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    Contos do tio Baha (18+)

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    Mensagem por bahamut em 06.09.19 20:17

    Oi galerinha, tudo bem? To colocando aqui um conto que eu tinha postado em outro lugar e quem sabe eu não animo de fazer mais.


    Instintos Selvagens

    Lá estava ele. Aquele homem enorme me encarando. De onde ele veio e como conseguiu entrar eu não tinha ideia, mas ele estava lá, nu, bufando e me olhando com aqueles olhos famintos. Eu queria correr e gritar por socorro mas estava paralisada! Não sei o que aconteceu comigo. Ele avançou em minha direção, suas mãos enormes abertas para me dominar e seu falo apontando para mim como sua nova conquista a clamar. Eu não sabia o que fazer, estava com muito medo do que ele iria fazer comigo e não conseguia reagir. Tremi inteira quando ele me pegou, me agarrou forte me jogando no chão. Meu rosto estava contra o chão e ele prendeu meus braços em minhas costas. Rasgou minha saia e minha calcinha enquanto eu chorava baixo já imaginando o que estaria por vir. Eu ainda era virgem, nenhum homem havia me tocado antes e agora aquela figura enorme, musculosa, cheia de pelos e que parece ter vindo de outra época, outro tempo, um selvagem, estava prestes a tomar a força a minha castidade. Quando ele me penetrou eu gritei alto. Gritei não de dor, mesmo tendo meu selo rompido com a estocada profunda, mas foi uma sensação diferente, eu não sabia explicar o que era mas eu gostei, por Deus eu gostei, e me odiei por ter gostado... Mas desejei por mais. Ele era enorme, minha carne estava sendo alargada ao máximo por aquele mastro grosso que me invadia com raiva. Ele suava em minhas costas, arfando como um cavalo de corrida enquanto eu sentia uma sensação deliciosa irradiar a cada investida, pelando minha flor e depois espalhando por todo o meu corpo. Como eu podia estar gostando daquilo? Aquele bruto me estuprava e tudo que eu conseguia fazer era empinar mais o meu quadril e gemer como uma cadela no cio! Eu tinha tantos planos para a minha primeira vez. Sonhava em encontrar o meu príncipe e ter aquele momento magico e especial. Tudo destruído por esse monstro medieval! Eu odeio ele! Odeio esse pau enorme e gostoso dele! Odeio essas mãos fortes que me fazer arrepiar. Odeio o jeito como ele me domou e me dobrou à sua vontade. Me odeio por gostar e querer mais. Odeio... Odeio... Mas estou amando! Ah, essa sensação maravilhosa! Será isso que chamam de gozar? Eu já perdi as contas de quantas vezes eu senti! Minha vagina parece estar derretendo! Consigo ouvir o som do caldo dela escorrendo e jorrando no chão! Me come mais meu selvagem! Me doma como uma égua! Eu não me importo mais. Só quero sentir você me comendo. De repente ele aumenta a força e o ritmo dos movimentos. Eu posso ouvir ele urrando atrás de mim e ele começa a me preencher por dentro. A sensação não para e eu sinto cada milimetro da minha intimidade sendo preenchida e sendo esticada mais e mais. Era como se ele tivesse passado a vida toda se guardando para esse momento, acumulando o seu sêmen para ejacular todo de uma vez em meu ventre. Eu já não estava mais consciente. Meus olhos viravam em sua órbita e minha língua escapava da boca, lambendo o chão obscenamente, como se quisesse todo aquele leite de homem para provar, para lamber como uma gata no cio. Gozei pela ultima vez e desmaiei, tendo minhas forças esgotadas por aquele homem enorme. Quando recobrei os sentidos estava em minha cama. Não havia sinal daquele invasor e nem sinal de sexo. Tudo que havia era um lençol molhado por causa de um sonho erótico. Eu devo estar ficando louca por sonhar com coisas assim. Ah, deus me livre... Mas quem me dera.
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    Mensagem por bahamut em 06.09.19 21:02

    O Cavaleiro Branco


    Parte um

    “Pela clareza da ação, a justiça se há totalizada, ao som dos clarins celestiais, bondade e pureza são realizadas, por um, por todos até ao Uno, a ascensão pela luz se é Alcançada”. Ao efetuar suas preces, assim como em todas as manhãs, o capitão da guarda pessoal do Rei se prontificava ao dever, honra e destino. Seu nome era Allureth e além do cargo para com as tropas pessoais do Rei, possuía um alto nível de importância na ordem dos cavaleiros da luz interior, cuja fortaleza e templo localizavam-se no alto da colina próxima à cidade-estado.
    Os cavaleiros do templo eram uma elite especializada, cavaleiros altamente treinados nas artes da guerra e filosofia. Seu conhecimento, suas ações e sua forma de pensar eram um só, preparados para defender tudo aquilo que é bom, belo e justo. Em outras palavras, verdadeiros paladinos.
    Já a caminho do Palácio, atravessando as vias principais da cidade, o cavaleiro e sua armadura brilhante atraíam olhares e saudações pelos arredores. Não era incomum escutar sussurros e salvas que engrandeciam a imagem do paladino e relembravam seus feitos grandiosos. “O maior guerreiro de todo o mundo”, “aquele que nunca havia sido derrotado”, “o arauto da paz e compaixão, cuja espada não conhecia a morte de um oponente sequer, até mesmo o mais atroz”, “o santo”, “o iluminado”, “o puro e nobre de coração que inspirava e convertia o mais odioso dos inimigos”, estes e outros feitos que vez ou outra, sempre eram proferidos pelo povo. Assim, sua chegada às portas do Palácio ocorrera de forma esperada. Uma vez dentro, a importância do dia trouxe pressa para suas ações. Seu bom Rei chegava de uma viagem diplomática e tudo deveria estar perfeito para uma recepção impecável. Por fim, com a cidade em comoção, a caravana real transcorria pela via principal da cidade, acompanhada por uma chuva de pétalas, sons de cornetas e toda a pompa que um Monarca merece. No Palácio, todos a postos para receber o Rei. Criados, Nobres, senado e a guarda. Na sala do trono, sua esposa a Rainha, seus filhos, os conselheiros e seu capitão da Guarda o aguardavam. Cumprimentos e saudações se decorreram com toda a etiqueta da nobreza ali posta, mas o Rei estava diferente. Uma inquietação pairava no ar ao redor do Monarca que apenas Allureth percebera.


