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    Só não venda a alma (por um preço baixo)

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    Mensagem por Leomar em Qui Out 03, 2019 5:44 pm

    - Eu sou obediente, mais do que gostaria. Você queria beber e lutar, aqui tem. Se quiser outra coisa, posso te levar a taverna Licores de Lua com suas piscinas aquecidas. Você pediu para arrumar a espada, farei isso também. Eu a obedeço.

    - Ounnhh! Eu não disse que ele era fofinho?

    Talvez isto fosse a forma dela elogiar, embora muitos ainda dão risadas e risinhos de Ka.

    - Pode usar o bastão, quase todos tem armaduras que protegem contra cortes, mas são vulneráveis a impactos não perfurantes. Além do mais que golpes com o bastão não matam na hora e podem prolongar a lutar para sua diversão. O foco é a sua diversão, mas não vou deixar você se divertir sozinha.

    Ela não responde, mas pega o bastão que terminava em forma de gancho.

    - Aaaooeieiaahhhgghhoooaaa!

    Um arqueiro tenta atingir Kapitulina, mas ela já parte logo pra cima do primeiro que tava na frente, já bloqueia a espada dele com o gancho e, girando, faz ele cair pra direita mas sem muito dano, com isto a flecha só acerta o vazio; ato contínuo mais dois procuram atingí-la, um pelas costas, outro pela esquerda; O da esquerda ela já bloqueia com o gancho, puxando-o para si; O outro ela ataca com a cauda, que estala como um chicote, ela o acerta na cara, embora ele também consegue acertá-la, provocando um corte.

    Ka escuta ela dar um grito de dor, mas já estava ocupado com o cara na sua frente e portanto nem podia ver tudo que acontecia com Kapitulina, Ka tinha contado pelo menos oito contra dois, e sinceramente se pergunta se dariam conta. Como as estatísticas estavam contra os dois, ele não economiza na força e tenta dar um golpe caprichado logo de começo. Seu martelo atinge com força o escudo do oponente, os dois soltam um gemido abafado e recuam um passo; Ka calcula que seu oponente é um pouco mais fraco que ele, apesar de ter defendido bem o primeiro golpe. Sua armadura dava forte vantagem contra ele; provavelmente não perderia para este primeiro, tinha que ver se a vantagem seria suficiente pros demais.

    Ka agora estava ao alcance de dois adversários, embora um deles ainda tenha atacado Kapitulina primeiro, ele poderia resolver atacar Ka no próximo movimento.

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    Mensagem por Christiano Keller em Sex Out 04, 2019 3:31 am

    Ka,

           Um combate não era parte da vida de Ka. Quando lutou contra um tipo de cão na frente do mercado outro dia Êlane o salvou. Destruir metal, o envergar e amassar era parte da profissão de Ka. Acertar golpes em alguns pontos ou com certa intensidade poderia destruir o trabalho dos ferreiros e este era o objetivo. Amassar a armadura com o usuário seria muito pior que apenas acertar um golpe.
           Não dava pra prestar atenção nos detalhes do combate e aprender com Kapitulina ao menos enquanto estava ocupado com seu adversário. O aprendizado estava mais limitado ao que Ka conseguiria fazer. O movimento de Kapitulina para o meio dos inimigos era interessante pois limitava a ação do arqueiro, porém a poderia deixar exposta para algum adversário. Ka recorda que ainda havia a cauda, certamente ela a usaria para derrubar quem estivesse de costas pra ela.
           O golpe no escudo do adversário mais fraco é um tanto frustante e a raiva cresce no coração de Ka. Essa era sua oportunidade, única oportunidade de impressionar Kapitulina, tinha que dar certo. Não poderia ser visto como um inútil que não consegue acabar com um adversário mais fraco. Por Piro, ele era mais fraco! Se Angelina atuou nas tramas do destino para ajudar Ka, ele era mais fraco! Deuses estavam ao lado de Ka, aquilo precisava dar certo.
           Ka ataca novamente seu inimigo. Ao dar o golpe Ka presta atenção ao movimento, visualiza a bigorna que apoia a peça e dispara a marreta para estraçalhar o local.
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    Mensagem por Leomar em Sex Out 04, 2019 9:39 am

    Ka levanta o martelo como se fosse malhar ferro na bigorna. Para alguém com o mínimo de conhecimento em batalha, veria que aquilo era inútil numa batalha, a menos que o inimigo tivesse paralisado. Um oponente em movimento não é como uma chapa parada numa bigorna, elevar os braços acima da linha dos ombros numa luta, e ainda com as duas mãos no martelo, além de prejudicar a defesa, daria a alguém com espada muitas boas possibilidades de contra-ataque.

