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    Contos do Despertar Brilhante (D&D3.5) - Off toppic

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    Mensagem por Kether em Ter Jun 04, 2019 8:38 pm

    Como diria o Jack "o Estripador" vamos por partes:

    - Tema Bárbaro.
    -> Eu já havia falado que não vetaria, mas o background do personagem tem de ser muito bom para explicar um bárbaro no plot proposto para a mesa onde todos se conhecem de alguma maneira e vivem ou nasceram no povoado. Classes como clérigo, paladino e monge precisariam sair do povoado para terminarem seus estudos e serem ordenados. Como está no BG do @Artórias e @Caelestia.
        Mas não é impossível, porém é muito improvável...

    - Tema Druida e Druida com montaria alada falcão ou águia.
     -> Ter um Druida não é impossível, mas como o Bárbaro é improvável pelo motivo que expliquei anteriormente para a criação das gêmeas onde uma delas é uma Ranger. Que os Druidas existem eles existem, mas são reclusos pelo seu alinhamento neutro em todas as suas combinações possíveis. Excepcionalmente no caso dos Druidas eu não vou liberar os alinhamentos Caótico Neutro ou Neutro Mal por motivos de construção do mundo.
       
        Mas a explicação é simples, se a sociedade druídica é reclusa por que ele iria se envolver em problemas que não são diretamente relacionados a natureza? Por que se preocuparia com os problemas de um povoado se o Caótico Neutro como falei para o Dycleal é individualista? Não faz sentido os demais alinhamentos a amizade com os outros pode ser uma razão justificável. Já o Neutro mal entra na limitação inicial vetando todos os alinhamentos "evil".

        Quanto a ter uma montaria alada eu não vetaria, só que para fazer o aumento de dados de vida do companheiro animal para o que você deseja (montaria) não é possível no 1º nível, só a partir do 3º nível e também seria necessário ter o feat Mounted Combat para poder lutar montado. Estive lendo melhor os livros (Players Handbook, Dungeon Master e Monster Manual) para tirar algumas dúvidas do uso de montarias aladas.

        Como estará já no 3º nível com este "poder" sabe que ele quebra a mecânica normal do jogo, apesar de não ser impossível tê-lo nas regras. Todas as demais classes podem tem acesso ao vôo no 5º nível, então não é algo impossível. Mas nem tudo são flores para o companheiro animal, ele não é como o familiar do mago. Ele só atende a ordens simples como ação livre, para ordens mais elaboradas ele só com o uso da ação padrão. E o animal apesar de ser leal ao druida ele ainda é um animal e tem a sua força de vontade (ou instinto) que o faria exitar a entrar numa caverna como exemplo para o falcão ou águia. Mas nada que não seja possível desde que o animal seja treinado com a perícia Handle Animal.

        Também seria necessário treinar o animal para atacar (CD 10), para montar (CD 15) e para combater montado (CD).

    - Sobre trocar o personagem
     -> Eu ainda não comecei a aventura, mas se forem mudar os personagens está ainda a tempo para que eu possa fazer as devidas alterações nos pontos da história.

    @Sandinus, tu acabou fazendo a sua ficha nova enquanto eu estava escrevendo meu post, então dá uma lida e pesa se vale a pena mudar o personagem e ainda terá de fazer as devidas alterações no Background adequando para a situação dos Druidas serem reclusos e os motivos pelos quais ele vai para o povoado. Seria uma missão pessoal passada pelo Alto Druida da região?

    @Dycleal eu ainda estou avaliando o BG que você escreveu em breve eu passo o que eu acho.
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    Mensagem por Sandinus em Ter Jun 04, 2019 9:02 pm

    Vamoa por partes também kkkkkkkkkkkk

    Tema Druida e Druida com montaria alada falcão ou águia.
    -> Ter um Druida não é impossível, mas como o Bárbaro é improvável pelo motivo que expliquei anteriormente para a criação das gêmeas onde uma delas é uma Ranger. Que os Druidas existem eles existem, mas são reclusos pelo seu alinhamento neutro em todas as suas combinações possíveis. Excepcionalmente no caso dos Druidas eu não vou liberar os alinhamentos Caótico Neutro ou Neutro Mal por motivos de construção do mundo.

    Mas a explicação é simples, se a sociedade druídica é reclusa por que ele iria se envolver em problemas que não são diretamente relacionados a natureza? Por que se preocuparia com os problemas de um povoado se o Caótico Neutro como falei para o Dycleal é individualista? Não faz sentido os demais alinhamentos a amizade com os outros pode ser uma razão justificável. Já o Neutro mal entra na limitação inicial vetando todos os alinhamentos "evil".

    - Meu druida é Caótico e Bom, acho que não cai na regra e nesse ponto está OK

    -Ajustarei o BG, vou considerar que o Sábio conhece algum druida de algum circulo próximo já que estuda magias e percebendo as aptidões do personagem fala com os pais dele e encaminha o pequenino para os druidas. PENDENTE

    Quanto a ter uma montaria alada eu não vetaria, só que para fazer o aumento de dados de vida do companheiro animal para o que você deseja (montaria) não é possível no 1º nível, só a partir do 3º nível e também seria necessário ter o feat Mounted Combat para poder lutar montado. Estive lendo melhor os livros (Players Handbook, Dungeon Master e Monster Manual) para tirar algumas dúvidas do uso de montarias aladas.

    -Voltarei a Ficha Base da águia! PENDENTE


    - O feat Mouted Combat já tenho! OK


    Como estará já no 3º nível com este "poder" sabe que ele quebra a mecânica normal do jogo, apesar de não ser impossível tê-lo nas regras. Todas as demais classes podem tem acesso ao vôo no 5º nível, então não é algo impossível. Mas nem tudo são flores para o companheiro animal, ele não é como o familiar do mago. Ele só atende a ordens simples como ação livre, para ordens mais elaboradas ele só com o uso da ação padrão. E o animal apesar de ser leal ao druida ele ainda é um animal e tem a sua força de vontade (ou instinto) que o faria exitar a entrar numa caverna como exemplo para o falcão ou águia. Mas nada que não seja possível desde que o animal seja treinado com a perícia Handle Animal.

    -Concordo, podemos treinar isso no role play!

    Spoiler:
    Também seria necessário treinar o animal para atacar (CD 10), para montar (CD 15) e para combater montado (CD).

    -Não acho pro-roleplay num PBF treinar um animal pra atacar. Já Montar eu expliquei que havia treinado no BG, se você considerar OK, quanto a Combate montado podemos fazer isso em ON mesmo. Apesar de como mestre eu achar desnecessário perder tempo em PBF com treinamento de animais. Atrasa o jogo ainda mais, já que o PBF é lento por Natureza.( Na minha opinião).

    @Sandinus, tu acabou fazendo a sua ficha nova enquanto eu estava escrevendo meu post, então dá uma lida e pesa se vale a pena mudar o personagem e ainda terá de fazer as devidas alterações no Background adequando para a situação dos Druidas serem reclusos e os motivos pelos quais ele vai para o povoado. Seria uma missão pessoal passada pelo Alto Druida da região?

    -Como falei, o sábio dve ter certa idade e provavelmente já deve ter conhecido vários lugares e pessoas inclusive druidas, já que alguém que gosta de buscar conhecimento não parece alguém que fique o tempo todo em casa, por isso mesmo, vou ajustar o BG conforme mencionei acima.

