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    Prontuários médicos

    Kether
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    Prontuários médicos  Empty Prontuários médicos

    Mensagem por Kether em Sab Maio 18, 2019 1:07 pm

    Por favor seguir o modelo abaixo:

    Nome:
    Profissão:
    Opção: defensiva ou ofensiva

    Ficha: link da ficha

    Imagem:
    imagem do personagem

    Histórico:
    BG do personagem

    Outras informações (opcional):

    Espaço para informar sonhos, metas, inimizades, pesadelos, medos, desejos, etc.

    Christiano Keller
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    Prontuários médicos  Empty Re: Prontuários médicos

    Mensagem por Christiano Keller em Ter Maio 21, 2019 6:28 pm

    Nome: Chris Ka
    Profissão: White Collar Worker / Businessman
    Opção: ofensiva

    Ficha: https://www.myth-weavers.com/sheet.html#id=1909516

    Imagem:

    Prontuários médicos  45704449d6c34d6097fa5acb772e5e3e

    Histórico:

    Local de nascimento do paciente: Rio de Janeiro, a Capital do Brasil no ano de 1900. Não sabemos o dia ou o mês.

    Origem familiar: Uma família simples em que todos precisavam trabalhar. A família era católica e temente a deus. Sua mãe o levava até a igreja uma vez por semana. Segundo o paciente: "Era um saco, mas vai que estão certos e não quero ir pro inferno."
    Sua mãe era professora e seu pai era comerciante. No entanto seu pai começou a beber quando tinha 10 anos de idade.
    Segundo o paciente: "Ele não atrapalhava a vida em casa, mas a bebida estava fazendo mal pra ele. Parecia algo com o fígado." Talvez tenha copiado o pai?

    Formação escolar: Aos 18 anos entrou na faculdade de direito.
    Segundo o paciente: "Faria direito pois era chegado no dinheiro e gostava de entender como o mundo funcionava com ele. Na mesma época que entrou na faculdade seu pai começou a fazer bebida em casa. Dizia (seu pai) que era mais barato daquele jeito e poderia fazer do seu sabor preferido. Era algo interessante de se fazer, ajudava o meu pai e melhoramos a filtragem para evitar problemas no fígado dele."

    O alguns amigos dele viram seu pai bebendo e ficaram interessados naquela bebida diferente. Estes foram seus primeiros clientes. Pouco depois estava vendendo bebidas para festas dos universitários. (Talvez haja algum alucinógeno na bebida que ele prepara? É um ponto para acompanhar nos prontuários. )

    Trabalho ou fonte de renda: Serviços advocatícios e destilaria de bebida.
    Segundo o paciente: "Tudo aquilo era ilegal e sem licença. Ao terminar o curso de direito e fiz as contas para saber o que precisava fazer para ter uma boa receita junto de bons clientes. Grana é o que faz o mundo girar e estava nessa por grana, muita grana." (Cobiça/defeito)

    No primeiro ano após se formar abriu um pequeno escritório de advocacia num pequeno armazém que diziam ser um local de um antigo cemitério indígena. Uma fachada para venda de bebidas. Porém um incêndio acidental tirou a vida de seus pais e consumiu o local da destilaria. O evento foi meio estranho pois o paciente deu uma volta no local e havia escutado um barulho. Por um momento sentiu um cheiro forte do mar, água salgada e peixe. (Estaria alucinando?) Tinha certeza do barulho e de que tudo estava no lugar certo. Quando saiu para fazer a entrega viu seus pais lá e teve a impressão de que algo estava estranho no local. Ao retornar a destilaria havia sido consumida pelo fogo em minutos.
    Pouco tempo depois o paciente teve que refazer a destilaria mas o estrago com os clientes já havia ocorrido.

    Possíveis vítimas dos alucinógenos:
    Ele mencionou um jogador de cartas e uma moça da vida como clientes regulares. Hoje eles são seus grandes clientes, o que poderia aumentar o número de vítimas. Hélio Rossi cansou de jogar com amigos e montou um cassino legal, lá serve muitas bebidas mas entre as quais tem a do paciente que serve para embebedar os jogadores do mesmo jeito. Amanda Sales juntou as amigas e montou um lugar para elas trabalharem, lá oferecem bebida paga aos clientes e a do paciente serve para observarem as danças. Os dois são influentes na noite do Rio e estão com seus próprios problemas. Creio que a discrição e o silêncio durante as entregas são mais importantes pra eles do que a documentação falsa para suas contabilidades.

