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    Golu II (SP) - Bahamut

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    Golu II (SP) - Bahamut - Página 3 Empty Re: Golu II (SP) - Bahamut

    Mensagem por Sailor Paladina em Ter Abr 28, 2020 8:58 pm

    Golu chama Skulltulla pra vir junto a fim de retornar a orquisa pra sua tribo e a mesma se mostra triste com isso, mas não reclama. Embora não tivesse encontrado muita ação no pouco tempo que esteve longe da vila, pelo menos o combate com Ashelia foi divertido. O grupo teletransporta pra Karthak com a ajuda de Edelgard e acaba tendo uma surpresa com a cena inusitada no templo. Sibil estava tenso ao ser pego de surpresa daquele jeito, mas Golu atenua as coisas fazendo as apresentações. A futanari parecia excitada com o trejeito de Sibil e tenta esconder isso apertando as pernas e pondo a mão na frente do pênis. Edelgard caminha até Sibil e circula ao seu redor fazendo elogios a aparência dele. Sibil sentia-se como comida de tubarão acompanhando a rainha com o olhar. Depois de deixar todas as esposas juntas na cabana de Fafnir e dedicar um pouco de carinho a cada uma, Golu chama Skulltulla pra voltar pra sua aldeia. Já estava escurecendo, mas isso não era problema para os dois, visto que eram guerreiros capazes e tinham razoável visão no escuro. No caminho enquanto conversam, Skulltulla presta bastante atenção nas palavras de Golu e elogia o fato dele ser o mais sábio entre todos os chefes que conhecia. Seu pai sendo um xamã era mais sábio ainda, mas certamente ficaria orgulhoso com a sagacidade do líder dos ogros. Sobre o que ele fala de casamento, Skulltulla suspira e responde:
    - Sim eu entendo a cultura patriarcal de nossas raças, mas farei de tudo pra ser a esposa mais inteligente. Eu até pediria pra meu pai deixar eu casar com você, chefe Golu, mas você tem seis esposas e dessas seis, TRÊS são muito mais competentes do que eu em qualquer assunto...

    Skulltulla diz que ficaria no mesmo nível de Allura, Lillith e o rapazinho frangote lá do templo, sem muita moral. Por sinal ela diz que notou um interesse da Edelgard pelo Sibil. Conhecia as futanaris de longa data e sabia que essas meio fêmeas tinham um desejo contido de dominar machos fracos. Com o colar da deusa, Golu entendia com maior facilidade algumas das palavras difíceis ditas pela orquisa, como "patriarcal", "competente" e a tal atração das futas por machos inferiores. Golu inclusive lembra que Allura também sentia atração por Lillith, Sibil e algumas das futas que encontraram no caminho. A súcubo podia não ser uma futanari, mas provavelmente via a si mesma como superior a outras fêmeas e a alguns machos. Era uma curiosidade só fazia sentido agora com sua sagacidade aumentada. Golu e Skulltulla chegam a vila do orcs já no meio da noite e despede-se da jovem orc prometendo um favor a ela. Agradecida, Skulltulla dá um abraço em Golu embora os braços mal chegassem nas costas dele e sua cabeça estivesse um pouco na altura do umbigo do meio ogro e acena pra ele. Diria ao seu pai quando ele acordasse que Golu foi um grande cavalheiro em todo o momento que passaram juntos. Golu entende que Skulltulla o chamou de marido exemplar e educado. Era uma palavra bonita e ouvir essas palavras até que aumentava seu vocabulário.
    - Até um outro dia, Chefe Golu!

    Golu leva cerca de cinco horas ida e volta, chegando já perto da meia noite em sua tribo. Ele entra na cabana de Fafnir apenas pra ver um extremo bacanal rolando solto entre suas esposas. Nada realmente inesperado até ali, visto que eram todas super fogosas e estavam na seca a espera de seu macho. Ashelia e Fafnir num canto chupavam uma a outra nas bucetas em um sessenta e nove gostoso. No centro uma cena que deixa Golu um pouco confuso a primeira vista. Edelgard estava deitada nua, cabeça no travesseiro e olhos fechados, uma mão num dos seios e a outra repousando na cabeça de Sibil, sentindo-se no paraíso. Sibil estava de quatro chupando o pau de Edelgard enquanto era penetrado no cu por ninguém menos que Allura, que agora possuía um pênis! Lillith beijava Allura na boca e ordenhava as bolas de Sibil. Ao verem Golu, as esposas acenam pra ele, convidando-o para se unir a festinha. Allura diz que tinha uma ótima notícia pra Golu. A futa ensinou a súcubo como se tornar futa temporariamente com magia, enquanto ela ensinou a Edelgard como retrair o pênis e ficar com uma buceta. Significando que as duas agora podiam trocar de sexo a vontade. Ashelia, Fafnir e Lillith comentam que preferem mil vezes ficar sempre como fêmeas e ainda bem que nem conheciam magia.
    - Esse negócio de ser macho não é pra mim. Prefiro pau.
    - Fafnir concorda com Ashe, prefere ser femea.
    - Se fosse pra eu ter um pinto ia parecer com o Sibil. Eu iria continuar tomando no cu...
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    Mensagem por bahamut em Qua Maio 06, 2020 12:49 pm

    Golu volta pensativo. Ele realmente imaginou que poderia retornar com mais uma esposa. Mas não se abala com isso. Ele deve um favor a Skulltula e acaba gostando disso. Isso quer dizer que ele pode ter outra chance com ela.

