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    1. O Roubo do Rouxinol de Prata

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    1. O Roubo do Rouxinol de Prata - Página 2 Empty Re: 1. O Roubo do Rouxinol de Prata

    Mensagem por bcdomingues em 09.10.19 13:29





    Posso pressentir o perigo e o caos


    Fui no banheiro / Norte




    Por sorte seu remedinho já estava começando a fazer efeito e sentia sua dor diminuir aos poucos. Sua respiração ia melhorando e não via mais necessidade de ficar totalmente dobrado para não gritar da dor incômoda que lhe acometia. Realmente a magia era algo bem perigoso nesse mundo. Certamente com três magias castadas o efeito em seu corpo seria catastrófico. Pelo que pôde medir, seu limite para conseguir se mover eram de duas magias, por enquanto, utilizando um descanso curto, com remédio, para passar os efeitos. De qualquer modo imaginava que ainda teria que descansar mais uns minutos a ponto de ter suas magias em uso novamente.

    ''Ora, parece até uma sessão de D&D com personagens em primeiros níveis.'' - Pensou, enquanto dedilhava seu canivete no bolso. - ''Se deixar o mago nível baixo tomar um soco já desmonta na hora.'' - Abanou a cabeça, pensando se não era melhor pegar 3 nivelzinhos de fighter para fazer aquele combinho maroto. - ''Saudades Gandalf.'' - Completou, saindo de seu devaneio e prestando melhor atenção no que acontecia à sua volta.

    Scindia escreveu:- Estão nesse mundo, mas não são daqui. - ela recitou as palavras do Mago para si mesma antes de se virar para Celty - Porém, não acredito que não exista algo que os conecte. Nada acontece por acaso em Serenia. Hellion mantém um pulso firme ao redor dos ciclos desse mundo.

    - Penso igual. - Disse simplesmente, olhando para Celty com o canto dos olhos enquanto a mesma se mantinha calada.

    Naquele instante parecia que o veneno no sistema de Lux estava bem ativo, fazendo o rapaz ter alguns pensamentos.. legais. Antes acreditava que ambos ele e Lux tinham a mesma idade, mas agora, vendo os efeitos da droga, percebeu que ele era um pouco mais novo do que aparentava. Sorrindo, olhou para Celty curioso. Tinha visto um filme muito bom algum tempo atrás chamado Jogador número 1 onde era sugerido que um dos personagens pudesse ser um cara peludo e gordo, de meia idade, chamado Chuck, que vivia no porão da mãe. Resolveu não pensar muito nesse assunto naquele momento.

    Lux escreveu:- AAaaaaa... mas mas o que está acontecendo aqui?

    - O curso natural da vida, meu amigo. - Reparou na bússola caindo na chão, revelando uma foto. Olhou curioso para ela por alguns segundos antes de voltar sua atenção para a elfa. Seria a família de Lux na vida real? De qualquer modo assim que se sentisse melhor na questão de invocar alguma magia, tentaria usar sua magia de Detectar Veneno em Lux afim de tentar tirar o líquido de seu sistema. Caso não fosse algo urgente, esperaria o efeito passar naturalmente.

    Scindia escreveu:- Estou esperando alguém. A magia que você sentiu... - ela olhava Onnerb diretamente agora - ... veio dela.

    - Quem é.. ela? - Perguntou, curioso, enquanto observava a elfa retornando à sua posição primária de vigia. Imaginava que seria uma conjuradora de magias bem mais poderosa que o próprio Onnerb e isso, por si só, era algo de extrema importância para o mago inciante. Observaria bem a nova pessoa que chegasse.

    Lux escreveu:- Maga? Mas não é o Onnerb o mago do grupo? Já não estou entendendo mais nada hehe.. hehe.. hehe... eu preciso ir ao banheiro

    Dessa vez realmente riu alto com o comentário final de seu companheiro. abaixando um pouco a cabeça. Ao menos serviu para quebrar bem o gelo do local.