    Ainda comentou sobre alguns clientes pequenos aqui e ali além do cassino/bordel, mas a coisa "precisava crescer". (Ambição/objetivo)

    O pessoal da DP perto também compra alguma coisa as vezes. José Rodrigues é o delegado e recebe uma garrafa como lembrança regularmente.
    Segundo o paciente: "Ele já livrou a minha barra algumas vezes e também indica alguns moradores locais com problemas com a lei para serviços de advocatícios, lógico que quer uma comissão. Nós nos encontramos no clube de tiro do Joaquim Barra, um clube local que também vendo bebidas. Armas e álcool não combinam, mas se estão comprando, não reclamo. Passei a frequentar o clube de tiro depois de um incidente estranho." Mais vítimas do alucinógeno?

    Histórias e anotações:
    "Numa destas ocasiões tentaram me assaltar quando saí do cassino, pensaram que eu levava dinheiro embora escondido. Foi uma boa corrida dos 2 perseguidores. Passava por uma rua que usei para desviar o caminho no pé do morro e havia um matagal. Tive uma sensação estranha, rezei um pai nosso e corri como um louco. Os homens gritaram falando do assalto e do Cassino, porém não soube o que aconteceu direito depois. Os homens começaram a gritar e a dar tiros, pensei que iria morrer. No dia seguinte vi no jornal que dois homens haviam sido dilacerados por animais selvagens no pé do morro." Estaria ele justificando as alucinações? Não achamos referência da reportagem.

    "Fiquei morrendo de medo que seria o próximo e comprei uma arma, mas precisava saber usar. Ai no clube a Aninha apareceu como praticante de tiro e deu umas dicas. Ela também beija bem e damos uns pegas de vez em quando, ela tem o espírito livre. No entanto ela também é boa de tiro. Ela me ensinou a usar a Colt M1911 (vantagens) e tenta me ensinar a usar o Lee-Enfield Mark III, mas esse tá demorando.
    Numa das entregas estava chovendo e estava com um sobretudo com chapéu, me chamaram de gangster já que um tal de Al Capone começava a ficar famoso nos Estados Unidos. A Aninha teve algum tipo de fetiche e fizemos umas loucuras. Foi engraçado e marcante, mas ai resolvi comprar uma Thompson M1921 pra fazer o papel e ela adora." São muitas armas, é necessário averiguar eventos de violência ou agressividade.

    "Dias depois contei o ocorrido para Lúcia Alves, uma das meninas da Amanda que a gente também se pegava, ela disse que isso era coisa do mal e que deveria ir ao terreiro que ela frequentava para fazer um trabalho para livrar-me do mal. Fui lá e conheci o candomblé, porém ainda é cheio de novidades e não sei direito como funciona."

    "Depois do susto no cassino arrumei uma arma e fico mais atendo ao que acontece ao meu redor." (vantagens após o efeito do alucinógeno?)

    Moradia e arredores:
    Segundo o paciente: "Hoje moro em uma casa térrea simples com 2 dormitórios, sala, cozinha e um depósito. Um dormitório é onde funciona a fachada do escritório, na cozinha preparo as coisas para destilar e guardo tudo no depósito para fazer a entrega. Tenho uma cruz pendurada na cozinha, mas jogo um sal grosso na janela e nas portas 1 vez por semana. Pessoas podem achar que sou supersticioso (característica) pois tenho um trevo de 4 folhas, uma figa e um vaso de "comigo ninguém pode" no escritório."

    "Quando fiz minha última entrega de bebida no cassino achei estranho que eles tinham uma nova sala secreta. Já havia visto algumas, mas aquela era uma novidade sobre como esconder pessoas. Também no bordel as meninas falavam que alguns dos clientes estranhos haviam desaparecido. Uma das meninas que morava perto do morro estava reclamando de escutar barulhos estranhos na floresta. Só sei que fiz as minhas preces e verifiquei as balas da arma antes de sair. Tem alguma coisa lá fora, a espreita na noite do Rio." (cauteloso / planejador - característica ou seria um efeito de paranoia por abstinência?)

