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    Ka (SP) - Christiano Keller

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    Mensagem por Sailor Paladina em Sex Jun 28, 2019 8:43 pm

    Prólogo
    Onduth, sociedade onde os elfos negros predominam e as elfas negras dominam, literalmente. Conhecido como um reino matriarcal, apenas mulheres podem ter cargos de comando nessas terras. Do alto do Pico de Cristal, a Rainha Almalexia, devota ferrenha de Shadowlady governa com mão de ferro para garantir que a ordem seja seguida a risca. Ela reconhece a Imperatriz Kawaii Val como sua superior. Mas isso não significa que não exista crime em Onduth. Na verdade há bastante crime por aqui. Onduth é a casa do Clube dos Ladrões, cujo nome já explica do que se trata e a Irmandade Ônix, um grupo de assassinos de elite que, contratados por meio de um ritual, eliminam desafetos comuns para pessoas do mundo todo. Eliminar uma pessoa importante requer aval da própria Rainha. Embora prefiram viver em cavernas por toda a vida, alguns drows vivem acima do chão e outros mais ousados até fazem residência em outros reinos. A possibilidade de ser superior a uma mulher é atrativa para alguns elfos negros. Pelos olhos de forasteiros a vida pode parecer fácil para as mulheres drow, mas isso está longe da verdade. Se elas não batalham por uma posição, são tratadas como um mero macho. Roupas costumam mostrar um certo grau de importância no meio social, mas não é a regra. A Rainha que o diga.

    Início da Aventura
    Ka é um pária no meio dos párias na sociedade Onduthiana. Não apenas era macho como ainda por cima fruto de uma drow com um humano. Embora a união tivesse sido com afeto, a drow foi obrigada pela própria justiça de Onduth a alegar estupro a fim de não ser condenada a prisão perpétua. Separado da mãe desde criança, Ka passou a morar na favela Dirtmouth, na beirada dos Esgotos Reais, sobrevivendo de pequenos furtos. Crescido, e treinado em habilidades ladinas, não demoraria até que tivesse que tomar uma grande decisão. Afinal, não existia crime independente em Onduth. Ou você obedecia a alguém ou você era um alvo a ser eliminado. O elfo se encontrava no beira de uma calçada. Era noite, mas a lanterna de uma taverna próxima cujo taverneiro não ia com a sua cara, iluminava levemente o local onde ele estava. Horudak não gostava de Ka mendigando na frente do seu estabelecimento, mas a taverna estava cheia demais para ele se importar com um garoto mestiço.
    Sua atenção se volta para a doce voz de Discordia, uma amiga de longa data que vez por outra ajudava Ka em suas atividades criminosas. Sem falar que ela já tinha chupado ele algumas vezes, então era uma companheira legal pra passar o tempo.

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    - Oi Ka... Tudo certo pra hoje a noite?

    A elfa estava brincando. Eles não havia programado nada para aquela noite, mas Ka era um improvisador, talvez ele quisesse fazer algo. Discordia senta-se ao seu lado aproximando o rosto do dele e fala baixinho com voz sedutora.
    - Já está pronto pra tomar sua decisão? Vai ser um ladrão ou um assassino? Eu também tenho que decidir, mas quero escolher o mesmo que você...

    O affair do casal é interrompido por um banho de água gelada. Era um empregado do taverneiro que assim como o patrão não ia com a cara daqueles dois e fala segurando o balde.
    - Ai vagabunda. Se quisesse ser alguém na vida não andava com esse mestiço. Saiam daqui ou na próxima jogo água suja. Nuff' said!
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    Mensagem por Christiano Keller em Dom Jun 30, 2019 11:07 pm

    Ka,

           -- Porra, a água tá fria. Se tivesse falado a gente ia embora ou até gastar um trocado na taverna.
    Falo baixinho pra Discordia. Perdemos o elemento da surpresa. Num tom um pouco mais alto para o empregado escutar. Saco to molhado, vamos dar uma volta. Dou uma piscada pra ela com o olho oposto ao lado do empregado e faço sinal para irmos. Venha, temos um trabalho pra fazer, depois voltamos e gastamos o dinheiro com o Horudak.
           Após dar alguns passos e afastar dali. Olho pra Discordia e vejo um pouco de água em suas costas.
           -- Deixe-me secar isso. Passo a mão nas costas dela para retirar o excesso de água. Quando penso em você molhada não é desse jeito. Dou um sorriso sacana, mas continuo falando. Como você mandou, já tomei minha decisão. Quero ser um ladrão, acho que sobra mais dinheiro e tem menos risco de morrer. Ainda mais, se descobrir se o Horudak não paga por proteção, quero roubar ele e culpar aquele empregado que molhou a gente. Limpo a garganta. E então, o que acha? Vamos buscar uma vida de caminhar silencioso e riqueza? Pois acredite, se quiser caminhar em outra direção eu seguiria você por conta deste seu sorriso sedutor quando olha pra mim.

    OFF:

    Desculpe a demora, não vi que tinha aberto o post. Agora vou responder rapidinho pois ativei as notificações.
    Escrevi falar em branco e pensamento ou ações sem cor. No entanto gostei como você escreveu, ficou bem claro o texto.
    Dúvidas ou perguntas, posso postar um OFF como esse? Como a Discordia é drow ou meio elfo?
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    Mensagem por Sailor Paladina em Seg Jul 01, 2019 9:14 pm

    Discordia estava irada, a raiva bem visível em sua face e suas mãos cerradas. Embora concordasse com a ideia de que seguir uma vida de ladinagem era mais segura que a de assassinatos, naquela hora ela toparia ser uma assassina só pra tirar a vida daquele empregado. E a raiva dela não foi nem pelo banho que receberam, mas pelo insulto dado no final.
    - Quem ele pensa que era pra me chamar de vagabunda? Que filho da puta!

    A drow tenciona quebrar os dentes do rapaz, mas Ka segura seu braço e a acalma com palavras doces. Além de um plano interessante. Ela se vira pra dar um selinho na boca dele e diz que não se arrepende nunca de ter arrumado um companheiro inteligente, sagaz, bonito... A face de Ka começava a corar com aqueles elogios, mas os dois acham sensato sair dali a fim de evitarem novo banho d'água. Seguindo a decisão tomada, o casal segue pegando informações de como entrar no Clube dos Ladrões, porem eles se viam diante da nata da burocracia Onduthiana. Havia opções a serem tomadas, dependendo da especialidade de cada um, entre eles: chantagistas, arrombadores, guarda-costas, receptadores, assaltantes, fofoqueiros, furta bolsos e contrabandistas. Os dois se sentam num banco e começam a ler a descrição de cada emprego e o que se esperava de cada área. Incrível como patifaria era um negócio sério naquele reino. Dado momento Discordia da uma risada e aponta no papel para que Ka visse o motivo de sua reação:
    - Hahaha! Olha isso! CUriers, gangue de contrabandistas especializada em entrega e recebimento de muambas dentro de cofres introduzidos no reto. Para entrar nessa gangue precisa ser bem treinado na arte de sexo anal passivo...

