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    [Noites Alquímicas] Prólogo: O Purgo dos Caixões

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    [Noites Alquímicas] Prólogo: O Purgo dos Caixões - Página 2 Empty Re: [Noites Alquímicas] Prólogo: O Purgo dos Caixões

    Mensagem por Black Thief em Seg 27 Maio - 12:45

    [Noites Alquímicas] Prólogo: O Purgo dos Caixões - Página 2 -young11

    Samantha escreveu:– Ótimo! Alguém legal que nós conhecemos. Já não vamos nos sentir tão deslocada nesse lugar. Você acha que deveríamos falar com ele? Eu sei que ele está acompanhado e tudo mais, mas acho que não vamos acabar com a noite dele se falarmos um “oi”, concorda?

    Nora não tinha certeza se era a melhor ideia, na verdade, ela sabia que era uma boa ideia em vários aspectos diferentes, ela olhou para o seu braço com a manga baixa, o hematoma daquele "escândalo" estava ali.

    "É uma prova Nora, você pode usar isso, você consegue... É sua chance de terminar com tudo isso de uma vez por todas"

    - Eu...

    Antes que a garota pudesse responder, ela já se levantava pegando Nora pelo braço, por sorte, não o braço com o hematoma, a fim de puxá-la para a mesa.

    - Sam!!!

    Exclamou Nora, surpresa com a ação. Sam, ia passando por entre as pessoas, com um sorriso grande no rosto, ela contornava todo aquele balburdia praticamente arrastando Nora consigo pelo pulso, Nora mal conseguia acompanhá-la, tão eufórica que a garota estava para chegar ao delegado, chegando a dar um tropicão um no outro, ao que Samantha quase pendeu pro lado e disse:

    - Hey! Vê se olha pra onde anda, cara!

    Disse num tom birrento e encrenqueiro, nem se dando conta de que ela teve parte da culpa de ter ido com muita sede ao pote querendo chegar logo no delegado Leon. Nora olhava para Sam sabendo que ela teve parte da culpa por ser ansiosa demais pra chegar aonde queria, mas não estava a fim de escolher lados, até porque o cara até podia ignorar a encrenca da Sam. Sam, sem esperar resposta do cara que habia trombado, sorri para Leon e diz com travessura:

    - Oi delegado! Nem sabia que podia encontrar o senhor por aqui, como vai??

    Nora levantava um sorriso amarelo para o delegado e as mulheres presentes, ela apenas ergue um aceno timido. Ela então sentia o celular tocar e sentiu um grande medo de ser sua mãe ou o numero de Artur falando pra voltar pra casa. Se fosse um dos dois, Nora iria ignorar, sentia uma repulsa instintiva grande daquilo, mas não havia decidido ainda se iria fugir de casa a partir de agora. Via seu próprio lar como o covil de um monstro do qual seria burrice adentrar pra ser devorado vivo.
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    [Noites Alquímicas] Prólogo: O Purgo dos Caixões - Página 2 Empty Re: [Noites Alquímicas] Prólogo: O Purgo dos Caixões

    Mensagem por Freak(out) em Sex 31 Maio - 4:33


    CARL LUCAS – JOHN MILTON


    Carl Lucas:
    Força de Vontade: 06/06
    Vitalidade: 06/06
    Humanidade: 7/7

    Não levou muito tempo para que Carl chegasse no lugar marcado com o estranho autor do e-mail. Embora ele não sentisse exatamente prazer em entrar em um lugar como aquele, Carl estava curioso o bastante para tentar a sorte; além disso, o Lucretia’s poderia ser um bom ponto de fofoca, o que significa que, falando com as pessoas certas, ele poderia conseguir informações relevantes para seus casos.

    [Noites Alquímicas] Prólogo: O Purgo dos Caixões - Página 2 Lucrec10

    O lugar era escuro, porém muito agitado. Haviam jovens e outros nem tão jovens assim, por lá. A grande maioria dos clientes naquela hora eram mulheres na faixa dos dezoito aos quarenta e poucos anos, e a maioria estava na pista de dança, dançando em passos lentos e hipnóticos ao som de uma música eletrônica de atmosfera dark e gótica, que logo terminava, dando início a uma nova música da playlist pré-programada.


    Não havia nada que chamasse a atenção de Carl no primeiro piso. A pista estava cheia de esquisitões típicos do local, e aparentemente as atendentes estavam ocupadas demais atendendo a todos, então basicamente ninguém notou que ele havia chegado. Havia algumas pessoas normais no Lucretia’s também, e cinco delas estavam aglomeradas em uma mesa em particular, sendo que duas delas estavam sentadas e três estavam em pé, diante das que estavam sentadas – tudo indicava que eram dois casais e mais uma garota. Isso muda quando Carl vê Sharon D. Taylor em uma das mesas. Sharon é muito famosa e competente no ramo e, apesar de eles quase nunca se encontrarem, ambos são praticamente rivais. A última coisa que Carl precisa é perder tempo com Sharon agora, tampouco ser visto por ela. Ele aproveita que ninguém nota sua presença ali, e sobe direto para o segundo piso.

    O segundo piso era muito mais tranquilo. Haviam mesas, sofás e poltronas. Ao fundo havia uma tela de tamanho médio, onde um filme clássico de terror estava passando, entretendo a todos ali – aparentemente era um filme da década de 30 ou 40, mas Carl não tinha certeza. Ele não se interessava muito na tela em si, pois tentava localizar, entre aquelas pessoas sentadas, quem poderia ser o autor da mensagem. Foi quando ele ouviu uma voz masculina falar atrás dele:

    – Fico feliz que tenha vindo, Carl.

    [Noites Alquímicas] Prólogo: O Purgo dos Caixões - Página 2 Donald10

    Aquele era Donal Jenkins. O hacker mais procurado de Los Angeles e talvez de todo o país estava diante dele, falando calmamente. A cabeça do maldito valia muito e seus crimes eram incontáveis.

    – É melhor não atrapalharmos as pessoas, sim? Venha para o fundo comigo, onde não precisaremos cochichar.

    Ainda incrédulo, Carl seguiu Donald para o fundo, onde havia um pequeno bar com um balcão e alguns bancos giratórios de couro. Aquele maldito que ninguém conseguia rastrear e encontrar estava ali, e ninguém parecia dar a mínima.

    – Pode escolher o que quiser para beber. Eu pago.

    – Informe se vai beber algo ou não. –

    Donald olhou Carl por um minuto, com um sorriso amistoso e, conservando essa expressão, falou para Carl.

    – Eu vou ser direto com você, Carl: Tenho uma proposta. Se disser não, você nunca mais me verá. Mas se concordar, vou te dar algo que você quer muito em troca de um favor. Não, não é dinheiro, é algo melhor. Eu sei que você está tentado a voar no meu pescoço agora, me dar uma surra e me entregar para as autoridades para ganhar uma grana preta e alguma fama, não é? Mas calma ae, parceiro. Estamos em um local público. Vamos manter a postura, ok? Além disso, acho que o nome “Mr. K” soa muito mais interessante para você do que o meu, não é?

