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    Mikaela II (SP) - Edu

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     Mikaela II (SP) - Edu  - Página 2 Empty Re: Mikaela II (SP) - Edu

    Mensagem por Sailor Paladina em Qua Nov 06, 2019 12:54 am

    Mikaela se desculpa pelo atraso e seguem de volta a Abah. Já na taverna lotada, os três assistem a apresentação, mas Kalel prefere não ser colocado no ombro da futa. Ia parecer bastante infantil fazê-lo. Enquanto o bardo arremessava a rosa e recebia o carinho de fãs, Mikaela se pergunta se não ja conhecia aquele bardo de algum lugar, ao mesmo tempo em que se questiona por onde andava seu primeiro amigo naquela cidade. Assim que ela pensa nele, já pode ouvir a voz de Mamoru lhe chamar.
    - Aqui estou eu, senhorita! Sempre ao seu dispor...

    Mikaela olha pra Mamoru e de volta pro mascarado no palco. Pareciam mesmo. Alleyne e Kalel mantinham-se atentas ao show. O barulho da música e das pessoas torcendo atrapalharia qualquer conversa. Mas Mamoru podia ser ouvido na mente de Mikaela.
    - Pode falar, querida. Posso ouvi-la mesmo sob demasiado bolodório que nos aflige.
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    Mensagem por Edu em Qui Nov 07, 2019 3:36 am

    Mikaela levanta uma sobrancelha ao perceber as semelhanças entre o homem no palco e Mamoru.

    - Vocês são irmãos gêmeos? Existe uma semelhança grande entre os dois - Manda o pensamento de volta para Mamoru.

    - Nós estávamos em busca dos bárbaros que escravizaram uma sacerdotisa de Mitz, mas eles entraram numa torre que muda de lugar constantemente e precisamos da sua ajuda para podemos entra nela. Nós ajudaria a libertar a sacerdotisa?
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    Mensagem por Sailor Paladina em Ter Nov 12, 2019 6:42 pm

    Mikaela questiona Mamoru sobre o homem no palco, e o bardo e o rapaz responde que o cantor era uma ilusão criada por ele. Desde que fora atacado por fãs anos atrás, preferia projetar sua imagem a uma distância segura do que surgir em pessoa, diante daquela massa de fanáticos.
    - Poder estar em dois lugares ao mesmo tempo, facilita bastante a minha vida. Meu mestre faz ainda melhor. Consegue projetar até quatro cópias de si mesmo.

    A clériga fala de sua missão e o bardo a lembra que estava com ela quando a sacerdotisa estava sendo levada embora.
    - Eu sabia que um coração justo como o seu não abandonaria aquela jovem moçoila. Certamente eu posso lhe ajudar com este empecilho. Não fazes ideia de como esperei pelo momento que pudéssemos nos aventurar juntos!

    Mamoru diz que encontraria Mikaela no portão norte da cidade pela manhã e o trio volta pro templo para passar a noite. Chegando lá, encontram apenas Darllan acordado que os questiona o motivo de retorno tão prematuro. Mika explica o que houve até então e Darllan leva a mão ao queixo pensativo.
    - Demônios são criaturas ardis, cheias de planos intrincados. Devem estar preparando algo terrível para essa pobre moça. Precisa ter cuidado com eles, reverenda. É uma espécie muito inteligente e vingativa.

    Mikaela dorme com Alleyne tendo mais uma noite gostosa e no dia seguinte estavam prontos para partir. Darllan pede que Mikaela lhe trouxesse tomos demoníacos que porventura encontrasse na tal torre. O melhor jeito de se combater um inimigo era saber tudo sobre ele. Sem muito mais o que fazer na cidade, Mikaela, avisa a Alleyne e Kalel que estava na hora de voltarem pra torre. Chegando no portão, eles se deparam com Mamoru que como combinado os esperava lá. Kalel e Alleyne olham para o novo integrante do grupo e perguntam seu nome. Mamoru, vestindo seu manto e turbante brancos com rosto meio coberto, apresenta-se aos colegas de Mikaela, incutindo em suas mentes, como sempre fez ao invés de usar a boca pra falar. Caso Mikaela não puxasse assunto, a viagem seria terrivelmente silenciosa. Algo incomum quando se tem um bardo no grupo. No entanto era possível que Mamoru não quisesse revelar sua profissão para outros além da futanari.
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    Mensagem por Edu em Qua Nov 20, 2019 3:26 am

    -Interessante - responde ela ao saber Mamoru era a mesma pessoa que no palco.

    O resto da noite foi bem tranquila com ela dormindo abraçada com a sua namorada Alleyne, Mikaela naquele momento em pensou em sexo pois a transa a anterior tinha sugado todas as energias sexuais dela.

    Na manhã seguinte Mikaela tranquilizou Darllan dizendo que traria todos os livros que encontrar na torre e na sua aventura.

    - Interessante você ser bardo, imaginava que tu era uma especie de guru psiquico - Falou ela com Mamoru mentalmente.
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    Mensagem por Sailor Paladina em Sex Nov 22, 2019 7:02 pm

    Mikaela comenta sobre o que achava da pessoa de Mamoru e ele responde que as duas coisas estavam certas. Ele era um bardo, portanto possuía muito conhecimento pra compartilhar. Ao mesmo tempo era um psi, como a maioria dos habitantes de Prahna. Mesmo aqueles que não tinham muito poder ao nascer ainda possuíam uma empatia superior ao padrão de um não-Prahniano. Outros desenvolviam uma variedade de habilidades ao longo dos anos, o que podia envolver percepção de emoções, cura, controle de temperatura, telecinese e a mal vista leitura da mente. Apenas criminosos faziam uso de tal poder sem consentimento. Graças a Solaris, uma pessoa sempre sabe quando está tendo sua mente lida sem consentimento.
    - A menos que esteja inconsciente...

