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    Os demônios de Ravencrowl - Grupo 2

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    Charles Darren
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    Re: Os demônios de Ravencrowl - Grupo 2

    Mensagem por Charles Darren em Dom Jul 13, 2014 10:43 pm

    Fiquei extremamente irritado com as atitudes do garoto, parecia não ligar para sua missão. Ao ouvir ele me responder é logo em seguida tomar sopa. Puxei minha espada e apontei para Caio.
    -Cuidado com o que diz garoto! para me desrespeitar e preciso mais 5 anos de treinamento!- Falei em quanto guardava novamente minha espada e sentava no chão.
    Fazer o que ? tinha que esperar , provavelmente me perderia se anda-se sozinho dentro daquela mina.
    Aproveitei também para tomar um pouco de sopa queria saber o que ela tinha de tão especial assim.
    anderson
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    Re: Os demônios de Ravencrowl - Grupo 2

    Mensagem por anderson em Ter Jul 15, 2014 6:48 pm

    Adso de Melk e Nahir

    Os dois comem o mais rápido que podem. A comida da igreja não era lá tão boa, mas não era ruim. O peregrino conhecia ao menos meia dúzia de estalagens que tinham a comida melhor que ali, e o mesmo número ou mais que a comida era muito pior. Comeram. Beberam. Saíram. Adso não tinha obrigações que cumprir em Shantagnar. Sua estadia ali era um acaso, ou um desígnio.

    Nahir estava ali há apenas uma semana. Perdido em pensamentos, em histórias... Era um jovem notável, de uma inteligência afiada, mas que não tinha um objetivo claro. Por hora se contentava em buscar suas raízes, histórias sobre os encantados e Dragões. Era um trabalho para uma vida.

    Os dois se levantam e rumam para o centro da vila. Não demora muito, afinal a igreja era basicamente o centro e a praça em frente a ela era o ponto onde tudo acontecia.

    Havia uma grande carroça improvisada como um palanque e estava rolando uma peça de teatro de fantoches. Cerca de cinquenta crianças sentavam-se no chão rindo e caçoando do boneco Gerard, o rei de um lugar de mentira que queria casar-se com uma princesa, mas todos os seus planos para chamar sua atenção davam comicamente errados, até que a princesa o vê declamar seu amor por ela a um padre e, sensibilizada, casa com ele. As crianças riem e aplaudem no final quando, na hora do casamento, Gerard recebe como dote uma carroça de tomates, o último deles na cabeça.

    Um homem passa com um chapéu recolhendo doações.


    Noris Cordun

    O homem olha Noris de forma interrogativa. Na certa nunca pensara em Noris como alguém que resolvesse problemas, ou uma pessoa versátil. Outra pessoa levaria estas afirmações de uma forma mais esquisita, não foi o caso desta vez.

    - Não sei se é o tipo de problemas que você costuma resolver, mas o Bill tem uma lista de problemas que talvez você pudesse ajudar. Pode encontrá-lo no Porto. Todos saberão dizer quem é.

    Noris termina sua comida. Estava realmente deliciosa. Era caro se instalar ali, mas com certeza valia a pena. Ele se levanta e se encaminha para o porto. Passa pela feira onde fora interpelado umas duas vezes para comprar gengibre e mel. Estava com pressa. Não lhes dera atenção.

    Haviam poucos barcos pesqueiros e os outros aromas de mercadorias se misturavam ao de peixe dando um cheiro estranho ao porto. Mentalmente agradecia a este fato. Um porto pesqueiro era mesmo uma coisa nojenta de se ver e estar. Perguntando aqui e ali como de praxe, Cordun encontrou o Bill sentado num caixote, recolhendo algumas moedas. Ao seu redor haviam uns nove homens, alguns falando sobre trivialidades, outros apenas parados, dois com mercadorias. Por sua experiência, Noris consegue identificar que haviam ao menos três guardas, os outros deveriam ser funcionários ou clientes...

    Quando o jovem das correntes esboça querer falar dá de cara com uma mão. O gordo Bill faz sinal para que espere. Depois de um tempo infinito ele pergunta:

    - Então? O que vai querer?


    Artemisia Gentilieschi

    Artemisia conta o sonho com todos os detalhes que podia lembrar. Sua mente poderosa lembrara detalhadamente dos demônios, do cavaleiro, do padre apavorado, mas bem pouco dos desenhos ritualísticos. Menos mal que o desenho permanecia em seu ventre para consulta. Depois de um longo tempo a jovem volta as suas atenções para a comida fria. Já não era tão gostosa, mas serviria ao seu propósito.

    Enquanto ela comia, Amadeu e a mulher foram para um pouco longe e falaram rapidamente. Foi o tempo da moça engolir a comida fria. Quando eles voltaram, Amadeu solta brutalmente:

    - Tire a roupa e deite na mesa!- De novo, não. A jovem pensa e ele continua. - Não sei exatamente em que tipo de ritual a senhorita se meteu, mas as inscrições no seu ventre têm que ser retiradas. Que espécie de aprendiz é você? Vivendo num lugar como o que você vive, deveria ter acostumado a usar a visão mágica. Precisa saber distinguir as coisas... Se tivesse usado, saberia que tudo aqui brilha com magia, mas que essa runa aí é a que mais brilha nessa sala. Não está aprendendo nada?

