-lo era nula. Mas o aprendiz entendia que, por todo o seu poder, o velho mago se mostrava escasso do recurso mais importante: tempo. Desconhecia os demais presentes no local, mas aquilo era efetivamente uma missão direta de seu mestre e não tinha intenção de decepcioná-lo.

    Os veteranos tinham pressa em abandonar o local, Ful'jin os presenteando com... frutas? Provavelmente mágicas. Espero. Tenho certeza que são úteis de alguma forma. Mais surpreendente foi ver Davos cedendo à pressão de seus pares, presenteando-o com quatro pergaminhos. Quase esqueceu de seus modos por um momento, não que o velho mago fosse permiti-lo tais deslizes de qualquer forma. Mostrando a devida reverência em posição e tom, respondeu: - Obrigado, mestre. Não vou decepcioná-lo.


    ___________________________________


    Com a despedida dos veteranos, cada um dos demais discípulos(?) iniciou as suas próprias preparações. O mago se perguntava sobre seu próximo passo, ainda analizando o diário quando o drow - ainda oculto pelo capuz - largou uma bolsa cheia de moedas sob a mesa. Oferenda de boa-vontade, ou suborno?[/color], se indagou. A bem da verdade ele não entendia como ninguém parecia se incomodar com a presença dele ali mas, por mais rabugento que Davos fosse, Galadon confiava em seu julgamento. Se o velho não o removeu a la Troll, ele não deve ser completamente hostil. Mesmo assim, Thea terá que vigiar meu sono daqui pra frente...

    Simplesmente acenou para o homem. E é claro, não tocou nas moedas. Existia uma grande diferença entre um voto de confiança num desconhecido, e ser burro. Acessando a sua fonte pessoal de energia mística, o mago gesticulava como um artista ao destravar a fechadura do universo, um grupo de moedas passando a marchar ao longo da mesa e pulando por conta própria em sua algibeira. - O nome é Galadon disse por fim, dando as costas para o druida e voltando-se para o garoto halfling que Davos previamente acostara.

    Em segundos, os robes abarrotados do mago se tornavam lisos e toda mínima sujeira desaparecia de seu semblante. Seus olhos ainda pareciam cansados, mas um tipo de determinação brilhava fortemente nos mesmos. - Garoto. Bateu seu bordão no chão por efeito - nada tão impressionante quanto o cajado de Davos mas dava pro gasto -, e o catarro do velho brilhou por um momento no chão, desaparecendo. - Você vem comigo, vai me contar tudo que sabe sobre o seu tio. O que ele gosta, o que não gosta, se já viu ele fazer mágica, qualquer coisa que se lembre pode ser útil. Moveu o bordão com rapidez contra a cabeça do halfling mas, diferente do que seu mestre faria, apenas tocou gentilmente na cabeça da criança. - Mas primeiro, deve haver um lugar calmo e quieto onde um homem possa trabalhar em silêncio nessa casa, sim? Me leve até lá, vejamos o que consigo fazer com isso aqui - completou, erguendo o diário com a outra mão.

    ________________________
    OFF:
    Magia utilizada: Prestidigitação
    Pergaminhos: Identificação, Disfarce Ilusório, Invisibilidade, Truque da Corda.
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    Capítulo 2: O Legado do Pequeno Canário - Página 4 Empty Re: Capítulo 2: O Legado do Pequeno Canário

    Mensagem por Claude Speedy em Dom Abr 21, 2019 12:32 pm




    Elric escreveu:- Perdoe-me Jack. Mas Ao não tem mais nenhuma influencia em nosso Plano. Lord Ao assumiu há muito tempo a posição de Juiz e Governante dos Deuses. E cada um dos Deuses é um ser distinto e não uma faceta de Ao. Apesar dele ser o criador de Abeir-Toril, ele não tem sacerdotes nem empresta seu poder para os seus seguidores. Portanto numa visão simplificada em como funciona a cosmologia e empoderamento de nós clérigos, nem todas as magias poderão fazer efeito sobre você por não ter a fé num Deus influenciador e nem num aliado daquele Deus cujo servo está intercedendo a seu favor.

    Jack já tinha sido alertado pelos ministros de Lord Ao sobre isso, que os clérigos das "seitas" iriam dizer que só era possível acessar o poder pelo poder e que deveria ficar em silêncio quando algo assim fosse ouvido por ele, mas Elric queria sinceridade, então o ladino até tentou ser direto, mas antes que pudesse responder por alguma razão estranha viu Elric se mover depressivo e se sentar em uma poltrona desolado... Talvez pensando na tarefa que teriam. Era curioso ver que aquele rapaz que lutou ao seu lado e por instante atrás estava tão animado e cheio de esperaça por momento seguinte estava também desmontado. Isso lembrou seu amigo bardo, que também auxiliou no combate com a mesma motivação e depois se colocou em desespero.

    Elric era tão parecido com ele... Também como o rapaz cresceu em uma Igreja, foi educado para ser um servo de uma fé... E o que que mais o surpreendeu é que o clérigo conhecia o Lorde Ao, muitas vezes ouvia de alguns sacerdotes que sequer sabiam de quem se tratava... Mas aquilo que ele disse sobre Lorde Ao não dar poderes não fazia sentido. Afinal ele cresceu em uma Igreja cheia de clérigos que oravam por milagres e eram atentidos, exatamente como Elric fez naquela batalha.

    Mas como Elric preferiu se isolar, Jack também não o deteve, afinal ao contrário do seu conhecido Kvothe o clérigo não expressou o que estava pensando e apenas se pos a rezar para seu Deus.
    Então sabendo da necessidade da oração o ladino não o incomoda.


    Pela primeira vez o Trapaceiro se move indignado, em grande parte ao ter sua fé questionada, mas também por se sentir ignorante. Ele sabia quase nada sobre as histórias que os sacerdotes tinham sobre seus deuses e que visão tinham sobre o Todo Poderoso Ao... Uma coisa parecia curiosa, o clérigo até admitia que sem Ao nada existe. Ele falava de um Juiz que permite que Bane e Tyr convivam... Não é mais simples notar que é meramente uma mudança de humor? Quem julga disputas entre ódio e amor? Medo e coragem?... Eu respeito que pensem que são vários deuses, mas você mesmo esta vendo parte da verdade... Um dia eu posso se quiser explicar para você isso com mais detalhes...