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    Mensagem por Kether em Ter Jun 04, 2019 9:09 pm

    Segue a avaliação:
    @Dycleal escreveu:
    O pai das Gêmeas é Arthur MacMullan, m guerreiro aventureiro que na meia idade se aposentou e se tornou comerciante e veio para o povoado a procura de terras férteis e tranquilidade. Chegou junto com os fundadores da cidade, tendo bons vínculos de amizade com o sacerdote, com os caravaneiros e com o chefe da guarda, casou-se com Maegret Bhonet uma jovem fazendeira que se apaixonou pelo seu espírito aventureiro, seu caráter e as histórias que ele contava e a mesma com três anos de casada gerou as gêmeas, mas Maegret tinha saúde frágil e pegou tuberculose ainda amamentando as suas crias, ela era adoradora de Ehlonna e para agrada-la o velho Arthur mandou fazer três camafeus para a esposa e para as filhas, no da sua esposa tinha uma imagem da deusa Ehlonna montada em seu unicórdio e a mesma imagem era esculpida no lado de fora dos três camafeus, no camafeu de Katrina tinha a imagem de Arthur e Maegret nas suas nupcias e no de Katarina tinha a imagem das gêmeas abraçadas no colo da mãe.1

    As meninas ficaram orfãs quando tinham 4 anos e o pai ainda as criou até os 8 ensinando a sua Katrina que o amava extremamente os princípios da sua profissão com a ajuda do comandante da guarde seu amigo e quando o velho Arthur sentiu o peso dos anos, pediu para que o sacerdote e a madame Alexia, uma das suas beatas e prima distante de Maegret, cuidassem das duas e elas rodiziavam entre a casa do sacerdote, onde elas tinham um amiguinho e a casa da Alexia que as ensinava as artes domesticas e os segredos de mulher 2 e quando Katrina fez 14 anos, já uma mulher forte e destemida começou a trabalhar como mercenária paga na escolta das caravanas se mostrando uma guerreira poderosa, hábil e truculenta, conhecida por ser destemida e habilidosa. 3 Sua irmã queria seguir os caminhos de Ehlonna e seu pai alguns meses da sua morte, por velhice, fez uma última excursão até a cidade dos elfos com as suas filhas e Lá se encontrou com o Ranger Laucian, seu amigo da época de aventureiro e lhe pediu que ensinasse para a pequena Katarina a sagrada arte dos Ranger e durante um ano, após a sua morte, a menina viveu entre os elfos, sob os auspícios e Ensinamentos de Laucian Meliamne, o centenário elfo rastreador e ao fazer 14 anos começou a servir como rastreadora das caravanas que serviam a sua pequena e prospera vila.4

    Vamos continuando a depurar e clarear cada vez mais os detalhes

    1. Não entendo por que seria a imagem dos pais casados o camafeu de uma das filhas, poderia sim ser o da mãe. E Katarina tenha trocado quando a mãe estava sendo preparada para o crematório. Mas isso seria um segredo dela que poderia magoar a irmã por ela ter "se apropriado" de uma lembrança da mãe e não dividido com a irmã. E o das irmãs seriam iguais com os pais com elas no colo. Mas volto a dizer são jóias únicas e valiosíssimas, algo em torno das 30po cada um.

    2. Não tem tantas famílias assim para serem distantes, eram primas.

    3. Não dá para ser assim. As caravanas vão para locais muito longe e com 14 anos mesmo ela sendo forte e tudo mais, não pode ser. Ela pode no máximo ajudar nas rondas dentro do povoado. O chefe da milícia não tem gerencia ou poder sobre o que seriam os mercenários das caravanas. E eles não dariam espaço para uma criança.

    4. Eu já havia falado sobre os Elfos, ninguém além de alguns seletos NPCs tem permissão de entrar na cidade élfica. E os que tem são chamados para irem até lá. Como falei a cidade dos elfos é protegida por magias de ilusão que não permitem ser localizadas por habilidades ou nem por magias. Precisa repensar nisso, mesmo Laucian sendo amigo do pai das meninas ele não iria contra as leis do seu governante e levaria alguém para a cidade sem permissão. Ele pode ter treinado a jovem sim mas não houve a entrada de vocês na cidade. Ele pode ter um chalé na floresta onde pode ter ocorrido o encontro e ele ter aceitado ser o tutor da jovem. Mais uma vez 14 anos ela não seria contratada por ninguém e nem o Laucian iria permitir que ela o fosse.

    ----

    Tenham em mente o seguinte, vocês são as pessoas "comuns" que vão iniciar as suas aventuras, nunca trabalharam acabaram de sair da infância. Isso vale para todos, vocês são os aprendizes ainda. Ninguém ainda teria terminado o treinamento vão concluir isso no post inicial.


    @Sandinus: Na classe Druida que diz que tem de ser neutro. Por isso o teu alinhamento Caótico Bom não se aplica.
    Contos do Despertar Brilhante (D&D3.5) - Off toppic - Página 6 Druida10
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    Mensagem por einherji em Ter Jun 04, 2019 9:18 pm

    @Kether, fiz um rascunho do BG. Treslouquei aqui e fiz um Orc Bard. Se vc aprovar o BG, eu completo os detalhes e faço a ficha.

    Ja'har Orelha Cortada - Orc Bardo:
    Chovia e ouvia os tambores. Essa noite, os tambores iriam tocar a noite toda. Aquele som o incomodava, as batidas estavam descompassadas e a pele do tambor não estava suficientemente esticada. Era um som de guerra, para se misturar com os passos pesados e tilitar de ferro, mas com o barulho da chuva, não combinava.

    Isso era importante, mas não era tão importante quanto o que aconteceria quando o dia surgisse.

    Ele sabia muito bem o que ia acontecer quando o dia surgisse e isso o manteve acordado durante toda a noite, não teria mais como fingir ou se apoiar em seus parentes para que pudesse sobreviver na tribo. Seria jogado para fora e teria que sobreviver sozinho por cinco anos, só então seria permitido seu retorno. Os demais que seriam jogados para fora junto com ele não o aceitariam de forma alguma, já tinha ouvido falar em histórias sobre Orcs que se juntavam em um bando e tinham uma vida mais fácil fora de suas sociedades, mas isso não aconteceria com ele - não participava das mesmas brincadeiras e sempre era xingado e chutado pelos outros, vivia com feridas no rosto por conta das brigas que arrumava e também das que não arrumava, mas que eram arrumadas para ele.

    Não se sentia em casa naquele lugar, mas acreditava que aquele lugar era melhor do que ser caçado e morto do lado de fora. Sem a proteção dos guerreiros.

    - Ja'har!

    Ouviu o rugido e conhecia bem o portador da voz de trovão. Era seu pai. Talvez teriam uma última conversa sobre como deveria se portar naqueles últimos instantes, quais armas deveria levar e como sobreviver esses cinco anos sozinho. Talvez até aconselhasse procurar os demais e formar um bando, forçar uma relação com outros de idade próxima e garantir seu retorno. Uma coisa era certa, sabia que não teria traços de misericórdia na voz de seu pai, ele não era o melhor dos filhos e sabia que não importava o quanto se esforçasse, jamais seria. Sua predileção por ficar sentado perto dos anciões, ouvindo histórias antigas ao invés de brincar os jogos de guerra com outros filhotes era um grande incomodo para Ulfgar, seu pai.

    - Ja'har! Responda agora!

    Jogou o manto de pele que cobria sua cabeça de lado e respondeu, conforme solicitado. Levantou-se também e prostou-se em silêncio, com os braços juntos do corpo, segurando-os próximos das pernas. Não ousaria desafiar o pai, não considerando o que estava por vir.

    - Sim senhor...

    O pai, pele escura esverdeada, olhos amarelos e lupinos, já tinha traços prateados em sua barba e cabelos trançados. As presas saim de sua boca em duas lanças de marfim. Afastou as tiras de couro que separavam a entrada da cabana e o pequeno aposento no qual estava. O rosto fechado se aproximou do jovem orc, sem palavras e sem qualquer indicação prévia. Agarrou o braço de seu filho o arrastou para fora, seus pés mal conseguiam acompanhar e se arrastavam na lama do pátio. Foi menos de 2 minutos, mas parecia que estava sendo arrastado por horas.

    - Vá.

    Apontou para o portão de tora de madeira. A saída da tribo.

    - Pai?

    O questionamentou foi o que bastou, a pesada mão de seu pai desceu de cima para baixo e marcou seu rosto. Já havia apanhado antes, mas sentiu uma dor diferente dessa vez. Os tambores descompassados deixaram de importar nesse momento. Não entendeu o que estava acontecendo, só seria mandado embora pela manhã, junto com os outros filhotes e depois do ritual. Por qual motivo seu pai estava fazendo isso justo agora? Não queria passar essa vergonha na frente de toda a tribo?

