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    [Noites Alquímicas] Prólogo: O Purgo dos Caixões

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    [Noites Alquímicas] Prólogo: O Purgo dos Caixões - Página 3 Empty Re: [Noites Alquímicas] Prólogo: O Purgo dos Caixões

    Mensagem por Freak(out) em Sab Jul 06, 2019 2:03 pm

    SCOTT L. SUMMERS – BEAUMONT

    Scott L. Summers:
    Força de Vontade: 07/07
    Vitalidade: 06/06
    Humanidade: 7/7

    Municiador Atual: 14/15

    NORA VANGER – BLACK THIEF

    Nora Vanger:
    Força de Vontade: 06/06
    Vitalidade: 05/05
    Humanidade: 7/7

    JOSH STORM – MITZRAEL

    Josh Storm:
    Força de Vontade: 04/04
    Vitalidade: 06/06
    Humanidade: 7/7

    “Pobre Josh!”, seria algo clichê a se dizer nesse momento. O sujeito que estava atrás apenas de uma noite tranquila na praia com sua linda jovem acabou por se envolver em uma espécie de insanidade digna de um pesadelo febril. Todos ao seu redor pareciam estar descontrolados, furiosos e com tendências homicidas. Ao mesmo tempo que ele tentava ajudar seu velho amigo delegado, ele não conseguia esconder totalmente um certo receio de estar perto de um cara que meteu uma bala na cabeça de uma garotinha, o que o fazia agir na defensiva constantemente.

    Quando Josh saiu praticamente carregando Scott, que estava totalmente desamparado, ele notou que a multidão começava a se dispersar e que Nora não era mais vista em local algum. Uma ambulância  – provavelmente a ambulância que carregava o senhor que Nora espancara – preparava-se para sair, ligando a sirene. Nesse mesmo instante um táxi para próximo deles e da parte de trás surge Alisha, a bela parceira de Scott. Ela paga a corrida e vai até eles.

    – Samantha está agora com a mãe de Nora no hospital. Felizmente parece que não é tão grave como imaginávamos. Eu queria ter vindo antes, mas… Aconteceu alguma coisa? O que houve, Scott? Por que ele está assim, tão abatido? – pergunta ela, olhando para Scott. – Bem, depois você me diz. Deixe-me dar uma olhada na cena, sim?

    Alisha entra sem esperar resposta e sem dar chance de nenhum aviso, parecendo mais despreocupada e até mesmo animada com algo – provavelmente sentindo que agora poderá finalmente pegar o infeliz do Arthur e colocá-lo atrás das grades. Josh fica em pânico ao pensar que ela verá o cadáver da garotinha. Enquanto tenta pensar em alguma desculpa absurdamente fantástica para tentar livrar Scott da encrenca, Alisha logo volta e diz:

    – Certo. Eu vi o lugar e é melhor não contaminarmos para não dificultar o trabalho da perícia. Há sinais de violência o suficiente para incriminar aquele bastardo. Enfim, agora eu gostaria de saber o que o Scott tem. Temos uma chance de fazer justiça, mas ele não parece muito contente. Aconteceu alguma? – Alisha simplesmente está agindo como se não tivesse visto o corpo de uma criança baleada na cabeça ao entrar na casa, o que Josh sabe que é impossível de se ver, uma vez que basta alguns passos para se entrar na cozinha.

    * * *

    Nora olhava para o chão. Totalmente sem emoção, como se fosse um androide. Ela estava em uma viatura, na porta de trás. O policial que dirigia, um sujeito narigudo de cabelo preto e liso, penteado para trás, dirigia sem falar nada, tampouco olhar para ela.  Ela voltou a olhar para o chão e, ao fechar os olhos, parecia que escutava vários sons distintos e várias pessoas conversando com ela, embora ninguém além do policial estivesse presente naquela viatura com ela.


    – Considerem que Nora ouviu o início desse vídeo até um minuto e dezesseis segundos. –

    Quando tudo voltou a ficar em silêncio e ela voltou a abrir os olhos, notou que não estava mais em uma viatura. Não havia nem mesmo aquela grade que separada a cabine do motorista da parte de trás. Era modelo elegante da marca BMW, mas definitivamente não era um carro policial. O sujeito que dirigia era o mesmo, mas usava uma jaqueta de couro, e não uniforme. Ao olhar para a janela, notou que estavam indo para uma parte da cidade mais desolada, mais infame e mais temida. O carrou virou em uma esquina e entrou em um velho galpão, onde ele parou subitamente. O homem desceu, abriu a porta para Nora e esperou que ela descesse. Quando ela colocou os pés no chão, viu que estava em um lugar muito frio e escuro, provavelmente abandonado. A única luz que via era uma brasa de cigarro do motorista que agora estava ao seu lado, fumando. Aos poucos começava a voltar a si, a achar tudo isso muito estranho. Quando finalmente caiu a ficha e sua lucidez voltou, ela se perguntou mentalmente “Mas que porra está acontecendo aqui?! Onde estou?!”, ela estava prestes a entrar em pânico e questionar o motorista sobre tudo aquilo, mas uma luz de lanterna veio dos fundos se aproximando cada vez mais, e isso captou sua atenção a ponto de ela não desejar correr, e sim ver que merda aconteceria a seguir. Quando o portador – ou melhor, a portadora – da lanterna ficou a poucos centímetros de Nora, ela olhou aquela mulher nos olhos com um misto de dúvida e medo; em resposta, a mulher lhe sorriu.

