Um fórum de RPG online no formato de PBF (Play by Forum).


    Caos de espadas, balas e arte

    Tellurian
    Cavaleiro Jedi
    Tellurian
    Cavaleiro Jedi

    Mensagens : 267
    Reputação : 24
    Conquistas :
    • https://i.servimg.com/u/f11/17/02/65/26/411.png
    • https://i.servimg.com/u/f11/17/02/65/26/912.png
    • https://i.servimg.com/u/f11/17/02/65/26/712.png
    • https://i.servimg.com/u/f11/17/02/65/26/410.png
    • https://i.servimg.com/u/f11/17/02/65/26/512.png

    Caos de espadas, balas e arte Empty Caos de espadas, balas e arte

    Mensagem por Tellurian em Ter Abr 30, 2019 11:47 am

    Neste tópico, eu convido os meus jogadores para postarem contos, poesias, ilustrações e fotografias que remetam a temas que tenham a ver com o jogo, e a receberem XP por isso!

    Deixe a criatividade falar e enriqueça nosso jogo, tornando-o bonito como uma obra de arte deve ser!

    Eu irei analisar cada contribuição com os seguintes critérios:


    • Tema: a criação deve seguir a temática Bakumatsu. Também são admitidas criações sobre o início do período Meiji ou sobre o final do período Tokugawa. Pode-se tratar de Personagens jogadores, NPCs, lugares, objetos, construções e lendas (desde que ambientadas no período).

    • Originalidade: todas as criações devem ser originais do jogador. Nada de "peguei na net" ou "um amigo meu que fez". Aqui eu conto com a boa fé, caráter e honradez dos meus jogadores.

    • Beleza: a proposta do jogo é ser uma obra de arte, e obras de arte são bonitas de se ver. Toda criação que aprimorar a beleza do jogo será recompensada.

    • Utilidade: algumas criações serão mais do que bonitas, serão úteis no jogo e na narração. Essas obviamente receberão pontos extras (quando do momento da utilização, não necessariamente no momento da postagem)

    • Relevância: a criação deve acrescentar algo ao jogo, ao cenário ou aos personagens. Postar cinco mil fotos de samurais não renderá cinco mil pontos de experiência, por exemplo, à medida que cada nova repetição diminui a relevância dela.


    Estou ansioso pra ver o que vocês podem fazer!
    Larissa Aprill
    Mutante
    Larissa Aprill
    Mutante

    Mensagens : 721
    Reputação : 81
    Conquistas :
    • https://i.servimg.com/u/f11/17/02/65/26/410.png

    Caos de espadas, balas e arte Empty Re: Caos de espadas, balas e arte

    Mensagem por Larissa Aprill em Qui Maio 02, 2019 9:54 pm

    Lobo de Mibu - Akemi Ishida & Capitão Harada

    Tellurian
    Cavaleiro Jedi
    Tellurian
    Cavaleiro Jedi

    Mensagens : 267
    Reputação : 24
    Conquistas :
    • https://i.servimg.com/u/f11/17/02/65/26/411.png
    • https://i.servimg.com/u/f11/17/02/65/26/912.png
    • https://i.servimg.com/u/f11/17/02/65/26/712.png
    • https://i.servimg.com/u/f11/17/02/65/26/410.png
    • https://i.servimg.com/u/f11/17/02/65/26/512.png

    Caos de espadas, balas e arte Empty Re: Caos de espadas, balas e arte

    Mensagem por Tellurian em Sex Maio 10, 2019 9:59 am

    Muito legal, Larissa! 10 xp pra vc!
    Larissa Aprill
    Mutante
    Larissa Aprill
    Mutante

    Mensagens : 721
    Reputação : 81
    Conquistas :
    • https://i.servimg.com/u/f11/17/02/65/26/410.png

    Caos de espadas, balas e arte Empty Re: Caos de espadas, balas e arte

    Mensagem por Larissa Aprill em Qua Maio 15, 2019 11:19 am

    Lobo de Mibu - Akemi Ishida & Eiichiro Yamada

    MatériaIntangível
    Neófito
    MatériaIntangível
    Neófito

    Mensagens : 11
    Reputação : 0

    Caos de espadas, balas e arte Empty Re: Caos de espadas, balas e arte

    Mensagem por MatériaIntangível em Qui Maio 23, 2019 2:30 pm

    Aceitam uma Onna-Bugeisha?
    Ainda é possível ser Samurai?
    Posso criar uma ficha para Monge?
    Vou fazer ambas e postar tambem, caso a resposta não venha antes, tudo bem?!
    Muito obrigada, agradeço desde já!
    Larissa Aprill
    Mutante
    Larissa Aprill
    Mutante

    Mensagens : 721
    Reputação : 81
    Conquistas :
    • https://i.servimg.com/u/f11/17/02/65/26/410.png

    Caos de espadas, balas e arte Empty Re: Caos de espadas, balas e arte

    Mensagem por Larissa Aprill em Qua Maio 29, 2019 5:10 pm







    Cherry Kiss



    O festival Kanda Matsuri, celebra riqueza e boa fortuna do povo e é comemorado anualmente em Tokyo com a passagem dos santuários portáteis para renovar a fé da população por dias melhores. E hoje esta festividade trouxe uma sensação de paz e ânimo em tempo de guerra. Essa alegria animou até o quartel do Shinsengumi que iriam patrulhar a festa. O Capitão Harada permitiu que seus homens fizessem um revezamento entre eles, para que pudessem se divertir também.

    Akemi estava se trocando no dormitório, sua equipe tinha realizado a ronda pela manhã, então agora poderia sair para aproveitar a noite. Yamada entrou no quarto bruscamente quando a jovem amarrava o casaco do kimono.


    Yamada: Hey anda logo!

    Apesar do susto, a garota já estava vestida. Kaito e Hiroshi aguardavam na porta também, todos estavam ansiosos pela folga.

    Akemi: Estou pronto… - Disse prendendo a espada no cinto.

    Os quatro correm em direção à cidade e não demorou muito para que vissem as luzes das lanternas acesas enfeitando as barracas. O cheiro de comida invadia o ar. Hiroshi foi para a barraca de takoyaki, um bolinho de polvo frito e pincelado com molho shoyo e salsinha. O aroma abriu o apetite dos rapazes e cada um comprou uma porção. Enquanto comiam, Akemi analisava o movimento, as pessoas saíram com suas melhores roupas, as garotas se exibiam em suas yukatas e caminhavam entre risos. Ela sentiu saudades da época em que fazia o mesmo com suas amigas. Mas não se entristeceu pela lembrança, estavam lá para comemorar e pelo menos aquela noite iria se divertir como qualquer outra pessoa.

    Os rapazes caminhavam animados pelas outras barracas, havia uma diversidade de comidas e brincadeiras. Uma mulher com um yukata rosa e florido se aproximou do grupo. A jovem estava acompanhada com outras duas mulheres bonitas e bem maquiadas, mas não se comparavam com a beleza de Onna Yuri.


    Caos de espadas, balas e arte Screenshot-20190527-210348-1

    Yuri: Akira-kun? - disse entre risinhos e com uma voz melodiosa.

    Akemi reconheceu a bela geisha e cumprimentou com uma reverência. Hiroshi dava cotoveladas em Yamada e os dois tentavam segurar a risada. A jovem Shinsengumi ficou constrangida com a situação e a Geisha sorriu satisfeita com a impressão que causou. Ela convidou o grupo para tomarem alguma coisa na casa de chá.

