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    Golu (SP) - Bahamut

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    Mensagem por Sailor Paladina em Qua Ago 14, 2019 12:10 pm

    Epílogo
    Karzek,o centro de todo o mal na terra de Erotika. Piedade e benevolência são sentimentos perigosos de se ter por aqui. Qualquer sinal de fraqueza nesse sentido, fará com que outras pessoas te vejam como potencial escravo. Há quem prefira viver sob a tutela de uma chibata do que ser morto ou torturado por criaturas vis, afinal, antes vivo e humilhado do que servir de comida pra monstro. Mas Karzek também é lugar para os poderosos, gente de coração tão enegrecido que se diverte em ver o sofrimento alheio. Se você não faz parte de um desses dois grupos, com certeza está no lugar errado e próximo de ter uma recepção não muito calorosa. Embora o reino seja lar de muitas criaturas monstruosas que ignoram as leis e enganam os mais tolos, no topo dessa horrenda cadeia alimentar, encontra-se a Imperatriz Kawaii Val, líder máxima da religião de Shadowlady. Sua influência é pesada o suficiente pra garantir que os devotos de Shadowlady sejam respeitados. A Deusa da Morte não aceita os fracos, mentirosos ou quebradores de promessas e como tal, a Imperatriz deseja o mesmo em seus domínios. Quem não a obedece está por conta própria. Dinheiro não tem muito valor nesse reino. Karzek respeita poder e favores. Se você deve, pague. Se alguém te deve, cobre. Se é seu, domine! Se você é escravo, obedeça. A vida em Karzek promove a autopreservação. Importe-se apenas consigo mesmo ou seja pisado por todos.

    Início
    Golu havia chegado ao vilarejo de Karthak havia seis meses. Era um assentamento afastado das grandes cidades, mas ainda influenciado pela sombra maligna do reino. Pequenos terremotos ocorriam com frequência mensal, o que ocasionava a demolição de algumas casas e sua reconstrução pelas mãos dos escravos. O único pároco local, padre Saulot, era ao mesmo tempo uma benção e um martírio de se ter presente, afinal era o único curandeiro disponível em tempos de necessidade, mas sádico, exigia semanalmente que um habitante da vila fosse ao tronco, levar vinte cinco chibatadas em público para apetecer sua Deusa (provavelmente seu sadismo). Ele tinha um escravo (e amante) particular, um meio-elfo de nome Sibil que servia de mensageiro, mas o pobre coitado já apanhava todos os dias e estava sempre com marcas pelo corpo. Golu por ser meio-ogro era o homem mais forte do lugar e por sua presença, inspirou outros habitantes a darem algum futuro para a vila, construindo mais rápido do que os terremotos podiam derrubar. Muito do assentamento inicial era agora apenas o centro de uma vila maior com mais pessoas se mudando pra lá (ou refugiando-se ali). Outras pessoas de destaque eram Giovanni, o mercador de favores e responsável por registrar quem devia a quem no lugar, servindo também como banco e juiz, além de Voldo, o caçador e açougueiro, que junto com seus alunos proviam o alimento da cidade. Como a caravana decidiu ficar no assentamento, Lady Mura voltou com Lillith pra Onduth seu reino natal. Demais companheiros se separaram por motivos diferentes.

    Golu servia como ferreiro e mestre-de-obras local, mas embora fosse um membro respeitado em Karthak, imaginava quando poderia deixar Karzek. Seu coração bom o manteve tanto tempo ali na esperança de mudar a cultura daquela gente, mas parecia ser o trabalho de décadas e com a atual Imperatriz, parecia ser impossível. O meio-ogro terminava de moldar o sino gigante requisitado pelo padre Saulot, afinal o anterior acabou quebrando no último terremoto. Ter um favor daquele homem era bastante vantajoso. Alguém bate a porta de sua ferraria e ao permitir entrada, Golu vê se tratar de Sibil, o pobre meio-elfo escravo de Saulot que vinha lhe trazer uma mensagem de seu dono. Sibil faz uma reverência e diz:
    - Mestre Golu, perdão por incomodá-lo, mas trago-lhe notícias desagradáveis... Os homens que trabalhavam na ponte foram capturados. Mestre Saulot disse que o crescimento da vila estava chamando atenção demais e alertou que isso podia acontecer.