    - Vá.

    Apontou novamente, a mesma mão que lhe acertou, para o portão de tora de madeira. A saída da tribo.

    - Pai, eu não entendo... O ritual é amanhã.

    Ulfgar ergueu a mão novamente, mas não o golpeou. Segurou o jovem orc pelo pescoço e por pouco não o ergueu, por ali mesmo - embora ficasse bastante clara a facilidade na qual poderia fazer isso. Aproximou o rosto e o encarou nos olhos.

    - Você não nasceu para a tribo. Vá embora. Não volte, não tente passar em nenhum teste. Sobreviva.

    O soltou. Ja'har caiu no chão e se arrastou, tomando alguma distância. Ele sabia o que o pai falava - as palavras eram verdadeiras, mas doíam da mesma forma. Não imaginou que seu pai nem mesmo esperava que ele se esforçasse para retornar à tribo. Então, ajoelhado no barro, usou as mãos e se ergue - daí, correu o mais rápido que pode para fora da tribo, deu uma última olhada para trás e lembrou-se do rosto de seu pai. Não eram lágrimas, era só a chuva. Também não era seu coração, eram os tambores.

    ---

    O primeiro ano foi bastante difícil. Mas aprendeu a viver, caçou pequenos animais e comia frutas, folhas e casca de árvore. O seu maior problema era a solidão. Frequentemente tinha sonhos com sua tribo e com os tambores que tocavam em seu último dia lá, sempre acordava desesperado e com o som dos tambores em compasso com seu coração de ritmo acelerado.

    ---

    Acostumou-se com a floresta e com a solidão depois de mais quatro anos, tinha cumprido o seu tempo e o ritual, mas lembrava do dia que deixou a tribo e não voltaria nunca mais.

    Andava tranquilamente e sem medo, mesmo sendo ainda muito novo. Fazia já quase dois anos que não via ninguém, não trocava nenhuma palavra com nenhum outro ser sentiente, a não ser sua própria cabeça e quaisquer outras coisas da natureza. Aprendeu o tempo de tudo, das plantas e dos animais e sempre que podia, cantava. Seguia o som dos tambores e cantava. Era o que mais fazia, aproveitava os sons da região, os sons que tinha em sua cabeça e cantava.

    "Na quilha virada
    Na brisa gelada
    A barca afundada
    E vai um irmão
    E vai um irmão
    E todos de-"

    Foi um baque surdo e seco, a canção foi interrompida.

    Piscou os olhos, com a visão ainda embaçada, piscou mais algumas vezes e os abriu - logo sentiu uma dor latejante dos lados da cabeça. Sentia algo quente escorrendo pela lateral do rosto. Estava em uma estrada e ouviu risadas. Tinham três homens. Bichos homens. Já tinha ouvido falar deles, mas era a primeira vez que os via.

    - Ô seu vermezinho, tava com merda no ouvido? Cantando igual um retardado! A gente deu um jeito pra limpar a sujeira que entupia os buracos de merda da sua cabeça, agora você vai ouvir bem as merda que canta!

    Um deles disse, tudo embolado e de repente. Todos riram ao mesmo tempo. E foi erra a resposta da dor do lado da sua cabeça. Tinham feito algo com suas orelhas. E ele logo descobriu o que foi, o mesmo que falou primeiro apareceu na frente dele com um fio de corda e duas orelhas costuradas nesse fio, não queria acreditar, mas sabia que eram suas orelhas.

    - Vocês têm esses nomes doidos, né? Mandibula-de-Ferro, Cabeça-de-Bagre, você vai ser o Orelha-Cortada!

    - Ei, Orelha-Cortada!

    Outro chamou, com um chute, em seu estômago. Estava amarrado e mesmo que quisesse, não poderia reagir. Passou algumas horas apanhando, até que cansaram e o abandonaram na estrada. Amarrado e entregue à morte. Fraco e sem forças, ferido e derrotado, qualquer animal poderia se aproveitar da situação e o devorar. Se entregou e desmaiou.

    ---

    Sentiu um balanço, estava sendo carregado. Ouvia vozes e o cavalgar de cavalos.

    - Será que o velho salva?

    - Rapaz, eu não sei nem se devíamos levar isso aí pro vilarejo. Vai sobrar pra gente...

    - É uma criança. Não deve ser mais velho que o Leifar.

    - Bom, criança ou não, não sei como vai ser.

    ---

    Ja'har foi acolhido pelo sábio do vilarejo, o ajudou como pode em troca dos cuidados e ensinamentos que recebeu. O sábio o incentivou a seguir o caminho pelo qual Ja'har tinha mais apreço, recebeu dois tambores simples com couro de vaca, os usava amarrados no pescoço. Flertava com outros intrumentos, mas gostava muito dos tambores e também de cantar. Tinha uma relação profunda com os sons e os usaria para a vida.
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    Mensagem por Sandinus em Ter Jun 04, 2019 9:29 pm

    @Kether escreveu:Segue a avaliação:
    @Dycleal escreveu:
    O pai das Gêmeas é Arthur MacMullan, m guerreiro aventureiro que na meia idade se aposentou e se tornou comerciante e veio para o povoado a procura de terras férteis e tranquilidade. Chegou junto com os fundadores da cidade, tendo bons vínculos de amizade com o sacerdote, com os caravaneiros e com o chefe da guarda, casou-se com Maegret Bhonet uma jovem fazendeira que se apaixonou pelo seu espírito aventureiro, seu caráter e as histórias que ele contava e a mesma com três anos de casada gerou as gêmeas, mas Maegret tinha saúde frágil e pegou tuberculose ainda amamentando as suas crias, ela era adoradora de Ehlonna e para agrada-la o velho Arthur mandou fazer três camafeus para a esposa e para as filhas, no da sua esposa tinha uma imagem da deusa Ehlonna montada em seu unicórdio e a mesma imagem era esculpida no lado de fora dos três camafeus, no camafeu de Katrina tinha a imagem de Arthur e Maegret nas suas nupcias e no de Katarina tinha a imagem das gêmeas abraçadas no colo da mãe.1

    As meninas ficaram orfãs quando tinham 4 anos e o pai ainda as criou até os 8 ensinando a sua Katrina que o amava extremamente os princípios da sua profissão com a ajuda do comandante da guarde seu amigo e quando o velho Arthur sentiu o peso dos anos, pediu para que o sacerdote e a madame Alexia, uma das suas beatas e prima distante de Maegret, cuidassem das duas e elas rodiziavam entre a casa do sacerdote, onde elas tinham um amiguinho e a casa da Alexia que as ensinava as artes domesticas e os segredos de mulher 2 e quando Katrina fez 14 anos, já uma mulher forte e destemida começou a trabalhar como mercenária paga na escolta das caravanas se mostrando uma guerreira poderosa, hábil e truculenta, conhecida por ser destemida e habilidosa. 3 Sua irmã queria seguir os caminhos de Ehlonna e seu pai alguns meses da sua morte, por velhice, fez uma última excursão até a cidade dos elfos com as suas filhas e Lá se encontrou com o Ranger Laucian, seu amigo da época de aventureiro e lhe pediu que ensinasse para a pequena Katarina a sagrada arte dos Ranger e durante um ano, após a sua morte, a menina viveu entre os elfos, sob os auspícios e Ensinamentos de Laucian Meliamne, o centenário elfo rastreador e ao fazer 14 anos começou a servir como rastreadora das caravanas que serviam a sua pequena e prospera vila.4

    Vamos continuando a depurar e clarear cada vez mais os detalhes

    1. Não entendo por que seria a imagem dos pais casados o camafeu de uma das filhas, poderia sim ser o da mãe. E Katarina tenha trocado quando a mãe estava sendo preparada para o crematório. Mas isso seria um segredo dela que poderia magoar a irmã por ela ter "se apropriado" de uma lembrança da mãe e não dividido com a irmã. E o das irmãs seriam iguais com os pais com elas no colo. Mas volto a dizer são jóias únicas e valiosíssimas, algo em torno das 30po cada um.

