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    Conte Sua História

    Claude Speedy
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    Mensagem por Claude Speedy em Dom Mar 31, 2019 3:22 am

    Conte Sua História 57OYNTp

    O Velho Henderson olhou para o que tinha acontecido...

    -Eu o derrotei.

    Disse em bom e claro português, que seus companheiros não sabia como ele falava tão bem. Ele tinha se unido à um grupo para investigar Hastur, caçando os cultistas por conta deles terem roubado seus Gnomos de Jardim.


    -E você, qual sua história?
    Off: Descreva aqui seu background. Vamos iniciar primeiro pela história do personagem.
    Katerine Le Blanc
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    Mensagem por Katerine Le Blanc em Dom Mar 31, 2019 11:32 am

    Roxton viajou o mundo, como um caçador, além de suas atividades como um explorador nos principais corpos dos romances. Sendo inimigo da escravidão, ele fez inimigos no Brasil em sua campanha contra aquela instituição.
    Seu nascimento é desconhecido e sendo assim ele diz nascer na Inglaterra, porém, depois de sua expedição assim como os outros tenta de qualquer maneira sair do mundo perdido.
    A única pessoa que gosta é de Marguerite ao qual está com ele na expedição, porém, o que ele achava que seria pouco era só o começo e sendo assim ele decidiu sair em busca de comida junto a Verônica.
    O caminho era rápido e eles não pretendiam demorar, porém, naquele dia eles ouviram uma voz cada um diferente do outro vinda de uma caverna, Roxton decidiu que iria averiguar que vozes eram aquelas e Verônica decidiu segui-lo.
    A entrada da caverna era totalmente escura e parecia bem abafado ali dentro, porém, Roxton decidiu fazer uma tocha com um pano de sua roupa e um pedaço de madeira encontrado fora da caverna.
    Os dois pareciam rancorosos de entrar na caverna, porém, as vozes lhe deram confiança e eles começaram a adentrar mais ainda aquela caverna.
    Cada passo que eles davam as vozes eram mais fortes e mais altas e assim que se aproximaram o suficiente do que eles acreditavam ser o centro da caverna eles viram uma grande luz.
    Aquele luz se tornou mais e mais forte em quanto eles se aproximaram e as vozes foram se sessando com uma palavra. -... Aproximem-se da luz e toquem os artefatos... – A voz logo sumia deixando Roxton curioso.
    Verônica logo ficava temerosa e mesmo assim Roxton se aproximava e via o que parecia um arco, porém, ainda com medo esperou Verônica se aproximar do outro artefato e logo que os dois estavam um de frente para o outro eles tocaram os artefatos e sentiram seu corpo cheio de poder, porém, assim que Roxton desmaiou e acordou novamente ele se viu em um outro mundo ele havia voltado.
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    Mensagem por Sandinus em Dom Mar 31, 2019 1:22 pm

    Histórico:
    O Príncipe Solitário

    Conte Sua História Maxres10

    Desde os primórdios nosso povo viveu aqui uma vasta região árida de planícies de pedra onde as torres do ferro dos duques do inferno estão. Legiões de demônios marcham através das planícies, continuamente em prontidão. Uma luz vermelha permeia o céu e enormes bolas de fogo voam pela camada, explodindo aleatoriamente onde quer que se choquem. É Arvenus, a primeira camada do abismo, aqui as criaturas de todos os tipos vagam por todo lugar, muitas delas capturadas dos planos exteriores para serem escravizadas, terem sua alma drenada e servir de alimentos para os malditos demônios. 


    Nossos antepassados aceitaram residir neste lugar seduzidos pelas promessas do caído Asmodeus de um novo mundo onde os deuses exteriores não interferiam e nós teríamos total liberdade. Mas não por completo... Apesar da aparência as pessoas acreditavam que tudo ia melhorar...Pobres inocentes... Assim que chegaram aqui foram jogados e abandonados por Asmodeus e tiveram que sobreviver a toda essas circunstâncias critica, perseguições e mortes, escravização, fome, sede, doenças dentre outros problemas, foi quando começamos a nos voltar aos deuses exteriores e devido a muitos combates travados contra as criaturas do inferno.



    Mas meu povo é um povo de fibra, coragem e força de vontade, não se rendeu, sempre lutavam por sua liberdade, por suas vidas sem medo de nada ou ninguém e apesar de muitas perdas conseguiram vagar até as áridas montanhas e começaram a escavar e fincar residência. Um local relativamente mais seguro onde as chances de sobreviver sem dúvida seriam melhor, onde as criaturas malignas pouco ousavam chegar e quando chegavam acabavam sucumbindo por não conhecer o local ou por armadilhas ou pela habilidade de meu povo que o tempo forjou grandes combatentes e armadilheiros.


