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Capítulo 6: O Rastro do Sinistro

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Makaveli Killuminati
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Re: Capítulo 6: O Rastro do Sinistro

Mensagem por Makaveli Killuminati em Qui Ago 14, 2014 8:11 pm

Após se divertirem juntos, Mammon e a Dama da Noite passam algum tempo conversando sobre o quê estaria por vir, com tom descontraído e trocando beijos e risos. A mulher estava excitada com a chance de se deparar com sereias, Mammon também não via aquilo como algo terrível, o sangue pirata que corria em suas veias talvez anestesiasse os dois para o quão perigoso aquele encontro poderia ser. - Então você quer cantar?... Está certo, vejamos se seu canto é mais poderoso que o de uma sereia. O pirata falava próximo a Dama da Noite, caminhando suas mãos em seu belo corpo desnudo, estimulando-a e iniciando o segundo "round" da noite.

-----

O Capitão avista a entrada entre as rochas, era hora de ver do que eram feitos aqueles homens que Caldon lhe disponibilizou. Mammon espera a tripulação obedecer as ordens de Auremir, depois da um alto grito de comando para pararem de remar quando chegassem em frente a entrada escura e assustadora que lhes esperavam. Quando o navio estacionasse em frente a entrada e entre os dois altos rochedos o pirata começa a organizar seus marujos para iniciarem aquela aventura.

- ACENDAM AS LAMPARINAS!!! Mammon berra a tripulação enquanto Auremir tentava lhe convencer que tinha um plano melhor do que o do capitão. Realmente, o plano de Auremir foi bem quisto por Mammon, era algo que lhe agradava e que lhe pouparia muita coisa com sua praticidade.

- Eu nunca falei que a canção era para as sereias, a canção é para a moral da tripulação... Mas eu gostei do seu plano... Mammon aproxima seu rosto mascarado próximo ao pescoço de Auremir e da duas ou três fungadas, como se tivesse lhe cheirando. - Arranje alguns marujos da sua confiança, que tenha esse mesmo cheiro seu... Cheiro de bondade, inocência... Talvez as sereias lhes poupem... O pirata da uma gargalhada abafada, daquelas que só faz o barulho do ar que saía pelo nariz.

- MUDANÇA DE PLANOS... APAGUEM AS LAMPARINAS!!! Mammon grita a tripulação desfazendo sua ordem anterior e continua falando com Auremir. - Não vamos arriscar metade da tripulação em botes, é muito mais simples para elas atacarem vários botes do que um Navio... Dois ou três botes é o suficiente... Não vou arriscar mais de dez homens com isso... Encham os três botes com o "Boom" e acendam uma lamparina em cada bote... O Kraken vai acompanhar os três botes em uma distância segura, com todas as lamparinas apagadas e em silêncio... Espero que realmente tenha sereia nessa baia, eu ficaria muito irado de fazer tudo isso em vão... O capitão começava a se afastar de Auremir para dar as instruções do plano aos marujos, mas antes ele volta para Auremir dando outra recomendação. - Tire essa armadura... Só vai te atrapalhar caso precise nadar. Agora sim Roosevelt se afasta e da as instruções para a tripulação. O Kraken do Mar iria seguindo os três botes a uma distancia segura, mas não tão afastado, enquanto os botes com explosivo, Auremir e seus homens lideravam o caminho servindo de isca.
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Re: Capítulo 6: O Rastro do Sinistro

Mensagem por Edu em Ter Ago 19, 2014 6:57 am

Bem Roosevelt deu uma resposta plausivel que Auremir esperava dele. Obviamente ele faria uma piada com o que falara, no entanto aquele homem mascarado era um velho lobo do mar. Mammom sabia que não podia fazer uma proposta daquela sem se colocar no meio. Sugerir usar uma parte da tripulação sem voluntariar poderia resultar em perda de controle do navio e possivelmente um motim. Isso, entretanto não era importante naquele momento.

- Isso não é brincadeira Mammom. Serias são espertas elas não podem desconfiar que isso é uma isca. Temos que fazer parecer que somos um bandos de contra-bandistas ou qualquer coisa assim. Temos que difarçar os barris de boom pra que pareçam mercadoria como pimenta, seda e outras coisas - responde a Roosevelt.
Elminster Aumar
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Re: Capítulo 6: O Rastro do Sinistro

Mensagem por Elminster Aumar em Ter Ago 19, 2014 10:57 pm

Os marinheiros começavam a acender as lamparinas quando Roosevelt voltou a berrar, só que agora dizendo para elas serem apagadas. Confusos, os marujos obedeceram e escutaram a nova tática do capitão.

