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    [Noites Alquímicas] Prólogo: O Purgo dos Caixões

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    [Noites Alquímicas] Prólogo: O Purgo dos Caixões - Página 3 Empty Re: [Noites Alquímicas] Prólogo: O Purgo dos Caixões

    Mensagem por Freak(out) em Sab Jul 06, 2019 2:03 pm

    SCOTT L. SUMMERS – BEAUMONT

    Scott L. Summers:
    Força de Vontade: 07/07
    Vitalidade: 06/06
    Humanidade: 7/7

    Municiador Atual: 14/15

    NORA VANGER – BLACK THIEF

    Nora Vanger:
    Força de Vontade: 06/06
    Vitalidade: 05/05
    Humanidade: 7/7

    JOSH STORM – MITZRAEL

    Josh Storm:
    Força de Vontade: 04/04
    Vitalidade: 06/06
    Humanidade: 7/7

    “Pobre Josh!”, seria algo clichê a se dizer nesse momento. O sujeito que estava atrás apenas de uma noite tranquila na praia com sua linda jovem acabou por se envolver em uma espécie de insanidade digna de um pesadelo febril. Todos ao seu redor pareciam estar descontrolados, furiosos e com tendências homicidas. Ao mesmo tempo que ele tentava ajudar seu velho amigo delegado, ele não conseguia esconder totalmente um certo receio de estar perto de um cara que meteu uma bala na cabeça de uma garotinha, o que o fazia agir na defensiva constantemente.

    Quando Josh saiu praticamente carregando Scott, que estava totalmente desamparado, ele notou que a multidão começava a se dispersar e que Nora não era mais vista em local algum. Uma ambulância  – provavelmente a ambulância que carregava o senhor que Nora espancara – preparava-se para sair, ligando a sirene. Nesse mesmo instante um táxi para próximo deles e da parte de trás surge Alisha, a bela parceira de Scott. Ela paga a corrida e vai até eles.

    – Samantha está agora com a mãe de Nora no hospital. Felizmente parece que não é tão grave como imaginávamos. Eu queria ter vindo antes, mas… Aconteceu alguma coisa? O que houve, Scott? Por que ele está assim, tão abatido? – pergunta ela, olhando para Scott. – Bem, depois você me diz. Deixe-me dar uma olhada na cena, sim?

    Alisha entra sem esperar resposta e sem dar chance de nenhum aviso, parecendo mais despreocupada e até mesmo animada com algo – provavelmente sentindo que agora poderá finalmente pegar o infeliz do Arthur e colocá-lo atrás das grades. Josh fica em pânico ao pensar que ela verá o cadáver da garotinha. Enquanto tenta pensar em alguma desculpa absurdamente fantástica para tentar livrar Scott da encrenca, Alisha logo volta e diz:

    – Certo. Eu vi o lugar e é melhor não contaminarmos para não dificultar o trabalho da perícia. Há sinais de violência o suficiente para incriminar aquele bastardo. Enfim, agora eu gostaria de saber o que o Scott tem. Temos uma chance de fazer justiça, mas ele não parece muito contente. Aconteceu alguma? – Alisha simplesmente está agindo como se não tivesse visto o corpo de uma criança baleada na cabeça ao entrar na casa, o que Josh sabe que é impossível de se ver, uma vez que basta alguns passos para se entrar na cozinha.

    * * *

    Nora olhava para o chão. Totalmente sem emoção, como se fosse um androide. Ela estava em uma viatura, na porta de trás. O policial que dirigia, um sujeito narigudo de cabelo preto e liso, penteado para trás, dirigia sem falar nada, tampouco olhar para ela.  Ela voltou a olhar para o chão e, ao fechar os olhos, parecia que escutava vários sons distintos e várias pessoas conversando com ela, embora ninguém além do policial estivesse presente naquela viatura com ela.


    – Considerem que Nora ouviu o início desse vídeo até um minuto e dezesseis segundos. –