    [Noites Alquímicas] Prólogo: O Purgo dos Caixões - Página 3 From_dusk_till_dawn_the_series.santanico_pandemonium

    O sorriso alargou-se e ela mostrou seus dentes belos, brancos e afiados como os de um lobo.
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    [Noites Alquímicas] Prólogo: O Purgo dos Caixões - Página 3 Empty Re: [Noites Alquímicas] Prólogo: O Purgo dos Caixões

    Mensagem por John Milton em Seg Jul 08, 2019 1:46 pm

    O ar pesado, cheiro de suor e lascivia, os maneirismos de Donald... Nada afastava de Carl a ideia de que estava sendo engolfado por uma onda, sendo arrastado ao mais fundo dos solos subterrâneos. Carl sentia naquela mulher que se aproximava a vinda do Destino, do Fantasma do Natal Futuro.

    Mulheres bonitas sempre foram o prenuncio da perdição, mas aquela, ele se arrepiava... Era proprio Anjo Negro portador da Ceifa e da Ampulheta...

    E ao pegar o pen drive sabia que aceitara trilhar um caminho sem volta....

    Os dados estavam lançados...

    Ele observa a mulher se afastando... O caminhar da mesma... antes de voltar de seu devaneio e novamente focar em Donald, pegando a pasta que lhe fora entregue.

    Narrador escreveu:– É, Carl… Na era digital o papel é ainda muito valorizado se você não quer correr o risco de dar dados de presente para qualquer um. Nessa pasta você vai ter toda a informação de que precisa sobre o caso do “Leather Face”. Estude-o bem, pois quanto maior o seu entendimento, mais convincente serão os seus argumentos. Contudo, se quiser arriscar uma abordagem relâmpago, fiquei sabendo que Scott está agora no centro – e nesse momento Donald passa a Carl o endereço de Nora Vanger, mesmo que Carl não conheça Nora – pelo menos não ainda.

    Donald então acaba sua bebida. Assim que engole o último trago, ele fecha os olhos e suspira com uma intensidade semelhante a um prazer sexual, então volta a abrir os olhos e diz:

    – Quando estiver livre, volte aqui e experimente alguma das garotas. Acho que vai gostar dessas experiências mais alternativas que esse lugar oferece.

    Carl nada fala, mas acenando um adeus silencioso a Donald. Ele aguarda o Hacker e sua trupe deixar aquele andar e abre a pasta, tentando absorver o máximo de informações que ela trazia, antes de, também, deixar o recinto



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    [Noites Alquímicas] Prólogo: O Purgo dos Caixões - Página 3 Empty Re: [Noites Alquímicas] Prólogo: O Purgo dos Caixões

    Mensagem por mitzrael em Qui Jul 11, 2019 10:38 am

    Josh so pensava em retirar seu amigo daquele local , scott estava fora de si como um boneco , devido o que tinha acabado de fazer .

    Pensando: droga scott o que vc fez ? quem era aquela menina ?? pq vc atiro ?

    As perguntas martelavam a cabeça de Josh quando a parceira de Scott aparecia mas pela visto ela nao
    tava preocupada não parava de falar aque ela entra no apartamento , o que faz Josh sentir um frio em sua coluna de medo e pavor

    Pensando: droga ela vai ver a menina morta , o posso fazer pra ajudar o scott sair dessa ?
    Pensa , pensa droga , vamos Josh ele é seu amigo .


    Josh pega a arma da mao de Scott e a limpa tirando a digital dele e a segura colocando a dele na arma .

    Quando josh coloca a arma atraz presa em seu cinto ve a parceira de Scott falando mas sem se referir a menina morta .

    -Oi não sei quem é voce mas segure o Scott ele não ta bem preciso ver uma coisa .

    Josh fala lagando scott com cuidado e indo ate o ap pra ver se a menina ainda estava la
    e assim pensar em o que ia fazer pra livrar seu amigo daquela inrascada .

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    [Noites Alquímicas] Prólogo: O Purgo dos Caixões - Página 3 Empty Re: [Noites Alquímicas] Prólogo: O Purgo dos Caixões

    Mensagem por Freak(out) em Sex Jul 12, 2019 5:24 pm

    CARL LUCAS - JOHN MILTON

    Carl Lucas:
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    Carl olhava a pasta e aquilo era um verdadeiro compêndio de informações. Haviam relatórios, imagens e alguns cds com etiquetas que diziam “Áudios 1-10”, “Áudios 11-20’, “Áudios 21-30” e “Áudios 31-40”. Pelo teor técnico da informação que havia naquelas páginas, era óbvio que, ou Donald e seu pessoal tinham invadidos computadores específicos para obter esses dados, ou tinham feito do bom e velho suborno com as pessoas certas, usando as palavras certas e oferecendo uma quantia atraente de dinheiro.