- Sem canções de piratas? Ahhh, que peninha, eu ensaiei a noite passada inteira - choramingou Arveene com uma voz de falsete.

Os homens se sentiram incomodados por neste novo plano alguns deles terem que fazer o papel de isca para as sereias, mas os marujos foram encorajados pela atitude do almirante Auremir que foi o primeiro a se prontificar a ir num dos três botes que desceriam do Kraken do Mar. Ele mesmo foi quem escolheu os demais, porém foi surpreendido quando o garoto Sean Dorean aproximou-se dele.

- Eu quero estar num desses botes! Se há sereias nestas águas, eu quero vê-las de perto! - Sean estava empolgado demais com essa ideia para alguém fazê-lo desistir dela, portanto o jovem rapaz iria no mesmo bote de Auremir.

Três lamparinas foram reacendidas: uma para cada barco a remo. Ao todo eram três, com três homens em cada bote, e além dos homens havia os barris com a pólvora do Alquimista. A tática era simples: os barquinhos iriam na frente com a luminosidade das lamparinas para chamar atenção, enquanto o Kraken os acompanharia vindo de trás com todas as luzes apagadas. Não houve problemas para essa parte inicial do plano, e logo Auremir, acompanhado de Sean e um terceiro marujo, estavam nas águas da passagem estreita, liderando os outros dois botes que seguiam um de cada lado.

Eles avançaram em silêncio por longos minutos, remando e remando. Sean a todo momento se inclinava no barco para tentar enxergar alguma coisa nas profundezas do mar, e ele sempre parecia desapontado ao ver que não visualizou nenhuma sereia. O Kraken capitaneado por Mammon seguia os botes a uma distância em que pudesse ver o brilho das lamparinas. Os marinheiros faziam o menor esforço possível para movimentar os remos e o silêncio reinava na embarcação. Aeltlas permanecia ao lado de Roosevelt durante todo o tempo.

Uma hora se passou.

Auremir provavelmente estava impaciente a esta altura, e sem duvida Sean já demonstrava sinais de irritação. Ele já tinha desistido de olhar para as águas a procura de sereias, então ele simplesmente deitou na parte traseira do barquinho e ficou olhando para o céu. Os minutos continuaram a se arrastar sem que nada novo acontecesse.

- Estou ficando com fome - comentou distraidamente Sean.

Então Auremir ouviu. Alguém fez um som de "splash" ali perto. Ele olhou para os outros dois botes e verificou se nenhum homem havia caído no mar. Não, estava todos a salvo em seus barcos a remo. Os homens ficaram apreensivos, tentando escutar de onde viera o som, e Sean voltou a se sentar no banco e prestar atenção nas águas. As lamparinas não tinham um bom raio de iluminação, e um pouco além, Auremir notou a silhueta de uma criatura com uma cauda sentada sobre uma rocha saliente do mar.

Quando o barco se aproximou o suficiente, suas suspeitas se tornaram verdades. A parte de cima era de uma mulher, a mais bonita mulher que Auremir e os demais homens já viram, com longos cabelos cacheados e olhos penetrantes na cor de safira. Os cachos estavam por cima de seus seios desnudos e chegavam quase a altura da metade de baixo. A metade de baixo era uma cauda, uma longa cauda de peixe que chegava a emitir um certo brilho na escuridão. A sereia encarava Auremir com um olhar doce enquanto mexia com as mãos em seus longos cachos e batia suavemente na rocha com a cauda. Ela olhava de tal forma para Auremir que era como se ela não tivesse olhos para os outros homens que o acompanhava.
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Re: Capítulo 6: O Rastro do Sinistro

Mensagem por Edu em Qui Ago 21, 2014 6:17 am

Auremir entrou no bote sem qualquer sensação de pesar. Sabia o que estava fazendo e sabia que suas chances eram minimas. Não tinha outro jeito, era isso ou perder o controle da tripulação pelos próximos dias. Caso voltasse seria um herói e teria conquistado o respeito definitivo da tripulação. Então sem arrependimentos.

Já nos botes avançaram lentamente, mas no tempo que uma hora mais ou menos nada apareceu. Estava ficando irritado já, toda aquela ideia maluca pra não ter nada ali? Ouviu Sean falar que tava com fome e logo depois um splash na água.

- Silencio! Sean - Ordenou ele ao garoto.

Voltou a se virar pra frente e viu a silhueta uma mulher com cauda de peixe. A imagem cada vez foi ficando mais nítida e a Auremir teve a impressão de visualizar algo esculpido pelo deuses. Pelas coxas, pé, peitos, bunda e cabelos de Ana Sapone, aquela mulher era real? A criatura o encarava de um jeito que o fazia enrubescer. Teve vontade de saltar daquele barco e nadar até ela, depois disso? Ficar fazendo coisas imorais com ela até o fim dos seus dias, mas essa era o perigo delas né? Então por dificil que fosse se segurou.

