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    Ka II (SP) - Christiano Keller

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    Ka II (SP) - Christiano Keller - Página 2 Empty Re: Ka II (SP) - Christiano Keller

    Mensagem por Sailor Paladina em Dom Set 15, 2019 4:36 pm

    Ka decide apostar todas as suas fichas na suspeita que tinha e aproxima-se das mulheres ali sentadas. Vindo por trás da desconhecida, mas de frente pra Malice, a moça rapidamente o reconhece, falando de maneira irônica:
    - Mas ora vejam só... Quem é vivo sempre aparece né? Esse é o covarde que eu te falei Pytho.

    A mulher que acompanhava Malice olha rapidamente pra trás, fitando Ka e volta a sua posição normal.
    - Não acho que ele seja um covarde, moça. Pelo contrário. Qualquer pessoa sensata teria dado no pé depois do recado que eu deixei.
    - Ahn, você conhece ele? Desde quando?
    - Sim, ele me atrapalhou quando eu tava arrombando seu cu e passou dias me procurando nesse fim de mundo.

    Ka podia perceber que Malice estava tão ou mais chocada quanto ele com aquela confissão. "Pete" ou melhor Pytho, a "açougueira", diz que estava cansada do joguinho de gato e rato que o meio-elfo estava lhe proporcionando. Ela não tinha motivos pra odiar o rapaz, mas não queria perder a oportunidade de arrombar o cu virgem de uma campeã da Arena dos Tolos. A futanari ri quando lembra que deixou a elfa andando torta por dias. Que provavelmente foi o melhor sexo da vida dela.
    - Olha só, rapaz. Se você tiver vindo aqui a mando daquela vagabunda, diga pra ela que eu faço um repeteco de graça. Só gosto de cu apertado. Mas se eu pegar você vindo atrás de mim outra vez, eu rasgo você e aquela elfa que você chama de namorada.

    Pytho se levanta, ostentando o físico a que sua reputação precedia. Malice tenta repreendê-la por tê-la estuprado, exigindo que a futa prestasse atenção nela, mas a demônia parecia só ter olhos para as reações de Ka. Nesse momento, a adaga do meio-elfo rapidamente salta em suas mãos. Ele estava em perigo imediato. Pytho dá um tapa na boca de Malice, mandando-a se calar e a joga por cima do ombro, dizendo que seu trabalho naquela cidade havia acabado, mas ainda tinha o cu daquela moça pra deflorar como devia.
    - Fica de olho "Ka". Parece que tem gente aqui que não vai com a sua cara... hihihi (diz Pytho apontando pra trás do meio-elfo).

    18+:
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    Com um salto enorme, a futa estava em cima de uma das casas próximas e com mais saltos rápidos vai pegando distância. Malice gritava por socorro, mas com a distância aumentando, seus gritos iam ficando mais baixos. Ka ouve risadas atrás dele. Eram três elfos que ele reconhece da primeira taverna em que entrou com Malice.
    - Aê ô mestiço. Achou que podia escapar da gente? Hehehehe. Aogora não tem mais conversa. Vamos te encher de porrada agora. Se fugir de novo vamos te denunciar como estuprador!

    Ka havia decorado rotas de fuga ali e possivelmente poderia escapar se tentasse. Alcançar Pytho e Malice seria bem difícil visto a velocidade dela. Mas o que fazer daqueles três patetas? Fugir com a honra manchada ou dar uma lição merecida?
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    Mensagem por Christiano Keller em Ter Set 17, 2019 11:52 am

    Ka,

           O açougueiro Pete é na verdade uma futanari... por isso desaparecia facilmente, a aparência de mulher disfarça a situação e a fixação por foder o cu de suas vítimas mostrava seu desejo sexual escondido. Como as futanaris tem pênis bastava esconder e fazer cara de paisagem para se passar por uma mulher. Ka sente uma pontada de arrependimento por não pensar nessa alternativa e não conhecer o mundo como deveria.
           Quando Pytho leva Malice embora uma ponta de arrependimento se passa pela mente de Ka. Malice seria deflorada e largada viva se tivesse sorte em algum lugar da cidade, Ka não tinha condições de lutar contra Pytho. Fazia dias que não fodia alguém por conta da Phyto. Com raiva Ka decide descontar sua frustração nos três racistas que estão ali, queria voltar logo para casa e encontrar Oribel.

           Ka bola uma estratégia de combate. Tentaria intimidar os três, se der certo e fugirem os atacaria pelas costas com sua besta. Se der errado, fugiria usando a capa com telhados e os pegaria pelas costas um a um do alto de um telhado. Evitaria o combate 3x1 e tentaria manter o combate 1x1 com objetos como mesas ou cadeiras de obstáculos.
           Depois que Pytho sai de alcance:
           -- Vocês viram que ela fugiu e deixou os três para apanharem. Com a faca apontada para os inimigos Ka diz: Primeiro você, depois você e você parece que corre bem, talvez consiga fugir. A mão esquerda desce para o bolso para pegar uma bomba de fumaça.
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    Mensagem por Sailor Paladina em Seg Set 23, 2019 10:23 pm

    Offtopic: Intimidação 11(+6)=17 Sucesso

    Ka nem precisou disfarçar irritação com todo aquele desenrolar rápido de eventos. Aqueles panacas falastrões já estavam lhe tirando do sério desde a primeira vez que apareceram, e agora aparecem no pior momento possível. Achando que o meio-elfo iria se escafeder como fizera da primeira vez, o líder fica surpreso quando Ka fica no mesmo lugar e ainda os ameaça apontando sua adaga citando quem iria cair um por um. Um deles tenta fugir assustado e Ka cumpre sua ameaça disparando um tiro de seta atingindo suas nádegas e fazendo-o rastejar pra longe. O líder manda o parceiro atacar primeiro enquanto observa. Ka subestima o inimigo que parecia um pateta tentando imitar movimentos complexos de boxe e acaba tomando um soco no estômago e na boca. O sujeito ri, mas Ka apenas passa  a mão na boca pra limpar o sangue para devolver o ataque usando sua adaga mágica. Sacar um sabre pra uma briga de rua chamaria muita atenção e a besta precisaria recarregar. O rapaz não desvia em tempo e leva um corte no peito. Assim que passa a mão na roupa e vê o sangue, ele corre desesperado, deixando apenas o líder pra trás.

    Spoiler:
    Ka atira com a besta: 12(+3)=15 vs CA13 Acerto. Dano 1d8+3 (6)
    elfo ataca com os punhos: 20(+1)=21 vs CA19 Acerto crítico 2x2=4
    Ka ataca com a adaga: 13(+3)=16 vs CA10 Acerto. Dano 1d4 (5)

    - Maldito, além de estuprador é um covarde, trazendo armas pra uma luta de mãos limpas! Eu vou chamar as autoridades! Guard...