    Mamoru suspira pesadamente, pois sabia que existiam pessoas mal intencionadas pra tudo. Ele sinaliza pra que o sigam e o grupo viaja por algumas horas até chegarem no mesmo ponto onde encontraram Kalel na noite anterior. Os corpos dos demônios já estavam soterrados pela areia. Como não havia o menor sinal da torre, Alleyne pergunta se o monumento só poderia ser visto a noite.
    - Bobagem! (diz Mamoru). - Projeções ilusórias são a minha especialidade!

    Spoiler:
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    O bardo desce do cavalo, caminha por alguns metros e repousa as duas mãos na testa como se tivesse se concentrando em algo e de repente um ponto na areia começa a se mover rapidamente, como se alguma criatura estivesse nadando embaixo dela. Uma lacuna de areia explode para o alto e vai tomando uma forma rochosa até ficar a pelo menos seis metros de altura. Tão logo a rocha para de se mexer, o grupo vê uma torre semi transparente surgir acima da lacuna rochosa.
    - Espero que sejam bons de escalada. É o máximo que posso fazer por vocês.

    Se perguntado se iria entrar na torre junto com eles, o bardo diz não ser possível. A torre parecia querer fugir e ele teria que manter a posição, pelo menos até que o grupo entrasse.
    - Senhorita Mikaela, já sabe como me encontrar. Quando me chamar, farei a torre reaparecer.

    Enquanto caminham na direção da torre, Alleyne pergunta como Mikaela conheceu esse Mamoru. Ele parecia muito interessado na clériga e sua última frase pareceu um flerte.
    - Não que eu esteja enciumada e tal, só pra saber...
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    Mensagem por Edu em Sab Nov 30, 2019 9:42 pm

    - Interessante - afirma ela cruzando os braços e botando a mão no queixo.

    Mikaela desce do cavalo também olhando a torre aparecer simplesmente do nada. O seu queixo cai ao ver todo o processo acontecer.

    - Como essa construção estava escondida o tempo todo? Uma coisa é você esconder um objeto ou uma porta, outra é você fazer uma torre desaparecer. Quem são os donos dessa torre devem ser realmente poderosos. Espero conseguir salvar a sacerdotisa de Mitz.

    Só depois que ela termina de falar que a cleriga nota que o bardo mencionou escalada.

    - Escalar? - Ela fica confusa - Não tenho nenhuma magia para isso - para reflete e diz novamente - hm... isso vai ser dificil.

    Só depois que a sua namorada vem perguntar sobre Mamoru, o que faz a cleriga virar-se e olhar com curiosidade para a meio-elfa.

    - Eu conheci ele quando estava entrando na cidade, ele me levou até o templo de Fenris.
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    Mensagem por Sailor Paladina em Dom Dez 08, 2019 1:45 am

    Mikaela comenta sobre não possuir magia de escalada e Alleyne diz isso nem era necessário. A menos que ela fosse perneta. Kalel acha a situação especialmente engraçada e ri. O trio segue até o sopé da base que erguia a torre e notam que a escalada não parecia tão complicada quanto imaginavam a princípio. A terra era batida e havia galhadas de raízes rebuscadas da terra. Mikaela experimenta ir primeiro e fica surpresa com a facilidade que tem pra escalar. Seu cinturão de força de gigante fazia todo o serviço e ela mal sentia o peso do próprio corpo. Alleyne e Kalel seguem logo abaixo dela com um pouco mais de dificuldade. Ao chegarem na porta da torre, a primeira sala parecia com o do templo da deusa em Abah, mas com a mobília feita toda de rocha envelhecida e queimada. Uma grande mesa e cadeiras pra doze pessoas a circulava. Havia portas enormes e abertas dos quatro lados da sala para o lado de fora e uma escadaria numa das laterais permitindo subir para os próximos níveis. Também num dos cantos da sala, havia um alçapão dando acesso a uma sala abaixo da torre. Devido as portas mencionadas, a iluminação era total, pelo menos enquanto fosse de dia. A julgar pela altura, caso decidissem subir, subiriam pelo menos uns dez andares. Caso decidissem descer, não era possível ter muita ideia da extensão da área de baixo. Não havia o menor sinal de vida ali naquela primeira sala. Tochas apagadas circulavam toda a extensão das paredes num total de doze. Kalel usa sua magia para acendê-las. Alleyne olha pro lado de fora na direção de Mamoru e o rapaz acena enquanto continua segurando a torre em posição. Kalel pergunta.
    - Ok, pra onde agora? Vamos subir, descer, nos separar?

    Alleyne já estava se aproximando do alçapão. Não era lá muito fã de alturas. Kalel fica impressionado com as runas marcadas a fogo nas paredes. Seu conhecimento de língua infernal tava bastante enferrujado, mas ele diz que aquilo ali era obra do capeta.
    - Não me admira que tenham raptado uma clériga de Mitz e tenhamos encontrado Imps ontem a noite. Seja lá o que formos enfrentar aqui vai ser algo puramente mal. E eu não tenho muita experiência com isso.

    Alleyne usa sua espada pra arrebentar a corrente que fechava o alçapão e o abre fazendo uma fumaça de cor ocre ser liberada. Com uma tocha nas mãos ela ilumina o buraco e fazendo uso de sua capacidade melhor pra enxergar no escuro, ela se agacha e põe apenas o braço da tocha e a cabeça pela entrada pra ver. A meio-elfa diz estar vendo algumas celas e restos de esqueletos em algumas delas. Ela se levanta e diz pros companheiros que aquele lugar parecia uma base militar abandonada. Conheceu alguns lugares assim. Kalel diz que o motivo dessa base ser capaz de se mover invisível, era possivelmente obra de um demônio poderoso. Mamoru não tinha dito nada a respeito, mas também não havia sido perguntado. Era outra opção.
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    Mensagem por Edu em Qui Dez 12, 2019 7:18 pm

    - Interessante - Mikaela diz após a resposta de Alleyne.

