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    Capítulo 2: O Legado do Pequeno Canário

    Kether
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    Capítulo 2: O Legado do Pequeno Canário - Página 5 Empty Re: Capítulo 2: O Legado do Pequeno Canário

    Mensagem por Kether em Dom Abr 21, 2019 8:46 pm







     Elric Melniboné
    "Revele a verdade, puna os culpados, corrija os errados e sempre seja verdadeiro e justo em suas ações. Leve a vingança aos culpados em nome daqueles que não podem realizá-la." - fragmento da oração a Tyr.
    Elric Melniboné




    Estava alheio a tudo que acontecia dentro da casa pois havia saído para pegar dois baldes de água para banhar-se e tratar de seus ferimentos encontro por sorte Mayhen, ela estava sentada embaixo de uma árvore estava de cabeça baixa e seus ombros balançavam. De co estava chorando.

    Aquela visão trouxe um sentimento diferente, angústia( ??? ).

    "Será que alguém feriu ela?"

    Aquele pensamento me fez derrubar os baldes e seguir até Kate. Me aproximo e me ponho de joelhos a frente da baixinha e bela ladina de cabelos azuis...

    - Kate? Espero que estas lágrimas sejam de felicidade por me encontrar após tanto tempo. Mas se forem de dor, estou aqui para secar estas lágrimas.

    Sinto um desconforto no ferimento do disparo da besta do combate do dia anterior o que me faz soltar um gemido de dor, quando todo no ombro dela com uma das mãos enquanto a outra tento levantar seu rosto para olhar diretamente em seus olhos.

    - Quer falar? Ou apenas um ombro?




    Elric Melniboné @Melvaunt, Mar da Lua Capítulo 2: O Legado do Pequeno Canário - Página 5 Sword-transparent-lightning-4
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    Mensagem por Artorias em Dom Abr 21, 2019 9:08 pm


    Kvothe

    "O Cabelo de Fogo"




    (Os eventos desse post acontecem em algum momento no qual houve interação de Kvothe com Jack e Elric...)





    Após meu momento de introspecção, algo atípico para muitos em minha pessoa, afinal, um bardo que anima o ambiente se encontrar desanimado é motivo de estranheza, não discordo, mas...

    Jack escreveu:
    – Não se tome por esses sentimentos! Aprenda a navegar! Não vê a lição de se levantar que aprendemos aqui e é o que Ublyr nos quis ensinar... Veja só o que realmente estar por vir... Esse hobbit, em seu tom genialmente pensado, sabia o que estava havendo e pelo que vi era um hobbit feliz, sabia que essa alegria MERECE ser vivida, meu caro Kvothe! E é com pesar que podemos não ter tido o privilégio desses senhores em ter conhecido alguém tão notável como ele tão bem quanto esses senhores... Mas se ele te queria aqui era para cantar a sua história de valentia de ter reunido esse grupo para protegermos esse objeto.

    Meus pensamentos foram interrompidos pela resposta de meu conhecido aventureiro, mais uma vez surgindo como um ninja sem que eu percebesse sua presença em minha divagação com Elric, suas palavras tocaram em meu coração e acenderam a chama que esfriava em mim, digo em um tom mais vivo e expressivo – Tu tens razão, mestre bardo sabia o que fazia, agora, eu devo levar o seu legado comigo e rememorar a dignidade dele, de vós e de meu nome para os povos e a história... – antes de concluir minha fala, sacerdote prossegue.

    Elric escreveu:
    - Fantasmas? Meu amigo, estamos aqui todos nós unidos num mesmo propósito. Agradeço por suas palavras quando me perdoou por não ter confiado antes em ti. Mas agora precisamos seguir em frente, nos levantar deste monte de dor e de tristeza. E buscar uns nos outros forças para seguir em frente.

    Eu aperto a mão dele como os guerreiros costumam fazer (segurando no antebraço). E falo baixo para ele.