    Soava totalmente hipócrita vindo de alguém com uma arma nas mãos. Provavelmente ele se referia a besta. Na hora que ele ia berrar por socorro, uma pessoa surge do nada tocando as costas dele e assim que o racista se vira pra ver quem é, toma um belo soco na cara caindo no chão. O homem de chapéu e sobretudo se agacha tateando o corpo do caído e pega alguns de seus pertences.
    - Heh... considere isso como os honorários por me fazer perder meu tempo.

    Levantando-se e voltando sua atenção para Ka, e aproxima-se com passos faceiros, tirando o chapéu e botando de volta como reverência. Isso permite que Ka observe se tratar de um alto-elfo (pela pele branca e cabelo loiro).
    - Boa noite... ou dia talvez. Complexo saber visto a nossa exótica localização. Pode me chamar de Hazama.

    Ka II (SP) - Christiano Keller - Página 2 J8fjTnV

    Se perguntando sobre quem ele era, o estranho continua com seu palavreado eloquente.
    - Vejo que faz o tipo inquisidor. Com quem tenho o prazer desta conversa?

    Após Ka dizer um nome (qualquer ou o real), Hazama conclui:
    - Supostamente deveria me encontrar com uma jovem e bela meio-humana nesta mesa (diz ele apontando pra onde estavam Malice e Pytho). Por acaso não a teria visto?

    Provavelmente se tratava do amigo que Malice havia mencionado quando se encontraram.[/i]
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    Mensagem por Christiano Keller em Ter Set 24, 2019 12:26 am

    Ka,

           Ka passa a mão no local do soco, o machucado doeu um pouco na barriga e no rosto. O orgulho de Ka estava mais ferido do que pensava. O sequestro de Malice e a ameaça eram um problema. Ka recarrega a besta enquanto fala com Hazama.

           - Hazama obrigado pela ajuda, sua amiga se chama Malice? Ka a descreve fisicamente para confirmar. Ela foi levada por uma pessoa, estes idiotas fizeram com que eu a perdesse de vista. Creio que ela corre perigo mas não consigo ajudar, a descrição da pessoa era grande, com braços fortes e tinha uma piroca grande que estava aparecendo sob a roupa. Vocês são namorados ou amigos? Não parecem parentes. Hazama não era local, qual seria a sua atividade principal? Malice era mãos leves, ele poderia ser também. Olho vivo nas coisas. Preciso ir. Acho que você deveria procurar por Malice. Será que ele diria algo relevante?
           Ka estava preocupado, Pythos poderia ser uma shapeshifter ou alteradora de formas. A descrição dada era apenas a mesma do tal estuprador, verdadeira porém incompleta, Ka reservaria os detalhes para Koyaan. O que sua adaga dizia, seria Hazama uma ameaça? Ka observa os detalhes sobre o tal Hazama, talvez houvesse algo que não se transformava quando a alteradora de formas mudava sua forma principal. Por outro lado Pythos poderia ser apenas uma futanari que Ka ignorou nas cenas dos crimes por achar que era uma mulher. De qualquer forma Ka precisava desaparecer, escrever outra mensagem para Koyaan, voltar para Oribel, tomar um banho e dormir. Será que Hazama iria atrás de Malice? Tanto tempo parecia ter se passado que era provável que Pythos já a tivesse largado em algum lugar, porém Pythos poderia ficar de tocaia aguardando para ver se Ka iria procurar ou não por ela. Era importante seguir as instruções de Koyaan, não combater. Ka sente pena por Malice mas não iria se expor mais do que havia.
           Ka tinha outras missões para fazer.
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    Mensagem por Sailor Paladina em Qua Set 25, 2019 9:08 pm

    Ka questiona o sujeito sem saber sobre suas intenções ou alianças, mas ele continua solícito, confirmando que Malice era o nome da moça que ele procurava, mas quando ouve a descrição da pessoa que a levou, sua feição muda de alegre para a de cara de preocupado. Ele leva a mão ao bolso puxando uma espécie de bússola de bronze presa a uma correntinha. Entoando algumas palavras arcanas e dando um peteleco na agulha, ele cita o nome de Malice. A agulha fica tremendo numa certa direção e Hazama fecha a bússola, agradecendo a Ka pela informação.
    - Bom seja lá quem for essa pessoa, grande, forte e avantajada, não posso deixar que estrague meu encontro. Preciso ir agora. Adeus, camarada.

    Hazama vira na direção que Malice fora levada e segue seu caminho passando por Ka. A sua adaga não o alerta pra perigo vindo dele. Pelo menos não inicialmente. Ela logo começa a tremer quando apitos são ouvidos das autoridades vindo pra atender o chamado dos vizinhos sobre uma briga de taverna ocorrendo ali. Ká tinha a opção de seguir pra casa se considerasse Malice e Hazama um caso perdido. Já fazia quase três semanas que não via sua amada Oribel e sentia alguma saudade.
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    Mensagem por Christiano Keller em Qua Set 25, 2019 9:33 pm

    Ka,

    Ka em um lampejo pensa sobre o que irá acontecer:
    1) O tal Hazama iria encontrar Malice sendo deflorada por Pythos;
    2) Provavelmente haverá um combate, Koyaan instruiu Ka a não engajar em combate;
    3) Se Hazama e Ka ganharem, Ka terá um problema com Pythos e Koyaan, talvez ganhe um favor com um alto elfo, alguém importante;
    4) Se Hazama e Ka perderem, Ka terá um problema com Pythos e Koyaan, talvez seja um problema sério;
    5) Se Pythos simplesmente fugir como em todas as outras vezes, Ka terá um problema com Pythos e Koyaan;
    6) Mesmo se Ka matar Pythos, ainda teria um problema com Koyaan;

    Ka não tinha obrigação com Malice nem com Hazama, não era um herói, eram um caso perdido. Era hora de fazer o que Ka faz de melhor, fugir desaparecendo. Retornaria para casa. Tinha coisas para fazer, se esconder, se limpar, escrever um relatório para Koyaan. A fuga dos guardas locais é rápida e importante.
    Precisava escrever o relatório para Koyaan e enviar ainda seco, já que em Lacrimosa era tudo meio molhado. Também pensava em encontrar Oribel limpo e perfumado, talvez com um pequeno presente para mostrar que pensou nela durante a viagem.
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    Mensagem por Sailor Paladina em Seg Set 30, 2019 8:13 pm

    Ka retorna após uma longa temporada longe de casa e pra sua sorte o caminho é tranquilo, com a encruzilhada esquecida ainda do mesmo jeito sem quase vivalma pra conversar ou pelo menos dar um aceno. Sim ainda havia gente pelas ruas, mas geralmente só de passagem. Sua antiga casa continuava abandonada e pelo visto os tais olheiros também perderam o interesse. Uma pequena plaquinha com escrita 'aluga-se' havia sido pendurada na parede da frente. Mais pra frente, a cabana onde vira os elfos montando o lugar parecia estar pronta. Uma placa na frente tinha os seguintes dizeres: "Leitura da Sorte e do Futuro com a Madame Tharja. Seja bem-vindo". Ka sentia falta de Oribel e tinha assuntos a resolver, mas alguma coisa o instigava a dar uma olhada ali dentro. Não havia uma porta,, mas uma cortina vermelha com entalhes dourados, embelezava a modesta construção. Um gemido feminino podia ser ouvido o que deixa Ka ainda mais interessado no que aquele lugar podia proporcionar.
    O exterior da cabana não fazia justiça ao seu interior. O lugar parecia magicamente maior, com tapetes bem entalhados, mesas, cadeiras e estantes cheias livros. Tropeçando em alguns livros jogados no chão, Ka desvia de uma estante e flagra a dona do local "divertindo-se" sozinha.

