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    New York

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    Mensagem por LuizBaggio em Qua Maio 22, 2019 10:54 am

    New York 9fcf4b30-83da-49df-8fe8-5fa3232757ad



    Resumo

    É cidade mais populosa dos Estados Unidos e o centro da Região Metropolitana de New York, uma das áreas metropolitanas mais populosas do mundo. É também a terceira cidade mais populosa da América, atrás de São Paulo e Cidade do México. A cidade exerce um impacto significativo sobre o comércio, finanças, mídia, arte, moda, pesquisa, tecnologia, educação e entretenimento de todo o planeta. New York abriga a sede da Organização das Nações Unidas (ONU), sendo um importante centro para assuntos internacionais e amplamente considerada como a capital cultural do mundo. A cidade também é referida como New York City para distingui-la do estado de New York, do qual faz parte.


    Fatos Notórios

    A cidade ganhou seu apelido mais famoso na coluna de corridas de cavalos de um jornal local nos anos 1920. Antes da adoção do apelido pela cidade, a expressão "Big Apple" foi usada para descrever um grande prêmio em grandes corridas realizadas pela cidade.

    O crime organizado tem sido associado com a cidade de Nova Iorque, começando com os Quarenta Ladrões e os Guardas Roach na antiga área de Five Points na década de 1820. O século XX viu um aumento da máfia dominada pelas Cinco Famílias, que ainda correspondem à maior e mais poderosa organização criminosa na cidade. Gangues incluindo a Black Spades também cresceu no final do século XX. Em 1850, a cidade de Nova Iorque registrou mais de 200 guerras de gangues, em grande parte por gangues de jovens. As gangues mais proeminente em Nova Iorque hoje são os Bloods, Crips, Latin Kings e MS-13.

    Mais de 37% dos nova-iorquinos nasceram em outro país, então não surpreende que os residentes da cidade falem uma grande variedade de idiomas - mas, em qualquer conta, 800 é impressionante. Além disso, algumas das línguas, como o quíchua ou o garifuna, são extremamente raras ou desaparecem mesmo nos seus países de origem.

    Com 34 linhas e 469 paradas, o sistema de metrô de Nova York é um dos maiores sistemas urbanos de transporte de massa do mundo. Viajar para todas as paradas (sem sair do sistema de transporte público) levará pelo menos 21 horas e 49 minutos. Atravesse todo o sistema em menos tempo do que isso e você terá quebrado o recorde mundial atual.

    Instalada em 214 caixas, a Estátua da Liberdade chegou à cidade de Nova York em 1885 em 350 peças. O icônico braço da estátua, enquanto isso, chegou aos estados uma década antes, em 1876, onde foi exposto na Exposição do Centenário na Filadélfia para arrecadar dinheiro para o projeto de construção.

    Nova Iorque contém a maior população asiática total do que a de qualquer outra cidade dos Estados Unidos. 6,0% da população da cidade é de etnia chinesa, com cerca de 40% deles vivendo apenas no bairro do Queens. Coreanos compõem 1,2% da população nova-iorquina e os japoneses 0,3% do total. Os filipinos são o maior grupo étnico do sudeste asiático, com 0,8%, seguido por vietnamitas, que representam apenas 0,2% da população de Nova Iorque. Os indianos são o maior grupo do Sul da Ásia, compreendendo 2,4% da população da cidade, e os bengaleses e paquistaneses contam com 0,7% e 0,5%, respectivamente.


    Cultura Local

    Nova Iorque é uma cidade altamente ativa. Na linguagem americana, "em um minuto nova-iorquino" ("in a New York minute") significa "imediatamente". Os residentes da região metropolitana de Nova Iorque geralmente referem-se a ela através de expressões como "A Cidade" ("The City") e o acrônimo "NYC" (uma abreviação de "New York City").

    Nova Iorque possui muitos cognomes. O mais famoso deles é "A Grande Maçã" ("The Big Apple"), expressão mundialmente conhecida. Outros apelidos incluem "Gotham", "a Cidade Nua" ("the Naked City"), "A capital do mundo" ("The capital of the world") e "A cidade que nunca dorme" ("The city that never sleeps"), termo imortalizado pela voz de Frank Sinatra, em sua interpretação da famosa canção "New York, New York".

    É a cidade mais multicultural dos Estados Unidos, e uma das mais diversificadas etnicamente do mundo.[260] É atualmente a segunda maior porta de entrada de imigrantes do país, superada apenas por Los Angeles. Sua multiculturalidade lhe proporciona um sabor internacional e o estereotótipo de que os Estados Unidos são uma "nação de imigrantes". O governo municipal emprega milhares de tradutores, capazes de traduzir um total de 180 idiomas diferentes.