    Não era lá um convite tentador, mas as palavras do velho mago continham uma grande dose de sensatez. Aliás, por que ela mesma não usava a magia para saber? Ativou sua visão arcana com um pequeno comando de voz. Tudo ficava brilhante depois daquilo... E, sim. Havia uma luz de natureza altíssima em seu ventre. O medo voltou a se instalar em sua alma.


    Charles Darren

    Charles provou a sopa. Não era mesmo nada demais, embora servisse para matar a fome. Aquele garotinho petulante o irritava. Depois da comida o homem puxou um fumo num cachimbo e depois Caio. Ele ofereceu fumo à Charles enquanto, sentado, tragava seu cachimbo. Cada instante era odioso ao jovem Darren.

    Por fim eles se levantaram. Sinval vai até a entrada da mina e pega um capacete, seguido por Caio. Depois Sinval acende uma lanterna, artigo caro para uma mina que lucra pouco, Charles imagina que ou a mina rende muito ou qualquer coisa suspeita está sendo feita ali.

    - Não sei o que o Xerife quer aqui, Caio. O que vocês estão procurando?
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    Re: Os demônios de Ravencrowl - Grupo 2

    Mensagem por Portuga em Qui Jul 17, 2014 12:42 pm

    Assim, depois de comer, Noris preparou sua ida ao Porto, enrolou sua corrente e colocou uma roupa apropriada, uma que escondesse, na medida do possível suas armas e seus utensílios...

    Noris observava a situação com cuidado, Bill parecia ter 9 capangas, pelo menos num rápido olhar.

    - Silas, disse que você tem uma lista de problemas que talvez eu posse ajudar! Claro mediante a um pagamento justo!

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    Re: Os demônios de Ravencrowl - Grupo 2

    Mensagem por Guardião em Qui Jul 17, 2014 6:48 pm

    A trupe que se apresentava na praça central de Shantagnahr eram provavelmente os Edena Ruh que o padre Adso pensara em procurar. Agora ele e Nahir deveriam decidir de que forma abordariam os artistas e pediriam informações e histórias.

    No  chapéu que passou recolhendo doações Adso se permite dar dois ocres de ferro de sua bolsa pela encenação. O padre não tinha muito dinheiro, mas a a verdade é que lembrava de sua felicidade infantil vendo a peça de Gerard e estava satisfeito em ver que os Ruh traziam um pouco de alegria àquela idade inocente. O clérigo poderia não ter uma opinião muito boa do povo itinerante mas sabia que muitas vezes a sabedoria de Tehlu aparecia em suas encenações.

    O Peregrino olha então para Nahir e fala:

    - Acho que não seria má ideia perdermos algum tempo conversando com esses Ruh. Muitas vezes eles podem ter histórias mais interessantes do que qualquer livro da Universidade. Vou conversar com eles, me acompanha?

    Adso decide então esperar a trupe finalizar seu espetáculo para depois tentar conversar com eles, preferencialmente com o líder dos artistas. Utilizará para isso todo o carisma que desenvolveu nos anos em que se acostumou a vestir humildemente sua batina cinzenta, sendo amável e misericordioso com todos.

    Tentará descobrir os últimos rumores que eles ouviram pelas estradas, buscando saber especialmente sobre o boato do dragão aliado a uma seita maligna, e pedirá para eles contarem algumas histórias de dragões que eles conheçam e achem interessantes. Pagará bebidas em uma taverna próxima ou doará mais algumas moedas de ferro, como de costume nesse tipo de abordagem.

    Nesse meio tempo, ficará atento entre as pessoas que passam pela praça para ver se não teria a divina sorte de encontrar mais alguém que havia lhe aparecido na Revelação. Se nesse dia já havia encontrado dois, poderia encontrar outros.

    Spoiler:
    Obter informação = 22
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    Re: Os demônios de Ravencrowl - Grupo 2

    Mensagem por Srta. Moon em Sex Jul 18, 2014 3:17 pm

    Artemisia terminava seus desenhos e explicações e na espera de algum resultado positivo de seu Mestre e o que ganhou foi uma lição de como usar suas habilidades. A jovem nem o respondeu ele estava certo, ela simplesmente estava levando uma vida normal e não era isso que deveria acontecer ela deveria ser uma excelente arcana e assim séria, não deixaria nenhum detalhe passar se este fosse resolvido pelas habilidades mágicas que adquiriu e seus conhecimentos arcanos.

    Quando Amadeu a mandava tirar a roupa e deitar na mesa o efeito das palavras de seu Mestre a ofendeu, sem pensar ela apenas respondeu – Não vou ficar nua aqui na frente de ninguém o que é isso cada pessoa que eu conto meu pesadelo tenho que ficar nua... NÃO EU NÃO VOU FAZER ISSO... Já tomada pela vergonha visível em seu rosto e bochechas completamente vermelhas isso era mais visível nela pala pele clara.

