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    Os demônios de Ravencrowl - Grupo 2

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    Charles Darren
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    Re: Os demônios de Ravencrowl - Grupo 2

    Mensagem por Charles Darren em Seg Set 22, 2014 5:41 pm

    Era bastante eficaz lutar com alguém protegendo suas costas de certo modo me sentia confiante, mesmo sem ser um amigo intimo de Caio. Aqueles olhos vermelhos que os inimigos possuíam me dava uma ansiedade é uma louca vontade de mata-los uma das coisas que mais odiava eram assassinos por se divertirem tirando vidas. Me esquivei dos golpes do inimigo mais fiquei preocupado com Caio ele parecia estar ferido e também com a situação de Silas tinha que cuidar de seus ferimentos o mais rápido possível. Avanço contra o inimigo mais próximo que também parece usar uma espada e o golpeio girando minha arma.

    Moon
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    Re: Os demônios de Ravencrowl - Grupo 2

    Mensagem por Moon em Qua Set 24, 2014 5:04 pm

    Quase chegando a estalagem para terminar com toda aquela ladainha, a jovem era barrada no caminho por duas pessoas que já chegaram pedindo ajuda ao clérigo, sem entender nada Artemísia novamente escutou algo sobre demônios, o dia estava ficando cada vez mais complicado, já não bastava ter pesadelos e agora isso mineradores delirando com demônios.

    Ela não acreditava naquilo, pessoalmente ela evitava falar sobre a mina para desencorajar aqueles dois o clérigo e o outro rapaz de seguir rumo à mina e por fim o destino os forçava a seguir para a tal mina ver o que estava acontecendo, devido ao fato do desespero daqueles dois trabalhadores.

    Ela olhava para o padre e o outro rapaz nada contente com a situação e os falava –Eu não queria ir para a mina, certamente tem algo estranho lá, já que meu mestre me alertou para ficar longe daquele lugar... Vocês decidem o que querem fazer, eu não tenho escolha apenas vou segui-los... Artemísia não deixava transparecer seu nervosismo com a situação em que se encontrava queria terminar logo com aquilo.
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    Re: Os demônios de Ravencrowl - Grupo 2

    Mensagem por Guardião em Sex Set 26, 2014 9:28 am

    Quando os mineradores abordam o grupo, todas as reflexões e dúvidas que Adso alimentava sanar com Artemísia são postas de lado.

    Novamente a mina. E demônios. Para o padre, era claro como ferro polido que Tehlu colocava esse local em seu caminho como primeira parte da missão divina que ele recebera na Revelação.

    Compadecido do medo dos mineradores, ele se aproxima deles e fala:

    - Filhos, não temam! Este servo de Tehlu ira até a mina ver o que está acontecendo, pois é minha missão proteger os fracos dos demônios da noite. Vocês estão bem?

    É somente quando se aproxima do minerador que Adso percebe que ele está ferido. Sem hesitar, o padre segura seu amuleto de ferro em formato de roda com a mão esquerda e, com a mão direita, encosta na ferida do homem enquanto ora:

    - Tehlu, que tens olhos verdadeiros, alivie este servo das feridas perpetradas pelas criaturas da noite.

    O padre opera assim um pequeno milagre na frente de todos, auxiliando o homem a suportar melhor a dor de sua ferida.

    A arcanista Artemísia então fala novamente sobre o aviso de seu mestre sobre a mina. Adso olha em seus olhos e responde:

    - Não posso ignorar um relato apavorado como desses homens. Como servo da vontade misericordiosa do Deus Enegrecido, tenho que ir até a mina e verificar o que está acontecendo. Não posso obrigar nenhum de vocês a seguirem comigo... - e , quando diz isso, olha também para Nahir - Só que primeiro tenho que voltar a Igreja correndo para pegar meu martelo e minha armadura de combate... Não temos tempo a perder, podem haver mais pessoas indefesas necessitando de auxílio lá.

    Vira-se então para os mineradores e pergunta:

    - Vocês precisam de mais algum auxílio? Que tal se abrigarem na Igreja?