- Cadê as suas irmãs, sereia? Nenhuma sereia fica sozinha a espera de viajantes pra caçar. Cadê elas? - Falou Auremir a sereia.

Isso tudo fazia parte do plano, não tavam ali pra escapar das sereias e sim pra atrair-las. Eram como se tentassem fazer-las perder no proprio jogo. Uma manobra de alto risco, Auremir sabia disso.
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Re: Capítulo 6: O Rastro do Sinistro

Mensagem por Elminster Aumar em Ter Ago 26, 2014 11:00 pm

- Minhas irmãs foram embora.

A voz da sereia era qualquer coisa bela. Meiga, mas penetrante, sua voz parecia ter saído de um oceano cheio de maravilhas a serem descobertas. A sereia agora fazia caracóis em seus cabelos dourados com os dedos de sua mão, e seus olhos fitavam Auremir com uma atormentadora mistura de inocência e malícia. As pequenas escamas de sua cauda resplandeciam em amarelo e vermelho, os tons de cores das chamas das tochas que os barqueiros carregavam consigo. Todos eles tinham os olhos pregados na sereia; uns com excitação crescente, outros com medo.

- Estou sozinha nesse fim de mundo - disse a seria com a sua voz doce. - Não tenho para onde ir, minhas irmãs me abandonaram aqui, deixando-me à minha própria sorte. Há um perigo crescente vindo das profundezas do mar, e eu estou correndo riscos estando sozinha. Por isso eu vim a superfície. Preciso da ajuda de homens dispostos a me proteger.

Vindo lá de trás, o capitão do silencioso Kraken do Mar já conseguia notar que alguma coisa estava acontecendo com os homens nos barcos que ele enviara. Os três botes haviam parado o seu percurso, todos de frente a uma pessoa que estava sentada sobre uma rocha sobressalente do mar. Não era possível dizer com clareza que se tratava de uma sereia, mas era bem provável.

{Eregion, role um teste de Vontade}
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Re: Capítulo 6: O Rastro do Sinistro

Mensagem por Edu em Qua Ago 27, 2014 5:01 am

Auremir ao ouvir a bela voz da sereia de uma canção que um amigo bardo cantava quando uma mulher de beleza deslumbrante chegava na taverna. "The Lady in red" era o nome da musica. Aquela sereia caia perfeitamente na descrição da senhora de vermelho. Como uma inspiração divina os versos vieram na cabeça e depois saíram cantados pela sua boca:

"The Lady In Red"



I've never seen you looking so lovely as you did tonight,
I've never seen you shine so bright,
I've never seen so many men ask you if you wanted to dance,
They're looking for a little romance, given half a chance,
And I have never seen that dress you're wearing,
Or the highlights in your hair that catch your eyes,
I have been blind;

The lady in red is dancing with me, cheek to cheek,
There's nobody here, it's just you and me,
It's where I want to be,
But I hardly know this beauty by my side,
I'll never forget the way you look tonight;

I've never seen you looking so gorgeous as you did tonight,
I've never seen you shine so bright, you were amazing,
I've never seen so many people want to be there by your side,
And when you turned to me and smiled, it took my breath away,
And I have never had such a feeling,
Such a feeling of complete and utter love, as I do tonight;

The lady in red is dancing with me, cheek to cheek,
There's nobody here, it's just you and me,
It's where I want to be,
But I hardly know this beauty by my side,
I'll never forget the way you look tonight;

I never will forget the way you look tonight...
The lady in red, the lady in red,
The lady in red, my lady in red,

I love you...
Ela era a senhora de vermelho e estava sorrindo pra ele. Nunca esqueceria do jeito que olhava pra ele.

- Porque suas irmãs a abandonaram minha senhora? O que iria querer destruir e macular alguem tão bela como você? - pergunta auremir já seduzido pela mulher.
Elminster Aumar
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Re: Capítulo 6: O Rastro do Sinistro

Mensagem por Elminster Aumar em Ter Set 02, 2014 9:42 pm

O encanto da sereia se abateu sobre Auremir e os demais homens que acompanhavam-no - com a exceção de um deles. O almirante estava se sentindo o homem mais sortudo do mundo por encontrar uma criatura tão bela à deriva no mar, e era um sentimento geral da tripulação acumulada nos três barquinhos. Todos eles estavam se sentindo ingenuamente calmos perante a presença da sereia, como se não houvesse motivos para temer tal dádiva da natureza. Eles olhavam com curiosidade e ao mesmo tempo excitação para a mulher-peixe, e todos queriam chegar um pouco mais perto dela. A sereia agora tinha o esboço de um sorriso sereno em sua boca ao mesmo tempo que o seu olhar vidrado no almirante parecia querer desnudar os seus desejos mais íntimos. A sereia ignorou completamente as perguntas de Auremir, e ele não se importou com isto. De fato nem lembrava mais de tê-las feito tal era o seu atordoamento perante a beleza da criatura a sua frente.

