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    Mikaela II (SP) - Edu

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     Mikaela II (SP) - Edu  - Página 3 Empty Re: Mikaela II (SP) - Edu

    Mensagem por Sailor Paladina em Qua Mar 11, 2020 2:56 pm

    O momento em que Mikaela relembra dos acólitos de Prahna emociona a ambos, mas Zalinski e ela estavam cientes de que não podiam perder muito tempo ali. Enquanto ouvia a futa contar sua história, o professor investigava sua criação a procura de modificações e a ligação que aquela androide tinha com a máquina. Zalinski diz que já tinha ouvido falar dos automatas de Khas Modan, mas nunca esperou ver um em pessoa algum dia. Soube de um confronto entre os guardiões de Shalana e os automatas e considerou uma visita ao lugar, porém teve a oportunidade cancelada. Mikaela até tenta fazer umas carícias sexuais na mola, mas não havia qualquer reação por parte dela. Parecia simplesmente "desligada". Zalinski se aproxima da androide, mão no queixo pensativo e diz que pelo que parecia, aquele gancho no ânus dela era um condutor que suga toda a energia dela por meio de um núcleo central. Ele tenta tocar e toma um choque, mas não grande o suficiente pra machucar. Fora apenas um susto. Mikaela questiona se havia algo que podiam fazer e o professor suspira pesadamente com receio do perigo que estaria por vir. Ele diz que teria que desligar a máquina, pois isto cancelaria a passagem de energia, permitindo que o gancho fosse removido. Mikaela teria que enfiar a mão na vagina da androide e estimular o ânus dela de modo a forçar o núcleo preso no fundo do cu dela a sair.
    - Você vai precisar fazer muita força e terá que ser rápida, pois os demônios vão vir verificar o que está acontecendo. Espero que sua confiança nessa moça valha a pena o risco!

    Spoiler:
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    Zalinski vai até a alavanca do outro lado da sala e assim que a puxa, a automata cai de pé, mas ainda sem poder realizar ações. Mikaela age como foi instruída e insere a mão dela na vagina da androide. A moça sentia orgasmos com os movimentos dentro de suas entranhas. Embora fosse uma máquina, havia sido projetada capaz de sentir e oferecer prazer sexual. Sem medo de machucá-la por acidente, Mikaela logo percebe onde estava o núcleo, que mais parecia um enorme consolo atochado dentro do corpo da robô e começa a forçá-lo pra fora. Assim que consegue remover o núcleo, Mika vê a automata se prostrar de quatro, respirando ofegante. O ânus dela bastante arreganhado, provavelmente implorava pra ser "tapado". A futa não perde tempo em dar essa ajudinha e dá uma trepadinha rápida na moça. A androide aprecia o ato a ponto de sorrir satisfeita. É quando vozes roucas são ouvidas entrando na sala. Dois demônios roludos armados com tridentes se aproximam do trio fazendo ameaças. A androide se levanta e toma a frente de Mikaela. Num movimento tão violento e veloz a moça usa seus braços que assumiam forma de lâminas e atravessa o peito dos dois demônios num único ataque. O sangue negro deles derrama sobre seu rosto e seios, mas ela não parecia nem um pouco surpresa. Ela se vira pra Mika e Zalinski e fala:
    Spoiler:

    - Ameaça eliminada. Sacerdotisa Mikaela e Sacerdote Zalinski identificados. Yorha nº2 Tipo X às suas ordens.

    Tipo X faz uma reverência e seus braços voltam ao normal. Zalinski pergunta se tinha como eles fugirem daquele inferno e a automata responde:
    - Sim, por meio desta máquina.

    Tipo X diz que ao reativarem a máquina, ela configuraria a energia que restava pra abrir um portal. O destino não podia ser escolhido. Eles iriam parar em algum lugar aleatório de Erótika.
    - Sinto a presença de várias ameaças se aproximando. Precisamos agir rápido.
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     Mikaela II (SP) - Edu  - Página 3 Empty Re: Mikaela II (SP) - Edu

    Mensagem por Edu em Qui Mar 19, 2020 11:26 pm

    Mikaela não fica muito surpresa quando seus esforços não acordam a androide. Sinceramente tava na cara que ela precisava fazer mais que beijar a robô e chupar a vagina da androide, apesar de ambas as coisas terem sido muito boas.

    No momento que Zalinski fala sobre o procedimento necessário para tirar o nucleo. Mikaela fecha o semblante, pois não gostava muito de fisting mas no final acaba realizando o serviço. Mesmo um pouco enojada ela da uma trepada anal com a androide para ajuda a automata a se recuperar do desconforto. Como todas as vezes que tinha transado com uma, a experiencia foi bastante agradável. Mikaela terminou o serviço com uma forte bombada no cu da moça e um apaixonado beijo na nuca da Tipo X.

    Logo depois que tinha tirado o seu pênis da Androide dois guardas vieram correndo e Tipo X não mostrou qualquer dificuldade em aniquilar os diabos. Mikaela ficou de boca aberta vendo a ação toda. Assim que a automata falou das ameaças, a futa se lembrou:

    - Precisamos salvar Alleyne, tem mais uma cleriga de Fenris aqui. Eu vou atrás dela para traze-la para cá - Mikaela disse isso já tomando o caminho em direção a namorada.

    A androide antes que a futa desse um passo se pôs na frente.

    - Não posso deixar que você vá atrás dela, eu vou ativar a maquina para vocês e salvarei a outra clériga aqui.

    A tipo X teve que segurar Mikaela para ela não ir atrás de Alleyne. A automata ativou a maquina de Zalimski e com muito esforço conseguiu colocar a Futanari dentro do veiculo.