    Gou retorna para sua casa e tem uma surpresa maravilhosa. Uma orgia com suas esposas deixando-o boquiaberto, tamanha a beleza da cena. Ashelia e Fafnir num canto chupavam uma a outra nas bucetas em um sessenta e nove gostoso. No centro uma cena que deixa Golu um pouco confuso a primeira vista. Edelgard estava deitada nua, cabeça no travesseiro e olhos fechados, uma mão num dos seios e a outra repousando na cabeça de Sibil, sentindo-se no paraíso. Sibil estava de quatro chupando o pau de Edelgard enquanto era penetrado no cu por ninguém menos que Allura, que agora possuía um pênis! Lillith beijava Allura na boca e ordenhava as bolas de Sibil.  Ao verem Golu, as esposas acenam pra ele, convidando-o para se unir a festinha. Allura diz que tinha uma ótima notícia pra Golu. A futa ensinou a súcubo como se tornar futa temporariamente com magia, enquanto ela ensinou a Edelgard como retrair o pênis e ficar com uma buceta. Significando que as duas agora podiam trocar de sexo a vontade. Ashelia, Fafnir e Lillith comentam que preferem mil vezes ficar sempre como fêmeas e ainda bem que nem conheciam magia.
    - Esse negócio de ser macho não é pra mim. Prefiro pau.
    - Fafnir concorda com Ashe, prefere ser femea.
    - Se fosse pra eu ter um pinto ia parecer com o Sibil. Eu iria continuar tomando no cu...

    Golu se aproxima de Lillith por trás, agarrando a pela barriga e sussurrando em seu ouvido.

    Golu: - Gosta de tomar no cu né?

    Golu então já de pau duro, aponta ele para o cu de Lillith e a penetra o máximo que consegue. O grito que ela deu foi forte e alto. Golu puxou o pescoço dela para cima e a beijou com quase metade do seu pau enormemente grosso enterrado no cu de Lillith. Ela estava com o corpo quase suspenso, as pernas bem abertas e os braços se movendo sem direção nem ritmo. Sua barriga inchada mostrava o desenho da cabeçorra o pau de Golu dentro dela, se movendo com estocadas lentas. Ela gemia forte em meio ao beijo com Golu e todos pareciam compartilhar suas relações sexuais com os outros, sentindo os gemidos entrarem em seus ouvidos e vibrarem os seus sexos. O cu de Lillith era muito bom e Golu a beijava cheio de tesão enquanto a fodia. Ela tremia toda com o beijo e a foda, não demorando para alcançar o êxtase, soltando o peso do corpo. Golu a deitou com a bunda para o alto enquanto ela tinha leves espasmos e gemia com a lingua para fora, salivando e lacrimando. Então Golu foi atrás de Allura, que fodia Sybil.

    O cuzinho dela sempre foi o mais guloso e gozar dentro dele sempre teve as reações mais exageradas. Golu então segurou-a pelos cabelos e apontou seu pau no cu da súcubo, enterrando lentamente. Ela que já estava muito excitada, gozou com a estocada, enchendo o cu de Sybil com sua porra quente. Sybil por sua vez também goza, ejaculando no chão pelo seu pequeno pau. Golu porém não dá bola e continua penetrando em Allura até o talo, fazendo Allura perder o fôlego com o pescoço inchado devido à cabeçorra do pau de seu marido ali alojada. Golu estava com muito tesão e começou a foder o cu de Allura com mais força do que fodeu Lillith. A barriga de Allura inchava e esvaziava, o pescoço dela também tinha a mesma reação, o cu e a garganta dela faziam sons obscenos e ela continuava a foder Sybil com os movimentos fortes de Golu atrás dela. Sybil estava nas nuvens com a gozada e a foda continuando, engolindo o pau de Edelgard até o talo e massageando-o com o fundo de sua gargana até que essa gozasse também, despejando o seu sêmen no estômago de Sybil.

    Allura estava quase desmaiando com os olhos fora de órbita e o corpo suspenso pelos chifres, que seu marido segurava. Golu ajeitou o corpo dela para que este ficasse paralelo ao solo enquanto a fodia forte e com o dedo, convidou Sybil para beijá-la. Sybil engatinhou e com uma mão no rosto de Allura beijou seus lábios, invadindo com a língua o mais fundo que conseguia, vez ou outra alcançando com ela, a cabeça do pau de Golu. Golu sentiu o carinho e acabou gozando forte dentro de Allura. Aquela cena já havia se repetido um ou duas vezes com Allura tendo sua barriga dilatada, como se fosse de uma grávida, tamanha a quantidade de porra que saía do pau de Golu. Esse depois estocou até o talo, gozando pela garganta dela e fazendo-a regurgitar o seu sêmen, diretamente na boca de Sybil, que se esforçou para engolir tudo. Depois Golu a ajeitou no chão com os joelhos apoiados e o rosto escorado no solo, para poder retirar seu membro sem que ela se machuque. Assim que ele terminou de sair de dentro, seu sêmen jorrou para fora mas Sybil, Edelgard e Lillith já estavam à espreita e de bocas abertas tomaram a fonte de porra em seus rostos e bebericaram o máximo que conseguiam, lambendo e sugando do cu de Allura quando necessário.