    – Informação adicional: Donald e seu grupo estão sendo procurados pelos federais. A captura de cada um está na faixa dos quinhentos mil dólares. –


    NORA VANGER - BLACK THIEF


    Nora Vanger  :
    Força de Vontade: 06/06
    Vitalidade: 05/05
    Humanidade: 7/7

    Samantha levava Nora aos trambolhões em direção à mesa do delegado e sua companheira. Nem quando ela esbarrou em um sujeito que – também – vinha em direção ao delegado, ela se deteve, tampouco se absteve de falar alguma bobagem raivosa, mesmo não estando totalmente livre da culpa.

    Samantha escreveu:– Oi delegado! Nem sabia que podia encontrar o senhor por aqui, como vai??

    A companheira do delegado responde com um aceno de cabeça, mas é evidente que ela não estava gostando daquele amontoado de gente ao redor da mesa deles, como se eles fossem algum tipo de atração. Nesse momento, o celular de Nora toca. Ao ver que não se trata do número de sua mãe e nem de seu padrasto – e sim um número desconhecido –, ela atende.

    – Alô! É a senhoria Nora Vanger? Eu sou o Doutor Douglas McArthur do Good Samaritan Hospital. Sua mãe recentemente deu entrada aqui. Ela foi encontrada em casa pela polícia, brutalmente espancada e, antes de desmaiar, ela disse seu nome e passou seu número, dizendo que ela era sua mãe. Senhorita, por favor! É importante que você venha imediatamente para cá. Sua mãe está em um estado muito delicado!

    Nesse momento a cor sumiu do rosto de Nora, suas mãos começaram a tremer, sua boca se escancarou e seu olhar se voltou para o nada. Quando isso aconteceu, Samantha estava olhando para Nora, e não só ela, como todos os demais – incluindo o estranho – perceberam que algo estranho acontecia.

    – Nora? Nora! O que foi?! – Samantha começou a se exaltar pela expressão de Nora.
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    [Noites Alquímicas] Prólogo: O Purgo dos Caixões - Página 2 Empty Re: [Noites Alquímicas] Prólogo: O Purgo dos Caixões

    Mensagem por Black Thief em Seg 3 Jun - 22:59

    [Noites Alquímicas] Prólogo: O Purgo dos Caixões - Página 2 -young11

    Voz no telefone escreveu:– Alô! É a senhoria Nora Vanger?

    Nora erguia a sombrancelha e pergunta de volta

    - Quem fala??

    Doutor escreveu:- Eu sou o Doutor Douglas McArthur do Good Samaritan Hospital. Sua mãe recentemente deu entrada aqui. Ela foi encontrada em casa pela polícia, brutalmente espancada e, antes de desmaiar, ela disse seu nome e passou seu número, dizendo que ela era sua mãe. Senhorita, por favor! É importante que você venha imediatamente para cá. Sua mãe está em um estado muito delicado!

    Nesse momento a cérebro de Nora parecia que tinha parado, ela ficou fitando o vazio sombrio, suas mãos começaram a suar, de repente tudo ficou insuportavelmente quente, ela não conseguia pensar, não piscava, não conseguia respirar, não conseguia nem mesmo engolir a seco. As mãos da garota tremia dos pés à cabeça e lentamente uma face chorosa começava a se formar em Nora. Imediatamente Sam pegava o celular da mão da namorada que não se importou nem um pouco de ter o celular arrancado da mão.

    - Alô! Quem é que tá falando???

    Logo que a pessoa repetia o que era dito, Samantha levou a mão à boca e seus olhos se arregalavam, e quando todos olharam para Nora de novo, viam que ela havia perdido o ar, e de repente ela começava a desmoronar

    - ELE VAI MATAR A MINHA MÃE SAMANTHA, ELE VAI MATAR A MINHA MÃE, O QUE EU FAÇO??? O QUE EU FAÇO???? É A MINHA MÃE!!!!

    Ela logo agarrou Samantha que logo disse ao telefone:

    - Eu sou amiga da Nora, a gente tá indo prai, só vou passar o telefone e você repete o que me disse pra outra pessoa, beleza???

    E logo Samantha passava o telefone para o delegado Leon e disse:

    - Ta aí delegado, sua prova! agora faz alguma coisa, pelo amor de Deus antes que alguém morra de verdade!!!

    Nora tremia e abria o berreiro em claro desespero.

    - É A MINHA MÃE EU NÃO POSSO PERDER A MINHA MÃE, A MINHA MÃE NÃO SAMANTHA, O QUE EU VOU FAZER SE ELE MATAR ELA, O QUE EU VOU FAZER??????

    Nora não conseguia pensar em absolutamente nada de tão assustada que tava, tudo que ela era, era uma garota assustada e reprimida com medo de um monstro que morava na sua própria casa, sua mente estava impregnada com o medo absoluto, o terror maior e inquestionável, se sentia em prantos e de mãos atadas com medo de encarar os próximos dias e sem a menor ideia do que poderia fazer para acabar com aquilo de uma vez.
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    [Noites Alquímicas] Prólogo: O Purgo dos Caixões - Página 2 Empty Re: [Noites Alquímicas] Prólogo: O Purgo dos Caixões

    Mensagem por Beaumont em Seg 3 Jun - 23:51

    Samantha escreveu:- Oi delegado! Nem sabia que podia encontrar o senhor por aqui, como vai??

    Eu ainda estava um tanto confuso com o que havia visto, aparentemente Alysha não viu, o que me faz pensar que a minha mente está brincando comigo de novo, devo estar muito cansando...Até que vejo Nora e aquela amiga dela. 

    Leon: - Você é mesmo real ?

    Não foi a coisa mais sã a se dizer mas praticamente escapuliu da minha boca. 

    Samantha escreveu:- Ta aí delegado, sua prova! agora faz alguma coisa, pelo amor de Deus antes que alguém morra de verdade!!!

    Eu olhei para Alysha e percebi que a nossa noite de folga havia entrado para o ralo. Me virei para Sam e disse:

    Leon : - Calma, me explique o que aconteceu. Quem ligou e por que a Senhorita Vanger está desse jeito ?

    Eu precisava ter uma leitura desta ligação. Algo de ruim aconteceu e se me lembro bem a relação de Nora com o padrasto não era das melhores.
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    [Noites Alquímicas] Prólogo: O Purgo dos Caixões - Página 2 Empty Re: [Noites Alquímicas] Prólogo: O Purgo dos Caixões

    Mensagem por Beaumont em Ter 4 Jun - 9:20

    Assim que Samantha me entregou o telefone eu pudi ter mais noção do que se tratava. A violencia física sofrida pela mãe de Nora foi o a válvula de ignição para a atual perturbação sofrida por ela. Nora estava abalada e não podia ver sua mãe naquele estado. 

    Leon : Allie vá com Samantha para o GSH e procure o dr. Douglas Mcarthur. Nora não pode ir assim. Ligue para a pericia, aproveite que você ainda tem a credencial de detetive particular e auxilie a perícia de L.A a fazer o exame de corpo e delito. Assim teremos as provas necessárias. Nora, preciso que se acalme e confie em mim. Nesses casos seu padrasto provavelmente vai querer fugir. Não podemos deixar isso acontecer. Se vc se acalmar podemos ir até a sua casa. Mas preciso que confie em mim !
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    [Noites Alquímicas] Prólogo: O Purgo dos Caixões - Página 2 Empty Re: [Noites Alquímicas] Prólogo: O Purgo dos Caixões

    Mensagem por Beaumont em Ter 4 Jun - 9:40

    Eu não havia percebido o quão familiar aquele rosto era pra mim. Josh era um grande amigo da faculdade. Nos conhecemos em meio a festas e muito alcool. Não estou surpreso que ele esteja em um lugar como esses. 