    Com a risada de Kalel a clériga dá um soquinho de leve no ombro do rapaz dizendo:

    - Kalel seu zueiro.

    Já dentro da torre ela observa o ambiente todo com os braços cruzados e uma expressão reflexiva no rosto. O rapaz estava certo quando dizia que aquele lugar era obra do capeta, nada ali parecia bom. Começa a se perguntar se encontrariam a cleriga de mitz viva mesmo.

    - Eu já lidei com demônios antes, não confiem em nada do que dizem - diz ela conjurando a magia de luz na espada que tinha acabado de sacar.

    A cleriga começa a descer no alçapão e inicia a longa busca pela sacerdotisa perdida.

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    Mensagem por Sailor Paladina em Ter Dez 17, 2019 7:37 pm

    Mikaela dá o primeiro passo e bravamente começa a descer a escada. Ao chegar no solo ela aponta sua espada iluminada na direção das celas. Mencionando que o local estava seguro até o momento, Alleyne começa a descer também. Capaz de ver no escuro, ela não tem dificuldade no caminho. A luz projetada pela espada de Mikaela lhe dava a clareza necessária pra enxergar. Enquanto andam, Alleyne comenta com Mikaela sobre coisas estranhas que tem reparado e que a amiga não se deu conta. Desde que conheceu Kalel, nunca o viu contar uma piada, ou gargalhar. Sempre foi um elfo sério, pra não dizer triste às vezes. Mas o que mais lhe intrigou foi quando ele disse que seu "infernal" estava meio enferrujado. Assim. Desde quando ele falava infernal? Isso faz Mikaela pensar a respeito, mas é quando ela ouve uns murmúrios do seu lado e se vira pra uma das celas, que vê uma cena terrível: Kalel estava dentro de uma das celas, nu e acorrentado à parede. A mordaça em sua boca o impedia de falar o que havia acontecido. Mikaela tinha força suficiente pra entortar as barras se assim o desejasse, mas teria dificuldade em atravessá-las. É nesse momento que a porta do alçapão se fecha e um terremoto derruba tanto Mika quanto Alleyne no chão. Após o tombo, as duas não conseguem mais enxergar uma a outra. O chão se parte logo abaixo delas e elas voltam a cair, dessa vez no que parecia uma grande caverna subterrânea. Algumas pontas rochosas chegam a aparar a queda, mas racham, falhando em segurá-las. Mikaela rola pela encosta de uma parede recebendo vários arranhões que ardiam na pele, mas a armadura a protege de danos mais sérios.

    Spoiler:
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    Após caírem por cerca de dez metros dentro de jaulas separadas, erguidas por um pêndulo rochoso, Mikaela e Alleyne se vêem sobre um extenso lago de ouro derretido. Quando estilhaços grandes de rocha caíam no calmo líquido, fazia com que labaredas de chamas surgissem. O calor era insuportável pra não dizer infernal, o que faz com que Alleyne comece a tirar as roupas. A distância entre as duas era de por volta de quatro metros e a altura até o lago era de pelo menos seis. Não havia o menor sinal de Kalel. As celas eram completamente de ferro, penduradas por grossas correntes do mesmo minério. Embora aquecidas não queimavam a pele ao toque, ainda. Uma risada maligna reverbera pelo local e a voz que vem a seguir é bem familiar a Mikaela.

    Spoiler:
    - Hahahaha. Devia ouvir seus próprios conselhos, minha bela. Confiar em demônios é bastante perigoso!

    Mikaela reconhece a figura que voa diante de seus olhos, segurando Kalel pelo pescoço.

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    - Quando mencionei lá fora que projeções ilusórias eram minha especialidade, eu jurava que você ia desconfiar de algo, mas a que chegou mais perto foi sua namoradinha ai.

    Como todo bom e previsível vilão, o demônio começa a contar toda a história que o levou até ali. Depois de comido a bundinha dela em Shalana, Grigori ficara apaixonado pela futa e queria ter um relacionamento duradouro com ela, mas pra sua surpresa, Lorerei disse que o demônio não poderia ficar ali, até que ele se livrasse dessa maldição. Era isso, ou os rangers de Freyalise viriam em seu encalço. A elfa diz que ele poderia achar uma cura em Yelena. Deixando um recado com a elfa, Grigori partiu pra achar sua cura, mas o fato é que não havia cura pra sua condição. Mikaela ouviu de Lorelei que Grigori havia partido pra achar uma cura em Yelena, mas o fato é que nunca o encontrou por lá. Optou por voltar pra Shalana e contá-la que não encontrou o amigo. Ao montar as partes faltantes dessa história, Grigori coça o queixo e entende que Lorelei mentiu pra afastá-lo de Mikaela. Ele penetra seu pau na bunda de Kalel que berra de dor com a penetração forçada e o fode enquanto jura vingança.
    - Maldita elfa escrota do caralho. Vou comer o cu dela com tanta força que meu pau vai sair pela boca da maldita.

    Nesse instante as celas descem cerca de meio metro na direção do lago e Grigori diz que após perder as esperança de encontrá-la, resolveu fixar morada em Prahna, corrompendo sexualmente os habitantes das cidades próximas, sob o disfarce de um mero bardo. Foi quando conheceu Kalel. O elfo tinha baixa autoestima e foi portanto bem fácil dominá-lo. Todos os dias o demônio usava o escravo sexual para ajudá-lo em seus planos intrincados e era recompensado com uma boa foda pelos serviços.

