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    O sabor da esperança

    Srta. Moon
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    Mensagem por Srta. Moon em Qui 5 Set - 13:57

    -Sua benção, padre...não sou bruxa, sou apenas uma meio-elfa, no mais estou aqui a fazer negócios com o Senhor Balduin, preciso de 10g de Iodo, para diluir em um remédio, meu irmão está muito doente e com dor, a Senhora Nordolin me deu o endereço do Senhor Balduin , ele estava para me vender o Iodo, eis que ele estava a pegar o meu pedido...Quando cheguei a comentar sobre o seu jardim...
    Apontava, para o jardim com uma expressão de preocupação.
    -Pedi a sua presença para ajudar este pobre jardineiro, pois como vê ele esta doente, e contou-me que isso começou quando veio trabalhar no jardim do nosso amigo Balduin....Eu pedi sua presença para dar uma olhada no ponto em que a grama esta morta...
    Voltava-se para o soldado.
    -Queria sua presença aqui para manter a segurança do lugar caso tenha algo prejudicial no jardim para não afetar os curiosos, falei com o Senhor Balduin, para não se preocupar as autoridades competentes poderiam ajudá-lo a ver o que estava acontecendo em seu jardim para o bem de todos os cidadões, pois sempre procuramos fazer o bem...
    Sorrindo encarava o anão
    -Pois bem, já trouxe o pessoal para ajudá-lo, agora poderia me passar o Iodo, que o senhor me prometeu, eu tenho que retornar a minha cidade, meu irmão não tem muito tempo de vida... Com isso ela também prendia a atenção do padre, enquanto espera o anão pegar seu Iodo.
    -Eu poderia visitar a sua ordem religiosa, tenho algumas duvidas sobre os sintomas da doença que aflige meu irmão além de conhecer o lugar... O Senhor poderia me levar até lá, eu espero sua avaliação pelo terreno do nosso amigo, e eu tenho que esperá-lo pegar o meu Iodo...

    Aquele anão estava ali a muito tempo provavelmente acumulado com aqueles dois, no Maximo que ela poderia fazer, era vender a imagem de uma desentendida procurando ajudar aqueles que demonstrarem algum tipo de necessidade.



    OFF: Conversar naturalmente com o trio...ver se anão me vende o Iodo e pular fora antes que o padre tenha um ataque de fanatismo religioso e diga que sou enviada do coisa ruim para tentá-lo em sua busca por alguma iluminação monetária Razz
    Christiano Keller
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    Mensagem por Christiano Keller em Qui 5 Set - 14:50

    Nishizawa,

           Quando Nishizawa falava sobre fazer negócios com Balduin, o guarda segurou a risada.
           -- Ha... aqui todos sabem que o Balduim não fala com elfos. O guarda vê que Nishizawa está numa enrascada.
           O padre numa forma séria e quase rude diz:
           -- Mocinha, seguir Nordolin não é bom. Aquela mulher está cheia de mensagens subversivas. Agora por que você acha que eu vou entender de jardinagem? O padre caminha até o meio do jardim, pisa sobre o circulo, chuta um pouco de terra e diz: Vê, não tem nada aqui! Nenhum espírito do mal. A terra deve ser ruim ou estar salgada. O padre então faz o sinal da cruz para o chão. Pronto está abençoado. Com um gesto indica que vai embora, porém alguns passos depois, ele se vira e completa: Não perturbe nosso morador. Ele vai embora ignorando outros pedidos para avaliar o irmão ou ver se o jardineiro estava doente.
           -- Hahahaha. A risada do anão agora era alta e forte.

           O guarda olha para Nishizawa com um ar pensativo.
          -- Caminhe comigo, vamos conversar para você não atrapalhar este cidadão. O guarda pisca com o olho esquerdo indicando que queria conversar longe do anão.

          Alguns passos depois:
          -- Moça, você tem cara de ser uma pessoa honesta. O que vou dizer agora vou negar depois. O Balduim é um filho da puta traiçoeiro do pior tipo. Eu não sei o que aconteceu mas de vez em quando aparece algum elfo por aqui e ele cria caso. Na última vez que um elfo dormiu numa estalagem sozinho, ele acordou com um balde de coco na cabeça e foi estuprado. Eu acho que o Balduim mandou pagar alguém pra fazer isso, mas ninguém tem provas. Também sei que ele faz doações para a igreja e os padres o tratam bem. O guarda suspira e diz: Se seu irmão está doente e o Balduim tem o produto, ele não vai vender só pra te fazer sofrer. Não acho que você fará algo errado, mas se o fizer não poderei te ajudar. Só que entre oito da noite e quarto da manhã há pouca patrulha aqui então neste horário o Balduim deve tentar te ferrar também. Então abra o olho, você está lidando com um ser desprezível, desonesto e com um ódio tremendo por elfos, por você. Eu não posso fazer nada sem provas e não posso ficar te protegendo. Se ele mandar alguém te estuprar ou matar, só depois que vamos investigar. Você entendeu? O guarda olha para Nishizawa para ver se ela entendeu tudo.