    Golu respirou forte e as batidas de seu coração soavam em seu corpo quando Fafnir e Ashelia o abraçaram, uma de cada lado. Acariciando e beijando o corpo do meio ogro, as duas agarraram o enorme falo dele e se esforçaram para conseguir mais uma ereção. Com carinho elas deitaram Golu no chão e o excitaram com todas as artimanhas possíveis. Seus belos corpos eram mais do que suficientes para Golu, mas elas queriam mais. Esfregaram-se em Golu de todas as formas, sentaram em seu rosto, rebolando seus quadris para a língua forte do meio ogro e lamberam juntas o falo enorme do mesmo. Em pouco tempo Ashelia já o cavalgava, sentindo sua buceta alargar novamente com o pau grosso do marido e forçando para senti-lo até o fundo, pressionando seu tórax e inchando a região aonde fica a boca do estômago. Fafnir Beijou Golu com sofreguidão enquanto ele lhe dedilhava o cu, depois sentou em seu rosto para ele lhe lamber as intimidades enquanto ela lambia o pau dele, que temia em não penetrar profundamente Ashelia.

    Golu abria bem a bunda de Fafnir para lamber e enfiar sua língua nela e fazê-la gozar bem gostoso. Foi assim até as duas gozarem, Ashelia sentava com força mas no fim, apenas tinha força para rebolar no mastro de Golu enquanto Fafnir gozou mordendo o mesmo mastro. As duas então trocaram de lugar, Fafnir sentou no pau de Golu, tremendo e gemendo enquanto sentia ele enterrando o máximo que conseguia. Ashelia sentou no rosto de Golu com uma mão segurando a cabeça dele, esfregando-se nele e guiando sua boca para o cu dela. As mãos de Golu acariciavam o corpo dela, cintura, barriga, seios, coxas, e ela gemia gostoso com o carinho. Fafnir por sua vez apoiava em Golu e jogava o seu quadril com toda a força contra seu marido, sentindo a cabeça do Pau dele se chocando contra suas costelas. A sensação de ser invadida, de ter suas entranhas desviadas e entortadas, de ter sua barriga deformada e suas costelas sendo golpeadas pareciam lhe causar ainda mais tesão e ela gemia com um sorriso obsceno, vez ou outra deixando sua língua escapar.

    Ashelia viu isso e tomou a língua de Fafnir com um beijo e ambas gozaram juntas assim, se entregando à exaustão logo depois. Golu ainda estava com tesão e suas bolas estavam cheias novamente, pronto para gozar forte. Olhou novamente para suas esposas e viu Edelgard beijando Sybil, um acariciando o pau do outro. Com um sinal ele chamou os dois que vieram engatinhando até ele, virando de costas em seguida. Golu começou por Sybil, colocando o seu pau lentamente no cuzinho do pequeno meio-elfo. Esse fez uma cara de dor e soltou um gemido afeminado, levando o seu rosto ao chão e gemendo a cada estocada de seu marido. Golu estocou forte em seu homem-esposa, tomando cuidado para não penetrar muito fundo e enxergando o pequeno cu de Sybil completamente arrombado. Sybil pede ao seu marido para enfiar mais fundo e Golu atende o seu pedido, estocando forte dentro do pequeno meio-elfo e arrancando-lhe um orgasmo poderoso. Em seguida Golu acariciou a bunda de Edelgard, lambeu-a com carinho, lubrificando bem o seu cuzinho para depois penetrá-la lentamente.

    Edelgard sentiu novamente a sensação boa de ser fodida pelo seu marido, que mesmo com um falo tão grande, conseguia lhe extrair gemidos e expressões de prazer. Golu queria penetrá-la o máximo que conseguia. Ela gemia forte e usava as mãos para abrir mais sua bunda. Golu sentia o cuzinho apertado de Edelgard e os gemidos dela aumentando. Com força ele consegue introduzir metade do mastro dentro dela, que já toda arrombada começa a se perder de tanto tesão. Ele então agarra a cintura dela e aumenta a velocidade das estocadas até gozar no cu de Edelgard. A porra começa a inundar as entranhas dela, que treme e goza com a sensação de ter sua barriga inflada com tanta porra. Ela também ejacula mas perto de Golu, são apenas gotas de sêmen. Edelgard descobre sentir tesão pelas entranhas e em orgasmos múltiplos com os jatos de porra dentro de si, caindo de lado enquanto derrama a porra de Golu pelo cuzinho alargado. Golu olha para aquela cena e sorri. A porra que escorria de Edelgard já começava a ser lambida pelas esposas que ainda tinham energia para tal, para a alegria de Golu, que adorava ver suas esposas como vadias viciadas em porra. Ele então as pega no colo e as coloca em sua enorme cama para que pudessem dormir e descansar, acompanhando-as.