    Yamada tomou a frente e concordou de imediato enquanto andava de braços dados com uma das garotas. Yuri estendeu a mão para Akemi, que não conseguiu recusar o convite. Eles caminharam até uma famosa casa de chá da região. O primeiro andar era um amplo salão separado por divisórias de papel. O segundo andar ficavam os quartos para quem queria mais privacidade.

    O grupo se acomodou num kotatsu, uma mesa com futons. Um local bem aconchegante para ficar sentados e  aquecidos, enquanto eram servidos com alguns petiscos e sakê.


    Yuri: Como sei que o senhor tem baixa tolerância ao álcool, pedi para trazerem um licor.- A mulher serviu o copo de Akemi com destreza - É uma bebida feita com flores de cerejeira. Isso deve agradar seu paladar.

    Akemi nunca tinha experimentado licor e provou um pouco da bebida. A garota sentiu um sabor doce como chá e agradeceu a mulher. Até Kaito preferiu o licor. O grupo ria e conversavam com as belas jovens. Em determinado momento Yamada sugeriu uma brincadeira para o grupo. Havia 3 copos virados para baixo com uma moeda escondida, Yamada iria embaralhar os copos e a pessoa teria que adivinhar onde o dinheiro estaria. Se errasse deveria acabar com a bebida num gole só. Akemi tentou se desvencilhar da aposta, mas foi convencida que o licor quase não tinha teor alcoólico.

    Yamada: Está com medo do que Ishida? Se você vomitar eu não contarei para ninguém.

    Hiroshi: Sim sim… e hoje estamos de folga… não tem problema se bebermos um pouco. - disse estendendo o copo de licor

    Kaito também não tinha costume de beber, mas se sentia confiante desta vez. Ele encarou a jovem samurai e colocou a mão em seu ombro como forma de incentivo.

    Kaito: Vamos jogar apenas uma vez. O que me diz?

    Diante de tantas insistências, porque não? Akemi pensou que poderia aguentar uma rodada, afinal a bebida era fraca. E o jogo de adivinhação começou, todos acertaram e erraram, a brincadeira foi fluindo enquanto as gueishas enchiam os copos a cada rodada. Quando Akemi se deu conta já haviam esvaziado a garrafa de licor e ela sentia o efeito da embriaguez.

    Akemi: Eu preciso ir ao banheiro. - Quando a jovem se levantou, tudo ao seu redor rodou e ela precisou se apoiar na parede.

    Yuri já estava de prontidão ao seu lado, oferecendo ajuda e Akemi percebeu um sorriso pervertido surgir nos lábios de Yamada. A garota foi guiada pela mulher e por sorte naquele lugar o banheiro era individual. Akemi teve dificuldade em abrir os cordões das calças, pois faltava coordenação motora, mas ela sentia uma alegria quase infantil por conta do álcool. Riu quando foi se agachar para fazer xixi e quase caiu. Riu quando percebeu que tudo parecia estar em câmera lenta. E chegou a conclusão que estava bêbada pela primeira vez na vida.

    Quando por fim conseguiu sair do banheiro, viu que Yuri estava a aguardando. Akemi caminhou aos tropeços em direção a jovem.


    Yuri: O senhor está bem? Não achei que o licor faria um efeito tão rápido.

    Akemi: Estou bem. Só está muito quente aqui… -  A garota tentava afrouxar um pouco a gola.

    Yuri: Vamos subir, você poderá descansar em um dos quartos.

    Akemi sorriu concordando, seria muito bom descansar um pouco, ela tentou avisar os amigos, mas a geisha disse que eles estavam entretidos com outras coisas, então a menina subiu sem reclamar.

    No quarto, Akemi sentou no futon e Yuri serviu um copo com água, só nesse momento que a menina percebeu o quanto estava com sede.


    Yuri: O senhor deveria tirar o casaco, pois está suando. - Ela dizia enquanto já o estava o despindo.

    A mulher era ágil, tirou o casaco da jovem num segundo e já estava desamarrando o kimono, quando a Akemi a barrou.

    Akemi: Não, não podemos fazer isso. - Ela tentou amarrar, mas os cordões dançavam em seus dedos.

    Yuri segurou o rosto da Akemi entre as mãos e a menina percebeu tarde demais quais eram as intenções da geisha. A mulher apoiou as mãos sobre os ombros da samurai e fez a jovem deitar de costas no edredom. A garota tentou se desvencilhar, mas a outra já estava deitada sobre ela e para sua surpresa viu os lábios vermelhos se aproximando dos seus.

    Akemi arregalou os olhos assustada, ela estava sendo beijada. E seu primeiro beijo era com outra mulher. A garota tentou se afastar, mas os lábios da gueisha eram macios e convidativos. Era um beijo gentil e sem perceber Akemi fechou os olhos e se entregou ao beijo. Mesmo a menina sabendo que era errado, mesmo sua cabeça martelando mil avisos, seu corpo correspondia às carícias da mulher de maneira involuntária.

    Yuri afasta os lábios e encarou a jovem que estava muito corada, a mulher sorri de satisfação e sussurra no ouvido.


    Yuri: Apenas relaxe…

    A mulher beija o lóbulo da orelha de Akemi e isso faz a jovem sentir a pele se arrepiar. E continua às carícias beijando a curva do pescoço e a orelha da garota.

    Akemi: Não….espera… - Ela tinha até dificuldade em falar.

    A menina sentia seu corpo pegando fogo a cada beijo, era uma sensação gostosa e excitante, mas ao mesmo tempo ela tinha medo de Yuri descobrir seu segredo. Akemi conseguiu sentar no futon, mas isso fez a Geisha segurar suas mão e abrir a parte de cima do yukata.

    Yuri: Tudo bem… você pode tocá-los.

    Os seios da mulher eram mais fartos e macios e Akemi apertou os seios por curiosidade, eles eram grandes e macios. Yuri voltou a beijar a menina, mas desta vez com mais intensidade e paixão. A garota sentia a cabeça leve, não conseguia raciocinar direito, muito provavelmente por causa da bebida. Mas a verdade era que a menina estava gostando das carícias da Geisha.

    Yuri: Akira-kun….- Disse entre sussurros e começou uma trilha de beijo entre o pescoço e a clavícula da jovem.

    Ouvir o nome do irmão deixou Akemi em alerta e percebeu que seu kimono, estava começando a ser aberto pelos dedos ágeis da mulher. A garota se esquivou da geisha e conseguiu recuar alguns passos, enquanto fechava a roupa.

    Akemi: Eu não posso… por favor me desculpe….

    A menina começa a procurar por sua espada pelo quarto, pois precisava sair dali o mais rápido possível. Yuri a olhou triste e cobriu o corpo nu envergonhada.

    Yuri: Eu fiz alguma coisa errada senhor?

    Akemi: Não...não é isso… é que… - ela nem conseguia pensar direito. Mas percebeu que Yuri ficou triste. - Olha, você é uma mulher linda e adorável. E eu nunca tinha feito isso com ninguém antes. - Seus olhos se encontram - Mas eu não posso me deitar com você e espero que você entenda.

    A Geisha acenou a cabeça timidamente, Akemi precisava partir, mas tinha a sensação que magoou os sentimentos da mulher.

    Akemi: Talvez um dia você entenda meus motivos...mas….eu gostei do seu beijo.- disse corando e saindo envergonhada.