    Sabia apenas algumas coisas sobre a ideia de "Mask", do subterfúgio e do disfarce como caminho para vencer e tendo aprendido isso o rapaz usava isso para sua própria sobrevivência. Talvez o que o incomodou também profundamente foi mais do que isso, ele próprio havia explicado para Elric que cresceu em uma Igreja... E que tinha uma visão diferente... E o único que talvez pudesse perguntar sobre onde cresceu era o devoto de Tyr e ainda assim Jack foi completamente ignorado por ele sobre esse assunto. Talvez a confusão de Elric fosse porque o Lorde Ao tem os títulos de "Oculto" ou "Aquele que Está Ocultado", mas isso é por conta do subterfúgio da furtividade tão fundamental à sobrevivência.

    São muitos egos para administar... Sem ter podido comentar qualquer coisa, Jack observa o orgulhoso Meio-Orc dar um pesado machado para uma criança. E o rapaz percebia que precisava aprender a treinar sua mão esquerda tão bem quanto a direita tanto quanto a estar pronto para não ser agarrado por Trolls da Floresta escravos que são livres porque são meras evocações.

    Nisso, ele se surpreende com o Druida se esgueirando para vir observar sua mão e se assusta. Indo mais para longe, por tabela se afastando não só de Nalkyr como também de Elric e temporariamente da possibilidade de entender a razão pela qual a visão sobre Tyr e Bane de seu amigo é tão diferente da dele,  também do Druida que tenta vir examinar sua manopla , como querendo ficar longe dos dois sujeitos que não serviam aos seus mesmos credos e acreditam em pálidas sombras do real poder... E um pouco ressentido pelo sacerdote o te-lo ignorado completamente para ir rezar.  Jack não sabia exatamente como era fazer orações elaboradas, mas respeitava esse espaço...Não que não tenha ficado ligeiramente magoado com ter sido deixado para trás sem que ele pudesse questionar mais sobre Tyr... Mas um pouco mais de mágoa passa em seu coração ao ver a jovem que acaba de ganhar um gancho com corda tão lindos como aqueles ir para junto dele em sua poltrona.

    Por que Rachel e Kate mexiam tanto com ele? Não era só pela beleza notória delas.

    Talvez é por essas "ideias afetivas" passarem pela mente dele que alguém vir "estudar sua mão" o preocupou. Com isso ele fala para o meio-Drow enquanto se afasta meio assustado.


    -V-vamos atrás desse tal mago... E Nalkyr, vou precisar de uma dessas bestas e pode deixar que eu vou estudar a manopla. Escute seu morcego e avalie o que puder, eu vou lá para dentro ver o que posso descobrir dessa Mão Negra... E nem pense em nos roubar... Já há ladrões demais entre os Drows para que um que é apenas metade dele, falando em má fama de ancestrais... Ta'Burz, vou precisar de sua ajuda! Também preciso treinar duro em combate e você é o mais valoros de nós... Estaria disposto a me ajudar durante a viagem?

    Minhyukllin escreveu:- Tenha fé, Jack... não deixe essa coisa te possuir outra vez

    -Sim... se puder também me ajudar em treinamento marcial, vocês dois... Sinto que vou precisar de ajuda para me acustumar com essa manopla ou usar a outra mão para lutar... Se pensarem em algo, eu serei agradecido...

    O ladino se volta para o meio-orc.

    -Algo que não envolva decaptação é claro...

    Minhyukllin escreveu:- Senhor Ful’Jin... o senhor conhece meu avô, Sohil, um dos sábios regentes de Evereska? Aparentemente todos tem um motivo para estarem aqui, conhecidos e aliados ou alguma ligação com os senhores, mas e quanto a mim? Não tenho qualquer tipo de ligação com essas pessoas e nem o meu avô e parece que o senhor Blackalbuk já esperava por mim... isso não faz o menor sentido


    Jack interrompe antes que Ful´Jin responda.

    -Ele calculou isso tudo. Escolheu todos nós para estamos aqui...milimetricamente...matematicamente... sabia que não escapar... sabia que os aliados não viriam a tempo. Mas sabia que uma guerreira elfa de Evereska seria importante para achar o mago com os códigos... seja lá por qual razão Ublyn previu sua presença, tenho certeza que esses garotos sabem que você será útil por alguma razão já prevista! Eu insisto...me ajude em meu treinamento... Eu bem sei que é pedir demais...mas eu pense na questão do destino do mundo. Sabe-se lá o que pode acontecer se eu morrer com essa coisa aqui no braço... Por favor! Junte-se a nossa Sociedade d...

    O trapaceiro arcano é interrompido pelo clérigo.

    Elric escreveu:- Sei que todos desejam seguir em busca dos segredos deste diário. Mas alguém já se perguntou o motivo de Ublyn não ter ido de fato atrás deles? Por que ele não reuniu os fragmentos da armadura? Se ele gastou tanto esforço em localizar as outras peças por que não as trouxe para si? Salvar Bane significaria exatamente trazê-lo de volta? Não haverá outra solução para este problema? Tirar os itens do Mar da Lua parece-me ser seguro, entregá-los aos Harpistas ou mesmo para os sábios magos elfos da Corte Élfica? O Mar da Lua é o local mais sombrio de toda Faêrun e em algum momento os asseclas dos outros Deuses negros irão encontrá-los e nenhuma força opositora a eles poderá contesta-los.

    Pensa: "Salvar Bane", até quando eles vão insistir nessas crendices?


    -Eu entendo, Elric. Mas como eu estava dizendo... Tanto Ublyn quanto Dav... Digo Mestre Davos... Quanto Ful´Jin esconderam muito bem essas informações e confio que o Halfling tinha em mente o que fariamos, ele confiou que cada um aqui estaria nesse lugar e sabia que iriamos atrás desse código. Alguém que pôde prever tão corretamente a própria morte merece consideração em como lidar com um artefato tão perigoso merece consideração, não acha?  

    E com isso aguarda quais forem as respostas de Elric, Naljyr, Minhyukllin e Ta'burz antes de ir se isolar em um quarto para estudar a manopla enquanto via Galadon arrastar uma criança à força.


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    Capítulo 2: O Legado do Pequeno Canário - Página 4 Empty Re: Capítulo 2: O Legado do Pequeno Canário

    Mensagem por Sandinus em Dom Abr 21, 2019 1:23 pm

    Os olhos dourados de Lin brilham ao ver as espadas, mas ainda sim fecha a cara ao olhar para Nalkyr.

    - Humff... vou ficar com aquela ali – e aponta para a espada, ainda sem se aproximar – Balto, traga-a para mim... e o dinheiro também... afinal, acho que você vai precisar de uma armadura e uma espada mais adequadas para sua compleição física. E com dignidade e superioridade, ela agradece ao drow - obrigada.