    Qualquer pessoa com o mínimo de conhecimento em batalha teria percebido que Ka não sabia lutar. Sua única vantagem era sua força superior. Porém seu oponente também não era dos melhores. Ele não viu os erros de Ka, viu apenas um cara muito forte com uma armadura muito foda ao lado de uma demônio capaz de ferrar com três adversários de uma vez. Isto é o suficiente para deixá-lo com o "ás de copas" apertado o bastante pra ficar dois dias sem conseguir sequer peidar.

    "Se este cara me acerta, tô fudido" - É o que pensa. E era verdade SE Ka acertasse, seria um estrago, o difícil seria acertar.

    Ka urra ao desferir o golpe, e mesmo desengonçado como era, parecia ameaçador. É o bastante para o oponente sair correndo de medo.

    "Ah, foda-se o Kan, eu nem sou tão idealista assim."

    No combate, quando alguém comete um erro pior do que o seu erro, aquilo acaba sendo uma forma de acerto para você. Bom, desta vez foi, pelo menos.

    Já Kapitulina parecia dançar no meio dos adversários. Ela tinha um kratak, uma "espada" com a lâmina muito curta, que nem parecia uma espada. Sua lâmina era chata e reta, como um estilete. Um kratak tem apenas 30cm de lâmina, a de Kapitu devia ter uns 24-25. Esta lâmina que não PARECIA muito perigosa era a arma símbolo de Piro.

    Apesar do pouco tamanho de lâmina, que fazia dela pouco maior que uma faca, o corte dos krataks (pelo menos dos legítimos) era algo lendário. Feita com o místico aço-16, ela cortava tudo, segundo alguns até as linhas de mana, se quem empunhasse fosse um mago experiente.

    Kapitulina até agora não usou magia (aparentemente), mas mostrava uma destreza ímpar, é com um único gesto, o kratak já sai de sua cintura num arco preciso para fazer a primeira vítima, a única mulher do grupo do Yüksek Kan. O ataque de Kapitulina corta ao mesmo tempo o braço da oponente, o cabo do martelo dela e faz um rombo na armadura e no peito dela, tudo como se fosse manteiga no sol. O sangue jorra, e ela morre em agonia.

    Isto Kapitulina faz com o braço esquerdo, o direito ainda está com o bastão em forma de gancho, que ela fisga a perna do cara que a atingiu antes, e o joga por cima de si. Com um único braço, num golpe giratório, ela arremessa o cara, fazendo ele passar por cima do ombro dela. Isto é um golpe muito foda.

    MUITO

    FODA.

    Se não bastasse, ela ainda acerta o cara atrás dela com o rabo e bloqueia um da frente, novamente com o braço esquerdo, que nem se desviou ao atingir o mulher.

    O outro cara que estava na frente de Kapitulina ainda consegue atingi-la. Não o suficiente para pará-la.

    O arqueiro tenta uma segunda flecha, naquela distância, mesmo atingindo Kapitulina, era perigoso acertar um amigo, mas ela atira assim mesmo, só que, para jogar o cara por cima de si, ela já tinha abaixado levemente, e mais uma vez o arqueiro não acerta nada.

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    Mensagem por Christiano Keller em Sex Out 04, 2019 1:55 pm

    Ka,

           Quando Ka levanta os braços percebe seu erro, mas era tarde demais o golpe ia cair batendo forte. De maneira inesperada o homem do Kan corre por sua vida. Apesar dos golpes e movimentos Ka estava acostumado com exercício físico, não chegou nem a escorrer suor pelo rosto. Para o calor da batalha aquilo ainda não era comparado ao calor da forja que derrete metal. O frescor da noite parecia revigorante para os exercícios.

           O barulho de um inimigo morto anima Ka, mas ainda precisava matar seu próprio alvo. Um inimigo que fugiu não é uma prova do combate, ele poderia ter medo de Kapitulina. A emoção dominante é o desejo de se mostrar, satisfazer seu próprio ego e mostrar que era mais que um humano obediente. Em sua mente o desejo pela magia de fazer o inimigo queimar é grande. Se matar o cara ou mostrar magia Kapitulina poderia ser surpreendida, talvez considerar que "o humano tem seus segredos".