    Enquanto analisava os documentos procurando o máximo de informações possíveis, a música do lugar muda novamente. Agora era mais agitada e parecia provocar uma grande histeria, pois todos se empolgaram com ela, como se fosse um verdadeiro concerto e a grande maioria se levantou para ir até a pista dançar. A música e a agitação se tornaram mais altas do que de costume. Era simplesmente impossível se concentrar naquele lugar, no meio daquele caos, e isso acabou por irritar Carl, que decidiu deixar a boate o mais rápido possível.


    – Obs.: Carl falhou em um teste de Inteligência + Investigação. A zona e a dificuldade de concentração foi a justificativa para o fato de ele não ter conseguido informações Razz

    Carl deixou o lugar, passando por um verdadeiro amontoado de pessoas, se espremendo entre garotas e garotos que roçavam entre si ao ritmo da música. Aquelas luzes piscando em um ritmo frenético e convulsivo o irritavam ainda mais e foi apenas quando ele alcançou a porta de saída é que ele finalmente pode suspirar de alívio. A sensação claustrofóbica de ansiedade que estava prestes a evoluir para um ataque de pânico saiu de sua mente como um grande peso, e assim ele sentiu seu batimento cardíaco, antes muito acelerado, voltar para o ritmo normal.

    Antes de, por fim, cruzar a porta e sentir o ar da rua em seu rosto, Carl olhou para trás, para contemplar mais uma vez sua libertação daquele mar de pessoas, e foi então que ele viu – ou pelo menos teve a impressão de ver – a seguinte figura entre o meio de chapados, olhando fixadamente para ele:

    [Noites Alquímicas] Prólogo: O Purgo dos Caixões - Página 3 Sophie10

    Uma garotinha toda ensanguentada olhava para ele. Não apenas uma garotinha qualquer, mas  era Sophie Mason. Todos sabiam quem era ela, todos sabiam o que havia acontecido com ela e Carl sabia muita bem que ela estava morta, logo não poderia ser ela ali, encarando-o. De qualquer forma a visão durou um único instante e, durante a incerteza de ter mesmo visto ou não Sophie, Carl se lembrou que queria muito sair daquela porra de lugar.

    Ele agora se dirigia de volta ao seu escritório, onde poderia arrumar paz para conseguir analisar todo o material de dados que havia conseguido com Donald. Foi nessa hora que ele percebeu que o endereço que Donald havia passado era caminho para seu escritório e, por uma incrível coincidência, ele estava olhando para a casa que estava do outro lado da rua e, além disso, na porta escancarada estava Scott, Alysha e uma terceira pessoa – um rapaz – que Carl parecia não conhecer.

    – Agora é com Carl. Ele pode ignorar e voltar ao escritório ou tentar abordar o trio na porta. –
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    [Noites Alquímicas] Prólogo: O Purgo dos Caixões - Página 3 Empty Re: [Noites Alquímicas] Prólogo: O Purgo dos Caixões

    Mensagem por Beaumont em Sex Jul 12, 2019 6:30 pm

    Ver Allie naquele momento me fazia imaginar o que ela pensaria ao ver o tiro certeiro no cranio da criança lá dentro. Ainda desnorteado eu olhei para ela e esperei a sua reação, na verdade eu já não me sentia mais alguém apto a continuar qualquer investigação naquela ou qualquer outra noite. Coloquei a mão ma cabeça, ela estava estourando de dor. Mas quando ela voltou parecia indiferente.

    Leon : - Josh, voce viu não foi ? Porque ela está agindo assim. Allie, a menina, a criança ! Foi culpa minha. Eu fui o culpado pela garota morta lá dentro... Eu sinto muito Allie !
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    [Noites Alquímicas] Prólogo: O Purgo dos Caixões - Página 3 Empty Re: [Noites Alquímicas] Prólogo: O Purgo dos Caixões

    Mensagem por Freak(out) em Sab Jul 20, 2019 2:28 am

    SCOTT L. SUMMERS – BEAUMONT

    Scott L. Summers:
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    JOSH STORM – MITZRAEL

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    Josh escreveu:– Oi não sei quem é você, mas segure o Scott. Ele não tá bem e eu preciso ver uma coisa.

    Alisha ainda conservava um olhar de dúvida, mas não respondeu. Pegou em Scott e o segurou, embora fosse evidente que ela não tinha muita força para segurar ele, já que Scott desmoronava feito um saco de batatas em cima dela.

    – Ver o que? A cena do crime? – perguntou Alisha para Josh. – É melhor não entrarmos. A perícia logo vai chegar e se ficarmos lá dentro só iremos dificultar para eles.

    Nesse momento Scott levanta a cabeça, com um certo ar de indignação ou mesmo confusão extrema e diz:

    Scott escreveu:– Josh, você viu, não foi? Por que ela está agindo assim?! Allie, a menina! A criança! Foi culpa minha. Eu fui o culpado pela garota morta lá dentro… Eu sinto muito Allie!

    Alisha então retribui o olhar confuso e fica quieta por um instante, tentando entender o que Scott dizia.

    – Scott, do que diabos você está falando? Não tem criança nenhuma lá dentro… Espera! Onde está Nora?! É dela que você está falando? Aconteceu alguma coisa com ela?!