    Teste:

    Teste secreto 10 de 13
    Teste secreto 08 de 13 - sortuda.
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    Mensagem por Srta. Moon em Dom 15 Set - 17:39

        Nishizawa, apenas observa toda a situação com muita raiva, mas permanecia calma frente a todos, sorria para o padre, agradecendo pela ajuda e por ter dispendido alguns minutos do seu precioso tempo, para consagrar aquele solo, ficou calada em relação a partida do mesmo.
        Seguiu o guarda e prestou atenção no que ele falou, teria que dar um corretivo no Balduim ou morrer tentando. Já planejava algo entre os horários que ele mencionou, realmente o padre era corrupto sua religião nem se preocupou com o jardineiro doente.




    -Quanto ao jardineiro,ninguém aqui se importa com as pessoas... Me leve até Amanda a elfa que trabalha no prostíbulo, e mais uma coisa eu sou meio-elfa, minha mãe que é uma elfa, eu me chamo Nishizawa Hyang Tsushuo e ninguém sai ileso quando ameaça ou cruza o caminho de uma integrante do clã Tsushuo...




        Com o guarda ou sem ele, Nishizawa seguiu para onde a tal de Amanda trabalhava, achava um absurdo aquilo. Antes do guarda partir pediu para o mesmo encontrar o jardineiro e mandá-lo para o prostíbulo da cidade onde a Amanda trabalha no final do dia, ela tinha que dar mais algumas explicações sobre sua doença e como poderia ajuda-lo já que estava verbalmente impedida de chegar a casa do anão.








    OFF: vou lá ver a tal Amanda, ver o que ela tem para me ajudar contra o anão no mais o Jardineiro vai me dar detalhes da casa e por fim na madruga vou matar o anão simples assim...



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    Mensagem por Christiano Keller em Seg 16 Set - 12:57

    Nishizawa,

           -- Bem Nishizawa você tem orelhas pontudas como elfos, então parecem todos iguais. O guarda faz um sinal corporal de quem sente muito mas já aconteceu. Olha, eu não posso ir lá agora, mas ele fica seguindo aquela rua perto de uma fonte de água com um anjo jogando água. Não tem erro, tem uma luz vermelha perto da porta. O guarda se despede e segue para outra direção.

           Logo mais Nishizawa encontra a fonte e uma casa térrea com a luz vermelha. Era uma vela grande com um tecido vermelho que protegia a chama do vento. A fachada da casa era simples e estava arrumada, porém quando a porta se abre havia sinais de um pouco de luxo. Ao passar pela recepção uma mulher pergunta:
           -- Olá, como podemos atender a senhorita hoje? A moça sorri e parece contente com a presença de uma nova cliente.
           -- Amanda? Indaga Nishizawa.
           -- Ela está no pátio, mas pede para dizermos que não retornará para seu povo e não deve insistir no assunto. A resposta foi mais fria, não era mais como se fosse cliente. A cara da recepcionista se fecha como se lidasse com uma pessoa qualquer.

           Havia um pátio grande do lado de dentro. A casa era como um grande cercado de quartos ou salas e no meio haviam homens e mulheres conversando, se abraçando, sendo sugestivos. Uma moça bonita caminha na direção de Nishizawa com um enorme sorriso, porém Nishizawa faz um sinal com as mãos e a moça responde com um sinal de coração e se senta num banco. Do outro lado do pátio estava a única elfa do lugar de pé conversando numa postura relaxada, o vestido violeta brilhante era muito chamativo e a bunda dela era grande para os padrões conhecidos. Nishizawa percebe que havia algo errado com a bunda de Amanda, talvez fosse indelicado comentar. Amanda então percebe a chegada de Nishizawa, sua postura relaxada muda e se torna uma postura firme, de respeito. Em suas mãos havia uma pequena harpa. Nishizawa percebe que Amanda não se moveu.
          -- Uma meio-elfo, aqui? Está perdida minha criança? A face de Amanda representava uma grande interrogação. Como elfa ela não tinha feições de gente velha, mas deveria ter mais de uma centena de anos. Seu tipo físico era esguio e não tinha jeito de guerreira.