    Foi somente ao ver que as marcas em seu ventre emanavam um brilho estranho que ela voltava a ficar assustada, realmente aquilo era uma coisa muito séria, ela relutou consigo mesma de inicio, mas deitou-se a mesa e abria sua blusa mostrando só o ventre com as marcas calada ela esperava alguma resposta de seu Mestre um toque ou algo a mais que um simples olhar ela se levantaria da mesa, venceria sua timidez e medo e sairia da sala veria por ela mesma o que era aquilo realmente. E depois daquele dia nunca mais contaria sobre o sonho ou pesadelo a mais ninguém, vai que outro “curioso” queira ver as marcas que ela carregava em seu corpo.

    OFF: Termino para os velhos tarado ali... Ela não vai mais falar dos sonhos para ninguém, já tem os desenhos.
    Charles Darren
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    Re: Os demônios de Ravencrowl - Grupo 2

    Mensagem por Charles Darren em Sex Jul 18, 2014 10:42 pm

    Não era meu estilo suspeitar das pessoas ainda mais um velho homem trabalhando em minas pouco lucrativas. Mais apesar de tudo algo naquele homem não deixava-me confiar nele. Talvez ele fosse mesmo um simples homem inocente, mais também pensava que era impossível algo acontecer ali sem que ele soube-se.
    Talvez até mesmo Caio estive-se envolvido por confiar naquele homem.
    Começamos a andar até que o homem faz uma pergunta o que aumenta ainda mais minhas suspeitas não quero demostrar ao homem e nem mesmo a Caio que estava desconfiado de algo apenas continuei andando e falei:
    - Não conte nada Caio, ainda não .
    anderson
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    Re: Os demônios de Ravencrowl - Grupo 2

    Mensagem por anderson em Sab Jul 19, 2014 2:09 pm

    Noris Cordun

    Depois de conseguir um pouco de atenção, Noris estende a informação que já tinha recebido. O gordo Bill olha para ele e ri.

    - auhauhauhauhauh. Para você acho difícil...- Ele retorna aos seus afazeres dando a conversa por encerrada. E, vendo que Noris não se mexeu. - E o que um franguinho como você pode me oferecer que eu já não tenha? Não me diga que você é um lutador melhor do que estes...?

    Bill parecia um homem simples. Careca e de barbas amarronzadas pela sujeira ou pelo tempo. Tinha uma barriga proeminente, para falar de um modo caridoso, e uma camisa desabotoada lhe intentava cobrir a pança. Ele parecia não crer que Noris pudesse lhe ser de ajuda...


    Artemisia Gentilieschi

    A jovem ruboriza ao som de mais uma invasão ao seu fórum íntimo. Quando ela esbraveja percebe a sobrancelha esquerda de Amadeu se levantar. Depois de usar a habilidade mágica ela percebe a gravidade da situação. Seu ventre parece um farol que avisa aos navios onde podem aportar. Ela se deita e abre a blusa para deixar o ventre à mostra. Então Amadeu olha para trás e a mulher com o cachimbo vem até a mesa.

    Ela fumava ainda o cachimbo e primeiro observa atentamente. Então ela começa a entoar uma espécie de canto e, num espasmo, sua cabeça se curva para trás. Quando ela retorna ao seu lugar, seus olhos estavam completamente brancos. A mulher tira o cachimbo da boca e sopra a fumaça sobre o rosto da jovem maga. Suas narinas aspiram aquele vapor esverdeado e Artemisia passa a se sentir muito bem. Ela passa a ver como, por bobagem, estava desconfiada dos seus benfeitores.

    De fato Amadeu era um homem bom que a acolheu em sua casa quando tudo o que precisava dizer era: Não. Ele a recebeu e a ensinou magia, deu-lhe acesso a um conhecimento escondido e que ninguém pudera lhe dar até o momento. Era velho demais. Mesmo que fosse um pervertido enrustido, jamais conseguiria atentar contra a moça. Se o quisésse, já teria feito. Tinha poder para tal investida.

    Aquela mulher agora lhe parecia agradável. Estava ali porque seu mestre a chamara, na certa porque ele mesmo não poderia resolver a grave inscrição em seu ventre. Era estranho como depois daquele vapor esverdeado sua mente ficara mais afiada e podia ver claramente as coisas. Pela primeira vez tratara as marcas no seu ventre como inscrições. Era isso que elas eram. Runas. Tinha um conhecimento rudimentar sobre o assunto, o que era mais do que qualquer cidadão comum possuía e agora conseguira identificar, sozinha, que eram runas. Mas de quê?

    Tinha certeza que de alguma forma estava drogada naquele momento. Não era dona de todo o conhecimento necessário para identificar as propriedades, mas sabia com clareza que não era uma droga imobilizante. Seus sentidos estavam ainda mais latentes. Sentiu um toque morno no músculo piramidal. Não precisou olhar para saber que era a mão da mulher. Seus dedos tinham calos de trabalho com madeira. Amadeu nunca os teria. A mão desliza até a bainha reta. Como agora dominava os nomes da musculatura abdominal? Sempre se negara a estudar com afinco esta seção e agora era como se os nomes saltassem de sua boca.

