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    A maldição da mansão Holland

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    A maldição da mansão Holland Empty A maldição da mansão Holland

    Mensagem por Raijecki em Dom Jun 30, 2019 7:32 pm

    I.





    ***


    27 de fevereiro, 18h30min



    Uma leve garoa em um céu acinzentado molhava lentamente os grossos e fortes vidros dos painéis dos automóveis que ousavam subir a velha estrada do sinistro “Morro do silencio”. A subida é íngreme e escorregadia e a região, fria e de vasta vegetação, esta que encobre boa parte da visão do além do morro, com a clara exceção do motivo principal em que os bravos indivíduos a enfrentam, a imponente e esguia mansão Holland, soberana no topo do monte. No primeiro carro, o que guiava em frente rumo a tal mansão, estavam Charles McMuller, um influente jornalista da região, Ernest Crow, amigo de infância de Charles e atualmente um detetive particular e Kristofer Kruss, talentoso antiquário do principal museu da cidade de Nova Yorke.


    Charles McMuller:
    A maldição da mansão Holland CMljSDE


    Charles havia os chamado com certa urgência, assim como as duas mulheres que seguiam em seu automóvel logo atrás do deles. Elena, uma atriz cansada do sucesso e sua amante, Susan, uma paramédica militar em licença. Eles haviam atendido prontamente seu chamado pois, além de possuírem seus próprios motivos pessoais, no geral compartilhavam dos estudos e anseios de Charles sobre o oculto, sobre o que está além do imaginável para os pobres ordinários que apenas servem a máquina da sociedade que continua a funcionar.

    - Eu... Eu não deveria tê-la deixado ir... – Choramingava Charles, enquanto guiava seu bom e velho Willys 77 por entre a escorregadia estrada, sufocada pela grande quantidade de arvores deformadas, estas que formavam uma espécie de túnel por grande parte do caminho. Ele se referia a sua irmã, Sarah McMuller, psiquiatra e assim como ele e todos os outros ali, uma entusiasta do oculto. Ela havia desaparecido cerca de três semanas atrás e era o motivo principal daquela urgente e despreparada reunião.

    - Quando você me prometeu aventuras, bem... Não era bem isso que eu tinha em mente... – Comentava a brava paramédica Susan O´Hara, enquanto guiava um belo e caríssimo Rolls-Royce, um belo exemplo do poderio financeiro da excepcional artista que era Elena. Por mais que Susan concordasse e participasse dos encontros sobre ocultismo e bruxaria que sua amante Elena organizava, no fundo ela sentia que aquelas coisas não deveriam ser tocadas.

    Quanto mais avançavam e subiam em uma altitude considerável do temível monte, podiam observar mais algumas outras montanhas, cercadas por uma densa e sinistra névoa. Enfim chegavam aos portões da propriedade, e a noite e chuva chegavam para ficar. Charles reunia todos em frente aos enormes portões da propriedade, estes que, iluminado pelos faróis dos carros, pareciam revelar que o tempo não lhes fora gentil, pois estava muito enferrujado e várias trepadeiras agora tomavam conta de si, se emaranhando por entre suas grades.

    - Agradeço todos vocês por terem vindo aqui hoje, sei que não fora fácil, afinal todos tem seus afazeres e responsabilidades... - Começara Charles, sempre muito carismático, apesar da grave e preocupante situação em que se encontrava.

    - Ah por deus! Ande logo com isso homem, não vê que estamos nos molhando aqui!? – Dizia Susan, em tom aborrecido e sem muita paciência, segurando um grande e negro guarda-chuva por sobre as duas mulheres.

    - Sim, me desculpem... – Então o homem realizava algumas breves tossidas para limpar a garganta e assim continuar. – Como vocês sabem, minha irmã Sarah e mais um amigo que desconheço foram a esta residência a cerca de três semanas atrás, a fins de investigar os terríveis rumores que a cercam. Esta mansão... – Ele então apontava por entre o velho portão de ferro, e com um raio que caia triunfante do já enegrecido céu, todos ali poderiam ver a tão falada mansão Holland. Por mais que a noite e a chuva complicassem uma melhor visão, a mansão parecia estar bem diferente de sua entrada. Ela parecia relativamente nova, muito bem cuidada, como se tivesse sido construída a poucos dias.


    A Mansão:
    A maldição da mansão Holland Ddp8Xjk


    - ... É de propriedade de Donald Hollan, um magnata que acabou a abandonando depois que sua família acabou morrendo, misteriosamente vocês já podem concluir, e até alguns antigos funcionários acabaram por saírem enfermos e morreram logo depois. Então como se isso não bastasse, a cerca de um ano atrás, mais alguns entusiastas do oculto como nós também desapareceram sem deixar vestígios depois de aparentemente buscar informações sobre as lendas e mistérios que cercam este local...

    - Como que tudo isso pode acontecer aqui e ninguém faz nada?! – Questionava Susan, arqueando a sobrancelha e demonstrando um certo estranhamento com tudo aquilo.

    - Bom, nossa policia até começou a investigar, mas por falta de provas e talvez coragem, a investigação está rumando a passos lentos, além disso todos em nossa amada Arkham parecem se borrar de medo quando questionados sobre os eventos desta propriedade, com a exceção de vocês, é claro.

    - É claro. -  Respondera ríspida a militar, antes de direcionar seu olhar a Elena.

    - Então como vocês já devem saber, não podemos adentrar o local sem autorização, pois mesmo abandonada, ainda é uma propriedade privada. Pelo que sei, o velho Holland, que agora mora no exterior, deixou apenas um funcionário para cuidar da casa, seu nome é Alberto Gutembergue, e vocês já podem presumir que a história deste sujeito também é cercada de horrores, pois em minha pesquisa descobri que sua família também acabou por falecer de alguma espécie de moléstia nesta propriedade, e alguns ousam dizer que está completamente maluco hoje em dia, se é que ainda vive. – Charles então puxa de seu encharcado paletó uma folha de papel, mostrando-a a todos com certo cuidado para não a molhar completamente.

