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    O que acontece antes do início

    Leomar
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    Mensagem por Leomar em Seg Fev 24, 2020 5:56 pm

    Bem vindos heróis e heroínas! Estamos quase prontos para mais uma aventura.

    Depois de terem escapado do Inferno, de sair da Ilha dos Exilados ou andar pelo mundo em busca de um significado, eis que um grupo se encontra em Ĵevurá, a cidade dos juízes. Mas apesar de tudo que já passaram, a história está só começando.

    Neste meio tempo vocês estudaram, aprenderam, pensaram na vida... Não são mais as crianças indefesas de outrora. O mundo que conheciam se tornou maior, muito maior. Akaŝa ainda se encontra em guerra, implorando por verdadeiros heróis que acabem com estes anos de sofrimento, e vocês ainda tem muito para crescer. É hora de se reunir com alguns amigos e encontrar um novo objetivo.

    Mas antes de começar, vamos saber um pouco sobre como os deuses reuniram um grupo como vocês, cheio de pessoas com muita energia potencial, mas ainda sem a experiência necessária.

    O objetivo da dinâmica é que o grupo não seja simplesmente de quatro ou cinco pessoas aleatórias (com BG individual mas totalmente desconhecidos entre si) que estavam numa taverna e resolvem fazer uma missão em comum e em poucos minutos se tornam melhores amigos do mundo. Tudo bem que 95% dos RPG começam assim sem problema, mas quero que os personagens de vocês tenham se conhecido antes da missão inicial ser passada para evitar um deus ex machina.

    Como funciona: o jogador 1, que pode ser qualquer um que queira se voluntariar primeiro, apresenta o personagem 1. Esta apresentação é mais resumida do que a história que já estará na ficha de vocês, será só um relato de algum trabalho que seu personagem tenha feito para a Keela ou para a Corte dos Milagres.

    Por que a Keela? Porque, tirando o Pikapool, todos vocês já passaram por ela pelo menos uma vez na vida, ela já treinou magia com a Kate e o Nadhull, já salvou a vida do Ka e já dormiu com ele e já levou a Valkyria para o porto pra ela sair da Ilha dos Exilados e ir para Ajros, do seu personagem também já disse como ele a conhece. Então, mesmo quem jogar com personagem novo, já vai ter conhecido a Keela em algum momento e com isto conhecido pelo menos dois outros personagens.

    Esta apresentação será de algo que aconteceu a cerca de um ano atrás, então o primeiro jogador deve começar com algo tipo:

    Me nome é Fulano, vim para Fajr-Regno porque eu queria (aprender magia, ter minha própria forja, fugir do passado, saber mais sobre meus deuses, ganhar destaque na Corte dos Milagres, fazer diplomacia para acabar com a guerra, nasci aqui, vim fazer comércio, qualquer outra coisa que imaginarem). Conheci a Corte dos Milagres porque (fui aceito como neófito nela, trabalhei como ferreiro naval nos navios dela, tentei entrar como aprendiz de magia nela, vim fazer um trabalho diplomático com alguns membros dela, peguei alguns trabalhos de caçador de recompensa que ela ofereceu). Certo dia, eu estava (trabalhando, no templo de Piro, bebendo numa taverna, batendo em alguém adepto de Ades, apanhando de algum adepto de Ades, levando a cabeça de um demônio ou raça selvagem para receber uma recompensa, socorrendo um herói da Corte dos Milagres) e, vendo Keela fui cumprimentar, então ela me passou uma missão, que foi (descreva uma missão simples, compatível com alguém que é apenas aspirante a aventureiro). E aceitei pois (gosto da Keela, tenho medo da Keela, ela prometeu me pagar ou me dar um livro especial que eu queria, ou algum item que não é absurdo mas que certamente alguém como eu não teria capacidade de conseguir, eu nunca perderia oportunidade de fazer um trabalho para Corte dos Milagres, eu já vi Keela tirar um rim de uma pessoa que disse não pra ela usando só as unhas)

    O jogador 1 deve também contar uma ou duas coisas que aconteceu de interessante ou inesperado nesta missão que a Keela deu para ele(a). Neste momento vocês têm liberdade de narrar como quiserem, como se fossem o mestre, colocar detalhes na cidade, falar sobre algum npc que apareceu, qualquer coisa, só não abusem do absurdo, lembrem que são iniciantes.