    Grupos de demônios fugidos também moravam por lá, mas meu povo evitava o contato apesar de poucas incidências de problemas eles causarem, afinal, estavam mais preocupados em se esconder dos capatazes do Barão Bel que rondavam Arvenus em busca de outras raças para escravizar ou servirem como fonte de almas para os propósitos dos senhores do inferno que acima de tudo buscavam essas almas e poder para se manterem poderosos.



    Esse sofrimento durou séculos. Gerações e mais gerações surgiam e desapareciam como é a natureza humana, histórias de relações entre alguns de meu povo e demônios eram raras, mas sempre existiam, o resultado dessas relações sempre foram tratados como aberrações e eram mortos. 

    Meus antepassados sempre foram os lideres do povo e essa liderança passava de pai para filho, eles eram reis nomeados pelo povo! Pouco se contestava, eles criavam leis duras, porém justas para manter a ordem e não perderem o controle, a população tinha um controle de nascimento intenso, pois com o passar dos anos percebeu-se que quanto mais pessoas existiam, mais era difícil de manter um controle sobre elas, além disso, toda a história da evolução de nosso povo era gravadas magicamente e muitas vez(es)

    escritas e ficavam guardadas num local seguro no subterrâneo em escavações ainda mais profundas que onde residíamos.



    Tudo era complicado. O maior sonho de todos nós e desde os nossos primórdios era escapar dali, conseguir algum encanto poderoso o suficiente para transportar todo o povoado, as pessoas e tudo que adquirimos em todo esse tempo para os planos exteriores. Essa era a luta constante deles que foi passando ate chegar a meu pai e finalmente a mim, ele sempre me ensinou tudo e ate hoje mesmo depois de centenas e centenas de anos meu povo não conseguiu descobrir se existe esse tipo de magia, coisas estranhas sempre acontecia, parecia que a própria Arvenus tramava contra nós para nos prejudicar. Mortes sem explicação, experimentos que pareciam corretos davam errado, dentre outros problemas inexplicáveis e isso conseguia nos manter morando neste inferno.



    Mas um dia a mínima segurança desapareceu, alguns malditos demônios fugidos que também residiam nas montanhas traíram seus próprios irmãos e delataram sua localização, a proximidade conosco foi um prato cheio para as tropas de Bel, dois coelhos com apenas uma cajadada. A extensão da força de Bel caiu sobre eles e em pouco tempo sobre nós, eles invadiam as montanhas labirínticas e cheias de armadilhas sem medo, quanto mais morriam mais surgiam avançando e avançando cada vez mais até que finalmente encontraram nosso covil, porém já tínhamos previsto isto! Linhas de arqueiros e barricadas foram preparadas, nossos bravos guerreiros forjados pelo sofrimento partiram para o ataque eu e meu pai Lucian Verne XXVII fizemos aquela que seria a minha ultima prece em vida. Aprontamo-nos e saímos da pequena igreja que improvisamos nos subterrâneos e em meio a todo aquele caos ele me revelou algo, algo que causou um impacto gigantesco em mim, mas ao mesmo tempo não me abalou, pois meu povo estava precisando de meu auxilio.

    Ele me revelou que algum dos meus antepassados se relacionou com uma Sucubbus ferida gravemente em combate contra os diabos em uma das investidas dos demônios, mas não me revelou mais detalhes sequer nome, porém, disse que estava nas escrituras, esse filho foi escondido ate que pudesse se utilizar de suas habilidades e alterar sua aparência para se esconder do povo e a partir daí, todas as gerações posteriores possuem sangue de demônio, mas com o tempo esse sangue foi se dissolvendo novamente e a aparência demoníaca foi desaparecendo até chegar a mim, mas algo interno ainda existia em algumas gerações posteriores e outras não, meu pai, meu avô e meu Bisavô não possuíam isso, mas eu possuí e já desconfiava disso.



    Erguia minha atenção e concentração e fui ao combate, muitos corpos de todos os lados já estavam ali, amigos de infância, familiares, conhecidos próximos, jovens que mal conheciam o calor de uma mulher... Isso é a guerra! Mas o pior estava por vir, nós estávamos em pouquíssima quantidade comparado com eles e aos poucos fomos sucumbindo e sucumbindo até que apenas eu, meu pai alguns homens e mulheres sobraram cercados por uma multidão de imps, eles pediram nossa rendição e disseram que nos poupariam se entregássemos meu pai, logicamente nos recusamos, afinal, depois de tudo que nos fizeram não mereciam misericórdia, mesmo que tivéssemos que morre lutando! Mas surpreendentemente ele decidiu se entregar, sua expressão parecia saber o motivo, mas eu fiquei confuso o que essas criaturas queriam com ele? O que ele escondia de mim?