    A menina deixou a Geisha no quarto e correu para a rua, não queria nem ver os amigos no momento. Ela tentava entender o que tinha acontecido. Poderia culpar a bebida pelos seus atos, mas a verdade é que tinha retribuído às carícias da mulher. Será que ela gostava de garotas??

    Estava tão perdida em pensamentos que trombou em alguém na sua frente. Automaticamente a menina fez uma reverência como pedido de desculpas.


    Capitão Harada: Ishida??

    Akemi encarou o homem à sua frente,  era o Capitão Harada. Ele estava patrulhando a festa a noite, já que pela manhã tinha levado Sayuri para ver o festival. O Capitão analisou a garota com um olhar penetrante. Ishida estava com as roupas amarrotadas e com o penteado bagunçado.

    Capitão Harada: Aconteceu alguma coisa? Onde estão os outros??

    Akemi: Senchõ… Está tudo bem... Não....na verdade...Eu…- A garota estava confusa demais até para explicar a situação.

    Então Yamada se aproximou e prendeu o pescoço da menina num mata-leão, mas a intenção não era machucar.

    Yamada: Esse é meu garoto… Vi quando você subiu para o quarto com a Geisha…. Então me diz como foi??

    Akemi: Não aconteceu nada...absolutamente nada…- ela estava cada vez mais envergonhada.

    A menina se desvencilhou do amigo com uma cotovelada nas costelas enquanto o Capitão Harada observava Akemi com um olhar intrigado.

    Capitão Harada: Ishida...você é virgem?

    Yamada gargalhou alto e Akemi corou tão violentamente, que acabou se denunciando para os rapazes.

    Akemi: Eu não quero falar sobre isso.

    A garota correu em direção ao quartel. Estava envergonhada pelo que aconteceu naquela noite, por mais que a bebida tivesse influenciando, ela beijou Yuri e gostou. Isso trazia novas inquietações ao coração da jovem.
    Larissa Aprill
    Mutante
    Larissa Aprill
    Mutante

    Mensagens : 721
    Reputação : 81
    Conquistas :
    • https://i.servimg.com/u/f11/17/02/65/26/410.png

    Caos de espadas, balas e arte Empty Re: Caos de espadas, balas e arte

    Mensagem por Larissa Aprill em Qua Jun 05, 2019 3:56 pm







    Pousada Cem Anos



    Logo pela manhã, Akemi e seus amigos foram convocados para uma reunião no prédio dos oficiais. A garota estava apreensiva, pois desde o incidente no festival ela sentia que seu segredo seria revelado a qualquer momento. Mas seus colegas de quarto não demonstraram nenhuma suspeita. Pelo contrário, Yamada zoava ainda mais a garota por saber que era virgem.

    Quando entraram no escritório, Harada estava analisando um mapa da região sobre a mesa. Os longos cabelos castanhos caiam sobre os ombros e Akemi corou levemente ao vê-lo. Ele pediu para o grupo se aproximar.


    Capitão Harada: Eu convoquei vocês para uma investigação. Está acontecendo muitos roubos nesta região. - Ele aponta para um grande X pintado sobre o mapa - Mas recebemos uma denuncia que o responsável é o dono da Pousada Cem Anos. Então partiremos o quanto antes e devemos chegar no local ao cair da noite.

    Todos confirmaram com um aceno de cabeça. Akemi já tinha ouvido falar daquele lugar. Era um estalagem gigantesca, com centenas de quartos e casas de banho. O local tinha até uma área reservada para treinamento militar, fontes termais e um grande jardim com um templo Xintoísta. Somente nobres e família tradicionais, como dos samurais podiam frequentar aquele local.

    Os quatros amigos estavam prontos para partir a cavalo e a menina ficou surpresa ao ver que o próprio Capitão Harada iria comandar esta investigação. Durante as longas horas de cavalgada, o grupo mantinha uma conversa animada. Até que Yamada começou com as conversas maliciosas.


    Yamada: Hey Ishida...Você não se encontrou com a geisha desde o festival. Ela deve estar sentindo sua falta.

    A menina sentiu o rosto queimar de vergonha, Kaito estava cavalgando ao seu lado e sorriu. Yamada fez uma voz grossa, imitando um homem viril e Hiroshi era a voz feminina.

    Yamada: Yuri, você pode se deitar comigo agora. Estou pronto para perder minha virgindade - O rapaz pisca para Akemi.

    Hiroshi: Mas é claro Akira-kun, me beije por favor…

    Akemi: CALEM A BOCA!!!- gritou para os rapazes - Irei socar cada um de vocês se falarem isso novamente. - Akemi estava irritada, mas se lembrou do dia em que o Capitão puniu o grupo por brigarem entre si. - Desculpe Senchõ, eu não quis dizer isso. - admitiu envergonhada.

    Os amigos explodiram em risadas e Akemi encolheu os ombros se sentindo derrotada.


    Capitão Harada: Hey cambada!! Deixem o Ishida em paz, ele deve ter seus motivos.- O homem olhou sobre os ombros e todos ficaram em silêncio.

    Ao cair da noite o grupo chegou na estalagem, eles deixaram os cavalos a cuidado dos criados e caminharam em direção a recepção. E foram informados que o Sr. Sohma, já havia se recolhido aos seus aposentos e que iriam providenciar um quarto para o Shinsengumi. Todos foram tomar um banho nas fontes termais, mas a garota disse que estava com muita fome. Que preferia comer e depois se banhar, com isso ela conseguiu evitar outra situação constrangedora.

    Quando retornou para o quarto após o banho, já estava tarde e todos dormiam. O quarto era um grande cômodo, com vários futons espalhados pelo chão. Kaito e Hiroshi dormiam do lado da parede e havia um espaço vazio entre o Yamada que roncava alto e o Capitão Harada que estava deitado de lado, com o rosto virado para a porta do quarto.

    Akemi piscou os olhos por alguns segundos. Não acreditava que teria que dormir tão próxima assim dos dois homens. Ela já sentia seu coração bater acelerado antes mesmo de deitar. A garota deitou e se virou para o lado do Capitão. A luz que entrava no aposento permitia que ela visse a silhueta do homem e ela conseguia perceber como as costas, ombros e o braço dele era definido. Se a garota tentasse poderia esticar sua mão e tocá-lo. Akemi engoliu em seco, seu coração batia tão rápido e tão alto que poderia acordá-los, então a menina se virou para o lado do Yamada que estava deitado de barriga para cima com a roupa entreaberta. Ela conseguia ver o peitoral e o tórax do rapaz e sentiu seu rosto queimar quando ele coçou o peito durante o sono profundo.

    Akemi sentou rapidamente e começa a se abanar. Kaito estava acordando e olhou para a menina confuso e disse sonolento.


    Kaito: O que houve? Não está com sono?- O rapaz estava com os cabelos soltos e procurou pelos óculos mas não achou.

    Akemi: Está muito quente aqui.- Disse se abanando.

    O moreno engatinha na direção dela, como ele era míope não conseguia enxergar bem. Ele tateou as mãos da jovem e puxou o futon dela em direção a porta. Akemi o olhou surpresa, pois não imaginou que o garoto era forte assim. Ele estava bem próximo dela e a menina reparou que ele era muito bonito também.


    Kaito: Perto da porta é mais fresco. Agora você pode dormir. - disse dando tapinhas em seu ombro - E eu vou ao banheiro.

    O rapaz saiu do quarto e Akemi cobriu o peito com as mãos, seu coração batia descompassado. Ela corou ao imaginar o Capitão, Yamada e Kaito sem camisa. A menina se joga na cama de bruços, afundando o rosto no travesseiro. Como ela conseguiria dormir aquela noite??