    Discordia morde a pontinha do dedo, sua outra mão dedilhando os pentelhos vaginais enquanto sua mente estava distraída. Mas então ela volta a si e diz que aquilo não era pra ela, tentando desconversar. Ka percebe com extrema facilidade que a elfa estava mentindo.
    - Acho que esse dos arrombadores serve bem pra você Ka. Você sempre foi bom em arrombar... Só não sei ainda qual vai servir pra mim. Alguma sugestão?
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    Mensagem por Christiano Keller em Seg Jul 01, 2019 11:20 pm

    Ka,

           -- Nós vamos acabar com aquele trouxa, mas a vingança precisa ser divertida e não um trabalho qualquer. Ka senta colado a Discordia ao seu lado direito e coloca a mão esquerda sobre sua coxa direita. Era possível sentir o calor dos corpos que até a pouco estavam gelados com a água. A única coisa boa sobre a água é que ela brilha sob a luz da noite tornando sua pele mais sedosa. Já sobre os trabalhos, bem, você só acha que eu seria bom em arrombar. Ka aperta a coxa de Discordia e puxa levemente a perna. Apesar de os dois sere próximos, Discordia só chupou Ka algumas vezes. Os dois ainda não se encaixaram ou nem Ka pode sentir o sabor de Discordia. Aquilo era um desejo pulsante na mente de Ka, e em outra parte também.
           -- Na verdade minha língua de veludo é muito mais eficiente. Ka passa a língua na beirada dos lábios e se vira ficando mais perto de Discordia. Perto para falar baixinho som um sorriso maroto: Você não acha que ser uma CUrier perderia a diversão? Eu acho que para uma linda mulher como você seria muito mais excitante por exemplo ficar na expectativa, até que algo acontece assim a vista de todos mas sem chamar a atenção enquanto você fica com um sorriso de prazer no rosto. Ka coloca a mão direita na perna de Discordia onde estava a mão esquerda e desce um pouco para poder colocar os dedos sobre o joelho direito entre as pernas. Já a mão esquerda passa pela lateral da coxa da perna e sobe até a direção da bunda de Discordia. No entanto para sua própria surpresa Ka percebe que algo cresceu em suas calças e torce para Discordia não perceber pois ela teria o controle de tudo. Então você poderia ser uma receptora. Ai poderia receber o que quer quando quer e sorrir pra vida. Que lindo sorriso você tem.
           Ka olha pra Discordia com sua mão esquerda na bunda e a direita no joelho transbordando de ideias. Ka está tão concentrado no rosto dela e na rua ao seu redor para evitar uma surpresa que não sabe direito o que Discordia está fazendo.
           -- Que tal descobrir 2 de 3 coisas ainda hoje? Ka aguarda um instante e dá um sorriso sacana completando a frase: Podemos descobrir quanto dinheiro Horudak tem guardado pra acabar com aquele empregado dele ou... Ka passa a língua nos lábios com uma leve mordida você descobre o que mais posso fazer com minha língua ou... Ka aperta a bunda de Discordia com uma vontade carnal. você pode ver se gosta de receber. Ka então move o rosto até bem perto do rosto de Discordia olhando em seus olhos deixando claras suas intenções, mas deixando espaço para ela consentir ou não a oferta, talvez beijando ou apenas falando.
          Afinal de contas em Onduth as mulheres são as líderes e apesar de Ka achar que estava tentando seduzir Discordia ou que estava no controle da situação, Discordia o tinha em suas mãos.

    Spoiler ilustrativo - Discordia após o banho de água gelada e Ka tentando ser sexy:

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    Mensagem por Sailor Paladina em Ter Jul 02, 2019 3:43 pm

    Discordia estava tão perdida em pensamentos ouvindo Ka falar e lhe tocar que ele poderia ter tirado toda a roupa dela que ela nem se importaria. A troca de sorrisos e carícias continuava a aumentar a medida que ele continuava. A mão da elfa já deslizava por cima do pau dele e ela continua ficando mais excitada com sua voz sussurrando em seu ouvido. Perguntada sobre a diversão de ser uma CUrier enquanto sente o dedo de Ka deslizar no seu cofrinho, faz Discordia gemer e beijar o rapaz com volúpia. Sua mão já estava por dentro da calça dele, masturbando seu pau. O vento frio da noite balançava os galhos das árvores naquela pracinha quase vazia. Os poucos transeuntes ignoravam as preliminares do casal. Vendo que Ka estava completamente duro, Discordia, baixa um pouco a calcinha e põe os joelhos no banco, sentando no pau de Ka, enquanto sente o meio-elfo sugar seus seios. A moça parecia estar na seca há um bom tempo, pois cavalgava com força. A mão de Ka passeava na bunda dela e dado momento, ele sente uma correntinha que parecia estar enfiada no ânus da elfa.
    - Não para de falar... continua...

    Ka sugere que Discordia poderia ser uma receptadora, afinal, ela demonstrava talento pra tal. A elfa explica que o trabalho de receptadores era interno e que ela ficaria captando objetos roubados e devolvendo ao mercado por meios legais. Ela iria preferir um trabalho em que pudesse seguir o namorado pra onde ele fosse. A menos é claro que ele quisesse ser interno também, daí poderiam transar atrás do balcão em todo tempo livre. Mas se ele quisesse aventura de verdade precisava ser um trabalho externo. A elfa tenta arrancar a blusa de Ka e o beija, seu corpo suado e buceta molhada e os gemidos cada vez mais altos indicavam que ela estava prestes a gozar. Discordia pressiona suas unhas nas costas de Ka e encosta sua cabeça ao lado da dele. Estava tendo um orgasmo, mas parecia incomodada com algo, como se estivesse fazendo muita força. Ela fala o mais baixo que podia no ouvido dele:
    - Puxa a correntinha, puxa... com força...

    Spoiler:
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    Ka consegue com algum esforço puxar a correntinha enfiada no ânus da companheira, mas se surpreende quando um objeto tão largo quanto um melão maduro sai de lá de dentro, caindo no chão e se abrindo. Discordia grita bem alto com a dor, mas enfia o pau de Ka em seu ânus arrombado. A cara dela com língua de fora, boca babando e os olhos revirados de tanto prazer, fazem Ka gozar como nunca. A elfa com cuzinho penetrado e sêmen vazando, desaba sobre o amigo, olhando envergonhada pro pequeno público que os observava. Ka, bastante cansado, mas satisfeito, olha pro objeto que saíra da bunda de sua fêmea, meio aberto e com muitas moedas de ouro reluzentes lá dentro. Discordia alisa os cabelos de Ka e sussurra:
    - Aposto como Horudak não vai bater o caixa hoje... Aproveitei pra pegar no horário de trampo daquele empregado idiota. Nossa vingança está nesse pote... hihi. Como vamos gastar?

    Um trio mal encarado vestido como punks se aproxima do casal e o grandalhão do meio fala:
    - Que tal começar pagando o que nos deve, safada?
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    Mensagem por Christiano Keller em Ter Jul 02, 2019 4:32 pm

    Ka,

            -- Seremos arrombadores Discordia. Teremos muitos lugares exóticos para transar.
    Ka queria mais porém a vida tinha outros planos pra ele.

            Ka olha para os punks que se aproximam do casal. Ele se levanta como estava: com o pau pra fora, armas na cintura, camisa destroçada e um sorriso no rosto. Qual seria o motivo disto tudo? Seria verdade que Discordia deve dinheiro pra eles ou são meros aproveitadores? Saber a verdade era importante, mas o que faria com a verdade era outra coisa. A reação de Discordia é que determinaria o futuro daqueles homens.
            -- Vamos fazer o seguinte: primeiro, Discordia, pegue as coisas; segundo, se um de vocês tiver um pau da metade do meu, eu pago o dobro se não vocês vão embora. Ka faz isso chamando a atenção dele para si. Ka também aguarda segundos pra deixar passar o choque da proposta e completa: Vamos, pica pra fora ou vão ficar com fama de pinto pequeno. Vocês não querem ficar com essa fama, certo? Ka espera que a distração de olharem para seus paus sirva para que ele saque a espada. Assim pensa que uma vez armado pode deixar Discordia decidir o destino deles, que deve envolver alguns cortes.
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    Mensagem por Sailor Paladina em Qua Jul 03, 2019 5:13 pm

    OFF: Intimidação 14(+6) = 20

    Ka se levanta encarando os punks com o pau duro, roupa rasgada e olhar de quem podia dividir uma pessoa ao meio só com cuspe. Os dois caras que acompanhavam o grandalhão tremem nas bases e correm em disparada morrendo de medo. Ka dá mais um passo, mal-encarado e percebe que suor escorria na testa do líder. Ele tenta balbuciar enquanto fingia ignorar o medo:
    - Mu-mu-muito be-bem cara. Vo-Você venceu.  A garota ai não nos deve mais nada, ok?

