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[!ON!] Capítulo 1: Contatos

Elminster Aumar
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Mensagem por Elminster Aumar em Dom Jun 09, 2019 10:54 pm


Capítulo 1: Contatos

- Mais uns quinze minutos, Klane.

Logan Sheppard o observava através da vidraça do tanque. Klay Smith estava desperto, porém ainda não havia dado o tempo suficiente para que ele pudesse sair do tanque o qual tinha que se submeter todo dia. Os cabos conectores interligados em seu corpo era o menor dos incômodos se comparado a todo o resto. Logan acendeu um charuto e sentou numa poltrona de frente para Klane. Olhou as horas em seu tablet, e aguardou pacientemente.

Logan Sheppard
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Quando Klay Smith perdeu a consciência após escapar do armazém, foi um dos homens de Logan que o encontrou em meio ao mar que circundava o distrito Ômega. Imediatamente Klay foi levado até a residência de Logan, que por sua vez não mediu esforços para recuperar a saúde daquele estranho. O homem instalou um tanque de nutrientes numa ala de sua mansão, e Klay ficou por longos dois meses inconsciente num coma que parecia não ter fim. Cerca de duas semanas atrás, todo o esforço de Logan havia dado resultado, e Klane despertara, porém ainda fraco demais para não ter mais a necessidade de usar o tanque. Todo dia ele precisava ficar entre 8 a 10 horas submetido a este tratamento.  

Logan era um empresário de sucesso, dono de um pequeno império corporativista. Seu interesse por Klay Smith era singular; Klay, de fato, desconfiava que Logan já havia ouvido falar de sua reputação quando o encontrou pela primeira vez.

Passado os quinze minutos, a água no interior do tanque começou a escoar lentamente, enquanto os cabos se afrouxavam pelo corpo de Klay, que não teria dificuldade em retirá-los.  

- Como está se sentindo? - perguntou Sheppard enquanto a porta do tanque se abria de forma automática. - Melhor do que ontem, espero.

Ambos sabiam que o processo de recuperação de Klane se dava dia a dia. E cada pequeno progresso era um alento. Klane ainda estava longe de estar em seu auge, muitas funcionalidades que fizeram dele no passado um temido vigilante ainda estavam desligadas, sem funcionar, porém ele já se sentia bem o suficiente para se virar sozinho. Ele talvez não precisasse mais de Logan e de seus utensílios, mas havia uma dívida a ser paga. Klane sabia que, como todo homem de negócio, Logan esperaria algo em troca por ter salvo a sua vida. E o momento havia chego.

- Lembra da nossa última conversa, Klane? Quando lhe disse que talvez precisasse da sua ajuda com um servicinho? - Klay se recordava muito bem. - Pois bem, eu gostaria de requisitar a sua contribuição. Tenho certeza que você está apto a realizá-lo, dado a sua recuperação nos últimos dias.  




De todos os lugares em que Nico já se apresentara, aquele era um dos mais ultrajantes.

Ao ser contratada, León havia dito que ela se apresentaria em sua boate, porém, ao chegar no estabelecimento percebeu que se tratava na verdade de um puteiro de luxo. Um painel com os dizeres em vermelho neon anunciava na porta de entrada: “Ilha dos prazeres: entre sem arrependimentos”.

O seu interior era espaçoso, contendo duas pistas de dança, um palco central onde provavelmente Nico se apresentaria e um palco secundário onde uma andróide stripper fazia sua apresentação. Havia ainda dois bares servindo as melhores bebidas da região, uma área destinada a sexo em realidade virtual e várias salas privativas, além de conter uma enorme pista de boliche. Homens e mulheres faziam fila do lado de fora para entrar. Nico percebeu como era difícil distinguir os funcionários dos clientes, visto que todo o tipo de gênero procurava aquele lugar para se divertir.

Interior da Ilha dos Prazeres

[!ON!] Capítulo 1: Contatos Droc10

- Hey bonitona, quanto você quer para ficar comigo por meia horinha? - um homem gritou para Nico, dando ela por uma puta - Eu ficaria mais tempo com você, mas tenho certeza que você não me aguenta mais do que isso.

Por sorte, não demorou muito para que Leon encontrasse Nico. Ele a pegou pelo braço e a conduziu para os camarins atrás do palco.