    2. Não tem tantas famílias assim para serem distantes, eram primas.

    3. Não dá para ser assim. As caravanas vão para locais muito longe e com 14 anos mesmo ela sendo forte e tudo mais, não pode ser. Ela pode no máximo ajudar nas rondas dentro do povoado. O chefe da milícia não tem gerencia ou poder sobre o que seriam os mercenários das caravanas. E eles não dariam espaço para uma criança.

    4. Eu já havia falado sobre os Elfos, ninguém além de alguns seletos NPCs tem permissão de entrar na cidade élfica. E os que tem são chamados para irem até lá. Como falei a cidade dos elfos é protegida por magias de ilusão que não permitem ser localizadas por habilidades ou nem por magias. Precisa repensar nisso, mesmo Laucian sendo amigo do pai das meninas ele não iria contra as leis do seu governante e levaria alguém para a cidade sem permissão. Ele pode ter treinado a jovem sim mas não houve a entrada de vocês na cidade. Ele pode ter um chalé na floresta onde pode ter ocorrido o encontro e ele ter aceitado ser o tutor da jovem. Mais uma vez 14 anos ela não seria contratada por ninguém e nem o Laucian iria permitir que ela o fosse.

    ----

    Tenham em mente o seguinte, vocês são as pessoas "comuns" que vão iniciar as suas aventuras, nunca trabalharam acabaram de sair da infância. Isso vale para todos, vocês são os aprendizes ainda. Ninguém ainda teria terminado o treinamento vão concluir isso no post inicial.


    @Sandinus: Na classe Druida que diz que tem de ser neutro. Por isso o teu alinhamento Caótico Bom não se aplica.
    Contos do Despertar Brilhante (D&D3.5) - Off toppic - Página 6 Druida10

    Ok, Mudarei para neutro e Bom! E Já ajustei o BG, ta na ficha! Acho que fiz todos os ajustes!

    https://www.myth-weavers.com/sheet.html#id=911839
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    Mensagem por Kether em Ter Jun 04, 2019 9:31 pm

    @einherji escreveu:@Kether, fiz um rascunho do BG. Treslouquei aqui e fiz um Orc Bard. Se vc aprovar o BG, eu completo os detalhes e faço a ficha.

    Ja'har Orelha Cortada - Orc Bardo:
    Chovia e ouvia os tambores. Essa noite, os tambores iriam tocar a noite toda. Aquele som o incomodava, as batidas estavam descompassadas e a pele do tambor não estava suficientemente esticada. Era um som de guerra, para se misturar com os passos pesados e tilitar de ferro, mas com o barulho da chuva, não combinava.

    Isso era importante, mas não era tão importante quanto o que aconteceria quando o dia surgisse.

    Ele sabia muito bem o que ia acontecer quando o dia surgisse e isso o manteve acordado durante toda a noite, não teria mais como fingir ou se apoiar em seus parentes para que pudesse sobreviver na tribo. Seria jogado para fora e teria que sobreviver sozinho por cinco anos, só então seria permitido seu retorno. Os demais que seriam jogados para fora junto com ele não o aceitariam de forma alguma, já tinha ouvido falar em histórias sobre Orcs que se juntavam em um bando e tinham uma vida mais fácil fora de suas sociedades, mas isso não aconteceria com ele - não participava das mesmas brincadeiras e sempre era xingado e chutado pelos outros, vivia com feridas no rosto por conta das brigas que arrumava e também das que não arrumava, mas que eram arrumadas para ele.

    Não se sentia em casa naquele lugar, mas acreditava que aquele lugar era melhor do que ser caçado e morto do lado de fora. Sem a proteção dos guerreiros.

    - Ja'har!

    Ouviu o rugido e conhecia bem o portador da voz de trovão. Era seu pai. Talvez teriam uma última conversa sobre como deveria se portar naqueles últimos instantes, quais armas deveria levar e como sobreviver esses cinco anos sozinho. Talvez até aconselhasse procurar os demais e formar um bando, forçar uma relação com outros de idade próxima e garantir seu retorno. Uma coisa era certa, sabia que não teria traços de misericórdia na voz de seu pai, ele não era o melhor dos filhos e sabia que não importava o quanto se esforçasse, jamais seria. Sua predileção por ficar sentado perto dos anciões, ouvindo histórias antigas ao invés de brincar os jogos de guerra com outros filhotes era um grande incomodo para Ulfgar, seu pai.

    - Ja'har! Responda agora!

    Jogou o manto de pele que cobria sua cabeça de lado e respondeu, conforme solicitado. Levantou-se também e prostou-se em silêncio, com os braços juntos do corpo, segurando-os próximos das pernas. Não ousaria desafiar o pai, não considerando o que estava por vir.

    - Sim senhor...

    O pai, pele escura esverdeada, olhos amarelos e lupinos, já tinha traços prateados em sua barba e cabelos trançados. As presas saim de sua boca em duas lanças de marfim. Afastou as tiras de couro que separavam a entrada da cabana e o pequeno aposento no qual estava. O rosto fechado se aproximou do jovem orc, sem palavras e sem qualquer indicação prévia. Agarrou o braço de seu filho o arrastou para fora, seus pés mal conseguiam acompanhar e se arrastavam na lama do pátio. Foi menos de 2 minutos, mas parecia que estava sendo arrastado por horas.

    - Vá.

    Apontou para o portão de tora de madeira. A saída da tribo.

    - Pai?

    O questionamentou foi o que bastou, a pesada mão de seu pai desceu de cima para baixo e marcou seu rosto. Já havia apanhado antes, mas sentiu uma dor diferente dessa vez. Os tambores descompassados deixaram de importar nesse momento. Não entendeu o que estava acontecendo, só seria mandado embora pela manhã, junto com os outros filhotes e depois do ritual. Por qual motivo seu pai estava fazendo isso justo agora? Não queria passar essa vergonha na frente de toda a tribo?

    - Vá.

    Apontou novamente, a mesma mão que lhe acertou, para o portão de tora de madeira. A saída da tribo.

    - Pai, eu não entendo... O ritual é amanhã.

    Ulfgar ergueu a mão novamente, mas não o golpeou. Segurou o jovem orc pelo pescoço e por pouco não o ergueu, por ali mesmo - embora ficasse bastante clara a facilidade na qual poderia fazer isso. Aproximou o rosto e o encarou nos olhos.

    - Você não nasceu para a tribo. Vá embora. Não volte, não tente passar em nenhum teste. Sobreviva.

    O soltou. Ja'har caiu no chão e se arrastou, tomando alguma distância. Ele sabia o que o pai falava - as palavras eram verdadeiras, mas doíam da mesma forma. Não imaginou que seu pai nem mesmo esperava que ele se esforçasse para retornar à tribo. Então, ajoelhado no barro, usou as mãos e se ergue - daí, correu o mais rápido que pode para fora da tribo, deu uma última olhada para trás e lembrou-se do rosto de seu pai. Não eram lágrimas, era só a chuva. Também não era seu coração, eram os tambores.

    ---

    O primeiro ano foi bastante difícil. Mas aprendeu a viver, caçou pequenos animais e comia frutas, folhas e casca de árvore. O seu maior problema era a solidão. Frequentemente tinha sonhos com sua tribo e com os tambores que tocavam em seu último dia lá, sempre acordava desesperado e com o som dos tambores em compasso com seu coração de ritmo acelerado.

    ---

    Acostumou-se com a floresta e com a solidão depois de mais quatro anos, tinha cumprido o seu tempo e o ritual, mas lembrava do dia que deixou a tribo e não voltaria nunca mais.

    Andava tranquilamente e sem medo, mesmo sendo ainda muito novo. Fazia já quase dois anos que não via ninguém, não trocava nenhuma palavra com nenhum outro ser sentiente, a não ser sua própria cabeça e quaisquer outras coisas da natureza. Aprendeu o tempo de tudo, das plantas e dos animais e sempre que podia, cantava. Seguia o som dos tambores e cantava. Era o que mais fazia, aproveitava os sons da região, os sons que tinha em sua cabeça e cantava.