    Jack olha pros lados pra se certificar que seus asseclas já tinham sumido no horizonte pra meter no pé também. Discordia salta no colo de Ka  e o beija varias vezes no rosto, terminando com um molhado beijo na boca. Ela o elogia, dizendo que ele era o elfo mais macho de Onduth e que nunca se arrependeu de andar com ele.
    - Lindo! Você foi ma-ra-vi-lho-so! Eu tinha combinado dar cinquenta peças de ouro pra cada um daqueles idiotas, mas agora ficamos com tudo!

    Discordia apanha o cofre e mostra as moedas pra Ka. A moça estava feliz com o dinheiro, mas provavelmente Ka se perguntava como um troço do tamanho de um melão cabia na bunda dela. Com a decisão tomada, o casal pega o dinheiro e capta informações para entrar no grupo dos arrombadores. O casal é guiado por outro elfo e passa por alguns becos escuros, tavernas onde jogadores de cartas e dados se divertiam e finalmente chegam a um alçapão, no final de um beco sem saída. Após receber uma gorjeta, o elfo agradece e diz:
    - Quando chegarem na porta e ouvirem uma pergunta, fiquem calados.

    Ka e Discordia descem e prosseguem por um canal que parecia sem fim. A iluminação era fraca, mas suficiente para drows e mestiços. Eles chegam na tal porta com um símbolo em forma de tridente, dão uns toques e uma voz sussurrando de forma fantasmagórica se faz ouvir:
    - Qual... o segredo... de um negócio... bem sucedido...?

    Passados trinta segundos sem dizerem nada, a porta é aberta e o casal é recebido num grande salão com pessoas de visual suspeito conversando em alguns cantos. No centro dela, uma mesa de ouro e um Nekojin macho bastante obeso os aguarda tamborilando os dedos na mesa.
    - Vocês são os recrutas? Fui com a sua cara, rapaz. O que é raro... O que os inspirou a virem ao meu clube?

    OFF: +300 PO.
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    Mensagem por Christiano Keller em Qua Jul 03, 2019 7:11 pm

    Ka olha para o "clube" como o homem chama o lugar, uma mesa de ouro não é o tipo de coisa que se vê todo dia e parece bem legal. O ar do lado de dentro é diferente do ar da noite, mas não é abafado como de um local fechado, havia um certo fluxo de ar, o que indicaria que há entradas e saídas possivelmente secretas aos olhos de recrutas ou invasores.

    -- Sabe, tem gente que gosta de trabalhar duro no sol da fazenda ou cava buracos em busca de pedras preciosas, mas é uma forma de trabalho muito parada e repetitiva. Nós preferimos um trabalho que nos leve a novos lugares, lugares que poucas pessoas tem acesso e que garantem um certo estilo de vida. Ka aponta pra mesa quando fala de estilo de vida. Isto é estilo cara. Porém nós também entendemos que há certos limites e responsabilidades que precisam ser atendidos, não podemos pegar coisas de alguém do nosso grupo ou de seus protegidos ou... a palavra certa seria clientes? Ka então olha para Discordia e diz: Quer completar com algum comentário?

    Quando Ka virou para Discordia pode notar a correntinha... ela guardou aquilo com uma facilidade... por alguns segundos o pensamento de mexer na correntinha novamente percorreu sua mente. Ka pensou que havia muitas coisas a descobrir sobre Discordia, sobre o que ela gostava mais e como poderia agradar sua parceira já que ela se apresentava como um grande mistério, grande como um melão maduro. Na mente de Ka a razão de Discordia rir ao pensar no serviço de entrega era que ela já fazia isso. No entanto, do ponto de vista de Ka, ela passaria muito tempo com a mercadoria guardada e não teria muito tempo para liberar espaço pra ele. Ainda assim ela estava lá sentada a mesa, tranquila, sem esboçar nada de diferente e como sempre linda, radiante.

    O sabor da boca de Discordia ainda estava presente nos pensamentos de Ka quando lembra que fazia algum tempo desde sua última refeição, era tarde da noite e o almoço já fazia parte do passado. Uma boa refeição seria uma boa pedida. Após a conversa com o futuro chefe, Ka proporia isso para Discordia, então partiriam para sua primeira missão.

    O rápido devaneio de Ka acaba quando ele vê os lábios de Discordia se mexerem para responder à sua pergunta. Ka então move sua mão e a desvia para sua própria coxa, poderia brincar com Discordia no tempo certo, agora era um momento de trabalho.
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    Mensagem por Sailor Paladina em Qui Jul 04, 2019 2:56 pm

    Sir Nekobese em seu terno roxo e cabelo lambido, enrosca a pontinha de seu bigode estiloso enquanto ouve com curiosidade o meio-elfo falar. Um sorrisinho no canto de sua boca se forma, quando Ka demonstra entender como funcionava a comunidade. Talvez fosse alguém com futuro, coisa difícil de encontrar por aquelas bandas. Ele volta seu olhar pra elfa e usa dois dedos para coçar seu largo queixo com um olhar desconfiado:
    - Eu já ouvi falar de você... Uma ex-CUrier eu presumo. Decidiu mudar de ramo? Eu poderia fazer uso de alguém com suas "habilidades".
    - Como o senhor mesmo disse, eu mudei de ramo. Decidi começar vida nova com meu namorado.

    Nekobese retrai as patas como quem diz que não estava mais ali quem falou e que daria uma chance para aquele casal mostrar serviço. Se bem sucedidos, seriam bem recompensados e oferecidos melhores oportunidades de trabalho. Falhando em sua primeira missão, ficariam apenas com as migalhas. O nekojin diz que os dois estavam contratados, mas que não os faria assinar nada, afinal, aquele era um trabalho de lealdade e camaradagem, não de correntes e mordaças.
    - Já que estão dispostos a ir longe pra conseguirem o que querem (diz Nekobese puxando um papel envelhecido da gaveta de sua mesa), quero ver como se saem fazendo uma pequena substituição de objetos...

    Ka e Discordia observam o papel e parecia se tratar de um documento de herança. Estava na hora daquele clube possuir uma aparência a altura de seus futuros membros e sair daquele beco mal cheiroso. Uma mansão em Lacrimosa os daria um excelente começo. Um capanga no canto da sala comenta:
    - Ô chefe, vai dar uma missão importante assim pro novato? Não confia na gente?
    - Se eu não confiasse, vocês não estavam nem aqui! Seus incompetentes! Quantas mansões você acha que estou disposto a perder falsificando documentos pra que vocês os percam! Os falsificadores cobram caro! Meow! Fssst!

    Voltando sua atenção a Ka, Nekobese explica:
    - Vocês precisam ir até a cidade de Lacrimosa, nesse endereço aqui (diz mostrando um papelote com um endereço escrito em élfico). Arrumem um meio de distrair guardas e moradores, entrem no cofre, troquem o documento sem serem vistos e voltem aqui. Simples! Oh, e mais uma coisa... De agora em diante eu não sou mais "cara" pra vocês. Sou Sir Nekobese. Não virei lorde do crime pra ser chamado de "cara", você me entende não é? Podem ir.

    Nekobese pega uma taça de vinho em sua mesa e gira a cadeira giratória, olhando para o largo quadro atrás dele com uma imagem tão psicodélica que Ka ainda não havia reparado. Era o de Nekobese em um salão de dança abraçado a uma bela nekojin em frente ao trono real da Rainha de Onduth que assiste ao casal.
    Discordia apanha o documento e o casal deixa o porão.

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    Mensagem por Christiano Keller em Qui Jul 04, 2019 3:38 pm

    Ka olha para os outros detalhes do clube e aparentemente Sir Nekobese já teve alguma coisa importante.
    Enquanto saia observava os outros membros do clube para evitar problemas com inveja e ciumes, mas também para tentar lembrar deles no futuro. Detalhes eram importantes, formas de lembrar cada um deles em pouco tempo era algo difícil de guardar. Alguns estavam sentados então era difícil saber sua altura, outros Ka não vi o rosto, porém daqueles que falaram ele tenta observar melhor.