    Parte Dois

    Enquanto o Rei seguia com seus afazeres, Allureth se dedicava a outros deveres. Tudo giraria em torno do Rei neste dia, ainda mais do que o normal, tendo o capitão mais tempo para o templo.
    O templo da ordem dos cavaleiros da luz interior possuía seu próprio exército, conhecidos por todos os cantos do mundo por suas ações benévolas. Os soldados do templo eram cavaleiros capazes que realizavam missões em todos os lugares. Sempre havia algo a ser feito, lugares a proteger, povos para ajudar, entre outros. Allureth como um dos altos cavaleiros do templo iria aproveitar o dia para também cuidar dos soldados. Como muitos sempre vem e vão, uma mensagem de um superior é algo muito bem vindo, assim como uma recepção calorosa para os vindos de longe. Treinamentos diferenciados seriam administrados neste dia, assim como palestras que visavam focar os feitos e experiências dos recém chegados, com o fechamento feito pelo próprio Allureth. Assim foi o decorrer do dia, até o momento em que um mensageiro trazia para Allureth uma mensagem do Rei. Já escurecia e seu monarca gostaria de sua presença em sua sala de assuntos secretos. Allureth já sabia que algo assim iria acontecer, havia traduzido a expressão de seu monarca muito bem, porém, talvez não imaginasse o que estava por vir.
    Ao entardecer da noite, as funções mais comuns e variadas deixavam de ser realizadas, as pessoas se recolhiam e as estrelas pairavam a vigiá-las. O ansioso rei já esperava seu capitão quando este entrou na sala. Uma reverência era realizada enquanto o semblante do Rei se intensificava. Realmente algo de estranho acontecia com o monarca. Allureth agora mais que nunca tinha certeza, mas, o que seria?
    Ambos se encaravam, o cavaleiro inabalado e seu Rei ligeiramente transtornado. Este começou a perambular pela sala, avoado, como se mil preocupações urgentes necessitassem de atenção e decisão urgentes.
    - Meu soberano, estou as suas ordens.
    O rei se volta para seu capitão como se retornasse a si de um longo devaneio.
    - Sim, meu caro. Sei que está.
    - Há algo que te perturba meu senhor? Em que posso ser útil?
    - Aflige seria a palavra certa meu bom amigo.
    - Algo que se refere à viagem que fizeste?
    - Não entrarei em muitos detalhes meu caro, temo que não teremos muito tempo, porque o
    pior aconteceu.
    Uma dúvida pairou na mente de Allureth. Algo não parecia fazer sentido, uma vez que a visita diplomática seria com aliados e supostamente, não havia o que dar errado.
    - Meu bom Allureth, você é o melhor dos melhores. Só você estará apto a realizar aquilo de
    que preci... digo, aquilo que deve ser feito.
    O Rei é a terra, o Rei é a lei, logo, o Rei era a plasmação da própria vontade divina. Ele era o responsável por tudo e todos do Reino, assim como o divino o é para o universo. Isso estava para Allureth tão claro como as límpidas águas de um oásis. Seu Rei sempre fora um líder sensato, que amava seu povo. A devoção que sentia era plena.
    - Diga-me o que precisa e eu assim o farei.
    Allureth se ajoelhou perante seu Rei, em sinal de devoção.
    - Allureth... Preciso que mates uma mulher.
    Allureth nascera em uma vila aos arredores da grande cidade. Um rapaz de temperamento e uma força de vontade tal que o faziam ser muito diferente de todos os que o rodeavam. Não demorou para que os cavaleiros do templo começassem a observá-lo. Assim, não tardou para que fosse convocado para se transformar em um verdadeiro cavaleiro, ganhando confiança e posição de forma esplendorosa. Seu caminho fora traçado com passos impecáveis. Um soldado de batalhas gloriosas, um capitão de soldados valorosos, um paladino entre as escuridões mais tenebrosas. Não havia palavra proferida que não causasse reações profundas em quem as ouviste, não havia ação realizada que poderia ser desfeita. Era um ser inabalável, até o dado momento. A ordem de assassinato era algo que ia contra todos os seus preceitos, aquilo ao que havia aprendido e aquilo que passava a seus discípulos.
    - Meu bom Rei, creio não ter entendido exatamente a tua ordem...
    - Ouvistes muito bem. Viajarás o quanto antes para o seu destino, localizará o alvo e o executará.
    Não estava certo... Não podia ser.
    - Meu Lorde,lhe peço mil perdões pela insistência, mas uma explicação não seria demais. Tal ordem, tal conduta, nunca foi...
    - Ousas me questionar?
    Neste momento o monarca perdera o decoro, se alterava progressivamente.
    - Vives para me obedecer, para me proteger. Vives para proteger este reino, que no momento pode estar em sério perigo.
    “Não, não... Isso não está acontecendo... Não pode estar.”
    - Mas Milorde, deve haver outra forma...
    - Cale-se! Já basta de tolices. Suas preocupações são fúteis. Eu sou seu Rei. Seu Rei! E seu Rei lhe deu uma ordem!
    O silencio se estabeleceu por instantes. O Paladino não reagia, fitando seu Rei, enquanto este começava a se deslocar para a porta.
    - Amanhã receberá suas coordenadas. Espero que não me decepcione.