    Leon: Josh ! É vc ? 

    Não esperei muito tempo para envolve lo na conversa. 

    Leon: Cara preciso de sua ajuda. Estou com problemas  com um cara e talves eu tenha de conte lo. Nao se preocupa só preciso que vc fique com Nora no carro. Ela precisa de proteção. Eu não te colocaria em perigo .

    Na verdade a unica pessoa que poderia correr perigo era eu mesmo. Não posso deixar Nora sozinha. Que sorte de encontrar Josh em um hora dessas !
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    [Noites Alquímicas] Prólogo: O Purgo dos Caixões - Página 2 Empty Re: [Noites Alquímicas] Prólogo: O Purgo dos Caixões

    Mensagem por John Milton em Qua 5 Jun - 8:49

    O Caçador de Recompensas navega naquele mar se gente que ainda se amontoava pelas ruas envoltas em miasmas de fumaça e degradação.

    A compleição física de Carl se destacava e cada beco escuro servia de moldura bizarra ao seu perfil.

    Após alguns minutos chega ao local indicado pelo contato, deixando para trás o ar noturno e se inserindo naquele local abafado e barulhento.

    Ninguém notara o Caçador... Tanto melhor. Cuidavam de suas vidas e Carl se preocupava a ficar pelos cantos escuros perscrutando. Seus olhos brilhavam e refulgiam. E na escuridão. Ele acessa o segundo o andar ...

    Ninguém, menos o contato que chegara sem avisar... Tão abertamente que parecia não dever nada ao mundo... Mas a realidade era diferente. No momento que o identificara vira um saco de dinheiro a sua frente.

    Ele o segue apertando os nós das mãos, pronto a agarra-lo, soca-lo e apreende-lo. Mas aquela noite se mostrada mais providencial

    Donald escreveu:. – Eu vou ser direto com você, Carl: Tenho uma proposta. Se disser não, você nunca mais me verá. Mas se concordar, vou te dar algo que você quer muito em troca de um favor. Não, não é dinheiro, é algo melhor. Eu sei que você está tentado a voar no meu pescoço agora, me dar uma surra e me entregar para as autoridades para ganhar uma grana preta e alguma fama, não é? Mas calma ae, parceiro. Estamos em um local público. Vamos manter a postura, ok? Além disso, acho que o nome “Mr. K” soa muito mais interessante para você do que o meu, não é?

    Carl relaxa os nós dos dedos... Nunca beberia com aquele cara, mas um Hacker a altura da fama que o precedia, decerto tinha informações quanto a Striker.

    - Não beberei... Creio que está navegando em aguas escuras falando esse nome tao abertamente... O que sabe sobre ele... O que vc tem a propor que me impeça de agarrar você força-lo a me indicar seus colaboradores e fazer uma grana preta?
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    [Noites Alquímicas] Prólogo: O Purgo dos Caixões - Página 2 Empty Re: [Noites Alquímicas] Prólogo: O Purgo dos Caixões

    Mensagem por mitzrael em Qua 5 Jun - 12:08

    [Noites Alquímicas] Prólogo: O Purgo dos Caixões - Página 2 D4d8d712c7951e556a76b875395d8467

    Leon: Josh ! É vc ?

    Pensando: caramba ainda não lembro o nome desse cara , mas acho que fomos amigo , acho que foi na facudade ?
    Clarooo Facudade , E leon ainda bem que lembrei ia passar uma saia justa agora .


    Sim carinha sou eu , aquanto tempo hen , e ae voce sempre vem aqui ? e minha primeira vez .

    Josh fala se sentando ao lado de Leon .

    Leon: Cara preciso de sua ajuda. Estou com problemas com um cara e talves eu tenha de conte lo. Nao se preocupa só preciso que vc fique com Nora no carro. Ela precisa de proteção. Eu não te colocaria em perigo .

    Nora ? quem é Nora ? sua espousa? ficante ? cara essa noite ta bem louca e tudo que queria era emprecionar a Amy .
    Eita esqueci da Amy .

    Leon tenho de te apresentar uma pessoa


    Josh acenava para Amy chamando pra se aproximar .

    E falando desse seu problema pode contar comigo meu amigo .

    Cool Cool

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    [Noites Alquímicas] Prólogo: O Purgo dos Caixões - Página 2 Empty Re: [Noites Alquímicas] Prólogo: O Purgo dos Caixões

    Mensagem por Freak(out) em Qua 5 Jun - 13:07

    SCOTT L. SUMMERS – BEAUMONT

    Scott L. Summers:
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    Vitalidade: 06/06
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    NORA VANGER – BLACK THIEF

    Nora Vanger:
    Força de Vontade: 06/06
    Vitalidade: 05/05
    Humanidade: 7/7

    JOSH STORM – MITZRAEL

    Josh Storm:
    Força de Vontade: 04/04
    Vitalidade: 06/06
    Humanidade: 7/7


    O que era para ser uma noite de descontração e diversão para todos os envolvidos acabou tornando-se um verdadeiro inferno que entrelaçou cada um deles. Alisha, agora assustada com a situação, não perdeu tempo e conduziu Samantha para fora, que ainda mostrava-se indignada e revoltada, gritando e xingando alto a situação e o padrasto de Nora. Alisha iria conduzir Samantha até o GHS e depois voltaria para auxiliar a perícia, como Scott havia perdido.

    Nora, Scott e Josh se preparam para ir à casa de Nora, contudo Josh deseja antes apresentar sua amiga a Scott, assim podendo avisar ela que um imprevisto aconteceu e que ele teria de sair. No entanto, quando Josh volta para sua mesa com Scott, Amy não está mais lá. Ele não estranha, afinal deduz que foi um ataque de ciúmes pela mochila – ela deve ter aberto e encontrado “coisas de garota” ali. Assim sendo, ele conclui que pode muito bem se explicar para ela depois e resolve ajudar Scott e a garota.

    Antes de sair com Samantha, Alisha joga a chave do carro para Leon e diz:

    – Pode levar o carro. Pegue o desgraçado. Nós vamos de táxi.

    Leon assume a direção, com Josh ao seu lado e uma Nora trêmula e perturbada no banco de trás.

    * * *

    Quando o carro estacionou na porta da moradia de Nora, a primeira coisa que viram é que a porta estava entreaberta. Como combinado, Josh e Nora iriam esperar no carro, enquanto Scott iria cuidar de deter o suspeito, Arthur.

    – Nora e Josh podem interagir livremente no carro. –

    Scott sacou sua arma e se aproximou cautelosamente da porta que estava entreaberta. A primeira coisa que ele notou é que havia sangue na maçaneta dourada. Redobrando o cuidado, ele cruzou a soleira, com a adrenalina tomando conta do seu corpo. Arthur era um bosta, um covarde que batia em mulheres, mas isso não o impediria de emboscar qualquer um que viesse atrás dele – e certamente ele sabia que alguém iria vir.