- Sua apresentação vai começar em dez minutos. - Nico podia sentir o bafo de León de longe. - Apresse-se em se arrumar e dê o seu show. - León era um sujeitinho intragável, e não apenas por ele não escovar os dentes.

Ao subir no palco, ela se deu conta de que aquelas pessoas não estariam interessadas em sua arte. As pessoas, de fato, pareciam nem notá-la. A maioria estava ocupada demais se pegando ou vendo a stripper no palco ao lado, um atrativo mais interessante para aqueles clientes. Mesmo assim León tinha a grana que ela precisava. Era se apresentar, pegar o seu dinheiro e cair fora daquele lugar.




Hotaru havia acabado de sair de uma sala de cirurgia. O procedimento foi um sucesso, para variar.

Ela, então, reservou as duas próximas horas para cuidar das questões administrativas da Indústria Nakabayashi. Sempre muito procurada, o seu celular não parava de vibrar com novas notificações. Ela tinha que fazer força para conseguir se concentrar adequadamente. Liderar uma indústria daquele tamanho não era tarefa fácil, principalmente quando esta responsabilidade caíra em seu colo de forma tão trágica e repentina com a morte de seus pais.

A porta da sua sala é aberta, e Hotaru nem precisou levantar a cabeça para ver quem era. Entrando assim sem bater à porta só podia ser sua prima, Chiyo. Ela a ajudava com os negócios da empresa, mas apenas quando estava afim.

- Oie - disse Chiyo, sentando-se na cadeira e largando os pés sobre a mesa do escritório. - Ficou sabendo o que aconteceu com a Aiden? - perguntou com ar de suspense antes de dar logo a resposta para a sua pergunta retórica. - Ela terminou com o seu namorado faz duas semanas, e parece que agora ela está saindo com um simulacro. Eu acho que ela entrou em depressão pós término para ser capaz disso. Eu não teria esta coragem, e você? Digo, como ela espera manter uma relação com alguém criado artificialmente?

Hotaru ainda não conseguira concluir nem metade das suas tarefas, e agora com a presença de Chiyo ficaria ainda mais difícil conseguir terminar os seus afazeres. Chiyo pegou o seu celular e ficou vendo as notícias do dia. As mais interessantes ela repassava para sua prima.

- A Alemanha fechou suas fronteiras, você viu isso? A coisa anda pesada na União Eurasiástica.

Dez minutos depois, ao ver o celular de Hotaru vibrar, Chiyo perguntou:

- Você não vai atender? - Hotaru ainda tinha esperanças de que conseguiria se livrar daquelas tarefas antes do dia acabar, e por isso ela não estava atendendo qualquer pessoa que fosse. Porém… - É o Logan Sheppard, tem certeza que você não quer atender? Se quiser, eu posso atender. Eu acho ele um gatinho e…

É claro que Hotaru atenderia Logan Sheppard. Logan era um dos nomes mais renomados da alta sociedade de Paradise City, e era a primeira vez que ele ligava diretamente para ela.  
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Mensagem por Makaveli Killuminati em Seg Jun 10, 2019 12:26 am

O alerta sobre os quinze minutos faltantes desperta Klay de seus pensamentos. Klay suspira, formando bolhas que saíam de dentro do respiradouro. Era tedioso o tratamento, e toda vez que o magnata falava com Klay, o vigilante valorizava sua voz como poucas vezes fizera antes, pois o barulho da voz de Logan era a única coisa que quebrava o silêncio. Klay olha para baixo e observa suas cicatrizes em bom estado de recuperação, Samara havia causado um grandíssimo estrago, e não sabia o quanto daquele estrago seria permanente. Os quinze minutos se passaram acompanhado do tédio de sempre, enquanto Logan mexia no seu tablet, Klay o observava como sua única forma de distração.

Quando a água começa a escoar, Klay se sente aliviado. Aos poucos a água baixa da altura de seus ombros e Klay começa a desconectar os cabos ligados a ele, começou pelos superiores conectados atrás de seu pescoço, e foi seguindo dali para baixo. Quando a água escoa por completo, boa parte dos cabos já haviam sido desconectados, mas as horas submerso dentro do tanque causava uma fraqueza temporária em Klay por conta do relaxamento de seus músculos. A porta do tanque se abre e os joelhos de Klay cedem, jogando ele pra fora do tanque e desconectando o restante dos cabos.

