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    Os demônios de Ravencrowl - Grupo 2

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    Charles Darren
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    Re: Os demônios de Ravencrowl - Grupo 2

    Mensagem por Charles Darren em Qui Ago 21, 2014 10:00 pm

    Continuei caminhando até que acho um deposito depois de passar por uma escada velha , fiquei com medo de cair mais desci com cuidado.
    Não achando nada ilegal ali me sentei no chão um pouco para pensar no que fazer se continuaria a percorrer ou voltaria. Depois de andar cerca de vinte minutos encontrei uma mancha vermelha na parede que me deixou curioso, quando Caio fala que e vinho , achei que era impossível os garimpeiros estarem tomando vinho. Talvez estivesse chegando ao ninho dos ratos. Continuei seguindo o caminho.
    - A muito tempo estou curioso com uma coisa , até onde isso vai ? -
    anderson
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    Re: Os demônios de Ravencrowl - Grupo 2

    Mensagem por anderson em Sex Ago 22, 2014 2:46 pm

    Adso de Melk e Nahir

    Depois de se despedir de Julius, a dupla toma um café forte e amargo ainda na taverna. Não era bom que Adso fosse visto andando torto por aí. O café os ajuda bastante e clareia bem a mente. Assim que colocassem alimento no estômago estariam prontos para outra.

    O padre convida mais uma vez o novo amigo para comer na igreja. Os dois rumam para lá ao ouvir as cinco badaladas. Com discrição, Adso evita pessoas e os irmãos da igreja e parte direto para o jantar. Peixe ao molho com purê de batatas. Havia massas e feijão marrom. Pão para acompanhar um caldo verde.

    Os dois devoram a comida sem muito conversar. Já estavam bem amigos apesar das diferençar que entremeavam a mente de Nahir.

    Quando estavam perto de acabar a comida Adso a vê. Era a moça que havia visto pela manhã. Pela misericórdia de Tehlu, que faz chover sobre o bom e o mal, o Kayrós havia lhe dado outra chance. Ele a aponta de forma não muito discreta para ela e Nahir também a vê e neste momento ela também os contempla.

    Arthemísia Gentilieschi

    Depois de falar com a jovem, Amadeu pronuncia umas palavras que fazem a jovem sentir calafrios e então some. Ela já lera sobre aquela magia, mas é a primeira vez que a vira. Como era poderosa e para seu mestre pareceu simples. Nada de gestos difíceis. Nada de focos arcanos. Apenas palavras na língua antiga que ela desconhecia. Num instante estava ali, no outro não mais. Queria aprender aquele negócio.

    A jovem se prepara como se fosse partir numa jornada. Roupas, manopla, bordão, mochila e pergaminhos. Quem olhasse de fora diria que a moça ia fugir de casa. Mas ela parte decidida a encontrar o sacerdote que vira em sonho. O sino toca na igreja. Cinco badaladas. Tinha que ser breve, sabia que às seis haveria outra celebração.

    À frente da igreja, para evitar o padre Francisco, Arthemísia fica de olho até ver um dos acólitos do lugar paramentado. Ela o interpela sobre o desenho que havia feito. Ele a envia para o refeitório, já era perto do sexto sino. Ela chega lá e o procura até que o encontra. Ele estava apontando para ela e estava com um outro rapaz com o qual sonhara. Era o que chamara pelo nome do fogo.

    Charles Narren

    Charles questiona sobre o lugar à Silas, que lhe responde:

    - A mina tem uma grande extensão. Se vocês forem averiguar todo o lugar sairemos daqui quando for alta noite já. Se eu pudesse gostaria de voltar e ir para a minha casa. Acho que os mineiros já vêm aí para ir embora...