    Spoiler:
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    Mas a sorte sorriu pra Grigori no dia que viu ninguém menos que Mikaela vir pro reino. Impedido de entrar em Shalana, parecia que as deusas estavam a seu favor. Logo pôs mais um dos seus planos em prática e arranjou o rapto de uma clériga de Mitz pra comover a clériga. Em seguida mandou o elfo que já estava de amizade com o templo de Fenrir pra agendar uma aventura em busca da tal clériga. Talvez devesse ter perguntado as autoridades locais. Ninguém nunca ouvira falar daquela clériga. De fato, ela jamais existiu. O demônio gargalha se gabando de seus planos tão elaborados e inteligentes. A jaula desce mais meio metro e Grigori goza bem fundo no elfo. Era tanto esperma que faz o mesmo ter a barriga inflada e o excesso sair pela boca e nariz dele. Kalel a essa altura já estava inconsciente. Grigori o arremessa em cima da jaula de Alleyne que ouvia estática a tudo aquilo e a jaula dela desce dois metros a mais que a de Mikaela, fazendo a desta subir.
    - Ooopa... se descer mais um pouquinho vamos ter duas estátuas de ouro élficas bem bonitas pra embelezar meu templo! A menos que...

    Grigori voa e fica de frente pra cela de Mikaela e muda seu tom para o de um galanteador.
    - Mikaela, meu amor. Eu sei que sua lealdade é a sua deusa e eu não vou privá-la disto. Mas sua deusa não a impede de amar. Permita-me foder sua linda bundinha novamente, enquanto essa mestiça nos observa. E quando eu gozar, diga que me ama. Faça isso e eu permitirei que seus amigos saiam da torre com vida, são e salvos. A palavra de um diabo é inquebrável. Porém, se recusar, então permitirei que saiam todos de qualquer jeito, mas você irá lamentar pra sempre ver sua namoradinha banhada em ouro. O que me diz?
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    Mensagem por Edu em Ter Dez 24, 2019 2:37 am

    Mikaela olha tudo o que ocorreu nos últimos instantes com horror e surpresa. Como Grigori estava ali? Ela o tinha matado com as proprias mãos e o seu plano maluco? Tudo isso para fuder com ela novamente? Com certeza tinha algo mais ali, mas ela tinha escolha?

    - Tudo isso para transar comigo novamente? - ela olha para Alleyne com tristeza - Sinto muito meu amor, mas não posso deixa-la ser transformada em estatua de metal.

    Com muita dureza no olhar, encara Grigori:

    - Como sei que vá cumprir o que diz? Diabos cumprem o que prometem o problema é o que eles prometem. Liberte Alleyne e Kalel, leve nós quatro pro deserto e liberte os dois com vida que transo com você.

    Ela segura com força a barra da grade.

    - A ultima vez você me enganou também, sei que você não tem só interesse em transar comigo senão o teria feito quando estava desfarçado como Kalel e Mamoru.
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    Mensagem por Sailor Paladina em Sex Dez 27, 2019 11:15 pm

    Diante daquela situação e com alguma vergonha ao olhar pra Alleyne, Mikaela impõe suas condições, mas Grigori ri, afirmando que a futa não estava em posição de exigir coisa alguma. Na verdade, ela devia ficar em posição de implorar enquanto era enrabada. Com a cela descendo mais um metro, Mikaela não via outra opção senão ceder a ameaça do antigo parceiro. A futa despe-se ficando de quatro enquanto Grigori se teleporta pra trás dela. Carinhoso, ele começa lambendo o cuzinho dela, penetrando a língua bem fundo. Mensagens telepáticas invadiam sua mente com mensagens sugestivas. O toque quente das mãos de Grigori, faziam Mikaela sentir sensação de prazer por todo o corpo, como uma onda de orgasmos infindáveis. Pela primeira vez, ela tinha um orgasmo sem tocar no pênis enquanto penetrada pelo ânus. Grigori era um demônio imenso de rola enorme, ocupando boa parte da cela. Quando ele finalmente introduz sua pica, ela encaixa-se com facilidade, pois encolhia pra entrar e se expandia após introduzida. Mikaela sentia como fosse ser rasgada ao meio, arfando com a língua de fora. Alleyne observava a tudo sem dizer palavra. Não era possível saber o que a meio elfa pensava no momento.

    Spoiler:
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    Grigori sente Mikaela gozar e goza dentro dela enquanto se esperrama sobre seu corpo e agarra seus seios. A língua longa dele enrosca o pescoço da futa e lambe o ouvido dela. O pênis do demônio ainda bem fundo dentro dela, Mikaela não resiste em admitir seu amor por Grigori. Nesse instante uma risada feminina maligna ecoa pelo lugar e mesmo quase desfalecendo, Mikaela consegue ver de quem se tratava. A demônia se apresenta como Pyra, Rainha do Inferno, filha de Shadowlady em pessoa.
    - Uuuuhuhuhuhu. Que cena fascinante. A assassina de minha cria sendo enrabada por ele, enquanto a namoradinha assiste. Vadia, você vai ver o que acontece com quem cruza o caminho de Pyria, Rainha do Inferno!

    Pyra chega por trás de Alleyne e repete o mesmo processo feito por Grigori, trepando com a meio-elfa e deliciando-se com seus gemidos. Mikaela desfalece mergulhada em prazer e não faz ideia do que acontece depois dali. Ela desperta nua sem seus equipamentos numa cela semi-escura feita de pedras negras e com barras de aço. Estava sob uma cama feita de palha no chão. Havia um buraco para dejetos no canto e uma janela perto do teto também com barras mostrava um céu vermelho. Era como se estivessem numa prisão. Numa cela vizinha a sua, Mikaela ouve o choro de Alleyne que não se encontrava numa situação muito melhor que a sua. Pior, estava com marcas de chicotadas por todo o corpo e mal acompanhada pela anfitriã local.
    - Meu maldito filho prometeu que vocês sairiam da torre, então as tirei com vida de lá. Mas agora vocês vão ser minhas escravas aqui em Infernia.