    Sentia a boca muito bem. Seus lábios estavam ressecados. Claro, a umidade no clima de Shantagnar era baixíssima somada a um calor moderado de uns 32º. Mais uma disciplina que não dominava. Seus olhos estavam fixos numa inscrição do alçapão que levava ao terceiro andar. Era uma armadilha mágica. Seus olhos viam muito bem. Com a habilidade de percepção mágica ainda ativada, Artemisia começa a se divertir explorando cada aura mágica na sala e a hipotetizar suas magias. Já não se importava se a mulher estava fazendo algo inapropriado.

    Sabia que a mulher abrira sua blusa por completo e encontrara inscrições que iam da fossa oval até o músculo peitoral maior. Ela também havia aplicado uma espécie de emplastro. O odor revelava flor de amoras selvagens, iodo, arruda e alguma coisa que ela não conhecia. A mulher comenta baixo com Amadeu: - Não posso inutilizar a runa por completo, Verde. Vem cá e restrinja a emanação da aura. Mais um cântico. E por fim acaba. E acabando, Artemisia dormiu.


    Charles Darren

    Charles ainda não havia entendido a dinâmica daquele rapazola que fora enviado com ele. Não gozava de sua simpatia e tudo o que falava, o rapaz fazia o contrário. Logo que deu a ordem se arrependeu.

    - Contrabandu, Sinvar. - O jovem conta sem piscar os olhos. Não que Charles pudesse ver. A mina tinha um túnel grande que seguia muito a frente. A luz do sol lá fora ia enfraquecendo cada vez mais até que uma hora ela some e só se pode enxergar o raio de ação daquela lanterna.

    As paredes mudaram num período e ficaram brancas. - Não sei bem como encontrar isso por aqui, gente. Os operários estão bem no fundo. Vocês pretendem vasculhar tudo mesmo?

    O caminho descia um período, virava a esquerda noutro e chegaram num lugar que havia uma escada, apesar de o caminho seguir. Charles tem certeza que se você queria fazer qualquer atividade ilícita, ali era o melhor lugar. Até se a milícia quisesse encontrar algo, era muito difícil porque o lugar era extenso. Darren já havia contado ao menos 6km de cumprimento. Vira e mexe uma pedra de sal caía em sua cabeça e ele praguejava sua falta de traquejo ao não pegar o capacete.
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    Re: Os demônios de Ravencrowl - Grupo 2

    Mensagem por isaac-sky em Ter Jul 22, 2014 1:40 am

    Acompanho o padre, em parte ainda desconfiado e em parte ansioso por encontrar respostas.

    - Não custa tentar, vamos - respondo a Adso.

    "Vou rir se fizerem o truque de cuspir fogo" ironizo em pensamento.

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    Re: Os demônios de Ravencrowl - Grupo 2

    Mensagem por Portuga em Qua Jul 23, 2014 1:41 am

    Noris observara Bill, e em sua vida já tinha trabalhado pra todo tipo de gente, mas eram nessas horas que sentia saudade da "guilda", não das pessoa em si, mas do fato de que dentro da organização, não passaria por isso...

    - Bem sou muito flexível e posso atuar principalmente nos serviços digamos "sem autoria", fora isto, por gostar de você, cobrarei o dobro do meu preço padrão! Se quiseres, posso demonstrar minhas habilidades, verás com seus próprios olhos do que sou capaz!

    Dito isto, já puxara sua corrente com cravos, estava pronto para chicoteala na cabeça de alguém...acabar com a concorrência também não parecia má ideia...
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    Re: Os demônios de Ravencrowl - Grupo 2

    Mensagem por Srta. Moon em Qui Jul 24, 2014 11:17 am

    Um pouco assustada com tudo aquilo Artemísia sabia que Amadeu era um velho chato com ele a jovem aprendera muito sobre a magia arcana isso era inegável, só que naquele dia ela estava se metendo em cada confusão por causa de um simples sonho assim ela pensava antes de ver que as escrituras em seu ventre eram de origem realmente mágica e quem melhor que seu Mestre para ajudá-la, só que ela mesma não estava esperando ser daquela forma vergonhosa, uma jovem em sã consciência não faria aquilo.

    Artemísia foi interrompida em seus pensamentos quando a mulher lhe jogava na cara uma fumaça de coloração esverdeada e de certa forma aquela fumaça a deixava mais calma, quase em transe não conseguia manter seus pensamentos em ordem ela sentia que tinha sido dopada de alguma forma sentia apenas que havia ficado mais perceptiva as coisas a sua volta no que se referia a algo de origem mágica, via em seu ventre as inscrições rúnicas seu pouco conhecimento no assunto não a permitiram ver isso antes, sentia de forma “estranha” o toque da mulher em seu corpo ficava cada vez mais corada a cada movimento da mão calejada da mulher, mesmo estando com a boca ressecada e um misto de sentimentos que estavam em sua cabeça ela começou a prestar atenção nas auras mágicas da sala isso a “hipnotizava” cada vez mais, Artemísia queria todo aquele conhecimento sentiu por fim a mulher abrindo sua blusa por completo novamente forçava para não responder aos estímulos dos movimentos da mão da mulher em seu corpo, agradecia pela sensação ludibriante que sentia ao descobrir as auras.