    "Em uma ocasião em que fazia uma entrega uma das meninas começou a gritar por ajuda. As meninas entraram no quarto e um maluco estava batendo na moça, ele só parou quando bateram na cabeça dele. Ajudei a jogar o cara inconsciente numa rua longe dali com a Lúcia. Quando voltamos recebi um agradecimento, a luxúria (defeito) vai acabar comigo um dia destes." Não houve relatos de agressividade do paciente, no entanto a libido e a luxúria é bem presente, no entanto este efeito não foi encontrado em alucinógenos conhecidos.

    Outras informações (opcional):

    Sonhos:
    Fazer uma família rica dona de uma marca de bebidas mundialmente famosa.

    Metas:
    Vender mais bebida, talvez contratar um empregado para fazer entregas. Expandir o negócio.

    Inimizades:
    Um padre local que sabe que vendo bebidas, porém ele é apenas contra as bebidas já que deve ter descoberto que era eu no cassino ou no bordel. Imagino que ele desconta a sua raiva na bebida porque ele deve ter bebido e falado o que não deveria.

    Pesadelos:
    Os barulhos na floresta ainda em assustam, saber que estive perto deles e que aqueles homens tiveram mortes terríveis faz com que pense quão perto estive da morte.
    Também tive um pesadelo em que estava com a Lúcia e ouvi barulhos no depósito, ficava em uma luta com a luxúria e o dinheiro, até que vi um personagem do candomblé, o "preto velho", que bebeu todo meu estoque.

    Medos:
    Ficar pobre, sem clientes, preso a um emprego sem futuro.
    Medo de coisas que não posso ver, barulhos sem saber de onde é a origem dos sons estranhos.

    Desejos:
    Praticar a luxuria com as mulheres certas e as erradas até encontrar o amor.
    Mais dinheiro, desejo mais dinheiro, até mais uma moeda de $0,25 sempre setá bem-vinda.

    Caelestia
    Samurai Urbano
    Caelestia
    Samurai Urbano

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    Prontuários médicos  Empty Re: Prontuários médicos

    Mensagem por Caelestia em Ter Maio 21, 2019 7:06 pm

    Nome: Roberto Conti

    Profissão: Padre

    Opção: Defensiva

    https://www.myth-weavers.com/sheet.html#id=1908040

    IMAGEM:
    Prontuários médicos  The%2BRite%2B002

    BG Roberto Conti:

    Mais uma vez ele acordava suado e ofegante. Mais uma vez aquele maldito pesadelo que o acompanhava haviam anos.

    Olhou para o relógio que ficava sobre uma cadeira ao lado da cama. Cinco e meia da manhã.

    - Droga! Não vou mais conseguir dormir.

    Com isso se levantou, fez uma higiene rápida, ajeitou a roupa e saiu do pequeno quarto que alugava em uma hospedaria para homens solteiros localizada no bairro da Tijuca.

    Teria que descer um pouco mais de dois quarteirões pela Rua São Francisco Xavier até chegar Igreja de São Francisco Xavier do Engenho Velho, onde estava trabalhando com o pároco local, e àquela hora da manhã as ruas ainda estavam terrivelmente vazias.

    No caminho teve tempo para pensar, pela enésima vez em sua vida, naquele pesadelo que vez ou outra voltava para assombrar suas noites.

    Era tudo confuso e desconexo, com exceção dos gritos. Os gritos de sua mãe.

    Roberto era filho único de pais muito católicos. A mãe era uma brasileira, chamada Maria Tereza, o pai um imigrante italiano, chamado Marco. Ele havia nascido no Brasil e morou na Mooca (São Paulo) até por volta dos seus treze anos de idade, quando do adoecimento de sua mãe.