    Do lado de fora do "clube", Ka abraça a cintura de Discordia, a pele sedosa, macia, cheirosa dava até um arrepio, enquanto caminham passo a passo, diz:
    -- Então, fui promovido? Agora sou seu namorado? Ka dá um sorriso contente e continua: Quer dizer que a sexy Discordia tem um namorado? hehe... gostei disso, melhor que isso só o seu sabor. Ka beija Discordia, um beijo de enamorados. Os lábios dela são macios, quentes e amorosos, o sabor único de sua boca é como... uma sensação difícil de explicar, é gostosa, saborosa, uma carne de churrasco quando se tem fome, um doce requintado de sobremesa ou uma fonte de prazer intenso.

    --Delícia... sabe, enquanto a gente estava lá conversando com o Sir, virei a cabeça e vi sua correntinha. Fiquei com vontade de tocar em você lá mesmo, por debaixo da mesa. Mas pensei que não era o momento certo, apesar de perigoso e excitante. Ka aperta o abraço um pouco e relaxa, só pra sentir Discordia mais perto e segue a caminhada. Então você era uma CUrier, quer falar sobre isso? Ou talvez quer falar sobre nossa viagem para Lacrimosa? Quero escutar sua linda voz enquanto a tenho em meus braços e caminhamos. Ka presta a atenção nos comentários de sua namorada, mas também fica com os olhos atentos para não serem surpreendidos.
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    Mensagem por Sailor Paladina em Sab Jul 06, 2019 11:14 pm

    OFF: Observar 10(+6) = 16

    Observando o ambiente em que estavam, Ka pode ver melhor as pessoas que estavam naquele lugar. Embora fosse um grande salão com uma mesa de ouro e um quadro de alta qualidade, pareciam ser os únicos objetos de valor que o seu novo chefe possuía. Seu próprio terno parecia já estar bem detonado. Suas impressões batiam com a ideia de que Nekobese provavelmente já esteve em melhores condições. Os seis capangas que estaam na sala usavam sobretudos e chapéus escondendo boa parte do corpo de rosto. Pelo menos dois deles eram mulheres a julgar pela silheuta, mas além de Nekobese, apenas um era Nekojin, sendo os demais elfos negros. Seria necessário ficar por mais tempo e observar melhor pra ver maiores detalhes, mas no geral foi isso que reparou. Lá fora, o casal troca comentários sobre o ocorrido lá embaixo. Discordia aceita o beijo levantando a perna e enroscando-se em Ka.
    - E o que mais seríamos, danadinho? Hum? Hum? (diz a elfa já alisando o pau de Ka por cima da calça dele).

    Mas então o elfo faz uma analogia se referindo a ela como uma carne de churrasco, e ela o olha com estranheza. O resto dos elogios não ajuda muito. Ela diz que iria relevar e considerar que Ka estava realmente faminto. Afinal, ela também estava.
    - Estamos com dinheiro suficiente pra enchermos os nossos estômagos em alguma taverna chique. Você pode comer o que quiser. Eu tenho que maneirar na minha alimentação...

    Essa fala de Discordia faz Ka lembrar do antigo emprego da elfa e ele a indaga sobre isso. No caminho até a taverna eles vão conversando.
    - Ufa, ainda bem que você não tocou... Sabe Ka... eu tenho até vergonha de dizer mas... eu sou... (Discordia baixa a cabeça e fala baixinho) viciada em sexo anal... E se você tivesse puxado a correntinha lá naquela sala eu ia ter um orgasmo na frente de toda aquela gente... Eu sempre mantenho um plug anal pra manter meu desejo sob controle... Foi por isso que eu topei entrar pros CUriers...

    treinamento CUrier
    Spoiler:
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    O casal entra na taverna chique, sentam-se numa mesa no canto e são prontamente bem atendidos, a julgar pelo que estavam pagando. O local esbanjava adornos, com mesas privativas pra cada cliente ou casal e bardos competentes tocando música ambiente. Discordia se mantinha no assunto. Fazia questão de se abrir pra Ka. Ela conta que o treinamento era rigoroso e que as recrutas passavam horas tendo objetos largos ou longos introduzidos em suas bundas. Ela resolveu sair porque havia sido humilhada pela própria irmã numa festa de gala da família. Teve sua correntinha puxada com um largo consolo saindo de seu ânus no meio de todos. Seus parentes horrorizados ao verem a filha tendo um orgasmo anal no meio da festa. Sua irmã sorria maligna pra cena, revelando que Discordia era uma CUrier. Ka percebe uma lágrima percorrer o olho da amiga. O garçom chega com o pedido algum tempo depois.
    - Eu fui deserdada do nome da minha família. Não há nada pior pra uma Drow... Por isso eu gosto de você Ka. Você não tem nome de família, é ostracizado por ser mestiço, mesmo assim continua batalhando pra ser alguém na vida. Eu era alguém e cheguei no fundo do poço. Você me inspira a continuar...

    Após jantarem, Discordia agradece por Ka lhe ouvir e aceitá-la do jeito que era. Ela pergunta onde iriam dormir, ou, se Ka não estivesse com sono, podiam acelerar o passo.
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    Mensagem por Christiano Keller em Dom Jul 07, 2019 12:50 pm

    Após escutar os comentários de Discordia no caminho para a taverna sobre sua escolha de trabalho e seu vício, Ka se solidariza com sua namorada:
           -- Querida, eu não sabia disso. Após saber sobre seu vício eu prometo nunca mais mexer na sua correntinha sem a sua autorização. Ka faz uma cara de sério e de que é algo importante para ele também.

           Já na taverna, o casal, Discordia e Ka fazem uma alimentação equilibrada pois todos querem manter a boa forma. Quando Discordia comenta sobre a irmã, Ka comenta:
           -- Que coisa horrível. Isso não se faz com pessoas amigas. Agora erga sua cabeça e olhe para nosso futuro, você é alguém. Você é alguém importante pra mim, meu amor. Em algum tempo seremos profissionais ricos, mas famosos nos círculos certos. Ka dá uma piscada pois não poderia falar que seriam ladrões e ninguém quer ser ladrão e conhecido pela polícia. Se encontrarmos pessoas da sua família, lembre de me avisar sobre o que quer que faça.

           Ainda na taverna, Ka lembra que tem um porta mapas para transportar o papel sem dobras novas, que precisavam se organizar para a viagem e que ir agora significaria chegarem muito cansados pela noite sem dormir.
           -- Temos algumas coisas para fazer, sugiro o seguinte: primeiro vamos até meu cafofo pegar um treko que tenho para transportar esse papel, eu também gostaria de ler o que está escrito nele, depois a gente descansa um pouco e partimos para Lacrimosa quando acordarmos. Penso que quando chegarmos lá vamos ter que ficar de olho no local para entender o que acontece, como é a vigia, como vamos entrar e sair. Pensei em colocar fogo em alguns locais para distrair todos enquanto fazemos o que temos que fazer. Talvez pagar algum mendigo para distrair os guardas. Ka então faz uma cara um tanto complicada de quem vai perguntar uma coisa sem jeito. Tem algumas coisas que não sei como funcionam pra você, mas é pra gente se acertar. Para a viagem, vamos a cavalo, a pé, de carruagem? Não sei se você consegue viajar a cavalo com esse plug. Ka fica um pouco envergonhado de perguntar, mas precisava saber como fariam a viajem e estava disposto a fazer o caminho a pé ou de carruagem se fosse difícil para Discordia sentir o balanço do cavalo.

    OFF: pode avançar até Lacrimosa e um período de obervação do local.
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    Mensagem por Sailor Paladina em Dom Jul 07, 2019 5:48 pm

    Discordia fica corada com a fala de Ka, algo bastante comum e que apenas fazia o amor dela por ele crescer e se tornar inquebrável. Porém ela diz que se estivessem a sós, ela não teria problema nenhum com isso. Que ele poderia fazê-la gozar quando quisesse, diz isso, beijando-o na boca.
    Mais tarde enquanto conversam na taverna, a elfa menciona sobre sua irmã malvada e Ka demonstra não ter muito conhecimento da nobreza drow. Não havia amizade entre elfas negras, apenas uma suspensão temporária de hostilidades. Porém naquele momento, o período de tolerância havia esgotado, pois Origa viu a oportunidade excelente de tirar a irmã do caminho e obter mais poder na família.
    - Ela de fato se tornou a matriarca da família Discordia e me expulsou... Ah sim, meu nome de nascença é Oribel... Eu nem deveria mais citar o nome da minha família de novo. Posso levar uma surra em público por isso.