    Quando tudo voltou a ficar em silêncio e ela voltou a abrir os olhos, notou que não estava mais em uma viatura. Não havia nem mesmo aquela grade que separada a cabine do motorista da parte de trás. Era modelo elegante da marca BMW, mas definitivamente não era um carro policial. O sujeito que dirigia era o mesmo, mas usava uma jaqueta de couro, e não uniforme. Ao olhar para a janela, notou que estavam indo para uma parte da cidade mais desolada, mais infame e mais temida. O carrou virou em uma esquina e entrou em um velho galpão, onde ele parou subitamente. O homem desceu, abriu a porta para Nora e esperou que ela descesse. Quando ela colocou os pés no chão, viu que estava em um lugar muito frio e escuro, provavelmente abandonado. A única luz que via era uma brasa de cigarro do motorista que agora estava ao seu lado, fumando. Aos poucos começava a voltar a si, a achar tudo isso muito estranho. Quando finalmente caiu a ficha e sua lucidez voltou, ela se perguntou mentalmente “Mas que porra está acontecendo aqui?! Onde estou?!”, ela estava prestes a entrar em pânico e questionar o motorista sobre tudo aquilo, mas uma luz de lanterna veio dos fundos se aproximando cada vez mais, e isso captou sua atenção a ponto de ela não desejar correr, e sim ver que merda aconteceria a seguir. Quando o portador – ou melhor, a portadora – da lanterna ficou a poucos centímetros de Nora, ela olhou aquela mulher nos olhos com um misto de dúvida e medo; em resposta, a mulher lhe sorriu.

    [Noites Alquímicas] Prólogo: O Purgo dos Caixões - Página 3 From_dusk_till_dawn_the_series.santanico_pandemonium

    O sorriso alargou-se e ela mostrou seus dentes belos, brancos e afiados como os de um lobo.
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    [Noites Alquímicas] Prólogo: O Purgo dos Caixões - Página 3 Empty Re: [Noites Alquímicas] Prólogo: O Purgo dos Caixões

    Mensagem por John Milton em Seg Jul 08, 2019 1:46 pm

    O ar pesado, cheiro de suor e lascivia, os maneirismos de Donald... Nada afastava de Carl a ideia de que estava sendo engolfado por uma onda, sendo arrastado ao mais fundo dos solos subterrâneos. Carl sentia naquela mulher que se aproximava a vinda do Destino, do Fantasma do Natal Futuro.

    Mulheres bonitas sempre foram o prenuncio da perdição, mas aquela, ele se arrepiava... Era proprio Anjo Negro portador da Ceifa e da Ampulheta...

    E ao pegar o pen drive sabia que aceitara trilhar um caminho sem volta....

    Os dados estavam lançados...

    Ele observa a mulher se afastando... O caminhar da mesma... antes de voltar de seu devaneio e novamente focar em Donald, pegando a pasta que lhe fora entregue.

    Narrador escreveu:– É, Carl… Na era digital o papel é ainda muito valorizado se você não quer correr o risco de dar dados de presente para qualquer um. Nessa pasta você vai ter toda a informação de que precisa sobre o caso do “Leather Face”. Estude-o bem, pois quanto maior o seu entendimento, mais convincente serão os seus argumentos. Contudo, se quiser arriscar uma abordagem relâmpago, fiquei sabendo que Scott está agora no centro – e nesse momento Donald passa a Carl o endereço de Nora Vanger, mesmo que Carl não conheça Nora – pelo menos não ainda.

    Donald então acaba sua bebida. Assim que engole o último trago, ele fecha os olhos e suspira com uma intensidade semelhante a um prazer sexual, então volta a abrir os olhos e diz:

    – Quando estiver livre, volte aqui e experimente alguma das garotas. Acho que vai gostar dessas experiências mais alternativas que esse lugar oferece.

    Carl nada fala, mas acenando um adeus silencioso a Donald. Ele aguarda o Hacker e sua trupe deixar aquele andar e abre a pasta, tentando absorver o máximo de informações que ela trazia, antes de, também, deixar o recinto



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    [Noites Alquímicas] Prólogo: O Purgo dos Caixões - Página 3 Empty Re: [Noites Alquímicas] Prólogo: O Purgo dos Caixões

    Mensagem por mitzrael em Qui Jul 11, 2019 10:38 am

    Josh so pensava em retirar seu amigo daquele local , scott estava fora de si como um boneco , devido o que tinha acabado de fazer .

    Pensando: droga scott o que vc fez ? quem era aquela menina ?? pq vc atiro ?

    As perguntas martelavam a cabeça de Josh quando a parceira de Scott aparecia mas pela visto ela nao
    tava preocupada não parava de falar aque ela entra no apartamento , o que faz Josh sentir um frio em sua coluna de medo e pavor

    Pensando: droga ela vai ver a menina morta , o posso fazer pra ajudar o scott sair dessa ?
    Pensa , pensa droga , vamos Josh ele é seu amigo .


    Josh pega a arma da mao de Scott e a limpa tirando a digital dele e a segura colocando a dele na arma .

    Quando josh coloca a arma atraz presa em seu cinto ve a parceira de Scott falando mas sem se referir a menina morta .

    -Oi não sei quem é voce mas segure o Scott ele não ta bem preciso ver uma coisa .

    Josh fala lagando scott com cuidado e indo ate o ap pra ver se a menina ainda estava la
    e assim pensar em o que ia fazer pra livrar seu amigo daquela inrascada .