    Nalklyr percebeu que a elfa tinha se agradado tanto das moedas como das espadas, seu brilho no olho foi inconfundível, ele sorri por baixo do capuz, ela recolhe as moedas e pega uma espada e com ar de abuso agradece.

    No final, ela parece emburrada e fofa ao mesmo tempo, hahaha, seu coração também me pareceu puro...é alguém que eu talvez possa confiar...ela pelo menos me defendeu quando o velhote me chamou de orelhas pontudas, deve ter se sentido ofendida hahaha...

    O druida então acena positivamente e responde a moça:

    -Por nada Lin...

    Em seguida o Meio-Orc observa as coisas que Nalklyr espalha sobre a mesa e levanta uma sobrancelha.

    - Onde arrumou tudo isso? Não sabia que você era um ladrãozinho.

    O Meio-Drow sorri quase gargalhando, ele observa o meio-orc e de fato era um dos que el se agradou desde o começo apesar de sua aparência emburrada também parecia ser boa pessoa.

    -Não precisa ser ladrão para procurar equipamentos de inimigos mortos Ta'burz, basta uma olhada rápida em seus bolsos, mortos não precisam de objetos que não vão utilizar debaixo da terra. hahahaha.


    Posteriormente, enquanto se juntava com Jack para analisar a manopla o clérigo se aproxima, pega suas moedas e sai, o meio-drow apenas o cumprimentou com um aceno com a cabeça. Não demora e depois de alguns minutos ele retorna. O servo de Tyr parecia confuso sobre muitas coisas e Nalklyr prontamente decide dar sua opinião.

    -Acho que Ulblyn usou grande parte de sua vida para descobrir a localização das partes da armadura, são relíquias de extremo poder que provavelmente estavam muito bem escondidas e guardadas por criaturas também de extremo poder. Ele pode ter descoberto onde todas as partes estão, mas provavelmente só conseguiu a manopla, o que temo é que os zatherins tenham as outras partes para assim completarem seu plano.

    Pelo que os velhotes disseram, os zatherins querem trazer Bane a este mundo, logo é possível qe isso possa ocorrer, além disso, aqui Bane estaria enfraquecido porém eles teriam ainda um exército de quinze mil zatherins de todos os níveis de poderes para deter Bane, achando que podem derrota-lo e creio que não só eles farão isso.

    Algo assim sem dúvidas há a possibilidade de Cyric e Loviathar agirem também, talvez até enviem seus avatares para este evento. Isso seria catastrófico, creio que até Tyr que é inimigo de Bane concorda com algo assim, o perigo não é apenas para este mundo, mas também para os deuses...


    O druida respira fundo e sua expressão de preocupação só aumentava a cada palavra, ele sequer conseguiria imaginar o resultado de tudo isso, afinal Cyric e Loviathar não parariam por aí, provavelmente atacariam os outros deuses para roubarem seus aspectos.

    -Quanto as perguntas sobre a manopla, talvez um mortal de grande poder conseguiria controla-la, não sei se  o Jack suportaria...O Líder dos zatherins talvez pretenda usar ela contra o próprio Bane. Eu não seria um deus tão observador se fosse Bane, trataria pessoalmente de infiéis que dizem servi-lo mas armam contra ele...nem um deus bondoso ficaria parado ao ver seus servos armarem contra sua vida.


    Nalklyr abaixa a cabeça e respira fundo mais uma vez, era uma trama muito perigosa e complexa, todo o cuidado e cautela ainda seriam insignificantes diante dessa ameaça.

    Enquanto conversava com o Elric um dos novatos se aproxima e usa magia para que as moedas viessem para seu bolso, ele parece também ter suas ressalvas contra o meio-drow talvez por não conhece-lo, afinal, como ele saberia que Nalklyr era um meio-drow? Não conseguiria imaginar nada na mente dele. Por fim ele se apresenta como Gladon. O jovem cena positivamente e também fala seu nome:

    -Nalklyr, prazer em conhece-lo, Galadon!

    Por fim ele volta-se para a manopla pronto para analisa-la, porém Jack evita e passa a se afastra deles dizendo que iria analisa-la. Nalklyr fanzi a testa, parecia confuso.

    Como assim vai analisar!?

    -Jack, isso não é brincadeira, só quem pode analisar isso é quem tem conhecimento para tal, você não pode fazer isso e não deixaremos você sozinho com esta coisa...pode acontecer algo e não vamos pode salva-lo...

    O druida parecia quase indignado com a teimosia do ladino, afinal, não sabia das habilidades arcanas dele. Porém, o que o irritou foi ele ter falado em alto e bom som que Nalklyr era um meio-drow. O jovem baixa a cabeça, retira o capuz na frente de todos, se morcego ainda tento puxar o capuz para baixo mas sem sucesso. Ele ainda abre sua mochila e deixa que Shivra saia, a aranha vai até o ombro direito dele e o morcego pousa em sua cabeça escondendo-se em seus cabelos.

    Ele tinha a pele escura quase tão escura quanto os drows, seus olhos não eram vermelhos e sim azuis e seus traços não eram tão afilados quando o traço dos elfos, o que mostrava uma feição mais humanizada, seus cabelos eram prateados, curtos e desgrenhados e ele tinha algumas argolas em sua orelha direita e uma no seu lábio inferior.

    Naljlyr:

    Capítulo 2: O Legado do Pequeno Canário - Página 4 D76o9c10


    Ele então fala para todos:

    -Sim, eu sou um meio-drow... E essa aranha se chama Shivra, minha companheira animal e esse morcego é meu familiar, chamado Tufo. Mas eu não estaria aqui se não tivesse a confiança de Ulblyn e dos seus, inclusive dos mestres de muitos de vocês! Em nenhum momento eles me contestaram, se eu fosse uma ameaça já tinham o feito, sequer permitiriam que eu estivesse aqui! Tenham isso em mente, minha intenção é apenas ajudar e para que se tranquilizem, não fui criado no submundo como os drows comuns, não "odeio todas as raças acima da superfície".

    Eu ainda iria me revelar para vocês, mas antes precisava estuda-los para saber como agir, porém, o Jack não me deu alternativa...


    O druida ficou chateado com o Jack, não queria que aquilo fosse daquela forma, ele planejava já algo, mas como falou, precisava analisar cada um para tal.
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    Capítulo 2: O Legado do Pequeno Canário - Página 4 Empty Re: Capítulo 2: O Legado do Pequeno Canário

    Mensagem por scorpion em Dom Abr 21, 2019 1:47 pm

    Minipost só respondendo algumas coisas pra não me perder....

    Balto: Hey, hey, pera...!

    Ele segura o machado de mal jeito tão grande que nem precisa do empurrãozinho do Bárbaro pra cair pra trás.