    Quando a mulher passava algo em seu corpo com aromas que ela não tinha conhecimento para distinguir o que eram a jovem começara a cair no sono antes de apagar por completo ainda escutou a mulher falar algo em tom baixo a seu Mestre que presenciava tudo aquilo.
    Charles Darren
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    Re: Os demônios de Ravencrowl - Grupo 2

    Mensagem por Charles Darren em Qui Jul 24, 2014 9:06 pm

    Estava firme sem medo, afinal aquilo era somente uma mina, apesar de sentir incomodado com as pedras de sal que caiam sobre nossas cabeças. Devia mesmo ter pegado o capacete. Continuei seguindo em frente , após algum tempo encontro uma escada mais decido seguir em frente mais ao fundo, ao mesmo tempo com cuidado, pensei em passar a mão na parede o tempo todo, talvez tive-se algum tipo de passagem secreta ou coisa semelhante.
    Caio e aquele homem me incomodavam já estava arrependido de ter aceitado este trabalho, acho que um trabalho solo seria melhor, ainda não sei se Caio e bom de luta mais espero que seja, caso for um fracote medroso poderia usar como escudo assim eu pensava em quanto seguia aquele caminho escuro e me incomodava com a falta de iluminação.
    - Não era para ter eletricidade e uma iluminação decente aqui ? - Perguntei em quanto seguia em frente esperando encontrar com meu serviço mais ao fundo.
    anderson
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    Re: Os demônios de Ravencrowl - Grupo 2

    Mensagem por anderson em Ter Jul 29, 2014 6:42 pm

    Adso de Melk e Nahir

    Adso e Nahir acabam por conhecer Julius, o chefe da comitiva dos Ruh que estavam ali. Através dele eles conhecem Rosa, Vanda, o vovô Tatu e os jovens Jorah e Sal. Eram todos da mesma família e caminhavam sobre a acolhida de Lorde Teón de Maranis. Um barão abastado que era o mecenas do grupo. Julius os acompanhou até a taverna olho de peixe. Uma taverna pobre num lugar menos rico de Shantagnar. Mesmo assim os dois foram sem reclamar pois criam que o homem poderia lhes contar alguma novidade.

    Suas intuições estavam precisamente certas. Julius não era tão espalhafatoso como sua profissão sugeria e sabia bem que as histórias que lhes foram pedidas podiam ser facilmente mal vistas. Assim ele os levou a um canto da pequena taverna e acabou tomando com eles cinco barris de vinho. Adso já estava na fronteira entre a ebriedade e a sobriedade, Nahir já havia passado esta barreira.

    O homem começa com pequenas histórias, pequenos contos para crianças. Depois os contos crescem, em conteúdo também. Aí em seriedade. Então um relato sobre os encantados e os Dragões. Até que os dois fazem menção do Dragão relacionado com a tal seita e o homem, olhando para os lados revela:

    - Vocês precisam esquecer que eu lhe disse isso. Recomendo até que vocês esqueçam essa idéia de pesquisar sobre isso. - Olha para eles com a cara muito séria. - Não muito longe daqui, nas minas de sal, nós ouvimos dizer que há uma séria movimentação de encantados. Eles estão tramando alguma coisa. Parece até que o Bill está tendo algum problema no seu... trabalho. Mas eu lhes imploro! Esqueçam isso. Só vai trazer problemas...


    Noris Cordun

    Ao lado de Bill havia um homem digno das lendas dos piratas. Ele era careca, até no peito! Sua camisa aberta mostrava uns três pelos. Não era possível que aquele homem raspasse para ficar assim. Por certo era natural. Quando Noris pega sua corrente ele sorri e o mestre da corrente pode ver os dentes todos negros. Não era muito simpático... Para não dizer que era despelado, havia um bigode queimado de sol que terminava enrolado. O homem olha para Bill que responde:

    - Vá, lá! Mas não machuque muito o infeliz. Não vou bancar nenhum enterro.

    O homem parecia não dar muito crédito a Noris. Pega em sua espada e a troca com um outro homem por uma clava. Eles vão caminhando para um lugar que houvesse espaço para os dois. Depois tocando a ponta da clava na mão direita ele diz:

    - Ainda dá tempo de desistir, muleque!

    O homem estava a 6m de distância de Noris.


    Arthemisia Gentilieschi

    Quando a moça acorda, se vê deitada sobre seu saco de dormir. Estava vestida numa túnica verde com detalhes em dourado. Não era sua roupa. A primeira coisa que faz é ativar sua visão arcana. Sentia-se bem e agora sabia que era necessário usá-la sempre que necessário e a hora era perfeita. Tinha que saber das runas. As memórias da mulher e os sentimentos que experimentara ainda eram vividos em sua mente, mas não estava com os sentidos tão afiados. Em seu lugar havia ficado uma fome grande.

    Seus olhos não acusam magia nas runas. Ainda assim os relevos que haviam abaixado ainda estavam lá, mas não faziam tanto medo assim. O que quer que fosse, ainda persistia, mesmo que já não fosse forte.

    Amadeu estava assando alguma coisa. Nós tinhamos forno? Ele traz uma bandeija quente com pães assados. Todo esse tempo e ele sempre soube fazer pão. Estava bem quente. Pão, leite, queijo, mel e manteiga. Ele os deposita numa mesinha de centro. Senta na poltrona e começa a se servir.