    Parte Três

    Uma noite diferente de todas as outras. O nobre Paladino agora não dormia. Sua mente se enchia de questionamentos e dúvidas. Nada que ele conseguisse alcançar positivamente em pensamento conseguia transpor a barreira negativa que as ordens de seu soberano criavam em sua mente. Allureth sabia que tais pensamentos só trariam malefícios e o atrapalhariam, mas ainda assim não era capaz de removê-los. Ele era um cavaleiro da luz interior, defensor da honra, da justiça e da verdade, mas também era o capitão da guarda pessoal de vossa majestade. Duas altas posições de respeito e honra, que entravam em contradição pela primeira vez. Pela manhã, o cavaleiro em sua armadura brilhante, adornado por um manto branco com o brasão de seu Reino, levava sua espada na bainha e seu escudo triangular, também adornado de branco e com o mesmo brasão, pôs-se a cavalgar para fora da grande cidade-estado. Suas ordens eram bem claras: Deveria viajar para a cidade aonde houve a reunião diplomática em que seu Rei havia participado. Uma vez lá, localizar seu alvo e executá-lo. Seu alvo se encontraria em uma residência próxima a uma praça. Esta praça possui uma fonte em seu centro e localiza-se na região leste da cidade em questão. O alvo em questão seria uma mulher. Esta responsável por tramar contra o reino de vossa majestade, tentando outros líderes a se unirem com um reino rival para que por fim, sobrepujassem seu Rei e Senhor.
    A viagem tomou o tempo que tinha que tomar, mas o cavaleiro não se ateve a tal. Sua mente passava e repassava os dados recebidos para a missão para que encontrasse algo mais, algo que justificasse sua missão de desventura. Sim, desventura. Era como considerava a sua missão. Sabia que havia algo errado, mas deveria obedecer ao seu Rei. Ao chegar, procurou uma estalagem para poder se estabelecer. Tomou providências para que seu cavalo fosse bem tratado e foi fazer um reconhecimento do local. A localização da residência de seu alvo não fora difícil, assim ele retornara para a estalagem para descansar.


    Parte Quatro

    O cair do dia noite fora lento, o Sol abaixara muito preguiçosamente, retirando seus raios de luz como se sua vontade fosse ficar ali, baixo, quieto, sem se preocupar mais com o fim do dia, o começo de mais uma noite, ou até mesmo com o fato de nascer e se por na posteridade dos dias que viriam. A lua por sua vez se colocou de prontidão rapidamente, como se por ansiedade ou curiosidade para presenciar a noite cuja qual adornaria os céus. Junto com a noite, um homem cortava as ruas da cidade sorrateiramente. Um manto negro o cobria e nenhuma viva alma o notara, apenas a lua como testemunha de seus movimentos na calada da noite. A figura de negras vestes se esgueirou até uma casa, próxima a uma praça, entrando por uma das janelas em frações de segundo. A casa era simples, uma espada foi sacada e em rumo ao dormitório foi a figura encapuzada. Algumas velas iluminavam a residência e uma mulher em sua cama jazia deitada com sonolência.
    - Quem é você? – Disse a mulher assustada, mas nenhuma resposta teve, ficando mais apavorada.
    O capuz abaixado, a espada em riste, o ar pesado e tenso é tudo o que entre os dois existe.
    - Você foi enviado pelo Rei da cidade ao Norte – Disse a mulher fitando seu Algoz.
    - Sou o Arauto que trará a sua morte – Resposta seguida de um ataque veloz.
    Em uma grande quantidade de líquido escarlate, a vida que jazia sobre a cama acabara como um sopro sobre uma fraca chama.


    Parte Cinco

    Ao lado de uma cama ensanguentada, uma cabeça de mulher separada de seu corpo fitava Allureth. Este paralisado encarava o rosto da mulher como se enfeitiçado. Sua mente havia sito alvejada por uma série de relâmpagos. A atitude do Rei, a mulher, a casa pequena, tudo começava a fazer sentido mas a hora era tardia. Seu Rei não o mandara matar uma suposta espiã ou enviada de outro Reino. Sua casa, suas roupas, ela era uma simples aldeã agraciada de beleza pelos Deuses! Não havia complô, não havia reunião diplomática, o Reino não corria perigo! Allureth entrou em choque por alguns instantes. Tudo aquilo pelo qual acreditava desmoronava em sua frente. Havia transgredido todos os valores e virtudes em que acreditava pelo seu Rei. Este por sua vez usara da inquestionável lealdade do cavaleiro para enviá-lo em uma missão falsa, um ato covarde e sem sentido. Vossa majestade o traíra, traíra seu Reino, sua esposa! Allureth por sua vez traíra seus ideais, seus companheiros de templo, seus mestres e discípulos. A cabeça o fitava profundamente, julgando-o, condenando-o. Seu destino estava selado.


    Parte Seis

    Vossa majestade não tardou para saber sobre a mulher assassinada, porém, esperou em vão o retorno de seu capitão de sua guarda pessoal. Deste dia em diante, ninguém mais ouviu falar sobre o nobre e valente cavaleiro, cujos atos heroicos eram dignos de glória. O Rei não tardou em nomear outro capitão, não demonstrando devida importância para o sumiço de seu antigo e leal cavaleiro. Boatos e rumores sobre uma peregrinação rumo ao norte atrás de iluminação rodeava os aldeões. Alguns discutiam sobre uma possível Cruzada a países longínguos e até mesmo questionavam-se sobre o possível fato de ele ter se apaixonado por uma flor do campo, tendo largado toda a sua honrosa vida para poder viver com seu amor em uma choupana no campo, ao lado de um riacho de águas límpidas. Mas a única certeza que obtiveram, foi a de que aquela figura inspiradora de armadura brilhante virou história e com o passar do tempo se tornaria lenda na boca dos bardos e contadores de história.
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    Mensagem por bahamut em 07.09.19 1:40