- Venha comigo, e eu lhe mostrarei o caminho pelo qual devemos percorrrer - disse a sereia à Auremir antes de mergulhar nas águas escuras da noite. O almirante ficou a espera dela voltar a aparecer e não se desapontou, pois logo a sereia voltou a emergir do mar, só que desta vez ela estava colada no bote a remo. Auremir se agachou para ficar mais próximo dela, e a sereia então segurou o seu rosto com ambas as mãos, com os cotovelos apoiados na embarcação, e lhe deu um beijo em seus lábios. Auremir havia sido fisgado e já era tarde demais para escapar do feitiço a que fora submetido. Ainda beijando Auremir, a sereia lentamente foi mergulhando de volta às profundezas do mar, impulsionando Auremir a ir junto com ela. O almirante foi se inclinando sobre a embarcação, e antes de se dar conta, caiu de cabeça na água. A sereia manteve o beijo em todo o momento, e os dois, agarrados um ao outro, mergulhavam de cabeça para as profundezas obscuras daquele estreito de mar, indo cada vez mais fundo...

Roosevelt viu o almirante ser levado pela sereia, e o que aconteceu a seguir foi tudo muito rápido: outras sereias surgiram ao redor dos barcos a remos, uma para cada tripulante, e os homens enfeitiçados se deixaram ser levados por elas da mesma forma que Auremir. Oito marujos estavam indo morrer afogados no fundo do mar, mas um dele havia resistido ao encanto das sereias. O jovem Sean Dorean pegou uma tocha acesa assim que viu Auremir ser levado, e quando as outras sereias surgiram, ele agitou as chamas para não deixar que nenhuma delas chegasse próximo a ele. Sean conseguiu se manter no bote a remo, mas estava só. Todos os outros homens foram levados pelas sereias, e o garoto virou-se em direção ao Kraken do Mar acenando com as chamas da tocha, claramente pedindo socorro.
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Re: Capítulo 6: O Rastro do Sinistro

Mensagem por Makaveli Killuminati em Ter Set 09, 2014 9:40 pm

O Capitão observava quieto os seus oito marujos partirem para o fundo do mar junto aos que estavam no Kraken, Auremir parecia muito seguro de si a instantes atrás, mas mesmo assim não resistiu aos encantos das sereias, chegando ao trágico e cômico ponto de cantarolar uma canção para uma delas, pobre Auremir, já Sean Dorean se fazia uma grata surpresa novamente, o rapaz realmente era duro de cair, estava firme e são em cima do bote. Enquanto os marujos observavam a movimentação nos três barquinhos, o Capitão recua e acompanhado de Arveene, sussurra em seus ouvidos. - Vou tomar uma decisão, e você vai me apoiar... Entendido? Mammon olhava para os olhos de Arveene, que diante do rosto mascarado de Roosevelt só conseguia enxergar os olhos do pirata, ou nem isso dependendo da iluminação. Seu tom não era de intimidação, era apenas um aviso de que ela poderia confiar no quê ele iria fazer, Roosevelt imaginava que Barba-Roxa fosse tão importante pra ela quanto pra ele, ou até mais, por isso era melhor advertir a Dama, não queria que ela apenas imaginasse que ele iria desistir de salvar seu amigo.

O Capitão retoma sua posição na proa do navio com posição firme, a tripulação deveria estar chocada com a baixa daqueles homens, as sereias eram inimigos novos para todos, Mammon não sabia se ajudaria os oito a escaparem das sereias explodindo os barris, mas com certeza sabia que se tomasse aquela decisão, Sean morreria na explosão, e Sean era mais importante para o Capitão do que os oito homens que afundavam com o longo beijo das sereias.

O Capitão então abre a boca para comandar seus marujos. - Recuperem os barris de Boom e resgatem o marujo que sobreviveu ao ataque!... Depois façam o retorno a estibordo. Voltaremos para Marsember... Roosevelt da a ordem e continua na proa enquanto eles executavam o que lhes tinha sido ordenado, esperava que houvesse algum argumento contra sua decisão e estava ali justamente para respondê-los e creditar sua decisão, mas também esperava que alguns daqueles marujos estavam aliviados em ouvir que estariam voltando para Marsember em vez de continuar seguindo o caminho da morte.
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Re: Capítulo 6: O Rastro do Sinistro

Mensagem por Elminster Aumar em Sab Set 13, 2014 2:05 pm

- Retornar para Marsember?