    Depois desta primeira apresentação, o jogador 2 vai falar como o personagem 2 conheceu o personagem 1, baseando no que o primeiro jogador contar sobre a missão dele, será algo tipo:

    E eu conheci o personagem do jogador 1 quando...

    Pode ser enquanto ele ainda estava fazendo a missão, e você ajudou de alguma forma, ou logo depois da missão que ele fez, caso na missão dele não tenha gancho pra outro personagem participar. Você pode dizer que achou ou procurou o personagem do jogador anterior por causa do trabalho que ele faz ou alguém (possivelmente a Keela) da Corte dos Milagres. Depois disto narre sobre algo que os personagens de vocês fizeram juntos, NÃO precisa ser necessariamente outra missão. Novamente pode narrar como se fosse mestre, evitando só fazer algo muito fora da realidade.

    Quando o jogador 3 apresentar o personagem dele, tem que dizer como o personagem conheceu o personagem 2, neste momento o personagem 1 não precisa estar presente, o seu personagem só precisa conhecer o personagem do jogador anterior e terem feito algo que fará com que o seu personagem lembre do personagem dele quando for começar nossa história, que se dará cerca de um ano depois deste encontro de vocês. Lembrando: você não precisa incluir outro personagem além do que foi apresentado por último, mas isto não impede que inclua na história qualquer outro personagem que já foi falado anteriormente, caso a história tenha lhe dado gancho.

    E assim vai até que cada um de vocês tenha conhecido pelo menos um personagem de outro jogador.

    Algumas observações:

    Ĵevurá é a capital jurídica de Fajr-Regno e portanto os juízes tem muita importância na cidade; Além disto o exército de Gaja já deixou Ĵevurá, então ela já está no pós-guerra. Desde que o exército de Gaja saiu da cidade, os impostos amenizaram um bocado, e o povo está menos triste. Agora querem levar esta melhoria para outras cidades.

    A cidade grande mais próxima de Ĵevurá é Heséd, onde a guerra enfraqueceu muito, mas ainda tem pontos de resistência. Heséd tem um dos poucos portos de Fajr-Regno e este porto não está sobre controle do exército de Gaja, então muitas pessoas que querem ir para ou sair do continente em segurança usam este porto, ao invés do de Burnabad.

    Os personagens que vieram da aventura "Fugindo do Inferno", seja a que acabou agora ou a de dez anos atrás, e se tornaram wananki por causa dos raios, daquele dia para o momento que descreverão como o personagem de vocês conheceu o personagem do outro jogador, vocês já conseguiram controlar mais o próprio poder. Seus poderes ainda são limitados e às vezes ainda saem mais fortes ou fracos do que querem, MAS não são mais vistos como bombas relógio que precisam da supervisão da Corte dos Milagres o tempo todo.

    Pra quem vai começar agora, como eu disse, uma personagem que todos vocês vão ter "esbarrado" pelo menos uma vez na vida é a Keela: ela é uma súcubo muito poderosa, se destaca por ter 2,10 de altura fora os chifres, é conhecida por ser uma freĉia, que significa que é uma amante do deus do fogo, Piro. É uma maga do fogo e também alta heroína da Cour des Miracles.

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    Ela só recebe ordens do templo; Tem uma personalidade "meio" arrogante e, embora ela às vezes ajude civis (principalmente contra o exército de Gaja ou adeptos de Ades, deus da morte) e também aceite fazer alguns treinamentos com pessoas que descobriram o dom da magia a pouco tempo, ela não liga pra você. Pode ser que já tenha até salvado sua vida antes, ou dormido com ela, mesmo assim ela não é sua amiga. Pra ela você é apenas um iniciante.

    Keela sempre teve uma personalidade explosiva, mas atualmente anda ainda mais nervosa, pois o templo tem tentado acabar com a guerra de forma diplomática e mandado ela não matar ninguém por enquanto. Ela odeia ficar muito tempo sem matar alguma coisa, então está muito perigosa. Só quando está bêbada ela fica um pouco menos frustrada, e pode parecer até patética, mas mesmo alterada ela consegue ser perigosa.