    Scott não demorou muito para chegar no local da “ação”, de fato. A mesinha de centro da sala de estar estava despedaçada. O carpete branco e peludo estava ensopado de sangue e Scott pôde contar pelo menos cinco dentes no meio daquela sujeira. Era também fácil de notar que uma das pernas da mesa foi usada como uma arma contundente, como uma espécie de bastão improvisado.

    Nesse momento Scott vê uma sombra passando rapidamente pela cozinha. O estranho é que não parecia ser a sombra de um homem adulto. Na verdade, ele podia jurar que tinha vista uma garotinha de vestido vermelho passando pelo canto do olho. Ao mesmo tempo, um barulho alto soa no andar de cima da casa.

    – Eu estou considerando que a Nora mora em um sobrado. O Felipe pode descrever como desejar a casa dela. –

    * * *

    Nora ainda tremia. Não conseguia acreditar; não conseguia aceitar o que havia acontecido. Ela agora se lembrava do que Johnny havia dito a ela antes de ela sair com Samantha:

    Johnny escreveu:– Nora, você não pode continuar assim. Você tem o conhecimento e a técnica, mas isso jamais será o bastante, não importa o quanto treine, se não vencer os seus medos. Você precisa confrontá-lo Nora, ou deixar isso nas mãos da polícia. Sei que pensa no que sua mãe disse, mas a ausência da justiça é a liberdade do mal. Se as coisas continuarem como estão, sem que esse homem seja punido, ele poderá fazer coisas terríveis à você e à sua mãe.

    Ela também se lembrou dessas palavras:

    Te falta a coragem para matar…

    Nesse momento, Nora olhou instintivamente para a rua pela janela do carro do seu lado. Ela não sabia dizer se era real, ou se era uma ilusão estimulada pela sua fantasia de justiça/vingança, mas a alguns metros de distância ela viu alguém olhando para o carro em que ela estava, e esse alguém se parecia muito com Arthur – e parecia rosnar de ódio, como um animal… Aparentemente Josh não notou o sujeito.

    CARL LUCAS – JOHN MILTON

    Carl Lucas:
    Força de Vontade: 06/06
    Vitalidade: 06/06
    Humanidade: 7/7

    Carl escreveu:– Não beberei... Creio que está navegando em águas escuras falando esse nome tao abertamente... O que sabe sobre ele... O que você tem a propor que me impeça de agarrar você a forçá-lo a me indicar seus colaboradores e fazer uma grana preta?

    Donald sorriu de um jeito velhaco, como se tivesse todas as cartas ao seu favor.

    – Vou te dar uma previa, Carl. Um gostinho para ver que eu não estou blefando.

    Ele saca o celular e mostra um vídeo em alta definição. Era o quarto de Mr. K. Ele estava ali, dormindo. Minutos depois ele acorda e, aparentando não ter a mínima noção de que estava sendo filmado, foi ao banheiro lavar o rosto, dar uma cagada, escovar os dentes e tomar um banho – isso tudo a câmera conseguiu pegar mais ou menos bem. Ele depois retorna ao quarto, escolhe algumas roupas, se veste e saí, e assim termina a prévia em vídeo.

    – O idiota, é claro, não sabe que estamos controlando a web cam dele. Sendo sincero contigo Carl, eu tenho tudo. Endereço, horários, locais que frequenta, locais que evita, etc. Eu posso dar todos esses dados para você e você pode ir lá pegá-lo, prendê-lo, matá-lo ou o que for. Eu não dou a mínima. Essa é a minha parte.

    Ele então olha para os lados, para ver se alguém está prestando atenção. Como não viu nada suspeito, ele continua:

    – Deixa eu te contar uma coisa: Um cliente meu está muito interessado na chegada súbita de dois novos oficiais da lei aqui: um delegado e uma investigadora. Eles estavam aqui até agora pouco, sabia? Pois é… Eu sei de tudo. Se for esperto como dizem você provavelmente os notou, também. Enfim, meu cliente está preocupado com esses dois. Ele acha que eles vieram para cá para continuar a caçar ele, entende? Ele não foi muito claro nessa parte, mas isso não importa. Eu desenvolvi um programa que burla os firewalls da rede interna da polícia e permite conexão reversa em horários específicos. É um tipo de backdoor aperfeiçoada, indetectável.

    Carl percebe que, apesar de Donald ter pedido uma bebida, ele até agora não tocou no copo.

    – O problema é que tanto eu quanto o meu pessoal não podemos instalar. Esse rostinho aqui é conhecido demais para entrar em uma delegacia, não concorda? Além disso, são poucos os que eu posso confiar. A jogada é simples, Carl: se aproxime desses dois. Se torne íntimo. Faça uso do seu trabalho, finja estar ajudando eles com algo, sei lá. Isso é com você. Na primeira oportunidade você coloca essa belezinha em um dos computadores da polícia e toda a defesa deles já era.

    E nessas horas ele tira um pendrive e entrega para Carl.

    – É só plugar e clicar. Não tem segredo. O nome do arquivo é Hellhammer. Faça isso e eu jogo Mr. K aos seus pés. O que me diz?
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    [Noites Alquímicas] Prólogo: O Purgo dos Caixões - Página 2 Empty Re: [Noites Alquímicas] Prólogo: O Purgo dos Caixões

    Mensagem por Black Thief em Qua 5 Jun - 15:31

    [Noites Alquímicas] Prólogo: O Purgo dos Caixões - Página 2 -young11


    Tudo acontecia com estranha rapidez, Nora havia parado subitamente de entrar em escândalo, quase como se o escândalo houvesse voltado ao estado inicial do choque, quando recebera a notícia, quando seu corpo e suas emoções ainda estavam procurando como reagir. Ela estava como um zumbi e tudo à sua volta era como se estivesse um borrão em câmera lenta, mas seu corpo estava mais lento ainda e não conseguia reagir de acordo com suas percepções.

    - Você já dançou com o demônio sob a luz do luar?

    Disse Nora em um sussurro quase inaudível.

    - Eu já.

    Respondeu a si mesma.

    Estava ainda catatônica, em choque, sua cor era pálida como o leite. O alvoroço acontecia, pessoas tomavam providencias, Samantha se distanciava e Nora não percebia, ou não se importava. Ela era conduzida enquanto olhava pra baixo com os braços balançantes até o carro do delegado e o outro homem. Ela era posta no banco de trás.

    "Eu sou o mesmo que eles."

    Tudo acontecia em câmera lenta e Nora olhou para a janela do carro onde viu a chuva vermelha caindo. A garota olhava para o céu vermelho onde via uma grande língua vermelha descer e lamber os prédios. Ela tentava entender o que a língua fazia, até ver que a língua começava a pegar as pessoas como um tentáculo, uma por uma, e uma por uma as pessoas não se importavam de serem levadas. Ela olhava para trás vendo a gigantesca língua ficar para trás então ela voltava a olhar pro caminho seguinte no carro.

    "- Você viu uma garotinha?"

    Nora olhou para o seu lado e viu a si mesma quando criança, em roupas exatamente iguais as que usava naquela idade.

    - Não, mas eu ouvi.

    "- E o que ela disse?"


    A pequena Nora parecia muito inocente, mas não parecia assustada ali ao seu lado no banco do carro.