    A dor do prazer

    Como isso aconteceu? Eu não consigo entender. Repasso os meus passos na minha mente e não consigo achar aonde eu posso ter vacilado. A porta do apartamento eu sempre tranco. O porteiro do prédio conhece todo mundo e é de confiança. Sempre fico de olho quando saio pela garagem e tenho certeza de que ninguém entrou enquanto eu passava. Será que outros moradores tem o mesmo cuidado? Mas... mesmo que não, é impossível passar desapercebido! As câmeras, com certeza teriam pegado ele e o porteiro teria feito algo. Mas ainda assim ele estava aqui. Entrei em casa e não notei nada de diferente até ser surpreendida com uma mão forte me tapando a boca e a outra agarrando pela cintura, imobilizando os braços. Foi muito rápido! Ele me ergueu e me levou até o quarto, deitando em cima de mim na cama. Usando o peso do corpo ele me amordaçou e em seguida rapidamente amarrou meus braços e minhas pernas, me vendando por último. Agora estou na cama, assustada e chorando, sem saber o que vai ser de mim. Escuto barulhos mas não sei o que está acontecendo. Ai Deus, tomara que ele pegue o que quer e vá embora! Essa tensão toda é demais pra mim! Parece que ele está na cozinha agora. Escuto os seus passos se aproximando. Ah naum, essas mãos de novo em mim! Eu sinto a faca encostar nas minhas costas. Ele está rasgando a minha roupa! Ai meu Deus não! Isso não! Me deixe em paz seu animal! Não, pare! Me solte! Eu não quero! Eu não consigo gritar e ele continua rasgando a minha roupa! Não consigo me mexer direito! Desgraçado imundo! Ai! Ele é muito forte! Me virou com brutalidade e está me abrindo! Não não não não, por favor nããããããão! Socoooooooorro! Alguém me ajude! Aaaaaargh! Dói! Dói muito! Me solta! Eu quero fugir! Eu quero gritar! Eu não quero isso! Tá doendo demaaaaaaaaais! Por favor eu imploro, eu imploro...

    Pareceu durar uma eternidade, ele estocou dentro de mim incessantemente, lento e profundo, grunhindo e suando feito um porco. Quando ele gozou, urrando como um cavalo, eu quase não acreditei. Ele me jogou de lado pelos cabelos e eu sentia o meu traseiro latejando de dor enquanto algo líquido escorria de dentro dele. Eu já estava exausta e mesmo humilhada e ferida, acabei apagando. Não sei por quanto tempo dormi, só sei que acordei me sentindo penetrada novamente. Gritei alto e parecia estar em um pesadelo, sendo novamente deflorada enquanto estava despertando do sono. Mas dessa vez ele colocou com muita força e investia com rapidez, me batendo e me puxando pelos cabelos. Eu achei que não podia ficar pior, mas aquilo era uma tortura cruel para mim e ele se deleitava com tudo, rindo e me xingando. A dor era demais, eu não conseguia mais gritar, só gemia de dor sem controle e derramava lágrimas como uma cachoeira sem fim. Quando ele estava perto de explodir, saiu de trás e me segurando pelos cabelos, aproximou aquele membro nojento, cheirando a fezes, sangue e sêmen, e despejou seu clímax enquanto esfregava-o no meu rosto. Eu tentei escapar daquela sensação horrível, mas tomei um tapa muito forte na cara que me derrubou da cama.

    “NÃO FAZ CARA FEIA SUA VADIA”

    Eu não merecia aquilo. Sou uma pessoa boa! Trato todos tão bem! Porque isso está acontecendo comigo? Porque? Porque? Esse desgraçado não pára! Filho da puta! Me deixa no chão seu vagabundo! Não... Eu não quero mais! Por favor! Nããããããããão! Como dói! De novo nããããããããããão!

    A noite foi longa. Ele me usou como quis, insaciável, incansável. Eu acabei reconhecendo a sua voz. Ele era frentista. Uma porra de um frentista. Toda semana colocava combustível no meu carro. Era alto e forte, Tiago acho que era o nome. Mas não fazia diferença. No decorrer da noite ele deflorou o meu traseiro sem parar e usou o meu corpo como penico de esperma. Não consegui dormir com ele me dominando, até que ele cortou as amarras, retirou a venda e a mordaça. Já era dia! Eu o olhei, sem forças enquanto ele aproximava o seu rosto do meu. Com sua mão forte apertou as minhas bochechas, me forçando abrir a boca e cuspiu dentro dela. Ele não estava com medo de eu tê-lo visto. E já se preparava para ir embora. Mas eu consegui juntar forças e falei.

    “Não... Não vá! Eu quero mais...”

    Já faz um tempo que eu não vejo a luz do sol. Não estou mais no meu apartamento. Ele me levou para a casa dele, me prendeu no porão. Ele me alimenta e me lava. Sou a escrava dele. Ele usa o meu corpo para saciar sua sede de sexo. Já não dói mais...
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    Mensagem por bahamut em 15.09.19 1:24

