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    Capítulo 3: Coisas que se mexem quando não se está olhando

    Mellorienna
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    Mensagem por Mellorienna em Ter Abr 23, 2019 5:34 pm









    Kate "MAYHEM" Khenistar





    Mayhem estava só olhando, mas o ferrolho pulou quando cutucou com a pinça e - CLICK! - bem, esses velhos portões: bastava um ventinho chacoalhar um bocado e se abriam sozinhos, de toda forma. Devolvendo os instrumentos a algibeira com precisão e agilidade, a moça se virou, encarando o meio-orc por cima do ombro, que tinha murmurado bem baixinho:

    Ta'burz escreveu:- Quantos anos tem essa garota?

    - Vinte e um. - ela empurrou o portão e abriu passagem para que entrassem. Pegou sua mochila, enfiou a blusa de lã dentro e então acompanhou o grupo, deixando que fossem na frente os conjuradores e sacerdotes, que buscavam determinar a natureza da ameaça que encontrariam através de seus muitos - e fantásticos! - poderes místicos.

    Mayhem parou e leu atentamente as letras azuis no muro, inscritas pela varinha de Galadon, enquanto acariciava a cabeça de Atlas. O meio-orc começava a falar algo sobre não terem o direito de estar ali, e o meio-humano havia começado a falar em (ela supunha) élfico, imitando a falta de cortesia anterior do Mago. Se ela fosse melhor com as palavras, passaria um sabão neles por ficarem de ti-ti-ti em uma língua desconhecida ao invés de conversar de forma que tod----

    "Ah ok, ele está traduzindo. No fim, o meio-humano é mais educado e cheio de consideração que o jovem Mago. Hmm..." - Mayhem tirou um biscoito dos bolsos da algibeira e ofereceu ao cão vestido com armadura, brincando com ele um pouquinho enquanto os debates éticos se acirravam. Agora Jack bradava contra a escravidão e discutia-se sobre a validade daquela suposta invasão de propriedade, enquanto Elric e Nalklyr informavam sobre o retorno que suas habilidades trouxe: havia magia na porta de entrada, nas cortinas das janelas ("Stonehard deve ser muito rico, para ter cortinas tão dispensáveis a ponto de encantá-las e tudo mais"), e uma forma de vida no interior da casa - provável fonte da magia que o meio-humano sentia no segundo pavimento.

    Enquanto todos pareciam perdidos, Elric era assertivo e demonstrava est--- "o que foi que ele acabou de dizer para o Galadon?" - Mayhem deu um passinho para trás, recolhendo as duas mãos atrás do corpo, enquanto o Mago trazia a mensagem do muro até ali e... "oh uma chuva de letras luminosas!" - os olhos verde-musgo da garota brilhavam. Não fazia ideia de que as letras poderiam se mover por aí depois de terem sido escritas no muro! Aquilo era incrível!

    Porém, a explicação detalhada do Clérigo sobre os poderes dos sacerdotes dos Bons Deuses apagou qualquer outra coisa da mente da jovem por alguns instantes, em que ficou ali parada, olhando para Elric como se o próprio Tyr (estava se acostumando ao nome) houvesse descido dos céus. E o discurso inspirador, sobre união e... "ele disse meu amor?" - o coração da moça acelerou no peito e ela corou, incapaz de desviar os olhos dele. E quando ele disse que ela estava linda, Mayhem juntou as mãos novamente atrás do corpo, baixando os olhos para os pés:

    - Roupas de trabalho... - para ela, o couro era um uniforme útil, maleável e de boa durabilidade. Nunca havia pensado que seria uma roupa bonita.

    No mais, Jack tinha um bom ponto: estavam fazendo barulho demais. Por sorte, a ideia de destruir a porta com uma rajada - "Rachel é uma Maga também?" - foi dispensada pela beldade estonteante, que se aproximou da pequena Mayhem enquanto Jack bradava sobre seu amor - "é, acho que Elric realmente disse isso, não disse? Não estava sonhando" - e Galadon voltava ao debate ético acerca da invasão da propriedade.

    Rachel escreveu:- Bom trabalho com o portão. E suave e sutil como só uma mulher pode conseguir. Acha que consegue fazer o mesmo na porta da casa? ... e Elric precisa do seu amor.

    A jovem de cabelos azuis tropeçou nas palavras, incapaz de responder à linda Rachel qualquer coisa coerente. Com aquela voz de passarinho, doce e musical, quando Mayhem se atrapalhava assim parecia mesmo um rouxinolzinho agitado. Por fim, Rachel já falava com Galadon sobre mortos-vivos serem ou não fedidos (?), quando a mocinha sussurrou:

    - Posso olhar...

    Timidamente, Mayhem se aproximou da porta. Jack já havia dado uma boa olhada nela e saber que havia magia imbuída no objeto era desconfortável. Mas a moça tinha mãos muito bem treinadas.

    CLICK

    Sem abrir a porta, Mayhem se virou para o grupo, evitando olhar as pessoas nos olhos ao falar o mais claramente possível:

    - Aportaestádest--- - ela se interrompeu, respirou fundo, e recomeçou - A porta. Está. Destrancada. Porém... - a moça ergueu os olhos verde-musgo para Nalklyr e Ta'burz - ... antes de entrarmos... - ela olhou para a guerreira elfa, Rachel e Galadon - ... pensem comigo. - Mayhem olhou para Jack e então para as crianças Halfling, e deles para o bardo ruivo - Galadon deixou claro, em letras LUMINOSAS no muro, BEM A VISTA da pessoa que estava olhando pela janela, que estamos aqui para tratar das disposições de última vontade do Sr. Ublyn. Todo mundo sabe que isso significa que um amigo querido faleceu. - voltando a olhar para os próprios pés, ela continuou - O Sr. Stonehard era amigo do Sr. Ublyn. Mas não foi ao enterro. E agora, o vulto na janela leu a mensagem, e ninguém veio nos receber. - Mayhem finalmente olhou para Elric, e em seus olhos havia medo - Acho que o Sr. Stonehard pode estar com problemas! Os Zentharim que atacaram o Sr. Ublyn em sua própria casa não poderiam ter feito o mesmo aqui? Afinal, eles codificaram juntos a localização dos inimigos que talvez detenham as outras da---- - ela corou violentamente - ... vocês-sabem-o-quê. Eu acho que precisamos entrar! E rápido! E se for um mal-entendido, temos um Bardo que se desculpe por nós, não é mesmo?

    Ainda bem corada, a moça deu um passo para o lado, indicando a porta destrancada.



    Kate "Mayhem" Khenistar @Melvaunt, Mar da Lua Capítulo 3: Coisas que se mexem quando não se está olhando - Página 2 Tumblr_ojmi42oIwY1vxu8n6o1_400
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    Mensagem por Sandinus em Ter Abr 23, 2019 8:56 pm

    O drow observava todos discutirem um pouco sobre tudo a maioria preocupado em ter invadido a propriedade do mago, o druida também pensava assim, mas só caiu em si depois que o estrago já tinha ocorrido e todos tinham entrado. O que chamava mais atenção era a insistência de Jack em dar Máscaras a AO por não acreditar que existia outros deuses, mas não estava muito disposto a ensinar religião a ninguém, deixaria isso para o clérigo resolver se ele quisesse.

    Nalklyr também fica feliz por Jack se desculpar dele por ter revelado que ele era um Meio-drow a todos:

    -Você também é, meu caro Nalkyr... E conto com isso para sermos bem sucedidos.
    Falava tentando motivar o meio-elfo drow.
    -E me desculpe por qualquer coisa ontem... Senti certa frustração em sua voz, mas saiba que é pelo preconceito de homens como os que convivem com a escravidão que alguns temem o diferente e esse não é o meu caso.

    -Não se preocupe jack, você estava numa situação de pressão também, eu entendo.

    As coisas prosseguiram e como era de se esperar, Elric mais uma vez com falas sábias e revigorantes, isso sem dúvidas seria importante para o grupo somado a cantoria de Kvote como ocorreu no primeiro combate.

    As conversas seguiam sobre a beleza escondida de Mahyem, mas ele achava que isso não renderia se não fosse o fato de Elric parecer enciumado...O que era curioso, interessante e engraçado.