    Spoiler:
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    Pyria diz pras duas já irem se acostumando com suas novas vidas. Iriam trabalhar nas minas de sal. Não que extrair sal fosse necessário, mas era uma ideia maligna. Quando a escrava era chibateada e o sal caía na ferida, isso aumentava a ardência. As duas fariam companhia a várias outras escravas que ousaram cruzar seu caminho em Erótika. E com relação ao templo de Fenrir e seus novos amigos, Pyria diz pra Mikaela não se preocupar.
    - O Grigori assumiu sua forma e vai cuidar do seu templo daqui por diante hahahahahaha! Em breve Prahna será mais um reino completamente sob a influência de minha amada mãe.

    As celas se abrem e dois demônios com o mesmo físico de Grigori, adentram as celas e colocam coleiras nos pescoços de Mikaela e Alleyne.
    - Andem, vagabundas. Acabou o descanso.
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     Mikaela II (SP) - Edu  - Página 2 Empty Re: Mikaela II (SP) - Edu

    Mensagem por Edu em Qua Jan 22, 2020 5:02 pm

    Mikaela nem teve tempo de reagir, sentiu aquela sensação boa da rola grande de Grigori entrar no seu cuzinho. Ela entrou com facilidade e aumentou dentro da cleriga, a fazendo fechar os olhos de prazer. O diabo começou a mover o quadris fazendo o piruzinho da Futa balançar livremente, mas foram apenas pouco segundos que o fez de forma flacida pois logo ficou duro.

    Depois de ter gozado a primeira vez perdeu ideia de tudo o que acontecia e só foi acordar na sua cela. Estava limpa agora, mas pelada, sem suas armas e o pior de tudo sem Alleyne. Não demorou muito para saber o destino de sua namorada, estava na cela do lado chorando e acompanhada por Pryia.

    Mikaela levanta de um pulo pensando em falar algo para acalmar a meio-elfa, mas fica quieta uma vez que as celas se abrem e dois diabos surgem. A futa olha com um expressão dura para eles e segue para fora da cela.

    - Eu vou tirar você dessa - diz Mikaela baixinho para Alleyne.

    Não sabia como, mas precisava pensar num plano partir daquele momento.
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    Mensagem por Sailor Paladina em Qua Jan 29, 2020 12:41 am

    Mikaela ainda juntava as ideias de tudo o que estava acontecendo ali. Ver Alleyne era um pequeno alívio, mas o atual estado de ambas estava longe de ser um alívio real. As duas são levadas pelos demônios pra fora da prisão e ao se verem do lado de fora, logo percebem que não estavam mais Prahna. Possivelmente nem mesmo no seu plano original. O céu era completamente vermelho, desprovido de Sol, mas ainda assim de clima árido, quente como o inferno. O terreno era duro e cheio de pedregulhos. Enquanto andar com cascos era difícil, era especialmente dolorido pra quem tinha pés normais. Mikaela e Alleyne têm suas coleiras atadas as de outras mulheres que por ali passavam e são encaminhadas até a pedreira de sal. Cada uma recebe uma picareta pequena que serve pra quebrar os pedaços maiores de sal em blocos menores. Demônias armadas com chicotes vinham de vez em quando pra chicotear uma ou outra escrava que elas consideravam estar trabalhando "muito devagar". Ver aquele tipo de situação incomodava bastante a Mikaela, mas desprovida de seu equipamento, nua e acorrentada, não havia muito o que podia fazer. Alleyne nada dissera quanto a promessa de Mikaela. Talvez não quisesse ter esperanças ou as situações as quais havia sido submetida quebraram sua força de vontade. Uma coisa era certa em sua estadia ali, todas as escravas sentiam as marcas de chicotadas arderem quando a poeira de sal tocava suas feridas e uma constante sensação de orgasmo. Mesmo pra Mikaela, que mesmo "esgotada" continuava a gozar pelo pênis.

    escrava sendo punida:
     Mikaela II (SP) - Edu  - Página 2 EcmkJJf

    Depois de horas no serviço, as escravas eram liberadas pra descansar. As correntes e coleiras permaneciam nelas, mas não estavam mais atadas umas as outras, significando que podiam ir pra lugares diferentes, comer, ou ir ao banheiro. Tocando no assunto, a única comida disponível era o pão que o diabo amassou e vinho de ontem. O banheiro era ao ar livre, logo todo mundo podia ver. Tentar fugir era fútil, afinal olhando para o horizonte era como se aquele lugar não tivesse fim. A pedreira e a prisão eram como um ponto central. Perder aquilo de vista, deixaria a pessoa presa para sempre naquele semiplano sem saber onde estava. Se Mikaela tentasse conversar com Alleyne perceberia que a namorada não estava a fim de conversar, mas responderia a perguntas mundanas. Estava se sentindo horrível, dolorida, humilhada e sem esperança de ir pra casa. Enquanto se alimentava, Mikaela escuta uma voz masculina, pertencente a um senhor idoso que elogiava seu traseiro. Ela olha pra trás e vê um velho franzino com uma panela na cabeça e as roupas bem esfarrapadas. Ele diz que de todas as moças que apareceram naquele lugar terrível, ela era a que tinha a bunda mais bonita. O homem permite-se aproximar e senta-se no mesmo banco que Mikaela estava. Ele a observa com curiosidade e nota o colar com o símbolo sagrado de Fenrir, de fato, a única coisa que não lhe foi removida. Um demônio que tentou arrancar o objeto queimou a mão.
    - Ora vejam só o que temos aqui! Uma colega de religião! Embora eu não lembre que religião eu seguia...

    homem idoso:
     Mikaela II (SP) - Edu  - Página 2 4gEac1n

    O homem diz que esqueceu seu nome ou o motivo que o fez parar naquele lugar, mas ver o símbolo sagrado de Mikaela acendeu uma fagulha de memória em sua cabeça.
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    Mensagem por Edu em Ter Fev 04, 2020 4:20 am

    Mikaela estava muito cansada, porém com o pau duro, mesmo no momento não estando com a menor vontade de pensar em sexo. Devia ser um efeito do plano ou alguma magia que Prya tinha posto sobre ela. Depois do trabalho ela tentou dá uma leve animada na namorada a abraçando mais isso não surtiu efeito nenhum.