    A elfa fecha as mãos, dentes cerrados com raiva. Era super incomum, pra não dizer raro que uma drow revelasse seu nome de nascença pra alguém de fora da família, mas àquela altura, Ka já era sua única família. Talvez eles pudessem escolher um novo sobrenome se um dia se casassem. Seria o o único jeito de recuperar a reputação perdida dela. Contudo precisavam primeiro pensar em trabalho e ter sucesso. Subir na hierarquia dos drow iria requerer muito mais do que o ouro que possuíam no momento. Se Nekobese conseguisse, talvez pudesse ajudá-los a conseguirem também.
    - Os inferiores se ajudam. Vamos dar a volta por cima. Esqueça sobre minha família, se você vir qualquer um deles, finja que nunca ouviu falar. Finja que não me conhece também. Não quero que você se envolva nisso, Ka. Prometa que fará isso... Por mim...

    Depois de jantarem, o casal vai para o cafofo de Ka. Uma plaquinha do lado de fora identificava o quarto no meio de muitos: Ka-fofo. Tão logo chegam na entrada, uma drow que Ka conhecia muito bem, bloqueia passagem dos dois. Era Ochyllyss, uma elfa bruta, com cicatrizes de combate e um tapa olho. Famosa tricampeã no Coliseu dos Tolos e atual dona de cada prédio em Dirtmouth! Quem diria... com a grana que juntou ela podia estar morando numa mansão em Lacrimosa, ou numa casa mais modesta no Pico de Cristal, mas pra uma caolha, ela preferiu ter olho grande e virar dona de uma cidade inteira, mesmo que fosse de uma favela cheia da pior estirpe de gente que existe em Onduth. Era uma elfa arrogante e prepotente, mas acima de tudo uma mulher sociável que fazia questão de conhecer seus súditos pessoalmente. E por incrível que pareça, tinha apreço por Ka. O rapaz sempre pagava o aluguel em dia e não baixava a cabeça pra ninguém além dela. Algo que Ochyllyss respeitava.
    - Oooi, Ka... (diz com voz sedutora). Amanhã é dia de pagar o aluguel hein? Não quer passar a noite lá em casa hoje pra ganhar um desconto? Hum, hum?

    Ka olha pra trás e vê que Oribel estava afastada atrás dele, como numa tentativa de se esconder nas sombras. Sua cabeça baixa não permitia que ele pudesse ver seus olhos, mas a moça estava visivelmente intimidada pela presença da outra e possivelmente não queria ser notada ou dizer algo. Ochyllyss não era uma elfa que aceitava um não como resposta, mas pra tudo havia uma primeira vez e Ka tinha alguma moral com ela. Mas com certeza haveria repercussões... Ter o suporte de uma mulher poderosa por outro lado traria bons frutos. Será que sua namorada ia aceitar?

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    OFF: Calma... a aventura tá só começando...
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    Mensagem por Christiano Keller em Seg Jul 08, 2019 12:46 am

    Lady Ochyllyss, uma elfa bruta, muito acostumada a ter tudo o que deseja e parecia que naquele momento ela queria um brinquedo para entreter sua noite. Em segundos Ka precisará tomar uma decisão, uma decisão difícil, talvez uma decisão de vida ou morte. As escolhas óbvias apresentadas pela senhora do destino eram aceitar ou negar ao desejo de Ochyllyss, porém Ka não era óbvio e precisava de uma alternativa talvez um pouco diferente, mas não tão ousada já que nutria pensamentos safados a algum tempo. Outra coisa que preocupava Ka era se Discordia sabia da reputação de Ochyllyss, talvez sim, mas não custava lembrar a própria Ochyllyss como bajulação e elogios para ao mesmo tempo informar a quem estavam encarando. A situação precisaria de diplomacia, negociação, talvez blefe e qualquer outra habilidade social que Ka tivesse nas mangas. Para um elfo sem camisa essa seria uma situação terrível.

    Ka não sabia se poderia usar o nome de Oribel em público e também não sabia se deveria usar o nome de Discordia na presença de Ochyllyss. De qualquer forma Ka havia feito uma escolha a algum tempo, havia escolhido Oribel Discordia como sua namorada e se passasse a noite com Ochyllyss, Oribel poderia não gostar disto. Por outro lado Discordia queria se esconder por força mão da senhora do destino novamente o que faria Ka aceitar a proposta para preservar sua namorada e criando um conflito ao se sacrificar para tentar acobertá-la. As mãos da senhora do destino eram fortes, no entanto Ka sabia que até as mãos mais fortes podem ser seduzidas por uma nova alternativa. Essa teria que ser uma escolha da própria Discordia, uma escolha que deixaria claro que Ka escolheu Discordia para fazer suas escolhas neste momento. Assim ele poderia se sacrificar à sua ordem ou os dois poderia ir embora à sua ordem. Logo o laço que os une permaneceria intacto.

    -- Lady Ochyllyss, protetora de Dirtmouth, Tri campeã no coliseu, melhor lutadora que já caminhou por Onduth e sempre linda, que bom que nos encontramos. Ka baixa a cabeça com a mão direita no peito em sinal de devoção. Será que este perfume de lavanda é seu? Me perdoe pela indiscrição. Vou direto ao ponto, preciso renegociar meu contrato de aluguel. Eu até precisava deste desconto, Ka faz uma cara de que vai dizer não. mas peço sua compreensão pois no momento tenho um compromisso de prazo indeterminado para com outra elfa. A senhorita sabe que sempre cumpro meus acordos e compromissos, assim por conta deste acordo essa sua oferta de desconto eu não posso atender sem aval de minha mestra, pois essa escolha não me pertence mais. Talvez essa não seja uma boa hora de renegociar meu contrato de aluguel, mas minha nova mestra vai morar aqui no meu lugar e se ela permitir eu morarei com ela até que ela não me queria mais. Ela agora manda em quase tudo de minha vida Lady Ochyllyss, logo eu praticamente pertenço a ela para fazer quase tudo que ela quiser. Ka faz outro sinal de devoção abaixando a cabeça e reverenciando Discordia.Se a mestra quiser eu irei com Lady Ochyllyss, até se a mestra quiser um novo acordo, a escolha é da mestra. Se desejar ir embora apenas peço permissão para recolher o meu lixo e entregar as chaves. Ka espera que Discordia perceba que ele não usou seu nome intencionalmente, dando um ar de superioridade para ela de forma a tentar dar maior poder de barganha para a conversa, pelo menos no sentido de que Ka está submisso à vontade de Discordia. Ka também tenta deixar claro que se a escolha for ir embora ele irá, mas que como Tri campeã do coliseu seria fácil para Ochyllyss matar os dois num piscar de olhos.

    Ka está se sentindo entre o martelo e a bigorna no entanto ao delegar a escolha para Discordia era a única forma que encontrou para não ser morto por Ochyllyss ao negar a proposta. Uma luta de 3 pessoas comuns contra Ka e sua namorada ainda era factível, porém Ochyllyss estava em outro patamar, ela poderia limpar o chão com Ka e Ka não sabia das habilidades de luta de Discordia, que era uma ladina.