    Mas tarde quando repetiu as palavras de Galadon, o mago não pareceu se agradar pela sua expressão, mas o complemento ads informações talvez tenha amenizado os ânimos e mais uma vez a teoria do necromante vinha a tona.

    Não descarto...realmente é uma mansão que parece um mausoléu...

    Finalmente depois de muitas divagações a aporta e a casa volta a ter mais foco, Tab'uz estava disposto a arrombar a porta, apesar de reiterar sua discordância em invadir a propriedade.

    -Calma lá Tab'uz, tem magia nessa porta, sei que você é um tronco de árvore, mas não sabemos que tipo de magia se trata...

    O druida ouve passo amais atrás e quando vira-se era Rachel que estava cansada.

    -Está melhor Rachel? Espero que esteja inteira caso seja necessário... Dizia ele dando uns tapinhas nas costas dela.

    Quando o meio Drow vira-se a pequena Mahyem já estava destrancando a porta, ele dá um sobressalto pro lado temendo que a magia disparasse, porém, um "click" é ouvido a porta foi destrancada.

    -Acho que você foi bastante corajosa para tentar abrir essa porta, mesmo ela protegida por magia e sem sabermos do que se trata...

    Bem, parece que a magia dai só deve disparar quando a porta for aberta...tenho algo!

    -Bom, já que foi destrancada, tentarei abrir com algo que preparei, assim teremos segurança...espero...Afastem da linha frontal a porta, se posicionam nas laterais a uma distância segura.

    Ele aguardava os demais para agir.



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    Mensagem por Claude Speedy em Ter Abr 23, 2019 9:18 pm

    Jack não pensou sobre o direito e as questões legais envolvendo a invasão do domicílio do mago, mas ainda assim seus colegas pareciam preocupados em não irritar os guardas, Trapaceiro parecia até ficar feliz de pensar que eles iriam se incomodar com a invasão em si. Pois seria um efetivo menor para vigiar os escravos.


    Ta´burz escreveu:- O que ele acha que nós somos? Ladrões?

    -Parece que sim, meu caro...Tive também a impressão que Galadon acha exatamente isso de nós.  

    Rachel resolve acordar, sem notar a comparação que o Trapaceiro tinha feito se ela também seria capaz de "se incliar" para destrancar o portão. Pouco depois a Bruxa se inclina para cochichar algo no ouvido de Kate, nessa hora Jack se vê completamente hipnotizado pela beleza e pelo corpo muito mais estonteante de Rachel quando essa se inclina para falar com a pequena.

    O choque é intenso o bastante para fazer com a líbido do rapaz mude e assim possa escutar o que a ladina tem a dizer sem pensar nela de outra forma se não como uma companheira de equipe que destranca portas. Fazendo toda aquela timidez esmagar a atração pelas habilidades dela por um instante.

    Galadon escreveu:
    - Ah, e eu cubro a sua aposta, minha jovem: se eu tivesse um casarão desses eu nunca o encheria de mortos-vivos. Eles fedem. Constructos, por outro lado... Er, então, quem quer ser o primeiro?


    - Mortos-vivos frágeis como zumbis e esqueletos talvez, mago...Mas eu pensei em fantasmas arrastando correntes e animando magicamente cortinas.

    E respondendo ao comentário do mago, o Trapaceiro caminhava tomando a dianteira do grupo enquanto observava a ladina gentilmente dando um passo para o lado de forma desajeitada e tímida pensando que ela precisava ensaiar mais o modo como se expressar em público. Mas as palavras tremulas sobre o mago também eram ouvidas por Jack.

    - Se ele esta em perigo, vou cuidar para que esses Zhentarim se arrependam de se colocar no caminho de...

    Nalkyr escreveu:
    -Bom, já que foi destrancada, tentarei abrir com algo que preparei, assim teremos segurança...espero...Afastem da linha frontal a porta, se posicionam nas laterais a uma distância segura.


    Sendo interrompido, o ladrão dá espaço para o que quer que o meio-drow tinha pensado e fica do lado da guerreira elfa e do bárbaro meio-orc pronto para voltar-se para batalha, se sentindo meio contrariado por ter perdido um momento para tentar competir com o discurso do clérigo de Tyr.
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    Mensagem por shamps em Ter Abr 23, 2019 10:07 pm





    Essa viagem estava sendo proveitosa, pois Lin nunca havia andado com tantas pessoas diferentes ao mesmo tempo e muito menos interagido com elas. Ela achava tudo muito divertido, mesmo que tivesse pessoas estranhas no meio delas, como pessoas com sangue duvidoso.
    Ela fica admirada com a capacidade que os humanos tinham para dormir com facilidade. Elfos descansavam de uma maneira diferente dos humanos e Lin acha isso muito curioso, o que a fez pensar em pessoas como o druida, mestiços: eles dormiam ou meditavam? Será que ela devia perguntar? Se não perguntasse, sabia que iria ficar remoendo aquela dúvida o dia inteiro, mas também não queria conversar com aquele adorador de aranhas.

    - Ela dormiu mesmo na rua? – perguntou apontando para Rachel, mas a pergunta não era para ninguém específico.

    Galadon também tinha visto a sombra e educadamente comenta em élfico com a moça, deixando-a admirada. Ela piscou algumas vezes quando foi tratada de forma educada pelo mago ao ser chamada de minha cara. Magos sempre eram muito polidos, fossem elfos ou humanos, a educação que adquiriam com os estudos era primoroso.

    - Acha que o senhor Stonehard estaria esperando por nós? – ela também fala em élfico – se fosse, ele já não teria nos recebido? – ela fica pensativa e se aproxima de Galadon, falando mais baixo junto ao ouvido dele, ainda em seu idioma natal – hey, eu sei que vocês magos lançam bolas de fogo... eu já vi... não seria o caso de você lançar uma em torno da casa para queimar as armadilhas? – ela sabia que bolas de fogo existiam, mas não como elas funcionavam de fato. Depois volta a encarar a casa.

    Nesse momento, Jack fala que estaria disposto a ajudar Minhyukllin a aprender as artes mágicas. Ela tosse um pouco, pigarreia e se apruma novamente.

    - Que adorável seu gesto comigo, senhor Jack, mas receio que seria uma perda de tempo para nós dois – com ele, ela volta a usar o idioma mais comum entre os povos de Faerum – eu não tenho... como posso dizer... talento para magia. Meus pais tentaram, mas nunca consegui sequer tirar uma faísca da ponta de uma varinha. Na verdade, eu desembainhava a varinha da lateral do meu cinto, como uma espada... foram dias tortuosos os que eu passei tentando aprender as artes... por sorte, um mestre de armas percebeu que meu dom era para a espada e convenceu minha mãe a me deixar ir para a academia militar. Ela não gostou muito... é como se eu fosse uma linha torta na linhagem de magos nobre dela. Por sorte meu pai e meu avó já são da filosofia que eu posso fazer o que eu quiser, desde que eu seja a melhor... bom, me graduei com louvor, no dia do meu aniversário de 100 anos, quando ganhei a Brilho Lunar, forjada especialmente para mim – ela olha para a espada prateada com o desenho de uma lua crescente, uma representação de sua casa e de seu deus, Corellon. Ela tinha muito orgulho dela – já essa que peguei de Nalkyr – ela nem notou que tinha chamado o druida pelo nome – eu a batizei de Aurora da Vida, pois agora ela não ceifará mais vidas inocentes, ela lutará pela justiça... Aurora sabe, como o nascimento de um novo dia... ela renasceu também – a espada agora tinha uma fita de seda rosada amarrada em um lacinho delicado – coloquei isso para ela ficar bonitinha – e sorriu como uma criança que recebia um brinquedo novo.

    Animada por contar sua história, por mais que não tivesse nada de especial nela, ela recebe o presente de Mayhem com alegria.

    - Obrigada, senhorita Mayhem. Espero que não precisemos usa-la – e sorriu para a jovem. Admirou o objeto e enquanto vestia a pulseira, ela notou que a pequena humana se demorava ao entregar a joia para alguns deles, inclusive para Nalkyr. Ela apenas sacudiu a cabeça negativamente como se espantasse algum pensamento de sua cabeça e bufou enquanto dava um sorriso amarelo para o chão. Depois movimentou os dedos enluvados, abrindo e fechando, fazendo o som de estalos.