    Balto: Isso é muito pesado! Não posso lutar com algo assim...

    Lin questiona Ful'Jin sobre seu avô.

    Ful'Jin: Eu conheci seu avô, há muitos e muitos anos, quando tive de me apresentar na Corte Élfica. Não conversamos... mas eu me lembro de um nome e de um rosto quando vejo um. Você tem os olhos dele e os fios dourados dele na cabeça... mesmo que agora devam ser brancos. Entretanto... ele é um burocrata, não um guerreiro. Este é o seu destino... se você está aqui... se você vive neste mundo... se quer que seus filhos vejam o Sol nascer e os animais caminharem pela floresta... então você não precisa de mais razão para nos ajudar.

    É quando alguém fala sobre entregar aquilo para os Harpistas... Davos tosse e ri.

    Davos: HAHAHAHAHA! Os Harpistas? Mystra, nos defenda.... vocês não sabem de nada mesmo....

    Dizendo isso ele sai e sua risada pode ser ouvida do lado de fora.

    Já Galadon diz que agora Milty irá ajudá-lo com o diário. O jovem acompanha o Mago, mas já alerta.

    Milty: Não adianta... meu avô era muito bom no que fazia. Não acho que vamos conseguir, mas.... vale tentar. E que truque é esse que você fez aí?
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    Mensagem por Edu em Dom Abr 21, 2019 3:23 pm

    - Eu preciso de uma bebida, é tanto informação e coisa jogada sobre nós que preciso relaxa por um momento - Diz ela se levantando e indo até a cozinha.

    No meio do caminho ela pega a sua parte separada pelo Meio-drow, agradece dando um tapinha cordial no ombro dele e termina o seu caminho para a cozinha do halfling. Deuses, armadura, sociedades secretas isso tudo era demais para ela. Seu único mal foi ter aberto aquela porta e convidado a menina com olhos negros para dentro da sua casa.

    Já no recinto de produção de comida, ela puxa um banquinho para si e senta. A conversa rolava a solto lá fora mas nem prestava atenção. Tinha um forte sentimento dentro de si dizendo que aquele não era seu assunto e por mais que antes tenha tentando se envolver para fazer parte desse grupo ela não fazia.

    Como ela não fazia parte do grupo, então tinha que tratar dos próprios interesses, nesse momento a sua atenção voltou lá para fora novamente. Ouviu o mago rir e parecia sair da casa. Ela levanta e corre saindo da casa atrás do mago Davos:

    - Senhor Davos, por favor, eu tenho uma pergunta para lhe fazer. É sobre uma entidade que me atormenta ao longo da minha vida. Uma criança, uma menina de olhos completamente negros, já ouviu falar de algo ou alguém assim? - Pergunta a bruxa educadamente antes que o mago fosse embora.
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    Mensagem por shamps em Dom Abr 21, 2019 3:44 pm




    Com as mãos na cintura e posando de orgulhosa, Lin na verdade vibrava por ter um aprendiz e acompanhava com o olhar seu jovem pupilo ir até a mesa para pegar a espada e as moedas e fichou chocada com a atitude do bárbaro meio humano. Correu até Balto e por sorte Elric chegava primeiro.

    - O senhor está louco? – indagou com indignação para o bárbaro – senhor Elric está bem? E você, pequeno Balto? Muito obrigada por correr em auxilio ao meu escudeiro – agradece ao clérigo e depois olha com cara feia para o meio-humano – hmmmf... seu grosso!
    Após esse pequeno incidente, ela agradece ao meio-humano de sangue drow e ele responde de volta, deixando a elfa se saber como proceder. Ele foi educado e ela também era, mas não iria dialogar com ele. Mas como ela poderia agir? – hmmf... para você é Minhyunkllin!

    Depois desse fatídico momento, a elfa espana a poeira e alisa os tecidos da roupa do mini halflin.

    - Escudeiro meu vai andar sempre alinhado, por mais que o mundo seja imundo, você não será... e me perdoe por já estar me revelando uma péssima mestra... você quase morreu e foi por minha culpa – havia uma nota dramática na voz de Lin, mas não era intencional, sua preocupação foi real. Antes que ela se lamentasse um pouco mais, Elric conversava com os outros sobre a manopla e ela ouviu o nome da Corte Élfica ser mencionado e se anima instantaneamente. Levantou-se em vários saltitos animados.

    - A Corte Élfica? Eu venho de lá... eu posso levar até lá, junto com meu avô. Ele faz parte do conselho dos Grandes Sábios governantes de Evereska... agora ele está conferenciando com a rainha de Aglarond e na volta vou escolta-lo para Evereska e... - sentiu-se animada – isso vai ser emocionante... mas... hummm... só eu e ele podemos entrar. Isso será um problema – pôs a mão no queixo, como faziam os velhos quando estavam pensando – bem... onde estávamos? – tentou desbaratinar e fingir que nada aconteceu, antes que recebesse olhares tortos, já que Davos tinha rido da proposta de Elric sobre os Harpistas.

    Galadon se apresenta, ao que Lin responde com seu nome completo.

    Jack se mostrou preocupado com a manopla e pediu ajuda para Lin, que prontamente concordou.

    - Usar manopla é fácil – ela estufou o peito e sorriu, não contendo sua felicidade em poder ajudar – pense nela como uma luva... de metal... pesada... mas você se acostuma... rrn... quero dizer... você terá de ser disciplinado e treinar bastante, como se sua vida dependesse disso... bem, ela depende, né? – deu um sorrisinho amarelo – enfim. Eu vou te ajudar sim. Faremos o possível para que isso não domine você, mas o contrario sim. Ah... um deus maligno não merecia uma arma tão bonita assim... ai ai – ela fez um muxoxo breve, mas voltou a animação de antes.

    Quando Lin conversava com Ful’Jin, ela suspirou por não ter obtido uma resposta direta.

    - Sim, ele é um burocrata. Eu ainda não entendo isso tudo, o fato de saberem de minha existência, mas... que seja. Obrigada senhor. Eu darei o meu melhor para salvar o mundo – Jack se aproxima e tenta explicar o que acontecia para a jovem elfa – como ele podia calcular a chegada de uma pessoa que estava atrás de uma cordilheira de vinte montanhas? Eu sou uma pessoa prática – tentava parecer séria – aprecio os fatos concretos. Fato concreto número um: temos que salvar o mundo. Fato nada concreto número um... também... como ele me conhecia? Bem, agora acabaram os fatos... – Jack insistia na questão de salvar o mundo e ela meneava a cabeça concordando – eu já disse que vou te ajudar, rapaz. Não se preocupe... – e suspirou, voltando para o seu lugar apoiada na parede.