    Alisha agora via-se surpresa e ao mesmo tempo confusa. Ela olhava para Josh e Scott de forma alternadamente rápida, procurando alguma resposta.

    – Você está me dizendo que atirou na Nora?

    Nesse momento a perícia chegou acompanhada de algumas viaturas de escolta. A casa foi isolada e Alysha afastou Josh e Scott para perto dos policiais que chegavam, a fim de não atrapalhá-los ficando no caminho.

    – Vocês devem estar com a cabeça cheia, vocês dois – disse ela. – Não os culpo. Foi uma noite intensa, cheia de acontecimentos bizarros. É melhor voltarmos a delegacia e tomarmos um café, descansarmos um pouco. Seu amigo pode vir também, se quiser.

    Toda aquela situação deixou Josh e Scott perplexos. Eles sabiam o que tinham visto e era simplesmente impossível um cadáver desaparecer assim, sem ninguém ver, em um período tão insignificantemente curto de tempo. Enquanto processavam tudo, um dos rapazes da perícia se aproximou de Alysha. Seu nome era Edward Lewis, mas todos o chamavam de Ed, ou Ed Lew.

    – E então, Ed? Como estão as coisas lá? – perguntou Alysha.

    – Estamos indo bem, senhora. Coletamos um bom material genético que se resume a sangue e cabelo. O lugar está bem arrebentado, mas conseguimos uma boa coleta e… Ah! Acredita que um idiota passou um trote dizendo que tinha uma criança morta lá dentro? Esses filhos da puta adoram fazer piada com coisa séria. Gente sem noção do caralho!

    Enquanto Ed se afastava xingando e reclamando de volta para a cena do crime para continuar as investigações, Alysha arqueou uma sobrancelha e encarou Scott, se perguntando se havia sido ele que havia feito a tal denúncia – o que tudo indicava que era, pelo o que ele havia dito antes.
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    [Noites Alquímicas] Prólogo: O Purgo dos Caixões - Página 3 Empty Re: [Noites Alquímicas] Prólogo: O Purgo dos Caixões

    Mensagem por Beaumont em Sab Jul 20, 2019 8:27 am

    Eu precisava colocar as coisas no lugar. Minha mente parecia estar pregando peças mas isso já vinha acontecendo há muito tempo. Alisha não acreditou em mim, mas as palavras de Ed me deram uma ideia. Corri um pouco atrás dele ainda com a mão na cabeça doendo e disse :

    Leon: - Ed, por favor verifique o dna de todo mundo que estava lá dentro por favor. Eu entrei na cena do crime com Josh (apontei) veja se havia rastros de mais alguem alem de Nora e seus pais naquela casa recentemente. Me avise se descobrir alguém a mais lá. Não estou na investigação mas seria importante para mim.

    Ed. Poderia encontrar os rastros daquela menina por lá em algum lugar. Cabelo, miolos mesmo se alguem limpou foi pouco tempo para se fazer um trabalho perfeito. O rosto daquela menina vai ficar na minha cabeça e eu preciso ver nos registros policiais se tem algo em ela possa estar envolvida, quem sabe Nora tenha uma irmã mais nova e esqueceu de mencionar.

    Leon : - Josh, se quiser pode vir conosco, vamos beber um café e conversar sobre o assunto. Você está morando por aqui ou a passeio ? Podemos aproveitar e colocar o papo em dia, te prometo que minha vida social não é essa loucura. Essa é Alisha, somos da Carolina do Sul mas viemos para nos efetivar aqui. Allie, obrigado pela ajuda, te devo um café e uma pizza dessa vez !
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    [Noites Alquímicas] Prólogo: O Purgo dos Caixões - Página 3 Empty Re: [Noites Alquímicas] Prólogo: O Purgo dos Caixões

    Mensagem por mitzrael em Qua Jul 31, 2019 11:47 am

    [Noites Alquímicas] Prólogo: O Purgo dos Caixões - Página 3 D4d8d712c7951e556a76b875395d8467

    Leon : - Josh, se quiser pode vir conosco, vamos beber um café e conversar sobre o assunto. Você está morando por aqui ou a passeio ? Podemos aproveitar e colocar o papo em dia, te prometo que minha vida social não é essa loucura. Essa é Alisha, somos da Carolina do Sul mas viemos para nos efetivar aqui. Allie, obrigado pela ajuda, te devo um café e uma pizza dessa vez !

    Josh ainda ficava confuso com tudo aquilo sua mente tinha pensado em varias maneiras pra salvar seu amigo
    mas ja era tarde de mais pra fazer algo , entao o seria feito agora por diante ? era o que se passava na cabeça de Josh

    Ele se escorava na porta do carro e se apoiava olhava bem em seu redor , e olhava pra baixo , como não acredita se na cnfusão que tinha acabo de entrar .

    Sim moro aqui perto amigo , Prazer Alisha meu amigo aqui sempre teve um dedo bom pra amigas mulheres e to vendo que isso não mudo em nada .

    Josh estendia a mao pra segurar a da Alisha .