    Charles ouve mesmo sons de pessoas vindo não muito longe. A mina era mesmo muito grande e averiguá-la poderia levar mais que um dia. Tinha que tomar uma decisão.
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    Re: Os demônios de Ravencrowl - Grupo 2

    Mensagem por Portuga em Sex Ago 22, 2014 5:50 pm

    Noris Cordun

    Ao lado de Bill havia um homem digno das lendas dos piratas. Ele era careca, até no peito! Sua camisa aberta mostrava uns três pelos. Não era possível que aquele homem raspasse para ficar assim. Por certo era natural. Quando Noris pega sua corrente ele sorri e o mestre da corrente pode ver os dentes todos negros. Não era muito simpático... Para não dizer que era despelado, havia um bigode queimado de sol que terminava enrolado. O homem olha para Bill que responde:

    - Vá, lá! Mas não machuque muito o infeliz. Não vou bancar nenhum enterro.

    O homem parecia não dar muito crédito a Noris. Pega em sua espada e a troca com um outro homem por uma clava. Eles vão caminhando para um lugar que houvesse espaço para os dois. Depois tocando a ponta da clava na mão direita ele diz:

    - Ainda dá tempo de desistir, muleque!

    O homem estava a 6m de distância de Noris.


    Noris ri, sabia que a luta ainda não era seu forte, mas aquele homem ia se arrepender isso é fato! Sabia o que as pessoas pensavam de magia, mas sempre ligou o foda-se pra isso!

    Noris aciona seu amuleto de vermes, invocando sua vespa gigante, logo lhe dava as ordens, montaria nela e sua corrente faria o resto do serviço!
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    Re: Os demônios de Ravencrowl - Grupo 2

    Mensagem por Portuga em Sex Ago 22, 2014 5:54 pm

    off:

    iniciativa = 12
    acerto = 20
    dano = 8
    Charles Darren
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    Re: Os demônios de Ravencrowl - Grupo 2

    Mensagem por Charles Darren em Sex Ago 22, 2014 6:03 pm

    Vamos voltar!
    Já tinha percorrido uma grande extensão, quanto mais andava não achava nada. Acho que foi apenas um trote. Esperei que o homem pude-se me guiar pelo caminho de volta , já caio não estava mais ligando para ele.
    Quando chega-se até o lado de fora , iria até a milicia reportar que nada foi encotrado , pelo menos esse era meu objetivo.
    Moon
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    Re: Os demônios de Ravencrowl - Grupo 2

    Mensagem por Moon em Sab Ago 23, 2014 10:51 pm

    Artemísia Gentileschi





    Amadeu era um velho cheio de truques, a energia que ele despendia em suas magias fez a jovem se arrepiar, tamanho era seu conhecimento no arcano. Ela mesma já tinha uma noção da magia que ele usara, sua diferença foi a língua falada, nada de gestos ou componentes, isso a fez ver que valia cada dia gasto ali trabalhando para ele, como forma de pagamento pelos seus ensinamentos arcanos. Um dia seria tão poderosa como ele e fundaria sua academia de magia.

    Desta vez ao sair de casa ela se preparou, como se fosse se aventurar pelo mundo, não queria ser pega desprevenida, decidida encontrar as pessoas do sonho que teve e com o incentivo do seu mestre, os minutos que ela gastou parada a frente da igreja valeram a pena. Quando ela abordou um acolito do lugar teve suas respostas, não precisou falar muito o desenho já mostrara com perfeição a pessoa que ela procurava.

    Artemisia teria de ser rápida, o sino já tinha tocado na sua quinta badalada, e ela não queria encontrar o Padre Francisco, deixá-lo preocupado seria mais alguns minutos perdidos em explicações. No refeitório parada a entrada ele via de longe seu alvo, junto a ele estava outra pessoa que aparecera naquele sonho bizarro, não só isso ela ficou sem jeito quando ambos a encararam e por fim um deles apontava em sua direção.