    Vocês também ouvirão falar muito da Corte dos Milagres, ou Cour des Miracles. Esta é uma escola de magia do fogo e magia negra que controla muitas coisas em Fajr-Regno. Esta escola possui muitos adeptos dos mais diversos graus, a maioria deles não passam de ladrões, prostitutas, assassinos, espiões ou homens livres porém pobres, além de várias pessoas que despertaram o dom vermelho ou negro mas nunca serão de fato bons magos.

    Mas a Cour des Miracles também possui magos poderosíssimos. Entre os mais poderosos, estão também os maiores devotos de Piro.
    Christiano Keller
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    Mensagem por Christiano Keller em Ter Fev 25, 2020 8:58 pm

    Ka, o ferreiro,

           A viagem no navio até essa nova cidade, Ĵevurá, foi muito importante para Ka. Vir para Fajr-Regno era uma oportunidade que Ka queria para aprender magia e ter sua própria forja, talvez ganhar destaque na Corte dos Milagres. Ka conheceu a Corte dos Milagres porque trabalhou como ferreiro naval nos navios dela, fez armaduras e armas para alguns de seus heróis. Agora numa cidade de pós-guerra há muitas oportunidades para serviços gerais, reparos de grades, dobradiças, fechaduras, caixas forte e armas já que as pessoas ainda querem ter meios de se defender.
           Agora Ka tinha uma pequena forja em sociedade com outros dois ferreiros, Zulkan e Tasiq, juntos tinham dez ajudantes, sempre diziam que três era um bom número para não haver empates. Todos sempre se esforçavam para fazer da forja um local bastante limpo, Ka aprendeu alguns dos truques com sua colega Helena e o local é bem iluminado, brilhante. Aquilo fazia diferença para todos que entravam na recepção e podiam ver as armas em exposição refletindo a luz. Os itens mais comuns do dia a dia eram fáceis de fazer e vendiam como água no deserto graças a um esquema de divisão do trabalho em linha, enquanto um ferreiro fazia tudo, ali na forja as ações eram divididas em quarto partes e cada um cuida de uma etapa gerando mais volume no final do dia.
           Outra melhora também é que tem uma pequena habitação, um quarto em uma pousada/pensão da Senhora Hilda, uma humilde dona de casa que precisava de dinheiro para pagar as contas da sua enorme mansão. A mansão fica na parte Central da cidade, só que agora tem cara de cortiço. São cerca de vinte quartos além do terceiro andar que é restrito para dona Hilda. Tem bastante espaço pela casa no térreo ou primeiro andar, os quartos ficam no segundo andar. Os moradores são variados e a casa sempre está cheia, aparentemente funciona quase como um hotel barato para quem está tentando se estabelecer na cidade. Para Ka, aquilo tem casa, comida e roupa lavada além de serviços de manutenção que ajudam a pagar pela morada. A tonalidade pastel das cores das paredes da casa são muito boas para dar um ar sóbrio e sereno. Dona Hilda também faz contratos semanais e tem alguns amigos na guarda para expulsar moradores barulhentos. Passar mais tempo longe da fornalha fez bem para os pulmões de Ka, além de que dormir numa cama macia era gostoso.

           Certo dia, Ka estava fazendo armas para a corte e ao ver Keela foi cumprimentar para quem sabe conseguir algum serviço de valor maior. Então Keela passou uma missão, que foi de recolher armas e armaduras num campo de batalha, em especial uma espada mágica chamada de "vozes". Era lógico que Ka aceita a missão pois Keela prometeu pagar bem, ela sempre pagava ou batia em alguém.
           A missão parecia simples, correr até um local com uma carroça e alguns ajudantes, pegar tudo que pudesse e voltar com a carga. Só que Keela avisou sobre a possibilidade de haver combate já que o local é uma rota disputada perto de Heséd. Preocupado com tudo o que poderia acontecer, Ka chamou alguns outros moradores da pensão da dona Hilda para ajudar com a segurança, na igreja de Piro e até na taverna. Por sorte ou azar, apenas alguns apareceram para o serviço.
           A missão até que foi fácil, um pequeno combate de seis contra seis aconteceu e ninguém morreu, ainda pegaram todas as coisas que tinham que pegar no local indicado. A tal arma é que foi mais estranha pois após Ka pegar na arma estranhas "vozes" passaram a falar em sua cabeça por alguns dias. Parece que são vozes de pessoas ou criaturas diferentes, presentes em outros planos mas Ka não se deu ao trabalho de perguntar para Keela, era melhor não questionar algumas coisas ainda. Ka ainda ficou impressionado com o tipo de encantamento que estava presente na arma, o tipo de cosa que ele mesmo gostaria de aprender a fazer e o contato com um destes artefatos é sempre uma boa lição para ferreiros. Só que Keela não quiz pegar na arma, o que deixou Ka um tanto preocupado, com a pulga atrás da orelha.