    Sim vamos marcar um encotro gostei da ideia da pizza .


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    [Noites Alquímicas] Prólogo: O Purgo dos Caixões - Página 3 Empty Re: [Noites Alquímicas] Prólogo: O Purgo dos Caixões

    Mensagem por John Milton em Qui Ago 01, 2019 1:03 pm

    O barulho e o amontoado de pessoas incomodava o Caçador de Recompensas.

    Ele não conseguia raciocinar naquele lugar, apesar de todo o material bem organizado. Se sentia dentro de um caleidoscópio bizarro.

    Ele fecha a pasta deixando o local, mas ao dar uma ultima olhada para trás aquela menina o sobressaltou

    Ele balancou a cabeça e fixou mais uma vez o olhar, mas a imagem já havia desaparecido

    -Sophie Manson? Devo estar ficando louco, ele comentou consigo mesmo.

    Ele balança mais uma vez a cabeça e vê, talvez com um golpe de sorte que estava mais próximo de seus alvos do que poderia imaginar.

    Mas como ele chegaria naqueles três, sem qualquer justificativa? Ele atravessa a rua, numa vã tentativa de ouvir o que conversavam e tentar pegar algum gancho.





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    [Noites Alquímicas] Prólogo: O Purgo dos Caixões - Página 3 Empty Re: [Noites Alquímicas] Prólogo: O Purgo dos Caixões

    Mensagem por Freak(out) em Qua Ago 07, 2019 7:10 am

    Carl surpreende-se ao ver que, como se fosse um sinal ou “estranha coincidência”, os dois agentes que Donald o havia designado para espionar estavam ali, do outro lado da rua, a poucos metros dele. Seria uma abordagem crua? Com certeza. Arriscada? De fato. Ainda assim, Carl decide tentar. Havia ali também mais dois elementos que Carl não conhecia, sendo que um deles era claramente um membro da perícia, mas isso não o parou. Esgueirando-se como apenas mais um “qualquer” passando por ali, naquele momento, ele foi capaz de captar uma boa parte da conversa:

    ????? escreveu:– Estamos indo bem, senhora. Coletamos um bom material genético que se resume a sangue e cabelo. O lugar está bem arrebentado, mas conseguimos uma boa coleta e… Ah! Acredita que um idiota passou um trote dizendo que tinha uma criança morta lá dentro? Esses filhos da puta adoram fazer piada com coisa séria. Gente sem noção do caralho!

    Scott escreveu:– Ed, por favor verifique o dna de todo mundo que estava lá dentro por favor. Eu entrei na cena do crime com Josh (apontei) veja se havia rastros de mais alguém além de Nora e seus pais naquela casa recentemente. Me avise se descobrir alguém a mais lá. Não estou na investigação mas seria importante para mim.

    Ed. escreveu:– Sem problemas, delegado. Pode deixar.

    Scott escreveu:– Josh, se quiser pode vir conosco, vamos beber um café e conversar sobre o assunto. Você está morando por aqui ou a passeio ? Podemos aproveitar e colocar o papo em dia, te prometo que minha vida social não é essa loucura. Essa é Alisha, somos da Carolina do Sul mas viemos para nos efetivar aqui. Allie, obrigado pela ajuda, te devo um café e uma pizza dessa vez !

    Josh escreveu:– Sim moro aqui perto amigo , Prazer Alisha meu amigo aqui sempre teve um dedo bom pra amigas mulheres e to vendo que isso não mudo em nada.

    Nesse momento Carl vê Alisha apertar a mão do tal Josh com um sorriso meio sem graça.

    Josh escreveu:– Sim vamos marcar um encontro gostei da ideia da pizza .

    Carl tomava notas mentais rápidas. O sujeito que se afastou era um tal de Ed. Alisha e Scott estavam ali, juntos de um homem que tudo indicava que se chamava Josh.

    – Com licença? Posso te ajudar? – disse Alisha, se virando para o lado, o que fez com que Scott e Josh também se virassem.

    De repente Carl estava ali, sendo encarado pela moça loira, que havia notado sua aproximação. Scott e Josh também o olhavam, de certa forma surpresos, pois nenhum dos dois tinham notado a aproximação dele.

    – Senhor, desculpe mas vou ter que pedir para o senhor sair. Isso é uma investigação policial – insistiu Alisha. O que Carl poderia falar agora para se aproximar deles?
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    [Noites Alquímicas] Prólogo: O Purgo dos Caixões - Página 3 Empty Re: [Noites Alquímicas] Prólogo: O Purgo dos Caixões

    Mensagem por mitzrael em Sab Ago 10, 2019 10:47 am

    [Noites Alquímicas] Prólogo: O Purgo dos Caixões - Página 3 D4d8d712c7951e556a76b875395d8467

    Josh olhava pro cara com um olhar frio .

    -Ao cara ai chego no sapatinho e outro amigo de vcs ??

    Josh segurava na mao da policial e a olhava bem nos olhos .

    -Desculpa ai te deixar sem graça linda .

    E dava uma piscada

    -Aproposito galerinha eu to liberado dessa Vibe ou tenho de seguir vcs ainda ??