    - Realmente Lux, um lugarzinho privado talvez fosse a melhor opção agora. - Disse, ainda rindo.

    Scindia final escreveu:Eu vim para buscar o kalarel e descobrir se é c'moar. E então voltar à floresta. - Onnerb sentiu uma fisgada profunda com aquelas palavras: a ruiva estava em Forte Norte para levar para a floresta uma criança (kalarel). Uma criança que poderia ser fruto da violência (c'moar) - Aqueles idiotas acharam que sim. Mas eu não fui capturada.

    - Oi? De que criança está falando? Ela tem alguma relação por ser fruto de alguma violência da cidade? Seria essa criança.. meio elfa?

    Ficou aguardando a resposta com novos pensamentos na cabeça. Matutou por alguns segundos antes de chegar a alguma conclusão.

    Celty escreveu:Nós vamos ajuda-la, mas nós também precisamos de suporte em seguida. Temos que encontrar um Rouxinol e só você pode nos ajudar, ficarei feliz em explicar mais, mas, você topa?

    - Também acho que podemos nos ajudar. - Completava a fala de Celty, ainda meio surpreso pela mulher ter mudado de ideia tão rapidamente. Imaginava que não estivesse rolando alguma manipulação e ficou de olho nela em busca de algum sinal. De qualquer modo continuou sua fala. - Não acho produtivo conversar mais com o Comendador e ainda bem, pois estava quase queimando aquele maldito. - Fechou sua mão na lembrança daquele cara nojento. - Gostaria que explicasse melhor o sue plano. O que a criança tem a ver com tudo?



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    1. O Roubo do Rouxinol de Prata - Página 2 Empty Re: 1. O Roubo do Rouxinol de Prata

    Mensagem por Mellorienna em 09.10.19 17:52





    Fard' areismai


    Forte Norte | Verão



    Durante todo o delírio febril de Lux, a Érennish permaneceu de pé na viga do telhado, o queixo erguido de um modo orgulhoso. Celty e Onnerb riam das palavras que se atrapalhavam boca a fora do espadachim, mas a elfa apenas o encarava com aqueles olhos castanhos como brasas. Desviou os olhos por uma fração de segundo para a bússola caída - e a foto em seu interior - mas não manifestou reação. Não parecia haver muita suavidade e compaixão no coração de Scindia para com os Humanos.

    Nem mesmo respondeu às perguntas do Mago sobre quem seria a pessoa que estavam esperando ou sobre a natureza da criança que levaria para a mata. Apenas lançou a Onnerb um olhar que faria um iceberg parecer o verão nas Bahamas, e então se moveu alguns passos sobre a viga, ajustando uma posição de vigília que fazia mais sentido.

    Celty escreveu:Vamos lá, o que você precisa que nós façamos? Nós vamos ajuda-la, mas nós também precisamos de suporte em seguida. Temos que encontrar um Rouxinol e só você pode nos ajudar, ficarei feliz em explicar mais, mas, você topa?

    - Um rouxinol? Vocês são o quê? Ornitólogos? - a ruiva desviou os olhos de Lux para Celty.

    Onnerb escreveu:Também acho que podemos nos ajudar. Não acho produtivo conversar mais com o Comendador e ainda bem, pois estava quase queimando aquele maldito. Gostaria que explicasse melhor o seu plano. O que a criança tem a ver com tudo?

    A Érennish permaneceu calada por um longo tempo, deslizando os olhos pelas expressões de cada um. Nesse meio tempo, discretamente, Onnerb já havia obtido - às custas de uma renovada, imensa e terrível dor no estômago - informações sobre o estado geral de Lux. E não era nada bom. Lux havia sido envenenado com um composto derivado do veneno da aranha armadeira, ou seu equivalente naquele mundo de Serenia, e os efeitos nocivos progrediam rapidamente. Quando os pelos nas mãos começassem a aparecer, poderia ser tarde demais para salvar o companheiro!