    Sua memória desta época era meio confusa, mas ele se lembrava que sua mãe, de forma gradativa, dia após dia, parecia mais irritada e por vezes agressiva. As vezes ela mal olhava ou falava com ele, estava sempre brigando com todos e seu pai por sua vez nunca lhe explicava o que estava acontecendo. “Coisas de adultos”, a frase ainda ecoava em sua mente como se houvesse acabado de ser pronunciada.

    Depois disso seu pai obrigou a mulher a frequentar um “médico de cabeça”, ele dizia que ela estava sob forte cansaço e por isso precisava de ajuda.

    E foi assim durante uns 3 a 4 meses até que um dia ouviu uma discussão entre eles. No meio da gritaria não conseguiu entender direito, mas sabia que envolvia o fato de sua mãe ter se encontrado com pessoas que seu pai não conhecia e também sobre uma espécie de bilhete que parecia que seu pai não conseguira ler.

    Depois disso sua memória era um caos. Só sabia que sua mãe havia piorado muito e os remédios não a ajudavam mais. Alternavam dias em que ela gritava, chorava e ria sem controle, com dias de uma calma assustadora.

    Ela começou a andar pela casa enquanto dormia e uma das noites mais assustadoras da infância de Roberto, foi uma vez que acordou no meio da noite e encontrou sua mãe parada à porta de seu quarto, cortando os braços com cacos de vidro de um copo enquanto dizia coisas totalmente desconexas.

    Foi depois deste episódio que seu pai, em busca de ajuda, colocou-os em um navio e viajou com eles para a Itália.

    Uma vez que seu pai nunca lhe falou o porque havia tomado essa decisão, até hoje era uma incógnita para Roberto como seu pai havia concluído que eles precisavam da ajuda da Igreja Católica para curar sua mãe.

    Porque hoje, ele sabia exatamente que tipo de ajuda seu pai tinha pedido a Igreja. E embora fosse evidente que sua família era bastante religiosa, principalmente seu pai, até o estranho dia da morte de sua mãe, ele nunca havia percebido necessidade de intervenção religiosa.

    E era justamente aquele dia que assombrava seus sonhos de forma recorrente.

    Primeiro havia gritos de sua mãe. Gritos cada vez mais altos e estranhos. Depois haviam homens falando alto. Pareciam rezar. E então um estrondo alto. Braços que tentavam segura-lo enquanto ele corria em direção ao quarto. A porta se abrindo. Um padre caído ao chão perto de uma parede enquanto outro estava assustado perto da janela. Sua mãe sentada no chão, desenhava um símbolo estranho na madeira do assoalho com a extremidade de um crucifixo. A mãe olha para ele. Sorri de forma irônica e pisca um olho em sua direção e então crava o crucifixo em sua garganta, sangrando até a morte.

    Vinte anos depois e lembrar daquele olhar ainda lhe causava arrepios.

    Seu pai havia adoecido e morreu quatro anos depois, sem nunca mais ter voltado ao Brasil ou ter mencionado nada sobre a suposta doença de sua mãe

    A religiosidade da sua vida e o ocorrido com sua mãe o marcaram de tal forma, que foi fácil para ele decidir ingressar em um seminário logo após o falecimento de seu pai.

    O seminário, realizado na cidade de Roma, o formou em teologia e interesses pessoais o levaram a fazer cursos e se aprimorar em iconografia e simbologia, principalmente de cunho religioso sob a tutoria do Cardeal brasileiro Joaquim Arcoverde de Albuquerque Cavalcanti, que era então secretário da Congregação de Negócios Eclesiásticos Extraordinários.

    Ficou um curtíssimo período como pároco em uma pequena igreja numa cidade vizinha a Roma, vinculada a este Cardeal. Mas logo seus conhecimentos foram requisitados pela Santa Sé e ele acabou ajudando alguns padres em casos de identificação de supostos milagres e possessões.

    Inclusive seu retorno ao Brasil era devido a um pedido feito pelo Monsenhor Mac Dowell diretamente a Santa Sé, onde ele havia solicitado ajuda para solucionar uma caso suspeito envolvendo o desaparecimento de uma diácono chamado José Henrique, que estava em contato com uma família que acreditava que a filha mais jovem estava sob possessão demoníaca. Assim como o diácono, a família havia desaparecido.