    - Disse que me faltava a coragem

    "- E te falta?"


    Nora ainda em um estado de transe olhara para a janela onde viu a chuva vermelha ainda cair forte imundando as ruas de água vermelha e Nora hipnotizada acompanhava a água descendo pelas bocas de lodo que passavam.

    - Eu não sei...

    Se qualquer um tentasse falar qualquer coisa com Nora, ela simplesmente ignorava porque não ouvia, ou não queria ouvir, seja lá o que fosse. Tudo ficou silencioso e Nora se perguntou se ela não iria se responder, e quando olhou para o lado viu a si mesma morta com roupas rasgadas e ensanguentada. Ela arqueou a sobrancelha como se aquilo fosse levemente impressionante e então viu o seu próprio cadáver abrir os olhos e olhar para ela.

    - Oi...

    Disse Nora para seu cadáver ensanguentado que havia acordado, mas não se mexia. O carro então havia parado mas Nora não se tocara disso, estava trêmula. Olhava para fora e a chuva vermelha caindo forte e Nora sentiu vontade de se banhar na chuva vermelha. Ela então sentiu um leve toque em sua mão e quando olhou para o lado e então viu Johnny sentado no banco do carro, ele estava radiante, com o seu quimono, sua pele parecia mais branda e pura como um anjo.

    Johnny escreveu:– Nora, você não pode continuar assim. Você tem o conhecimento e a técnica, mas isso jamais será o bastante, não importa o quanto treine, se não vencer os seus medos. Você precisa confrontá-lo Nora, ou deixar isso nas mãos da polícia. Sei que pensa no que sua mãe disse, mas a ausência da justiça é a liberdade do mal. Se as coisas continuarem como estão, sem que esse homem seja punido, ele poderá fazer coisas terríveis à você e à sua mãe.

    A voz dele era etérea, quase não deste mundo mas era acalmante e hipnotizante. Então ouviu

    Voz escreveu:Te falta a coragem para matar…

    Nora olhou lentamente para a janela e viu a si mesma criança sem os olhos, havia sangue vazando dos orifícios oculares, mas Nora não se assustou, para ela, aquilo era perfeitamente normal.

    Pequena Nora escreveu:"Só é preciso um dia ruim…

    E então a pequena Nora sem olhos saiu da frente da janela do carro e Nora viu algo, que parecia ser Arthur, como um monstro, como um animal selvagem, mas Nora não se abalou, pelo contrário, ela parecia estar anestesiada emocionalmente.

    Pequena Nora escreveu:"... Essa é a distância entre o mundo e eu... apenas um dia ruim."

    Nora viu Arthur parado na chuva vermelha, encharcado dela. Nora percorreu com seus olhos a distância entre ela no carro e Arthur.


    Samantha escreveu:"- Faça seus medos terem medo de você."

    Nora sentiu o hálito quente de Samantha ao pé de seu ouvido e sentiu o beijo dela na sua bochecha, e então ela ouviu a voz de Leon no carro e olhou para o motorista.

    Leon Scott escreveu:- Você é uma boa criança, Nora. E toda boa criança, antes de fazer uma coisa ruim, só quer uma coisa: Permissão.

    Nora permaneceu calada olhando para Leon, era verdade, o que ela precisava, tudo o que ela precisava, era permissão. Como se Leon lesse seus pensamentos, ele assentiu para ela, permitindo que ela fizesse o que queria fazer. Nora então olhou novamente para Arthur lá fora, debaixo da chuva vermelha, e ela então abriu a porta do carro e sentiu as mãos de Johnny em suas costas, como um leve impulso.

    Johnny escreveu:... - Só precisa de um empurrão.

    Nora havia saído do carro, seus olho estavam em um transe fixados em Arthur. Ela logo ficava encharcada de água vermelha que logo ao sentir nos lábios notou que era sangue, e em passos lentos, rapidamente o caminhar na direção de Arthur se tornou um correr poderoso e vazio quando Nora não se dava conta por si mesma de que estava correndo em direção à Arthur para matá-lo, começando com golpes que iriam deixá-lo sem ar e fraco o acertando no basso para deixá-lo atordoado, depois iria agarra-lo por trás num mata leão para matá-lo com as próprias mão o sufocando até a morte e sentindo com algo semelhante ao prazer sexual Arthur deixar esse mundo para sempre.

    OFF: Não foi uma jogada com ação múltipla, a ação de estrangulá-lo por trás será como próxima jogada caso a primeira dê certo.
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    [Noites Alquímicas] Prólogo: O Purgo dos Caixões - Página 2 Empty Re: [Noites Alquímicas] Prólogo: O Purgo dos Caixões

    Mensagem por Beaumont em Seg 10 Jun - 20:36

    Aquela ação requisitava no mínimo uma cobertura. Mas com Alysha longe e eu ainda em efetivação eu não poderia exigir reforço policial e o pior. Não poderia usar minha arma. Isso não significava que Arthur soubesse disso então aponta-la e intimidar fazia parte do meu teatro pra pega-lo em flagrante. Antes de entrar eu olhei mais uma vez para Josh e Nora e expliquei rapidamente.

    Leon:- Josh, desculpe te meter nessa. Nora é uma jovem que precisa de ajuda. Nora, vai ficar tudo bem
     Nós vamos pega-lo desta vez. 

    Nora não precisava estar passando por isso. Mas, aquela era uma realidade comum na delegacia. As mães se prestavam a viver com idiotas como aquele apenas para melhorar suas condições de vida ou por ilusões feita por homens hipócritas. Independente da realidade e do motivo pelo qual a mãe de Nora vive com este cara. Isso precisava acabar. 

    Eu avancei com cautela assim que vi a porta suja com sangue. Enquanto estava com uma mão segurando a arma para cima, saquei meu celular para tirar algumas fotos como evidência. Eu não podia encostar ou tirar nada do lugar. Tudo ali poderia ser uma prova válida para a perícia. Depois de tirar as fotos dos dentes, da perna da cadeira e do sangue percebi que alguem havia corrido para a cozinha então eu gritei : 

    Leon : - Parado !! 

    Rapidamente avancei para a cozinha dando voz de prisão na esperança de que aquilo pudesse intimidar Arthur e faze-Lo parar. Estranho era a impressão de ter visto outra vez uma criança. Qual é o meu problemas com crianças ultimamente ? 

    Avancei pela cozinha cautelozamente apontando a arma depois de guardar o celular.
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    [Noites Alquímicas] Prólogo: O Purgo dos Caixões - Página 2 Empty Re: [Noites Alquímicas] Prólogo: O Purgo dos Caixões

    Mensagem por John Milton em Qua 12 Jun - 9:05

    Narrador escreveu:.Era o quarto de Mr. K. Ele estava ali, dormindo. Minutos depois ele acorda e, aparentando não ter a mínima noção de que estava sendo filmado, foi ao banheiro lavar o rosto, dar uma cagada, escovar os dentes e tomar um banho – isso tudo a câmera conseguiu pegar mais ou menos bem. Ele depois retorna ao quarto, escolhe algumas roupas, se veste e saí, e assim termina a prévia em vídeo

    Carl Lucas, como se estivesse hipnotizado, assiste aquele vídeo, suas grandes mãos se fechando numa raiva contida, há muito não via aquele rosto da maneira que se apresentava... Despreocupado, vulnerável, humano.... Aquilo trouxera ainda mais fúria ao Caçador de Recompensas... Como ele podia andar a esmo tocando suas vilanias e ele se fudera durante tanto tempo no Presídio.