    Na manhã seguinte, o grupo foi encaminhado para os aposentos do Shigure Sohma, o dono da Pousada Cem Anos. O Capitão Harada conduziu a entrevista, dando a entender que o grupo iria patrulhar a área para impedir que novos roubos ocorressem. Ao saírem do aposento, Akemi estava fazendo uma reverência ao senhorio, quando escuta alguém a chamando.


    Kaoro: Akira-kun?- A menina usava um kimono vermelho e tinha um enfeite no cabelo. Ela tinha um rosto delicado, a pele alva e belos olhos castanhos.

    Akemi abriu a boca surpresa, pois na sua frente estava sua amiga de infância, Kaoro Takashi, a garota conhecia sua família a muito tempo, ela estava no dia do enterro do irmão. Por isso Kaoro olhava para Akemi como se tivesse visto um fantasma.


    Akemi: Kaoro-chan…. - Mas a menina deu as costas e começou a correr. - Me desculpem. - Ela faz uma curta reverência aos homens e corre atrás da garota.

    Quando por fim conseguiu alcançá-la Kaoro começou a gritar e Akemi tampou a boca da jovem dizendo.


    Akemi: Sou eu a Akemi….eu posso explicar tudo. Mas prometa que não vai gritar.

    Akemi contou que desde a morte do Akira ela entrou no Shinsengumi e finge ser o irmão falecido e que ninguém pode descobrir seu segredo. Aos poucos a expressão da amiga foi de assustada para incrédula.

    Kaoro: Eu não acredito que você fez isso… você não imagina o quanto os seus pais ficaram arrasados com seu sumiço. Faz 6 meses que seu pai espalha cartazes por aí… ele acha que você fugiu com alguém. E sua mãe tem estado doente…

    Capitão Harada: Ishida… - Ele se aproxima das jovens.

    Akemi: Senchõ… me desculpe. Está é Kaoro Takashi,  minha amiga de infância.

    Kaoro: Me desculpe pela maneira rude que agi. Mas foi uma surpresa encontrar... o Akira-kun.- A jovem curva o corpo e diz numa voz agradável.

    O Capitão olha para elas intrigado, mas diz de uma maneira séria.


    Capitão Harada: Ishida temos que ir… a noite você pode conversar melhor com sua amiga.

    Antes de partir, Akemi olha de maneira suplicante para a amiga e faz um gesto de silêncio com os dedos. Eles se afastam e encontram o grupo mais a frente. O dia correu com o Shinsengumi patrulhando a área, mas eles não encontraram nenhum cativeiro ou armazém. Então deduziram que deveria existir algum tipo de esconderijo secreto dentro da Pousada.

    Quando retornaram para a pensão, Akemi foi a primeiro a se banhar e correu procurar sua amiga. As duas estavam conversando durante o jantar, de certo modo matando a saudade uma da outra.  Quando os quatros homens de kimonos azuis celestes se aproximaram. Yamada vinha rindo à frente do grupo, mas o Capitão permanecia com um olhar sério. E isso fez a jovem se encolher um pouco na cadeira, pois não sabia o que tinha feito para deixar o homem zangado.


    Yamada: Podemos nos sentar? Acredito que o jantar será muito mais prazeroso na companhia de uma bela dama.

    Akemi olhou para Yamada com os olhos arregalados. Desde quando o rapaz era tão galante?? Yamada sentou do lado direito da Kaoro, enquanto Akemi sentava do outro lado. Kaito e Hiroshi se acomodaram a frente e o Capitão Harada ficou na ponta da mesa.

    A comida fornecida pela pousada era muito saborosa e naquela noite todos comiam curry com arroz e bebiam chás. O clima do jantar era tenso, pois todos comiam em silêncio.


    Capitão Harada: Senhorita Takashi, vocês se conhecem a muito tempo?

    Akemi se engasgou com a comida e olhou assustada para o Capitão.

    Kaoro: Sim senhor, nossas famílias são amigas há muito tempo. - disse timidamente.

    Yamada: O Ishida sempre foi um rapaz delicado? - Começou a provocar.

    Akemi:Yaahhh!!! - retrucou apontando a colher para o rapaz

    Kaoro: Bom… o Akira sempre foi um cara gentil e alegre e nós sempre passeávamos pelo jardim e…- algumas lágrimas começam a escorrer pela sua bochecha

    E nesse momento Akemi se lembrou que a amiga gostava do seu irmão. E vendo Kaoro chorar percebeu que ela ainda sofria por sua morte.


    Akemi: Kaoro-chan - Diz apoiando a mão sobre a dela e sentia os olhos ficando marejados.

    Kaoro: Me desculpe por estragar o jantar. Com licença… - A menina se levantou e estava saindo.

    Akemi foi atrás da amiga, a puxou pelo braço e a abraçou forte. O grupo do Shinsengumi ficou surpreso por aquela cena romântica.


    Akemi: Eu sinto muito.... Kaoro-chan. - Diz num sussurro- Me desculpe por trazer as memórias do meu irmão assim.

    A menina de kimono vermelho nega com a cabeça, ela limpa as lágrimas e as duas saem de mãos dadas do salão. Quando estavam num lugar mais reservado, podiam falar sobre Akira. Kaoro estava mais calma e encarava a amiga.

    Kaoro: Você realmente se parece com ele. Quando te vi achei que era um fantasma. - diz com um sorriso triste - Quando eu soube que… eu não quis acreditar, aconteceu tão de repente.

    Akemi riscava o chão com um graveto e suspira.

    Akemi: Eu sei….ele estava tão feliz de viajar para Tokugawa… Eu penso nele todos os dias. No começo achei que me passando por ele poderia manter meu irmão vivo dentro de mim. - a menina suspirou e abaixou a cabeça- E eu sei que meus pais devem estar sofrendo por minha causa….mas não posso voltar….eu encontrei meu lugar...me sinto em casa com aqueles caras e sei que Akira também se sentiria assim.

    Kaoro: Eu espero que Akira esteja feliz, onde quer que esteja.

    Akemi encara a amiga, a jovem samurai sempre soube do amor que ela nutria pelo irmão e suspeitava que ele sentisse o mesmo.

    Akemi: Kaoro, meu irmão tinha um carinho especial por você. Se ele pudesse tenho certeza que vocês estariam juntos agora.- Ela segura na mão da amiga - Por isso eu te peço, por mim e por ele também…. Não se prenda ao passado. Você pode achar um bom rapaz e que vai te amar muito. Tenho certeza que Akira ficaria feliz com isso também.

    Kaoro: Akemi-chan…- Elas se abraçam - Eu senti muito a sua falta.

    As duas ficam abraçadas mais um tempo e depois a amiga diz que precisa voltar. Akemi a acompanha até seus aposentos, mas fica nas sombras para que a família de Kaoro não a visse. Depois a jovem retornou para o quarto e todos já estavam deitados.

    Akemi começou a puxar seu edredom para porta, mas Yamada agarrou seu braço e a menina o olha assustada


    Yamada: Aquela sua amiga, ela gosta de você não é?

    Akemi: Do que você está falando? - Ela tentou desconversar enquanto soltava o braço da mão dele

    Yamada: Por isso que você é virgem ainda….porque gosta dela. Eu vi a maneira que vocês se abraçaram.

    A menina encarou o rapaz e ele estava sério. Será que ele estava gostando da Kaoro?