    Spoiler:
    Utilizo conversão espontânea para trocar a Magia de Nível 0 "Detectar venenos" por "Curar Ferimentos mínimos" e lanço sobre o minerador ferido.
    anderson
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    Re: Os demônios de Ravencrowl - Grupo 2

    Mensagem por anderson em Ter Set 30, 2014 7:49 pm

    Adso de Melk, Arthemisia Gentilieschi e Nahir

    A moça expressa cautela com relação a mina, mas Adso sente o dever urgente de ir ter com aqueles que sofrem os males dos encantados. É quando todos presenciam uma benção de Tehlu que vem em auxílio de seus fiéis. A ferida do homem se fecha e era uma ferida grande. Os olhos treinados dos dois arcanos podiam dizer certamente que era uma espécie de magia mínima, mas esta certamente fora a primeira vez que a viram frente a frente. Nahir não pode deixar de lembrar de sua própria história ao ver Adso curar o homem com uma benção simples, mas o padre que tentara curá-lo, apenas lhe causou sofrimento.

    Os homens não tinham mais ferimentos e caíram de joelhos ali mesmo agradecendo a Tehlu misericordioso a graça da vida de Adso de Melk, o Peregrino, O fiel. Adso corre rápido em retorno e, como uma flecha, entra e sai da igreja paramentado para a batalha.

    Os três seguem o caminho para a mina até chegar na entrada deserta.


    Charles Darren

    Charles gira sua arma e acerta o adversário com um golpe vertical pesado de sua espada que separa o tronco esquerdo do homem até a altura do peito. O homem cai em convulsões até parar sem vida. Já o outro adversário procura atingir seu ventre, mas com um tapa de sua mão direita, Charles evita o golpe. O mesmo não se pode dizer de Caio. Com dois ataques de suas espadas, o miliciano derruba o atacante principal que o atingira, mas deixou seu peito exposto após o segundo golpe e foi penetrado pela adaga do outro homem, num golpe limpo de quem parecia saber o que fazer. O jovem cai, soltando as espadas e segurando a adaga em seu peito. O inimigo avança um passo contra Charles sacando outra adaga rapidamente e o outro circunda Charles, visando flanqueá-lo. Um deles chega a pisar com desdém em Caio
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    Re: Os demônios de Ravencrowl - Grupo 2

    Mensagem por Moon em Qui Out 02, 2014 5:10 pm

    Artemísia Gentileschi





     Artemísia ficou surpresa pela fraca magia do Adso, vendo o ferimento de um dos trabalhadores fechando com o efeito da mesma, certamente aquilo era uma magia de cura, isso era incrível um poder que podia curar bem diferente do seu, ela se manteve apreensiva em adentrar a mina, apenas acenou para os trabalhadores irem embora, pelo visto se não o fizesse Adso os carregaria no colo até um lugar seguro.

    Aliviada por ver o padre sair correndo até a igreja e se preparar para entrar a mina ela só se certificava de estar preparada com seus equipamentos, quando ele retornou Artemísia  o seguiu na duvida sobre o padre ter sido rápido para se arrumar ela apenas o indaga - Esta realmente preparado? Digo não se esqueceu de nada?...

    Já na frente da mina Artemísia só abria o grimório e lia o feitiço que moldava a magia formulando entre suas palavras uma armadura arcana assim era chamada uma de suas magias básicas de proteção o brilho dourado que sua mão emitiu terminou cobrindo seu corpo por completo e desaparecendo, feito isso ela estava protegida contra algum ataque, logo ela pegava sua beta e carregava estava preparada para entra mesmo não querendo entrar temia encontrar algo que não conseguisse dar conta, antes ela observou a estrutura da mina se a mesma suportaria alguma magia de área ou até mesmo uma pequena explosão.



    Off: Um dia lindo





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    Re: Os demônios de Ravencrowl - Grupo 2

    Mensagem por Guardião em Ter Out 14, 2014 10:08 am

    Paramentado para enfrentar qualquer adversidade demoníaca, o padre Adso de Melk seguiu com seus novos companheiros, os arcanistas Artemísia e Nahir, rumo a mina em que havia boatos de movimentos de Encantados e onde aconteceram aqueles estranhos fatos com os trabalhadores feridos.

    Encantados, demônios, dragões, sonhos adivinhatórios, arcanistas... Era nessas questões que o Padre Peregrino pensava enquanto os três corriam em direção ao lugar amaldiçoado. Afinal, que tipo de provações Tehlu havia reservado para aqueles jovens e seu servo? Até o dia anterior, a fé de Adso vivia vacilante, vendo todos os erros de sua Igreja e duvidando da própria misericórdia do Deus Enegrecido. De um dia para o outro, muita coisa havia mudado na vida do clérigo: agora ele possuía uma fé renovada, reuniu-se com jovens escolhidos por Deus e corria para uma cruzada contra as Criaturas da Noite.

    Seus pensamentos foram interrompidos por Artemísia, a jovem arcanista, que perguntou a Adso se ele estava realmente preparado.