    Respirou fundo e se sentou num banco para comer aquela horrível comida enquanto fazia isso ouviu alguém elogiar a sua bunda.

    - Obrigada - ela respondeu desanimada - Ela me trouxe muita fodas boas.

    Cansada olhou para o velho que falava:

    - Sou sacerdotisa de Fenris, fui enganada por diabo filho de Prya e vir para aqui. Provavelmente deve ser devoto de Fenris.

    Mikaela não gosta nem um pouco da comida ali servida, então tenta ao menos ter algo descente para se alimentar. E começa a conjurar a magia de criação de comida e água.

    Mecânica:
    Create Food and Water
    Conjuration (Creation)
    Level: Clr 3
    Components: V, S
    Casting Time: 10 minutes
    Range: Close (25 ft. + 5 ft./2 levels)
    Effect: Food and water to sustain three humans or one horse/level for 24 hours
    Duration: 24 hours; see text
    Saving Throw: None
    Spell Resistance: No
    The food that this spell creates is simple fare of your choice—highly nourishing, if rather bland. Food so created decays and becomes inedible within 24 hours, although it can be kept fresh for another 24 hours by casting a purify food and drink spell on it. The water created by this spell is just like clean rain water, and it doesn’t go bad as the food does.


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    Mensagem por Sailor Paladina em Seg Fev 10, 2020 4:38 pm

    Mikaela tenta usar sua magia de alimento, mas ouve apenas um Puft! seguido de uma ligeira fumacinha inodora. Seus poderes divinos não estavam funcionando ali. A essa altura já poderia ter usado alguma magia de cura se pudesse, afinal seu corpo ardia com as marcas de chicotadas. Ao responder ao idoso, Mikaela o vê acariciar a barba enquanto observa o céu, pensativo.
    - Fenris? Ou seria Fenrir? Sim, sim, lembro do nome. Boa deusa. Pena que esqueci dela por algum motivo...

    Um demônio se aproxima puxando o velho pelo ombro.
    - Você ai, nada de ficar flertando com as escravas. Vá dar uma volta!
    - Oh sim, sim, dar uma volta. É isso mesmo que eu faço aqui, todos os dias, hahaha. Até mais bela senhorita. Foi um prazer conhecê-la!

    Dias, semanas e meses se passam ali, mas o conceito de tempo era complicado quando não se via o Sol ou a lua. "Dia" após "dia", a vida dos escravos se resumia a trabalhar sob chibata, comer e dormir.

    escravidão 18+:
     Mikaela II (SP) - Edu  - Página 2 82ztSga

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    Mensagem por Edu em Qui Fev 20, 2020 12:52 am

    Mikaela fica encucada com o velho com que falar com ela ao longo dos dias. Será que ele era o lider do templo que ela tinha ido antes? Poderia ser, tinha que arrumar um jeito de encontrar com o homem novamente. A vida ali era um pesadelo e não tinha muito o que fazer senão trabalhar e trabalhar. No periodo de descanso logo depois do trabalho ela começou a andar de forma discreta em busca do clérigo para falar com ele.

    Os demonios estavam muito desconfortáveis com ela conversando com velho talvez fosse pelo dele ter um jeito de sair dali. Por isso mesmo ela continuou procurando falar com o homem.
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    Mensagem por Sailor Paladina em Dom Fev 23, 2020 11:57 pm

    Não fosse pela força de vontade que Fenrir lhe conferia, Mikaela provavelmente já teria tido sua vontade quebrada pelos maus tratos recebidos pelos demônios do lugar. Alleyne já não mais respondia a companheira quando chamada pelo nome. Não era que estivesse com raiva ou rancor da futa, mas ao contrário de Mika, a meio elfa não teve a mesma resistência. Era levada de um lugar para outro com uma coleira servindo de alívio sexual para as futanaris demônias. Sem poder contar com curas mágicas, sofria com a buceta e o ânus ardido de tanto ser fodida diariamente e o dia todo. Seu olhar era perdido no horizonte e não importava o quanto Mikaela a chamasse, a amiga não mais a reconhecia. Provavelmente a perdera pra sempre. Falando nisso, nem sinal de Kalel. Soube que ele era um escravo da futas também, mas havia sido realocado pra outra área.

    alleyne e as futas:
     Mikaela II (SP) - Edu  - Página 2 H8bwrzT

    Com o tempo, Mikaela já havia deixado de ser vista como uma possível ameaça e vista como uma escrava qualquer. Os demônios até gostavam mais dela do que dos demais escravos e escravas, pois, ela ao menos parecia uma criatura viva, ainda capaz de raciocinar, xingar e gemer por ser estuprada. Com isso, a clériga vez por outra tinha algum tempo livre pra conversar com o velho. O pobre homem já nem lembrava o próprio nome, mas de alguma forma lembrava das feições de Mikaela, ficando feliz ao revê-la sempre que podia. Ele diz estar impressionado como Mikaela ainda era capaz de conversar com ele, quando a maioria das escravas já havia perdido essa capacidade.
    - Você com essa meia calça sexy até me lembra da moça acorrentada na sala de máquinas. Ela usa meia calça também e uma estranha venda nos olhos. A moça é dura na queda. Não diz nada, mas toda vez que goza, faz as máquinas a vapor rodarem com mais força!