    O elfo tremia de medo. Embora Golu sempre tivesse se mostrado de boa índole pra um meio-ogro, o rapaz era muito covarde e não sabia como Golu reagiria a uma notícia ruim. Allura sempre ao seu lado comenta que era melhor esquecer aquela ponte e descansar. As costas dele ainda ardiam por causa das chibatadas de três dias atrás. Golu se oferecera no lugar de Allura para ir pro tronco. Um meio-ogro de sua constituição suportava muito melhor o castigo do que uma pobre succubus. Um humano normal passaria uma semana em repouso pra ficar como Golu estava já em condições de trabalho.

    Spoiler:
    Padre Saulot, sacerdote de Shadowlady e Sibil, meio-elfo escravo.
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    Mensagem por bahamut em Qui Ago 15, 2019 12:49 am

    Golu escutou as notícias de Sibil em silêncio. Ele não era muito inteligente para resolver assuntos diversos e sua súcubo sempre o ajudou, por isso deu ouvidos ao que ela disse e depois ponderou. Enquanto ponderava fez um gesto para Sibil entrar.

    Golu: - Sibil entra e bebe água. Senta e espera Golu.

    Golu foi para dentro da ferraria, pedindo para Allura fazer companhia ao convidado até ele voltar. Uma vez lá dentro, Golu mexeu as costas, incomodado com as chibatadas que recebera a três dias e se senta em uma cadeira pensativo. As vidas dos trabalhadores certamente estão em perigo, porém pode ser mais perigoso ir atrás deles, visto que a vila é pacífica e pacata. Por outro lado, quem quer que tenha capturado ou atacado os trabalhadores sabem da vila e podem estar maquinando algo. Golu então toma uma decisão e volta para perto de Allura e Sibil.

    Golu: - Allura, vá ao céu bem alto e procure. Golu acha que Allura verá alguma coisa. Depois vá até o templo, pois Golu e Sibil vão para lá.

    Tendo dito isso, sua escrava acena com a cabeça e sai do estabelecimento, alçando vôo rapidamente. Golu então se vira para Sibil.

    Golu: - Sibil vem com Golu falar com Saulot. Vila pode estar em perigo.
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    Mensagem por Sailor Paladina em Sab Ago 17, 2019 11:12 pm

    Viver no litoral sul de Karzek tinha suas vantagens e desvantagens. O bom era o acesso ao mar, o que permitia atividade pesqueira, contudo, a falta de um porto impedia que a cidade crescesse. Mas a maior desvantagem era estar longe da Capital e portanto longe da maior parte civilizada do reino. Os vulcões próximos derramavam sua lava no mar, mas ao mesmo tempo cercavam pequenas vilas com rios intermináveis de fogo. Cortando o contato da vila com o resto do reino era ruim para todo mundo e com a única ponte estando destruída e seus construtores sequestrados, a situação do vilarejo onde Golu se encontrava era bastante complicada. Não havia ali heróis poderosos o suficiente para lidar com as adversidades exteriores, exceto pelo próprio meio-ogro. Cercados pelo mar e pelo rio de fogo sem a ponte, caso ele não tomasse iniciativa de fazer algo, o povo de Karthak estaria condenado. Golu comanda que sua súcubo alce vôo na tentativa de encontrar algo suspeito lá do céu, mas até onde sua vista alcançava, ela não vira nada digno de atenção, exceto a ponte partida ao meio, no final da estrada.

    Golu (SP) - Bahamut VefxOGz

    Golu se volta pra Sibil e o intima a ir falar com o seu senhor sobre a situação. Assim que colocam os pés do lado de fora da ferraria, eles dão de cara com algumas moças e rapazes pelados, com correntes nos pulsos e tornozelos, além de hematomas em várias partes do corpo. Uma visão bem comum, mas o que chama atenção é o que o dono dos escravos, montado em seu cavalo, berrava pra eles:
    - Preparem-se pra labuta, seus merdas. Vocês vão substituir os marceneiros e botar aquela ponte em pé, ainda essa semana, nem que seja na base da chibata!