    Como não era hora de perder mais tempo, ela caminhava entre as mesas para chegar onde eles se encontravam, de pé a frente da mesa de ambos Artemísia pensava a melhor forma de abordá-los e de modo simples abria seu livro de desenhos amostrando para os dois não era hora de formalidades como seu mestre havia lhe dito o tempo estava passando para o grupo, fora as runas em seu corpo -Foi um alivio encontrá-los aqui, eu me chamo Artemísia Gentileschi e  meu mestre me incumbiu da missão de encontrá-los e reuni-los, para enfrentar uma possível desgraça que caiu sobre nós... Não sei quanto a vocês as imagens desenhadas mestre caderno são resultados de um pesadelo que tive pela manhã... Ela apontava para as demais pessoas no caderno assim como os demônios -Vamos temos que sair daqui, não quero preocupar o Francisco com a minha presença neste local e ainda temos que procurar os demais...E eu ainda tenho que conferir algo com vocês, não vou falar aqui, pois poderia alarmar demais os outros sacerdotes deste lugar...





    • Off: Um dia lindo





    Guardião
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    Re: Os demônios de Ravencrowl - Grupo 2

    Mensagem por Guardião em Seg Set 01, 2014 9:42 am

    Adso de Melk devorava com voracidade a janta servida na Igreja quando, de repente, a moça de seus sonhos novamente aparece a sua frente.

    O padra automaticamente cutuca seu novo amigo para olhar em direção a recém chegada. Esse é o único movimento que Adso consegue fazer nesse instante, atônito por tamanha misericórdia de Tehlu por ter lhe colocado novamente frente ao caminho daquela mulher.

    Antes de o padre ou o arcanista possam fazer qualquer coisa, é a mulher que se dirige até eles e começa a falar.

    Adso começa a olhar os desenhos de Artemísia enquanto ela se apresenta e diz da missão que o mestre a incumbiu. O padre olha aturdido para aquelas imagens: a destreza dessa mulher com as artes visuais permitiram ela transformar em imagem o que Adso tentou transpor em palavras no texto em que nomeou como "A revelação".

    Adso ficou por um momento sem respota frente a tamanho vigor demonstrado por Artemísia. O Kairós não somente lhe deu uma nova chance como, dessa vez, atirou-se em seu rosto.

    Vendo que Nahir não falava nada, Adso os apresentou:

    - Artemísia, pelo corpo enegrecido de deus! Não sabe a felicidade que tenho em te encontrar. Hoje de manhã havia visto você aqui, mas fiquei com medo de você pensar que eu era um louco. Sim, nós aqui também tivemos o mesmo sonho! Eu sou Adso de Melk, sacerdote de Tehlu, e estou ao seu dispor. Esse é Nahir, um arcanista que abandonou a Universidade para tentar compreender melhor seus poderes. Justo agora seguíamos para investigar um certo boato sobre Encantados em uma mina de sal... Mas você tem razão, aqui não é lugar para conversarmos...

    O padre mal pode esconder sua alegria em se reunir com aquela mulher. Era o destino da Revelação tomando seu curso, e Adso seguiria com rigos as palavras que Tehlu havia sussurrado para ele.

    Olha então para seus dois novos companheiros e diz:

    - Podemos ir para uma taverna para discutirmos melhor tudo isso. Não quero chamar mais a atenção dos meus colegas de batina cinzenta do que já estamos chamando nesse momento. Artemísia pode nos mostras com mais detalhe suas ilustrações, eu posso mostrar o texto que escrevi sobre nosso pesadelo compartilhado e podemos traçar um plano para investigar melhor o que estará acontecendo nas tais minas de sal. O que acham?
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    Re: Os demônios de Ravencrowl - Grupo 2

    Mensagem por isaac-sky em Seg Set 01, 2014 8:15 pm

    Nem sinto o gosto da comida direito. Estava imerso em pensamentos e tentava lembrar melhor o pesadelo que tive.

    - Nahir - digo, me apresentando e franzindo a testa, mas estendo o braço direito para cumprimentá-la.