    A bebida do Hacker chega, ele dirige, mais uma vez a atenção a Lucas

    Narrador escreveu:. – Deixa eu te contar uma coisa: Um cliente meu está muito interessado na chegada súbita de dois novos oficiais da lei aqui: um delegado e uma investigadora. Eles estavam aqui até agora pouco, sabia? Pois é… Eu sei de tudo. Se for esperto como dizem você provavelmente os notou, também. Enfim, meu cliente está preocupado com esses dois. Ele acha que eles vieram para cá para continuar a caçar ele, entende? Ele não foi muito claro nessa parte, mas isso não importa. Eu desenvolvi um programa que burla os firewalls da rede interna da polícia e permite conexão reversa em horários específicos. É um tipo de backdoor aperfeiçoada, indetectável.

    Carl percebe que, apesar de Donald ter pedido uma bebida, ele até agora não tocou no copo.

    – O problema é que tanto eu quanto o meu pessoal não podemos instalar. Esse rostinho aqui é conhecido demais para entrar em uma delegacia, não concorda? Além disso, são poucos os que eu posso confiar. A jogada é simples, Carl: se aproxime desses dois. Se torne íntimo. Faça uso do seu trabalho, finja estar ajudando eles com algo, sei lá. Isso é com você. Na primeira oportunidade você coloca essa belezinha em um dos computadores da polícia e toda a defesa deles já era.

    E nessas horas ele tira um pendrive e entrega para Carl.

    – É só plugar e clicar. Não tem segredo. O nome do arquivo é Hellhammer. Faça isso e eu jogo Mr. K aos seus pés. O que me diz?

    Carl ouvia aquelas palavras e as media com cuidado, intrigado ainda com o fato de seu interlocutor não ter se quer dado um gole na bebida... Estaria envenenada? Saberia ele mais coisa q não demonstrava?

    - Vejo que você deseja na realidade me jogar dentro do Sistema de novo... O que me garante que você não e um agente de K? Não beberá seu drink?

    Ele aguarda a resposta e continua

    - Por acaso tem fotos desses tais policiais? Talvez eu os tenha visto... Talvez não... Creio que precisemos de confiança mútua para entrar nesse empreendimento. Tenho desejo em K mas não sou tão idiota assim
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    [Noites Alquímicas] Prólogo: O Purgo dos Caixões - Página 2 Empty Re: [Noites Alquímicas] Prólogo: O Purgo dos Caixões

    Mensagem por mitzrael em Qua 12 Jun - 11:11

    [Noites Alquímicas] Prólogo: O Purgo dos Caixões - Página 2 D4d8d712c7951e556a76b875395d8467

    Josh seguia seu antigo amigo ainda sem entender nada que estava acontecendo , mas sua noite de diverção ja tinha se tornado um imenso
    titanic mesmo , porque não ir com ele .

    Josh entrava no carro e via uma moça que parecia nada bem .
    Quando leon o deixa no carro encarrgado da moça Josh ate tento falar algo mas
    vio que seria desnecessario ja que ele , saia com tanta preça que nem o ouveria .

    -Que droga eu me meti dessa vez ? eu so queria uma boa noite de romance e uma conveça boa .
    -Agora to na combania de uma menina nada trivial
    .

    Pensando: ela não ta nada bem , será uma drogada ? ela ta bem doente ta horas falando
    só .


    Josh via que de fato tinha um homem la fora não so um mas dois , um em cada porta .

    Pensando: que droga , e isso devederos dessa moça? agora fico bonito , so esperem que eu seja algo ela

    .

    -Ei moça sao seus amigos ? amantes ? não tao com cara muito felizes não .

    Cool Cool
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    [Noites Alquímicas] Prólogo: O Purgo dos Caixões - Página 2 Empty Re: [Noites Alquímicas] Prólogo: O Purgo dos Caixões

    Mensagem por Freak(out) em Qua 12 Jun - 14:54

    SCOTT L. SUMMERS – BEAUMONT

    Scott L. Summers:
    Força de Vontade: 07/07
    Vitalidade: 06/06
    Humanidade: 7/7

    Municiador Atual: 14/15

    Scott agiu da melhor forma que podia com o que ele tinha, no momento. Sábia foi sua atitude de tirar as fotos com o celular, deixando o local do crime intocado para a perícia. Assim que notou o movimento da cozinha, correu até o suspeito dando voz de prisão, embora tivesse tido a impressão de que fosse uma criança e não um adulto que havia corrido.

    [Noites Alquímicas] Prólogo: O Purgo dos Caixões - Página 2 Hqdefault

    Era uma garotinha descalça, de vestido vermelho. Estava sentada em uma cadeira no meio da cozinha. Era totalmente nítida, portanto não era uma assombração. Ela olhava para baixo, mas em uma velocidade inexplicável em palavras ela se levantou e, antes que Scott pudesse perceber qualquer coisa, ela estava de pé, cara a cara com ele, praticamente encostando seu rosto nele.

    [Noites Alquímicas] Prólogo: O Purgo dos Caixões - Página 2 A1OB3b6

    – A hóspede 403 irá dar a você as respostas que deseja, mas é cedo demais para que você vá até ela de qualquer forma…

    Scott sentia-se estranho perto daquela menina. Não conseguia dizer nada, e seu corpo começou a tremer.

    – Você cheira a morte… Seria você um assassino? É o que vamos ver. Aponte a arma para mim!

    Em um movimento instintivo, como se estivesse em uma espécie de transe, Scott apontou a arma para a cabeça da garotinha. Ela sorriu maldosamente.

    – Agora atire, meu querido…

    Scott disparou. O projétil entrou na testa da garotinha e ela caiu sobre a cadeira. Quando o delegado se deu conta – quando ele voltou a si –, viu que o cano de sua arma fumegava e que aos seus pés uma criança estava caída do lado de uma cadeira, com um buraco no meio da testa que escorria sangue.

    NORA VANGER – BLACK THIEF

    Nora Vanger:
    Força de Vontade: 06/06
    Vitalidade: 05/05
    Humanidade: 7/7

    JOSH STORM – MITZRAEL

    Josh Storm:
    Força de Vontade: 04/04
    Vitalidade: 06/06
    Humanidade: 7/7

    Josh escreveu:– Ei moça sao seus amigos ? amantes ? não tao com cara muito felizes não .

    Josh não queria estar ali e não estava gostando da situação. A menina parecia meio maluca ou drogada. Aparentava estar vendo coisas, falava sozinha… Quando finalmente ele tentou dizer algo, viu que a garota simplesmente saiu correndo completamente desvairada na direção de alguém aleatório na rua. Ao mesmo tempo, Josh escutou o som de um disparo dentro da casa. A pergunta agora era: Ele deveria correr atrás de Nora ou ir atrás de seu amigo, para ver se está tudo bem?