    - Como disse, precisaríamos de uma autorização, então consegui uma depois de subornar o nosso estimado juiz Harold Wallace. – Então se vira para o portão adjunto aos altos muros de alvenaria, e analisando a espessa corrente que prende o mesmo, pergunta a todos:

    - Alguém tem alguma ideia de como abrir isto aqui?






    Pessoal, enfim começamos nossa insana aventura, fiquem livres para interagirem entre si e perguntarem o que quiserem para os dois NPCs que estão em cena, além de que, se quiserem é claro, também podem descrever como Charles chegou até vocês e os convocou a esta reunião.

    Também peço que não se esqueçam do mais importante, usem e abusem de suas habilidades, especialmente as investigativas, pois elas não necessitam de testes, mas apenas que descrevam o uso delas e lhes direi o que querem saber ou o que conseguem descobrir.

    Outra coisa, como preferi não entrar na parte do crédito e itens, até porque isso demoraria muito tempo e não faria muito sentido pois a mesa sera curta e purista, vou considerar alguns itens que alguns personagens estão levando. Um Revólver .38 Especial Smith & Wesson (1902) para Ernest Crow, pois um detetive que se preze deve ter pelo menos uma arma né rs e também um rifle M1 Garand .30-06 (1936) com a NPC Susan, que é militar. Caso os outros jogadores necessitarem de algum item também, basta informarem em seus posts, mas realço que não faz muito sentido uma atriz e um antiquário andarem armados, então precisariam justificar muito bem isso.

    No mais espero que se divirtam e estou a disposição para quaisquer dúvidas. Boa sorte a todos e bem-vindos a insanidade!  lol!
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    A maldição da mansão Holland Empty Re: A maldição da mansão Holland

    Mensagem por Christiano Keller em Seg Jul 01, 2019 1:58 pm

    Kristofer Kruss,

           Kristofer havia perdido sua esposa durante um evento arqueológico e sabia que perder alguém era algo terrível. Quando Charles falou sobre o desaparecimento de sua irmã uma terrível tristeza envolveu o coração de Kristofer, o qual se prontificou imediatamente em ajudar a descobrir o que aconteceu. A família era muito importante então um amigo perdendo uma pessoa da família era algo que precisava ser investigado.
           Como Kristofer perdeu sua esposa agora estava determinado a ajudar Charles e para tal precisava ir preparado. Como ela estava desaparecida após entrar em uma casa os conhecimentos de Kristofer sobre arquitetura sugerem que há passagens secretas e que ela poderia estar perdida em um túnel ou até presa em um cômodo estranho. Para tal era necessário levar algumas ferramentas para abrir portas ou atravessar paredes. Uma talhadeira de 30 cm, uma marreta grande, um martelo de 3kg, um pé de cabra, 20 metros de corda, um rolo de 100 metros de fio elétrico comum, uma caixa de pregos, um alicate para reparos elétricos, um jogo de chaves para remover porcas,  chaves de fenda, um serrote e um facão para cortar ou entalhar madeira. Porém as ferramentas mais brutas não eram as únicas que seriam necessárias, evidências precisam ser coletadas, plantas das edificações, uma fita métrica para curvas, um metro de 3m dobrável, uma lupa, um pincel para remover terra ou poeira, 4 pares de lenços limpos para cobrir a face, luvas para proteger as mãos, uma mochila, 4 sacos de pano para transportar terra ou detritos, um balde, isqueiro e uma lima para cortar barras. Porém o oculto era estranho e tinha segredos próprios, logo algumas coisas eram importantes como alho, um crucifixo, uma estaca de madeira, um colar de prata e não menos importante uma arma de fogo. Um Revólver .38 Especial Smith & Wesson (1902) era uma última opção, não era uma escolha, era um limite que Kristofer não queria cruzar, porém não poderia ficar parado e uma arma poderia resolver problemas para intimidar pessoas ou até afastar criaturas das sombras. Se encontrassem um vampiro Kristofer tinha outros planos, ajudaria a criatura em troca de tornar-se um ser imortal porém precisava estar preparado para não ser apenas um lanche.

           Ao sair de casa era possível prever chuva em algum momento, então Kristofer pega um chapéu, guarda chuva e um casaco do tipo sobretudo impermeável pois se houvesse uma caminhada na terra ao redor da propriedade era bom ficar seco. Kristofer lembra que seus sapatos de couro de ovelha não são páreo para uma chuva e troca por um par de botas. Ao apalpar os bolsos para conferir se está levando as chaves, algum dinheiro e seu canivete Kristofer lembra que também poderia ter problemas com machucados. Ele busca por algumas coisas em sua casa para fazer um kit de primeiros socorros similar ao que levou em sua última jornada com sua querida esposa. As lágrimas então tomam conta da face de Kristofer ao relembrar o ocorrido. Por sorte as lágrimas poderiam ser encobertas pela garoa que molha sua face ao carregar o carro de Charles.

          Charles fez um belo discurso, subornou um juiz e falou várias coisas, porém Kristofer queria ter certeza que ele não estava guardando nenhum segredo, ou até colocou todas as cartas na mesa. Precisava avaliar sua honestidade.

          -- Tenho ferramentas no carro, mas não sei arrombar coisas. Se algum de vocês souber uma forma mais fácil do que quebrar o suporte das dobradiças do portão a marteladas eu agradeço.
          Kristofer olha para os presentes enquanto pensam.

          Alguns segundos depois, com ou sem resposta deles adiciona:
          -- Charles, isso é tudo? Não tem algo a mais que gostaria de nos contar? Estou disposto a cometer alguns crimes por você meu amigo, mas gostaria de saber se estamos todos com as mesmas informações.

          Kristofer então pega as ferramentas no carro e mostra o que tem torcendo para alguém saber arrombar aquilo pois queria guarda forças para outras atividades. Então ele levanta a cabeça e observa a mansão tentando montar uma planta em sua cabeça. A arquitetura era simples para as paredes, janelas e dimensões gerais porém alguns detalhes poderiam indicar coisas relevantes, como a quantidade de chaminés e a quantidade de ladeiras. Os 3 andares superiores estavam claros, mas haveria algum porão?
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    Mensagem por Dycleal em Ter Jul 02, 2019 1:15 am

    Elena está na cama sem conseguir conciliar o sono, as leituras que fizera com Susan foram no mínimo assustadoras, porém bastante reveladoras e mesmo os momentos íntimos com Susan, apesar de relaxantes e satisfatórios, ainda lhe roubavam o sono nos seus devaneios filosóficos.