    Discordia pode aceitar, negar ou propor outra alternativa como fazer um serviço para Ochyllyss. Ka não pensa na possibilidade de um "ménage à trois" pois não parece o estilo de nenhuma delas. A melhor saída agora é sobreviver ao encontro com Lady Ochyllyss. Ka então por um momento pensa, por que deveria ficar apenas com Discordia? Sexo? Dinherio? Pelo trabalho? Não, era amor. A maior e mais poderosa força do Universo. A força que fez Ka arriscar seu pescoço após algumas palavras, um pouco de sexo, um pouco de dinheiro e uma possibilidade de que Discordia faria alguma coisa por ele. Ka se sentiu um trouxa, um bobo, um viciado em uma única elfa. A senhora do destino havia pregado sua peça, a escolha já havia sido feita antes de Lady Ochyllyss aparecer naquele corredor. Ka agora estava preso em sua armadilha do amor por um prazo indeterminado.
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    Mensagem por Sailor Paladina em Ter Jul 09, 2019 2:27 pm

    Ka era realmente um agraciado das deusas. Não fosse por sua lábia e jeito com as mulheres, provavelmente já estaria com seu caixão encomendado. De cima das caixas amontoadas no beco, Ochyllyss leva a mão a vagina enquanto ouve o meio-elfo falar. Suas orelhas até baixam enquanto a língua escorrega pelos lábios em desejo. Ouvir seus títulos sendo anunciados por um vassalo amável lhe excitava bastante, até que numa situação nível coito interrompido, Ka fala sobre renegociar o contrato. Ka continua falando muito embora não tivesse certeza de que Ochyllyss estivesse lhe dando ouvidos àquela altura do campeonato. Os olhos da elfa brilhavam vermelhos, ao passo que um vento frio circulava a área. Ka parecia estar indeciso sobre o contrato, passando a decisão pra Oribel, o que faz sua companheira balançar a cabeça negativamente de forma ligeira e sutil, olhos arregalados de medo. A lady de terras desce das caixas e começa a caminhar pra perto do casal. Ela tinha uma Aura de Medo mágica ao seu redor que garantia o respeito tanto de desafetos como dos súditos mais apaixonados.

    OFF: Diplomacia 5(+8) = 13 (sucesso mediano)
    Teste de Vontade 5(+2) = 7 (falha)


    Ochyllyss olha nos olhos de Ka enquanto alisa seu queixo e o chama de atrevido. O meio-elfo paralisado suava frio achando que a própria morte havia acabado de lhe dar algum tipo de elogio sarcástico. Ela volta seus olhos pra Oribel que estava igualmente paralisada de medo e dá dois passos até ela, olhando-a de cima a abaixo.
    - Humpf, então O Kazinho prefere você? Garota de sorte... Não vá decepcioná-lo, ou o que sua irmã fez a você vai parecer rusga de criança perto do que eu faria. Estamos entendidas?

    A elfa guerreira alisa uma mecha dos cabelos de Oribel e decide ir embora sem dizer mais nada. Era de se esperar que uma poderosa dona de terras que alega conhecer pessoalmente cada um de seus vassalos soubesse da história das irmãs Discordia. Quando Ochyllyss deixa a área o casal sente novamente o controle das pernas. Ka volta sua atenção a Oribel pra ver se a moça estava bem. Fisicamente até estava, mas as lágrimas no rosto e a poça de xixi entre suas pernas falava volumes sobre como estava sua mente. Um beijo na boca a faria voltar a si e sentir-se mais segura. O casal finalmente entra no cafofo de Ka. Embora humilde, era aconchegante com cortinas e almofadas de boa qualidade decorando o ambiente. Ele acende os incensos pra dar um bom cheiro ao local e deita-se esperando que Oribel deitasse ao lado dele. Precisavam de uma foda pra relaxar. Não é todo dia que se sobrevive a um encontro daqueles. A transa seria tão longa e boa que ao dormirem, só acordariam no dia seguinte...

    No dia seguinte, Ka procura entre suas tranqueiras um bom recipiente em forma de tubo para guardar o documento e o encontra. Oribel olha pro objeto e sem perder tempo, fica de joelhos e de costas, baixando a calcinha e abrindo o bumbum.
    - Pode deixar que eu guardo! Vou amar se você colocar isso aqui dentro... Eu só pediria que você deixasse a entradinha bem lambuzada com sua língua...

    Oribel com certeza não tinha papas na língua pra falar safadezas, pois sentia-se muito a vontade com Ka. Contudo ele comenta sobre o incômodo que aquilo causaria e se partiriam a pé ou a cavalo. A elfa responde que seu treinamento a preparou pra coisas piores e que não haveria problemas em montar num cavalo e viajar com um tubo enfiado no cu. Eles poderiam passar por guardas com tranquilidade, afinal seria de uma burocracia sem fim mandar revistar o ânus de cada mulher ou futanari que entra ou sai da cidade. Após discutirem como fariam o casal vai até a estrebaria mais próxima, alugar ou comprar cavalos.

    OFF: aluguel por dia: 10% do valor de compra (75po por cavalo); Dois cavalos dariam 15po o dia. A estimativa é de que passem pelo menos cinco dias fora.

    Feita a decisão, o casal parte em direção a cidade de Lacrimosa, deixando os becos escuros e cavernosos de Dirtmouth. Pra qualquer um acostumado com a luz do sol, a vida ali parecia uma eterna noite, mas era comum pra drows e seus mestiços perceberem a diferença por meio da nuance na claridade. A dupla viaja por quase dois dias fazendo pequenas paradas em assentamentos nos túneis para descansarem e comerem até perceberem a umidade tomar conta do ar e trilhas de água cruzarem os cascos dos cavalos. Eles podiam finalmente ver, atrás de uma larga abertura o quão fundo estavam da superfície, pois uma imensa cratera invertida dava lar a famosa cidade drow de Lacrimosa. Seus prédios cercados de rios, e cachoeiras que simulavam uma chuva infinita davam a beleza do local. Lacrimosa recebera esse nome porque a água que vinha dos Picos de Cristal era como lágrimas despejando eternamente na cidade. Os dois ficariam ensopados em segundos. Pelo visto, ter uma CUrier ao seu lado facilitaria o trabalho de Ka.

    Lacrimosa
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    Mensagem por Christiano Keller em Ter Jul 09, 2019 6:54 pm

    Para Ka a compra dos cavalos era mais adequada do que o aluguel (-150 po) e ao pensar nisso deixa o aluguel de seu ka-fofo pago, já que muita coisa poderia acontecer. O desconto teria ajudado em muito e a situação de quase morte poderia não ter acontecido. Durante a viajem haveria tempo para Ka conversar com Oribel sobre o que aconteceu durante seu encontro com Ochyllyss.
           No entanto, durante as primeiras horas de viagem Ka só conseguia pensar no tubo e em Oribel, sobe e desce, pra frente e pra trás. Ao chegar na parte mais molhada com a leve garoa que tomava o lugar, Ka lembra da outra noite na praça em que estava conversando com Oribel ainda molhada do balde de água. Agora estava ela aqui, assim molhadinha, não do jeito certo, mas novamente molhadinha. O silêncio normal de andar em uma viagem assim era um tanto torturante na mente de Ka, só pensava em: pra dentro e pra fora, seios subindo e descendo, porém firmes. Torcia para Oribel não perceber como ele estava hipnotizado e ereto. Tentando quebrar o encanto, Ka diz:
           -- Querida, sua pele está brilhando como na outra noite após o balde de água. Acho que o brilho é natural, já que é naturalmente linda e sedutora. Realmente não penso em você molhadinha assim, mas já são duas vezes. Ka ri meio sem graça, apenas constatando o fato. Podemos conversar um pouco para passar o tempo? Há duas coisas que gostaria de saber sua opinião. A primeira é como faremos no local de trabalho e te digo o que pensei: primeiro observamos o local, depois arrumamos uma distração Ka leva o cavalo até bem perto de Oribel. Então entramos com delicadeza. Uma vez lá dentro a gente sobe e desce procurando o local especial. Quer dizer, a gente precisa ter ideia de onde fica o local especial lá atrás, lá dentro. Ai também vamos precisar tirar o tubo, trocar o papel e colocar novamente, então vou precisar me controlar pois estou ficando viciado em você. Ka suspira tentando se controlar pois notara que falou algumas bobagens. Também pensei em pegar alguma coisa a mais para indicar que foi um arrombamento comum e não uma operação especial nossa. Seria uma outra distração para levar a perseguirem outra pessoa ou local, um trabalho sujo em vez de algo profissional. Nada que indique uma profissional como você, com essa mercadoria sem esboçar nada, esteve lá. Ka suspira novamente ainda tentando quebrar o encanto. Então, o que acha? Ka aguarda para escutar os comentários de Oribel torcendo para não ficar hipnotizado por sua voz e beleza.
           