    Nova era Garou pt.1

    A noite estava calma e estrelada como de costume, as atribuições dos membros da comunidade estavam mais que em dia e em breve todos se recolheriam em suas moradas. Todos menos dois. Brilho da Lua e Grande Visão. Grande Visão era o mais sábio da tribo, seus conhecimentos eram vastos e sua opinião sempre respeitada. Como Theurge e ancião, era o grande responsável pela maioria dos rituais, além de passar muito tempo conversando com os moradores do outro lado da película. Brilho da Lua era seu discípulo, aliás, um discípulo muito especial. Nesta noite fatídica o segredo do destino de Brilho da Lua seria revelado. Ambos estavam sentados de frente um para o outro, com uma fogueira entre eles. O fogo crepitava de forma agitada, dançando como uma fêmea casta em um ritual da fertilidade sob a lua cheia. Os olhares estavam centrados, mestre e discípulo se encarando, se conectando espiritualmente até que o momento da revelação acontecesse, e assim aconteceu.
    - Brilho da Lua, meu pupilo, essa é a noite da grande revelação de seu futuro, seu destino. A partir de hoje sua vida mudará e você deixará de ser uma criança para carregar as responsabilidades de um adulto.
    - Sim Grande Visão, passei minha vida toda me preparando para este momento. Estou preparado.
    - Muito bem Brilho da Lua, começarei o ritual agora.
    Grande visão então recitou algumas palavras mágicas, invocando alguns espíritos que o auxiliariam no processo. Enquanto isso fazia alguns gestos com as mãos, terminando por lançar ao fogo algumas substâncias especiais que fizeram o fogo mudar de cor e criar uma fumaça de cheiro forte e característico. A fumaça inundou a oca enquanto Brilho da Lua era Imerso na magia do ritual, seu corpo estava inerte mas sua mente era inundada por imagens de um passado turbulento. Imagens de inúmeros Garou partindo para a guerra. Do outro lado do campo de batalha, outros Garou invadiam, garous com a marca da Wyrm. A batalha foi dura e sangrenta, mas a invasão foi contida, porém, a um custo grande demais. Uma tribo inteira pereceu diante de uma criatura oculta na invasão, a devoradora de almas. A história era bem conhecida por Brilho da Lua, sendo contada para as crianças em tenra idade, como a invasão das tribos do leste resultou na extinção dos irmãos do meio, a tribo dos Croatan.
    - As imagens que vê meu discípulo, são os acontecimentos de um passado que ainda vive entre nós. Pois entre nós persiste a semente da esperança para nossos irmãos. Nós Uktena, os guardiões dos segredos mantemos nessa aldeia os últimos sobreviventes dos Croatan. Saiba Brilho da Lua, que o dia em que os Croatan retornarão para nós está próximo e é você que selará a sua importância na terra, pois a você foi atrelado o destino para criar o Caern da primeira aldeia Croatan depois de tantas luas.
    As imagens na mente do pupilo dançavam e trovejavam, com batalhas, gritos de guerra e de dor, gritos que a cada momento pareciam mais e mais reais. Até que este saía do transe e percebera que os gritos não haviam cessado. Sem perder tempo, Brilho da Lua sai da oca e seus olhos vislumbram o terror dos aldeões. Invasores atacavam e matavam a todos que seus olhos pousassem e suas armas alcançassem. O cheiro presente no ar era muito característico para ele e seu mestre... Arautos da Wyrm. Não demorou para que os guerreiros da tribo tomassem posição e em forma de combate, investissem contra as criaturas hediondas que os atacavam. Inúmeros dançarinos da espiral negra se entregavam à fúria sanguinária e junto a eles, algumas criaturas que mais pareciam aracnídeos gigantescos e deformados, como se saídos de um pesadelo. Brilho da Lua se preparava para entrar em combate mas Grande visão o impedira. Sem perder tempo eles saíram até uma oca com cinco jovens. Assustados os jovens obedeceram às palavras de Grande Visão e o acompanharam para longe da aldeia, fugindo do combate. Uma vez a salvo e fora de alcance, os sete fugitivos puderam ver com tristeza em seus olhares os últimos gritos de seus irmãos enquanto suas casas e seus corpos eram tomados pelas chamas e a fúria das garras e presas de seus algozes. A noite fora difícil para eles, não podiam descansar seus corpos, caminhando sem parar nem olhar para trás, e sem paz em suas mentes, lamentando em silêncio a perda de seus entes queridos. Durante o caminho, Grande visão explicou para Brilho da Lua que aqueles jovens, três garotos e duas moças eram os últimos sobreviventes dos Croatan. Seus descendentes mantiveram sua linhagem viva, porém sempre com números poucos e esperando o momento certo de reaparecer. O momento foi visto por Grande Visão, quando este vislumbrou o grande totem da tartaruga despertando de seu tão longo sono e a ele foi revelado o segredo dos últimos Croatan. Cada um dos cinco jovens era nascido em uma lua e a eles havia sido designado o destino de reavivar a sua tribo novamente para auxiliar os Garou em seus últimos momentos no apocalipse.
    Agora a viagem só teria fim ao amanhecer, quando chegariam na aldeia vizinha. Grande Visão manteve os jovens e o seu discípulo fortes por todo o caminho, mas ele sabia que o seu tempo estava acabando e teria que passar os últimos detalhes para seu discípulo antes que o momento chegasse. Longo foi o caminho que abaixo de seus pés foi atravessado e logo a noite se acanhava ante ao luminescer esplendoroso do sol. Não demorou muito para que avistassem o seu destino e em pouco tempo eles eram socorridos por seus irmãos. A notícia do acontecido lhes causou muita estranheza e apenas Grande Visão sabia o porquê. Depois de cuidados e alimentados, o descanso lhes foi bem vindo enquanto a aldeia preparava as defesas pois um ataque iminente era assim esperado.
    Todos dormiram calmamente, menos Brilho da Lua. Seus sonhos se encheram de sangue e sofrimento. Arautos da Wyrm matando a vontade, torturando, estripando, estuprando e barbarizando homens, mulheres e crianças. Os sonhos se repetiam constantemente, conturbando seu sono e tirando-lhe a paz. Mal sabia ele que o pior ainda estava por vir.
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    Mensagem por bahamut Hoje à(s) 0:41

    Será o destino?