    - Vamos, coma. Você deve estar com fome.


    Charles Darren

    Os dois, Caio e Sinval, se olharam e ficaram um pouco perdidos com o que Charles falara.

    - Ele-quê, ô infiliz? Tá venu a ilumiação naum? Tá tudo alumiado aqui. Cumé qui é? A genti vai decê ô vai vortá? Num achamu nada inté agora.
    Srta. Moon
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    Re: Os demônios de Ravencrowl - Grupo 2

    Mensagem por Srta. Moon em Sex Ago 01, 2014 12:27 pm

    Artemísia acordava um pouco perdida no momento via-se deitada em seu saco de dormi espreguiçava-se e estranhava a roupa que estava usando uma túnica era bonita, só que sua cor não agradava muito a jovem, que viu a sua frente seu mestre e corou novamente lembrou-se do que havia acontecido estava muito envergonhada como de costume, já tinha passado por um bom sufoco. Tamanha era sua vergonha que ela apenas puxou a túnica para ver o que estava vestida com algo por baixo, quem teria a colocado ali e trocado a sua roupa, ela via as marcas em seu corpo graças ao uso de uma magia não as via com a mesma intensidade que as via anteriormente naquele tipo de ritual que passou, mas mesmo assim elas ainda estavam ali em seu corpo.

    Vendo seu Mestre a preparar algo para comer quando o mesmo preparou a mesa a convidando a comer com vergonha ela o indagava -Amadeu o que aconteceu naquele ritual e por que ando com uma túnica? Artemísia sentava perto da mesa e começava a comer, estava com tanta fome que chegou a deixar parte de sua etiqueta na mesa de lado, mesmo assim não falava de boca cheia quando terminava de engolir um pedaço de pão empurrado com um gole de leite ela seguia a perguntar ao velho –Mestre o que o senhor tem a me dizer sobre o pesadelo e as runas que eu tenho no meu corpo... segurando firme uma das mangas da túnica que vestia – Onde se encontra aquela mulher que acompanhava o senhor?

    Artemísia em meio a cada mordida no pão saia de perto da mesinha a procura de seu caderno de desenhos para mostrar a Amadeu uma pessoa em especial se encontrasse seu livro de rascunhos mostraria o desenho do rapaz que também ganhou as marcas- Se não foi um pesadelo normal, este rapaz também foi marcado...

    Quando terminasse com suas perguntas e com metade do que tinha na mesa, ela pedia licença ao seu mestre para ir até um local mais privado, veria com calma as marcas e runas em seu corpo com as pericias e conhecimentos em magias que aprendeu com Amadeu, para começar a buscar suas respostar por ela mesma já que tinha condições de fazer isso por si mesma como seu mestre havia lhe dito anteriormente, antes dela adormecer em um ritual estranho.
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    Re: Os demônios de Ravencrowl - Grupo 2

    Mensagem por Guardião em Sab Ago 02, 2014 9:56 pm

    A conversa com o líder da trupe Ruh seguia embalada por litros de vinho consumidos durante toda a tarde. Adso, apesar de apreciar fermentados, não estava acostumado a consumir tanto alcool, e já estava naquele estado de alegre torpeza quando o assunto finalmente ficou sério.

    O Ruh falou de encantados assombrando uma mina de sal. No conhecimento teológico do padre, as fadas eram uma das formas que os demônios assumiam para seduzir e assombrar o mundo mortal. Talvez devido a sua percepção alterada pelo etílico consumido, ou talvez pela seriedade que o artista assumiu falando sobre tal assunto, Adso encarou o que Julius falou como uma verdade.

    Tentando coordenar as frases em algo que fizesse sentido e em um tom que não chamasse a atenção dos outros frequentadores daquela taverna barata, Adso falou:

    - Bem... [soluço] Acho que é algo assim que estamos procurando, não é mesmo, Nahir? Encantados, dragões, essas coisas demoníacas tem todas relação entre si.. [soluço] Mas quem seria esse tal Bill, Julius?

    Alcoolizado como estava, Adso já via com bons olhos o Ruh, ele que, pela sua criação nobre dentro da família Melk, sempre vira com maus olhos esse povo nômade. Dando mais uma golada em seu caneco de vinho, espera  ouvir quem seria o tal Bill e o quê Nahir acharia de tudo aquilo, já aquela busca era do arcanista, não do padre.
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    Re: Os demônios de Ravencrowl - Grupo 2

    Mensagem por isaac-sky em Qua Ago 06, 2014 4:56 pm

    Não abuso da bebida, estava sem humor para uma bebedeira. No fundo, sentia ser "perigoso" deixar-me levar pela bebida, como se eu não pudesse me controlar algo poderia dar errado com meus poderes.

    - Muito vago pra dizer se realmente vai nos levar pra onde queremos - digo, num tom de voz baixo - Exato Adso, quem é esse Bill?