    Por causa de grandes congestionamentos, especialmente em Manhattan, e de um excelente sistema de transporte público (especialmente seu sistema de metrô), seis de cada dez pessoas usam o transporte público ou vão a pé para o trabalho, criando um tipo de "cultura pedestrial", sensivelmente diferente daquela existente em outras grandes cidades americanas (destaque para Los Angeles), onde é a "cultura do carro" que predomina. Por curiosidade, mais de 65% da população não possuem carros. Mesmo o ex-prefeito, o bilionário Michael Bloomberg, usa trens públicos todo dia como meio de locomoção.
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    Mensagem por Cephei em Dom Maio 26, 2019 11:18 am


    É cedo demais para morrer
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    Deslumbrado, ele olhava para o céu límpido de Nova York. Aquele era um belo dia de primavera. O sol brilhava trazendo um clima gostoso, ameno. E o rapaz estava de pés descalços sobre a grama do Central Park, sentado de frente ao lago, aproveitando um dia de domingo.

    Acabara de chegar ao local, estava ansioso para falar com pessoas, infiltrar-se em algum piquenique só para contar suas histórias na Coréia. Precisava fazer mais amigos, os que tinha conseguido até o momento mal conseguiam sair em um domingo para aproveitar um belo dia no parque. Todos só queriam estudar e estudar, todos eram da faculdade e os poucos que não eram concentrados somente nos estudos estavam fazendo alguma outra coisa. Sim, Taehyung estava sozinho naquele belo dia e não gostava nem um pouco, mas não perderia aquele dia. E muito menos ficaria sozinho por mais tempo.

    Levantou-se, limpando a pouca grama que se pregara à sua calça. Começou a caminhar, observando os grupos felizes de pessoas que organizavam seus lanches sobre toalhas floridas. Havia muitas crianças ali e ele adorava crianças, eram tão puras e sinceras. Aproximavam-se sem medo para comentar sobre a cor de seu cabelo. A maioria gostava e talvez por isso ele gostasse também. Talvez ainda fosse uma criança em um corpo de adulto…

    Sem perceber já estava próximo à quadra de basquete, até o momento sem conseguir falar com ninguém, mas isso porque estava viajando em seus próprios pensamentos. E se tivesse uma família? E se continuasse na Coréia? Por que algumas pessoas não gostam de hambúrguer? Por que um monte de gente vive apressada?

    Hey, japa do cabelo colorido, sabe jogar basquete? — Alguém na quadra falara com ele, interrompendo seus pensamentos.

    Eu sou coreano. — Respondeu ele rapidamente, não gostava de ser confundido dessa maneira, na verdade a maioria dos coreanos não gostavam, mas o pior era sempre perguntarem se ele comia cachorro. Óbvio que não! Ele amava cachorros e um dia ainda teria um na cidade, os seus ficaram com os pais, não daria para levar todos na bagagem.

    Tanto faz! Sabe ou não? Tá faltando uma pessoa para nossa equipe!

    Por quê não? Taehyung já jogara basquete no colegial. Aceitou o convite e como sempre, foi fácil para ele se enturmar. Marcou duas cestas, sua equipe ganhou a partida e no final acabou reunindo 11 pessoas para um papo divertido nos bancos do parque. Havia conseguido algo para fazer nos últimos domingos do mês: jogar basquete no Central Park.

    Era metade da tarde quando decidiu voltar para o campus, não era viciado em estudos, mas também não iria bancar o desleixado, tinha que se empenhar. Depois da diversão, era hora dos deveres e iria estudar até o sono chegar. Já fora difícil convencer seus pais que os EUA seria um bom destino, se falhasse na faculdade iria ter que ouvir sermões e sermões eram chatos.

    A universidade Columbia era sempre agitada, mas naquele dia algo acontecia, tudo estava calado. Tudo mesmo. Tae permanecia no seu quarto, deitado na cama, concentrado nas suas pesquisas. Olhou para o relógio de seu notebook, eram oito da noite, ainda estava cedo. O silêncio para os estudos era agradável e ao mesmo tempo perigoso, o rapaz sentiu seus olhos pesarem e decidiu se levantar para uma caminhada, se não fizesse isso dorminiria. Sendo assim deixou seu quarto.
    Se você não consegue voar, corra. Se você não consegue correr, ande. Se você não consegue andar, rasteje. Mesmo se você tiver que rastejar, prepara-se. Aponte, mire,atire! Hoje vamos sobreviver!
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    Mensagem por LuizBaggio em Seg Maio 27, 2019 3:51 pm

    O dia fora bastante agradável, mesmo que um pouco incomum para Taehyung. Aproveitara a oportunidade de bater um bom papo e isso, certamente, era algo que ele dificilmente perderia. Mas de fato o dia era incomum.