    "Na quilha virada
    Na brisa gelada
    A barca afundada
    E vai um irmão
    E vai um irmão
    E todos de-"

    Foi um baque surdo e seco, a canção foi interrompida.

    Piscou os olhos, com a visão ainda embaçada, piscou mais algumas vezes e os abriu - logo sentiu uma dor latejante dos lados da cabeça. Sentia algo quente escorrendo pela lateral do rosto. Estava em uma estrada e ouviu risadas. Tinham três homens. Bichos homens. Já tinha ouvido falar deles, mas era a primeira vez que os via.

    - Ô seu vermezinho, tava com merda no ouvido? Cantando igual um retardado! A gente deu um jeito pra limpar a sujeira que entupia os buracos de merda da sua cabeça, agora você vai ouvir bem as merda que canta!

    Um deles disse, tudo embolado e de repente. Todos riram ao mesmo tempo. E foi erra a resposta da dor do lado da sua cabeça. Tinham feito algo com suas orelhas. E ele logo descobriu o que foi, o mesmo que falou primeiro apareceu na frente dele com um fio de corda e duas orelhas costuradas nesse fio, não queria acreditar, mas sabia que eram suas orelhas.

    - Vocês têm esses nomes doidos, né? Mandibula-de-Ferro, Cabeça-de-Bagre, você vai ser o Orelha-Cortada!

    - Ei, Orelha-Cortada!

    Outro chamou, com um chute, em seu estômago. Estava amarrado e mesmo que quisesse, não poderia reagir. Passou algumas horas apanhando, até que cansaram e o abandonaram na estrada. Amarrado e entregue à morte. Fraco e sem forças, ferido e derrotado, qualquer animal poderia se aproveitar da situação e o devorar. Se entregou e desmaiou.

    ---

    Sentiu um balanço, estava sendo carregado. Ouvia vozes e o cavalgar de cavalos.

    - Será que o velho salva?

    - Rapaz, eu não sei nem se devíamos levar isso aí pro vilarejo. Vai sobrar pra gente...

    - É uma criança. Não deve ser mais velho que o Leifar.

    - Bom, criança ou não, não sei como vai ser.

    ---

    Ja'har foi acolhido pelo sábio do vilarejo, o ajudou como pode em troca dos cuidados e ensinamentos que recebeu. O sábio o incentivou a seguir o caminho pelo qual Ja'har tinha mais apreço, recebeu dois tambores simples com couro de vaca, os usava amarrados no pescoço. Flertava com outros intrumentos, mas gostava muito dos tambores e também de cantar. Tinha uma relação profunda com os sons e os usaria para a vida.

    Deu uma de louco mesmo!!!

    Corrigindo, Meio Orc. Tu sabe que o Bardo tem o Carisma como atributo chave né? E o Meio-Orc tem -2 em Carisma (logo, se colocar 16 no Carisma ele na verdade era 18 então os demais atributos não poderão ser maiores que 14).

    Tirando que ele não é um Orc puro mas um mestiço de Orc com alguma outra raça (provavelmente humano ou elfo) o restante está ok.

    Escolha bem inusitada... kkkkk

    @Sandinus, OK!

    Já temos o sábio batizado: Arkus o sábio.
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    Mensagem por Dycleal em Qua Jun 05, 2019 12:01 am

    Feito as alterações sugeridas.

    O pai das Gêmeas é Arthur MacMullan, um guerreiro aventureiro que na meia idade se aposentou e se tornou um prospero comerciante e após um tempo já com uma boa poupança veio para o povoado a procura de terras férteis e tranquilidade. Chegou junto com os fundadores da cidade, tendo bons vínculos de amizade com o sacerdote, com os caravaneiros e com o chefe da guarda, casou-se com Maegret Bhonet uma jovem fazendeira que se apaixonou pelo seu espírito aventureiro, seu caráter e as histórias que ele contava e a mesma com três anos de casada gerou as gêmeas, mas Maegret tinha saúde frágil e pegou tuberculose ainda amamentando as suas crias, ela era adoradora de Ehlonna e para agrada-la o velho Arthur, vendeu uma pedra preciosa que tinha guardado para o futuro, e achou que aquela era a hora de vende-la e fazer as mulheres da família felizes e mandou fazer três camafeus para a esposa e para as filhas, no da sua esposa tinha uma imagem da deusa Ehlonna montada em seu unicórdio e a mesma imagem era esculpida no lado de fora dos três camafeus, no camafeu das meninas tinha a mesma imagem em cada, a imagem das gêmeas abraçadas no colo da mãe que estava ao lado do pai. As meninas ficaram orfãs quando tinham 4 anos e o pai ainda as criou até os 8 ensinando a sua Katrina que o amava extremamente os princípios da sua profissão com a ajuda do comandante da guarde seu amigo e quando o velho Arthur sentiu o peso dos anos, pediu para que o sacerdote e a madame Alexia, uma das suas beatas e prima de Maegret, cuidassem das duas e elas rodiziavam entre a casa do sacerdote, onde elas tinham um amiguinho e os ensinos das letras e educação básica formal e a casa da Alexia que as ensinava as artes domesticas e os segredos de mulher e quando Katrina fez 14 anos, já uma mulher forte e destemida começou a trabalhar como mercenária paga nas rondas da milicia local mostrando-se uma guarda poderosa, hábil e truculenta, conhecida por ser destemida e habilidosa. Sua irmã queria seguir os caminhos de Ehlonna e seu pai alguns meses antes da sua morte, por velhice, fez uma última excursão até a cidade dos elfos com as suas filhas e Lá, próximo da cidade, foram a um chalé onde se encontrou com o Ranger Elfo Laucian, seu amigo da época de aventureiro e lhe pediu que ensinasse para a pequena Katarina a sagrada arte dos Ranger e durante um ano, após a sua morte, a menina viveu intensamente o treinamento do elfo, sob os auspícios e Ensinamentos de Laucian Meliamne, o centenário elfo rastreador e ao fazer 14 anos começou a servir como rastreadora da milicia procurando pessoas perdidas ou esconderijos de feras que assolassem o povoado servindo assim e pegando experiencia na sua pequena e prospera vila.

    Vamos continuando a depurar e clarear cada vez mais os detalhes.

    Em duvida com a imagem, me ajudem a escolher

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    Mensagem por Shmul em Qua Jun 05, 2019 9:24 am

    To aqui de gaiato só pra palpitar na imagem, e eu escolheria a segunda. A armadura parece mais plausível, o desenho mais legal e... kralho, que porra de salto alto é esse? hahahhaha
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    Mensagem por DMadTitan em Qua Jun 05, 2019 10:49 am

    @Shmul escreveu:To aqui de gaiato só pra palpitar na imagem, e eu escolheria a segunda. A armadura parece mais plausível, o desenho mais legal e... kralho, que porra de salto alto é esse? hahahhaha


    Armadura com salto alto, na moda, mas nada funcional hauahauah
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    Mensagem por einherji em Qua Jun 05, 2019 12:19 pm

    Segue começo da Ficha no Myth Weavers.
    Tenho que terminar ainda, devo fazer isso hoje.

    Ja'har Orelha-Cortada
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    Mensagem por Sandinus em Qua Jun 05, 2019 1:05 pm

    @Kether escreveu:
    @einherji escreveu:@Kether, fiz um rascunho do BG. Treslouquei aqui e fiz um Orc Bard. Se vc aprovar o BG, eu completo os detalhes e faço a ficha.

    Ja'har Orelha Cortada - Orc Bardo:
    Chovia e ouvia os tambores. Essa noite, os tambores iriam tocar a noite toda. Aquele som o incomodava, as batidas estavam descompassadas e a pele do tambor não estava suficientemente esticada. Era um som de guerra, para se misturar com os passos pesados e tilitar de ferro, mas com o barulho da chuva, não combinava.