    Foi neste momento que o telefone toca do outro lado da cama e ela se lamenta em deixar que Susan continue mantendo o telefone do seu lado para a proteger do assédio dos empresários e dos fãs. A artista consegue entender o sentimento de proteção de quem ama, porém havia horas que ela sentia falta de um pouco de privacidade, mas este era um preço que valia à pena pagar para ter Susan ao seu lado, ela ouve a resposta ríspida da militar e o comentário nada diplomático em relação as horas e por fim passa o fone dizendo: - É o Senhor McMuller e seus ouvidos já ouvem um corolário de desculpas e finalmente, com a voz embargada e triste e de forma reticente, cita que ama a irmã, que não pode viver sem ela e por fim revela que ela sumira em uma visita de pesquisas na Mansão Holland.

    Entendendo a urgência, a hispano-americana lhe promete que logo estará no ponto de encontro pois sabe da importância da psiquiatra tanto para o irmão, quanto para o estudo do oculto e desliga o aparelho e levanta-se enquanto Susan pega e o coloca na comoda. A atriz procura no guarda roupa, a roupa de exploradora que usou em um de seus filmes e pega a sua adaga cravejada com um rubi que ganhara de um paxá indiano, seu admirador e a arma que seu segurança escolhera para ela pela praticidade e segurança no manejo e o mais importante, por caber na sua bolsa social. Ela pede a Susan que providencie itens de sobrevivência e pesquisa e as suas maquiagens, pois não sabe o que poderá encontrar, a Susan pragueja algo e depois sorri partindo para providenciar as "bagagens".

    Quando desceram as escadas da mansão ainda chovia muito e Elena pediu a Susan que pegasse o Rolls-Royce negro para se disfarçar na noite e seguem para o ponto de encontro de onde parte seguindo o carro que conduz Charles e prosseguem até pararem diante da Majestosa mansão. A nevoa era densa e a chuva pesada, deixando o clima frio e um tanto assustador, Elena diz para Susan que aprecia ela estar a apoiando ali, mesmo sabendo que ela prefere que certas coisas não deveriam ser investigadas, a amiga apenas faz um gesto de "deixa para lá".

    O Senhor McMuller explica um pouco sobre a mansão, o que era um conhecimento comum á todos e relata alguns procedimentos que precisou tomar e dos estratagemas que executou para poderem adentrar na missão e parece que os altos muros e o portão e a corrente enferrujadas é o que os separam da misteriosa casa dos horrores, onde está o futuro ou o fim da charmosa psiquiatra.

    O jornalista por fim, pegando na corrente pergunta se alguém tem alguma ideia de como abri-la.

    Elena distraída, admira a construção e memoriza as sua alas e andares, posicionamento das janelas, imaginando os cômodos e seus tamanhos e ainda distraída diz: - No meu último filme, tinha-mos uma cena de invasão e não entravamos pela frente, mas pulavamos o muro pelas laterais, de preferencia onde tenha bastante vegetação para se esconder...
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    A maldição da mansão Holland Empty Re: A maldição da mansão Holland

    Mensagem por 7z em Ter Jul 02, 2019 7:47 pm

    - Ernest! Muito triste ser esse o motivo a nos unir mais uma vez! - Fala McMuller enquanto lida com um gigantesco nó na garganta ao ver o amigo de infância, e continua, - Sei o quanto Sarah é importante para você! E você sabe o quanto ela é importante para mim… O jornalista procurava palavras que nem precisavam ser pronunciadas, na primeira troca de olhares após Ernest ter lido a carta a ele endereçada na qual relatava o desaparecimento de Sarah, nada mais precisava ser dito. Mesmo assim McMuller sentia a necessidade de se expressar, mas era demais, as palavras eram demais, já lhes bastava aquela troca de olhares pesados como chumbo bruto, e relembrar o fato que os unia apenas agudava a dor da ausência de Sarah e suas circunstâncias, logo eram assaltados pelo sentimento de que algo que deveriam fazer, e não fizeram, mesmo sem ter noção alguma do que devesse ter sido feito, era tão somente aquele afeto de desassossego a corroer aqueles dois a cada palava pronunciada. Sei lá, talvez devessem ter desconfiado que Sarah estava estranha demais, acompanhá-la, insistir para que se abrisse e informasse dos seus planos, fariam tudo para dissuadi-la, mesmo que essa fosse a tarefa mais árdua de todas, pois ambos sabiam da força de vontade de Sarah, mas isso não amenizava um desassossego a corroê-los, então Ernest logo o interrompe, - Não precisa falar mais nada Charles. Vamos fazer o que nos resta fazer, onde quer que ela esteja, a trarei de volta, nem que seja a última coisa que faça! – E a sinceridade daquelas palavras encerrava o quer que tivesse de ser dito, os fortalecendo o bastante para rumarem à trilha obscura que lhes aguardavam.

    Durante toda a viagem de carro Ernest ficou quieto lembrando de cada momento bobo que passou junto à Sarah. Cada instante insignificante, que vistos agora, o comoviam até a alma. E sim, o beijo, aquele momento em que seus pés esquentaram com o calor da boca de Sarah, e mais que de repente Ernest é tirado de suas digressões ao súbito freio do automóvel, e a lanterna do carro a iluminar o velho portão com a luz sendo entrecortada pelos pingos da chuva insistente. Um raio, e ao fundo lá estava o que lhe separava de Sarah, agora era a hora de deixar os sentimentos guardados, toda a fraqueza, receio e titubeio deveriam ser afastados, Ernest pisca demoradamente os olhos mais uma vez, respira longamente antes de abrir os olhos de modo decidido e determinado. O quer que aquela residência soubesse de Sarah, Ernest arrancaria, e então sai do carro. McMuller havia acabado de falar com todos e logo partiam em busca de uma maneira de adentrar no local. Estavam querendo abrir um cadeado, Ernest não sabia bem a função dos demais, mas não estava preocupado com eles, não perderia seu foco por nada.