    Akemi: Eu gosto dela, mas somente como uma amiga. Eu nunca poderia retribuir o que ela sente e hoje conversamos sobre isso.

    Yamada: Sério?? Então não a nada entre vocês?

    Akemi: Sério… Agora vá dormir. - Ela continua puxando o edredom em direção a porta e repara que o Capitão estava acordado e ele a olhava em silêncio.

    No dia seguinte, o grupo iria vasculhar a pensão em busca do esconderijo e se dividiram. Kaito e Hiroshi vasculharam os quartos, Yamada a área de treinamento militar e o Capitão Harada e Akemi iriam para os jardins e as fontes termais. A garota seguia os passos do Capitão em silêncio. Ela tinha a sensação de que agiu errado, mas não sabia o que.


    Akemi: Senchõ, eu fiz alguma coisa que te chateou?

    O homem continua andando e encara o céu pensativo, depois balança a cabeça negativamente.

    Capitão Harada: Você não fez nada errado. Mas tem algo me incomodando - Ele para de andar e bloqueia o caminho de Akemi - Você anda estranho desde o dia que chegou. Talvez ter reencontrado com sua amiga, mexeu com seus sentimentos.

    Akemi abriu a boca surpresa, iria retrucar, mas o homem voltou a andar com passos firmes e disse por fim.

    Capitão Harada: Bom, eu não tenho o direito de te criticar...Só tome cuidado. O amor pode ser perigoso e eu sei bem disso.

    Akemi apressa o passo atrás dele, ela queria explicar que tudo era um mal entendido.

    Akemi: Eu e a Kaoro não temos nada, posso garantir que somos só amigos. Ontem foi um mal entendido.

    O homem apoia a mão sobre os ombros da jovem.

    Capitão Harada: Você é jovem ainda e é difícil de decifrar os sinais do coração. Mas o Yamada está certo em desconfiar, vocês se abraçaram em público.

    Harada voltou a caminhar, ele estava contornando a borda da fonte termal quando Akemi se aproximou e segurou seu braço.

    Akemi: Eu gosto de homens. - Disse num impulso

    Capitão Harada: O QUÊ???

    Devido a surpresa da revelação, o homem recolheu o braço bruscamente e isso fez a menina se desequilibrar. Ela caiu dentro da fonte e durante o mergulho percebeu algo brilhando pelo chão. Havia algumas moedas próximo a uma porta escondida.

    Capitão Harada: Ishida, você está bem??- Disse assim que ela emergiu

    Akemi: Eu achei… achei o esconderijo - disse sem fôlego.

    O Shinsengumi se reuniram na fonte um tempo depois e Akemi mostrou o caminho para o Capitão e o Yamada. Realmente havia uma porta submersa que levava até a entrada de uma caverna. Lá dentro estava escondido barris de moedas, assim como joias. O Capitão deu voz de prisão para o Sr. Sohma e a notícia se espalhou rápido pela região.

    Quando percebeu a pousada já estava cheia de oficiais do Shinsengumi e o Capitão Harada estava atarefado com os outros oficiais. Infelizmente Akemi não conseguiu mais ter um tempo a sós com ele. E a viagem encerrou mais breve do que gostaria, eles partiram para o quartel no mesmo dia. Mas Akemi se despediu da amiga e prometeu manter contato com a Kaoro.
    Larissa Aprill
    Mutante
    Larissa Aprill
    Mutante

    Mensagens : 721
    Reputação : 81
    Conquistas :
    • https://i.servimg.com/u/f11/17/02/65/26/410.png

    Caos de espadas, balas e arte Empty Re: Caos de espadas, balas e arte

    Mensagem por Larissa Aprill em Dom Jun 16, 2019 5:09 am

    Capitão Harada e Akemi

    Tellurian
    Cavaleiro Jedi
    Tellurian
    Cavaleiro Jedi

    Mensagens : 267
    Reputação : 24
    Conquistas :
    • https://i.servimg.com/u/f11/17/02/65/26/411.png
    • https://i.servimg.com/u/f11/17/02/65/26/912.png
    • https://i.servimg.com/u/f11/17/02/65/26/712.png
    • https://i.servimg.com/u/f11/17/02/65/26/410.png
    • https://i.servimg.com/u/f11/17/02/65/26/512.png

    Caos de espadas, balas e arte Empty Re: Caos de espadas, balas e arte

    Mensagem por Tellurian em Sex Set 06, 2019 5:56 pm

    Senhoras e senhores, eu tinha falado brincando, mas já que vocês botaram fé, está aberto o evento do nosso jogo em homenagem ao Dia do Sexo: um concurso de contos eróticos.

    Todos os jogadores que participarem, postando contos de temática erótica, irão ganhar entre 10 e 25 pontos de XP. O conto que eu mais gostar irá ganhar um Desejo, sem zerar o XP que já tem.

    Como o tema do concurso é sexo, deverá haver descrições do ato sexual, embora quão explícita seja por sua conta. Eu levarei em conta na minha análise quão bem escritas foram as descrições dos estados de espírito e sensações do personagem do conto (que pode ou não ser o seu personagem. Eu só peço que usem o tema Japão Feudal)

    Por favor, postem até o dia 13/09/2019. Contos postados após a data não irão concorrer ao desejo, mas ainda receberão XP.

    Eu vou postar um conto de minha autoria também, pq eu tb quero brincar. Obviamente, eu não estou concorrendo.

    Divirtam-se!

    Conto 18+:


    Caos de espadas, balas e arte D62752w-91215021-3bc0-46f1-b488-fb14e341b7e6.jpg?token=eyJ0eXAiOiJKV1QiLCJhbGciOiJIUzI1NiJ9.eyJzdWIiOiJ1cm46YXBwOjdlMGQxODg5ODIyNjQzNzNhNWYwZDQxNWVhMGQyNmUwIiwiaXNzIjoidXJuOmFwcDo3ZTBkMTg4OTgyMjY0MzczYTVmMGQ0MTVlYTBkMjZlMCIsIm9iaiI6W1t7InBhdGgiOiJcL2ZcLzk0YTMwNGNmLTY5ZTMtNDE5OS1iNGU4LWNmZDgwMTJlOWM3ZVwvZDYyNzUydy05MTIxNTAyMS0zYmMwLTQ2ZjEtYjQ4OC1mYjE0ZTM0MWI3ZTYuanBnIn1dXSwiYXVkIjpbInVybjpzZXJ2aWNlOmZpbGUuZG93bmxvYWQiXX0

    O tempo passa rápido quando a gente se diverte, mas será que ele pode parar?

    Eu ainda lembro daquela noite. Provavelmente vou lembrar a vida inteira. Era uma noite de inverno, e estava particularmente rigoroso naquele ano. Eu moro nas montanhas, e aqui sempre é mais frio. O fogo da minha cabana estava morrendo aos poucos, e eu não tinha mais lenha seca. Tinha que racionar, ou não passaria daquela noite.

    Você já sentiu frio? Eu digo... frio de verdade. Não estou dizendo daquele friozinho que deixa suas articulações duras, mas você sopra elas e tudo fica até gostoso. Eu estou falando de frio. Tão intenso que seu corpo começa a perder calor. As pontas dos seus dedos começam a perder sensação. Você treme incontrolavelmente. Não há nada que possa fazer a respeito, além de sentir o calor te abandonar. Eu estava assim naquela noite.