           Outro inimigo estava próximo e o arqueiro parecia a opção seguinte. O ferreiro tenta um novo golpe, não levanta o martelo como da outra vez para não se expor, o golpe da esquerda para direita tem como objetivo fazer o inimigo se mover para ficar entre o arqueiro e Ka. Quando dispara o golpe Ka tenta visualizar a magia em ação sobre seu alvo.
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    Mensagem por Leomar em Sex Out 04, 2019 8:28 pm

    O arqueiro mira em Ka desta vez, e desta vez ele acerta. A flecha porém não é suficiente para furar sua armadura; Ka sente o impacto no estômago, se tivesse sem armadura provavelmente morreria antes de Kapitulina terminar de se divertir, mas como estava com ela ia apenas ficar dolorido mais tarde.

    E isto também o atrapalha na hora de lidar com o outro oponente, que acerta Ka no braço. Mais uma vez a armadura de Ka o protege de quase todo dano, mas em termos de terreno Ka não canhou nem um passo.

    (off: por enquanto perdeu só 2 PV, mas isto não causa dano a longo prazo)

    Kapitulina deixa o kratak cair, para atingir outro inimigo com a mão, tal como fez com a mulher na taverna. Ela aplica o mesmo golpe paralisante, mais uma vez de forma perfeita. O humano "trava" no lugar, segurando a espada com força, mas sem conseguir mover um músculo, fora os olhos, ainda que pareça estar fazendo força extrema.

    Com a mão direita e o gancho ela imobiliza a mão da arma do adversário à frente, e ainda faz uma leve torção. Ka provavelmente não conseguia acompanhar os movimentos dela, já que estava preocupado com sua própria luta, mas um observador externo perceberia que Kapitulina tinha uma destreza bem acima da média dos demônios e, apesar de ter levado alguns golpes, dominava os demais com relativa facilidade.

    Só um observador EXTREMAMENTE atento perceberia que, mais do que isto, ela estava até "pegando leve" com os adversários, pois poderia já ter feito um estrago ainda maior. (off: caso queira perceber esta informação, role Percepção nível difícil, se não quiser rolar não precisa, Ka vai perceber só que ela é muito boa, não que está prolongando desnecessariamente a luta.)

    Enquanto ela fazia isto com o adversário à frente, o que estava em suas costas a ataca por trás, a precisão dele é muito boa, e ele parece um dos melhores daquele grupo ali. Desviar de seu golpe seria MUITO difícil.

    Ao invés disto Kapitu faz algo ainda mais inacreditável: ela saca seu say* da cintura e encaixa a lâmina do inimigo nos dentes da arma, desviando o ataque dele. Ela faz todos estes três movimentos praticamente simultâneos.
    (say são aqueles tridentes pequenos, tipo que a Elektra usa, sabe?)

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    Mensagem por Christiano Keller em Sex Out 04, 2019 9:03 pm

    Ka,

    Não saber lutar é uma merda... errar os golpes também, porém ser atingido dói muito. A armadura que Ka pensou em deixar em casa faz toda a diferença para salvar sua vida. Uma flecha no estômago e Ka iria morrer ali na rua mesmo. Ka fica contente com a armadura que a algum tempo o atormentava. O golpe no braço o pega pois foi besta e mais uma vez agradece a armadura.

    Kapitulina parecia brincar com seus alvos e Ka não passava de uma distração, estava puto com aquilo. Era preciso mostrar seu valor, queria acertar alguém, pelo menos acertar alguém já que a coisa estava feia pro seu lado. Como o golpe anterior passou sem acertar em nada da esquerda para direita, agora Ka tenta aproveitar algum embalo e acertar da direita pra esquerda. A raiva era tanta que Ka sentia a mão segurar firme no cabo do martelo. A mesma imagem de tentar acertar seu inimigo com a magia se faz em sua mente conforme a mestra Niréia havia explicado. Ka expele o ar na hora do golpe torcendo para acertar com tudo que tivesse.

    Como seriam as apostas ao redor? Alguém apostaria nele ou todos apostariam contra? Ka estava disposto a decepcionar alguns apostadores ficando vivo no final da luta, mas queria mesmo era derrubar alguém.
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    Mensagem por Leomar em Sex Out 04, 2019 10:25 pm

    Ka busca o golpe pelo outro lado, seu oponente agora era mais valoroso que o primeiro que deu o pira, mesmo assim Ka o acerta. Não foi o bastante para derrubar, mas o grito de dor do oponente é satisfatório.