    Zalimski ativou engenhoca e eles partiram dali, enquanto isso Tipo X ficou para salvar Alleyne.
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    Mensagem por Sailor Paladina em Dom Mar 29, 2020 5:30 pm

    Mesmo a contragosto de ter que deixar Alleyne pra trás, Mikaela e Zalinski atravessam o portal e sentem seus corpos flutuarem em alguma região escura, onde só podiam ver raios de luz passando e voltando ao seu redor. Mikaela surge um pouco acima do chão, cerca de dois metros, sem portar qualquer objeto que possuía antes de atravessar o portal. Estava sozinha e pelada sobre alguma espécie de pódio feito de pedra e metal, numa arquitetura nunca vista antes por ela. O cheiro da fumaça e metal derretido incomodava seus pulmões. Faíscas elétricas ainda saíam da máquina, embora, pelo seu estado, muito provavelmente não voltaria a funcionar sem devidos reparos. Mikaela olha ao redor, mas não havia o menor sinal de Zalinski. Além do mato, ela via areia e o mar adiante, com uma longa costa litorânea pra ambos os lados. Atrás dela, além do mato, uma floresta escura envolta a uma névoa que impedia ver muito a frente. Olhando para o horizonte e seguindo o caminho pela praia, ela consegue ver o que parecia um dia ter sido um cais e uma taverna, mas ambos estavam parcialmente destruídos. O teto da taverna já não mais existia e parte do cais sobre o mar, não estava mais ligado a parte da terra. Pelo seu conhecimento teórico, aquilo parecia ter sido resultado de uma grande explosão. Similar a que viu quando ainda estava em Shalana. Aproximando-se da taverna, não havia vestígios de que morava alguém ali.

     Mikaela II (SP) - Edu  - Página 3 88JYhns

    Com frio, faminta e cheia de sede, Mikaela vasculha o local a procura de alguma coisa pra comer e beber, mas toda a comida estava estragada e água do mar não era bem uma opção. A futa tenta novamente contato com sua deusa e inicia uma prece pedindo por alento. Sentir seu corpo frio aquecer durante a oração lhe dá forças para continuar. Depois de alguns minutos de prece, ao abrir os olhos, Mikaela vê que surgiu sobre a mesa uma quantidade considerável de comida. Simples, feita de pão, queijo e algumas frutas, além de uma jarra com água, mas pra alguém na situação dela, aquilo era mais do que bem-vindo. Bem alimentada, a futa percebe que nuvens se formavam no céu e aquela noite seria chuvosa. Não poderia dormir sem um teto. Seguindo o resto do caminho, ela acaba por ver o que parecia os restos de uma vila abandonada. Uma placa possuía os dizeres: "Bem-vindos a Arefu! Única cidade de Porto Longe". Não havia o menor sinal de vida ali, mas pelo menos havia casas! A futa segue até a que parecia mais inteira, tomando cuidado para não ser vista por algumas criaturas aquáticas hominideas que vagavam pelo local a procura de objetos ou comida. Por sorte ela encontra uma casa boa com teto e segundo andar. Havia uma cama de palha seca onde poderia ter uma noite razoavelmente boa de sono. Pela janela, vê que as criaturas estavam distantes o suficiente e no final do vilarejo um farol desligado destoava no cenário.

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    Mensagem por Edu em Qui Abr 02, 2020 9:51 pm

    Mikaela aparece a uma certa distancia do chão e cai com um gritinho abafado. Com a cara na superfície de metal ela solta um lamento de dor pela queda. Lentamente se levanta com um pouco de dificuldade. Começa a andar saindo da plataforma e caminha pela areia. Olhando a costa a cleriga se questiona em voz alta:

    - Que lugar é esse?

    De repente se lembra da vez que foi na praia com Lorelei, que foi um dos melhores dias da sua vida. Uma sensação ruim veio no seu peito, pois era uma grande amiga que ela tinha perdido, o que levou a ela pensar sobre Alleyne e a falha dos seus relacionamentos. Sua namorada que com a qual pretendia casar, foi lobotizada; seu namorado anterior era um demônio; sua melhora amiga tinha virado uma fanática e a odiava agora; por ultimo seu primeiro namorado tinha deixado ela por ser futa. Será que o problema não era de Mikaela? Ao invés de ser a má sorte e a má intenção dos outros?

    Depois de ter andando por um certo tempo, ela se aproximou de uma cidade em ruinas, aonde parecia ter algumas criaturas andando para e para cá. Definitivamente não pareciam ser nem um pouco amistosas o que certamente fez o coração de Mikaela bater num ritmo mais acelerado, com medo que percebessem a sua presença. Por sorte ela conseguiu se esgueirar até uma casa minimamente em pé aonde pudesse descansar e ser esconder.

    Como já tinha se alimentado com o fruto da sua magia precisava só de um lugar para dormir e esperar a tempestade passar. Por isso mesmo tinha entrado naquele vilarejo em ruinas cheio de criaturas estranhas. Vasculhou a casa por um colchão e roupas de cama, assim como roupas para ela própria. Encontrou um ou dois lençois velhos e numa cama acabada um colchão ainda util. Ela levou para o segundo andar e lá montou o seu ninho. Já de vestimenta achou alguns vestidos, umas calcinhas e sutiãs, mas nada de maiôs, colãs ou leggings; fato esse que deixou mikaela muito frustada. Ela destetava vestidos, mas não tinha muita escolha senão vesti-los.

    Já com roupas e o seu canto arrumado, ela deitou no seu colchão de palha e seu fechou os olhos para dormir. Teve muito sonhos estranhos, um que Lorelei aparecia pedindo perdão e pedindo Mikaela em casamento, outro bem estranho sonhou que estava no corpo de outra pessoa aparentemente uma mulher oriental num distante reino. No dia seguinte acordou confusa mas renovada, porém com um fato estranho. Bem em frente a ela tinha uma elfa de cabelo loiros a encarando. A sacerdotisa tomou um susto engatinhando para trás com a sua mão esquerda começando a esquentar devido as chamas sagradas.