    Desesperado, saí da cabana em meio a nevasca para procurar lenha. Vaguei durante horas pela montanha, e tudo o que eu encontrava era madeira congelada ou encharcada pela neve. Foi quando ouvi um ganido baixinho e fui investigar. Presa à uma armadilha plantada por caçadores, estava uma pequena raposa, quase tão branca quanto a neve. Eu me aproximei, e ela ganiu em desespero. Eu esperei que ela se acalmasse de novo, e então me aproximei. Ela estava ferida. Eu senti pena daquele pobre animal, abandonado ferido na neve para morrer. Achei que poderia cuidar dela.

    Voltei à minha cabana, e atirei meu último feixe de lenha no fogo. Cuidei da pata da pobre raposa, comprimindo a ferida com gaze e emplastros de ervas caseiras que a minha avó tinha ensinado. Dividi um pouco da minha comida com ela. Se eu não durasse aquela noite, ao menos meu último ato nesse mundo teria sido um ato de benevolência, ao salva a vida do pobre animal.
    Eu lembro de me sentar próximo a fogueira naquela noite, rezando aos deuses, implorando que me poupassem. Eu lembro quando o fogo apagou. Lembro do frio penetrar na minha alma. Lembro de desistir de viver. Lembro da vista escurecendo.

    E então, aconteceu. Uma voz linda entoou uma canção suave. A própria neve pareceu responder, e a nevasca cessou. As nuvens abandonaram o céu, revelando a mais bela lua cheia que eu já havia visto em toda a minha vida.
    A porta da cabana estava aberta, e era por lá que via o luar. Uma linda mulher, alta e de cabelos negros como a noite, entrou. Trajava um fino yukata que escondia muito pouco da sua pele. A silhueta curvilínea era revelada pela luz da lua que penetrava pela porta, tornando transparente o fino yukata branco.

    “Yuki Onna”- Sussurei, e achei que seriam minhas últimas palavras.

    A mulher sorriu, e deixou cair o Yukata. A pele macia sequer estava arrepiada com o frio. Os seios perfeitos eram arrebitados e continham pequenos mamilos rosados, arrebitados e convidativos. A cintura estreita se movimentava em um rebolado hipnótico enquanto ela se aproximava de mim. Meus olhos pousaram inevitavelmente sobre o sexo da moça, de pelos raros e finos, e senti o latejar viril do desejo trazer de volta um pouco do calor que eu necessitava desesperadamente para viver.

    Eu estava sentado, apoiado na parede, imóvel. Uma deusa piedosa ouvira minhas preces e me trazia de volta à vida. O sorriso malicioso da morena ainda habita as minhas mais profundas fantasias.

    Ela montou sobre mim, e se curvou lentamente, me oferecendo seus lábios vermelhos. A respiração dela era fria, como esperado de uma entidade da neve. Mas a sua pele era tão quente que poderia derreter cobre. Quando os lábios dela tocaram os meus, e a língua dela deslizou sobre a minha, senti gosto de amoras silvestres. O vigor retornou ao meu corpo e senti que poderia uivar a Lua, de desejo, de amor e de luxúria.

    Me entreguei naquele beijo com toda a ânsia do desejo que me consumia, e a Onna soltou um gemido exasperado quando eu a agarrei. Porém, a moça sorria enquanto me beijava, denunciando que gostara da minha atitude.

    Minhas mãos deslizaram das costas nuas e esguias da morena, até alcançar-lhe a curva dos quadris. Agarrei-a e comecei a conduzir o movimento da moça, que deliberadamente se esfregava em mim, roçando a sua umidade na minha rigidez.

    Quando sentiu a minha virilidade, a moça interrompeu o beijo e me olhou nos olhos. Ela lambeu os lábios enquanto desfazia os cordões da minha calça, sem nunca parar de ondular sobre mim.

    Quando me desfiz do fardo aspero que as roupas representavam, meu tato foi brindado com a deliciosa sensação da pele macia e quente dela esfregando-se na minha. Nos beijamos mais uma vez, em um beijo sem fôlego e ofegante de desejo.

    Ela se inclinou, e eu senti que havia entrado nela. Ela jogou a cabeça para trás, cravando as unhas de raposa nas minhas costas e gemendo alto com sua voz fina e melodiosa.

    A sensação quente e úmida que me envolveu me fez mergulhar em um oceano de prazer. A moça manteve os movimentos ondulatórios de seus quadris, gemendo a cada intervalo. Ela arqueou as costas, me oferecendo seus seios. Não resisti a generosa oferta e agarrei-os com ambas as mãos. Beijava-os, lambia-os e sugava-lhe os mamilos com ânsia, devorado pela luxúria. Entregue completamente ao prazer. E a moça tremia em meus braços, quase desmaiando de desejo.

    Acordei na manhã seguinte com a luz do sol em meus olhos. Eu havia sobrevivido a noite, graças ao espirito da raposa de neve. Yuki Onna me aqueceu naquela noite com o seu amor, parando o tempo, e fazendo aquela noite durar para sempre no meu coração.


    Feliz dia do sexo, pessoal!
    Christiano Keller
    Mestre Jedi
    Christiano Keller
    Mestre Jedi

    Mensagens : 1490
    Reputação : 64
    Conquistas :
    • https://i.servimg.com/u/f11/17/02/65/26/2111.png

    Caos de espadas, balas e arte Empty Re: Caos de espadas, balas e arte

    Mensagem por Christiano Keller em Sab Set 07, 2019 1:46 am

    Conto relacionado ao tópico Sombras e Luz - Toshiro
    Apenas +18:

