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    Santa Dômina: às portas da noite (Vampiro V5) – 04 vagas (Chamada original)

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    Mensagem por Lnrd em Sex Mar 08, 2019 1:05 am

    Santa Dômina: às portas da noite (Vampiro V5) – 04 vagas (Chamada original) 3710


    PROPOSTA

    Não se desperta vampiro, torna-se vampiro. A citação corrompida coloca em questão que ser uma criatura amaldiçoada é mais que sofrer uma mordida e sair assombrando lugares agourentos (ou seduzindo inocentes, dependendo da referência). “Às Portas da Noite” é uma crônica de “Vampiro: a Máscara” (baseada na 5ª versão do jogo) sobre o atravessar do “umbral” que guarda o pós-vida "imortal" – personagens começando como pessoas comuns.

    Para além – ou não – de megatramas sobre salvação ou danação mundial, o foco é no desvelar do “mundo das trevas” diante dos olhos de cada participante – braços abertos a iniciantes – e no desdobrar de relações (in)humanas numa história de “horror pessoal”.

    Ambientada na fictícia Santa Dômina, cidade algo afastada das eternas maquinações do(s) velho(s) mundo(s), trata-se de um conto dentro, porém independente, do metaplot desenvolvido no cenário ao longo de várias edições (além do respectivo – e abundante – material de apoio), podendo haver liberdades.

    “Santa Dômina” nasce de discussões sobre toxicidade em mesas de RPG e polêmicas sobre escolhas criativas “pouco sensíveis” nos materiais lançados recentemente. Este é, então, um espaço inclusivo, não sendo toleradas atitudes e representações ofensivas contra mulheres, pessoas negras, LGBTQIA+ e demais grupos.

    Temas controversos, quando/se abordados, devem ser conduzidos de maneira producente, não levianamente por mero “choque” ou "reflexo/extrapolação" das mazelas do mundo: a proposta é beber de fontes macabras que não passem por “gatilhos” (temas como violência sexual etc.) ou que os abordem com responsabilidade; além, se consideramos "verossimilhante" a existência de monstros, podemos aceitar ambientes criativos mais plurais, diversos e inclusivos (sem gordofobia, machismo etc.).


    AMBIENTAÇÃO

    Uma cidade com cerca de 300km e população entorno dos 3,5 milhões. América do Sul. Idioma oficial: português.
    Na contagem dos colonizadores, 450 anos. Na nativa... .

    Situada numa área pouco estratégica da costa, nunca desfrutou de grande importância portuária, apesar de nomeada em homenagem a uma caravela. Cercada por montanhas, vive um clima que contrasta com o seco circundante. Clima ameno – ao menos antes do “verão cinza”, o aumento das temperaturas pela urbanização desenfreada – e de estações bem marcadas.
    Saliente também a divisão social em elites riquíssimas versus população desassistida.

    Espécie de colisão cosmopolita de outras localidades, algumas zonas são surtos de engenharia e arquitetura entre Dubai e Seul; outras, sítios históricos da época mineira. Com montanhas e matas resistindo misturadas à trama das ruas, alterna paisagens verde, skyline citadino e praia, num litoral recortado e pleno de ilhotas.

    O melhor e o pior do que há por aí: transporte público desumanizador e engarrafamentos por padrão; morros tomados por construções sem condições básicas e vários bairros onde o abandono do poder público é latente; criminalidade, de todos os tipos, em patamares de guerra; corrupção, brigas de fações, doenças do corpo e – principalmente – da mente (depressão, estresse etc.) ou da “moral” (racismo, homofobia etc.) em níveis epidêmicos. Um lugar de maravilhas a quem possui “acesso”, mas afundado em desesperança ao “resto”.
    Mais insegura, áspera e opressiva que outras contrapartes, seja estatística ou sensivelmente.

    Castas quase reais, acima das preocupações mundanas, orbitadas por uma classe média/alta sempre insatisfeitas e apavorada; turistas, de predadores sexuais a famílias em pacotes de agências, ambos vivendo numa superfície de “cartão-postal”; e quem debate-se para viver algum tipo de sonho ou sobreviver ao pesadelo diário, diferenciando-se por pouco de habitantes de periferias miseráveis e favelas sem sentido de comunidade. Uma cidade monstro na qual a luz do dia cega e cria miragens, enquanto só a noite revela.


    SISTEMA

    “Vampiro: a Máscara” foca numa versão piorada do mundo atual: não só corrupção e violência são mais presentes, mas dividem espaço com uma sociedade oculta de “criaturas da noite” – uma ambientação com toques de terror sobrenatural.

    A versão original foi lançada em 1991 e recebeu novas versões (e suplementos) que modificavam detalhes no sistema e na história, incluindo avanços temporais para mostrar mudanças no “panorama geral”.

    Aqui, usaremos como base (tendo algumas modificações) a 5ª versão, de 2018, cujas mudanças principais são: um “reboot” das regras, tentando dinamizá-las; um salto dos 1980 para os anos 2010 – incluindo o afastamento duma estética intitulada “punk-gótico”, abraçando gostos de um público mais contemporâneo.

    Não é cobrado conhecimento do sistema/ambientação (de igual forma, preferiríamos que não houvesse cobranças do tipo “mas na terceira versão do suplemento tal diz isso, isso e isso”). O jogo seguira um estilo misto, centrado na descrição, porém com rolagens de dado para acrescentar elementos de imprevisibilidade – sem, porém, focar na ação, tiroteios etc. (mas não havendo proibição nesse sentido).


    PERSONAGENS

    Antes da ficha em si, é necessário enviar os dados biográficos, lembrando que se tratam de PESSOAS COMUNS, e não – ainda – vampiros, muito provavelmente sem conhecimento sobre a existência deles.
    Além, personagens com enfoque no combate ou “acima do topo” (“gênia bilionária”, “escolhido da profecia”, “descendente de Van Helsing”, “maior hacker do planeta”) podem ficar fora de sintonia.  