Aelthas deu um passo a frente, claramente desejando ter ouvido errado a instrução de Roosevelt. Os demais marujos não se deram conta disso ou simplesmente não se importaram com essa decisão frente ao que acontecera com os seus colegas levados pro fundo do mar pelas sereias. Apesar de atônitos, a ordem chegou aos remadores para guiar o Kraken até os botes que estavam desamparados no meio do canal. Aelthas, contudo, queria ouvir uma confirmação de Roosevelt, mas quem falou foi Dama da Noite, com o seu sorriso de canto de lábio característico.

- Você não viu o que as sereias fizeram, viu?! - questionou Arveene, agora cruzando os braços. - Acabamos de perder nove marujos, incluindo o almirante que servia ao Capitão D'Lyrandar. Você não acha que Caldon irá querer ser informado sobre isso antes de arriscar perder mais marujos? Heim?!

Aelthas instintivamente colocou a mão sobre a bainha de seu sabre. Ele era um homem inteligente e sabia identificar quando alguma coisa não estava cheirando bem. Ignorando Dama da Noite e erguendo a voz para chamar a atenção de Roosevelt, disse:

- Você sabe muito que Capitão Caldon não queria que você desviasse de seu rumo, por qualquer motivo que fosse. Ele não confia tanto no senhor assim, e você sabe disso! - Aelthas estava ficando nervoso. Ele olhou para os lados, buscando apoio, mas os demais homens da tripulação estavam ocupados trabalhando para resgatar Sean e os botes. - Me dê um bom motivo para não seguirmos em frente, Capitão Mammon. Perder homens faz parte do risco de nossa profissão, e eu não acho que perderemos mais quaisquer homens para as sereias agora que vimos a tática que elas usam.

Aelthas estava nervoso e a sua mão sobre o sabre tremia, enquanto Dama da Noite esperava a resposta de Roosevelt com um sorriso no rosto, como se achando graça da irritação do navegador.
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Re: Capítulo 6: O Rastro do Sinistro

Mensagem por Makaveli Killuminati em Qua Set 17, 2014 7:51 pm

O Capitão já esperava que alguém fosse confrontar sua decisão, e que fosse o mais fanático dos marujos. Aelthas estava sendo muito contundente em sua fala, contundente demais para o gosto de Mammon, por sorte parecia que o marujo não havia conseguido fazer o barulho que queria para poder confrontar o Capitão de forma mais eficiente, os outros marujos parecia que também não estavam tão afim assim de continuar a missão. Como combinado, Mammon não estava sozinho de acordo com sua própria decisão, a Dama da Noite também argumentava a seu favor, e Aelthas retruca, o próprio Capitão continua os argumentos da Dama da Noite para impor ainda mais sua vontade após o visivelmente nervoso marujo retrucar sua decisão e os argumentos da Dama da Noite.

- O Capitão Caldon não confia em mim, e eu confio muito menos nele... Mammon começava a cercar o marujo rodando em volta dele, o observando de cima a baixo, sua posição era superior a do marujo e usava deste artifício para intimidar Aelthas com sua postura imponente, Mammon continuava caminhando ao redor do Marujo. - Perder homens faz parte do risco! Nesta hora o Capitão imitava o marujo com uma voz mais fina e balançava os braços, zombando de Aelthas, talvez provocando algumas risadas dos outros marujos com o gesto cômico. - É LÓGICO QUE FAZ PARTE DO RISCO!!! Mammon berra com o intuito de assustar Aelthas, contrastando uma fala fina e cômica com uma expressão grave de furia, e continuava a falar com a mesma intensidade a seguir. - Já contava em perder homens nesta missão, mas não antes de enfrentar o Sinistro... Perdemos uma quantia considerável de marujos para essas sereias, vamos perder uma parcela ainda maior quando enfrentarmos o Sinistro... Depois teremos que enfrentar novamente as sereias, e ter visto como elas agem não garante que sairemos ilesos no próximo encontro... Depois entraremos em alto-mar com uma tripulação enfraquecida que não conseguirá conduzir esta embarcação de forma eficiente... E se por acaso sermos atacados por piratas na volta a Marsember... Bom... Ai morreremos e os que sobrarem ficarão a deriva... Mammon para novamente em frente a Aelthas. - Por acaso achas que o Kraken vai navegar sozinho? Pffff... Voltaremos a Marsember, e se o Capitão D'Lyrandar ainda estiver disposto a capturar o Sinistro, voltaremos mais preparados... Entendido? Mammon direciona seu olhar a mão tremula do marujo na bainha de seu sabre. - A propósito, da próxima vez que tocares na bainha da sua espada... Use-á!