    - Sim, minha filha, estou. A graça de Tehlu nos acompanha, então sigamos logo para a mina para descobrir que mal há lá-  olhou então também para Nahir e falou - A propósito, obrigado por seguirem comigo até lá. Teremos provavelmente uma grande provação a frente.

    Chegando na entrada da mina, Adso notou que Artemísia havia feito algum tipo de ligação simpática com algo e seu corpo que parecia lhe dar maior proteção. Adso já operava seus milagres desde o final da adolescência, mas seus poderes ele sabia que vinham da sua devoção a Tehlu. O poder do Arcanum era uma incógnita para o clérigo e ele ficou estupefato com com o brilho dourado e a sensação de algo mágico em torno daquela moça.

    Saindo de seu torpor frente ao truque de fadas da arcanista, Adso se concentrou  no desafio a sua frente. Retirou seu martelo de batalha da cintura com a mão direita e com a mão esquerda desafixou seu amuleto de ferro em formato de roda, símbolo que lembrava da purgação de Ecanis e do sacrifício de Tehlu. A seguir, o padre encostou o amuleto na cabeça de metal do martelo e proferiu a seguinte prece:

    - Tehlu, que tem olhos verdadeiros, Zela por mim! Ilumine os caminhos da escuridão com o fogo purificador que enegreceu sua divina sua carne!

    Quando terminou de falar, a cabeça do martelo começou a emanar um brilho que fornecia uma luz surreal, iluminando ao redor de todos.

    Realizado mais este pequeno milagre, Adso guardou seus amuleto, olhou para Artemísia e Nahir e falou:

    - Estou pronto. Vamos seguir? Eu, como portador da Luz de Tehlu, seguirei na frente. De acordo?

    Após discutirem a ordem da marcha para a exploração da mina, Adso adentra o local cavernoso  com martelo de batalha e escudo em punhos e tomado de fé renovada em seu deus.

    Magia utilizada:
    Adso usa a magia Luz no martelo de batalha.
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    Re: Os demônios de Ravencrowl - Grupo 2

    Mensagem por isaac-sky em Ter Out 14, 2014 6:36 pm

    A correria foi tanta que nem cheguei a conseguir falar muito. Me equipo com minha lança e sigo os dois.

    "Até ontem achei que tinha chegado na estaca zero. Acho que estou entrando é em outra coisa...outro mistério"

    - Tentem não morrer ali - digo aos dois antes de entrarmos na mina - Farei o mesmo.

    Tiro a lança das costas e a coloco sobre minha mão direta. Assumo a posição de retaguarda. Adentro com os dois na mina.



    anderson
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    Re: Os demônios de Ravencrowl - Grupo 2

    Mensagem por anderson em Qua Out 22, 2014 11:32 am

    Frente ao novo desafio, o trio se prepara como melhor compeende.

    A maga começa a invocar nomes antigos e impronunciáveis. Era uma fórmula complexa que visava invocar energia de vários lugares e, através de elos simpáticos, moldar esta energia de na forma de uma armadura feminina que se ligasse ao corpo da jovem precisamente e então voltasse a ser energia invisível. Todos vêem os olhos de Arthemisia ficarem com um brilho esverdeado e seus cabelos mexerem com um vento vindo sabe-se lá de onde. Uma energia também esverdeada começa a tomar forma e uma armadura a veste por completo para depois desaparecer. As formulas pareciam complicadas até para Nahir, que compartilhava da natureza arcana da moça. Ela, porém, após o efeito parece satisfeita e sem nenhum sinal de cansaço parecia pronta a entrar na caverna.

    Adso fica impressionadíssimo com a moça e, esta magia em especial, coloca em cheque algumas crenças que ele possuía a respeito da natureza da magia dita arcana. Foi um ritual complexo executado em curto período e, para seu espanto, não causara mal a ninguém e nem destruíra nada. Mexia sim com forças poderosas que ele desconhecia, mas era um sinal de que nem tudo era perverso no Arkannun. Obviamente ele desconhecia a essência da magia, mas conseguia depreender pela satisfação da maga e o formato de armadura que se adequou perfeitamente ao corpo da moça, que se tratava de uma magia de defesa corporal. Certamente que esta jovem não seria um peso para eles.

    Ele também não fica para traz e faz uma pequena prece a Tehlu do fogo ardente. Quando terminara o martelo começa a se iluminar com a luz de Tehlu, que não se apaga e ele então toma a liderança como o portador da luz. Sua fé brilha nas trevas.