    - Nome de personagem:
    - Conceito (resumo curtíssimo. “Policial traumatizada", "empresária sagaz"):
    - Ambição (meta "objetiva e superável" a médio/longo prazo, tendo "começo meio e fim". Obs.: "atingir a felicidade" é uma busca sem fim, enquanto "reencontrar a família" é algo alcançável na prática):
    - Desejo (meta "objetiva e superável" a curto/médio, uma "etapa" da ambição. “Reencontrar pessoa X"):
    - Data de nascimento:
    - Pilares e Convicções: 3 proibições (nunca...) ou obrigações (sempre...) pessoais, assim como “seres viventes” com relação a cada uma elas ("sempre se opor a transfobia, por conta do amigo Fulano").
    - Aparência (que tal investir em diversidade? Nem todo vampiro é aquele ator de olhos azuis Wink . Algo que se pode fazer é um “estudo de personagem”, ou seja, ao invés de uma foto que seja “a cara” específica, pode pegar-se várias imagens diferentes, dando uma “ideia” da aparência):
    - História (para criar a história, há várias perguntas que podem ser feitas, mesmo que acabem não incluídas no texto final. Quem é tal pessoa no mundo? Escolaridade, ocupação etc. O que dizer sobre a sexualidade, crenças... ? Como é a personalidade, quais os estados de humor comuns? Uma pessoa simpática, agressiva, calma etc.? O que odeia [em si, no mundo etc.]? Quais os “bons” hábitos e defeitos? Mania e/ou hobbies? Pense algum “defeito” grande, que atrapalhe a vida: fobias, necessidade diferenciada, trauma, obsessão, vício etc. Como é a casa, qual a relação com parentes? Quais principais lembranças, boas e más a moldar o caráter? Como gosta de se vestir? Tatuagens?)
    - Tema (ver abaixo):

    Escolher um tema é essencial pois: 1) nos ajuda a "personalizar" o jogo com base nas expectativas de cada pessoa; 2) pensando na experiência de iniciantes, não estamos utilizando o sistema clássico de "apresentar todas as variedades vampíricas (clãs) para escolher uma". Escolher um tema será colocar-se no "radar" de um "tipo" de vampiro específico, o qual só será descrito durante o próprio jogo.
    Obs.: temas são "preferências primárias", não "limitações gerais". Alguém das "artes" pode ambicionar o poder ou ter questões de autoimagem; uma pessoa atraída por "magia" pode ser rebelde etc.

    1 Crítica: filosofia e rebeldia. De quem luta pela destruição do sistema a quem dedica-se a teorizar utopias. De militantes com consciência política a quem gosta de causar confusão.Do pensamento crítico à ação.

    2 Primitivismo: de quem rejeita cidades a "feras" nos negócios. De quem "prefere animais" a quem gosta de "relaxar" na natureza. Pessoas com habilidade para sobreviver na selva e quem pratica consumo sustentável e modos de vida alternativos no conforto de casa. De quem organiza protestos pela causa ambiental a pessoas "abrutalhadas" e sem "trato social". Liberdade. Antimodernidade.

    3 Sanidade: de quem raciocina perfeitamente, mas numa lógica diferente, a quem sofre com "demônios internos". Profetas, pessoas visionárias e "muito à frente do seu tempo". Transtornos obsessivos-compulsivos e “manias”. Estresse pós-traumático. Teorias da conspiração. Desfuncionalidade social. "Patias”.
    Obs.: "saúde mental" é uma questão delicada e deve ser tratada de maneira cuidadosa, evitando clichês e preconceitos sobre o assunto.

    4 Autoimagem: da obsessão por beleza a problemas de estima. Reforço ou quebra de padrões. Timidez. Reclusão. Vidas secretas. O belo ou o horrendo interior.

    5 Artes: da atração a objetos artísticos aos prazeres carnais. Artes clássicas ou contemporâneas. Da arte da sedução à incapacidade de resistir ao belo. Do entretenimento das massas ao cult e alternativo. Arte nas pequenas coisas na vida. Esnobismo. Hedonismo. Narcisismo.

    6 Ocultismo: todos os sinônimos e variações para magia (prática e estudo).

    7 Elite: poder. Tradição. Dinheiro. Nobreza. Influência. Ganancia. Máfia. Negócios. Arrogância. A criança mimada. A liderança política. Do exemplo a ser seguido à ordem a se submeter.


    OUTROS DETALHES

    Vagas: 4*, selecionadas a partir da postagem ou envio por MP dos dados biográficos.
    Frequência: mínimo de 1 post por semana.
    Experiência: não necessária.
    Obs.: o jogo começará com posts individuais, só depois o grupo se juntando.

    *Serão 5 pessoas no máximo, sendo que uma personagem já está previamente feita.
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    Mensagem por Lnrd em Sex Mar 08, 2019 1:24 am

    MAIS SOBRE A AMBIENTAÇÃO

    Santa Dômina: às portas da noite (Vampiro V5) – 04 vagas (Chamada original) Santa_10

    Geografia:
    Limitada ao norte pela serra do Rei (B), formação rochosa íngreme e de difícil acesso; ao oeste pela serra das Flores (C), que abriga o distrito de Quedas Verdes e a favela Dom Batista VII; e ao leste pelo oceano Atlântico, Santa Dômina costuma ser dividida três áreas: Zona Norte (D), Leste/ilha do Mirante (E) e Sul (F). Tal divisão se dá principalmente por conta de dois grandes fluxos de água que influenciaram a investida contra a população indígena original, o rio de Abril (G), principal canal da cidade e abrigo da ilha da Igreja; e o das Pedras (H), menos largo e mais raso.
    Possui como acidentes geográficos de destaque ainda os morros do Mirante (A), parque nacional onde uma enorme figura de proa recebe quem chega à cidade por mar; do Bom Deus (I); do Papa (J) – ambos de difícil edificação, mantendo-os relativamente desabitados –; da Lama (K); da Consolação (L); e da Madalena (M), enormes complexos de favela.
    Entre os principais lagos estão o da Conceição (N), de onde partem os dois rios principais; do Grito (O); e das Cobras (P), limite noroeste da cidade. Além, as lagoas do Comendador (Q), de Santa Ana (R), das Lágrimas (S) e do Raiar (T), de onde parte o rio da Natalidade, dando origem à ilha do Cosme.
    Com várias ilhas de porte variado, são habitadas a Esperança, acessível do perímetro urbano pela ponte de Londres; e Elizabeta IV, à qual chega-se apenas de barco.