    - Quem é você e o que quer? - indagou ela.
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    Mensagem por Sailor Paladina em Seg Abr 06, 2020 4:00 pm

    Offtopic: Teste de Observar (para encontrar roupas) 16(+3) =19 Sucesso.

    Mikaela acorda com barulho alto do lado de fora e vê uma pessoa desconhecida a sua frente. Ou pelo menos acreditava estar vendo. Não havia percebido na noite anterior por estar tudo escuro, mas tratava-se de uma pintura pendurada na parede. Uma jovem elfa muito bonita em posição imponente parecia encarar o artista e por tabela os futuros observadores daquela arte. As chamas sagradas em suas mãos se esvaem quando ela percebe que não havia perigo imediato, porém gritos de guerra vindos do lado de fora, chamam a atenção da sacerdotisa. Colocando o corpo contra a parede e espiando pela janela, Mikaela vê vários homens-peixes como os que ouvira falar existirem nos pântanos de Shalana), saindo do mar e tentando atacar humanos na praia que saiam em razoáveis números de dentro da floresta. Algo que chama a atenção nesses humanos, era o fato deles estarem com uma estranha aura esverdeada sobre sua pele e roupas. Mas fora isso, estavam sendo competentes em manter todas aquelas criaturas a distância. Alguns até usam magias clericais de cura e combate que a futa reconhece como sendo de sua deusa. Num determinado momento, a terra treme, desabando parte do telhado da casa em que se encontrava, e os tremores continuam como se fossem passos de um gigante. Mikaela põe a cabeça um pouco do lado de fora pra ver e uma luz vermelha a distrai. Coçando os olhos e reparando melhor, a luz vinha dos olhos de um gigantesco molusco que se preparava pra arremessar um entulho gigante. Ao ser atingida pelos inimigos, a criatura arremessa o entulho na direção da casa que a futa se encontrava.

    Offtopic: Teste de Reflexos 1(+3) =4 Falha. Dano: 18; Mikaela tem 32/50HP

    Embora alguns humanos do lado de fora tenham saltado a tempo e evitado parte dos estilhaços, o movimento foi muito repentino pra Mikaela reagir a tempo e com o piso do segundo andar ruindo, ela cai e parte do telhado cai sobre ela, deixando-a presa sob os escombros. Ainda estava consciente, mas sem a armadura sagrada que concedia mais força, não podia fazer muito além de gritar por socorro. Ela consegue ouvir mais gritos de guerra e e troca de agressões entre os dois grupos enquanto tentava sair de baixo da pilha de metal de madeira. Suas pernas estavam bastante feridas e sangrando, mas ainda as sentia. Dado momento um dos homens peixe ouve os pedidos de socorro da futa e se aproxima com uma lança com intenção de matá-la, mas tem a cabeça decepada por um golpe certeiro de espada vindo de suas costas. Com o corpo da criatura caindo ao seu lado, Mikaela pode ver a autora do golpe. Era a mesma elfa que tinha visto na pintura do quarto e provavelmente a dona do muquifo que encontrou pra passar a noite. A elfa assim como os outros que ela viu na praia também tinha um suave brilho verde sobre seu corpo e a aproximação dela causa certa dor de cabeça e mal estar pra Mikaela. A princípio olhando pra futa como possível ameaça e mantendo a espada em riste, a elfa muda de expressão ao perceber o símbolo de Fenrir no pescoço da clériga. Era idêntico ao seu.
    - Uma futanari forasteira. Posso saber o que faz... ou fazia... na minha casa? Ooh. Uma adepta. Mil perdões, deixe-me ajudá-la.

    Spoiler:
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    A estranha assobia e um casal aparece, ajudando-a remover os escombros que mantinham Mikaela presa. Uma magia de cura lhe é conferida, regenerando as feridas nas pernas e deixando-a em forma. A proximidade de mais pessoas com aquele brilho verde continuava a lhe dar um mal estar ainda maior o que faz com que ela se afastasse intuitivamente. Ela se apresenta como Vignora e seus companheiros Sid e Tila. Por um momento acreditou que Mikaela pudesse ser um dos seguidores de Ursula, conhecida como Bruxa do Mar, uma poderosa sacerdotisa de Shadowlady e que controla muitos mortos vivos na ilha. Não faziam a menor ideia de como Mikaela conseguiu chegar ali sem ser aliciada pela lich. Desde que a Rainha Pirata decretou que a ilha de Porto Longe fosse fechada para todos, quem ficou nela não podia sair e quem chegava nela, geralmente virava uma vítima da bruxa. Porto Longe era disputada por Shadowlady e Fenrir, devido a um imenso tesouro no coração da ilha e motivo do fechamento de Porto Longe pela Rainha. Ela também diz que adoraria poder levar Mikaela junto com eles pra seu templo, mas a futa iria morrer no caminho por causa da bênção de Fenrir ao redor do templo. A bênção não era pra qualquer adepto, principalmente para os vindos de longe.
    - Vou ter que pedir que fique por aqui por mais um dia, para que possamos buscar uma roupa especial pra você suportar a bênção. Não se preocupe. Mandaremos alguns automatas pra mantê-la segura. Tenho certeza que já deve ter visto algum na vida.

    O trio esperaria pra responder algumas perguntas, caso Mikaela as tivesse.
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    Mensagem por Edu em Sab Abr 11, 2020 5:30 pm

    Mikaela já tinha se tranquilizado ao perceber que a mulher não passava de um grande quadro perto da cabeceira da sua cama. Ela respira fundo e começa relaxar, no entanto a sua tranquilidade foi para o espaço com os gritos vindo de lá fora. A futa rapidamente colou no chão e foi se arrastando até um lugar aonde pudesse ver o que ocorria. Parecia que na distancia pessoas enfrentava homens peixes. Vendo tudo isso passou a mão sobre o próprio fronte nervosa, pois tinha mais uma vez se metido no meio de um conflito sem querer. No meio da briga toda um polvo gigante apareceu e atirou um monte de pedra. Demorou alguns segundos para notar que vinha na sua direção, esse atraso na sua percepção foi o suficiente para ser atingida.