    Retira de trás do bolso interno do sobretudo uma pequena carteira de couro, desata as tiras que a mantinha compacta, e logo começa a tatear entre inúmeros finos objetos de formatos inusitados enquanto caminha para averiguar o cadeado. Naturalmente os demais membros daquela incursão vão dando espaço para Ernest, e o ex-espião, que fizera aquilo tantas e tantas vezes, desta, se segurou antes de iniciar o desmonte do dispositivo e começa primeiramente averiguando se ele já havia sido arrombado antes, e só então que vai desarmar aquele cadeado.

    Aquela casa precisaria de muito mais para impedir Ernest, e um aperto dentro dele lhe dizia que um cadeado a se arrombar era o menor de seus problemas, o seu sexto sentido começara a lhe avisar, esta missão exigiria mais do que Ernest talvez conseguisse oferecer, mas Ernest empurra seu sexto sentido pra o lado, mais uma vez respira fundo, e começa a destravar o dispositivo. Seu sexto sentido certo ou errado não importava mais, era por Sarah, e iria até o fim.
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    Mensagem por Raijecki em Qua Jul 03, 2019 12:17 pm

    II.





    ***

    27 de fevereiro, 19h30min



    O antiquário utilizava de sua percepção, oriunda de anos de experiencia negociando seus artefatos com o mais variado tipo de pessoas do mundo inteiro, para então assim avaliar se Charles estava sendo sincero em suas palavras. Para sua tranquilidade, nunca vira seu amigo sendo tão sincero como naquela ocasião, era até estranho, visto que ele sempre demonstrara um carisma absurdo e tamanha facilidade a ludibriar até o mais sério dos entrevistados em seu trabalho.

    - Essa é nova, um homem traz as ferramentas, porém não sabe usar, estamos muito bem servidas por aqui Elena. – Debochava Susan de Kristofer, indignada pela fala de seu colega.

    - Susan, não é hora para isso, toda ajuda é... – Charles tentava passar panos quentes na situação, mas era surpreendido pelo detetive, que com sua especialidade advinda de seus anos de vida como espião tentava arrombar o cadeado que prendia a corrente do portão.

    - E não Sr. Kruss, isso é tudo que sei, mas estou preocupado, estes rumores talvez tenham um quê de verdade, portanto devemos ter cuidado em nossas ações. – O jornalista respondia ao antiquário, em um tom inquietante, como se ele realmente acreditasse nas histórias sinistras de desaparecimentos daquela propriedade.

    - Isto não é um filme Elena. – Susan a responde sem muita paciência. – Charles tem uma autorização do juiz Harold, não vejo o porque de entrarmos na surdina.

    - Sim, claro, mas todo cuidado é pouco, talvez deveríamos considerar a sugestão de Elena. – Comentava Charles, sempre muito politico e neutro em relação as opiniões adversas. Ernest então constatara que o portão era velho e seria facilmente arrombado, um tanto estranho e destoante perto da beleza e aparente jovialidade da casa, e consegue abri-lo sem problemas.

    - Ah! Vejam só, nosso estimado detetive é um homem de vastos conhecimentos afinal de contas... Não se ofenda Sr. Kruss, por favor. – Então Charles passa pelo portão recém-aberto e convida seus amigos a prosseguirem com ele. – Vamos? – Por mais que Charles pareça calmo em relação a situação, seu semblante condiz uma certa urgência em suas palavras.

    Seguindo o caminho pelo portão, todos poderiam observar que toda a área em volta do terreno realmente parece velha e malcuidada, com a vegetação tomando conta do local. Se realmente existe um caseiro, seu serviço parece estar aquém do previsto. A aproximadamente 100 metros da entrada, a uma espécie de casebre de madeira, e na direção contrário fica a entrada principal da mansão. Aparentemente não há ninguém no local.

    - Devemos ir direto a casa ou melhor olhar toda a propriedade primeiro? – Pergunta Charles, um tanto quanto ansioso e nervoso.






    Pessoal, vamos combinar algumas coisas, primeiro, peço que vocês descrevam também em OFF o uso de suas habilidades, pois assim fica claro que estão as utilizando e também para um futuro gasto de pontos das mesmas. Podem fazer como este exemplo aqui:

    "Vou usar a habilidade biologia pra ver se essas plantas em redor da casa são normais, e quero gastar um ponto de arquitetura para analisar a construção."

    Separem o post em ON pela linha e escrevam mais ou menos como fiz no exemplo, assim fica mais fácil pra mim analisar, ok? Assim eu não preciso adivinhar ou interpretar que vocês estão usando tal habilidade, como fiz neste post.

    Segundo, vocês podem interagir entre si, fazer perguntas e etc, até combinar ações em OFF, e eu recomendo isso, pois isso pode salvar a vida de seus personagens. Eu sei que é o primeiro post, mas vocês precisam se antenar a isso, por exemplo, se um NPC ou jogador pergunta algo e vocês ignoram, a cena vai seguir e aquele momento irá se perder, pois nem sempre vai ter um NPC pra interagir com todos.

    Agora uma dica para o @7z, eu sei que você esta voltando ao PBF agora, então só quero deixar claro que quando falei sobre descrever como o Charles chegou a vocês, não era exatamente para colocar falas na boca dele, pois ele é um NPC e vocês não os controlam, mas como foi o primeiro post e eu deveria ter explicado isso melhor, irei relevar desta vez, mas peço que preste mais atenção nisso, por favor.

    Para o @Christiano Keller a dica é seguinte, essa mesa se passa nos anos 30, estas coisas não se achavam tão facilmente assim sem tempo, e eu deixei claro no post que você estavam em uma reunião despreparada, além de que seu personagem é um antiquário, não um empreiteiro ou pedreiro, não faz nenhum sentido ele voar de NY até Arkham com um monte de coisas, ou até de ter adquirido nessa cidade mesmo. Eu disse para vocês escolherem itens no sentido de ser um ou dois, e não usar isso livremente, então vou desconsiderar a maioria das coisas que você colocou ali e te peço pra escolher no máximo dois itens, ok?

    @Dycleal, coloque suas falas em negrito também, assim facilita a leitura de todos, por favor.