    Perto da dupla, Nahir assume uma postura mais humilde, no entanto, beligerante. Sabia o que podiam encontrar assim que pusessem os pés naquele lugar. Suas magias eram, talvez, o que mais se aproximava da crença de Adso e não podia contribuir como os outros. Conhecia um pouco do que a moça fizera, mas em sua estadia na universidade não fora capaz de dominar a arte com a destreza da moça. Quando Adso cria luz no martelo, se impressiona com o fato de também poder fazer aquilo. Teria a magia arcana alguma ligação com os dons preternaturais do Deus? Arma-se e asse a retaguarda como um combatente. Talvez não fosse um homem de armas, mas entre eles certamente tinha a habilidade necessária.

    O trio adentra a mina. Horas se passam sem que ninguém se materializasse em sua frente. Chegando ao fim daquele pavimento, descem as escadas de madeira comida e continuam a busca. À sua frente barris de mercadorias, mas nada fora do comum. Já estavam desanimados quando viram um corpo a alguns metros. Parecia um mineiro que fora esfaqueado de costas em algum ponto vital. Era preciso conhecimento para acertar exatamente naquele lugar. Havia terra batida remexida e muitas pegadas que ninguém sabia ler. Provavelmente não tinha só duas pessoas ali ( O atacante e o atacado ).

    O trio estava num corredor com uns 4,5 que se alargava para 7,5 logo no ponto em que o corpo fora encontrado. Havia manchas de sangue no chão e outra mancha avermelhada na parede. Uma lanterna quebrada estava junto ao corpo. as paredes foram escavadas na rocha e o chão parecia ser de terra batida. A altura do corredor era de aproximadamente 5m.


    Informações:

    A luz de Adso se extinguiu em meia hora. Vocês estão dentro da mina há, pelo menos, duas. Preciso saber como resolveram este impasse. Caso queiram "vizualizar" o corredor podem usar o que eu já havia criado para o Charles: https://app.roll20.net/join/385752/y5iL3Q
    É o de baixo.
    Desculpem a demora...

    Moon
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    Re: Os demônios de Ravencrowl - Grupo 2

    Mensagem por Moon em Ter Out 28, 2014 7:56 am

    Depois dos preparativos na entrada da mina Artemísia seguia no centro do grupo, não tinha preparo suficiente para tomar a frente assim como ainda continuava com receio de seguir seu percurso dentro da mina, por um bom tempo o caminho foi iluminado por Adeso, em certo momento sua magia se extinguia, Artemísia não tinha preparado suas magias "truques", até o momento antes de encontrá-los ela tinha em mente apenas em preparar o ritual.

    Artemísia procurou por um pedaço de madeira teria de improvisar uma iluminação na falta de sua magia, quando encontrou a madeira que serviria para o que tinha em mente ela rasgava parte de uma de das mangas da túnica que ganhou de seu mestre e a enrolou na ponta da madeira, logo o encharcava com óleo para acendê-la com uma pederneira isqueiro aquela tocha improvisada serviria por enquanto.

    Seguindo pela mina um bom tempo se passou até a jovem encontrar uma escadaria de madeira ao passar pelas escadas a sua frente encontrou apenas barris, agora o que a fez parar no meio do caminho foi ver um pouco distante de onde se encontrava um corpo, sua reação foi tocar no braço do padre, sinalizando para o corpo a frente do grupo, sussurrou com o tom de voz tremula -Eu te falei que não era uma boa idéia adentrar a mina... ela nem se deu ao trabalho de se aproximar do corpo mais do que meio metro de onde ela estava enxergou o ferimento do homem e comprovou que ele estava morto, aquilo sim a preocupou, não era todo o dia que se deparava com um cadáver, e pelo visto estava correndo perigo ali, de imediato ela colocou a besta na cintura, seu estomago embrulhou com o que via, não estava acostumada com aquilo ela apenas era uma estudante da arte arcana não uma aventureira, no momento apenas se manteve firme e se segurou para não vomitar.

    Quando se recuperou do susto inicial ela segurava Adso pelo braço e preocupada perguntava novamente -Isso é pior do que eu imaginava, estamos correndo perigo aqui, deveríamos avisar a guarda local para resolver isso, temo pelas nossas vidas e eu sou muito nova para terminar meus dias aqui... ela o soltava e pegava sua besta novamente qualquer descuido ali onde estavam poderia ser o seu fim, ela só esperava alguma reação do padre, positiva  não algo sobre sua inquietação de partir do lugar.