    A pedras vieram quebrando tudo e a pontas das vigas de madeira foram se enfiando na pernas de Mikaela antes dela despencar do segundo andar e parar junto com os escombro no térreo. Caida no chão e com as suas coxas e panturrilha sangrando, ela tentou se livrar da pilha que estava, porém descobriu que estava presa. Gritou de dor quando tentou se mexer e para piorar um dos homens percebeu aonde estava e veio ataca-la. Iria enfiar a lança na sua cabeça quando uma espada do nada surgiu e decepou a criatura. O sangue expirou na cara de Mikaela que assustada tapou o rosto com as mãos.

    - Aaaaa - exclamou temendo que fosse levar um golpe.

    Mas para a sua surpresa viu o rosto da elfa do retrato na sua frente. Inicialmente a mulher fica desconfiada dela mas vê o amuleto de Fenrir e relaxa. Chama ajuda e tira Mikaela debaixo dos escombros, o casal que a ajudara curam as suas pernas.

    - Obrigado - faz uma reverencia de agradecido já em pé.

    - Eu apareci aqui por acidente vinda de um porta na praia. Estava perdida acabei chegando nesse vilarejo destruído e me abriguei na sua casa, inclusive imagino que essas roupas que uso devem ser suas - responde Mikaela a elfa.

    Mikaela ouve curiosa a explicação toda de Vignora, bem os automatas ela já connhecia (e muito bem) agora aquela aura verde era estranha nunca tinha visto nada parecido.

    - Que tipo de benção é essa? Sou Cleriga de Fenrir a mais de 8 anos e nunca vi nada parecido, essa aura faz me sentir mal até. Que tesouro tem nessa ilha para dar uma brigar entre os devotos de Fenrir e da Shadow Lady. Já conheci alguns automatas, não tenho problema em fica na presa deles. Imagino que nesse momento eu devo estar presa nessa ilha assim como vocês, não né? - Pergunta Mikaela varias coisas olhando nos olhos da elfa bonita.
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    Mensagem por Sailor Paladina em Dom Abr 12, 2020 3:28 pm

    Mikaela tenta se explicar, mas o trio parecia confuso. Vignora coça a cabeça tentando encontrar sentido nas palavras de Mikaela.
    - Uma porta na praia? Como assim? Você quis dizer um portal mágico?

    A elfa explica que aquela bênção era concedida apenas aos residentes da ilha e passava de geração em geração. Os primeiros a receberem tal bênção viveram pouco, mas seus descendentes nasciam cada vez mais resistentes. A princípio, seus antepassados acreditaram se tratar de uma doença, mas logo ficou entendido que aquilo era uma proteção para afastar piratas e invasores.
    - O tesouro é um imenso artefato da Deusa, capaz de dominar todos os mares do mundo. Nosso Bispo Maxson ilumina o nosso caminho e orienta que não devemos sair da ilha, mas sim protegê-la com nossas vidas até o fim dos tempos.

    Mikaela chega a conclusão de que aquelas pessoas não estava presas ali, permanecendo na ilha por vontade própria. Vignora, Sid e Tila partem enquanto um casal de autômatas se aproxima para observar Mika e mantê-la segura. Outra casa próxima de único andar estava disponível e a futa aproveita pra descansar lá visto que iria demorar mais um dia até ter a chance de investigar a ilha mais a fundo. Vasculhando melhor a casa, aquela até que parecia em melhores condições, com uma pequena sala, cozinha, banheiro e quarto ainda em bom estado de conservação. Mikaela podia pedir por um pouco de privacidade, fazer perguntas ou até comandar que os robôs lhe aliviassem sexualmente que seria obedecida ou respondida do melhor jeito possível. No dia seguinte  Vignora retorna, dessa vez sozinha, mas trazia uma roupa estranha nas mãos, dizendo pra Mikaela vestir. A tal roupa era levemente pesada e revestida de um metal escuro entre as camadas do tecido, dando a sensação de uma armadura de ferro disfarçada de pano. Possuía também um capuz que cobria toda a cabeça e um pedaço de vidro frente ao rosto a permitia enxergar. Frente a sua boca e nariz uma espécie de máscara com dois tubos a permitia respirar normalmente, mesmo com barulhos abafados.
    - Chamados isso de roupa HazMat. É sigla élfica pra materiais perigosos. Vai proteger você dos efeitos impositivos da bênção.

    Sem muita opção, Mikaela segue junto com Vignora na direção do templo sagrado. Os automatas ficariam para trás. A caminhada duraria várias horas até o outro lado da ilha, pois ainda precisavam circular uma montanha no centro dela. Quando mais avançavam, mais Mikaela notava que o cenário mudava ao seu redor. A terra era inóspita, o céu enevoado, árvores pareciam queimadas e a água barrenta. Ao darem a volta, uma frágil ponte de madeira levava ao que parecia um enorme galpão trancado com portas pesadas para dentro da montanha.
    - Bem vinda ao templo de Fenrir. Lá dentro encontra-se o Nucleus. O maior tesouro já concedido a nós meros mortais para protegê-lo. Está pronta pra conhecer o Bispo Maxson e converter-se a nossa causa, senhorita Mikaela?

    Spoiler:
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    Mensagem por Edu em Dom Abr 19, 2020 12:44 am

    - Sim uma porta para outro plano, eu tinha acabado de escapar do plano de infernia e cai aqui nessa ilha. Com ajuda de uma das automatas eu fui teletransportada para cá - Mikaela responde a pergunta sobre a porta.