    No momento em que falavam, uma criatura voadora sobrevoa o casal e os separa, ordenando que o velho voltasse ao trabalho. O monstro diz que foi especialmente selecionado pra dobrar a vontade da clériga.
    - Você é durona não é? Vamos ver se aguenta três rolas nesse cu. Se aguenta três, aguenta quatro. E se aguenta quatro, aguenta cinco! E mesmo se não aguentar, vai levar seis!

    Mikaela e demônio tentacular:
     Mikaela II (SP) - Edu  - Página 2 U0JnzhT

    A sensação de ser rasgada ao meio era grande. O demônio diz que a partir dali ele iria ficar fodendo Mikaela com frequência. Uma coisa era certa: Se a clériga não arrumasse um meio de fugir daquele lugar o mais breve possível, terminaria sua história ali mesmo, igual a Alleyne. Alguma coisa lhe dizia que o velho e a moça acorrentada eram cruciais pra sua fuga. Só precisava saber o que fazer com as informações.
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    Mensagem por Edu em Qui Fev 27, 2020 7:18 pm

    Mikaela sempre fora safada, desde o seu tempo como noviça no templo quando era um palito de garota, sempre gostara de uma rola no seu cu. Passou boa parte do seu internato fudendo sob a luz do luar com o seu piruzinho balançando e gozando na direção da lua. No entanto do jeito que estava sendo fudida ali naquela prisão era horrível, na "noite" posterior a ser fudida por três paus no seu cu, dormiu com o seu anus sangrando enquanto lagrimas escorriam pelos cantos do seus olhos. Não estava chorando não era desse tipo, mas o incomodo no seu corpo fazia o seus olhos soltarem lagrimas. Antes de voltar a dormir, ela abraçou Alleyne que dormia junto na sua cela. Beijou o ombro da companheira e voltou a dormir. No seu amago prometia a si mesmo que levaria consigo a meio-elfa quando se libertasse.

    No dia seguinte usou da sua sabedoria, fingindo estar com o espirito quebrado assim como a sua namorada para não chamar muita atenção. Trabalho na minas de sal e depois na sorrateira quando ninguém percebia pegou Alleyne e correu na direção da salas de maquinas. Chegando lá procurou a tal moça que estava acorrentada. Ela deixou Alleyne no chão perto e caiu de boca na mulher presa, enquanto estimulava a acorrentada tentava conjurar a magia para quebrar as correntes.

    Off: A mikaela tenta conjurar a magia shatter
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    Mensagem por Sailor Paladina em Sex Fev 28, 2020 3:25 pm

    Sem suas magias, submetida a trabalho cruel e estupros diários, era um milagre que Mikaela ainda tivesse mantido sua consciência. Sua fé na deusa era realmente poderosa, mas por quanto tempo? Aparentemente havia sido esquecida naquele inferno, tendo perdido a melhor amiga e namorada, além da consciência de que seus pupilos em Prahna estavam sendo guiados por um demônio usando sua aparência. Não era muito difícil pra clériga, fingir que havia desistido de tudo. Na verdade até se perguntava se não era exatamente o contrário. Havia desistido de tudo e as vezes fingia ainda ter forças pra suportar aquilo tudo. Alleyne já havia perdido a capacidade de fala e de raciocínio lógico. Apenas gemia, chorava e murmurava algumas palavras desconexas. Ainda era capaz de se alimentar e caminhar sozinha quando ordenada, mas o fato era que pra ela o mundo havia acabado e ela passaria a eternidade no inferno. Mika vai até o velho e pede que ele o leve até a sala de máquinas pra ver essa tal moça acorrentada, mas ele não parecia disposto a colaborar. Alegava que as escravas que saíssem de seus postos eram severamente punidas e por gostar muito dela, não a queria ver sendo castigada.
    - Portanto mocinha bonita, a menos que me dê um bom motivo pra te dar essa informação, acho melhor a senhorita voltar pro seu posto!

    Mikaela relembra o nome do idoso e tenta fazê-lo lembrar de sua missão, e o porque era importante ajudá-la nesse momento tão difícil.
    - Professor Zalinski, o senhor precisa lembrar de seus votos de fé. A Deusa Fenrir nunca abandona seus fiéis. Tenho certeza que mesmo aqui nesse inferno, ela quer nos ajudar a sair. Irei fazer uma prece pra que ela nos dê forças pra continuar.

    A clériga segura a mão do velho, os dois sentados à mesa e com os olhos fechados começa a orar por Fenrir. A meio caminho da oração, ela sente uma energia boa cobrir suas mãos e pulsos, que lhe dão paz e serenidade. Logo ela é acompanhada por Zalinski que repete as mesmas palavras que ela e aperta suas mãos com mais força, sentindo-se revitalizado. Ao fim da prece, Zalinski abre os olhos e parecia outra pessoa. Ele olha meio confuso pra Mikaela e diz:
    - Sim, agora eu me lembro! Eu era o líder de um templo da deusa em Phrana! Eu estava construindo um telescópio que me permitiria observar a lua! Até que um dia veio um jovem bardo me oferecer uma proposta irrecusável...

    Zalinski diz que precisava construir uma máquina que o permitisse cruzar o deserto, mas precisava de um artefato chamado "motor" pra construí-lo. Que ele só o encontraria numa torre a norte do assentamento Abah.
    - Tinha um elfo, não lembro ao certo nome dele, que foi lá comigo. Enfrentamos uns demônios pequenos e aúltima coisa que eu lembrava era ter descido numa espécie de cela antes de vir parar aqui.