           Ka então, a pedido de Keela, entregou a espada no templo de Piro para uma Súcubo da Corte que ele não conhecia. Ela sabia a palavra chave e então recebeu a espada com suas "vozes". Como pagamento, Ka receberia algumas aulas grátis para iniciados em magia do fogo no templo de Piro. Aquilo foi interessante para Ka, um adepto da ICB recebendo aulas sobre magia do fogo em um templo de Piro. O fato é que as aulas sobre magia do fogo foram mais importantes e eficazes para Ka do que todas as celebrações que assistiu na ICB. As aulas permitiram Ka conhecer novas pessoas e fazer novos clientes para sua forja.
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    Mensagem por Srta. Moon em Ter Mar 03, 2020 9:57 pm

    Os dias tornaram-se entediantes em Fajr-Regno, nunca havia saído da mesma, nasceu, cresceu e provavelmente morreria naquele lugar. O trabalho no Templo funerária estava cada vez mais incômodo não havia como conseguir mais conhecimento em meio aos defuntos, o que a mantinha presa aquele lugar era que poderia fazer a autópsia nos corpos, gostava mais quando a Corte dos Milagres contratava os serviços do lugar para realizar a dissecação e autópsia dos corpos de alguns membros quando estes sofriam alguma morte misteriosa ou violenta demais.
      Graças a estes serviços teve o prazer em dissecar alguns corpos de criaturas estranhas a pedido da Keela, conheceu Ka ao comprar pregos, poderia ter uma forma bizarra e um tanto quanto assustadora, mas isso não a impedia de sair para comprar algum equipamento que estava em falta no Templo funeraria.
      Zataz que era o dono do lugar sempre tomava conta dos serviços mais importantes, no mais deixava os trabalhos triviais com ela a não ser que a demanda de corpos era maior que o efetivo de cinco funcionários. O interesse pela magia veio quando ela percebeu que a mesma poderia ser usada nós mortos em geral, com o passar dos anos sua curiosidade venho a aumentar, agora buscava aprofundar-se mais seu conhecimento sobre magias necromanticas, queria ter o domínio sobre a morte e vida, fascinava a ideia de ter este poder e no momento o buscava.


    OFF: meu objetivo e encontrar o necronomiom ou virar deusa simples não vou enrola muito :p
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    Mensagem por DariusNovadek em Ter Mar 03, 2020 10:14 pm

    Kate, após sua missão de iniciação na corte dos milagres, ficou muito ferida, tendo que passar por várias sessões com magos de cura que a própria corte havia providenciado pra ela. E por recomendação de todos, teve que ficar de molho.

    E que bosta era ficar de molho, logo que sua vida tinha dado uma reviravolta, e tinha se aberto a novas experiencias, teve que dar uma pausa. Porém, não foi de todo mal, esse tempo ajudou a Kate conhecer um pouco mais sobre o mundo novo que ela pouco sabia, conheceu várias pessoas novas na corte, e melhorou ainda mais o seu relacionamento com Apis. Como Zaratkir tinha se mandado, seus contatos dentro da corte se resumiam entre o Icanor (para conhecimento e jogar conversa fora, além de esquivar de suas cantadas baratas), e Keela, que apesar de sua "inimizade" com Zaratkir, virou seu principal contato para treinamento e futuras missões. Conversar com Keela era meio que perigoso, Kate sabia disso, mas não estava nem ai, Kate era caruda mesmo, foi assim que tinha sobrevivido até agora, e não iria mudar agora. Keela de certa forma dava uma atenção para os treinamentos de Kate, provavelmente porque ela viu Kate destruindo quase um andar inteiro de uma construção em sua última missão.

    Os treinos aos poucos foram ficando mais fortes, em proporção a cura de seus ferimentos, assim como algumas missões foram aparecendo, a princípio missões simples, mas depois se tornando um pouco mais complexas. Por causa disso, a pedido da corte, mas feito oficialmente por Keela, teve que se mudar para Ĵevurá, la a corte precisaria mais dela, então conversou com Apis, e juntas se mudaram para a nova cidade. La Kate se revesava em ajudar Apis na loja (porém não era uma boa vendedora, não era bom em agradar só por agradar) e fazer as missões que Keela ou Icanor passava.