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    No dia seguinte Golu acorda renovado. Nu ele sai de sua casa e admira a vila, funcionando bem, todos trabalhando em seus afazeres e o cumprimentando naquela manhã agradável. Ele espera suas esposas acordarem para que continuem com seus afazeres.
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    Golu II (SP) - Bahamut - Página 3 Empty Re: Golu II (SP) - Bahamut

    Mensagem por Sailor Paladina em Sab Maio 09, 2020 7:19 pm

    Golu caminha por sua vila recebendo acenos de todas as fêmeas por quem cruzava e admiração do povo, que sabia estar protegido por um chefe abençoado pela deusa. Contudo Golu sabia que não poderia ficar muito tempo na cidade e logo teria de partir. Já havia definido onde suas esposas ficariam e precisava partir sem demora com Sibil para a fronteira de Minoara. Durante o meio tempo em que Golu visitou todas as áreas de sua cidade, Edelgard e Lillith esclareciam ao meio-elfo sobre sua importante missão e tudo o que ele precisava saber.  Quando Golu retorna, vê que já tinham arrumado o rapaz, cortado o cabelo dele pra ele parecer mais masculino, embora a tentativa fosse meio fútil, ainda mais com a voz fina dele, mas talvez os minotauros relevassem isso, devido a raça dele. Seria até pedir demais que um elfo tivesse um físico apropriado. Sibil se aproxima de Golu e o abraça beijando sua barriga, afinal era o que sua altura diminuta permitia e olha pra cima pra encará-lo nos olhos e dizer que estava muito agradecido pela honra de acompanhá-lo e que não o decepcionaria. Edelgard afaga o rapaz e olha sorridente pra Golu dizendo que ela e Lillith deixaram ele pronto, contudo a rainha futa pede a Golu que a permitisse ir com eles dois pra Minoara. Prometia não dar nenhum chilique sobre os maus tratos recebidos, porém crê que seu poder mágico poderia ser de alguma valia por lá.
    - Posso deixar a Lillith em Oasis pra que fique com minha irmã e depois acompanhá-los na viagem. Inclusive o retorno seria bem mais depressa!

    sibil pronto:
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    Caso Golu concordasse com a sugestão de Edelgard, eles teleportariam de imediato pra Oasis, deixando Lillith e de lá para o entreposto, levando cerca de seis dias até chegarem na fronteira, caso contrário nove, com Golu e Sibil partindo sozinhos direto pra lá. Os outros chefes já tinham voltado pra suas respectivas vilas a fim de se prepararem pra uma incursão adentro de Karzek. Era isso ou ver as forças de Minoara e da Imperatriz passando como uma boiada de touros atropelando tudo pela frente. Qualquer tribo/cidade humana ou élfica que não tivesse sob a bandeira dos chefes tribais seria destruída ou conquistada a força. A viagem transcorre tranquila até Minoara e o trio fica impressionado como a fronteira era cosmopolita. Povos de várias raças entravam e saíam com frequência, entre eles orcs, ogros, goblins, trolls, além dos próprios minotauros. Carroças carregavam todo o tipo de mercadorias, incluindo humanas e élficas que eram vendidas como escravos e escravas. Um goblin se aproxima de Golu saltando e acenando pra chamar sua atenção.
    - Ai ou! Parceiro! Aqui embaixo! Tá indo pra Parsek? Tou vendo que tá trazendo dois escravos consigo. Tenho aqui umas coleiras de altíssima qualidade, confortáveis e se você comprar duas, leva as correntes de graça!

    Parsek, cidade fronteiriça de Minoara:
    Golu II (SP) - Bahamut - Página 3 YrurdcL

    Caso Golu tiver levado Edelgard consigo, a futa entrega a ele um saco com moedas e explica que em Minoara, eles usavam aquilo como pagamento pra coisas. Estava consternada com o fato de que teria que usar uma coleira, mas isso lhe garantiria segurança e tampouco queria ficar do lado de fora. Sibil vestiria sem problema algum visto que foi escravo a vida inteira e pra ele aquilo era apenas mais um acessório. Se Golu não tiver levado a futa, teria que recusar a oferta do goblin. Era apenas ele e Sibil, embora não houvesse qualquer risco de roubo de "mercadorias" ali. Guardas minotauros rondavam o local com frequência e crimes de roubo eram prontamente lidados com punições severas.  Aproximando-se do imenso portão, uma cena inusitada acontece. Havia uma fila onde homens se inscreviam pra fazer parte do exército de Minoara. Uma orquisa com cara de durona, vestindo armadura e portando um machado longo estava reclamando na banca porque não era aceita nas fileiras. Logo atrás dela um goblin igualmente bem armado fala em tom de escárnio:
    - Dá licença ô neném? Não sabe ler? SÓ HOMENS! Rala peeeeito! Vaza! Xô! Depois tu chupa!

    orquisa e goblin:
    Golu II (SP) - Bahamut - Página 3 K9P4KvW

    A orquisa olha pro goblin pondo a mão na bainha a fim de devolver o insulto, mas logo dois minotauros da guarda aparecem atrás do goblin pra se certificarem de que estava tudo em ordem. Confusão não era aceitável ali. A orquisa dá de ombros resmungando e some em meio a multidão. Sibil comenta:
    - A sociedade minotáurica é muito organizada. Imagino que os outros chefes sequer souberam o que deviam fazer aqui. Temos que pedir uma audiência com o chefe da guarda, mestre Golu. Vai ficar mais fácil se nos inscrevermos no exército deles.

    Golu estava cercado de gente estranha e não tirava o olho de suas esposas, porém o barulho de tantas pessoas falando e gritando, vendendo mercadorias, causava ligeiro incômodo.