    Isso era importante, mas não era tão importante quanto o que aconteceria quando o dia surgisse.

    Ele sabia muito bem o que ia acontecer quando o dia surgisse e isso o manteve acordado durante toda a noite, não teria mais como fingir ou se apoiar em seus parentes para que pudesse sobreviver na tribo. Seria jogado para fora e teria que sobreviver sozinho por cinco anos, só então seria permitido seu retorno. Os demais que seriam jogados para fora junto com ele não o aceitariam de forma alguma, já tinha ouvido falar em histórias sobre Orcs que se juntavam em um bando e tinham uma vida mais fácil fora de suas sociedades, mas isso não aconteceria com ele - não participava das mesmas brincadeiras e sempre era xingado e chutado pelos outros, vivia com feridas no rosto por conta das brigas que arrumava e também das que não arrumava, mas que eram arrumadas para ele.

    Não se sentia em casa naquele lugar, mas acreditava que aquele lugar era melhor do que ser caçado e morto do lado de fora. Sem a proteção dos guerreiros.

    - Ja'har!

    Ouviu o rugido e conhecia bem o portador da voz de trovão. Era seu pai. Talvez teriam uma última conversa sobre como deveria se portar naqueles últimos instantes, quais armas deveria levar e como sobreviver esses cinco anos sozinho. Talvez até aconselhasse procurar os demais e formar um bando, forçar uma relação com outros de idade próxima e garantir seu retorno. Uma coisa era certa, sabia que não teria traços de misericórdia na voz de seu pai, ele não era o melhor dos filhos e sabia que não importava o quanto se esforçasse, jamais seria. Sua predileção por ficar sentado perto dos anciões, ouvindo histórias antigas ao invés de brincar os jogos de guerra com outros filhotes era um grande incomodo para Ulfgar, seu pai.

    - Ja'har! Responda agora!

    Jogou o manto de pele que cobria sua cabeça de lado e respondeu, conforme solicitado. Levantou-se também e prostou-se em silêncio, com os braços juntos do corpo, segurando-os próximos das pernas. Não ousaria desafiar o pai, não considerando o que estava por vir.

    - Sim senhor...

    O pai, pele escura esverdeada, olhos amarelos e lupinos, já tinha traços prateados em sua barba e cabelos trançados. As presas saim de sua boca em duas lanças de marfim. Afastou as tiras de couro que separavam a entrada da cabana e o pequeno aposento no qual estava. O rosto fechado se aproximou do jovem orc, sem palavras e sem qualquer indicação prévia. Agarrou o braço de seu filho o arrastou para fora, seus pés mal conseguiam acompanhar e se arrastavam na lama do pátio. Foi menos de 2 minutos, mas parecia que estava sendo arrastado por horas.

    - Vá.

    Apontou para o portão de tora de madeira. A saída da tribo.

    - Pai?

    O questionamentou foi o que bastou, a pesada mão de seu pai desceu de cima para baixo e marcou seu rosto. Já havia apanhado antes, mas sentiu uma dor diferente dessa vez. Os tambores descompassados deixaram de importar nesse momento. Não entendeu o que estava acontecendo, só seria mandado embora pela manhã, junto com os outros filhotes e depois do ritual. Por qual motivo seu pai estava fazendo isso justo agora? Não queria passar essa vergonha na frente de toda a tribo?

    - Vá.

    Apontou novamente, a mesma mão que lhe acertou, para o portão de tora de madeira. A saída da tribo.

    - Pai, eu não entendo... O ritual é amanhã.

    Ulfgar ergueu a mão novamente, mas não o golpeou. Segurou o jovem orc pelo pescoço e por pouco não o ergueu, por ali mesmo - embora ficasse bastante clara a facilidade na qual poderia fazer isso. Aproximou o rosto e o encarou nos olhos.

    - Você não nasceu para a tribo. Vá embora. Não volte, não tente passar em nenhum teste. Sobreviva.

    O soltou. Ja'har caiu no chão e se arrastou, tomando alguma distância. Ele sabia o que o pai falava - as palavras eram verdadeiras, mas doíam da mesma forma. Não imaginou que seu pai nem mesmo esperava que ele se esforçasse para retornar à tribo. Então, ajoelhado no barro, usou as mãos e se ergue - daí, correu o mais rápido que pode para fora da tribo, deu uma última olhada para trás e lembrou-se do rosto de seu pai. Não eram lágrimas, era só a chuva. Também não era seu coração, eram os tambores.

    ---

    O primeiro ano foi bastante difícil. Mas aprendeu a viver, caçou pequenos animais e comia frutas, folhas e casca de árvore. O seu maior problema era a solidão. Frequentemente tinha sonhos com sua tribo e com os tambores que tocavam em seu último dia lá, sempre acordava desesperado e com o som dos tambores em compasso com seu coração de ritmo acelerado.

    ---

    Acostumou-se com a floresta e com a solidão depois de mais quatro anos, tinha cumprido o seu tempo e o ritual, mas lembrava do dia que deixou a tribo e não voltaria nunca mais.

    Andava tranquilamente e sem medo, mesmo sendo ainda muito novo. Fazia já quase dois anos que não via ninguém, não trocava nenhuma palavra com nenhum outro ser sentiente, a não ser sua própria cabeça e quaisquer outras coisas da natureza. Aprendeu o tempo de tudo, das plantas e dos animais e sempre que podia, cantava. Seguia o som dos tambores e cantava. Era o que mais fazia, aproveitava os sons da região, os sons que tinha em sua cabeça e cantava.

    "Na quilha virada
    Na brisa gelada
    A barca afundada
    E vai um irmão
    E vai um irmão
    E todos de-"

    Foi um baque surdo e seco, a canção foi interrompida.

    Piscou os olhos, com a visão ainda embaçada, piscou mais algumas vezes e os abriu - logo sentiu uma dor latejante dos lados da cabeça. Sentia algo quente escorrendo pela lateral do rosto. Estava em uma estrada e ouviu risadas. Tinham três homens. Bichos homens. Já tinha ouvido falar deles, mas era a primeira vez que os via.

    - Ô seu vermezinho, tava com merda no ouvido? Cantando igual um retardado! A gente deu um jeito pra limpar a sujeira que entupia os buracos de merda da sua cabeça, agora você vai ouvir bem as merda que canta!

    Um deles disse, tudo embolado e de repente. Todos riram ao mesmo tempo. E foi erra a resposta da dor do lado da sua cabeça. Tinham feito algo com suas orelhas. E ele logo descobriu o que foi, o mesmo que falou primeiro apareceu na frente dele com um fio de corda e duas orelhas costuradas nesse fio, não queria acreditar, mas sabia que eram suas orelhas.

    - Vocês têm esses nomes doidos, né? Mandibula-de-Ferro, Cabeça-de-Bagre, você vai ser o Orelha-Cortada!

    - Ei, Orelha-Cortada!

    Outro chamou, com um chute, em seu estômago. Estava amarrado e mesmo que quisesse, não poderia reagir. Passou algumas horas apanhando, até que cansaram e o abandonaram na estrada. Amarrado e entregue à morte. Fraco e sem forças, ferido e derrotado, qualquer animal poderia se aproveitar da situação e o devorar. Se entregou e desmaiou.

    ---

    Sentiu um balanço, estava sendo carregado. Ouvia vozes e o cavalgar de cavalos.

    - Será que o velho salva?

    - Rapaz, eu não sei nem se devíamos levar isso aí pro vilarejo. Vai sobrar pra gente...

    - É uma criança. Não deve ser mais velho que o Leifar.

    - Bom, criança ou não, não sei como vai ser.

    ---

    Ja'har foi acolhido pelo sábio do vilarejo, o ajudou como pode em troca dos cuidados e ensinamentos que recebeu. O sábio o incentivou a seguir o caminho pelo qual Ja'har tinha mais apreço, recebeu dois tambores simples com couro de vaca, os usava amarrados no pescoço. Flertava com outros intrumentos, mas gostava muito dos tambores e também de cantar. Tinha uma relação profunda com os sons e os usaria para a vida.