    "Mais gente maluca falando desse sonho..." penso.

    - Aqui temos seus colegas de batina, na taverna temos dezenas de pessoas com ouvidos mais atentos ainda. No ponto que estou, já tanto faz quem ouve sobre essa 'revelação' ou não, apenas quero uma resposta que não envolva eu ter de... - coloco a mão direita sobre o nariz, como se sentisse dor de cabeça - ...ok, vamos lá

    Me levanto e sigo com os dois para onde quer que queiram ir.
    Moon
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    Re: Os demônios de Ravencrowl - Grupo 2

    Mensagem por Moon em Sex Set 05, 2014 2:22 pm

    Artemísia Gentileschi





    Artemísia ainda permanecia de pé a frente de ambos, estendeu a mão para o Nair, se apresentando a ele novamente, ela mesma percebeu que chegou ali despejando muita informação sobre aqueles coitados, só que estava correndo contra o tempo, ficou impressionada em encontrar outro arcanista, por fim ela escutava atenta ambos. Quando terminaram de falar Artemísia pegava seu caderno de desenhos. Sentiu o bafo de vinho e não ficou contente com aquilo, queria ambos em plena forma caso acontecesse alguma coisa.

    No final ela acabou falando novamente - Senhores vou com vocês a essa taverna, só que eu preciso que ela tenha um quarto onde devemos ficar longe dos demais...Eu tenho que conferir se os senhores não estão marcados com alguma magia, assim como eu fui marcada no pesadelo... pausando sua fala a jovem pensou por alguns segundos e continuou a falar - Tem algo nos caçando e um de nós já morreu ...Ela apontava para o desenho do rapaz despedaçado e continuava -Não temos muito tempo, temos que encontrar os outros...Encarando o padre um pouco mais pensativa -Senhor Adso é estranho, você mencionar a Mina meu Mestre me falou que eu deveria ter cuidado com esse lugar...Ela voltava sua atenção ao Nair em um tom mais suave e calmo para não tira-lo do sério ela continuou - Devemos ser cuidadosos com as palavras, não sabemos realmente o que estamos prestes a enfrentar, e sair assim falando aos quatro ventos nós coloca em perigo, por isso estou te pedindo para levar mais a serio as coisas que estamos a comentar aqui...Eu prefiro que fique entre nós esse tipo de conversa, me sinto mais segura assim... A jovem seguia o padre chamando com um aceno de mão o Nair, ela os  seguiria até a taverna ou outro lugar qualquer.





    • Off:  





    anderson
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    Re: Os demônios de Ravencrowl - Grupo 2

    Mensagem por anderson em Sab Set 06, 2014 10:53 am

    Arthemisia Gentilieschi, Adso de Melk e Nahir

    O trio finalmente se encontra e a moça sugere uma conversa reservada. A taverna que visitaram mais cedo não era lá uma estalagem. Não haveria quartos e o rito pelo qual passariam, necessitava de privacidade, coisa que a estalagem não ofereceria. Adso tinha um quarto, mas sabia que ali dentro não teria privacidade alguma. Já haviam pessoas da igreja que nem disfarçavam e estavam deliberadamente olhando para eles enquanto ouviam a conversa. Teria de se explicar depois... As moradias de Nahir e Arthemisia eram longe demais, apesar de darem privacidade a todos. Arthemisia sabia que Amadeu não ia gostar nada se levasse alguém lá. A melhor opção entre os dois era mesmo o celeiro/quarto em que Nahir estava hospedado. Arthemisia que, dos três, estava há mais tempo em Shantagnar sabia que haviam duas estalagens. A mais pobre ficava próxima dali umas quatro quadras. A melhor há umas oito. Para uma reunião "simples", era possível que alguns ocres de ferro dessem conta.