    OUTRAS INFORMAÇÕES (OPCIONAL)::


    Sonho: Um homem simples, sem grandes ambições

    Metas: Ajudar pessoas em desespero atormentadas por mitos envolvendo milagres e possessões demoníacas.

    Pesadelos: O ritual de exorcismo ao qual a mãe foi submetida

    Inimizades: Nenhum que tivesse conhecimento

    Medo: De ver acontecer com outra pessoa ou mesmo com ele o que aconteceu com sua mãe

    Desejo: Descobrir o que aconteceu com sua mãe
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    Mensagem por Artorias em Ter Maio 21, 2019 10:02 pm

    Nome: Heitor Lombardi

    Profissão: Detetive Particular

    Opção: Ofensiva

    Ficha: https://www.myth-weavers.com/sheet.html#id=1905617

    Imagem:

    Prontuários médicos  Truede12

    Cadillac 1928 Town Sedan:

    Prontuários médicos  4ef2c211

    Prontuários médicos  Cadill10


    Histórico:

    Textos tirados de seu Diário:

    “São três horas da madrugada, acordo com o mesmo sonho novamente, o que está havendo comigo? Meu corpo sua como se estivesse em uma fornalha, sinto-me sarapantado por esse sentimento que revivo em lembranças nos meus sonhos, mas como eu poderia lembrar desse tipo cousa, eu não saberia por quê. Fui orientado a escrever quando ocorresse esses eventos a minha pessoa, pois ajudaria a compreendê-los. Melhor tentar dormir de novo.”

    [...]

    ’Cazzo’! Outra vez o mesmo sonho, aqui estou eu, acordado às três horas da madrugada, não consigo decifrá-lo, é tão confuso e obscuro. Engraçado, lembrei-me de algo curioso. Durante o meu serviço em algum dia desse mês acabei sendo consultado indesejosamente por uma vidente, sem precisar falar qualquer informação sobre mim, ela soube dizer cousas que me deixaram incrédulo, como poderia saber disso tudo? Que truque fora esse, eu não sei dizer, mas aquela dona de nada, velha estranha, chamara-me a atenção. Ela disse-me algo assim ‘Tu és virgem, esse és teu signo. Sol em virgem. Sinal de que és curioso e estudioso, vive como um analítico, agindo de maneira cuidadosa. Tua devoção a razão faz de ti alguém sobrecarregado em preocupações e temores. És responsável e meticuloso, odeia e ama essa vida, sem teu labor, és infeliz. Um individualista tentando ser autossuficiente. Prefere a penumbra dos bastidores a ser centro das atenções. Um perfeccionista. A tua devoção a intelectualidade para muitos pode ser considerada como frieza de tua parte. Teu elemento és terra, signo de natureza crítica.’ Depois de mais algumas baboseiras que acertara sobre mim, sua fala tornar-se-ia assustadora ‘Agora vejo o porquê de ser assim, senhor és amaldiçoado, as sombras do desconhecido cercam-lhe e pouco a pouco usurpam de tu a vida, às ordens dele. Ele é onipotente, é colossal, é indescritível, é a origem e é o fim, sob as camadas da ficção e da realidade, esconde-se e dorme a milênios enquanto a hora de acordar não chega, enquanto isso seus lacaios perseguem os amaldiçoados e fazem de alimento para o poderoso.’ ‘Che palle’! Quanta baboseira tenho que ouvir. Cansei de escrever.”

    [...]

    “Mesmo sonho, sempre o mesmo sonho, acordado às três horas da madrugada. Seria o meu serviço o responsável por isso? Trabalho desde muito novo como policial, mas há alguns anos saí desse labor e desde então trabalho de detetive particular. Durante esses anos vi muitas cousas, digamos que nada mais surpreende-me, conheço o lado pitoresco e obscuro do homem, capaz das piores selvagerias, para isso que vivo, para lutar contra estes homens, somente eu sou capaz de pegá-los, pois conheço a natureza destas pessoas. Não acredito nessas baboseiras religiosas, nem na vida após a morte, Nietzsche estava certo quando disse que não há verdade absoluta. Todos nós estamos fadados a sermos comidos pelas minhocas no final. Sono, tentarei dormir.”