           Algum tempo depois, talvez umas 2 horas depois:
           -- Então, lembrei do outro assunto. Sobre o que aconteceu no outro dia com Ochyllyss. Eu coloquei nossa vida em risco pois você é importante pra mim. Não sabia que ela conhecia sua família, não disse seu nome, mas ela te conhecia. Como ela é a dona de quase tudo, o que você acha que devemos fazer na próxima vez que encontrar com ela? Fugir, oferecer um serviço? Talvez você entenda melhor destas disputas melhor do que eu e estou preocupado com nossa sobrevivência. Como ela é dona de tudo, uma guerreira mortal, ela viu algo que não pode ter e estou preocupado por sua segurança. A essa altura ser promovido a namorado de Oribel já havia tomado a vida de Ka de assalto. A responsabilidade tinha um peso enorme, porém Ka não fraquejaria.
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    Mensagem por Sailor Paladina em Qui Jul 11, 2019 3:11 pm

    A pedido de Oribel, Ka guarda o documento no tubinho e o penetra na bundinha de sua elfa favorita, não sem antes lamber e dedar aquele rabinho pra deixá-la bem lubrificada. Os gemidos de prazer dela comprovam como ela gostava daquilo. Ka fica surpreso como ela aguenta todo aquele objeto lá dentro. A correntinha na ponta era a garantia que o objeto não se perderia lá dentro. Bem humorada, andando um pouco torta para se adaptar a situação, Oribel segura a mão de Ka para que ambos fossem ao estábulo pegar os cavalos. A elfa sugere que economizassem comprando apenas um cavalo, pois ele poderia levar os dois tranquilamente, mas a decisão seria dele. Com o trote dos animais, era natural que a pontinha do objeto saísse e com o sobe e desce simulasse uma penetração anal. Ka falava com a elfa, gerando expectativas, mas o fato é que Oribel estava tão extasiada com aquele troço no seu cu, que a voz de Ka apenas a excitava ainda mais. Selinhos são trocados quando os animais ficam mais próximos, a menos que tivessem mesmo optado por apenas um animal. Nesse caso, Oribel já teria pedido para que Ka a abraçasse por trás e tocasse seus seios enquanto ela guiava o cavalo. Um beijo longo e molhado também podia ser feito nas estradas mais retas. A elfa diz:
    - Essa coisa no meu cu... me lembra do seu pênis...

    Sem mais aguentar aquela tortura o casal dá uma paradinha, descem dos cavalos, encostam na parede e dão uma trepada ali mesmo. O meio-elfo afasta a calcinha de Oribel e mete em sua buceta. O pau de Ka na xana de sua parceira, junto com o tubo no ânus dela a faziam se sentir como numa dupla penetração. Pondo dois dedos na boca dela a fazem babar de prazer, com olhos revirados. O casal pouco se importa se havia transeuntes passando pela estrada, o prazer falava mais alto naquele momento. Os espasmos devido ao gozo fazem o tubo escorregar de Oribel. A sensação de vazio, faz a elfa se ajoelhar, empinar a bunda e implorar pra ser sodomizada. Era a visão do paraíso pra Ka que faz de tudo para agradar sua amada. Enquanto arfava em seu pescoço pronto para dar uma bela gozada naquele buraquinho, Ka ouve Oribel dizer pra ele gozar em sua boca, pois precisavam do ânus dela limpo pra carregar o tubo. Ka se afasta ainda de joelhos e Oribel abocanha o pau dele acabado de sair do cu dela ainda quentinho. A sensação é tão prazerosa que Ka alcança o orgasmo sem muita demora. Oribel quase engasga e tira a boca, mas ainda leva alguns jatos de porra na face e nos cabelos. Aquela elfa era definitivamente sua alma gêmea. Nenhuma outra lhe deu tanto prazer no sexo. Haviam sido feitos um para o outro.
    - Whew... precisamos continuar, Kazinho. Coloca o tubinho de novo por favor?

    Como recusar um pedido daqueles? Ka estava totalmente renovado e pronto pra uma missão complicada. Com o casal pronto e montados novamente a cavalo, eles seguem caminho, logo sentindo a chuva artificial cair sobre eles. Por sorte a água lava o rosto e os cabelos de Oribel limpando a porra que ela não conseguira aproveitar e por na boca. Ka começa a conversar sobre como fariam o trabalho. Pelo endereço que Nekobese passou, a tal mansão ficava na parte alta e nobre da cidade, o que significava que eles precisariam deixar os cavalos em algum lugar fora da cidade em si e preferencialmente escalar muros para evitar encontrarem tantos guardas quanto possível. Especialistas em se esconder, escalar e andar furtivamente teriam facilidade ali. Oribel diz que se garante, mas pergunta o quão enferrujado seu namorado estava. Se ele estivesse tão bom nas artes ladinas quanto no sexo, então estavam seguros do sucesso (diz e ri). O riso de confiança da elfa ali molhadinha da chuva era o que fazia Ka querer seguir em frente. Os dois fazem como combinado encontrando um estábulo fora da entrada da cidade para guardá-los. Enquanto se preparavam pra chegar nos portões onde guardas observavam cada pessoa que entrava, Ka entra no assunto de sua senhoria. Oribel responde após as perguntas:
    - Não se preocupe com isso. Você disse a ela que preferia a mim. Uma drow do porte dela jamais se rebaixaria a ponto de brigar com outra por um macho. Pra ela, quem saiu perdendo foi você! Mas sim, ela viria atrás de mim se eu traísse você e te prejudicasse, mas eu te amo demais pra isso... (beijo seguido de sorriso). Vamos?

    OFF: Próximo post vai incluir uma série perigosa de testes de habilidade envolvendo Destreza. Se houver muitas falhas, talvez seja possível usar de Carisma pra enganar ou convencer soldados e possivelmente combate. Decida se prefere que o dois vão juntos o tempo todo ou se vão se separar pra um invadir enquanto o outro distrai transeuntes, moradores da mansão etc.
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    Mensagem por Christiano Keller em Sex Jul 12, 2019 12:09 am

    Após Ka se recuperar de seu novo vício, Oribel, ele monta em um cavalo e diz:
    -- Venha, vamos no mesmo cavalo, mas eu vou na frente pois se não a gente não vai chegar lá nunca. O outro vai descansando um pouco. Quando Oribel sobe Ka sente a mão de Oribel pegando firme em seu pau e uma leve mordida nas costas. Calma, assim vou ficar esfolado. Tenha pensamentos sobre como vamos comemorar quando terminarmos o serviço. Ka podia sentir o abraço de Oribel e o calor dos dois corpos se encostando, porém estava mais relaxado e atento para seguir o caminho.

    Alguns momentos pensando sobre o que Oribel disse, Ka, comenta:
    -- Você disse sobre esconder, escalar e andar furtivamente, é que eu não sou bom em escalar nem em pular. Sou bom em coletar informações, esconder, andar furtivamente, diplomacia e arrombar. Quando Ka vai falar arrombar ele move a mão esquerda para trás e tenta dar dois tapas na bunda de Oribel e aperta um pouco. Também abro fechaduras. Ka fica em silêncio um momento pensando e completa: Eu acho que preciso de mais informações para tentar ver se distrair os guardas realmente ajudaria em algo e quanto teríamos que escalar. Fico preocupado em que eu distraia os guardas mas ai eu posso ficar sem notícias suas. Vamos precisar de um ponto de encontro. Se não voltar teria problema para entrar e saber sobre você, mas vou te buscar. O que acha de pagarmos alguém para quebrar algumas janelas e correr? Ai eu distraio os guardas que sobrarem na entrada falando que estão implicando com uma criança bancando o bêbado? A se eu soubesse escalar direito. Vai precisar ensinar-me a fazer isso direito. Ka já pensa em onde deixar os cavalos para seguir com o plano. Se tiver muita coisa para escalar acho melhor eu distrair os guardas. O que você acha? Sinto que estou colocando você em risco e deveria ir junto. Se fosse só um muro, a gente poderia se ajudar a escalar, certo? Tenho até corda. Também tenho um porrete para atordoar os distraídos.