    OFF: Observar (12)
    Gasto 1 frasco de óleo (guardando o frasco,nunca se sabe o dia de amanhã) e 1 pederneira e isqueiro.
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    Re: Os demônios de Ravencrowl - Grupo 2

    Mensagem por isaac-sky em Seg Nov 03, 2014 7:54 pm

    Observo a cena. Morte. Sangue.

    Lembro-me da primeira vez que presenciei a morte: um bandido na estrada havia tentando assaltar meu tio, mas um guarda da caravana de comerciantes interferiu a tempo e matou o assaltante com seu machado...sangue, meu tio ficou encharcado de sangue.
    Nunca me esqueci daquela cena.

    - Houve combate - digo, observando melhor o local - Pela lanterna quebrada, e pelas manchas da parede. Foi algo forte o suficiente pra joga-lo na parede.

    Observo a reação do padre, mas não quero voltar, não agora que estamos encontrando algo.

    - Essa coisa matou um homem sozinho, contra três a coisa é diferente - digo, pressionando o cabo da lança.


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    Re: Os demônios de Ravencrowl - Grupo 2

    Mensagem por Guardião em Ter Nov 04, 2014 11:15 am

    Na escuridão, a Luz de Tehlu guiou o grupo por algum tempo. Porém, a medida que aquela exploração ficava mais longa, a luminosidade começou a vacilar até que, por fim, se extinguiu.

    O padre não estava preparado para aquilo. Quando orou para o Deus Enegrecido pela manhã, cumprindo assim suas obrigações sacerdotais, ele não imaginava em como acabaria seu dia. Poderia ajudar  grupo com outros milagres de Tehlu, mas aquele ele não conseguiria realizar mais hoje. Assim, os três tiveram que seguir com a precária tocha que Artemísia improvisou.

    Quando encontrou o corpo assassinado, Artemísia lembrou ao padre
    de seu aviso antes de adentrarem a mina. Por um momento, Adso também duvidou de sua decisão. Mas havia A Revelação, que lembrava ao Padre Peregrino que ele era um escolhido de Tehlu para guiar eles pela noite escura.

    Assim, Adso tocou suavemente no ombro da arcanista e falou:

    - Não tema, minha filha. Estamos sob a benção da Roda de Ferro, nada nos fará mal.

    Após falar, o padre seguiu até o corpo e começou a avaliar a situação. Ao contrário de Artemísia e Nahir, que demonstravam certo temor a cena, Adso buscou manter-se tranquilo. Em suas viagens pelos Quatro Cantos havia visto muitas atrocidades pelas estradas.

    Adso agachou-se próximo ao corpo e encostou de leve a cabeça de seu martelo de batalha na testa do cadáver enquanto murmurava "Lamenta-te, arrependa-te e siga até a fogo purificador de Tehlu". A seguir, o padre fechou os olhos da vítima.

    O padre escutou então os comentários de Nahir e ponderou por alguns instantes. Todas as suposições do arcanista pareciam corretas, exceto que para Adso aquele batalha havia envolvido mais de duas pessoas.

    - Não acho que foi somente uma "coisa", Nahir. Mas concordo, devemos nos preparar para enfrentar seja o que for que fez isso...

    Ouvindo então o apelo da arcanista, Adso olhou para ela e falou com uma voz calma:

    - Artemísia, não estamos aqui por mera obra do acaso. Nosso sonho, as marcas que vocês dois carregam... É aqui que devemos estar. Temos que enfrentar o que quer que esteja fazendo isso. Estamos pre-destinados a isso , é o que eu sinto. Não tema, a fé de Tehlu está ao seu lado tendo a mim como avatar.

    Ele olha então para os dois e fala:

    - Creio que não há mais nada para se ver aqui. Aquela lampião está completamente inutilizado... Sabemos que estamos perto de algo.. Sugiro seguirmos em frente.

    Dizendo isso, o padre espera a resposta já preparado com seu escudo e martelo de batalha para seguir avançando na vanguarda do grupo atento a qualquer ameaça.
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    Re: Os demônios de Ravencrowl - Grupo 2

    Mensagem por anderson em Ter Nov 18, 2014 8:28 pm

    O trio, liderado pelo sacerdote peregrino, decide seguir adiante. Arthemisia tinha muito medo. O conselho final de Amadeu ressoava em sua cabeça. Entrar na mina fora um erro e só ela sabia isso. Nahir, o destemido, estava decidido em eliminar quem ou o que era responsável por aquilo.