    Deu uma de louco mesmo!!!

    Corrigindo, Meio Orc. Tu sabe que o Bardo tem o Carisma como atributo chave né? E o Meio-Orc tem -2 em Carisma (logo, se colocar 16 no Carisma ele na verdade era 18 então os demais atributos não poderão ser maiores que 14).

    Tirando que ele não é um Orc puro mas um mestiço de Orc com alguma outra raça (provavelmente humano ou elfo) o restante está ok.

    Escolha bem inusitada... kkkkk

    @Sandinus, OK!

    Já temos o sábio batizado: Arkus o sábio.

    Ne verdade é +2 em Força, -2 em Inteligência e -2 em Carisma.
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    Mensagem por gaijin386 em Qua Jun 05, 2019 1:09 pm

    @Sandinus escreveu:
    @Kether escreveu:
    @einherji escreveu:@Kether, fiz um rascunho do BG. Treslouquei aqui e fiz um Orc Bard. Se vc aprovar o BG, eu completo os detalhes e faço a ficha.

    Ja'har Orelha Cortada - Orc Bardo:
    Chovia e ouvia os tambores. Essa noite, os tambores iriam tocar a noite toda. Aquele som o incomodava, as batidas estavam descompassadas e a pele do tambor não estava suficientemente esticada. Era um som de guerra, para se misturar com os passos pesados e tilitar de ferro, mas com o barulho da chuva, não combinava.

    Isso era importante, mas não era tão importante quanto o que aconteceria quando o dia surgisse.

    Ele sabia muito bem o que ia acontecer quando o dia surgisse e isso o manteve acordado durante toda a noite, não teria mais como fingir ou se apoiar em seus parentes para que pudesse sobreviver na tribo. Seria jogado para fora e teria que sobreviver sozinho por cinco anos, só então seria permitido seu retorno. Os demais que seriam jogados para fora junto com ele não o aceitariam de forma alguma, já tinha ouvido falar em histórias sobre Orcs que se juntavam em um bando e tinham uma vida mais fácil fora de suas sociedades, mas isso não aconteceria com ele - não participava das mesmas brincadeiras e sempre era xingado e chutado pelos outros, vivia com feridas no rosto por conta das brigas que arrumava e também das que não arrumava, mas que eram arrumadas para ele.

    Não se sentia em casa naquele lugar, mas acreditava que aquele lugar era melhor do que ser caçado e morto do lado de fora. Sem a proteção dos guerreiros.

    - Ja'har!

    Ouviu o rugido e conhecia bem o portador da voz de trovão. Era seu pai. Talvez teriam uma última conversa sobre como deveria se portar naqueles últimos instantes, quais armas deveria levar e como sobreviver esses cinco anos sozinho. Talvez até aconselhasse procurar os demais e formar um bando, forçar uma relação com outros de idade próxima e garantir seu retorno. Uma coisa era certa, sabia que não teria traços de misericórdia na voz de seu pai, ele não era o melhor dos filhos e sabia que não importava o quanto se esforçasse, jamais seria. Sua predileção por ficar sentado perto dos anciões, ouvindo histórias antigas ao invés de brincar os jogos de guerra com outros filhotes era um grande incomodo para Ulfgar, seu pai.

    - Ja'har! Responda agora!

    Jogou o manto de pele que cobria sua cabeça de lado e respondeu, conforme solicitado. Levantou-se também e prostou-se em silêncio, com os braços juntos do corpo, segurando-os próximos das pernas. Não ousaria desafiar o pai, não considerando o que estava por vir.

    - Sim senhor...

    O pai, pele escura esverdeada, olhos amarelos e lupinos, já tinha traços prateados em sua barba e cabelos trançados. As presas saim de sua boca em duas lanças de marfim. Afastou as tiras de couro que separavam a entrada da cabana e o pequeno aposento no qual estava. O rosto fechado se aproximou do jovem orc, sem palavras e sem qualquer indicação prévia. Agarrou o braço de seu filho o arrastou para fora, seus pés mal conseguiam acompanhar e se arrastavam na lama do pátio. Foi menos de 2 minutos, mas parecia que estava sendo arrastado por horas.

    - Vá.

    Apontou para o portão de tora de madeira. A saída da tribo.

    - Pai?

    O questionamentou foi o que bastou, a pesada mão de seu pai desceu de cima para baixo e marcou seu rosto. Já havia apanhado antes, mas sentiu uma dor diferente dessa vez. Os tambores descompassados deixaram de importar nesse momento. Não entendeu o que estava acontecendo, só seria mandado embora pela manhã, junto com os outros filhotes e depois do ritual. Por qual motivo seu pai estava fazendo isso justo agora? Não queria passar essa vergonha na frente de toda a tribo?

    - Vá.

    Apontou novamente, a mesma mão que lhe acertou, para o portão de tora de madeira. A saída da tribo.

    - Pai, eu não entendo... O ritual é amanhã.

    Ulfgar ergueu a mão novamente, mas não o golpeou. Segurou o jovem orc pelo pescoço e por pouco não o ergueu, por ali mesmo - embora ficasse bastante clara a facilidade na qual poderia fazer isso. Aproximou o rosto e o encarou nos olhos.

    - Você não nasceu para a tribo. Vá embora. Não volte, não tente passar em nenhum teste. Sobreviva.

    O soltou. Ja'har caiu no chão e se arrastou, tomando alguma distância. Ele sabia o que o pai falava - as palavras eram verdadeiras, mas doíam da mesma forma. Não imaginou que seu pai nem mesmo esperava que ele se esforçasse para retornar à tribo. Então, ajoelhado no barro, usou as mãos e se ergue - daí, correu o mais rápido que pode para fora da tribo, deu uma última olhada para trás e lembrou-se do rosto de seu pai. Não eram lágrimas, era só a chuva. Também não era seu coração, eram os tambores.

    ---

    O primeiro ano foi bastante difícil. Mas aprendeu a viver, caçou pequenos animais e comia frutas, folhas e casca de árvore. O seu maior problema era a solidão. Frequentemente tinha sonhos com sua tribo e com os tambores que tocavam em seu último dia lá, sempre acordava desesperado e com o som dos tambores em compasso com seu coração de ritmo acelerado.

    ---

    Acostumou-se com a floresta e com a solidão depois de mais quatro anos, tinha cumprido o seu tempo e o ritual, mas lembrava do dia que deixou a tribo e não voltaria nunca mais.

    Andava tranquilamente e sem medo, mesmo sendo ainda muito novo. Fazia já quase dois anos que não via ninguém, não trocava nenhuma palavra com nenhum outro ser sentiente, a não ser sua própria cabeça e quaisquer outras coisas da natureza. Aprendeu o tempo de tudo, das plantas e dos animais e sempre que podia, cantava. Seguia o som dos tambores e cantava. Era o que mais fazia, aproveitava os sons da região, os sons que tinha em sua cabeça e cantava.

    "Na quilha virada
    Na brisa gelada
    A barca afundada
    E vai um irmão
    E vai um irmão
    E todos de-"

    Foi um baque surdo e seco, a canção foi interrompida.

    Piscou os olhos, com a visão ainda embaçada, piscou mais algumas vezes e os abriu - logo sentiu uma dor latejante dos lados da cabeça. Sentia algo quente escorrendo pela lateral do rosto. Estava em uma estrada e ouviu risadas. Tinham três homens. Bichos homens. Já tinha ouvido falar deles, mas era a primeira vez que os via.

    - Ô seu vermezinho, tava com merda no ouvido? Cantando igual um retardado! A gente deu um jeito pra limpar a sujeira que entupia os buracos de merda da sua cabeça, agora você vai ouvir bem as merda que canta!

    Um deles disse, tudo embolado e de repente. Todos riram ao mesmo tempo. E foi erra a resposta da dor do lado da sua cabeça. Tinham feito algo com suas orelhas. E ele logo descobriu o que foi, o mesmo que falou primeiro apareceu na frente dele com um fio de corda e duas orelhas costuradas nesse fio, não queria acreditar, mas sabia que eram suas orelhas.