    Aquela história toda era super familiar pra Mikaela que conta a Zalinski sua própria versão dos fatos. Mika pede novamente que fosse levada a tal sala de máquinas e o professor com a mente restaurada concorda. Era hora deles darem o primeiro passo para saírem daquele inferno, de um jeito ou de outro. Ao tentar levar Alleyne com ela, Mika percebe que a meio elfa não parecia disposta. Só obedecia aos demônios e não iria com a clériga pra lugar algum. "Pobre Alleyne" diz Zalinski.
    - Eu lembro que ela havia acabado de chegar, foi a mais recente discípula. Queria obter o conhecimento da arte da forja e da luta. Mas de você eu não lembro. És novata também? Sinto muito por não estar lá pra recebê-la. Pergunto-me como estão Hulka e Darllan. Uma boa orc cozinheira de mão cheia e um bom rapaz humano, focado e curioso.

    De todo modo, os três juntos chamaria atenção demais e Mika podia vir buscar a amiga depois. Mikaela é levada por Zalinski até a sala de máquinas. Fenrir, como o lugar era quente! Pior que uma sauna, era como andar no deserto de Phrana com o Sol a pico. O barulho de engrenagens e ferro batido incomodava os ouvidos e toda aquela fumaça deixava a respiração difícil. Do outro lado da caverna onde estavam, Zalinski vê uma de suas criações e fica emocionado.
    - Ôôôôh, minha máquina a vapor! Ainda existe. Parei de trabalhar nela quando minha memória foi apagada. Lembro de ter irritado uma mulher de cabelo rosado, acho que a dona desse fim de mundo...

    sala de máquinas:
     Mikaela II (SP) - Edu  - Página 2 FnEvYk3

    Caso perguntado o que era aquela 'coisa', Zalinski diz que o vapor quente criado pela lava, era absorvido pela máquina e fazia funcionar todo tipo de engrenagem. Pense nas maravilhas que isso poderia fazer. Substituir a tração animal por pura energia. Veículos que se moviam sozinhos, sem animais, sem magia e sem pessoas para empurrar. Isso deixa Mikaela curiosa. De fato Zalinski era mesmo um grande fã da Deusa e era abençoado com conhecimento. O professor aponta para um canto onde realmente havia uma mulher acorrentada.
    - Ali, a mulher que te falei. Depois que fui demitido, colocaram ela pra trabalhar no meu lugar, mas ela simplesmente "apagou", sem dizer nenhum 'a'. Ela não responde a dor e tampouco sangra. Nunca vi algo assim na vida...

    mulher presa:
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    Mensagem por Edu em Dom Mar 08, 2020 6:37 am

    Mikaela estava muito cansada e sofrida. Com a namorada nas costas ela foi até o velho que tinha conversado anteriormente. Ele era o homem que tinha falado sobre a sala de maquinas. No entanto o senhor não quis leva-la até a sala.

    - Eu não ligo se eu for castigada, eu estou perdendo o meu espirito nesse lugar. Todo dia vejo a minha namorada como um vaso vazio, sou estuprada todos os dias, ontem eu recebi três rolas no meu cu de um vez só, assim como Alleyne em breve minha vontade será quebrada e nunca mais sairei daqui. Por favor eu preciso da sua ajuda- Ela para por um minuto e lembra - Você era o chefe do templo que eu assumi em Prahna, Zalinski é o seu nome. Por favor preciso da sua ajuda.

    Tendo ela feito o homem lembrar do seu nome e o ajudado a se lembrar com uma oração. Zalinski finalmente decide ajudar a futa. Na cozinha sentado na mesa o sacerdote conta a sua historia e faz ela se lembrar das similaridades com a sua própria historia.

    - Engraçado comigo o elfo veio me procurar primeiro. Ele queria que eu ajudasse com uma paixão que ele tinha por um bardo qualquer. Eu sendo uma futa muito romântica acabei vindo parar aqui. Descobri que esse elfo trabalhava com um antigo inimigo meu, um diabo. Grigori era o nome dele. A criatura era obcecado comigo fez de tudo pra comer o meu cu, me sacrifiquei pra salvar Alleyne e o elfo inutil. Salvei eles mas vim para aqui - contou ela a sua história de forma rapida e fria.

    Ela sorri quando Zalinski lembra de Hulka e Darllan.

    - Darllan estava bem até eu deixar o templo. Tinha tirado a virgindade dele numa orgia que fiz com discípulos lá, o rapaz tem potencial, mas como novato comeu o meu cuzinho com ansiedade, bombando muito o pau e mau atingido a minha próstata. Acho que com algumas fodas comigo ele podia ficar muito bom e a meninas fariam fila por ele.

    Ao lembrar disso uma profunda tristeza atingiu o coração de Mikaela, lembrou que aquele menino inocente estava entregue as maldades de Grigori. Isso por sua burrice e não ter visto como era tudo mentira. Não era um momento para se sentir pessima e por isso mesmo segurou o sentimento para focar em escapar dali.

    A muito contra gosto ela deixou Alleyne ali na cozinha para ir na sala de maquinas com Zalinski. Mikaela olhou aquela maquina sem muito otimismo, não conseguia imaginar como aquilo ia ajudar a sair dali.

    - Prya é o nome dela. Ela é mãe do diabo que era obcecado comigo. Eu acho que a obsessão do filho passou para ela também, aqui nesse cativeiro ela veio na minha cela algumas vezes e transou comigo, mas não como se quisesse me estuprar mais sim como se tentasse fazer amor comigo. Foi estranho não entendi a intenção dela.

    Quando o homem mostra a tal mulher presa e um pouco de felicidade vem ao seu coração, ela corre para perto de onde a androide estava com um sorriso no rosto.

    - É uma androide, eu conheci uma parecida com essa. Fiz amor com ela, devia ter escolhido ter ficado ao lado dela na epoca, e transar até o fim da minha vida.

    Mikaela começa a acariciar a coxa da androide, aproxima o amuleto no rosto de 2B e a beija na boca. Vai beijando o corpo da androide até chegar na vagina, aonde começa a fazer sexo oral.
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