    O único remédio que o Mago conhecia para o caso era a aplicação intravenosa de soro antiaracnídeo. Mas aquela uma tecnologia do mundo moderno. Era bastante improvável que houvesse algo do tipo em Forte Norte. Conceitos de saúde pública muito mais simples que aquele - como banhos regulares e saneamento básico adequado - já eram uma realidade distante por ali. Apesar de não reunir uma grande concentração de pessoas - menos que alguns bairros das grandes cidades da Terra - a cidade fedia de uma forma característica. Depois de um mês, a pessoa meio que se acostumava. Mas a Érennish, trazida até ali naquela manhã, torcia o nariz de tempos em tempos, provavelmente acostumada aos cheiros mais suaves das matas virgens.

    Por sua vez, Celty notava as gotas de suor frio se formando na testa do Conjurador, a pele assumindo um tom cada vez mais pálido. A Mentalista não sabia exatamente que truques arcanos Onnerb andava empregando por ali, mas a magia para pularem em segurança da janela certamente não havia sido a única. Ele parecia entender os termos estranhos - possivelmente élficos - que Scindia usava, como se do nada tivesse conseguido um peixe-babel. E olhava de Lux para a elfa ruiva, enquanto o silêncio crescia, reclamando respostas que talvez a Érennish não estivesse disposta a dar. Com o Espadachim apresentando efeitos adversos desde o ferimento no pescoço, e o Mago com aquela cara de quem desmaiaria a qualquer momento, Celty era a única em boas condições naquele trio.

    Quando parecia que a elfa não ia mesmo dizer mais nada, ela se sentou sobre a viga, apoiando-se com as mãos nas laterais do corpo:

    - A criança? não tem nada a ver com os planos de vocês. Kalarel é a minha missão. A de vocês envolve um canário ou coisa qualquer. Preciso levar embora a criança, porque Ilíria a aceitou. E ficando aqui, ela seria morta. - a Érennish cruzou os pés e passou ambas as mãos pelos vastos cabelos cor-de-fogo, enrolando-os em um coque enquanto continuava falando - Vocês não são daqui, mas já devem ter percebido que não há mestiços em Forte Norte. E não é porque nossas espécies não sejam capazes de procriar entre si. Elfos e Humanos não são tão diferentes assim. Nós somos... primos. Apesar disso, o fruto dessa união é um tabu em Bellenus, por causa da profecia. Sobre a qual não vou explicar, não percam tempo... - ela estreitou os olhos levemente, como uma gata má - Mas o que acontece é que o desejo não é incomum entre nossas raças. E num reino onde as elfas são escravas... existe espaço extra para a violência. Que parece existir em todos os mundos e em qualquer parte.

    Celty havia deixado claro que a realidade de onde vieram não era assim tão diferente, e Scindia parecia se basear nisso para encurtar por ali as explicações.

    - Mas, nem sempre é c'moar. Em tempos imemoriais, quando todas as raças se sentavam aos pés dos deuses, um Humano amou uma Elfa. E Hellion abençoou a união deles com uma maldição. Talvez o conceito pareça estranho para quem não conhece os deuses. Basicamente quer dizer que, até que o mundo tenha mudado tanto que o amor não seja mais infeliz entre Elfos e Humanos, ele se repetirá incessantemente. Em um ciclo de maldição inquebrável que já trouxe a morte aos deuses, que já destruiu impérios, e que escravizou toda uma raça... - havia um arrebatamento na voz de Scindia ao falar da história de seu povo, que logo se apagou ao focalizar novamente os rostos humanos de vocês - Meh... eu não sou uma Sábia e vocês não estão interessados. - ela se ergueu novamente, voltando ao estado vigilante de patrulha - Só precisam saber que a criança que eu vim buscar nasceu de uma Humana. Apesar disso, uma Lágrima de Ilíria - uma estrela cadente - cruzou os céus em direção ao Leste na noite em que veio ao mundo. Então, eu vim. Ilíria só chora por seu Povo. Ainda não sei se um Elfo violentou ou amou essa Humana. Descobrirei, porque é meu dever. Mas, seja como for, a criança volta comigo, pela honra da Mãe dos Elfos.