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    [Noites Alquímicas] Prólogo: O Purgo dos Caixões - Página 3 Empty Re: [Noites Alquímicas] Prólogo: O Purgo dos Caixões

    Mensagem por Freak(out) em Sex Jul 12, 2019 5:24 pm

    CARL LUCAS - JOHN MILTON

    Carl Lucas:
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    Carl olhava a pasta e aquilo era um verdadeiro compêndio de informações. Haviam relatórios, imagens e alguns cds com etiquetas que diziam “Áudios 1-10”, “Áudios 11-20’, “Áudios 21-30” e “Áudios 31-40”. Pelo teor técnico da informação que havia naquelas páginas, era óbvio que, ou Donald e seu pessoal tinham invadidos computadores específicos para obter esses dados, ou tinham feito do bom e velho suborno com as pessoas certas, usando as palavras certas e oferecendo uma quantia atraente de dinheiro.

    Enquanto analisava os documentos procurando o máximo de informações possíveis, a música do lugar muda novamente. Agora era mais agitada e parecia provocar uma grande histeria, pois todos se empolgaram com ela, como se fosse um verdadeiro concerto e a grande maioria se levantou para ir até a pista dançar. A música e a agitação se tornaram mais altas do que de costume. Era simplesmente impossível se concentrar naquele lugar, no meio daquele caos, e isso acabou por irritar Carl, que decidiu deixar a boate o mais rápido possível.


    – Obs.: Carl falhou em um teste de Inteligência + Investigação. A zona e a dificuldade de concentração foi a justificativa para o fato de ele não ter conseguido informações Razz

    Carl deixou o lugar, passando por um verdadeiro amontoado de pessoas, se espremendo entre garotas e garotos que roçavam entre si ao ritmo da música. Aquelas luzes piscando em um ritmo frenético e convulsivo o irritavam ainda mais e foi apenas quando ele alcançou a porta de saída é que ele finalmente pode suspirar de alívio. A sensação claustrofóbica de ansiedade que estava prestes a evoluir para um ataque de pânico saiu de sua mente como um grande peso, e assim ele sentiu seu batimento cardíaco, antes muito acelerado, voltar para o ritmo normal.

    Antes de, por fim, cruzar a porta e sentir o ar da rua em seu rosto, Carl olhou para trás, para contemplar mais uma vez sua libertação daquele mar de pessoas, e foi então que ele viu – ou pelo menos teve a impressão de ver – a seguinte figura entre o meio de chapados, olhando fixadamente para ele:

    [Noites Alquímicas] Prólogo: O Purgo dos Caixões - Página 3 Sophie10

    Uma garotinha toda ensanguentada olhava para ele. Não apenas uma garotinha qualquer, mas  era Sophie Mason. Todos sabiam quem era ela, todos sabiam o que havia acontecido com ela e Carl sabia muita bem que ela estava morta, logo não poderia ser ela ali, encarando-o. De qualquer forma a visão durou um único instante e, durante a incerteza de ter mesmo visto ou não Sophie, Carl se lembrou que queria muito sair daquela porra de lugar.

    Ele agora se dirigia de volta ao seu escritório, onde poderia arrumar paz para conseguir analisar todo o material de dados que havia conseguido com Donald. Foi nessa hora que ele percebeu que o endereço que Donald havia passado era caminho para seu escritório e, por uma incrível coincidência, ele estava olhando para a casa que estava do outro lado da rua e, além disso, na porta escancarada estava Scott, Alysha e uma terceira pessoa – um rapaz – que Carl parecia não conhecer.

    – Agora é com Carl. Ele pode ignorar e voltar ao escritório ou tentar abordar o trio na porta. –
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    [Noites Alquímicas] Prólogo: O Purgo dos Caixões - Página 3 Empty Re: [Noites Alquímicas] Prólogo: O Purgo dos Caixões

    Mensagem por Beaumont em Sex Jul 12, 2019 6:30 pm

    Ver Allie naquele momento me fazia imaginar o que ela pensaria ao ver o tiro certeiro no cranio da criança lá dentro. Ainda desnorteado eu olhei para ela e esperei a sua reação, na verdade eu já não me sentia mais alguém apto a continuar qualquer investigação naquela ou qualquer outra noite. Coloquei a mão ma cabeça, ela estava estourando de dor. Mas quando ela voltou parecia indiferente.

    Leon : - Josh, voce viu não foi ? Porque ela está agindo assim. Allie, a menina, a criança ! Foi culpa minha. Eu fui o culpado pela garota morta lá dentro... Eu sinto muito Allie !
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