- Humano... - Responde Klay a pergunta de Logan.

Com uma das palmas em contato com o piso e seus dois joelhos, Klay tenta utilizar uma das funções de seus tantos implantes, e não consegue, fez isso insistentemente com outras, e teve o mesmo fracasso em todas as tentativas, e Logan sequer poderia imaginar que naqueles poucos segundos em que ele completava uma frase, Klay testava dezenas de funções destruídas ou desativadas de seus implantes. O vigilante lamentava enquanto recuperava forças e ficava de pé ainda com alguma dificuldade.

- Melhor que ontem, sem dúvidas. - Klay complementa enquanto segue em direção ao balcão em que havia deixado sua roupa.

Logan não demora em esclarecer o intuito de tudo aquilo. Obviamente que Klay já esperava que ele pediria algo em troca, bom samaritano era uma espécie em extinção, e julgando por todo aquele luxo, Logan não era um dos últimos espécimes, afinal, dificilmente havia conquistado aquilo tudo com boas ações, não em Paradise City. Para Klay, era difícil até de agradecer Logan pelo que estava fazendo, pois sabia que não era de graça. Uma vez que Logan havia demonstrado sua intenção de cobrar a "dívida" de Klay, o vigilante tenta esclarecer uma questão antes de ouvir sobre o serviço.

- Durante essas duas semanas eu me pergunto... Você não me perguntou sobre o que aconteceu comigo para seus homens me encontrarem praticamente morto porque a causa não te importa? Ou porque você já sabe? - Klay questiona enquanto colocava suas roupas. O intuito era entender um pouco mais sobre a forma que Logan pensava, e o quanto ele sabia sobre o caso que Klay estava envolvido como investigador e suspeito. As informações do caso eram confidenciais, mas Klay não duvidava que um homem poderoso como Logan aparentava ser pudesse obter tais informações através de contatos e suborno. Esclarecida a questão e devidamente vestido, Klay se permite encher um copo com o whisky que restava no fundo de uma garrafa sobre o balcão.

- Sobre o serviço... O quê você quer de mim? - O vigilante caminha até a janela panorâmica com o copo em mãos, e observava a cidade enquanto Logan explicava sobre o tal serviço.
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Mensagem por Lnrd em Seg Jun 10, 2019 11:43 pm


Estalou os dedos e esfregou as mãos como se peças enrijecidas dum maquinário enferrujado. Eram claros sinais de nervosismo, mas não pelo palco. Já tinha familiaridade demais com o desconforto de ser presa de olhares famintos – o que provavelmente não faria diferença ao caso, rumos apontando mais para um desinteresse da “plateia”.

Ou ao menos era o que esperava, output não tão desfavorável dada a situação.

O receio era outro, mais que a o terror da humilhação. Não se importava – até certo ponto – em cair mais, se é que isso era algo possível.

Temia o pai.

Nico sabia que não deveria estar ali. O contrato que figurava como único vínculo familiar que ainda possuía proibia algo do tipo. Poderia, do contrário, tentar uma carreira na música, mesmo que esta fosse resumida a quinze minutos duma fama suja baseada na polêmica que orbitava o próprio nome. De ícone de galerias de arte a subcelebridade midiática. Grande destino.

Mas Marcantônio não permitiria isso jamais.

Ou melhor: se uma coisa do tipo acontecesse, certamente requereria judicialmente, como investidor majoritário na formação de Nico, qualquer lucro obtido. Isso se não enveredasse por um processo com multas etc. Uma dívida milionário e impagável era tudo o que precisava àquela altura.

Com os motores alimentados por uma fornalha de desespero, colocou-se no palco na esperança de que ninguém ali faria uma denúncia ao pai. Não que um elitista esnobe como ele tivesse ligações com gente como aquela – boates, mesmo de luxo, não faziam o gosto de quem se servia de bens mais seletos e privados –, mas bastaria um espião ou um “hater” mais insistente... Uma foto seria suficiente como código para encrenca naquele mundo.

Fechou os olhos procurando por inspiração, mas no início não conseguia enxergar para além daquele presente degradante. Não tinha quase nada do dinheiro que conseguiu vendendo as poucas e estranhas joias que “extraviara”, tecnicamente “roubando” do próprio armário, mas que não conseguiu provar serem realmente valiosas ao insensível “robô” de penhores.