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    Re: Os demônios de Ravencrowl - Grupo 2

    Mensagem por Charles Darren em Ter Ago 12, 2014 12:11 am

    Essa iluminação e a mais básica das básicas- proferi. estava um pouco estressado, aquele lugar não era um dos melhores e ainda mais aquele sonho que me incomodava, jhá estava quase ciente de que ele era real dadas as circunstancias.
    Mais tarde talvez tive-se que procurar aquelas pessoas que estiveram no sonho.
    Ao mesmo tempo pensei que talvez aquela mina não desse lucro por estarem roubando ela de algum modo ou sera que ela já foi quase que totalmente seca ?
    - Bem vamos continuar andando em um momento temos que encontrar o fim ou o que procuro.- Proferi continuando a caminhada que já se estendia cada vez mais.
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    Re: Os demônios de Ravencrowl - Grupo 2

    Mensagem por anderson em Sex Ago 15, 2014 1:05 pm

    Arthemisia Gentilieschi

    Amadeu parecia custar a responder. Contrariado. Estava fazendo a refeição e, antes sequer de comer, a moça já o estava bombardeando com perguntas. Talvez tendo suspeitado disto, Arthemisia começou a comer. Não era muito bom fazendo comida. O queijo havia sido comprado nalgum lugar xexelento. Tinha muitas impurezas e faltava sobretudo sal. Tinha idéia de onde seu mestre o havia comprado, mas era leite e sabia que não devia ser desperdiçado segundo a tradição. Ademais estava com muita fome e nestas horas não se podia ter frescuras.

    Comia e falava, quase como uma bárbara. Amadeu comia devagar e esse comportamento lhe irritava muito. Por fim, o velho começa a falar.

    - Duna é uma velha amiga, de quando eu ainda era jovem e bobo. Posso encontrar quem eu quiser e quando eu quiser. Mas ela já estava vindo aqui para me trazer uma boa erva de fumo. Sabe que eu fico de mal-humor quando não tenho boa erva. - A jovem começa a pensar como ele seria sem a erva... Se isso fosse o seu bom humor...

    - Eu ainda estou pesquisando alguma coisa, mas posso te adiantar isto: Aquele sonho foi muito pouco devaneio do inconsciente. Houve diretamente intervenção dos encantados sobre você e isso é assustador. Pelo que entendi o ritual iniciado não foi mesmo completado e algo está por vir. Qualquer coisa que venha destas runas, não pode ser boa coisa. Então escute bem: Eu fiz uma busca baseado no retrato que você pintou das pessoas envolvidas. Todos se encontram em Shantagnar. A primeira coisa que você vai precisar fazer é reunir estas pessoas. Rápido, porque algo os está caçando! Um entre os seis já está em pedaços. Você conhece isto aqui? - Ele passa um rolo de pergaminho à moça. Era um pergaminho que continha duas magias. Aura mágica de Nystul e Apagar. Cada uma delas tinha quatro usos. - Assim que você conseguir encontrá-los você precisa fazer o ritual semelhante ao que fizemos contigo. Não vacile. Com um sinal tão grande, estão em perigo iminente. Eu vou confirmar uma suspeita e volto ainda hoje. Não se coloque ainda mais em perigo.
    Cuidado com a Mina!



    Nahir e Adso de Melk

    Julius mantinha um rosto bastante jovial e alegre, contrastante com o da última revelação. Bebedor como era, havia tomado a maior parte do vinho e mesmo assim não havia sinais de embriaguez. O padre, por outro lado, não era afeito a estes costumes e não conseguia acompanhá-lo. Nesta altura estava bem no limite, tendendo ao lado ébrio. Os temores de Nahir o faziam defensivo, bebe menos ainda que o padre, mas por algum motivo cruza a fronteira mais rápido. Ainda era dono de suas faculdades e sabia que depois daquilo precisava comer e ingerir alguma coisa doce. Um café amargo iria ajudar. Neste ponto, sua mente lhe traz uma reflexão desconfiada. Julius os estava embriagando por algum motivo. Então percebeu. Não lhes diria nada verdadeiramente sério, se não cruzassem esta linha.
    Porque os dois eram forasteiros, não conheciam Bill. Bill era um dos maiores negociantes da cidade. Tudo que entrava e saía da cidade passava pelas mãos dele mesmo que indiretamente. Realmente o homem, influenciado ou não por demônios, já fazia uma grande maracutaia por debaixo dos panos, nada de tão grave pelo que se tem notícia. Julius, que sabia isso, não queria contar tudo e se resume simplesmente.

    - Ora, Bill é o maior negociante da cidade, se é que me entendem... Bom já está bem tarde. Devo preparar tudo para nos apresentar no Pato de ouro. Obrigado pela companhia, amigos. Nos vemos outra hora? - Ele aguarda a resposta e sai pela porta sem esperar companhia. Já passava  de quatro horas e a dupla precisava de uma direção. Adso podia não voltar à igreja para rezar as vésperas, se quisésse. Podia fazê-lo até as sete horas em qualquer lugar se tivesse tempo. Nahir não tinha compromisso com a família que o acolhia, seu "quarto" era separado da casa principal...