    Noris Cordun

    Para uma pessoa que preza pela discrição, Noris era espalhafatoso demais. Numa sociedade em que até a forma como o galho de uma árvore crescia em direção a casa poderia significar a presença de encantados, a invocação de um inseto gigante certamente causaria uma comoção absurda. Não foi diferente desta vez.

    Quando a vespa aparece ao lado algumas pessoas que haviam parado para ver o embate começam a correr e gritar: - Demônios! Uma histeria se instala nas proximidades. Caixotes caíam, cargas eram jogadas no chão, Bill se levantou e correu para o barco. Era um pandemônio.

    O adversário de Noris investiu contra a vespa logo que pode, assim como dois capangas que lá estavam se prepararam e também foram ao ataque. Três ataques acertam a vespa, que ainda está firme, mas bastante avariada.

    Noris com sua corrente acerta o capanga com quem lutava, mas vê que o homem resistia e o terror com o qual ele lutava contra os dois era quase sobrenatural. Estava com os olhos muito vermelhos e todos os músculos retesados. Algumas veias estavam saltadas e Cordun se lembra que já enfrentou situação igual contra um bárbaro mercenário de Kalinsh.


    Charles Darren

    O jovem miliciano sugere o retorno e encara a reprovação de Caio. O rapaz não queria nem descer, agora que já estavam ali tinha gana de ir até o fim. Algo parecia perturbar Caio e quando estes retornam o jovem volta a se demorar onde encontraram vinho. Tempo o suficiente para que os mineiros passassem por eles. Eram muitos. Cerca de vinte e cinco e falavam alto. Eles se espantam com o trio, mas passam direto.

    Charles já começava a ficar impaciente quando ouviu passos apressados e olhou tarde. Uma adaga estava alojada no músculo quadrado lombar de Silas. O homem cai gemendo e com ele a lanterna. Havia uns quatro homens ali até onde Charles conseguia ver e um já estava bem perto deles. Caio pegou duas espadas e ficou pronto para o combate iminente.

    - Má oceis num fizéro issu naum. Ocêis vai tudo pá cadeia seu bandu de abostadu. Si dé pá dexá elis vivio nós dexa, Charli. Si num dé nóis máta mermu.

    Pela primeira vez a fala caipira e arrastada de Caio não irritou Darren. Pelo contrário. Desta vez parecia que ambos falavam a mesma língua. E as suspeitas do novo miliciano se encerravam a respeito de Caio.


    Informações::

    https://app.roll20.net/join/385752/y5iL3Q
    A cena do Charles está logo abaixo da do Noris no Roll20
    O trio deve decidir para onde ir para continuar. Podem continuar o rolleplay
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    Re: Os demônios de Ravencrowl - Grupo 2

    Mensagem por Portuga em Qua Set 10, 2014 4:15 pm

    Noris vira sua recém invocada vespa ser bastante machucada, faria ela alçar voo para longe daqueles olhos vermelhos, o tal homem parecia entrar na fúria conhecida dos bárbaros,

    De cima, falava para Bill, enquanto esse corria:

    - Que merda é essa, o que os outros estão fazendo? Não foi isso o combinado? Seu mentiroso!

    Noris vira o pandemônio que se instalara ali, aqueles frágeis corações logo causariam uma situação sem volta, não poderia lutar com todos e não queria ficar assim conhecido...acabara agindo sem pensar...mesmo não querendo admitir...aquela feria ainda revirava seus pensamentos...

    Por vim, ordenava a tal vespa para se aproximar do alto de algum prédio, dali a "desinvocaria" e fugiria de volta a seu quarto, com suas acrobacias...infelizmente...
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    Re: Os demônios de Ravencrowl - Grupo 2

    Mensagem por Guardião em Qui Set 11, 2014 7:21 pm

    Os efeitos do fermentado consumido durante a tarde já começa a abandonar a cabeça do padre de Tehlu. Ainda assim, sua cabeça latejava com as novas informações que a  jovem trazia. Ela falava de marcas e de que um dos presentes no sonho já havia morrido.