Se fosse contra uma pessoa teria se saído melhor, tinha certeza. Mas não tinha experiência de mundo suficiente para manobrar aquele computador “passador de perna”.

Tentou a via reversa: mergulhar mais fundo naquela desesperança. Teve então a mente invadida por uma espécie de sonho ruim no qual não era mais que uma coisa a ser consumida, uma bela aberração não muito distante de qualquer boneca sexual exposta ali. Aquilo dizia bastante da mente de Nico.


Cantou com os pensamentos conduzidos por aquele delírio vívido, tendo o rosto eclipsado por uma meia-máscara, dando o que pôde de si naquela hora de pesar – nem o melhor, nem o pior de si.
Nico
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Mensagem por Iyue em Ter Jun 11, 2019 2:24 pm


Não era um bom dia.

Eram poucos os dias em que Hotaru deveria fazer presença nos escritórios Nakabayashi, pois seu tio não queria criar uma pressão em sua mentoria com Hotaru, mas também precisava que ela assumisse a parte que lhe cabia dos negócios. E isso implicava no terrível humor da jovem.

Não importava o quantas cirurgias bem sucedidas ela fizesse hoje, os relatórios e análises econômicos que precisava fazer iriam drenar qualquer positividade que Hotaru tivesse. Chiyo era responsável por outra parte deles, mas com o pai dela ainda vivo, sua parte se tornava quase inexistente. Não que isso importasse para Hotaru, mas sentia saudade da época que poderia ficar na vida de classe que sua prima levava em seu tempo livre.

Escutando a própria entrar no escritório, Hotaru suspirou pela milésima vez naquela hora. - Me lembra de redecorar esse espaço, meu pai poderia ser um gênio farmacêutico, mas seu conhecimento estético estava longe de ser seu forte - ela comenta, enquanto escutava Chiyo falando sobre Aiden. A amizade das três só existia devido a um acordo de negócios entre as duas famílias, e se não fosse por isso, provável que as primas Nakabayashi iriam olhar para Aiden e seus gostos exóticos.

- Achei que estavam dando um tempo na amizade de vocês após ela ter flertado com Bruce no último jantar - Hotaru disse, encarando a planilha que tentava finalizar. - Mas ao mesmo tempo, achei que você já tinha terminado com o Bruce. - A jovem ri da prima antes de sorrir - calma, não fique brava, estava brincando, sei que quem você realmente quer é o Tadashi.

Ela suspira antes de voltar digitar no computador: - Independente do caso, eu não teria um relacionamento com ninguém, mesmo se eu quisesse Chiyo - Hotaru comenta, batendo na perna de metal dela, escondida pelas botas. Sentia uma vergonha enorme por ter de usar as pernas de metal perante a sociedade que vivia, então preferia esconder com as botas. Talvez fosse esse o motivo que preferia passar mais tempo na sua clínica de rua.

O som do teclado ecoava no ritmo que Chiyo narrava as notícias, mas talvez não em um ritmo que Hotaru gostaria que fosse. Faltava muitas análises ainda, e com o telefone tocando, não conseguiria terminar. Ela simplesmente virou o laptop que usava para Chiyo - Termina para mim enquanto eu atendo a ligação - ela disse ignorando o que sua prima falava. Segurando o celular de volta, ela caminhou até a janela do escritório, observando a cidade.

- Moshi moshi~ - Ela fala ao atender o telefone, perguntando mentalmente o que Sheppard queria com ela - Quanta honra pela ligação, como posso ajudá-lo? - Hotaru indaga, como se qualquer outra ligação perdida dele nos últimos minutos não tivesse existido.

Sim, definitivamente aquele não era um bom dia.
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Mensagem por Elminster Aumar em Seg Jun 17, 2019 10:42 pm


Logan assistia Klay sair do tanque com um esboço de sorriso no rosto. O vigilante calmamente pega seu vestuário e começa a se vestir. Sua força ainda não podia se equiparar com a força que ele tivera outrora, e muitas das funcionalidades que ele tinha antes ao seu dispor pareciam estar desligadas de alguma forma, mas de algum modo ele se sentia bem. Ao ouvir sobre o serviço que Logan queria em troca, Klay resolve antes colocar a limpo algumas dúvidas que passearam pela sua mente nos últimos dias.