    Criativo e imaginativo como era, Tae se perdia em pensamentos, enquanto caminhava pela 116th Street. Passando em frente à Casa Hispánica, espremidinha e afastada das áreas de estudo de música e vivência cultural mais acalorada, fez o jovem estudante questionar se a arquitetura daquele local estaria imitando as segregações sociais, ou se as segregações sociais que imitavam a arquitetura daquele Campus. Seja como fosse, Taehyung seguia sua caminhada noturna.

    Por cerca de duas horas passeou por aquelas vias do Campus, já decidido a ir tomando o caminho de regresso, quando à altura dos fundos do St. Luke's Hospital, o hospital do Campus, um calafrio percorreu-lhe a espinha. Meio segundo após o calafrio, uma das portas do descarte infectante do hospital se escancarou e, do interior da instituição, uma figura conhecida corria desesperadamente.

    Tae apenas reconheceu com certeza quando o jovem rapaz passou por ele, o que possibilitou o estudante coreano perceber também manchas de rubras, como lágrimas de sangue, e sulcos rasos como de chicotadas, pelo corpo de Camilo - um dos amigos que fizera na partida de basquete naquela mesma tarde. "Talvez se corresse assim nas quadras, teria ganho o jogo" - Talvez pensaria Tae, se não houvesse aquela sensação de que algo estava profundamente errado. Sobretudo quando, o jovem hispanico, sem olhar para trás, embrenhara-se na área (àquela hora restrita) do Morningside Park.

    Por algum motivo Tae sabia que o destino de Camilo estava selado, portanto, deveria ele fazer algo a respeito?
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    Mensagem por Cephei em Sex Maio 31, 2019 2:47 pm


    É cedo demais para morrer
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    Sua caminhada já durava certo tempo, mas naquele instante ele estava parado de frente à Casa Hispânica, admirando e se questionando sobre a arquitetura do local. Deu de ombros, ignorando seus pensamentos e seguindo em frente, aproveitando o silêncio e a calmaria daquela noite.

    Cansou-se da atividade por volta de duas horas de caminhada. Já havia passado tempo demais e teria que retornar ao quarto, retomar os estudos. Talvez beber um pouco de café ajudaria a espantar o sono que certamente apareceria no decorrer da noite. De qualquer forma seu objetivo fora alcançado, estava com a mente mais alerta.

    Passeava por locais que nunca havia visitado, ou que ao menos não se recordava muito sobre. Fazia seu regresso quando um calafrio incomum lhe subiu pela espinha. Não era um bom sinal e arrancara a expressão serena que até então o acompanhava. Parou, olhou ao seu redor, estava ao fundo do hospital do campus. Não demorou muito para que uma das portas do local fosse aberta abruptamente. Do interior da sala uma figura saiu correndo.

    A penumbra da noite não cegava os olhos do coreano por causa da iluminação do local e apenas por isso ele conseguiu definir com exatidão a identidade do desesperado, que passou por ele ignorando totalmente sua presença. O rapaz parecia focado somente em fugir dali.

    A identidade e a maneira que Camilo passara por ele atraiu sua atenção, fazendo com que pensasse em algo que soaria como zoação se ele decidisse falar, contudo ele foi dominado pela sensação de estranheza e preocupação quando percebeu o estado do amigo que tivera feito horas atrás, na quadra de basquete.

    Camilo, espere, você está… Ferido (?). — Taehyung não sabia definir o que vira. O estado de Camilo era algo… Apavorante para se deparar sozinho, no meio da noite. Lágrimas de sangue pareciam escorrer pelo seu rosto e o corpo do hispânico estava marcado por feridas que se assemelhavam àquelas feitas por chicotadas.

    Como isso aconteceria em um campus de faculdade?  — Questionou-se. A dúvida maior era se tinha visto o que achava que vira. E sim, ele tinha certeza! Seus olhos não lhe pregaram uma peça. Camilo passara por ele e estava com feridas pelo corpo, derramando sangue pelos olhos.

    O rapaz sumiu da sua visão, embrenhou-se em meio às árvores do Morningside Park. Sequer olhou para trás, mesmo com o coreano chamando seu nome.