    A morte daquele jovem, trucidado pela crueldade daqueles demônios. Estava registrado na Revelação e gravado em imagens na memória de Adso. Tehlu misericordioso, perdoe-me por ter sido tão fraco em sua provação de ferro... pensou o padre refletindo enquanto segue com os seus dois novos companheiros.

    Dentro da Igreja, eles chamavam muita atenção. Adso já imaginava que tipo de falatórios suas estranhas conversas e suas estranhas companhias gerariam entre os monges de Shantagnar, mas no momento o padre estava muito mais preocupado com seu sonho e as informações que aquela moça trazia.

    Enquanto saiam para fora do templo, Adso considerou que as estalagens conhecidas por Artemísia seriam o ideal para uma reunião privada.

    - Talvez devêssemos ir para uma estalagem mais simples, onde todos cuidam de suas vidas. Acho que um jovem casal e um padre reunindo-se em um quarto de uma estalagem de qualidade poderá chamar muita atenção...

    Adso olha então para Artemísia e, com falando rapidamente em tom baixo, conitnua

    --  A senhora traz informações que deixam minha cabeça zonza. Aquele pobre rapaz com um arco, ele não foi ressuscitado pelas mãos de Tehlu... Você lembra disso?

    O padre tem outras perguntas, sobre o quê ela pensava das marcas (pois, como Nahir, ela estava marcada pelos demônios, tal como aparecera na Revelação), sobre o quê ela entendia daquele sonho compartilhado, sobre o quê aquele que ela chama de "mestre" falou..

    Assim, caminhando para onde Artemísia e Nahir fossem, Adso aguardou a resposta com suas cabeça fervilhando de outras dezenas de perguntas.
    Charles Darren
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    Re: Os demônios de Ravencrowl - Grupo 2

    Mensagem por Charles Darren em Qui Set 11, 2014 10:44 pm

    Fiquei impaciente esperando aqueles mineiros passarem , eram tantos que parecia mais que não acabava. Até que vejo uma adaga e Silas cair ferido , fiquei com raiva pois ele tinha nos ajudado até ali mais parecia que Caio estava mais , pensei que se ele não se acalmasse acabaria estragando tudo mais era melhor não se importar com ele. Observei os homens em quanto fiquei com minha espada em mãos , acho que estava em desvantagem , usar uma espada grande em um lugar pequeno me irritava muito.
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    Re: Os demônios de Ravencrowl - Grupo 2

    Mensagem por Moon em Sex Set 12, 2014 1:05 pm

    Artemísia novamente percebeu que falou muito, ela pessoalmente não deu muito importância para as pessoas no refeitório, sua vida vinha em primeiro lugar, ela não queria morrer, seguindo aqueles dois pelas ruas até alguma taverna qualquer. Quando o padre falou sobre sua preocupação em chamar atenção em uma estalagem movimentada ela sorria envergonhada o respondia –Acho que inventariamos alguma historia, mas concordo com o senhor vamos para uma taverna menos movimentada conheço algumas pela cidade.... Artemísia seguia para  uma taverna bem simples e de pouco movimento.

    A jovem novamente era encarada pelo padre que parecia estar carregado de duvidas, Artemísia respondia suas novas perguntas -Lembro de muita coisa e as situações desagradáveis que tive por causa do pesadelo, aquele rapaz morreu e certamente morreremos também se ficarmos perdendo tempo em nós agrupar e refletir sobre o sonho juntos, sem nenhum desvio de nosso objetivo... Continuou seu caminho até a taverna pensativa sobre a Mina que seu mestre falou.
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    Re: Os demônios de Ravencrowl - Grupo 2

    Mensagem por Guardião em Dom Set 14, 2014 10:15 am

    Enquanto seguiam pelas vielas de Shantagnar, o padre ficou refletindo sobre as palavras da moça. Na Revelação, ela havia sido brutalmente tratada pelos demônios, e aquilo deveria ter sido traumático para a moça.