    Spoiler:
    Ka II (SP) - Christiano Keller - Página 2 RNCpei5

    A moça o percebe e o chama pelo nome, muito embora Ka tenha certeza de que nunca a conheceu antes. Ou sua reputação lhe precedia, o que não era lá uma coisa boa, ou a tal Tharja não era uma trapaceira e realmente trabalhava com previsões, o que poderia ser útil.
    - Poderia me conceder um pouco de privacidade?

    Ka vai até a a mesinha onde os clientes eram atendidos e permite a moça a terminar o que fazia, pra vir atendê-lo. O gemido dela fica mais alto até que ela da um grito de prazer, anunciando o orgasmo. Foi dureza ver aquela cena de pau duro e manter-se fiel e cavalheiro, mas agora aquela cena estava incrustada em sua mente. Que bela raba daquela mulher. Pouco mais, Tharja chega, já vestida, com a cara mergulhada em vergonha e fala com o ladino.
    - Sinto muito pelo que viu. Eu sabia que você viria, mas é que eu tenho esse fetiche estranho de que me flagrem me masturbando... Espero que não tenha se ofendido. Deseja usufruir dos meus serviços?

    Ka II (SP) - Christiano Keller - Página 2 42tp99H

    Tharja deixa claro que pode ler mentes (pensamentos superficiais) e ver o futuro (um dos possíveis), além de outros serviços...
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    Mensagem por Christiano Keller em Ter Out 01, 2019 1:23 am

    Ka,

    Parecia que foi uma eternidade aguardar Tharja enquanto ela se divertia sozinha. Ka só pensava em participar pois estava na vontade a dias. Teve tempo para observar o interior do lugar, imaginar como foderia Oribel sobre a mesa, de baixo da mesa, com as mãos na estante, no chão no meio dos livros, até num boquete silencioso enquanto falaria com uma pessoa sentado ali naquela mesa. Já sabia os nomes dos livros por suas lombadas, dos mais variados temas e alguns em línguas desconhecidas. Os detalhes dos tapetes eram um tanto estranhos, pareciam contar um tipo de história, algo sobre alguém que perdeu seu lugar no mundo e depois reconquistou com a ajuda de um ladrão. Ka estava tão empolgado com os gemidos de Tharja que não pegou detalhes mais interessantes da história gravada nos tapetes. Conforme Tharja gemia Ka lembrava dos gemidos de Oribel, um a um, momentos em que os dois estiveram juntos vinham à sua mente o fazendo sorrir.

    - Sim, quero usufruir de você, quer dizer, seus serviços. Peço perdão por alguns de meus pensamentos, como deve saber estou a alguns dias longe de casa passando vontade. Então, só vou contratar o que posso pagar. Creio que pode contar alguns dos possíveis futuros, sendo assim que tal contar algo que devo evitar fazer pois a probabilidade do futuro é terrível e algo que é importante fazer para aumentar as chances de me dar bem. Ka um pouco constrangido também diz: Bem, também quero saber se você fará negócios comigo nos quais arrumo clientes pra você e depois passo aqui para coletar minha comissão. Ka gostava de dinheiro também e estava sempre atendo a oportunidades.
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    Mensagem por Sailor Paladina em Ter Out 01, 2019 7:47 pm

    Ka termina de falar com Tharja e percebe uma luz forte cegá-lo. Quando volta a enxergar, ele estava com a boca na xana daquela mulher deliciosa. O objeto que ela tinha no ânus balançava a fazendo gemer e Ka ajuda puxando e empurrando o consolo no rabo dela. A moça levanta os quadris e rebola, delirando de prazer. A língua de fora  e os olhos revirados deixavam claro o prazer que sentia, mas ela queria sentir sua buceta sendo fodida com gosto. Ka completamente duro não nega esse desejo dela e a põe de quatro, levantando uma das perna pra meter tão fundo quanto podia. Uma dedada no cu dela a atiçava, fazendo-a pedir por mais.

    Spoiler:
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    Novamente uma luz forte e Ka já se vê deitado na cama com Tharja, arfante e já louco de tesão pra meter nela novamente, porém estava confuso com o que estava acontecendo. Tharja ao seu lado o tranquiliza.
    - Oh não se preocupe com as luzes. Você chegou aqui e me flagrou me masturbando. Quando vi que você não se ofendeu, te chamei de cara pra transarmos e você aceitou. E como você gostou no final, pensei, porque transar no chão quando podemos ir pra minha cama? Hihihi.

    A voz de Tharja era melodiosa e ela exalava um perfume exótico que fazia Ka se sentir como num mar de rosas. Queria cheirar e lamber o corpo inteiro daquela mulher. Mas então ele lembra de Oribel e fica sentado na cama.
    - Eu vejo muitas mulheres na sua vida... Uma que você ama, uma que você teme, uma que você odeia... Parece ter uma vida muito conturbada.

    Ka fala de seu interesse em usufruir dos serviços de Tharja e a faz rir quando sugere pagamentos ou atuar como cafetão dela.
    - Bobinho. Isso não me interessa nenhum um pouco. Mas eu te achei bastante interessante. Eu deixo você pagar os meus serviços com sexo, que tal? É só passar aqui e bater a porta quatro vezes com uma pausa entre elas e saberei que é você. Pra gente desinteressante, irei me disfarçar de uma velha rabugenta. Hahaha.

    Como tinham acabado de transar, Ka estava com crédito. O que será que o meio-elfo tinha em mente para perguntar?

    Offtopic: Ka pode fazer mais de uma pergunta. Era uma "sessão". Só lembrando que futuros são incertos.
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    Mensagem por Christiano Keller em Qua Out 02, 2019 2:13 am

    Ka,

           Ka olha para aquilo e pensa um pouco. Nunca esteve numa sessão daquele tipo antes e poderia raciocinar que futuros prováveis aconteceriam. No entanto num mar de possibilidades algumas delas são mais prováveis que outras. Marinheiros tem mais chance de se afogarem do que criadores de camelos. No entanto se ambos estiverem perto da água os marinheiros tem uma maior chance de sobreviverem pois tiveram contato com água e os criadores de camelos não.