    Foi quando eles o acorrentaram fizeram-no olhar para nós, e contrariando suas palavras nos atacaram o olhar de desespero de meu pai era assustador, ele se debatia tentando se livrar enquanto nós éramos atacados, cortados, perfurados por todo nosso corpo. Nosso sangue jorrava enquanto nosso sentidos iam nos abandonando, depois de tantos anos, de tantas lutas e treinos, estudos, orações nosso fim havia chegado eu caí e meu olhar era turvo e avermelhado com meu sangue escorrendo. Eles arrastavam meu pai que chorava num desespero profundo que eu jamais esqueceria, eu não ouvia mais nada, meus olhos e movimento já não obedeciam e finalmente tudo escureceu e toda a dor e sofrimento sumiu e num ultimo pensamento desejei ardentemente poder voltar, me recuseia  aceitar meu fim e blasfemei contra os deuses e demônios

    Quase como um piscar de olhos e surgi sobre meu corpo, mas ao olha para mim parecia semitransparente, eu não conseguia tocar nas coisas, mas tudo que eu possuía em vida tinha um cópia idêntica comigo, ergui a cabeça e fitei um caminho, uma energia cósmica sinistra pairava no ar, então, se súbito eu desapareci e surgi num grande deserto diferente daquele que vivi, era dia e quando olhei para o céo vi dois sóis, pela primeira vez.

    O primeiro, uma forte elipse de tons amarelados extremamente radiantes, o segundo estava no lado oposto era bem menor e suas chamas eram amarronzadas e muito fracas e tudo parecia enlouquecido, o chão rachava, a terra tremia, nuvens se formavam rapidamente e desperçavam na mesma velocidade, tornados surgiam do nada, chuvas de relâmpagos caiam do céu.

    Os dias passavam e aquele segundo Sol ainda estva lá, deslocando-se sim, mas estava, e enquanto ele não desapareceu a catástrofes não paravam. Ao final, quando finalmente sumiu, as coisas voltaram a se reestruturar, os sitemas a se reconstruir e a Terra a retomar seu eixo evolucionário natural. Durante milênios vaguei temendo que aquilo voltasse, ví as civilizações se desenvolverem, estudei tudo sobre os planos existênciais para encontrar meu pai onde ele estivesse! E descobri sobre o nome do segundo sol era "Nibiriu" na linguagem da tribo indígena que espionei sob a cobertura do véu do mundo Etéreo.

    Nos dia atuais uma cidade desenvolveu-se e prosperou, era New York e desde que voltei a milênios atrás me dediquei a combater o mal e todos aqueles opressores da liberdade e propagadores da injustiça. Porém, acima de tudo buscava um meio de voltar aquele inferno e encontrar meu pai, isso se ele estiver vivo por algum motivo demoníaco, mas creio que sequer o pó de seus ossos existe mais.
    Dycleal
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    Mensagem por Dycleal em Dom Mar 31, 2019 1:27 pm

    Verônica viajou o mundo com os pais, mas um belo dia seus pais não voltaram e ela ficou só naquele mundo perdido e cresceu aprendendo a sobreviver naquele mundo e lendo os livros dos seus pais, desejava viver aquelas aventuras e conhecer aquele mundo ali descrito, até que o caçador Roxton e sua amada Margurite chegaram, juntos com alguns amigos e Verônica se tornou uma espécie de guia e ranger do grupo.

    A únicas pessoas que ela conhecia era esse grupo de estranhos e que se transformaram em sua família e sendo assim um dia ela saiu com Roxton em busca de comida.

    O caminho era rápido e eles não pretendiam demorar, porém, naquele dia eles ouviram uma voz cada um diferente do outro vinda de uma caverna, Roxton decidiu que iria averiguar que vozes eram aquelas e Verônica decidiu segui-lo.

    A entrada da caverna era totalmente escura e parecia bem abafado ali dentro, porém, Roxton decidiu fazer uma tocha com um pano de sua roupa e um pedaço de madeira encontrado fora da caverna.

    Os dois pareciam receiosos de entrar na caverna, porém, as vozes lhe deram confiança e eles começaram a adentrar mais ainda aquela caverna.

    Cada passo que eles davam as vozes eram mais fortes e mais altas e assim que se aproximaram o suficiente do que eles acreditavam ser o centro da caverna eles viram uma grande luz.

    Aquele luz se tornou mais e mais forte enquanto eles se aproximaram e as vozes foram se cessando com as seguintes palavras: -... Aproximem-se da luz e toquem os artefatos... – A voz logo sumia deixando ambos curiosos.

    Verônica logo ficou um tanto temerosa e mesmo assim Roxton se aproximava e viram o que parecia um arco, porém, ainda com medo, Roxton esperou Verônica se aproximar do outro artefato e logo que os dois estavam um de frente para o outro eles tocaram os artefatos e sentiram seu corpo cheio de poder, porém, assim que Verônica desmaiou e acordou novamente ela se viu em um outro mundo. Ela estava no mundo descrito nos livros dos seus pais.
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