    Estavam todos parados em frente ao portão da casa, discutindo sobre as possíveis armadilhas e criaturas que estavam dentro da casa, enquanto a pequena humana se agilizava para abrir o portão. Lin ficou impressionada com a agilidade da moça e olhou com curiosidade. Naturalmente ela olha para o resto do grupo e acaba pegando alguns desvios de olhar dos presentes e, fica indignada. Ela pigarreia alto e apoia a mão direita no cabo da espada.

    - Hurrrm... senhores! – fala com firmeza – isso é muito deselegante. Na verdade não é nada educado -  e fica com as bochechas vermelhas, de vergonha por estar falando sobre aquilo, e de raiva por ter de falar sobre aquilo. Mesmo assim, ela tentou manter a pose de mulher séria e indiferente a essas questões mundanas. Mais do que depressa ela vira de costas para todos eles, um grupo estranho e onde a maioria eram homens. Preferiu não pensar na possibilidade de um certo alguém ter gostado do que via no portão. Ela dá uma espanada nas talas da armadura para disfarçar seu constrangimento. Ela era uma lady, mas também era uma fera quando lutava, um belo contraste.

    Observou como os conjuradores se moviam enquanto faziam suas pesquisas sobre o portão e casa e ficava pensando como eles conseguiam se dedicar àquilo. Tanto Elric quanto Nalkyr falaram do que sentiam na casa e a elfa olha com determinação para lá. Nalkyr resolveu repetir em élfico a mesmas palavras de Galadon, minutos atrás e olhou com certa descrença para ele. Ele estava mesmo imitando o mago? Por que?

    - Exibido – mas não deixou de sentir uma fagulha de orgulho percorrer todo o seu corpo ao ouvir seu nome ser pronunciado de forma  correta pelo encapuzado. Claro que tentou disfarçar seu orgulho por trás de uma cara emburrada.

    Então eram quatro os pontos de interesse e perigo dentro da casa, teria de estar atenta a isso. Alguns falavam que eram Zhentarim e ela sorriu.

    - Se forem Zhentarim, serão mais quatro cabeças para eu separar do corpo.

    Elric usa um discurso inspirador para os presentes, sobre confiança e as qualidades de cada um, o que deixa a elfa empolgada para a batalha. Ela saca com delicadeza sua espada e suavemente aponta para o druida e o encara de forma séria.

    - O Tufo precisa de você, não morra! – ela fala com calma - Mas se você morrer, saiba que eu cuido dele. Quanto a aranha, pode leva-la para seja lá onde for que os malditos servos da deusa aranha agonizem – depois ela baixa a espada e olha para Galadon – o Atlas também precisa de você. Não morra também – e ao olhar para o cão, suas maçãs do rosto se elevam, ficando gordinhas, num singelo e meigo sorriso – nenhum de vocês – ela quis dizer que não queria que ninguém morresse, inclusive olhou para o meio-orc também.

    - Nove pessoas são ameaçadoras? Um exército é ameaçador! Uma horda é ameaçadora! E nem estamos armados até os dentes – a elfa solta um muxoxo. Muito bem, vamos então e não deem mais trabalho para mim do que eu daria para vocês – e ela segue para dentro dos muros. Todos vão juntos. Para alívio da elfa, Mayhem diz que a porta está destrancada e nisso, alguns fazem apostas. Ela ouve a suposição da ladina e concorda ela, sentindo um arrepio ao se lembrar da conversa sobre necromantes e mortos-vivos.

    - Eu acho que Rachel tem razão... mas se querem explodir a porta... – deixou a frase no ar.

    Rachel já tinha acordado e o druida parecia ter uma ideia que a elfa não fazia a menor ideia do que poderia ser, ele apenas pediu para que se afastassem e ela, assim como os outros o fez, mas ficou de olho atento.



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    Capítulo 3: Coisas que se mexem quando não se está olhando - Página 2 Empty Re: Capítulo 3: Coisas que se mexem quando não se está olhando

    Mensagem por scorpion em Ter Abr 23, 2019 11:24 pm

    No momento em que o clérigo brigou com o mago sobre estar "babando" pela ladina que tentava arrombar o portão, um dos halflings comentou com o outro...

    Milty: Mas ele estava de olhos fechados....

    Balto: Hihihi.... eu sei...

    Milty: É... mas você estava olhando as partes traseiras da senhorita Mayhem...

    Balto: Ora, pois... isso não aconteceria se ela mexesse na fechadura de joelhos.

    Milty: Vovô teria vergonha de você, Balto...

    Balto: Teria nada... o vovô também apreciava as garotas...

    Os aventureiros agora tinham ainda mais questões e debates mentais para travarem... eles começavam especulações ali, como se o Mago fosse um Necromante ou qualquer coisa do tipo... porém, a naturalidade de falar daquilo era assustadora, inclusive para os pequenos halflings.

    Milty: Nec... Necromantes? Mas... estes não são... não são magos que controlam mortos? Por todos os deuses.... acho que já estou mudando de ideia.

    Mesmo Balto, com seu jeito turrão, encostou-se mais na elfa, quase que segurando em sua perna.

    Balto: C-como vocês tão apostando nisso? E se for mesmo um.... o que a gente faz?

    Diferente do que muitos podiam pensar, necromantes eram um assunto extremamente assustador e que raramente deveria ser tratado com aquela naturalidade. Imagine, Tal'burz, por exemplo... sua filha e esposa levantando da cova para atacá-lo? Querendo devorar a sua carne e sugar a sua vida, como animais irracionais? Você conseguiria abatê-las? E você, Kate....? Se fossem suas irmãs... com os olhos fundos e vazios, balbuciando palavras que um dia foram humanas, mas querendo apenas devorá-la como um pequeno bife?
    Não.... necromantes não eram como kobolds, Goblins ou mesmo Zhentarins... Necromantes eram da estirpe mais assustadora possível... e qualquer um que os tratasse com obsolência poderia acabar entre as suas fileiras... para sempre.

    O grupo debatia então sobre como abrir a porta e o que deveriam fazer, quando Mayhem, com muito cuidado e paciência conseguiu destrancar a fechadura. Pronto... agora, bastava abrir. Porém, Nalkyr sabia que a porta possuía uma aura mágica... e que portas com auras mágicas não eram boas. Então, ele mesmo teve o trabalho de conjurar uma de suas magias para abrir a porta.

    Após um simples gesto de mãos e algumas palavras em Druídico, uma lufada fraca de vento se formou e, como uma mão de vento, girou a maçaneta e abriu a porta.

    Naquele momento, um clarão se vez entre as dobradiças da porta... e dois pequenos relâmpagos se chocaram no meio, criando um estalo alto no ar e um barulho de trovão, como se fosse começar a chover. Nalkyr estava certo... uma armadilha mágica havia sido colocada na porta e qualquer um desavisado que a tivesse aberto teria levado um belo choque mágico. Quando o efeito cessou, o vento do impacto da magias era apenas uma brisa, espalhando as folhas secas que estavam na soleira da porta... porém, agora ambas as portas estavam abertas.

    Os heróis foram adentrando e podiam ver que agora estavam em uma bela sala de recepção.

    Capítulo 3: Coisas que se mexem quando não se está olhando - Página 2 E352dd9fb13102cde66814dfea671ff4

    A sala tinha o piso feito em pedra fria, porém, extremamente polida. Mármore daquele era caro, especialmente numa região assim. No canto, havia uma enorme mesa de jantar... Os pratos estavam postos, como se fosse haver uma festa. Havia espaço para 12 pessoas naquela mesa, todas com uma prataria fina de louça e talheres de metal, mas muito bem ornados... porém, não havia comida na mesa. Nos cantos, haviam braseiros feitos de latão... aquilo era muito comum e era o aquecedor daquela época, porém... não haviam brasas ali, como se alguém não acendesse há um tempo. Sob o teto, que deveria ter 6m de altura, dois enormes lustres prateados, com velas apagadas... um sobre um enorme e caríssimo tapete, que deveria ter vindo de Thay e o outro sobre a mesa de jantar de madeira. Havia também um quadro enorme sobre a lareira... Tratava-se de um homem com uma grande barba castanha e seus fios grisalhos que começavam a brotar das suíças...