           - As luzes foram algo bem curioso, você alterou entre os futuros prováveis e escolheu o melhor. Estou certo? Ka estava pensativo. Ela poderia bisbilhotar entre cada situação e escolher a mais favorável.

           - Bem, entendo que isso é uma sessão, então vamos tentar organizar algumas coisas. Pode descrever estas três e dizer por que não vê uma quarta mulher ou talvez existam outras de menor relevância? Ka imaginava que seriam Oribel, Ochyllyss e Pythos, porém uma delas era uma futanari, um tipo de homem com seios e não uma mulher. Ka aguarda a resposta dela para tentar identificar quem é quem.

           -Entendi as descrições, agora vamos por partes: a mulher que amo, o que você vê como um elemento crucial em nossas vidas para que haja sucesso?

           -Sobre a mulher que eu temo, o que você vê que pode combater o temor? Haverá condição de encontrar a paz?

           -A mulher, que talvez não seja mulher, que eu odeio, ela buscará vingança? Há algo que vê como proteção contra a vingança? Talvez uma forma de encontrar a paz?

           - Também tenho empregadores diferentes. Há algo que pode falar sobre eles pra mim? Terei riqueza e poder par viver com um pouco de luxúria com alguma destas mulheres?

           -Acho que há mais uma mulher e sua visão pode estar conturbada, talvez obstruída pela falta de sexo, vamos mais uma vez?
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    Mensagem por Sailor Paladina em Dom Out 06, 2019 4:19 pm

    Ka pede descrições das mulheres vistas por Tharja, mas o resultado é meio desanimador. Primeiro porque ela diz que enxergava apenas vultos passando rapidamente por ele, e que haviam bem mais de três. Ela pede que Ka se imagine no meio de uma multidão que passa correndo por ele e ela perguntasse características das pessoas passando. Seria difícil lembrar as que menos se destacassem. Auras emotivas cobriam algumas delas e foram essas que se destacaram. Havia notado que a maioria era de mulheres. Uma delas vestia um tapa-olho e uma mesma mulher chega a aparecer duas vezes. A própria Tharja se identifica como uma das mulheres., mas o seu olhar parecia distante. Percebeu raiva, tristeza e decepção, mas também calma, alegria e desejo. Ainda confuso com as respostas, Ka faz uma enxurrada de perguntas pra Tharja que já demonstrava estar saindo em desvantagem naquela sessão. O ladino também percebe que estava passando do ponto e já se oferece pra reenergizar a feiticeira. Interessada na proposta, Tharja assume a posição e faz um convite pra ser reabastecida.
    - Vem, safado... quanto mais você me preenche, mais eu posso satisfazê-lo...

    Spoiler:
    Ka II (SP) - Christiano Keller - Página 2 A9NuvNi

    Ka era incapaz de resistir a um convite como aquele. Quem dera pudesse pagar todas as suas dívidas assim. Tharja diz que era nativa de Karzek e que por lá era desse jeito que as coisas funcionavam. Porém ela preferiu se mudar de lá pra Onduth, não só por saber que as mulheres eram melhor tratadas naquele reino, como também era um reino subterrâneo; ela apreciava o escuro. Tharja gemia enquanto falava de sua origem com a lingua de Ka revezando entre sua xana e seu cuzinho, os preparando para o que estava por vir. Virando a feiticeira pra si e abrindo as pernas dela, Ka mete fundo na buceta da parceira, caindo por sobre seu corpo e a beijando na boca. Ele a encara nos olhos e pergunta sobre a mulher que amava. Os olhos de Tharja escurecem como uma noite estrelada e ela responde em forma de sussurro:
    ~...as aparências enganam, o diabo mora nos detalhes... ~

    Spoiler:
    Ka II (SP) - Christiano Keller - Página 2 JeS1Y0z

    Ka se retrai ficando apoiado nos joelhos e puxa Tharja para si continuando a meter na buceta da feiticeira e perguntando sobre a mulher que temia.
    ~...um amor possessivo que precisa ser sufocado com ira... ~

    Aquelas respostas vagas durante o sexo faziam Ka querer meter com mais força. Ao lembrar de Pythos, como que por instinto, Ka vira Tharja de bruços, cospe no cu dela dando alguns dedadas pra "abrir caminho" e desaba sobre ela metendo em seu cu. Não chegou a ignorância de entrar rasgando, mas também não aceitaria um não àquela altura. Não que Tharja fosse sequer cogitar. O casal estava suado e com tesão a mil. Enquanto arfava com a rola de Ka entrando e saindo do cuzinho dela, Tharja sussurra mais uma vez:
    ~...uma trégua por vingança trará felicidade e remorso... ~

    Ka estava tão focado em descobrir o significado daqueles sussurros  que perde a concentração no sexo e goza sem prévio aviso, puxando o cabelo de Tharja e forçando seu pau mais fundo. Um chupão no pescoço dela seguido de beijinhos carinhosos, o faz relaxar. Tharja estava igualmente satisfeita, desejando que aquele momento pudesse durar mais. Ka até tenta perguntar mais sobre outras pessoas, mas Tharja diz que como seus empregadores não estavam tão interligados emocionalmente com o meio-elfo, ela precisaria de alguma coisa pertencente a eles pra poder prever algo relacionado. A menos que Ka se envolvesse emocionalmente com eles, mas essa opção parecia não ser sua praia. Tharja diz que fixou residência ali por algum tempo, mas que eventualmente compraria uma casa pra não viver de aluguel, quando achasse um habitat adequado para o seu gosto.
    - Eu posso avisar com antecedência se eu for me mudar, ou deixo um recado... Isto é... Se você gostou de mim a ponto de querer me ver de novo...

    Tharja vira de lado, dando uma mordidinha na fronha. Ka porém se lembra que tinha muitos assuntos a resolver e pessoas a encontrar.
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    Mensagem por Christiano Keller em Seg Out 07, 2019 1:38 am

    Ka,

           A cabeça de Ka o faz pensar nos eventos descritos. Estava certo de que Oribel e sua irmã eram parte daquilo. Ochyllyss era a caolha e Pythos era a terceira. Muitas coisas se passam na mente de Ka, porém agora era hora de partir. Quando Tharja morde a fronha, Ka dá um tapa na bunda dela e agarra forte.
           - Tharja eu retornarei. Não sei bem quando, mas retornarei. Sua visão foi elucidadora pra mim. A informação de Tharja era importante para Ka.
           Ka se arruma, confere que tudo está no lugar, sem evidências incriminatórias de que esteve com outra mulher e quando está pronto para sair, rouba um selinho antes de seguir seu caminho. Ciente de que Tharja poderia alterar algumas coisas entre realidades, do lado de fora Ka fica atento a olheiros e ameaças. Precisava desaparecer. Ka confere seus itens, mas também confere outros detalhes incriminatórios novamente, todo cuidado é pouco. Uma leve marca de baton no selinho é um problema.