    Um certo dia Keela a convocou para uma missão, ela disse que tinha enviado um ferreiro para buscar uma certa arma num campo de batalhas, e que ele levaria alguns guarda-costas com ele, mas que ela queria que alguém da corte estivesse junto para melhor confiança. Foi assim que Kate conheceu Ka, o ferreiro. Particularmente Kate esperava mais da missão, teve um combate, mas nada demais. O ferreiro ficou meio bobo ao pegar a arma, mas o que Kate percebeu mesmo foi os olhares ambiciosos de algum dos outros guarda-costas. E fez questão de informar a Keela os nomes dos respectivos. A espada que Keela pediu para buscar estava enfincada num morto, e este morto estava bem.. bizarro, não parecia uma retaliação qualquer. Por via das dúvidas, levaram o corpo até Keela, que incumbiu Kate de levar o corpo até a funerária, e assim levou o corpo até Mortalha.

    Após isso, Kate via o ferreiro de vez em quando em outros treinos de longe.
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    Mensagem por Dycleal em Ter Mar 03, 2020 11:23 pm

    Me nome é Nadhull, sou um incubo em processo de auto descobrimento, vim para Fajr-Regno porque eu queria evoluir minha condição de portar magias tão opostas como a mana branca e negra,em uma mesma pessoa, também conhecer um pouco mais do mundo e ajudar a Corte dos milagres, nas suas operações como uma forma de agradecimento aos meus mestres por toda a ajuda e suporte.

    Me estabeleci em Jevurá, como aprendiz de alquimista e já tenho um comércio sustentável de produtos alquímicos básicos e leio a sorte de alguns com os meus poucos conhecimentos do oculto. A viagem de barco para cá ajudou a estreitar amizade com Keela, que é uma pessoa difícil, mas descobri que quando bebe, fica mais sociável e acessível, e até nos relacionamos de forma mais intima, porque ela quis e deixou claro que não tinha dono e as coisas só aconteceriam sob seu controle, mas isso ajudou a ela me ajudar em muito, a aprender a controlar melhor magias e manas tão complexas e opostas...

    Conheci a Corte dos Milagres porque precisava aprender a controlar meus novos poderes e controlar as turbulências interiores, movidas pela mudança que os poderes trouxeram ao meu entendimento e necessidade de me conhecer melhor, precisava saber quem era esse novo Nadhull. Fui recomendado pelos meus mestre a vir nessa comitiva, para servir como diplomata e batedor e fazer reconhecimentos, usando minhas habilidade de voar e de domínio de mentes próprios dos íncubos.

    Certo dia, eu estava em uma taverna bebendo com Keela e ela me passou uma missão de acompanhar um ferreiro chamado Ka, que eu já conhecia por seu trabalho de manutenção na minha espada e no caminho da escolta vi que teria a companhia de Kate, com quem já tivera uma treta, porém fomos profissionais e lutamos lado a lado para eliminar a ameaça durante o caminho da busca do ferreiro, que era pegar uma espada especial, que encontramos cravada em um morto.

    Após a missão fui com Kate levar o cadáver para um templo funerário e lá conhecemos uma mulher interessante e de aparência estranha chamada de Mortalha, ela parece bem interessada em magia. Tenho passado meus dias treinando com Keela e Kate, que agora adquiriram uma melhor opinião sobre mim e veem potencial em meus poderes. vendendo meus itens alquímicos e voando furtivamente, nas minhas missões de reconhecimento das posições inimigas e fazendo meus relatos para os nossos lideres em Fajr-Regno.
    Pikapool
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    Mensagem por Pikapool em Sab Mar 07, 2020 2:04 pm

    A alegria só pode brotar de entre as pessoas que se sentem iguais!

    Diario de Azriel

    A Esclarecida de Coruja, Ĵevurá.
    Cheguei a Ĵevurá muito cedo. A cidade parecia ser um excelente lugar, o clima primaveril era agradável e logo vi-me diante de um lugar que atraia a todos com um aroma delicioso. Lá almocei, mas devo altear a sobremesa. Um saboroso sorvete de frutas silvestres com um toque picante de uma especie de pimenta vermelha. Ao mesmo tempo que travia frescor, ele também gerava um calor.