    Golu em Parsek:
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    Mensagem por bahamut em Seg Maio 18, 2020 7:18 am

    Golu da uma volta em sua vila pela manhã para ver como estão as coisas. Todos acenam para ele, principalmente as fêmeas. A caminhada não demora muito e logo estava de volta em casa. Fafnir se jogou no colo do meio ogro e o beijava e lambia, agarrada com os braços e pernas no corpo dele. Ela sabia que ele partiria em breve e ia aproveitar o máximo com ele. Lillih e Edelgard por sua vez deram um trao em Sibil para deixá-lo mais apresentável em Minoara. Golu gostou do que viu e fez um afago na cabeça do meio elfo.

    Golu: - Esposas espertas. Sibil bom menino agora.

    Enquanto falava, Golu tinha Fafnir beijando e lambendo o seu pescoço. Golu a segurava pela bunda, acariciando o cuzinho dela com um dos dedos. Quando suas esposas lhe passam o plano, Golu pensa um pouco para então acenar positivamente logo em seguida. Elas então começam com os últimos preparativos enquanto Golu beija a boca de Fafnir e introduz o dedo no seu cuzinho. Ela geme enquanto o beija e se esfrega nele do jeito que pode. Sem parar com o beijo, Golu ajeita ela em cima de seu pau e come ela de pé, ali mesmo. As pernas dela, suspensas, balançam enquanto Golu movimenta o quadril dela para cima e para baixo. Fafnir não demora a gozar, molhando todo o chão com seu gozo e Golu retira-se de dentro dela para penetrar no buraco de trás, porém sem parar de beijá-la. O gemido que Fafnir deu foi mais alto e Golu enterrava com força no cu daquela mulher gostosa. Ela segurou o rosto dele com as mãos bem leves e lentamente revirava os olhos, perdendo o controle da boca e da língua. Golu estocava fundo e ferozmente, arrancando outro orgasmo da fêmea. Dessa vez ele gozava junto dela, enchendo todo o intestino dela com sua porra quente. Sem forças, ela estava jogada nos braços de seu marido com a pança inchada e o cu atolado, dormindo toda a manhã depois disso.

    Golu, Sibil, Lillith e Edelgard partiram em viagem. O teleporte foi muito útil e Lillith logo ficou no Oásis para cuidar das coisas por lá. Enquanto isso os tres partiram a pé para Minoara. Na primeira noite da viagem Golu fez Sibil abocanhar o seu enorme falo enquanto era enrabado por Edelgard. Golu se deleitava ao ver o pequeno meio elfo se esforçando para colocar uma pequena pare que fosse do seu pau na boca dele enquanto gemia com Edelgard metendo a vontade. Golu fez questão de gozar na boca de Sibil, que engoliu tudo sem dificuldade enquanto gozava pelo cuzinho, dormindo de barriga cheia. Edelgard tinha gozado gostoso também, mas Golu não se satisfez e masturbou o cuzinho dela com seus dedos enquanto a beijava. Com a outra mão acariciou os seios fartos dela, que davam muito tesão ao meio ogro. Em pouco tempo ela também abocanhava-lhe o falo tendo os dedos de Golu enterrados em seu cuzinho. Ela gozou mais uma vez antes de tomar o leite do seu macho, se surpreendendo com a quantidade, explodindo porra pelas narinas e pelos cantos dos lábios enquanto tentava engolir tudo. O resultado foi uma Edelgard exausta e satisfeita olhando o seu marido com tesão antes de se entregar ao sono e ao cansaço. Durante os outros dias de viagem, Golu fez questão de mostrar todas as noites para Sibil e Edelgard, que ele era o marido e o líder. Golu comeu o cu de ambos de todas as formas que lhe deu vontade, de quatro, de pé mas de costas, abraçados de frente, de frango assado, deitados de bruço, Golu lhes fodeu o cu arrancando gemidos e atolando litros de porra dentro de suas esposas. Na quinta noite, Golu conseguiu enfiar todo o seu pau dentro do cu de Sibil. Era tão grande para o pequeno meio elfo que a cabeça do falo de Golu saiu pela boca dele, inflando a garganta de Sibil, abrindo a mandibula dele o máximo que podia e fazendo sons obscenos de fundo de garganta sendo violado. O meio elfo gozou várias vezes tendo seu cu e sua garganta sendo fodidas pelo mesmo pau e usou uma de suas mãos para massagear seu pescoço, a fim de dar mais prazer ao seu marido. Quando Golu gozou, seu membro ficou mais grosso e Edelgard beijou Sibil, engolindo a cabeça do pau de Golu, assim como a sua porra enquanto Sibil começava a desmaiar depois de gastar tanta energia e sêmen no chão. Edelgard não queria ficar atrás e sentou no colo de seu marido a fim de arregaçar o seu cu ao máximo e sentir Golu todo dentro de si. Ela não imaginou como seria a sensação e gozou quando encostou sua bunda no colo de Golu, sua garganta inchava com a cabeçorra do pau dele, sua cabeça ficou arqueada para cima e seu corpo todo ereto. Golu percebeu que ela não conseguiria se mecher, então agarrou-lhe a cintura e forçou o corpo dela para cima e para baixo. Edelgard lacrimejava e babava com a língua para fora com as estocadas. Quando Golu invadia-lhe a garganta ela emitia um gemido forçado, algo parecido com o som que alguém faz antes de regurgitar, aumentando o tesão do meio ogro. A barriga de Golu estava cheia da porra de Edelgard que gozava sem parar até que Golu explodiu dentro dela. Ora ele mantinha seu falo enterrado pela metade, inchando a barriga dela de porra, ora ele estocava o pau até o fundo, forçando sua porra a ser derramada para fora da boca dela. Golu repetiu esse movimento mais quatro vezes antes de se satisfazer e deixar Edelgard descansar. A viagem do último dia foi um pouco mais demorada no início. Golu teve que colocar suas esposas em seu ombro por parte do caminho devido as dores em seus traseiros.