           Ainda haviam horas até Lacrimosa, Ka poderia se preparar para a chegada. A ideia é usar a água com sabão para se lavar, depilar e até passar um perfume em lugares estratégicos pensando em Oribel. Deixaria informações para Koyaan com outro mensageiro apenas para confirmar que a informação chegará a seu destino. Todos os detalhes são importantes, o diabo mora nos detalhes. Essa frase estava presente na mente de Ka desde que Tharja disse aquilo.

           Agora era hora de visitar Oribel, Ka nem sabia que horas eram, mas tinha algumas coisas para fazer em mente. Precisava decorar o corpo e mente de Oribel, havia uma chance da irmã de Oribel causar problemas. Portanto precisava ficar preparado. Ka havia fodido Oribel antes de sair quando ela usou a magia de troca com a irmã. Será que Ka conseguiria lembrar de algum detalhe? Talvez um cuzinho mais apertado por parte da irmã? Será que a própria Oribel poderia ajudar com alguma informação que ajude a diferenciar uma da outra? Talvez algum comentário sensível que faça a irmã entregar que é ela e não Oribel?

           Quando chega perto da casa Ka observa os detalhes para a invasão. Será que Nekobese havia colocado olheiros ou vigias? Ou alguém mais estaria vigiando a casa? Será que os guardas eram os mesmos? Será que todos estavam ainda na mesma casa? Ka confere os detalhes antes de invadir de maneira invisível a mansão. Será que conseguiria? Como Oribel veria a surpresa? Deveria levar um pequeno presente para apaziguar o susto. Porém não a surpreenderia do nada, talvez pudesse chamar por seu nome se estiver de costas ou bater na porta do quarto do lado de dentro.

           Ka também pensa em como contar sobre a viagem, Pythos, os estupros, Hazama e Malice. Não precisava contar que pensou em comer Malice para saber mais sobre o estupro, nem que falou com Tharja sobre um futuro incerto e complexo. Já pensava nas missões seguintes mesmo antes de chegar em casa. Contudo o foco era a invasão da mansão de Nekobeze.
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    Mensagem por Sailor Paladina em Sex Out 11, 2019 12:52 pm

    Ka sai da tenda de Tharja e olha ao redor, não encontrando nada suspeito. Apalpando os bolsos, ele confere que estava tudo no lugar. Querendo chegar em casa livre de culpa, o ladino decide se banhar num dos muitos rios que saem de Lacrimosa, onde poderia fazê-lo sem preocupações. Estava como novo, sem cheiro de outras mulheres ou qualquer marca de sexo e carícias. A visão da cidade lhe dava algum alívio de estar voltando pra casa são e salvo. Ainda acostumado com a vida na favela de Dirtmouth e na Encruzilhada, Ka prefere uma aproximação sutil a fim de testar o quão seguro era sua casa. Além dos seus dois colegas que mantiveram o emprego e ficavam de vigia no portão, Nekobese mandou construir duas pequenas torres de vigia em cada quina do terreno com lanternas mágicas apontando para o jardim. Com fontes espirrando água para o alto em uma rasa piscina, o visual era encantador. Lacrimosa era uma cidade onde patrulhas passavam pelas ruas com frequência e pelo visto Ochyllyss temia sujar sua reputação arriscando ser presa ali. Ka sobe num dos muros e percebe que havia cachorros correndo pelo pátio. Um deles suspeita ter ouvido algo, mas volta a andar pra longe. Uma das lanternas quase passa pelo ladino, mas ele consegue sair do meio antes de ser visto. Ele salta pra dentro da casa, desviando de móveis e evitando fazer barulho até conseguir ver a janela do seu quarto. Escalando as vinhas ele consegue abrir a janela e entrar.

    Offtopic: Mover-se em Silêncio 20(+9)=29 Sucesso Crítico.
    Escalada 16(+5)=21 Sucesso.


    A doce voz de Oribel podia ser ouvida do outro aposento. A elfa estava na banheira e cantava uma melodia élfica, enquanto bolinava o seio e provavelmente a xaninha por baixo de toda aquela espuma. Sequer desconfiava que Ka havia retornado. Antes que pudesse falar com ela, Ka ouve batidas na porta da sala. Uma voz masculina com sotaque élfico parecia chamar sua namorada.
    - Senhorita Discordia? Trouxe um recado de alguém importante...

    As batidas continuavam até que Oribel escuta e suspira enraivecida, começando a sair da água, dizendo que já iria atender. Se quisesse continuar escondido, Ka teria que pensar rápido.
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    Ka II (SP) - Christiano Keller - Página 2 Empty Re: Ka II (SP) - Christiano Keller

    Mensagem por Christiano Keller em Sex Out 11, 2019 2:27 pm

    Ka,

           O plano de testar os serviços de Nekobese estava funcionando bem. Os cães e as lanternas eram uma boa mudança, porém Ka pensa em colocar um sino do lado de dentro para proteger sua janela, o qual também pode desarmar para poder sair.

           Já na casa, pensar em Oribel já deixa Ka ligado. O fato de pensar em Oribel na banheira se tocando o faz lembrar da última vez que a possuiu. Tudo começou na banheira também. O perfume de Oribel presente no ar inunda as narinas de Ka. Por um instante o sabor do corpo, dos lábios e algo mais se fazem presentes na memória como se estivessem na boca novamente. A língua de Ka passa pelos lábios como quando se espera por algo tão presente. A pele de Ka parecia mais sensível antecipando o toque das mãos suaves de Oribel. Até sem ouvir a voz de Oribel, parecia que escutava suas palavras ecoando pelo quarto quando o suspiro enraivecido corta o silêncio.

           As batidas na porta não o agradam pois estragariam a surpresa. Por sorte Ka tem a capa especial e sabe como se esconder, a opção de entrar sob a cama parece a mais fácil. Poderia se cobrir com a capa e bastava ficar quieto com os ouvidos atentos, um mero mover da cabeça sob a cama que veria o que estava acontecendo. Então poderia surpreender Oribel quando esta voltasse para seu banho. No pior dos casos, Ka poderia simplesmente sair de baixo da cama e aparecer no meio do quarto para evitar que Oribel deixasse o quarto.