    O druida chamou o bárbaro de Ta’Burz, - que tipo de nome era aquele -agora ela sabia o nome dele, aos poucos ela foi aprendendo seus nomes, inclusive o do meio-humano que se revelava de maneira dramática.

    - Nalkyr? Que tipo de nome é esse?

    Quando ele foi revelando seus adoráveis animais, ela engoliu em seco, não gostando nada do que via.

    - Uma aranha e um morcego? – ela tentou segurar a língua, mas não deu, então só desviou o olhar. Ele continuou seu discurso e Lin volta a encara-lo e ergue uma das sobrancelhas quando ele diz não ser uma ameaça – não se preocupem, vou garantir que vocês dois não sejam uma ameaça – olhou para o meio-drow e o meio-orc e apoiou a mão no cabo da espada – estou de olho, viu? – sua postura ameaçadora era sobrepujada pela graciosidade de seus movimentos e por sua ingenuidade, afinal, ela sempre foi protegida de todos os lados, e mesmo já sendo considerada apta a portar uma espada, essa era sua primeira grande missão, e por dentro ela vibrava de felicidade em fazer parte de algo grandioso. Ela tenta de todas as formas esconder essa alegria e prossegue com seu ar de pessoa séria – “não cresci no subterrâneo”... é o que todos dizem – na verdade ela nunca ouviu ninguém dizer aquilo, muito menos um drow. E ficou consternada ao ouvir que suas ações e a dos outros estavam sendo estudas – hey! – disse com indignação juvenil – abusado! – e cruzou os braços novamente após bufar e virar a cabeça.



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    Capítulo 2: O Legado do Pequeno Canário - Página 4 Empty Re: Capítulo 2: O Legado do Pequeno Canário

    Mensagem por Kether em Dom Abr 21, 2019 4:06 pm







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    "Revele a verdade, puna os culpados, corrija os errados e sempre seja verdadeiro e justo em suas ações. Leve a vingança aos culpados em nome daqueles que não podem realizá-la." - fragmento da oração a Tyr.
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    A elfa que havia se aproximado de um dos netos do halfling se aproxima de mim e de seu aprendiz

    - Senhor Elric está bem? E você, pequeno Balto? Muito obrigada por correr em auxilio ao meu escudeiro...

    - Estou bem sim. Obrigado por perguntar. - respondo para depois completar - Balto seja sempre prudente em suas atitudes. Ok?

    Já com Nalklyr, ouço suas palavras onde dividia as suas impressões quanto aos meus questionamentos.

    -Acho que Ulblyn usou grande parte de sua vida para descobrir a localização das partes da armadura, são relíquias de extremo poder que provavelmente estavam muito bem escondidas e guardadas por criaturas também de extremo poder. Ele pode ter descoberto onde todas as partes estão, mas provavelmente só conseguiu a manopla, o que temo é que os zentharins tenham as outras partes para assim completarem seu plano.

    Pelo que os velhotes disseram, os zentharins querem trazer Bane a este mundo, logo é possível qe isso possa ocorrer, além disso, aqui Bane estaria enfraquecido porém eles teriam ainda um exército de quinze mil zentharins de todos os níveis de poderes para deter Bane, achando que podem derrotá-lo e creio que não só eles farão isso.

    Algo assim sem dúvidas há a possibilidade de Cyric e Loviathar agirem também, talvez até enviem seus avatares para este evento. Isso seria catastrófico, creio que até Tyr que é inimigo de Bane concorda com algo assim, o perigo não é apenas para este mundo, mas também para os deuses...


    - Mesmo assim Nalklyr acho que é uma questão que temos de levar em conta. Até mesmo como as partes vão reagir umas próximas as outras. Qual seria a ressonância entre elas e o que iriam causar ao portador da Mão Negra. Pelo visto tens habilidades arcanas além das habilidades druídicas o que me surpreende... Não vou mais roubar-lhe o preciso tempo para analisar os itens. Depois com mais informações voltaremos a debater sobre isso. Como você disse Tyr não deve querer que a balança da Justiça Divina tenha seu equilíbrio corrompido. O que tira minha tranquilidade é o que o destino reserva contra Jack, deve haver algo nas escrituras de Tyr que trate de remoção de maldições. Ou pelo menos... Acho que já o interrompi por demais.

    "Se não encontrarmos nada com os clérigos de Tyr, somente na Fortaleza Zenthil onde seu líder pode ter algo sobre Bane, uma vez que eles são a mão armada da Igreja de Bane..." - penso mas guardo para mim esta conjectura.

    Jack que me ouvia também me questiona diretamente:
    -Eu entendo, Elric. Mas como eu estava dizendo... Tanto Ublyn quanto Dav... Digo Mestre Davos... Quanto Ful´Jin esconderam muito bem essas informações e confio que o Halfling tinha em mente o que fariamos, ele confiou que cada um aqui estaria nesse lugar e sabia que iriamos atrás desse código. Alguém que pôde prever tão corretamente a própria morte merece consideração em como lidar com um artefato tão perigoso merece consideração, não acha?

    - Jack acredito que ele teve uma epifania ou uma revelação arcana quanto a este evento, mas nem mesmo os Deuses podem adivinhar as atitudes de todos os seres viventes neste mundo. Se não creio que os Deues posssam prever tampouco acreditaria que Ublyn teria este poder.

    Procuro por Kate com os olhos mas não a encontro, que pena, poderíamos conversar mais já que ela queria me proteger eu queria saber mais sobre minha protetora.

    - Irei até lá fora pegar água para me limpar e tratar meus ferimentos mais alguém desejaria água?



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    Capítulo 2: O Legado do Pequeno Canário - Página 4 Empty Re: Capítulo 2: O Legado do Pequeno Canário

    Mensagem por Sandinus em Dom Abr 21, 2019 4:50 pm

    O meio-drow ouve as palavras da elfa sobre seu nome, seus animas e sobre vigia-lo, mais uma vez ele sorri, voltando-se pra ela:

    -Fique a vontade Lin, não façaessa cara de medo de meus animais, eles são adoráveis!

    Ele volta sua atenção para o Clérigo ouve suas preocupações e balançava a cabeça concordando.

    -Bem, confesso que essa habilidade surgiu a pouco tempo em mim, tive um sonho estranho, ele me revelava sobre essa nova característica e lá meio que intuitivamente algo brotou em minha mente...talvez estivesse adormecido e pela pressão e circunstância que vivemos ele tenha despertado...