    Demografia:    
    Fundada em 1568 com a chegada de conquistadores e missionários invadindo terras indígenas, foi construída à base de genocídio e escravidão, história em grande parte invisibilizada.
    O extermínio colonizador deu-se a partir do Porto Santo (2a), Antiga Zona Portuária construída na desembocadura do rio de Abril (G), importante canal para a penetração em direção ao interior e escoadouro do rápido, porém intenso, período de exploração mineral. Tal via, bastante larga, mas pouco funda para embarcações contemporâneas, é a principal divisão entre as zonas.
    Afora as margens do rio, a expansão inicial tomou conta do vale ao norte do fluxo, detendo-se à serra da Rei. Nos séculos seguinte, a tendência foi a ocupação da ilha do Mirante (E), pedaço de terra cercado pelo mar, pelo rio de Abril e finalmente pelo rio das Pedras. Tal área, nomeada por conta do morro do Mirante, é hoje a área de maior investimento imobiliário, com arranha-céus ousados surgindo da noite para o dia.
    A outra margem do rio das Pedras teve uma ocupação tardia e limitada. Isso até a explosão demográfica que em poucos anos praticamente dobrou o tamanho da cidade, apesar de o poder público não acompanhar tal mudança.
    Regra geral, as áreas à beira-mar de Santa Dômina são incrivelmente ricas, em contraste brutal com os bairros "interiores",  a "baixada", com colmeias de condomínios degradantes, disputados por facções rivais e favelas agarradas a qualquer espaço possível: literalmente, apenas escarpas íngremes demais são deixada “intocadas” pela ocupação desenfreada. A exceção é o morro da Madalena, unindo isso à proximidade com o mar.
    Santa Dômina é considerada uma cidade verticalizada, seja por conta dos altíssimos prédios das regiões ricas, das edificações que sobem as encostas ou dos blocos habitacionais que dominam os bairros periféricos, sendo difícil encontrar neles casas ou construções que não tenham pelo menos dois andares, numa paisagem quase sem respiro.


    ÁREAS:

    1 - Ilha Elizabeta IV:
    Praias paradisíacas a poucos minutos da costa, acessíveis apenas por embarcações particulares. Refúgio de mansões milionárias, de arquiteturas ímpares e licenciamentos ambientais duvidosos.

    2 - Antiga Zona Portuária:
    O porto original, por séculos principal escoadouro marítimo da cidade. Abandonado em prol do novo terminal de carga, hoje passa por revitalizações e reurbanizações, recebendo cruzeiros no antigo Porto Santo (2a) e contando com uma nova marina para embarcações menores na baía da Consolação (2c), antigo ancoradouro auxiliar.
    Com uma ilha artificial (2b), alfandega transformada em região administrativa municipal e ponto turístico. Museus, VLT/bonde, aquário e outras atrações, tudo a pouca distância de galpões abandonados e becos perigosos, nos quais o tráfico e a prostituição imperam.

    3 – Marina da Trindade:
    Bairro tradicional, arborizado e tranquilo. Possui prédios amplos, habitados por famílias antigas. Reconhecido reduto reacionário.
    Como o nome indica, destaca-se a concentração de iates.

    4 - Centro Antigo:
    O Centro original, hoje decadente e enormemente descaracterizado. Conserva pontos de interesse histórico na área tombada, de ruas de paralelepípedos, prédios públicos imponentes e mansões coloniais.
    Igrejas barrocas e o cemitério mais antigo de Santa Dômina, além do “pelourinho” – marcos de um passado sangrento –, dividem espaço com mendicância e constantes furtos.

    5 - Luzes:
    Fruto da primeira onda de imigração japonesa (início do século XX), é lar da "área das luzes", sequência de cruzamentos tomados por telões e letreiros luminosos, “Time Square” e “Shibuya Crossing” postos a poucas ruas um do outro. De lojas que nunca fecham e ruelas sempre iluminadas por neon ou lanternas tradicionais, foi apelidado de “Nova Tóquio”.
    Curiosamente, a arquitetura atual reflete também um movimento contemporâneo de migração sul-coreana, principalmente na “Nova Seul”, casa da “avenida fashion”, aglomerado de lojas de produtos de beleza, artigos de luxo e alta costura, meca internacional da moda para classes abastadas – assim como a “rua das ilusões”, onde imitações de gosto duvidoso são encontradas a preços acessíveis.
    Numa contradição, as redondezas desses núcleos tornam-se subitamente agourentas e com baixa iluminação, armadilhas noturnas.

    6 - Cidade Baixa:
    Centro Comercial onde a população “geral” vai trabalhar ou procurar produtos baratos. Abrigando tanto a estação central do metrô quanto o terminal geral de ônibus, possui circulação intensa não importa o horário – assaltos, igualmente, não diferenciam dia e noite, a despeito da central policial.
    É também lar do Subtown, uma galeria/shopping 24h de produtos populares nos subterrâneos, onde é fácil perder a noção do dia/noite.

    7 - Cidade Alta:
    Escritórios de luxo reúnem-se em arranha-céus exóticos neste bairro. Um dos espaços mais valorizados de Santa Dômina, com shoppings, hotéis e uma vida noturna quase secreta. A circulação financeira – na bolsa ou em subornos – e o trânsito de helicópteros são intensos aqui.

    8 – Baía de Santa Adelina:
    Rivaliza com a Cidade Alta em termos de concentração de renda, apesar de possuir mais condomínios para as elites emergentes, atraídas pela na vista. Possui também casas de festa que nunca fecham, servindo as “crianças estragadas”.

    9, 10 – Universidades Públicas:
    Principais campi das universidades (federal e estadual), converteram bairros residenciais em espaços boêmios e de efervescência cultural. Uma onda reacionário-obscurantista recente, entretanto, tem não só eclodido conflitos e policiamento ideológico, mas provocado um grave sucateamento das instituições.

    11 – Aeroporto Internacional Deputada Joane Rafaele:
    Porta de entrada de Santa Dômina, mudou de localização após um grave acidente com os prédios que o rodeavam. A estrutura faraônica conta com amplos hangares para jatinhos particulares.

    12 – Parque Central e Jardim Botânico Princesa Maria Valência III:
    Enorme refúgio verde cercado por prédios, o parque Central atrai todo o tipo de gente, histórias e criminalidade.

    13 – Bairro Dom Batista VII:
    Mais extenso dos bairros – mesmo sem contar a favela que se espalha pela encosta – “DB” possui um dos maiores índices de criminalidade, equiparável apenas ao do morro da Madalena.

    14 - Cemitério Municipal Novo/do Bom Adeus:
    Extenso e com uma prolífica arte tumular, a parte rica consta da rota turística da cidade. Apesar disso, não são incomuns assaltos e outros crimes mais bizarros.

    15 – Estádio General Franco Costa:
    Recém reformado, é classificado como um dos mais modernos do mundo. De arquitetura única, premiada internacionalmente, tem a fama manchada apenas pelas batalhas campais que tomam as ruas em dias de decisões esportivas.

    16 – Rodoviária Senador Teixeira Lopes:
    Em contraste com o aeroporto, a rodoviária é considerada um pulgueiro caótico onde malas e crianças costumam desaparecer, além de “falsos” taxistas dando golpes. Hotéis baratos e feiras de rua rodeiam a estrutura.