    Capítulo 3: Coisas que se mexem quando não se está olhando - Página 2 B74c1eef17587673c6f89d240f3115fc

    Logo abaixo do quadro, em sua moldura havia uma inscrição...

    "MsT. ANGUS STONEHARD"

    Havia no canto da parede um relógio feito de pedra, mas com detalhes em pedras, que os heróis poderiam supor, eram preciosas... Na sala só haviam duas grandes janelas... Elas não possuíam grades e eram de vidro, com detalhes numa fina madeira. Porém, grossas cortinas mantinham a luz do sol fora e a sala era iluminada apenas pela porta que agora encontrava-se escancarada.

    Mais para frente uma escadaria de pedra com um corrimão talhado dava para o andar de cima, que parecia ter um corredor que se seguiria no segundo andar por meio de um portal de pedra e madeira.

    Nesta sala haviam duas portas, ambas fechadas. Uma mais para frente era uma porta mais trabalhada e que possuía uma fechadura... a outra era uma porta ainda sim bonita, mas menos caprichosa e não possuía fechadura, apenas uma maçaneta simples.
    Ao lado da lareira, havia uma pequena mesinha, com um busto em tamanho real de pedra, do mesmo homem do quadro.

    Por fim, os heróis não ouviam nenhum som sequer que não fosse o de seus passos e suas respirações... Eles queriam tanto entrar.... agora, estavam dentro.

    ----------------------------------------------------------------------------------------------------------

    EXPLICAÇÃO:

    PESSOAL, INDEPENDENTE DE HAVER COMBATE OU NÃO, OS PERSONAGENS DE VOCÊS SEMPRE TEM DE SE POSICIONAR NO MAPA QUE EU VOU DISPONIBILIZAR. Não haverão prioridades... quem posta primeiro, diz onde está. Sempre que vocês forem fazer algo ou se deslocar, vocês DEVEM me dizer qual quadrante estarão posicionados... quem não disser, eu vou usar meu julgamento e bom senso, mas não aceitarei reclamações.

    Importante.... Dá muito trabalho montar uma dungeon, então eu coloco apenas pontos chaves pra vocês saberem onde estão algumas coisas... baseando-se na descrição do cenário que eu dei acima. Neste caso, coloquei apenas o tapete e a mesa de jantar, pois a mesa pode atrapalhar o deslocamento e o tapete é a marcação de onde está o lustre e a lareira, logo acima dele. Não vou sair colocando tudo que eu descrever... só as marcações, ok?

    Notas....

    - Os traços em ROSA são janelas
    - Os traços em AZUL são portas
    - Não sei se ficou claro, mas a escadaria começa em H6 e I6....
    - Caso algum personagem mude de cenário, tipo entrar numa sala, eu considero POR REGRA que: Ouvir qualquer coisa que esteja acontecendo em outro ambiente exige um teste de ouvir como ação padrão.
    - Migrar de ambiente consome uma ação de movimento, ou seja... mesmo que você esteja do outro lado da porta, você só atravessa no começo do próximo turno. Se você precisar ANDAR para mudar de ambiente, você deve antes se movimentar e gastar a ação padrão para atravessar a porta (independente de ela estar fechada ou aberta... a única exceção é se ela estiver trancada... aí tem o roleplay pra destrancar, arrombar, etc). Faço isso porquê o ambiente é realmente GRANDE, mas meu tempo e paciencia pra desenhar a Dungeon não permite que eu faça ela em escala real. Então.... tenham isso em mente.

    ESTA É UMA MISSÃO TIME TRIAL, COMO EU DISSE... E ELA COMEÇOU DESDE O TURNO EM QUE VOCÊS DECIDIRAM ARROMBAR O PORTÃO DE FORA.

    Boa sorte... e não esqueçam de no turno de vocês dizer EXATAMENTE o quadrante onde vocês estão. Não vou editar post de ninguém... se esquecer, esqueceu. Prestem atenção no jogo.

    Outra coisa... a missão "Batismo de fogo" foi a passada.... nela eu ia forçar pra não matar ninguém... nessa, não existe "café-com-leite"... Valorizem os personagens, façam posts inteligentes e joguem pra valer.

    CONTADOR DE TURNOS: 03

    Mapa:

    Capítulo 3: Coisas que se mexem quando não se está olhando - Página 2 Sala10
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    Mensagem por Artorias em Qua Abr 24, 2019 2:58 am



    Kvothe

    "O Cabelo de Fogo"



    Observo a situação, meus instintos de bardo dizem que deveríamos estar preparados para o pior, vejo meus colegas tensos e decido tranquilizá-los, pois somos uma equipe grande, repleto de homens e de mulheres habilidosos, então começo a cantar de improviso, em um tom animado e de marcha:




    "Somos guerreiros, somos fortes,
    Nada pode, nada nos detém,
    Os verdadeiros causam cortes
    Nos inimigos que mandamos ao além.

    Quem somos nós:
    'Os herdeiros da glória!'
    Eu dou a voz
    E vós fazeis a história.

    Cantem comigo
    Em seus conscientes:
    'Nenhum perigo, nenhum inimigo
    Serão capazes comigo mesmo que tentes!'


    'Nenhum perigo, nenhum inimigo
    Serão capazes comigo mesmo que tentes!'


    'Nenhum perigo, nenhum inimigo
    Serão capazes comigo mesmo que tentes!'"


    Vejo o ânimo subir e os medos se dissiparem em meus companheiros então tranquilizo-me.

    [...]

    Passo a olhar para os cantos e vejo caminhos distintos para seguir, era arriscado demais o grupo dispersar então concluo que devemos nos separar em grupos.


    Faço empostação de voz, em tom firme e sério, olhando para meus colegas, digo – Amigos, acredito que devemos avançar em dois grupos distintos para agilizar nossa varredura no recinto e garantir nossa segurança! –, sorrio e aponto para alguns deles seguirem-me – Ta'Burz... Elric... e... Mayhem! Espero que vós não se incomodeis, vamos! –, então movimento minha mão em sinal de "puxar", chamando para acompanharem-me.

    [...]

    Chego perto do clérigo e cochicho em seu ouvido – E esse lance teu com Mayhem? Passarinhos têm contado que tu foras enfeitiçado, é verdade? –, bato mão em seu ombro e volto a falar baixo – Uma mulher só precisa abrir as pernas para começar uma guerra, lembre-se disso... –, deixo ele para trás com este conselho para refletir.


    Olho para o grandalhão do bárbaro e digo feliz – Espero que esteja pronto para fazer petisco de alguns inimigos caso a situação piore, meu amigo! –, simulo com as mãos uma cena de decepar com uma espada numa tentativa de falar na língua corporal do meio-orc. Depois digo – Ta'Burz, melhor você ir na frente para abrir aquela porta... – aponto para porta em frente da que viemos (F6) e acrescento – Ou talvez a Mayhem queira averiguar antes se há alguma armadilha antes de abrir, o que acha, Elric, ela deveria? –, provoco, não posso negar, adoro ver o circo pegando fogo.

    OFF:


    Caminhei até F5;

    Usei Inspirar Coragem:
    Inspirar Coragem:

    Um bardo com 3 graduações em Atuação é capaz de usar sua música ou poesia para inspirar coragem em seus aliados (incluindo o próprio bardo), amparando-os contra o medo e aprimorando suas habilidades de combate. Para ser afetado, o aliado precisa ouvir o bardo cantar. O efeito permanece ativo enquanto a atuação do bardo continuar e 5 rodadas depois que ela terminar.
    Os aliados afetados recebem +1 de bônus de moral nos testes de resistência contra efeitos de Encantamento e medo e +1 de bônus de moral nas jogadas de ataque e dano com armas. No 8° nível, e a cada seis níveis de bardo subsequentes, esse bônus aumenta em 1 ponto (+2 no 8° nível, +3 no 14° nível e +4 no 20°). Inspirar coragem é um efeito de ação mental.

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    Capítulo 3: Coisas que se mexem quando não se está olhando - Página 2 Empty Re: Capítulo 3: Coisas que se mexem quando não se está olhando

    Mensagem por scorpion em Qua Abr 24, 2019 4:01 pm

    Kate se adianta e manifesta seu ponto de vista...

    Mayhem: Eu não acho que aqui seja lugar para crianças... eu vou levar Milty e Balto para a casa dos pais deles...