    Bom, estas foram as sugestões desta vez, peço encarecidamente que vocês possam compreender o porque delas e que em seus próximos posts já as coloquem em pratica em prol da funcionalidade da mesa. Qualquer dúvida estou à disposição.
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    Mensagem por Christiano Keller em Qua Jul 03, 2019 12:47 pm

    Kristofer Kruss,

           -- Essas ferramentas são para atravessar paredes e não abrir portas. Vou colocar estas coisas no carro que vai ficar aqui fora. Porém vou levar uma corda e um martelo, certo pessoal? Kristofer coloca as coisas de volta no carro, passa a corda em seu ombro esquerdo e o martelo no cinto da calça do lado direito.

    OFF:

    Não entendi essa de gastar pontos. Como funciona? Tenho 2 pontos em habilidade X e só uso 2x na aventura?

    Por exemplo, quero avaliar a arquitetura da casa, aviso aqui que gastarei 1 ponto para fazer isso?
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    Mensagem por 7z em Qua Jul 03, 2019 10:26 pm

    Ernest gasta meio minuto observando bem toda a paisagem antes de decidir qual seria seu primeiro ponto de análise. E como todo bom investigador, ele a inicia do ponto onde encontra-se, volta-se para os próprios pés e vai erguendo a vista, com ajuda de uma espessa lanterna a pilhas, contempla toda a flora local, o detetive está em busca de pontos de quebra no estrato de vegetação, ou seja, evidências de descompasso na linha natural da estrutura das plantas, amassos, rastros, arregaços, etc. pontos que denunciariam atividade recente onde as plantas, de alguma maneira, pudessem lhe relatar.

    [OFF] Coletar evidências, não haverá uso de pontos. [/OFF]
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    Mensagem por Dycleal em Qui Jul 04, 2019 12:46 am

    Elena segue a Susan bem de perto, sente segurança nela e fica pensando se ninguém percebeu que a casa os observa e por isso não achava adequado entrar pela frente através do portão, mas preferiu se calar, pois se externasse isto todos pensariam que estava louca e de louca ela não tinha nada, podia ser imaginação, mas a sensação que sentia parecia real e continua andando atrás da militar e observa se tem algum flor bonita no jardim, que valha a pena ser observada, no sentido estético, é claro.
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    Mensagem por Raijecki em Qui Jul 04, 2019 9:57 am

    III.




    ***

    27 de fevereiro, 19h40min


    - Há! Nosso antiquário também sabe retrucar é? Bom, agora só falta entender a diferença de uma porta para um portão, querido. – Dizia Susan em tom de extremo deboche após o comentário de Kristofer. – Vamos Elena, se viemos até aqui... – Ela então pega seu rifle e se certifica que está carregado antes de arrastar sua amante para além do portão, onde Charles McMuller esperava seus bravos companheiros.

    - Se me permite a sugestão Sr. Kruss, acredito que sua pistola seja mais eficaz caso viemos a precisar. – Respondia Charles, na esperança de que seu amigo se concentrasse no que estavam fazendo ali. Ernest Crow tentava utilizar mais uma de suas habilidades de detetive, para então analisar alguns vestígios ou rastros entre a vegetação que tomava conta da entrada logo após o portão, porém era como se ninguém passasse por ali a um bom tempo, o que era estranho, pois pelo menos alguém deveria estar vindo até lá para deixar a casa tão bela daquele jeito.

    Elena segue Susan como se a mulher fosse lhe proteger de tudo o que viesse com sua bravura e determinação, e pelo caminho tentava em vão achar alguma planta que pudesse aliviar toda aquela situação, mas tudo o que encontrava com seu olhar eram apenas plantas feias e retorcidas, que apesar de tomarem conta do caminho de pedras, de alguma maneira pareciam diferentes das outras que ela avistara de carro ao longo do caminho até ali.

    - Vamos pessoal, não podemos nos separar! – Gritara Charles para os dois homens que ficavam para trás. Então todo o grupo chegava em frente à entrada da mansão.

    - Hum, uma residência muito bonita realmente, talvez tenha passado por uma recém reforma? - Questionava-se Charles.

    - Não. – Dizia uma voz completamente desconhecida a todos ali, vinda da direção contrária do grupo. Charles e Susan se viravam imediatamente e a militar apontava a arma assustada para de onde a tal voz surgia. Por entre as sombras realçadas pela luz lunar, um homem um tanto quanto “moribundo” surgia com uma espécie de pá de jardinagem em sua mão, esta que estava suja de terra.

    - O que querem? – O homem estranho perguntava a todos. Seu olhar parecia perdido, sua voz rouca e grave, e sua aparência sugeria que os anos não tinham lhe sido gentis.

    - Ah... Sr. Gute... Gutembergue? – Gaguejava o jornalista, claramente se recuperando do susto que levara. Susan abaixava sua arma aliviada, e sugeria a sua companheira para que tentasse explicar a situação já que Charles parecia um tanto quanto nervoso demais.

    Alberto Gutembergue:

    A maldição da mansão Holland D544655b270fd6daf9cff1cba2d3783c

    - Talvez você pudesse usar o seu dom pra convencer ele a nos deixar em paz Elena... - Cochichava no ouvida da atriz.
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    Mensagem por Christiano Keller em Qui Jul 04, 2019 10:34 am

    Kristofer Kruss,

    -- Muito bem Charles, trocarei o martelo pela pistola. Prefiro não chegar a ter que usar uma arma.
    Rapidamente Kristofer troca as coisas e segue para acompanhar o grupo.

    No momento em que encontrar o homem, Kristofer percebe que há algo estranho acontecendo, mais estranho do que imaginava. Charles está gaguejando e a aparência do homem é... por falta de uma interpretação melhor, bizarra.

    Kristofer deixa os outros conversarem, talvez uma mulher possa interagir melhor com o velhinho, sexo abre as portas.

    OFF:

    Vamos ver se faço isso direito:
    Sem gastar pontos quero avaliar a honestidade e sentir o perigo na conversa com o velhinho com os outros presentes.
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    Mensagem por 7z em Qui Jul 04, 2019 2:10 pm

    Hmm interessante, devemos ter pelo menos mais uma entrada fora essa, e provavelmente é a que a própria Sarah utilizou.