    17 - Ilha Esperança:
    Outro endereço rico da cidade, apesar de viver à sombra – e sob o fogo – do morro da Madalena. Acessível por uma longa ponte, famosa pela queima de fogos de fim de ano – e por suicídios.

    18 – Porto Novo/Terminal Marcondes Silveira:
    Nova Zona Portuária, alimentando e sendo alimentada pela indústria da cidade. Numa modernização que dispensou o urbanismo, disparou a ocupação do morro da Madalena, fruto de trabalhadores procurando diminuir o tempo de deslocamento às próprias residências. A favela inicial rapidamente expandiu, tomando boa parte da encosta nas comunidades do Avião e do Vigário, em constante disputa.

    19 - Zona Industrial:
    No que foi o limite sul da cidade, políticas de isenção fiscal atraíram um diverso complexo industrial. Criticadas pela degradação ambiental, poluindo ar e água, as empresas parecem não se importar nem com a saúde de quem nelas trabalha, registrando altos índices não apenas de morte por doenças, mas suicídios.

    20 – Campos de Soja:
    Por conta da extensão do lago das Cobras, este sempre foi um limite à ocupação da cidade, salvo algumas famílias pesqueiras. Com a construção da rodovia interestadual, entretanto, a monocultura de soja tomou a região. Numa mudança radical na paisagem e ecossistema, pode-se dirigir por horas tendo apenas soja como horizonte.

    21 - Catedral Municipal:
    Construída na época do ouro/diamante em uma ilha no rio de Abril, é uma exagerada construção de influência barroca. Contando com relíquias santas que atraem peregrinações regulares, tem como anexos um mosteiro e um cemitério.

    22, 23 – Hospitais Públicos:
    Das esferas municipal e estadual, já foram referência no tratamento gratuito, mas não acompanharam o crescimento demográfico. Além, má gestão e corrupção – de desvio de verbas a funcionários fantasmas – contribuíram para transforma-los em açougues humanos onde o impensável costuma ocorrer.

    24 – Quedas Verdes:
    Distrito de Santa Dômina, foi principal estação da exploração de ouro e diamantes. Pouco dessa riqueza, entretanto, ficou no local, hoje não mais que uma vila de poucos pontos turísticos e problemas de falta de água e energia.

    25 – Zoológico Caravelli Inácio:
    O espaço amplo e arborizado, com estruturas de pedra da época colonial, não consegue disfarçar a realidade do local: um depósito bastante sortido de animais exóticos em situação de precariedade.

    26 – Museu Histórico Dona Virgínia Câmara:
    Palácio Imperial cujos inúmeros e largos salões foram convertidos em galerias, possui farto leque de objetos de arte e utensílios de época. Além da coleção mundialmente invejada, acumula lendas sobre assombrações.

    27 – Centro de Artes Angelique Signourete:
    Principal galeria contemporânea da cidade, é alvo de diversos protestos devido ao conteúdo “polêmico” dele, apesar do renome internacional. O prédio é assinado por um importante escritório de arquitetura local.

    Grande metrópole, Santa Dômina conta com vários outros pontos de destaque, de bibliotecas públicas (28, 29) aos teatros  municipal (30) e estadual (31); da base militar (32) ao centro de tratamento de águas e esgoto (33) e à estação de distribuição elétrica (35). Aras (34), shoppings, cinemas de rua, parques e outras localidades, possui tudo o que um grande centro urbano precisa. No geral, apesar de as maiores comodidades concentrarem-se nas zonas Norte e Leste (incluindo a maior parte da malha metroviária), havendo agrupamentos com “índice de desenvolvimento humano” parecidos, é fácil encontrar quarteirões ricos ladeados por pobreza, bairros chiques separados de comunidades pobres por paredes ou avenidas, além de ruas inseguras não importa a parte.
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    Mensagem por nahna em Sex Mar 08, 2019 12:25 pm

    Que massa! Eu quero participar! Very Happy
    Até o fim do dia em envio uma idéia de personagem! Wink
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    Mensagem por Claude Speedy em Sex Mar 08, 2019 12:59 pm

    Estou interessado, mas tenho algumas d´vuidas

    Vai usar os clãs clássicos? Essa cidade fica em algum estado brasileiro em particupar ? Que ano será a crônica?
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    Mensagem por gaijin386 em Sex Mar 08, 2019 1:52 pm

    Belo cenário e descrição atiçou meu interesse Smile. Existe restrição de clãs?
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    Mensagem por Lnrd em Sex Mar 08, 2019 1:56 pm

    @Claude Speedy escreveu:Estou interessado, mas tenho algumas d´vuidas

    Vai usar os clãs clássicos? Essa cidade fica em algum estado brasileiro em particupar ? Que ano será a crônica?

    - Os "temas" são os 7 clãs principais*, mas os nomes "oficiais" e a explicação sobre eles só será dada durante o próprio jogo... isso é, pra quem não conhecer o cenário (quem já souber pode participar sem problema - informações sobre os clãs não-disponíveis etc. por MP)

    - Fica "em aberto" onde a cidade fica. Aliás, é como se fosse no Brasil, mas o país em si não é nomeado, sendo tudo fictício

    - Contemporâneo. 2019


    *Aliás, ocorreram “rachas” políticos na 5ª edição. Mas, de resto, os clãs não foram modificados.
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    Mensagem por Lnrd em Sex Mar 08, 2019 2:00 pm

    @gaijin386 escreveu:Belo cenário e descrição atiçou meu interesse Smile. Existe restrição de clãs?

    Então... os "temas" correspondem aos 7 clãs principais clássicos, mas nomes "oficiais"/explicações sobre eles serão dados durante o próprio jogo - pra quem NÃO conhecer o cenário.

    Pra quem JÁ conhece, posso passar por MP.
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    Mensagem por Lnrd em Sex Mar 08, 2019 2:21 pm

    @nahna escreveu:Que massa! Eu quero participar! Very Happy
    Até o fim do dia em envio uma idéia de personagem! Wink

    Manda!!! Smile
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    Mensagem por Lnrd em Sab Mar 09, 2019 4:58 pm

    Só queria dizer que - além da 5ª vaga, que já tava acertada antes de postar aqui - já tem gente fazendo ficha, viu?

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    Mensagem por gaijin386 em Sab Mar 09, 2019 5:07 pm

    O conceito e ideia já tem agora seria converter dentro de uma ficha. Confesso que não joguei a versão V5 e muito pouco as outras.
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    Mensagem por Lnrd em Sab Mar 09, 2019 5:46 pm

    @gaijin386 escreveu:O conceito e ideia já tem agora seria converter dentro de uma ficha. Confesso que não joguei a versão V5 e muito pouco as outras.