    Seguindo-a, Adso começa a falar:

    - Senhora Atermísia, seu nervosismo me preocupa... Propus irmos para outro lugar pois foi a senhora que mencionou o assunto. Além disso, não custa lembrar que há cem anos atrás pessoas como você e Nahir eram queimadas como hereges pela minha Igreja, ou seja, o templo de Tehlu não seria um bom lugar para conversamos sobre demônios e encantados... Mas diga-nos, então, o que seu mestre te disse para que ficasse com tanto medo? Se é tão urgente irmos para a tal mina, só tenho que passar em meus aposentos no templo para pegar meus apetrechos de combate.
    Moon
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    Re: Os demônios de Ravencrowl - Grupo 2

    Mensagem por Moon em Dom Set 14, 2014 12:09 pm

    Artemísia Gentileschi





    A jovem parava em um canto qualquer na rua olhava para os lados e respondia ao Padre _ Senhor Adso,  sei um pouco da historia de sua igreja, minha família trabalha para a igreja a muitos anos, eu pessoalmente não sou muito religiosa, o pouco de apreço que tenho da sua igreja vem da boa convivência e criação que tive com o Francisco... Artemísia olhava para ambos - Vocês conhecem o Senhor Amadeu ele é meu mestre, graças a ele eu vi as runas em boa parte do meu corpo, realmente estou marcada e não quero morrer, e como Amadeu falou estamos sendo caçados tanto é que um de nós já morreu agora eu devo ver se ambos não estão marcados,  eu não faria uso de magia em publico ou no templo, quero evitar qualquer tipo de confusão entre as pessoas que ainda se prendem aos contos de demônios, encantados, bruxas...

    Terminando sua explicação a jovem ficou parada a espera do padre, quando o mesmo estivesse pronto ele seguiria caminho até a estalagem, não comentou nada sobre a Mina até então a única coisa que tinha certeza era que seu mestre pediu para ela ficar longe do perigo.

     
     


    Off: Não...ninguém vai incomodar o Amadeu....






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    Re: Os demônios de Ravencrowl - Grupo 2

    Mensagem por Guardião em Dom Set 14, 2014 5:54 pm

    Enquanto continuam caminhando, Adso ao ouviu atenciosamente cada palavra de Artemísia. Escutou o nome de Francisco, padre que conhecia de vista na Igreja de Shantagnar, e sobre um certo Amadeu. A moça referia-se a ele como "mestre", e o padre pensou que tipo de ensinamentos aquela moça teria com o homem. Se ele era capaz de detectar runas demoníacas, deveria ser um arcanista.

    As runas. Adso lembrava dessa moça e Nahir sendo marcados pelos sádicos demônios no ventre. Com essa dolorosa imagem na cabeça, o padre seguiu caminhando em direção a estalagem enquanto falava:

    - Conheço Francisco de vista, mas nunca ouvi falar de Amadeu. Não sou dessa região... Mas sim, lembro que no nosso sonho você e Nahir haviam sido marcados no ventre pelas terríveis criaturas... Tehlu misericordioso, que desafio colocastes para esse seu humilde servo?

    Adso lança uma longo suspiro. A seguir, continua a falar:

    - Vamos então para a tal estalagem. Lá a senhora poderá utilizar seus conhecimentos do Arcanum para dizer mais sobre os Mistérios que nos cercam e  eu poderei compartilhar um pouco do que compreendi da Revelação.
    Moon
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    Re: Os demônios de Ravencrowl - Grupo 2

    Mensagem por Moon em Ter Set 16, 2014 5:17 pm

    Artemísia Gentileschi





    A jovem parava novamente colocava as mãos na cintura envergonhada com a situação em que se encontrava no pesadelo, ela somente voltava a encarar o Padre corada de vergonha  -Não quero me lembrar da parte em que eu fui marcada... ela continuava a andar – O senhor não conhece o Amadeu, bom talvez o senhor o conheça como “O Velho antipático da torre”... Artemísia pegava sua algibeira já começava a separar alguns ocres de ferro para pagar a estalagem, quando novamente o padre voltava a falar, assim ela o respondia com um sorriso- Vou ver no que poderei ajudar com o meu conhecimento, logo devemos procurar os demais, eu mesma não quero encontra-los tarde demais... Artemísia seguia para a estalagem pensativa de como faria o tal ritual com eles.
      