Entre sua cabine e o Capitão, estava Aelthas que atrapalhava seu caminho. Mammon caminha em passos firmes indo em direção a sua cabine, e se Aelthas não saísse de sua frente daria um encontrão ombro-a-ombro no marujo e seguiria seu rumo. O desregrado e maligno Capitão Mammon estava matutando algo grandioso em sua mente para resgatar seu amigo Barba-Roxa, para juntos, traçarem novos planos para impor seus nomes piratas aos mares.
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Re: Capítulo 6: O Rastro do Sinistro

Mensagem por Elminster Aumar em Ter Set 23, 2014 10:52 pm

- Nós não perdemos homens, você os sacrificou!

Como se alguém tivesse iluminado os seus pensamentos, Aelthas havia feito esta acusação praticamente aos gritos. Talvez para demonstrar uma confiança que ele não possuía, ou talvez para querer atrair a atenção dos demais marujos para a sua causa. Sua mão permanecia sobre o punho da bainha, mas ela havia parado de tremer. Três ou quatro marujos que estavam ali perto pararam de fazer o que estavam fazendo para prestar atenção no que se desenrolava na proa do Kraken, e logo outros foram tendo a atenção desviada. Dama da Noite, próxima ao parapeito do navio, não tirava o sorriso do rosto e nem desgrudava os braços. Após a longa fala do Capitão Mammon, este se dirigiu de encontro ao navegador, que não lhe deu passagem. Mammon deu uma ombrada forte nele e passou reto, mas ao fazer isso ele ouviu o som de uma lâmina sendo desembainhada.

- Aqui, sobre o testemunho dos deuses do mar, eu o desafio até a morte, Mammon! - gritou Aelthas às costas do capitão. - Quem não é digno da confiança do Capitão Caldon D'Lyrandar também não merece a minha. Só você contra eu, a verdade da sua arma contra a minha, e que os deuses julguem o merecedor de comandar este navio!
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Re: Capítulo 6: O Rastro do Sinistro

Mensagem por Makaveli Killuminati em Qua Out 01, 2014 8:51 pm

Mammon deveria deixar Aelthas falando suas baboseiras sozinho e assim iria fazer dando uma ombrada nele e partindo para sua cabine, mas o marujo cagueta queria mais é causar mesmo. O infeliz estava agora querendo que cedesse a ele um duelo, como se fosse qualquer porcaria. Roosevelt vagarosamente vira-se novamente para aquele pedaço de merda no meio da proa que queria desafiá-lo, percebe que não estava mais tremendo, bom, assim se resolvesse mesmo ceder o duelo ao menos não seria mais um monólogo do Mammon matando o desgraçado, deveria ser algo mais desafiador.

O Capitão assume que Aelthas era agora um desertor, e não tratava de desertores com o mesmo bom humor que a Dama da Noite tratava, estava começando a ficar enfurecido, não o bastante para tirar seu foco no combate, mas o bastante para matá-lo sem dó nem piedade. O próprio Aelthas clama aos deuses para que observassem o duelo, pelo menos não teria que se preocupar com um movimento contra sua capitania depois do duelo, se os deuses decidissem que Mammon deveria sair vitorioso, que assim fizessem, ou seria obrigado a vendê-los no mercado de escravos.

Mammon fica próximo de Aelthas, muito próximo, e quase encosta seu rosto mascarado no rosto de Aelthas, estava próximo o suficiente para Aelthas perceber seus olhos dilatados, sedentos por sangue, e lhe responde com uma voz rouca e grave.

- Se queres tanto morrer, que assim seja! O pirata o empurra pra trás o intimidando, dando espaço entre os dois para o duelo começar.

O Capitão do Kraken desembainha sua espada e começa a girar pela proa com sua espada apontada para Aelthas, estudando o adversário que respondia a seus movimentos, os dois precisavam ser cautelosos ao achar um espaço para desferir o primeiro golpe do duelo. Mammon acorda todos os dias disposto a matar alguém, talvez isso lhe deu mais agressividade no combate para perceber um espaço onde poderia cravar sua espada no adversário. Com um movimento rápido tentando fintar a defesa do oponente, Mammon tenta desferir um golpe no joelho de Aelthas para diminuir seus movimentos.
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Re: Capítulo 6: O Rastro do Sinistro