    Balto por sua vez não gostou da ideia.

    Balto: Não! Eu agoa sou escudeiro da mestra Lin... Não irei a lugar algum, a não ser que ela me dispense... e ela nunca fará isso, correto?

    Ele olhou com olhos de gato suplicante para a elfa.

    Mayhem aguardou a resposta de Lin... então, depois ela saiu com 1 ou 2 halflings.

    Mayhem: Não se preocupem... eu fecharei o portão na saída, assim os guardas não estranharão nada...

    Dizendo isso, ela saiu.

    [OFF] NÃO INTERAJAM COM A PERSONAGEM. ELA NÃO IRÁ RESPONDER E NÃO QUERO NINGUÉM ME PERTURBANDO DIZENDO QUE "FUI IGNORADO". ESTA É A DEIXA PRA TIRAR A PERSONAGEM DA HISTÓRIA E, AO MESMO TEMPO, AGILIZAR COISAS SIMPLES, COMO FECHAR O PORTÃO E TIRAR UM OU OS DOIS HALFLINGS.
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    Capítulo 3: Coisas que se mexem quando não se está olhando - Página 2 Empty Re: Capítulo 3: Coisas que se mexem quando não se está olhando

    Mensagem por Norox em Qua Abr 24, 2019 4:46 pm

    O Bárbaro não pôde deixar de sentir um frio na espinha quando entrou no casarão, a conversa sobre Nacromantes, mortos-vivos, esqueletos e afins fez com que ele se lembrasse de sua esposa e filho, enterrados à 7 palmos da terra.

    O Meio-Orc caminhou calmamente olhando tudo ao redor e, depois do trovão mágico na porta de entrada, ele não conseguiu evitar ficar receoso de realizar um passo em falso ou um movimento errado e acabar ativando outras armadilhas.

    @Kvothe escreveu:'Nenhum perigo, nenhum inimigo
    Serão capazes comigo mesmo que tentes!'


    'Nenhum perigo, nenhum inimigo
    Serão capazes comigo mesmo que tentes!'


    'Nenhum perigo, nenhum inimigo
    Serão capazes comigo mesmo que tentes!'

    "Ah não... De novo não..."

    @Kvothe escreveu:– Amigos, acredito que devemos avançar em dois grupos distintos para agilizar nossa varredura no recinto e garantir nossa segurança! –, sorrio e aponto para alguns deles seguirem-me – Ta'Burz... Elric... e... Mayhem! Espero que vós não se incomodeis, vamos!

    O Meio-Orc dá de ombros.

    @Kvothe escreveu:– Espero que esteja pronto para fazer petisco de alguns inimigos caso a situação piore, meu amigo! –, simulo com as mãos uma cena de decepar com uma espada numa tentativa de falar na língua corporal do meio-orc. Depois digo – Ta'Burz, melhor você ir na frente para abrir aquela porta... – aponto para porta em frente da que viemos (F6) e acrescento – Ou talvez a Mayhem queira averiguar antes se há alguma armadilha antes de abrir, o que acha, Elric, ela deveria?

    Crohar olha sério para o Humano de cabelos vermelhos e, usando de toda a sua delicadeza Bárbara, ele agarra a nuca do Cantor.

    - Olha só fanfarrão, você poderia tomar mais cuidado aqui dentro com barulhos exagerados. E a sua "abridora de portas" parece já ter decidido o que fazer. - O Meio-Orc aponta com seu machado na direção da Ladina, que ia se retirando com 1 (ou 2) garotos Halflings. - Mas que seja, vamos encontrar logo esse mago.

    O Grandalhão solta a nuca de Kvothe com um solavanco e vai até a porta indicada, mas antes, olhando por cima do ombro, fala.

    - O outro grupo vai olhar lá em cima? - Ele deixa no ar a pergunta e segue seu caminho.

    De frente para a porta, o Meio-Orc fica um tanto quanto receoso devido a armadilha de trovão que poderia ter fritado algum deles anteriormente, por isso ele engole em seco e, antes de abri-la, checa a maçaneta para saber se a fechadura não estaria trancada.

    "Hmm..."

    Off:
    - Ao entrar no recinto meu Meio-Orc caminhou até G4, depois se encaminhou para F6 conforme indicado pelo Bardo.
    - Mestre, posso fazer um teste de Ouvir para verificar se escuto alguma coisa na sala que vamos entrar?
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    Mensagem por Sandinus em Qua Abr 24, 2019 6:03 pm

    O grupo adentra o local e como Nalklyr previa ao abrir a porta com sua magia que ali teria algo, assim que aporta abriu um raio chocou-se contra o chão e um estrondo de um trovão foi ouvido. Ele olha para o grupo e ergue suas sobrancelhas:

    -Que bela recepção não?

    Dentro da casa as coisas continuavam sombrias, porém a beleza da mansão era chocante, podia se perceber que o velho Stonehard era bastante rico e organizado, mesa posta para doze lugares impecavelmente organizado, tudo muito limpo apesar de sombrio. Uma porta a frente, uma porta ao lado e uma escadaria que levava ao andar de cima.

    Aquilo espantou a todos e ao mesmo tempo amedrontou, o que teria ali naquela imensidão? Armadilhas mágicas por todos os lados, como o grupo sobreviveria? Indagava-se o Meio-drow.

    Em meio a tensão Kvothe puxa uma canção tentando animar o grupo e logo também arrasta uma equipe para uma das portas. Ele era engraçado, puxava o grupo quase que como uma marcha de apresentação, porém, é logo agarrado pelo meio-orc  que pede que ele silencie. Ele aponta para Kate que subia a escadaria olhando para o grupo aguardando que a seguissem, mas logo ela desce e decide por levar as crianças, porém o fato dela subir fez o druida repensar nas suas ações.

    - O outro grupo vai olhar lá em cima?

    -Não Tab'uz, todos vamos! Ela estava certa quando subia, acho que não tem necessidade de explorarmos tudo, porque faríamos isso? Não vamos retirar nada do local, evitar causar o mínimo dano porque estamos aqui para falar com o mago, não saqueá-lo! Devemos lembrar que ele é nosso aliado e já fizemos muita besteira por hoje quando invadimos sua propriedade, por outro lado essas besteiras podem se tornar esperança! Vamos seguir pelas escadas todos nós até o ultimo andar e falar com o mago. Podemos cair em armadilhas e nos ferir? Podemos! Mas não importa, devemos seguir em frente e cumprir nosso objetivo!

    Nosso tempo é curto, os Zatherins estão caçando essa manopla e outras coisas mais, não podemos perder tempo aqui. E se eles estiverem aqui, vamos explorar até o ultimo canto dessa casa e extermina-los!


    Nalklyr tentava convencer o grupo a seguir junto até o ultimo andar.

    Vou para G4
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    Capítulo 3: Coisas que se mexem quando não se está olhando - Página 2 Empty Re: Capítulo 3: Coisas que se mexem quando não se está olhando

    Mensagem por Claude Speedy em Qua Abr 24, 2019 6:45 pm

    Jack olha a tímida ladina partir com os garotos halfing.
    O sentimento dele por ela que antes era tão dividido sumiu no caminho junto com a aproximação da sonolenta Rachel, que mesmo sem roupas de couro era mais bela se inclinando para cochichar do que Mayhem inclinada por alguns instantes.
    Então o ladino ouvia um dos garotos comentar algo. Ele iria esperar Lin falar, mas como sempre se intromete no que não deveria. Eu não queria que o garoto se sentisse desmotivado de ter de esperar lá fora.

    -Balto! E quem irá defender a Senhorita Mayhem quando ela volta por esse perigoso mercado? Você é o único escudeiro capaz disso, guerreiro.

    Comenta tentando mentir para fazer com que a não só a criança não fique magoada, como se sinta motivada em seu retorno.
    Em seguida avança com Ta´Burz esperando que outros o siguam, não sabe o que a bruxa fará, mas por um instante tenta não pensar que ela fez a chegada dele até a casa de Ublyn tão agradável.
    Ele pensa apensa que a nobre e imponente guerreira elfa estará com ele e o meio-orc subindo as escadas... Mas mesmo que não vão ele avança e começa a tentar Detectar Magia na direção da escada e além

    Enquanto Nalkyr comenta que não veio aqui saquear, Jack já estava se aproximando da escada esperando encontrar alguma coisa.