           Ka sabia que Oribel também ficou buscando provas para poder elevar seu nome para uma posição nobre. Boas notícias seriam importantes. Quem era esse que trazia informações? Ka precisava memorizar as vozes de todos.
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    Mensagem por Sailor Paladina em Qui Out 17, 2019 7:07 pm

    Ka se esconde no quarto e fica atento ao desenrolar das coisas. Despreocupada, acreditando estar sozinha, mas segura, a elfa, sai da banheira ainda molhada e vai atender a porta. Ka observa da porta aquele bumbum arrebitado e molhado passar por ele, deixando-o excitado. As bolinhas tailandesas que balançavam pros lados com os passos que a elfa dava, pareciam querer hipnotizá-lo. De onde Ka estava era possível ver tudo o que acontecia sem perder detalhes. Oribel despudorada, abre a porta, surpreendendo o elfo que a chamava. Ele parecia ser um mordomo, pois estava formalmente vestido. Baixando a cabeça meio envergonhado, o rapaz entrega uma carta que estava sobre a bandeja e pede licença, saindo da vista. Oribel põe a cabeça pra fora da sala olhando o corredor e fecha a porta, sentando-se numa pequena cadeira próxima, ainda de costas pra Ka. Aquela bundinha virada pra ele, com o cordãozinho parecia estar fazendo um convite. Após alguns segundos lendo o papel, a elfa tora a carta no meio amassando os pedaços em cada mão e depois enfiando no próprio cu e buceta.
    - Cease and desist my ass, bitch...

    Oribel vai até a banheira, pega uma toalha pra se enxugar e vai pro quarto. Um barulho de corrente pode ser ouvido. A barra estava limpa e Ka podia finalmente chegar no quarto.

    Spoiler:
    Ka II (SP) - Christiano Keller - Página 2 LA3HKIj

    Caso Ka entrasse no quarto em seguida, Oribel tomaria um pequeno susto, mas então sorriria dizendo que tava cheia de saudades e cansada de usar brinquedos. Estava treinando pra chegada dele por dias. Após alguma cena romântica entre o casal, a elfa poria Ka a par do que realizou durante sua ausência.
    - Lembra daquela mulher que nos flagrou quando chegamos em Lacrimosa? Minha irmã mexeu uns pauzinhos pra que ela fosse a única concorrente daqui e dentre os demais feudos, ela tem as maiores chances...

    Oribel diz que Nekobese já achou uma parceira pra ele, pra tentar a posição, mas ela não teria a mínima chance de competir enquanto a preferida de Origa estivesse no páreo.
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    Mensagem por Christiano Keller em Sex Out 18, 2019 1:54 am

    Ka,

           Após matarem a saudade entre os dois, Ka comenta para Oribel que tem algumas coisas para contar. O tal açougueiro Pete, não é um homem, é uma futanari meio demônio e ficou bem bravo com Ka pois havia atrapalhado algumas fodas, mas não impediu os estupros. Foi o miserável que entregou a gente para Ochyllyss e que quase nos matou, porém parece muito forte. Não sei quais os problemas que teremos com esta praga, mas devemos ficar atentos. Um tal de Hazama, um alto-elfo, foi atrás do açougueiro, mas Ka não foi.

           Ainda há duas missões de Koyaan, mas Ka não irá dizer o nome dele lá dentro ou quais os serviços freelance que tinha. No entanto como há serviços de Nekobeze, o cara que paga a casa e a comida dos dois, Ka conversa com Oribel sobre o que deveriam fazer, como estão os prazos e qual a sugestão dela para acabar com a preferida de Origa. Ka sugere que Oribel teria um enorme prazer se conseguir isso para ver como ela reagiria para tentar entender os sentimentos em relação a Origa.

           Em um momento adequado Ka comenta que precisa falar sobre algo de segurança com Oribel. Ka então diz ao pé do ouvido de Oribel os pontos que usou para passar pela segurança da casa. A casa tinha uma boa estrutura de segurança, mas não era invulnerável e Oribel precisava saber disso. Abraçado Ka comenta que pouco antes de entrar ouviu Oribel dizer "Cease and desist my ass, bitch", mas não sabia o que estava acontecendo. Ka queria saber se precisava considerar algo a mais em jogo?

           Ainda no pé do ouvido, Ka tinha outra preocupação e pergunta sobre as chances de Oribel. Há algo que poderia ser feito para dar chances para Oribel ganhar? Quem Ka teria que foder para isso acontecer? A felicidade de Oribel é muito importante para Ka.

           Ka contava os dias em relação à mensagem que havia enviado para Ochyllyss, precisava mandar um mensageiro passar lá perto e ver se havia uma mensagem dela pendurada na rua.

    Sobre outras atividades que Oribel e Ka precisavam fazer era treinar algumas manobras juntos. Como uma dupla precisavam ter algumas práticas aperfeiçoadas. Como pular muros ou subir por janelas. Um serve de escada enquanto o outro sobre na frente. Também o uso da capa mágica de Ka que o escondia, mas poderiam treinar para esconder os dois?
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    Mensagem por Sailor Paladina em Dom Out 27, 2019 5:21 pm

    Ka conta a Oribel sobre suas desventuras em Vila Mantis e fala das pessoas que encontrou. Ela não se surpreende com o fato da estupradora ser uma futanari; muito pelo contrário. Oribel afirma que a própria irmã era uma. Também afirma que Futas tendem a ver mulheres como versões inferiores ou indefesas delas, o que faz com que se apaixonem por elas mais facilmente. Uma sensação interminável de mostrar superioridade em qualquer situação diante de uma. Porém quando ela fala do tal Hazama, o semblante da elfa muda com curiosidade.
    - Ahn? Um alto-elfo em Onduth? Agora ISSO é interessante. Você precisa ter muito cuidado com esses tipos Ka. Ele com certeza não tem boas intenções, mas pelo o que você falou, creio que já tenha percebido isso sozinho, haha.

    Sobre a preferida de Origa, Oribel diz que ela se chamava Ildrolmi, casada com Sir Dolamra, mas que era uma falsa moralista. Adorava pegar jovens rapazes e convidá-los para um chá a fim de fazer sabe-se lá o que, na ausência do marido. Isso era algo que Ka podia investigar. Arruinar a reputação dela, abriria o caminho para que o patrão deles pudesse ter uma chance. A elfa alisa o queixo de Ka com o dedo indicador como se puxasse o rosto dele próximo do dela, dando um selinho na boca do meio-elfo e o encarando nos olhos.
    - Eu não ligo se você tiver que meter em outras mulheres em prol de conseguir um futuro melhor pra nós. Contanto que eu continue sendo seu verdadeiro amor.

    Oribel dá algumas sugestões sobre como prosseguir. Tentar dar um jeito de fazer Ildromi confessar, ou conseguir uma testemunha confiável pra ver o que ela faz. Ou tenta achar o marido dela...
    - Eu sei que você vai conseguir pensar em algo, querido.