    Como Ka, a armadura do soldado (?) do Yüksek Kan também o impede de perder o braço com o golpe, mas ele leva dano contundente, que contando a diferença de armadura dos dois, é pior do que o que Ka tinha levado, visto que a armadura de Ka é mais eficiente contra a arma cortante do oponente.

    Por um segundo Kapitulina segura os dois adversários que tinham atacado anteriormente, enquanto desvia dos outros, defendendo com o rabo. Mas no segundo que tem chance, ela faz mais uma vítima. Ela torce um pouco mais o braço do cara que estava na sua frente com o gancho, ele deixa cair a espada, ela empurra a espada do outro que estava atrás para o lado, com ajuda do say, o oponente é obrigado recuar pra não ser desarmado. Com isto Kapitulina gira, e fica de frente do cara que estava nas suas costas, ao mesmo tempo dá um golpe com o say para trás, acertando em cheio o coração do cara que antes estava de frente e agora estava atrás.

    O cara que tinha levado o golpe paralisante, continua parado.

    O arqueiro mira em Ka novamente, mas segura a mira, tentando um tiro 100%

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    D - Dano
    P - Paralisado
    CT - Cu Trancado
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    Mensagem por Christiano Keller em Sab Out 05, 2019 4:29 pm

    Ka,

           A luta será vencida, pelo certo Kapitulina dará conta de todos os adversários com facilidade. Ka por sua vez parece um grande alvo parado e despreparado, essa era a verdade da sua raiva. Luta e combate estavam na lista de atividades para serem treinadas se Ka sobreviver. O combate no mercado foi terrível, Ricardo que fez alguma coisa para salvar a vida de Ka usando sua kopesh. Ka apenas deu sorte com a magia. Sorte foi importante, porém técnica como Kapitulina fazia uma grande diferença. Os sentimentos de raiva, sobrevivência e inveja transbordavam. Ka queria aquele poder para ajudar as pessoas da cidade, talvez do mundo.

           Graças a percepção de Ka sobre a luta era possível compreender que o arqueiro não atirou, estava fazendo mira em alguém. Ka não sabia se a mira era nele, mas como havia recebido um tiro não queria se arriscara levar outro. A dor da flechada não era tão ruim quanto uma martelada errada, mas não era o tipo de coisa que você gosta. Sem um escudo para oferecer proteção além da barreira mágica pessoal, a qual estava fora do controle, uma ação desesperadora toma forma na mente de Ka. O único que poderia oferecer uma barreira era o inimigo que estava a sua frente.

           Ka avança para ficar bem perto do inimigo de modo a usar o corpo dele como proteção ao ataque do arqueiro. O martelo se move para atingir o tronco do inimigo e por sorte o usar como proteção. Preocupado com o arqueiro a lembrança da Mestra Niéria sobre o uso da mana branca surge para Ka. Um golpe de mana para atingir o arqueiro poderia ser uma distração e o fazer perder a mira.

           A vida de Ka estava em jogo, muito mais que apenas sua reputação. Será que Ka se tornaria um wanamko? (post 9 - forjando o destino) O treinamento com Regnaal estava fluindo devagar para o gosto de Ka. A memória de Jussara lutando e dizendo "Fayrus invocat!" quando lutou contra aquelas malucas na rua. Parecia que a vida de Ka passava diante de seus olhos, mas aquele não seria seu fim. Será que comandos faziam a mágica funcionar? Seria possível fazer uma dobra? O sentimento de sobrevivência dispara uma carga de energia.

           - Fayrus invocat! Ka não sabia o que estava fazendo mas viu o que Jussara fez, talvez aquilo ajudasse. No entanto sua mente estava no arqueiro e o fogo de Jussara saiu perto de seu corpo. (Ka não sabe o que está fazendo, está apenas cheio de raiva e desesperado)
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    Mensagem por Leomar em Dom Out 06, 2019 1:41 am

    Ka se move pra esquerda, ficando mais perto do oponente, mas finalmente saindo da linha de tiro do arqueiro. Não era sem tempo, pois a flecha seguinte passa pertinho, só não acertando pois, como esperava, o arqueiro não quis acertar o amigo que ficou na frente.

    Mesmo não sendo muito bom de luta, Ka tinha porte para uma boa briga, e além de ter saído da linha de tiro, consegue encaixar um bom golpe, que faz o oponente fraquejar nas pernas, pois apesar de tentar, ele não consegue defender. O golpe deve ter quebrado no mínimo um par de costelas, e ele estaria fora do combate por mais tempo do que precisava.