    Off:
    Vou me mover até o quadrante H5, depois conjurar a Habilidade similar à Magia.

    Detectar magia:
    O Spellthief pode  usar Detectar Magia 1xdia x bônus de Carisma. A magia esta no Livro do Jogador.

    Detectar Magia
    Universal
    Nível: Brd 0, Clr 0, Drd 0, Fet/Mag 0
    Componentes: V, G
    Tempo de Execução: 1 ação padrão
    Alcance: 18 m
    Área: Emanação em cone
    Duração: Concentração, até 1 min./nível (D)
    Teste de Resistência: Nenhum
    Resistência à Magia: Não
    O personagem detecta auras mágicas. A quantidade de informação obtida depende do tempo gasto para
    analisar uma área ou objeto específico:
    1ª rodada: Presença ou ausência de auras mágicas.
    2ª rodada: Quantidade de auras mágicas diferentes
    e a intensidade da aura mais poderosa.
    3ª rodada: A intensidade e a localização de cada
    aura. Se os itens ou criaturas estiverem na linha de visão
    do conjurador, é possível realizar um teste de Identificar
    Magia para determinar a escola de magia envolvida em
    cada uma. Realize um teste por aura (CD 15 + nível da
    magia ou 15 + metade do nível de conjurador para um
    efeito que não seja uma magia).
    As áreas mágicas, assim como diversos tipos de magias ou fortes emanações mágicas, podem confundir
    ou esconder as auras mais fracas.

    Intensidade da Aura: O poder mágico e a intensidade de uma aura dependem do nível de conjurador da
    magia ou do item que está sendo analisado. Se uma aura
    se enquadra em mais de uma categoria de intensidade,
    a magia indica a mais forte.
    Tempo de Existência da Aura: Quanto tempo uma aura permanece ativa depende de sua intensidade original (para as magias) ou de quando foi destruída (para
    criaturas ou itens mágicos). Se esta magia for direcionada sobre estes locais, ela indicará uma intensidade de aura “fraca” (a mais suave); o quanto esta aura perdura
    depende de sua intensidade original:

    Intensidade Original Duração
    Fraca 1d6 rodadas
    Moderada 1d6 minutos
    Poderosa 1d6x10 minutos
    Avassalador 1d6 dias
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    Capítulo 3: Coisas que se mexem quando não se está olhando - Página 2 Empty Re: Capítulo 3: Coisas que se mexem quando não se está olhando

    Mensagem por scorpion em Qua Abr 24, 2019 7:29 pm

    Atualização de Mapa...

    Capítulo 3: Coisas que se mexem quando não se está olhando - Página 2 Sala11

    Nota: @Norox o Tal'Burz não ouve nada...
    shamps
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    Capítulo 3: Coisas que se mexem quando não se está olhando - Página 2 Empty Re: Capítulo 3: Coisas que se mexem quando não se está olhando

    Mensagem por shamps em Qua Abr 24, 2019 10:23 pm





    O dia frio e o clima funesto que o lugar emanava fazia com que a elfa entrasse em uma discussão interna: ao mesmo tempo que queria entrar e cortar cabeças zhent, ela não queria entrar naquele lugar medonho, mesmo assim, ela se afasta como pedido pelo meio-drow. Ela se espantou quando viu que a magia dele desativou uma armadilha. Ela sabia que aquele lugar estaria cheio daquelas coisas.

    - Eu falei... eu falei que tinha raios nesse lugar! – fala em um tom mais alto do seu usual – e ele ainda queria mandar o bichinho para voar por aí. Pffff... magos... nunca vou entender essa relação – se referia a ligação com seus familiares, um laço que ela nunca conseguiu ter. Achava interessante, claro, mas se preocupava toda vez que via um mago enviar seu amiguinho para o perigo. E ela chegou a pensar em entrar direto, ela seria fritada – eeeeerrrr. Corellon, patrono dos guerreiros seldarine, guie minha espada... e minha cabeça, por que não!

    Eles adentram e ela se depara com lugar suntuoso, bem diferente do que ela tinha imaginado de início, uma casa com ar feio e podre. Essa era bem o contrário. Seu ímpeto foi caminhar até a porta, ela chega a dar um passo, mas para e volta-se para o pequeno Balto. Após uma breve discussão sobre um plano de ação, alguns já tomavam o seu caminho. Lin acreditava que a canção inspiradora de Kvothe tinha causado toda aquela valentia no garoto. Ela sorri e antes que pudesse falar algo, Jack se adianta e sugere que eles partissem com Mayhem. Ela piscou, levemente indignada, mas mais espantada pela atitude dele e ela acaba ficando sem falar. O que ele dizia fazia sentido, por mais que ela achasse que um bom guerreiro teria que ver um combate de verdade. Ela não entendeu a intensão dele, mas concluiu que talvez essa não fosse uma boa hora para o pequeno se aventurar.

    - Balto – ela se aproxima dele e se agacha, ficando em sua altura – estou muito orgulhosa de você, corajoso como um bom guerreiro deve ser – ela sorri e segura nos ombros do pequeno – mas creio que não esteja preparado ainda. Você foi aceito ontem por mim e ainda nem fez seus votos de guerreiro. Seria uma ofensa para nós, guerreiros valorosos. E você nem tem uma armadura ainda, nem uma espada. Eu seria uma mestre muito imprudente se o fizesse. Façamos assim: você e Milty vão para casa com lady Mayhem e na volta eu pego você na casa dela. Levarei uma armadura e uma espada para você. Eu prometo! – ela sorri e dá um beijo na bochecha de cada um dos meninos – agora vão com ela e se comportem. Essa é sua primeira tarefa, Balto. Chegue em casa e dê 500 voltas em torno da casa de lady Mayhem para fortalecer essas pernas. Além de fortalecer a sua determinação em seguir em frente, mesmo quando seu corpo quiser desistir, seu espírito ainda terá uma fagulha de esperança para mover seu corpo cansado. Mmmm... consegue entender? Se não, aproveite a corrida para refletir a respeito – ela se levanta depressa, um pouco confusa com suas próprias palavras. Será que fez algum sentido? Enfim, olhou para a moça e pediu que ela cuidasse bem dele no caminho para casa.

    - Hummm... obrigada, senhor Jack – ela estava um pouco envergonhada – eu queria que ele visse um combate de verdade na vida, mas ele nem começou seu treinamento ainda. Seria perigoso. Eu... eu nem sabia como iria pedir para ele não ficar aqui, mas o senhor me mostrou um caminho – ficou pensativa por alguns segundos e tornou a falar – você acha que ele vai ficar bravo comigo?

    Assim que eles partem, ela retorna seu pensamento quanto a estratégia de exploração do lugar.  Iria para a porta da frente quando Nalklyr inicia um discurso sobre a escadaria. Ela fica imóvel e boquiaberta, já que teve sua fala interrompida bem na hora, antes mesmo de começar. Apontava para a porta enquanto olhava ele falando. Era mesmo um exibido. Sem saber o que dizer, ela apenas fecha a cara e caminha até a escada, disposta a passar batido por ele. Ela saca as duas espadas e gira as duas ao mesmo tempo, então ela encara cada uma das duas e fala baixo:

    - Um pouco exagerado! – e embainha a Aurora. Infelizmente teria que passar por aquele ser ignóbil, dito druida, para chegar até a escada e comenta, sem olhar para ele – ninguém falou em saque, seu enxerido! (H3)



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    Capítulo 3: Coisas que se mexem quando não se está olhando - Página 2 Empty Re: Capítulo 3: Coisas que se mexem quando não se está olhando

    Mensagem por Edu em Qua Abr 24, 2019 11:55 pm

    Naturalmente desconfiada pela armadilha magica que tinha sido acionada quando a porta foi aberta. Rachel entrou na casa olhando aos redores com bastante calma e paciência.

    - Eu acho que posso abrir uma das portas. Tem alguma armadilha, vocês sente alguma coisa? Algo magico?

    Ela anda até E4 e para observando o local.