    • Off: Um dia lindo





    isaac-sky
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    Re: Os demônios de Ravencrowl - Grupo 2

    Mensagem por isaac-sky em Qua Set 17, 2014 8:21 pm

    Acompanho os dois, ouvindo em silêncio a conversa. Ajeito o capuz, cobrindo parte do meu rosto, não me sinto tão a vontade nisso que parecia ser um grupo em expansão.

    "Conhecimento do Arcanum? Essa garota também pode...fazer magia?" penso, mais intrigado agora.

    - Ótimo, a vida já é uma droga quando as pessoas podem te queimar por te acharem um demônio, agora eu estou sendo caçado. Vamos logo, já cansei de ficar descobrindo as coisas pela metade.

    anderson
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    Re: Os demônios de Ravencrowl - Grupo 2

    Mensagem por anderson em Dom Set 21, 2014 6:39 pm

    Adso de Melk, Arthemisia Gentilieschi e Nahir

    Depois de muitas indefiniçoes o trio ruma para a estalagem mais simples. Ficava mais proxima e isto pesou para a escolha. Antes de chegarem a estalagem, mas ja com ela a vista o trio e interrompido por dois homens. Um era magro e alto e tinha o rosto cansado. O outro era mais baixo e pouco mais forte. Os dois usavam roupas sujas e eles tambem estavam bem sujos. Traziam na mao um capacete de minerador.

    - Padre. Rapido. O Elias e o Bira ficaram doidos e começaram a matar todo mundo. Eles tavam seguindo alguem na mina. Sao demonios!- Eles pareciam ter muito medo e olhando melhor, uma mancha que a primeira vista parecia mais uma sujeira acabou se revelando sangue na altura do ventre a esquerda.


    Noris Cordun

    O dia estava mesmo estranho para Noris. Depois de ser mal sucedido na luta facil com um bossal, ele avaliara a situaçao como perigosa e fugiu pelo alto se escondendo por cima dos telhados. Era uma tarefa dificil, mas o jovem tinha se adaptado a pratica enquanto se escondia para cometer seus delitos e assassinios.

    Neste inicio de noite em especial, Noris encontra com uma situaçao inusitada. Ha uma especie de comoçao a diante com dois moradores, um deles sangrando, e tres pessoas. As tres pessoas fazem parte do estranho sonho que tivera na noite anterior. A moça que vira falar com o padre estava entre eles. Seria coincidencia?


    Charles Darren

    Charles ficou atonito com a chegada dos inimigos e acabou aguardando que eles tomassem a atitude. Esta açao acabou por se provar muito eficaz, ja que Caio percebeu que estavam em desvantagem numerica e para nao serem flanqueados eles lutariam um de costas para o outro.

    Os inimigos avançaram sem nada falar, mas podia-se ver seus olhos vermelhos assassinos. Eles pareciam possuir uma força que nao lhes pertencia e, mesmo sem flanquear, causaram algum dano. Caio fora atingido por um golpe de adaga do atacante de Silas, mas em sua agilidade acertou dois golpes seguidos no mesmo homem, o que o deixou bastante debilitado. O miliciano consegue se esquivar dos ataques de outro mineiro. Ja Charles tem mais sorte que Caio e recebe
    os golpes com naturalidade, esquivando e deixando a ombreira aparar o golpe.


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    Re: Os demônios de Ravencrowl - Grupo 2

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