    O sol estava bem quente, mas ele não estava incomodado. Dentro da "jaula", como era comumente chamado o espaço de duas portas ao lado da portaria, Johnny esperava ela descer do apartamento. O porteiro não o liberou para adentrar no condomínio, mas era o esperado. Já fazia um bom tempo que eles se conversavam pelo whatsapp e até o momento ambos se combinavam em muitas coisas. Ele estava ensaiando para convidar ela para sair já fazia algum tempo mas como ambos tinham pouca disponibilidade de horário, ele esperou até o momento mais oportuno. Não demorou muito para que ela aparecesse. Ela era bem pequena em estatura, cabelos loiros, usava óculos e vestia uma blusinha e calça Jeans. Logo ele percebeu que ela estava um pouco nervosa. Ansiedade talvez? Eles se cumprimentaram com um beijo no rosto e ele não pôde deixar de conter o sorriso. Pegando-a pela mão, a conduziu até o seu carro, aonde ele dirigiria até um shopping da cidade grande. Ele lembra quando fez o convite e de ter se odiado logo após ter feito o convite para um shopping, afinal, "devia ser mais criativo e levar ela em um lugar diferente" pensou ele. Mas uma vez no carro ele se sentiu melhor. Ela estava contente e a conversa fluiu bem durante todo o trajeto. Ela estava muito cheirosa e ele se imaginou várias vezes com o rosto colado no pescoço dela, sentindo todo o cheiro dela misturado com o do perfume. Uma vez no shopping eles foram comer. As opções eram várias mas o ânimo estava bem elevado e ambos concordaram com sorrisos juvenis em comer no Burger King. Ele olhava ela comendo e repassava em sua cabeça as conversas que teve com ela pelo aplicativo e as fotos que ela havia lhe mandado. Ela não era nenhuma modelo e nem tinha um corpo escultural, mas não era isso que ele procurava em uma mulher. Ele procurava paixão, entrega, uma pessoa sem medo de ser feliz ao lado de alguém que ama.

    - O que foi? Que cara é essa?
    - Ahn? Nada não, eu só me perdi aqui com alguns pensamentos.
    - Ah é? E no que você estava pensando hein?

    Johnny não respondeu, só sorriu e olhou para baixo. Aymara deu um sorrisinho de canto de boca e voltou a comer o seu lanche. Depois de terminarem de comer, foram passear pelo Shopping. Visitaram algumas lojas e enquanto ela via algumas coisas para ela, ele mirava em algo para possivelmente presenteá-la. Ele pensou em talvez levá-la ao cinema mas não sabia os filmes que estavam em cartaz. Então passearam mais um pouco por lá. Depois de um tempo, Johnny avistou uma coisa e seu coração pulou forte. Ele viu uma porta corta-fogo, possivelmente levando a uma escadaria de incêndio. Johnny sabe como são essas escadas e elas são bem remotas pois ninguém as usa. Ele estava louco para beijá-la e ainda não tinha achado o momento, ou coragem, para fazê-lo. Só de pensar no que ele queria fazer seu coração ia até a garganta e voltava. Mas ele se decidiu. Mudou levemente o caminho para um local próximo da porta corta-fogo e e quando se aproximou, abraçou-a pela cintura e disse baixinho no seu ouvido.

    - Confia em mim.

    Então ele a puxou para perto da porta, abriu rapidamente e entrou com ela. Sem esperar a porta fechar, ele abriu a segunda porta e chegando na escadaria. Subiu dois lances de escada até ficar em uma plataforma entre uma escada para subir e outra para descer. Durante todo o trajeto a moça assustada questionava ele assustada "o que você tá fazendo?", "ficou doido?", "Aonde tá me levando?", "Ei espera, não me assusta desse jeito!". Então ele parou, olhou nos olhos dela, posou as duas mãos no rosto dela e a beijou. Ela recebeu os lábios dele ainda assustada e suas mãos se ergueram de forma instintiva para se proteger, mas não demorou para que ela relaxasse os músculos e retribuísse o beijo docemente. Os lábios trocavam carícias sem medo ou pudor, ele acariciou o rosto dela e depois o couro cabeludo, sentindo os cabelos macios entre seus dedos. Ela posou suas mãos no torax dele e ele se perguntou se ela sentia o coração dele pulando com força. Suas emoções estavam a mil com aquele beijo e não pôde deixar de sentir o seu membro enrijecer com toda aquela sensação. Por um momento ele se sentiu inseguro caso ela percebesse que ele estava "duro" mas resolveu não parar o beijo por causa disso. Ela acariciava o torax dele enquanto se beijavam e ele perdido na boca e nos cabelos dela. Johnny perdeu a noção do tempo enquanto estava ali e quando menos percebeu, ele a tinha erguido e colocado ela sentada no corrimão, mantendo a mão na cintura dela, que agora acariciava os cabelos dele e o laçava levemente com as pernas. O beijo estava bom demais e Johnny teria ficado beijando ela pelo resto da noite, mas ele notou que o seu quadril estava se mexendo sozinho e acabou interrompendo o beijo, encarando Aymara por uns instantes... "O que dizer o que dizer..."

    - Quer tomar um sorvete?

    Aymara sorriu para ele e o puxou de volta para mais um beijo delicioso. Esse durou bem menos mas não foi menos prazeroso. Terminando o beijo ela falou baixinho em seu ouvido.

    - To lôca pra tomar um sorvete com você.

    "Alerta de pau duro"! Ele não sabia como fazer o "bixão" abaixar e até agora essa moça tinha conseguido erguer ele com facilidade. Eles desceram as escadas de mãos dadas e passaram pelas portas corta-fogo rezando para não terem sido notados. Dividiram um Milk Shake e voltaram a passear. Estava começando a ficar um pouco tarde e logo ele teria que levá-la para casa. Então resolveu comprar uma bijuteria para ela, um par de brincos e um pingente que ela havia gostado. "Ponto pra mim" pensou ele quando viu o sorriso gostoso dela ao receber o presente e em seguida deu um beijo muito gostoso nele. Não demorou muito e a diversão já tinha acabado e ele precisava levá-la embora. Durante todo o caminho ela procurou a mão dele para segurar e acariciar. Ele estava carente e sabia que ela também estava e por saber disso, procurava ser muito atencioso. Ao chegarem ele se preocupou em abrir a porta para ela que sorriu e agradeceu. Entraram na "jaula" e ele estava prestes a se despedir quando ela disse:

    - Não quer subir e tomar uma água?