    Mikaela ouvindo a resposta de Vignora levanta uma sobrancelha. Certamente aquela fala não animava de jeito nenhum a clériga, certamente deveria descobrir um jeito rápido de sair daquela ilha. Saíra de um inferno para outro. Isso a fez fica agitada, sabia que devia ir embora mas a pergunta era como? Precisava de um barco para deixar aquela ilha para trás. Nem quando os automatas chegaram deixou a sua mente sair dessa ideia. Era claro que ela podia pensar em sexo e praticar até a exaustão como tinha feito antes com 2B e 2S, mas a sua mente não estava voltada para isso, nem um pouco. Só pensava em como sair dali.

    A sua burrice, ou pior a sua tolice, tinha feito alguém inocente sob sua responsabilidade pagar um preço muito alto e por isso mesmo quando todos os sinais avisavam na sua mente ela deveria levar a sério. No lugar aonde estava tentou meditar e acalmar os seus animos, já que uma solução para a sua situação não viria com desespero. Assim esperou até os três de antes voltassem.

    Assim que eles chegaram o desconforto de Mikaela aumentou muito, principalmente quando trouxeram a roupa protetora. O que faria naquela momento? Talvez a unica coisa no momento seria jogar o jogo deles. Foi com esse sentimento que seguiu com o trio para o centro da ilha com e conforme foi entrando mais pior a sua sensação foi ficando. Até o momento em que chegou enfrente ao que Vignora chamou de Nucleus.

    - Não - Mikaela respondeu de forma seca - Eu não sinto benção nenhuma aqui, nem nada sagrado. Na verdade eu não quero fazer parte disso, meu desejo é ir embora.
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    Mensagem por Sailor Paladina em Dom Abr 19, 2020 5:21 pm

    A reação de Mikaela a pergunta que fizera a ela, deixa Vignora surpresa. A elfa bate palmas três vezes sobre a cabeça  e se afasta da futa com um salto, enquanto a mesma é cercada por várias pessoas que saíam da lama, ou até mesmo de bunkers no chão. Estavam todos armados com lanças e espadas. Do alto do prédio, Vignora diz:
    - Como eu suspeitei. Você não passa de uma invasora que roubou o símbolo sagrado de um devoto e fingiu ser clériga da deusa! Só queria a localização do nosso tesouro! Tenho más notícias pra você, invasora!

    Vindas de direções diferentes, quatro flechas cortam o ar e perfuram a carne da futa, penetrando suas pernas e seu braços. Vignora salta de novo pra frente de Mikaela apontando duas flechas ao mesmo tempo na frente dela, dizendo que uma era pra cabeça e a outra pro coração. A elfa diz friamente:
    - Diga suas últimas palavras, herege!

    game over.  What a Face  Twisted Evil

    Spoiler:
    Mikaela não ganha tempo pra responder ou sequer se mover. Vignora dispara as flechas, mas os projéteis rebatem em alguma coisa invisível no meio do caminho, surpreendendo a elfa. Quando olha ao redor pra ver o que poderia ter causado isso, uma das automatas surge com extrema velocidade, interpondo-se entre as duas. Vignora pergunta qual era o significado daquela atitude e a automata responde olhando fixamente nos olhos dela.
    - Nossa principal diretriz é de proteger os sacerdotes da Deusa Fenrir.
    - Você não ouviu o que eu disse, lata velha? Essa futa é uma farsante! Ela roubou um amuleto e finge ser quem não é!
    - Sua afirmação está incorreta. Cesse suas hostilidades.

    Vignora olha ao redor e vê seus próprios seguidores baixarem as armas, deixando-a irritada. A elfa diz que todos ali iriam se arrepender de acreditarem numa máquina e deixa a cena. O fato é que sangrando e sentindo dor com as flechas ainda em seus membros, Mikaela cai de joelhos, mas é acudida pela automata que a coloca no colo e segue na direção do prédio antes fechado. A futa perde os sentidos.

    Mikaela desperta sob o céu noturno com uma luz amarela forte sob seu rosto. Seus ferimentos já haviam sido curados e cicatrizados. Observando melhor, ela estava onde surgira pela primeira na ilha. Ao seu redor, homens e mulheres, vestidos em robes clericais, além de alguns automatas a observavam, esperando que acordasse. Um deles se destaca quando se aproxima de Mikaela. O homem apresenta-se como Maxson e diz estar surpreso que a velha máquina de teletransporte ainda funcionasse. Não havia feito reparos nem acumulado eletricidade nela por anos. Além disso, na necessidade de isolar a ilha, nunca se importou com sua manutenção. Contudo por um acaso do destino, a Deusa mandara alguém de fora para encontrá-los. Provavelmente um sinal. Talvez a Deusa quisesse que todos os seus seguidores tivessem como encontrar uns aos outros. Era o que diziam seus sonhos proféticos. E se as profecias estivessem corretas, Mikaela era a chave para o começo disso tudo. Ela precisaria encontrar e ativar os portais em todo o mundo de modo a unificar todos os sacerdotes de Fenrir.
    - Eu não esperava que um dia fosse ver a Escolhida, moça, mas se aceitar essa missão da Deusa, terá prestígio a nível mundial pelo que fará por nós... Aqui, acho que isso lhe pertence...

    Maxson entrega o mesmo equipamento que Mikaela possuía antes de ser raptada por Grigory e espera que a futa se equipasse antes de pedir que ela ficasse no centro da máquina. Como não havia eletricidade pra ativar, seria necessário que os automatas se sacrificassem com esse propósito. Se um dia Mikaela pudesse retornar com alguma forma que pudesse manter o portal funcionando permanentemente, seria de extrema utilidade. O Bispo toca a testa de Mikaela e pede desculpas pelo que alguns de seus seguidores a fizeram passar, especialmente Vignora. Ele se distancia e dá o sinal para que os seis automatas passassem sua energia para a máquina, ativando o portal. Os robôs entram em circuito e caem no chão inertes enquanto a máquina começa a ativar. Ao contrário do que viu em Infernia, Mikaela vê quatro bolsões com diferentes cenários que ela poderia atravessar: um deles possuía o céu vermelho com lava escaldante descendo por vulcões. Outro continha prédios cobertos de gelo e a neve caía constante. O terceiro deles continha montanhas e florestas sob nuvens densas e o último misturava um deserto em meio a florestas tropicais. Os bolsões iam ficando menores com os segundos passando e logo Mikaela não poderia mais atravessá-los se pensasse demais. Contudo, ela vê ainda uma espada atravessar o peito do Bispo Maxson. Por trás dele, uma sádica e desnuda Vignora dava um tchauzinho pra Mikaela.
    - O tesouro da Deusa será meu! Adeus, sua farsante!