    Não tem problema: tenho pronto um resumo das regras básicas. É pouca coisa, na real (ao menos pra começar a jogar rsrsrsrs).

    O mais trabalhoso mesmo é a ficha, por conta do detalhamento (mas acho que naquele tutorial que enviei por MP dá pra resolver). Smile
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    Mensagem por nahna em Seg Mar 11, 2019 3:43 pm

    @lnrd, segue o esboço da personagem:


    - Nome de personagem:
      . Letícia de Oliveira Barros

    - Conceito:
      . Cantora de banda de rock alternativa

    - Ambição:
      . Reconhecimento de seu talento
      . Estabilidade financeira


    - Desejo:
      . Formar uma família “tradicional” algum dia

    - Data de nascimento:
      . 27 de março de 1999 (19 anos)

    - Pilares e Convicções:
      . Ama animais. Sempre ajuda animais em necessidade. Não consegue ver bichinhos sofrendo.
      . Feminista. Sempre luta por seus direitos e prega igualdade de gêneros.
      . Orgulhosa. Nunca mais vai se rebaixar para alcançar seus objetivos.


    - Sobre:

    Letícia teve uma adolescência difícil… com 16 anos engravidou do namorado e seus pais a expulsaram de casa. Parou de frequentar o colégio e foi viver na casa dele por um tempo. No desespero, acabou cedendo à pressão que sofreu dele e dos pais em abortar, perdendo a criança. Além do remorso, ao interromper a gravidez também teve fim seu relacionamento, e ela se viu novamente em grandes dificuldades.
    Precisou fazer de tudo para não viver na rua durante um período, até encontrar seu namorado atual.

    Conheceu Ricardo enquanto fazia bico em um boteco, servindo mesas. Ele puxou papo, saíram, e acabaram juntos… Foi através dele também que conheceu seus amigos de banda. Ele conhecia muita gente, e indicou Letícia para uns conhecidos que estavam com desfalque nos vocais. E ela canta bem demais!
    Letícia e Ricardo moram juntos a mais de um ano… Ele é mais velho, tem 41 anos, é designer de pranchas de surf e tatuador, e ela agora tem a banda, que não rende rios de dinheiro, mas conseguem se sustentar em um pequeno apartamento não muito longe da praia. Ela o convenceu a adotar dois cachorros em um feira, no fim do ano passado, que ele deu os nomes de Rocky e Rambo.

    Atualmente não possui mais qualquer contato com sua família, e guarda imenso rancor de seus pais. Mas exceto por isso, é uma pessoa bastante gentil e prestativa. Gosta demais da vida noturna com as baladas e shows em que se apresenta. Sua banda de chama “Os perdidos”, nome que para ela até faz bastante sentido.

    Nunca foi uma pessoa religiosa, e suas angústias acentuaram isso, embora tenha o hábito de ficar lendo bobagens sobre signo e alinhamentos de planetas… Frequentou alguns centros com Ricardo, que é espírita, mas realmente não era algo que gostava ou tinha afinidade, preferindo deixar-lo ir sozinho. Ele, por sua vez, também não implica com seus roteiros noturnos quando não pode acompanhá-la, e nem com sua forma de se vestir.


    - Aparência:

    Letícia é uma mulher bastante jovem ainda, mas que amadureceu cedo pelas dificuldades que passou. É bonita e simpática, sendo bastante comum vê-la sorrindo.
    Tem cabelos castanhos quase loiros, que usa curtos, na altura dos ombros. Possui heterocromia… o olho direito é verde e o esquerdo é castanho claro. Sua pele está sempre bronzeada do sol, por praticar bastante o surf com o namorado.
    Veste-se com roupas leves e em estilo meio praiano, dando preferência para shorts, saias, e camisas regatas.
    Possui algumas tatuagens nos braços, nas costas, e na perna. (Coloco as imagens de referência mais tarde)
    Não gosta de usar brincos nem colares, só uma pulseirinha de tecido no pulso esquerdo.
    De calçados usa sempre sandalinhas sem salto, com poucas excessões durante as noites de trabalho.


    Tema 5: Artes

    Da atração a objetos artísticos aos prazeres carnais. Artes clássicas ou contemporâneas. Da arte da sedução à incapacidade de resistir ao belo. Do entretenimento das massas ao cult e alternativo. Arte nas pequenas coisas na vida. Esnobismo. Hedonismo. Narcisismo.
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    Mensagem por Lnrd em Ter Mar 12, 2019 10:08 am

    @nahna escreveu:@lnrd, segue o esboço da personagem:


    - Nome de personagem:
      . Letícia de Oliveira Barros

    - Conceito:
      . Cantora de banda de rock alternativa

    - Ambição:
      . Reconhecimento de seu talento
      . Estabilidade financeira


    - Desejo:
      . Formar uma família “tradicional” algum dia

    - Data de nascimento:
      . 27 de março de 1999 (19 anos)

    - Pilares e Convicções:
      . Ama animais. Sempre ajuda animais em necessidade. Não consegue ver bichinhos sofrendo.
      . Feminista. Sempre luta por seus direitos e prega igualdade de gêneros.
      . Orgulhosa. Nunca mais vai se rebaixar para alcançar seus objetivos.


    - Sobre:

    Letícia teve uma adolescência difícil… com 16 anos engravidou do namorado e seus pais a expulsaram de casa. Parou de frequentar o colégio e foi viver na casa dele por um tempo. No desespero, acabou cedendo à pressão que sofreu dele e dos pais em abortar, perdendo a criança. Além do remorso, ao interromper a gravidez também teve fim seu relacionamento, e ela se viu novamente em grandes dificuldades.
    Precisou fazer de tudo para não viver na rua durante um período, até encontrar seu namorado atual.

    Conheceu Ricardo enquanto fazia bico em um boteco, servindo mesas. Ele puxou papo, saíram, e acabaram juntos… Foi através dele também que conheceu seus amigos de banda. Ele conhecia muita gente, e indicou Letícia para uns conhecidos que estavam com desfalque nos vocais. E ela canta bem demais!
    Letícia e Ricardo moram juntos a mais de um ano… Ele é mais velho, tem 41 anos, é designer de pranchas de surf e tatuador, e ela agora tem a banda, que não rende rios de dinheiro, mas conseguem se sustentar em um pequeno apartamento não muito longe da praia. Ela o convenceu a adotar dois cachorros em um feira, no fim do ano passado, que ele deu os nomes de Rocky e Rambo.