    "Ganhei a noite" pensou ele, aceitando no ato. Isso quer dizer que a ideia do rolezinho foi boa e que as suas iniciativas foram como esperado. O apartamento dela era aconchegante e bem espaçoso para uma pessoa morar sozinha. Ela disse para ele ficar a vontade enquanto ela ia ao banheiro. Johnny sentou no sofá e ficou olhando para a sala até que ela chegasse. Aymara se sentou ao seu lado e escorou o corpo no dele, encostando a sua cabeça no ombro dele, suspirando fundo. Johnny posou sua mão na coxa da moça e encostou o seu rosto na cabeça dela.

    - O que quer fazer agora gatinho? Está tão gostoso ficar com você.

    Johnny respirou fundo. Ele queria dizer "quero te possuir por completo, hoje, amanhã e depois e depois..." mas se conteve e resolveu prolongar aquela sensação gostosa de aconchego.

    - Que tal assistir um filme? Se quiser pode deitar no meu colo!

    Aymara gemeu manhosamente, lentamente saiu da sua posição, procurando o controle da TV e do aparelho de canais por assinatura da "Claro". Logo estavam assistindo "Hellboy, com Aymara deitada no colo de Johnny. Este por sua vez não perdeu tempo e começou um cafuné no couro cabeludo dela, que como se fosse um gato, começou a acariciar a perna dele, apertando as unhas contra a calça. Estava muito agradável todo aquele carinho e filme bom mas novamente veio o alerta. "Alerta de pau duro"! Não tinha como, relaxado, com uma mulher no colo e ganhando um carinho gostoso, o pequenino acordava e Johnny só esperava que ele seguisse para a esquerda, longe da cabeça de Aymara. Caso contrário ele ia ficar muito envergonhado e não sabia o que iria acontecer. Pois não é que o pequenino queria participar da brincadeira? Johnny não sabia o que fazer quando o volume da calça se aproximou da moça e ela não tardou em perceber. Levou a mão até o volume, arrancando um suspiro de Johnny e ergueu a cabeça, olhando pra ele.

    - Nossa! O carinho tá tão gostoso assim?
    - Tá maravilhoso. Tá tudo muito bom.
    - Eu também, acho.

    Ao terminar de falar, Aymara aperta a mão no membro rígido de Johnny e alcança a sua boca com seus lábios. "Oh glória" pensa Johnny. Ele não esperava essa reação dela pois pelo que ele conhecia dela, ela não tinha o costume de se abrir tanto em primeiros encontros. "Mas se ela está assim, é porque está gostando né?" Pensa ele enquanto é acariciado no baixo ventre pela mão dela e prova novamente a boca dela. O beijo estava mais quente que antes, Johnny acariciava as costas e a cintura dela enquanto ela lhe entregava os lábios e a língua com voracidade. A mão dela também estava ávida pelo que ele tinha guardado. Logo ela já estava no colo dele, os braços pousados nos ombros dele, as bocas sem deixar de se provar e os quadris mexendo, pedindo por mais. Ele por sua vez estava preso naquela teia de prazer. A gata montada nele, lutando para arrancar-lhe o fôlego, suas mãos acariciando-lhe o as costas, a cintura e as pernas. Os seios fartos dela pressionando contra o peito dele "ah coisa boa" e o filme rolando ao fundo. O calor ia aumentando e ela retirou a sua blusa e o sutiã. Ele não tardou em encher de carícias e beijos nas duas crianças que entravam no jogo. Ela empinava o tronco com os braços pro alto, fechando os olhos enquanto aproveitava todo aquele carinho. Depois abraçou novamente os ombros dele, rebolando bastante deixou ele continuar as carícias até ele procurar os lábios dela novamente. Ficaram assim, se beijando e se acariciando até o calor chegar na parte baixa do corpo dela, que tirou a calça e a calcinha, ficando nua no colo dele, ainda vestido. A pele dela era extremamente macia e cheirosa, Johnny acariciou o corpo dela em quase toda a sua extensão, como se explorando cada curva, cada volume, sentindo cada milímetro daquela maciez branca. "Putakeopariu, como é gostoso ter uma gata pelada no colo" pensa ele sem parar de sentir ao máximo a fêmea que se entrega em seu colo.

    - Eu quero você meu gostoso.

    "Aviso de pau latejando nível 1". Sem demora ele se ajeita para poder dar a ela o que ela pediu, abaixando a calça e dando o brinquedo para ela mirar e estocar. Ele precisou segurar para não gozar depois que ela sentou nele todo. Ela era muito quente e macia por dentro, estava muito molhada e o gemido que soltou deixaram Johnny completamente doido, agarrando-a pela bundinha e ditando os movimentos enquanto chupava-lhe o pescoço. Ela com a cabeça tombada, deixava-se dominar e cantava seus gemidos no pé da orelha dele. Não demorou muito para que ela sentisse o primeiro orgasmo. Johnny sentia a seiva dela escorrendo em seu quadril e lambia-lhe o rosto, sentindo a essência do prazer que de tamanha a quantidade, era exalada pelos poros em forma de suor. Ali naquele sofá eles se entregaram um ao outro e Johnny presenciou a sua gata tendo mais orgasmos em seu colo até que o seu orgasmo estava a caminho. Instintivamente ele retesou os músculos e apertou a cintura dela com suas mãos. Ela percebendo o orgasmo iminente saiu rapidamente do colo do rapaz e com muita agilidade abocanhou o membro dele, recebendo todo o leite quente em sua boca. Johnny urrou forte enquanto Aymara tomava toda a sua seiva masculina, limpando todo o membro no final com avidez.

    - Nossa, gozou muito em gatinho.

    Johnny respondeu puxando ela para si e tascando outro beijo quente, arrancando suspiros da loira nua em seu colo.

    - Você não precisa ir embora não né gato?
    - Só se você pedir...

    A sessão de beijos continuou até que os dois tornaram a demonstrar sinais de alto nível de excitação sexual.

    - Eu gostei de sentir você na minha boca sabia?
    - Ele é todo seu gatinha.
    - É todo meu é?
    - Principalmente se você me der a sua na boquinha.