    Kapitulina ainda tira um cinto com duas facas na cintura e uma faca na coxa. As duas na cintura ela usa contra o oponente na frente, bloqueando e atacando em golpes velocíssimos, e depois de acabar com ele, a faca da coxa vai voando em direção ao arqueiro, ao contrário dele, ela não precisava de tempo pra mirar, e nem de um segundo arremesso.

    Um dos carinhas que tinha ficado só de um lado pro outro durante a luta sai correndo, gritando "mamãe!!". Na verdade ele grita outra coisa, provavelmente em algum idioma de Akvlando, mas Ka imagina que ele ele saiu gritando "mamãe!!"

    Kapitulina saca sua katana, por incrível que pareça ela tinha conseguido sacar TODAS as suas armas; Esta demônio é

    Muito

    Foda!

    Vendo o estrago, o carinha que ainda estava de pé levanta as mãos, se rendendo. Kapitu levanta a katana em direção a ele:

    - Vocês lutam como garotas! O que acha? Aceitamos a rendição?

    off escreveu:Off: Ka deduz que a pergunta foi pra ele, se disser que sim, ela olha pra katana e embainha, dizendo "você fica pra próxima, queridinha". Só quando o sobrevivente for segurar o amigo paralisado que este sairá da posição que estava, com um grito de dor. Se disser que não, ela corta o abdome do cara que se rendeu, deixando as vísceras cair de forma bem dolorosa, então ela vai perguntar se tira ou não a cabeça dele (se não, ele vai morrer bem lenta e dolorosamente). Ka pode decidir também se aplica um golpe final ao oponente na sua frente ou só deixa ele caído.

    Só não venda a alma (por um preço baixo) - Página 2 Beco20a3c7dacca6cc5f

    Depois da resposta de Ka (seja qual for) Kapitu pergunta:

    - Então, você é um mago do fogo?

    - Oi?

    - "Fayrus Invocat" é uma gema.

    - Gema? - Para Ka "gema" são pedras que ele pode lapidar.

    - Gema é um canto, mantra ou grito de poder, normalmente em traarnak ou trassaviano, uma forma de ajudar conjurar. Você disse Fayrus Invocat, é uma gema de fogo, como Anassat Fayrus Invocat, Batsse Fayrus Invocat ou Fayrus Invocat An'Ssimi. É algo como "Invoco as chamas" em nosso idioma.

    off escreveu:Depois da reação de Ka ao pequeno diálogo (seja qual for), Kapitulina "sugere" que talvez precise de uns pontos, Ka percebe que ela tinha ganhado um corte bem feio na cauda. Se ele tivesse um corte assim na perna, não estaria aguentando ficar de pé. Kapitulina demonstra alguma dor no rosto, mas muito menos do que provavelmente seria de se esperar de alguém com um corte daquele.

    - Quer costurar pra mim, ou sabe de alguém bom nisto?

    Caso Ka não seja muito bom com pontos (se quiser arriscar, pode rolar Trabalhos Manuais com vantagem de mod+1 seu alvo seria 13) e nem saiba de ninguém que seja, Kapitu dirá que acha que conhece um cara na Praça dos Milagres que provavelmente daria conta daquilo, ela pergunta se ele sabe se a praça está longe e pede pra ajudar chegar lá.

    obs.: durante a batalha você falou em "O frescor da noite", mas que eu me lembre, você procurou a Tirel cedo, e não demoraram tanto assim no mercado negro, então a menos que tenham ficado muito tempo na Toca, não tá tão tarde assim.
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    Mensagem por Christiano Keller em Dom Out 06, 2019 3:57 am

    Ka,

    Kapitulina escreveu:- Vocês lutam como garotas! O que acha? Aceitamos a rendição?
           - Dele não. Os outros vão contar a história. Corta a cabeça, é mais aterrorizante. Ka não gostava daquilo, mas Kapitulina era uma demônio em busca de diversão, precisava fazer isso para manter sua cabeça nos ombros.

    Kapitulina escreveu:- Gema é um canto, mantra ou grito de poder, normalmente em traarnak ou trassaviano, uma forma de ajudar conjurar. Você disse Fayrus Invocat, é uma gema de fogo, como Anassat Fayrus Invocat, Batsse Fayrus Invocat ou Fayrus Invocat An'Ssimi. É algo como "Invoco as chamas" em nosso idioma.
           - É, estou aprendendo algumas coisas, mas sou ruim nisso ainda. Pensei que conseguiria queimar o cara, mas só quebrei umas costelas. É a verdade, mas como Ka também não sabia se seria um mago de mana branca e de mana verde também não havia mentira, apenas ignorância das grandes.