    Ya-Ku-Za,

           As cartas do jogo que representam a derrota. Ohagi tinha um cassino e um tipo de bordel em Kyoto. Um homem tradicional que gostava do respeito e da ética de seu trabalho. Ser ético não quer dizer ser bom ou honesto, mas seguir uma pratica comum entre seus iguais. Ohagi havia contratado os serviços de um samurai para conversar com seu irmão a poucos dias. O samurai era um retaliador, um tipo estranho, um assassino frio mas que tinha um senso de ética forte, tinha uma visão de futuro e este homem havia se comprometido com Ohagi. O retaliador havia feito uma proposta para trabalharem juntos, uma oportunidade que Ohagi não poderia deixar passar.
           A chuva havia passado e alguns jogadores vieram para o estabelecimento de Ohagi em busca de fortuna. Prover os jogos dava uma comissão para a casa e os bordéis davam dinheiro para sustentar o dia a dia. As acompanhantes de Ohagi sempre estavam por perto, eram seus prêmios como propaganda. Após algum tempo as moças iam para o dia a dia e todos poderiam usar de seus serviços, porém enquanto estavam com Ohagi era como ter obras de artes que se tornariam parte do desejo do público. Ohagi usava este desejo que despertava nos homens a luxúria e os faria frequentar o bordel. Enquanto jogava cartas as moças ficavam por perto com pouca roupa, em alguns momentos enfiava os dedos em suas bocas antes de separar as cartas. As vezes passava a mão em suas virilhas para distrair ou incentivar alguém. As moças eram apenas ferramentas nas mãos habilidosas de Ohagi.
           Porém a oportunidade que Ohagi queria iria bater em sua porta naquela noite. Um dos jogadores tinha uma casa de apostas. Apostavam em tudo, corridas, arco e flecha, barcos, disputas, talvez até se haveria chuva ou sol. Naquela noite ele havia ganho bastante dinheiro e estava no bordel. Uma das moças do bordel vai até a mesa de jogo de Ohagi e faz um sinal para seu mestre, havia algum problema com algum cliente.
           -- Senhores, retornarei em breve, acho que a sorte não está comigo nesta rodada. Com uma reverência Ohagi se levanta e vai com a moça até o bordel enquanto seus prêmios fazem uma pausa.
           -- Mestre, o cliente morreu enquanto era servido. A serva indicava a cabine do ocorrido. Dentro da cabine o homem estava caído no chão nu com um sorriso no rosto. Ohagi sabia que alguns homens mais velhos poderiam ter este tipo de destino e era muito melhor que a morte por uma espada.
           -- Este não é o dono da casa de apostas? Indagava Ohagi para confirmar com a serva.
           -- Sim meu senhor. Fazemos o de sempre? Aguardava a serva para confirmar as instruções do chefe.
           -- Não, recolham tudo, faremos um enterro descente. Vou assumir os negócios dele. Não tem família, não tem nada, vou transferir os eventos para um outro local. Ohagi viu uma oportunidade e não a deixaria escapar. Ao assumir uma operação de apostas dividiria o prêmio entre os apostadores ficando com uma comissão. Porém ele tinha que ficar no cassino e no bordel, precisava de alguém para dar credibilidade para as apostas, alguém que se houvesse fraude poderia lidar com o problema, alguém como um retaliador.
           Ohagi ri e chama seus prêmios.
           -- Vou escrever uma carta especial para entregar para aquele samurai, lembra dele? Ele ajudou-me com meu irmão Toshio. Contava Ohagi enquanto indicava para as moças ficarem de quarto no chão.
           -- Ele disse que seu coração pertencia a outra mulher. Sim, lembro dele muito bem. A jovem Imouto nunca havia sido recusada por um homem até Toshiro. O samurai era um misto de ódio e desejo para a Imouto, porém de acordo com o que vira poderia ser um homem perigoso.
            Ohagi coloca papel sobre as costas nuas da jovem a sua direita e começa a escrever.
            "Prezado Toshiro, uma oportunidade surgiu para trabalharmos juntos. Em alguns dias poderemos começar nossos trabalhos com uma casa de apostas. Enviarei detalhes no futuro. Seu novo sócio, Ohagi."
            Enquanto escrevia sobre as costas de sua serva, Ohagi usa a mão esquerda para massagear a jovem Imouto que estava de quarto no chão. Passava os dedos em sua virilha para fazer com que ficasse relaxada. Quando termina de escrever entrega o papel para a jovem Imouto que o dobra, coloca em um objeto de metal o molha na boca e entrega para Ohagi. Ohagi pega o objeto o coloca na bunda da Imouto e diz:
            -- Relaxe. Três, dois. Ohagi enfia o objeto na bunda da Imouto.
            -- Hum! A jovem geme ao receber o objeto. Não era sua primeira vez, mas era sempre uma surpresa. Apenas uma ponta fica do lado de fora e sabia o que tinha que ser feito.
            Ohagi então começa a fazer sexo com a moça que usou de mesa. Como a moça não tem língua os sons não são estranhos e exóticos. Ohagi estava feliz com a nova oportunidade e compartilha sua felicidade na sua serva. Enquanto Ohagi se diverte a Imouto se veste com uma roupa adequada para andar pelas ruas, faz uma saudação e segue com sua mensagem.
            A Imouto anda pela rua carregando o objeto de forma discreta e segura como havia feito tantas vezes. As ruas de Kyoto poderiam ser preocupantes, mas carregar uma mensagem escondida era fácil. Ao chegar na estalagem ainda de longe a Imouto vê Toshiro aguardando na recepção. A moça discretamente se abaixa, retira a mensagem e a prepara para entregar para o samurai. De forma discreta ela entra na pousada, faz uma saudação e entrega a mensagem para o samurai. O samurai recebe o papel das mãos da Imouto que faz outra saudação e vai embora tão silenciosa quanto chegou.
            O samurai lê a mensagem de Ohagi e sorri. Em breve teria um novo sócio para garantir seu futuro como um homem e negócios.
    Jolie_Scarlatt
    Investigador
    Jolie_Scarlatt
    Investigador

    Mensagens : 93
    Reputação : 8

    Caos de espadas, balas e arte Empty Re: Caos de espadas, balas e arte

    Mensagem por Jolie_Scarlatt em Dom Set 08, 2019 11:35 pm

    Nome do conto 18+:

    Caos de espadas, balas e arte Images16

    havia alguns dias que Suzuka estava morando com o Gensai, o homem que mexia com a Geisha de uma forma que nenhum homem fora capaz de mexer. Suzu ficava corada com cada pensamento que tinha e todo o seu corpo. Porém jamais irá esquecer a suas primeira noite com ele, pois Suzu tinha que cuidar daquele homem, precisou tirar sua roupa, e pela primeira observava um homem nu, ele parecia todo desenhado, seus músculos definidos, marcados pelos treinamentos pesado. Suzuka passava delicadamente a mão em cada pedacinho daquele homem, e imaginava sendo tocada por ele, imagina o quanto seu corpo deveria ser quente e forte, e ficava ruborizada .  Ao terminar de cuidar daquele homem Suzu foi tomar banho, seu corpo estava todo com desejo e ela precisava se acalmar.

    Então Suzuka encheu o furo de água quente, jogou algumas pétalas de flores, acendeu um incenso, despiu-se da sua roupa, deixando cair delicadamente pelo chão, seu corpo estava iluminada apenas com a.luz do por do sol, o contraste do branco de sua pele com o laranjado do sol, e suavemente entra no.furo, deixando o calor da água inundar sua pele, deixando a geisha leve e relaxada, então começa a passar o pedaço de tecido pelo seu corpo, deslizando delicadamente, e surpreendentemente imaginando Gensai tocando no seu corpo, então começa a deslizar pelo seu colo, descendo pelo.seu seio, barriga, se aproximando na virilha até começar a se tocar, quando foi surpreendida pelo toque  do próprio Gensai.

    Suzuka desperta do seu transe  e o seu olhar cruza com o olhar cheio de desejo do Gensai, e sem trocar palavras o guerreiro tira o manto que lhe cobria e entrou no furo, e ficaram ali próximos um com o outro e o pouco espaço que tinha entre eles foi preenchido com a onda da água que se mexia com os movimentos dos dois. Gensai  começou beijar ardentemente Suzuka, e essa se entregava a cada toque do seu guerreiro, e quando sentiu ele dentro dela gemia de prazer e o.movimento começou lento, se encaixando é depois começou a Acelerar  e o prazer deles aumentando e a água saindo do furo e só parou no momento que Suzuka cravou suas unhas nas costas de Gensai e sentiu se derreter com o seu guerreiro dentro de si.

    Então Suzu despertou do seu sonho, derretendo  de prazer, e ao olhar Gensai desacordado ali no canto da cabana, sentiu uma pontada de tristeza e seu corpo todo ardia, então levantou e foi preparar o seu banho pois precisava do mesmo afinal seu corpo estava quente e molhado. conto 18+
    Larissa Aprill
    Mutante
    Larissa Aprill
    Mutante

    Mensagens : 721
    Reputação : 81
    Conquistas :
    • https://i.servimg.com/u/f11/17/02/65/26/410.png

    Caos de espadas, balas e arte Empty Re: Caos de espadas, balas e arte

    Mensagem por Larissa Aprill em Ter Set 10, 2019 10:39 pm







    Devaneios


    A 10° Divisão mal tinham começado os exercícios e todos já estavam molhados de suor. Já tinham corrido 10 km e agora estavam reunidos no pátio. Capitão Harada tinha tirado a camisa e estava secando o suor da nuca com uma toalha.