    Atualmente não possui mais qualquer contato com sua família, e guarda imenso rancor de seus pais. Mas exceto por isso, é uma pessoa bastante gentil e prestativa. Gosta demais da vida noturna com as baladas e shows em que se apresenta. Sua banda de chama “Os perdidos”, nome que para ela até faz bastante sentido.

    Nunca foi uma pessoa religiosa, e suas angústias acentuaram isso, embora tenha o hábito de ficar lendo bobagens sobre signo e alinhamentos de planetas… Frequentou alguns centros com Ricardo, que é espírita, mas realmente não era algo que gostava ou tinha afinidade, preferindo deixar-lo ir sozinho. Ele, por sua vez, também não implica com seus roteiros noturnos quando não pode acompanhá-la, e nem com sua forma de se vestir.


    - Aparência:

    Letícia é uma mulher bastante jovem ainda, mas que amadureceu cedo pelas dificuldades que passou. É bonita e simpática, sendo bastante comum vê-la sorrindo.
    Tem cabelos castanhos quase loiros, que usa curtos, na altura dos ombros. Possui heterocromia… o olho direito é verde e o esquerdo é castanho claro. Sua pele está sempre bronzeada do sol, por praticar bastante o surf com o namorado.
    Veste-se com roupas leves e em estilo meio praiano, dando preferência para shorts, saias, e camisas regatas.
    Possui algumas tatuagens nos braços, nas costas, e na perna. (Coloco as imagens de referência mais tarde)
    Não gosta de usar brincos nem colares, só uma pulseirinha de tecido no pulso esquerdo.
    De calçados usa sempre sandalinhas sem salto, com poucas excessões durante as noites de trabalho.


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    =D

    Vou te passar por MP as instruções pra ficha em si!
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    Mensagem por Matusael em Qua Dez 04, 2019 9:23 pm

    Tem vaga ainda? Achei fantástico!
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    Mensagem por Lnrd em Qua Dez 04, 2019 11:47 pm

    @Matusael escreveu:Tem vaga ainda? Achei fantástico!

    Tem, mas tá faltando (oi?! xD).

    Na verdade dá pra entrar no jogo sim, mas teria que ser já na parte de ser transformado... .
    É que a ideia é começar com aventuras individuais que depois vão se juntar, mas tô mestrando muitos jogos, aí não dou conta mais disso - teria que pular já pra parte de juntar. Smile
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    Mensagem por Matusael em Qui Dez 05, 2019 1:57 pm

    @Lnrd escreveu:
    @Matusael escreveu:Tem vaga ainda? Achei fantástico!

    Tem, mas tá faltando (oi?! xD).

    Na verdade dá pra entrar no jogo sim, mas teria que ser já na parte de ser transformado... .
    É que a ideia é começar com aventuras individuais que depois vão se juntar, mas tô mestrando muitos jogos, aí não dou conta mais disso - teria que pular já pra parte de juntar. Smile

    Se você não se importar, eu não me importo. rs

    Posso seguir as diretrizes de criação de ficha normalmente? Daí você "escreve" a transformação, pra eu saber o que vai ser de clã, pessoas envolvidas, sire, etc?
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    Mensagem por Lnrd em Sex Dez 06, 2019 9:34 am

    @Matusael escreveu:
    @Lnrd escreveu:
    @Matusael escreveu:Tem vaga ainda? Achei fantástico!

    Tem, mas tá faltando (oi?! xD).

    Na verdade dá pra entrar no jogo sim, mas teria que ser já na parte de ser transformado... .
    É que a ideia é começar com aventuras individuais que depois vão se juntar, mas tô mestrando muitos jogos, aí não dou conta mais disso - teria que pular já pra parte de juntar. Smile

    Se você não se importar, eu não me importo. rs

    Posso seguir as diretrizes de criação de ficha normalmente? Daí você "escreve" a transformação, pra eu saber o que vai ser de clã, pessoas envolvidas, sire, etc?

    É. Faz dessa. Cria como humano e depois a gente faz o upgrade.

    1 https://www.novaerarpg.com/t4936-personagens-historia

    2 https://www.novaerarpg.com/t4937-personagens-ficha
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    Mensagem por Matusael em Dom Dez 15, 2019 4:25 am

    - Nome de personagem:
      . MAX ALVERON | Maximiliano Akira Braz Alveron

    - Conceito:
      . Playboy underground

    - Ambição:
      . Fazer parte da "alta classe" alternativa da cidade
      . Alcançar fama com sua música


    - Desejo:
      . Ser a atração principal na festa de ano novo da cidade

    - Data de nascimento:
      . 13 de março de 1998 (21 anos)

    - Pilares e Convicções:
      . Sempre defende mulheres em caso de assédios ou agressões (por conta da irmã mais velha, Luna).
      . Nunca deixa amigos na mão, sempre pronto a ajudá-los (por causa de seus grandes amigos desde a infância: Rodrigo, Thiago, Alberto e Marcos Paulo).
      . Nunca leva desaforo pra casa (por conta de todo bullyng que sofreu na escola com a situação de sua família [desaparecimento do pai com boato de ter amante | mãe ausente com problemas psicológicos | irmã estudiosa impopular).


    - Aparência:

    Santa Dômina: às portas da noite (Vampiro V5) – 04 vagas (Chamada original) 400x3010

    Tema: Artes / Crítica

    - História:

    Obs. As partes em spoiler são coisas "vampiricas" da história dessa família, que tenho desde 2010. Nunca consegui jogar com eles, quem sabe agora vai, se você aprovar. Se não aprovar, não tem problema, considere só as partes que não estão em spoiler e conduza o que rolou a partir do acidente de carro do Max.

    Família Braz Alveron

    Matias Rodolfo Alveron (1972), era um jovem empresário moderninho, tinha uma esposa bonita e jovem, Jéssica (1975), uma filha, Luna (1996) e um filho, Max (1998). Praticava esportes, artes marciais e esgrima como hobby. Era fascinado pela cultura oriental, de livros a filmes, tudo... Frequentador assíduo de Nova Tóquio. Era um dos dois sócios majoritários de uma empresa multi-nacional que mexe com tecnologia da informação.

    Certa noite saiu para levar o cachorro para passear e nunca mais voltou... desapareceu.

    Spoiler:
    Nessa noite ele foi assaltado, reagiu, derrubou dois dos assaltantes e foi baleado por um terceiro que estava de vigia. Matias estava no chão, sangrando de encontro à morte quando um desconhecido chegou perto dele e começou a conversar. Foi um papo maluco, cheio de questionamentos e ponderações sobre o significado da vida. Ao final, o homem perguntou se Matias queria viver. Claro que ele respondeu que sim, só pensava em sua família... ele sobreviveu, mas o que recebeu foi uma vida completamente diferente.