    Nora correu o máximo que pôde. A cada movimento a figura de Arthur estava mais próxima dela, mais próxima de seus punhos… E então ela atacou. O primeiro golpe acertou no meio do peito e ele caiu. Indefeso, ele virou presa fácil no chão. Ela bateu de novo, e de novo, e de novo… Quando pensou em estrangulá-lo, se viu cercada por pessoas, sendo que algumas seguravam-na pelos punhos.

    – Que diabos, menina! Calma! Você ficou louca?!

    Quando ela voltou a si por completo, viu que havia um homem caído no chão, mas não era alta. Era um senhor calvo, que aparentava estar na casa dos sessenta anos. Seu nariz e maxilar estavam arrebentados, e ele estava inconsciente – ou coisa pior.

    – Qual é o seu problema, garota?! – Gritou o mesmo homem de boné e bigode preto e grosso, enquanto lhe dava um chacoalhão. – Por que você fez isso?!

    CARL LUCAS – JOHN MILTON

    Carl Lucas:
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    Vitalidade: 06/06
    Humanidade: 7/7

    Carl escreveu:– Vejo que você deseja na realidade me jogar dentro do Sistema de novo... O que me garante que você não e um agente de K? Não beberá seu drink?

    Donald balançou a cabeça negativamente. Não por estar negando alguma das duas perguntas, mas por estar desapontado com a atitude do seu ouvinte.

    – Carl, Carl, Carl… Eu pensei que um homem na sua posição estaria disposto a tudo para satisfazer suas ambições. Você está desviando do foco aqui, mas tudo bem. Veja, se eu fosse um agente de K, você já estaria morto ou teria sido capturado neste momento. Vê ali, ali e ali? – E aponta para várias pessoas aleatórias, sentadas em mesas distantes uma das outras ou de pé, encostadas nas paredes e no balcão. – Meu pessoal está aqui comigo. Bastaria um sinal e eles poderiam atirar em você, se eu quisesse. Contudo, não quero te fazer mal, e eu quero poder voltar aqui uma noite, logo não quero criar encrenca com a proprietária, entende? Eu gosto desse lugar. E quanto a bebida, se te incomoda tanto assim que eu beba, pode deixar que eu bebo, mas antes vou dar uma aditivada, se você não se importa.

    – Ao olhar para os locais que Donald apontou, ele viu Aline Crownwell, Derick Graves e uma terceira mulher que ele não conhecia, mas que era extremamente linda. A gangue dos hackers estava quase que toda ali, com exceção de Berna.

    Mulher Desconhecida:

    [Noites Alquímicas] Prólogo: O Purgo dos Caixões - Página 2 Cindy210

    Donald tirou um cantil bem comprido do bolso da jaqueta. Era bem maior que os cantis comuns de uísque. Ele então virou o recipiente até o fim no copo. Um líquido grosso de cor vermelha se misturou com a bebida no copo e logo havia mais daquele líquido do que bebida alcoólica em si. Ela havia sido completamente diluída naquela coisa que parecia ser uma espécie de groselha.

    – Um baratinho para me deixar ligado e deixar a bebida mais gostosa. Coisa que não se vende em qualquer lugar, se é que me entende. Eu ofereceria, mas acredito que você não iria gostar do sabor.

    Carl escreveu:– Por acaso tem fotos desses tais policiais? Talvez eu os tenha visto... Talvez não... Creio que precisemos de confiança mútua para entrar nesse empreendimento. Tenho desejo em K mas não sou tão idiota assim.

    – É claro que tenho – Disse ele, mostrando duas fotos em alta definição pelo celular. – Este homem é o delegado Scott L. Summers, e a esta moça gostosíssima é a investigadora Alysha. Acho que eles estão tendo um caso por debaixo dos panos, mas isso é irrelevante.

    Fotos:

    Foto 1: Scott

    [Noites Alquímicas] Prólogo: O Purgo dos Caixões - Página 2 9d0e25a6eab34e719c8ea1b1798563ac

    Foto 2: Alysha

    [Noites Alquímicas] Prólogo: O Purgo dos Caixões - Página 2 Ayabreatumblr_400x400

    Ele então recebe uma mensagem no celular – Carl chega a ver o ícone de notificação. Donald pede licença, recolhe o celular para perto de si e olha a mensagem.

    – Acabei de receber uma mensagem que ambos estão no centro investigando um crime. Aliás, parece que acabaram de sair daqui para fazer isso. Talvez essa seja sua chance de se infiltrar na delegacia, Carl?
    Beaumont
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    [Noites Alquímicas] Prólogo: O Purgo dos Caixões - Página 2 Empty Re: [Noites Alquímicas] Prólogo: O Purgo dos Caixões

    Mensagem por Beaumont em Seg 17 Jun - 12:55

    Existe um momento em sua vida que você se pergunta se o que você está fazendo é realidade ou um pesadelo. Eu estava ali. Com o corpo desfascido de uma criança e meus braços. O cano da arma quente provava que ela havia sido disparada, eu cometi um erro de cadete. O que eu fiz? Desesperado demais pra entender como aquilo aconteceu eu guardei a arma e disquei o número da ambulancia.

    OFF Caso atendam eu dou o endereço da família Vanger e solicito uma ambulancia para uma criança baleada e não me indentifico.

    Desesperado com aquele sangue nas mãos eu tremo. Tento observar a face da criança e consequentimente onde foi disparado o tiro. Não acredito que isso aconteceu. Me tornei meu maior monstro ao assassinar uma criança por negligência. Eu estava derrotado...
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    [Noites Alquímicas] Prólogo: O Purgo dos Caixões - Página 2 Empty Re: [Noites Alquímicas] Prólogo: O Purgo dos Caixões

    Mensagem por mitzrael em Qui 20 Jun - 10:53

    [Noites Alquímicas] Prólogo: O Purgo dos Caixões - Página 2 D4d8d712c7951e556a76b875395d8467

    Josh se via em toda aquela bagunça , como ele se meteu em todo esse problema

    Pensando: como foi que me meti nisso cara , a guria doida saiu correndo , droga , droga , então
    devo ir atraz dela ?


    Quando Josh estava endeciso de ir atraz da menina ouvia tiros , fazia com que Josh ficava olhando pro predio e se preocupar com seu amigo
    .

    Droga !!Scott cara !! será que ele ta bem ?

    Josh olhava pra me nina socando um cara com tamanha força e louca ,

    E essa sabe se defender , melhor eu ver o Scott , depois vejo essa doida pelo visto se encrenco .

    Josh corria pra dentro do apartamento com cuidado .

    -Scott ? Scott ? Cara vc ta ai ? ta bem ?

    Josh ia chamando se escorando nas paredes se protegendo de qualquer ataque .

    pensando: Como fui me meter nessa , que droga .!!

    Cool Cool
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    [Noites Alquímicas] Prólogo: O Purgo dos Caixões - Página 2 Empty Re: [Noites Alquímicas] Prólogo: O Purgo dos Caixões

    Mensagem por John Milton em Sex 21 Jun - 8:25

    Carl lançara a isca e Donald mordera.

    Nunca trataria de negócios tão escusos, sem antes conhecer o terreno e a maior parte das peças do tabuleiro.

    - Posso estar disposto a qualquer coisa para pegar aquele maldito, mas não sou tolo de confiar sem mais dados.