    - O que você pretendem fazer?
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    Capítulo 3: Coisas que se mexem quando não se está olhando - Página 2 Empty Re: Capítulo 3: Coisas que se mexem quando não se está olhando

    Mensagem por scorpion em Qui Abr 25, 2019 3:51 am

    Mapa Atualizado:

    Capítulo 3: Coisas que se mexem quando não se está olhando - Página 2 Sala12

    Clérigo e Mago, tentem postar hoje, ok?
    Abs!
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    Capítulo 3: Coisas que se mexem quando não se está olhando - Página 2 Empty Re: Capítulo 3: Coisas que se mexem quando não se está olhando

    Mensagem por Kether em Qui Abr 25, 2019 12:01 pm







     Elric Melniboné
    "Revele a verdade, puna os culpados, corrija os errados e sempre seja verdadeiro e justo em suas ações. Leve a vingança aos culpados em nome daqueles que não podem realizá-la." - fragmento da oração a Tyr.
    Elric Melniboné




    – Amigos, acredito que devemos avançar em dois grupos distintos para agilizar nossa varredura no recinto e garantir nossa segurança! Ta'Burz... Elric... e... Mayhem! Espero que vós não se incomodeis, vamos!

    Disse o bardo, logo depois parando ao meu lado e sussura para mim em meu ouvido me dando um tapinha no ombro:
    – E esse lance teu com Mayhem? Passarinhos têm contado que tu foras enfeitiçado, é verdade?

    - Meu bom amigo... sim posso dizer que tenho uma afeição por ela. Mas não deves usar tais palavras para se referir a uma donzela. - falo em tom de repreensão.

    Tão logo a porta se abre Kate parte com os halflings me deixando com o grupo. Observo a partida dela e reparo que Jack também a seguia com os olhos.

    "Melhor assim... agora me concentrarei com nossa tarefa..."

    Com este pensamento reparo que agia com impulso e não com a prudência. Reparo que apenas eu e o mago neste momento estávamos fora da mansão ferindo as leis de propriedade.

    - Acho que não é prudente piorarmos ainda mais a situação. Já invadimos a casa passando pelos portões agora sem ter a permissão do dono da casa invadimos a sua privacidade como ladrões! Não havia nenhum sinal de arrombamento ou invasão que justifique a nossa atitude...

    Reparo que minhas palavras eram vãs então seguro novamente meu símbolo sagrado

    - Tyr meu senhor! Empodere-me com seu poder me permitindo ver o mal e suas fontes de emanação neste lugar! Para que eu como vosso cavaleiro e sacerdote possa combatê-lo em seu nome! - digo em oração conjurando a magia Detectar o Mal.
    Spoiler:
    Detect Evil -> Players Handbook pg 218




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    Mensagem por raviollius em Qui Abr 25, 2019 5:47 pm

    Galadon observa atentamente o interior do domicílio do mago, catalogando quaisquer coisas suspeitas que serviriam de pista da sua preferência no relativo à magias arcanas. A estátua lhe saltou aos olhos como algo suspeito, mas seus companheiros tinham um ponto no relativo à agir com rapidez: nas fantásticas histórias que ouvia dos lendários ladinos roubando artefatos de mansões como esta, eles sempre escapavam por um triz.
    Imagine que vergonhoso, esse triz não existir por um motivo tão chulo quanto perder tempo observando um quadro na parede?


    Balançando a cabeça para banir os pensamentos ridículos, o aprendiz se posicionou com seu cão atrás da maioria dos demais presentes. Gostava muito de Atlas; seria uma pena perdê-lo por um momento de inatenção. O resto dos companheiros, bom, imaginava que eles sabiam se cuidar em sua maior parte. Eram aventureiros, não?


    - Atlas, guarde
    - disse, apontando pra si mesmo com uma mão, imediatamente buscando um pedaço de couro na sua bolsa de componentes. Visualizando as palavras arcanas em sua memória, o mago as declamou, forçando sua vontade contra a realidade e trazendo à existência um campo de força invisível, mas tangível, que o cobria da cabeça aos pés. Com isso, estaria pronto para o que quer que encontrassem dentro da mansão.

    ___________


    OFF:
    Galadon para D4. Atlas para D5.
    Magia utilizada: Armadura arcana(livro do jogador). +4 CA por 3 horas.
    http://www.d20srd.org/srd/spells/mageArmor.htm

    Thea(familiar) compartilha os efeitos enquanto estiver a 1,5m do mestre(atualmente no seu ombro).
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    Mensagem por scorpion em Qui Abr 25, 2019 10:02 pm

    Ficando extremamente chateado de ter de partir, Balto baixa a cabeça e se despede...

    Balto: Tudo bem, mestra.... mas não precisa me tratar como criança... Se não quer minha ajuda, eu não fico aqui não...

    Dizendo isso, ele partiu com Mayhem e com seu irmão. Porém, logo após eles passarem pelo portão, eles podiam ouvir Mayhem gritando.

    Mayhem: Balto! Espere! Volte aqui!!!

    Mas era tarde...

    Enquanto isso, a maioria dos heróis começou a entrar na estranha casa de Angus Stonehard... menos o clérigo. O mesmo esticou a sua mão e começou a se concentrar para sentir as presenças malignas naquele lugar (1º turno se concentrando).

    Quase o mesmo fez Jack, que caminhou até a escada  e foi tentar sentir a magia ali em cima (1º turno de concentração).

    Enquanto isso, os outros iam caminhando pelo salão...

    O ambiente estava estranhamente quieto... mas havia algo estranho. Foi quando Atlas começou a rosnar... havia algo errado ali e muitos dos heróis podiam sentir. Era como se algo na casa os observasse a cada passo... A atmosfera macabra se fazia presente, pela parca iluminação que entrava pela porta... As cortinas balançavam de leve... e o quadro dava aquela impressão de encarar a todos naquele momento... pois mesmo sendo só um quadro, ele era sinist.... ESPERE!

    "Como as cortinas balançam se as janelas estão totalmente fechadas?"

    Aquela pergunta foi respondida logo...

    Lin conseguiu ver, mas mal teve tempo de gritar para terem cuidado. Pois assim que ela percebeu, a cortina da esquerda da porta estalou como um chicote, se enrolando na cabeça da moça, sua cintura e no braço da espada! O som abafado da voz da bela elfa gritando podia ser "quase ouvido"!

    O mesmo aconteceu com Galadon! A outra cortina esperou que ele e o cachorro passassem e, pelas costas do Mago, ela chicoteou, enrolando a sua cabeça, sua cntura e um de seus braços! Galadon também via que era impossível gritar.... e logo ele e Lin sentiriam que as grossas cortinas começariam a estrangulá-los!

    Os únicos que perceberam isso a tempo foram Nalkyr e Jack, que podiam gritar.... Porém, antes que Nalkyr pudesse alertar alguém, o grosso tapete embaixo dele e de Rachel agiu como se fosse vivo, se enrolando com uma velocidade surpreendente. O puxão embaixo de Rachel quase a derrubou, mas ela deu dois passos atrapalhados pra frente e manteve-se de pé. Porém, Nalkyr não teve a mesma sorte. O tapete estava enrolado nele... Um grande tapete de 3,5m de altura que mais parecia um enorme charouto... e que preparava-se para espremer Nalkyr. O barulho de Shivra dentro começando a se incomodar de ser esmagada junto poderia ser ouvido.... E por fim...

    A PORTA SE BATEU, deixando o clérigo do lado de fora.... Tentando forçar a maçaneta, o clérigo percebia que ela estava trancada.... (Caso queira arrombar, a CD em Força é 18... se quiser ir no dano, a CA dela é 12 e você deve causar 11 pontos de dano).

    O que os heróis fariam agora?

    [OFF]: Pessoal, como eu disse antes, a ordem dos posts de vocês influencia em algumas coisas... eu considerei que foram entrando pela porta na ordem em que postaram... razão por esta que Galadon que foi atacado pela cortina e não Rachel. Lin, no caso, foi atacada pelo seu posicionamento...

    Algumas mecânicas ÓBVIAS, e outras nem tanto, porisso vou explicar.