    A moça, mais fria, observa a cena para ver se algo destoava ou lhes dava alguma pista. Infelizmente não fora treinada para tal. Se fosse, saberia que a luta fora entre quatro pessoas de peso mediano para homens, provavelmente não armadurados e com armas brancas ou muito leves. Saberia também que o homem fora pego de surpresa e morto com apenas um golpe digno de profissional do homicídio. O homem não entrara sozinho na mina. Com ele havia duas pessoas, que usavam botas distintas das pegadas dos assassinos. Provavelmente milicianos, pois a seu peso era de alguém com treinamento militar, musculoso devido ao peso que carregavam e a postura ereta denunciada pelas pegadas firmes. Os dois lutaram um pouco adiante do corpo do homem, um deles fora ferido gravemente e o outro fora ferido de concussão e arrastado para dentro da parede. Por fim, também saberia que a suposição de Nahir era falha. A mancha na parede não era de sangue, muito menos de um corpo jogado contra a parede. Mas a moça não saberia isso... Saberia, com alguma probabilidade, que a mancha na parede não era sangue, mas os rapazes queriam seguir.

    De armas em punho eles começam a avançar, apenas para ouvir um som grave, depois um estalido e som de pedra sendo arrastada. De início ficaram todos alarmados, quando viram três homens saindo de um buraco feito porta na parede seu coração se acalmara, apenas para aos solavancos, dispararem ao identificar uma risada zombeteira que vinha do interior da parede.

    Os homens eram mineiros. Saíram da porta rindo como felizes de algo bom lhes ter acontecido. Não se surpreendem com o trio, mas na saída sacam adagas. Tinham o semblante escurecido e traziam uma espécie de runa na testa. Eram três e não pareciam estar sozinhos. Dos seus pés, no chão, podía-se ver uma mancha avermelhada que ficava em suas pegadas. Estaria agora tudo perdido?

    Spoiler:
    A cena é a mesma do link anterior do roll20. Podem rolar iniciativa!
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    Re: Os demônios de Ravencrowl - Grupo 2

    Mensagem por Guardião em Sab Nov 22, 2014 11:25 am

    Naquela escura caverna, iluminada somente pela luz precária e bruxuleante improvisada pela arcanista, ver aquele três homens hostis portando uma simbologia desconhecida na testa fez a fé renovada do sacerdote vacilar.

    Adso passou a se lembrar do abuso pelo qual sofrera quando ainda era um noviço. Lembrava também de toda a sua errância e na constante dúvida sobre a veracidade da misericórdia do Deus Enegrecido que ele proferia em suas obrigações sacerdotais.

    A risada zombeteira o lembrou também do sentimento de desespero e de impotência na Revelação. Em sonho, não pode ajudar aqueles jovens em uma situação semelhante. Mas então lembrou-se das palavras do cavaleiro de armadura azul, avatar de Tehlu: " Levanta, toma esses que te confiei e tenta de novo! O inferno está cheio de almas que precisam de auxílio e não será a tua incredulidade que os salvará. Escuta bem, pois teu martelo é o meu! Eles voltarão e tu os libertarás."

    Não, ainda não estava tudo perdido.

    Adso sabia que entrar naquela batalha sem a bênção de Tehlu seria a perdição para ele e seus companheiros. Não havia duvida que aqueles a frente eram inimigos: as botas manchadas de sangue indicavam que haviam participado da carnificina lá atrás e ainda por cima haviam sacado adagas quando viram o grupo. Assim, o padre peregrino deu um passo a frente, ficando entre Nahir e os mineiros hostis, guardou seu martelo de guerra, segurou seu amuleto da roda de ferro, ergueu as mãos e pronunciou uma prece, :

    - Tehlu que foste Menda, Menda que eras tu, abençoa-nos em tua infinita misericórdia contra os desafios que a escuridão coloca a nossa frente!


    Nesse instante, uma luz brilhou naquele recinto e Adso, Artemísia e Nahir sentiram sobre seus corpos uma força espiritual que poderia lhes auxiliar na luta contra contra os seres mal intencionadas a sua frente. Adso, já com as mãos sobre o martelo de guerra em sua cintura e segurando firme seu escudo, gritou:

    - Não temam, companheiros, a Bênção de ferro e fogo de Tehlu está conosco!

    Para finalizar aquele momento, Adso observou que mal demoníaco acometia aqueles mineiros revendo mentalmente o conhecimento acadêmico que adquiriu em diversas bibliotecas pelos Quatro Cantos. Estariam eles possuídos por troca-peles? Ou talvez alguma outra forma de controle demoníaco?