Klay escreveu:- Durante essas duas semanas eu me pergunto... Você não me perguntou sobre o que aconteceu comigo para seus homens me encontrarem praticamente morto porque a causa não te importa? Ou porque você já sabe?

- O que você acha? - perguntou Logan, esperando para ouvir a opinião do próprio Klay antes de dar a sua versão. - Quando meus homens o encontraram afundando no meio do mar, sendo sincero, eu não fazia a menor ideia de quem você era. Mas ao examiná-lo e ver todos os implantes em seu corpo, eu soube então que se tratava de alguém especial. Alguém que foi fabricado para ser uma verdadeira máquina de combate. - Era assim que Logan o via então? - Então eu fui atrás de informações, e não demorou muito para que ligasse o incidente no armazém com a sua queda e todo o resto. As notícias correm em Paradise City - disse sorrindo.

Klay provavelmente teria outras perguntas a fazer. Samara e o que ela havia feito não saiam de seus sonhos...

Klay escreveu:- Sobre o serviço... O quê você quer de mim?

- Nada além do que você sabe fazer. Convidei algumas pessoas para virem aqui hoje à noite, entre elas uma investigadora contratada, e eu pretendo dar maiores detalhes quando todos vocês estiverem reunidos. Reconheço que você talvez prefira agir sozinho, como se acostumou em sua vida toda, mas eu não confiaria em uma só pessoa a relevância dessa missão para este país. Não me leve a mal, Kane, mas eu ainda não sei o quanto posso confiar em você.

Klay também não sabia o quanto podia confiar em Logan, então ele o entendia.

- Eu o estarei aguardando às 20:00 hs na sala de estar - disse o empresário antes de se retirar da câmara que se tornara o quarto de Klay.

O vigilante dispunha ainda de algumas horas até lá. Ele era livre para sair da mansão e explorar as ruas submersas do Distrito Ômega, mas não era livre para deixar este distrito a não ser de forma clandestina.




Por vezes com os pensamentos distantes, Nico não sabia como reagir àquela plateia que pouco estava interessada pela sua arte. Os insultos e os comentários degradantes eram recorrentes, e tudo o que Nico fazia era tentar ignorá-los. Ela iniciou sua apresentação como tantas outras vezes fizera. Sua mente, aos poucos, vagava por todo aquele ambiente criado e seus gestos e ritmo se adequavam ao que estava sendo proposto.

Em dado momento os insultos foram substituídos pelo desejo masculino e feminino de quererem mais. Nico viu algumas notas de dinheiro - objeto tão raro nos dias atuais - serem jogadas no palco, e um homem pedia insistentemente para ela tirar a parte de cima de sua blusa, achando que aquele seria mais um show de strip-tease. Quando terminou com a sua apresentação, algumas pessoas se sentiram frustradas, e outras pareciam honestamente terem apreciado o seu espetáculo.

Logo depois ela procurou por León, mas não o encontrou em parte alguma.

- Ele está ocupado no momento - disse um segurança do local. - Ele deixou o recado de que você pode ir embora e que o dinheiro estará na sua conta até o fim do dia de amanhã.




No escritório de Hotaru, as duas primas conversavam.

Hotaru escreveu:- Achei que estavam dando um tempo na amizade de vocês após ela ter flertado com Bruce no último jantar. Mas ao mesmo tempo, achei que você já tinha terminado com o Bruce. Calma, não fique brava, estava brincando, sei que quem você realmente quer é o Tadashi.

- Eu não quero o Tadashi - defendeu-se Chiyo. - Quer dizer, tudo bem que o seu braço mecânico tem um toque sensual, mas não é como se eu realmente o quisesse. Só somos, como posso dizer... fisicamente atraídos.

Hotaru escreveu:- Independente do caso, eu não teria um relacionamento com ninguém, mesmo se eu quisesse Chiyo.


- Isto não é justo, prima. Eu sempre me abro para você e você nunca me diz como estão os seus sentimentos em relação a ninguém. O trabalho não pode servir de desculpa para alguém querer viver dentro de uma caverna! Estamos quase no fim deste século, ninguém vive sozinho pro resto da vida! No pior dos casos, você devia mandar criarem um androide para ser o seu parceiro. Com certeza dá menos trabalho do que muitos homens reais, se é isso que a preocupa.