    O homem que o "salvou" era um vampiro. Depois de acordar na não vida, Matias ficou transtornado. Discutiu com o homem que o criou por várias noites, até que, numa noite em que a sanidade sucumbiu, ele matou o próprio criador jogando uma pedra grande várias vezes contra sua cabeça quando estava dormindo na câmara de esgoto onde ambos se refugiavam.

    Passou um longo tempo enclausurado no esgoto até que um outro vampiro o encontrou achou ele. Era uma homem animalesco, de aparência hedionda. Sua primeira reação foi lutar, acreditando que sua vida corria perigo. Mas, diferente do vampiro que o havia criado, este era mais esperto e poderoso. Depois de alguns instantes, foi dominado e levado perante outros vampiros. Ele não entendeu bem o teor da conversa, aparentemente alguém dali era um tipo de realiza entre os vampiros. A decisão que tomaram era de matar Matias. Ele nem contestou, mas um outro vampiro se interpôs. Novamente, para Matias, nada fazia muito sentido. Mas ele acabou ficando aos cuidados de um vampiro grande, forte e cabeludo. Ele o levou para outra cidade, uma metrópole e lá conviveram juntos por alguns anos.

    O líder dessa nova cidade não gostava nada de Matias, do que ele era e aparentemente também não gostava de seu "Senhor", como o obrigara a chamar. A dupla recebia todo o tipo de incumbência mais perigosa, mas por pior que fosse a tarefa, ambos teimavam em sempre voltar vivos. Como consequência, eles foram ganhando prestigio dentro da cidade, e Matias aos poucos conquistava respeito entre os vampiros locais.

    Anos depois, houve uma troca no comando da cidade. O novo líder não aturava a dupla. Depois de algumas manobras políticas, os dois foram exilados da cidade. Foi aí que Matias retornou para Santa Dômina, quinze anos depois.

    Depois do desaparecimento de Matias, Jéssica passou maus bocados. Houveram boatos de que Matias tinha uma amante fora do país e ele tinha largado tudo pra fugir com ela. Ele tinha contas bancárias espalhadas pelo mundo, podia estar em qualquer lugar. Mas a verdade é que a maioria dessas contas eram contas poupança, feitas pra arcar com os estudos de Luna e Max, tal como uma herança garantida para cada um. Mas isso só veio à tona anos depois.

    Cheia de desgosto, Jéssica foi criando os filhos sem muito afeto. A família dela ajudava, e as crianças estavam sempre na casa de parentes, passando pouco tempo com a mãe. Não faltava dinheiro, por conta do seguro de vida em forma de pensão conquistado com a ajuda de Rafael, o advogado e amigo da família. Ele ajudava a administrar o dinheiro, evitando gastos desenfreados por parte de Jéssica.

    Mesmo nesse ambiente atípico, Luna se mostrou ser uma prodígio. Ela se destacava em tudo o que fazia: na escola, nos esportes, nos cursos, tudo. Intensionava chamar atenção da mãe, Almejava conseguir um elogio que fosse, mas nada adiantava. Ainda assim, a menina nunca se perdeu, tentando sempre ser a melhor, às vezes até se cobrava demais.

    Por outro lado, Max era a típico garoto problema. Andava com más companhias. Roqueiros arruaceiros, usuários de álcool e drogas ilícitas, nada muito pesado. Só queria saber de música, estava sempre mal na escola, mas a família sempre "garantia" que ele passasse de ano.

    Quando Luna completou 18 anos, organizaram uma grande festa. Ela tinha sido aceita na melhor universidade do país, em outra cidade, claro. Num certo ponto da festa, Max começou uma a arranjar encrenca com a banda que tava tocando, dizendo que queria assumir o microfone, pois aquele vocalista não prestava. Foi agressivo e grosso, já estava bastante alcoolizado. Luna chegou para ver o que estava acontecendo, ele explodiu... Desabafou aos prantos e gritos dizendo que ela era a única pessoa que importava para ele; que ela ia abandonar ele, deixando-o para trás; que a mãe nunca esteve nem aí para eles. Luna rebateu dizendo que era um egoismo da parte dele; que era a chance dela se livrar daquela vida sem reconhecimento; que em quatro anos estaria de volta. Nenhum dos dois deu o braço a torcer.

    Spoiler:
    Nessa época, Matias já tava morando na cidade. Ficou sabendo da festa e foi disfarçado. Chorou compulsivamente ao ver a menininha dele já uma mulher feita... e brilhante, ao que diziam. Viu também Max, um tanto quanto problemático, mas era um garoto bonito, puxando mais o lado da família da mãe. Arrependido de ter passado por aquilo, Matias deixou a festa antes que começasse a discussão dos filhos.

    Max estava furioso quando pegou o carro da mãe, mesmo não sendo habilitado, e saiu da festa. Luna fez o mesmo, estava muito chateada. Saiu da festa um pouco depois, mesmo sob os protestos da mãe que dizia que tinha gasto uma fortuna com tudo aquilo... disse também que a festa ia continuar, e seria maravilhosa, mesmo sem a presença da filha. E assim foi.

    Luna deu algumas voltas de carro para esfriar a cabeça, terminando por ir ao cemitério, no tumulo do pai. Houvera um enterro simbólico dois anos depois do desaparecimento de Matias. Ela ficou um tempo lá, chorou um bocado até que esfriou a cabeça e decidiu voltar para casa, onde acontecia a festa.

    Nesse meio tempo, Max batia recorde de infrações numa só noite: dirigindo embriagado, alta velocidade, direção perigosa, avanço de sinal... estava passando por uma das pontes sobre o rio de Abril quando bateu num carro e foi jogado para fora da ponte.

    Quando Luna chegou em casa, haviam viaturas la. A mãe estava inconsolável. A moça ficou sabendo que o irmão tinha sofrido um acidente e que o corpo dele ainda não tinha sido encontrado. Ela se culpou pelo que tinha acontecido e cancelou a ida para a universidade. A mãe surtou, teve que ser internada numa instituição psiquiátrica e Luna ficou encarregada de cuidar da mãe, optando por fazer um curso em uma das universidades públicas da cidade. Vivia um dia de cada vez, olhando para o cano de um revolver todo dia antes de dormir.