    Olhando diretamente para Celty agora, ela completou:

    - Se é verdade que pretendem ajudar, preciso que me conduzam para fora dos portões em segurança assim que eu tiver a criança. Uma Érennish não poderia sair em direção à floresta sem despertar suspeitas, a menos que estivesse na companhia de seus senhores. - mais uma vez aquele tom de quem cuspia uma palavra envenenada - Eu poderia abrir caminho com punhos e dentes, mas a criança é frágil. Seria melhor não arriscar. Em troca... - a elfa olhou para o Espadachim tresloucado e suando - ... eu garantirei que Lux receba a cura. E que vocês não morram antes de serem Testados. Mas, seja o que vocês querem com o tal passarinho, terá que esperar. Seu amigo não tem muito mais que meio dia de vida, no ritmo que está.

    Como se tudo já estivesse definido, a Érennish fez sinal para que permanecessem em silêncio. Dois ou três segundos depois, a porta do estábulo se abriu, revelando a silhueta de um homem bastante alto projetando uma sombra imponente construção a dentro. A figura envolta em luz do sol resplandecia em uma armadura de placas de metal, com uma longa capa azul profundo agitando-se suavemente quando a porta do estábulo fechou-se às suas costas. Não fosse o fato de aquela parecer uma liga metálica comum, até bastante gasta, a sensação era provavelmente idêntica a que alguém teria ao estar frente a frente com um dos Doze Cavaleiros de Ouro.

    E Celty poderia atestar, por sua longa vida!, que aquele era o homem mais bonito que ela já tinha visto.

    - Capitão. - a elfa ruiva saltou da viga, aterrizando sem produzir um som, deixando vocês entre ela e o Humano recém chegado.

    - Fard' areismai. - a voz de barítono tinha um calor profundo, que Celty não entendeu e Lux não se importava, deixando apenas para Onnerb a tradução simultânea que indicava que o Humano se referia à ruiva como uma mulher guerreira. O que pareceu agradar a elfa - O Diretor está na cidade. E com ele o Grão-Prior. - o Humano percorreu o trio com a expressão levemente fechada, antes de fixar os olhos em Celty, deitada sensualmente sobre o feno - Incrível. Como alguém com sua falta de carisma consegue converter alguém para a causa, Fard' areismai? - estendendo a mão para ajudar Celty a se levantar, apenas um pouco menos carrancudo que no começo, ele completou - Capitão Luke, Ordem do Escudo.


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    1. O Roubo do Rouxinol de Prata - Página 2 Empty Re: 1. O Roubo do Rouxinol de Prata

    Mensagem por bcdomingues em 11.10.19 15:17





    Babe Malvada


    Forte Norte | Úlcera sendo formada




    Após uma nova onda de dor consequente de mais um uso de magia, Onnerb havia descoberto o que Lux tinha no sistema. Descobrir, no entanto, era fácil. Viu que não poderia fazer nada a respeito desse tal líquido corrosivo no sistema de seu companheiro e suspirou, triste. Prontamente repassou o que o jovem Guerreiro tinha para todos e logo percebeu que a elfa sabia de uma cura. Isso fez sua mente cansada voltar a funcionar.

    - Além de saber da cura, essa elfa também sabe dos segredos da magia.. o segredo de controlar o Dom. - Pensou, novamente se dobrando com a mão na barriga. Com alguma sorte o remédio que tomou surtiria o efeito de melhorar seu estado. - Se eu for comparar com os jogos de RPG do meu mundo, eu usei três magias simples do primeiro nível e já estou vendo Cthulhu renascendo no meu estômago. Preciso fazer algo a respeito disso.