    Enquanto respondia ao clérigo e aguardava a resposta de Jack, ele olhava ao redor e viu a besta que a bruxa tinha jogado contra a parede, ele levanta-se pega-a e analisa-a para saber se teve alguma avaria, não era especialista, mas de toda forma, temendo algum prejuízo ele toca a besta com as duas mãos e fecha os olhos, pronunciando algumas palavras de poder em druídico, então, a besta é envolta por um brilho esverdeado reparando as lesões que sofreu.

    (Magia Consertar Nivel 0)

    Nalklyr traz a besta e retira o anel do Bolso colocando sobre a mesa. Ele aguardava a resposta de Jack.

    Esse anel e essa besta estranha eu cuidarei depois...

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    Mensagem por scorpion em Dom Abr 21, 2019 5:03 pm

    [OFF] A Besta não está quebrada... então nenhuma magia é necessária.
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    Mensagem por raviollius em Dom Abr 21, 2019 5:37 pm

    Galadon continuava explorando a casa com o garoto, escolhendo um cômodo no qual pudesse trabalhar em relativa paz.
    Milty escreveu:Não adianta... meu avô era muito bom no que fazia. Não acho que vamos conseguir, mas.... vale tentar. E que truque é esse que você fez aí?
    - Olha, garoto - qual o seu nome mesmo? - eu não vou tentar decifrar os escritos do seu avô de imediato. Talvez o seu tio não nos ajude, então o plano é tentar desvendar o código dele primeiro, por via das dúvidas. Eu não me preocuparia muito com isso; o que um mago faz, outro pode desfazer. Só leva tempo.

    O mago abriu uma porta aleatória, estalando a língua ao dar de cara com um quarto ligeiramente empoeirado com dois beliches. - Quanto a esse "truque", é um dos primeiros degraus de poder que todo mago iniciante busca, e por uma boa razão. Observe. Galadon estalou os dedos num gesto completamente desnecessário para benefício do guri, criando um mínimo tornado que se move rapidamente para limpar o local. - Esquenta comida, esfria bebida, limpa armas, tinge roupas, pega coisas em lugares altos, traz a sua pena para que não tenha que levantar da cadeira... as utilidades são as mais diversas. O nome dado à essa magia é Prestidigitação, e está entre as menores dádivas que Mystra concede àqueles que se dedicam aos estudos artes arcanas.

    Fechando a porta do - agora limpo - quarto, o mago se virou novamente à criança. - E então, há algum lugar na casa onde possamos trabalhar em relativo silêncio?
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    Mensagem por Edu em Dom Abr 21, 2019 5:58 pm

    Como o mago não sabia nada sobre a menina que a perturbava a bruxa decidiu voltar para a casa. Ainda tinha os dois frascos que não fazia ideia do que significava e não tinha como descobrir.

    Ela anda até o Meio drow druida e fala:

    - Acho que isso é muito mais útil para você que para mim - lhe entrega o frasco com o liquido preto.

    Tendo falado isso ela parte em busca do mago recém chegado. Anda para lá e para cá pra por fim encontrar o homem num dos corredores em frente a um quarto.

    - Acredito que isso será mais interessante pra você que para mim - Diz ela rápido entregando o frasco de liquido azul ao mago Galadon.

    Depois disso ela volta para a cozinha aonde encontra uma garrafa de vinho, tira a rolha, enche uma taça e começa a beber lentamente.
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    Capítulo 2: O Legado do Pequeno Canário - Página 4 Empty Re: Capítulo 2: O Legado do Pequeno Canário

    Mensagem por Sandinus em Dom Abr 21, 2019 6:07 pm

    Após resposta de Jack...

    Nalklyr viu a bruxa se aproximar, ele pega um dos fracos que ela o entregou e ao mesmo tempo entregou a ela o anel e a besta.

    -Não posso perceber nada aqui....já tentou?

    Em seguida ele analisa o frasco preto:

    Escolho 20.
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    Capítulo 2: O Legado do Pequeno Canário - Página 4 Empty Re: Capítulo 2: O Legado do Pequeno Canário

    Mensagem por Edu em Dom Abr 21, 2019 6:30 pm

    Na cozinha com a besta e o anel que o druida tinha lhe dado ela começa a observa-los enquanto bebia o vinho. Não se focou muito na besta olhou os detalhes do anel, teria que analisar cada item de cada vez.

    Como tinha estudado muitos padrões de magia e formas realiza-las ela foi lembrando aos pouco enquanto tentava identificar as propriedades magicas dos itens.

    Spoiler:
    Escolho 20 para identificar o anel e a besta (gastarei 16 horas para identificar os dois)
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    Mensagem por shamps em Dom Abr 21, 2019 6:57 pm




    Visivelmente indignada, Lin respira fundo e volta-se para o meio-drow.

    - Não te dei permissão para me chamar pelo meu adorável apelido, seu indecente. O que eu disse ontem para você não vale. Hunf...

    Lin não sentia medo dos animais de Nalkyr, eram bichos como outro qualquer, mas ela se sentiu ofendida ao ouvir que ela tinha medo deles, era só nojo.

    -Ponderação, Lin... Ponderação... – ela respirou fundo várias vezes– não é medo, é só... bem... nojo - mas ela olhava só para a aranha ...oras,  quem teria bichos assim como familiar? – sua cabecinha volta até sua terra natal, onde a grande maioria eram magos e conjuradores de vários tipos – está certo, magos... – ela coça a orelha direita – enfim, poderia ser uma linda bola de pelos fofinha tipo um Tressym, voando por aí com suavidade e elegância... tão dignos... eu teria um, mas eu não... bah... não interessa. Você não é digno de um... – ela coçou a cabeça e falou baixinho – eu quero um tressym... oras... por que você tem um brinco na boca? – perguntou subitamente.




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    Mensagem por Sandinus em Dom Abr 21, 2019 7:12 pm

    O drow ouve as palavras de Lin e sorri mais uma vez, sua provocação havia funcionado, ela o indags sobre a permissão para o seu apelido, mas atépara o drow o nome da jovem era complicado:

    -Bem, você pode admitir que seu nome é complicado de se falar, sei élfico, mas não converso em élfico, logo fico sem pratica e Lin é muito mais fácil de se pronunciar, você não pode discordar disso...

    Ele levantando os ombros e as mãos.

    -A aranha não é meu familiar, é meu companheiro animal, meu familiar é o Tufo,esse morceguinho lindo aqui!


    Dizia ele apontando para sua cabeça onde o minusculo morcego puxava o cabelo de seu mestre e colocava sua carinha com seus grandes olhos pretos de fora encarando a jovem. Em seu ombro Shivra encarava a moça, porém ela não estava muito feliz nessa conversinha de seu mestre com a jovem. Seus oito olhos encaravam Lin sem exitar.