Mensagem por Elminster Aumar em Sab Out 04, 2014 9:42 pm

Aelthas não se intimidou perante Roosevelt, que tinha praticamente o dobro de sua largura em músculos. O navegador observava-o com olhos atentos enquanto os dois giravam vagarosamente em círculo, mantendo a distância que os separavam. Roosevelt apontava a espada longa para o peito de Aelthas, que estava com o sabre abaixado junto ao corpo; ele parecia estar esperando justamente o início do combate para colocar-se em posição. Uma pequena multidão de marujos já havia feito uma roda ao redor dos dois, e Roosevelt foi o primeiro a tomar a iniciativa, avançando com selvageria e tendo como alvo o joelho desprovido de armadura de Aelthas, mas o homem foi rápido o bastante para tirar a perna bem no momento em que a espada do capitão cortava o ar brutalmente. Em seguida, numa ação de extrema agilidade e rapidez, ele ergueu o sabre - uma arma de lâmina fina entalhada de belas inscrições - e surpreendeu Roosevelt ao estocar a ponta da lâmina na lateral de seu corpanzil, resultando no primeiro sangue derramado da noite.

Dama da Noite fez um muxoxo atrás de Roosevelt como se tivesse desaprovado o desempenho do capitão nesse momento inicial do combate.
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Re: Capítulo 6: O Rastro do Sinistro

Mensagem por Makaveli Killuminati em Sab Out 04, 2014 10:04 pm

O capitão leva a pior nos primeiros golpes do combate, o seu golpe fez um estrondoso barulho do ar sendo cortado, mas não havia atingido o joelho de Aelthas, que esperava esse golpe e acerta um contra-golpe fazendo um pequeno rasgo em Mammon, mas nada que o incomodasse. O capitão da dois passos rápidos para frente e desfere um chute nas costelas de Aelthas, afim de fazer Aelthas abrir a guarda para o próximo golpe de Mammon.
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Re: Capítulo 6: O Rastro do Sinistro

Mensagem por Elminster Aumar em Sab Out 04, 2014 10:52 pm

Roosevelt desfere um chute com a sola do pé nas costelas de Aelthas, mas o homem esquiva-se novamente do golpe dando um giro sobre si mesmo; ele podia ser mais fraco que Mammon, mas compensava a falta de força em sua agilidade. Ao terminar a volta do giro, Aelthas já levava o sabre para atacar o ombro direito de seu adversário, mas desta vez Roosevelt conseguiu aparar o golpe com a sua espada.

- Muito bem, está melhorando, hihihi - aplaudiu Dama da Noite. Àquela altura, Sean estava sendo resgatado do bote à deriva. Ele olhou para o duelo sem entender o que acontecia e foi se juntar aos espectadores da luta. Roosevelt viu quando o garoto juntou-se à Dama da Noite. Os dois eram os únicos que de fato pareciam torcer por ele; alguns estavam neutros em relação ao duelo, mas a maioria se inclinava a torcer para Aelthas, um marujo com a carreira consolidada em Marsember.
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Re: Capítulo 6: O Rastro do Sinistro

Mensagem por Makaveli Killuminati em Sab Out 04, 2014 11:09 pm

Mammon ficou nervoso com mais um golpe errado, mas se recuperou aparando o golpe desferido por Aelthas. O Capitão apreciava a torcida de Arveene, e agora a de Sean também, mas percebeu que eram os únicos a torcer por ele até então.

O Capitão diminui seu ritmo e os dois voltam a girar na proa, onde o combate acontecia. Sinceramente, Mammon via aquele combate como vencido, era apenas questão de tempo, Aelthas provou que era rápido, mas não era tudo isso, Mammon decide dar um show para os que assistiam, talvez se mostrasse o quão superior era conseguisse mais torcida pra si. Mammon para de girar com seu adversário quando fica próximo a Arveene, cravando sua espada no assoalho de madeira, ficando sem armas em mãos, mas deixando perto de Arveene para que ela cuidasse da espada, Mammon ainda usaria ela novamente, mas apenas mais tarde no combate.

- Me mostre o quê você pode fazer!... Pode vir! O Capitão faz um sinal com as mãos, tentando provocar sua furia e o chamando para o combate.
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Re: Capítulo 6: O Rastro do Sinistro

Mensagem por Elminster Aumar em Sab Out 04, 2014 11:30 pm

- Quero ver quem vai arrumar isso - disse Dama da Noite ao ver Roosevelt enfiando a espada na madeira do navio. Ela toca o braço de Roosevelt e sussurra às suas costas: - Pelo nosso amigo Barba-Roxa, vença esse duelo.