    OFF: Estou com pouca informação para escolher entre ir junto ou distrair os guardas. Se for só um muro acho que podemos ir juntos. Se quiser resolver nos dados, eu topo.
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    Mensagem por Sailor Paladina em Sab Jul 13, 2019 2:35 pm

    Foto da cidade + Mapa da cidade nas mãos do Ka
    Spoiler:
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    "O 'x' marca o local, diz Oribel pra Ka enquanto os dois observavam o mapa embaixo de um toldo.
    - Vamos ter que atravessar a cidade inteira até chegarmos lá, já que estamos aqui nessa ponte.

    Ka aponta com o dedo um pouquinho errado da posição e Oribel ri levando o dedo dele pro lugar certo. Ela lhe da um beijinho, chamando-o de bobo. Aquela situação diminuía bastante o estresse deixando o casal calmo e confiante de que tudo daria certo. A elfa sugere que passassem primeiro pelos guardas a fim de verem o quão em alerta a cidade estava. A ideia é boa, o casal chega aos portões são observados a princípio com desconfiança, mais pelo fato de Ka ser um mestiço do que por qualquer outra coisa. Perguntados a motivação de estarem ali, Ka diz que ele e sua esposa tinham assuntos pendentes a resolver com amigos da nobreza que certamente ficariam incomodados se soubessem que seus parceiros comerciais estavam sendo barrados por autoridades. Os guardas se entreolham, dão dois passos pra trás e baixam a cabeça permitindo passagem, sequer ousando revistar qualquer um dos dois. Assim que passam, Oribel abraça Ka de ladinho, encostando a cabeça no ombro dele e dizendo que não era a toa que o amava.
    - Sua voz de mel me encanta, intimida senhorias de terra, convence chefões do crime e enrola autoridades. Um dia você será Rei, Ka. Eu eu quero estar lá pra ser sua Rainha. <333

    OFF: Blefar 15(+8) = 21 (CD15) Sucesso.

    Os dois já seguramente dentro dos portões da cidade, decidem como vão fazer dali pra frente. Como haviam passado de boa pelos guardas, talvez pudessem seguir juntos sem problema até o local. Ka percebe uma realidade completamente diferente da de Dirtmouth. Andar pelos becos de sua cidade natal era sempre um risco de ser roubado ou assassinado, e era graças a Shadowlady que ainda estavam vivos até hoje. Embora a deusa não aprovasse mentiras, essa era uma restrição reservada aos seus clérigos. Todos os elfos negros são seus protegidos e aqueles que sobrevivem ante todas as adversidades, eram dignos de serem chamados seus filhos. Já em Lacrimosa, a situação era completamente diferente, casais andavam com seus filhos despreocupadamente, mercadores ofereciam seus serviços abertamente ao invés de se trancarem em prédios com grades e até as tavernas tinham mesas nas ruas, com pessoas sendo servidas sob toldos do lado de fora. Crianças brincando na rua era algo inédito pra ele. Dado momento uma bola feita de couro bate nas pernas de Oribel e o casal ouve um menino gritar: 'moça chuta a bola de volta pra mim por favor?'. A elfa o faz de bom grado e olha sorridente pras crianças.
    - Já estamos quase perto do local, dá pra ver a mansão daqui, Ka.

    A mansão escolhida ficava no meio de muitas outras na cidade. Ela não se destacava em nada, exceto de estar em um lado luxuoso de Lacrimosa. Era um começo pelo menos. Talvez Nekobese não achasse sábio ir com muita sede ao pote. Uma drow bem vestida vai passando por eles, e Ka decide fazer perguntas sobre o local. Talvez devesse ter se separado da companheira, pois a mulher estranha tem a ligeira impressão de conhecer Oribel de algum lugar. Ela a olha de cima pra baixo e diz acusadora:
    - Sim, sim! Você é a irmã da Senhorita Origa. O que está fazendo aqui em Lacrimosa, sua sem vergonha? GUARDAS!

    Oribel sai correndo em disparada, provavelmente pra se esconder em algum lugar. A mulher olha pra Ka e pergunta se ele estava com ela, mas o rapaz alega que estava apenas pedindo informações pra chegar na casa de um amigo. A mulher suspira mas parece se acalmar.
    - Entendo. Perdoe-me por achar que um rapaz tão bem apessoado iria andar com aquela laia de gente. Eu posso ajudar, conheço todo mundo por aqui.

    Ka mostra o mapa pra elfa dondoca e diz:
    - Ah sim, sim. É a mansão do Omareth. Você é amigo desse indigesto? Um rapaz mestiço e bonito como você precisa selecionar melhor suas amizades, mocinho! Passe lá em casa mais tarde pra conversamos! (diz a Drow apontando a casa dela no mapa). Enfim, o Omareth não está em casa agora. A essa hora ele costuma estar bebendo na tavernas lá embaixo.

    A drow prossegue dizendo que Omareth sequer deveria ser dono daquela mansão e que a conseguiu por meio de um golpe do baú dado na antiga dona, Shadowlady a tenha. Os vigias da casa eram tão viciados em bebida e jogo quanto o patrão e certamente impediriam Ka de entrar pra esperar o amigo lá dentro. Ela segue seu caminho deixando Ka preocupado com a segurança de Oribel, mas pelo menos com toda a informação que precisava.

    OFF: Obter Informação 1(+11) Falha automática.
    Diplomacia 11(+8) 19 Sucesso.
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    Mensagem por Christiano Keller em Sab Jul 13, 2019 4:36 pm

    Ka fica pensando onde poderia ter ido para Oribel. Ela saiu correndo em disparada e Ka anda tentando não chamar a atenção das pessoas da cidade, mas procura Oribel olhando para todos os lados, pra cima e pra baixo. Ka até pensou em ir para a casa de Omareth, porém Oribel estava com o tubo. O caminhar era em um poto bem visível, para que Oribel pudesse ver onde ele estava e chamar sua atenção. Se Oribel tivesse que se esconder, talvez um disfarce viesse a calhar, porém seria um crime esconder sua beleza.

    Enquanto procurava Oribel, Ka pensa que poderia comprar uma jarra de cerveja e uma de vinho, ai ao passar perto da casa de Omareth poderia pedir informações sobre a casa da Senhora que conversou com ele. Ka até pensou em uma desculpa: que um amigo iria trabalhar lá num serviço de manutenção e iriam beber, mas também jogar. Ka pensava nos argumentos para usar: se os guardas gostassem de jogar e beber poderia argumentar que ele tem bebida, mas se racharem com ele poderiam jogar juntos já que não acha a casa da mulher em que está seu amigo e não quer voltar com as mãos abanando pra casa. Para Ka isso poderia distrair os guardas enquanto Oribel entra na casa e faz a limpa. Ka então diria que precisa ir ao banheiro fazer o número 2 e que deixaria o dinheiro dele ali, ao levantar faria gestos de quem está meio bêbado. No entanto Ka planeja sumir durante essa ida ao banheiro.

    Sem saber onde estava Oribel, Ka decide cantar ali na rua enquanto andava, talvez assim ela escutaria sua voz e daria um sinal. Então Ka começa:
    -- Cada vez que eu olho pra você
    Eu me apaixono outra vez
    Seu olhar é um mar e eu sou um rio de amor
    Cada vez que olho pra nós dois, o agora,
    O antes e o depois, são momentos
    Que os ventos não podem levar de nós
    Como o som da nossa canção de amor.


    Ka sabia que estava fazendo um papelão andando e cantando, porém no momento que visse Oribel iria parar e seguiria até ela. Quando a encontrasse explicaria seu plano e diria para Oribel pegar algo mais de valor da casa, para que Omareth pensasse que foi roubado em valores ou outras coisas, porém que os papéis estavam em ordem. Contudo, como os dois entraram juntos na cidade, precisariam sair também juntos e precisariam sair rápido após o furto, para não dar tempo de avisarem e fecharem os portões.
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