    Kapitulina escreveu:- Quer costurar pra mim, ou sabe de alguém bom nisto?
           - Claro que quero, espero que fique do seu agrado. Sabe que pode doer e não será culpa minha. Ka olha para o machucado, abraça Kapitulina e diz: Ainda não é tão tarde assim, quero me divertir com você depois que te costurar é claro. Não creio que tenha outras cicatrizes, mas vou me divertir procurando. Fiquei impressionado como brincou com eles, parecia que intencionalmente prolongou a luta para se divertir. Ka olha para as coisas no chão. Vou recolher suas armas para poder pegar logo na sua cauda. Quer alguma lembrança de alguém? Acho que nem vale a memória, vale? Talvez algum saco com coisas de valor ou uma medalha valiosa possa ser aproveitada para pagar o machucado ou alguns drinks a mais.

           Em um local adequado para fazer a costura, Ka usa suas habilidades manuais em couro para fazer o serviço. Sabendo que é costura em carne, Ka limpa as mãos para ficar livre de resíduos e ferve água para limpar a agulha com água quente. Machucados eram comuns nas forjas, ainda mais com objetos de metal cortante, isso era parte da profissão e uma das razões de Ka usar a armadura para trabalhar.
    - Vamos lá, deixar eu pegar isso ai. Relaxe para mim. Ka pega a cauda e começa a costura.
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    Só não venda a alma (por um preço baixo) - Página 2 Empty Re: Só não venda a alma (por um preço baixo)

    Mensagem por Leomar em Dom Out 06, 2019 10:32 pm

    Ka não gostava daquilo, mas Kapitulina era uma demônio em busca de diversão, precisava fazer isso para manter sua cabeça nos ombros.

    Tomara que as deusas estivessem ocupadas no momento e não vissem aquilo...

    Ka escreveu:- É, estou aprendendo algumas coisas, mas sou ruim nisso ainda. Pensei que conseguiria queimar o cara, mas só quebrei umas costelas.

    - E daí? Deu certo, não é? Magos são muito chatos. Eu prefiro cortar e quebrar. Já minha irmã é uma maga, e é um tremendo pé-no-saco! Magos me entediam.

    - Claro que quero, espero que fique do seu agrado. Sabe que pode doer e não será culpa minha.

    Kapitukina olha com cara de desdem:

    - Séééério???!! Mas deixa contam um segredo: eu sou uma demônio! É, eu sei que é difícil descobrir, porque eu sou muito discreta, mas a pele cor de grafite e o rabo às vezes me entregam. Então acho que eu aguento um pouquinho de dor. Já tive outras nos meus miliquinhentos anos de súcubo.

    Demônios são conhecidos por aguentar mais dor que humanos. Não que eles não sintam, mas resistem melhor. Mesmo sendo demônio aquilo iria doer um pouco mais que "um pouquinho".

    Kapitulina estava bem "conservada" para alguém com 1500 anos. Mesmo se considerar mudanças de calendário nos últimos séculos (os anos antigamente eram mais lentos) isto ainda daria mais de 900 anos. Teoricamente, anjos e demônios poderiam viver para sempre, mas raramente se via um anjo com mais de 600 anos ou um demônio com mais de 700, e demônios normalmente envelheciam pior que anjos. Outro detalhe é que ela diz ser uma súcubo, para humanos, saber diferença entre diabas e súcubos não importava muito: humanos inteligentes evitavam ambas, humanos corajosos lutavam contra ambas, mas para os demônios isto poderia ser importante por causas de hierarquias e outras bobagens. Até onde Ka sabia, súcubos tinham asas, e Kapitulina não tinha, por isto era de se pensar que ela era diaba, porém Ka não era tão versado em demonologia para saber se isto tinha alguma importância.

    off:
    parecia que intencionalmente prolongou a luta para se divertir.
    Vou fingir que não vi este meta-jogo. Pela percepção não tinha como Ka ter deduzido isto, pois ele estava ocupado e ela já era mais rápida do que se podia esperar, pela rolagem não deu pra perceber que ela era ainda melhor. Vou considerar que foi uma "intuição" que fez Ka pensar nisto.