    Nalklyr percebendo o ciume da aranha faz um carinho sobre sua cabeça. E depois pega Tufo em suas mãos e dirige-a a Lin:

    -Vamos Lin, pode pegar o Tufo, ele é um amor! Não acho bom você pegar a Shivra...digamos que ela é menos doce que o Tufo...

    Tufo estava na pala da mão do druida e ele encarava a moça, mas recuou para o pulso do meio-drow.

    -Vamos Tufo, não se preocupe, não creio que ela fará mal a você.
    O morceguinho então lentamente desloca-se até a ponta dos dedos do seu mestre e esticava sua asinha direita para que Lin o pegasse.
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    Mensagem por shamps em Dom Abr 21, 2019 7:57 pm




    A elfa ergue uma sobrancelha e olha para meio-drow com o rosto levemente virado, como se não se importasse com o que ela fala e responde com tranquilidade.

    - Problema é seu se não exercitou o seu élfico quando tinha um mestre elfo ao seu lado – ela fala em élfico – e meu nome não é difícil, é nome de uma grande heroína do passado, mas você não tem como saber disso. Ainda sim, Lin é para facilitar para os humanos e seres de outras raças a falarem meu nome. Mas que seja, já que é incapaz de pronunciar meu nome, serei magnânima e permitirei que use Lin.

    Ele manipulava aqueles animais com graça, mas ainda assim a elfa não se sentia confiante com eles.

    - Familiar, companheiro animal... é tudo a mesma coisa – ela sabia que não era, mas para ela não fazia diferença o que eram, ela não era conjuradora. Ela olhou Tufo e o achou com cara de cachorro e suspirou – Tufo é? – ela encarou o bichinho, tentando não sorrir. Foi fácil não sorrir quando ela encarou a aranha que parecia bem raivosa. Ela estreitou os olhos ao encarar o aracnídeo, aquele bicho representava a deusa aranha dos drows.

    - Não vou me aproximar de você, ainda mais com essa coisa me encarando, mas se o Tufo vir até aqui, eu até aceito conhece-lo – e sorriu para o morceguinho, mas ele recuou no braço do druida – ah... tudo bem... – ele tentou acalmar o animal e ele estendeu a asinha – ah – a elfa sorriu e estendeu o braço, ainda que não se aproximasse deles – golpe baixo!



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    Mensagem por Mellorienna em Dom Abr 21, 2019 8:01 pm









    Kate "MAYHEM" Khenistar




    Elric, o Fofo escreveu:Kate, não diminua a sua importância. Todas as vidas são de grande valia e será uma honra tê-la ao meu lado. E fico imensamente feliz que os deuses tenham feito nossos caminhos se cruzarem novamente, não há dívida alguma a ser paga. Mas vou lhe fazer um pedido, desta vez protegeremos um ao outro, que tal?

    Apesar de ter passado os últimos meses imaginando e sonhando sobre o que diria naquele momento, a garota não tinha palavras. Tudo havia acontecido de modo absolutamente imprevisível e Mayhem apenas corou ainda, sorrindo de forma meiga para o Clérigo, antes de baixar os olhos novamente para os próprios pés.

    Enquanto isso, desenrolava-se na sala a trama épica-divina que uniria os destinos de todos para sempre.

    Ta'burz, o Sábio Motherfucker escreveu:Que seja... Ir atrás de um mago para decifrar o que está escrito nessa porcaria de diário ou ao templo de Tyr para saber mais sobre a manopla enferrujada... De qualquer forma no final vamos todos nos ferrar por estarmos ajudando o tal Deus da Destruição aí... Isso é loucura!

    "Ele tem razão. Eu não fazia ideia de que os meio-orcs eram capazes de tal nível de raciocínio... Fascinante." - Mayhem conheceu alguns mestiços ao longo da vida, geralmente trabalhando como guardas de tavernas ou mercenários protegendo caravanas. Nunca havia se aproximado de um o suficiente para uma conversa, mas escutava suas risadas rudes e palavras truncadas, e evitava ainda mais estar sozinha na presença deles. A maior parte dos meio-orcs era grotescamente alta, o que dava à moça baixinha uma sensação de opressão.

    Vendo que a conversa se conduzia, não sentiu que precisaria se manifestar em público novamente, permanecendo em um silêncio levemente desconfortável, por ainda estar cercada de estranhos.

    Mestre Splinder, o Presenteador escreveu:Pegue isso. Pode salvar sua vida.... já salvou a minha.

    Ele entregou em sua mão uma pistola com um gancho de arpéu, extremamente bem feito.

    A garota se afastou de Elric, Jack e Rachel, e pegou o gancho de arpéu das mãos de seu Mestre. Em voz bastante baixa, ela murmurou um agradecimento, apertando a mão de Splinder por um segundo antes de se afastar novamente, como quem quisesse roubar um pouquinho de coragem do grande aventureiro.

    Nalklyr, o Distribuidor escreveu:Somos nove pessoas portanto, cada um ficará com: 81PO, 146PP e 102PC, eu peguei uma das bestas leves, todas são de extrema qualidade fiquem a vontade para escolherem as demais armas. Ainda tenho uma esmeralda pequena e dois topazius pequenos, não sou bom em avaliar valores das coisas, mas não poderemos transforma-los em moedas aqui, por enquanto guardarei eles.

    Aproximando-se pé ante pé da mesa, a moça contemplou o dinheiro que havia sido destinado a ela, mas não tocou nas moedas. Ela não havia feito nada para merecer pagamento ali: nenhum trabalho, nenhum sistema de segurança, nenhuma porta sem chave aberta. O conserto do carrossel dos meninos custaria uma única peça de prata - mas eles haviam acabado de perder o avô.

    - Eu posso avaliar as gemas para vocês, caso queiram... - Mayhem era muito boa naquele serviço, inclusive - Não cobrarei comissão para isso.

    Galadon, o Mister M escreveu:Acessando a sua fonte pessoal de energia mística, o mago gesticulava como um artista ao destravar a fechadura do universo, um grupo de moedas passando a marchar ao longo da mesa e pulando por conta própria em sua algibeira. - O nome é Galadon disse por fim

    A garota ficou boquiaberta como uma criança ao ver o truque executado pelo Mago. E sem nenhuma linha ou roldanas! A Magia proporcionava efeitos realmente admiráveis. Não sabia se Galadon havia notado sua fascinação pelas moedinhas dançantes, mas tratou de se afastar da mesa logo que se recompôs. Quando deu por si, Elric havia sumido.