    Ernest refletia onde poderia ser essa possível entrada alternativa enquanto seguia o grupo, quis olhar melhor a casinha de madeira, mas Charles o convocara e decidiu - por hora - seguir o grupo, mas tinha consigo a certeza que assim que seu instinto lhe apontasse um caminho, ele o percorreria, o grupo parecia bem distraído, e isso poderia atrapalhar bem mais que ajudar. Cogitou até ter sido melhor ter vindo antes de todos, mas já era tarde. Todos chegam na frente de casa e antes do detetive averiguar a entrada principal é surpreendido com a aparição quase que mágica do único funcionário que Charles já havia relatado, e o modo com que ele se apresenta, e as circunstâncias do grupo - entrando sem aviso prévio, arrombando o portão - levou a atmosfera rapidamente a um alto patamar de tensão.

    Charles não conseguiu fingir sua descompostura e vai gaguejando mais do que respondendo. E o detetive sabe o quanto uma situação como essa exige uma ocupação de lugar, toda conversa mediada por tensão é uma disputa de posição de poder. Igual a uma guerra, é preciso ocupar o espaço antes do outro e alcançar altura de vantagem necessária para que o que seja dito ganhe corpo de autoridade e ares críveis. Assim Ernest nota o vácuo de presença deixado por Charles, outro teria já se aproveitado deste momento, mas não foi o caso do zelador, ele parecia um tanto disperso. Ernest então retira cuidadosamente da mão de Charles a autorização judicial e calmamente caminha para apresentá-la ao homem.

    - Sr. Gutembergue?! Isso?! Estávamos a sua procura. Como pode ver temos uma autorização judicial para vasculhar esta residência. Uma pessoa desapareceu após vir a esta residência, ou foi morta ou sequestrada, e precisamos de respostas... - Ernest ia avançando calmamente, mas de modo decidido e firme em direção ao velho, falando tranquilo e com ar de autoridade. - Fosse um pé-rapado qualquer ninguém estaria enfrentando uma chuva à essa hora da noite querendo respostas, mas infelizmente foi alguém bem poderosa, pertencente a uma família daquelas que não aceitam más notícias. Essa pessoa precisa ser encontrada e alguém precisa ser responsabilizado para aplacar a fúria dessa família mimada. Alguns aventam ter sido o senhor o autor de tal crime, já que é o único, imagino, que frequente esta casa. Mas prefiro crer que não. Ou foi?!

    OFF:

    Intimidação: Uso de 1 ponto.

    O detetive já fizera esse expediente inúmeras vezes, a intenção é colocá-lo dentro do seu raciocínio ao responder uma pergunta retórica, geralmente, acusando de algo que o force a entrar no raciocínio, e após ter entrado na linha lógica construída ali, o convencimento e manipulação se dariam bem mais facilmente, sua mente seguiria a mente de quem criou e guia a lógica na qual se embarcou. Pra isso é preciso que seja exatamente como estava sendo, uma torrente de afirmações em sequência, difíceis até de serem assimiladas, para não dar tempo de raciocínio crítico do interpelado. Aliado a esta técnica, Ernest acrescenta o fator social. Ele sabia que os mais humildes sempre estarão vulneráveis aos sabores dos poderosos, e se aquele zelador soubesse de algo, iria querer evitar de que toda a culpa de algo recaísse sobre ele, ou, se ele fosse realmente o responsável por ter feito algo à Sarah, o detetive dificultava a capacidade deste mentir.
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    Mensagem por Dycleal em Qui Jul 04, 2019 10:32 pm

    Elena mesmo puxada, literalmente, por Susan, não parece caminhar. A vista rápida, parecia flutuar no seu caminho, com um distanciamento cuidadoso e aparente, mas sua mente e seus olhos trabalhavam febrilmente, olhando a vegetação e a arquitetura a sua frente e se perguntando sobre o porque do contraste, como se as coisas vivas estivesses mortas e as coisas inanimadas, estivessem vivas e achou beleza neste contraste, mas ainda assim, a intrigava.

    Enquanto estava absorvida por esses pensamentos e observações, ouve um sonoro não e os rostos assustados de Charles e Susan se virarem para o lado oposto da mansão. Um homem que lhe lembrava alguém conhecido questiona o grupo sobre o que querem ali e um Charles nervoso gagueja o seu nome: -" Gutembergue".

    Susan sussurra aos ouvidos de Elena para ela usar seus dotes de interação social com aquele homem cadavérico, mas a hispano americana teima em tentar se lembrar de onde lembra dele antes de interagir, afinal isto poderia fazer uma diferença significativa na intervenção, porém enquanto puxa pela memória, o intrépido detetive aborda o sujeito de forma intimidativa e sem deixar espaços, e embora a artista não ache que seja a melhor maneira e que se não funcionar, vai atrapalhar o seu trabalho de envolvimento emocional, admite que tem chances de dar certo e se prepara para improvisar a sua fala naquele script da realidade e de repente se lembrar de onde lembra da sua fisionomia, ele era a cara do ator Boris Karloff que fizera Frankenstein na sua película de terror que participara, mas ela lembra que o Boris era Inglês e em nada parecia com o sotaque daquele pobre e caquético jardineiro, mas isso reforça elementos que ela usará na sua abordagem, se fizer necessário uma intervenção de emergência.
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    Mensagem por Raijecki em Sex Jul 05, 2019 1:31 pm

    IV.



    ***

    27 de fevereiro, 19h50min

    Quando o estranho homem surgiu diante daquele inusitado grupo, o antiquário não hesitou em novamente tentar avaliar a honestidade do sujeito bem como de usar seus instintos na tentativa de perceber se algo estava errado, se o perigo os rondava. Felizmente - ou não - para ele o homem parecia inofensivo, pois apesar de levar consigo uma pá, sua idade avançada e seu aparente estado mental nunca conseguiriam deixa-lo ser agressivo de forma alguma. O que poderia deixa-lo com uma sensação no minimo preocupante era o clima pesado que toda aquela propriedade emanava.