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    [Noites Alquímicas] Prólogo: O Purgo dos Caixões - Página 3 Empty Re: [Noites Alquímicas] Prólogo: O Purgo dos Caixões

    Mensagem por Beaumont em Dom Ago 25, 2019 1:42 am

    Josh escreveu:-Ao cara ai chego no sapatinho e outro amigo de vcs ??

    Leon: - Pelo visto...Não, mas tenho a impressão de que logo saberemos...

    Eu dizia como uma indireta para que ele se apresentasse. Algo me pareceu muito estranho nessa abordagem, seria ele um repórter ? Um suspeito ? Suspeitos geralmente fogem da cena do crime o mais rápido possível, ele parece estar bisbilhotando e meus palpites rolam acerca de um repórter investigativo talvez. Mas é muito cedo para que essa história já esteja sendo vasculhada...Sei lá, não estou com cabeça para fazer deduções, muita coisa acontecendo. No fim acho que só vou querer uma pizza e um pouco de conversa com Josh e Allie. Eu realmente estou duvidando da minha sanidade de uns tempos para cá. 

    Eu então respirei fundo e limpei os olhos. O sono começava a me pegar de novo, não me recordo qual foi o ultimo dia que eu dormir mais de 6 horas inteiras, o caso do Culto Macabro realmente levava todo o meu tempo disponível. 

    Josh escreveu:Aproposito galerinha eu to liberado dessa Vibe ou tenho de seguir vcs ainda ??

    Leon: - Apenas se quiser vir com a gente, eu pago a pizza. Mas depois de saber se podemos ajudar de alguma forma o senhor aqui na nossa frente. 

    Procurei ser invasivo e forçar o homem a se apresentar. Ele estava em meio a policiais e por mais que ele não fosse obrigado, seu rosto já estava visado em nossas mentes.
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    [Noites Alquímicas] Prólogo: O Purgo dos Caixões - Página 3 Empty Re: [Noites Alquímicas] Prólogo: O Purgo dos Caixões

    Mensagem por JTaguchi em Dom Ago 25, 2019 8:22 pm

    [Noites Alquímicas] Prólogo: O Purgo dos Caixões - Página 3 Tattoo-cabe%C3%A7a-moda-masculina-tendencias-ver%C3%A3o-2019-masculino-roupa-de-homem-menswear-23-1[center]

    Gisela estava na porta do quarto, encostada no batente. A luz que vinha da cozinha ocultava seu rosto, mas Logan sabia que era ela. Os contornos de seu corpo ficavam difusos enquanto seus olhos ainda se acostumavam com a claridade. Aquele visual era típico dela: uma camiseta de algodão larga, descaradamente surrupiada de seu guarda roupas. A barra chegava em suas coxas, sugerindo de forma sutil o que havia por baixo do tecido desbotado e surrado. As pernas torneadas, marcadas por várias tatuagens: uma caveira mexicana na coxa direita, um intricado padrão indiano na esquerda. A panturrilha direita com a imagem de um Ganesha. Na esquerda, uma naja.

    Logan adorava vê-la daquele jeito. O cabelo roxo bagunçado, a maquiagem borrada da noite anterior, o olhar malicioso que o conquistara desde a primeira vez, anos atrás. Era incrível como a mesma visão causava o mesmo efeito.

    Gisela:
    [Noites Alquímicas] Prólogo: O Purgo dos Caixões - Página 3 9f401be4a1b76c2bf344b95511ab2d44

    — Bom dia, seu preguiçoso. — disse ela, com um sorriso sacana.

    Ele piscou com força, depois se apoiou sobre os cotovelos, ainda deitado na cama. Olhou para ela por alguns segundos, sem dizer nada. Sorriu.

    — Bom dia. — falou. — Está aí faz tempo?

    Ela não respondeu. Caminhou até ele num andar sedutor, depois engatinhou na cama até seu rosto ficar muito próximo do dele.

    — Eu sempre estou aqui, Logan. — respondeu. — É uma pena que eu esteja morta e você seja um maldito chupador de sangue.

    Então ela riu. E do nada, o quarto se dissolveu para se transformar no terraço de um prédio em Amsterdam. O céu estava nublado e soprava um vento gelado, exatamente naquele dia. Gisela abriu os braços, rindo descontroladamente. Os olhos injetados de heroína não mostravam nada além de uma profunda loucura.

    — EU TRANSCENDI A HUMANIDADE! — ela gritou, e se jogou no vazio.

    Foi como se o mundo todo caísse com ela. Gisela continuava com os braços abertos, a expressão de pura insanidade no rosto e a risada descontrolada. O asfalto cinzento veio ao seu encontro, e ela se transformou num amontoado de carne, sangue, tripas e ossos quebrados.

    Num sobressalto, Logan acordou. Mais uma noite começava.
    [center]***

    Estou no Lucretia’s. Não se atrase.

    Era o que dizia a mensagem de Ian no celular. A noite ainda estava começando, e isso significava apenas uma coisa: trabalho. Ian não era muito adepto do uso de celulares e a comunicação virtual se resumia a mensagens curtas e diretas, como aquela. Ele também não era do tipo que liga apenas para saber como você está.