    Deslizou para perto da parede, onde permaneceu parada em um cantinho. Via o grupo conversar e decidir o que fazer, enquanto uns bebiam e outros aliciavam os jovens halflings para o serviço de aventureiro. Já havia passado da hora do almoço, e ela não havia comido nada. Quando decidiu que talvez fosse melhor tomar o caminho para a cidade, Elric retornou, vindo das escadas que davam na área íntima da casa do falecido Sr. Ublyn. Sem armadura, o Clérigo parecia muito mais acessível, muito mais próximo. Mayhem sentiu que corava, em seu cantinho junto à parede, mas logo a cor sumiu de seu rosto: Elric havia amparado o jovem halfling a quem o meio-orc - "não tão inteligente quanto supus!" - havia dado um enorme machado de guerra. E estava ferido!

    A primeira atitude que passou pela mente de Mayhem foi correr para ver se ele estava bem, apesar de saber-se incompetente em curas e qualquer coisa relacionada. Entretanto, a imponente elfa em armadura de batalha acercou-se de Elric. E os dois pareciam ter acertado que ele estava bem... Colando-se novamente à parede, alheia ao fato de que isso a tornava quase invisível, a jovem ficou observando de longe, sem saber como poderia se aproximar agora. "Ele simplesmente vai dizer que está bem, que ele já disse isso..." - ninguém precisava repreender Mayhem. Ela já fazia um ótimo trabalho nesse aspecto.

    Estava ainda pensando com seus botões, quando Jack toma a palavra.

    Jack, o X9 escreveu:V-vamos atrás desse tal mago... E Nalkyr, vou precisar de uma dessas bestas e pode deixar que eu vou estudar a manopla. Escute seu morcego e avalie o que puder, eu vou lá para dentro ver o que posso descobrir dessa Mão Negra... E nem pense em nos roubar... Já há ladrões demais entre os Drows para que um que é apenas metade dele, falando em má fama de ancestrais... Ta'Burz, vou precisar de sua ajuda! Também preciso treinar duro em combate e você é o mais valoros de nós... Estaria disposto a me ajudar durante a viagem?

    Seguido pelo homem misterioso, até então de capuz, e que tinha aquele jeito lírico de falar.

    Nalklyr, O DROW escreveu:Sim, eu sou um meio-drow... E essa aranha se chama Shivra, minha companheira animal e esse morcego é meu familiar, chamado Tufo. Mas eu não estaria aqui se não tivesse a confiança de Ulblyn e dos seus, inclusive dos mestres de muitos de vocês! Em nenhum momento eles me contestaram, se eu fosse uma ameaça já tinham o feito, sequer permitiriam que eu estivesse aqui! Tenham isso em mente, minha intenção é apenas ajudar e para que se tranquilizem, não fui criado no submundo como os drows comuns, não "odeio todas as raças acima da superfície". Eu ainda iria me revelar para vocês, mas antes precisava estuda-los para saber como agir, porém, o Jack não me deu alternativa...

    A cor escapou completamente das feições da jovem Armadilheira. Um meio-drow. Mayhem sentiu o chão se abrir sob seus pés e agarrou-se à parede, temendo que fosse desmaiar. Ninguém ali parecia realmente preocupado. A elfa guerreira começou a dizer algo...

    Lin, a Princesa Guerreira escreveu:Não se preocupem, vou garantir que vocês dois não sejam uma ameaça – olhou para o meio-drow e o meio-orc e apoiou a mão no cabo da espada – estou de olho, viu?

    ... mas aquilo não chegava nem perto do que a jovem de cabelos azulados sentia. "Eu vou vomitar", ela pensava quando se esgueirou para fora da casa, incapaz de permanecer naquela sala por mais um minuto sequer.

    O frio do Inverno atingiu Mayhem como um golpe bem-vindo, e - sem pensar duas vezes - a moça levou a mão ao maior monte de neve que encontrou, engolindo um bocado do gelo limpo. "Não posso acreditar... Por quê? Por quê?" - ela vagou na direção contrária à sepultura de Ublyn, afastando-se cerca de dez metros da casa, pelo meio da neve intocada que chegava quase ao meio de suas coxas. Por suas bochechas coradas de frio, rolavam lágrimas.

    Que ninguém entenderia. Ninguém.

    No Mar da Lua, quando uma criança era travessa, os adultos diziam "cuidado, um drow vai vir pegar você no meio da noite!". Mesmo na mais tenra infância, a figura dos elfos negros corrompidos, com seus olhos ígneos e cabelos pálidos, assombrava os pesadelos. Que se tornavam mais realistas e cruéis com a idade. Ao longo de todo o litoral interno do Mar da Lua, meninos sumiam e nunca mais eram vistos, arrastados como mão-de-obra escrava para os túneis profundos dos drow. E as meninas...

    Incapaz de suportar a ideia de que Nalklyr existia, Mayhem chorava. A esperança de que uma raça tão corrompida e maligna seria incapaz de gerar descendência entre os humanos - assim como cachorros e lobos raramente geravam filhotes saudáveis - havia morrido nela ao contemplar o rapaz de pele obsidiana e olhos azuis. "Olhos humanos, ah Lliira, me socorra!" - a moça havia acabado de olhar nos olhos de um pesadelo inominável.

    A neve na boca já havia derretido, mas conseguiu cumprir a função de impedi-la de vomitar. Apesar disso, o nojo se espelhava em ondas por todo o corpo pequeno e delicado da moça. "As meninas que sumiram... as meninas de Colina Distant--- ah Lliira, por quê? Ele tem olhos humanos... Olhos que nos acusam por ter permitido que os drow tomassem tudo de nós."

    Indignada e incapaz de entender porque os deuses haviam permitido tamanho flagelo sobre o mundo - "já não bastavam os meio-orcs?" - Mayhem nem viu quando chegou até a árvore. Naquele instante, Elric saia da casa, mas a garota estava abalada demais para ver. Sob a copa nevada, um espaço de terra fria, onde a pequena de cabelos azuis se sentou. E chorou por todas as meninas e meninos cujos filhos monstruosos carregavam olhos humanos.

    OFF:
    Mayhem não vai retornar ao interior da casa. Dali, ela vai para Melvaunt, onde ficará com a família dela, após fazer compras de itens necessários (que irão para o tópico de itens). Ela não pegou as moedas. Se tiverem entregado as gemas a ela, vai escolher 20 para avaliar. Se o Elric ou qualquer outro personagem quiser falar com ela, podemos decidir como foi o papo por MP ou Whats.

    Lyvio, te assustei a toa <3



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