    vignora:
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    Mensagem por Edu em Sex Abr 24, 2020 11:43 am

    Mikaela não se surpreende com a reação de Vignora ela parecia ser realmente uma fanática. A futa fechou os olhos quando viu os seus inimigos surgindo do nada, provavelmente estava acabada. Caiu no chão quando a quatro flechas atingiram ela já esperava pelo seu golpe fatal, porém inacreditavelmente uma das automatas a defendeu no ultimo momento.

    Suspirou e foi acolhida pela 2B mas mesmo assim perdeu os sentidos. Acordou novamente no meio da praia com um momento de gente envolta um deles se apresentou como o clerigo Maxson e falou sobre ser a escolhida, Mikaela olhou para o chão lembrando do seu encontro em pessoa com Fenrir e respondeu:

    - Acho que é o destino então, eu tenho uma missão a fazer e uma bem grande.

    Mikaela pegou seu equipamento antigo e começou a vesti-lo. Era bom estar de volta na sua armadura, certamente não se sentia bem estando nas roupas daquela fanatica da Vignora. Tendo terminado de se equipar rumou ao portal para partir. Ficou triste pelos automatas que se sacrificaram para que ela pudesse viajar, mas tinha que continuar. Quando ia atravessar para outro reino, uma espada atravessou de surpresa o peito de Maxson e a velha conhecida apareceu por trás.

    O rosto de Mikaela se encheu de espanto com a cena, mas ela não falou nada. Atirou-se no portal indo em direção ao bolsão com florestas tropicais e montanhas. No seu coração estava a promessa de que voltaria aquela ilha com um exercito e mataria Vignora.
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    Mensagem por Sailor Paladina em Qua Abr 29, 2020 6:19 pm

    Mikaela adentra o portal com o coração sentindo um misto de remorso e desejo de vingança, mas um dia aquela traidora iria pagar pelo que fez. Atravessando o portal, a futa fica meio desorientada a princípio, mas logo recobra os sentidos. Olhando ao redor, percebia estar rodeada por árvores frondosas, um riacho puro próximo corria próximo a ela, o que lhe dava uma certa lembrança de Shalana. O mesmo maquinário que viu em Infernia e em Porto Longe estava ali onde surgiu, porém as partes mecânicas estavam enferrujadas e cheias de musgo, cipós e folhas, devido ao tempo em desuso. Pra sua sorte, sua chegada não fez barulho, permitindo que ela pudesse fazer reconhecimento do terreno sem chamar atenção ou ser pega de surpresa. Após algum tempo caminhando sem rumo, Mika vê o que parecia ser uma estrada de barro indo em duas direções, uma em direção a uma planície aberta e a outra indo mais fundo nas árvores. A futa ouve as cascos pesados de cavalos vindo na sua direção, além da poeira que os mesmos levantavam e se esconde atrás de uma árvore. Pelo menos quatro cavalos com futanaris vestindo armaduras exóticas passam com rapidez por ela sem a notarem e seguem na direção da floresta. Estava longe o suficiente pra poder ver onde elas iam e ainda continuar segura escondida. Sem muita escolha pra onde ir, Mikaela segue as futas sempre mantendo distância segura e vê onde elas pararam. Estavam diante de uma carroça cheia de tapetes enrolados onde algumas futas mascaradas seguravam reféns com adagas em suas gargantas. A aparente líder das futas armaduras se pronuncia, sendo respondida pela líder das mascaradas.

    - Seus dias de crime acabaram, Sol Katti! Entregue a refém, a carroça e ajoelhe-se! O mesmo pras suas comparsas. Prometo que deixarei chuparem nossos pênis, antes de serem presas, julgadas e enrabadas em praça pública!
    - Hah! Isso não me parece nem de longe um bom negócio, Capitã Minerva! (diz a futa mascarada acendendo uma tocha com um estalar de dedos). Dêem mais um passo e queimo essas tapeçarias caríssimas. Quero ver o que sua rainha dirá. Provavelmente irá comer o seu cu na frente das suas soldadas...

    A capitã ainda em posição de ataque recua um pouco e questiona quais eram as exigências da bandida. Sol percebendo ter a vantagem na negociação diz que quer apenas dinheiro e vai ficar com os tapetes pra vendê-los por fora. Se a Rainha os quisesse, que comprasse de atravessadores. A refém podia ir com elas. Minerva diz que aceita os termos e faz um sinal pras suas subordinadas baixarem as armas. Mas deixa bem claro que aquele foi seu segundo e último roubo de carruagens reais. Aquelas que não possuem lealdade a rainha não têm lugar em Asamura.
    - Não devo lealdade a uma usurpadora, mãe. Você sabe muito bem quem é a verdadeira rainha de Asamura. Seu código de honra é deturpado.
    - Não me chame assim, sua filha da puta. Você deixou de ser minha família quando traiu sua pátria. Vou ver você e sua "rainha" na masmorra um dia. Seus dias de liberdade estão contados.