    Spoiler:
    Na noite do acidente de Max, duas criaturas únicas estavam passando de carro pelo local no momento do acidente. Uma mulher linda e refinada, juntamente com um homem excêntrico e egocêntrico. Por acaso estavam voltando de uma reunião, tinham assuntos a tratar entre si e acabaram se deparando com o acidente. A mulher pediu para o colega ajudar no resgate dos ocupantes do carro que caíra no rio. Ele conseguiu retirar Max do carro mas, mas ele tava bastante ferido e não resistiria até chegar a um hospital. Quando a mulher se aproximou de Max, ele olhou para ela: estonteantemente maravilhosa, como a visão dos céus. Ele perguntou se ela era um anjo e começou a cantar uma música. A mulher começou a chorar. Na mesma noite, ele se tornou um vampiro.

    Spoiler:
    Luna pensava em suicídio todos os dias. Se culpava completamente pela morte de Max e pela condição atual da mãe. Foram dois anos e meio vivendo sem se importar com o amanhã, sem ligar para consequências. Não ligava para nada, nem para si mesma. Visitava a mãe vez ou outra e fazia o curso na universidade com desleixo.

    Matias observava a filha toda noite e ficava de pronto aviso para caso um dia ela resolvesse puxar o gatilho da arma. Certo dia uma noticia viria para abalar o emocional da menina mais uma vez. A mãe fora hospitalizada depois de tomar um coquetel de remédios que juntara por meses na instituição. Foi preciso fazer uma lavagem estomacal e por pouco ela não foi a óbito depois de ter uma parada cardiorrespiratória... Luna foi conversar com a mãe, mas esta não dizia nada. Na noite seguinte, Matias foi visitar Jéssica. Nessa altura ele já sabia de como ela tratou os filhos depois que ele se foi. Como ela foi mesquinha e deixou os dois sempre largados. Chegou para ela e mostrou seu rosto. Deixou-a tocá-lo... ele estava frio. Ele então disse que a família não tinha acabado. Disse que ela deveria ser forte, pois mesmo sem Max, ele iria cuidar das duas.

    Jéssica retomou parte da sanidade e Matias passou a vê-la mais frequentemente. Luna via o quadro da mãe melhorar de forma assustadora depois do incidente dos remédios e ela não entendia o que estava acontecendo. Matias pediu que Jéssica guardasse o segredo, em troca ele contou tudo o que havia acontecido com ele... foi um erro. Certa noite, Luna acordou com sua mãe em seu quarto. Ela sussurrava para que a filha acordasse. Esta levantou assustada. Queria saber o que a mãe fazia ali. Jéssica contou toda a história sobre Matias, que ele estava vivo e agora era um vampiro. Luna gritou com a mãe. Disse para ela parar de falar aquilo pois estava magoando ela. Disse que Jéssica não tinha o direito de brincar com os sentimentos dela daquele jeito. Jéssica tomava feições cada vez mais fanáticas, dizendo que a menina tinha que acreditar nela, que ela estava falando a verdade. Em certo ponto, Jéssica se excedeu e deu um tapa na cara de Luna. Nervosa, ela respondeu com um empurrão. Por azar, ou destino, ela estava perto da janela do quarto... com a perda do equilíbrio, acabou caindo. Jéssica morreu ali, na calçada em frente ao prédio que Luna morava.

    Luna entrou em pânico. Ficou um tempo ponderando sobre o que fazer. Pegou o celular no criado mudo para chamar uma ambulância. Porém, ao esbarrar no cômodo, ouviu o barulho do revolver chacoalhar dentro da gaveta. Ela apanhou a arma e foi devagar até a janela. Olhou para baixo, vendo o corpo da mãe, o sangue se espalhando ao redor dela. Foram alguns minutos de indecisão. O que restaria para ela? Não tinha mais o pai, nem a mãe, nem o irmão. Estava acabada. Era seu fim.

    Colocou o cano do revolver na boca e, entre lágrimas, se preparou para puxar o gatilho. Mas no exato instante, um movimento de ar súbito irrompeu o quarto. O clique do precursor da arma foi interrompido e imediatamente a arma foi retirada de sua mão. Matias tava lá, de pé olhando para ela. Foi apenas a juventude que impediu que ela ficasse louca. Depois de uma curta troca de palavras Matias tirou Luna de lá, as sirenes começavam a soar próximas e o que quer que acontecesse em seguida seria uma imensa complicação.

    Matias a levou para seu refugio. Ela passou o dia lá, pensando muito em tudo o que acontecera até ali. De noite, conversaram longamente. Ele contou tudo o que havia acontecido com ele, o que se tornara. Disse que não teve como voltar para eles... e chorou muito. Ao fim, Luna pediu que Matias a transformasse, para que ela pudesse ser como ele. Mas ele disse que não podia fazer aquilo. Falou em como eram monstruosos os vampiros e como tinham que sobreviver... e o sol... sentia tanta falta do sol. Mas Luna tinha tomado sua decisão. A única família que tinha agora era seu pai, que acabara de conhecer... seu pai que morrera quando ela ainda era uma criancinha; um rosto familiar apenas por fotos e filmes caseiros. Ela disse que se ele não a transformasse, ela iria se matar, pois não tinha mais nada. Matias não queria que Luna morresse, então ele pediu que ela esperasse mais um tempo, pois ele precisava fazer algumas movimentações para que aquilo pudesse acontecer. Ele cobrou alguns favores e conseguiu a permissão para que um membro da cidade a transformasse.

    O último dia da "vida" de Luna, foi ensolarado. Ela curtiu o sol o dia inteiro, como Matias tinha sugerido, pois seria sua ultima vez... se ele tivesse tido a chance, com certeza teria o feito. E assim aconteceu... uma maneira incomum. Um estranho veio até o refúgio de Matias e Luna se tornou vampira.

    Nesse meio tempo, Max está recluso ao convívio de sua Senhora, aguardando o dia em que ela decidir apresentá-lo aos membros da cidade.
    Matusael
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    Santa Dômina: às portas da noite (Vampiro V5) – 04 vagas (Chamada original) Empty Re: Santa Dômina: às portas da noite (Vampiro V5) – 04 vagas (Chamada original)

    Mensagem por Matusael em Dom Dez 15, 2019 4:27 am

    Acho que amanhã consigo fazer a ficha. Só preciso de um Ok quanto à história, pra eu poder deixar tudo nos conformes.
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    Santa Dômina: às portas da noite (Vampiro V5) – 04 vagas (Chamada original) Empty Re: Santa Dômina: às portas da noite (Vampiro V5) – 04 vagas (Chamada original)

    Mensagem por Lnrd em Dom Dez 15, 2019 3:30 pm

    @Matusael escreveu:Acho que amanhã consigo fazer a ficha. Só preciso de um Ok quanto à história, pra eu poder deixar tudo nos conformes.

    Tá ok! Pode seguir.

    Depois vejo uns ajustes pra se encaixar melhor na história.
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