    - Atacar a cortina ou o tapete com objetos CONTUNDENTES não causará dano neles, mas causará dano em quem está envolvido. Atacar com objetos CORTANTES ou PERFURANTES causará 1d4+metade do bonus de força em quem está envolvido... (mas ainda tem de se fazer um teste de CA sem bonus de destreza do colega).
    - Vocês podem tentar atacar o tapete ou as cortinas em um local que não esteja envolto pelos colegas de vocês, mas devem adotar um redutor de -4... Se errarem (mesmo que por 1 ou 2, erraram), mas se acertarem, não causam danos ao amigo.
    - Todos os três envolvidos podem ser considerados CEGOS.
    - Os envolvidos no TAPETE podem tentar sacar (pois o tapete apenas se enrolou em volta, mas não imobilizou membros) uma arma PEQUENA de CORTE para tentar atacar, mas devem passar num teste de FUGA com CD 14. Se conseguirem, podem atacar como se estivessem agarrados.
    - Os envolvidos com as cortinas são considerados SILENCIADOS e IMOBILIZADOS também.
    - Os envolvidos com a cortina devem tentar se soltar da maneira tradicional... pois ela realmente enrolou alguns de seus membros.
    - Vocês podem decidir quem ataca primeiro... os OBJETOS ANIMADOS (cortinas) atacarão no fim do turno, apenas causando danos (eles não precisam rolar ataque pra causar danos em quem está agarrado.. As cortinas causam 1d6+1 e o tapete 1d8+2. O tapete ainda pode chicotear com sua parte de cima, mas será o último a atacar... este dano vocês não sabem quanto é.

    Adiantando....

    A CA das cortinas é 15
    A CA do tapete é 14


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    Mensagem por Sandinus em Qui Abr 25, 2019 11:03 pm

    O grupo estava discutindo o que fazer a partir dali, algumas opções eram colocadas a mesa enquanto Kate saia com os garotos. Elric não entra na casa, ele pretendia fazer algo ainda do lado de fora. O druida observa o ambiente e se posiciona na ponta de um belo tapete enorme que ficava no meio da sala, seu discurso foi melhor do que ele esperava, com as novas habilidades que aprendeu, a magia inata e arcana, ele também sentiu que sua autoconfiança também tinha aumentado.

    Na porta, quando a magia dispara a elfa do sol não se agrada, ela parece ter gostado de Tufo e temia que ele se ferisse ao explorar o local.

    - Eu falei... eu falei que tinha raios nesse lugar! – fala em um tom mais alto do seu usual – e ele ainda queria mandar o bichinho para voar por aí. Pffff... magos... nunca vou entender essa relação

    Nalklyr sorri, ele não esperava que ela entendesse sobre familiares, mas explica:

    -Não se preocupe com o Tufo Lin, ele é muito mais forte que os morcegos comuns, parte da minha essência está nele, o que garante uma proteção extra para muitas coisas, inclusive magias e ataques físicos. Poderia se preocupar comigo também não?...Eu sou mais bonito que o Tufo...

    Dizia ele com ar de riso.

    Era engraçado e curioso como ela sendo elfa não conhece muito de magia. Interessante...

    Depois de alguns minutos o grupo analisando o local Lin passa mais uma vez por Nalklyr:

    - Um pouco exagerado!


    Um leve ar de riso se viu na cara do meio-drow e ele logo responde a moça tetando provoca-la:

    -Esse é seu modo de dizer que gostou de meu discurso? Não ligo se você simplesmente dissesse que gostava, o que custa? Ouvi falar que Elfos do Sol eram mais diretos e educados... Mas se você disse:"Nalklyr, você fez um discurso lindo...Eu juro que te perdoo.."


    Sua expressão tentava parecer séria mas seus olhos e sua boca não conseguiam evitar transparecer que era uma brincadeira apenas para irritar a elfa. Mas ela continuou a reclamar:

    ninguém falou em saque, seu enxerido!

    Ele ergue os braços e com um leve estardalhaço dirige as palavras para a moça tentando deixa-la envergonhada:

    -Desculpe! Atrapalhar seu saque na casa do mago com meu discurso...

    Encerrava ele com uma gargalhada, porém, para sua surpresa ele vê as cortinas avançarem sobre seus amigos e o tapete que pisava tentar agarra-lo, para o seu azar ele não teve tempo de evitar o agarrão e foi envolvido pelo tapete, por fim, num ato de pressa e medo ele tenta sacar sua adaga para cortar o tapete, porém em vão, ele é imobilizado e começa a ser espremido, bem como Shivra que estava em sua mochila.

    Um tapete mágico!? isso não vai acabar bem para mim e para Shivra!



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    Capítulo 3: Coisas que se mexem quando não se está olhando - Página 2 Empty Re: Capítulo 3: Coisas que se mexem quando não se está olhando

    Mensagem por Norox em Qui Abr 25, 2019 11:22 pm

    - Mas que mer...? - Foi tudo o que o Meio-Orc conseguiu pronunciar.

    Tudo aconteceu tão rápido que o Bárbaro nem conseguiu terminar sua frase. O clima pesado e sinistro da casa já estava estranho, causando arrepios, mas serem atacados por duas cortinas e um tapete era um pouco demais. Por um segundo Ta'burz achou que o quadro na parede também ganharia vida e sairia atrás deles, mas não passou de obra de sua imaginação.

    - O que diabos são essas coisas? - O Bárbaro dá um passo para o lado (G5) e fica de frente para o Meio-Drow que tinha um tapete assassino o envolvendo. - Esses objetos estão possuídos?

    Crohar levanta bem o seu machado sobre a cabeça, preparando-se para dar um belo e poderoso golpe utilizando toda a sua força contra seu adversário. A lâmina desce com velocidade cortando o vento e afiada o bastante para retalhar tudo em seu caminho, mas o Meio-Orc segura seu movimento no meio pensando duas vezes e percebendo que talvez pudesse causar algum estrago no rostinho bonito de seu amigo.

    "Merda..."

    Ele avalia a situação, vendo que Nalklyr se debatia tentando se soltar.

    - Pare de se mexer, assim eu vou acabar arrancando uma orelha sua...

    O Bárbaro decide então por tentar acertar uma área do tapete que parecia não estar envolvendo o Druida.

    Off:
    Resumo das Ações do Personagem:
    - Passo de ajuste para G5 e Ataque no Tapete visando acertar uma área que não acerte o Meio-Drow [-4 de Dificuldade].
    Informações do Ataque:
    Ataque: 1d20 +1 [Perícia Foco em Arma] +1 [Arma Mágica] +1 [Buff Inspirar Coragem] +9 [Total de Bônus de Ataque Melee] -4 [Dificuldade para Acertar] = 1d20 +8

    Dano em caso de Acerto: 1d12 +1 [Arma Mágica] +1 [Buff Inspirar Coragem] +5 [Modificador de Força] +2.5 [Metade do Modificador de Força devido à ataque com Arma de Duas Mãos] = 1d12 +9

    Obs.: Rolarei os Dados só quando o Mestre Permitir.
    Claude Speedy
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    Capítulo 3: Coisas que se mexem quando não se está olhando - Página 2 Empty Re: Capítulo 3: Coisas que se mexem quando não se está olhando

    Mensagem por Claude Speedy em Sex Abr 26, 2019 12:05 am

    Jack tinha ouvido que havia magia nas cortinas e evitou ficar perto delas e esperava que os colegas fizessem o mesmo, ele então foi para escada para onde acreditou que o bárbaro e a guerreira também seguiriam para  começarem a subir usando sua capacidade de detectar magia acima, para entender que tipo de Arte teria sido usada no percurso.

    Enquanto se concentrava, seus colegas começam a ser atacados. Com o coração apertado, mas bem menos apertado que o de sua mentora que tem inclusive a mão da arma aprisionada, o Ladino pensa que taticamente o que pode fazer melhor é tentar encontrar o dono da casa para desfazer essa confusão. Sem titubear ele sobe mais alguns lances de escada, procurando sentir melhor outros encantamentos no caminho enquanto observa se há outros tecidos assassinos em seu caminho.

    "Por isso Mayhem foi embora"

    Pensa mal por um instante da garota com que o clérigo flertava. Ele não poderia virar mais uma vítima para ser salva por Ta'burz e a música o inspirava em enfrentar quem quer que tenha sido o encantador que criou as armadilhas mágicas na sala...  

    "A Sorte favorece o Audaz. "

    Pensava na prece da deusa Tyche e não parava de detectar enquanto se esgueirava prestando atenção em como não ser emboscado em sentido o andar acima.
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