    - Somos amigos e pode contar comigo para ajudá-lo quando lhe faltar forças. Preciso de seu conhecimento e de seu jeito com as pessoas Kvothe. Você pode ser exatamente o que esse grupo precisa. Alguém que se importa com as pessoas e não com os desígnios dos deuses do das forças da natureza ou mágicas.

    Então solto seu braço e pergunto:

    - Você entendeu aquela garota? Parecia que me conhecia e do nada me deixou plantado falando com o vento!

    Eu sou erguido por Elric meus olhos voltam a brilhar, ascendendo para um estado de êxtase, uma música toca meu consciente, sinto a energia da dança correndo em minhas veias, a energia das glórias de batalhas vencidas e que serão vividas, digo confiante – Querido amigo, estas certíssimo, fui dominado pelo meu passado, a maldição que tomou conta de minha vida e dignidade, isso nunca mais acontecerá, obrigado! Espero que na próxima expedição possamos seguir juntos! – aperto a sua mão e depois de uma troca de olhares de confirmação, afasto-me para escrever alguns versos que vieram em minha mente.



    OFF:


    Fazendo esse post para não parecer que não participei desse capítulo direito.

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    Capítulo 2: O Legado do Pequeno Canário - Página 5 Empty Re: Capítulo 2: O Legado do Pequeno Canário

    Mensagem por scorpion em Dom Abr 21, 2019 9:46 pm

    Os aventureiros terminavam aquela manhã se "despedindo" dos velhos que partiam em uma jornada pela estrada, acompanhados de um enorme Urso.
    Quando Rachel perguntou sobre a menina de olhos negros, o Mago apenas deu de ombros e disse que de nada entendia daquilo. De fato, aquela descrição era vaga demais para que o Mago pudesse ter qualquer ideia... porém, seria prudente ficar investigando seu próprio Patrono?

    Lin e o Druida trocam as farpas naturalmente, apesar de o Druida estar tentando ser mais simpático, a elfa, como todo bom elfo do Sol é extremamente orgulhosa e irredutível. Elfos do Sol eram os "elfos dos elfos". Em sua maioria eram usuários de magia prepotentes e que se julgavam os elfos superiores... vivendo em enormes cidades sagradas que ficavam nos locais mais altos, era de se esperar que a Elfa não simpatizasse em nada com o Drow.

    Quando ela se afastou, Shivra deu a volta nos ombros de seu mestre e disse...

    Shivra: Não gosto dela... deveríamos devorá-la quando dormir... é o que nossa Grande Mãe iria querer...

    Enquanto isso, alguns membros se trancafiavam e identificavam os itens coletados. Milty argumentava com Galadon...

    Milty: Ah! Então eu sei o que é! Essa magia não é novidade... o vovô costumava usá-la pra servir os convidados. Por sinal... ele usou pra servir os outros no dia... bem... Deixa pra lá. Eu vou buscar água...

    Do lado de fora, Mayhem e o Clérigo conversavam mais um pouco... então, no fim do dia, a baixinha rumou para Melvaunt, onde ficaria na casa de suas irmãs.

    A noite passou tranquila... Os heróis jantaram o que Balto e Milty prepararam.... e que não era de todo ruim, visto que halflings eram excelentes cozinheiros em sua maioria e só compravam o melhor do melhor. Por fim, os heróis dormiram... alguns com as cabeças olhando as estrelas, tendo em vista que ninguém optou por ajeitar o telhado que pegou fogo.

    Na casa das irmãs de Kate, uma delas a recebeu e ofereceu um quarto, além de comida. Não era a melhor comida do mundo.... pois nem todas eram caprichosas como Mayhem era com seus convidados. Por fim, a pequena dormiu em uma cama realmente confortável, enquanto esperaria que os colegas passassem lá para se encontrarem...

    FIM DO ARCO 2
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      Data/hora atual: Ter Jul 16, 2019 4:12 pm