    Por fim preferiu escutar o diálogo que Scindia e Celty. Resolveu usar esse tempo para refletir melhor enquanto ouvia a história de sua mais nova companheira. Realmente o drama e a missão de Scindia pareciam ser causas nobres. Algo que não importava muito para Onnerb naquele momento, mas era um sentimento que podia respeitar vindo da elfa. Não falou mais até o momento final.

    Scindia escreveu:- Se é verdade que pretendem ajudar, preciso que me conduzam para fora dos portões em segurança assim que eu tiver a criança. Uma Érennish não poderia sair em direção à floresta sem despertar suspeitas, a menos que estivesse na companhia de seus senhores. - mais uma vez aquele tom de quem cuspia uma palavra envenenada - Eu poderia abrir caminho com punhos e dentes, mas a criança é frágil. Seria melhor não arriscar. Em troca... - a elfa olhou para o Espadachim tresloucado e suando - ... eu garantirei que Lux receba a cura. E que vocês não morram antes de serem Testados. Mas, seja o que vocês querem com o tal passarinho, terá que esperar. Seu amigo não tem muito mais que meio dia de vida, no ritmo que está.

    - Acredito que sua causa seja justa e quero te ajudar. Porém eu seria de melhor ajuda se pudesse controlar melhor esse poder dentro de mim. - Tentava olhar direto nos olhos da elfa. Não se intimidava com seu porte rígido e causa e sim estava admirado pela força interior que a mulher tinha, aliado com o desejo de cumprir seu objetivo. Respeitava-na e procurou transparecer isso. - Você poderia me ajudar com isso, já que posso concluir que sabe a algo a respeito dessas magias pelo que falou antes. Assim eu também posso ajudar melhor a sua causa. O que me diz? - Aguardou a resposta antes de novo membro chegar até o estábulo.

    Olhou para o homem que havia entrado e em seu devaneio registrou somente a imponência dele, com sua fronte séria e armadura completa

    - Aiolia, de leão.. - Sussurrou, balançando sua cabeça para expulsar a música nostálgica que havia tomado seu cérebro no momento.

    luke escreveu:- Fard' areismai. - a voz de barítono tinha um calor profundo, que Celty não entendeu e Lux não se importava, deixando apenas para Onnerb a tradução simultânea que indicava que o Humano se referia à ruiva como uma mulher guerreira. O que pareceu agradar a elfa - O Diretor está na cidade. E com ele o Grão-Prior. - o Humano percorreu o trio com a expressão levemente fechada, antes de fixar os olhos em Celty, deitada sensualmente sobre o feno - Incrível. Como alguém com sua falta de carisma consegue converter alguém para a causa, Fard' areismai? - estendendo a mão para ajudar Celty a se levantar, apenas um pouco menos carrancudo que no começo, ele completou - Capitão Luke, Ordem do Escudo.

    - Olá capitão Luke. - Disse, após o homem ajudar Celty a se levantar. - Diretor e Grão Pior, você diz? - Fazendo um leve maneio com a cabeça. - Desculpe, por você não falar baixo acredito que estivesse falando com todos nós. Me perdoe se fui rude ao ouvir. - Tentava se sentar de uma maneira mais aceitável, apesar de suor frio que escorria de sua testa. - Realmente a Fard' areismai não é de toda carismática, porém sua causa é verdadeira e podemos respeitar isso. Mas o que seria essa Ordem do Escudo que fala? O diretor e o Grão-Pior que citou seriam dessa Ordem? Sou Onnerb, aliás. - Completou, lembrando se apresentar somente no final.

    Após a resposta fez questão de completar.

    - A propósito, nosso companheiro aqui está envenenado. - Olhava mais para a elfa do que o capitão no momento. - Além do meu pedido, poderia salvar a vida do nosso pobre rapaz, por gentileza?



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      Data/hora atual: 19.10.19 9:41