    [...]

    “Acabei de acordar deste pesadelo! Parecia tão real, mais real que das outras vezes, como se estivesse lá, tudo era mais claro e nítido, mas mais estranho também. Era Portugal, no concelho de Angra do Heroísmo, nos Açores, 28 de Agosto de 1893, dia que nasci. Eu nascia, às 17 horas em ponto, na Igreja Velha de São Mateus da Calheta, dia de glória, dia de benção, mas meu nascimento fora dia de terror, dia de morte também. Ao longo do anoitecer um furacão devastara parte da igreja, destruíra parte da vila e levara consigo diversas vidas, pessoas queridas a mim, meu pai e minha mãe, jamais pude conhecê-los. Tudo havia sido muito rápido e parecia que eu tinha consciência nesse sonho, como se já fosse adulto para compreender os eventos ocorridos. Contudo, o mais bizarro deste evento, é que todos na igreja morreram, menos eu, um bebê recém-nascido. Uma imagem escura flutuava sobre mim neste sonho, era enorme, sua imensidão era capaz de ocupar toda a visão, havia tentáculos e um som gutural indefinível, nunca ouvira isso antes, aquela imagem nunca sairá da minha cabeça novamente. Sei que não há o sobrenatural, mas aquilo fora forte demais. Depois do ocorrido, eu fui adotado por uma família italiana de Lombardia, mas antes dos conflitos da Primeira Guerra Mundial acontecer, mudamo-nos para Brasil, Rio de Janeiro.”

    Outras Informações::


    Qual és sua Data de Nascimento?
    Segundo o paciente: “28 de Agosto de 1893, já consta na documentação, por que perguntas isso?”

    Já foras casado?
    Segundo o paciente: “Nunca.”

    Já tiveste algum relacionamento?
    Segundo o paciente: “Algumas vezes... Meu labor sempre foi mais importante e as relações não duravam.”

    Fales sobre sua família, tudo bem?
    Segundo o paciente: “Tudo bem! Bom, meus pais morreram no dia que eu nasci, em Portugal, fui adotado por um casal de italianos, Giovanni e Pietra, de Lombardia, daí o sobrenome Lombardi. Tive uma criação normal e simples. Em 1909 nos mudamos para Brasil em busca de um recomeço, uma nova perspectiva de vida, meus tios e primos ficaram para trás, eram muito apegados a terra deles. Eles continuam vivos, estão bem, mas vejo-os pouco, meu trabalho não me deixa livre.”

    Onde moras?
    Segundo o paciente: “Tenho uma casa de exterior verde com dois quartos no Méier, perto da Rua Dias da Cruz, mas passo mais tempo dentro de meu carro."

    Sobre isso, eu soube que possuis grande apego pelo seu carro, verdade?
    Segundo o paciente: “Estamos falando do Cadillac 1928 Town Sedan, é o meu companheiro de combate, livrou-me de muitos sufocos e apenas tenho um ano com ele. Consigo fazer infiltração, acampamento, fuga, perseguição e outras coisas, no meu trabalho, é tão importante quanto a minha Pistola Colt.”

    Possuis amigos?
    Segundo o paciente: “Acredito que amizade seja apenas uma construção social que se resume a trocas de favores, não existe apego de verdade e nem deveria... Mas confio no Ricardo Santos, meu ex-colega de profissão, ele ainda trabalha na polícia, ajuda-me com algumas informações as vezes... Ele que teve ‘a brilhante ideia’ de fazer-me gastar meu tempo aqui, se eu negasse, não iria ajudar-me com essas facilidades.”

    Como foi trabalhar na polícia?
    Segundo o paciente: “Foi bom enquanto durou, prendi muitas pessoas ruins, mas não sou capaz de subordinar-me às ordens de alguém e muito menos de alguém incapacitado, saí e decidi viver como investigador particular em 1925, trabalho melhor sozinho.”

    Eu soube que possuis um método de interrogação impressionante, verdade?
    Segundo o paciente: “Quantas perguntas ainda preciso responder? [...] Bom, não sou eu que fala isso, se dizem, talvez seja verdade, apenas faço o que posso.”