    Ações:
    Ação de movimento: passo a frente, guardar martelo
    Ação padrão: conjuração de Bênção
    Ação livre: falar
    Ação livre: teste de Conhecimento para reconhecer inimigo
    Passo de ajuste
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    Re: Os demônios de Ravencrowl - Grupo 2

    Mensagem por Moon em Dom Nov 23, 2014 1:16 pm

    Iluminando o caminho com a luz precária da tocha improvisada Artemísia seguia os dois, não muito contente com à idéia de seguir cada vez mais adentrando a mina, com uma rápida olhada por cima no lugar em que estava ela teve poucas conclusões validas sobre o que aconteceu no local, sendo pega de surpresa ao ver que da parede onde seria uma possível passagem escondida saia três indivíduos gargalhando e ao velos, já se preparavam para defender o lugar.
     
    A jovem por instinto ficou na defensiva sua atenção foi tomada quando ela desviou o olhar para algo parecido com uma runa na testa dos bandidos, ela tentou buscar algo parecido com aquelas runas em seus conhecimentos no arcano, por sua vez ela tratou de ficar com sua besta leve apontada para as pernas dos bandidos, usaria sua arma para se defender do ataque deles, sua intenção era apenas deixá-los incapacitados acertando em suas pernas, matá-los estava fora de questão, afinal pelo que ela via eles eram simples bandidos humanos.

    Quando o padre terminou com suas preces Artemísia sentia sua confiança aumentar,ficou curiosa com aquela emanação vinda da prece do padre uma das coisas que ela não entendia muito bem era não saber se aquele poder vinha do deus dele ou era apenas uma força mistica moldada a sua vontade fazendo uso das palavras corretas em sua prece, não se prendendo muito a teorias de conjuração a jovem respondia ao padre -Calma tome cuidado não ficamos invencíveis...Ela tinha receio que ele ficasse empolgado pela fé, Artemísia percebeu que o mesmo parecia um pouco fanático pela religião e isso a incomodava, não pelo fato de ser religioso e sim pelo possível fanatismo que poderia crescer com o decorrer do tempo e podendo colocar ele em perigo ou em uma situação diplomática delicada movido pela fé.
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    Re: Os demônios de Ravencrowl - Grupo 2

    Mensagem por isaac-sky em Ter Nov 25, 2014 8:34 pm

    Observo a cena, e noto as pegadas de sangue. Não eram "mineiros" comuns.

    Iniciativa (rolado no roll20):
    1d20 => 13

    Me recordo de um sussurro...mais exatamente o Nome do sussurro.

    *Uso magia Mensagem para me comunicar com Adso*

    - Padre, eles não vão dialogar. Me dê o sinal, e vou mostrar o Nome do fogo pra eles.

    Me posiciono logo ao lado do Padre.
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    Re: Os demônios de Ravencrowl - Grupo 2

    Mensagem por anderson em Seg Dez 08, 2014 12:03 pm

    O padre toma a frente de seu intrépido grupo fazendo uma oração inicial que faz com que todos se sintam melhor preparados para o combate iminente. O padre estava certo em suas primeiras impressões. O tipo de demônio parecia ser o mesmo, mas o estilo de possessão parecia diferente. A runa em sua testa certamente tinha algo a ver com isso, embora o padre não conseguisse precisar. Adso sente um brisa a lhe tocar os ombros e mexer no cabelo. A brisa traz a voz de Nahir que diz esperar um sinal. Estaria Adso disposto a dar sua adesão ao plano de Nahir?

    Na contramão do que fala Nahir estava o pensamento de Arthemísia. A moça não queria ferir gravemente os mineiros. A runa em sua testa a fez ficar na defensiva quanto à situação. A runa estava num idioma completamente desconhecido para a maga, seu conhecimento dizia apenas que ela poderia ser um elo entre o possuidor e o possuído.

    Os mineiros não perdem tempo. Cada um avança sobre um adversário visando acertar com a adaga seus pontos vitais. Pior para Nahir que, não estando bem protegido, é acertado no ombro esquerdo, sofrendo um dano considerável. Arthemisia e Adso escapam ilesos conseguindo esquivar. A fala de nahir agora faz sentido e os mineiros não estavam amistosos.