    Golu e Sibil chegam na capela do padre Saulot que os recebe com a frieza de sempre.
    - O meu sino já está pronto, Golu? Irei celebrar uma missa no domingo e quero que os devotos cheguem cedo ao tocar do sino.

    O meio-ogro comenta sobre o problema dos trabalhadores sequestrados, e Saulot franze o cenho demonstrando pouca preocupação como se fosse algo secundário.
    - Sim, sim, uma pena o que aconteceu. Mas o que você sugere? Ir até o rio de fogo investigar? Com certeza isso é obra de monstros na região. Talvez a ponte quebrada tenha sido um favor de nossa Deusa, afinal o rio de fogo protege nossa vila de invasores!

    Golu (SP) - Bahamut C19b81k

    Dito isso Saulot, aponta o dedo pra Sibil entrar e tirar a roupa, passar um perfume e ir pra cama, pois iria "usá-lo" em alguns instantes.
    - E você, volte pro seu trabalho. Lembre-se que quero meu sino pronto amanhã!

    Allura retorna e diz que de longe não pode ver nada especial no rio de fogo. A moça mal termina de falar e cai aos pés de Golu completamente enfraquecida e pálida, para então desmaiar. Saulot olha pra ela, toca a testa dela detectando febre e profere um sermão.
    - Pela Dama Sombria, meu rapaz. Por que priva sua escrava de fazer sexo? Ela é uma súcubo. Não sei como sobreviveu tanto! Essas criaturas casualmente se alimentam de prazer sexual, mas no atual estado dela, creio que serão precisos pelo menos três almas humanas. Se não estiver disposto a matar pela vida de sua escrava, ela deverá morrer em coisa de uma semana...
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    Mensagem por bahamut Ontem à(s) 12:43 am

    Golu se depara com uma situação inusitada pois nunca havia imaginado algo como tal. Ele já havia ouvido falar da fama das súcubus mas não sabia que a necessidade de energia sexual era tão vital. Ponderando a situação Golu carregou sua escrava no colo e partiu para a ferraria, pois morava nos fundos da mesma. A ponte não seria sua preocupação primária pois mais trabalhadores já estavam a caminho de lá, mas não parou de pensar neles. Sua preocupação maior era Allura, que com poucas energias pode vir a sucumbir. Sendo assim, Golu estava decidido a fornecer a Allura o que ela precisava... e desejava. Golu também desejava possuir a bela e voluptuosa fêmea demoníaca, mas sempre teve receio em feri-la com seu membro avantajado. Chegando em sua residência, Golu sem falar nada colocou Allura apoiada em um balcão da sua cozinha com a barriga para cima, levemente abriu as pernas dela e admirou suas formas perfeitas. Com a outra ele retirava suas calças e o seu membro rapidamente se mostrou ativo, enrijecendo rapidamente. Golu foi com muito cuidado, mirando seu falo na parte baixa do quadril de Allura e fez força lentamente para poder penetrá-la. Porém, para sua surpresa e a surpresa de Allura, seu falo não adentrou no sexo da súcubo, mas sim em seu ânus, que incrivelmente estava muito mais lubrificado e relaxado do que o primeiro orifício. Certamente os corpos dessas criaturas eram muito diferentes dos corpos de outras criaturas, e Golu teve outra prova disso quando seu falo parecia ser sugado para dentro e ao entrar, viu a barriga de Allura estufar com o grosso membro de Golu dentro dela. Esta por sua vez parecia despertar de um sonho erótico, arqueando o corpo e soltando um longo e forte gemido, urrando no final do mesmo com a língua para fora.

    Allura: - Aaaaah... Goluu! Meu mestre! Como é booooooooom. Por favor, use o meu corpo!