    Chegando em Minoara, a visão era de engrandecer os olhos. Muros altos, mercadores entrando e saindo e muito movimento. Golu teve que comprar coleiras para Sibil e para Edelgard e acaba gostando do que vê, continuando o caminho com os dois em suas coleiras. Em seguida Golu viu uma cena entre um goblin bem armado e uma orquisa. Golu gostou do que viu, uma mulher forte e sem medo de enfrentar o adversário. Golu queria aquela mulher e tentou segui-la. Para isso colocou novamente suas esposas em seu ombro e respirou fundo antes de adentrar na multidão. Os olhos de todos a sua volta se viravam para ele e para suas esposas e isso o incomodava, mas ele queria aquela orquisa. Sibil fala sobre se inscrever na guarda de Minoara e Golu fica confusoo.

    Golu: - Golu não entende porque tem que virar soldado de outro lider. Vamos entrar e falar com lider de cidade Minotauro, como sempre fizemos!

    (Caso Golu consiga alcançar a orquisa, irá pedir sua atenção e se identificar como lider de uma tribo em Karzek, que ela era uma mulher forte e poderosa e ele dava valor a isso, convidando-a a ser uma cidadã de Karthak e adentrando ao seu pequeno exército. Se ela perguntar sobre o que ele faz ali, ele responderá que procura por pessoas em Minoara.)
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    Mensagem por Sailor Paladina em Qui Maio 21, 2020 2:26 pm

    Golu até tenta chamar a atenção da orquisa revoltada, mas assim que ela vê o ogro com escravas acorrentadas com ele, ela dá de ombros e desaparece na multidão, sem dar importância. Sibil faz uma recomendação a qual Golu rejeita. Edelgard diz a Sibil que ele teria que usar a cabeça dele pra pensar em alternativas que o Golu fosse aprovar. Sibil encolhe os ombros e fica na dele sem responder a isso, enquanto Golu segue pro portão da cidade. Assim que tentam passar, guardas minotauros questionam o interesse deles ali. Golu diz querer falar com o líder e um dos guardas cruza os braços negando a passagem com ironia ao dizer que todo mundo queria passar, mas que devido as circunstâncias atuais, apenas soldados registrados e minotauros residentes podiam passar. Edelgard tenta convencer os guardas que o assunto era importante, apenas pra receber mais escárnio dos guardas.
    - Ai olha só, a moçoila querendo ser útil pro marido. Não damos ouvidos a fêmeas, moça.
    - Ela é futanari, por isso achou que tinha moral pra falar.
    - Ah é. Cara, eu queria ter uma dessas em casa...

    Sibil dá um cafuné em Golu e desce do seu ombro, interpondo-se entre o marido e os guardas. O meio-elfo fala enquanto passeia a mão pelo ar. Tudo o que Sibil diz é repetido pelos guardas em tom de acordo.
    - Não viemos causar problemas.
    - Não vieram causar problemas.
    - Fomos convidados pelo prefeito.
    - Foram convidados pelo prefeito.
    - Tomem o ticket de permissão.
    - Tomem o ticket de permissão.
    - Sigam em frente.
    - Sigam em frente.

    Sibil entrega a Golu um pequeno cartão entalhado de madeira com um tracejado verde e espera o ogro pô-lo de volta em seu ombro, para então seguirem em frente pelo portão.  Com o cartãozinho sempre a mostra, o trio jamais era importunado e ainda recebia instruções sobre pra onde irem quando necessário. Edelgard pergunta como Sibil fez aquilo e o meio-elfo diz que controle da mente era a prática mais básica de qualquer bardo. Embora seu ex-mestre quisesse que Sibil se tornasse um clérigo, não era esse o desejo do rapaz. Tinha mais apreço pelo arte, música e interação social. Alquimia era um hobby pra ele e portanto também muito entendido em poções de todos os tipos. Voltando ao local: Parsek por dentro era como um mundo completamente diferente daquele visto do lado de fora: Ruas pavimentadas, postes com iluminação, casas e prédios sinalizados, tudo bastante organizado. Golu acha aquilo tudo muito alienígena pra ele, mas Edelgard acha maravilhoso. Pra ela era como estar numa cidade de humanos e elfos. Pra Sibil era como voltar pra sua antiga casa na região civilizada de Karzek. O trio passa por prédios peculiares como escolas, museus, mercados e hospitais que embora rústicos, funcionavam a contento. Nem tudo era tão diferente assim. Escravos sendo humilhados ou estuprados na rua ainda era uma visão bastante comum, o que deixa Golu um pouco mais tranquilo. Edelgard aponta pro prédio central no horizonte e Sibil fala com Golu.
    - Mestre Golu, minha mágica pode não funcionar com todos então vou tentar uma tática diferente...