Aelthas pareceu aflito com a decisão de seu oponente em largar a sua arma. Por um momento, Aelthas abaixou o seu sabre; ele não era um covarde e não pretendia atacar alguém desarmado. Mas Roosevelt o provocava com gestos, e o navegador já estava cansado de olhar para aquele rosto que à todo momento parecia querer zombar dele. Sendo assim, Aelthas empertigou-se para um novo ataque. Ele caminhou a passos vagarosos em direção à Mammon, e então deu uma estocada em direção ao coração de seu adversário, para logo em seguida dar outra mais acima, na cabeça. Ambos os ataques foram falhos, e Roosevelt percebeu alguns homens ficarem impressionados com a sua presteza em se desviar de golpes rápidos de uma arma tão leve como o sabre.
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Re: Capítulo 6: O Rastro do Sinistro

Mensagem por Makaveli Killuminati em Sab Out 04, 2014 11:49 pm

Mammon escuta as palavras de Arveene, mas ela não tinha que se preocupar, Mammon estava fazendo isso por ele mesmo, e depois por Barba-Roxa, estava mais do que motivado para acabar com a raça daquele navegador metido a paladino.

O Capitão mascarado analisa os movimentos do oponente e percebe sua intenção, e sabia que aquele golpe não viria sozinho. A lâmina de Aelthas vinha em direção ao seu coração, Mammon da um passo a sua direita corrigindo sua posição e girando seu tronco em noventa graus, fazendo a espada de Aelthas perfurar o vento, a milímetros de seu peito. O segundo golpe veio logo a seguir e Mammon já estava esperando por ele, a lâmina de Aelthas recuou apenas para adquirir mais força em seu movimento, mas rapidamente foi em direção a cabeça do pirata, Mammon faz outro movimento acrobático abaixando a sua cabeça no momento certo e esquivando da direita para a esquerda, já ficando ao lado de sua espada cravada no chão.

Mammon retira a lâmina da sua espada que estava cravada no chão e volta a manejar ela.

- Minha vez!

Mammon não tentava ser tão artístico em seus golpes como foi em suas esquivas, se limitou em dar um forte golpe vertical que rasgava o ar de cima para baixo, seu objetivo era separar Aelthas em dois.
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Re: Capítulo 6: O Rastro do Sinistro

Mensagem por Elminster Aumar em Dom Out 05, 2014 12:58 am

Após se esquivar dos golpes ligeiros de Aelthas, Roosevelt retomou a sua arma da proa e lançou-se num novo ataque selvagem contra o seu oponente. Ele girou a arma sobre a sua cabeça, e segurando com ambas as mãos, a desferiu verticalmente de cima para baixo. O navegador tentou defender-se com o sabre, mas a frágil arma não serviu para aparar o poderoso golpe do capitão Mammon. A espada longa seguiu seu arco brutal e caiu com força sobre Aelthas, que por um momento sucumbiu perante o impacto, ficando sobre apenas um dos seus joelhos. Era uma posição humilhante e ele tratou logo de se levantar. A cota de malha sobre seu corpo havia sido rasgada em parte e seu traje estava ensanguentado. A exibição daquele golpe potente gerou diversas reações na platéia, entre elas estava a animação de Sean.

- Isso aí, acaba com ele!

Mas Aelthas não estava acabado. Sentindo muita dor, mas de alguma forma ainda de pé, ele fez uma ginga com o seu corpo típica dos duelistas e se arremeteu para frente, estocando Roosevelt novamente. Desta vez a lâmina pegou de raspão abrindo um corte fino em sua perna. O navegador mostrava que o combate ainda estava longe de terminar.

Situação:
Roosevelt: Levou 13 de dano.
Aelthas: Levou 17 de dano.
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Re: Capítulo 6: O Rastro do Sinistro

Mensagem por Makaveli Killuminati em Dom Out 05, 2014 1:13 am

O golpe de Mammon tinha feito um estrago em Aelthas, mas o pirata viu seu golpe como falho, queria que o marujo caísse morto de uma só vez, e em dois pedaços, sorte dele que conseguiu diminuir o estrago com seu sabre.

Aelthas ainda não estava acabado, demonstra que ainda tinha muito a fazer com um golpe bonito, mas que nem de perto causava o mesmo estrago que o do pirata, parecia que Aelthas fazia tanto esforço pra causar pouco dano, enquanto o Capitão brincava com sua presa.

Mammon parecia não reagir negativamente aos golpes levados por Aelthas, tinha muita saúde, era muito vigoroso para sentir aqueles arranhões em meio a tanta adrenalina que um duelo causava. O Capitão aproveita que os espectadores estavam inflamados com a peleja e desfere um golpe rente ao chão, fazendo sua espada cortar o vento horizontalmente perto das canelas de Aelthas, afim de fazer o adversário cair, ou até mesmo amputar aquele pedaço de merda.
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Re: Capítulo 6: O Rastro do Sinistro

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