    Spoiler:
    o link abaixo é do xvi... vocês sabem. Não consegui colocar o video no post mas podem tentar colocar o link no navegador e assistir. adicionem link inicial do site no endereço abaixo porque se eu colocar, o forum não deixa o post ir adiante.
    /video42240529/legend_of_queen_opala_gabrielle_fucked_by_a_horse

    Golu sentiu o tesão soltar faíscas em seu corpo ao ouvir tal clamor de Allura e começou a estocá-la lentamente, deixando apenas metade de si dentro de Allura. Esta gemia sem parar enquanto balançava sua cauda para os lados incessantemente, sentindo o seu traseiro fortemente aberto e invadido pelo mastro de seu mestre. O corpo dela era moldado no ato sexual pelo falo de seu mestre, mudando a forma de seu abdome enquanto passa por dentro do corpo da jovem. A cena seria monstruosa em qualquer situação, passível de arrancar urros de dor em qualquer criatura, mas não em Allura, que se derretia de prazer sem precedentes. Golu se instigou com aquilo e aumentou o ritmo de suas estocadas para alegria de Allura. Com o mastro dentro dela, Golu se debruçou sobre ela e beijou sua boca, Allura retribuiu o beijo respirando com força e os olhos revirados em sua órbita. Golu então saiu de dentro dela virou o seu corpo. Deixando os pés dela no chão e o corpo apoiado no balcão ele a penetrou novamente, agora um pouco mais fundo. Ele sentia a resistência do corpo de Allura com as estocadas e a cabeça de seu pau raspando na caixa torácica de Allura por dentro, que mantinha a cabeça baixa, balançando no ritmo das estocadas fortes de seu enorme amo. Seus olhos reviravam e seus lábios entreabertos deixavam escapar gemidos e saliva. Para Golu a sensação também era muito boa.

    Ele recuou esse tempo todo com relação ao sexo e agora estocava nela sem dó nem piedade, adorando cada segundo. Quando sentiu que estava próximo de alcançar o gozo, ele estocou Allura com mais vigor e puxou os cabelos dela, que vidrava com a língua para fora e um sorriso cheio de luxúria estampado em seu rosto. Golu sentiu uma forte onda lhe percorrer o corpo e sem demoras, a onda invadiu o seu falo. Sua preocupação com a saúde de Allura dominou o ato desde o início, ativando algo dentro de seu corpo (talento-FLUIDO PESSOAL AVANÇADO DE ONESTRUM), fazendo com que ele despejasse uma quantidade massiva de sêmen dentro da súcubo. A quantidade era tanta que o abdômen da fêmea demoníaca inflava sem parar devido a enorme quantidade de líquido sendo despejada por Golu. Allura tremia as pernas e seu corpo em um orgasmo avassalador, que aumentava de intensidade enquanto era preenchida pela seiva de seu mestre. Golu por sua vez tinha sido dominado pelo forte orgasmo e no final do mesmo, sem perceber, penetrou totalmente seu pênis dentro de Allura, que com o pênis introduzido até a garganta, teve o sêmen de Golu sendo jorrado pela sua boca e narinas por pelo menos 5 segundos, sujando a parede e o chão a frente dos dois. Golu ficou em êxtase por uns instantes enquanto Allura estava suspensa do chão, empalada por seu senhor.

    Quando ele se deu conta, retirou o seu membro de dentro dela o quanto antes. Como ainda estava com tesão, Golu deixou Allura no chão, temente de que fosse tomado novamente por seus instintos e voltasse a deflora-la. Ela por sua vez, jazia de lado com a barriga túrgida, tendo espasmos aleatórios em diversas partes do seu corpo, seus olhos fora de órbita e sua língua fora da boca, denotando a potencia do seu orgasmo e seu ânus já fechado, deixando escorrer levemente apenas uma singela quantia do sêmen que Golu despejara dentro dela. A barriga de Allura parecia com a barriga de uma mulher grávida de várias crianças, seus olhos e boca eram semelhantes aos de uma pessoa que acabara de receber um flagelo físico em demasia, ou até mesmo acabara de falecer, mas o sêmen que escorria de seu traseiro mudavam toda a imagem e deixava Golu muito erotizado. Este procurou conter seu corpo e se afastou de sua escrava, procurando o domínio de si mesmo enquanto tinha esperanças de que ela ainda estivesse viva.
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