    Imagem ilustrativa da Amanda:

    O sabor da esperança - Página 3 Elf-woman-in-violet-dress-stock-photos_csp53231332

    Teste:

    Teste secreto: 14
    Teste de reação de Nishizawa para com Amanda: 09 - reação neutra
    Teste de medicina: 09, percebeu algo errado com a bunda de Amanda e ela não moveu as pernas desde sua chegada.
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    Mensagem por Srta. Moon em Seg 16 Set - 15:38

    Cansada com a situação e forma que vinha sendo tratada naquela cidade, repensava como conseguiria o Iodo, chegando no lugar em que Amanda trabalhava, não foi diferente bastou não mostrar interesse nos serviços do lugar para ser tratada com desdém. Só passou pelo lugar de forma segura e a passos firmes, como uma nobre, caminhou pelo lugar dispensava os serviços e acenos, apenas sorria mostrando simpatia.
    Encontrou a tal elfa não via nada de especial nela, além de sua estrutura física não condizente com membros de sua raça. continuou a observa-la tentando encontrar algo de errado, enquanto se apresentava de forma respeitosa a elfa.
    -Me chamo Nishizawa Hyang Tsushuo, vim aqui para vê-la escutei muito a seu respeito, poderíamos ir para um local mais reservado onde podemos conversar longe de ouvidos curiosos?



    OFF: Meu chute é o elfo..
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    Mensagem por Christiano Keller em Seg 16 Set - 18:17

    Nishizawa,

           -- Aqui é um local assim, mas se ainda assim quer mais discrição vamos até uma sala privada. A Elfa caminha devagar e leva Nishizawa até uma sala. Enquanto caminha ela diz:
           -- Você chegou hoje e deve ir embora hoje. Não fique na cidade, pessoas podem confundir você como uma elfa. A elfa abre a porta. Aqui estamos, o que quer? Ela parecia um pouco preocupada, como se fosse falar de algo sensível para ela. Já disse que não voltarei para casa. Se havia preocupação, também havia certeza, não importava pra onde fosse a casa dela, ela estava certa que não voltaria.
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    Mensagem por Srta. Moon em Ter 17 Set - 13:53

    Seguiu a elfa até a sala privada, lá se escorou a parede e cruzou os braços observando Amanda seja lá o que ela era ou foi no passado não interessava a jovem.
    -Quem é você e como venho parar aqui, muitos já estão a me confundir com uma elfa, até ameaçada fui pelo anão da cidade, eu não tenho medo, uma Tsushuo nunca recua de um combate, ainda mais um no qual precisa de algo que aquela anão corrupto tem... No mais o que tem com suas pernas está machucada ou alguém te machucou me conte tudo...
    Permanecia ali parada com um ar altivo encarando a elfa, queria respostas e deixou bem claro encarando Amanda.
    -Agora me me responda as primeiras perguntas que fiz de forma clara e sincera? Não me enrole, pois já estou ficando cansada com esta cidade que não sabe diferenciar uma elfa de uma meio-elfa...

    OFF: Quero saber tudo sobre ele... depois força-lo a me ajudar se não parti para ignorância, pessoal da cidade ta pedindo faz alguns posts, pedindo para apanhar.
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    Mensagem por Christiano Keller em Ter 17 Set - 14:40

    Nishizawa,

           Quando Nishizawa começa a falar a cara de Amanda se fecha, mas quando fala que foi ameaçada pelo anão seus olhos se enchem de lágrimas.
           -- Você precisa sair da cidade. Se o Balduim te ameaçou ele sabe que está aqui e vai querer machucar você como ele me machucou. Amanda abraça Nishizawa e chora compulsivamente. Você não pode ter o mesmo destino que os outros tiveram. Ela chora muito e tenta se recompor.

           Alguns minutos depois com os olhos marcados pelo choro, Amanda responde as perguntas de Nishizawa:
           -- Meu nome aqui é Amanda, não usarei meu nome nunca mais pois não posso desonrar minha família. Eu gostava de conhecer o mundo e saí de casa para uma aventura. Quando caminhava pela cidade encontrei a casa de Balduim e vi as marcas na grama. Bati na porta e aquele ser desprezível apareceu. Ele ignorou meus comentários sobre aquilo fazer mal para a saúde e hoje acredito que ele sabe o que é. Durante a noite fiquei em uma pousada pois insisti muito com aquilo tentando salvar vidas. Ela para um pouco segurando a emoção. Eles invadiram meu quarto e cobriram minha cabeça com um balde cheio de coco. Durante o ataque quebraram a minha bacia e agora meu corpo está deformado. Ela segura o choro. Eu não fui a única vítima deles, outros que vieram procurar por mim ou simplesmente passaram pela cidade foram atacados. Agora fico aqui na cidade tentando ajudar outros elfos ou meio elfos que possam cair nas mãos daquele ser. Amanda tinha muita raiva do anão.