    Johnny tava sem acreditar na noite que estava tendo. Girando no seu colo, Aymara se coloca com a cabeça para baixo e as pernas ao alto, abocanhando o falo de Johnny e deixando sua intimidade exposta para que ele a explore com sua língua e boca. Assim, o casal se explora em um delicioso duplo sexo oral, comumente chamado de 69. Aymara engole o seu parceiro com fome enquanto ele se delicia com a carne macia que lhe é ofertada. Johnny presencia ela tendo mais orgasmos, gemendo abafado com a boca cheia enquanto ele sente o suco dela escorrendo e inundando o seu sexo. "Putakeopariu, essa mina cheira tão bem" pensa ele quando ela goza pela terceira vez. Ele acaricia a bundinha pequena dela enquanto trabalha a sua língua e sem querer acaba deslizando um dedo até o ânus delicado dela, introduzindo um pouco o dedo, mas ao invés de uma represália, ela agarra ele com as mãos e solta um longo gemido.

    - Tá tudo bem gata?
    - Tá sim... Pode continuar... Mas faz com carinho.

    Sem perder tempo Johnny volta a sua atenção pra intimidade dela e começa a dedilhar levemente os dois orifícios da moça, que não consegue segurar o tesão, mexendo todo o corpo sem parar. Pouco tempo depois ela tem mais um orgasmo, mais forte que os anteriores. De tanto tesão, ela acaba engolindo toda a extensão de Johnny durante o orgasmo, que explodiu de prazer na garganta dela. Os dois gozando juntos terminam esgotados no sofá, um deitado em cima do outro. Johnny desperta ao sentir Aymara se levantando e convidando ele para deitar na cama com ela. Os dois deitaram de conchinha, bem abraçados e cheios de sono. Johnny estava tendo uma noite maravilhosa e estava muito contente por imaginar que ela também estava. Assim os dois adormeceram juntinhos.

    No meio da noite Johnny despertou. estava abraçado com a moça e não se conteve em sentir o corpo dela novamente. As sensação de ter a sua mão passeando naquela pele macia era muito boa, especialmente nos seios fartos e na bundinha redondinha dela e logo ele se pegou pensando em quantos limites eles ultrapassaram naquela noite. Esse pensamento fez com que ele se excitasse novamente e deixando de lado todo e qualquer pudor que restasse, ele deslizou pela cama, abriu bem as nádegas de Aymara e lambeu lentamente o ânus da moça. "Putakeopariu, até o cuzinho dela é doce", pensou ele ao sentir o sabor tão inesperado da parte mais íntima dela. Não teve pressa em dedicar-se no traseiro dela, até que introduziu a língua dentro do pequeno orifício e sentiu um suspiro. Em seguida ela arqueava os quadris e segurava a cabeça dele com uma das mãos.

    - Aaaah, como você é gostoso gatinho.

    Johnny se enterrou naquela bundinha pequena, colocando a língua o máximo que conseguia dentro do cuzinho de Aymara, que rebolava de tesão com a sensação que ele a proporcionava.

    - Aaaaah, tá tão gostoso! Eu não sabia que podia ser tão hmmmmm. Gostoso!

    "Aviso pau latejando nível 2". A cabeça de Johnny foi a mil naquele momento. Ele sabia que ela nunca teve carinhos naquela região antes e na sua primeira vez ela estava pirando. "Será que eu devo arriscar?" pensa ele. Depois de muito cuidar da bundinha dela, ele coloca ela deitada com a bundinha pro alto e se ajeita para penetrá-la. Ela se mantém com o tronco repousado na cama e os braços soltos para cima da cabeça. Com os joelhos levemente contraídos ela mantém a sua bundinha levemente elevada para o seu macho.

    - Estou com medo... vai devagarinho tá?

    "eita caralha, num acredito que ela tá me oferecendo!" pensa Johnny enquanto introduz lentamente o seu membro rígido no traseiro de Aymara, encaixando a cabeça.

    - Aaaaaaaaaaaaah, dói mas é gostosoooooooo.

    As palavras dela só deixam Johnny com mais tesão. Ele então começa um vai e vem bem lento, introduzindo mais e mais no decorrer das estocadas. Aymara geme manhosa cada vez que ele movimenta seu pênis para dentro, sentindo cada milímetro daquele orifício quente e apertado. quando ele conseguiu introduzir metade do seu falo dentro dela, ele resolveu terminar de estocar até encaixar a base de seu quadril no quadril dela. Montado em cima dela ele pôde ver de perto a reação dela, arqueando as costas e erguendo a cabeça com a boca entreaberta e os olhos quase saindo de órbita. Pra ele isso foi o sinal que ele queria para começar a movimentar o seu quadril mais vigorosamente e sem medo, penetrava a sua fêmea por trás como um bicho no cio. Enquanto metia forte nela, Johnny lambia o pescoço e o rosto dela, abraçando os seios dela e mantendo vigorosos os movimentos. Ele se deliciava ainda mais com os gemidos dela, fortes e cheios de volúpia. Quando ela jogou o rosto no colchão e gozou mordendo o lençol Johnny foi para o céu e voltou. Dessa vez ela estava tendo orgasmos múltiplos e seu corpo tremia enquanto ela jogava o quadril contra o de Johnny com força. Ele, tomado pela força do momento, acabou gozando forte também dentro dela, terminando abraçado com ela. Logo eles estavam de lado novamente mas dessa vez Johnny não tirou o membro de dentro dela e ficou beijando a nuca e a orelha dela, que ainda não tinha voltado totalmente a si. Ali no meio da noite, abraçado com ela depois de tanto prazer compartilhado, Johnny fez uma retrospectiva de como se conheceram na internet, das conversas, cumplicidades, curiosidades e agora aqui, se amando loucamente. "Será que ela é a mulher da minha vida? Será o destino?" Sua linha de pensamento foi interrompida quando ela sussurrou uma rápida frase.

    - Eu quero mais disso amanhã!

    "Aviso pau latejando nível 3"
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