Naquele momento o telefone de Hotaru havia começado a tocar. Chiyo não gostou muito quando sua prima lhe deu o laptop para concluir o seu serviço enquanto ela atendia Logan Sheppard.

Hotaru escreveu:- Quanta honra pela ligação, como posso ajudá-lo?

- A honra é toda minha, sra. Nakabayashi. - disse Logan do outro lado da linha. - Desculpe estar te pegando desprevenida assim, mas tem um assunto sério que gostaria de falar com você, e gostaria de falar pessoalmente. Você consegue vir hoje em minha residência no Distrito Ômega às 20:00 hs?




As comportas se abriram após Rose Krieguer dar o seu nome, e um elevador resistente a alta pressão a guiou pro fundo do mar. Em Paradise City, o Distrito Ômega era o local mais bonito que alguém poderia ir querer visitar. Todo o distrito ficava submerso no mar, de modo que as ruas eram túneis com vistas panorâmicas do oceano, com os peixes se movendo à toda volta. Era uma paisagem incrivelmente bela e as vezes assustadora, pois era impossível ver qualquer sinal da luz do sol da profundidade em que estavam.

Apenas visitantes autorizados podiam adentrar o distrito; a entrada e saída de qualquer pessoa era regulada de forma precisa. É claro, sempre havia aqueles que se arriscavam a adentrar de forma clandestina, mas era uma viagem perigosa com pouca chance de sucesso. Rose estava autorizada por Logan Sheppard, um empresário de sucesso que morava no distrito e que queria contratá-la para um serviço especial. Fazia alguns meses que ela havia abandonado a arte militar da guerra e se tornado uma investigadora particular, e desde então ela tem procurado pelos melhores serviços para se adequar rapidamente a nova função. E aquela parecia uma ótima oportunidade.

Logan não a havia dito ainda sobre o tipo de serviço que ele esperava dela, mas ele prometeu pagar bem.

Ela teve que parar sua incursão ao ver uma família de baleias nadarem ao lado do túnel em que estava. Outras pessoas, moradores do local, pareceram menos impressionados com aquilo, pois já fazia parte de sua rotina. Faltavam dez minutos para as 20:00 hs quando Rose chegou à mansão de Logan Sheppard. Ela foi atendida por um simulacro mordomo de nome Joffrey.

- O Sr. Sheppard está à sua espera. Por favor, siga-me. - Convidou Joffrey, seguindo à frente para indicar o caminho.
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Mensagem por Makaveli Killuminati em Ter Jun 18, 2019 1:19 am

@Iyue escreveu:

Klay se permitiu sorrir para o o vidro que encarava quando perguntado sobre o quê achava sobre a pergunta que acabara de fazer. Suspirou e não respondeu de imediato. Klay era um homem de poucas palavras, e de palavras pensadas.

- Acho que você consegue arranhar a superfície, sabe o bastante... Mas não tudo. - Respondeu Klay, embora pudesse continuar em silêncio, pois acreditava que a própria pergunta de Logan fosse uma sugestão de resposta, esta que Klay acabara de dar.

O vigilante continuou observando o distrito de Ômega através da janela panorâmica de Logan enquanto ouvia a versão do magnata. E não se surpreendera com o que ouvia. Seria ingénuo se pensasse que seus implantes não chamaria atenção de um homem como aquele. Mas, talvez tivesse tido sorte de ter tido um período em coma curto, ou Logan poderia descobrir mais do que Klay gostaria que ele soubesse. Ainda que as informações navegassem de um lado ao outro com uma velocidade nunca antes vista, um remessa delas ainda eram de difícil acesso e pesquisa. Além disso, Klay se sentia danificado, não invadido.

Logan fica em silêncio após responder a questão de Klay, talvez esperando por algo mais. Klay não queria aprofundar o assunto, talvez não fosse bom atiçar a curiosidade de Logan, e Klay provavelmente teria a oportunidade de pesquisar sobre o desfecho daquela fatídica noite muito em breve. O vigilante continuava sereno, olhando através do vidro, vislumbrando a silhueta turva e distorcida do edifício mais próximo. Por um momento Klay se perguntou quanto tempo demoraria até essas pessoas enlouquecerem vivendo ali embaixo, com o medo de sair até a superfície caótica. De certo modo, Omega fazia mal para Klay, que se cansava rapidamente de toda aquela tensão e aperto. Um verdadeiro paraíso, angustiante. Então, Logan quebra sua reflexão falando sobre o serviço.