           Amanda serve um copo cheio de vinho e o toma de uma vez. Parecia que estava perdendo o controle ao se lembrar de tudo isso.
           -- Isso foi o que aconteceu comigo e é a mais pura verdade. Não consigo lutar contra aquele ser desprezível e agora com essa deformidade não consigo fazer nada direito. Essa foi a única profissão que consegui. Havia um tom de desespero na voz de Amanda, talvez um tom de alguém que faria qualquer coisa para conseguir sobreviver. Não consigo ficar de pé para trabalhar e não ando muito para poder fazer outras coisas. Amanda parecia explicar sua situação como prostituta. Preciso me deitar. Amanda se deita de bruços e parece que parte da dor em seu rosto desaparece. Você precisa ir embora logo, eles vão tentar te atacar quando for de noite e estamos ficando sem tempo, vai anoitecer em breve. Amanda estava preocupada com Nishizawa.
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    Mensagem por Srta. Moon em Ter 17 Set - 17:59

    Não saiu do lugar ao ser abraçada ou falou algo, apenas ficou observando a "elfa" (que é um elfo boiola). Assim que Amanda terminou com suas explicações e ficou um pouco mais calma ao deitar. Saiu do encostado da parede, sentou-se ao seu lado não bebeu nada, pois não gostava de nenhum tipo de bebida alcoólica.
    -Deixe me ver isso, não se preocupe comigo, vou cortar a garganta do anão ainda nesta madrugada, no entanto me explique como foi a ação deles e quantos eram, qualquer coisa que se lembrar pode me ajudar a ter uma noção do que vou enfrentar...
    Com calma querendo Amanda ou não, Nishizawa examinava seu machucado.
    -A quanto tempo está assim, vou ver o que posso fazer para aliviar a tua dor, mais tarde com tempo vamos ver se colocamos os ossos no lugar...Não se preocupe...mais tarde arrume suas coisas você vai embora comigo desta maldita cidade... Quanto ao anão acho que vou ter que me preparar para matar alguns bandidos que vão invadir nosso quarto a noite... A encarava seria, tinha a expressão serena - Não fique irritada, mas vou dormir aqui hoje e você vai me acompanhar, apenas me explique sobre a estrutura do lugar, quartos, banheiros, etc... a madrugada vai ser violenta e banhada a sangue...Quero estar preparada e com uma boa armadilha pronta esperando meu grupo de estupradores... Afinal isto é uma casa de prazeres e que boa anfitriã nós seriamos se não recebêssemos bem os clientes... Sorria enquanto usava seu conhecimento para ajudar a elfa quebrada.


    OFF: Vou lutar sem choro, quer vir me pegar pode mandar no minimo uns 100 ogro para me segurar ...
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    Mensagem por Christiano Keller em Ter 17 Set - 19:51

    Nishizawa,

           -- Você é médica? Bom, se quiser ver pode ver, todo mundo já viu mesmo. A merda de médico apenas me dopou por semanas enquanto a bacia se fixou na posição errada. Eu quase matei ele mas descobri que ele era apenas um médico sem conhecimentos básicos. A elfa levanta a saia e mostra tudo. Ela é uma mulher de verdade, porém com os glúteos maiores e mais afastados. (informação adicional bizarra não inserida). Seria necessário quebrar a bacia novamente para pode tentar juntar no lugar certo. Um procedimento que poderia causar a morte dela e tinha grandes chances de não ficar perto de bom. A pobre mulher estava condenada ao sofrimento eterno, ou enquanto fosse viva.

          -- Sobre o ataque, não vi muito, foram dois homens que entraram pela janela da pousada, o balde de merda serve de distração pois enquanto luta para respirar eles seguram você e... Ela não precisava dizer o que aconteceu depois disso. Quando Nishizawa diz sobre voltar Amanda diz de modo enfático: Eu. Não. Volto. Amanda então cobre os glúteos com a saia e fica com a cara virada.
          -- Você quer ficar aqui? Não pode. Se vierem aqui os seguranças vão participar e vamos apanhar também. Mesmo que a gente mate os atacantes aquele desprezível vai mandar mais. Amanda chora novamente. Você... não... foi... a única que quiz ajudar-me.Amanda chora um pouco.
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