    Se vampiros formassem família, Ian seria avô de Logan em vários sentidos. Para começar, ele tinha abraçado sua senhora, Jessica, há alguns anos atrás. A jovem Gangrel, no entanto, era ocupada demais com seu trabalho na cidade para dedicar suas noites à apreciação da dor e da filosofia de Logan, de forma que boa parte de seu aprendizado vinha de Ian. O velho, como assim era chamado, era um vampiro antigo e solitário, que não gostava que enchessem sua paciência e tinha pouca disposição para lidar com outros que não suas crias e seu pupilo. Logan não sabia ao certo, mas o velho tinha muitas histórias e em algum ponto de sua vida mortal, tinha sido um veterano de guerra.

    Ian:
    [Noites Alquímicas] Prólogo: O Purgo dos Caixões - Página 3 C64d57a816695359e5831dc2f5f2e045

    Logan foi andando até o Lucretia’s. Conhecia bem o lugar: uma vez por semana, era responsável pela atração ao vivo, um evento musical chamado Noite Pagã, conduzido por ele e artistas convidados. A noite sempre terminava no subsolo, onde ele conseguia sua preciosa vitae arrancada de mulheres que iam até ele participar de rituais de dor e mortificação.

    Ian estava impaciente quando ele chegou. Alguns olhares conhecidos o cumprimentaram, e ele os retribuiu com cortesia. Do outro lado do salão, Aneska lhe dirigiu um sorriso. Por todos os deuses, ele adorava quando ela aceitava conduzir com ele o ritual no subsolo.

    — Você demorou. — rosnou o velho.

    — Boa noite pra você também, velho. — retrucou, e se sentou num banco no balcão. Ian apenas ergueu uma sobrancelha.

    — Jessica me pediu para te esperar. — contou. — Nós temos trabalho esta noite. Espero que esteja preparado.

    Ele indicou o taco de baseball pendurado nas costas e abriu a jaqueta, mostrando uma faca na cintura. A fome ainda não estava incomodando muito, e ele preferia fazer o que quer que fosse logo para ter o restante da noite livre.

    — Então vamos logo. Aparentemente, temos algumas bundas pra chutar.
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    [Noites Alquímicas] Prólogo: O Purgo dos Caixões - Página 3 Empty Re: [Noites Alquímicas] Prólogo: O Purgo dos Caixões

    Mensagem por Freak(out) em Qua Ago 28, 2019 5:57 am

    LOGAN MCLAIN

    RESUMO:
    Vitalidade: 7/7
    Força de Vontade: 6/6
    Fome: 2/5
    Humanidade: 7
    Ressonância:

    O Lucretia’s Dungeon estava bem cheio, como era de costume. A música eletrônica de atmosfera dark soava alto e aquele monte de mortais adoradores de um conceito que, na verdade, não entendiam, pulavam e dançavam nas pistas. O cheiro de suor era forte e, como era de costume, a dança normalmente era apenas um aquecimento para algo mais. Esse “algo mais” variava de pessoa para pessoa. Nem todos os frequentadores do Lucretia’s eram “freaks”. Alguns estavam ali apenas para beber, dar uns amassos e, quem sabe, ganhar uma transa com alguma “gostosa alternativa” – obviamente esses eram a minoria…

    Logan cumprimentou os rostos conhecidos, sem se demorar muito, pois já encontrava o seu velho de mal humor, escorado em um dos cantos. No entanto ele não deixou de rir quando viu um filhinho de papai em particular dançando no meio da multidão. O sujeito adorava dar o rabo e, da última vez, acabou muito louco de pó com uma garrafa enfiada no cu.

    Ian/Logan escreveu:— Você demorou. — rosnou o velho.

    — Boa noite pra você também, velho. — retrucou, e se sentou num banco no balcão. Ian apenas ergueu uma sobrancelha.

    — Jessica me pediu para te esperar. — contou. — Nós temos trabalho esta noite. Espero que esteja preparado.

    Ian não era do tipo que se divertia muito, ainda mais em um lugar como aquele. A única razão para estar lá é que ele sabia que ali teria privacidade e encontraria fácil o seu “neto”, que costumava a frequentar o Lucrecia’s quase toda a noite.

    Logan escreveu:— Então vamos logo. Aparentemente, temos algumas bundas pra chutar.

    Ian sentiu-se aliviado de sair do lugar, conduzindo Logan para a saída dos fundos, onde sua picape preta estava estacionada. Se tinha alguém que conseguia ser um caipira em uma cidade como aquelas, era de fato Ian.

    – Ela deve estar chegando agora. Vamos dar um tempo por aqui – disse, acendendo um cigarro, e então continuou – Alguns estranhos estão rondando perto do velho observatório. O pessoal mais chegado do Tod disse que alguma coisa estranha está rolando lá, então ele pediu pra gente dar uma olhada.

    Ian verificou seus “suprimentos” dentro da picape. Havia uma escopeta embaixo do banco e uma pistola no porta-luvas.

    – Tanto lugar e tinha que ser justo essa merda de lugar. Aquele lugar é um esgoto a céu aberto e vamos arrumar pra cabeça entrando naquela porra, pode ter certeza.