Pela forma que falava, talvez Klay tivesse que machucar alguém. E o vigilante não tinha restrições quanto aquilo. Deu de ombros quando ouve sobre confiança, obviamente que entendia e respeitava tal comportamento de Logan, que se alongou demais quanto ao assunto.

- Estarei no horário combinado. - Responde Klay enquanto Logan caminhava para fora da câmara.

O vigilante termina de tomar seu whisky e coloca o copo de vidro sobre a mesa de centro próxima a poltrona. Veste seu casaco, e sai de sua câmara rumando a saída da residência de Logan. Klay queria espairecer um pouco antes de se encontrar novamente com Logan e a tal investigadora. O vigilante conhecia um bar ali próximo, onde poderia passar o tempo e se atualizar quanto aos acontecimentos das últimas semanas. Claro, utilizaria o NewsLink para buscar algo sobre a noite do armazén. Se o caso sobre os assassinatos ainda estivesse classificado como confidencial, talvez não encontraria muita coisa, porém, acreditava que conseguiria fisgar alguma informação sobre Samanta, os agentes corruptos, a delegacia de polícia de Ômega, e quem sabe, sobre si.

Com tanta coisa na cabeça, Klay ainda se mantinha atento ao horário.
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Mensagem por Lnrd em Ter Jun 18, 2019 2:03 pm

Aquela frustrante e não prevista atualização caíra-lhe não sem algum nível de desconfiança. Uma simples passadela de vistas ao redor era mais que suficiente para registrar gente literalmente jogando dinheiro ao vento filtrado de climatizadores. Não era fácil engolir que León, na posição em que se encontrava, não tivesse o ínfimo combinado como pagamento à mão naquela noite agitada. “Por que não penhora alguma coisa?”, pensara, agora que descobrira que era possível ter dinheiro assim.

Sendo em si um diamante atirado aos porcos, teria de se contentar com a humilhação de recolher as gorjetas atiradas por criaturas desprezíveis e inebriadas pela nojeira do micropoder exercido por um punhado de antiquadas notas. Kitsch – “brega” – era a palavra que saltava à memória ao observar os frequentadores daquele “puteiro”.

Não que tivesse muita ideia de como na prática aquelas coisas se davam, mas era inevitável questionar-se se receberia mesmo no dia posterior. Apesar de certo talento nato – em grande parte geneticamente nato – de encantar as criaturas que cruzavam-lhe o destino, e mesmo duma sutil capacidade de ler “FALSIDADE” estampado nas intenções alheias, era inútil tentar prever o como planejavam trapacear no labirinto de um jogo que era-lhe desconhecido e penoso de aprender – a alta-sociedade era um cruel e selvático ninho de víboras douradas, mas Nico não entendia nada das engrenagens que moviam as ruas. Se é que compreendia algo de mundo fora da bolha de fina arquitetura – material e relacional – em que crescera.

Aqui, agora, tudo o que carregava de equipamento ao desbravar daquela nova – porém suja, quebrada e abandonada – realidade era o senso de que viver naquela situação trazia uma urgência, uma consciência de eterno presente, de ameaça a cada curva, que consumia a maioria dos pensamentos quase o tempo todo. “O que vou fazer agora?”

Sem opção para além de concordar em resignar-se e embarcar numa caminhada envergonhada para fora da boate, decidira-se a voltar à cápsula em que temporariamente morava – um “breve” que se arrastava bem mais que o desejado.

Não que tivesse saudades verdadeiras do luxo. Não, aquele passado não tinha poder de sedução sobre aquela paria, um sonho que, além de impossível, soava vazio: sem contraponto, nunca valorizara os privilégios que orbitavam a rotina da família Maverickson d'Antoine-Isidore-Maxine. Não só tudo era frio ao toque como a situação deteriorara fazia anos – tudo era cinza, as luzes baças, os sabores tétricos. “Você está bem?”, perguntava Cebile, amiga e terapeuta, uma indagação que apenas conseguira responder com um “Eu não sei o que bem é”.