    Capitão Harada: Ok cambada… Agora é as abdominais, façam duplas e quero 5 séries de 10.

    Normalmente Akemi treinaria com o Yamada, mas ele havia apostado com outro cara e competiam para ver quem era o melhor. A garota ficou sozinha em pé no meio do pátio quando o Capitão a chamou.

    Capitão Harada: Pelo visto nós seremos uma dupla. Ishida você começa.

    A garota deitou de costas no chão, cruzou as mãos sobre os seios e Akemi encarou o céu. O sol estava quente, um calor anormal para aquela época do ano. O homem agarrou as pernas da menina e manteve os joelhos dela juntos e alinhados.

    Quando ela ergueu o corpo deu de cara com Harada. Akemi corou na hora e sentiu seu coração bater mais rápido enquanto observava o rosto do Capitão tão de perto.


    Capitão Harada: 1… muito bem, continue.

    A menina voltou a se deitar e flexionou o tronco para frente, novamente ela ficou perto o bastante para observar atentamente os lábios do Senchõ. Seus pensamentos a levaram a imaginar os beijos que poderiam trocar e percebeu com assombro que desejava isso. Então a cada flexão ela tentava se aproximar mais e mais e conseguiu sentir por um breve momento o hálito do moreno roçando sua face.

    Quando sua sequência terminou, foi a vez de Harada deitar e Akemi segurou firmemente as pernas dele e percebeu que ele tinha coxas grossas e firmes.

    A jovem começou a se abanar conforme o calor subia pelo corpo. Mas sua atenção foi chamada pelo Capitão.


    Capitão Harada: Você está passando mal? - Ele se ergueu de repente e colocou a mão na testa da jovem, seu olhar era de preocupação.

    Akemi: Eu...eu....

    Ela começou a reparar no peitoral e abdômen definido do Harada. E observou as gotas de suor escorrendo pelo corpo dele. Akemi sempre admirou o Capitão a distância, mas agora ele estava bem a sua frente.

    Akemi: Acho que estou um pouco tonta.

    As feições do homem ficaram sérias e ele abraçou a menina pela cintura, ajudando a se levantar. Eles caminharam juntos enquanto Akemi se ampara no tronco do moreno. Realmente o calor havia deixado a garota um pouco tonta e suando frio. Kaito e Hiroshi chegaram a se levantar, mas a menina foi levada às pressas para o refeitório.

    Naquele horário a cozinha estava vazia e o Capitão a fez se sentar enquanto buscava um pouco de água. Ela sentia o corpo quente e leves calafrios na nuca, mas devia ser por estar tão perto do Capitão. Akemi apoiou a cabeça na mesa, a madeira fria trazia frescor e alívio para seu rosto que parecia estar pegando fogo.

    Quando ele retornou, encontrou a menina se abanando. Com movimentos rápidos o Capitão virou a jovem de encontro a si e retirou o casaco azul celestial que Akemi vestia.


    Capitão Harada: Acho que você está indo longe demais, Ishida. Aceitei que você permanecesse no Shinsengumi porque acredito que tenha bons motivos. Mas não posso permitir que adoeça por causa disso.

    Ela negou com a cabeça e seu coração bateu descompassado enquanto sua mente entrava em estado de alerta. Havia sido descoberta.

    Akemi: Eu estou bem...foi apenas um mal estar devido ao sol.

    A garota deu um passo à frente e sentiu uma mão segurando seu braço e a puxando de encontro ao peito.

    Capitão Harada: Eu não posso mais fingir que não sei a verdade sobre você e estou realmente preocupado com sua saúde.

    A menina retribuiu o abraço de forma espontânea e se alinhou em seus braços, mesmo que em seu íntimo já soubesse que havia sido descoberta e que isso significaria sua expulsão. Naquele momento ela só precisava se confortar naquele abraço.

    Akemi: Senchõ… eu….- a menina levantou o olhar e seus rostos estavam próximos.

    O moreno tomou a iniciativa ao abraça-lá mais forte e procurar seus lábios. Os dele eram macios e vorazes. Akemi se entregou ao beijo da melhor forma que podia. Pois nunca tinha sido beijada antes.

    Conforme o beijo se aprofundava, a respiração deles ficava entrecortadas. A menina desejava que ele continuasse a beijando e ficou um pouco desapontada quando Harada se afastou. Ele tinha um olhar enigmático, uma mistura de tristeza e desejo.


    Akemi: Eu posso explicar…

    Capitão Harada: O que você fez foi muito errado- disse por fim e a menina concordou com a cabeça.

    Akemi ia retrucar quando sentiu as mãos dele pousaram em sua cintura e ele inclinou a cabeça para sussurrar no ouvido da jovem.


    Capitão Harada: E que eu fiz agora foi pior …Nós não devíamos….Mas não consigo parar.

    Akemi: Senchõ…. - timidamente a menina se aproxima dele e retribui o beijo.

    Harada ergue a garota e a coloca sentada sobre a mesa. Os beijos vão se intensificando e ela sente os toques pelo seu corpo e as roupas foram deslizando para o chão.

    As coisas estavam fugindo um pouco do controle, mas Akemi não se importava. Nada mais importava agora que ela tinha o Capitão para si.

    A jovem sentiu um leve chacoalhar nos ombros e abriu os olhos lentamente. Ao seu redor estava Kaito com uma compressa fria sobre a testa da jovem e Hiroshi a olhava preocupado.


    Akemi: O que houve?? Cadê o Capitão??

    Kaito: Você desmaiou e ele foi chamar um médico.

    Akemi se aprumou na cadeira e percebe que estava vestida, mas o corpo dela ainda parecia estar pegando fogo. Infelizmente não era o tipo de fogo que ela havia imaginado.

    Akemi: Eu estou bem...só preciso deitar um pouco.

    Ela se levantou com uma leve tontura, mas caminhou sozinha para o quarto porque tinha receio que as pessoas perceberem seus pensamentos e principalmente sua decepção com o Capitão Harada.

    Ela nunca o teve e nunca o teria.
    Tellurian
    Cavaleiro Jedi
    Tellurian
    Cavaleiro Jedi

    Mensagens : 267
    Reputação : 24
    Conquistas :
    • https://i.servimg.com/u/f11/17/02/65/26/411.png
    • https://i.servimg.com/u/f11/17/02/65/26/912.png
    • https://i.servimg.com/u/f11/17/02/65/26/712.png
    • https://i.servimg.com/u/f11/17/02/65/26/410.png
    • https://i.servimg.com/u/f11/17/02/65/26/512.png

    Caos de espadas, balas e arte Empty Re: Caos de espadas, balas e arte

    Mensagem por Tellurian em Seg Set 16, 2019 10:11 am

    Eis que apresento a todo vós a grande vencedora do nosso concurso de contos eróticos em homenagem ao dia do sexo:

    Parabéns, @Jolie_Scarlatt pela vitória no concurso!

    Você recebe a partir de agora um Desejo, a ser utilizado quando você achar melhor, de acordo com as regras postadas no inicio deste tópico. Além do desejo, você também recebe 20 XP pelo conto!

    Os demais participantes, @Larissa Aprill e @Christiano Keller também recebem os 20 XP referentes à participação!
    Conteúdo patrocinado


    Caos de espadas, balas e arte Empty Re: Caos de espadas, balas e arte

    Mensagem por Conteúdo patrocinado


      Data/hora atual: Sex Set 20, 2019 8:26 pm