    Ka escreveu:Vou recolher suas armas para poder pegar logo na sua cauda. Quer alguma lembrança de alguém? Acho que nem vale a memória, vale?

    Ela faz cara de que não se importa:

    - Lembrança? Se fosse guardar lembranças de toda briga, teria de puxar um carro.

    Ka então podia ficar com o que encontrasse. Não era muito, quatro espadas, duas adagas, um arco, boa parte só serviria se fosse pra vender, pois Ka nunca mexeu com arco. O martelo de batalha da humana teve o cabo de metal cortado (dava pra derreter e consertar). O arqueiro e o careca tinham insignias de bronze, as pessoas costumavam levar insignias de mortos para contar vantagem sobre quem mataram (ou provar que mataram, se houver recompensas pelas mortes) ou avisar outros sobre quem foi morto, ou então impedir que outras pessoas avisem outros sobre quem foi morto.

    Fora isto poucas moedas, totalizando 22 kons, o resto era tralha, como um apito, um bloco de notas, etc. Era um grupo pobre.

    Ka já tinha dado alguns pontos antes, e levado alguns também, mas até então o corte mais grave que tinha suturado foi seis pontos em Ricardo. Ka imagina que Kapitulina precisaria de uns dez.

    Durante o processo, Kapitulina urra de dor algumas vezes, e Ka fica com medo que ela fosse querer descontar esta dor, mas ela só manda ele continuar o que tá fazendo e parar de frescura (mais de uma vez).

    No final ela precisou de treze pontos, até Ka ficou com os dedos doendo.

    - Isto vai deixar um druzu de cicatriz para eu preocupar depois.

    - Não posso fazer nada quanto isto.

    - Tanto faz, depois eu resolvo. Até que foi divertido.

    Ka tinha observado o corpo de Kapitulina, e curiosamente ela não tem cicatrizes antigas. No começo pensou que a pele escura podia disfarçar, mas olhando de perto, a pele era lisinha mesmo. Pelo estilo de vida dela, era de se esperar muitas cicatrizes. Certamente ela conhecia formas mágica e/ou espirituais de lidar com cicatrizes; Não era o tipo de tratamento acessível para um cidadão comum.

    off:
    Ainda vai querer brincar com ela? Se quiser pode descrever a cena (ou não, e só não esqueça de não pegar no rabo dela), senão por enquanto ela fica satisfeita, diz que até que foi divertido e talvez apareça pra se divertir de novo outro dia.
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    Só não venda a alma (por um preço baixo) - Página 2 Empty Re: Só não venda a alma (por um preço baixo)

    Mensagem por Christiano Keller em Seg Out 07, 2019 3:52 am

    Ka,

           Os itens de Kapitulina foram recolhidos e entregues de volta. Os 22 kons foram embolsados aos 0 kons (creio eu) que restavam com Ka e as 5 moedas supremas que havia recebido de Kapitulina. Os outros itens que poderia vender abaixo do valor foram pendurados no cinto como material de trabalho.

           Ka então seguiu com Kapitulina para uma estalagem em que pudesse fazer o serviço com luz e água quente. Não havia necessidade de fazer aquilo no meio da rua.
    +18 Kapitulina + Ka:

    (espero que fique de acordo com o que entendi dos demônios, se for muito explícito também podemos apagar)