No íntimo, a vida humilde que assomava tomando o entorno e o horizonte soava, em reverso, convidativa. Porém, outra coisa era a perspectiva assustadora da miséria, subexistir na eterna tensão de obrigar-se a caçar o mínimo de cada dia, perpetuamente temendo a vingança do pai.

Não podia mentir a si e ignorar que a comida que conseguia era definitivamente ruim e dificilmente saudável; os ambientes pelos quais via-se passar eram degradantes e cheiravam a violência. Apesar de os donos do hotel-prateleira terem sido imensamente gentis – ou incapazes de resistir ao feitiço de Nico – para dispensarem o pagamento adiantado da estadia, aqueles andares de “pods” eram uma habitação claustrofóbica, impessoal e sem privacidade. Lá, as pessoas olhavam para aquela presença neo-humana num humor variando entre curiosidade e estranhamento. “O que esses 2.0 estão fazendo aqui?”

Não. Não pedia por um retorno. Queria apenas a oportunidade de um algo novo.
Apesar disso, teria de se contentar com aquele “reciclado” improvisado, um “processado” de baixa qualidade.

Caminhava para a saída da "Ilha dos Prazeres" sem prestar muita atenção.


Interior do hotel-cápsula Paradise Lost
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Mensagem por Iyue em Sab Jun 22, 2019 11:23 am



Hotaru sorriu com as palavras de Chiyo, e seus diversos relacionamentos. As duas primas divergiam muito nesse ponto, uma vez que a jovem médica não entendia os motivos de se relacionar com pessoas que não possuíam o mesmo nível intelectual, e ela assumia também que aqueles que tivessem o mesmo nível que ela, chegavam a mesma conclusão óbvia. Ela estava quebrada. Era na certa a opinião mais ridícula que Hotaru tinha, mas ela mesma preferia não se intrometer nesses assuntos e ficar igual Chiyo quando ela e Tadashi haviam terminado o namoro de sabe-se quantos meses. "Quando eu tiver um crush na minha vida, você será a primeira a saber, feliz?" Ela comenta poucos segundos antes de atender o telefone.

Ao escutar as palavras de Sheppard, Hotaru parou de observar o movimento do próprio distrito central, para observar ao longe o distrito Ômega, fazendo um pequeno bico, enquanto pensava. "Um assunto sério? De última hora? E pessoalmente?" Ela indaga com um pequeno sorriso surgindo "Diga-me senhor Sheppard, deveria me preocupar? Ou levar meu equipamento médico?" Ela comenta em voz alta, sabendo que Chiyo estaria atenta a qualquer palavra que soltasse. Voltando a caminhar pelo escritório, enquanto escutava a resposta de Logan, ela separou um dos seus kits médicos e colocou em sua bolsa. "Certo, as 20 hrs, estarei a caminho" Ela comenta antes de se despedir de Logan, e digitar eu seu celular, requisitando um motorista para levar ela. Na realidade, Hotaru não esperava nada de Logan Sheppard, então ela realmente não tinha ideia alguma do que ele queria conversar. Certamente não era negócios, pois quem cuidava da expansão da indústria era seu tio.

Antes mesmo que Chiyo pudesse comentar alguma coisa, Hotaru apenas desligou o laptop e colocou na bolsa também. "Não, eu não tenho ideia do que ele quer, e não, ele não é um candidato em potencial para parceiro, seja para mim ou para você" Ela diz, antes de abrir a porta "Não sei que horas eu volto, ou se eu volto para cá, manda beijos pra tia e tenha um bom encontro às cegas hoje!" Hotaru termina, fechando a porta do seu escritório, saindo daquele lugar infernal. Ela realmente precisava redecorar aquele escritório.

Apenas quando entrou no carro, ela respirou fundo, agora com a cabeça realmente pensando no que Sheppard poderia querer dela, enquanto o cenário mudava ao saírem do distrito central. Precisaria realmente de auxílio médico? Não poderia ser, com o poder que tem, ele teria milhares de médicos a disposição. Talvez fosse realmente uma parceria com a empresa, mas por que conversar com ela? E antes de tudo, o que ele teria a ganhar com uma empresa farmacêutica e uma clínica? Certamente não tinha ideia, e se ficasse rodopiando nas possibilidades, tiraria conclusões precipitadas que poderiam estar erradas. Aproveitou então para ler no momento todas as notícias do país e da região em que morava, distraindo do percurso e do destino que estava se dirigindo.
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