    Ele olha o líquido sendo vertido no copo, ele estranha a viscosidade... Deveria ser alguma droga sintética nova. Algo que inundaria as ruas de mais zumbis junkies e aumentaria ainda mais a taxa criminal.

    - concerteza não aprovaria o sabor. De toda sorte... Agora que sei quem são os peões desse jogo, ao menos a maior parte. Aceito fazer esse trabalhinho sujo pra você Donald, me dê o aparato. E me diga aonde no centro da cidade esses dois estão e algo mais sobre o que estão investigando para eu ter uma desculpa para chegar lá do nada
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    [Noites Alquímicas] Prólogo: O Purgo dos Caixões - Página 2 Empty Re: [Noites Alquímicas] Prólogo: O Purgo dos Caixões

    Mensagem por Freak(out) em Seg 24 Jun - 6:18

    SCOTT L. SUMMERS – BEAUMONT

    Scott L. Summers:
    Força de Vontade: 07/07
    Vitalidade: 06/06
    Humanidade: 7/7

    Municiador Atual: 14/15

    NORA VANGER – BLACK THIEF

    Nora Vanger:
    Força de Vontade: 06/06
    Vitalidade: 05/05
    Humanidade: 7/7

    JOSH STORM – MITZRAEL

    Josh Storm:
    Força de Vontade: 04/04
    Vitalidade: 06/06
    Humanidade: 7/7

    Nora estava cercada. Ninguém a segurava mais, mas havia um círculo de pessoas ao redor dela, evitando, assim, que ela pudesse escapar. Próximo dela, um homem inocente estava estirado, de olhos fechados e inconsciente, com o rosto ferido e sujo de sangue na região da boca, nariz e supercílio esquerdo. Ela era encarada por pessoas de várias idades, de ambos os sexos e de vários tipos, e recebia deles todo tipo de olhar: de revolta, de assombro e de suspeita, como se pensassem “Essa garota só pode ser louca”. Um homem usava o seu smartphone para chamar uma ambulância, enquanto outro discava para a polícia.

    Nora não sabia direito que diabos tinha acontecido. Ela apenas sabia que sua noite, que havia se tornado um inferno, acabara de piorar…

    Scott havia ligado para o hospital e, sem se identificar, chamara uma ambulância no endereço dos Vanger, contando o que havia acontecido – uma criança havia sido baleada e morta. Nesse momento, enquanto ele ainda encarava aquele cadáver infantil de forma desoladora, escutou alguém entrando na casa e chamando por ele. A voz era de Josh, sem dúvidas.

    Josh escreveu:– Scott ? Scott? Cara você tá ai? Tá bem?

    Nesse momento Josh olha o corpo de uma menina de vestido vermelho no chão, com uma bala na cabeça e imediatamente percebe o que aconteceu. A pergunta que lhe veio na mente foi: por que diabos o delegado atiraria na cabeça de uma criança?

    CARL LUCAS – JOHN MILTON

    Carl Lucas:
    Força de Vontade: 06/06
    Vitalidade: 06/06
    Humanidade: 7/7

    Carl escreveu:– Com certeza não aprovaria o sabor. De toda sorte… Agora que sei quem são os peões desse jogo, ao menos a maior parte. Aceito fazer esse trabalhinho sujo pra você Donald, me dê o aparato. E me diga aonde no centro da cidade esses dois estão e algo mais sobre o que estão investigando para eu ter uma desculpa para chegar lá do nada.

    Donald sorriu satisfeito e entregou o pendrive nas mãos de Carl.

    – Scott e Alysha estavam investigando um assassino em série que a mídia chamou de “Leather Face”. Se o meu cliente de fato está envolvido com esse cara ou é o próprio cara eu não sei. Ele não me disse e, sinceramente, eu não me importo.

    Nesse momento Donald fez um sinal e aquela mulher linda se aproximou da mesa. Ela olhou para Carl, sorriu e deixou uma pasta de arquivos sobre a mesa. Em seguida ela se afastou e desceu as escadas.

    – É, Carl… Na era digital o papel é ainda muito valorizado se você não quer correr o risco de dar dados de presente para qualquer um. Nessa pasta você vai ter toda a informação de que precisa sobre o caso do “Leather Face”. Estude-o bem, pois quanto maior o seu entendimento, mais convincente serão os seus argumentos. Contudo, se quiser arriscar uma abordagem relâmpago, fiquei sabendo que Scott está agora no centro – e nesse momento Donald passa a Carl o endereço de Nora Vanger, mesmo que Carl não conheça Nora – pelo menos não ainda.

    Donald então acaba sua bebida. Assim que engole o último trago, ele fecha os olhos e suspira com uma intensidade semelhante a um prazer sexual, então volta a abrir os olhos e diz:

    – Quando estiver livre, volte aqui e experimente alguma das garotas. Acho que vai gostar dessas experiências mais alternativas que esse lugar oferece.

    Donald se levanta e é seguido por todos do seu grupo. Eles descem as escadas e deixam a boate. Nesse momento uma nova música começa a tocar na boate:

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    Mensagem por Beaumont em Seg 24 Jun - 15:59

    Meus olhos fitaram os de Josh, nada pude dizer. Estava estampado na minha cara o meu erro. Uma lágrima escorreu dos meus olhos e eu cerrei os dentes. Queria poder fazer algo, mas eu estaria me enganando em dizer que ela ainda estava viva, chequei seus pulsos e seu pescoço. 

    Leon : - Josh, não se aproxime de mim... Por favor! Eu estava em panico, a adrenalina subiu. Talvez eu tenha achado que era o agressor da mãe de Nora Vanger...Quando percevi já tinha disparado. Eu não sei o que aconteceu. Mas eu fui negligente ! Me desculpe Josh, me desculpe. 

    A primeira coisa que eu fiz então foi tirar o pente da arma. Eu não poderia acidentalmente matar Josh ou Nora tambem, arremessei a arma pelo chão na direção de Josh e gritei. 

    Leon: - Afaste isso de mim. Josh, antes que eu cometa outro erro de principiante, não posso acreditar no que fiz, não mereço ser um policial dessa maneira. Eu sinto muito pai.
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    [Noites Alquímicas] Prólogo: O Purgo dos Caixões - Página 2 Empty Re: [Noites Alquímicas] Prólogo: O Purgo dos Caixões

    Mensagem por mitzrael em Seg 24 Jun - 17:23

    Josh olhava surpreso com a atitude de seu amigo .
    Ele ficava parado olhando pra seu amigo
    E aos poucos ele vai se escorando
    Na parede em ato de protecao .
    As palavras que o Scott emitia ficavam inlegiveis
    Pra Josh ele tava totalmente em panico
    Por alguns estantes .
    Mas logo voltava a si .
    E pegava a arma e olhava o pente da arma
    .
    _fique calmo meu amigo essa noite ta bem
    Complicada .
    _a guria q vc me pediu pra ajudar ta louca e ataco
    Um homem que estava passando .entao nao
    Se culpe por seu erro .
    _fique calmo tudo vai dar certo vc e
    Um grande policial nao vai estragar sua
    Carreira .
    _vamos sair daqui meu amigo .

    Josh sabia q tinha de se manter calmo
    Ja que todos em seu lado pareciam
    Tao fora de controle
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