    Taehyung ainda pensou em buscar por ele, invadir a área restrita, ele precisava de ajuda. Deu alguns passos na direção pela qual o rapaz fora, contudo a sensação de que algo estava errado preenchia seu peito, apossando-se de seu corpo ao ponto de ditar seus movimentos. Ele parou. A imagem do amigo não saia de sua memória. E de alguma forma ele sabia que não podia fazer muita coisa. Olhou para a altura onde tinha perdido Camilo de vista, depois voltou seus olhos por onde ele havia saído. Suspirou profundamente por não poder fazer muito. Não iria atrás do rapaz, mas sua consciência não o deixaria dormir em paz se ignorasse o que acabara de ver.

    Taehyung voltou a caminhar, agora com passos mais ligeiros. Tinha que avisar a alguém sobre o que vira. Alguém poderia ajudar melhor que ele.
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    Mensagem por LuizBaggio em Seg Jun 03, 2019 2:03 pm

    O jovem coreano sentia o coração se debatendo dentro do peito, como um animal dentro de uma jaula pequena. A relativa naturalidade com a qual agira frente ao recente amigo Carlos, ensanguentado e profundamente machucado, talvez pudesse soar como pouco próprio de Taehyung, mas a empatia sensível do rapaz era mais profunda que isso. Ele sentia o desespero. Ele chegava a sentir a dor até... mais por colocar-se no lugar do jovem hispanico que, de fato, pela sensação do sobrenatural.

    Tae seguia a passos incertos mas constantes pelo campus, tentando encontrar qualquer pessoa que pudesse ajudar.

    Seus pés o levaram rapidamente à frente do hospital, na rua deserta, a não ser por uma figura, ainda ao longe, indistinguível. Aproximando-se, no entanto, o estudante coreano identificara a figura. Uma mulher sem cabeça, nua, segurando nas mãos um chicote com lâminas nas pontas. Mesmo sem cabeça, a mulher parecia olhar para si.

    Os passos de Taehyung pararam.

    Chacoalhando a cabeça, como num gesto violento de negação, tentando dispersar qualquer irrealidade, e reabrindo os olhos, vira que ali nada mais havia que uma bela e bem vestida mulher, com um estetoscópio na mão. Ela olhava de fato para o coreano, mas ao ver que o mesmo para ela também olhava, correra em direção a Tae e, ofegante, perguntara:

    - Boa noite, me desculpe!... Você viu um jovem correr do hospital? Estou procurando por ele! Sou médica dele...
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    Mensagem por Cephei em Seg Jun 10, 2019 11:44 am


    É cedo demais para morrer
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    Seus passos o levaram à frente do hospital, enquanto sua memória remoía as lembranças. A sensação se tornava cada vez mais profunda, a surpresa o impedira de reagir, mas relembrar e relembrar o que vira era tortuoso. Ele estava machucado, era um novo amigo e agora estava desesperado e perdido na floresta. Precisava ser encontrado.

    Taehyung refletia sobre isso quando avistou uma silhueta. Olhou ao seu redor, a rua estava deserta e ela se aproximava. De imediato o rapaz pensou "salvação" e ameaçou uma corrida, parando breves segundos depois. Paralisou com o que vira, ou com o que não vira. Ela não tinha cabeça e sequer usava roupas, mas parecia manter seus olhos sobre ele. O corpo era feminino e em uma das mãos carregava o chicote de pontas laminada. Ela não era "natural"... E o chicote, as feridas de Carlos… Estava acontecendo algo além da compreensão humana, ele sentia isso…

    Balançou a cabeça como se tentasse afastar seus pensamentos, negar a realidade assombrosa que tinha diante de si. Reabriu seus olhos para se deparar com uma bela mulher que o encarava e corria em sua direção. Tae recuou alguns passos, sentia que a cada passo da mulher o "maldito" se aproximava dele. Talvez devesse correr como fizera o amigo, por mais que o chicote dela agora aparecesse como um estetoscópio. De qualquer forma, nada fizera mais uma vez, além de ouvir a pergunta da mulher.

    Demorou certos segundos para respondê-la, não sabia quais palavras escolher, por isso sorriu de maneira nervosa, para só então falar alguma coisa.

    Vi sim. Estava ferido e não parecia estar são. Ele corria e foi impossível alcançá-lo, mas foi para os fundos do hospital.—  Falava e tentava encontrar uma maneira de se livrar da mulher. Independente de qualquer coisa, ela era estranha, tudo era estranho, o hospital próximo emanava uma energia super estranha e ele só conseguia ouvir a ordem "Fuja! Fuja!"

    Não acho que vá encontrá-lo nessa escuridão… Mas se quiser tentar, eu vou voltar para meu quarto, acho que você está mais preparada para lidar com isso. Sabe o que aconteceu. — E ousou o primeiro passo para se afastar. Esperava que a mulher o deixasse livre para poder fazer alguma coisa, qualquer coisa...
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