    No mesmo instante, o detetive particular Ernest Crow partia para cima do velho, puxando de Charles a autorização judicial e a "esfregando" naquela face prejudicada e malcuidada do sujeito, além de o intimidar com sua forte presença e palavras, na tentativa de descobrir o que o débil senhor tinha a revelar. O velho apenas observou aquele pedaço de papel – agora ensopado pela chuva - por alguns segundos – talvez ele não soubesse ler, ou não ligava – e então respondia a Crow.

    - Desapareceu? Pessoa? Hummm... -  Sua voz parecia mais um resmungo do que qualquer outra coisa, e o tom rouco e talvez até debilitante poderiam irritar qualquer um com a demora que levava para concluir suas falas. - ...Casa. - Ele por fim dissera, fazendo um grande esforço para levantar sua mão livre e apontar seu dedo indicador na direção da porta de entrada da mansão. Aquilo parecia ser tudo o que Ernst ou os outros presentes conseguiriam daquela aparente pobre e atormentada alma.

    - Casa... Ela está aqui dentro?! - Charles despertara quase imediatamente de seu transe e forçava a maçaneta com força. - Sarah! Sarah estamos aqui! - Gritava freneticamente, muito diferente daquele jornalista calmo e sedutor que todos conheciam e admiravam. Se os presentes ainda desconfiavam de Charles, mesmo que um pouquinho, agora tinham certeza de que o seu velho amigo estava desesperado para encontrar e salvar sua irmã, caso ela realmente estivesse em apuros. A porta sedia facilmente, não aparentava estar trancada, e Charles desaparecia da visão de todos ao adentrar a residência, com apenas seus berros a soar cada vez mais distantes e abafados dos ouvidos dos investigadores. Alberto Gutembergue também desaparecia diante de todos, provavelmente tinha se aproveitado da breve e involuntária distração gerada por Charles? Mas teria capacidade física para sumir tão rapidamente diante de todos e principalmente de Ernst?

    - Mas que droga! - Esbravejava a militar, e ao analisar que sua amada ainda estava concentrada no aparente nada, tentava desperta-la de uma vez. - Elena, acorda! Precisamos ajudar seu amigo! Vamos! - Então fazia menção de que as duas fossem atrás de Charles imediatamente. - Sr. Detetive! Nós vamos atrás de Charles na casa, vê se tenta achar aquele velho estranho! - Dizia em tom autoritário a Ernst, este que jazia na chuva com o papel agora deformado e ilegível pela água da chuva.

    - Espero que o senhor saiba usar esta arma Sr. Kruss! - Ela também dizia ao antiquário, na esperança de que o mesmo as auxiliasse na busca dentro da residência, ou se preferisse, ir atrás do estranho caseiro.  






    Estado atual:
    Ernest Crow:

    • Sanidade (10)
    • Vitalidade (11)
    • Estabilidade (9)

    -1 Intimidação / Intimidação (0) Não pode mais utilizar esta habilidade.

    Elena Fernandez Morgham:

    • Sanidade (5)
    • Vitalidade (12)
    • Estabilidade (12)

    Kristofer Kruss:

    • Sanidade (10)
    • Vitalidade (10)
    • Estabilidade (10)

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    Mensagem por Christiano Keller em Sex Jul 05, 2019 2:23 pm

    Kristofer Kruss,

          -- Permaneçam juntas, Ernest e eu vamos ver pra onde o Gutemberg foi. Ele deve ter largado rastros pelo caminho.
    Kristofer procura pegadas e estuda caminhos para perseguir Gutemberg. O mato seria alto o suficiente para esconder uma pessoa, porém não uma pessoa de pé em velocidade de caminhada ou corrida. Havia os cantos da casa para direita ou esquerda, porém também havia aquele pequeno casebre separado da casa.

           -- Ernest, estou procurando opções de onde este homem possa ter ido. Quer ver o casebre também?


    OFF:

    Quero usar a habilidade, sem gastar pontos:
    Perseguição ou coletar evidência, para rastrear o caminho do homem.
    Talvez o conhecimento de arquitetura aliado a visão do exterior da casa ajude com "pontos cegos" que ajudariam o homem a se esconder desde nosso ponto de vista.
    Talvez a habilidade de ocultação possa sugerir esconderijos a serem investigados do lado de fora da casa.

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    Mensagem por Dycleal em Sex Jul 05, 2019 6:14 pm

    Elena saí dos seus pensamentos com as palavras de Susan de segui-me sem dar muita opção de dizer não e quando se dar por si, está adentrando na mansão correndo como uma louca pelo hall de entrada e pergunta: - Querida, estamos correndo atrás de que ou de quem?
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    A maldição da mansão Holland Empty Re: A maldição da mansão Holland

    Mensagem por 7z em Sex Jul 05, 2019 8:58 pm

    Quanto mais Ernest se aproximava do zelador, mas estranho ele lhe parecia, aparentava estar alheio a tudo, e a sua maneira de lhe responder lembrava a pacientes lobotomizados. Ele não estava bem, a inquirição não seria nada simples, pensou o detetive. Ainda mais pelo fato de Charles não se permitir ter quaisquer autocontrole. Ernest olha para seu amigo de infância e o vê descompensado, abrindo em alvoroço a porta principal e se ponto a adentrar na casa sem quaisquer ponderação. Aquilo não deveria ser assim. Rapidamente passa-lhe o pensamento de que não fora uma boa ideia vir junto com Charles, ele não estava com o psicológico suficiente forte para enfrentar essa investigação. Agora o detetive estava entre seguir tentando arrancar algo do único morador daquela casa, e proteger seu amigo alvoroçado.

    A questão complica mais quando Ernest percebe que, bastara virar para ver as descomposturas de Charles, e voltar com a cabeça, e o velhinho já não se encontrava mais ali. Aquilo não fazia o menor sentido! Ele olha novamente para Charles na tentativa de falar algo que o fizesse parar, mas já parecia ser tarde. Como que ensaiado, o grupo naturalmente se divide. E fazia muita mais lógica para Ernest perseguir Gutembergue que entrar na casa. Sua fuga o deixava bem mais suspeito do crime que o próprio detetive inferiu a ele, do que se imaginou de princípio. Só em pensar no que aquele ser asqueroso por ventura tivera feito à Sarah, enchia o estômago de Ernest de ódio e força para alcançá-lo. Mas não parecia ser nada simples, o velho se movia como as sombras, chegara sem ser notado, saíra da mesma maneira! A falta de lógica deixa Ernest um pouco confuso, mas só dura um momento, não tarda a realinhar os pensamentos e seguir Kristofer, mas não segue sem antes falar em voz clara e de modo enfático para todos que se dispersavam naquele momento - Daqui a 30 minutos TODOS AQUI NA ENTRADA NOVAMENTE! - e olha o seu relógio de pulso falando em voz alta a hora exata que o aparelho registra.