    Ka fala da segurança da casa e diz que durante o tempo em que ele passou fora, a casa de fato foi alvo de invasões pelo menos umas três vezes, mas em nenhuma delas, o perpetradores tiveram a mínima chance de ter sucesso. Ka realmente teve um ápice de sorte pra ter conseguido, mas não devia voltar a se arriscar. Os cães não são nada bonzinhos com invasores. Sobre a carta que recebeu, era só mais uma ameaça recebida de sua irmã. O pequeno ritual que fizeram fez com que Origa sentisse Ka comendo o cu dela, ao invés da namorada. Sabendo onde a irmã morava, a mandou desistir de incomodá-la.
    - Ela com certeza deve ter ficado furiosa, pois é uma futa 'espada' e não 'bainha' como costumava se referir a irmã mulher. Uma pena que não posso usar esse ritual de novo tão cedo.

    Sobre a sugestão de Ka de fazer Oribel ser uma baronesa no lugar da escolhida de Nekobese, a elfa não reage muito bem.
    - Nossa Ka, eu sei que você me ama, mas não acho que devíamos trair o Nekobese... Além do que, eu não nasci pra politicagem. Eu aceito ser sua rainha, mas deixa esses títulos pomposos pra quem gosta disso. Eu fico feliz de estar com você! E mais ainda depois que minha irmã tiver beijando a sola do meu sapato!

    Com relação a Ochyllyss, Oribel tem uma sugestão inusitada. A guerreira tinha ódio mortal por Ka, mas talvez aceitasse falar com ela. Quando ainda moravam em Dirtmouth, Oribel já tinha 'conversado' algumas vezes com a guerreira e resolver isso de uma vez por todas. A informação sobre Pythos poderia ser de interesse dela. Oribel sabia que estava arriscando a vida com aquela proposta, mas Ka também estava sempre que viajava em alguma missão. Ela também queria fazer sua parte e não queria ser vista como inferior ou indefesa por ele. Ka fala como sentia falta dos dois agindo juntos e Oribel gosta, dizendo que também sentia falta de sair com ele, porém quando ele fala da capa, a elfa segura o pano por alguns instantes, alisando a mão no tecido.
    - É um item mágico que requer sintonia com quem usa, querido. Eu teria que a vestir por uma hora e ela passaria a funcionar em mim e não mais em você. Além disso, eu não gosto de roupa!

    Depois de mais conversa, sexo e carícias, além de decisões tomadas, algum tempo mais tarde o mordomo volta a bater a porta. Nekobese estava chamando o casal e demais companheiros de equipe que ele julgava importantes. Ka e Oribel põem alguma roupa e vão até a sala de reuniões. Com todos presentes, Nekobese diz:
    - Agradeço a presença de vocês parceiros de trabalho e por que não dizer, amigos. Gostaria de apresentar-lhes minha noiva, Y'shtoka.

    Ka tem um vislumbre de que já vira aquela moça. Sim, a Nekojin no quadro de Nekobese no salão da Rainha. Pelo visto o patrão conseguiu ter sua amada de volta. O que a promessa de poder não convencia? Muito embora não se podia dizer que Nekobese tivesse mal gosto. A Nekojin tinha um corpaço.
    - Iremos nos casar em breve. Ainda estamos terminando a papelada para a inscrição de minha querida Y'shtoka a Baronesa de Lacrimosa!

    O casal anda pela sala recebendo os parabéns de todos. Ao chegar em Ka, Nekobese pisca um olho, pois contava com o ladino para que tudo desse certo. Ka só não entende quando ao beijar as costas da mão de sua nova 'patroa', ela sutilmente lambe os lábios como se demonstrasse algum interesse lascivo.

    Spoiler:
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    Mensagem por Christiano Keller em Dom Out 27, 2019 9:54 pm

    Ka,

    Oribel escreveu:- Eu não ligo se você tiver que meter em outras mulheres em prol de conseguir um futuro melhor pra nós. Contanto que eu continue sendo seu verdadeiro amor.
           - Você é meu único amor Oribel. Ka dá um tapa na bunda de Oribel para deixar claro o que falava e segura a bunda firme num gesto possessivo. Sobre a preferida de Origa, Ildrolmi, casada com Sir Dolamra, uma falsa moralista pode ser uma opção. Se ela adora pegar jovens rapazes e convidá-los para um chá a fim de fazer sabe-se lá o que, na ausência do marido isso era algo que a gente podia investigar. Precisamos descobrir se algum deles está vivo, vai que ela matou os jovens. Também quem seria uma testemunha adequada? Ka pensa um pouco e diz: Se os jovens estão vivos, posso esclarecer o que ela faz e vamos supor que seja apenas sexo sem mortes. Ai um de nós precisa levar a testemunha confiável para ver o que está acontecendo. Vou procurar um dos jovens sobreviventes e você uma testemunha confiável. Quando tivermos os dois, armamos o bote, certo? No entanto, se não achar os jovens, vou procurar o marido e oferecer meus serviços de segurança. Talvez possa entrar na casa deles e descobrir algo. Meu maior receio é o marido ser um corno convicto. Talvez haja alguma prova incriminatória dentro da casa.

    Oribel escreveu:- Nossa Ka, eu sei que você me ama, mas não acho que devíamos trair o Nekobese... Além do que, eu não nasci pra politicagem. Eu aceito ser sua rainha, mas deixa esses títulos pomposos pra quem gosta disso. Eu fico feliz de estar com você! E mais ainda depois que minha irmã tiver beijando a sola do meu sapato!
           - Então tá. Quero que saiba que busco fazer várias coisas para garantir o nosso futuro juntos.

    Oribel escreveu:Com relação a Ochyllyss, Oribel tem uma sugestão inusitada. A guerreira tinha ódio mortal por Ka, mas talvez aceitasse falar com ela. Quando ainda moravam em Dirtmouth, Oribel já tinha 'conversado' algumas vezes com a guerreira e resolver isso de uma vez por todas. A informação sobre Pythos poderia ser de interesse dela
           - Mas Oribel, Pythos confessou que comeu o cu da Ochyllyss para entregar a gente como parte do prêmio quando saímos de Dirthmouth. Eu acho que Ochyllyss sabe quem comeu o cu dela. Ela deve saber quem é e como encontrar, então falar isso pra ela não trará nenhuma vantagem para nós. Talvez ela até fique brava pelo fato de sabermos quem foi. O que você está pensando que eu não entendi? Ka estava intrigado, não via nenhum interesse de Ochyllyss relacionado a informação de Pythos, o açougueiro Pete.