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    Outro chamou, com um chute, em seu estômago. Estava amarrado e mesmo que quisesse, não poderia reagir. Passou algumas horas apanhando, até que cansaram e o abandonaram na estrada. Amarrado e entregue à morte. Fraco e sem forças, ferido e derrotado, qualquer animal poderia se aproveitar da situação e o devorar. Se entregou e desmaiou.

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    - Rapaz, eu não sei nem se devíamos levar isso aí pro vilarejo. Vai sobrar pra gente...

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    - Bom, criança ou não, não sei como vai ser.

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    Ja'har foi acolhido pelo sábio do vilarejo, o ajudou como pode em troca dos cuidados e ensinamentos que recebeu. O sábio o incentivou a seguir o caminho pelo qual Ja'har tinha mais apreço, recebeu dois tambores simples com couro de vaca, os usava amarrados no pescoço. Flertava com outros intrumentos, mas gostava muito dos tambores e também de cantar. Tinha uma relação profunda com os sons e os usaria para a vida.

    Deu uma de louco mesmo!!!

    Corrigindo, Meio Orc. Tu sabe que o Bardo tem o Carisma como atributo chave né? E o Meio-Orc tem -2 em Carisma (logo, se colocar 16 no Carisma ele na verdade era 18 então os demais atributos não poderão ser maiores que 14).

    Tirando que ele não é um Orc puro mas um mestiço de Orc com alguma outra raça (provavelmente humano ou elfo) o restante está ok.

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    @Sandinus, OK!

    Já temos o sábio batizado: Arkus o sábio.

    Ne verdade é +2 em Força, -2 em Inteligência e -2 em Carisma.

    O dado de vida do Bardo tb não é d6 ao invés de d8?
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    Mensagem por Kether em Qua Jun 05, 2019 1:12 pm

    @einherji escreveu:Segue começo da Ficha no Myth Weavers.
    Tenho que terminar ainda, devo fazer isso hoje.

    Ja'har Orelha-Cortada

    Já olhando aqui... Seu carisma não tem como ser 18.

    O Meio-Orc tem os seguintes modificadores:

    +2 Força
    -2 Inteligência
    -2 Carisma

    Então pela regra de distribuição de pontos, você poderia ter no máximo 16 em Carisma (18 - 2 mod. Racial). E neste caso sua força que seria o atributo mais forte seria 17 (15 + 2 mod. Racial).

    Relembrando a regra de distribuição de pontos de atributos:

    São 80 pontos e cada valor de atributo é 1 para 1.

    Mas o valor mínimo é 10 para os atributos.

    Pode-se colocar apenas um atributo com o valor 18, neste caso os demais atributos não poderão ser maiores que 15.
    Caso optem por não ter um atributo 18, poderão ter até 2 atributos maiores que 15.

    Exemplos de distribuição:

    A. 18, 15, 15, 12, 10, 10 => Somatório 80

    B. 16, 16, 15, 13, 10, 10 => Somatório 80

    C. 15, 15, 14, 13, 12, 11 => Somatório 80

    Mas outras combinações também são possíveis.


    Ou seja, mesmo que você tenha colocado os atributos sem os modificadores não está dentro da regra.

    A combinação de Meio Orc com Bardo não é uma combinação amigável, pois o Bardo precisa muito do Carisma e em seguida Destreza e Inteligência. Como o Meio Orc penaliza Carisma e Inteligencia fica muito mais difícil, e o bônus nem é na Destreza para poder dar uma compensada...

    Exemplo para a sua distribuição de pontos:

    Caso você opte para ter um 18 vou usar a distribuição: A. 18, 15, 15, 12, 10, 10.

    Valores em negrito para os atributos mais importantes.

    Ficaria:

    For: 10 --> 12 (+2 mod. racial)
    Des: 15 --> 15
    Con: 12 --> 12
    Int: 15 --> 13 (-2 mod. racial)
    Sab: 10 --> 10
    Car: 18 --> 16 (-2 mod. racial)

    O dado de vida é d6.

    Entendeu?
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    Mensagem por einherji em Qua Jun 05, 2019 1:17 pm

    Entendi.

    Coloquei sem os modificadores mesmo e não me atentei na distribuição, mas sem problema (sinceramente, não ligo muito pro resultado do personagem em estatística - desde que fique jogável, a ficha é um suporte do BG e ele é um lascado, então a ficha é meio lascada também XD).

    Hoje eu dou andamento na ficha e retorno aqui no tópico pra mais uma verificação!
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    Mensagem por Kether em Qua Jun 05, 2019 1:23 pm

    @einherji escreveu:Entendi.

    Coloquei sem os modificadores mesmo e não me atentei na distribuição, mas sem problema (sinceramente, não ligo muito pro resultado do personagem em estatística - desde que fique jogável, a ficha é um suporte do BG e ele é um lascado, então a ficha é meio lascada também XD).

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    Mensagem por Claude Speedy em Qua Jun 05, 2019 1:49 pm

    @Kether escreveu: (...)Mas a explicação é simples, se a sociedade druídica é reclusa por que ele iria se envolver em problemas que não são diretamente relacionados a natureza? Por que se preocuparia com os problemas de um povoado se o Caótico Neutro como falei para o Dycleal é individualista? Não faz sentido os demais alinhamentos a amizade com os outros pode ser uma razão justificável. Já o Neutro mal entra na limitação inicial vetando todos os alinhamentos "evil". (...)

    Se ele tá à fim de se envolver nesses problemas, quem ia convence-lo de não se meter?
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    Mensagem por Dycleal em Qua Jun 05, 2019 1:58 pm

    @DMadTitan escreveu:
    @Shmul escreveu:To aqui de gaiato só pra palpitar na imagem, e eu escolheria a segunda. A armadura parece mais plausível, o desenho mais legal e... kralho, que porra de salto alto é esse? hahahhaha


    Armadura com salto alto, na moda, mas nada funcional hauahauah

    KKKKKK mas está na moda!
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    Mensagem por Dycleal em Qua Jun 05, 2019 1:58 pm

    @Kether escreveu:
    @einherji escreveu:Entendi.

    Coloquei sem os modificadores mesmo e não me atentei na distribuição, mas sem problema (sinceramente, não ligo muito pro resultado do personagem em estatística - desde que fique jogável, a ficha é um suporte do BG e ele é um lascado, então a ficha é meio lascada também XD).

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    Mensagem por Sandinus em Qua Jun 05, 2019 1:59 pm

    @einherji escreveu:Entendi.

    Coloquei sem os modificadores mesmo e não me atentei na distribuição, mas sem problema (sinceramente, não ligo muito pro resultado do personagem em estatística - desde que fique jogável, a ficha é um suporte do BG e ele é um lascado, então a ficha é meio lascada também XD).

    Hoje eu dou andamento na ficha e retorno aqui no tópico pra mais uma verificação!

    @einherji

    Te mandei uma MP com algumas sugestões.
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    Contos do Despertar Brilhante (D&D3.5) - Off toppic - Página 6 Empty Re: Contos do Despertar Brilhante (D&D3.5) - Off toppic

    Mensagem por einherji em Qua Jun 05, 2019 2:34 pm

    @Sandinus escreveu:
    @einherji escreveu:Entendi.

    Coloquei sem os modificadores mesmo e não me atentei na distribuição, mas sem problema (sinceramente, não ligo muito pro resultado do personagem em estatística - desde que fique jogável, a ficha é um suporte do BG e ele é um lascado, então a ficha é meio lascada também XD).

    Hoje eu dou andamento na ficha e retorno aqui no tópico pra mais uma verificação!

    @einherji

    Te mandei uma MP com algumas sugestões.

    Acabei de ver! Mas não era nenhuma super vontade, não. Só tava com a história na cabeça (também tinha pensado na questão de ser aceitou ou não), haha.
    Agora já peguei apreço pelo bardo, vou seguir com ele mesmo!
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