    Offtopic: os prédios da civilização minotáurica lembram a Grécia antiga.

    Sibil diz que se comunicar mentalmente com Golu e tudo o que ele precisa fazer é repetir o que ouve na mente, ao invés de responder ao prefeito de Parsek diretamente. O meio-elfo já havia sido instruído sobre as intenções dos chefes tribais, então tudo o que ele precisava fazer era ser ouvido, mas Golu tinha o porte necessário pra ter respeito e ser ouvido.O trio chega a prefeitura, um dos prédios mais majestosos da cidade. Ao tentarem entrar são barrados por um guarda de trajes diferentes, como um oficial. Sibil diz baixinho que aquele ali seria um exemplo dos que não seriam facilmente convencidos por ele. O meio-elfo até tenta dizer algo, mas é ignorado pelo guarda que apenas encara Golu querendo saber o que ele queria ali. Golu ouve as instruções de Sibil em sua mente e as repete:
    - Desejamos falar com o prefeito.
    - Possuem hora marcada?
    - Não, mas gostaríamos de agendar uma, pro horário mais cedo disponível.

    O minotauro se demonstra surpreso com a resposta e por instantes parece meio perdido, mas acaba respondendo:
    - Hm. Err... Eu não esperava uma resposta tão... educada, vindo de um... ogro. Perdão, hoje ele não pode atender, mas voltem amanhã nesse mesmo horário que já terei agendado. Aproveitem a nossa cidade. Acredito que encontrarão muitas diversões pra passar o tempo.

    Edelgard e Sibil fazem um high-five e dão beijinhos na cabeça de Golu. Eles tinham o dia livre pra visitar a cidade. Sibil queria visitar o museu. Edelgard queria ver tudo. O que possivelmente mais chama a atenção de Golu é a arena de esportes na área leste de Parsek. Eles tinham dinheiro, tempo livre e carta branca pra andar sem serem incomodados. Algo muito além do que qualquer outro chefe tribal conseguiu. Golu teria muita história pra contar na volta.
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    Golu II (SP) - Bahamut - Página 3 Empty Re: Golu II (SP) - Bahamut

    Mensagem por bahamut em Sex Maio 22, 2020 12:12 am

    Golu coloca o ticket no pescoço e adentra nos grandes portões sem entender o que acontecer e se perguntando se Sibil poderia fazer aquilo com ele... se é que já não o havia feito. O lugar era cheio de construções e pessoas passando, para o desespero de Golu. Tudo parecia ser bem organizado mas Golu não conseguia ainda entender tudo aquilo. Talvez uma ou outra coisa poderiam ser adotados para seus vilarejos. Golu se sentiu em casa somente quando viu o estupro de escravos em praça publica. Tinha uma jovem franzina sendo estapeada na cara pelo seu mestre e ao cair no chão, ele montou nela e a currou puxando os seus cabelos negros com força. A jovem gritava e lacrimejava, mas Golu não sabia dizer se ela estava gostando ou não. Quando ele desviou o olhar dela, outra pessoa já havia se juntado ao estupro e uma pequena fila começou a aparecer.

    Golu: - Hmmm, mocinha pequena vai ter dificuldades... Humanos não são muito resistentes e não apreciam sexo forte.

    Sibil então fala na mente de Golu, que se assusta, olhando para o pequeno elfo e esperando a boca dele se mover, em vão. A explicação era simples e Golu não tinha tempo para ficar pensando nas capacidades de seu esposa. Quando chegaram no guarda, Golu fez como Sibil recomendara, surpreendendo o guarda. Este lhe passou as informações necessárias, deixando o resto do dia livre para que os três pudessem conhecer melhor o lugar. Sibil e Edelgard estavam muito felizes com isso, embora Golu não estivesse tão entusiasmado. Ele gostaria muito de refrescar a garganta com bebida e arranjar um bom quarto para foder suas esposas antes de dormir, mas ambos estavam muito contentes. Já que eles não poderiam andar soltos de suas coleiras, Golu então se resolveu.

    Golu: - Ahmm, então esposas vão visitar cidade, Golu segue com coleira.

    Os tres seguiram então para a praça central uma vez que as construções mais importantes ficavam ali perto. A pequena escrava estava jogada no chão, coberta de porra e com um pouco de sangue saindo de ferimentos em seu rosto, seu corpo tinha algumas marcas de agressão e seu senhor a chutava enquanto depositava sua raiva em palavras de baixo nível direcionadas para ela.

    Agressor: - Sua vagabunda! Porca imunda! Não serve para nada! Lixo! Como eu vou ter uso para uma esquálida frígida e inútil! Tudo que você me faz é me dar prejuízo! Estúpida e escrota, filha de uma rampeira de beira de estrada! Nem para ser estuprada você serve! Minha vontade é pegar a minha faca e abrir você inteira! Enfiar ela nessa buceta e te rasgar toda, abrir sua barriga e seu peito, por fim, cortar sua garganta e puxar a sua lingua por ela! Mas não vou fazer! Vou te deixar aqui para sofrer! Não vai passar de um pequeno balde de porra! Vão te estuprar até você morrer! Você merece sofrer sua filhote de otyugh!