           Na sala de reuniões com todos os companheiros importantes Ka presta atenção em todos. Quem eram aqueles que Nekobese julgava importantes? Será que Ka já havia visto suas faces nas outras reuniões? Há novas pessoas que foram agregadas com a tomada de poder na cidade? Ou há parasitas que se aproveitam da ocasião? A casa agora realmente tinha um toque da decoração de Nekobese e a equipe também.
           -Y'shtoka a Baronesa de Lacrimosa, não há chance para Ildrolmi. A frase para Y'shtoka era clara, uma bajulação, mas Ka pisca para Nekobese e faz um sinal de positivo para seu chefe indicando que os planos estavam caminhando. Já sabiam de Ildrolmi e talvez conseguisse uma reação de Y'shtoka, talvez até uma conversa secreta com ela fosse mais interessante tanto pela lambida como pela curiosidade.
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    Mensagem por Sailor Paladina em Qua Out 30, 2019 10:01 pm

    Ka começa a dar sugestões sobre a pessoa de Ildromi, mas o fato é que a elfa já tinha ido atrás de tais informações. Todos os rapazes que a visitaram não quiseram dizer um 'a' sobre o assunto. Além de pré-selecionados, ou são pagos pra fecharem o bico, ou são ameaçados de morte. Ela diz isso porque na tentativa de falar com alguns deles, mesmo alegando que sabia da verdade, nenhum deles quis trocar mais do que duas palavras com Oribel.  O motivo dela ter sugerido Ka se envolver é porque no dia que os dois invadiram a cidade, ela viu quando a mulher foi toda insinuada pra cima dele, depois a elfa correu.
    - Ela tem uma queda por você. Mas talvez seja perigoso mesmo arriscar sua vida nisso. Podemos achar outro rapaz.

    Quando Ka fala de Ochyllyss, Oribel leva a mão ao queixo. Realmente ela tinha esquecido desse fato. Ela diz que talvez fosse melhor esquecer que a elfa existia e com sorte ela ia acabar cansando. No entanto, sua respiração demonstrava que continuava aflita e preferiria ver esse assunto resolvido de uma vez.
    - Aquele capitão que você encontrou, já tentou falar com ele sobre ela? Sei lá pedir proteção?

    Na sala de reuniões, Ka observa melhor os presentes. Na verdade não eram estranhos, só estavam melhor vestidos. Quando os conheceu pela primeira vez, vestiam roupas esquisitas, esfarrapadas, casacos longos e chapéus. Agora com dinheiro e status, se vestiam melhor e aparentavam ser mais sociáveis. Ka simplesmente nunca se interessou em conhecê-los melhor. Não sabia seus nomes verdadeiros, mas conhecia seus apelidos, seus rostos e suas especialidades. Podia contar com eles pra situações que exigissem um expert no assunto. Estranho Misterioso, especialista em combates rápidos, capaz de entrar e sair de uma peleja rapidamente ao eliminar seu adversário sem que ele veja. Lobo Solitário, especialista em forjar documentos e fazer negócios escusos. Miss Fortuna, especialista em jogos de azar com uma sorte literalmente dos diabos. Mortalha de Prata, arrombadora de qualquer cofre que exista no mundo e o Shamanista, conhecedor de magias das trevas e maldições. Todos com exceção do Shamanista são sociáveis com outros membros do grupo. Esse último não é de falar muito, e evita mulheres em especial, o que faz com o Lobo e a Mortalha desconfiem de sua sexualidade. Shamanista não confirma e nem nega as acusações. Estranho e Miss Fortuna não opinam sobre o assunto.

    Spoiler:
    Ka II (SP) - Christiano Keller - Página 2 3NOc7N9

    Às vezes fazia Ka pensar se não merecia um nome legal assim também. Nekobese dá um sorriso de canto de boca com a confirmação de Ka, mas não percebe a troca de olhares entre seu comparsa e a noiva. A noite é regada a vinho e comida finas com muita conversa sobre negócios, onde Ka poderia conhecer melhor seus colegas de campo ou ficar na dele junto com Oribel.

    Offtopic:
    Ka tá vendo um monte de exclamaçõeszinhas nas cabeças dos NPCs ai, haha. Sidequest pra todo lado. Porém, ao contrário dos videogames, o tempo tá rolando. Decida com sabedoria os próximos passos.
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    Ka II (SP) - Christiano Keller - Página 2 Empty Re: Ka II (SP) - Christiano Keller

    Mensagem por Christiano Keller em Qui Out 31, 2019 12:59 am

    Ka,

           Ao escutar as palavras de Oribel sobre Ildrolmi Ka consegue recordar parte da interação com ela na cidade.
    Oribel escreveu:- Ela tem uma queda por você. Mas talvez seja perigoso mesmo arriscar sua vida nisso. Podemos achar outro rapaz.
           - Se os caras estão vivos então não fico preocupado. Sabe-se lá que coisas loucas a mulher quer fazer. Como estão por ai, eu vou lá falar com ela. Eu tava era preocupado dela usar os caras num ritual bizarro e jogar os corpos para os cães. Ka suspira. Acho que andei preocupado demais. Então se tiver uma testemunha confiável eu posso procurar pela mulher amanhã mesmo. Que tal? Ka pensa em resolver este caso pois ainda tinha serviços para Koyaan para fazer. Uma vez tirando essa concorrente da linha Oribel poderia localizar outra.

           Ochyllyss... aquilo era um caso a parte. Como poderia resolver aquele problema sem sangue era uma grande questão para Ka.
    Oribel escreveu:- Aquele capitão que você encontrou, já tentou falar com ele sobre ela? Sei lá pedir proteção?
           - É meio complicado, vem cá, deixa eu cheirar você. Ka chega perto do pescoço de Oribel e respira fundo. Com a boca perto da orelha fala baixinho. Lembra que ele chegou na nossa casa da outra vez? Foi apertado aquilo, quase nos matou mas estamos bem. Farei tudo para proteger você. Ka lembrava de ter mencionado o acordo com Koyaan para Oribel, talvez ela esqueça de algumas coisas com facilidade ou alguém estava usando mágica para enganar sua mente. No entanto Ka decide por omitir que já fez um acordo com Koyaan dentro da casa de Nekobese.

           - Oribel, vejo oportunidades de negócios com todos eles, acha que algum deles poderia ser uma testemunha no caso de Ildrolmi? Talvez Miss Fortuna? Ka pensa neles. Porém faz um inventário de outras coisas pendentes para fazer:
    - Sweeney Todd, Velha Londres sudoeste de Onduth, vizinha ao Cemitério das Almas Profanadas.
    - Barrabus, o Cinza, cidade de Grayditch, sul de Onduth, além da Ponte do Demônio Afogado.
    - Transformar a mulher de Nekobese em Baronesa.
    - A mensagem para Ochylyss 30 dias após o evento na encruzilhada. Tinha que mandar alguém ver a mensagem na rua.

           Durante a festa Ka tentaria fazer uma social com seus colegas e tentaria descobrir se alguém iria fazer algum serviço perto da Velha Londres ou Grayditch.

    OFF:

    Será que posso pedir para rolar "Coleta de informações" ou "diplomacia" para fazer uma social e obter informações?
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