    Tu almejas realizar algum sonho?
    Segundo o paciente: “Nenhum, apenas sinto no dever de fazer o certo.”

    Alguma meta de vida?
    Segundo o paciente: “Quanto mais pessoas ruins eu puder enfiar atrás das grades, melhor será.”

    Possuíste inimizades?
    Segundo o paciente: “Basta visitar algumas cadeias para saber a resposta.”

    Tens pesadelos?
    Segundo o paciente: “Já falei sobre isso, tu olhares minhas anotações do diário como pedires! Tenho o mesmo pesadelo todos os dias.”

    Tens medo de algo?
    Segundo o paciente: “Não tenho medo, mas... seria infeliz descobrir que existe algo sobrenatural, um outro plano que desconhecemos...”

    Tens desejo por alguma coisa?
    Segundo o paciente: “Acho que já sabes o suficiente sobre mim... Pergunta irrelevante! Quantas perguntas ainda terei de responder? [...] Não tenho desejo.”

    Pikapool
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    Prontuários médicos  Empty Re: Prontuários médicos

    Mensagem por Pikapool em Qua Maio 22, 2019 2:09 am

    Nome: Rafael Lins
    Profissão: Jornalista
    Opção: Defensiva

    Ficha: https://www.myth-weavers.com/sheet.html#id=1906740

    Imagem:
    Prontuários médicos  Heath-10

    Histórico:
    Rafael cresceu em uma grande família. Tendo dois irmãos e sendo o do meio, teve muito trabalho para chamar a atenção de seus pais. Mesmo assim, essa atenção nunca foi exclusiva, sempre tendo que compartilhá-la com seus outros irmãos.

    Para se destacar no ensino médio, Rafael se voluntariou para diversos projetos e dentre eles se identificou com o jornal da escola. Impressionado com o talento do rapaz, um de seus professores o orientou a seguir carreira como jornalista. Caminho que Rafael trilhou com paixão e dedicação.

    Se destacando na faculdade, não demorou para Rafael conseguir seu primeiro emprego em um jornal como colunista. Depois de certo tempo, Rafael tinha um emprego comum que atendia a todas suas necessidades, mas isso não preenchia o vazio em que havia se transformado sua rotina diária. Se não estava entediado com a vida, sentia-se como se algo lhe faltasse.

    Isso tudo mudou quando Rafael esbarrou em uma investigação de uma serie de assassinatos estranhos. Apesar de serem de etnias, sexo e classes diferentes, todos a vitimas possuíam o mesmo modus operandi. Eram deixadas nuas em algum lugar de difícil acesso, com sinais de defesa e marcas de contenção, além de estranhos símbolos não identificados. A marca no peito das vitimas indicavam que a causa da morte era uma lamina de 18,5 cm cravada em seus corações.

    Com essa nova motivação que faz o sangue de Rafael ferver, ele segue em uma nova área do jornalismo tentando desvendar esse mistério para expor esse assassino em serie ou mesmo uma seita diabólica.

    Descrição Psicológica:
    Rafael é orgulhoso e até um pouco exibicionista, mas sempre tenta evitar tal atitude. Sempre de bom humor ama a vida rápida e a diversão de um bom jogo de cartas, mas o trabalho vem em primeiro lugar. Mantém amizade com diversas pessoas, principalmente com as autoridades. Afinal, nunca se sabe quando vai precisar de informações. Costuma agir de forma imprudente simplesmente porque no fim ele sempre dá um jeito de resolver os problemas com astúcia e sorte.

    Informações:
    - Familiares: Afonso Lins (pai), Helena Lins (mãe), Leonardo Lins (irmão mais velho), Otávio Lins (irmão mais novo)
    - Amizades: Julio Magalhães (chefe), Pedro Machado (colunista), José Roberto Saldanha (policial)
    - Metas: Se tornar um jornalista investigativo
    - Inimizades: Possivelmente, mas não que tenha conhecimento.
    - Medos: Fracassar
    - Desejos: Se tornar uma referencia para o jornalismo
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      Data/hora atual: Sab Jul 20, 2019 3:02 pm