    Spoiler:

    Deixo para o mestre dizer que horário ele vê.

    Ao perceber que o companheiro procurava por rastros deixado pelo zelador durante a sua extraordinária fuga, de pronto Ernest faz o mesmo, e sabia muito bem para onde olhar... Há uma única vantagem em um ambiente chuvosa e lamaçado... pegadas. O detetive procura por elas a partir do ponto onde o velho estava de pé em sua frente e pra que direção seguiram.

    Spoiler:

    Habilidade Coletar Evidências, sem uso de pontos.
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    Mensagem por Raijecki em Sab Jul 06, 2019 10:27 am

    V.



    ***


    Susan acenava positivamente com a cabeça para o colega antiquário, e seguia arrastando Elena, ainda perdida em seus pensamentos, para dentro da sedutora e sinistra residência. Quando a famosa atriz se dava por conta, já estava dentro da opulenta mansão Holland, mais precisamente no belo Hall de entrada. O cômodo inicial é espaçoso, com uma poltrona e dois pequenos sofás, um centro, lustre, e algumas plantas dando um pouco de vida ao local. Há dois vãos anexos a ele, um a esquerda e outro a direita e uma porta muito bem esculpida e trabalhada ao centro. Elena esboçava alguns questionamentos a sua amada ao recobrir sua consciência, porém algo que a deixara perplexa via à tona diante de seus olhos, ou melhor, desaparecia. Susan não estava mais lá e Elena, sozinha em um silêncio perturbador.

    @Dycleal:
    Faça um teste (Role 1d6) de estabilidade para a Elena com a dificuldade 5, pois o padrão é 4 e vou considerar +1 porque isso envolve a momentânea perda do amor e segurança de Elena.

    Do lado de fora, Kruss e Crow tentavam, enquanto se encharcavam cada vez mais diante da chuva torrencial que cismava em atrapalha-los, encontrar alguma evidencia ou rastros que os pudessem leva-los até o atual paradeiro de Alberto. Para Ernest, o pequeno instante em que se concentrava em seus pensamentos e ideias, era suficiente para perder de vista as duas mulheres e seu amigo Charles, e apenas o antiquário restava para auxilia-lo na investigação. Gritara para quem pudessem ouvir – se é que conseguiriam – que deveriam se encontrar dentro de 30 minutos de volta a entrada da casa e observava seu relógio de pulso – uma novidade para a época – a fins de avisar a hora exata do local. O que o exímio detetive não contava, era de que seu novo e fiel relógio se encontrava em uma situação estranha, pois girava seus ponteiros freneticamente e de forma aleatória, o que deveria ser impossível, pois a pouco tempo, ao longo do caminho até aquele local, o próprio Ernest tinha o checado e o mesmo aparentava estar em perfeito funcionamento. Medir as horas infelizmente não parecia ser mais possível.

    @7z:
    Faça um teste (Role 1d6) de estabilidade com a dificuldade 4, pois ver o relógio agir daquele jeito descontrolado pode vir a deixar Kruss ainda mais preocupado.

    Kruss, mesmo com muita dificuldade pois a chuva fazia um serviço desleal de cobrir as pegadas do suspeito, enfim conseguia encontrar algum tipo de rastro que aparentava ser recente, e este rastro seguia em direção ao casebre decadente ao lado contrário da residência, e o antiquário também tentava observar se o homem poderia estar escondido em algum ponto cego da construção, mas nada ali poderia indicar tal suposição. Crow também conseguiria rastrear, do mesmo modo que seu colega, que as evidencias de pegadas recentes se direcionavam na mesma direção.







    Estado atual:
    Ernest Crow:

    • Sanidade (10)
    • Vitalidade (11)
    • Estabilidade (9)

    -1 Intimidação / Intimidação (0) Não pode mais utilizar esta habilidade.

    Elena Fernandez Morgham:

    • Sanidade (5)
    • Vitalidade (12)
    • Estabilidade (12)

    Kristofer Kruss:

    • Sanidade (10)
    • Vitalidade (10)
    • Estabilidade (10)

    Christiano Keller
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    A maldição da mansão Holland Empty Re: A maldição da mansão Holland

    Mensagem por Christiano Keller em Sab Jul 06, 2019 1:38 pm

    Kristofer Kruss,

           -- Ao casebre, vamos. Seguirei pelo caminho, vamos nos precaver.
    Kristofer pensa que o detetive deve receber um bom dinheiro já que relógios de pulso são novidade e ele nem carregava um relógio. Fique perto e não vamos nos perder de vista, tenho uma sensação estranha sobre este local. O homem pareceu esquisito, mas não perigoso, a casa parecia muito melhor do lado de fora do que agora perto da entrada, talvez seja a chuva que engrossou e a água escorrendo muda a cor das paredes. Também tem a lama, odeio lama.
           Durante o caminho, o cuidado era importante. Onde pisar, onde seria seguro andar e a rota a se fazer. Porém também ao andar na direção do casebre o angulo do ponto de vista inicial iria mudar e Kristofer estava ansioso para ver a lateral da casa, até para determinar se haviam outras informações que precisaria lembrar, como jardins, árvores, janelas, portas, garagens, estábulos ou o que quer que houvesse como referência daquele lado.

    OFF:

    Quero usar, sem gastar pontos:
    Precaução, o caminho até o casebre parece difícil, muita lama e também não quero chegar pronto para ser emboscado sem uma rota de fuga ou proteção.

    Arquitetura, para observar pontos de referência da lateral ou outras informações para andar pela casa.
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    Mensagem por Dycleal em Sab Jul 06, 2019 3:15 pm

    teste de estabilidade:
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    Mensagem por 7z em Sab Jul 06, 2019 9:28 pm

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