    A refém sobe no cavalo de Minerva e a capitã observa Sol Katti e suas parceiras subirem na carroça partindo na direção contrária. Minerva faz um sinal com a mão seguindo para o outro lado. Mikaela vê que todas ali presentes na cena com exceção da refém, eram futanaris. Nunca tinha visto tantas delas juntas. Se a sacerdotisa iria seguir qualquer um dos grupos, a hora de escolher era aquela. Ou opcionalmente poderia ir na direção que foram sem entrar em contato com elas. Ou talvez ir pra um lugar completamente diferente delas.

    sol katti e minerva:
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    Mensagem por Edu em Qua Maio 06, 2020 4:05 am

    Mikaela caiu com força no chão enferrujado da maquina de teletransporte. Fica um pouco tonta por causa da batida no chão assim como os efeitos da viagem, aos pouco a sensação vai passando. Ela se levanta e percebe assim como sente no seu corpo que estava com a armadura dada por Fenrir. Um alivio percorre o seu corpo, pelos ela agora tinha alguma proteção diferente de antes.

    Já beira de uma estrada ela escondida vê cavalos passando rápido, Mikaela os segue. Queria ter pelos menos uma noção do que acontecia naquele lugar antes de começar a realizar a sua missão de reativar o portal. Após alguns momentos seguindo a uma distancia segura chega até uma cena. Era algo que a cleriga não esperava ver, uma negociação de roubo e sequestro. Riu quando a futanari samurai fez a proposta das bandidas chuparem seus paus antes das bandidas serem presas. Ficou pensando por alguns segundos no diabos da proposta, tudo bem que era bom chupar pirus, mas isso não era uma oferta de se fazer a uma deliquente.

    A cena se desenrolou e os dois grupos acabaram chegando a um acordo, mas uma fala chamou a atenção de Mikaela. A tal Sol Katti chamou Minerva de mãe? Isso queria dizer que a proposta anterior era um incesto! Chocou-se por um ou dois segundos antes de ver tudo terminar. As reféns tinham sido libertadas e as rebeldes tinham ficado com os tapetes e cada parte interessada seguiu o seu caminho. No lugar aonde estava ficou a refletir.

    - Bem o que tinha visto era algo definitivamente. Uma possibilidade de Incesto e aparentemente uma guerra civil, parece que tenho muito a aprender sobre esse lugar - Pensou ela.

    Era melhor não se meter e nenhuma dessa partes por enquanto. O que devia fazer é focar em achar uma fonte de energia e gente capaz de reativar o portal, ou seja, proximo destino a cidade mais próxima. Provavelmente as samurais tinham vindo de alguma cidade, então era melhor seguir elas. E assim Mikaela começou a andar na direção a representantes da rainha tinham indo.
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    Mensagem por Sailor Paladina em Sab Maio 09, 2020 12:58 pm

    Mikaela opta por seguir a trilha das futas lideradas pela Capitã Minerva e segue a estrada saindo da floresta, podendo ver a distância uma cena indescritível. Uma enorme cidade despontando no horizonte, com estradas bem movimentadas: carroças, carruagens e dezenas de pessoas entravam e saíam da cidade. Não via algo parecido com isso desde sua rápida passagem pelo reino de Yelena e mesmo assim nada tão parecido no visual dos prédios. Mikaela cerca de vinte minutos pra começar a se aproximar da estrada principal, quando percebe a aproximação de uma carroça carregando feno e alguns tipos de plantas que ela desconhecia. Uma futa de meia idade que guiava o veículo percebe a sacerdotisa e faz o cavalo parar, oferecendo carona.
    - Ooah! Vejam só o que nós temos aqui. Uma estrangeira! E pelo símbolo sagrado, deve se tratar de uma pessoa de fé. Muito embora eu não reconheça a divindade...

    Madame Megumi:
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    A futa diz que se a estrangeira optasse por tentar entrar desacompanhada em Edo, era certo que seria interrogada pelas autoridades e vista como suspeita, possivelmente até abusada sexualmente pra falar tudo o que sabe. Mikaela sobe na carroça e a futa sorri, oferecendo um chapéu circular estranho, idêntico ao dela em sua cabeça. As duas saem conversando no caminho e se apresentam. Madame Megumi pede que Mikaela não levasse a mal o jeito que as futas de Edo se comportavam. Pra ser uma autoridade na cidade imperial, agressividade era um pré-requisito. Ainda mais se tratando de uma bandida ou alguém de fora, como era o caso da clériga. A carroça se aproxima do portão principal e embora uma das guardas dê uma encarada em Mikaela, a carroça não é parada. Havia muita gente passando e a cidade não estava em alerta de qualquer forma. A impressão que Mikaela teve do lado de fora, é renovada quando observa tudo por dentro. Prédios em formatos exóticos, pessoas vestidas com roupas diferentes. Algumas inclusive praticando exercícios estranhos levantando os braços e as pernas em posições suaves e circulares como quem praticava magia arcana e estava começando. Megumi conduz a carroça até um estábulo próximo onde algumas mulheres começam a descarregar o conteúdo da mesma. Uma delas tropeça e quase derruba um vaso. Megumi estala um dedo e a moça retorna, virando de costas e levantando o vestido pra levar uma sonora chibatada de uma vareta de bambu que fica a marca e faz a moça gritar de dor.
    - Mais cuidado com isso. Se quebrar vai levar 20 cipuadas!
    - Perdão, Madame Megumi! Tomarei mais cuidado!

    Megumi volta sua atenção a Mikaela e diz que ali era o bairro humilde da cidade, onde ela poderia arrumar um local pra dormir e comer em troca de algum serviço. Também avisa pra evitar a área nobre da cidade. Ali era um espaço apenas pra gente rica ou de reputação notável, além de algumas autoridades. Outra dica importante que a madame oferece:
    - Não seja educada com mulheres. A menos que sei la, entre quatro paredes. Aqui fora pega muito mal.

    Megumi ri e cruza os braços suspirando. Diz que nem conhecia a futa direito e já estava dizendo como ela devia se comportar. Aquilo era opcional, porém era importante que Mikaela soubesse que em Asamura tudo era preto no branco. Ou um ou outro: Se a estrangeira optasse por demonstrar fraqueza ou no fundo fosse uma futa submissa, era um caminho sem volta. Seria tratada como mulher por qualquer futa que reconhecesse seus trejeitos. Mas que ela não se preocupasse tanto. Sempre havia uma vaga pra gueixas em seu bordel, futas viadas, mulheres e até outros tipos.