    O homem então sai esbravejando em passos firmes enquanto todos em volta começam a se aproximar da escrava com passos curtos e inseguros. Golu se adianta, para surpresa de suas esposas, parando diante da jovem nua à sua frente. Ela era franzina, seios pequenos mas bonitos. Seus cabelos negros eram curtos, quase atingindo o ombro. Seu rosto estava muito ferido mas ela aparentava ser uma moça bonita e seu corpo tinha boas curvas. Além disso, Golu ficou intrigado com a forma como ela foi tratada e se lembrou como fora facilmente descartado por Mira, imaginando que se ao invés dela, um homem cruel fosse o seu dono, talvez ele tivesse sido humilhado e violentado de forma similar. Ele então abraçou a cintura dela com sua mão grande e a colocou deitada em seu ombro, seguindo caminho com Edelgard e Sibil. As pessoas ao redor começaram a reclamar e a insultar o meio ogro, mas ele não ligou. Apenas falou para suas esposas.

    Golu: - Vamos aos lugares que vocês querem ir. Aproveitem a viagem. Vou levar isso comigo mas não se preocupem.
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    Mensagem por Sailor Paladina em Dom Maio 24, 2020 4:29 pm

    Golu observa os estupros na rua que embora destoasse da aparente organização local, ainda era algo visto como aceitável pelos minotauros. Humanos e elfos, homens, mulheres ou futas eram todos escravos sem exceção e sem qualquer direito civil, portanto, podiam servir de alívio sexual aos seus donos mesmo no meio da rua. Aquela cena faz Golu lembrar de seus tempos de escravo em Karthak, quando Saulot ainda governava o lugar. A imagem de um humano xingando, ameaçando e machucando a jovem pra depois largá-la ali no meio da rua. Escravos não tinham qualquer valor em Karthak, mas em Parsek eles podiam valer até uma pequena fortuna dependendo de fatores como raça, beleza e conhecimento. Até onde se sabia, Golu estava andando com dois diamantes brutos de causar inveja a maioria dos transeuntes ali. Edelgard e Sibil se entreolham enquanto Golu parecia perdido no horizonte pensativo, mas não queriam importuná-lo. Logo um minotauro vestindo uma toga e com emblemas de oficial do Estado chega a interromper o devaneio de Golu e o questiona.
    - Perdão, prezado rapaz, vejo que é um visitante em nossa cidade. Vejo que estás de posse de duas criaturas fantásticas. Estaria por acaso a procura de vendê-las? Se for o caso, não procure mais longe. Eu lhe pagaria 20.000 moedas de ouro pelo casal. Ou se preferir, até mesmo um casa luxuosa com título de residente na cidade. Que tal?

    Edelgard enche a boca pra falar, mas Sibil lhe dá um puxão na camisa e fazendo um sinal com a cabeça pra não dizer nada. Obviamente não queria que fossem vendidos, mas tinha que lembrá-la que os dois não tinham opinião ali e também não acreditava que Golu fosse vendê-los. Caso Golu se negasse ou demonstrasse indecisão, o minotauro chega a oferecer 30.000, mas era sua última oferta. Se negado, iria embora, mas alerta que Golu não conseguiria um preço melhor que aquele. Se Golu aceitar a oferta, então ele poderia dormir em qualquer hotel de luxo ou em sua própria casa até o dia seguinte, quando então poderia falar com o prefeito por sua própria conta. Caso contrário, o trio chega a se divertir passeando pela cidade. O museu chega a entediar Golu, pois o ogro não via muito interesse em pinturas e estátuas exóticas. O que mais lhe interessa são as criaturas monstruosas empalhadas inclusive algumas que ele próprio enfrentou no passado como escorpiões gigantes e mamutes. A melhor parte do passeio pelo menos pra Golu é a arena, onde vários tipos de lutadores são postos pra enfrentar tanto minotauros bem equipados como criaturas de todos os tipos. Outros esportes cruéis como colocar escravos pra fugirem de monstros e o último que ficar vivo, "ganha" sendo libertado em seguida ou corridas de bigas com escravos puxando as carroças sob chicotadas eram algumas das atrações mais aplaudidas. Nem Sibil, nem Edelgard gostam de assistir, mas aquilo era um verdadeiro show pra Golu. Um minotauro mercador vestido com roupas luxuosas e joias ao seu lado o questiona.
    - Olá meu rapaz. Imagino que esteja apreciando o show. Já pensou em fazer parte das lutas? Você poderia ganhar muito dinheiro e fama em Parsek Uma oportunidade de ouro! Eu poderia arranjar algo pra você, como seu patrocinador, o que me diz?

    O mercador que se apresenta como Tauro Tantos diz que se Golu aceitasse, providenciaria tudo: uma instalação com uma equipe dedicada, armas, armaduras, curandeiros. Ele só precisaria vestir uma tabarda com a flâmula de sua loja.
    - Creia-me meu rapaz, fama e dinheiro é tudo o que move essa cidade. Você conseguiria o que quisesse, tornando-se um herói local. Quem sabe até um nacional, um dia!

    O minotauro esfregava as mãos pensando no futuro, mas nem sabia ainda a resposta de Golu. A primeira luta dele seria em três se aceitasse. Caso Golu não tivesse interessado, o trio apenas assiste ao restante das atrações e aluga um quarto chinfrim pra passar a noite. Os recursos de Eldegard estavam acabando e ela não teria dinheiro pra continuarem ali por mais do que outro dia.
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