           Ka terminou de dar os pontos na cauda de Kapitulina que estava senta na cama a sua frente do lado direito, já que a cauda era que precisava de atenção. Ka coloca a bandeja de lado e ao se levantar beija Kapitulina na boca. As mãos de Ka a agarram de maneira firme, a mão direita desce até a bunda e a esquerda sobe até o pescoço. Kapitulina agarra Ka e reclama:
           - Quanta coisa você está usando? A proteção de Ka era grossa, mas havia um truque para tirar tudo rápido. Ka puxa um nó escondido e a armadura desce rápido. Bom garoto, obediente. Ka toca o seio de Kapitulina enquanto ela abaixa as roupas e arrisca um beliscão. Parece que ela gosta da sensação. Ora, mas o que temos aqui. Músculos escondidos. Kapitulina passa a mão pelo corpo de Ka.
           A mão direita de Ka desce até a virilha de Kapitulina e busca por sua buceta. As pernas são abertas para facilitar o acesso enquanto uma luta de línguas acontece nas bocas. Ka dedilha a buceta de Kapitulina procurando o meio, a entrada e o ponto em que os lábios internos se juntam. Ka começa a passar o dedo do meio na fenda, os dedos anelar e indicador abrem o espaço para o trabalho ficar mais fácil. Rapidamente Kapitulina está meladinha e Ka passa o dedo de baixo até o ponto em que os lábios de juntam. Então Ka começa a fazer movimentos circulares sobre o ponto de encontro. As mãos de Kapitulina exploram o corpo de Ka, as dobras dos músculos, os gomos na barriga, os braços, as coxas até que encontram o falo. Kapitulina ofega um pouco, como num leve orgasmo e segura o falo de maneira firme, possessiva.
           - Isso garoto obediente. Kapitulina parecia gostar daquilo e por um momento para de beija com os olhos fechados, a boca aberta, a mão se movendo devagar. Muito bom garoto obediente. Agora é sua vez de responder algumas coisas pra mim. Kapitulina puxa gentilmente Ka para a cama e começa a masturbar devagar. Sabe magia do fogo? Kapitulina observa os olhos de Ka enquanto pergunta.
           - Nãããooooo... estou aprendendo... ah... Ka geme um pouco durante a resposta.
           - O que sabe sobre magia? Kapitulina finge interesse no tema por mera curiosidade.
           - Naaadaaa... apenas fui atingido por raios. Era verdade, Ka não sabia nada mesmo.
           - Então é um tipo de wanamko. Quais as suas duas manas? Kapitulina pensava se Ka teria algum valor ou deveria parar com aquilo.
           - Talvez não goste... vermelha, verde e... branca. Ka entrega a verdade.
           - Três manas? Tá me zoando garoto? Kapitulina para a masturbação e segura o falo massageando a glande com o polegar. O olhar nos olhos espera uma resposta verdadeira.
           - São três mesmo. Ka falava a verdade para Kapitulina naquele estranho interrogatório.
           - Isso é raro... você pode ser útil se continuar a ser obediente. Vai ser obediente? Vai me obedecer? Kapituina masturbava Ka novamente fitando seus olhos em busca de respostas.
           - Sim. Vou obedecer. Ka concordava com a cabeça.
           - Então serei sua mestra. Vai obedecer sua nova mestra Ka? Kapitulina roça os lábios contra os lábios de Ka apenas bebendo os gemidos de sua boca.
           - Sim. Sim. Ka sentia seu falo pulsar nas mãos de Kapitulina.
           - Então goze pra mim. Kapitulina ergue seu olhar até olhar de Ka e é puro fogo. Goze. Kapitulina sorria.
           - Sim... ah... Ka goza lançando um jato no ar. Kapitulina abaixa a cabeça e suga enquanto masturba Ka até ele quase desfalecer.
           - Tem gosto de virgem. Kapitulina ainda segura o falo de Ka ereto e se senta sobre seu garoto obediente. Ah... isso é bom. Kapitulina começa a cavalgar Ka.
           - Ah... isso é bom. Ka nem sabe mais o que está fazendo, Kapitulina está controlando o processo e se divertindo com a situação. Ka não sabia se ela sentia prazer, se estava contente por corromper um virgem, se era pelo fato de Ka ter três manas ou qualquer outra razão. Kapitulina cavalga Ka por uns vinte minutos até que Ka goza novamente. Kapitulina se dobra ainda encaixada sobre Ka e dorme.

           No dia seguinte Ka acorda com um tapa suave no rosto.
           - Que bom que acordou, por que não vai pegar algo para eu comer? Preciso fazer várias coisas hoje. Kapitulina dá ordens para seu garoto obediente. Ka se veste, deixa o quarto em busca de comida para Kapitulina. Ao retornar deixa o café da manhã sobre a mesa. Kapitulina se aproxima de Ka, dá um selinho e diz: Pode ir trabalhar. Preciso da espada. Se quiser você novamente eu chamo. Tchau. Kapitulina dispensa Ka após usar o que quiz.
           
           Ka deixa o lugar e pensa em:
    1) precisa de um banho;
    2) quem compraria as armas que pegou e não teria problemas com armas roubadas, Ka confere se há numeração ou identificação de dono;
    3) quem trocaria as moedas supremas que Ka pegou de Kapitulina a um valor justo?
    4) Tirel já estaria trabalhando na espada?

          Ka definitivamente vai tomar um banho e depois segue para ver Tirel. Talvez ela mesma comprasse as armas para vender, também poderia ver o que houve com os testes dos sais para a espada. Um sorriso meio bobo ainda estava estampado no rosto de Ka após sua primeira aventura com uma demônio.
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