    Não levou muito tempo até Jéssica aparecer. Ela estacionou seu sedã prata do lado da dupla e baixou o vidro.

    – Você já adiantou a ladainha pra ele?

    – Sim. Ele já sabe o que temos de fazer.

    – Beleza. Vamos indo, então. Melhor fazer essa merda logo. Quanto antes, melhor.


    Logan entrou no carro de Jéssica, sentando-se ao seu lado. Ian mostrava o caminho, e Jéssica se limitava a segui-lo.

    – Esses caras estão sequestrando pessoas e levando para lá. Isso pode embostear para o nosso lado, dependendo do que estiver rolando.

    Levou pouco tempo para chegar ao observatório. Ian estacionou e desceu com suas armas. Jéssica sacou um par de pistolas e deu uma para sua cria.

    – Pega aqui, Logan. Vai ter muito noia dentro dessa merda. Melhor não facilitar.

    O trio se juntou na entrada principal do observatório. O portão estava enferrujado, pichado e parcialmente retorcido.

    – É isso aí – disse Ian. – Vamos botar pra foder.

    Nesse instante uma Bmw apareceu em alta velocidade vindo da mesma estrada que o trio percorreu, entrou cantando pneu e varou o portão sem se preocupar com a lataria do veículo.

    – Que porra é essa?! – gritou Jéssica.

    – Se você ainda tinha dúvidas de que alguma merda está acontecendo lá dentro, agora não precisa duvidar mais – disse Ian, de forma fria e carrancuda. – É muito chão pra cobrir, então é melhor nos separarmos. Eu pego o teatro e observatório. Jéssica, verifica o antigo zoo do lugar e você, Logan, verifica a área perto do cânion. Caso dê merda, usem o código “Scat” na mensagem, beleza?

    [Noites Alquímicas] Prólogo: O Purgo dos Caixões - Página 3 Griffith-Park-Map-1000x1500-56a388513df78cf7727de076

    Off: Logan tem uma Sig p228 (9mm +3)

    [Noites Alquímicas] Prólogo: O Purgo dos Caixões - Página 3 1024px-SIGSauerP226
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    [Noites Alquímicas] Prólogo: O Purgo dos Caixões - Página 3 Empty Re: [Noites Alquímicas] Prólogo: O Purgo dos Caixões

    Mensagem por JTaguchi em Qua Ago 28, 2019 5:17 pm

    Jessica escreveu:– Esses caras estão sequestrando pessoas e levando para lá. Isso pode embostear para o nosso lado, dependendo do que estiver rolando.

    Era sempre assim. Jessica se enfiava nos buracos mais imundos possíveis, descobria coisas desagradáveis e depois vinha contar as histórias e levando a galera toda para a porrada. Quando a quantidade de bundas para chutar era grande demais, ela chamava por Ian, que era a melhor pessoa para essas situações que Logan conhecia. A gangue de Tod era sempre muito barulhenta e não costumava se envolver nesse tipo de operação.

    - Então é isso - murmurou ele. - Vamos fazer o trabalho sujo e depois curtir o resto da noite no Lucretia's. Quero dar umas chicotadas em alguém.

    Jessica ergueu uma sobrancelha. Ia fazer um comentário, mas um carro passando à toda velocidade chamou a atenção dos dois. O carro se chocou contra o portão, arrebentando-o e destruindo o capô no processo. Alguma coisa estava muito errada naquele lugar.

    Ian passou as coordenadas depois que Jessica o presenteou com uma pistola que e Logan não sabia usar. Em outra ocasião, ele a lembraria disso, mas a coisa tinha ficado séria demais. Era melhor não contrariá-la ou, pior ainda, causar raiva no velho. Se ele ficasse com raiva de alguma coisa, até mesmo Jessica se escondia.

    Logan aceitou o rádio, depois o guardou no bolso interno da jaqueta, próximo à faca. A pistola ainda estava na mão, e ele não a guardaria. Preferia manter-se prevenido caso fosse pego de surpresa. Apenas por precaução, decidiu fazer a coisa mais ridícula do mundo: verificar se tinha trazido seus óculos escuro. Por mais idiota que parecesse, eles seriam úteis caso a noite estivesse muito escura e ele precisasse usar seus poderes para enxergar.

    Ian escreveu:– É muito chão pra cobrir, então é melhor nos separarmos. Eu pego o teatro e observatório. Jéssica, verifica o antigo zoo do lugar e você, Logan, verifica a área perto do cânion. Caso dê merda, usem o código “Scat” na mensagem, beleza?

    - Aye, sir - respondeu Logan, de forma quase debochada, e então se afastou em direção ao cânion.

    OFF:
    Não sei como está a iluminação do lugar. Caso haja alguma, Logan vai simplesmente se esgueirar pelas sombras e verificar o que está acontecendo. Caso esteja muito escuro, ele vai por os óculos escuros e ativar Olhos da Besta para não andar às cegas. Os óculos são para disfarçar os olhos brilhantes. XD
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    [Noites Alquímicas] Prólogo: O Purgo dos Caixões - Página 3 Empty Re: [Noites Alquímicas] Prólogo: O Purgo dos Caixões

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