    Informações:
    Link: https://app.roll20.net/join/385752/y5iL3Q
    Cada um ganha um ataque de oportunidade, sendo os dois da ponta no do meio e Nahir podendo escolher em qual quer atacar nas pontas. Desculpe a demora, agora vai.
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    Re: Os demônios de Ravencrowl - Grupo 2

    Mensagem por Moon em Sex Dez 12, 2014 4:52 pm

    Artemísia ainda não estava preparada para lutar, tendo ficado intrigada com o símbolo na testa dos mineradores sem saber em que idioma estava escrito aquilo, só sabia que o símbolo era uma ligação entre o possuidor e aqueles coitados.Seu erro naquele momento foi não se afastar para atacar a distancia percebeu isso quando um dos mineradores errou um golpe dela, por instinto ela o atacou com a tocha improvisada teve a intenção de acertar o rosto do homem para tentar desmaiá-lo.

    Ela viu que seus companheiros já se armavam para dar um fim naqueles infelizes, sem perder tempo a jovem falava com eles sobre o que tinha deduzido até o momento em sua avaliação rápida sobre os mineiros.-Não matem eles, olha o simbolo na testa deles...estão possuídos, eu ainda não consegui decifrar o símbolo em suas testas pelo pouco que sei, eles estão possuídos...

    OFF: Atacar o carinha com a tocha improvisada não sei a penalidade que isso dá, cade a iniciativa para me mover????
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    Re: Os demônios de Ravencrowl - Grupo 2

    Mensagem por isaac-sky em Ter Dez 16, 2014 5:50 pm

    O golpe havia sido repentino. Fazia muito tempo desde que não tinha uma luta pra valer...isso não me deixava animado.

    - Não matar? Esse aqui não parece pensar assim! - digo, atacando o mineiro na minha frente com a lança.

    Ataque de oportunidade:
    Spoiler:

    1d20+5 => 14
    1d8+3 => 10

    Ataque:
    Spoiler:

    1d20+5 => (18 + 5) = 23
    1d8+3 => 5
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    Re: Os demônios de Ravencrowl - Grupo 2

    Mensagem por Guardião em Sex Dez 19, 2014 2:15 pm

    A princípio, Adso ficará temeroso com a proposta de Nahir. Invocar aquele força obscura que era o arcanismo não era algo usual para o padre. Porém, assim que realmente confirmou suas suspeitas de que a sua frente estavam troca-peles ele mudou de ideia.

    Então os mineiros possuídos atacam e ferem gravemente Nahir, Em resposta, Adso empunha seu trabalhado martelo de batalha, a arma dos servos de Tehlu, e atacou o que estava a frente do arcanista.

    Adso escutou então a outra arcanista, Arthemísia, e gritou em resposta:

    - Arthemísia, são algum tipo de troca peles! Que Tehlu tenha misericórdia de nossos atos, mas temos que derrubar eles com ferro e fogo!

    Não havia tempo a perder frente aos troca-pele. Por isso, Adso olha para Nahir e confirma com a cabeça.

    - Evoque o Nome do Fogo, Nahir! Se estiver se sentindo mal,  me avise para que eu possa lhe fazer uma prece que aliviará sua dores!

    A seguir, o padre peregrino levantou novamente seu martelo e o brandiu contra o que estava a frente de Nahir.

    Spoiler:
    ADO

    Ataque Martelo de Guerra (obra-prima) +4 (+1 Benção)
    19

    Dano 1d8+1
    4

    ATAQUE

    Ataque Martelo de Guerra (obra-prima) +4 (+1 Benção)
    23

    Dano 1d8+1
    5
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    Re: Os demônios de Ravencrowl - Grupo 2

    Mensagem por anderson em Seg Dez 22, 2014 1:22 pm

    O Padre defende o companheiro ferido impondo duas poderosas marteladas de sua arma. Ele dá autorização para Nahir usar de força letal. O homem de retalhos já havia atacado o homem sem se importar com a sua vida. O inimigo estava muito ferido, mas não estava fora de combate.

    Arthemísia ataca seu oponente com uma tocha, infelizmente ele se esquiva e coloca sua adaga na coxa esquerda da moça. Ele visava um local mais grave, mas o movimento de defesa da moça não permitiu.

    Os outros dois acabam errando seus ataques, mas um barulho de culto começa a ser ouvido lá dentro da entrada na parede. Algo estava sendo conduzido ali e um sentimento estranho de mal agouro podia ser sentido. A cantoria não denunciava mais que duas pessoas. Mesmo assim era forte, como se não fosse humana. Algo ruim estava para se realizar...

    Informações:

    A iniciativa é a ordem que tenho seguido nos posts. Adso, Nahir, Arthemísia, inimigos.

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    Re: Os demônios de Ravencrowl - Grupo 2

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