    Edo, Capital Imperial de Asamura:
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    música tema do cenário:
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    Mensagem por Edu em Seg Maio 18, 2020 11:14 am

    Foi caminhando no rumo de onde as samurais tinham ido que ela acabou encontrando com uma carroça. Uma futa veio falar com ela, primeiro falando que era estrangeira e depois comentando sobre o seu simbolo sagrado. Mikaeal parou de andar e olhou Megumi

    - Sou devota de Fenrir a deusa do conhecimento.

    Depois da fala de Megumi sobre entrar em Edo desacompanhada a cleriga acaba aceitando a carona e vai sentada ao lado da futa na carroça. Boa parte do caminho ela vai apenas ouvindo sobre o lugar em estava sem responder muito. Naquele momento precisava de conhecimento acima de qualquer coisa, pois tinha uma missão a fazer. Não sabia de fato o quanto seria complicada ou não. O lance da agressividade seria bem complicado, pois Mikaela era uma pessoa doce e carinhosa, não era alguém de personalidade mais dura.

    No momento em que Megumi dá uma varada na bunda de uma das carregadoras. A cleriga finge não ter visto a cena e desce da carroça já procurando um novo rumo para se dirigir.

    - Tem alguém que entende de energia por aqui? Ou alguém que tenha conhecimento de Fenrir? - Mikaela olha ao redor e volta a falar - Tentarei evitar os bairros ricos da cidade, mas imagino que uma hora ou outra terei que ir lá.

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    Mensagem por Sailor Paladina em Seg Maio 18, 2020 1:43 pm

    Mikaela revela ser devota de Fenrir, mas a samurai demonstra não fazer ideia de quem seja, referindo-se a ela como uma deusa pagã. Em Asamura só existem duas deusas: Yin e Yang, que representavam a luz e as trevas. Aquela coisa de deusas representando diversos arquétipos como natureza, conhecimento, magia, e outros, era pura invenção de ignorantes pra complicar a vida de pessoas humildes. Quem criava o bem e o mal, a ordem e o caos eram as próprias pessoas. As palavras de Megumi eram ofensivas pra Mikaela, mas a futanari falava com total naturalidade. Era uma questão cultural milenar que a sacerdotisa jamais conseguiria mudar com algumas palavras. Mais tarde quando Mikaela pergunta sobre energia elétrica, Megumi a fita com curiosidade e depois leva a mão ao queixo por instantes querendo lembrar de algo. De fato ela já ouviu falar de magas e feiticeiras capazes de conjurar raios e até monges com técnicas de redirecionar tais raios pra alguma direção específica. Escolas de magia ou de artes marciais eram bem comuns em Asamura e Mikaela não iria precisar ir muito longe pra encontrá-las. Como já dissera antes, ela não vai encontrar nenhuma devota dessa divindade pagã que seguia. Megumi cruza os braços e suspira pesado olhado sério pra Mikaela.
    - Olha só. Você é uma estrangeira sem muito conhecimento da nossa cultura. Eu tenho a impressão de que você vai se meter em problemas bem rápido... Eu tenho uma proposta, se você não se importar...

    Megumi alisa a genitália por cima da calça olhando com sorriso safado pra Mikaela e pergunta se ela não aceita ser uma de suas gueixas e topar dar a bundinha pra suas clientes. Receberia um salário semanal, uma pulseira de sinete pra que fosse reconhecida como empregada e a capacidade de andar por ai com maior liberdade. Megumi afirma que não era a mesma coisa que escravidão. As escravas usavam coleiras. Ela continuaria sendo vista como uma futa inferior, mas já era um começo. Caso fosse abordada por qualquer futa, bastaria mostrar a pulseira que seria deixada em paz. Megumi era bastante conhecida e respeitada na Capital. Ela poderia andar durante o dia e conhecer a cidade e de noite vir trabalhar. Suas clientes eram em sua maioria soldadas, capitãs e as vezes até nobres atrás de alguma aventura extraconjugal, que enchiam a cara de saquê e e então pediam o cuzinho de alguma futa ou mulher submissa. Algumas delas faziam pedidos mais específicos que custavam mais caros, especialmente as nobres. Enquanto explicava sobre seu trabalho, Megumi é interrompida por uma figura peculiar que chama bastante a atenção de Mikaela. Era um rapazinho miúdo vestido feito uma ninja prostituta que se ajoelha diante da mestra e lhe oferece um pequeno pacote.
    - Aqui está o pagamento como pediu, madame Megumi.
    - Excelente, Shingo. Como sempre você é eficiente e pontual. Quero lhe apresentar uma amiga. Esta é Mikaela, uma futa estrangeira.

    Shingo:
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    Shingo observa Mikaela por alguns segundos e faz uma reverência, sem dizer palavra. Megumi o manda retornar pra sua estalagem e volta a falar com Mikaela com um ar totalmente apaixonado.
    - Aaaai, ele não é LINDO? Isso ai é o que chamam por ai de homem! Eu achava que os homens eram tipo as futas, só que mais feios... Não fazia ideia de que na verdade eles eram futinhas super afeminadas. Jóia rara importada que me custou os olhos da cara!

    Dessa vez era Megumi que parecia uma completa ignorante do mundo afora. Era perceptível que ela nunca viu um homem de outros reinos. Tampouco sabia que sua antiga suposição sobre a aparência deles estava correta. De um jeito ou de outro, Megumi põe as mãos na cintura e volta a questionar Mikaela.
    - Topas? Não precisa responder de imediato. Pode sair por ai e pensar a respeito, mas como eu disse, cuidado pra não se meter em problemas.
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