    O dia parecia que seria tranquilo. Infelizmente era só calmaria que precedia a tempestade. A procura de minha nova residencia, percebi algo de errado. Prontamente peguei minhas cestus na bolsa, mas antes que pudesse calça-las uma espada desceu sobre elas e, por Piro, quase acertam-me as mãos. O golpe fora tão forte que chegou a quebrar uma das garras de minha cestus.

    Logo vi um homem, creio eu, mascarado e seus comparsas. Ao todo eram quatro agressores. Rapidamente pensei em alçar voo, mas as boleadeiras de um deles indicavam que eu poderia ter uma queda e tanto. Acuada, tentando analisar todo o cenário para tentar uma fuga, ouvi a voz rouca de um deles.

    - Se você se comportar, talvez possa sair sem muito ferimentos. - Apenas assenti com a cabeça enquanto eles começavam a rir e avançar sobre mim.

    Estava pronta para incinerá-los quando senti um liquido quente em meu rosto. Por um momento todos param e logo vi a cabeça do bandido a minha frente cair ao chão e um novo semblante aparecer em seu lugar. Era uma súcubo de pele vermelha e musculatura saliente. Todos estremeceram perante ela e logo avançaram ferozmente, como um animal prestes a virar jantar de um predador, eles lutaram pelas suas vidas. Facilmente ela os dominou e os deixou para morrer. Enquanto dava as costas um dos bandidos levantou-se ainda cambaleante e tentou apunhalar a mesma pelas costas. Rapidamente lancei uma bola de fogo sobre ele. Ela olhou para trás com um olhar prepotente e logo esboçou um sorriso debochado. Naquele momento vi a lamina de sua espada sendo retirada do corpo em chamas do bandido. Isso explicava o porque dele não emitir nenhum grito de dor ao ser consumido pelas chamas.

    - Obridaga! - Disse ao reverenciá-la. Sem dizer uma unica palavra a súcubo apenas seguiu seu caminho. Isso reforça ainda mais a ideia que devemos julgar a todos pelos seus atos e não por suas diferenças.

    O Dia dos Deuses de Coruja, Ĵevurá.
    A casa nova é aconchegante e tem um bom suporte para meus estudos. No entanto, não dormi bem, apesar de minha cama ser bastante confortável, durante a noite tive alguns sonhos perturbadores. Possivelmente um efeito colateral de toda a situação que eu vivera no dia anterior.

    Somente quando estava quase amanhecendo consegui conciliar o sono e fui despertada por pancadas intensas de uma construção próxima a minha casa. Então, imagino que estivesse dormindo profundamente mesmo.

    Durante a tarde fui ao centro e mais uma vez tive que saborear aquele sorvete maravilhoso. Pedi a receita ao garçom e ele disse que era uma receita comum na cidade, portanto eu conseguiria a receita em qualquer lugar da cidade.

    Após alguma pesquisa, cheguei até uma pequena forja onde pude deixar minha cestus para ser reparada. O ferreiro Ka era serio, porém foi atencioso comigo. Espero que ele faça um bom trabalho.

    A Terminadora de Coruja, Ĵevurá.
    Mais uma manhã calma e também não preciso ressaltar que mais uma vez saboreei aquele sorvete divino. (Nota: Preciso para com essa gula ou acabarei ganhando alguns quilinhos a mais.).

    Felizmente o ferreiro Ka mostrou-se habilidoso e no outro dia a cestus já estava mais uma vez em minhas mãos. Não sei o que ele fizera, mas a cestus parecia nova.

    Durante a volta para casa, tomei outro caminho e meio perdida pela cidade, deparei-me com uma simpática loja de produtos alquímicos. Não resisti e entrei comprar algumas coisinhas.

    Pelos céus, o vendedor era muito bonito. Ele tinha um cabelo dourado e belos olhos azuis profundos. Quando fui pagar pelos produtos, não consegui não perder-me naqueles olhos e quando o mesmo ofereceu-se para ler a minha sorte e pegou minha mão, corei no mesmo momento e rapidamente agradeci, peguei minhas aquisições e deixei a loja ainda envergonhada. Espero não ter sido indelicada...
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