    Charles Darren

    Os três descem a escada precária. Silas, Caio e Charles por último. A escada era de madeira e estava comida e podre em alguns lugares. O jovem matador de demônios desce agilmente a escada vertical e ao chegar observa o lugar. Era como um depósito primeiramente. Ali parecia haver de tudo quanto era mercadoria. Charles pensa ter encontrado o problema, mas investigando, não encontrou nada ilegal. Eles continuaram a caminhada por uns vinte minutos até que algo chama a atenção do novo membro da milícia. Havia uma mancha avermelhada encostada a uma parede. Foi rápido, mas retornando com a iluminação. Charles pode ver claramente que aquilo era algo que destoava. Caio se abaixa, coloca a mão e cheira.

    - É vinho!
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    Re: Os demônios de Ravencrowl - Grupo 2

    Mensagem por Guardião em Ter Ago 19, 2014 1:58 pm

    Dado que a tarde avançava e Adso já havia abusado consideravelmente do álcool, decidiu que deveria voltar a Igreja para cumprir as obrigações da batina cinzenta que vestia. Despede-se assim de Julius dizendo:

    - Sim, provavelmente nos veremos novamente, meu bom Ruh. Que a graça de Tehlu esteja sempre com você e sua talentosa trupe.

    Após Julius ir embora, o padre olha para Nahir fala:

    - Acho que temos alguma coisa aqui, não? Essa busca é sua, minha Revelação diz somente que eu devo auxiliar você e os outros do sonho... Tenho que voltar para a Igreja pois já estás na hora de eu cumprir minhas obrigações para com Tehlu. Não demorarei muito tempo... Quem sabe voltamos lá, comemos algo , espantamos de nossa cabeça a nuvem do álcool e procuramos depois esse tal Bill, que pelo visto é poderoso aqui na região. Não sei se é boa pessoa... Julius pareceu estanho ao falar do homem. Mas enfim, há essa história dos Encantados na mina de sal e acho que isso é mágico o suficiente para darmos pelos menos um verificada. Sabe-se lá o que Tehlu nos reserva ao colocar no nosso caminho tal boato! O que acha?
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    Re: Os demônios de Ravencrowl - Grupo 2

    Mensagem por isaac-sky em Ter Ago 19, 2014 4:46 pm

    - Esse cara enrolou a gente - digo, já longe de Julius e andando ao lado de Adso. - Sinto isso. Mas temos um lugar pra começar.

    Penso se devo continuar acompanhando o padre. Até o momento ele parece querer me ajudar.

    - Vou aceitar a comida. Já jantei por demais numa casa só - digo, aceitando o convite de Adso.

    "Igrejas...faz quanto tempo que não piso em uma?"

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    Re: Os demônios de Ravencrowl - Grupo 2

    Mensagem por Srta. Moon em Qua Ago 20, 2014 12:42 pm

    Atenta a toda explicação que Amadeu dava, Artemísia tentava assimilar toda a informação e pegava os pergaminhos que seu mestre lhe entregava, seguia para o outro cômodo e vestia-se de forma adequada para aventurar-se, tirava a poeira de suas vestes fazia tempo que não as usava. Pegando tudo que precisava ou julgava necessário para sua busca, escolheu seu repertorio de magias, guardava os pergaminhos que ganhou em seu organizador de pergaminhos, colocava sua manopla, pegava seu bordão e por ultimo sua besta leve, assim como seus componentes de magia e o grimório.

    Colocava a túnica por cima de suas vestes, Artemísia faria como seu mestre mandou, sairia em busca dos demais amaldiçoados pelo pesadelo, só o fez motivada pelas runas em seu corpo ela mesma não queria morrer e por fim pegava seu caderno de desenhos, quando o abriu parava na imagem de um sacerdote ou algo parecido com um, lembrou-se de ter encontrado alguém parecido com aquele homem na frente da igreja da cidade, e ali seria o seu primeiro local de busca.

    Seguiu para a cidade independente do horário, e com seu livro de desenho, estava decidida o primeiro que ela tentaria encontrar seria aquele homem, que ela viu pela parte da minha na igreja não alertaria o Francisco para não deixá-lo preocupado. No caminho pensava na melhor forma de abordar aquela pessoa que procurava e como chegaria nele, assim falando sobre sonhos e desenhos, não sonhos não ela parava na rua e ficava um pouco pensativa “Melhor não falar em sonhos ou marcas de ritual, acho que mostrar os desenhos já é o suficiente” pensativa em contar ou não sobre as marcas Artemísia seguiu até a igreja no caminho acabou decidindo em não falar das marcas, já tinha passado muito trabalho com tal marca.

    Artemísia lembrou-se do ritual e lembrou-se que teria de fazer o mesmo com eles e como o faria, e o pior de que forma os convenceria de fazer algo bizarro aos olhos de pessoas normais não conviventes com a magia. Aquilo tava complicado, quando ela parou a frente da igreja apenas esperou por alguns minutos, criou coragem e entrou, procurou por algum sacerdote do local para mostrar a imagem perguntando onde estaria aquela pessoa do desenho, pois logo de manhã ela o tinha encontrado perambulando pelo templo com vestes de sacerdote, deduziu que ele era um padre do lugar e precisava muito falar com ele, quando terminasse seu recrutamento Artemísia pensaria o motivo de seu Mestre falar que ela deveria tomar cuidado com a Mina.
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    Re: Os demônios de Ravencrowl - Grupo 2

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      Data/hora atual: Seg Dez 18, 2017 11:50 am